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OS SETE PERÍODOS DA HUMANIDADE E O 666

Oficial – Os Sete Períodos da Humanidade e o 666 (Elaborado por Miquels7)

(ATUALIZADO E CONCLUÍDO)

Os Algarismos Romanos são a forma mais fácil de se entender os períodos da Humanidade e o significado do Nº 666.

João, o que escreveu o livro de Apocalipse, baseou-se nos Sete Algarismos Romanos para escrever as profecias, relatar as trombetas, as taças da ira de Deus, e relacionar os governos humanos, impérios mundiais, e por fim, o período do Reino Milenar.

São Sete (7) os Algarismos Romanos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100), D (500) e M (1000).

A soma dos 6 primeiros algarismos dá 666 (I+V+X+L+C+D = 1+5+10+50+100+500 = 666).

O número 666 representa o período do Governo Humano, isto é, o Governo da Besta.

O sétimo algarismo (M), cujo valor é 1000, representa o Governo de Jesus Cristo, que durará mil anos.

Sete-7 (Sábado) é o Dia do Senhor, o Dia do Descanso, que durará um milênio.

Os 6 primeiros Selos abrangem o período desde a queda do homem no Jardim do Éden até o término da Dispensação da Graça. No período do 7º Selo são tocadas 7 trombetas. Entre a 6ª e a 7ª trombetas há um intervalo de 7 tempos menores, período que equivale ao derramamento das 7 Taças. Quando é tocada a 7ª Trombeta, o tempo está cumprido e se inicia o Reino Milenar.

Blog - Calendário da Profecia - Oficial (Miquels7)

EXPLICAÇÕES:

O bom estudioso da Escatologia Bíblia deve ater-se ao seguinte detalhe:

Existem duas linhas de tempos proféticos: o tempo de paz e de provação para o povo escolhido de Deus, o povo judeu; e o tempo de paz e provação para o mundo ou habitantes da Terra.

O tempo de paz e repouso para o povo judeu é de 7 anos, 70 anos e 490 anos. Ou seja, esses tempos são múltiplos de 7 com 7 (7, 7×7=49 e 7×70=490).

O tempo de provação do povo judeu e o mundo é de 6 anos, 42 anos e 420 anos. Ou seja, esses tempos são múltiplos de 6 com 7 (6, 6×7=42 e 6×70 = 420 anos).

Sendo assim, existem dois calendários proféticos, que correm um ao lado do outro: um com datas relativas ao povo judeu, e outro, com datas relativas ao mundo ou planeta Terra.

O difícil é harmonizar as datas desses dois calendários proféticos, de tal forma que elas não entrem em conflito.

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Sou apenas eu que faço esses cálculos, porque minha escatologia é diferente da teologia tradicional. Outros estudiosos da Bíblia e escatologistas não dão valor para os meus estudos porque eles estão presos ou apegados à velha forma de estudar as profecias. Eu sozinho não consigo encaixar direito as datas, de forma a ser mais preciso nos cálculos. Se os escatologistas tradicionais deixarem a velha forma de ver as profecias, garanto que aqui comigo eles verão coisas espantosas que estão retratadas na Bíblia.
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É preciso um estudo minucioso sobre as datas relacionadas
aos múltiplos de 6 com 7. 

O tempo de provação é dado pelos múltiplos de 6 com 7: 42 dias, 42 meses, 42 anos e 420 anos.

Como já foi mostrado anteriormente que existe, sim, um intervalo de tempo profético entre o 6 e o 7, se você prestar atenção no Quadro dos Tempos Proféticos, verás que existe um abismo entre o 6 e 0 7. Na parábola de Rico e Lázaro o pai Abraão responde ao rico que lamenta e chora no Hades, dizendo:

“E além disso, entre nós e vós está posto um grande abismo, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem os de lá passar para nós” (Lucas 16:26).

Com isso, concluímos que existe um ABISMO entre o homem e o Paraíso.

O homem é 6 e Deus/Paraíso é 7.

Para o homem chegar até Deus ele precisa atravessar esse abismo que existe entre o 6 e o 7.

Quando Deus viu a corrupção generalizada do gênero humano, decidiu que o tempo restante da humanidade ante-diluviana seria de apenas 120 anos. Na verdade, 120 é um número arredondado. O correto é 126 anos (3×42 anos = 126 anos). Noé passou 126 anos planejando a construção da Arca.

“Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos” (Gênesis 6:3).

O tempo de provação dos Israelitas no Egito foi de 420 (400 anos arredondado).

“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos – na verdade, 420 anos” – Gênesis 15:13.

José e a família de Jacó, seu pai, passaram 70 anos vivendo em paz no Egito. Depois desse tempo, os israelitas viveram escravizados no Egito por 420 anos.

O povo judeu passou 70 anos vivendo em paz na Babilônia.

Depois do regresso da Babilônia os judeus passaram  mais 420 anos de provação, sob o domínio grego/romano.

Os israelitas viveram em paz do Ano Domini até o ano 70 d.C, quando o exército romano, sob o comando do general Tito, destruiu o Grande Templo, encerrando oficialmente a Dispensação da Lei. Os sacrifícios contínuos foram cessados.

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“Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado” (Daniel 8:14).

2300:2 = 1150 anos (tardes + manhãs quer dizer um dia e uma noite, que perfaz 1 dia completo).
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A 1ª Diáspora dos judeus aconteceu mais ou menos no ano 586 a.C. (586 – 420 = ano 166 a.C.).

O período inter-bíblico, isto é, os acontecimentos entre o Antigo e Novo Testamento foi de 400 anos (na verdade 420 anos).

Jesus morreu, ressuscitou e foi elevado aos céus no Ano 27 da Era Cristã.

Os judeus passaram 42 anos de prova após a morte de Jesus (27 anos + 42 anos = ano 69 d.C.

O Templo judeu foi destruído no Ano 70 da Era Cristã, que ocasionou a 2ª diáspora dos judeus pelo mundo.

Portanto, aí se inicia uma nova contagem de tempos de provação, que vai até 1948.

420 anos + 420 anos + 420 anos  = 1260 anos (ou 42 meses proféticos = 1260 dias, que equivalem a 1260 anos) – MACRO-TEMPO. 

“E ouvi o homem vestido de linho, que estava por cima das águas do rio, quando levantou ao céu a mão direita e a mão esquerda, e jurou por aquele que vive eternamente que isso seria para um tempo, dois tempos, e metade de um tempo. E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas” (Daniel 12:7).

Alguns exegetas e escatologistas acham que Daniel estava se referindo, aí, às 70 semanas de tempos proféticos de Daniel 9:24-27. Mas não tem lógica isso.

(Um tempo=7 semanas=7×7=49 anos; dois tempos=62 semanas=62×7=434 anos; e metade de um tempo= 1 semana= 7 anos).

Totalizando um período de 490 anos (7×70).

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador” (Daniel 9:24-27).

Sabemos que as 70 semanas de Daniel vão até o nascimento, morte de Jesus, o Messias, e a destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. Mas há um detalhe: vai só até a 69ª semana. Portanto, falta uma semana que os exegetas dizem que ainda não se cumpriu. Ficou um intervalo de tempo entre a 69ª e a 70ª semana de Daniel.

A frase: “e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações” refere-se ao INTERVALO DE TEMPO, indeterminado.

Em Daniel 9:27 os escatologistas tradicionais acham que a frase “ele fará um pacto firme com muitos por uma semana” refere-se ao período dos 7 anos da Grande Tribulação. E que na metade da semana o Anti-Cristo cortaria/cancelaria o acordo de paz que faria com o povo de Israel. Ele, o Anti-Cristo, profanaria o Templo e poria fim aos sacrifícios contínuos. Porém, outros exegetas garantem que esse “pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador” já se cumpriu. E tal cumprimento se deu quando o Grande Templo foi profanado pelo General Tito e destruído pelo Exército Romano no ano 70 d.C. A frase “e sobre a asa das abominações virá o assolador” refere-se à chegada do Exército Romano para matar e destruir Jerusalém e o Grande Templo.

Mas, há outros escatologistas que acham que esse “um tempo, dois tempos e metade de um tempo”, de Daniel 12:7, não se refere às 70 semanas de Daniel como sendo 7 semanas, 62 semanas e 1 semana. Refere-se, então, a qual tempo?

Um tempo pode ser 1 semana (7 anos); dois tempos, 2 semanas (14 anos); e metade de um tempo (3 anos e meio) = 24 anos e meio.

Mas, um tempo também pode ser 490 anos, que é o tempo de convivência em paz dado ao povo judeu. (490 + 2×490 + 490:2) = 1715 anos. Começado quando?

Mas, o mais correto é afirmar que esse “um tempo” equivale a 360 dias = 360 anos. Um dia profético equivale a 1 ano.

Sendo assim: um tempo=360 anos; dois tempos=720 anos; e metade de um tempo=180 anos. Somando-se tudo dá 1260 anos. E isso equivale ao tempo dado aos governos humanos. (3×42=126 e 3×420=1260).

Os tempos proféticos relativos ao mundo, aos governos humanos são: 126 anos, 1260 anos e 2100 anos. Este último refere-se ao tempo Zodiacal.

“E desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias” (Daniel 12:11).

Apocalipse 12:6,14 confirma definitivamente que “um tempo, dois tempos e metade de um tempo” equivale a 1260 dias proféticos (1260 anos ou simplesmente 3 anos e meio).

Mas Daniel 12:11 diz que serão 1290 dias. Por que isso? Na verdade, o número certo é 1260 dias (1260 anos).

E a partir de quando começa a contar esses 1260 dias?

Se pensarmos que o texto de Daniel 12:11 se refere ao Segundo Templo que foi destruído pelo exército romano, então esse tempo começa a contar a partir do ano 70 d.C.

Portanto, 70 + 1260 = 1330. Período de tempo nada significativo.

Se, porém, lembrarmos que o Terceiro Templo será reconstruído em data futura, quando os judeus voltarão a realizar os sacrifícios, então esse tempo pode começar a contar a partir de 2069 d.C. E esse tempo não será de 1260 dias proféticos, mas de 1260 dias literais, que equivale a 3 anos e meio, período (micro-tempo) em que serão derramadas as 7 taças da ira de Deus, conforme Apocalipse 15 e 16.

Certamente que o 3º Templo será reconstruído em Jerusalém, e novamente será profanado pelos gentios. Os muçulmanos o profanarão.

Isso pode ocorrer no ano 2069 (42 meses equivale a 3 anos e meio > 2069 + 3 anos = 2072, quando ocorrerá o FIM) – MICRO-TEMPO.

“Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses” (Apocalipse 11:2).

O ano de 1948 demarca a volta dos judeus à sua terra natal; demarca o término da provação. E Israel deverá passar mais 70 anos de paz e prosperidade. (1948 + 70 = 2018).

Após Noé entrar na Arca ainda se passaram 7 dias antes de iniciar o Dilúvio.

Após o término da Dispensação da Graça, em 2027 d.C, haverá um intervalo de 42 anos, antes de se iniciar o Reino Milenar de Cristo.

A Dispensação da Graça pode ter iniciado em 27 d.C ou 70 d.C.

QUANTO AO TÃO FALADO ARREBATAMENTO

Os crentes gentios podem tirar o cavalinho da chuva, porque não haverá arrebatamento para gentios.

Se os apóstolos, os crentes da Igreja primitiva, meus pais – que foram mais crentes do que eu -, pastores e grandes líderes cristãos não tiveram o privilégio de serem arrebatados, por que eu terei esse privilégio?

Se esses crentes atuais, crentes da Nova Era, que são mais mundanos do que crentes, pensam que vão ser arrebatados, estão redondamente enganados!

Não haverá arrebatamento para os crentes gentios. Só haverá arrebatamento para 144 mil judeus. E isso ocorrerá depois da 6ª trombeta, e antes da Ira de Deus.

“Vi no céu ainda outro sinal, grande e admirável: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus” (Apoc. 15:1).

O Livro do Apocalipse foi escrito por um judeu e para os judeus. Tudo no Apocalipse se refere aos judeus; trata com judeus e o mundo pecador. Os crentes gentios querem ter primazia sobre os judeus. Querem ser judeus, mas não são. São a Sinagoga de Satanás.

Por causa de discriminação, preconceito e perseguição aos judeus por parte dos gentios, os teólogos católicos e protestantes tomaram para si a primazia de tudo, e inclusive, acham que as profecias do Apocalipse referem-se mais aos crentes gentios do que aos judeus. É o contrário. As profecias do Apocalipse estão mais voltadas com a história e a causa do povo judeu.

O preconceito contra os judeus é tão absurdo que os teólogos protestantes chegaram ao ponto de afirmar que o arrebatamento dos 144 mil judeus é um privilégio temporário de um povinho qualquer. Tiveram a audácia de dizer que, possivelmente, esses 144 mil judeus foram escolhidos para morrerem como mártires pregando o Evangelho durante a Grande Tribulação. Bando de doidos esses teólogos protestantes!

Por não se darem por convencidos, outros acham que o Cordeiro terá duas Noivas. A primeira Noiva é os 144 mil judeus selados e arrebatados retratados em Apocalipse capítulos 7 e 14. E a segunda Noiva é a Igreja formada pelos crentes gentios, essa que os crentes andam dizendo que Jesus vem buscar.

Porém, só existe uma Noiva do Cordeiro. E essa Noiva são os 144 mil judeus santos e irrepreensíveis, que serão arrebatados.

“E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apoc. 7:2-4).

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai. E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas. E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá (Noiva). Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apoc. 14:1-4). 

A CIDADE SANTA, A NOVA JERUSALÉM: QUEM É?

E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo” (Apoc. 21:2).

“E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das sete últimas pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a Noiva, a esposa do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a santa cidade de Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus” (Apoc. 21:9-10).

Conforme o trecho, supracitado, a Cidade Santa, a Nova Jerusalém nada mais é que a Comitiva dos 144 mil judeus que descem para a Terra. Isto é, Cristo e sua Noiva.

Portanto, não existe esse negócio de cidade celestial, uma cidade literal, de ruas de ouro, portões de pérolas e muros de cristal.

Por que se diz que a cidade é quadrada? Por causa de 12×12 = 144.

Porque essa cidade nada mais é que a representação simbólica dos 144 mil judeus, que são a Noiva do Cordeiro. Observe nos números: a cidade tem 12 fundamentos. E 12×12 = 144. Agora, veja o que o texto diz sobre a distância:  “E mediu a cidade com a cana e tinha ela doze mil estádios”.

A largura, comprimento e altura da Cidade eram iguais. A Cidade tinha 12 mil estádios (12000 x 12 = 144 mil). Logo, a cidade nada mais é que o Grupo dos 144 mil.

Na Parábola das Dez Virgens, nenhuma das dez virgens era a Noiva do Noivo. As 10 virgens eram apenas convidadas do Noivo e da Noiva. Portanto, o Noivo é Cristo e a Noiva são os 144 mil judeus arrebatados. As virgens prudentes que não tosquenejaram representam os gentios salvos, que participarão das Bodas do Cordeiro, como convidados.

“Aquele que tem a Noiva é o Noivo; mas o amigo do Noivo, que está presente e o ouve, regozija-se muito com a voz do Noivo” (João 3:29).

Engraçado que no Novo Testamento há apenas 6 referências à palavra “NOIVA”: uma citação no Evangelho de João (3) e as restantes, no Apocalipse. Das cinco referências à palavra “noiva” no Apocalipse, apenas quatro refere-se a um grupo de salvos, e esses salvos são os 144 mil judeus selados e arrebatados. Nenhuma dessas citações de “NOIVA” tem ligação com o palavra IGREJA. A palavra “IGREJA” só aparece nos capítulos 1, 3 e 22 de Apocalipse.

Pela Parábola das Dez Virgens dá para perceber que as virgens representam um grupo de pessoas, e a Noiva representa um outro grupo especial de pessoas. O Noivo é Jesus, o Cordeiro. A noiva é mais importante que as dez virgens, as quais foram convidadas para as bodas.

Além de serem poucas as referências à palavra “noiva” no Novo Testamento, quando duas das 6 citações aparecem no capítulo 21 de Apocalipse, os crentes ainda acham que a tal “noiva” é uma cidade celestial, física, de ruas de ouro, muros de jaspe luzente, mar de cristal e portas de pérolas. Quanta criancice desses crentes em interpretar um texto bíblico não tanto complicado!

E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo” (Apoc. 21:2).

“E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das sete últimas pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a Noiva, a esposa do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a santa cidade de Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus” (Apoc. 21:9-10).

Pois éh! No capítulo 21 de Apocalipse o anjo chama de “Noiva” a cidade de Nova Jerusalém. E os crentes acreditam que a “noiva” é uma cidade física e não um grupo de pessoas. Quanta ilusão colocaram na cabeça desses crentes! Uma hora eles dizem que a Noiva é a Igreja; outra hora o anjo diz que a noiva é a Cidade Santa; e os crentes acreditam que a tal cidade santa é uma cidade física, de verdade. Haja paciência para tentar colocar isso na cabeça dos crentes!

Os 144 mil selados são a Noiva do Cordeiro. Se você não aceita isso, rasgue sua Bíblia e junte-se aos anti-semitas. Junte-se ao resto do mundo que deseja o aniquilamento de Israel. Os judeus são e serão o povo mais poderoso da Terra. Apesar de Deus direcionar as 7 taças da ira sobre os pecadores de toda a Terra, mas seu povo Ele poupará. E antes que seu povo seja aniquilado no final da grande Batalha do Armagedon, Deus intervirá e seus inimigos serão exterminados. Se você não aceita que judeus dominem o mundo, junte-se ao resto do mundo, ao Irã, ao Estado Islâmico e aos palestinos e lute contra Israel. Só aviso uma coisa: nada e ninguém poderá destruir Israel. Todos os seus inimigos serão aniquilados.

“E foram dadas à mulher [ISRAEL] as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da Serpente” (Apoc. 12:14).

“Ora, quando se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, a fim de ajuntá-las para a batalha. E subiram sobre a largura da terra, e cercaram o arraial dos santos e a cidade querida; mas desceu fogo do céu, e os devorou” (Apoc. 20:7-9).

Depois que o crente toma lavagem cerebral na igreja, sua mente fica igual à de uma criança de 5 anos de idade, que acredita em contos de fada. Se disser que a Serpente do Paraíso era um inocente reptil no qual Satanás se incorporou para poder conversar com Eva, o crente acredita piamente. E ainda acha que cobra tinha patas antes de ser amaldiçoada. É de pura infantilidade a mente da maioria dos crentes.

A MULTIDÃO QUE NINGUÉM PODIA CONTAR

A multidão, que ninguém podia contar, retratada em Apocalipse 7, refere-se aos SANTOS – judeus e gentios – que estavam mortos, incluindo os mortos da Grande Tribulação, e que foram RESSUSCITADOS, e não arrebatados.

“Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos” (Apoc. 7:9).

Lembre-se que os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, antes dos 144 mil serem arrebatados. Esta é a primeira ressurreição.

“Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós [judeus escolhidos], os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4:15-17).

Antes de iniciar o derramamento das últimas 7 pragas (7 taças), observe que os santos, os vencedores da Besta se regozijam; só que estes não estão mais na Terra, e sim, no Céu:

“E vi como que um mar de vidro misturado com fogo; e os que tinham vencido a Besta e a sua imagem e o número do seu nome estavam em pé junto ao mar de vidro, e tinham harpas de Deus” (Apocalipse 15:2).

Se alguém tiver que ser salvo, deve ser salvo antes do derramamento das 7 últimas pragas.

Se por hipótese parte desses que se regozijam no Céu em Apoc. 15:2 são os crentes gentios arrebatados, significa que o ARREBATAMENTO acontecerá depois da 6ª trombeta e antes das 7 taças da ira de Deus.

Mas pode ser que esses que se regozijam no Céu em Apoc. 15:2 sejam os crentes que MORRERAM perseguidos durante a Grande Tribulação e não os que pensam que serão arrebatados.

Após o reino milenar e Batalha Final do Armagedom ainda haverá a ressurreição final dos ímpios. Esta será a segunda ressurreição.

“Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos” (Apoc. 20:5-6).

O JUÍZO FINAL

“E vi um grande Trono Branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o além entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. E todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo” (Apoc. 20:11-15).

LINHA DOS TEMPOS PROFÉTICOS DE DEUS (RESUMO)

Linha dos Tempos Proféticos (Resumo)

Concluindo:

As cidades de Roma, Babilônia, Egito e especialmente Jericó, na Bíblia, tipificam o Mundo, o planeta Terra, seus habitantes, seus governos e sistemas de coisas.

A Grande Babilônia de Apocalipse 17 e 18 é o Planeta Terra e seus sistemas de coisas.

No capítulo 6 do livro de Josué está bem detalhado o simbolismo do número Sete-7.

Para que a cidade de Jericó (que representa o mundo) fosse derrubada até o chão, os israelitas tinham que cumprir um ritual determinado por Deus.

– 7 Sacerdotes tinham que levar 7 cornetas. (7 ANJOS COM 7 TROMBETAS DO APOCALIPSE).
– Durante 7 dias os 7 sacerdotes teriam que rodear a cidade de Jericó (EQUIVALE ÀS 7 TROMBETAS DO APOCALIPSE).
– Durante 6 dias teriam que rodear a cidade uma vez por dia (EQUIVALE AO TOQUE DAS 6 PRIMEIRAS TROMBETAS).
– No 7º dia teriam que rodear a cidade 7 vezes (EQUIVALE AO DERRAMAMENTO DAS 7 TAÇAS DA IRA).

Só assim se pôs abaixo as muralhas de Jericó, e a cidade foi tomada e destruída.

Desta mesma forma Deus planejou a destruição deste mundo, a destruição do planeta Terra e seus moradores.

O Grande Dragão, a Antiga Serpente (também conhecido como Lúcifer) deu o seu poder à Besta. A Besta representa os governos humanos.

Deus planejou tudo desde o princípio para por fim a essa parceria entre os homens e o Grande Dragão.

O governo dos homens com a Serpente será destruído na marra. Deus irá sacudir literalmente os céus e a Terra.

Deus não poupará nem os inocentes. Todos vão pagar por tê-lo rejeitado.

Para você ter uma ideia de como Deus irá sacudir a Terra, leia o capítulo 24 do Livro de Isaías.

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JOSUÉ 6

1 Ora, Jericó se conservava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía nem entrava.
2 Então disse o Senhor a Josué: Olha, entrego na tua mão Jericó, o seu rei e os seus homens valorosos.
3 Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, contornando-a uma vez por dia; assim fareis por seis dias.
4 Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifres de carneiros adiante da arca; e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas.
5 E será que, fazendo-se sonido prolongado da trombeta, e ouvindo vós tal sonido, todo o povo dará um grande brado; então o muro da cidade cairá rente com o chão, e o povo subirá, cada qual para o lugar que lhe ficar defronte:
6 Chamou, pois, Josué, filho de Num, aos sacerdotes, e disse-lhes: Levai a arca do pacto, e sete sacerdotes levem sete trombetas de chifres de carneiros, adiante da arca do Senhor.
7 E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e marchem os homens armados adiante da arca do Senhor.
8 Assim, pois, se fez como Josué dissera ao povo: os sete sacerdotes, levando as sete trombetas adiante do Senhor, passaram, e tocaram-nas; e a arca do pacto do Senhor os seguia.
9 E os homens armados iam adiante dos sacerdotes que tocavam as trombetas, e a retaguarda seguia após a arca, os sacerdotes sempre tocando as trombetas.
10 Josué tinha dado ordem ao povo, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca, até o dia em que eu vos disser: gritai! Então gritareis.
11 Assim fizeram a arca do Senhor rodear a cidade, contornando-a uma vez; então entraram no arraial, e ali passaram a noite.
12 Josué levantou-se de madrugada, e os sacerdotes tomaram a arca do Senhor.
13 Os sete sacerdotes que levavam as sete trombetas de chifres de carneiros adiante da arca da Senhor iam andando, tocando as trombetas; os homens armados iam adiante deles, e a retaguarda seguia atrás da arca do Senhor, os sacerdotes sempre tocando as trombetas.
14 E rodearam a cidade uma vez no segundo dia, e voltaram ao arraial. Assim fizeram por seis dias.
15 No sétimo dia levantaram-se bem de madrugada, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; somente naquele dia rodearam-na sete vezes.
16 E quando os sacerdotes pela sétima vez tocavam as trombetas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade.

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Para baixar este estudo elaborado por mim e baixar slides do Moacir Júnior, acesse o seguinte endereço no Abelhas:
http://abelhas.pt/Miquels7-BR/ARQUIVO+7+-+CALCULANDO+A+VERDADE+%28Moacir+Junior%29/Sobre+o+Misterioso+Intervalo+entre+o+6+e+7
ou
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/ARQUIVO+7+-+CALCULANDO+A+VERDADE+%28Moacir+Junior%29/Sobre+o+Misterioso+Intervalo+entre+o+6+e+7
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Elaborado por Miquels7 – Em 29 de Julho de 2015.
Todos os Direitos Reservados

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29/07/2015 - Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, TEMAS DIFÍCEIS | , , ,

2 Comentários »

  1. Amigão, boa noite.
    Primeiramente gostaria de parabenizar pelo estudo!
    Segundo, você não pode esquecer, e esse é um tópico muito relevante, de que todo seu estudo escatológico está baseado em uma tradução do Padre João Ferreira de Almeida, correto? Porém, muito, mas muito provavelmente, a versão original escrita por João, o ancião, deva ser 30 % do que temos agora! E isso com muita ousadia minha! Não vou me ater de como os pergaminhos do apocalipse foram tratados nos primeiros séculos pelos cristãos, mas uma das provas do que eu estou falando é o famoso LIVRO DA VIDA, porém “LIVRO”, o primeiro foi a bíblia de Gutemberg com a invenção da imprensa… Como pode ser LIVRO, ou livros? Então amigão, e quando digo amigão não é ironia e sim te considerando pelo grande estudo aqui proposto. Não menosprezes as outras teorias tradicionais, porque muito provavelmente nós e quando digo nós eu logicamente me incluo, não chegamos nem perto das verdadeiras profecias do apocalipse de João.

    Curtir

    Comentário por Robson Escossia Pereira | 28/05/2016 | Responder

  2. só posso agradecer por compartilhar esse conhecimento

    Curtir

    Comentário por oitenta | 30/07/2015 | Responder


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