MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

JESUS NUNCA ESTÁ PRESENTE ESPIRITUALMENTE NO MEIO DOS CRENTES

*************************CONCLUÍDO*****************************
O tema que abordarei aqui será motivo de grande revolta e indignação contra minha pessoa, mas tenho que escrevê-lo.

Já tô cheio de ver tanto ensino deturpado da Bíblia ser disseminado em livros, revistas, escolas dominicais, em shows e programas de tv, e na própria música evangélica e católica. Não consigo notar nenhum “teólogo novo” para tentar consertar os erros doutrinários das igrejas pentecostais, neopentecostais e afins. Sempre os novos seminaristas aprendem as mesmas baboseiras de sempre e ficam repetindo décadas e décadas, até a mentira e o erro doutrinário se tornar uma “verdade” mentirosa.

Não sou de sistema teológico calvinista nem arminiano. Minha interpretação é independente desses seguimentos religiosos. Explico de acordo com a verdade bíblica, sem fanatismo, sem tender para lado A ou B.

Se você tiver coragem de conhecer verdades que nunca encontrará em outro lugar, então leia todo o texto. Sei que o que escrevo vai de encontro às principais correntes teológicas. Mas quem ler, acredito que aprenderá algo novo, antes nunca imaginado.
********************************************************************

Nosso Senhor Jesus Cristo VEIO a este mundo, padeceu, morreu pela humanidade, ressuscitou e FOI EMBORA deste mundo. Mas Ele prometeu VOLTAR.

Se Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu “VOLTAR”, é porque Ele foi embora desta Terra, não está mais aqui. Se os crentes esperam a sua volta, é porque Ele não está aqui na Terra. E nem “espiritualmente” Ele está!

Se Jesus estivesse presente conosco todo o tempo, mesmo espiritualmente, não haveria necessidade de Ele voltar, pois Ele estaria aqui conosco e poderia perfeitamente falar com seus seguidores, orientar, etc. Mas Ele não está.

A crença de que Jesus Cristo se faz presente “espiritualmente” no meio dos crentes vem da falsa “doutrina da trindade”. Como a doutrina da trindade afirma que Jesus é Deus, igual a Deus-Pai, os crentes acham que Jesus é ONISCIENTE, ONIPOTENTE e ONIPRESENTE. Se Jesus fosse realmente ONIPRESENTE, Ele teria necessidade de ter rogado ao Pai para que enviasse o Espírito Santo para ficar com os crentes para sempre? Não, porque se fosse, Ele mesmo iria para o Céu e ao mesmo tempo ficaria “em espírito” (espiritualmente) ao lado dos crentes, para os consolar e fortalecer.

Já que os trinitarianos acreditam que Jesus é Deus ou igual a Deus, então, por que  Jesus não se materializa imediatamente no meio dos crentes durante as reuniões de culto quando é invocado? Após a ressurreição, Jesus não apareceu visivelmente e fisicamente aos discípulos? Sim. Apareceu. Se Jesus é Deus e está presente “espiritualmente” dentro das Igrejas, por que Ele não se materializa e aparece aos crentes, assim como Ele apareceu aos discípulos após a ressurreição e ainda permaneceu com eles 40 dias? Se Jesus, após ter sido ressuscitado em corpo glorioso, apareceu fisicamente e visivelmente aos seus discípulos há dois mil anos atrás, por que Ele não pode fazer o mesmo no meio dos crentes, atualmente?

Ele não o faz porque não está presente neste planeta Terra, nem fisicamente nem espiritualmente. Ele foi embora. Nem que os crentes o invoquem e peçam a sua volta, Ele não vem. Para consolar os cristãos Ele enviou o Espírito Santo – a força divina, que consola e fortalece a fé dos crentes.

Ora, se Jesus está presente “espiritualmente” junto aos crentes, por que então eles esperam sua vinda gloriosa dos céus com seus anjos? Se Jesus já está presente espiritualmente conosco, junto com seus anjos, então, por que suplicamos a sua vinda gloriosa nos céus para nos arrebatar?

Não sei como os crentes conseguem viver acreditando em coisas absurdas!

Jesus não se manifesta fisicamente aos crentes de hoje, simplesmente porque Ele não está presente neste planeta Terra. Ele virá dos céus com seu séquito de anjos no momento certo.

E agora, vão rebater os meus argumentos???

Já sei! Vão apelar para uns versículos bíblicos, tais como: “onde estiverem dois ou três reunidos, em meu nome, lá estarei no meio deles”. Isso eu já sei, e sei o que significa. Embora, a maioria que lê o tal versículo não saiba do seu significado.

“Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Bela declaração. Mas é preciso explicar o que Ele quis dizer com isso.

Agora, expliquem-me o que Jesus quis dizer ao falar o seguinte:

“Agora, porém, vou para aquele que me enviou; e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais? Antes, porque vos disse isto, o vosso coração se encheu de tristeza. Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Ajudador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei” (João 16:5-7).

Jesus deixa claro que tem que voltar aos céus, para junto do Pai. E depois enviaria o Espírito Consolador para fortalecer a fé e a perseverança dos crentes.

“Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá”. Será que Jesus estava blefando ou confundindo os seus discípulos? E se Ele não tivesse ido embora para os céus, será que ainda estaria fisicamente aqui na Terra, no meio do seu povo?

Quanto ao Espírito Santo ser Deus, igual ao Pai, tem um detalhe a observar.

Quer dizer, então, que esse Ajudador – o Espírito Santo, que também é Deus onipresente, segundo a falsa trindade -, não poderia vir enquanto Jesus estivesse aqui na Terra!!! Muito confuso isso, não achas? Que Ajudador onipresente e onipotente é esse que não pode estar presente ao mesmo tempo junto com Jesus aqui na Terra?

E o que dizer das palavras dos anjos?

“Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. (Atos 1:10-11).

Quando foi que Jesus retornou a este mundo do mesmo modo que os discípulos o viram subir? Nunca. Isso ainda não aconteceu. Significa que Jesus ainda não voltou a este planeta Terra. Após a sua partida para os céus, vemos apenas dois registros de sua aparição, embora podendo entender que foram aparições de “anjos” enviados especialmente para uma missão. É o caso da aparição de Jesus ao perseguidor Saulo de Tarso, e logo depois, a sua aparição a João na Ilha de Patmos. Fora isso, não existem outros relatos de aparições de Jesus, exceto de anjos, como no caso da libertação de Pedro, de uma prisão. Lembrando que quando lemos o livro de Êxodo, imaginamos que era o próprio Deus Todo-Poderoso quem falava com Moisés. Mas lendo a Carta aos Hebreus e outras referências no NT, compreendemos que eram os ANJOS que falavam com Moisés, e a ele entregaram as leis e ordenanças de Deus.

Agora, vou explicar o que Jesus queria dizer ao falar: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.

***(ABRINDO UM PARÊNTESE)***

Devido às doutrinas errôneas que aprendi na EBD e lendo a literatura recomendada dos teólogos e escritores da CPAD, acostumei-me com muitos conceitos errados sobre a Divindade, Deus-Pai, Jesus, anjos e demônios. Até mesmo quando escrevo aqui podem surgir algumas aparentes contradições. Mas se alguém perceber e me avisar, eu posso explicar novamente.

Um livro que li, que me fez a cabeça sobre muitos aspectos da divindade, compreendida de acordo com os teólogos trinitarianos, foi “O SER ABSOLUTO” (que não me recordo o autor), livro que emprestei do Pr. Moisés Motta, em meados de 1987. Ora, os teólogos imaginam o Deus Todo-Poderoso de forma fantasiosa; dão-lhe conceitos e atributos demasiadamente exagerados, que Ele não possui. Depois esses mesmos teólogos dizem que Moisés falava com esse SER ABSOLUTO face a face, ou, que Isaías o viu sentado em um alto e sublime trono. Como um ser tão grandioso e, acima de tudo, ABSOLUTO, desce do seu trono e vem criar caso com pessoas insignificantes aqui na Terra? As quais – como diz o profeta -, Ele as contempla como formigas ou gafanhotos, ou seja, como seres insignificantes.

“E ele o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e o desenrola como tenda para nela habitar” (Isaías 40:22).

Certa vez questionei um pastor e perguntei-lhe: Por que esse Deus, que os cristãos acreditam, fica criando caso com pessoas pobres, carentes e desempregadas, permitindo que os desobedientes sejam punidos com doenças, acidentes, e permitindo que seus filhos nasçam doentes, defeituosos ou aleijados; enquanto que com aqueles que oprimem os pobres, os ricos – que muitas das vezes são ateus, desobedientes e não estão nem aí com Deus -, Ele não cria caso, e ainda permite que eles dominem e usufruam do bem e do melhor desta vida, e ainda permite que seus filhos nasçam saudáveis e constituem famílias prósperas durantes várias gerações???!!!

O pastor alegou que Deus não tem compromisso com os ricos e ateus que não querem saber de sua Palavra, de seus mandamentos. Porém, retruquei e disse: Mas os cristãos pobres, além de muitas vezes viverem uma vida miserável e lascada neste mundo, ainda são punidos com doenças e com filhos que nascem doentes ou com algum defeito. Se Deus está no controle de tudo, por que não pune também os ateus e todos os que não querem saber de seus mandamentos? Por que Ele fica criando caso somente com os pobres?

Não toquei na questão dos dízimos, que os pastores roubam até dos crentes pobres e desempregados, para não ofender o pastor. Mas me deu vontade de tocar na questão dos dízimos e da exploração que os pastores fazem com o caso dos votos e desafios de fé, tudo em nome do deus Mamon (o deus dinheiro).

Quando lemos o livro de Êxodo, PENSAMOS que era o próprio Deus Todo-poderoso que falava com Moisés. Mas lendo a Carta aos Hebreus, compreendemos que eram os anjos que falavam com Moisés, e a ele entregaram as leis e ordenanças de Deus.

Muitos crentes tolos andam falando por aí que viram Deus, que viram Jesus em visões, etc. Será que esses crentes de hoje são mais privilegiados que o grande legislador Moisés, que mesmo pedindo para ver a face de Deus, não teve esse privilégio?! O máximo que conseguiu ver foi o vulto ou as costas de um anjo poderoso. Também o próprio profeta Daniel, que disse que viu o Deus Todo-Poderoso assentado em um trono, não conseguiu ver a sua face. João, apóstolo, também não conseguiu ver direito o rosto de Jesus, na visão em Patmos, porque brilhava muito e ofuscava sua visão.

Vamos conferir as referências:

“E falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo” (Êxodo 33:11).

Temos que ter cuidado ao ler o verso supracitado, para não sermos meninos, e imaginarmos coisas fantasiosas. Na verdade, Moisés nunca falou com Deus face a face, ou seja, ele nunca viu ou contemplou a face do Todo-Poderoso (que na verdade era um anjo poderoso, que vinha em nome de Deus, como embaixador, representando o próprio Deus). A expressão “face a face” é uma força de linguagem, para enfatizar que Moisés falava muito próximo ao anjo, que se escondia atrás de uma árvore, de uma penha ou de uma nuvem de fumaça.

“Moisés disse ainda: Rogo-te que me mostres a tua glória. Respondeu-lhe o Senhor: Eu farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o meu nome Jeová; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer. E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum pode ver a minha face e viver. Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a mim; aqui, sobre a penha, te porás. E quando a minha glória passar, eu te porei numa fenda da penha, e te cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. Depois, quando eu tirar a mão, me verás pelas costas; porém a minha face não se verá” (Êxodo 33:18-23).

Ora, ora! Que Ser Absoluto é esse que, além de ser Espírito, possui costas?!! Que ser ultra-poderoso e indescritível é esse que, sendo incorpóreo – conforme a definição de SER ABSOLUTO para os trinitarianos -, tem aparência de um homem e ainda possui costas?!! Por que esse ser que aparece a Moisés dizendo-se ser o SENHOR – mas que na realidade é um ANJO -, se faz passar como o Deus Todo-Poderoso?

Essa narrativa de Êxodo 33 é única e não existe paralelo nem continuidade. Não existe confirmação na narrativa seguinte, se Moisés viu alguma coisa, um vulto, as costas, conforme o anjo diz que ele poderia ver. Os teólogos honestos concluem que o que Moisés viu, na verdade, foram as costas de um anjo. Outros afirmam que era Jesus, a segunda pessoa da Trindade, que falava face a face com Moisés. Eu, porém, acho que sempre foram os anjos, embaixadores, enviados da parte do Deus Todo-Poderoso, que falava com Moisés. Eles se declaravam ser o próprio Deus Todo-Poderoso porque eram embaixadores, e estavam investidos de autoridade. Já os ufólogos dizem que eram seres alienígenas que falavam ocultamente, e não permitiam que Moisés e o povo os vessem, para não descobrirem os seus segredos. Concluindo, o certo é que não era o Deus Todo-Poderoso que estava lá falando com Moisés.

“Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer” (João 1:18).

Mas há uma contradição com o que diz João 1:18, pois em Êxodo 24:9-10 diz que os líderes de Israel viram o Deus Todo-Poderoso.

“Então subiram Moisés e Arão, Nadabe e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel, e viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma calçada de pedra de safira, que parecia com o próprio céu na sua pureza”.

“E o Senhor vos falou do meio do fogo; ouvistes o som de palavras, mas não vistes forma alguma; tão-somente ouvistes uma voz. Então ele vos anunciou o seu pacto, o qual vos ordenou que observásseis, isto é, os dez mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra” (Deut. 4:12-13).

Uma hora o texto diz que ELES VIRAM; depois, diz que OUVIRAM, MAS NÃO VIRAM.

Ora, um SER ABSOLUTO não pode se assentar em um alto e sublime trono. Mas o Deus dos trinitarianos, o qual o mundo inteiro não o pode conter, pode se assentar em um trono. Que Ser Absoluto é este? Só na cabeça dos teólogos de araque para conter tamanha discrepância!

Isaías também disse que viu:

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo”. (Isaías 6:1).

Ezequiel disse que viu.

“E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele” (Ezequiel 1:26).

Na minha Bíblia, o título dessa visão de Ezequiel o tradutor colocou como “A Visão da Glória Divina”. Vejamos agora, no livro de Daniel, quem é esse ser misterioso que se assenta no trono central.

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo, e os livros foram abertos” (Daniel 7:9-10).

Continuando a narrativa, veja o que se diz:

“Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele” (Daniel 7:13).

O que podemos concluir a respeito desse ser misterioso que se assenta no trono central?

Que Ser Absoluto é esse que, sendo Espírito e incorpóreo conforme o define a trindade, se parece com um homem de idade avançada – pois possui cãs -, e se assenta em um trono? E o que dizer a respeito de João 1:18, onde se diz que ninguém jamais viu a Deus?

O que consigo entender é que os “anciãos de dias” são anjos líderes e poderosos, e são juízes. O Ser Todo-Poderoso que se assenta no trono central também é um “ancião de dias”. Ele é o Chefe, o Juiz Principal. A categoria angelical desse Ser Todo-Poderoso é superior a de todos os seres angelicais.

Portanto, não vejo o Deus Todo-Poderoso como um Ser Absoluto, ultra-poderoso e indescritível. Se o conceito de “ser absoluto” fosse apenas como “ser único”, “ser incomparável” a outros seres, eu poderia compreender. Mas os conceitos e adjetivos que os teólogos trinitarianos empregam para esse “Ser Absoluto” transcende a racionalidade. E um ser racional não pode descrever a irracionalidade. Se um teólogo tenta descrever ou conceituar irracionalmente a divindade, ele está apenas fantasiando, filosofando lorotas. Igual coisa se diz a respeito da Trindade. Eles dizem que não podemos compreendê-la racionalmente, mas devemos aceitá-la como uma verdade. Ora, a irracionalidade não é coisa de animais e de loucos?

O apóstolo João também contemplou o ser Todo-Poderoso assentado em um trono principal e ao seu redor 24 tronos, que constitui o Conselho dos Anciãos de Dias. 

“Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono; e aquele que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e sárdio; e havia ao redor do trono um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda. Havia também ao redor do trono vinte e quatro tronos; e sobre os tronos vi assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro” (Apoc. 4:2-4).

***

Agora, vejamos referências que atestam que foram os anjos que entregaram as Leis a Moisés.

“Então falou Deus – na verdade, os anjos – todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êxodo 20.1-2).

“A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que dantes anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e homicidas, vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes” (Atos 7:52-53).

“Pois se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu justa retribuição, como escaparemos nós, se descuidarmos de tão grande salvação?” (Hebreus 2:2-3).

“Logo, para que é a lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem a promessa tinha sido feita; e foi ordenada por meio de anjos, pela mão de um mediador” (Gál. 3:19).

***

Agora, com relação à presença de Jesus no meio dos crentes.

Posso afirmar, seguramente, que a suposta PRESENÇA ESPIRITUAL de Jesus no meio dos crentes reunidos em seu nome é apenas fantasiosa, fruto da imaginação. Pois, se Jesus foi embora e prometeu enviar o Espírito Consolador é porque Ele não estaria aqui na Terra, nem fisicamente nem espiritualmente.

Entendam-me, por favor.

Jesus jamais ensinou ou pediu que os crentes orassem, pedindo alguma coisa a Ele. Mostre-me na Bíblia, onde Jesus ensina os discípulos a pedir tal coisa a Ele em oração! Nem mesmo os apóstolos ensinaram ou oraram diretamente para Jesus.

Nenhuma oração deve ser direcionada a Jesus, mas somente ao Pai. Porém, o que vemos por aí são os crentes fazendo o que Jesus não mandou fazer.

Todo esse mal entendido surgiu com o advento da doutrina da trindade, que afirma que Jesus é Deus, igual a Deus, e que devemos pedir a ele que nos auxilie, que nos conceda o que pedimos.

“Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (João 15:16).

“Em verdade, em verdade vos digo que tudo quanto pedirdes ao Pai, ele vo-lo concederá em meu nome” (João 16:23).

Toda oração deve ser direcionada ao Pai, em nome de Jesus. Engraçado que o próprio Jesus ensinou a “Oração do Pai-Nosso”, de Mateus 6, mas os crentes são desobedientes e oram diretamente a Jesus.

Quem responde aos nossos pedidos de oração é Deus, o Pai Todo-Poderoso – também constituído pelo Conselho dos Anciãos de Dias -, através de anjos emissários que são enviados para auxiliar e ajudar os filhos de Deus aqui na Terra. As orações são ouvidas pelos anjos, que as enviam aos céus, e lá o Conselho dos Anciãos de Dias decide o que fazer. E os mesmos anjos que fazem saber as orações ao Conselho dos Anciãos podem ser os emissários das respostas das orações. E esses anjos, além de emissários, são investidos de poder e autoridade para fazer cumprir as ordens de Deus a favor dos santos.

***

É comum o cristão achar que as suas orações sobem aos céus livremente, sem nenhum empecilho, e elas adentro os céus e chegam ao trono do Pai. Outros acham que Deus-Pai Todo-Poderoso, e Jesus também, estão de ouvidos atentos 24 horas por dia para ouvir as orações dos santos. Só que não é bem assim que funcionam essas coisas.

Se Deus estivesse onipresente aqui na Terra para ouvir as orações dos santos e resolver os seus problemas, Ele não necessitaria de ANJOS para O auxiliar. Pois Ele mesmo resolveria tudo, imediatamente.

Se Deus estivesse de ouvidos atentos 24 horas por dia para ouvir todas as barbáries que homens vãos falam contra Ele, por certo já teria destruído todos os maus ou mesmo destruído esse planeta.

Por que muitas vezes oramos e a resposta nunca vem? Ou em outras situações, por que a resposta das nossas orações custa chegar?

Quando os crentes oram a Deus, eles acham que nunca receberão um NÃO em seus pedidos, pois os apóstolos ensinaram que devemos orar com fé e tudo quanto pedirmos seremos atendido. Tem pastores que ensinam que Deus registra todos os pedidos de oração, e depois de fazer o crente passar por uma prova, Ele concede a “bença”. Mas não é bem assim, pois tem crente que passa a vida toda orando e pedindo e suplicando, chega a passar por muitas provas e tribulações, mas nunca é atendido. Outros pastores ensinam que Deus responde todas as orações dos santos, mas que na hora de entregar a “bença” Ele pode trocar por outra coisa que achar melhor para o crente. Se o crente pede um carro, Deus pode substituir por uma bicicleta. E por aí vai a loucura dos homens.

Se tudo quanto pedimos a Deus em oração com fé, ele concedesse, todos os nossos problemas estariam resolvidos. Tem crente “fiel” que pede até para ganhar na loteria, e ainda mente, afirmando que vai repartir o dinheiro com os irmãos, familiares e pessoas pobres. Mas os pastores explicam que pedido de coisas absurdas Deus não atende. Só que o ensino de Jesus afirma que “TUDO” quanto pedirmos em seu nome o Pai concederá. Ora, que TUDO é esse?

A resposta das nossas orações depende dos anjos emissários, e depende, em última instância, da decisão do Conselho dos Anciãos de Dias.

Vamos conferir algumas referências bíblicas?

CASO 1:

Quando os anjos guardiões informaram ao Conselho dos Anciãos nos céus a respeito do que se sucedia aqui na Terra, no tempo em que os povos falavam uma só língua e estavam construindo uma torre para tocar as nuvens, o que aconteceu? Aconteceu que uma corte de seres angelicais teve que descer até o planeta Terra para conferir de perto o que estava acontecendo.

“Ora, toda a terra tinha uma só língua e um só idioma. E deslocando-se os homens para o oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e ali habitaram. Disseram uns aos outros: Eia pois, façamos tijolos, e queimemo-los bem. Os tijolos lhes serviram de pedras e o betume de argamassa. Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra. Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11:1-8).

Observe as expressões: “então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre”; “eia, desçamos e confundamos a sua linguagem”. Ora, o Conselho Divino tomou conhecimento do que estava acontecendo aqui porque alguém foi lá avisar. E ainda tiveram que descer aqui na Terra, para conferir e dar o fim no intento dos homens.

CASO 2:

Em Gênesis cap. 32 o patriarca Jacó, após passar para o outro lado do vau de Jaboque suas mulheres, servas e filhos, fugindo de seu irmão Esaú, ficou sozinho do lado de cá, e com ele lutava um homem. A primeira impressão que temos é que um homem guerreiro lutava ao lado de Jacó contra Esaú e seus homens. Porém, mais na frente o texto relata que era Jacó quem lutava contra o homem misterioso. O motivo dessa luta não está bem definido. Mas podemos entender que era um anjo que lutava com Jacó. Observe que no início do capítulo 32 Jacó contempla uns anjos. O que esses anjos estavam fazendo? Repare, também, que Jacó ora a Deus, pedindo que o livre das mãos de seu irmão Esaú. Um dos anjos ficou observando Jacó, e talvez, ouvindo as suas orações. E Jacó passou a madrugada lutando com esse anjo, imaginando que era um inimigo seu ou um dos homens de Esaú. Mas ao raiar do dia ele reconheceu que não era um homem comum com quem lutava, e sim, um daqueles anjos que tinha visto anteriormente. Então Jacó resolveu segurá-lo, pedindo a sua bênção ou a resposta das suas orações. Foi aí que o anjo deu um golpe forte na sua coxa, de tal forma, que Jacó ficou manco (coxo) e parou de segurá-lo. O anjo já tendo a resposta das orações de Jacó, o abençoou ali naquele lugar. Quando Jacó se encontrou com seu irmão Esaú, os dois se abraçaram e choraram. Deus havia aplacado a ira do coração de Esaú.

CASO 3:

O profeta Daniel passou três semanas em jejum e oração, suplicando que Deus revelasse o futuro de seu povo Israel. Ele, estando às margens do rio Tigre, teve uma espantosa visão de um Ser glorioso, um homem, cujas características eram idênticas às do homem que João contemplou na visão em Patmos. Esse Ser misterioso que Daniel contemplou é o mesmo Senhor Jesus Cristo que João viu na visão em Patmos.

“Levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão” (Daniel 10:5-6).

“E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas” (Apoc. 1:12-15).

Pelas referências paralelas, podemos perceber que esse Ser poderoso que Daniel contemplou é o mesmo Senhor Jesus Cristo que João viu na ilha de Patmos.

Observe que esse Ser glorioso declara que não é todo-poderoso, pois precisou da ajuda do Arcanjo Miguel para lutar contra o Príncipe da Pérsia (um dos arcanjos de Satanás); e declara ainda que não é onipresente, pois, passou 21 dias lutando contra o Príncipe da Pérsia para trazer a resposta das orações de Daniel; e declara que não é Deus e, sim, que é Servo, pois diz que foi enviado por causa das orações de Daniel.

“E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo. Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia” (Daniel 10:11-13).

O rei da Pérsia possuía SETE PRÍNCIPES, homens guerreiros e valentes. Eles representavam simbolicamente os SETE PRÍNCIPES do mal, que lutam ao lado de Satanás contra Deus e seus anjos e arcanjos.

“E os mais chegados a ele eram:  Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, Memucã, os Sete Príncipes da Pérsia e da Média, que viam o rosto do rei e ocupavam os primeiros assentos no reino)” (Ester 1:14).

***

ATENÇÃO, ESTUDANTE DE TEOLOGIA, QUE PORVENTURA ESTIVER LENDO ESTE TEXTO!

Se você quer uma prova satisfatória de que Jesus não é Deus igual ao Pai, faça um estudo comparativo de Daniel 10:5-6 com Apocalipse 1:12-15. Questione seus professores ministradores de curso teológico e force-os a falar a verdade. Questione assim: Se o Ser Poderoso que aparece a João na visão em Patmos é o Senhor Jesus Cristo, então, esse Ser Poderoso que apareceu a Daniel trata-se da mesma pessoa, pois apresenta as mesmas características físicas, tem a mesma aparência. E esse Ser Poderoso que apareceu a Daniel mostra-se um pouco limitado e não tanto poderoso, pois diz que o Príncipe da Pérsia lhe resistiu durante 21 dias, e declara ainda que um outro ser poderoso – arcanjo Miguel – o ajudou na luta.

Jesus é uma divindade, mas não é Deus Todo-Poderoso, igual ao Pai. Jesus é o princípio da criação de Deus. Ele é superior a Satanás, aos anjos e arcanjos; mas não é Deus Todo-Poderoso igual ao Pai. Os anjos, querubins e arcanjos também são divindades; são semideuses. Todo ser que vem do céu é uma divindade. Se o Arcanjo Miguel aparecesse fisicamente e visivelmente hoje aqui na Terra, as pessoas o julgariam como o próprio Deus; afirmariam que tinham visto o próprio, por se tratar de um Ser Poderoso.

Jesus, sendo um Ser Poderosíssimo, jamais quis ser igual a Deus-Pai. O outro filho de Deus, o Lúcifer/Satanás, esse, sim, quis ser igual a Deus. Por isso, foi destituído do céu e lançado nas trevas exteriores.

“e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado; em quem temos a redenção, a saber, a remissão dos pecados; o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Col. 1:13-15).

“E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho [Jesus] se sujeitará àquele [Deus Todo-Poderoso] que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:28).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém [isto é, Jesus], a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Apoc. 3:14).

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens” (Felipenses 2:5-7).

“Ouvistes que eu vos disse: Vou, e voltarei a vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai; porque o Pai é maior do que eu” (João 14:28).

“Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20:17). [Aqui e em Apocalipse Jesus chama Deus de “meu Deus”].

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste” (João 17:3).

Jesus mesmo disse que só existe um ser bom, que é Deus, o Pai; nem Ele mesmo se considerou “bom” plenamente; disse ainda: “que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus, aquele que tu enviaste”. Jesus faz clara distinção entre ele e o Pai. O Pai é o único Deus verdadeiro, e ele é uma outra pessoa divina que o Pai enviou. Existe alguma dificuldade em entender isso?

CASO 4:

No livro de Apocalipse vemos uma cena em que cada um dos 24 Anciãos de Dias – juízes que compõem o Conselho Divino -, tinham em suas mãos uma taça de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.

“Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos” (Apoc. 5:8).

Podemos concluir que essas taças de ouro eram recipientes onde se colocavam as anotações das orações dos santos. Quem as recolhia e anotava eram os anjos emissários. As anotações eram feitas em um tipo de material que se queimava. Após os conselheiros tomarem conhecimento do conteúdo das orações enviadas a Deus, eles as descartavam, queimando-as simbolicamente como incensos.

***

Concluímos, com essas explicações, que a resposta das orações dos santos depende dos anjos emissários. Os anjos são enviados de acordo com suas categorias e de acordo com a situação ou tamanho do problema. Existem casos em que o próprio Senhor Jesus é enviado em missão especial, como no caso do profeta Daniel e no caso de João, na ilha de Patmos.

***(FECHANDO O PARÊNTESE)***

CONCLUINDO

Analisemos primeiramente Apocalipse 3:20.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”.

Temos mais duas referências cruzadas com Apoc. 3:20.

“Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada” (João 14:23).

“Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai” (I João 2:24).

Devemos entender que a declaração “eis que estou à porta e bato”, não é literal; não é Jesus pessoalmente batendo a porta da nossa casa ou do nosso coração; é apenas uma forma figurativa de Jesus dizer que aquele que ouve a sua Palavra, O está recebendo e recebendo o Pai também. Isso se evidencia quando recebemos em nossa casa um enviado de Deus anunciando o Evangelho. Se recebermos a mensagem do Evangelho, estamos recebendo a Jesus em nossa casa, em nossa vida.

A declaração de I João 2:24 explica Apoc. 3:20 e João 14:23. Se permanecermos na Palavra, o Pai e o Filho permanece em nós.

Na verdade, a prática da caridade e do amor ao próximo, a atenção que damos aos desamparados, pobres e necessitados, evidencia a presença de Jesus em nossa vida, em nossa casa. Leia com atenção os seguintes versículos.

“Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (Mat. 10:40).

“E qualquer que receber em meu nome uma criança tal como esta, a mim me recebe” (Mat. 18:5).

“Qualquer que em meu nome receber uma destas crianças, a mim me recebe; e qualquer que me recebe a mim, recebe não a mim mas àquele que me enviou” (Marcos 9:37).

“Em verdade, em verdade vos digo: Quem receber aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (João 13:20).

Agora vamos analisar a seguinte declaração de Jesus: “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20).

Nos quatro evangelhos e em todo o NT esta declaração é única, pois não existe referência cruzada com outros textos.

O bom estudante da Bíblia deve atentar para as notas de concordância e referências cruzadas. Para que uma doutrina seja firmada, é necessário que haja mais de uma referência bíblica sobre aquele assunto. Quando Jesus fez essa declaração, Ele falava a respeito de “julgamento” e “concordância” entre dois ou três irmãos a respeito de alguém ou algum assunto. Repare que Jesus falou isso enquanto andava junto aos discípulos e os ensinava. E Ele mesmo disse que haveria momentos em que não poderiam tê-lo junto a eles. Então, como Jesus seria onipresente se Ele mesmo diz que nem sempre os discípulos o teriam por perto para fazer-lhe alguma oferenda, dedicar-lhe alguma honra ou gratidão?!

“Porquanto os pobres sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; a mim, porém, nem sempre me tendes” (Marcos 14:7).

Cadê a onipresença de Jesus nessa declaração de Marcos 14:7?

Na verdade, a PRESENÇA de Jesus no meio dos crentes é o “ESPÍRITO DE JUSTIÇA” e “ESPÍRITO DE EQUIDADE” do próprio Senhor Jesus, que prevaleceria no momento em que os crentes se reunissem para julgar e concordar a respeito de alguém ou de algum assunto. Ele nos deu exemplo de como tratar das pessoas e julgar com justiça e equidade.

Após a sua ressurreição, Jesus deu as últimas instruções a um grupo de seguidores e os confortou, dizendo:

“… e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20.

Como já afirmei, acima, Jesus não pode estar presente fisicamente e nem espiritualmente no meio dos crentes porque Ele foi embora e prometeu um dia voltar. Existe coisa mais lógica do que isso?

Porém, eu posso garantir que, embora Jesus não se faça presente espiritualmente no meio dos crentes, mas FISICAMENTE Ele quase sempre está, e eles não o percebem.

Os crentes, durante os cultos, oram pedindo a presença de Jesus no meio deles; e outros chegam a dizer que estão sentindo a sua presença. Porém, não percebem que Jesus sempre esteve e quase sempre está ao lado de cada um deles, refletido nos rostos dos irmãos carentes, nos rostos dos pobres e necessitados, nos rostos dos marginalizados, nos rostos dos fracos e doentes.

Jesus está presente fisicamente quase sempre ao nosso lado, e não o conhecemos.

Não é o Jesus Crucificado que se faz presente no meio dos crentes, mas, sim, o  Jesus Marginalizado, o Jesus Doente, o Jesus Pobre e Necessitado. Será que é difícil entender isso?!

“Fizeram de Jesus um Rei Potente, enquanto que Ele vive entre nós como um pobre”.

Vou explicar. Atentem para alguns trechos da Bíblia.

“Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos irmãos pobres e carentes, deixastes de o fazer a mim”.

A missão de Jesus aqui na Terra se identificou mais com a causa dos pobres e oprimidos do seu povo, que viviam subjugados pelo Império Romano e pela própria cúria sacerdotal da época. Jesus veio para os pobres e oprimidos e para salvar os pecadores também. Todas as pessoas pobres, carentes, oprimidas e marginalizadas se identificam em Jesus. Quem as vê, está vendo o próprio Jesus manifesto em seus rostos. Então, é nesse ponto que eu quero concluir as minhas explicações.

Não era Jesus, pessoalmente, que estaria junto aos crentes até a consumação dos séculos, mas, sim, os pobres e oprimidos, os doentes e marginalizados que estariam representando fisicamente a sua presença. Quem os vê, está contemplando Jesus em seus rostos. É desta forma que Jesus disse que estaria conosco todos os dias. E sabemos que quase sempre estão presente juntos aos crentes pessoas pobres, carentes, doentes, injustiçadas, marginalizadas, drogadas, desorientadas sexualmente, esperando uma mão amiga, uma ajuda, um socorro.

“Pois nunca deixará de haver pobres na terra; pelo que eu te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra” (Deuteronômio 15:11).

“Se tenho negado aos pobres o que desejavam, ou feito desfalecer os olhos da viúva, ou se tenho comido sozinho o meu bocado, e não tem comido dele o órfão também (pois desde a minha mocidade o órfão cresceu comigo como com seu pai, e a viúva, tenho-a guiado desde o ventre de minha mãe); se tenho visto alguém perecer por falta de roupa, ou o necessitado não ter com que se cobrir; se os seus lombos não me abençoaram, se ele não se aquentava com os velos dos meus cordeiros; se levantei a minha mão contra o órfão, porque na porta via a minha ajuda; então caia do ombro a minha espádua, e separe-se o meu braço da sua juntura” (Jó 31:16-22).

“Por causa da opressão dos pobres, e do gemido dos necessitados, levantar-me-ei agora, diz o Senhor; porei em segurança quem por ela suspira” (Salmos 12:5).

“O que despreza ao seu vizinho peca; mas feliz é aquele que se compadece dos pobres” (Prov. 14:21).

“O justo toma conhecimento da causa dos pobres; mas o ímpio não tem entendimento para a conhecer” (Prov. 29?7).

“Se vires em alguma província opressão de pobres, e a perversão violenta do direito e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso. Pois quem está altamente colocado tem superior que o vigia; e há mais altos ainda sobre eles” (Ecles. 5:8).

“Os pobres e necessitados buscam água, e não há, e a sua língua se seca de sede; mas eu o Senhor os ouvirei, eu o Deus de Israel não os desampararei” (Isaías 41:17).

“Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?” (Isaías 58:7).

“os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho” (Mateus 11:5).

“Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me” (Mateus 19:21).

“Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim” (Mateus 25:34-45).

“Porquanto os pobres sempre os tendes convosco; a mim, porém, nem sempre me tendes” (Mateus 26:11).

“Porquanto os pobres sempre os tendes convosco e, quando quiserdes, podeis fazer-lhes bem; a mim, porém, nem sempre me tendes” (Marcos 14:7).

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4:18).

“Mas quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos; e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos.” (Lucas 14:13-14).

“Jesus, porém, lhe disse: Certo homem dava uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: vinde, porque tudo já está preparado. Mas todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e preciso ir vê-lo; rogo-te que me dês por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me dês por escusado. Ainda outro disse: Casei-me e portanto não posso ir. Voltou o servo e contou tudo isto a seu senhor: Então o dono da casa, indignado, disse a seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois disse o servo: Senhor, feito está como o ordenaste, e ainda há lugar. Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a entrar, para que a minha casa se encha. Pois eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lucas 14:16-24).

“Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado” (Lucas 19:8).

“Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia levantar uma oferta fraternal para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém” (Rom. 15:26).

[Atualmente levantam-se ofertas vultosas para os pastores mercenários, e não para os pobres].

“conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre” (II Cor. 9:9).

“recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres; o que também procurei fazer com diligência” (Gál. 2:10).

“Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que são pobres quanto ao mundo para fazê-los ricos na fé e herdeiros do reino que prometeu aos que o amam?” (Tiago 2:5).

MEDITE NA MÚSICA “SEU NOME É JESUS CRISTO”, DE AUTORIA DESCONHECIDA.

***

***

***

***

Até as pessoas do mundo fazem músicas inspiradas no ensino de Jesus, reconhecendo a presença de Deus nas pessoas carentes.

ONDE ESTÁ DEUS?

***

A luta pela causa dos pobres, oprimidos e injustiçados, que defendo aqui, não se trata de comunismo ao modelo dos homens sem Deus, mas ao modelo de Cristo. Antes mesmo de aparecer os comunistas modernos, Jesus Cristo já pregava o amor ao próximo e a igualdade de condições entre os homens. Jesus foi o maior comunista de todos os tempos.

***

PARA FINALIZAR, MAIS ALGUMAS EXPLICAÇÕES

Engraçado que os teólogos cristãos são medrosos quanto ao designar a divindade com certos atributos inferiores ao que eles acham que Deus deve receber. Eles acham que nunca devemos nos referir a Deus-Pai com adjetivos ou atributos inferiores ao que eles determinam no ensino teológico. Se diminuirmos um tantinho o que Deus é, Ele pode nos destruir.

Vamos imaginar três níveis de atributos: baixo, médio e superior. Nunca devemos nos referir a Deus com atributos inferiores ao nível médio, pois se o fizer, estaremos blasfemando. Sempre tem que ser do médio para cima. Se eu disser “Deus é poderoso”, até aí, tudo bem. Mas o certo é dizer “Todo-Poderoso”. Se eu disser “Deus é bom”, “Deus é fiel”, estou livre de punição. Mas se disser “Deus é mau”, “Deus é injusto”, “Javéh é um Deus sanguinário”, nesse caso, sou passivo de punição por tamanha petulância.

Por exemplo, se dissermos que Deus não é “onipotente”, mas apenas um ser “poderoso”, estamos blasfemando. Pois Ele deve ser tratado como um ser “inatingível”, “inefável”, “Todo-Poderoso”, onisciente, onipresente e onipotente. Os teólogos trinitarianos garantem que se dissermos que “Jesus não é Deus”, estamos blasfemando, pois Ele, além de ser “Deus” igual ao Pai, é Todo-Poderoso também. Se eu disser que Deus não é tão poderoso e grandioso como Ele quer que a gente acredite lendo os relatos bíblicos, estou blasfemando, pois eu jamais devo duvidar da sua onipotência, onisciência e onipresença.

Deus-Pai é grandioso, sim. Porém, não devemos exagerar nos atributos, como por exemplo, afirmando que Deus é um Ser Absoluto (ou seja, imutável, atemporal, infinito, imortal, intolerante, inextinguível, inatingível, inefável, eterno, incriado, etc), pois não temos plena certeza se alguns desses atributos se encaixam em “ser absoluto”. Ora, se Deus é amoroso e compassivo, mas também se ira e ordena matar, então Ele já não é um ser absoluto, mas um ser relativo, passível de mudar de intenção. Deus não se arrepende porque Ele é Deus. Mas ele pode mudar o curso dos acontecimentos que havia determinado que acontecesse. Ele bem podia perdoar a humanidade sem que fosse preciso Jesus vir aqui morrer por nós. Mas houve um motivo maior para que Jesus fosse obrigado a vir a este mundo padecer e morrer. Jesus foi obrigado a morrer numa cruz. Por isso, Ele exclamou no Jardim do Getsêmane: “Pai, se for possível, passa de mim esse cálice!”. Em outras palavras, “Pai, por favor, não me obrigues a passar por tamanha humilhação e sofrimento diante dos homens!”.

Responda-me uma coisa? Por que Deus, com toda grandeza que tem, sendo Todo-Poderoso e inigualável em poder, teme Satanás, um ser que os cristãos pentecostais dizem que é um derrotado e insignificante? Ora, Deus não teme Satanás no sentido de enfrentá-lo pessoalmente com seu exército de seguidores, mas teme no sentido de que ele possa frustrar os seus planos e dominar parte do universo e das coisas criadas. Por isso, quer encerrá-lo no lago de fogo, para nunca escapar de lá.

Se Satanás não é um ser poderoso, por que Jesus teve que vir ao mundo para morrer, e tirar o poder dele, e livrar as almas dos mortos de seu domínio?

Todo esse medo que os cristãos vivenciam diariamente e todo o plano de Deus quanto à humanidade ocorre por conta de um ser derrotado e insignificante? Sim. Mas Satanás não está totalmente derrotado e nem é insignificante, pelo menos até agora. Ele é muito poderoso. No entanto, um dia ele vai ser derrotado, mas até lá, fará muitos estragos. Por isso, devemos temê-lo, pois ele não é um ser insignificante.

Se Satanás estivesse fora dessa história de pecado e redenção, será que os religiosos cristãos, judeus, católicos e protestantes viviam com medo e temor de alguma condenação? Não. Então, todo esse temor e medo gira em torno desse personagem chamado Satanás. Se ele é um derrotado e insignificante, por que os crentes vivem com temor e medo do inferno? Por que os crentes passam o ano todo lutando contra esse ser insignificante e derrotado? Simplesmente porque ele não é derrotado e nem insignificante.

Por isso, não brinque com Satanás e nem o desafie. Nem mesmo Jesus brincou com Satanás, e ainda reconheceu que ele tinha poder. Pense comigo: se você acha que ofende a Deus simplesmente por dizer que “Deus é injusto”, e acha que Ele pode te castigar, imagine se você falar que “Satanás é um derrotado, um condenado”! Será que ele não vai te castigar também? Ou armar uma cilada pra você cair…?

Veja o que Pedro e Judas falam a respeito dos que não respeitam as “dignidades” (os deuses):

“Especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas concupiscências, e desprezam toda autoridade. Atrevidos, arrogantes, não receiam blasfemar das dignidades” (II Pedro 2:10).

“Contudo, semelhantemente também estes falsos mestres, sonhando, contaminam a sua carne, rejeitam toda autoridade e blasfemam das dignidades. Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: ‘O Senhor te repreenda’. Estes, porém, blasfemam de tudo o que não entendem” (Judas 1:8-10).

Pronunciar juízo de maldição é a mesma coisa que falar “Satanás é um derrotado”, “Satanás é um condenado e amaldiçoado”.

Experimente maldizer Satanás, e veja se ele não vai armar uma cilada pra você! Pode não acontecer na mesma hora, no mesmo dia. Mas os seus anjos vão anotar direitinho tudo o que você falou. Deus pode nos livrar dos ardis de Satanás. Mas nem sempre Ele nos livra, porque isso depende dos anjos (anjos da guarda, como dizem os católicos).

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Salmos 34:7).

Deus-Pai, Todo-Poderoso – que é bom e compassivo – pode até perdoar certas ofensas. Porém, Satanás não perdoa as ofensas.

***************************************************************
FALOU E DISSE MIQUELS7 – 08 de Fevereiro de 2015.

Anúncios

07/01/2015 - Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS | , , , , ,

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: