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A VERDADEIRA HISTÓRIA E SIGNIFICADO DO NOME ‘PALESTINA’

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Creio que apenas uma minoria dos internautas entende sobre o conflito Israel-Palestinos.

Através deste artigo que repasso aqui você ficará sabendo que os “Palestinos” não são um povo histórico, nunca representaram uma nação desterrada, tal como os hebreus.

Os palestinos não construiram cidades naquela região. As cidades já existiam e foram construidas pelos filisteus. E os filisteus não tinham origem árabe. E nem os palestinos são puro sangue árabe.

Os hebreus conquistaram uma parte da terra de Canaã através do esforço e da guerra. E isso era válido na antiguidade. Se foi com a ajuda de Jeová ou não, isso não vem ao caso. Os portugueses também tomaram as terras brasileiras dos índios, não foi? Os portugueses não invadiram simplesmente o Brasil; eles tiveram que lutar contra os índios.

Na verdade, quem destruiu os cananeus (ou filisteus) definitivamente foram os persas. Os palestinos não são descendentes dos filisteus. Eles foram um povo nômade forçados a se converter a religião muçulmana.

Sobre a destruição dos filisteus, veja a profecia bíblica em Jeremias cap. 47; Ezequiel 25:15-16; Sofonias 2:4-5; Amós 1:6-8.

“Ai dos habitantes da borda do mar, da nação dos quereteus! A palavra do Senhor é contra vós, ó Canaã, terra dos filisteus; e eu vos destruirei sem que fique sequer um habitante”.

Observe que Jeremias profetizou, quinhentos anos a. C., que os filisteus seriam destruídos pelos egípcios. Outras nações também invadiram a região da “Palestina” e destruiram os seus moradores.

O culpado de povos estranhos invadirem a região da Judéia, após a segunda e terceira diáspora (anos 70 e 150 d.C.) foram os ingleses. Por que? Por causa da discriminação contra os judeus, já que a religião dos ingleses era o cristianismo. Eles não impediram que outros povos invandissem aquela região, e ainda impediram os judeus de regressar para lá.

Os representantes da ICAR também tem culpa neste conflito árabe-israelense, pois no tempo das “cruzadas” o papa e o rei da Inglaterra, no século XII, ao invés de apoiarem os judeus a regressar e ocupar suas terras, fizeram perseguição contra os mesmos. Até mesmo os judeus que sempre resistiram em habitar naquela região foram discriminados e proibidos de ocupar outros locais.

Atualmente os povos inimigos de Israel não querem de maneira nenhuma que se cumpram as profecias relativas ao povo judeu. E eles querem a todo custo destruí-los.

Da mesma forma, parece que os cristãos ocidentais (católicos e protestantes) – que sempre perseguiram os judeus – não querem de forma alguma que se cumpram as profecias sobre o domínio dos judeus na Terra. E inventaram que as profecias relativas ao povo judeu (Israel físico) na verdade são para o israel espiritual. Vão quebrar a cara quando Jesus retornar! Deus não esqueceu do seu povo eleito. Quando Jesus ensinava, ele falava diretamente com os judeus, porque os discípulos eram judeus. Chegou a dizer: “E odiados de todos sereis por causa do meu nome”. Realmente, os judeus são o povo mais odiado da Terra (porque levam consigo o estigma de Jesus Cristo). Ultimamente algumas igrejas evangélicas estão sendo simpáticas com os judeus, porque viram que não adianta lutar com o povo de Deus. E Deus disse ao seu povo: “Abençoarei os que te abençoarem”.

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Por Joseph Katz
Tradução e adaptação por Matheus Zandona

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.”

Golda Meir

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica – Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França

A PROMESSA DO “LAR JUDAICO NACIONAL”

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (…). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (…) uma expansão silenciosa, pesarosa (…) uma desolação (…). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas…”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (…)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.

Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.

Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.

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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “…longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram…!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.

DE PALESTINA PARA ISRAEL

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (…). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo.” Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.

A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel
Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado. 

Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?

Matheus Zandona
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FONTE: http://diretodeisrael.blogspot.com/

30/03/2010 Posted by | ISRAEL E PALESTINA | , | 2 Comentários

OPERAÇÃO DO ERRO – ATENTAI, POVO CRISTÃO E EVANGÉLICO!

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(CORRIGIDO, ACRESCENTADO E ATUALIZADO)

Faço este comentário para chamar a atenção dos cristãos, de forma que estejam atentos a três fatos terríveis que podem estar acontecendo em nossos dias.  

“E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira” (II Tessalonicenses 2:11).

 

1ª)  A OPERAÇÃO DO ERRO  

A operação do erro pode ser provocada por Satanás, mas também ela acontece por determinação de Deus.  

Mas qual o objetivo de Deus determinar (permitir propositalmente) a operação do erro?  

“Operação do Erro” significa algo proposital que é determinado acontecer para que um grupo de pessoas não compreenda a verdade ou fique confuso, ou não chegue ao aperfeiçoamento, ou não tome posse da sabedoria ou da educação para que possa melhorar de vida ou subir de posição social. Sintetizando melhor, Operação do Erro é um tipo de CONSPIRAÇÃO. Às vezes, a operação do erro pode acontecer em virtude da desobediência e do pecado de um povo ou de uma nação como forma de punição. Mas existe uma outra face da operação do erro. Um exemplo clássico está em Gênesis 3:22-24.  

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.  

Por que Deus não quis que o homem se aproximasse da Árvore da Vida? Será que o homem, depois de ficar consciente das coisas, passou a ser uma ameaça ao Criador?  

Vou citar algumas referências bíblicas para que tirem as conclusões:  

“Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas” (Êxodo 7:3).  

“Depois disse o Senhor a Moisés: vai a Faraó, porque tenho endurecido o seu coração, e o coração de seus servos, para manifestar estes meus sinais no meio deles” (Êxodo 10:1).  

Deus endurecendo o coração de uma pessoa para que ela não aja com naturalidade, é um tipo de conspiração. Você não acha? Se Deus queria que o Faraó libertasse o seu povo espontaneamente, jamais teria dito que lhe endurecia o coração.   

“Também levantei a minha mão para eles (ISRAELITAS) no deserto, jurando que os espalharia entre as nações, e os dispersaria entre os países;
porque não haviam executado as minhas ordenanças, mas rejeitaram os meus estatutos, e profanaram os meus sábados, e os seus olhos se iam após os ídolos de seus pais.
Também lhes dei estatutos que não eram bons, e ordenanças pelas quais não poderiam viver;
e os deixei contaminar-se em seus próprios dons, nos quais faziam passar pelo fogo todos os que abrem a madre, para os assolar, a fim de que soubessem que eu sou o Senhor” (Ezequiel 20:23).   

Que tipo de “estatutos maus” eram estes que Deus deu aos israelitas no deserto? Seria por acaso a própria Lei? Veja que o texto diz claramente “ordenanças pelas quais não podiam viver”. Ou seriam então estes “estatutos maus” as mensagens dos falsos profetas que “Deus enviava”? Isso também não foi um tipo de conspiração, ou seja, operação do erro? Ou seria mais ou menos assim: Vou lhes dar leis e estatutos ruins de se cumprir para que este povo seja sempre obstinado e não consiga se aperfeiçoar diante de mim. Você decide.  

“Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor” (I Samuel 16:14). 

Se fosse no tempo atual, o texto diria que “o atormentava um espírito maligno da parte do Diabo”. No caso de Saul, Satanás não leva culpa alguma, porque o espírito maligno foi enviado da parte do Senhor.   

Apologistas é o que não faltam para justificar que na verdade o espírito maligno veio da parte de Satanás.  

E para o povo do tempo do Novo Testamento (e para os dias atuais) será que não foi direcionado algum tipo de conspiração? Houve sim, e bastante aterrador!  

“Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. 
Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava (Mateus 13:13,34).  

Pra que isso? Qual a finalidade disso? Qual a intenção de Deus com isso?  

Veja agora este, mais chocante:  

“Respondeu ele: A vós (DISCÍPULOS) é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros (PECADORES) se fala por parábolas; para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam” (Lucas 8:10).   

“Quando se achou só, os que estavam ao redor dele, com os doze, interrogaram-no acerca da parábola. 
E ele lhes disse: A vós é confiado o mistério do reino de Deus, mas aos de fora tudo se lhes diz por parábolas; 
para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam e sejam perdoados” (Marcos 4:10-12).  

A última frase deste texto é um caso muito grave. A não ser que o evangelista Marcos tenho obtido uma informação errada a respeito do que Cristo realmente tenha dito, isso é um caso de verdadeira conspiração ou operação do erro. Ou seja, Jesus teria sido induzido pelo Pai a falar em forma de Parábolas para que os judeus não compreendessem a verdade, ou não entendessem que Jesus era o Messias. Porque se Jesus tivesse falado a mensagem “abertamente” jamais os judeus o crucificariam, ou jamais Ele teria sido levado ao matadouro.  

É dito no próprio Evangelho que Jesus não explicava todas as parábolas aos seus discípulos. Eles também permaneceram confusos sobre muitas coisas. Jesus, porém, prometeu o Consolador (Espírito Santo) que lhes faria lembrar de tudo. Lhes faria “lembrar”; mas “Entender” muitas coisas que Jesus disse até hoje se torna difícil, mesmo com a presença do Consolador.  

Qual a intenção de Deus não querer que as pessoas do mundo entendessem a mensagem das boas-novas de salvação?   

Lembre-se que Jesus seguiu fielmente a cartilha onde o Pai lhe instruiu tudo quanto devia fazer e proceder.   

“Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar” (João 12:49).   

O livro de Apocalipse é um livro de profecias e mensagens para os judeus e para a Igreja, mas é cheio de enigmas e símbolos. Por que isso? Além do mais, o livro de Apocalipse não tem nada de REVELAÇÃO, e sim, ocultamento da mensagem através de símbolos e enigmas. Isso não é revelação. É um tipo de conspiração, porque dá margem para todo tipo de interpretação, que podem induzir ao erro, e muitas pessoas erram o caminho por não compreender a mensagem.  

Certo autor disse que “no Concílio de Nicéia ocorrido em 325 EC, o livro de Apocalipse foi rejeitado, por ser considerado não-canônico, e somente no século IV, é que foi incluído, com a realização do Concílio de Cartago em 397 EC, após muita pressão dos bispos proto-ortodoxos para usá-lo como arma de evangelização na Europa que ainda resistia às conversões forçadas”. Até mesmo o fundador do protestantismo, Martinho Lutero, considerava apócrifo o livro de Apocalipse e que não deveria estar na Bíblia. Isso é fato comprovadíssimo pelos anais da historia. Será que a inclusão do Apocalipse na Bíblia foi proposital, para ocorrer a operação do erro?

Qual será a intenção de Deus com tudo isso?  

 

2ª) OS EVANGÉLICOS PODEM ESTAR COMETENDO OS MESMOS ERROS DOS JUDEUS COM RELAÇÃO À INTERPRETAÇÃO DAS PROFECIAS SOBRE À VINDA DO MESSIAS (OU VOLTA DE JESUS) E O ARREBATAMENTO  

Será que isso não foi proposital? Não seria a operação do erro?  

Os judeus esperavam a vinda do Messias de uma forma, mas quebraram a cara.

Temo que do mesmo modo os evangélicos da Nova Era vão quebrar a cara, pois batem sempre na mesma tecla de que Jesus retornará antes dessa tal Grande Tribulação.

Antes do século XIX não se falava em arrebatamento da Igreja como se ensina atualmente.

A Igreja Católica e a Anglicana não ensinam sobre arrebatamento e volta de Jesus como os evangélicos ensinam.

O ensino sobre arrebatamento, como se concebe hoje em dia, surgiu com o movimento da Seita dos Adventistas do Sétimo, na metade do século XIX. Foi no século XIX que surgiram as seitas mais relevantes, como Adventistas, Testemunhas de Jeová (Russelitas), os Mórmons (de José Smith), os Espíritas (Espiritismo) e os Pentecostais. No século XX surgiu os Neopentecostais, que pregam a teologia da prosperidade e afins.

A fundadora do movimento adventista escreveu um amontoado de literatura, e os adeptos desse movimento dão mais valor ao que ela escreveu que o próprio exame livre da Bíblia. Será que Ellen G. White foi um instrumento para propagar a operação do erro?

O neologismo PENTECOSTAL é uma heresia, pois Pentecoste não tem nada a ver com o cristianismo. Simplesmente tomaram o nome de uma festa judaica e cunharam como se fosse algo do cristianismo. O equívoco ocorreu por causa da interpretação errada do fato da efusão do Espírito Santo ocorrido no dia de Pentecoste, em Jerusalém, fato esse prometido por Jesus Cristo. O fato do derramamento do Espírito Santo ter ocorrido no dia de Pentecoste não dá o direito dos evangélicos darem outro sentido a esta festa judaica. Interpretando erroneamente, imaginam que agora existe uma outra festa de Pentecoste cristã. Agora dá pra entender quem realmente quer ser judeu e não o é. Pegaram uma festa judaica e transformaram em outra coisa. Quem fez isso são os pseudo-judeus, que querem ser judeus e não o são.

Os padres e papas da ICAR foram responsável pela canonização dos livros do Novo Testamento. Eles tiveram acesso à cópias mais autênticas dos quatro Evangelhos. Se eles não dão tanta ênfase ao arrebatamento da Igreja, então deve ter alguma coisa que os padres católicos e o papa esconde dos cristãos.

Ou então a ICAR é instrumento de Deus (ou do Diabo) para a operação do erro.

A Igreja Católica permanece praticamente unificada desde a sua fundação, com exceção de duas ramificações, como a Igreja Anglicana e Igreja Católica Russa ou Ortodoxa. Ultimamente, o movimento católico carismático, influenciado pelos pentecostais, quase cria um novo racha na ICAR.

Porém, a rebelião protestante iniciada por Martinho Lutero foi causadora da difusão de inúmeras seitas heréticas, grande apostasia e divisão descontrolada do corpo de Cristo (a Igreja). E agora no século XXI a situação ficou bem pior, porque há uma confusão geral no meio protestante, acarretado pela contaminação dos crentes da Nova Era. E justamente esses neologismos, seitas e ensinamentos heréticos surgiram com o movimento protestante.

Agora pense uma coisa. Será que o surgimento de Martinho Lutero e a reforma protestante não foi algo proposital da parte de Deus, surgido para a operação do erro? Será que foi da vontade de Deus o racha que Martinho Lutero causou na Igreja Católica? Até que ponto isso foi bom ou ruim?

Existe menos de 500 milhões de protestantes no mundo contra mais de 6 bilhões de adeptos das outras religiões, cuja maioria são católicos e muçulmanos. O que isso significa? Os protestantes e evangélicos, além de serem a minoria, estão se auto-destruindo, tornando suas igrejas mais inchadas, cheias de facções e doutrinas anti-bíblicas. Segundo algumas estimativas, existe mais de 35.000 diferentes seitas protestantes no mundo!!! Para mais detalhe clique aqui.

Escrevi, anteriormente, que “Sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.

E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.

No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas está escrito os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:

“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).

Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade e deles e para eles.

Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais está escrito os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)

E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?

“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).

Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).

Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:

“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).

“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mateus 15:22-28).

“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).

“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).

Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.

Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22.

Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não existe), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?

O que você acha? 

Uma coisa eu sei. Algum desses movimentos, ou mesmo a própria ICAR, pode estar sendo instrumento para a operação do erro.

A maioria dos crentes evangélicos é a favor da visão pré-tribulacionista e pré-milenista sobre o arrebatamento e a segunda volta de Jesus. Interpretam o Apocalipse de forma tendenciosa e de forma ingênua. Sem sombra de dúvidas, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus. Um estudioso bem atento descobrirá esta verdade no Apocalipse. Há quem diga que o Apocalipse foi escrito por um judeu cristão e enviado aos judeus espalhados pelas cidades do Império Romano. Sem dúvida! E este foi justamente João, o evangelista, judeu nato. Existe um evangelho com uma linguagem totalmente diferente no NT: o Evangelho de João. Alguns o chamam de Evangelho Esotérico. Realmente! O único escritor neotestamentário que se referiu a Jesus como VERBO (LOGOS) foi o apóstolo João (João 1:1, 14; I João 1:1; Apoc. 19:13). Nenhum outro escritor tinha esse conhecimento esotérico. “Verbo” é um termo de cunho esotérico. E o próprio livro de Apocalipse (do mesmo autor) é também um livro de linguagem esotérica. Só esses teólogos papagaios que não sabem disso.  

Já não bastasse os teólogos preconceituosos afirmar que os 144 mil judeus selados no Apocalipse serão mártires na Grande Tribulação (Apoc. 7), agora inventaram que existe mais um outro grupo de 144 mil salvos que representam os salvos não-judeus ou gentios (Apoc. 14). Isso é um absurdo, é pura forçação de barra, para tentar encaixar os gentios com proeminência na trama do Apocalipse. Os 144 mil judeus selados são chamados de “virgens” e isto designa um estado da noiva, que deve ser virgem.  

Imaginam eles – os crentes gentios – que são melhores do que os primeiros cristãos que foram mortos nas arenas romanas e dilacerados pelos leões. Bye, bye visão pré-milenista! É melhor se prevenir, porque as coisas em breve irão piorar, e muito, não só para os judeus, mas também para os cristãos gentios.  

Outra coisa. No Novo Testamento não existe nenhuma referência de que a Igreja de Cristo é a Noiva do Cordeiro. Só existe uma citação sobre noiva no Evangelho de João (3:29), e mesmo assim ainda se refere aos judeus salvos. As outras citações sobre “noiva” só acontece no Apocalipse. E significa que a “noiva” de Cristo (o Messias) é o Israel remanescente. Nas epístolas de Paulo nunca é ensinado que a Igreja é a noiva de Jesus. É ensinado que a Igreja é um Corpo, e Jesus é a Cabeça. Ou seja, Marido e Mulher (casal), é que constitui uma só carne; porém, noivo e noiva não são uma só carne. Portanto, fica entendido que a Noiva é o povo de Israel remanescente salvo e os convidados do noivo são os gentios salvos, que participarão da bodas do Cordeiro. Isso Jesus deixou bem evidente na Parábola das Dez Virgens. Entenda que a Igreja é formada pelos salvos, tantos judeus como gentios. Mas quanto à noiva, isso é particular, e trata-se dos salvos da nação de Israel.   

O terrível preconceito contra os judeus fez com que católicos e evangélicos perdessem o foco da real mensagem da Bíblia e o papel dos judeus na historia, e criassem uma teologia viciada, cheia de erros e preconceitos.  

Eu gostaria de saber quem é capaz de descobrir a que grupo de cristãos Jesus se referia quando os comparou a “SINAGOGA DE SATANÁS” no livro de Apocalipse!   

Não existe nenhuma nação no mundo, nenhum grupo de pessoas que queira ser chamado de “judeus”, nem por brincadeira. Os judeus são odiados por todas as nações, menos por um grupo que os ama muito e chega até a ostentar a bandeira de Israel nos púlpitos de suas igrejas. O único grupo de pessoas na terra que teimam em querer ser chamado de o “ISRAEL ESPIRITUAL” são os crentes protestantes, REPRESENTADOS ESPECIALMENTE PELOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO, QUE GUARDAM O SÁBADO. AO OBSERVAR A GUARDA DO SÁBADO, OS ADVENTISTAS DEMONSTRAM QUE QUEREM SER JUDEUS, MAS NÃO O SÃO. Nem os católicos fazem isso. Será que agora dá pra entender quem são estes que se dizem ser judeus e não o são?  

“Conheço a tua tribulação e a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém, são sinagoga de Satanás” (Apoc. 2:9).   

“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apoc. 3:9).   

Agora me digam com sinceridade se estas duas referências são direcionadas aos cristãos gentios ou aos cristãos judeus (samaritanos por exemplo), ou a um grupo qualquer de pseudo-judeus? Será que existe na Terra algum grupo de pseudo-judeus? Seriam eles os evangélicos protestantes, que se auto-intitulam de o ISRAEL ESPIRITUAL?  

Sei perfeitamente que a questão dos evangélicos se chamarem de o ISRAEL ESPIRITUAL é por causa da interpretação equivocada do que é dito em Gálatas 6:16 e I Pedro 2:9.   

“E a todos quantos andarem conforme esta norma, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus(Gentios e Judeus).   

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa (ISRAEL ESPIRITUAL?), o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.   

Só quero que saibam que o apóstolo Pedro era um judeu nato, do pé rachado.  

Escrevi, anteriormente, que “sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.

E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.

No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas estão escritos os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:

“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).

Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja dos gentios, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade é deles e para eles.

Se nas portas estão os nomes das tribos de Israel, isso significa que só entrarão por elas os judeus. E agora, onde fica a Igreja dos gentios nessa história?

Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais estão escritos os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)

E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?

“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).

Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).

Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:

“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).

“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã”
(Mateus 15:22-28).

“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).

“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).

Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.

O que sei é que JUDEU É JUDEU, E NÃO HAVERÁ OUTRO POVO QUE SUBSTITUA OS JUDEUS.

A operação do erro está fazendo com que os teólgos protestantes confundam essa verdade.

Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22. Será que o que Paulo diz aí se trata do Israel Espiritual?

Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não exista), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?

Diletos leitores, em breve a proeminência dos gentios será encerrada e os judeus voltarão a ter a plena primazia em tudo.

Cristo predisse em Mateus 21:43 que os judeus perderiam TEMPORARIAMENTE a primazia sobre o reino de Deus.

“Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo (gentios) que dê os seus frutos”.

E o apóstolo Paulo ratifica na carta aos Romanos (11:25) que o endurecimento de Israel durará até que a plenitude dos gentios seja alcançada.

“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte (não todos) sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado;
e assim todo o Israel será salvo (…)”.

Depois de encerrado a era da graça, bye, bye gentios!!! Os judeus tomarão a primazia em tudo, novamente.

É muita presunção dos evangélicos e cristãos ocidentais (gentios) querer se tornar o Israel Espiritual, tomando o lugar do legítimo povo eleito!

Além do mais, Paulo, ainda falando sobre este assunto,  afirma que os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Veja Rom. 11:29. Se os judeus são o povo eleito, esse dom ou vocação não pode ser dado a outro povo. Já vi tanta heresia ser pregada sobre esta passagem de Rom. 11:29. Mas o sentido verdadeiro do texto é este que digo aqui.

Se em Rom. 11:26 Paulo diz que “todo o Israel será salvo”, é evidente que ele está falando do Israel físico, do povo judeu que habita atualmente o Estado de Israel. Então, não tem essa de “israel espiritual”!

Espero ter sido claro. Se ainda não fui claro, haja paciência!!!!

Sabe por que a gente custa entender a verdade? Porque fomos doutrinados erroneamente, com uma teologia viciada, preconceituosa e cheia de interpretações tendenciosas. A RELIGIÃO, EM SI, TAMBÉM CAUTERIZA A MENTE, E A DOUTRINAÇÃO ERRADA AINDA MAIS. Admito que aprendi muita coisa com essa teologia tradicional, mas graças da Deus, não tomei lavagem cerebral. Ainda conservo alguns vícios de erros doutrinários, mas aos poucos vou me libertando através do verdadeiro estudo da Palavra de Deus, sem ter preconceito, sem agir de forma tendenciosa.

Os flamenguistas e corintianos dizem que serão fanáticos pelo time até morrer. Assim, também, alguns unicistas, adventistas, etc, dizem que seguirão fielmente à seita até morrer. E isso não é nada correto.

Se você diz que será um seguidor fiel de Jesus até morrer, aí tudo bem!!! Mas, se você está seguindo a doutrina errada, se está seguindo no caminho errado e não quer deixar, então aí é imprudência (burrice).

  

3ª) A PALAVRA FINAL DE JESUS CONTRA OS FALSOS PASTORES, BISPOS, APÓSTOLOS E PREGADORES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E AFINS   

Essa palavra de Jesus será uma surpresa aterradora para os crentes da Nova Era, principalmente para os falsos pregadores da teologia da prosperidade. Eis a palavra final:   

“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. (…) 
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? 
Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:15, 22-23).   

Será que os tele-pregadores (evangélicos) da teologia da prosperidade e afins não se enxergam nestes textos da Bíblia? Talvez eles pensam que estas palavras de Jesus se referem aos padres católicos ou aos macumbeiros? Grandes tolos! O texto está bem diante deles, mas a OPERAÇÃO DO ERRO não permite que eles a entendam.  

Respondam-me uma coisa: QUAL GRUPO DE CRISTÃOS NESTE MUNDO FAZ MAIS USO DO NOME DE JESUS PARA PROFETIZAR, EXPULSAR DEMÔNIOS E OPERAR MILAGRES DO QUE OS PROTESTANTES (EVANGÉLICOS)? É claro que estas palavras de Jesus estão falando diretamente com os tais. Não existe outra alternativa. E isso pesa mais para os protestantes do movimento pentecostal e da teologia da prosperidade.  

Aos críticos, quero que entendam que estou escrevendo de FORA para DENTRO. Se eu estivesse dentro, seria expulso como herege, e ninguém me daria ouvido. Ninguém dá ouvido ao profeta da própria pátria. É sempre assim que fazem, ou expulsam ou matam o profeta. Assim fizeram em Israel. Mas Deus usa as coisas loucas deste mundo para confundir os sábios, os presunçosos e os ditos “ungidos”. É necessário o aviso vir de quem está de fora para que alguém possa temer e repensar o que está fazendo.   

O que escrevo é algo que NUNCA SE VIU ANTES NA HISTÓRIA DA TEOLOGIA.   

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Miquels – 23/03/2010

23/03/2010 Posted by | CASOS POLEMICOS, CRISTIANISMO EM CRISE, DOUTRINAS E DOGMAS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 2 Comentários

A IGREJA EVANGÉLICA É LEGITIMADORA DA CORRUPÇÃO

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A Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção

FONTE: Cristianismo Hoje


A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.

Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.

Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.

Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.

Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.

Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.

À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.

1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.

2. A Igreja não  pode deixar de fazer ação social, mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola a Nação.

3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.

4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso,  a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.

5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica Brasileira.

Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se particípe delas.

* Henrique Moraes Ziller é  membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e o controle.

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OBS: Pastores, bispos, ‘apostolos” (?), presbiteros e demais líderes evangélicos deviam ler este artigo pra ver se mudam de atitude ou de visão.

19/03/2010 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, IGREJA E MISSÃO, IGREJA E POLÍTICA, PROTESTOS | , , | 1 Comentário

DIA DA MULHER – PARABÉNS A TODAS AS MULHERES!!!

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A Essência Feminina

 

  

  

  

  

  

  

  

 

Ah, mulher…
Estratificando sua mente e alma
Encontra-se grandeza.
Reviravoltas hormonais.
Teu interior vulcânico,
Complexo processo rico e doloroso.
Todo o corpo é decadente e passageiro.
O que não a impede de ser vaidosa.
De ser criativa e inteligente.
No consciente: uma constelação inerente.
No inconsciente: mel e fel.
É nos teus sonhos que virá a cura.
Tuas janelas d’alma são preocupação e sedução.
Feliz e intensa serás, se não se deixar levar
Por preconceituosas óticas que paralisam.
E Deus recolherá tuas lágrimas,
Recompensada serás na hora certa.
Pois, a costela de Adão era feita de cálcio,
Mas, também de ligações de açúcares,
Cloreto de sódio e essência feminina.
Gerou-se então, o botão da flor sanguínea
Mulher, mãe, adolescente, idosa ou menina.
Cópia de Querubins e Serafins.
Suavidade e vida que cria vida.
Conforto doce cuja contemplação vicia…
Suas pernas, mesmo cansadas: são colunas.
Seus braços, seu colo quente e seu corpo:
São irresistíveis fontes de prazer para a criança.
Seja essa criança da idade que for…

(Elisa Maria Gasparini Torres) 

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TODA MULHER DEVE SER…. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Toda mulher deve ser amada
No dia-a-dia conquistada
No ser mãe endeusada
Na cama desejada
Na boca beijada
Na alegria multiplicada
No lar compartilhada
No seu dia festejada
Na tristeza consolada
Na queda levantada
Na luta encorajada
No trabalho motivada
No aniversário presenteada
Na alma massageada
Na beleza admirada
Na dificuldade ajudada
No cangote bem cheirada
Na vida abençoada
No mundo inteiro respeitada
E sempre que possível… abraçada!”

(Madre Teresa de Calcutá) 

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O AMOR APLAUDE 

Quer saber um segredo?
Deus criou o homem, mas o seu arco-íris
é que soprou a mulher

Daí o prisma multicolorido
De nuances, sensações e semi-tons
Que causam n’alma,
O seu olhar, a graça dos gestos,
a efusão de ternura, suprema doçura
que nos embebi em fagueiro frescor
esse invólucro de cetim

Lábios?
pétalas de rosa, nadando em leite de pérolas
neste talhe grácil, ondulações amenas
recortes caprichosos, correção de linhas
suave harmonia , melíflua magia

quão lépido, sensível, ágil
finalizou o cinzel divino
pôs em haste delicada,
azaléia, gérbera, tulipa, estrelícia, acácia,
vertigem é sorvê-las num cálice de lírio
é sumo deleite! Delírio!

Com elas é viver não apenas uma lua de mel
Mas sublevar em astro perene
De encantos e sabores
De sorrisos e flores

Sorriso,
Ou um diamante que brilha
Ou o céu que se anila
Faz lembrar a primeira estrela que cintila

Só elas conhecem bem
O jogo cruel de acorrentar por embevecimento
Excitar desejos, anunciarem as guerras
semearem esperanças, para depois magoá-las
Como as tiaras, fitas e flores
Que trazem no cabelo

É, desvendei um segredo:
Deus brincou de ser Deus
Quando notou no céu,
que os arrebóis vespertinos
Pincelados em tons rosiclér
Rimavam com:
Mulher. 

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Autor: Davi Cartes Alves

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Frases para o Dia da Mulher 
 

Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.
Séneca 

Amo as mulheres, mas não as admiro…
Charles Chaplin 

Fragilidade, o teu nome é mulher!
William Shakespeare 

Quem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes.
Khalil Gibran 

A mulher que se preocupa em evidenciar a sua beleza anuncia ela própria que não tem outro maior mérito.
Julie Lespinasse 

A sabedoria das mulheres não é raciocinar, é sentir.
Immanuel Kant 

A mulher mais idiota pode dominar um sábio. Mas é preciso uma mulher extremamente sábia para dominar um idiota.
Rudyard Kipling 

O coração da mulher, como muitos instrumentos depende de quem o toca.
Saint Prosper 

Uma mulher bonita e fiel é tão rara como a tradução perfeita de um poema. Geralmente, a tradução não é bonita se é fiel e não é fiel se é bonita.
William Maugham 

Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor.
Millôr Fernandes 

A mulher é como a tua sombra: se corres atrás dela, ela correrá à tua frente, se corres à frente dela, ela vem atrás de ti.
Alfred de Musset 

Não se nasce mulher: torna-se.
Simone de Beauvoir 

A mulher foi o segundo erro de Deus.
Friedrich Nietzsche 

Nem todas mulheres gostam de apanhar, só as normais.
Nelson Rodrigues 

A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem.
John Lennon 

Muitas mulheres consideram os homens perfeitamente dispensáveis no mundo, a não ser naquelas profissões reconhecidamente masculinas, como as de costureiro, cozinheiro, cabeleireiro, decorador de interiores e estivador.
Luís Fernando Veríssimo 

Um diplomata é aquele que se lembra sempre do aniversário de uma mulher, mas nunca da sua idade.
Robert Frost 

Deixemos as mulheres bonitas aos homens sem imaginação.
Marcel Proust 

Nádegas é importantíssimo. Grave, porém, é o problema das saboneteiras. Uma mulher sem saboneteiras é como um rio sem pontes.
Vinícius de Moraes 

A mulher é uma substância tal, que, por mais que a estudes, sempre encontrarás nela alguma coisa totalmente nova.
Léon Tolstoi 


PARABÉNS A TODAS AS MULHERES DO BRASIL E DO MUNDO!!!!!!

08/03/2010 Posted by | COMEMORAÇÕES, HOMENAGENS | , | 1 Comentário

JESUS CRISTO NÃO PODE SER ADORADO NO TEMPLO EM ISRAEL!!!

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Em breve publicarei um pequeno estudo sobre alguns ensinamentos escatológicos dos livros de Daniel e Apocalipse que a quase totalidade dos teólogos e estudantes da Bíblia debate e nunca chega a um consenso, porque essas interpretações estão todas erradas (no meu ponto de vista, é claro!).

O que vou escrever, nenhum teólogo ou estudante da Bíblia até agora se atreveu a escrever. Sei que isso irá chocar muita gente, mas a verdade um dia terá que ser dita, doa em quem doer. E não adianta me chamar de herege! Até mesmo Jesus foi chamado de herege!

Explanarei sobre os seguintes assuntos:

1) A real finalidade ou propósito de Jesus ter vindo morrer pela humanidade. Irei explicar o “por que” de Ele ter vindo. Muito se tem dito sobre o motivo da vinda de Jesus para morrer. João 3:16 parece esclarecer tudo. Mas não é bem assim. Se Jesus veio certo de morrer pela humanidade, por que na sua intercessão no Horto das Oliveiras ele pediu: “Pai, se possivel, passa de mim esse cálice!” (?). Parecia mais que Jesus estava pagando por um crime que havia cometido. Por que Jesus suplicou ao Pai no dia da sua crucificação: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!” (?). Será que os judeus e romanos crucificaram Jesus sem saber que estavam sendo induzidos a fazer isso propositalmente, sem saber o por quê? E se não tivessem crucificado Jesus? E se Jesus tivesse sido assassinado, como fizeram com o João Batista?

2) A doutrina da trindade é heresia. Não existe trindade. Isso é invenção da ICAR, e que a maioria das igrejas protestantes adotou. Se os teólogos da ICAR foram inspirados por Deus para criar essa heresia, porque os protestantes não adotaram os outros dogmas criados pelos teólogos da ICAR? Só o dogma da santíssima trindade foi inspirado? E o dogma do purgatório?

3) Quem será o sétimo reino na Terra. Quem será o oitavo rei ou reino.

4) O que será a abominação que será colocada no terceiro Templo que será reconstruido em Jerusalém. O por que de Jesus Cristo não poder ser adorado em pé de igualdade com Deus Jeová, o Pai.

Só pra não deixá-los com muita curiosidade, darei algumas pistas aqui.

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Em breve o mundo conhecerá as verdades sobre os enigmas do Apocalipse e do livro de Daniel.

Não serei o único a revelar. Outros estudantes desses últimos dias trarão mais luz sobre os últimos acontecimentos escatológicos. E sei que muitos aprenderão algumas verdades aqui, e poderão explicitá-las bem melhor.

Só dando uma pista:

1) O Sétimo Reino na Terra será o Governo de Cristo com a Igreja

O governo de Cristo na Terra durante mil anos também será um império, e tambem será uma mistura de governo humano com divino.

O sétimo império na Terra não será 100% humano. O sétimo será o governo de Cristo e a Igreja na Terra.

O oitavo reino é a sétima cabeça da primeira besta ou dragão. Entre o sexto e o sétimo império humano haverá o império de Cristo e da igreja durante mil anos.

Por isso se diz que o oitavo rei ou reino é dos sete. Ou seja, o reino da sétima cabeça da besta ou dragão só ocorrera após o governo de Cristo na Terra que é o sétimo. Só que o reino de Cristo é o sétimo, mas não referente à sétima cabeça da besta. A sétima cabeça da besta só assumirá após o reino de Cristo e da igreja.

Lembre-se que após o reino milenar de Cristo e a Igreja aqui na Terra o dragão será solto do abismo e fará surgir o oitavo reino que na verdade é a sétima cabeça do dragão (besta).

2) Imagem de Jesus e Maria no Templo???? Não pode!!!!

Em breve o mundo ficará abismado em saber que a abominação que será colocado no novo templo construido em Jerusalem para ser adorado será a imagem de Nossa Senhora e a imagem de Jesus Cristo.

Pessoal, se o 3º templo for reconstruido com apoio da Maçonaria e do Vaticano, o Papa fará com que seja colocado no Templo a imagem de Jesus para ser adorado e tambem a imagem de Nossa Senhora (Maria – mãe de Deus).

Jesus não pode ser adorado no templo. O templo é exclusivo de Jeová (Deus-Pai).

Em breve publicarei um estudo explicando todos esses fatos.

Jesus disse ao Lúcifer no cap. 4 de Mateus: “Só ao teu Deus adorarás e só a Ele servirás”. Jesus jamais insinuou que ele devesse ser adorado também. Jesus jamais entrou no Templo em Jerusalém para ser adorado ou dizendo aos judeus para que o adorasse também.

Quando Jesus retornar a este mundo e entrar no templo, ele entrará não para ser adorado, mas para adorar a Jeová, o Pai. Por favor, leiam os capítulos 40 a 48 de Ezequiel, e percebam que este templo de Ezequiel ainda não foi construido. O côvado usado para medir o templo é medida de anjo. O côvado de Ezequiel mede 50 cm, e não 45 cm conforme o côvado normal. Compare com as medidas da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse, e veja que lá se diz que a cana usada para medir é baseada em medida de anjo.
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Outra coisa. Em Ezequiel cap. 40 a 48 fala sobre um “PRÍNCIPE”. E este Principe é Jesus Cristo. Observe que ele entra no Templo para sacrificar por si e pelo povo. Se Jesus é Deus em igualdade com Jeová, como ele sacrifica por si, também? E outra coisa: o Príncipe de Ezequiel jamais é adorado.
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Se Jesus é Deus em pé de igualdade com Jeová, por que em Apocalipse Jesus chama Deus-Pai de “meu Deus”?
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“Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer; porque não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus“. Apoc. 3:2.
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“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (JESUS TERÁ OUTRO NOME). Apoc. 3:12.

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No cap. 4 de Mateus Jesus afirma para Satanás: “Só ao teu Deus adorarás e só a Ele servirás”. Jesus não disse “só a Deus-Pai e a Mim adorarás”.
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E posso provar tudo isso com muitas outras referências bíblicas.
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Em breve vou explicar tudo isso.
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Jesus pode ser adorado, mas não acima de Deus-Pai ou em pé de igualdade com Jeová.

A partir de hoje muitos que leram isto aqui ficarão com a pulga atrás da orelha.

No livro do profeta Daniel se diz que o “príncipe” (que virá do povo romano) fará que seja adorado um deus que seus pais não conheciam.

Vocês sabem qual o deus que os imperadores romanos não conheciam?

JESUS CRISTO. Os romanos adoravam todos os deuses conhecidos na antiguidade, e também conheciam Jeová, o Deus de Israel, mas o único deus que não conheciam era Jesus Cristo. Vocês sabiam disso?

Quem foi o imperador romano que instituiu um deus para ser adorado que seus pais não conheciam?

Foi o imperador Constantino, no século III. E qual foi o deus que passou a ser adorado em lugar do “deus sol”, cultuado no dia 25 de dezembro?

JESUS CRISTO.

No século III a adoração a Jesus Cristo foi oficializada e o cristianismo passou a ser a religião oficial de Roma.

Agora compliquei tudo, não acham?

Mas não se desesperem!!!

Jesus pode ser adorado também, mas não em igualdade com Jeová.

Aguardem!

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Atenção!!!!!!
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03/03/2010 Posted by | CASOS POLEMICOS, DOUTRINAS E DOGMAS, ESCATOLOGIA BÍBLICA, TEMAS DIFÍCEIS | , , | 8 Comentários