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FINALMENTE DECIFRADO O ENIGMA: QUEM É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA POSTA NO MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM

NOTA DE ESCLARECIMENTO: Encontrei no YouTube um vídeo publicado por Raimundo Fernandes em 2012 onde ele diz que Deus lhe revelou que o Domo da Rocha é a Abominação da Desolação da profecia de Daniel 12 e Mateus 24. Não havia encontrado esse vídeo de Raimundo na internet porque a expressão que ele usou para se referir à Abominação da Desolação foi “SACRILÉGIO TERRÍVEL”. Ele também publicou um texto em seu blog empregando a mesma expressão “sacrilégio terrível”. Ele se gaba afirmando que foi privilegiado por Deus por fazer tal revelação. Só que isso que ele fala é blefe. Eu escrevi o meu texto sobre o Domo da Rocha, mas jamais afirmei que recebi tal conhecimento por revelação de Deus. E tem mais. Em blogs e sites estrangeiros encontramos menções ao Domo da Rocha como sendo a Abominação Desoladora antes mesmo do ano 2010. Confira nos links logo abaixo.

1) Vídeo de Raimundo Fernandes:

2) Texto publicado no blog de Raimundo Fernandes:
http://www.cristoeosenhor.com/blog/profecia-daniel-1211-12-revelada-texto/

Artigos em sites estrangeiros sobre o Domo da Rocha e a Abominação da Desolação:

1) The Abomination of Desolation Identified At Last
https://escapeallthesethings.com/abomination-desolation/

2) The Dome and the Mosque
http://watchfortheday.org/thedome.html

3) 688 Dome of the Rock!
http://www.beyondtheharbinger.com/27.htm

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ATENÇÃO:  Este artigo inédito foi publicado na internet no blog Mensagens Para a Geração, de Miquels7, dia 29/08/2017. Pesquisei na internet, mas não encontrei nenhum artigo com conteúdo semelhante publicado no YouTube admitindo que a Abominação Desoladora é o Domo da Rocha, a Mesquita de Omar, construída no Monte do Templo em Jerusalém. Nos blogs brasileiros ninguém admite que este santuário profano dos muçulmanos tenha alguma relação com a Abominação Desoladora referida no livro de Daniel 12 e em Mateus 24. 

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UMA EXPLICAÇÃO IMPORTANTE SOBRE O QUE DECLAREI NESTE ARTIGO:

Declarei neste artigo que o apóstolo João foi exilado na Ilha de Patmos antes do ano 70 d.C., mas não é bem assim a informação que queria passar.

Na verdade, João foi exilado na Ilha de Patmos depois do ano 70 d.C. No entanto, muitas das visões que ele escreveu no Apocalipse ele recebeu antes do ano 70, ou seja, antes do seu exílio. Por exemplo, a visão dos fatos relatados no capítulo 11 de Apocalipse ele recebeu antes da destruição do Segundo Templo, o de Herodes. Sem dúvidas, o santuário referido no cap. 11 de Apocalipse é o Segundo Templo de Herodes que foi destruído no ano 70 d.C. Repare que quando Jesus aparece a ele na Ilha de Patmos, ordena que escreva as coisas que tinha visto antes, e as que ele via naquele momento e outras que ainda lhe seriam reveladas. Repare também que existem intervalos nas visões de João (que pode ser de anos ou meses), pois, em certo momento, mais na frente, João descreve a visão de um livrinho que lhe foi dado e ele comeu o livrinho e o anjo disse que ele ainda iria pregar para muitos povos, nações e línguas, ou seja, ainda lhe seriam reveladas mais coisas.

“Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder” (Apoc. 1:19).

“E fui ter com o anjo e lhe pedi que me desse o livrinho. Disse-me ele: Toma-o, e come-o; ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel. Tomei o livrinho da mão do anjo, e o comi; e na minha boca era doce como mel; mas depois que o comi, o meu ventre ficou amargo. Então me disseram: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas, e reis” (Apoc. 10:9-11).

Se João tivesse empregado a mesma técnica de registro das visões como os demais profetas, não teria havido tanta confusão sobre os relatos do Apocalipse. Veja, por exemplo, Daniel e Ezequiel, que citavam o nome e a data do reinado de certos reis como referência para datar os seus relatos.

“No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus. no ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as desolações de Jerusalém, era de setenta anos” (Daniel 9:1-2).

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INTRODUÇÃO

Os teólogos tradicionais ensinam que quando o Anticristo reinar na Terra, após o arrebatamento da Igreja, ele ordenará a reconstrução do Terceiro Templo em Jerusalém e se assentará num trono como deus, para ser adorado. E tal fato será o cumprimento pleno da “abominação desoladora” profetizada no livro de Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. Porém, essa interpretação não tem apoio bíblico; é pura forçação interpretativa para tentar encaixar o cumprimento das profecias de Daniel sobre os últimos dias, logo após o arrebatamento. As profecias de Daniel, de Jesus e do Apocalipse já vêm se cumprindo há vários séculos, mas os teólogos tradicionais não admitem. Eles querem forçar o cumprimento das profecias relativas aos últimos dias tudo num período de 7 anos, que eles denominam de Grande Tribulação, e que ainda não ocorreu; e que só ocorrerá após o tal arrebatamento; e que culminará com a chegada do Anticristo.

Domo da Rocha - Mesquita Muçulmana 2

Um dos erros teológicos que causou todo esse embaraço é a afirmação de que os sacrifícios contínuos no Grande Templo foram cessados com a morte e ressurreição de Jesus, e não por ocasião da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. E tudo isso se deu devido ao ensino equivocado de Paulo sobre a abolição da Lei e dos Profetas, o que jamais ocorreu.

“Mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido” (II Cor. 3:14).

“Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer” (Hebreus 8:13).

É evidente que muitos preceitos do antigo Pacto se tornaram obsoletos. E na verdade, a Lei de Moisés consistia de vários pactos: pacto da celebração da Páscoa, pacto da Circuncisão, pacto da guarda do santo Sábado, pacto das ministrações no Santuário, dos holocaustos e ofertas pelo pecado, e mais do sacrifício contínuo. A Lei de Moisés ainda se dividia em leis cerimoniais e leis civis. Em relação às leis civis, muitos preceitos tornaram-se obsoletos. E foi o próprio Senhor Jesus que revelou o que estava obsoleto na Lei. Por exemplo, Jesus demonstrou que estava obsoleto o mandamento sobre o apedrejamento de mulheres pegas em adultério. E consequentemente subentende-se que o mandamento que determinava o apedrejamento de pederastas (homossexuais) também estava obsoleto. A observação irrestrita do Sábado também estava obsoleta, pois, até os que violavam a guarda do Sábado para colher lenha para se aquecer ou para ajudar um doente eram punidos com a morte. E tudo isso Jesus achou um exagero. Em relação às leis cerimoniais, as festas de Israel e a lei dos dízimos para os levitas Jesus não demonstrou nada contra. Jesus se posicionou de forma contundente contra o zelo excessivo dos doutores da Lei porque estes não cumpriam suas obrigações com fidelidade, mas colocavam pesado fardo sobre o povo, exigindo cumprimento pleno da Lei e até de coisas que nem na Lei estavam prescritas. E Jesus sabia que Deus, o Pai, prefere mais obediência a sacrifícios. E os sacerdotes e o povo não estavam cumprindo os mandamentos mais essenciais em relação ao próximo, pois o segundo maior mandamento da Lei era o amor ao próximo, e dedicação à causa dos órfãos e das viúvas. O povo pecava demais por não obedecer aos mandamentos, e com isso, havia um exagero de sacrifícios pelos pecados. E Deus se enojou disso, chegando ao ponto de abominar os sacrifícios oferecidos pelos judeus. Mas essa atitude de Jeová não anulou em nada a Lei dos sacrifícios e ofertas pelo pecado. Com a destruição do Grande Templo no ano 70 d.C, a Lei cerimonial dos sacrifícios ficou suspensa, e ainda permanecerá até o dia em que Deus autorizar a volta dos sacrifícios no monte do Templo em Jerusalém. Lembre-se que durante o período que os judeus estiveram cativos na Babilônia depois que o primeiro Templo foi destruído, eles não ofereceram nenhum sacrifício, pois, não podiam realizar sacrifícios em terra estranha. Quando o rei da Babilônia autorizou Zorobabel a liderar a reconstrução do segundo Templo, os judeus voltaram a oferecer sacrifícios sobre altares improvisados no monte do Templo. Assim vai acontecer quando Deus ordenar a reconstrução do Terceiro Templo. Mas, para que isso aconteça, o Domo da Rocha (a Mesquita Muçulmana) terá que ser derrubado.

“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Deut. 10:12).

“Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros” (I Samuel 15:22).

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes” (Isaías 1:11). [Mesmo Jeová dizendo essas coisas, a Lei dos sacrifícios não está sendo invalidada].

“Então se levantou Jesuá, filho de Jozadaque, com seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos; e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, homem de Deus” (Esdras 3:2).

Outro erro teológico é achar que as profecias dos últimos dias só se cumprirão no período da última semana das 70 semanas de Daniel. Ou seja, para os teólogos tradicionais, a 69ª semana de Daniel culminou com a morte do Messias, no ano 27 ou 29 d.C. E a última semana de tempos, a 70ª, ainda não começou a contar e só começará depois do arrebatamento da Igreja. Pode até ser, mas não depois do tal arrebatamento, e sim, após o término do tempo dado aos gentios. Mas, mesmo após a destruição do Templo no ano 70 d.C, outras profecias foram se cumprindo, até o ano 691 d.C, ocasião em que os muçulmanos profanaram de vez o monte do Templo. A partir dessa data começou a contagem do tempo dado aos gentios.

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações” (Daniel 9:25-26).

Ainda outro erro teológico grave é achar que todos os fatos retratados no Apocalipse se referem ao futuro, e que só se cumpririam após o início do segundo século da Era Cristã. Os teólogos tradicionais calculam que João escreveu o Apocalipse no ano 96 d.C, ou seja, escreveu os relatos depois da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. Porém, isso é um grande equívoco. Primeiramente devemos entender que João não escreveu o Apocalipse num período de um ano ou poucos meses. João foi exilado na ilha de Patmos antes do ano 70 d.C, portanto, antes da destruição do Templo. Isso se evidencia no relato do capítulo 11 de Apocalipse. João passou vários anos recebendo as visões do Apocalipse e também vários anos escrevendo até concluir o livro. Quando Jesus aparece a João pela primeira vez e pede para ele escrever num livro as visões que havia contemplado, ele não tinha pena e pergaminho nas mãos para escrever naquele momento. João só passou a escrever as visões nos pergaminhos meses depois que teve a primeira visão. Ele teve que encomendar o envio de dezenas de pergaminhos para que pudesse relatar as visões. Cada pergaminho era feito de couro curtido de animal, e João não podia escrever rapidamente sobre eles, pois o bom escriba não podia entregar um documento rasurado. Portanto, João levou muito tempo para concluir os escritos do Apocalipse.

“Foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e foi-me dito: Levanta-te, mede o santuário de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias. Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da terra. (…) E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e as vencerá e matará. E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:1-4,7-8).

Quando o anjo ordena a João para medir o Santuário, isto é, o Grande Templo, por certo ele já se encontrava em Jerusalém. Talvez João tenha sido abduzido e levado pelos anjos até a cidade Santa, dias antes da destruição do Templo no ano 70 d.C. O ato de medir o Santuário, significa que ele vai ser destruído. E Deus diz a João para não medir o átrio que está fora do Santuário, porque foi dado aos gentios, para ser pisado durante 1260 dias, que profeticamente equivalem a 1260 anos. No entanto, o número correto de dias não é 1260 nem 1290 dias, mas, 1335 dias, conforme diz Daniel 12:11-12. O Santuário foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C em cumprimento da profecia de Daniel 12. Em Daniel 12:11 diz que “desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias”. Portanto, Daniel 12 está se referindo à destruição do Templo no ano 70 d.C, e não num imaginário templo que seria construído pelo Anticristo após o arrebatamento da Igreja. E a contagem dos 1260 dias ou 1290 dias não é exatamente a partir do dia da destruição do Templo. A contagem deve começar a partir da instalação da Abominação Desoladora.

Deus advertiu no livro de Zacarias que faria de Jerusalém um “cálice de tontear”. Mas, por quê? Por causa do Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, que está profanando o local sagrado do Templo do Senhor. Os judeus querem reconstruir o Terceiro Templo no mesmo local do Segundo Templo, mas os muçulmanos não aceitam, pois, para que seja feita a reconstrução, é necessário retirar a Mesquita Muçulmana de lá, mas eles não aceitam jamais que seja retirado o Domo da Rocha. E na verdade, os muçulmanos querem ter o controle total sobre a área do Monte Moriá, o monte do Templo, mas os judeus também reivindicam o seu direito sobre a área do monte santo, que é o local de adoração deles. Por causa dessa disputa da área do monte santo e da rixa entre os judeus e os gentios (palestinos, muçulmanos, árabes, em geral), a cidade de Jerusalém realmente tem se tornado um cálice de tontear.

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém” (Zacarias 12:2).

O DOMO DA ROCHA É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).

“E estando ele sentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. (…) Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mateus 24:3,15-16).

Um enigma que há séculos tem tirado o sono de centenas de estudiosos da Bíblia finalmente foi decifrado por Miquels7.

O Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana construída no local do monte sagrado do Templo em Jerusalém (que foi destruído no ano 70 d.C e dado para ser pisado pelos gentios), é a “Abominação Desoladora” profetizada em Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. A Mesquita Muçulmana está profanando o monte do Templo, e a data de sua fundação é o referencial para a contagem do tempo dado aos gentios e o fim dos tempos.

Desde a construção da Mesquita Muçulmana no monte do Templo, ela tem se tornado motivo de discórdia e ódio entre judeus e gentios. Um versão de Mateus 24:16 diz “quando virdes estar no lugar santo a abominação de desolação”. Repare: “abominação de desolação”. Significa que é algo que promove ódio e discórdia, até gerar conflitos e mortes, que é a desolação. 


A Mesquita Muçulmana ou Domo da Rocha foi construído no ano 691 d.C. E é a partir de sua construção que começa a contagem dos tempos da profecia de Daniel 12. Parece-me que a data do início da construção dessa Mesquita também tem muita relevância na contagem dos tempos. O início da construção se deu no ano 685 d.C. Cálculo: 685 + 1335 = 2020.


O “lugar santo” o qual a profecia se refere é o monte onde o Grande Templo do Senhor foi construído e depois destruído pelos romanos no ano 70 d.C, e onde posteriormente foi instalado a Abominação Desoladora no seu lugar, no ano 691 d.C, profanando o local.

A primeira parte do cumprimento da Abominação Desoladora foi a chegada do exército romano em Jerusalém e a profanação do Monte Santo, quando os soldados entram no Santuário, queimando tudo e derrubando o altar dos sacrifícios.

A segunda diáspora judaica não se deu exatamente no ano 70 d.c, com a fuga dos judeus e a matança dos que ficaram em Jerusalém, e a destruição do Templo. Porém, a segunda diáspora se deu realmente no ano 135 d.C. Segundo relatos históricos, “os judeus, liderados por Simão bar Kochba revoltaram-se novamente contra o domínio de Roma, e Jerusalém foi novamente arrasada por ordem do imperador Adriano, no ano 135. Cerca de 600.000 judeus foram massacrados e sobre os restos da cidade foi edificada uma cidade helênica, e sobre o monte onde se erguera o Santuário de Jeová foi construído um templo dedicado ao principal deus romano, Júpiter Capitolino”.

Mas, o cumprimento das profecias não parou aí.

Veja a seguinte informação:

“Às vezes referido como a “Mesquita de Omar”, na verdade, o Domo da Rocha não é um legado de Omar. Omar construiu uma estrutura mais antiga, mas não o Domo da Rocha. E este edifício é considerado um santuário e não uma mesquita. Os homens oram na mesquita de Al Aqsa, localizado a 200 metros a sul. Os muçulmanos acreditam que este é o lugar onde Abraão esteve a ponto de sacrificar o seu filho Isaque”.

O Domo da Rocha não é tão grandioso assim, mas, ele foi construído com a intenção de substituir o Santuário do Deus de Israel. Portanto, o Domo da Rocha foi feito intencionalmente para profanar o Monte Santo do Senhor.

Tem um artigo publicado na internet falando sobre o local da possível construção do Terceiro Templo. Fala, ainda, sobre o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, mas ninguém se toca que ela representa a real Abominação Desoladora. Confira:

http://www.libertar.in/2014/03/onde-sera-o-terceiro-templo-um-ponto.html

O Monte do Templo do Senhor em Jerusalém

A profecia de Apocalipse 11 diz que o Grande Templo em Jerusalém seria destruído pela última vez, e o seu lugar sagrado seria dado aos gentios para ser pisoteado por 1260 dias, que quer dizer 1260 anos. Ou, conforme o livro de Daniel, seriam 1290 dias proféticos, que equivalem a 1290 anos literais.

Não são somente os muçulmanos que pisam e profanam o Monte do Templo em Jerusalém, mas também povos de toda a Terra, os turistas, bem como os cristãos que visitam Israel e fazem orações no Muro das Lamentações.

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias” (Daniel 12:11).

O cálculo do enigma:

1) 691 + 1260 = 1951 (Apoc. 11:3) Os judeus regressam para Israel, mas o Terceiro Templo não é reconstruído, pois ainda não terminou o tempo dado aos gentios para profanarem o Monte Santo.

2) 691 + 1290 = 1981 (Daniel 12:11) O relógio do tempo do fim começa a contar; Israel se fortalece, mas faz acordo com o governo da Besta; e seus inimigos o cercam e afrontam.

A partir do estabelecimento da “Abominação Desoladora” – a Mesquita Muçulmana no monte do Templo, no ano 691 d.C -, começa a missão das duas testemunhas, as duas oliveiras que assistem diante de Deus, conforme a profecia de Apocalipse 11: O Judaísmo e o Cristianismo são essas duas testemunhas que tem pregado sobre o reino do Messias. A morte das duas testemunhas simboliza a morte do Judaísmo e do Cristianismo, ou a perseguição da Besta (governos humanos) e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos, até seu extermínio completo, pois, é assim que está escrito em Apocalipse 13. A ressurreição e o arrebatamento das duas testemunhas simbolizam a primeira ressurreição dos santos e sua ascensão aos céus. E quando se dará isso? Qual o tempo exato da culminância dos últimos acontecimentos? A culminância de tudo pode ser o ano de 2026.

Veja que o profeta Daniel estabelece outra contagem de tempo no mesmo capítulo 12. 

“Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:12).

Esses 1335 dias refere-se à culminância da profecia. Referem-se ao término do período dado aos gentios para pisarem o Monte Santo, em Jerusalém. Significa que bem-aventurados serão todos aqueles que atravessarem vivos o período de tribulação e perseguição da Besta e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos.

3) 691 + 1335 = 2026 (Daniel 12:12) Culminância da Profecia e início da Grande Tribulação para a conquista final da Terra. Note que 2026 é véspera de 2027, tempo que completa 2000 anos da morte de Jesus. Há algumas controvérsias sobre o ano da morte de Jesus, mas, tudo indica que sua morte se deu entre os anos 27 e 33 d.C.

Após a culminância, com a primeira ressurreição e arrebatamento dos escolhidos (os 144 mil judeus), ainda haverá o período do derramamento das 7 taças da ira contra os governantes da Terra, até que ela seja finalmente conquistada. Só depois disso que será tocada a sétima trombeta, anunciando que tudo está cumprido.

“E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu. É passado o segundo ai; eis que cedo vem o terceiro. E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:13-15).

Esse terremoto em Jerusalém talvez ocorra devido à explosão de uma bomba nuclear. O governo de Israel já construiu vários abrigos antiaéreos e antirradiação nuclear. Mesmo assim, muitos que não conseguirem se abrigar, morrerão atingidos pelas bombas.

Percebam que em Apoc. 11:3 diz que as duas testemunhas profetizarão por 1260 dias (42 meses ou 3 anos e meio), que literalmente significam 1260 anos. Porém, em Apoc. 11:9 diz que vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os corpos das duas testemunhas por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados. O que significam esses três dias e meio? Significam um período de 3 anos e meio em que os judeus e cristãos serão perseguidos e mortos, isto é, o período final dos 7 anos da Grande Tribulação.

Será isso a maior revelação dos últimos tempos?

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Falou e disse Miquels7

 

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29/08/2017 - Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , ,

10 Comentários »

  1. Miquels7, veja bem o que você está falando… Pois a primeira pessoa a mencionar que “abominação desoladora” é a Mesquita de Omar, foi William Marriom Branham… E vou citar apenas umas das mensagens que ele pregou, chamada, O PRINCÍPIO E O FIM DA DISPENSAÇÃO GENTIA – pregada em 09 de janeiro de 1955,Jeffersonville-Indiana-E.U.A.
    Parágrafo – 85
    “Agora, quando o Messias veio, Jesus, Ele pregou exatamente três anos e meio, e foi cortado, para um Sacrifício. A obrigação diária foi tirada. E a desolada, a abominação que faz desolação, a mesquita de Omar, foi estabelecida hoje no lugar do santo templo. A mesquita de Omar encontra-se exatamente onde o templo se encontrava”

    Para o seu conhecimento, William Branham foi um dos maiores profetas que Deus já levantou sobre essa terra.
    Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.
    Amos 3.7

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    Comentário por Humberto | 02/02/2018 | Responder

    • Sim, eu li a transcrição da pregação de William M. Branham. Realmente ele fala sobre a mesquita de Omar ser a abominação da desolação, mas não relaciona o que diz à profecia de Daniel 12, do tempo dado aos gentios, de 1260, 1290 e 1335 dias proféticos. Nessa pregação ele não faz um estudo da profecia relacionada ao tempo dado aos gentios para profanarem o monte do tempo, ele só citou Apoc. 11, onde se diz que os gentios pisariam o monte santo por 42 meses (um tempo, dois tempos e metade de um tempo). Porém, o meu estudo é mais abrangente e mais preciso.

      Eu não sei se existem outros escritores ou pregadores que falaram a respeito da mesquita de Omar como sendo a abominação da desolação posta no monte do Templo, pois, tenho pouco material de pesquisa, e não possuo muita literatura.

      Antes de escrever sobre a abominação da desolação como sendo a mesquita de Omar, ou Domo da Rocha, eu vasculhei a internet a procura de textos, frases, vídeos e artigos publicados em blogs, mas não encontrei nada escrito da forma que escrevi. Na internet há muitos vídeos e artigos falando sobre a abominação da desolação, mas ninguém relaciona a abominação da desolação de Daniel 12 e Mateus 24 com sendo a mesquita muçulmana ou Domo da Rocha.

      Também não existe na internet a frase de William M. Branham, afirmando que “E a desolada, a abominação que faz desolação, a mesquita de Omar, foi estabelecida hoje no lugar do santo templo. A mesquita de Omar encontra-se exatamente onde o templo se encontrava”.

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      Comentário por Miquels7 | 05/02/2018 | Responder

    • Olá, Humberto. Tenho um canal no youtube onde publiquei um vídeo sobre este post falando sobre a Mesquita de Omar e a abominação desoladora. O vídeo já tem quase 28 mil visualizações. Confira lá:

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      Comentário por Miquels7 | 06/02/2018 | Responder

  2. Mas mateus 24 da entender que assim que for posta a abominavel será seguida da tribulação, da entender que não dura todo esse de 1290 ou 1335 anos, mas sim os 3,5 anos mesmo.

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    Comentário por Heliezer Santos | 12/01/2018 | Responder

  3. Meu video afirmando que a Mequista é abominação foi publicado em 4 de março 2013
    podemos trocar informções!

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    Comentário por Josenito Brito | 31/12/2017 | Responder

  4. A parti do minuto 25 afirmo que o Abominável da Desolação é a mesquita

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    Comentário por Josenito Brito | 31/12/2017 | Responder

    • O terceiro templo está profetizado na Bíblia, sim. Leia os capítulos 40 a 48 de Ezequiel e vc verá que o templo lá referido não é o segundo templo, e o côvado usado para as medidas desse santuário não é côvado comum de 45 cm, medida de homem. O côvado usado é medida de anjo; o côvado é maior. Procure mais informações sobre o côvado no livro de Ezequiel. O terceiro templo vai ser reconstruído mas não será agora; só vai ser erguido depois que for estabelecido o reino milenar do Messias de Israel.

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      Comentário por Miquels7 | 31/12/2017 | Responder

    • Se a Mesquita de Omar é patrimônio da humanidade ela não poderá ser removida de lá.

      Tem uns teóricos da conspiração que acham que alguém vai detonar uma bomba no monte do templo para que a mesquita seja removida de lá.

      Porém, em Apocalipse 11 diz que haverá um grande terremoto em Jerusalém, e provavelmente isso acontecerá para que o Domo da Rocha seja destruído. Mas, esse terremoto será provocado por Deus, ou será os judeus sionistas que irão detonar uma bomba nuclear naquele lugar? Lembremo-nos que Israel tem bastante abrigo anti-nuclear, anti-radiação.

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      Comentário por Miquels7 | 31/12/2017 | Responder

  5. venho trabalhando sobre isso amado desde de 2011 tenho video no youtube e falo no meu blog ai o link

    https://filhinhosjaeaultimahora.wordpress.com/

    No youtube coloca meu nome Josenito Brito ou o Anticristo já está entre nós

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    Comentário por Josenito Brito | 31/12/2017 | Responder

    • Caro, Josenito. Quando João escreveu o Apocalipse ainda não existia o Islamismo e nem os símbolos islâmicos. Como João poderia empregar símbolos islâmicos junto a escritos gregos.

      Olha, o meu foco não é bem a religião islâmica, mas sim o povo gentio como um todo; todos os povos que não são judeus são gentios; os palestinos, os árabes, os muçulmanos, os gregos, os romanos, os europeus, os americanos, etc.

      A minha preocupação é com o início e o término do tempo dado aos gentios para pisarem o monte do templo em Jerusalém.

      O nome de Allah na numerologia secreta dá 648.
      ALLAH
      (AxL)+(LxAxH)=(6×12)+(12x6x8) = 72+576 = 648

      Tem um rapaz com um canal no youtube que fala o mesmo que vc defende, mas é mais recente.

      Na verdade, nem Apocalipse e nem Daniel fala em anticristo. O que eles falam é de um governante que vai acabar com todas as religiões, com todos os deuses na Terra. E ele se autoproclamará Deus. Ora, isso nada mais é do que a humanidade evoluída e desenvolvida que está acabando aos poucos com as crenças; somente os fanáticos é que estão resistindo com as crenças.

      Miquels7

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      Comentário por Miquels7 | 31/12/2017 | Responder


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