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PASTORES CRISTÃOS DEVIAM FAZER VOTO DE POBREZA PARA EXERCER MINISTÉRIO

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JESUS CRISTO, SENDO FILHO DO DONO DE TODA RIQUEZA, SEMPRE FOI POBRE. FOI FILHO ADOTIVO DE UM SIMPLES CARPINTEIRO; VIVEU MAIS DE TRINTA ANOS SOBRE A TERRA; NUNCA ALMEJOU ALCANÇAR RIQUEZAS, E CHEGOU A DIZER QUE NÃO TINHA UM LUGAR EM QUE PUDESSE RECLINAR A CABEÇA PARA DESCANSAR.

E OS PASTORES DE HOJE? O QUE SÃO? O QUE POSSUEM? O QUE PREGAM?
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Paulo de Tarso

Um sacerdote ou pastor cristão, que se preze, devia, no momento de ser consagrado para o ministério, fazer “voto de pobreza” e, no máximo, receber um salário mínimo (simbólico) da Igreja local.

Se o pastor ou sacerdote quiser possuir muitas riquezas neste mundo, deve trabalhar e conseguir o que pretende com o suor do seu rosto, e não tornar-se rico à custa dos dízimos e ofertas dos fiéis. Ele tem que trabalhar, e não viver de regalias, com carrões, mansões, aviões, helicópteros, tudo à custa das contribuições dos fiéis, que na maioria são pobres, e que contribuem com amor em prol do reino de Deus.

Esses pastores mercenários alegam que os grandes personagens bíblicos, como os patriarcas, foram ricos e prósperos. Mas não explicam que os sacerdotes não podiam ser ricos; os sacerdotes da tribo de Levi não podiam acumular riquezas.

Eles esquecem que Abraão e Jacó não eram pastores ou sacerdotes, mas apenas grandes fazendeiros e donos de terras.

Moisés e Josué foram grandes líderes de Israel, mas não eram sacerdotes.

Jônatas, Davi e Salomão não eram pastores nem sacerdotes. Davi foi apenas um rei abençoado por Deus; mas cometeu um adultério, um homicídio, teve várias mulheres e mais de 30 filhos. A mesma coisa pode-se falar de seu filho Salomão, o mais rico de todos, que teve mais de 1000 mulheres e 300 concubinas.

O patriarca Jó era um homem rico antes da prova, e ficou mais rico depois da provação. Mas ele não era sacerdote.

Os primeiros grandes sumo-sacerdotes de Israel não eram ricos. Só podia exercer função de sumo-sacerdote os descendentes de Arão, da tribo de Levi.

Após o exílio Babilônico as regras mudaram, e o sumo-sacerdote passou a exercer até mesmo funções políticas, como chefe em Israel.

No período interbíblico, o cargo de sumo sacerdote passou a ser exercido pelos reis descendentes dos Macabeus, até 37 a.C. Com a dominação da Palestina pelo Imério Romano, os sumo sacerdotes passariam a ser indicados pelo Imperador. Eles dirigiam o Sinédrio e a assembléia sacerdotal de Israel.

Os últimos sumo-sacerdotes de Israel eram saduceus, que tinham menos simpatia do povo. Desde o período em que a classe sacerdotal de Israel se corrompeu, os sumo-sacerdotes passaram a acumular riquezas.

Os sacerdotes que ministravam os serviços no grande Templo não eram ricos e nem possuíam grandes propriedades.

Nem mesmo os grandes profetas de Israel possuíram riquezas ou propriedades.

Vede o caso do Profeta Samuel, e principalmente do Profeta Daniel que exerceu até função política no governo da Babilônia, durante o exílio do povo judeu, mas não teve ambição de possuir riquezas.

Jesus Cristo, sendo Filho do dono de toda a riqueza, sempre foi pobre. Viveu mais de 30 anos sobre a Terra, não almejou alcançar riquezas materiais, e chegou a dizer que não tinha um lugar em que pudesse reclinar a cabeça para descansar.

No Novo Testamento há apenas um registro de um descendente da tribo de Levi (dos que ministravam no grande Templo), que possuía uma grande propriedade. Mas ele vendeu essa propriedade e depositou o dinheiro aos pés dos apóstolos, para repartir entre os irmãos carentes.

“Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos”. (Atos 4:33-37).

Atualmente, qual é o pastor que, tendo uma grande propriedade, vende-a e investe o dinheiro na assistência aos necessitados ou na obra de evangelização?

Paulo, maior pregador de todos os tempos, jamais possuiu riquezas materiais. Antes, fabricava tendas para vender e ajudar no seu sustento. Evangelizou toda a Ásia Menor, viajando pelas estradas, a cavalo, e pelo mar, em navios. Mas ele não precisou comprar nenhum navio, nenhum barco a vela para viajar de cidade em cidade anunciando o Evangelho.

O apóstolo Paulo chegou a chamar de “despojo”, isto é, roubo, a ajuda financeira que recebeu de algumas igrejas. Paulo não podia receber dízimos, porque ele não era levita, não ministrava no Templo. E a Lei dos dízimos vigorou até o ano 70 d.C, assim que o grande Templo foi destruído e a classe sacerdotal levítica (sacerdócio de Arão) foi extinguido.

“Pequei porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus? Outras igrejas despojei, recebendo delas salário, para vos servir; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado; porque os irmãos, quando vieram da Macedônia, supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei, e ainda me guardarei, de vos ser pesado”. (II Cor. 11:7-9).

O suprimento que Paulo recebeu dos irmãos da Macedônia foram: alimentos, roupas e calçados. Não foi dízimo e nem salário fixo.

É evidente que o “salário” que Paulo disse ter recebido de algumas igrejas, na verdade, não era salário fixo, pois Paulo não exercia função de sacerdote de igreja local. Paulo era apóstolo ou missionário. A ajuda financeira recebida pelos apóstolos foi traduzida erroneamente como “salário”. Paulo não demorava muito tempo nas vilas e cidades por onde pregava o Evangelho. Os irmãos faziam uma coleta de ofertas para ajuda-lo em suas viagens. Mas, na maioria das vezes, a ajuda que Paulo recebia era em forma de donativos. Paulo não recebia dízimos, pois ele não era levita e não ministrava no Grande Templo. Mesmo assim, ele recolhia donativos para levar como ajuda aos crentes das comunidades carentes.

Nenhum dos apóstolos, nem mesmo Paulo, se ocupou em ensinar sobre a doutrina dos dízimos.

Paulo disse que se fosse receber salário para anunciar o Evangelho não receberia recompensa alguma no céu, pois já teria recebido sua paga (graça, recompensa) aqui na terra.

No link, abaixo, há uma lista, não muito precisa, com os principais sacerdotes e sumo-sacerdotes de Israel.

http://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1200002023

O escrito Magno Paganelli, em seu livro “Segredo dos Homens Mais Ricos da Bíblia”, desbarata os ensinos errôneos nas igrejas de hoje sobre prosperidade e riquezas e fala também sobre a natureza e o alcance da intervenção da bênção de Deus na vida do homem. O autor analisa e conclui que a riqueza de três dos personagens mais ricos da Bíblia (Abraão, Jacó e Salomão) não foi recebida nem alcançada por méritos humanos nem por sacrifícios de fé, mas através de promessas feitas pelo próprio Deus diretamente a eles. Salomão não pediu e nem buscou riquezas; pediu apenas sabedoria para governar o povo, mas Deus prometeu e deu tudo que ele nem imagina ou merecia.

Mas há uma diferença entre Salomão e outros personagens importante daquela época. Salomão não era levita, não era sacerdote nem sumo-sacerdote. Era apenas um rei.

Por essa razão, concluo afirmando que os que querem servir ao evangelho e às igrejas como sacerdotes, pastores ou missionários, têm que fazer voto de pobreza no ato da consagração ao ministério. Jesus Cristo nos deixou o exemplo, e Paulo seguiu o exemplo de Cristo, e recomendou que seguíssemos o seu exemplo.

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PENSE E REFLITA.

Miquels7

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ABAIXO, O RESULTADO POR ESCOLHER SERVIR AO DEUS “MAMON”.

Designer mostra pastores como o próprio Diabo

O designer brasileiro Billy The Butcher atacou de novo. Ele criou cartazes que mostram os pastores evangélicos como o próprio diabo. Ele usou como base a fortuna desses líderes revelada pela Forbes. Tem Edir Macedo, Valdomiro Santiago, Silas Malafaia e R.R. Soares.

http://revistaogrito.ne10.uol.com.br/jazzmetal/2013/03/12/designer-mostra-pastores-como-o-proprio-diabo/

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malafaia

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18/04/2014 - Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, MENSAGENS ESPECIAIS | ,

1 Comentário »

  1. nao posso opinar, todos vão prestar conta com Deus no dia de sua vinda. Está escrito, O grande e terrível dia do Senhor. Ora vem Senhor Jesus.

    Curtir

    Comentário por Ivaline D.S.Gamallo | 18/04/2014 | Responder


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