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VERDADE SINISTRA! É DE TREMER NAS BASES! DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

(REVISADO, ATUALIZADO E ACRESCENTADO) 

Tenho estudado muito sobre os pensamentos teológicos das várias denominações religiosas (seitas) do Cristianismo, mas sobre as interpretações (teorias) dos últimos acontecimentos na Terra, estampados nos livros proféticos, especialmente no Apocalipse, não há muito que se aproveitar. E tudo começa com as interpretações tendenciosas, isto é, interpretações particulares, ou seja, “puxando a brasa pra sua sardinha”. Essas interpretações tendenciosas começaram desde o terceiro século, e a partir de quando a ICAR passou a ser religião oficial do Império Romano, por decreto de Constantino. 

Nas profecias do Apocalipse não existe particularidade, exceto quanto ao povo Judeu. Nem mesmo as 7 igrejas da Ásia Menor retratam igrejas (denominações cristãs) atuais. Não se pode afirmar que a Igreja de Filadélfia é a igreja A ou B. Da mesma forma, não se pode dizer que a Igreja Católica Apostólica Romana ou o Papa é a besta, ou é a grande meretriz, babilônia, etc. NO APOCALIPSE NÃO EXISTE PARTICULARIDADE, EXCETO QUANTO AO POVO JUDEU. Aliás, o Livro do Apocalipse está mais para os judeus, que para os gentios. Não entendeu? Explico: As coisas escritas no Livro da Revelação tratam mais a respeito do povo Judeu que de nós, gentios. Não me refiro aos juízos de Deus contra os habitantes da Terra, mas sobre as bênçãos prometidas aos salvos (mais para os judeus, no caso). Se os judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos, mas pelo menos o Livro do Apocalipse eles deveriam ter acatado. O problema é que o Apocalipse é um livro da mesma categoria do Livro de Enoch. Deve ser interpretado apenas por erudito, e jamais por crente leigo. 

Quanto à verdade sinistra, que me refiro no tema, vou tocar num assunto antagônico ao verdadeiro Cristianismo, embora algumas correntes anticristãs já tenham comentado, mas de forma diferente. Algum maluco, como eu, terá aqui terreno fértil para explorar esse tema. Entendam-me que escrevo muitas coisas “desabafando”, porque não agüento mais essa teologia barata, que ao invés de instruir os crentes, faz é colocar mais dúvida. Já se passaram quase 2 mil anos de Cristianismo e a teologia cristã continua mesquinha, porque teimam em fazer interpretação literal da Bíblia e baseiam-se em literatura de teólogos de renome, considerados pais das seitas (denominações cristãs). Só que esses “pais da igreja” tiveram pensamentos errados e idéias tendenciosas e discriminatórias contra os judeus. Alguns filósofos e doutores do passado, como Ptolomeu, Aristóteles, etc, apesar de grandes sábios que eram, falaram muitas asneiras sobre a concepção das coisas existentes. Mas você retruca e diz que as interpretações bíblicas feitas pelos teólogos da sua igreja foram inspiradas pelo Espírito Santo. Mas, quem me garante que o Espírito de Deus inspirou realmente os teólogos da igreja A ou B, se sabemos que existe um monte de doutrinas cristãs falsas? Os teólogos de hoje sabem muito é falar bonitinho, escrever bonito, mas do entendimento real da verdade das coisas estão muito longe, porque se baseiam numa teologia arcaica, criada por doutores de pensamentos tendenciosos, que interpretaram a Bíblia literalmente, sem fazer discernimento correto das coisas e não estudaram a fundo os fatos (até mesmo no Ocultismo Científico). 

“Para se vencer o inimigo, tem-se que infiltrar alguém no próprio terreno do inimigo, para depois conhecê-lo e descobrir o que trama”. (Miquels) 

Quero lembrar, aqui, de forma veemente, que “o tempo dado aos crentes gentios” está quase acabando. Deus deu 2 mil anos aos judeus para proclamarem o seu nome na Terra, mas não corresponderam ao desejo de Javé (YHWH). Esse tempo começou depois que “completou a medida de tempo dado aos cananeus (amorreus)” – Gên. 15:16, com a chamada de Abraão e seus descendentes, durante 210 anos; o cativeiro no Egito durante 420 anos e mais 42 anos de sofrimento no deserto; 490 anos na Terra Prometida com reino unificado, mais 350 anos divididos em dois reinos e 70 anos no cativeiro babilônico; 420 anos na terra-natal, sob o domínio macedônio-grego-romano, até a morte de Jesus Cristo. Observe que os tempos são múltiplos de 7. Deus tomou “temporariamente” da sua nação eleita o direito de proclamar o seu nome e a salvação na Terra, e o entregou à Igreja dos gentios. Porém, a Igreja (ou as igrejas) dos gentios não está correspondendo com a ordem do Mestre, de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho à toda criatura humana. O TEMPO DADO À IGREJA DOS GENTIOS ESTÁ ACABANDO! AI! AI! DE NÓS! O QUE FAREMOS AGORA?! SERÁ QUE AINDA HÁ TEMPO PARA FAZER ALGUMA COISA?. Confira os textos bíblicos cruciais: 

“Portanto eu vos digo (JUDEUS) que vos será tirado o reino de Deus (TEMPORARIAMENTE), e será dado a um povo que dê os seus frutos (OS GENTIOS, NO CASO) (Mateus 21:43). 

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura (humana) (Marcos 16:15).

“Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão. Naquele dia as virgens formosas e os mancebos desmaiarão de sede” (Amós 8:11-13). Esse texto não trata apenas com os ímpios, mas também com os crentes desobedientes e rebeldes, os crentes de hoje (não todos), que denomino de “crentes da nova era”. 

“E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas” (Daniel 12:7b). “Povo santo” refere-se tanto aos judeus como à Igreja dos gentios. 

“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos” (Apoc. 13:10). “Santos”, neste caso, refere-se tanto aos judeus como aos crentes gentios. O texto pode estar se referindo ao Holocausto dos Judeus, pelo Nazismo, propagado por Adolf Hitler, na 2ª Guerra Mundial. Em última hipótese, pode se referir à perseguição dos judeus e cristãos pela ICAR, através da Lei da Santa Inquisição, que ocorreu após a Reforma Protestante, no século XIV. Esta última hipótese eu descarto. Se o que está escrito neste versículo supra-citado ainda não aconteceu, então, a ICAR não tem nada a ver com essas perseguições. 

“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12). Esse texto indica que os crentes gentios fiéis deverão resistir o anticristo até à morte, pra provarem sua fidelidade a Deus. Esse texto não se refere aos judeus, porque eles não guardam a fé em Jesus Cristo. 

“E vi que a mulher (Babilônia) estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração” (Apoc. 17:6). Isso significa uma perseguição implacável contra o Judaísmo e o Cristianismo. Não deve haver particularidade na interpretação deste texto. A mulher, a grande meretriz vestida de vermelho é a grande cidade de Babilônia, isto é, o mundo e seu sistema de coisas. Na Bíblia, a cidade de Jericó e a cidade de Babilônia (lugar da antiga Babel) representa o mundo, o planeta Terra e aquilo que os homens criaram.

O poder do povo santo será despedaçado porque não corresponderão com a ordem do Mestre. Então o reino de Deus lhe será tirado, isto é, o poder de anunciar o nome de Deus e a salvação. Num curto período de tempo o evangelho do reino será pregado à força. Dois personagens bíblicos ressurgirão (serão reencarnados), no caso, Moisés e Elias, e também, anjos proclamarão o evangelho de Cristo. Confira: 

“E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias”. (Apoc. 11:3). Quando essas duas pessoas aparecerem, os crentes da nova era também ignorarão, pois como têm a mente tapada, não entenderão o que significa um profeta de Deus vestido de saco. 

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6). Anjos virão à Terra para proclamar o Evangelho de Cristo. Só que eles serão de carne e osso, assim como nós somos. Eles aparecerão como grandes pregadores principalmente na mídia (TV) e diante das autoridades, mas desaparecerão repentinamente. As autoridades do mundo não terão poder de prendê-los. Quem acreditará nesses personagens? Por acaso, quando o Filho do Homem voltar, achará fé na Terra?

Algumas seitas cristãs radicais, tais como IASD, TJ, IEAD, etc, afirmam categoricamente que a ICAR está retratada nas profecias do Apocalipse, especialmente no que se refere à besta, ou à prostituta (meretriz) ou à Babilônia. Mas se esquecem que a ICAR, queiram ou não admitir, é a Igreja-Mãe do Cristianismo na Terra. A ICAR ainda é a base do Cristianismo na Terra. Se ela cair, todas as demais denominações cristãs cairão, porque não terão moral ou força para se sustentarem, exceto se Deus quiser ajudá-las. Jesus afirmou que “as portas do Inferno não prevalecerão sobre a Igreja”, mas isso ocorrerá se os crentes forem fiéis à sua ordem. Javé também fez promessa semelhante ao seu povo eleito, os hebreus, mas eles não foram fiéis aos mandamentos de Deus. Por isso, aconteceu toda aquela maldição proferida na Lei de Moisés. E com a Igreja dos gentios pode acontecer a mesma coisa. Lembrem-se da “parábola das virgens loucas” e da palavra que Jesus dirá a muitos no último dia: “Nunca vos conheci”. Vide Mateus 7:22,23 e cap. 25.

A questão crucial é a seguinte. Se o Cristo anunciado ao mundo pela ICAR é falso, e se a própria Igreja Católica ou o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então os protestantes cristãos e evangélicos estão andando no rumo errado, no mesmo barco furado. Por quê? Porque saíram da Igraja-Mãe, e adotaram alguns dos seus dogmas, como a doutrina da trindade, doutrina do suplício eterno; festejam o Natal e guardam o feriado da Semana Santa; e o pior, GUARDAM O DOMINGO, que foi um decreto puramente humano, determinado pelo Imperador de Roma, por imposição do Papa; aceitaram algumas alterações feitas na Bíblia por ordem dos primeiros Papas e do Imperador Constantino. Outro caso é o retrato de Jesus Cristo, bonito, de cabelos longos e de olhos azuis, criado pela ICAR, e que muitas igrejas protestantes e cristãs o adotam nas suas literaturas. As expressões “São Paulo”, “São João”, “São Mateus”, “São João” são de cunho da ICAR, e algumas versões de bíblicas evangélicas mantiveram essas expressões. Ainda hoje se usam essas expressões nas igrejas protestantes. O uso do Calendário Gregoriano, criado pela Papa, também é usado pelos cristãos protestantes, sem que façam nenhum questionamento. Se a Bíblia e a salvação vêm dos Judeus, por que não adotam o Calendário Judaico? Portanto, o mesmo Jesus Cristo anunciado ao mundo pela Igreja Católica também é o Jesus Cristo das igrejas protestantes. Não tem para onde fugir. Como a ICAR pode estar a serviço do Diabo, se o Cristo que ela anuncia é o mesmo Cristo dos crentes protestantes? 

Agora vem a parte mais chocante! Se a ICAR e o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então o Cristo que anunciam ao mundo é falso. E não adianta tentar dizer que o Cristo dos protestantes é diferente, porque é o mesmo da ICAR. Se a primeira ou a segunda besta do capítulo 13 de Apocalipse tem a ver com a ICAR, então o Jesus Cristo que servimos é falso. E só para ter um suspeita, basta ver por que os Judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos: porque tratam a respeito de um Cristo falso? Que se diz ser Deus também? 

Se a ICAR é uma igreja cristã falsa, então o sinal ou marca da besta é o sinal da cruz, ou a marca do Cristo Falso. Daí a idéia da seita Testemunhas de Jeová não aceitar que Jesus Cristo foi crucificado numa CRUZ, mas, sim, numa ESTACA.

Se a ICAR é uma igreja falsa, então os primeiros papas tiveram o cuidado de modificar os livros do Novo Testamento e apagar os originais; depois, alteraram o Livro do Apocalipse, pois que justamente nele se fala do surgimento de uma igreja falsa nos últimos dias, apregoando um cristo falso, que até se assenta no lugar do Cristo Verdadeiro, que ainda está por vir, o Messias esperado pelos judeus. Você acredita nisso que digo, ou não? 

Se a ICAR é uma igreja falsa, então o que está escrito em Apocalipse 13:4-7 e Daniel 7:25 está relacionado a ela. Pois, foi o Imperador romano Constantino e o Papa que modificaram a Lei de Deus, trocando a guarda do Santo Sábado do Senhor pelo Domingo (o dia do deus-sol); modificaram, também, a contagem correta dos tempos, criando um novo Calendário, o Calendário Gregoriano, que utilizamos atualmente. Confira: 

“Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a Lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo (42 meses ou 3 anos e meio)” (Daniel 7:25). 

“E adoraram o Dragão (Lúcifer), porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses (3 anos e meio). Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação” (Apoc. 13:4-7). 

Então, a perseguição da besta (Apocalipse 13) contra os santos que não aceitassem receber a marca (666) seria a perseguição da ICAR, quando instituiu a Santa Inquisição, no século XV? Sabe-se que milhares de cristãos e judeus foram mortos porque não aceitaram seguir o Cristo da ICAR e receber a sua marca (o sinal da Cruz, feito com a mão direita na testa).

As pragas do Apocalipse (trombetas e taças) seriam a I Guerra Mundial, a crise econômica de 1929, a II Guerra Mundial e o aquecimento global dos dias atuais? 

Existe uma frase atribuída ao Papa Leão X – não sei se é verdadeira –, que reza mais ou menos assim: Que lucro não nos trouxe esta fábula de Cristo!” Ou seja, muito rendia em riquezas à ICAR a história inventada sobre o Jesus Cristo falso.

Dos historiadores do Século I, apenas o judeu Flávio Josefo fez uma pequena menção sobre a existência de um Jesus, o nazareno, mas não de forma convincente. 

Uma outra suspeita seria a destruição ou desaparecimento dos escritos originais do Novo Testamento a partir do século III. E isso se deve à ICAR, aos Papas e ao Imperador Constantino. Por que não existe nenhum original dos livros do Novo Testamento? Por que somente quatro Evangelhos foram canonizados? E os demais, por que não foram aceitos? Por que não existe o original do Evangelho de Mateus, que foi escrito em hebraico? Por que os livros do AT foram preservados em hebraico, mas o Evangelho de Mateus não? Por que o Livro do Apocalipse (o último livro da Bíblia) passou cerca de 200 anos para ser aceito no Cânon do Novo Testamento? E por que os judeus rejeitaram os escritos do Novo Testamento? Por que se trata de um Jesus Cristo falso, que sendo um profeta humano, o transformaram em Deus? 

Bem… Poderíamos dizer que também não existe nenhum original dos escritos do Antigo Testamento da Bíblia. Só que os escritos do Novo Testamento são muito mais recentes. Como poderiam desaparecer todos os originais?

Não me estenderei muito, porque sei que já estão com paus e pedras nas mãos para me apedrejar. Mas quero que entendam que estou em defesa da fé cristã. Mesmo não sendo católico, estou em defesa da ICAR, porque se ela não está com a verdade do Cristo que prega, o que será de nós e do Cristo que pregamos? 

Uma coisa mais sinistra ainda, que quero salientar, é a respeito das alterações feitas no Livro do Apocalipse. E quem o alterou? Seriam, por acaso, os padres da ICAR? Mas, se foi, por qual razão o fizeram? Porque estão a serviço de Satã, apregoando ao mundo um Cristo falso? Acredito que não. Mas vejamos o seguinte. 

O Livro do Apocalipse demorou muito tempo pra ser inserido no rol dos livros sagrados do Novo Testamento. Queriam publicar apenas até o capítulo 4, porque achavam que o restante do livro era muito perigoso e tinham que guardar sigilo. Então tiveram a idéia de alterar o livro, ou seja, selar o livro, reescrevendo algumas partes em forma alegórica, para que a revelação não chocasse as pessoas. 

Será que o livro que se chama REVELAÇÃO não faz jus ao próprio nome que traz? Se é uma “revelação”, então, não deveria haver nenhuma alegoria, ou parábola, ou simbolismo! Não acham?! 

Entenda-me que selar o livro ou cerrar a profecia não significa amarrar e enterrar, pra ser descoberto depois de muito tempo. “Selar” significa escrever a profecia ou o livro usando alegorias, pra que não fique fácil a sua interpretação. Foi isso o que foi dito ao profeta Daniel. (Jesus também falava em parábolas, que é uma outra forma de selar o texto). Mas quanto tempo as profecias do Livro de Daniel ficaram seladas e enterradas? Quatrocentos anos antes de Cristo? Não, o livro estava lá, podia-se ler, mas não se podia interpretar. Só os sábios dos últimos dias é que iriam entender. 

“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim” (Daniel 12:9).

E quanto ao Apocalipse? É dada uma ordem a João para não selar as palavras do livro, exceto as palavras proferidas pelos sete trovões. Então, se foi dito para não selar, significa que o Apocalipse foi escrito de forma literal, sem alegorias, porque o tempo estava próximo. Pra quê enigmas, se o tempo estava próximo? Também foi feita uma advertência para que não se alterasse o livro. O castigo para quem o alterasse seriam terríveis maldições e perdas quanto aos benefícios da salvação eterna. Confira:

“Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas (literalmente)” (Apoc. 10:4). 

“Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo (do fim)” (Apoc. 22:10).

“Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro” (Apoc. 22:18,19). 

Se o Apocalipse foi alterado pelos padres da ICAR, acredito que nem tudo foi alterado. Na verdade, nada foi retirado. Apenas escreveram as partes mais pertinentes de forma alegórica (se é que me entendem), pois no livro se misturam fatos literais com alegóricos, como, por exemplo, a declaração de quem é realmente a Serpente que enganou Eva e Adão, descrito no Livro de Gênesis.

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente (o Lúcifer), que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele” (Apoc. 12:9). Isso aqui é declaração aberta, revelada. 

Porém, se o propósito de alterar o Apocalipse foi com o fim de esconder a verdade sobre o Cristo Verdadeiro, e apresentar um Cristo Falso (o Anticristo) propagado pela ICAR, então, estamos todos lascados. 

Aposto, ainda, na ICAR. Não sou como muitos tolos, que ficam irredutivelmente contra a ICAR. Estes, sim, estão do lado de Lúcifer, pois, ao invés de ajudar a propagar o Cristianismo, ficam tentando derrubar os alicerces da religião. Os tais são uns loucos, que nada sabem. Juntam-se ao inimigo, pra trazer a sua própria destruição. 

Se a ICAR (ou o Vaticano) não tivesse criado a sua Sociedade Secreta, a Opus Dei, pra defender os interesses da Igreja, há muito que se tinha acabado o seu poder. 

Existem escritores a serviço de Satã, como, por exemplo, o escritor norte-americano Dan Brown (De O Código Da Vinci), que tenta caluniar de todas as formas a Igreja Católica e o poder do Vaticano, e ainda existem uns imbecis que acreditam nas suas estórias. Até mesmo escritores cristãos escrevem estórias semelhantes às de Dan Brown, pra caluniar a ICAR. Estes também estão, inconscientemente, a serviço de Satã. A seita cristã neopentecostal, IURD, também está a serviço de Satã (se consciente ou inconsciente, isso eu não sei). O site “Tempo Final” (e outros semelhantes), também é outro exemplo de quem está ao lado de Lúcifer. Confira: (AINDA IREI COLOCAR O SITE CORRETO). 

Não sou totalmente a favor da ICAR e dos seus dogmas, mas em se tratando de sustentação do Cristianismo tenho que defendê-la.
Já li muita literatura que fala contra a ICAR, mas como sempre, não possuem provas cabais.
Sei que a ICAR cometeu muitas atrocidades em nome de Deus e do Evangelho durante a História, mas acredito que muitas delas foram com o obejtivo de preservar a crença no verdadeiro Deus e manter forte o Cristianismo.

E você, de que lado está? Estás tentando sustentar as bases ou estás tentando derrubá-las? Tentas destruir as bases e verás que a velha casa pode cair sobre ti mesmo, e você ficará nu e envergonhado! 

Quem tem ouvidos, ouça!!! 

Por: Miquels – 12/07/2009                                   

FIM.

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14/07/2009 - Posted by | TEMAS DIFÍCEIS |

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