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Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

ÉDEN NÃO É O NOME DO JARDIM QUE DEUS CRIOU – ÉDEN É O NOME PRIMITIVO DO PLANETA TERRA

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Recentemente li subsídios da revista do professor de EBD (Escola Bíblica Dominical) e percebi que tem comentaristas se utilizando de informações novas sobre interpretação do capítulo 1 de Gênesis. Na verdade, está havendo certo roubo de interpretações apologéticas da Bíblia publicadas em artigos na internet, pois quem as utiliza, não cita a fonte. Valem-se de informações preciosas de textos publicados, mas não sentem nenhum constrangimento em usar o “ctl + c” e “ctl + v” para usá-las como se fossem produzidas de seu próprio punho e intelecto.

Todos os teólogos e escritores evangélicos, tradicionais, são quase unânimes quanto à interpretação dos primeiros capítulos do livro de Gênesis. Mas, tenho observado que alguns têm defendido ideias até pouco tempo rejeitadas.

Fui o primeiro cristão evangélico, aqui na internet, a afirmar que Deus não criou o Universo; e que também, não criou o planeta Terra. Fui, também, o primeiro a afirmar que Deus não é onisciente nem onipresente, e que Ele NÃO ESTÁ NO CONTROLE DE TUDO. Todo crente que se preza, afirma categoricamente que Deus é onisciente (sabe de tudo, até dos nossos pensamentos) e onipresente (que está em todo lugar, ao mesmo tempo). Quanto a esta minha tese apologética, será dificílimo alguém aceita-la, apoiá-la ou copiá-la, pois vai contra o senso-comum de 99,9% dos crentes. Quanto aos ateus apoiá-la, nem se cogita, pois eles negam a existência de qualquer divindade.

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Se alguém acha que estou ofendendo a Deus por dizer que Ele não é onisciente, e que sou mais estúpido que os ateus, olha só o que tenho a dizer aos que se dizem crentes e acreditam que Deus é onisciente, e que sabe até dos nossos pensamentos! A pior ofensa a Deus é a hipocrisia.

Não existe gente mais hipócrita neste mundo do que o crente. Sabe por quê? Porque o crente acredita que Deus é tudo, que Deus é onipresente, onipotente e, acima de tudo, onisciente, isto é, que sabe de todas as coisas, e que está em todos os lugares ao mesmo tempo nos observando e até lendo os nossos pensamentos, MAS, apesar de saber de tudo isso, o crente pratica um monte de coisas erradas durante o dia, tudo NA PRESENÇA DE DEUS. O crente mente; o crente peca por pensamento; o crente engana até o pastor, dentro da igreja, na hora de dar o dízimo; o crente compra CDs piratas; o crente faz gatos na ligação de água ou luz; o crente conta piadas indecentes NA PRESENÇA DE DEUS; outros crentes veem revistas pornô ou assistem a vídeos pornográficos escondidos no quarto, porém, NA PRESENÇA DE DEUS; outros assistem vídeos pornô na internet escondidos no quarto. O crente mente na presença de Deus quando um mendigo lhe pede uma esmola, mas ele diz que não tem nenhuma moeda, mas sua carteira está cheia de notas graúdas. O crente diz que é 100% Jesus, mas é fã de certos cantores gospel, e outros são torcedores fanáticos de time de futebol. Se na hora do jogo de seu time predileto tiver marcado um culto, ele prefere assistir ao jogo a ir ao culto. O pastor ensina que é pecado o jovem se masturbar, mas até ele mesmo se masturba. O crente faz um monte de coisas erradas NA PRESENÇA DE DEUS, mas ele não sente um pingo de remorso, medo ou constrangimento. O crente faz de tudo para que os irmãos ou outras pessoas não descubram seus podres, mas ele não sente um pingo de medo de Deus, que está vendo tudo o que está fazendo de errado. Se você é crente e acredita que Deus é onisciente, e que sabe de tudo, até dos nossos pensamentos, mas pratica grande parte dessas coisas erradas que citei, então você é um grande hipócrita. E dificilmente Deus salvará um hipócrita. Agora, compare quem é pior: eu, por dizer que Deus não é onisciente, ou você, que é crente, mas que pratica um monte de coisas erradas NA PRESENÇA DE DEUS, sem nenhum constrangimento?

Se sou honesto e vivo em retidão na presença de Deus e dos homens, sou e faço isso por pura convicção e vontade própria, e não por medo de que Ele esteja me espionando e até lendo os meus pensamentos. A maioria dos crentes diz que “teme” a Deus, mas o temem por medo de que Ele esteja vendo tudo o que fazem de certo ou errado, e não por convicção própria.

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Também fui um dos primeiros (se não o primeiro) a formular uma tese diferente sobre o relato da criação no primeiro capítulo de Gênesis. Só que tem gente pegando galho na minha tese e usando tais ideias como se fossem suas.

Alguns intérpretes renomados já haviam defendido a tese de o planeta Terra estar um “caos”, conforme Gênesis 1:2, devido à catástrofe causada pela queda de um meteoro, que destruiu o reino de Lúcifer, e que também causou a extinção dos dinossauros. Porém, os apologistas não foram mais além do que isso com essa teoria.

Dizem alguns apologistas que existe um intervalo de milhões ou bilhões de anos entre o versículo 1 e 2 de Gênesis.

“1. No princípio criou Deus (Elohim) os céus e a Terra. 2. A Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”.

Vou tentar desvendar alguns mistérios ocultos sobre o começo da humanidade.

E o primeiro caso a retratar será o da ordem da criação, nos capítulos 1 e 2 de Gênesis.

Todo bom estudante da Bíblia, seminarista e teólogo neófito (teólogo recém-formado) precisa entender uma coisa: Existe uma clara contradição sobre a ordem da criação nos dois relatos de Gênesis. O crente quando lê o Gênesis não percebe as incoerências e contradições dos dois relatos da criação porque ele já vem com a mente condicionada, achando que tudo que lá está escrito é inspiradíssimo por Deus, e que nada está errado, e que não se deve questionar, pois a Bíblia é a Palavra de Deus, inspirada.

Quando você sair desse mundinho de lavagem cerebral, cuja mente os fanáticos religiosos condicionaram com ensinos fantasiosos, conhecerás a verdade e a verdade te libertará. Isso que estou falando não é muito diferente do caso de Adão e Eva vivendo com a mente condicionada, presos em um Paraíso, do qual não podiam se afastar, nem desobedecer às ordens de Deus. Você, que é um religioso fanático, precisa sair da caverna da ignorância e lavagem cerebral e vir para fora, para ter uma nova visão de mundo. Depois que você ler os relatos, a seguir, você terá uma nova compreensão da vida, da existência e do mundo.

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HÁ DOIS RELATOS DA CRIAÇÃO EM GÊNESIS

O que a maioria dos teólogos neófitos, recém-formados, não sabem é que o livro de Gênesis apresenta dois relatos da criação. O primeiro relato vai de Gênesis 1:1-31 a 2:1-3. O segundo relato vai de Gênesis 2:4-25 a 3:1-24. Segundo alguns intérpretes, o primeiro relato é chamado de “elohista”, e o segundo, chamado de “javista” ou “jeovista”.

O leitor cristão, de mente condicionada – e outros que leem a Bíblia pela primeira vez sem a devida atenção -, não percebem que existe uma notória contradição entre os fatos do primeiro e segundo relatos da criação de Gênesis 1 e 2. Mais na frente destaco as incoerências da narrativa de Gênesis.

Na verdade, Moisés – sendo filho adotivo da irmã de faraó, e tendo aprendido as Ciências Ocultas no Egito, junto aos sacerdotes dos deuses –, tomou dois relatos sobre a criação para introduzir o livro de Gênesis. Moisés escreveu o Gênesis mais de mil e quinhentos anos após o relato da expulsão de Adão e Eva do Paraíso. O primeiro relato sobre a criação foi tomado de informações dos sumérios, na Mesopotâmia, e o segundo foi obtido do conhecimento transmitido via oral, de geração em geração, pelos hebreus. Só que os relatos da criação sendo transmitidos de boca em boca durante um longo período de tempo pode ter sido deturpado. E mesmo, esse conhecimento sobre o verdadeiro Deus não foi transmitido via oral pelos descendentes de Adão até Abraão. A partir da primeira aparição de Deus a Abraão o conhecimento sobre o Deus verdadeiro foi transmitido via oral pelos hebreus, até o surgimento de Moisés.

O religioso fanático (e ignorante) alega que não existem erros na Bíblia porque os escritores foram inspirados pelo Espírito Santo na hora de escrever os relatos. Isso eu aprendi quando era menino na fé. Aprendi na igreja evangélica que Deus inclusive ditou oralmente os relatos da criação a Moisés durante as idas dele no Monte Sinai. Agora, depois de abertos os olhos da mente, percebo o quanto são ignorantes esses teólogos tradicionais, pois muitas crendices que eles ensinam nas igrejas são apenas suposições. Se não existe uma explicação lógica para certos relatos bíblicos, os religiosos fanáticos apelam para a fé cega e para suposições nada convincentes. Uma delas é esta que afirma que Deus ditou oralmente a Moisés o relato da criação.

****(ABRINDO UM PARÊNTESE)****

Nem Deus e nem ninguém no universo é onisciente. O que Deus sabe, Ele o sabe porque é bem informado pelos seus anjos sobre tudo o que se passa nos mundos criados, e também porque ele se utiliza de tecnologia. Durante os milhões ou bilhões de anos de sua existência, Deus adquiriu conhecimento sobre quase tudo, a tal ponto de se tornar um ser aperfeiçoado. Na Bíblia o profeta diz que Deus conhece o passado e pode prever o futuro. Ora, saber do passado para quem já viveu milhões de anos, é muito fácil. Agora, quanto a Deus prever o futuro, isso se dá em razão de seu conhecimento antecipado sobre os movimentos dos astros e seus fenômenos naturais. Sobre prever que vai acontecer isso e aquilo no futuro, Ele ordena o profeta dizer e depois ele mesmo se encarrega de fazer aquilo se cumprir. Ou seja, o que o profeta disse que ia acontecer não acontecerá por si mesmo, mas, que será algo provocado para que aconteça. Deus mesmo diz que zela por sua palavra para a cumprir. Ora, essa preocupação de Deus é quanto à profecia de algo que disse que ia acontecer ou que ia fazer. Se tal coisa fosse acontecer por ela mesma, sem interferência de ninguém, por que Deus ficaria preocupado em zelar para que aquilo que disse se cumpra? Quanto à onisciência de Deus que o salmista Davi retrata no salmo 139, o que está escrito lá não é literal. São apenas versos poéticos escritos com a intenção de expressar a máxima  exaltação a Deus. Davi escreveu versos poéticos de máxima exaltação a Deus, não sendo literal tudo o que disse. A mesma coisa acontece com os versos poéticos do salmo 18.

Por que Deus só fala com o profeta em sonhos e visões durante a noite? Se você fizer um estudo sério da Bíblia, constatarás que Deus nunca falou diretamente com os profetas enquanto estes estavam andando ou se movendo. Deus só falava com os profetas se utilizando de telepatia. Mas essa telepatia era mecânica. Para se comunicar telepaticamente, o profeta tinha que estar imóvel, de preferência dormindo. Muitos anjos aparecem na Bíblia dialogando com humanos. Neste caso, os anjos estavam com corpos materializados. Os três anjos que aparecem a Abraão estavam com corpos materializados. Da mesma forma estavam os anjos que tiraram Ló e sua família da cidade de Sodoma.

Procure ler textos que publiquei anteriormente aqui neste blog falando sobre a não-onisciência de Deus.

Uma das provas que Deus não é onisciente e nem está no controle de tudo é o fato de crianças nascerem aleijadas, outras nascerem sem cérebros (anencéfalas), outros que nascem com Síndrome de Down, gêmeos que nascem grudados (siameses), outros que nascem sem alguns membros do corpo, como por exemplo, sem pernas e sem braços. Será que Deus vive se divertindo ao permitir nascer crianças monstruosas? Se Deus estivesse no controle do nascimento de cada criatura humana, nenhuma delas nasceria com defeitos.

Por que defendo a tese de que Deus não é onisciente?

Primeiro, porque o ensino de que Deus é onisciente é a principal causa de haver tantos ateus e pessoas desacreditadas da vida. Se Deus é onisciente, por que existem tantos males neste mundo? Se Deus é onisciente por que criou o homem, sabendo que ele iria pecar, e depois seria obrigado a lançar milhões deles no inferno? Se Deus é onisciente, por que criou o querubim chamado de Satanás, sabendo que este iria frustrar os seus planos? Por que o “deus” tribal dos hebreus era um Deus sedento de sangue? Qual a necessidade de ele exigir a morte de milhares de animais SOMENTE para derramar sangue? Por causa dessas dúvidas e incertezas, milhões de pessoas desacreditam na Bíblia e acham que o Deus dos cristão é um monstro, passivo, cruel e injusto. Você pode fazer uma pesquisa rápida no youtube e constatar o quanto há de vídeos de pessoas revoltadas com tudo, falando que Deus não existe.

Segundo, porque o ensino da onisciência e onipresença de Deus, e mais o ensino do castigo eterno no inferno, são as causas de haver tanto crentes falsos e pseudo-cristãos. Pois, a maioria dos crentes não são crentes por convicção e vontade própria, mas são crentes por medo de Deus ou por pressão mental em razão das doutrinas maléficas que os religiosos criaram para dominá-los.

No entanto, há na própria Bíblia uma prova de que Deus não é onisciente. Sabe qual? A história do sofrimento do patriarca Jó. Se o relato da vida de Jó for real, então, esse fato é a prova definitiva de que Deus não é onisciente. Por quê? Porque, se Deus fosse onisciente Ele não teria nenhuma necessidade de fazer Jó passar por tamanho sofrimento. Bastava Ele dar um flash, em vídeo, do futuro da vida de Jó, e provar ao Satanás que ele não o negaria jamais. Bastava Deus, na sua onipotência, fazer uma simulação real, em flash, do futuro da vida de Jó, e mostrar ao Satanás que ele não o negaria. Como Deus não tinha poder para dar um flash da vida futura de Jó, ele teve que aceitar a aposta proposta por Satanás.

Será que Satanás não sabia que Deus era onisciente? Mas, se Deus era ou é onisciente, por que não repreendeu Satanás quando este pôs em dúvida a sinceridade e fidelidade de Jó? Se fosse onisciente, Deus teria repreendido Satanás, dizendo: “Tu estás duvidando da minha onisciência, seu insolente?”

Você poderia alegar: “Ah, mas Deus é onisciente, porém, a provação de Jó foi só um exemplo que Ele quis deixar para nós, para que saibamos que Ele tem poder para fazer o que quer com o ‘barro’ (isto é, o ser humano), e que o sofrimento que permitiu não foi somente para provar a Satanás a sinceridade de Jó”. No entanto, esse argumento é falso, principalmente vindo de um crente pentecostal ou neopentecostal. Pois, a história do sofrimento de Jó não serve de nada para os crentes atuais. O crente pentecostal, e adepto da teologia da prosperidade, acha que jamais acontecerá com ele o mesmo que aconteceu com Jó, porque “Deus é fiel”, e jamais Ele decepcionará um fiel adorador. E Jó era um fiel adorador.

Veja bem. O que se sabia sobre Deus e a criação antes de Moisés escrever o Pentateuco? Não existia nenhum escrito, exceto escritas sumérias em relevo, em blocos de cerâmica, que relatavam algumas coisas sobre os deuses. Antes de Moisés escrever o Pentateuco – cerca de 1.500 anos após a saída de Adão e Eva do Paraíso -, que ideia os hebreus tinham a respeito de Deus? Ora, quase nada sabiam a respeito de Deus e da criação, exceto o conhecimento transmitido via oral, de geração em geração, de Abraão até Moisés. E bem sabemos que “quem conta um conto, aumenta um ponto”.

Se os descendentes de Sem, filho de Noé, não sabiam quase nada sobre Deus até o surgimento de Abraão, muito menos sabiam sobre os atributos de Deus.

Na verdade, ninguém tem certeza sobre os maiores atributos de Deus, porque ninguém nunca viu Deus. Nem mesmo Moisés teve o privilégio de ver a face de Deus, de verdade. A Bíblia relata que ele “falava com Deus cara a cara”, porém, isso não é verdade. Muitos atributos sobre Deus foram os próprios teólogos que inventaram. Exageraram na dose afirmando coisas absurdas sobre Deus, seu caráter e sua personalidade, sem ter certeza do que falavam. Veja no link, abaixo, um estudo sobre a Doutrina de Deus. O teólogo tradicional inventa um monte de conceitos e atributos sobre Deus sem apresentar uma prova concreta do que diz. Ele apenas cita versículos bíblicos, mas isso não é prova suficiente.

http://solascriptura-tt.org/TeologiaPropriaTrindade/TeologiaPropria-LAFerraz.htm

Citar versículos e passagens bíblicas que falam sobre a onisciência de Deus é muito fácil. Quero ver é o apologista provar se aquilo que os profetas e poetas afirmam é uma verdade. Procurando estudos bíblicos na internet sobre Deus, percebi que o texto bíblico preferido de todos para provar a onisciência de Deus é o Salmo 139. Ora, se toda a Bíblia é inspirada, e todos os salmos são inspirados, por que não pegam também o Salmo 18 para provar que Deus é um grande Dragão, que cospe fogo e solta fumaça de suas narinas, e que cavalga nas costas de um querubim?! Interpretam textos poéticos ao pé da letra para apoiar seus devaneios doutrinários.

O atributo “onisciência” de Deus surgiu da crendice do povo hebreu, devido a necessidade de ensinar os seus filhos a não praticarem coisas erradas. Eles ensinavam que as crianças não deviam praticar coisas erradas, nem mentir nem roubar, porque Deus estava vendo e sabendo de tudo, até dos seus intentos mais secretos. Essa crendice sobre a onisciência de Deus se espalhou de geração em geração, e foi incutida até nos escritos proféticos, e nos cânticos e salmos de Davi. Se Deus fosse realmente onisciente, isso implicaria em um monte de questões sobre a condição humana. E Deus teria que ser colocado no banco de réu. Pois, se Ele sendo onisciente, sabia de antemão que seria forçado a lançar milhões de seres humanos para sofrer eternamente no Inferno, a primeira atitude que teria tomado era a de não criar o homem. Portanto, Deus não é um espião, que vive bisbilhotando a nossa vida o tempo todo. Quem registra as nossas ações boas ou más são os anjos, os mensageiros de Deus. Porém, os anjos não registram tudo o que fazemos. São os anjos que ouvem as nossas orações, registram os pedidos e os encaminham a Deus.

Deus não criou o homem para ficar fazendo apostas com Satanás para ver quem recebe mais adoração – como fez no caso de Jó. O caso de Jó foi uma exceção. Será que Deus criou o homem para ficar se divertindo com Satanás, para ver quantos vai salvar ou quantos vai lançar no inferno?

Os poetas bíblicos, como o salmista Davi, Ásafe e os filhos de Corá, escreveram cânticos de beleza poética singular. No entanto, muito do que escreviam nos cânticos não se tratava de coisas reais, mais coisas fantasiosas ou imaginárias. O poeta quando quer exaltar ao máximo a divindade, ele emprega palavras com sentidos exagerados. O poeta também inventa “atributos” demais exagerados para glorificar a divindade. Tomo como exemplo dois salmos de Davi. No primeiro ele descreve Deus como sendo um dragão imaginário; no segundo, Davi exagera até demais escrevendo versos sobre a onisciência de Deus. Na verdade, Deus não é tudo isso que Davi diz nos versos poéticos. Assim como não é literal o que Davi diz sobre a aparência de Deus no salmo 18, também não é literal tudo o que ele fala sobre a onisciência de Deus no salmo 139.

“Na minha angústia invoquei o Senhor, sim, clamei ao meu Deus; do seu templo ouviu ele a minha voz; o clamor que eu lhe fiz chegou aos seus ouvidos. Então a terra se abalou e tremeu, e os fundamentos dos montes também se moveram e se abalaram, porquanto ele se indignou. Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca saiu fogo devorador; dele saíram brasas ardentes. Ele abaixou os céus e desceu; trevas espessas havia debaixo de seus pés. Montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento. Fez das trevas o seu retiro secreto; o pavilhão que o cercava era a escuridão das águas e as espessas nuvens do céu. Do resplendor da sua presença saíram, pelas suas espessas nuvens, saraiva e brasas de fogo. O Senhor trovejou a sua voz; e havia saraiva e brasas de fogo. Despediu as suas setas, e os espalhou; multiplicou raios, e os perturbou. Então foram vistos os leitos das águas, e foram descobertos os fundamentos do mundo, à tua repreensão, Senhor, ao sopro do vento das tuas narinas. Do alto estendeu o braço e me tomou; tirou-me das muitas águas” (Salmos 18:6-16).

“Senhor, tu me sondas, e me conheces. Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir. Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, ainda ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se eu disser: Ocultem-me as trevas; torne-se em noite a luz que me circunda; nem ainda as trevas são escuras para ti, mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa. Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e esmeradamente tecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles” (Salmos 139:1-16).

Os poetas atuais também se utilizam desse mesmo artifício para escrever poemas exaltando a Deus com exageros de palavras e atributos. Vejam só a letra da música “Estou Contigo”, da cantora Shirley Carvalhaes. Observe que o autor do poema incrementa certos versos bíblicos, dando mais ênfase, e também inventa palavras e frases e as coloca como se fora o próprio Deus falando. Observe também a poesia de duas músicas do cantor Luiz de Carvalho. Veja que muitos versos não podem ser interpretados ao pé da letra. O poema “O Caminho” nem ao menos fala quem é o personagem da música, se é Deus ou Jesus.

(És Para Mim – Luiz de Carvalho)

És para mim, o abrir da flor, o raiar do sol no extenso véu;
És para mim, uma ave além, revoando ao léu no imenso céu.
És para mim, o irmão, o amigo, a canção
Que embala-me nos dias meus.
Para mim és princípio, és o fim, tu és meu Deus.
És para mim, o vento a soprar, és o vai e vem do lindo mar.
És para mim, o trabalhador que vai com amor seu pão buscar.

(O Caminho – Luiz de Carvalho)

Sou uma nuvem branca; domino todo espaço.
Sou a luz do teu saber; onde quer que estejas, 
Eu sigo os teus passos.
Feliz daquele que em Mim crer.
Sou o pôr do Sol, o anoitecer,
Entreguei a vida pra você viver.
Sou o azul do céu, o amanhecer,
Sou o teu sorriso alegre.
Sou todo o teu ser.
Habito a terra, os mares, os montes e os vales.
Em qualquer lugar estou, nas dunas do deserto,
Num coração aberto.
Você sabe quem Eu Sou.
Em fim, sou a verdade, a eternidade,
O perfume de uma flor; vivo em cada prece
Do irmão que não esquece.
Sou a glória, a paz, o amor.

(Estou Contigo – Shirley Carvalhaes)

Estou contigo, ó meu filho; Nunca te deixo sozinho.
Sou o Deus que dos filhos sempre zelo muito bem;
E de ti não me esqueço também.
Não abandones meu amparo; Eu sou o Deus que te guardo.
Eu te amo, pois provei lá na cruz o meu amor,
E pra sempre serei teu Senhor.
Se entrares na batalha, eu contigo lutarei;
Se pisares nos espinhos, eu contigo pisarei.
Não te deixo, ó meu filho, seja onde quer que andar,
E ao teu lado para te guiar.
Pelos terrores abatido, e pelas setas ferido,
Eu tão meigo com carinho, lá do mundo te busquei
E te trouxe para minha lei.

Perceba que a maioria dos versos do cântico de Shirley Carvalhaes não se encontram exatamente assim na Bíblia; mas o autor reescreve certos versos bíblicos dando mais ênfase; e outros versos são apenas invenções de sua própria mente. Atualmente, com o advento do neopentecostalismo, os poetas inventam cada vez mais poemas com supostas “mensagens” de Deus. Um desses poemas absurdos é o “Raridade”, de Anderson Freire.

A frase “Nunca te deixo sozinho” é falsa, pois, até o próprio Jesus reclamou de Deus Pai, por tê-lo abandonado sozinho, morrendo na cruz. “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Em certos momentos da vida o rei  Davi se sentiu desamparado e abandonado por Deus, ficou deprimido e expressou isso em alguns salmos (Salmo 13). No salmo 89 ele chega a confessar que Deus quebrou o pacto que havia feito com ele, quando disse que nunca o abandonaria. O salmo 89 é um masquil de Etã, o ezraíta. Mas é evidente que este salmo foi feito sob a supervisão de Davi, pois o objetivo deste cântico era lembrar o pacto que Deus havia feito com Davi e também expressar a indignação de Davi por Deus tê-lo desprezado e quebrado o pacto que havia feito com ele. A partir do verso 38 Davi confessa que Deus quebrou o pacto que havia feito com ele.

“Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido. Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra. Derrubaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações. Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos. Exaltaste a destra dos seus adversários; fizeste com que todos os seus inimigos se regozijassem. Embotaste o fio da sua espada, e não o sustentaste na peleja; fizeste cessar o seu esplendor, e arrojaste por terra o seu trono; abreviaste os dias da sua mocidade; cobriste-o de vergonha. Até quando, Senhor? Esconder-te-ás para sempre? Até quando arderá a tua ira como fogo?”

Se aconteceu isso com Davi, por que não poderia acontecer com os crentes de hoje? Você pode alegar que Davi foi desprezado por Deus porque cometeu um pecado grave. Ora, e quem não peca? Você mesmo que diz que Deus é onisciente, comete pecado grave diante d’Ele, mas esconde isso do pastor e da igreja. Depois, fica orando até de madrugada para Deus resolver os seus problemas, mas nada acontece.

Atualmente os poetas evangélicos só escrevem cânticos de vitória e de triunfalismo.

Jesus disse o seguinte: “Não se vendem cinco passarinhos por dois asses? E nenhum deles está esquecido diante de Deus. Mas até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois mais valeis vós do que muitos passarinhos” (Lucas 12:6-7).

A frase que Jesus expressou, dizendo que “até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados”, foi tomada em sentido figurado, não literal. Jesus queria dizer que Deus sabe de tudo a nosso respeito, não por causa de uma certa onisciência, mas porque ele é bem informado pelos anjos sobre tudo o que se passa com cada um de nós. Você acha mesmo que Deus anda se preocupando em contar os fios de cabelos de cada ser humano? Será que Deus vive contando os fios de cabelos de 6 bilhões de seres humanos na face da Terra? Se ele o faz, então Ele deve repetir essa contagem todos os dias, pois todos os dias caem e nascem novos fios de cabelos em nossa cabeça.

Quem sabe mais a nosso respeito são os anjos. Eles sabem muito mais sobre nós do que o próprio Deus.

****(FECHANDO O PARÊNTESE)****

Quando Deus apareceu a Abraão pela primeira vez, na cidade de Harã, ele não sabia nada sobre Deus, nem sabia que Ele existia. O pai de Abraão, Terá, saiu com sua família da terra de Ur dos caldeus, e foi habitar em Harã. Deus se manifestou a Abrão em Harã, mudando o seu nome de Abrão para Abraão. Fez um pacto com Abraão dizendo que Ele seria um “deus” para ele e sua descendência. Nem mesmo nesse tempo Deus revelou-se como Javé (Jeová ou YHWH) a Abraão. Abraão passou dezenas de anos sem saber o nome do Deus a qual servia. Como pode isso? Quer uma prova?

“Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome Jeová, não lhes fui conhecido” (Êxodo 6:3).

Aprendi na igreja que Adão repassou aos seus descendentes o relato da criação e a história dele e de Eva durante o tempo que viveram no Paraíso. Aprendi também que Abraão foi descendente da linhagem de Sete e de Sem, filho de Noé. E da linhagem de Abraão descenderam os hebreus (judeus). Porém, vemos que Abraão e sua família habitam no meio de um povo idólatra e pagão, em Ur dos Caldeus, na Mesopotâmia. E também observamos que nem Abraão e nem seu pai, Terá, tinham conhecimento algum sobre um “Deus verdadeiro”, que tivesse criado o mundo. Eles sabiam que existiam muitos deuses cultuados pelos caldeus, mas não tinham ideia de um Deus Todo-Poderoso que havia criado o mundo em seis dias. Terá, pai de Abraão saiu da Caldéia e veio habitar em Harã. Mas ele não saiu de lá por ordem de Deus. Já Abraão saiu de Harã por ordem de Deus e foi habitar nas terras de Canaã. Abraão e seus pais não sabiam nada sobre o Deus Javé. Tanto é que, Deus só revelou o seu nome a Moisés, depois de muito tempo (Êxodo 6:3).

Portanto, essa história de dizer que os descendentes de Adão, Sete, Sem e Terá levaram via oral o conhecimento sobre o Deus verdadeiro, e conhecimento sobre a criação, é totalmente falsa. A prova já mostrei. Nem Abraão e nem seu pai, Terá, tinham conhecimento sobre o Deus Javé; muito menos sabiam sobre a criação. Então, como ficam essas mentiras que os pastores, teólogos e professores ensinam na Escola Dominical sobre o conhecimento transmitido via oral?

“Tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos Caldeus, a fim de ir para a terra de Canaã; e vieram até Harã, e ali habitaram” (Gên. 11:31).

“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. (…) Partiu, pois Abrão, como o Senhor lhe ordenara, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã. Abrão levou consigo a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhes acresceram em Harã; e saíram a fim de irem à terra de Canaã; e à terra de Canaã chegaram. Passou Abrão pela terra até o lugar de Siquém, até o carvalho de Moré. Nesse tempo estavam os cananeus na terra” (Gên. 12:1,4-6).

Parece haver certa contradição entre o relato do final do capítulo 11 com o início do capítulo 12 de Gênesis concernente à cidade de Harã. Ora, Abraão saiu de Ur dos Caldeus ou de Harã, em Canaã? Havia uma cidade de nome Harã na Caldéia e outra de mesmo nome em Canaã?

Na verdade, Abraão só obteve mais conhecimento sobre Deus quando se encontrou com o sacerdote Melquisedeque, rei de Salém, cidade cananéia. Repare no texto, abaixo, que Abraão repete a mesma frase pronunciada por Melquisedeque, que diz: “Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra!”

“Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. Então o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas; e os bens toma-os para ti. Abrão, porém, respondeu ao rei de Sodoma: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra, jurando que não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu, nem um fio, nem uma correia de sapato, para que não digas: Eu enriqueci a Abrão” (Gên. 14:18-23).

Abraão só conhece Deus realmente após 24 anos de sua primeira aparição, quando já estava com a idade de 99 anos. No capítulo 17 de Gênesis está o relato da revelação definitiva de Deus a Abraão e o pacto de sangue (a circuncisão) que com ele faz. Mesmo Deus tendo se revelado a Abraão mais abertamente, o seu nome, porém, não lhe foi revelado. O nome Javé ou Jeová só foi revelado a Moisés, pela primeira vez (Êxodo 6:3).

Se até agora você não se convenceu do que afirmei, dizendo que Terá, pai de Abraão, descendente de Sem, de Noé, de Sete, não levaram via oral entre seus descendentes nenhum conhecimento sobre Deus, sobre Adão e Eva e sobre a criação, veja o que diz no livro de Josué:

“Disse então Josué a todo o povo: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Além do Rio habitaram antigamente vossos pais, Terá, pai de Abraão e de Naor; e serviram a outros deuses. Eu, porém, tomei a vosso pai Abraão dalém do Rio, e o conduzi por toda a terra de Canaã; também multipliquei a sua descendência, e dei-lhe Isaque” (Josué 24:2-3).

Portanto, Terá, pai de Abraão era um idólatra, na terra dos Caldeus. A sua família não levava nenhum conhecimento sobre o Deus Javé. Se Terá era idólatra, Abraão, seu filho também era um idólatra. Seu pai, sendo idólatra, não poderia tê-lo guiado no conhecimento do Deus Javé. Então, como podem afirmar que os ancestrais do rei Davi, e também de Jesus, foram uma linhagem de crentes piedosos, que levavam o conhecimento sobre o Deus verdadeiro de geração em geração?

Não houve nenhum escrito sobre Deus e a criação durante o tempo dos patriarcas Abraão, Isaque, Jacó e José. Todas as crenças sobre Deus e a criação foram definidas depois dos escritos de Moisés. Mesmo assim, o autor da carta aos Hebreus acredita “pela fé” que os mundos foram criados por Deus. Em outras palavras, ele atesta que não há provas concretas sobre Deus ter criado os céus e a Terra, por isso ele diz que se acredita em tais coisas apenas pela fé.

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

Antes de haver qualquer escrita sobre Deus, os hebreus não sabiam dos atributos da divindade. A ideia de que Deus é onisciente, que sabe de tudo o que fazemos e pensamos se originou da necessidade de ensinar as crianças a não desobedecerem aos pais e preveni-las para não fazerem coisas erradas, às escondidas. Os pais incutiam na mente das crianças a ideia de que Deus via e sabia de tudo o que elas faziam, e por isso, Ele podia puni-las por fazer coisas erradas. Diziam: “Não faça nada de errado, porque Deus está vendo tudo, e vai te castigar”.

Essa crendice dos hebreus sobre a onisciência de Deus foi transmitido de geração em geração, e de tanto ser repetida, transformou-se numa “verdade”. E essa tal verdade foi empregada por Moisés nos seus escritos, e posteriormente, os profetas também a empregaram.

Tem um fato sobre o livro de Gênesis que quase ninguém percebe. Quando Moisés escreveu os primeiros relatos da história da humanidade ele inseriu “palavras”, “fatos” e “leis” do futuro, como comentários, para enaltecer ou concluir com louvor a narrativa.

Por exemplo, Moisés empregou o nome do Deus dos hebreus, Jeová, na narrativa de Gênesis, a partir do capítulo 2. Ele não poderia ter usado o nome “Jeová” para se referir ao Deus dos hebreus durante os primeiros relatos, pois esse nome só foi dado a conhecer no tempo de Moisés, conforme diz em Êxodo 6:3.

Outras inserções de coisas do futuro em relatos do passado são as referências à santificação do Sábado e a lei dos dízimos. Após Deus ter criado o mundo em seis dias, Moisés relata que Deus “descansou” de sua obra no sétimo dia, o Sábado, e que por isso o santificou. Ora, Moisés inseriu a lei da santificação do Sábado como um comentário em um relato de um fato antiquíssimo, apenas para dar ênfase à narrativa. Não tinha nada a ver a santificação do Sábado no relato da criação do mundo em seis dias. Será que Deus foi o primeiro a guardar o Sábado? Será que Deus criou a lei da guarda do Sábado para Ele mesmo observar? E Adão e Eva? Será que eles também guardaram a lei do Sábado no Paraíso?

Moisés também relata o caso de Abraão e seu pequeno exército quando venceu uma guerra contra cinco reis e deles tomou o despojo. E parte do despojo Abraão deu como presente a Melquisedeque, um desconhecido sacerdote de Deus, que veio da terra dos cananeus. Moisés diz textualmente: “E Abraão deu-lhe o dízimo de tudo”. Ora, o que tinha a ver a lei dos dízimos nesse relato? Nada. Pois a lei dos dízimos só foi ordenada por Deus muito tempo depois que os hebreus saíram da escravidão no Egito. O que Abraão ofereceu a Melquisedeque não foi nada de “dízimo”, pois nem lei de dízimos existia naquela época. E também o que Abraão ofereceu a Melquiseque não foi fruto do seu trabalho, mas fruto de roubo ou despojo de guerra.

Devemos ler os primeiros capítulos de Gênesis prestando atenção nos comentários que Moisés faz após relatar um fato. Pois tem certas “palavras” e “leis” que ele emprega para concluir o relato de algo que aconteceu em um passado longínquo, quando nem se falava em tal palavra ou lei.

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AS CONTRADIÇÕES DOS DOIS RELATOS DA CRIAÇÃO

Por que os apologistas enxergam dois relatos da criação em Gênesis 1 e 2?

É porque no primeiro relato (Gên. 1:1-31 a 2:1-3), o vocábulo original utilizado para se referir à divindade criadora é “Elohim”, que é um substantivo plural, e significa literalmente “deuses”. Esse relato sobre a criação foi tomado dos sumérios, e este povo era politeísta, e acreditavam na existência de vários deuses. Por isso o relato se refere à divindade com o vocábulo “Elohim” ou “deuses”. Era assim o texto sumério:

“No princípio os Deuses criaram os céus e a Terra”.

Já no segundo relato da criação (Gên. 2:4-25), o vocábulo original utilizado para se referir à divindade criadora é “Javé” ou “Jeová” (Yahweh). Os esotéricos chamam esse nome de Tetragrama Sagrado (YHVH). O problema é que este nome Javé ou Jeová só foi revelado 1.500 anos após a queda de Adão e Eva, quando Deus apareceu a Moisés no Monte Sinai.

Se prestarmos bem atenção, podemos ver que realmente a partir de Gên. 2:4 começa um outro relato da criação.

“Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus (Yahweh) fez a terra e os céus, não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra”.

No entanto, o segundo relato da criação (Gên. 2:4) é completamente diferente do primeiro relato do capítulo 1.

No primeiro relato da criação parece que Deus cria majestosamente todas as coisas, mas mantendo certa distância das coisas, apenas dando ordens para surgir isso e aquilo. Nesta primeira narrativa Deus cria primeiro a luz; o Sol, a Lua e as estrelas só são criadas no quarto dia; depois, são criados as plantas e os animais; e por último, Deus cria o homem e a mulher, e diz para eles crescerem e se multiplicarem. Ainda no primeiro relato existem coisas absurdas, como por exemplo a criação de um firmamento no céu, para separar as águas que estavam em cima das que estavam em baixo. A ideia desse firmamento é que o mesmo era sustentado por colunas.

No segundo relato a ordem das coisas criadas é totalmente contrária ao do primeiro. Esse relato diz que Deus criou os céus e a Terra, mas a terra era seca, e não havia plantas e nem animais. Veja que este relato é totalmente contraditório ao primeiro, que diz que a Terra era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas (pois as águas e geleiras cobriam os continentes por causa da Era Glacial).

Neste segundo relato Deus cria primeiramente o homem. Só depois cria a mulher da costela de Adão; depois, cria um Jardim ou Paraíso, e por último, cria as plantas e os animais.

O Deus do segundo relato em nada se parece com o Deus do primeiro relato. O Deus do segundo relato parece mais humano. Ao invés de dizer “faça-se isso ou aquilo”, Ele mesmo põe a mão na massa e faz as coisas. Neste relato o verbo “criar” (bara) já não tem tanta importância, pois Deus não “cria” as coisas do nada; ele faz as coisas de materiais pré-existentes. Deus mesmo, como um oleiro, põe a mão na massa, modela e cria o homem do barro ou pó da terra; como um agricultor, semeia, espera a chuva, que faz brotar as árvores do Paraíso; como um cirurgião, corta a costela de Adão e cria a mulher; como um alfaiate, confecciona as vestes de pele para Adão e Eva se vestirem.

Repare que no segundo relato as plantas não surgiram do nada (do verbo bara). As plantas surgiram depois que choveu sobre a terra seca. Isso quer dizer que Deus foi o primeiro agricultor da humanidade? Deus plantou as sementes e depois que choveu as plantas brotaram?

“Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado, porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra”.

Ora, ora, ora! As plantas só surgiram porque Deus fez chover. E neste caso, onde fica o verbo “criar” (bara), da primeira narrativa sobre a criação?

Os crentes não dizem por aí que Deus faz nascer uma planta no deserto?! Por que neste relato ele não pode fazer surgir plantas sobre a terra seca sem antes ter feito chover? Por isso vemos que este Deus do segundo relato da criação é um Deus mais humano, mais presente, porém, mais limitado.

Enquanto no primeiro relato toda a Terra estava inundada e coberta de geleiras, no segundo relato diz que apenas um vapor subia da terra (e não dos rios e mares), e regava a face da terra.

“Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra”.

Outra diferença notória do Deus do primeiro para o do segundo relato é o fato deste último criar as coisas de materiais pré-existentes. O Deus do primeiro relato criou tudo do nada, através do verbo “criar” (bara). Já o do segundo relato cria coisas secundárias oriundas da própria terra. Veja:

“Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais do campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome” (Gên. 2:19).

Notou algo esquisito na citação, acima? O relato diz que “da terra formou” os animais do campo e as aves do céu. Logo, vemos que os animais e as plantas não surgiram do nada, mas foram formados da própria terra, assim como foi formado Adão.

E finalmente, no primeiro relato (Gênesis 1) Deus leva seis dias para criar o mundo; porém, no segundo relato (Gênesis 2) Deus cria todas as coisas em apenas um dia.

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O JARDIM SANTO FOI PLANTADO NO ÉDEN

A maioria dos teólogos e apologistas não percebem que o nome do Paraíso criado para Adão e Eva habitar não é Éden. O relato bíblico diz que Deus criou um Jardim no Éden, na parte oriental. Portanto, o nome Éden refere-se ao planeta Terra na sua forma primitiva, quando era formado por um único continente chamado de Pangea (ou Pangeia), que segundo estudiosos, existiu há 200 ou 540 milhões de anos, durante a era Paleozoica. A Pangea era cercada um único oceano.

Continente Pangea

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pangeia

Antes de Deus criar o Jardim Santo (Paraíso) e Adão e Eva, todo o planeta Terra era um Grande Jardim, conhecido como Éden, que quer dizer lugar de deleites e prazeres. E quem tomava de conta deste Grande Jardim era Lúcifer, o querubim ungido. Observe com atenção o seguinte relato do profeta Ezequiel e veja que a Terra era chamada de Éden.

“Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-te: Assim diz o Senhor Deus: Tu eras o selo da perfeição, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniquidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem” (Ezequiel 28:12-17).

Este relato profético é uma alegoria sobre o reino de Lúcifer aqui na Terra. O profeta usa a pessoa do rei de Tiro como alegoria para se referir ao Satanás, o querubim ungido.

A expressão “Estiveste no Éden, jardim de Deus” refere-se ao planeta Terra na sua forma primitiva, cuja regência das criaturas foi dada ao Lúcifer. Lúcifer era o regente da criação aqui na Terra, por isso se diz “Eu te coloquei com o querubim da guarda”.

O texto relata que Lúcifer foi expulso do Céu, morada de Deus. A expressão “monte de Deus”, não se refere ao Grande Jardim aqui na Terra, mas refere-se ao local da habitação de Deus onde Satanás tinha acesso, e inclusive andava sobre pedras afogueadas. Pedras afogueadas referem-se ao tipo de material luzente que reveste a morada de Deus. Outro querubim mais poderoso expulsou Lúcifer do Céu.

“Pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas”.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12).

Deus destituiu o reino de Lúcifer e tirou a sua autoridade de regente da criação.

Até o tempo de Jesus aparecer, Lúcifer ainda se achava no direito de regente da criação. Veja o que ele declarou a Jesus Cristo:

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu me adorares, será toda tua” (Lucas 4:5-7).

Satanás não estava blefando ao fazer tal declaração a Jesus. Ele ainda se achava no direito e com poder e domínio sobre os reinos da Terra.

No entanto, Jesus foi enviado para tomar o reino e o poder que Lúcifer exercia sobre a Terra e suas criaturas. Para Jesus receber todo o poder a autoridade, teve que provar seu amor pela humanidade, morrendo na cruz. Só assim Deus aceitou a prova e entregou todo o poder e autoridade a Ele.

“E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na Terra” (Mateus 28:18).

“Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:18).

Jesus agora manda na Terra e até no Inferno. Ele agora detém o poder sobre as almas dos mortos. Antes, que detinha o poder sobre as almas dos mortos era Satanás.

“Também ele (Jesus) semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hebreus 2:14).

“E que agora se manifestou pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual destruiu a morte, e trouxe à luz a vida e a imortalidade pelo evangelho” (II Tim. 1:10).

O relato de Gênesis 2 diz que o Jardim Santo foi plantado no Éden, do lado oriental (ao Leste).

“Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado” (Gên. 2:8).

O Éden (Terra) já era o Grande Jardim, mas Deus plantou outro Jardim na parte leste da Terra. Este Jardim era Santo, incontaminado, e totalmente livre de males e doenças.

Tal como o Jardim maior, de Lúcifer, o Jardim Santo também possuía pedras preciosas e um rio corria do Éden para regá-lo.

“E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços. O nome do primeiro é Pisom: este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro; e o ouro dessa terra é bom: ali há o bdélio, e a pedra de berilo. O nome do segundo rio é Giom: este é o que rodeia toda a terra de Cuche. O nome do terceiro rio é Tigre: este é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates”. (Gên. 2:10-14).

Repare bem que o texto diz que “saía um rio do Éden para regar o jardim”. Logo, conclui-se que o Éden era uma coisa e o Jardim Santo, outra coisa.

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QUANDO O REINO DE LÚCIFER AQUI NA TERRA FOI DESTRUÍDO

A história do reino de Lúcifer aqui na Terra data de milhares de anos atrás.

Antes de Lúcifer provocar a queda do homem, ele ainda tinha muitos privilégios, apesar de ter sido expulso do Céu e ter perdido a regência da criação e do Planeta Terra.

Lúcifer só foi amaldiçoado em Gênesis 3, por ter ido longe demais nas suas diabruras, tendo frustrado o plano de Deus concernente à nova raça de humanos que havia criado.

O livro de Jó relata eventos longínquos da humanidade, e ali está relatado que Lúcifer ainda andava junto com outros anjos e tinha acesso à presença de Deus. Existe até o relato de uma aposta que Deus fez com Lúcifer sobre a sinceridade e fidelidade de Jó.

“Ora, chegado o dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. O Senhor perguntou a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao Senhor, dizendo: De rodear a terra, e de passear por ela. Disse o Senhor a Satanás: Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal? Então respondeu Satanás ao Senhor, e disse: Porventura Jó teme a Deus debalde? Não o tens protegido de todo lado a ele, a sua casa e a tudo quanto tem? Tens abençoado a obra de suas mãos, e os seus bens se multiplicam na terra. Mas estende agora a tua mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e ele blasfemará de ti na tua face! Ao que disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo o que ele tem está no teu poder; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor (A APOSTA)” (Jó 1:6-12).

Perceba que este relato do livro de Jó aconteceu antes da existência de Adão e Eva, no tempo dos Atlantes, pois nele não vemos citação do nome de Javé e nem referências aos nomes dos primeiros patriarcas, como Sete, Noé, Sem e Abraão. Depois que Deus amaldiçoou Lúcifer em Gênesis 3, a partir daí ele não mais teve acesso à presença de Deus, pois disse que a partir daquele momento ele seria um desertado, e se rastejaria e pó comeria todos os dias da sua vida. A serpente (réptil cobra) não come pó, portanto, em Gênesis 3 Deus não estava falando com um animal, réptil irracional, mas estava falando com Lúcifer, a antiga Serpente, em carne e osso. A expressão “sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida” significa que Lúcifer foi desertado, foi expulso da presença de Deus. Foi literalmente lançado nos mundos inferiores.

“Então o Senhor Deus disse à Serpente (isto é, ao Satanás): Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gên. 3:14-15).

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele” (Apoc. 12:9).

Segundo a teósofa Helena Petrovna, já houveram cinco raças-raiz de humanos na Terra, e a última que surgiu foi a Raça Ariana, oriunda dos primeiros Atlantes. E que a sexta e sétima raças-raiz ainda estão por surgir. A sétima raça-raiz será a raça perfeita, conforme descreve os capítulos 21 e 22 de Apocalipse. A sexta raça-raiz é que vai governar o mundo durante mil anos (o Reino Milenar de Cristo). A sétima raça-raiz será a raça perfeita, que habitará o novo céu e a nova Terra restaurada.

No entanto, é preciso entender que a raça que existiu antes da Adâmica foi a raça dos Atlantes. O filósofo Platão foi o primeiro a escrever sobre a existência do reino dos Atlantes na antiga Pangea. Os discípulos de Platão contaram que ele se referiu a uma civilização desenvolvida que floresceu no reino de Atlântida, região que ficava entre a África e América do Sul, há milhares de anos atrás, e que por causa de uma catástrofe o reino dos Atlantes foi destruído e a região onde se concentravam submergiu sob as águas do oceano. Por isso o nosso Oceano Atlântico levou o nome dos Atlantes. O único continente que formava a Pangea (a Terra Primitiva), há cerca de 1 milhão de anos atrás, dividiu-se em várias partes – devido a várias catástrofes -, formando a África, a Europa, Américas do Norte e do Sul e continente australiano.

Vestígios do reino dos Atlantes ficaram espalhados por várias partes do mundo: na Grã-Bretanha, no Peru e México, na África e na Amazônia. As grandes construções megalíticas em cidades peruanas, e os geoglifos de Nazca, no Peru, são obras dos Atlantes. Os Moais da Ilha de Páscoa também são obras dos Atlantes. Já as Pirâmides do vale de Gizé, no Egito, foram erigidas pelos anjos de Deus com ajuda dos Atlantes, para aprisionar os anjos líderes (anjos caídos) e servir de calendário para indicar o tempo em que os anjos ficariam presos no Thártarus. Segundo o Livro de Enoch, os anjos líderes que se rebelaram e causaram a degeneração da Raça Adâmica foram aprisionados em uma região montanhosa (de local não especificado), e que lá iriam permanecer presos durante 10 mil eras. Os líderes dos anjos caídos foram presos antes de vir o Dilúvio sobre a Terra, há 9.640 anos atrás.

Fortaleza de Sacsayhuaman - no Peru (3) Fortaleza de Sacsayhuaman - no Peru (2)

Fortaleza de Sacsayhuaman - no Peru (3) Geoglifos feitos pelos Atlantes no deserto peruano

Pedra gigantesca serrada pelos Atlantes Estátuas de Moais na Ilha de Páscoa (2)

Estátuas de Moais na Ilha de Páscoa (1)

O monumento megalítico de Stonehenge, na Inglaterra, é obra dos Atlantes. São gigantescas pedras de granito, pesando milhares de toneladas, suspensas uma sobre as outras. Só mesmo pessoas gigantes ou com poderes sobrenaturais podiam levantar essas pedras enormes.

Stonehenge antigo.

Stonehenge antigo

Stonehenge atual.

Stonehenge

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Stonehenge

A última catástrofe que destruiu o reino dos Atlantes data de 12 mil anos atrás.

Estudiosos estimam que a última glaciação iniciou-se a 100 mil atrás e terminou cerca de 12 mil anos a.C. Porém, há muitas controvérsias sobre o fim da última Era do Gelo.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Altimo_per%C3%ADodo_glacial

Os dinossauros foram extintos a 65 milhões de anos atrás, mas, antes do início da última mini-Era Glacial os Atlantes viviam em seu último período de desenvolvimento social e comercial. A história do patriarca Jó remonta ao tempo dos Atlantes. Nesse tempo haviam pessoas que temiam a Deus, embora a maioria fosse controlada e dominada por Lúcifer e seus anjos (o Manu).

No tempo da civilização dos Atlantes ainda existiam os últimos exemplares de dinossauros, pois no livro de Jó há relatos sobre esses animais gigantescos, que possuíam escamas e couros impenetráveis, e caudas do comprimento de uma grande árvore (Jó 41:1-34 e Jó 40:15-19).

O leviatã era um dinossauro aquático. Não se trata de hipopótamo ou crocodilo gigante.

No entanto, acho que essas últimas espécies de dinossauros são menores que as dos gigantes do período Cretáceo-Paleogeno. Pois a época que os dinossauros gigantes dominaram a Terra foi há 65 milhões de anos. E esse período é muito distante para admitir que o relato do Livro de Jó date dessa época remotíssima.

“Poderás tirar com anzol o leviatã, ou apertar-lhe a língua com uma corda? Poderás meter-lhe uma corda de junco no nariz, ou com um gancho furar a sua queixada? (…) Poderás encher-lhe a pele de arpões, ou a cabeça de fisgas? (…) Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será um homem derrubado só ao vê-lo? Ninguém há tão ousado, que se atreva a despertá-lo; quem, pois, é aquele que pode erguer-se diante de mim? (…) As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como por um selo apertado. Uma à outra se chega tão perto, que nem o ar passa por entre elas. Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar. Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva. Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem. O seu hálito faz incender os carvões, e da sua boca sai uma chama. (…) Quando ele se levanta, os valentes são atemorizados, e por causa da consternação ficam fora de si. Se alguém o atacar com a espada, essa não poderá penetrar; nem tampouco a lança, nem o dardo, nem o arpão. Ele considera o ferro como palha, e o bronze como pau podre. (…) Os bastões são reputados como juncos, e ele se ri do brandir da lança. Debaixo do seu ventre há pontas agudas; ele se estende como um trilho sobre o lodo” (Jó 41).

“Contempla agora o beemote, que eu criei como a ti, que come a erva como o boi. Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre. Ele enrija a sua cauda como o cedro; os nervos das suas coxas são entretecidos. Os seus ossos são como tubos de bronze, as suas costelas como barras de ferro. Ele é obra prima dos caminhos de Deus; aquele que o fez o proveu da sua espada” (Jó 40:15-19).

Algumas versões traduz o nome “behemoth” por hipopótamo ou elefante. Só que elefante e hipopótamo não possuem cauda longa. E no relato do livro de Jó se diz que o behemoth “enrija a sua cauda como o cedro”. E o cedro era uma árvore alta. Logo, esse gigantesco animal só pode ter sido um dinossauro da espécie Diplodocus ou Apatosaurus.

Dinossauro no livro de Jó  Diplodocus carnegi

Fonte: http://genesisum.blogspot.com.br/2011/06/quem-foi-o-leviathan-do-livro-de-jo.html

Fonte: http://genesisum.blogspot.com.br/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html

 

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O RELATO DA CRIAÇÃO DE GÊNESIS REFERE-SE À TRANSIÇÃO DA ÚLTIMA ERA GLACIAL

Como já afirmei, anteriormente, Deus não criou o Planeta Terra; ele já existe há 4,5 bilhões de anos, segundo os cientistas.

Acho que a última catástrofe que decretou a extinção dos dinossauros não aconteceu há tanto tempo atrás, conforme alegam os cientistas. A Ciência evolucionista diz que os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos quando um gigantesco meteoro se chocou com a Terra na Península de Yucatan, no México, ocasionando também a extinção de muitas espécies de mamíferos que viviam sobre a Terra. Os animais marinhos sobreviveram, como no caso das baleias, que são verdadeiros exemplares de dinossauros vivos em nosso tempo.

Se a catástrofe que dizimou os dinossauros não foi a que causou a última Era Glacial (ou Era do Gelo), então deve ter havido outra catástrofe cerca de 100 mil anos atrás. E esta grande catástrofe provocou um grande abalo na Terra, provocando a divisão da Pangea, fazendo aparecer os atuais continentes. Nesta última catástrofe, a civilização dos Atlantes foi dizimada, restando poucos sobreviventes, e os vestígios de suas obras ficaram espalhados por várias partes do planeta.

A última catástrofe sofrida pela Terra provocou a Era Glacial que terminou há 12 mil anos atrás. Os Atlantes que sobrevieram em cavernas à última Era Glacial testemunharam o alvorecer de uma nova era, o nascimento de um novo planeta.

O relato da criação, no livro de Gênesis, foi descrito de acordo com a visão dos Atlantes que sobreviveram em cavernas o período da Era Glacial. Os mais velhos morreram, restando os seus descendentes, que não tinham ideia do que havia acontecido no passado. Então esses descendentes entenderam a transição da passagem da Era do Gelo como se fosse Deus criando a Terra naquele momento. Os apologistas ficam intrigados com a ordem dos eventos na narrativa do primeiro capítulo de Gênesis. Por que o Sol, a Lua e as estrelas só foram criados no quarto dia?

Vejamos a ordem dos relatos, lembrando que cada DIA da criação refere-se a longos períodos de tempo, e não há dias literais de 24 horas.

1) A Terra estava um caos e havia trevas sobre a face do abismo.

“No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gên. 1:1-2).

Neste relato não pode ser Deus criando a Terra, porque Deus, sendo perfeito e Todo-Poderoso, não poderia criar o caos para depois consertar o malfeito.

Na verdade, a Terra estava um caos e em trevas por causa das nuvens de cinzas vulcânicas que encobriam a luz do Sol, em virtude da queda do meteoro sobre a Atlântida, há 12 mil anos atrás. A Era Glacial só aconteceu porque as nuvens de cinzas vulcânicas cobriram a atmosfera da Terra, impedindo a passagem da luz do Sol.

O relato diz que “o Espírito de Deus pairava (passeava) sobre a face das águas”. Significa que toda a Terra estava encoberta de água e de geleiras.

2) Com os primeiros raios do Sol entre as nuvens as geleiras começaram a se derreter.

“Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro” (Gên. 1:3-5).

Os sobreviventes da Era Glacial, quando viram os primeiros raios do Sol surgir entre as nuvens, imaginaram que Deus estava criando a luz.

Só há uma incoerência neste relato. É o fato de se dizer: “E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro”. Ora, o que determina a noite e o dia, a tarde e manhã é o movimento de rotação da Terra. Além disso, é preciso haver o Sol. Porém, o Sol, a Lua e as estrelas só foram criados no quarto dia. Por isso, não poderia haver tarde e manhã do primeiro dia da criação. Felizmente, temos que engolir esses absurdos da narrativa, e ignorá-los, pois não trazem tanto prejuízos à nossa compreensão sobre a criação.

3) No segundo dia as geleiras se derretem e surge a parte seca da Terra.

“E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi. Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom” (Gên. 1:6-10).

No segundo dia da criação surgem os mares, os oceanos e a parte seca da Terra.

O inconveniente deste relato é quanto ao fato de se dizer que Deus fez um firmamento, o qual chamou de céu. Ora, os povos primitivos entendiam que os céus eram um firmamento sustentado por grandes colunas, e lá se encontrava a habitação de Deus. Por isso, diziam que os deuses desciam do céu, isto é, do firmamento que está lá em cima. E bem sabemos hoje, através da Astronomia, que não existe nenhum firmamento acima, nos céus. O que existem são nuvens e um espaço infinito, de cor azul, devido à grande concentração de gases que compõem a atmosfera.

4) No terceiro dia começam a nascer toda espécie de plantas sobre a terra seca.

“E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro” (Gên. 1:11-13).

Todo bom estudante deve ter lido ou ouvido falar que quando chove no deserto, começa a nascer todo tipo de plantas, do nada. Na verdade, as sementes e as raízes estão lá, escondidas sob a areia; quando vem a chuva, essas sementes começam a brotar e florescer em pleno deserto.

http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/el-nino-cobre-com-flores-deserto-mais-seco-do-mundo-17922962?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

Da mesma forma, as geleiras não destruíram completamente as sementes de plantas durante a Era Glacial. Quando o gelo derreteu e águas dos mares baixaram, as sementes começaram a germinar e florescer, e encher de plantas a face da Terra.

No segundo relato da criação, no capítulo 2, há uma grande contradição em relação ao modo como as plantas surgiram. Observamos que no segundo relato não havia brotado nenhuma árvore sobre a terra porque não havia chovido o suficiente. As plantas brotaram só depois que choveu. Isso é contraditório, pois os teólogos fanáticos enfatizam que Deus se utilizou do verbo “bara” (criar algo do nada) no ato da criação. Sendo assim, não era necessário chover para Deus criar as plantas. Mais na frente faço um comentário sobre as incoerências entre o primeiro e o segundo relato da criação.

“Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra” (Gên. 2:5-6).

5) No quarto dia o céu fica totalmente livre das cinzas vulcânicas e são vistos literalmente o Sol, a Lua e as estrelas.

“E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas. E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto” (Gên. 1:14-19).

Então, esta é a explicação porque no primeiro relato de Gênesis o Sol, a Lua e as estrelas são criados somente no quarto dia. A luz criada no primeiro dia refere-se aos primeiros raios do Sol que penetraram entre as nuvens de cinza vulcânica. Quando o céu ficou totalmente limpo, os sobreviventes do grande cataclismo contemplaram literalmente o Sol, a Lua e as estrelas. Aí eles imaginaram que neste dia (período) Deus havia criado o Sol, a Lua e as estrelas.

6) Os animais da terra, as aves, os peixes e baleias foram “criados” (contemplados) no quinto e sexto dias.

“E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom” (Gên. 1:20-25).

No segundo relato da criação, no capítulo 2, diz-se que Deus não criou do “nada” os animais, mas que os criou “da terra”, assim como criou Adão do barro, ou pó da terra. Neste caso, como fica o verbo “bara” (criar do nada) que os teólogos fanáticos fazem questão de enfatizar? Uma coisa eu posso garantir! Deus não é um mágico que anda por aí verbalizando o verbo bara, criando coisas do nada.

Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome” (Gên. 2:19).

7) O homem (Raça Adâmica) foi criado no sexto dia.

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi. E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto” (Gên. 1:26-31).

Na verdade, a tradução correta deste relato devia ser assim: “E disseram os deuses: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.

O segundo relato da criação, do capítulo 2, é totalmente contraditório com este, de Gênesis 1:26-31.

Neste relato Deus cria os animais e as plantas SOBRE TODA A FACE DA TERRA. Quanto às árvores frutíferas, elas serviriam como mantimento ao homem; e as ervas verdes da terra serviriam de mantimento para os animais, as aves e os répteis . Já no segundo relato, Deus cria um Jardim especial no Éden, isto é, na parte oriental do planeta Terra, e neste jardim cria toda espécie de plantas comestíveis e animais e os entrega ao homem, para deles cuidar.

De acordo com este relato, todos os animais que Deus criou sobre a Terra eram vegetarianos, inclusive o homem.

Em relação a criação do homem, os Atlantes sobreviventes do grande cataclismo relataram que Deus criou o homem no sexto dia (sexto período). Na verdade, Deus criara nesse período uma nova raça de humanos, a Raça Adâmica.

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A CONTROVERSA HISTÓRIA DO PASSADO DA TERRA E DA HUMANIDADE

1) Existiram ou não as Eras Glaciais?

Como disse, anteriormente, as possíveis datas para o fim da última Era Glacial são conflitantes. Pesquisei na internet sobre as datas das últimas glaciações, mas não existe nenhuma data precisa. São apenas datas sugeridas. Segundo informações nada confiáveis, a última glaciação data de 150 mil anos, e que terminou cerca de 12 mil anos atrás.

Mas, segundo alguns pesquisadores, existem evidências de vários períodos glaciais que a Terra já sofreu há milhões de anos. O problema a resolver é quando começou e terminou a última glaciação. Pois, se a última Era do Gelo terminou há 12 mil anos, como fica a história da civilização dos Atlantes? Como se justifica os ensinos sobre Pré-história dos livros escolares?

A história do Dilúvio bíblico nada tem a ver com Era Glacial. A história do Dilúvio narrado na Bíblia é um fato mais recente, e data de 9.640 anos atrás. Na verdade, o Dilúvio bíblico só aconteceu por causa do Aquecimento Global. Para que houvesse o Dilúvio, as grandes calotas polares se derreteram, elevando os níveis dos mares, que encobriram as regiões mais planas da Terra.

Certamente que houve uma Era do Gelo, a qual está retratada no primeiro capítulo do livro de Gênesis. Se esta glaciação existiu há pouco tempo atrás, deve ter acontecido em razão da destruição da Atlântida há 12 mil anos atrás. Só que este período é muito curto para o período de uma Era Glacial, visto que houve também um Dilúvio há 9 mil anos. Mas, se na verdade ocorreu esta glaciação há 12 mil anos, esta foi apenas uma mini-Era Glacial.

No seu livro “Antes dos Tempos Conhecidos”, o pesquisador Peter Kolosimo diz que a tradição dos antigos habitantes de aldeias indígenas do Peru relatava a história sobre um cataclismo que sobreveio ao povo em épocas remotas. Depois de uma grande ventania forte, tempestades e terremotos, o mar subiu e encobriu todas as planícies e morros, salvando-se somente alguns aldeões.

Muitos historiadores já registraram em livros relatos das tradições dos ancestrais de muitas aldeias indígenas, em várias regiões da América Central e do Sul, dando conta de ter ocorrido um grande cataclismo em épocas remotas, que varreu suas aldeias, restando poucos sobreviventes. Sabemos, atualmente, que tais relatos devem se tratar de tsunamis ocasionados por grandes terremotos no mar. Mas alguns relatos dão conta de que a água do mar subiu até o cume das montanhas.

Seja lá o que tenha acontecido para que ocorresse essa mini-Era do Gelo, o importante é entender que esta pequena glaciação está retratada no primeiro capítulo de Gênesis. O caos em que se encontrava o planeta coberto por água e geleiras em Gênesis 1 não se trata da Era do Gelo que se deu há 65 milhões de anos no período Cretáceo-Paleogeno, que extinguiu os dinossauros e quase todos os mamíferos. A grande extinção do Cretáceo-Paleogeno é muito longínqua, de modo que não podemos afirmar que a recriação do planeta em Gênesis seja o fim desse período.

Se por hipótese a última glaciação ocorreu há 12 mil anos atrás, isso se deu devido à catástrofe que destruiu o continente de Atlântida. Os teósofos dizem que Atlântida foi sendo destruída aos poucos por sucessivos terremotos, em um período de 1 milhão de anos. Alguns pesquisadores atestam que ela foi destruída por um gigantesco meteoro que caiu sobre o Oceano Atlântico. E outros vão mais além, dizendo que Atlântida foi destruída em virtude da queda de um cometa sobre as águas do Atlântico.

Sou a favor dessa tese de que houve algo grandioso e catastrófico que destruiu o continente de Atlântida e todos os seus reinos, e que dizimou quase todos os seus habitantes. Nesse período, os continentes tiveram uma separação mais abrupta, deixando vestígios da cultura dos Atlantes para todos os lados, tanto da África e Europa quanto das Américas do Sul, Central e do Norte.

Nuvens espessas de cinzas vulcânicas cobriram a atmosfera da Terra. No período de um ano, toda a Terra resfriou e ficou coberta de geleiras. A maior parte dos animais terrestres morreu; outros sobreviveram em cavernas. Os Atlantes que sobreviveram a essa grande catástrofe viveram em cavernas durante vários anos. Passados alguns anos, devido ao efeito estufa provocado pelo CO2, as nuvens de cinzas vulcânicas começaram a se dissipar, dando vazão aos raios solares. Depois que a face da Terra volta a ser atingida pelos raios solares, as grandes geleiras começam a se derreter. A terra seca começa a florir, e as árvores cobrem os continentes. Tantos os animais quanto os humanos saem das cavernas e começam a se espalhar sobre a Terra. Tudo isso está exatamente narrado no primeiro capítulo do livro de Gênesis.

2) A civilização dos Atlantes existiu ou não existiu?

Será que os relatos da civilização dos Atlantes são apenas contos lendários?

Embora os historiadores oficiais se omitam quanto à existência da civilização dos Atlantes, é inegável os vestígios da cultura desse povo deixados em várias partes do planeta.

Segundo os teósofos, a civilização dos Atlantes teve fim em 9.564 a.C ou há 11.578 anos atrás.

3) Existem três fontes de conhecimento sobre a história do passado da Terra e da humanidade.

a) A história narrada pela Bíblia;

b) A história narrada de acordo com os conhecimentos ocultos obtidos pelos teósofos;

c) A história narrada pelos historiadores oficiais, arqueólogos, antropólogos, naturalistas, geógrafos, etnólogos, embasados pelo que diz a Ciência e a Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin.

A –  HISTÓRIA DA HUMANIDADE NARRADA PELA BÍBLIA

Segundo a Bíblia – mais precisamente os teólogos tradicionais -, Deus criou o mundo e criou especialmente o planeta Terra, para nele colocar o homem para o habitar e cuidar.

Deus criou Adão e Eva, e dos filhos e netos desse casal descenderam todos os povos da Terra, inclusive os chineses, japoneses, coreanos, mongóis, índios americanos, pigmeus asiáticos e os aborígenes australianos.

Para os teólogos fanáticos, não existiram os dinossauros, e não houve eras glaciais, pois a Terra só tem seis mil anos de existência.

Tudo o que os teólogos e crentes, em geral, sabem sobre a origem da humanidade está narrado nos doze primeiros capítulos do livro de Gênesis. No capítulo 10 de Gênesis está narrado a genealogia dos descendentes dos filhos de Noé, que eram Sem, Cam e Jafé.

Fazendo uma pesquisa cuidadosa sobre os cantos para onde se espalharam os descendentes dos três filhos de Noé, que povoaram a Terra após o Dilúvio, pude constatar que os chineses, japoneses, coreanos, mongóis, índios americanos, pigmeus asiáticos e aborígenes não têm nenhuma relação com os tais filhos de Noé.

Os filhos de Sem foram: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arão.

Os descendentes de Sem povoaram a região da Ásia Menor, da Arábia, Mesopotâmia e o reino da Pérsia (Elão). Dos descendentes de Arfaxade foi que veio a linhagem dos hebreus. Um desses descendentes era Éber ou Heber. Daí muitos acharem que desse nome derivou o nome dos hebreus. Ainda dos descendentes de Arfaxade surgiu Terá, pai de Abraão, que viveu na terra dos caldeus, a antiga Suméria (Mesopotâmia).

Nenhum descendente de Sem se afastou para o extremo oriente.

Os filhos de Cão: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã.

Veja o que o texto bíblico diz sobre os descendentes de Cuche:

“Cuche também gerou a Ninrode, o qual foi o primeiro a ser poderoso na terra. Ele era poderoso caçador diante do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor. O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar” (Gên. 10:8-10).

Os líbios e etíopes descendem de Cuche.

Os descendentes de Mizraim povoaram o norte da África e toda a região do Egito. De Mizraim também surgiram os filisteus. Já de Canaã surgiram as várias tribos de cananeus. Uma dessas tribos era a dos sineus.

O texto bíblico diz que o princípio do reinado de Ninrode começou em várias cidades da terra de Sinar. Só que esta região de Sinar nuca ficou bem definida. Alguns acham que Sinar se refere à região da Ásia Maior, onde surgiram os chineses e mongóis. Porém, o certo é que Sinar não se localizava no extremo oriente. Gênesis 11 diz que Sinar fora uma planície povoada após o Dilúvio, na Mesopotâmia. Outros relatos bíblicos relacionam Sinar como sendo a região da antiga Babilônia.

Segundo alguns pesquisadores, houve um descendente de Canaã, chamado Sin, do qual surgiu os sineus. Alegam que encontram relatos sobre o reino dos sineus no extremo oriente, sendo este o povo que deu origem ao povo chinês. Mas não existem comprovação certa sobre essas especulações.

O certo é que nenhum descendente de Cam se dirigiu para o extremo oriente.

Os filhos de Jafé: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.

Todos os descendentes de Jafé povoaram a Europa e parte da Ásia Maior. Os russos descendem de Magogue.

Segundo estudo de um etnólogo chamado H. S. Mille, alguns dos descendentes de Jafé ficaram assim distribuídos:

De Magogue: os citas, eslavos, russos, búlgaros, boêmios, polacos, eslovacos, e croatas.
De Madai: os indianos e as raças iranianas: medos, persas, afegãs, curdos.
De Javã: os gregos, romanos e as nacionalidades latinas como portugueses, franceses, italianos, espanhóis.
De Tiras: os trácios, os teutões, os alemães, os saxões, os anglo-saxões, e deles os escandinavos, dinamarqueses, holandeses, ingleses, austríacos, checos e húngaros.

É impossível fazer um levantamento exato de modo a determinar os locais para onde os demais descendentes dos filhos de Jafé se dirigiram ou se concentraram na Terra.

Com esses dados, concluímos que dos descendentes dos três filhos de Noé não surgiram os chineses, os japoneses, os coreanos, os mongóis, os índios americanos, pigmeus asiáticos e os aborígenes da Austrália.

B – A HISTÓRIA DA TERRA E DA HUMANIDADE SEGUNDO OS TEÓSOFOS

A Teosofia conta uma história diferente da oficial sobre os antepassados da humanidade e das várias civilizações, raças e sub-raças que já existiram durante milhares de anos na Terra.

Segundo a Teosofia, a Terra existe há milhões de anos. E várias raças e sub-raças existiram durante esse período.

Na crença dos teósofos, foram os deuses que criaram os primeiros humanos na face da Terra. Em cada planeta habitável os deuses criaram espécies humanas. O período de adaptação e desenvolvimento desses seres é chamado de Ronda. Durante uma Ronda surgem sete raças-raiz.

Existem vários teósofos famosos que desde o século XIX escreveram livros onde relataram a existência de civilizações antigas que já até desapareceram, como as de Lemúria e Atlântida.

A fundadora do Movimento Teosófico, Helena Petrovna Blavatsky, foi a que mais escreveu sobre a civilização dos Atlantes, que floresceu há 800 mil anos atrás e desapareceu há 9.564 anos a.C. Só que existem algumas controvérsias entre os próprios teósofos sobre as civilizações antigas.

Outro que também escreveu sobre a civilização dos Atlantes foi o filósofo Platão. As informações de Helena Petrovna sobre como se desenvolveu as sub-raças no reino de Atlântida diferem um pouco das de Platão. Mas o certo é que essa civilização existiu.

Nos seus escritos, Helena Petrovna diz que já existiram cinco raças-raiz na Terra. Em cada Ronda existem sete raças-raiz, e de cada raça-raiz surgem outras sete sub-raças. Atualmente a Terra se encontra na quinta raça-raiz, chamada também de Raça Ariana, que surgiu a 1 milhão de anos atrás. A quarta raça-raiz foi a Raça dos Atlantes, que surgiu há 18 milhões de anos. A terceira raça-raiz foi a dos lemurianos, que se extinguiu junto com o lendário continente de Lemúria.

O que divide o tempo dos domínios das sub-raças dos Atlantes são as catástrofes. A primeira catástrofe que sobreveio ao reino dos Atlantes foi há 800 mil anos; depois, houve outra, há 200 mil anos, e mais outra, há 75 mil anos. A última catástrofe ocorreu há 9.564 anos a. C. Por causa dessas catástrofes, as regiões continentais ao redor de Atlântida foram se afastando. Os cientistas modernos chamam a esse fenômeno de deriva continental, por causa da oscilação das placas tectônicas. Os teósofos alegam que a separação dos continentes ocorreu de forma abrupta, isto é, repentinamente, devido aos terremotos. Os cientistas modernos afirmam que a deriva ou separação dos continentes vêm acontecendo centímetro a centímetro durante milhões de anos.

Mapa Atlântida 1 (800 mil anos)

O mundo há um milhão de anos e até a catástrofe de há 800 mil anos, segundo W. Scott-Elliot. Notas: 3 – local da sub-raça Tolteca, 4 – sub-raça Turaniana, 5 – sub-raça semita

Segundo Helena Petrovna, ainda existirão mais duas raças-raiz na Terra: a sexta e a sétima. A sexta raça-raiz será comandada pelos povos americanos norte e judeus semitas, durante mil anos. Esse período de mil anos é retratado no Apocalipse como o Reino Milenar do Messias, que terá a participação dos judeus e americanos do norte. A sétima e última raça-raiz desta Ronda será a raça perfeita, que habitará a nova Terra restaurada, após ela ser purificada pelo fogo.

A quarta raça-raiz foi a dos primeiros Atlantes, que surgiu do extinto povo da Lemúria há aproximadamente 1 milhão de anos. Cerca de 800 mil anos depois surgiu a quinta raça-raiz proveniente dos primeiros Atlantes, que se dividiu em várias sub-raças.

A quinta raça-raiz Ariana (a atual) se dividiu em sete sub-raças: Rmoahal, Tlavatli, Toltecas, Turanianos, Semitas, Mongólicos  e Acadianos.

Da sub-raça Rmoahal surgiram os negros africanos, na região de Gana, e mais tarde se tornaram escravos das outras sub-raças dos Atlantes. A sub-raça Tlavatli se desenvolveu na região do México, da qual surgiram os povos indígenas peles vermelhas. Cultuavam um ser supremo cujo símbolo era o Sol. A sub-raça Tolteca foi a que mais dominou o continente da Atlântida por milhares de anos. O reino dos toltecas foi o mais poderoso império dos Atlantes e o que mais se desenvolveu. Construíram grandes cidades. A capital do império Tolteca era a “Cidade dos Portais de Ouro”. Os toltecas não realizavam sacrifícios humanos.

Os sacerdotes Toltecas desenvolveram um poder psíquico denominado de Vril (energia psíquica). Com esse poder eles faziam barcos flutuar, que chegavam a voar, e ainda usavam este poder para levitar enormes blocos de pedra para as grandes construções. Devido ao mal uso dessa energia psíquica do Vril, a civilização tolteca começou a se degenerar, pois o povo passou a praticar a Magia Negra. Até que por conta de um cataclismo a “Cidade dos Portais de Ouro” foi destruída há 800 mil anos. Pela ambição de querer dominar mais territórios com o poder do Vril, os toltecas sofreram muitas derrotas contra outras tribos. Os Toltecas cultuavam o deus Sol.

Essa história do poder psíquico do Vril despertou a curiosidade do ditador Adolf Hitler. Hitler estudou os escritos de Helena Petrovna sobre o poder do Vril e se interessou em obter esse poder para governar o mundo. Alguns pesquisadores garantem que com esse poder do Vrill os engenheiros de Hitler conseguiram construir os discos voadores. Mas não há provas concretas sobre a veracidade desses discos voadores do tempo de Hitler. A Sociedade Secreta Vril teve início antes da Segunda Guerra Mundial, na Alemanha. Muitos homens da cúpula do Partido Nazista, como Hermann Goering, Heinrich Himmler, e até Adolf Hitler, participaram da Sociedade Secreta Vril. Alguns garantem que o poder do Vril fora dado aos Atlantes pelos alienígenas (neste caso, os anjos caídos). E outros dizem que o Vril se tratava de uma “substância” que conferia superpoderes ao seu detentor.

A sub-raça dos Turanianos se desenvolveu no mesmo tempo da dos Toltecas. Os turanianos sempre viviam em guerra contra os toltecas. Os descendentes dos turanianos incluem os chineses (Ásia Maior) e os astecas (México). Os astecas praticavam rituais de sacrifícios humanos repudiados por seus predecessores toltecas.

A quinta sub-raça dos Atlantes, os “semitas originais”, surgiu a nordeste da Atlântida, região territorial que correspondentes às atuais Escócia e Irlanda. Os judeus e os cabilas argelinos são seus últimos representantes relativamente puros.

Essas informações foram extraídas do livro “Lendas de Atlântida e Lemúria”, do escritor William Scott-Eliott.

Tempos depois da catástrofe que destruiu os reinos de Atlântida há 200 mil anos, surgem a sexta e sétima sub-raças: Acadianos e Mongólicos.

Mapa Atlântida 2 (200 mil anos)

Segundo Scott-Eliott, inicialmente os Acadianos se espalharam para o leste, ocupando o atual Levante (Síria e Palestina) e chegando à Pérsia e Arábia. Mais tarde, invadiram Atlântida, travando inúmeras batalhas terrestres e navais com os semitas.

A sub-raça mongólica surgiu a partir de descendentes da sub-raça turaninana, e dominou as planícies da Tartária (Sibéria Oriental). Foi a única sub-raça dos Atlantes que jamais teve contato com seu continente materno. Seus descendentes mais ou menos misturados com outras sub-raças incluiriam a maior parte dos povos do Extremo Oriente, inclusive japoneses e também alguns indígenas da América do Norte, pois alguns deles atravessaram o Estreito de Bering.

De acordo com as informações de Scott-Eliott, a Índia foi ocupada por uma civilização atlante, que se estendia do sul até o mar que a limitava ao norte.

Quanto ao Egito, as grandes pirâmides, segundo Scott-Elliot, foram construídas há mais de 200 mil anos. Cerca de 210 mil anos atrás, a degradação de Atlântida levou a “Grande Loja Branca” a transferir-se para o Egito, então isolado e de população escassa. Ali fundou um império, a primeira “Dinastia Divina” do Egito.

Devido à segunda catástrofe sofrida há cerca de 200 mil anos, causada pela difusão da Magia Negra entre os Atlantes, o restante da Atlântida se dividiu em duas grandes ilhas, Ruta e Daitya.

Mapa Atlântida 3 (80 mil anos)

As construções megalíticas de Stonehenge teriam sido construídas por acadianos, segundo Scott-Elliot. Há 100 mil anos, uma colônia de Iniciados acadianos fundou Stonehenge (na realidade, construído a partir de 3.100 a.C., sendo que os monólitos hoje visíveis são de 2.200 a.C.).

Stonehenge 2 Stonehenge 3

Na terceira catástrofe, há 75 mil anos a.C, segundo Leadbeater, Daitya quase desapareceu e Ruta reduziu-se em extensão para algo comparável à França e Espanha juntas (cerca de 1 milhão de km²). Nessa etapa, é conhecida como Poseidônis e corresponde à Atlântida de Platão, que desapareceu totalmente com a quarta e última catástrofe, em 9.564 a.C.

Mapa Atlântida 4 (12 mil anos)

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Sobre os Árabes e Judeus, o que dizem os teósofos?

Em relação aos judeus, segundo informações de Scott-Elliot, no Sul da Arábia, um fanático chamado Alastor pregou ao povo, dizendo que eles pertenciam a uma raça escolhida, e não podiam se misturar com raças estrangeiras. Uniu as tribos do Sul e se opuseram ao Manu (progenitores da humanidade – Lúcifer e seus anjos),  em nome de seu próprio mandamento original. Séculos depois, um monarca do norte aproveitou-se de discórdias internas do Sul e conquistou-o, tornando-se imperador de toda a Arábia. Entretanto, um grupo de fanáticos, liderados pelo profeta Alastor, abandonaram a pátria conquistada e se estabeleceram na fronteiriça costa somali, onde subsistiram por alguns séculos sob o governo do profeta e seus sucessores, até que um destes, que continuava a pregar a pureza da raça, amancebou-se com uma jovem negra do interior, alegando que estas deviam ser consideradas como escravas, mercadorias ou gado, não como esposas. Alguns aceitaram o pronunciamento e o imitaram, enquanto uma significativa minoria se rebelou. Estes, liderados pelo ambicioso profeta, rodearam o golfo de Aden, chegaram à costa do Mar Vermelho e se encaminharam para o Egito, onde o faraó lhes ofereceu um distrito fronteiriço. Ali viveram e prosperaram por séculos, sem se misturar com os egípcios. Mas veio um tempo em que um faraó quis tributá-los e forçá-los ao trabalho em obras públicas. Em consequência, migraram para a Palestina, onde se estabeleceram e vieram a ser o povo judeu.

Essas informações foram extraídas do livro “Lendas de Atlântida e Lemúria”, do escritor William Scott-Eliott, e de outros autores.

Para maiores detalhes sobre a Atlântida teosófica, acesse o link, abaixo.

http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Atl%C3%A2ntida_teos%C3%B3fica

C – A HISTÓRIA OFICIAL DA TERRA E DA HUMANIDADE SEGUNDO A CIÊNCIA E A TEORIA DA EVOLUÇÃO

I – A Idade da Terra

Terra

Segunda a Ciência oficial, a Idade da Terra é de 4,5 bilhões de anos. Esta idade é baseada em datação radiométrica de meteoritos e é consistente com as idades das mais antigas amostras terrestres e lunares.

II – A Teoria da Evolução das Espécies

Segundo a Teoria da Evolução de Charles Darwin, os primeiros hominídios ou primatas, ancestrais do homem atual, surgiram na África há 3,5 milhões de anos.

A Pré-História

A pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita, desde o começo dos tempos históricos registrados até aproximadamente em 3.500 a.C. É estudada pela antropologia, arqueologia e paleontologia.

Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não há documentos escritos. Assim, no Egito, a pré-história terminou aproximadamente em 3.500 a.C., embora algumas culturas da Idade da Pedra tenham coexistido com as civilizações após essa data e algumas tribos ágrafas ainda existam em locais remotos.

A transição para a “história propriamente dita” se dá por um período chamado proto-história, que é descrito em documentos ligeiramente posteriores ou em documentos externos. O termo pré-história mostra, portanto, a importância da escrita para a civilização ocidental.

Fonte: Wikipédia

III – Período Paleolítico

O Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, refere-se ao período da pré-história que aconteceu cerca de 2,5 milhões a.C., quando os antepassados do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra lascada, destacando-se de todos os outros animais, até cerca de 10000 a.C., quando houve a chamada Revolução Neolítica, em que a agricultura passou a ser cultivada, tornando o homem não mais dependente apenas da coleta e caça.

Neste período os humanos eram essencialmente nômades caçadores-coletores, tendo que se deslocar constantemente em busca de alimentos. Desenvolveram os primeiros instrumentos de caça feitos em madeira, osso ou pedra lascada.

IV – Período Neolítico

Neolítico (pedra nova) ou Período da Pedra Polida é o nome do período que vai aproximadamente de 10 mil anos a.C. (com o início da sedentarização e surgimento da agricultura) ao 3 mil anos a.C., dando lugar à Idade dos Metais.

V – Idade dos Metais

O período da Idade dos Metais é a última fase da Pré-história. De curta duração, este período vai de 6, 5 mil anos atrás até o surgimento da escrita (por volta de 5,5 mil anos atrás).

O ser humano começava a dominar, ainda que de maneira rudimentar, a técnica da fundição. A
princípio, utilizou como matéria prima o cobre, o estanho e o bronze (uma liga de estanho), metais cuja fusão é mais fácil. Foi um período muito importante, pois o homem pré-histórico fez vários avanços nas técnicas de produção de artefatos. Estes avanços, lhes permitiram melhores condições de vida. O conhecimento de técnicas de fundir e moldar os metais trouxe muitos avanços na vida cotidiana do homem pré-histórico.

VI – A Evolução Humana, segundo a Ciência e Teorias de Charles Darwin

O gênero Homo se separou do gênero Australopithecus há 2 milhões de anos. O gênero Homo se divide em vários estágios de evolução: Homo Habilis, Homo Ergaster, Homo Erectus, Homo Heidelbergensis, Homo Sapiens, Homo Neanderthalensis, Homem de Cro-Magnon e Homo Floresiensis.

Diversas espécies de Homo evoluíram e foram extintas. Essas incluem o Homo Erectus, que habitou a Ásia, e o Homo Neanderthalensis, que habitou a Europa. O Homo Sapiens arcaico evoluiu entre 400 mil e 250 mil anos atrás, na África. Já o Homo Sapiens moderno apareceu há 120 mil anos.

– Australopithecus – O Australopiteco é considerado o ancestral mais antigo do ser humano. Viveu na África há aproximadamente 3 milhões de anos. O volume de seu crânio era de cerca de 500 cm³, um pouco maior que o dos atuais macacos. A sua forma de linguagem não era mais elaborada do que a de um chimpanzé. Tendo aparecido pelas primeiras vezes no sul de África, as suas principais características físicas englobam a baixa altura (não ultrapassava os 1,40 metros), bipedismo, fronte baixa e maxilares bastante salientes.

Australopithecus 2 Australopithecus 1

– O Homo Habilis viveu entre cerca de 1,8 a 2,4 milhões de anos atrás, no sul e leste da África. Faziam ferramentas de pedra e de ossos de animais.

Homo habilis 1 Homo habilis 3 Homo habilis 2 Homo habilis 4

O Homo Habilis inventou as primeiras ferramentas e viveu há aproximadamente 2 milhões de anos. O volume de seu crânio era de 800 cm³ – o dobro do crânio do chimpanzé. Levava uma vida nômade nas savanas do leste da África, alimentando-se de carne, obtida através da caça, além de frutos e outros vegetais. Há indícios de que tinha um tipo de linguagem rudimentar. A sua altura seria de aproximadamente 1,27 cm, com um peso de, aproximadamente 45 kg. As fêmeas podiam ser menores.

– O Homo Ergaster viveu entre cerca de 1,5 a 1,8  milhões de anos. Também conhecido como Homo erectus ergaster.

Homo ergaster

Homo ergaster é uma espécie de hominídeo descrita a partir de restos fossilizados encontrados em Swartkrans, na África do Sul, com uma idade estimada entre 1,8 e um milhão de anos. De acordo com outros achados no mesmo local, pensa-se que esta espécie, que era muito próxima da nossa, teria usado instrumentos de pedra e poderia ter controlado o fogo.

– O Homo Erectus viveu entre cerca de 1,0 a 1,5 milhão de anos, na Ásia, África e Europa. Fabricou ferramentas de pedra mais elaboradas. Um exemplo famoso de Homo Erectus é o “Homem de Pequim”.

Homo erectus 1   Homo erectus 4 Homo erectus 2  Homo erectus 5

O Homo Erectus viveu há aproximadamente 1 milhão de anos. Sabia utilizar alguns instrumentos feitos de pedra e era um hábil caçador. O volume de seu crânio era de 1.100 cm³, o que equivale ao dobro do crânio dos macacos atuais. O Homo habilis e todos os Australopitecos foram encontrados somente na África, mas o Homo Erectus aparece localizado em áreas geográficas mais alargadas, como a Ásia, Europa e África. Existem provas que levam a concluir que manipulavam o fogo, apresentando de igual modo utensílios de pedra mais sofisticados.

– O Homem de Heidelberg viveu entre cerca de 300 a 800 mil anos atrás. Também conhecido como Homo sapiens heidelbergensis e Homo sapiens paleohungaricus.

Homo heidelbergensis 2 Homo heidelbergensis 1

Há evidências de que o Homo heidelbergensis enterrava seus mortos de modo ritualístico (uma espécie de cemitério no norte da Espanha reúne vários restos mortais da espécie), possivelmente com oferendas para um deus ou para ajudar o morto numa “vida além-túmulo”. Possivelmente, esse ancestral tinha um cérebro maior que o nosso (1.100 a 1.400 cm³), era capaz de planejar, se comunicar de modo simbólico e construir abrigos elaborados. Algumas tribos teriam viajado para o continente europeu (entre 300 mil e 400 mil anos atrás) e evoluído para o Homo neanderthalensis, enquanto as que permaneceram na África deram origem ao Homo Sapiens.

– O Homo Sapiens Arcaico surgiu há cerca de 200 mil anos, na África.

Homo sapiens 1  Homo sapiens 2

O Homo Sapiens viveu há aproximadamente 200 mil anos. Já era um artesão habilidoso e os seus utensílios eram melhores e mais eficientes do que todos os outros feitos anteriormente. O volume de seu crânio atingia 1.500 cm³, o mesmo volume do crânio do ser humano moderno. Através da indicação do indício fóssil, esse organismo revelou ser de baixa estatura e musculoso, com um cérebro praticamente do mesmo tamanho que o nosso, com região cerebral correspondente à fala bem desenvolvida.

– O Homo Sapiens Sapiens – As formas mais modernas do Homo sapiens apareceram pela primeira vez há cerca de 120 mil e 30 mil anos. A última transição do Homo Sapiens moderno foi o Homem de Cro-Magnon.

Homo sapiens 3 Homo sapiens 4

Há cerca de 40 mil anos, com o aparecimento do Homem de Cro-Magnon, o uso de utensílios torna-se marcadamente, mais evoluída e sofisticada, com um uso variado de materiais como osso e armações de animais, incluindo novos implementos no fabrico de roupagem, escultura e gravação. Materiais de fino retoque, na forma de utensílios decorados, colares, imagens em marfim de homens e animais, figuras em barro, instrumentos musicais e espetaculares pinturas em gruta e gravuras ao ar livre, aparecem por volta de 20 mil anos.

– O Homem de Neanderthal viveu entre 30 e 100 mil anos atrás, na Europa. É também conhecido como Homo sapiens neanderthalensis. Há um debate recente sobre se o “Homem de Neanderthal” foi uma espécie separada do Homo neanderthalensis, ou uma subespécie do Homo Sapiens.

Homem de Neandertal 3 Homem de Neandertal 4Homem de Neandertal 1 - Museu Neandertal em Mettman, na Alemanha Homo Neanderthalensis 1

O Homo Sapiens Neanderthalensis– ou Homem de Neandertal – viveu há aproximadamente 100 mil anos . Nesta etapa, o ser humano já tinha preocupações espirituais e noção da morte. O volume de seu crânio atingia 1.700 cm³, levemente maior do que os humanos modernos. Os homens mediam em média 1,68 cm. Os ossos eram fortes e pesados, mostrando sinais de uma poderosa estrutura muscular. Foram formidáveis caçadores e há indícios de que já praticavam rituais funerários.

– Homem de Cro-Magnon foi contemporâneo do Homem de Neandertal, e viveu entre 40 e 10 mil anos atrás.

Homem de Cro-Magnon

Cro-Magnon é o nome que se dá aos restos mais antigos conhecidos na Europa de Homo sapiens, a espécie à qual pertencem todos os humanos modernos. Entretanto, há restos mais antigos de Homo sapiens na África. A designação não se enquadra totalmente nas formas convencionais de denominação dos hominídeos, sendo frequentemente usada para designar, em sentido genérico, os povos mais antigos conhecidos na Europa que podem ser integrados entre os modernos humanos.

Seus resquícios foram encontrados em 1868 pelo geólogo Louis Lartet numa gruta da localidade de Cro-Magnon, na região da Dordonha, no sul da França, onde foram desenterradas cinco camadas arqueológicas. Os testes indicaram que os esqueletos, encontrados na camada superior, tinham entre 10 mil e 35 mil anos.

No Paleolítico Superior, os homens de Neanderthal desapareceram, por volta de 30 mil a.C. A teoria mais aceite na Antropologia, anteriormente, era que ocorreu um encontro entre os Neanderthais e os Homens de Cro-Magnon há cerca de 40 mil anos. Eles teriam entrado em um conflito que durou cerca de 10 mil anos que, por fim, acarretou o extermínio do Homem-de-neandertal. No entanto, estudos recentes, usando DNA antigo e após a sequenciação do genoma do Neanderthal, mostraram a persistência de variantes genéticas semelhantes ao Neanderthal em populações actuais de europeus e asiáticos, sugerindo que teria havido cruzamentos de Cro-Magnon com Neanderthais a certa altura após se encontrarem.

– Homo Floresiensis viveu há cerca de 13 mil anos.

Homo floresiensis 2  Homo floresiensis 1

Homo floresiensis é uma espécie extinta do gênero Homo e da família Hominidae que viveu na Ilha de Flores, pertencente à Indonésia, até há 13 mil anos. O homem de Flores é conhecido através de um esqueleto quase completo de uma mulher, a que foi dado o nome de Hobbit, e de seis outros indivíduos em diversos estados de conservação, incluindo um punho completo. A colonização da ilha de Flores pelo homem moderno deu-se o mais tardar há cerca de 35 mil anos, o que implica que ambas as espécies coabitaram durante um largo período de tempo. Os fósseis encontram-se expostos no Centro Indonésio de Arqueologia em Jacarta.

Fonte 1: Wikipédia
Fonte 2: http://www.historiadigital.org/curiosidades/5-etapas-da-longa-e-permanente-evolucao-humana/
Fonte 3: http://hypescience.com/evolucao-humana-ancestrais/

VII – Era do Gelo (Era Glacial)

O termo era do gelo (também idade do gelo, período glacial ou era glacial) é utilizado para designar um período geológico de longa duração de diminuição da temperatura na superfície e atmosfera terrestres, resultando na expansão dos mantos de gelo continentais e polares bem como dos glaciares alpinos.

A era do gelo refere-se ao mais recente período mais frio com extensos mantos de gelo sobre a América do Norte e Eurásia: neste sentido, a era do gelo mais recente atingiu o seu ponto alto durante o último máximo glacial há cerca de 20 000 anos.

A última Era Glacial

A última grande glaciação no planeta ocorreu no período Terciário Superior da Era Cenozóica, há cerca de 60 milhões de anos, quando os homens ainda nem existiam. “Nos últimos um bilhão de anos, a Terra passou por seis grandes eras glaciais, sendo que a mais longa durou 100 milhões de anos, no período geológico chamado de Permo-Carbonífero”, conta Jurandyr. É importante ressaltar, entretanto, que as eras glaciais são diferentes dos chamados períodos glaciais, que possuem duração mais curta – de alguns mil anos – e que ocorreram muito mais vezes na história do planeta.

“Só no período Quaternário, ou seja, no último um milhão de anos, foram registrados, na Europa e na América do Norte, quatro períodos glaciais (de expansão da calota de gelo) e quatro interglaciais (de retração, isto é, aquecimento)”, destaca o professor. “Assim sendo, pode-se afirmar que o planeta Terra sempre passou por fases de esfriamento e aquecimento global, independente da existência humana”.

O último período glacial ocorreu entre 12 e 20 mil anos atrás.

Os sobreviventes

O período de glaciação pode durar milhares de anos, por isso boa parte dos animais e vegetais desaparecem, pois não resistem a longa falta de luz solar e ao frio. Os animais que conseguiram sobreviver a essas Eras foram os mais adaptados ao frio, com grande camada de gordura, sendo geralmente animais marinhos ou aves e que conseguiram imigrar para locais onde a temperatura não era extremamente baixa.

Era glacial e os Mamutes - Pré-historia

O ancestral do ser humano, chamado de homem de Cro-Magnon, viveu na última Era do Gelo e conviveu com animais hoje extintos, como os mamutes, os cervos gigantes e os leões-das-cavernas. É dito que algumas espécies de plantas e animais só sobreviveram graças a ação do nosso ancestral, que dispersou muitos pelos lugares aonde o frio não chegava com muita Causas dos períodos glaciaisAs causas dos períodos glaciais não são totalmente entendidas. Acredita-se que diversos fatores são importantes, entre eles: a a composição da atmosfera; mudanças na órbita da Terra em torno do Sol conhecidas como ciclos de Milankovitch (e possivelmente a órbita do Sol em torno da galáxia); o movimento das placas tectônicas; variações da atividade solar; e o vulcanismo.

O homem na idade do gelo

O ancestral humano deste período é denominado homem de Cro-Magnon, que convivia com espécies animais já extintas, como os mamutes, os leões-das-cavernas e os cervos gigantes, entre outros.

Fonte 1: Wikipédia
Fonte 2: http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/era-glacial-era-do-gelo-485196.shtml

VIII – Cientistas dizem que Terra poderá viver ‘mini Era Glacial’ na década de 2030

Pesquisadores do País de Gales preveem forte diminuição na atividade solar entre 2030 e 2040.

(13/07/2015 )

Mini Era do Gelo em 2030
O inverno de Boston, no estado americano de Massachusetts, em janeiro deste ano 

O planeta Terra pode entrar em uma pequena Era Glacial a partir de 2030, segundo cientistas do Reino Unido. Atualmente, os astrônomos conseguem prever os ciclos do Sol com uma precisão muito maior do que era possível algumas décadas atrás. E agora um novo modelo de previsão da atividade solar, apresentado pela professora Valentina Zharkova na semana passada durante o Encontro Nacional da Real Sociedade de Astronomia em Llandudno, no País de Gales, indica uma forte queda nesta atividade nos anos 2030, provocando um moderado resfriamento da Terra.As condições previstas pelo novo modelo não são experimentadas pela Terra desde a última “mini Era Glacial”, registrada entre 1645 e 1715 e que ganhou o apelido de de Mínimo de Maunder, um período em que as temperaturas ficaram abaixo da média em toda a Europa. Em 1843, os cientistas descobriram que a atividade do Sol varia ao longo em ciclos de 10 a 12 anos entre seus picos de atividade mínima e máxima. As flutuações no total de radiação solar recebida pela Terra dentro deste período, no entanto, são difíceis de se prever.

Os cientistas acreditam que essas variações sejam causadas pelo efeito de dínamo gerado pelo constante movimento dos fluidos próximos ao núcleo do Sol. A equipe liderada pela professora Valentina percebeu, porém, que, ao adicionar um segundo dínamo alimentado pelo movimentos dos fluidos mais próximos da superfície do astro, aumentando a precisão dos modelos de previsão do comportamento solar.

– Encontramos componentes de ondas magnéticas se originando em duas camadas diferentes no interior do Sol. Ambas tem uma frequência de aproximadamente 11 anos, embora elas sejam sutilmente diferentes, o que faz com que fiquem fora de fase com o tempo – diz Valentina. – Ao longo destes ciclos, estas ondas flutuam entre os hemisférios Sul e Norte do Sol. Combinando estas duas ondas e comparando com dados reais do atual ciclo solar, mostramos que nossas previsões têm uma precisão de 97% .

Assim, as previsões para os próximos ciclos solares indicam que estas duas ondas vão ficar cada vez mais fora de fase, isto é, com o vale de uma “casando” com o pico da outra, se contrabalançando, durante o chamado Ciclo 25, que atingirá seu pico em 2022. Já durante o Ciclo 26, que cobre a década de 2030 a 2040, estas duas ondas estarão exatamente fora de fase, com uma onda geradora de atividade anulando a outra e levando a uma redução significativa da atividade solar.

Fonte:http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/cientistas-dizem-que-terra-podera-viver-mini-era-glacial-na-decada-de-2030-16745721

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AS CONTROVÉRSIAS DOS ANTROPÓLOGOS

Últimos neandertais não coexistiram com homem moderno, diz estudo. Resultado sugere problemas com datação de ossadas na Península Ibérica. Método mais apurado permite concluir que ossos têm cerca de 50 mil anos.

As teorias sobre quando os últimos neandertais (Homo neanderthalensis) passaram pela Terra precisam ser revistas, de acordo com um estudo publicado na segunda-feira (4) pela revista “Proceedings of the Natural Academy of Sciences” (PNAS), da Academia Americana de Ciências.

O artigo sugere que esses hominídeos se extinguiram em seu último refúgio na Espanha, muito mais cedo do que se pensava. Nos últimos 30 anos, a hipótese de que os neandertais restantes viveram no sul da Península Ibérica, ao mesmo tempo em que os homens modernos (Homo sapiens) avançaram na parte norte da península, foi amplamente aceita pela comunidade científica.

A datação de carbono das ossadas encontradas em sítios neandertais dessa região determinava que o indivíduo mais jovem teria vivido há cerca de 35 mil anos. Mas pesquisadores da Austrália e da Europa reexaminaram os ossos com um método mais apurado para filtrar impurezas e concluíram que o material tem cerca de 50 mil anos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/ultimos-neandertais-nao-coexistiram-com-homem-moderno-diz-estudo.html

IX – Os Aborígenes Australianos

Os aborígenes australianos são a população original e nativa da Austrália. Caracterizam-se por ter a pele negra, assim como os africanos, pois são descendentes de populações que imigraram milhares de anos antes desde a África em direção ao leste pelo continente asiático.

Aborígenes australianos 1 Aborígenes australianos 3 Aborígenes australianos 5 Aborígenes australianos 7 - criancas aborigenes povo nativo da Australia

Mas, atualmente, existem apenas cerca de 40 mil aborígenes não mestiços, puros, dos trezentos mil encontrados no começo da colonização do país. Pela colonização inglesa que sofreram, muitos deixaram sua fé inicial para se tornarem cristãos.

Atualmente, várias leis antidiscriminação foram introduzidas pelo governo para toda a Austrália. A discriminação racial passou a ser um crime grave.
Fonte: http://www.escolavillare.com.br/artigos/australia-beatriz-cavalli-e-isabella-froes/

X – Os Esquimós

Os Esquimós habitam o extremo nordeste da Sibéria, as ilhas do Mar de Bering, o Alasca, o norte do Canadá, a maior parte da costa oeste e trechos da costa leste da Groenlândia.

Esquimós 1

XI –  Os Pigmeus asiáticos e africanos

Os pigmeus são um grupo étnico caracterizado pela baixa estatura da população (inferior a 1,50 metro).

Grupo Jarawa, uma das tribus pigméias das Ilhas Andamã, Índia Pigmeus 4

Pigmeus 3 - Africanos Pigmeus 2 - Africanos

Eles vivem, principalmente, na região das florestas da África Equatorial. Há também grupos de pigmeus que vivem na Ásia (Índia, principalmente) e na Oceania.

Além da baixa estatura, os pigmeus se caracterizam por possuir pele de cor escura (negra) e cabelos encaracolados. Alguns grupos de pigmeus vivem da caça, pesca e coleta de frutos e raízes. Outros grupos praticam agricultura de subsistência (plantam e colhem apenas para a alimentação). O grupo de pigmeus de menor estatura é o bambuti. Vivem na região do vale do rio Congo e possuem, em média, alturas que variam entre 1,30 e 1,40 metro.

Os andamanenses (grupo de pigmeus asiáticos) possuem uma forma de vida bem primitiva. Como desconhecem a produção de fogo, eles mantém as fogueiras acesas permanentemente.

O grupo de pigmeus conhecidos como semang vivem na copa das árvores, em habitações feitas de galhos e folhas.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/pesquisa/pigmeus.htm

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O PERÍODO JURÁSSICO – ERA DOS DINOSSAUROS

A escala do tempo geológico é um cronograma baseado em grandes eventos geológicos que marcaram a formação do nosso planeta e da vida contida nele, até chegarmos aos dias de hoje.

Considera-se que o planeta tenha cerca de 4 bilhões e 600 milhões de anos. Estima-se que a vida tenha iniciado depois de 600 milhões de anos, com o resfriamento da Terra.

Era do Paleozóico, ou Era Primária:

Acredita-se que esta Era teve início há aproximadamente 542 milhões de anos, e durou 300 milhões de anos.  

Nela surgiram diversas formas de vida, como grandes grupos de invertebrados. Os animais viviam predominantemente no ambiente marinho. Também surgiram grandes florestas, insetos, anfíbios e repteis.

Era Mesozóico, ou Era Secundária:

Teve início há 251 milhões de anos, e durou 140 milhões de anos. É a Era conhecida pelo aparecimento, domínio e desaparecimento dos dinossauros, e é dividida em períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo.

Também foi neste período que o grande continente do planeta, chamado de Pangéia se dividiu lentamente, formando aos poucos continentes menores.

Período Triássico: Quando surgiram os primeiros dinossauros, bem como mamíferos e ovíparos.

Dinossauro - Período Jurássico (1)  Dinossauro - Período Triássico

Período Jurássico: Quando formas de vida “maiores” que viviam nos mares eram os peixes e repteis marítimos. Na terra, grandes saurópodes, apatossauros, diplotossauros entre outros reinavam. No ar, os pterossauros também eram comuns.

Dinossauro - Fauna jurássica  Dinossauro - Periodo Jurássico

Período Cretáceo: Neste período os dinossauros atingiram o seu ápice, mas também entraram em extinção. Após a queda dos dinossauros, houve a diversificação dos mamíferos e das aves, além de surgimento plantas com flores.

Era Cenozóica, ou Era Terciária e Quaternária:

Este período começou há 65 milhões de anos e se estende até o dias de hoje, e nele surgiram os primeiros ancestrais do homem. Nesta Era a Terra tomou sua forma atual, após intensa atividade vulcânica que formaram grandes maciços montanhosos no mundo, a exemplo dos Andes, Alpes e o Himalaia. Também foi neste período que ocorreu a época da Glaciação, também conhecida como Idade do Gelo no hemisfério norte e sul (no último em proporções menores).

Os animais sofreram grande evolução, chegando a serem hoje os seres complexos e avançados que conhecemos.

A Extinção dos Dinossauros:

A extinção dos dinossauros se deu na no final do período Cretáceo, e a teoria mais aceita para explicar este acontecimento é a queda de um meteoro de dimensões gigantescas no México, na Península de Yucatán no mar do Caribe. Este meteorito causou um impacto estrondoso, com a força comparável a um arsenal atômico. Uma violenta rajada aérea varreu o planeta em minutos, e uma onda de choque e gás quente se espalhou pela superfície da Terra. Uma grande nuvem de gás encobriu o planeta, se estendendo por toda a atmosfera. Esta mudança climática interferiu diretamente na fotossíntese dos seres fotossintetizantes, que morreram e com isso quebraram a cadeia alimentar. Aos poucos os répteis gigantes sucumbiram a este efeito devastador.

Fonte: http://www.mundojurassico.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=58&Itemid=60

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O que a Bíblia diz sobre os dinossauros?

Como já mostrei anteriormente, no Livro de Jó existem alguns relatos sobre animais monstruosos, que muitos intérpretes entendem como uma referência aos dinossauros.

Mesmo não havendo informações sobre os dinossauros na Bíblia, muitos teólogos entendem que há evidências geológicas e fósseis de dinossauros, comprovando a sua existência.

Posto um vídeo aqui, do teólogo Mário Persona. Este estudioso das Escrituras afirma que não é pastor, nem padre ou clérigo, e que também não é ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Já assisti alguns de seus vídeos e achei-os interessantes. Porém, sobre certas coisas que não consegue dar uma explicação aos seus leitores, ele apela muito para fé cega. No vídeo, abaixo, ele também fala sobre a criação da Terra e dos animais em Gênesis. Assista:

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A TEORIA DA DERIVA DOS CONTINENTES DA TERRA

A teoria da deriva continental foi apresentada pelo geólogo e meteorologista alemão Alfred Wegener em 1915, com a publicação de sua obra clássica A Origem dos Continentes e Oceanos (Die Entstehung der Kontinente und Ozeane). Wegener afirmava que os continentes, hoje separados por oceanos, estiveram unidos numa única massa de terra no passado, por ele denominado de Pangeia (do grego “toda a Terra”), do Carbonífero superior, há cerca de 300 milhões de anos, ao Jurássico superior, há cerca de 150 milhões de anos, quando a Laurásia (atuais América do Norte e Eurásia) separou-se do Gondwana, que depois também dividiu-se, já no Cretáceo inferior.

Pangea e Deriva continental

As primeiras suspeitas de que os continentes estariam se separando em alguns lugares e se aproximando em outros datam do século XVI, quando Abraham Ortelius, em 1596, observou que a América do Sul, por exemplo, encaixava-se perfeitamente na África. Assim, ele sugeria que as Américas teriam se separado da África e da Europa.

A crosta terrestre é formada de pedaços chamados placas tectônicas, que andam à deriva sobre a camada de rocha fundida do manto. Há sete placas principais e várias outras menores. As forças magnéticas do interior da Terra fazem com que as placas se desloquem lentamente pelo globo, em um vai e vem constante.

Os geólogos pensam que há cerca de 225 milhões de anos toda a terra deste planeta estava unida num “supercontinente”, a que chamaram Pangeia. Mas, à medida que as placas se deslocaram, a terra deste supercontinente começou lentamente a separar-se. Chama-se a este movimento a deriva dos continentes.

Fonte: Wikipédia

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O HOMEM DE NEANDERTAL AINDA VIVENDO NO SÉCULO XX

Homem de Neandertal fotografado na África pelo Prof. Marcel Homet  Homem de Neandertal vivendo no Marrocos (meados de do séc. XX)

(1) Homem de Neandertal (à esquerda) – fotografado na África pelo Prof. Marcel Homet. (2) Homem de Neandertal (à direita), vivendo no Marrocos em meados de do séc. XX.

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COMO ENCAIXAR OS TRÊS RELATOS SOBRE A APARIÇÃO DO HOMEM NA TERRA?

Depois de fazer um apanhado sobre o que diz a três principais fontes de conhecimento em relação à história da Terra e do início da humanidade, chegamos à conclusão de que várias raças ou etnias de humanos não surgiram de um único ancestral, supostamente criado por Deus há 6 mil anos atrás. Tal ancestral humano teria sido Adão e Eva, e posteriormente, os três filhos de Noé (Sem, Cam e Jafé).

Como de um único ancestral humano pode se originar várias raças ou etnias com aparências, cores da pele e estaturas diferentes?

Em todas essas teorias estudadas deve haver alguma verdade. Não podemos descartar nenhuma hipótese. Houve, sim, a criação de outras raças de humanos antes de Deus criar a última raça sobre a Terra, a Raça Adâmica.

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O REINO DOS ATLANTES SOBREVIVENTES SE CONCENTRAVA NO MEIO DO ÉDEN

Os Atlantes sobreviventes da Era Glacial eram a descendência de Lúcifer. Por isso, Deus diz que haveria inimizade entre a descendência da Serpente (Satanás) e a descendência da mulher. Ou seja, que haveria inimizade entre a raça dos Atlantes e a Raça Adâmica.

“Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gên. 3:14-15).

Muitos apologistas se perguntam “de onde Caim tomou a sua mulher?”. Ora, ele tomou da raça dos Atlantes. E Caim não era filho legítimo de Adão. Eva ficou grávida quando saiu das dependências do Jardim Santo e visitou o reino dos Atlantes, na região central do Éden (Terra).

A índole má de Caim não condizia com a índole boa da nova Raça Adâmica que Deus havia criado, pois esta foi criada à sua imagem e semelhança.

“Conheceu Caim a sua mulher, a qual concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade, e lhe deu o nome do filho, Enoque” (Gênesis 4:17).

Até hoje vemos essa rivalidade e inimizade entre os descendentes da Serpente e os descendentes da Raça Adâmica.

Quando Caim matou Abel, Deus o castigou e o expulsou de perto da Raça Adâmica, e ele andou errante sobre a Terra, até se encontrar com a descendência dos Atlantes.

“Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden. Conheceu Caim a sua mulher, a qual concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade, e lhe deu o nome do filho, Enoque” (Gên. 4:14-17).

Caim diz “serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á”. Ora, quem mais poderia matar Caim, se só existiam o pai dele, Adão, e sua mãe, Eva? É óbvio que ele sabia que existiam outras pessoas habitando na Terra. Por isso ele temeu por sua vida.

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OS DESCENDENTES DA SERPENTE, SEGUNDO GÊNESIS 3, SÃO OS POVOS QUE RESTAURAM DOS ATLANTES QUE VIVIAM NO MEIO DA TERRA, O ÉDEN.

NEM TODOS OS DESCENDENTES DOS ATLANTES PERECERAM NO DILUVIO. AINDA EXISTIRAM RAÇAS DE GIGANTES NA TERRA APÓS O DILÚVIO.

A DESCENDÊNCIA DA MULHER SÃO OS JUDEUS SEMITAS, DESCENDENTES DE SEM, FILHO DE NOÉ.

Por causa dessa rivalidade entre os descendentes da Serpente e os da Mulher, os judeus semitas são o povo mais perseguido da Terra.

Resta saber se você é um descendente da Serpente (atlantes), ou descendentes dos semitas.

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OS RELATOS DO LIVRO DE ENOCH EM RELAÇÃO AO DILÚVIO

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Miquels7

 

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08/10/2015 - Posted by | ARQUEOLOGIA, CASOS POLEMICOS, CATÁSTROFES, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA HUMANIDADE | , , ,

2 Comentários »

  1. se Deus nao e oniciente, que revelou para os profetas, no antigo testamento, o que aconteceu com cristo durante sua pasagem terrena.

    Curtir

    Comentário por timoteo | 04/04/2017 | Responder

    • A “onisciência” de Deus não é onisciência no modo como os teólogos tradicionais a compreendem. A onisciência de Deus é planejada. Deus ordena a profecia e depois Ele mesmo zela para que se cumpra. Vc já leu a profecia sobre as 70 semanas do livro de Daniel? A 69ª semana culminou com o aparecimento de Jesus em público, aos 30 anos, quando iniciou sua missão de pregar as boas-novas. O ungido foi cortado (morto) na metade da 70ª semana, pois o ministério de Jesus durou 3 anos e meio.

      Agora, veja bem. A promessa do nascimento de Jesus foi anunciada pelos profetas. Mas Jesus não nasceu de concepção natural. Maria não foi engravidada de forma natural. Veio o Espírito de Deus na DATA E HORA marcada para que ela engravidasse, de tal forma que o nascimento de Jesus coincidisse com a profecia que já havia sido feita há anos atrás.

      Deus, Jesus e os anjos são conhecedores de todos os eventos que acontecem no sistema solar e na via láctea. Portanto, Deus sabe o que já aconteceu no passado da Terra e pode determinar os próximos eventos futuros, como catástrofes, aquecimento global, dilúvios e quedas de meteoros/meteoritos, eclipses solares e lunares, porque esses eventos são repetitivos. Muitos desses eventos naturais da Terra e do Sistema Solar se repetem a cada 25 mil anos. Como Deus e os anjos já existem há milhões de anos, eles já mapearam todo o Sistema Solar e sabem quando ocorrerão os próximos eventos da Terra. Daí a profecia pode ser feita tendo por base essas informações. Os cientistas estão mapeando o Sistema Solar e daqui há um séculos a Ciência poderá predizer (profetizar) o que acontecerá no futuro da Terra. Quando Jesus disse que nos últimos dias as estrelas cairiam do céu, se refere à queda de meteoritos; quando disse que as pessoas ficariam atônitas por causa das ondas e do bramido do mar, refere-se ao aquecimento global – e pelos livros de ciências sabemos que a Terra já teve vários períodos geológicos e sofreu vários dilúvios e era glacial que dizimou milhares de espécies. Quando no Apocalipse a profecia diz que haverá um grande terremoto no período da grande tribulação ou que uma estrela cairá do céu sobre o mar e matará a terça parte das criaturas, isso não é profecia dada pela onisciência de Deus, mas que estes eventos serão provocados para que aconteçam. Por exemplo, quando o mundo estiver no auge da grande tribulação, Deus enviará os anjos para que desviem um meteoro de sua rota para que caia sobre a Terra, para punir os pecadores. A maioria dos eventos futuros do Apocalipse não são visões de fatos que aconteceram literalmente. São apenas eventos planejados para acontecer. Por exemplo, a queda da Grande Babilônia, terremoto, guerra do Armagedom, etc.

      Portanto, ninguém pode saber o que irá acontecer no futuro, a não ser se o evento for determinado acontecer e provocado para que aconteça.

      Se vc ainda não entendeu, responda as essas perguntas:

      1) Se o nascimento de Jesus não tivesse acontecido sem a interferência de Deus, será que o profeta teria afirmado quando ocorreria aproximadamente o seu nascimento?
      R =

      2) Por que Deus não cita EXATAMENTE nas profecias a data exata de acontecimetos (dia, mês, ano e hora), e nome exato de pessoas? Por que Deus não cita o nome de coisas que seriam inventados no futuro, como por exemplo o computador?
      R =

      3) Por que na Bíblia não está profetizado a cura da lepra? Na Bíblia a lepra era uma das piores doenças que Deus usava para punir os homens. Hoje em dia Deus não pode usar a lepra como castigo, porque os homens encontraram a cura.
      R=

      4) Se Jesus é Deus, por que Ele disse que não sabia a hora e do dia da sua própria volta? Jesus mentiu?
      R=

      Curtir

      Comentário por Miquels7 | 04/04/2017 | Responder


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