MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

A DOUTRINA DA TRINDADE É O MAIOR ENGODO DO CRISTIANISMO

*****************(CONCLUÍDO E ACRESCENTADO)*****************

A Doutrina da Trindade é a Maior Heresia do Cristianismo

Trindade

Os líderes de cada seita religiosa cristã, seja ela antiga ou as que surgem por aí todos os dias, sempre alegam que receberam revelação de Deus para fundar o ministério. Só que Deus não é deus de confusão.

Todos os dias surgem novas denominações evangélicas, principalmente do ramo pentecostal, cada uma com um nome chamativo ou inusitado, às vezes acompanhado de “mundial”, “universal” ou “global”. O Brasil é um celeiro dessas seitas diabólicas. O país está se tornando uma verdadeira “babilônia”, cheio de seitas cristãs, todas elas visando os dízimos e dinheiro fácil, pois foram inspiradas no Deus “Mamon”. Assisti a uma reportagem do jornalista Roberto Cabrini, na qual fez uma pesquisa sobre quantas seitas são fundadas todos os meses no Brasil. Foi grande seu espanto ao constatar que os registros de seitas em cartórios não aconteciam todos os meses, mas todos os dias. Ele encontrou até anúncio de venda de igrejas em jornais, onde se incluía toda a mobília, instrumentos musicais e alguns membros.

“Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamon [às riquezas]” (Mateus 6:24).

Esses líderes religiosos são tão obcecados por dinheiro, que eles não mostram o Estatuto da Igreja, não mostram o “credo” deles antes da pessoa ACEITAR Jesus. A pessoa se converte, se batiza, mas eles não falam no que eles acreditam, quais são as suas doutrinas e quais eles não acreditam. Hoje em dia tem crente novo convertido que só descobre o “credo” da sua igreja através da internet.

****

Certa vez apareceu um grupo de religiosos na minha pequena cidade do interior do Amazonas, no ano de 1989, mas eles não se identificaram com nenhuma seita. Se não me engano, a única identificação que traziam era a sigla ABBI. Solicitaram à prefeitura um espaço para armarem uma tenda tipo tenda de circo, e o prefeito cedeu o espaço num grande cruzamento entre duas ruas. Eu havia evangelizado várias pessoas na cidade, tanto gente humilde da periferia quanto gente da alta sociedade. Na rua onde morava tentei evangelizar duas famílias de católicos fanáticos, mas eles não quiseram de jeito nenhum ser crente, pois odiavam crentes, principalmente os da Assembléia de Deus, por causa dos muitos escândalos que havia naquela igreja; uma dessas pessoas que tentei evangelizar chamava-se dona Ambrósia. Tentei evangelizar uma outra senhora, esposa de um importante funcionário do Estado, mas ela não quis de jeito nenhum ser crente da Assembléia de Deus. Porém, com a chegada desse grupo de religiosos (que ninguém sabia de que seita pertenciam), essas mesmas pessoas que tentei evangelizar foram seduzidas por eles e levadas a assistir às suas palestras e ensinamentos. Eles passaram um mês dando palestras, fazendo dinâmicas, oferecendo lanches, e toda forma de entretenimento. Quando vi que dona Ambrósia estava assistindo às palestras, disse a ela: ‘Dona Ambrósia, a senhora disse que não gosta de crentes, mas está frequentando uma igreja de crentes; esse pessoal aí pertencem à Igreja Adventista do Sétimo Dia’. Aí dona Ambrósia retrucou: ‘Eles não são crentes, e nem falaram que são adventistas; eles são muito bons, ensinam muitas coisas boas sobre Deus e a Bíblia’. Passados algumas semanas, o grupo de adventistas desfarçados deu o golpe final: perguntaram às pessoas que haviam participado das palestras se elas queriam ser batizadas nas águas. Foi aí que eles se revelaram, depois de ter feito a lavagem cerebral naquelas pessoas. Todas essas pessoas que disse que tentei evangelizar se batizaram na igreja adventista. Eles arranjaram uns tanques bem grandes e encheram de água. E em pouco tempo um monte de gente se batizou. E em curto espaço de tempo eles conseguiram um terreno para construir um templo; levantaram o templo em tempo recorde. E meu vizinho que não queria ser crente da Assembléia de Deus se tornou líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Com esse fato, quero mostrar a artimanha que essas seitas usam para iludir as pessoas e aprisioná-las com seus ensinamentos heréticos. Na verdade, eu e outros irmãos semeamos a Palavra de Deus, mas vieram outros, e colheram os frutos. Mas não tenho certeza se essa colheita foi para salvação. “Porque nisto é verdadeiro o ditado: Um é o que semeia, e outro o que ceifa” (João 4:37).

****
Tenho uma irmã mais velha que se converteu e se batizou na Igreja Evang. Assembléia de Deus do Amazonas, mas os crentes “hienas” da Igreja Pentecostal Unida do Brasil a assediaram e conseguiram incutir na sua mente a abominável doutrina da Unicidade de Jesus. Ela deixou a Assembléia e se rebatizou na Igreja Unida do Brasil, em Nome de Jesus. Essa Igreja Unida do Brasil é uma peste. É uma seita que adota os ensinos de um tal Sabélio, também conhecido como Sabelianismo. Os líderes dessa seita fazem uma lavagem cerebral tão grande nos adéptos que eles não procuram converter os descrentes, mas eles visam converter os crentes de outras seitas para a seita deles. São tipo urubus em cima de carcaça. Se um crente se desvia de alguma seita, ou se ele é disciplinado (expulso), eles correm e tentam levar o crente desviado para a seita deles. Lá eles fazem a lavagem cerebral e o crente se torna um fanático e sai por aí criando polêmica e confusão com irmãos das igrejas que crêem na Doutrina da Trindade. Eles trazem suas bíblias com marcações, do início ao fim, e andam sempre prontos para confrontar os trinitarianos. Quando o trinitariano diz que Deus é triuno por causa disso, por causa daquilo, eles já tem na ponta da língua e marcado, os textos para rebater e confrontar. É terrível. Eles só faltam amaldiçoar aqueles que não aceitam a Doutrina da Unicidade de Cristo. Minha irmã tentou uma vez me dar um sermão sobre a Doutrina da Unidade de Jesus, mas foi tudo em vão. Ela não conseguiu nada comigo. E naquela época eu já tinha boa experiência sobre a Doutrina da Trindade e consegui rebatê-la com os argumentos tradicionais dos trinitarianos. Mas hoje não acredito na doutrina da trindade, pois estudei bastante e descobri a verdade verdadeira. Minha irmã dizia que havia conhecido a verdade. E na verdade, todo crente que recebe lavagem cerebral fala isso mesmo. Mas eu não digo que descobri a verdade porque recebi lavagem cerebral, mas foi porque eu, pelos meus próprios esforços, e tendo uma mente iluminada por Deus, estudei boas literaturas e estudei CORRETAMENTE a Bíblia, sem fanatismo religioso. E descobri que tanto os trinitarianos quanto os unicistas estão enganados. Os Unicistas morrem afirmando que Deus é um só e seu nome verdadeiro é JESUS e que esse nome ele terá eternamente; afirmam que Jesus de Nazaré é o mesmo Deus Jeová do Antigo Testamento; afirmam que a doutrina da trindade é uma heresia e quem se batiza em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo não está salvo; e que o batismo correto deve ser feito em Nome de Jesus. Eles resumem assim: Jesus é o Pai, Jesus é o Filho e Jesus é o Espírito Santo. Os Unicistas têm um versículo bíblico na ponta da língua para sustentar as suas heresias, igualmente como os Trinitarianos também têm os seus argumentos. E cada um diz que teve a revelação do Espírito Santo para ensinar a verdade. A Igreja Pentecostal Unida do Brasil ainda ensina outras doutrinas falsas, diferentes das igrejas trinitarianas.

Certa vez emprestei da minha irmã da Igreja Unida uma apostila de estudos sobre o Apocalipse e doutrina da unidade de Jesus. A tal apostila era comentada por um “doutor” em divindade daquela seita, e era um norte-americano. Eu li apressadamente a apostila para ver o que o “doutor” iria comentar sobre o que diz em Apocalipse 3:12b, visto que eles afirmam que o nome “JESUS” é o verdadeiro nome de Deus e que é um nome eterno. Mas, para minha surpresa o filho da mãe pulou o versículo e não comentou nada sobre a frase: “e também o meu novo nome”. Eu queria saber como ele ia explicar qual seria o “novo nome de Jesus”, já que eles afirmam que “Jesus” é um nome eterno de Deus.

“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o MEU NOVO NOME” (Apoc. 3:12).

Na Wikipédia tem um resumo geral sobre as seitas que rejeitam a Doutrina da Trindade e o que elas ensinam sobre Jesus. Veja no link:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADticas_%C3%A0_doutrina_da_Trindade

No link, abaixo, um artigo que mostra que muitos crentes adventistas não sabem que a IASD não acredita na Doutrina da Trindade:

http://www.adventistas.com/maio2003/irmao_elpidio8.htm

****
Há um grupo de cantores evangélicos que são muito famosos no Brasil, o Grupo Voz da Verdade. Os cantores desse grupo pertencem à Igreja Pentecostal Unida do Brasil, essa mesma igreja a qual me referi, acima. Embora os componentes desse grupo gospel tenham aparecido na mídia e participado de programas de entrevistas, mas a literatura deles é terrível, pois eles condenam os trinitarianos e o resto da cristandade. Às vezes tenho pena da minha irmã, por ela ter se tornado uma fanática religiosa, e acima de tudo, fanática dessa seita de lunáticos. Hoje em dia parece que minha irmã não é tão fanática como antes. Porém, não há quem faça ela se convencer de que Deus é uma trindade, ou que Jesus não é Deus.

No link, abaixo, há um pequeno histórico sobre o líder do conjunto musical Voz da Verdade e a nova seita unicista a qual ele fundou.

http://ministeriobbereia.blogspot.com.br/2010/05/e-o-ministerio-voz-da-verdade-uma.html

http://antigonprbrasil.blogspot.com.br/2010/08/e-o-ministerio-voz-da-verdade-uma.html

Os hereges trinitarianos falando mal dos unicistas. Isso é Babilônia:

http://www.cacp.org.br/igreja-voz-da-verdade-uma-seita-unicista/

****
O VÍDEO ONDE UM LÍDER RELIGIOSO MUÇULMANO MOSTRA A UMA CATÓLICA QUE JESUS NÃO É DEUS

Deparei-me com um vídeo na internet, que disponho no link abaixo, onde um líder religioso muçulmano explica a uma jovem católica, embasado em textos bíblicos, que Jesus não é Deus.

Religioso Muçulmano Esclarece a Uma Jovem Porque Jesus não é Deus

Ou baixe o vídeo neste link:

Muçulmano Dá Lição a Uma Jovem e Mostra que Jesus não é Deus

Apesar do Rev. Caio Fábio discordar do líder muçulmano, mas o que ele fala no vídeo está certíssimo.

A Doutrina da Trindade é o maior engodo do cristianismo.

Os primeiros cristãos não consideravam Jesus um deus igual ao Pai; nem mesmo os apóstolos escreveram ensinamentos em suas epístolas afirmando que Jesus é Deus. Até o século II D.C. os cristãos da Igreja Primitiva acreditavam que Jesus foi o Messias prometido no Antigo Pacto, que trouxe as boas novas do reino, mas que morreu pelo povo, ressuscitou, e prometeu retornar para estabelecer o reino de forma definitiva. Porém, os cristãos passaram a cultuar Jesus como um deus a partir do momento em que a Igreja Católica Romana, durante o reinado do Imperador Constantino, fundamentou o Dogma da Santíssima Trindade no Concílio de Niceia, no ano 325 D.C.

Os pais da igreja – sacerdotes católicos, como Santo Agostinho, que fundamentou a Doutrina da Trindade -, ao afirmar que Jesus também é Deus, igual ao Pai, eles se depararam com uma grande heresia: o Politeísmo. Foi por causa da politeísmo que eles arquitetaram uma forma de explicar que a divindade não é constituída de três deuses separados, mas de uma suposta Trindade (três em um): Pai, Filho e Espírito Santo, mas que essa trindade é apenas UM Deus, formado de uma mesma substância. Eles fundamentaram (bolaram) isso, de acordo com o ensino esotérico, para poder justificar que não estão adorando mais de um Deus, o que constituiria em um politeísmo. A Doutrina da Trindade foi uma forma de repressão às doutrinas disseminadas pelo Arianismo, que ensinava que Jesus não era Deus, mas que foi apenas um profeta poderoso.

A Doutrina da Trindade não tem uma explicação lógica, mas os teólogos, padres e pastores que a adotam não estão nem aí! O importante é que o crente acredite que Deus é Triúno, e pronto! Essa terrível doutrina é fundamentada no ensino esotérico. Ela só pode ser “entendida” através do esoterismo. E o esoterismo é um sistema de ensino ocultista. Os teólogos honestos atestam que o Evangelho de João e o Livro de Apocalipse são os dois livros esotéricos da Bíblia, pois neles contém muito simbolismo e nomes de cunho esotérico, tais como “verbo” (João 1:1), “filho de Deus”, “filho unigênito” (João 3:16), “batismo no espirito” (João 3), “novo nascimento”, “filho do homem”, “sete espíritos de Deus”, “sete castiçais”, “lua e mulher coroada pisando sobre a lua”, “dragão ou serpente”, “a besta de 7 cabeças e a mulher meretriz”, e assim por diante.

Além de unicistas e trinitarianos divergirem sobre a composição da divindade, eles também divergem num ponto que acham crucial: a fórmula batismal. Os trinitarianos dizem que o batismo verdadeiro deve ser feito em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, conforme Mateus 28:19; já os unicistas são categóricos em afirmar que quem se batiza em nome da trindade não está salvo, e que o batismo verdadeiro deve ser feito em o Nome de Jesus, conforme Atos 2:38.

Parece que os teólogos unicistas e trinitarianos, além de ingênuos, sofrem de amnésia. Será que eles não percebem que João Batista e o próprio Jesus e seus discípulos efetuavam batismo de arrependimento? E João Batista batizava em nome de quem? Qual a fórmula batismal de João? E Jesus e seus discípulos também batizavam. Será que os discípulos batizavam os pecadores arrependidos em nome do seu Mestre Jesus, ou em nome do Deus Todo-Poderoso? É claro que eles só podiam mencionar o nome do Deus Javé, e de ninguém mais. Ou será que João batizou o próprio Senhor Jesus em nome da trindade, ou em nome de Jesus?

“Assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados” (Marcos 1:4).

“Ora, João também estava batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas; e o povo ia e se batizava” (João 3:23).

“Quando, pois, o Senhor soube que os fariseus tinham ouvido dizer que Ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos do que João – ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos” (João 4:1-2).

“Respondeu-lhes ele: Eu também vos farei uma pergunta; dizei-me, pois: O batismo de João era do céu ou dos homens?” (Lucas 20:3-4).

****
No link, a seguir, você pode conferir um resumo sobre a obra de Santo Agostinho de Hipona, intitulada A Trindade, que ele elaborou em 16 anos (século V), em vários volumes, na qual ele fundamentou a Doutrina da Trindade. Essa obra de Agostinho serviu de base para outros teólogos sustentarem a heresia da trindade.

Agostinho e a Santíssima Trindade

Neste outro link você poderá conferir um trecho extraído da obra A Trindade, de Santo Agostinho, onde se constata o fraco argumento que faz sobre a divindade de Jesus, baseando-se em João 1:1. Outro comentarista dessa obra de Agostinho afirma que a maioria das suas declarações sobre a trindade não são baseadas em textos bíblicos. Ou seja, ele se utiliza de conceitos esotéricos (coisas do ocultismo) para definir a trindade. Agostinho baseia o seu argumento somente em João 1:1, afirmando que o Filho é um ser divino incriado, e não faz analogia com outros textos bíblicos que atestam que Jesus é um ser divino criado, e sendo, portanto o primogênito da criação, ou Filho Unigênito do Pai (isto é, aquele que foi gerado do próprio Pai). Só que o fato de dizer que Jesus é um ser gerado do próprio Pai, da própria substância do Pai, implica em um ensino esotérico, de origem ocultista. Tudo isso envolve um monte de explicações esotéricas. Se Jesus é filho legítimo do Pai, onde está a mãe eterna de Jesus? Ou será que Deus é um ser andrógino (hermafrodita)? Se Deus gerou um Filho-Deus, semelhante a Ele mesmo, então Ele poderá gerar outros Deuses iguais a Ele.

A Trindade de Agostinho: Consubstancialidade do Pai e do Filho

****
PROVANDO QUE JESUS NÃO É DEUS IGUAL AO PAI

A coisa mais fácil na Bíblia é provar que Jesus não é Deus igual ao Pai. Mas, para incutir na mente dos cristãos que Jesus pode e deve ser adorado, os padres católicos tiveram que inventar a esotérica Doutrina da Trindade, para que todos adorem a Jesus sem ter medo de estar praticando o politeísmo.

A morte de Jesus na cruz em favor da humanidade não é invalidada se dissermos que Ele não é Deus.

Jesus veio a este mundo como um embaixador de Deus, veio como um ser investido de autoridade.
Jesus morreu na cruz como um servo de Deus, que veio provar seu amor pela humanidade.
Jesus era e é um ente divino que estava ao lado de Deus desde tempos eternos. Ele foi o primogênito da criação. Ele foi o primeiro ser poderoso que Deus criou. Ele sempre esteve ao lado do Pai, e por causa dele os mundos e os seres vivos foram criados. Os anjos foram criados muito tempo depois do Filho Unigênito do Pai surgir. Anjos, arcanjos e querubins foram criados para auxiliar o Pai e o Filho na criação e no controle dos mundos criados. Um segundo ente divino poderoso também foi criado, o qual ficou conhecido como Satanás. Mas este não cumpriu o seu papel de regente, guardião e protetor das criaturas de Deus. Ele se orgulhou e quis se colocar na posição de Deus, para ser adorado. Por isso, foi destituído do seu reino. Jesus tomou o seu lugar como regente, guardião e protetor da criação, especialmente de nós humanos, aqui da Terra. Quando Jesus veio a este mundo provar o seu amor pela humanidade, morrendo numa cruz, ele exclamou: “Toda a autoridade foi me dada no céu e na Terra” (Mateus 28:18). Jesus tomou o poder de Satanás e assumiu o controle até do Inferno, pois disse: “e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apoc. 1:18).

Satanás quis ser igual a Deus, mas Jesus não teve essa intenção, essa audácia de querer ser igual a Deus.

Veja o que Paulo disse sobre isso:

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2:5-11).

Jesus subsistia em forma de Deus, MAS NÃO ERA DEUS IGUAL AO PAI. É o mesmo que disse o evangelista João, em João 1:1:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus”.

A versão Novo Mundo das Escrituras Sagradas (das Testemunhas de Jeová) traduz João 1:1 assim: “e o Verbo era um deus”.

Sei que há controvérsias sobre a tradução correta de João 1:1. Mas o que devia prevalecer eram as referências paralelas ou cruzadas, que corroborassem o texto. Como só existe uma citação, então essa única citação não pode servir de base doutrinária.

Devemos entender que o Evangelho de João é um evangelho esotérico, pois contém vocábulos e termos ocultistas. E todo ensinamento que se utiliza de enigmas, como no caso do Apocalipse, é um ensino ocultista. Esse vocábulo VERBO deriva do ensino esotérico e em nenhum outro evangelho é ensinado sobre Jesus ser o Verbo. Na verdade, João tentou encaixar Jesus como um ente divino, mas não igual ao Pai. Só que aí o que ele disse em João 1:1 foi um prato cheio para os trinitarianos afirmarem que Jesus é Deus, igual ao Pai.

João 1:1 também diz que “Jesus estava no princípio com Deus”. Só que os anjos e arcanjos também estavam no princípio com Deus, e nem por isso vamos achar que os anjos são Deuses iguais ao Pai. Jesus disse que “antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8:58). Mas os anjos também já existiam antes que Abraão existisse. Então, um ente dizer que já existia antes de Abraão ou antes do princípio do mundo, não garante que o tal seja um Deus igual ao Pai.

Quando Jesus tiver terminado sua missão e colocado todos os inimigos por escabelo de seus pés, ele entregará o poder e autoridade que recebeu do Pai, e voltará a ocupar a posição que antes exercia como ente divino.

“Então virá o fim quando ele entregar o reino a Deus o Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder. Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte. Pois se lê: Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz: Todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:4-28).

O que Paulo disse, no trecho supracitado, é a maior prova de que Jesus não é Deus igual ao Pai.

SE JESUS RECEBEU AUTORIDADE E PODER DO PAI PARA REINAR E TOMAR DE CONTA DA HUMANIDADE, DEVEMOS ADORÁ-LO?

Ora, se Satanás é adorado, por que Jesus, que é muito melhor que Satanás, não pode ser adorado?

Sim, Jesus pode ser VENERADO como um ente divino poderoso – pois tudo que vem do céu é divino. E Jesus, como um ente divino poderoso, deve ser temido e respeitado. João ficou tão impressionado com o poder dos anjos, que quis adorar o anjo que lhe havia revelado as visões (Apoc. 22:8-9). Mas o anjo disse que João não podia adorá-lo.

Se os católicos que dizem que não adoram as imagens de santos, mas se ajoelham diante delas, por que não podemos nos ajoelhar diante de Jesus? Podemos nos ajoelhar diante dele sim, porque Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Mas devemos saber que Ele não é o maioral. E Ele mesmo tem que dizer que existe um maior do que Ele. E Jesus tem essa consciência, pois disse: “o Pai é maior do que Eu” (João 14:28).

Paulo disse que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Se todo joelho se dobrará, é claro que esse “dobrar” será em atitude de reverência e não de adoração.

“Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2:10-11).

Um dos textos que mais os defensores da Doutrina da Trindade utilizam para justificar que Jesus é Deus e pode ser adorado é o de Hebreus 1:6.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Heb. 1:6).

Todo exegeta e apologista honesto sabe que os escritores do Novo Testamento utilizaram como fonte de pesquisa e inspiração os escritos da Torá, isto é, os escritos do Antigo Testamento, e até mesmo o polêmico Livro de Enoch. E quase todas as citações que o autor da Carta aos Hebreus faz, podemos conferi-las no Pentateuco, nos Salmos e nos Profetas. Porém, a citação de Hebreus 1:6 não se encontra em nenhum livro do Antigo Testamento, sendo portanto uma citação apócrifa, ou extra-bíblica. Essa citação “e todos os anjos de Deus o adorem” foi extraída de um livro apócrifo. Não existe nenhuma referência cruzada que possa respaldar a referida citação.

****
ALGUMAS PROVAS DE QUE JESUS NÃO É DEUS TODO-PODEROSO

Para não me alongar muito, vou citar alguns casos que provam que Jesus não é Deus igual ao Pai.

1) Jesus mesmo disse: “Eu nada faço de mim mesmo, mas como o Pai me ensinou, assim falo” (João 8:28). Disse ainda que: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6:38).

2) Pedro diz em Atos 2:22 que os milagres que Jesus operou foram realizados pelo Pai, e não pelo próprio poder de Jesus: “A Jesus, o nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis”.

3) Jesus disse que “antes que Abraão existisse, Eu sou” (João 8:58). Mas os anjos também já existiam antes de Abraão existir, e nem por isso vamos considerá-los como Deuses.

4) Os trinitarianos alegam que Jesus era Deus porque tinha o poder de perdoar pecados. Ora, Jesus tinha o poder de perdoar pecados porque Ele recebeu do Pai autoridade para o fazer. Ele não perdoava pecados porque era Deus, mas porque havia recebido autoridade. Da mesma forma, o próprio Jesus delegou poder de perdoar pecados aos seus discípulos (apóstolos): “Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E havendo dito isso, assoprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos” (João 20:21-23). Jesus recebeu autoridade do Pai para perdoar pecados, Ele mesmo confessou isso: “Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados (disse então ao paralítico): Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa” (Mateus 9:6).

5) Um jovem rico chamou Jesus de “bom mestre”, mas Jesus não aceitou ser chamado de “bom” e disse que só havia um que era “bom”: Deus, o Pai Todo-Poderoso. Portanto, se Jesus não aceitou ser chamado de “bom”, logo, ele não é Deus.

6) Jesus ensinou a “oração do Pai-Nosso”. Se Ele fosse Deus, teria ensinado a “oração do Jesus-nosso”. Jesus NUNCA ensinou seus seguidores a buscar a Ele em oração ou PEDIR alguma coisa a Ele em oração. Se você ora diretamente a Jesus, pedindo alguma coisa a Ele, você está fazendo algo errado. Nenhum dos apóstolos oraram diretamente a Jesus, suplicando-lhe alguma coisa. Jesus ensinou que tudo que necessitássemos devíamos pedir ao Pai, rogar ao Pai em seu nome. Portanto, devemos somente orar ao Pai, suplicando as bençãos em nome de Jesus. Paulo escreveu 13 epístolas e em todas elas ele começa com uma saudação aos crentes, e exalta primeiramente a Deus, o Pai, e em nenhuma delas ele exalta a Jesus como um deus; ele sempre se dirigia a Deus-Pai em oração, e nunca a Jesus: “Graça seja convosco, e paz, da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus;” (I Cor. 1:3-4).

7) Jesus Cristo, enquanto esteve aqui na Terra, foi diversas vezes ao Grande Templo, em Jerusalém, mas Ele nunca chegou lá dizendo-se ser Deus e pedindo que as pessoas o adorassem; Jesus foi ao Templo não só para ensinar, mas para adorar ao Pai e para zelar pela Casa de Deus. Os teólogos tradicionais dizem que quando o Terceiro Templo for reconstruído em Israel, o tal Anticristo irá se assentar no trono para ser adorado. Só que no Grande Templo de Jerusalém nunca existiu esse tal “trono”; no grande Templo não existe um trono; existe um altar sobre o qual é colocado a Arca da Aliança. Essa doidice de “trono” dentro do Templo é loucura dos teólogos de araque. Segundo a lógica dos teólogos de araque, se Jesus fosse Deus Ele teria ido ao Grande Templo para se assentar no tal “trono” e se proclamar rei de Israel, e exigir adoração como um Deus. Jesus nunca foi no Templo para ser adorado, mas para adorar ao Pai.

Quando o Terceiro Templo for reconstruído Jesus não entrará nele para ser adorado, mas para adorar ao Pai.

Na sua entrada triunfal em Jerusalém, dias antes da sua morte, Jesus não recebeu adoração da multidão, mas recebeu aclamação do povo que gritava “hosana ao Filho de Davi, bendito o que vem em nome do Senhor”.

8) Nem mesmo no Apocalipse há alguma sugestão de que Jesus seja Deus. No Apocalipse Jesus chama Deus de “meu Deus” (Apoc. 3:12). Também em João 20:17 Jesus chama Deus de “meu Deus”: “Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.

9) Em Mateus 28:19-20 diz o seguinte: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Segundo alguns estudiosos, o Evangelho de Mateus foi o único escrito numa língua diferente do grego, isto é, foi escrito em aramaico (ou hebraico como outros afirmam). Também especula-se que os padres católicos e o Papa se apossaram da única cópia original do livro de Mateus em aramaico, e depois fizeram uma tradução para o grego, alterando muitas partes do livro. E uma das partes alteradas ou adulteradas foi o trecho de Mateus 28:19, assim como também foi adulterado e enxertado uma frase a mais no texto de I João 5:7-8. A frase “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” foi acrescentada pelos padres católicos para sustentar a Doutrina da Trindade. E que o texto sem o enxerto é assim: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os e ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. A prova maior que o texto de Mateus 28:19 foi adulterado é o fato de nenhum dos apóstolos ter batizado alguém em nome da trindade. No livro de Atos dos Apóstolos – que narra a história da Igreja Primitiva – não há nenhum registro de alguém sendo batizado em nome da trindade. E nem nas epístolas há registro. Os apóstolos batizavam os novos convertidos em nome de Jesus. Taí os unicistas para provar que ninguém no Novo Testamento foi batizado em nome da trindade. Os católicos se valem de um escrito apócrifo denominado de “Didaquê” (escrito muito tempo depois do último livro do NT) para provar que os apóstolos batizavam invocando a trindade. Mas, isso não vem ao caso.

10) O trecho de I João 5:7-8 foi adulterado pelos tradutores católicos e mantido em algumas versões da Bíblia por tradutores protestantes. Veja como afirma o texto adulterado: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num”. As bíblias que trazem a frase “três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito, e estes três são um” são bíblias adulteradas. O trecho correto de I João 5:7-8 é assim: “E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e estes três concordam”. Os tradutores católicos acrescentaram essa frase no texto bíblico para sustentar a falsa Doutrina da Trindade.

11) Em Mateus 12:32 Jesus disse o seguinte: “Se alguém disser alguma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo, nem no vindouro”. Ora, se Deus realmente fosse uma trindade, onde fica a pessoa do Pai nesta declaração de Jesus? Ele só cita o Filho do homem e o Espírito Santo; e onde fica o Pai? Se alguém blasfemar contra o Pai não terá efeito algum? Será que Jesus se esqueceu do Pai? É claro que Jesus não citou o nome do Pai nessa declaração porque o Espírito Santo é o Espírito do Pai. E quem blasfema contra o Espírito Santo está blasfemando contra o Pai, o Deus Jeová. Veja o que diz: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7). Se Jesus fosse Deus, a ofensa contra Ele teria o mesmo peso que a ofensa contra o Espírito Santo ou o Pai.

12) Jesus declarou aos discípulos que não sabia o dia da sua volta, do seu retorno a este mundo para estabelecer o Reino Milenar. Quando os trinitarianos se depararam com essa declaração, correram da sala para a cozinha tentando arranjar uma explicação ou uma justificativa para continuar afirmando que Jesus é Deus, onisciente e onipotente. Mas eles nunca encontraram uma resposta satisfatória. Chegaram ao cúmulo de afirmar que Jesus na verdade SABIA do dia da sua volta, mas que Ele preferiu se OMITIR, e não revelar nada aos discípulos. Nas palavras desses teólogos trinitarianos, Jesus MENTIU aos seus discípulos, dizendo que não sabia o dia da sua vinda, e nem os anjos sabiam. Na verdade, Jesus mostrou que não era Deus, e foi sincero em afirmar que não sabia o dia do seu retorno a este mundo.

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do homem” (Mateus 24:35-37).

13) Jesus NÃO SABIA que uma figueira não tinha frutos e nem que não era época dela frutificar. Ora, isso mostra claramente que se Jesus fosse Deus onisciente Ele saberia de antemão que aquela figueira não tinha frutos e não teria razão para ir até lá verificar. E veja que Jesus, não achando frutos naquela árvore, a amaldiçoou. Como pode uma árvore ser culpada de não dar frutos fora da época?!

“No dia seguinte, depois de saírem de Betânia teve fome, e avistando de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se, porventura, acharia nela alguma coisa; e chegando a ela, nada achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E seus discípulos ouviram isso” (Marcos 11:12-14).

Se Jesus fosse Deus, ao invés de amaldiçoar a figueira, Ele teria feito ela ficar repleta de frutos no mesmo instante, para que saciassem a sua fome.

14) Em I Coríntios 11:3 diz que “a cabeça de todo homem é o Cristo; por sua vez, a cabeça da mulher é o homem; por sua vez, a cabeça de Cristo é Deus”. Logo, percebe-se que, assim como o homem não é divino simplesmente por Cristo ser a sua cabeça, da mesma forma Jesus não é Deus simplesmente por Deus ser a sua cabeça.

15) Colossenses 2:9 diz: “Porque nele [em Jesus]  habita corporalmente toda a plenitude da divindade”. Às vezes fico p. da vida com esses teólogos tradicionais, porque eles não têm uma visão além do alcance, são superficiais em seus argumentos fracos; e outras vezes são taxativos e não relativizam a interpretação do texto, tomam tudo ao pé da letra. Os que defendem a deidade de Jesus ensinam que a palavra “plenitude” de Colossenses 2:9 refere-se ao PODER, GLÓRIA, ESSÊNCIA ou SUBSTÂNCIA de Deus Todo-Poderoso. Eles incutiram na mente fraca dos crentes que TODA a glória e poder ILIMITADO de Deus habitavam corporalmente em Jesus. Com isso eles quiseram provar que Jesus é Deus Todo-Poderoso. E eles mesmos se contradizem, pois segundo a trindade, Deus, além de ser infinito, é tão glorioso e grandioso que o mundo todo não Lhe pode conter. Mas, o corpo de Jesus podia conter toda a glória divina e o poder ilimitado de Deus! Muito bom, isso, néh, trinitarianos?! Na verdade, a palavra “plenitude” de Col. 2:9 refere-se a “algo pleno ou completo”, isto é, “perfeição”. Deus é pleno, é perfeito. Portanto, trocando a palavra “plenitude”, o texto fica assim: “Porque nele habita corporalmente toda a perfeição da divindade”. Jesus é um ser divino e humano PERFEITO, pleno, porque Ele possui todas as QUALIDADES e CARACTERÍSTICAS de Deus, e não toda a glória de Deus. E é essa perfeição, essa plenitude que o crente deve buscar para a sua vida. Veja que Paulo usou a palavra “plenitude” anteriormente: “Para que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus-Cristo” (Col. 1:2). A expressão “plenitude da divindade” não quer dizer “glória ou poder ilimitado de Deus”, mas simplesmente, “perfeição ou características de Deus”. Jesus disse “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celestial” (Mat. 5:48). Em outras palavras: “Sede pleno em tudo como pleno é o vosso Pai”. Até o evangelista João disse que o crente salvo também já recebeu da “plenitude” de Cristo. Então, se é assim, o crente que recebe CORPORALMENTE a plenitude de Jesus também é um “Deus”? “Pois todos nós recebemos da sua plenitude, e graça sobre graça” (João 1:16).

16) “Eu e o Pai somos Um” (João 10:30). Novamente os trinitarianos levam tudo para o significado literal do texto. Jesus disse que não fazia a sua própria vontade, mas a vontade daquele que o enviou; disse ainda que o Pai era maior do que Ele; e na sua agonia no Getsêmani, antes de se entregar para a morte, suplicou ao Pai que não fosse necessário Ele pagar tão alto preço, mas se conformou em dizer “faça-se a tua vontade”. Jesus em nenhum momento discordou do Pai, e nunca praticou pecado algum, porque era perfeito, assim como o Pai é perfeito. Por isso ele disse: “Eu e o Pai Somos Um”. Jesus andou sempre em sintonia com o Pai e não fez nada que o desagradasse. Por isso, ser um com o Pai, significa ser um em propósito, e não “um” como unidade absoluta.

17) Quanto ao atributo ONIPRESENÇA de Jesus os trinitarianos utilizam a seguinte declaração: “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20) e também: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20). Novamente os trinitarianos pecam por fazer uma interpretação literal do texto. Jesus não é Deus, portanto, Ele não é onipresente. Jesus nada mais quis dizer que estaria “presente em espírito”, e não presente literalmente. Se Jesus é Deus e possui o atributo da “onipresença” – porque disse o que citei anteriormente -, então o nosso irmão Paulo de Tarso também é “Deus”. Olha o que ele disse: “Porque ainda que eu esteja ausente quanto ao corpo, contudo em espírito estou convosco, regozijando-me, e vendo a vossa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo” (Col. 2:5). Então, Paulo estava blasfemando de Deus, dizendo-se ser onipresente, se fazendo presente em espírito no meio dos crentes de Colosso? A mesma coisa os crentes pensam de Jesus: “Ele não está presente fisicamente aqui conosco, mas espiritualmente Ele está”. Só que os crentes imaginam que essa “presença” espiritual de Jesus no meio dos crentes é por motivo de Ele ser Deus, e portanto, onipresente. Só que Jesus nunca está em FORMA DE ESPÍRITO” no meio dos crentes. Se os crentes esperam a volta de Jesus é porque Ele não está aqui neste mundo. O que se faz presente no meio dos crentes é o “espírito de Cristo”, isto é, “a força de fé e perseverança de Cristo”, ou “a mensagem que Ele nos ensinou, o seu Evangelho”. Isso que quer dizer Jesus estar presente (em espírito) no meio dos crentes. No entanto, se Jesus quiser vir aqui na Terra qualquer dia, Ele vem. Só que dependendo de onde estiver, Ele pode demorar a chegar até aqui no planeta Terra. Veja em Daniel 10:13,21 que Jesus diz que passou 21 dias para trazer a resposta da oração de Daniel. Nesse caso Jesus veio como um anjo poderoso em caráter extraordinário. Esse Anjo que luta com Miguel contra os príncipes da Pérsia e da Grécia não é o Gabriel, pois Gabriel não é arcanjo, não é anjo de guerra; é apenas um mensageiro especial de Jeová. Segundo Lucas 1:19,26 Gabriel é um anjo mensageiro e não um arcanjo. Jesus declara que o arcanjo Miguel é um dos primeiros príncipes. Se existem vários príncipes, porque só Miguel ajuda Jesus? É porque Miguel é o comandante-mor dos exércitos do Céu.

João disse: “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta” (Apoc. 1:10). Mesmo que o “espírito” saia do corpo físico, mas não significa que esse “espírito” é onipresente. Supondo que Jesus tenha o poder de desintegrar o seu corpo (seja ele físico ou espiritual) e se apresentar na forma de espírito, isso não significa que o seu espírito será onipresente. Engraçado que Jesus não é onipresente, mas os trinitarianos acham que Satanás é onipresente, pois eles costumam citar o texto de Tiago que diz que o Diabo anda ao nosso derredor querendo nos tragar. Ou seja, o Diabo anda ao derredor dos crentes aqui no Brasil, e no mesmo instante ele está andando ao derredor dos crentes lá no Canadá, nos EUA, na África e na Europa. Eles acham que Satanás se incorpora numa pessoa lá em Brasília e ao mesmo tempo ele está incorporado num pai-de-santo lá em Codó, no Maranhão. 

18) Em Hebreus 1:8-9 diz o seguinte: “Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros”. O autor da carta aos Hebreus tomou texto do Salmo 45:6-7 para justificar que Jesus é Deus. O salmo 45 foi composto pelos filhos de Corá, que faziam parte do Coral que celebrava os cânticos no Templo. Este cântico do salmo 45 foi composto em celebração às bodas do rei, o Rei Davi. Todas as palavras deste salmo são direcionadas ao rei Davi, e são palavras de louvor e elogios ao rei. Só há um verso cujo direcionamento é para Deus, o Pai Todo-Poderoso. É o verso 6: “O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”. Logo em seguida (verso 7), as palavras do salmo voltam a ser dirigidas ao rei Davi: “[Tu, ó rei] Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros”. Sem dar-se conta, Timóteo se equivocou e imaginou que o conteúdo do verso 6 estava se referindo ao rei Davi, chamando o rei de “Deus”. No entanto, pode ser que tenha havido algum erro de cópia dos manuscritos originais pelos escribas judeus – pois não existe nenhum manuscrito original dos livros da Torá, e o que Paulo usava era uma cópia da Torá -, e pode ser que tenham trocado a palavra “rei” pela palavra “Deus”. Talvez o texto correto fosse assim: “O teu trono, ó rei, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”. Seria um grande elogio ao rei Davi e seu reinado em Israel. Repare que no início do salmo 45 se diz que os versos são dirigidos ao rei (rei Davi, e não a Jesus): “Dirijo os meus versos ao rei; a minha língua é qual pena de um hábil escriba”. No verso 9 diz assim: “Filhas de reis estão entre as tuas ilustres donzelas; à tua mão direita está a rainha, ornada de ouro de Ofir”. Se esse texto está se referindo a Jesus como o “rei”, então o que significa essa “rainha”? Seria a esposa de Jesus? Ou a esposa do rei Davi? Ah! Alguém vai dizer que essa “rainha” é a igreja, ou que se refere aos crentes assentados à direita do rei. Onde já se viu os crentes assistirem no culto, posicionados à direita de Jesus (ou do pregador)?! Se a rainha representa a igreja, o que representam as virgens e donzelas do Salmo 45:14? Seriam, por acaso, os anjos? Temos que parar com essa bobagem de ficar direcionando para Jesus e a igreja tudo o que se diz nos salmos.

Os defensores da Doutrina da Trindade dizem que Jesus nunca é retratado como um anjo na Bíblia, mas sempre como um ser superior aos anjos. Só que isso não é verdade. As características que João identifica o Ser magnífico e poderoso que lhe apareceu a primeira vez na Ilha de Patmos são características típicas de um anjo, pois são idênticas às do anjo do capítulo 10 de Daniel. Alguns anjos que aparecem na Bíblia são identificados trajando roupa de linho fino e sendo cingidos com um cinto de ouro: “Levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz” (Daniel 10:5); “E no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro” (Apoc. 1:13); “E saíram do santuário os sete anjos que tinham as sete pragas, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos, à altura do peito com cintos de ouro (Apoc. 15:6). “Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apoc. 19:14). Repare que Apoc. 1:13 diz que Jesus estava vestido de uma roupa “talar”. Ora, roupa talar quer dizer roupa comprida, vestido ou bata que desce até os calcanhares. E essa vestimenta de Jesus era feita de linho fino. Em Apoc. 19:8 os santos também são vestidos de linho fino: “E foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos”. Jesus ao ser sepultado foi envolto em lençóis de linho fino.

A carta aos Hebreus foi um tratado exclusivo, encomendado por Paulo a Timóteo. Paulo forneceu todos os manuscritos e materiais necessários para que Timóteo realizasse as pesquisas para elaborar essa carta especial aos judeus: “Quando vieres traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, especialmente os pergaminhos” (II Tim. 4:13). Paulo dedicou duas epístolas especiais a Timóteo, porque ele era um jovem muito estudioso e estimado. A preocupação do autor da carta aos Hebreus era não somente provar aos judeus/hebreus que Jesus era o Messias, mas provar também que Ele era Deus. Segundo os analistas e críticos literários, as características da epístola aos Hebreus são diferentes das demais epístolas de Paulo; o estilo de redação e comentários fogem ao estilo de Paulo. Paulo e Timóteo entregaram a carta de forma anônima; não assinaram porque temiam represália dos judeus. Alguns teólogos fanáticos chegaram ao cúmulo de afirmar que, por a carta aos Hebreus ter sido escrita de forma anônima, ela foi escrita pelo Espírito Santo. Absurdo! Nada a ver!

Duas provas definitivas de que Jesus não é Deus igual ao Pai:

19) Compare e veja que o Ser divino que aparece em Daniel 10:4-19 e Apocalipse 1:9-20 são a mesma pessoa; trata-se da mesma pessoa de Jesus. Observe que o ente divino que aparece a Daniel tem as mesmas caracteristicas do ser divino contemplado por João na ilha de Patmos. Ambos são a mesma pessoa: Jesus. Só que no livro de Daniel esse Ser divino confessa que não é todo-poderoso, disse que era limitado em forças, pois foi impedido por um príncipe do mal, e que obteve ajuda do arcanjo Miguel para se livrar do príncipe do mal. E que por causa disso, demorou 21 dias para trazer a resposta das orações de Daniel. Logo, Jesus não é Deus igual ao Pai.

As Testemunhas de Jeová e os novos Adventistas do Sétimo Dia afirmam que Jesus era o mesmo Arcanjo Miguel antes da sua encarnação. Porém, lendo com cuidado o fato relatado em Daniel 10:4-19, podemos constatar que esse Ser poderoso e majestoso que aparece a Daniel é o Senhor Jesus. E este mesmo Ser declara que teve ajuda do Arcanjo Miguel na luta contra um demônio, um dos príncipes da Pérsia. Portanto, você, sabatista, que lê este artigo, por favor, procure estudar direito os relatos de Daniel 10 e Apocalipse 1, e reveja seus conceitos. Jesus não é o Arcanjo Miguel. Os Adventistas alegam que o anjo poderoso que aparece a Daniel é o Anjo Gabriel, mas lá não está dito que o tal anjo é o Gabriel. Se o anjo que aparece a Daniel é o Gabriel, então, o anjo que aparece a João na Ilha de Patmos também é o Gabriel, pois ambos têm as mesmas características. O nome “Gabriel” significa “homem forte de Deus” ou “fortaleza de Deus”. Já o nome “Miguel” tem mais haver com uma divindade poderosa, pois significa “aquele que é como Deus”, ou “semelhante a Deus”. Mas não é por causa do significado do nome que Miguel seria Jesus. Miguel é um semi-deus, assim como Satanás o é.

Aqui neste link tem um estudo dos adventistas sobre Jesus ser o Arcanjo Miguel:

https://setimodia.wordpress.com/2012/05/21/arcanjo-miguel/

Só há dois relatos no Livro Daniel em que o anjo Gabriel é citado: capítulos 8 e 9. Só que no relato do capítulo 8 Daniel não fica tão espantado com a presença do anjo Gabriel; e no capítulo 9 fica menos espantado ainda. Porém, no capítulo 10, o Anjo que aparece a Daniel é muito mais poderoso, majestoso e quase indescritível a sua aparência, e Daniel fica aterrorizado diante de sua presença. Portanto, o Anjo que a aparece a Daniel na visão do capítulo 10 não é o anjo Gabriel, mas um Ser muito mais poderoso.

Compare agora os dois relatos:

DANIEL 10: 4-19

4 No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre;
5 levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;
6 o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão.
7 Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder.
8 Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma.
9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra.
10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.
11 E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo.
12 Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim.
13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.
14 Agora vim, para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos derradeiros dias; pois a visão se refere a dias ainda distantes.
15 Ao falar ele comigo estas palavras, abaixei o rosto para a terra e emudeci.
16 E eis que um que tinha a semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então abri a boca e falei, e disse àquele que estava em pé diante de mim: Senhor meu, por causa da visão sobrevieram-me dores, e não retenho força alguma.
17 Como, pois, pode o servo do meu Senhor falar com o meu Senhor? pois, quanto a mim, desde agora não resta força em mim, nem fôlego ficou em mim.
18 Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou.
19 E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste.

AGORA, APOCALIPSE 1:9-20

9 Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
10 Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
11 que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
12 E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro,
13 e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; [mesma aparência do anjo de Daniel 10]
14 e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; [mesma característica do anjo de Daniel 10]
15 e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. [mesma característica do anjo de Daniel 10]
16 Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. [mesma aparência do anjo de Daniel 10]
17 Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último.
18 Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno.
19 Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder.
20 Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

20) O “ANJO” que revelou as visões a João na Ilha de Patmos era o Senhor Jesus. Logo no início do Livro de Apocalipse João descreve a aparência magnífica do Anjo (Jesus), assim como Daniel (10) descreveu o poder e a majestade do anjo poderoso que lhe apareceu. No final do Livro de Apocalipse João diz que recebeu as revelações através do Anjo, e esse anjo ao qual se refere é o mesmo Anjo poderoso que ele contemplou no início. João diz que ele se ajoelhou para adorar o Anjo que lhe havia revelado as visões – o mesmo Anjo poderoso do capítulo 1 -, mas esse Anjo o proibiu de adorá-lo. Logo, percebemos que esse Anjo – que disse que não devia ser adorado – é o mesmo Senhor Jesus que apareceu a João, para lhe mostrar as visões das últimas coisas. Vamos conferir e verificar?

APOCALIPSE 1:9-19

9 Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
10 Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
11 que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
12 E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro,
13 e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem [JESUS, como um anjo], vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; [o mesmo anjo de Daniel 10]
14 e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo;
15 e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas.
16 Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força.
17 Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último.
18 Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno.
19 Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder. [Aqui o anjo, que é Jesus, diz que é Ele quem vai revelar as visões a João].
20 Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as
estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas.

Então, percebe-se que foi esse ANJO poderoso que revelou as coisas a João desde o início, e no final do livro João quis adorá-lo, mas ele não o permitiu.

Vejamos o que diz APOCALIPSE 22:6-10. As palavras destacadas em VERMELHO são do anjo; as de AZUL são de João.

6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu ANJO [Jesus], para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que [eu, Jesus] cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.

Será que João, com toda sua experiência, não sabia que não se pode adorar um anjo? João se ajoelhou para adorar o ANJO, porque o tal era um Ser divino majestoso, de uma aparência gloriosa. Logo, ele achou que aquele Ser não era um anjo comum, mas um deus. Por isso, quis adorá-lo.

Portanto, está provado que este Anjo que revelou as coisas a João era o Senhor Jesus, e Ele não deixou que João o adorasse.

Uma explicação: Observe em Apoc. 22:6 que diz que foi o Senhor Deus dos espíritos dos profetas que enviou o Anjo. Alguns anjos tiveram parte na revelação, mas o próprio Senhor Jesus também apareceu a João como um Anjo, e revelou-lhe as visões. No versículo 16 Jesus diz que enviou o seu anjo para revelar a João. Mas, assim como o anjo Gabriel apareceu em visão a Daniel nos capítulos 8 e 9, também Miguel e um outro Anjo mais poderoso ainda que este apareceu em visão a Daniel no capítulo 10. E este último é o mesmo Senhor Jesus Cristo. Compare as características; faça uma relação e confirme que se trata realmente do mesmo Anjo que aparece a João em Apocalipse 1.

CONCLUINDO

João disse que é o anticristo aquele que nega que Jesus é o Cristo, isto é, o Messias. E bem sabemos que quem nega que Jesus é o Messias são os crentes que acreditam na Doutrina da Trindade, pois a doutrina da trindade ensina que Jesus é Deus igual ao Pai, e não que Ele é o Messias. O Messias prometido no Antigo Pacto não é um Deus. Aquele que iguala o Filho/Messias ao Pai Todo-Poderoso é um grande herege. Em pior situação estão os unicistas, que além de negar o Messias, negam o Pai, afirmando que Jesus é o Pai.

“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho” (I João 2:22).

“Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também” (I Cor. 8:6).

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, HOMEM” (I Tim. 2:5).

Paulo diz claramente que Jesus é HOMEM. E que há um só Deus e não uma suposta trindade de deuses.

“Depois de assim falar, Jesus, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o Filho te glorifique; assim como lhe deste autoridade sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos aqueles que lhe tens dado. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste” (João 17:1-3).

Pela lógica da trindade, João 17 seria o caso irônico de um deus orando a outro Deus.

Aqui está a diferença entre Deus-Pai e Jesus: “Que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele [servo] que tu enviaste”.
————————-
Miquels7

————————-
Aqui está outro vídeo onde o mesmo líder religioso muçulmano dá uma lição de conhecimento bíblico a um cristão que faz perguntas na platéia:

****
UMA OBSERVAÇÃO SOBRE O LIVRO DE APOCALIPSE DE JOÃO

Parece muito estranho que João, o apóstolo de Jesus, tenha sido o autor do livro de Apocalipse. Pois, como se sabe, ele foi discípulo de Jesus e conviveu com Ele, e mantinha uma intrínseca amizade, sendo considerado o discípulo mais próximo de Cristo.

No entanto, logo no início do livro de Apocalipse João afirma que teve uma visão de um Anjo magnífico, e esse mesmo Ser divino poderoso disse ser Jesus, o que tinha sido crucificado e ressuscitado. Porém, João comporta-se diante dele como um desconhecido, e também narra os fatos como se o Ser que aparece a ele fosse um desconhecido. Como pode isso?!

Causa-me estranheza também a visão que João tem do Cordeiro, no capítulo 4. Por que João se refere a Jesus como um “Cordeiro”, e não o identifica especificamente pelo nome? Ele contempla um Cordeiro como se tivesse sido ferido de morte, mas dá a entender que esse cordeiro não se parecia nada com Jesus, seu Mestre. 

João narra todos os fatos do Apocalipse como se Jesus fosse um desconhecido para ele, e também dá a entender que Jesus o desconhecia. João, quando fala do Cordeiro, não demonstra nenhuma atitude de se referir a Ele como “mestre”, meu Senhor, meu salvador. 

E o livro de Apocalipse tem outro problema. Ele é um livro de contexto ocultista. Todo conhecimento que se transmite de forma velada, como acontece em partes do Apocalipse, é de carácter ocultista. O fato de João esconder a verdade das coisas através de enigmas, figuras e símbolos esotéricos, caracteriza o livro como ocultista. Na verdade, o título do livro diz ser “Apocalipse”, que significa “Revelação”, mas essa revelação é parcial, pois João incrementou a narração dos fatos com enigmas, figuras e símbolos esotéricos.

E aí leitor, o que você acha disso?

****

Anúncios

09/09/2015 - Posted by | CASOS POLEMICOS, DOUTRINAS E DOGMAS, ESTUDOS BÍBLICOS | ,

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: