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A MALDIÇÃO DE LÚCIFER E DE SEUS ANJOS

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(ACRESCENTADO, CORRIGIDO E DEFINITIVO)
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Alienigena

Já faz parte da cultura ou crença popular a idéia da concepção de Lúcifer (o anjo rebelde, caído, satanás e diabo), ser da aparência de um dragão, com cauda, chifres, asas de morcego, pés de bode e tudo o que esse monstro tem direito; até mesmo sete cabeças e dez chifres. Mas a maioria se engana sobre a real aparência de Lúcifer e seus anjos.

Lúcifer

A maioria dos crentes ainda acalenta a idéia de que Lúcifer pode se apresentar na forma de uma inofensiva serpente, tipo aquela que seduziu Eva, no Jardim do Éden. Mas tal idéia é assim concebida por causa da interpretação literal da Bíblia.

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Retificando, a queda de Lúcifer e de seus anjos deu-se em tempos antes da criação de Adão e Eva, tempos remotos, no tempo em que existiam os Atlantes, quando Lúcifer era o seu Rei, que descia da Constelação de Órion, e exigia sacrifícios humanos. Mas essa parte não posso explicar aqui. Porém, a maldição e expulsão do Monte Santo do Senhor (Paraíso) deu-se após ter mantido contato com os primeiros humanos (Adão e Eva) e ter-lhes transmitido o conhecimento proibido. O ato de Adão e Eva “comer do fruto proibido” significa “receber o conhecimento proibido”, que jamais devia ser-lhes transmitido. Lúcifer desobedeceu as ordens de Deus e transmitiu ao homem o conhecimento que o fez sair da condição de “nativo” (ou indígena) para a de “civilizado”. Quando em Gênesis se diz que Adão e Eva “viviam nus e não se envergonhavam”, significa que eles vivam como os nativos, ou seja, como os índios – que convivem nus, mas não se envergonham. A vergonha de andar nu só ocorreu quando o homem passou da condição de nativo a civilizado. O “pecado” do homem não consistiu simplesmente em “comer um simples fruto da terra”. Acreditar que o homem recebeu maldição – e a Terra, também –, só porque se alimentou de um simples fruto, é coisa ridícula. Por isso que muitos profanos ridicularizam a Bíblia, porque têm esses “teólogos de araque”, que fazem interpretação literal e querem fazer que os outros acreditem em contos da fada. Algumas narrações do princípio do livro de Gênesis são de cunho ocultista, que o profano não pode entender. Assim como muitos tolos ridicularizam os contos mitológicos gregos, romanos, egípcios – porque não sabem que o conhecimento real está codificado –, assim também ridicularizam das coisas escritas no início de Gênesis.

Devemos entender que o Paraíso que Adão e Eva viviam, como nativos, era muito superior a qualquer lugar paradisíaco da atual Terra. Não havia maldição alguma no primeiro Paraíso. Lembre-se que quando o homem “pecou”, Deus amaldiçoou o homem e a Terra, e destituiu (desfez) o Jardim do Éden.
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No começo do livro de Gênesis existem alguns fatos narrados que são alegóricos e não podem ser interpretados literalmente.

Quem escreveu o livro de Gênesis sabia bem o que fazia. Por essa razão, não pôde escrever algumas partes de forma literal, pois ainda não era o tempo de serem relevados tais fatos. E quem escreveu o Gênesis foi Moisés, o líder hebreu, que foi escolhido por Deus não só com o propósito de liderar seu povo, mas também, com o propósito de trazer o conhecimento verdadeiro através dos escritos sagrados, que são os cinco primeiros livros da Bíblia, também chamado de Pentateuco. Moisés estudou as ciências do Egito, pois ele era príncipe; deve ter estudado também as ciências ocultas, e com isso, obtido dos sacerdotes conhecimento sobre as origens do homem na Terra e a verdade sobre Lúcifer e os anjos caídos. Na época de Moisés, enquanto estudava no Egito, os magos sacerdotes já mantinham em segredo todo o conhecimento oculto deixado por Enoque e seus seguidores.

Moisés tinha plena convicção de que aqueles conhecimentos ocultos dos magos egípcios eram verdadeiros. Porém, sabia que tais conhecimentos não podiam ser revelados literalmente. O povo leigo, o profano, não podia receber literalmente tais conhecimentos, pois o mesmo podia ignorá-lo, ou até profaná-lo.

Então Moisés tomou dois (2) relatos sobre a criação e origem do homem na Terra. O primeiro deve ser de origem caldéia, e o segundo deve ser sido obtido dos escritos de Enoque. O primeiro relato da criação vai de Gênesis 1:1 a 2:3. E o segundo, de Gênesis 2:4 ao verso 25. O primeiro relato é chamado de Elohísta, pois o nome de Deus na narrativa é ELOHIM, visto que os caldeus ainda não tinham conhecimento do nome do Deus dos hebreus. A concepção dos caldeus era que “os deuses” (Elohim) haviam criado o homem na Terra. O segundo relato é chamado de Javista ou Jeovista, pois no original hebraico, Deus não é chamado de Helohim, mas de YHWH ou Javéh.

Já sobre a narrativa da queda do homem, em Gênesis 3, Moisés obteve, até certo ponto, esse conhecimento com os magos sacerdotes no Egito. Não estou afirmando que Moisés aprendeu tudo com os magos no Egito. Ele pode ter recebido revelação direta de Deus, ou então, pode ter feito uma investigação com os anciãos do povo hebreu e inquirido a história dos antepassados da humanidade, pois tal conhecimento era repassado verbalmente, entre as gerações, de pai para filho. Foi também dessa forma que Lucas conseguiu escrever a história de Jesus (o Evangelho), através da investigação e inquirição das testemunhas oculares. Adão deve ter ensinado aos seus descendentes como ele surgiu na Terra e como as coisas foram criadas. Deus por certo revelou essas coisas a Adão, o primeiro homem.

Vejamos, agora, o relato da queda do homem, e a maldição de Lúcifer. Gênesis, capítulo 3:

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“1 Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
2 Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer,
3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.
4 Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis.
5 Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.
6 Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.
7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
8 E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.
9 Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás?
10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me.
11 Deus perguntou-lhe mais: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
12 Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me a árvore, e eu comi.
13 Perguntou o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente enganou-me, e eu comi.
14 Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo.
19 Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
20 Chamou Adão à sua mulher Eva, porque era a mãe de todos os viventes.
21 E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.
22 Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
23 O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.

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Essa “serpente” de Gênesis é apenas uma alegoria referente ao Lúcifer (ou Azazel, o querubim que seduziu Eva). Eva não conversava com cobra-falante alguma. Ela conversava com o antigo “anjo-guardião”, o antigo “querubim ungido” – portador da luz ou conhecimento – (Leia Ezequiel 28:12-15), que um dia quis ser igual a Deus e foi expulso da Corte Celeste. Apesar de viver como filho pródigo, Lúcifer tinha livre acesso ao paraíso na Terra. Ele, o querubim-guardião, havia sido constituído regente sobre o monte santo do Senhor em épocas remotas, e a seu cargo ficara a administração do paraíso, na Terra; ou melhor dizendo, todo o planeta Terra estava sob os cuidados de Lúcifer, inclusive as almas das criaturas humanas e todas as riquezas. Diz-se em Ezequiel que ele andava sobre “pedras afogueadas”. E no próprio Gênesis vemos as riquezas, em ouro e jóias preciosas, que existiam nos rios que cruzavam o monte santo do Senhor, o paraíso. Leia Gênesis 2:10-14. A expressão “Monte Santo” refere-se tanto ao paraíso criado aqui na Terra como também à Cidade Santa, habitação de Deus e dos anjos.

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Apenas explicando melhor sobre o que foi dito acima, este velho planeta Terra já passou por várias fases de destruição e reconstrução. Lúcifer foi seu regente desde o princípio. No tempo quando os dinossauros dominavam a Terra, Lúcifer já estava aqui. Antes do Paraíso de Adão e Eva houve um outro paraíso aqui mesmo, que foi destruído. Nesse tempo viviam um povo chamado de Atlantes, que sucumbiram com a catástrofe que dividiu o único continente, chamado Pangéia, nos atuais sete continentes. Lúcifer era o deus supremo dos Atlantes, e ele vinha da Constelação de Órion com suas hostes angelicais, e exigia sacrifícios humanos; não permitia a santificação e aperfeiçoamento dos Atlantes; não permitia o conhecimento do Deus Todo-Poderoso acima dele. Por isso, ele se orgulhou e quis ser igual a Deus. Então, Deus enviou suas hostes angelicais do Céu e pôs fim ao reinado total que Lúcifer exercia sobre a Terra. Essa foi a queda de Lúcifer. No entanto, ele permaneceu tendo direito e domínio sobre a terça parte da criação e terça parte dos anjos. Lúcifer, juntamente com seus anjos, foi expulso da habitação de Deus tal como um filho pródigo. Isto significa que o domínio da criação ficou dividido. Quanto às almas dos Atlantes, não havia plano de redenção para elas; não havia promessa de Céu ou Paraíso no além; só havia um destino: o Hades (Inferno), isto é, morada dos mortos. Simplesmente Lúcifer obrigava umas a reencarnar, outras ele mantinha como espíritos cativos e outras ficavam como almas penadas perdidas no tempo. Daí a origem dos demônios. Esse domínio de Lúcifer sobre os mortos durou até a vinda de Jesus Cristo, quando morreu e foi até o Hades (Inferno) e tomou o poder que ele ainda exercia sobre as almas dos mortos pecadores. Depois da destruição do reino dos Atlantes e destituição do poderio de Lúcifer, as outras almas dos mortos ficaram vagando no tempo, e se tornaram demônios. Só quero lembrar que antes da queda de Adão e Eva não havia a questão da salvação e promessa de habitação de humanos no Céu. Os Atlantes não tiveram a sorte de ter um plano de redenção e um Salvador que pudesse resgatá-los do sofrimento. Já para nós, humanos descendentes de Adão e Eva, houve um plano de redenção.

 

Só lembrando, parte dos anjos caídos que perderam seus corpos, depois que coabitaram com as filhas dos homens, também se tornaram demônios.

 

Sei que muitos jamais acreditarão no que tenho exposto aqui. Se os teólogos buscassem conhecimento além das páginas da Bíblia por certo iriam acreditar no que aqui expus. Quando tentarem verdadeiramente descobrir estas verdades, não servirão para nada.
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A maldição de Deus proferida em Gênesis 3:14 não pode ser atribuída a um ser irracional, no caso, o réptil serpente. Um ser irracional, como a cobra, não pode receber uma terrível maldição, pois ele não tem responsabilidade pelos seus atos. O texto em si é alegórico. Moisés quis escrever o texto dessa forma, ou seja, de caráter ocultista a fim de não haver rejeição e profanação. Quem recebeu a maldição foi Lúcifer e os seus anjos, e não o réptil serpente.

Uma evidência ainda maior de que a maldição não foi direcionada ao réptil serpente, mas sim, ao Lúcifer e seus anjos, está no fato de que nenhuma serpente no mundo se alimenta do pó da terra. A cobra rasteja e se alimenta de pequenos animais, como o sapo, o rato e alguns insetos. Nem mesmo as serpentes do deserto se alimentam de areia ou pó da terra.

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Explico desta maneira porque sei que muitos teologuinhos de araque lerão este texto. Não escrevo à moda da teologia tradicional porque esse tipo de conhecimento superficial das Escrituras limita o pensamento cristão e deixa os estudantes com pensamentos medíocres.
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Atualmente, fala-se muito na Internet sobre os humanóides, ou seres híbridos, também conhecidos como reptelianos (que tem a aparência de um réptil).

Na verdade, pouca gente sabe e tem receio de comentar sobre a real aparência de Lúcifer e os anjos caídos.

Está bem explícito no Gênesis, mas de forma alegórica, a aparência física de Lúcifer e seus descendentes: (…) Porquanto, tu Lúcifer, fizeste isso, maldito serás (…), sobre o teu ventre andarás (serás um repteliano ou terás a aparência de uma cobra, tu e os teus anjos), e pó comerás todos os dias da tua vida (andarás errantes, e tua comida será a poeira cósmica, vagando viverás de lá para cá, sem destino certo)”.

A maldição de Deus, lançada sobre Caim, retrata, também, de forma alegórica esta mesma maldição de Lúcifer. Veja Gênesis 4:14-16.

“Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden”.

A expressão “ao oriente do Éden”, indica a posição da habitação primitiva de Lúcifer e os anjos caídos com relação ao planeta Terra ou Sistema Solar, isto é, a Constelação de Órion. Daí ter surgido a expressão “Oriente”, Loja Maçônica do Grande Oriente, etc. Depois da guerra no céu (Apocalipse 12), Lúcifer e os anjos caídos foram expulsos das regiões celestiais mais elevadas. Agora eles dominam as regiões inferiores, a região do Sistema Solar, e todos os hemisférios da Terra. Leia Efésios 6:12 e 2:2.

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O sinal posto em Caim simboliza o sinal posto em Lúcifer, isto é, a marca da maldição: a aparência de uma serpente. O sinal ou marca posta em Caim não simboliza o número 666, porque o 666 é símbolo do homem, da raça humana caída. A marca de Caim servia para diferenciá-lo dos outros humanos. Também a marca posta nos anjos caídos serve para diferenciá-los dos anjos de Deus e dos humanos. Veja:

“Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gên. 1:27).

Os humanos têm a marca de Deus. A descendência da mulher tem o sinal de Deus. Porém, os anjos caídos (ou reptelianos) têm a marca da serpente.
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Ets e suas naves

Agora podemos compreender porque os ETs ou extraterrestres (alienígenas) tem a aparência de um réptil, no caso, a cobra. Porque eles são os anjos caídos, e receberam uma maldição de Deus, e ficaram com a aparência de um réptil. Na verdade, não é o corpo todo desses seres alienígenas que se parece com cobra. A aparência de cobra é mais evidente na cabeça, nos olhos, na boca e no nariz.

“Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência”.

A descendência da mulher são os seres humanos bons, mansos e obedientes, pessoas que temem e servem a Deus. A descendência da serpente (Lúcifer) são os seres humanos maus, ruins e desobedientes. Em outras palavras, podemos afirmar sem medo de errar que Lúcifer semeou a semente do mal na humanidade, ou seja, fez o cruzamento de sua espécie caída com a espécie humana.

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Lúcifer e seus anjos guardiãs foram amaldiçoados no capitulo 3 de Gênesis e foram expulsos do Monte Santo do Senhor (o Paraíso). Até o tempo da civilização dos Sumérios, na antiga Mesopotâmia, viveram longe da presença de Deus sem aprontarem algo que despertasse a ira de Deus. Mesmo sendo amaldiçoado, ele ainda tinha o direito de se achegar até o trono do Senhor Deus para conversar. Confira isto que eu digo lendo os capítulos 1 e 2 do Livro de Jó. O patriarca Jó é símbolo da humanidade caída, mas que Deus tem esperança que ela possa se aperfeiçoar. Já o tentador (Lúcifer) põe a dúvida de que homem algum pode se aperfeiçoar, e que os que servem a Deus só o fazem em troca de coisas boas que Ele lhes dá. O restante dessa história vocês conhecem.

E aquela “guerra nos céus”, retratada no capítulo 12 de Apocalipse, quando se deu? Bem… Ela se deu após a condenação de Lúcifer (ou Azazel) e seus anjos no tempo em que corromperam a humanidade, quando abandonaram a sua condição angelical caída e se misturam aos humanos, coabitando (mantendo relação sexual) com as mulheres, filhas dos homens. Naquela época, os anjos eram chamados de “filhos de Deus”. Para punir os anjos caídos, Deus prendeu algumas castas desses anjos no poço do Abismo (debaixo da Terra) – porque eram bastante perigosas – e prometeu lançar o restante no Inferno ou lago de fogo. Foi nessa época que Deus criou o Lago de Fogo para o Diabo e os outros anjos caídos que ficaram soltos. Naquele tempo (capítulo 6 de Gênesis), os anjos caídos mantinham contato com Enoque (ou Enoch). Então eles suplicaram a Enoque que intercedesse diante de Deus por eles, para que não os condenasse à pena no lago de fogo. Mas Enoque lhes disse que esse era um caso muito além de sua competência para tratar com Deus. Recorreram ao arcanjo Miguel, mas este disse que a condenação era muito pesada, mas que não podia interferir na decisão de Deus.

Por causa dessa condenação, Lúcifer e seus anjos se rebelaram ainda mais, e se organizaram para fazer guerra contra o Deus, Todo-Poderoso e seus anjos. O arcanjo Miguel e os anjos de Deus lutaram contra Lúcifer e seus anjos. E como já, sabemos, quem prevaleceu foi Miguel e seus anjos.

Uma coisa deve ficar bem esclarecida. Na narrativa bíblica (Apoc. 12) não está dito que Lúcifer perdeu soldados na batalha, ou seja, não está escrito que foram mortos ou presos alguns de seus anjos. Apenas é dito que Lúcifer e seus anjos foram expulso dos céus (regiões mais elevadas ou terceiro céu), e foram lançados sobre a Terra. Isso significa que Lúcifer não perdeu a guerra, mas apenas uma batalha. Lúcifer recuou na batalha, mas tentará guerrear contra Deus numa nova oportunidade. E essa guerra vai acontecer com a ajuda dos humanos, com toda espécie de armamento bélico. Para isso os anjos caídos estão passando conhecimentos proibidos para os cientistas dos principais exércitos da Terra, principalmente para o norte-americano, na Área 51.

Enquanto esse dia não chega, os anjos caídos estão corrompendo a raça humana. Mas sabemos que Deus enviou Jesus para trazer uma mensagem que pudesse aperfeiçoar muitos seres humanos, de forma a não servirem o Diabo e rejeitar tudo aquilo que o mundo oferece, pois são coisas satânicas. Na Terra está a Igreja de Cristo, que luta contra o mal, contra as ações de Lúcifer e os seus anjos. Quando esta for tirada da Terra – juntamente com os anjos de Deus, que protegem os santos –, então o mal imperará completamente.

Os ÓVNIS ou naves alienígenas podem ser tanto de origem de Lúcifer quanto de Deus. Os anjos caídos foram lançados sobre a Terra, mas eles não têm poder total para corromper os humanos. Há quem os detém. E quem são esses? São os anjos de Deus. Por isso, volto a dizer: As aparições de discos voadores podem ser tanto de origem demoníaca quanto de origem divina. Os anjos de Deus estão monitorando o planeta Terra e cuidando para que os anjos caídos e os próprios homens não ponham fim no planeta antes do tempo.

Por favor, entendam isto: Lúcifer, apesar de estar amaldiçoado com seus anjos, não perdeu alguns de seus direitos. Ele mantém poder sobre a terça parte (1/3) dos anjos, no caso agora, anjos caídos. Esses anjos são a sua herança. Lembre-se da parábola do filho pródigo (Lucas 15) – que de alguma forma retrata as pessoas de Jesus e Lúcifer. Ele também tem domínio sobre a terça parte da criação (Mateus 4:8-9). Os flagelos das sete trombetas, retratados no capítulo 8 de Apocalipse, são direcionados para atingir 1/3 (terça parte) da criação, que representa a parte dominada por Lúcifer.

Certa vez uma pessoa perguntou: “Por que Lúcifer não se arrepende e volta-se para Deus, seu Pai?”. Porque Deus bem sabe de tudo, e sonda os corações. O que uma vez foi perfeito e depois se corrompeu, nunca mais terá como se tornar perfeito novamente. Esse é o pecado imperdoável.

Por que Deus então não destrói de uma vez Lúcifer e os seus anjos? Simplesmente porque Deus, Todo-Poderoso não pode entrar neste mundo físico. Se Deus destruir Lúcifer e seus anjos agora, terá que destruir todo o nosso planeta junto também. Deus teve que enviar Jesus (humanizá-lo), a fim de entrar neste planeta pra deter e tomar o poder de Lúcifer. Jesus disse, após ressuscitar: “Todo o poder foi me dado nos céus e na Terra”. Agora, temos que esperar o tempo que Deus determinou para parte da humanidade tentar se aperfeiçoar. Você está tentando se aperfeiçoar? ================================================
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* * * ABRINDO UM PARÊNTESE * * *
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Se alguém ainda não se convenceu de que Lúcifer sempre foi o regente deste planeta Terra, e que 1/3 da criação pertence a ele por direito, mas que na verdade ele manda quase em tudo, vou citar um outro trecho da Bíblia, que parece ser mais claro do que o de Mateus 4:8-9. Vou escrever bem destacadamente o que Lúcifer propôs a Jesus, pra você nunca tirar isso da sua cabeça. Corrijam-me se minha Bíblia estiver errada. 

 E DISSE-LHE LÚCIFER: “DAR-TE-EI TODA A AUTORIDADE E GLÓRIA DESTES REINOS, PORQUE ME FOI ENTREGUE, E A DOU A QUEM EU QUISER. SE TU, POIS, ME ADORARES, SERÁ TODA TUA” (Lucas 4:6-7). 

Ora, se como muitos dizem, Lúcifer é um ser caído e não tem poder, como Deus poderia entregar o controle do mundo em suas mãos? Embora Jesus tenha dito que o Diabo é o “pai da mentira” (João 8:44), contudo, neste fato Jesus não o desmente; apenas o ignora e recusa a sua oferta. Uma coisa que devemos observar é a aparente insignificância do poder e autoridade de Jesus frente ao poder de Lúcifer. 

Entenda-me, por favor. Jesus, ao morrer pela humanidade, apenas tirou o poder que Lúcifer exercia sobre as almas dos mortos no Hades (Inferno). Apoc. 1:18; João 12:31-32; Efésios 4:8-10). A Terra, porém, ainda não foi resgatada. Somente com os juízos das sete trombetas do Apocalipse é que a Terra será resgatada do poder de Lúcifer. Quando Jesus conquistou os poderes do Hades, ele exclamou: “Toda a autoridade me foi dada nos céu e na Terra” (Mat. 28:18). Isso ele falou em relação às almas dos mortos. Quanto à conquista do mundo das mãos do Diabo, ainda será exclamado: “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:15).
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Extraterrestre

Et idoso

O primeiro cruzamento entre a espécie caída e a espécie humana se deu nos dias antes do Dilúvio (Leia Gênesis 6), que resultou numa aberração biológica, onde começaram a nascer pessoas gigantes, os chamados Nefilins. Por causa disso, Deus teve que fazer uma limpeza biológica na Terra e esta foi a causa da extinção da maioria das espécies animais, e de quase todos os humanos, restando apenas Noé e mais sete pessoas. Apesar de a Bíblia afirmar que todos os gigantes (Nefilins) foram mortos no Dilúvio, porém, os hebreus encontraram alguns de seus descendentes na terra de Canaã. Os filisteus eram descendentes dos Nefilins. O gigante Golias, que o pequeno Davi matou, era um Nefilim.

Abduzido 1

Abduzido 2

Ainda hoje está se dando o cruzamento da espécie humana com a espécie caída. As abduções de seres humanos por naves extraterrestres são para fazer inseminações artificiais em mulheres, testes de compatibilidade biológica, etc. Depois de alguns dias, esses humanos abduzidos são trazidos de volta a Terra. Isso é ainda um grande mistério que as autoridades governamentais do mundo não conseguem desvendar. Para nós, que não nos preocupamos muito com essas coisas, fica apenas o entendimento de que os salvos, os seres humanos bons, são o “trigo”, e que o Diabo veio e semeou o “joio” no meio do trigo. Então, fica subentendido que os joios são os filhos do maligno.

“Mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele (o Diabo), semeou joio no meio do trigo, e retirou-se” (Mateus 13:25).

ets-na-terra

QUERO DEIXAR CLARO QUE LÚCIFER, O QUERUBIM E ARCANJO CAÍDO, AINDA É MUITO PODEROSO. O SEU PODER É MUITO SUPERIOR AOS DOS OUTROS SETE ANJOS PRÍNCIPES QUE LHE AUXILIAM. E TEM MAIS. LÚCIFER TEM O PODER DE TOMAR AS FORMAS MAIS BIZARRAS POSSÍVEIS OU, AO CONTRÁRIO, MANIFESTAR-SE NA FORMA DE UM ANJO DE LUZ. APESAR DISSO, ESSES SERES CAÍDOS MANTÊM A SUA MÁSCARA ORIGINAL, COM FEIÇÃO DE UM RÉPTIL.

Para não me estender muito neste assunto, quero salientar mais uma coisa.

Moisés tomou a informação esotérica ocultista certa. Desde os primórdios da humanidade, os sábios sacerdotes, que serviam de intermediários entre os deuses e os homens (tanto na antiga Caldéia, ou Suméria, no Egito, na Mesopotâmia ou antiga Babilônia, na Pérsia, na Índia, no México, com os Maias), já sabiam de toda a história da origem do homem, de Lúcifer e dos anjos caídos, pois que para ter tais conhecimentos era necessário estudar as ciências ocultas, isto é, o ocultismo esotérico. Desde quando os antigos reis e imperadores proibiram (queimaram) os livros contendo esse tipo de conhecimento, ficou combinado pelos magos sacerdotes dos deuses (Lúcifer e os anjos caídos vindos da Constelação de Órion) que esse conhecimento sobre os antepassados da humanidade e dos anjos caídos ficaria em segredo, só podendo ser revelados aos “Iniciados”. O livro mais proibido (maldito), o Livro de Thoth, foi queimado por ordem do imperador egípcio, Hamsés II. Os principais mentores do sigilo sobre o conhecimento oculto foram os magos egípcios, que fizeram ressurgir o Livro de Thoth. Já Hermes Trismegisto, conhecido na mitologia grega, é o mesmo Thoth, mago e deus egípcio. Os discípulos de Thoth codificaram seu nome nos livros de magia e mitologia como Hermes Trismegistro (três vezes grande). Thoth é tido pelos ocultistas como o pai do ocultismo esotérico. Do nome “Hermes” surgiram os termos ocultistas “livros herméticos” (fechado) e “hermetismo”. Os magos, discípulos de Thoth (Hermes) codificaram os seus livros, para que não despertassem ameaças dos imperadores, por causa de seu conteúdo altamente perigoso. Um dos livros codificados é o Livro dos Mortos do Antigo Egito e parte do livro Corpus Hermeticum. Neles estão contidas partes da história dos anjos caídos, através das mitologias.

Os deuses das mitologias egípcia, grega e romana são todos iguais, apenas mudam de nome, mas as origens são as mesmas. O poeta e mago Homero, que viveu no século VIII a.C., foi quem codificou os deuses egípcios (anjos caídos) na mitologia grega, nas suas obras “A Ilíada” e “A Odisséia”.

Na verdade, Thoth é o mesmo Enoque, retratado na Bíblia, aquele que foi levado (arrebatado) por Deus, porque sabia demais (Gênesis 5:24). O problema é que os magos, sacerdotes ocultistas, apoderaram-se de seu conhecimento e atribuíram-lhe poderes mágicos, e até relação com a divindade. Os magos egípcios estudaram os livros deixados por Enoque, que antes tinham sido entregues ao seu filho, e que mais tarde os tais livros caíram nas mãos dos ocultistas, entre eles, o Livro de Enoque, que deu origem ao conhecimento cabalístico esotérico. O Enoque (bíblico) foi o primeiro “iniciado”, pois o seu próprio nome tem este significado. Só que o conhecimento de Enoque era do bem, era um conhecimento revelador do Deus verdadeiro e dos anjos que se rebelaram. Para ter uma idéia, basta ler o Livro de Enoque. Uma coisa deve ficar clara: todo o conhecimento do ocultismo esotérico não se resume apenas ao que Enoque escreveu, e ao que os sacerdotes egípcios inventaram, mas refere-se também ao conhecimento deixado pelos sacerdotes (magos) caldeus, sumérios, maias, persas, hindus, etc. O próprio Thoth (Enoque) ficou com o nome codificado na Mitologia Grega com o nome de Hermes, ele era o deus correspondente ao Mercúrio romano, e também era o mensageiro, ou intérprete da vontade dos deuses. Pegaram o Enoque bíblico e o transformaram num terrível mago, com poderes divinos e atribuíram a ele a origem dos livros de magia e esoterismo. Agora ficou difícil separar o joio do trigo. Da mesma forma fizeram outros magos, atribuindo a autoria de certos livros de magia ao rei Salomão.

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Miquels – 22/08/2009

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23/08/2009 - Posted by | TEMAS DIFÍCEIS |

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