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SESSÃO APRENDENDO A BÍBLIA CORRETAMENTE

*****(CORRIGIDO E ACRESCENTADO MAIS INFORMAÇÕES*****

1) Os Anjos Não Cantam, Não Entoam Cânticos

A faculdade de cantar é uma característica exclusiva da raça humana e das aves terrestres.

Em nenhum lugar da Bíblia vemos os anjos entoando cânticos para Deus ou cantando para se divertirem. Nos livros proféticos do Antigo Testamento, nos Salmos e no Apocalipse não há evidência explícita de anjos cantando. O que existe são menções a anjos adorando ou glorificando ao Deus Todo-Poderoso com palavras e não com cânticos.

Os crentes imaginam que vão cantar no Céu junto com os anjos. Outros dizem que haverá coros de anjos no Céu, cantando melodias que não tem fim. Porém, tudo isso não passa de fantasias da mente humana. Sei que há muitos hinos bonitos e comoventes que fazem referências a anjos cantando no céu, e até aprecio esses hinos. No entanto, são crendices que os crentes aprenderam devido a ensino deturpado das Escrituras.

Aprecie esses dois belos hinos de Juarez Arraes e Josué Barbosa Lira clicando nos links, abaixo. São bens inspiradas as melodias desses cânticos, mas a parte da poesia que fala dos anjos cantando não retrata uma verdade. Ademais, o poema desse hino “Canto dos Arcanjos”, de Josué Lira, é lindo, mas a melodia pode não ser inspirada, visto que essa melodia é a mesma do hino 151 da Harpa Cristã, “Fala Jesus Querido”. Não sei exatamente qual desses dois hinos tem a melodia plagiada.

1) CANTO DOS ARCANJOS
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/SELE*c3*87*c3*95ES+RARIDADE+GOSPEL/Raridade+Gospel+Vol.+08+(2014)/31+Canto+dos+Arcanjos+-+Josu*c3*a9+B.+Lira,944743596.mp3(audio)

2) CRENTE FIEL
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/SELE*c3*87*c3*95ES+RARIDADE+GOSPEL/Raridade+Gospel+Vol.+08+(2014)/30+Crente+Fiel+-+Juarez+Arraes,944743646.mp3(audio)

3) Fala Jesus Querido
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/HINOS+DA+HARPA+CRIST*c3*83/Harpa+de+Ouro+-+640+Hinos+da+Harpa+Crist*c3*a3+(Cr*c3*a9ditos+ao+Devan)/151+FALA+JESUS+QUERIDO,788939749.mp3(audio) 

O ato de cantar é uma arte, mas o cântico humano é motivado por diversos fatores emocionais. As aves cantam sempre quando estão alegres. Os humanos cantam quando estão alegres ou tristes, felizes ou melancólicos. E também cantam para se divertir ou para render culto às divindades.

E os anjos também não tocam instrumentos musicais para louvar a Deus. No Apocalipse aparecem anjos tocando trombetas referentes aos juízos de Deus. Porém, há muitas referências de humanos tocando instrumentos musicais, como harpas, para render louvor a Deus.

No livro de Apocalipse está a prova final de que os anjos não podem aprender a cantar, talvez porque não possuem as cordas vocais semelhantes às dos humanos. Ou talvez porque não existem motivos emocionais para entoarem cânticos.

“E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas. E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra” (Apoc. 14:2-3).

Aí está a prova que os anjos não cantam e nem podem aprender a cantar como os humanos cantam.

2) Não Existe a Classe Angelical dos Serafins

Teólogos, exegetas e pastores sempre ensinam que as classes angelicais são: anjos, arcanjos, querubins e serafins. Mas a verdade é que só existe a classe dos anjos comuns, os mensageiros, e classe dos querubins. Arcanjo não é uma classe de anjo, mas uma patente angelical superior.

Na Bíblia existe uma única referência à suposta classe angelical dos SERAFINS no livro de Isaías. Porém, se existe a doutrina dos anjos, os teólogos não podem se utilizar de uma única referência para definir a classe dos serafins. Na verdade, os tais serafins que Isaías contemplou eram os mesmos querubins que o profeta Ezequiel descreveu de forma detalhada. Os serafins de Isaías tinham seis asas, e os querubins de Ezequiel tinham quatro asas. Mas Isaías pode ter se confundido sobre o números de asas. Logo, percebe-se que os serafins de Isaías eram os mesmos querubins de Ezequiel. E Ezequiel contemplou muitos anjos em suas visões, mas não fez nenhuma referência à suposta classe dos serafins. E nem no Apocalipse vemos referências aos tais serafins. Talvez o profeta Isaías não tinha palavras apropriadas para descrever a magnitude dos anjos que contemplou, e os denominou de serafins. Já a classe dos querubins era bem conhecida dos hebreus e é bastante citada na Bíblia. Tanto é que sobre a Arca da Aliança havia a escultura de dois querubins postados um de frente para o outro, com as asas se tocando.

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória. (…) Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado” (Isaías 6:1-7).

“Depois olhei, e eis que no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas giradoras, até debaixo do querubim, enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. E ele entrou à minha vista. E os querubins estavam de pé ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e uma nuvem encheu o átrio interior. Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa; e encheu-se a casa duma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor. E o ruído das asas dos querubins se ouvia até o átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala. Sucedeu pois que, dando ele ordem ao homem vestido de linho, dizendo: Toma fogo dentre as rodas, dentre os querubins, entrou ele, e pôs-se junto a uma roda. Então estendeu um querubim a sua mão de entre os querubins para o fogo que estava entre os querubins; e tomou dele e o pôs nas mãos do que estava vestido de linho, o qual o tomou, e saiu. E apareceu nos querubins uma semelhança de mão de homem debaixo das suas asas. Então olhei, e eis quatro rodas junto aos querubins, uma roda junto a um querubim, e outra roda junto a outro querubim; e o aspecto das rodas era como o brilho de pedra de crisólita. E, quanto ao seu aspecto, as quatro tinham a mesma semelhança, como se estivesse uma roda no meio doutra roda. Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam, mas para o lugar para onde olhava a cabeça, para esse andavam; não se viravam quando andavam. E todo o seu corpo, as suas costas, as suas mãos, as suas asas, e as rodas que os quatro tinham, estavam cheias de olhos em redor. E, quanto às rodas, elas foram chamadas rodas giradoras, ouvindo-o eu. E cada um tinha quatro rostos: o primeiro rosto era rosto de querubim, o segundo era rosto de homem, o terceiro era rosto de leão, e o quarto era rosto de águia. E os querubins se elevaram ao alto. Eles são os mesmos seres viventes que vi junto ao rio Quebar. E quando os querubins andavam, andavam as rodas ao lado deles; e quando os querubins levantavam as suas asas, para se elevarem da terra, também as rodas não se separavam do lado deles. Quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam, estas se elevavam com eles; pois o espírito do ser vivente estava nelas. Então saiu a glória do Senhor de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins. E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra à minha vista, quando saíram, acompanhados pelas rodas ao lado deles; e pararam à entrada da porta oriental da casa do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima sobre eles. São estes os seres viventes que vi debaixo do Deus de Israel, junto ao rio Quebar; e percebi que eram querubins. Cada um tinha quatro rostos e cada um quatro asas; e debaixo das suas asas havia a semelhança de mãos de homem. E a semelhança dos seus rostos era a dos rostos que eu tinha visto junto ao rio Quebar; tinham a mesma aparência, eram eles mesmos; cada um andava em linha reta para a frente. (Ezequiel 10:1-22).

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EXPLICANDO COM MAIS DETALHES A VISÃO DO TRONO DE DEUS E DOS QUERUBINS COM SEIS ASAS

Afirmei, acima, que Isaías possivelmente teria se confundido sobre o número de asas dos querubins, pois, Ezequiel avista esse mesmo trono e os querubins, mas diz que os tais possuíam quatro asas, e não seis.

Na verdade, quem se confundiu foi o profeta Ezequiel. Eu não sei como esses teólogos e pastores teimam em dizer que a Bíblia é toda inspirada, sendo uma revelação dada pelo Espírito Santo, mas não veem que existem inúmeras contradições. Se a revelação fosse “soprada” por Deus na mente dos profetas, para escrever de forma inspirada os textos sagrados, não haveria contradições, nem dúvidas. Vejam que o próprio profeta Ezequiel teve novamente a visão do trono de Deus e dos querubins no capítulo 10 e faz uma retificação no finalzinho desse capítulo, reafirmando de forma natural que os quatro seres viventes que viu anteriormente eram querubins. Ezequiel comenta de forma natural, sem, contudo, dar conotação de que tenha recebido uma revelação direta na sua mente pelo Espírito de Deus. Os teólogos fanáticos afirmam loucamente que Deus revelou, ou melhor, “soprou” nos ouvidos ou na mente dos profetas tudo o que eles escreveram nos livros da Bíblia. Há ensino mais bestial do que esse?

No capítulo 10 o profeta Ezequiel relembra a visão que teve, descrita no capítulo primeiro, e reconhece que os quatro seres viventes que contemplou na visão eram os tais querubins. Na sua visão, esses quatro querubins ou seres viventes estavam postados ao redor do trono de Deus de forma fixa. Eles não se mexiam e nem se separavam do objeto (nave) ao qual estavam acoplados ou fixados como esculturas. Ou seja, esses seres viventes ou querubins eram em número de quatro porque cada um estava esculpido em cada um dos quatro lados da nave. E, segundo Ezequiel, esses quatro querubins tinham, cada um, rosto de homem, de touro, de leão e de águia. E também tinham quatro asas. No entanto, há uma contradição nos dois relatos relativa à aparência dos rostos de cada um dos querubins esculpidos. Repare que Ezequiel confessa que a segunda visão dos querubins é a mesma dos quatro seres viventes da primeira visão. Na primeira visão Ezequiel relata que em cada imagem esculpida de querubim havia quatro rostos tendo as seguintes aparências: homem, leão, boi e águia. Já na segunda visão ele relata que cada querubim possuía quatro rostos tendo as seguintes aparências: querubim, homem, leão e águia. Portanto, nota-se aí tamanha contradição.

Agora vejam que na visão que Isaías teve do trono de Deus e dos querubins ele não descreve a aparência dos rostos dos serafins (que são os mesmos querubins de Ezequiel). Isaías diz que “cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. Ezequiel descreveu esses mesmos querubins com quatro asas. No entanto, há uma terceira referência bíblica que desbarata toda essa confusão. É Apocalipse 4. Em Apocalipse o apóstolo João descreve a aparência de quatro seres viventes, que são os mesmos da visão de Ezequiel, mas não diz que estes eram querubins. Porém, trata-se dos mesmos querubins da visão de Ezequiel, visto que seus rostos têm a mesma aparência: leão, touro, homem e águia. Já com relação ao número de asas e a frase que esses seres pronunciam bate certinho com a descrição da visão do profeta Isaías. João também não diz que esses quatro seres viventes eram os tais serafins. João diz que possuíam seis asas, mas as palavras que eles pronunciavam não eram exatamente iguais às dos serafins de Isaías. Na descrição de João os querubins diziam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”. E na descrição de Isaías os serafins diziam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. 

Concluindo, os serafins de Isaías são os mesmos quatro seres viventes ou querubins de Ezequiel, bem como os mesmos quatro seres viventes da visão de João, no Apocalipse. E quem errou na descrição foi o profeta Ezequiel que disse que os querubins tinham quatro asas. E na verdade, eles tinham seis asas. E não existe a classe angelical dos serafins, pois os tais “serafins” de Isaías são os mesmos seres viventes ou querubins descritos nas visões de Ezequiel e João. E também o trono de Deus não passa de uma grande nave espacial quadrada, com motores de propulsão e rodas para pousar no solo, tendo esculturas ou imagens fixas de querubins nos quatro lados, e a cabeça de cada querubim possuía quatro rostos com aparência de anjo, leão, touro e águia. Os pés das esculturas desses querubins se pareciam com pés de bezerros. E os significados dos rostos e dos pés das esculturas dos querubins somente os estudiosos do esoterismo sabem determinar. Os teólogos tradicionais não sabem explicar nada sobre o por quê dos querubins possuírem rostos de anjo, de leão, de touro e de águia, e nem sabem o significado dos pés de bezerro. O que ensinam é apenas especulação vinda de mente dominada por fanatismo religioso ou de uma mente primitiva ou ingênua, que acredita literalmente naquilo que lê.

Vou postar brevemente um estudo, provando que a visão do trono de Deus de Ezequiel trata-se da visão de uma nave espacial, e que os quatro seres viventes ou querubins não são seres reais, mas figuras ou imagens esculpidas ao redor da nave. Duvido que alguém possa contestar a minha explicação com argumentos inteligentes. Se alguém contestar, já sei que será daquele jeito, com fanatismo religioso, sem fazer uso da própria racionalidade. O Deus que judeus e cristãos adoram é um extra-terrestre, mas eles não se dão conta disso. Por isso, a minha crença em Deus é diferente de 99,99% dos crentes normais. Acredito em Deus como sendo “Deuses”, os quais possuem um chefe superior, que fica assentado sobre o trono posto sobre uma nave espacial, o qual tem aparência de homem, conforme a descrição do profeta Ezequiel e Daniel. Quando eu era menino na fé, e não fazia uso da razão, achava que Deus era um ser absoluto, inacessível, maior que o próprio Universo, e que não habitava dentro do mundo físico, mas num mundo etéreo, fora do Universo. Pura bobagem.

Vejam o relato, em Apocalipse 4, da visão dos querubins:

“2 Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono;
3 e aquele que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e sárdio; e havia ao redor do trono um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda.
4 Havia também ao redor do trono vinte e quatro tronos; e sobre os tronos vi assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro.
5 E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus;
6 também havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;
7 e o primeiro ser era semelhante a um leão; o segundo ser, semelhante a um touro; tinha o terceiro ser o rosto como de homem; e o quarto ser era semelhante a uma águia voando.
8 Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir.
9 E, sempre que os seres viventes davam glória e honra e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive pelos séculos dos séculos”.

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Na verdade, a visão que Ezequiel teve do trono de Deus e dos querubins, descrita nos capítulos 1 e 10, trata-se de uma NAVE ESPACIAL. Os querubins que Ezequiel contemplou não eram literais. Eram figuras de querubins desenhadas ao redor da nave. Mas é certo que havia outros seres viventes dentro da nave, pois Ezequiel diz que mãos humanas surgiam por entre as asas esculpidas dos querubins ao redor da nave. Logo, as mãos vinham de dentro da nave. Diz, ainda, que havia um querubim vestido de linho que saiu para pegar brasas que estavam em um recipiente (propiciatório) entre os querubins imóveis. Ezequiel disse que havia muitos olhos sobre os querubins. Logo, percebe-se que eram luzes ou sinais luminosos ao redor da nave. A nave tinha quatro rodas que tocavam o chão. Ezequiel descreve a nave como um objeto móvel e motorizado, que se movia para os quatro cantos, para cima e para baixo, e as rodas acompanham o objeto bem como os querubins à sua volta, que acompanhavam no mesmo sentido. Diz, ainda, que ouvia o ruído das asas dos querubins, como um barulho forte. Logo, deduz-se que era o barulho do motor da nave. Ou seja, os querubins que Ezequiel contemplava não eram reais, mas esculturas na parede da nave. E a Arca da Aliança tem o mesmo aspecto dessa nave espacial, sobre a qual se firma o trono de Deus. A Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial, que é o tal trono de Deus, sobre o qual se postam os querubins. E a escultura dos querubins que Deus ordenou Moisés por sobre a Arca da Aliança simboliza os querubins que se postam sobre o trono de Deus, que nada mais é que uma grande nave espacial.

Se você fizer uma pesquisa no Google imagens escrevendo a frase “as rodas de ezequiel”, vai constatar o tanto de imaginação que os crentes e teólogos já tiveram sobre o veículo giratório da visão de Ezequiel. Mas, já vi muitas descrições mais aproximadas da realidade do que realmente Ezequiel contemplou. Veja, abaixo, uma imagem mais ou menos parecida com o veículo da visão do profeta. Na realidade, Ezequiel contemplou a visão de uma nave espacial, com luzes por todos os lados, esculturas de querubins ao redor, rodas para pousar no chão, e barulho dos motores, mas ele descreveu tudo isso com palavreado do seu tempo. Naquele tempo o profeta não tinha noção de lâmpadas, faróis e veículos motorizados.

“Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca; e dentro da arca porás o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei contigo a respeito de tudo o que eu te ordenar no tocante aos filhos de Israel” (Êxodo 25:18-22).

Agora, observe a descrição da visão dos querubins de Ezequiel, no primeiro capítulo. Ezequiel só reconhece que eram querubins os seres viventes que contemplou no capítulo 10.

“1 Ora aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus.
2 No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim,
3 veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.
4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar.
5 E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem;
6 cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.
7 E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido.
8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim:
9 Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si;
10 e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia;
11 assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles.
12 E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.
13 No meio dos seres viventes havia uma coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a tochas que se moviam por entre os seres viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos.
14 E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio.
15 Ora, eu olhei para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos seus quatro rostos.
16 O aspecto das rodas, e a obra delas, era como o brilho de crisólita; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu aspecto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda.
17 Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam.
18 Estas rodas eram altas e formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.
19 E quando andavam os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e quando os seres viventes se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas.
20 Para onde o espírito queria ir, iam eles, mesmo para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.
21 Quando aqueles andavam, andavam estas; e quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.
22 E por cima das cabeças dos seres viventes havia uma semelhança de firmamento, como o brilho de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça.
23 E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo dum lado, e cada um tinha outras duas que o cobriam doutro lado.
24 E quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, o ruído de tumulto como o ruído dum exército; e, parando eles, abaixavam as suas asas.
25 E ouvia-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas asas.
26 E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele.
27 E vi como o brilho de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele ao redor desde a semelhança dos seus lombos, e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e havia um resplendor ao redor dele.
28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso, caí com o rosto em terra, e ouvi uma voz de quem falava.

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Devido aos questionamentos que sei que muitas pessoas irão fazer, afirmando que eu desconheço a Bíblia – e na verdade são elas que estão entorpecidas pelos ensinamentos errôneos -, faz-se necessário acrescentar mais explicações a este post. Pois, quando alguém aparece falando a verdade, as pessoas não querem aceitar de forma alguma, e apelam para a ignorância. Portanto, tenho que fazer outros esclarecimentos a respeito desse assunto. Geralmente as pessoas não confiam no que eu falo, pois acham que eu sou um maluco, que não sei de nada sobre as doutrinas da Bíblia. Sei de quase tudo e um pouco mais. Meu objetivo aqui é desfazer toda essas aberrações doutrinárias que fazem a cabeça dos crentes fanáticos.

Conheço basicamente todas as doutrinas das igrejas e sei do que falo. E não explico detalhadamente as coisas que falo, porque o texto vai ficar muito extenso e cansativo a leitura. Mas, devido aos questionamentos, tenho que acrescentar mais explicações.

As passagens bíblicas que os teólogos se utilizam para comprovar que os anjos cantam são as seguintes: cantaram na criação (Jó 38.7); cantam na volta do pecador (Lc 15.7); cantam na exaltação do Cordeiro (Ap 5.9,10); cantam no arrebatamento dos santos (Ap 14.2,3); cantam no triunfo dos justos (Ap 19.6); cantaram na encarnação de Jesus (Lc 2.13,14). Agora, vejamos as explicações de casa uma dessas referências bíblicas.

1) A referência de Lc 2.13,14 não diz exatamente que os anjos CANTAVAM, mas, que pronunciavam palavras de louvação.

“13 Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:
14 Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade.
15 E logo que os anjos se retiraram deles para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos já até Belém, e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer”.

2) A referência de Apoc. 19:6 não garante que a voz de grande multidão seja a dos anjos, mas sim, dos santos que foram salvos. Repare que no final se diz que à grande multidão foi-lhe permitido se vestir de linho fino. E a frase “exultemos e demos-lhe glória” quem diz são os 24 anciãos ou a grande multidão de salvos, e não os anjos.

“5 E saiu do trono uma voz, dizendo: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.
6 Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso.
7 Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou,
8 e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos”.

3) A referência de Apoc. 14:2-3 já foi explicada no meu texto, acima. E o “cântico novo” era entoado somente pela multidão dos 144 mil. E os anjos não podiam aprender e nem entoar aquele cântico junto com a grande multidão de salvos.

“2 E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas.
3 E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra”.

4) A referência de Apoc. 5:9-10 é a mais complicada para explicar. Podemos observar que nessa passagem bíblica não são os anjos que CANTAM, mas, os 24 anciãos. Primeiramente, devemos entender que segundo os melhores exegetas, os 24 anciãos não são anjos, mas seres humanos aperfeiçoados que Deus constituiu como juízes no céu. Devemos entender também, que os quatro seres viventes com rostos de homem, de leão, de águia e de touro da visão de Ezequiel, no primeiro capítulo, não se trata de anjos na sua forma literal. Trata-se de imagens de querubins com 6 asas, esculpidas ao redor do trono, com várias luzes ou lâmpadas, e alto-falantes que ficavam repetindo a frase “santo, santo, santo é o Senhor Deus Todo-Poderoso”. Você pode ver a descrição detalhada dos quatro seres viventes no capítulo 4 de Apocalipse. Basta comparar com a visão de Ezequiel 1. Ainda se diz que esses quatro seres viventes não tinham descanso e ficavam repetindo aquela frase de louvação de dia e de noite. Logo, percebe-se que as palavras de louvação vinham dos alto-falantes ao redor do trono, colocados atrás das imagens esculpidas dos querubins. Por favor, leia atentamente a descrição dos quatro seres viventes e veja que não se trata de anjos querubins na sua forma literal, mas sim de imagens esculpidas ao redor do trono, assim como Deus ordenou Moisés que esculpisse as imagens dos anjos e colocasse sobre a Arca da Aliança. Leia mais embaixo a passagem do capítulo 4. Observe que só no versículo 11 é que João cita miríades de anjos ao redor do trono que diziam “digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder”. Esses anjos não cantavam. Apenas pronunciavam palavras de louvores.

APOC. 5:
“8 Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.
9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação;
10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
11 E olhei, e vi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos seres viventes e dos anciãos; e o número deles era miríades de miríades; e o número deles era miríades de miríades e milhares de milhares,
12 que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor”.

AGORA APOC. 4: A DESCRIÇÃO DOS QUATRO SERES VIVENTES (IMAGENS ESCULPIDAS AO REDOR DO TRONO)

“E ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;
7 e o primeiro ser era semelhante a um leão; o segundo ser, semelhante a um touro; tinha o terceiro ser o rosto como de homem; e o quarto ser era semelhante a uma águia voando.
8 Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”.

5) A referência de Lc 15.7 não diz nada sobre anjos cantando no céu.

“7 Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.

6) A referência de Jó 38.7 também não pode servir como base para sustentar a doutrina de que os anjos cantam, visto que Jó é um livro poético. E os livros poéticos usam muitas figuras de linguagem, expressões que não podem ser tomadas literalmente. O verbo “CANTAVAM”, empregado nesta tradução, pode significar também o mesmo que JUBILAVAM.

“4 Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento.
5 Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel?
6 Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina,
7 quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?”

O trono de Deus que Isaías contemplou no céu, bem como os serafins esculpidos ao seu redor, são os mesmos da visão de Ezequiel e de João no Apocalipse. Os serafins que Isaías contemplou ao redor do trono são os mesmos quatro seres viventes (querubins), com 6 asas, esculpidos ao redor do trono, os quais tinham simbolicamente os rostos de homem, de touro, de leão e de águia, que só os esotéricos sabem dizer qual o significado desses símbolos. Os crentes quando leem essas passagens bíblicas, imaginam que esses quatro seres viventes são literalmente anjos com cara de monstros, com rostos de touro, de leão, de homem e de águia. Que coisa mais bizarra seria se esses anjos querubins fossem realmente como os crentes imaginam! Veja o que diz Isaías 6, e observe que esses serafins são os mesmos quatro seres viventes (querubins) descritos em Ezequiel 1 e Apocalipse 4.

“1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo.
2 Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava.
3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”.

Repare que o texto diz que os serafins “clamavam uns para os outros”, pois na verdade, a voz vinha dos alto-falantes postos atrás das esculturas dos serafins (querubins) que estavam fixos ao redor do trono.

QUEM SÃO OS 24 ANCIÃOS REFERIDOS EM APOCALIPSE?

Se você ainda não sabe discernir quem são os 24 anciãos, saiba que esses entes divinos não podem ser anjos. Se eles entoam cânticos é porque não são anjos. Leia, por favor, o texto no link, abaixo:

Quem são os vinte e quatro (24) anciãos em Apocalipse?

https://www.gotquestions.org/Portugues/24-anciaos-Apocalipse.html

Leia mais aqui:
Quem são os 24 anciãos no juízo final?

http://www.abiblia.org/ver.php?id=3568

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Miquels7

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14/05/2017 Posted by | ESTUDOS BÍBLICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário