CHUTANDO O PAU DA BARRACA DAS RELIGIÕES

Mensagens Para a Geração dos Últimos Dias

SEGUNDO ADVOGADO DE LULA NA ONU, A JUSTIÇA BRASILEIRA É COMBINADA E COMPRADA. ELES CONDENAM QUEM ELES QUEREM

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Geoffrey Robertson deu seu parecer sobre o julgamento do ex-presidente Lula dizendo: “Que tipo de república de bananas é esta?!”.
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Advogado de Lula na ONU, Geoffrey Robertson

Segundo o advogado de Lula na ONU, Geoffrey Robertson, que presenciou o julgamento de Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) em Porto Alegre, dia 24/01, os três juízes que votaram a favor da condenação de Lula já tinham seus argumentos escritos e voto determinado a favor da condenação antes mesmo de ouvirem qualquer argumento. Eles apenas leram na tela do computador os argumentos e a decisão favorável à condenação, previamente combinados. Ou seja, para o advogado de Lula na ONU, o correto é um segundo juiz formar e emitir opinião e voto depois da fala do primeiro juiz, e nessa mesma regra segue-se a opinião do terceiro, após ouvir os dois primeiros. O discurso do juiz deve ser espontâneo, na hora.

Porém, os três juízes que julgaram o ex-presidente Lula já tinham seus votos todos combinados, escritos no computador. Por isso que a TV Band News antecipou o resultado dos três juízes, porque foi vazado para a imprensa os seus votos. E como bem disse o próprio Lula, eles formaram um cartel ao determinar voto e sentenças iguais. Eles condenaram Lula por pressão dos políticos de direita e principalmente por pressão dos donos da Rede Globo, os filhos de Roberto Marinho.

Robertson criticou o fato do promotor Mauricio Gotardo Gerum se sentar junto e ter conversas particulares com os desembargadores, além das decisões por escrito dos magistrados estarem prontas antes deles ouvirem os argumentos de defesa e acusação no julgamento.

Veja o que o advogado de Lula disse exatamente:

“Uma corte de apelação é uma situação em que juízes escutam argumentos sobre o processo de um primeiro juiz estar certo ou não. Os juízes falaram 5 horas lendo scripts. Eles tinham a decisão escrita antes de ouvir qualquer argumento. (…) Eu estava lá na sala e vi o promotor-chefe do caso sentado ao lado do relator. Fez seu almoço ao lado dos juízes e depois ainda teve conversas particulares com eles. Isso é uma postura totalmente parcial, isso simplesmente não pode acontecer numa corte. (…) Aqui no Brasil vocês têm um juiz que investiga o caso, define grampos e ações de investigação, para depois também julgar a pessoa no tribunal. Isso é considerado inacreditável na Europa. Impossível. Pois isso tira o direito mais importante de quem está se defendendo: ter um juiz imparcial no seu caso. (…) O juiz Moro atuou com pré-julgamento, pois ele foi o juiz de investigação de Lula. Ele demonizou Lula, contribuiu para filmes e livros que difamaram o ex-presidente e encorajou o público a apoiar sua decisão. Moro jamais poderia se comportar assim na Europa. Depois, divulgou para a imprensa áudios capturado de forma irregular de Lula com a ex-presidente Dilma Rousseff. Pediu desculpas, mas imediatamente deveria ter sido retirado do caso. Tenho experiência com casos de corrupção e, aqui nesta sessão, não vi evidências de corrupção. Foi uma experiência triste sobre o sistema judiciário brasileiro”. (Geoffrey Robertson – Advogado britânico/ONU).

Veja, abaixo, uma entrevista de Geoffrey Robertson, advogado da Organização das Nações Unidas, e que representa Lula na ONU, que deu aos Jornalistas Livres.

Deu seu parecer sobre o julgamento do ex-presidente Lula dizendo: “Que tipo de república de bananas é esta?!”.

https://www.youtube.com/watch?v=tRQmB3NGPX4&t=57s

 

29/01/2018 Posted by | JUSTIÇA BRASILEIRA, JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS, PERSONALIDADES, POLÍTICA | , , , , | Deixe um comentário

Um Olhar Sobre as 70 Semanas de Daniel (A Mirroring of Daniel’s 70 Weeks)

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Este intrigante artigo foi publicado no site Signs of the End no dia 11 de março de 2011 pelo blogueiro e teólogo Daniel W. Matson. No final do post tem mais informações sobre o autor.

Para que a profecia das 70 semanas de Daniel coincidisse com ano de 1967, data em que Israel tomou controle definitivo sobre a cidade de Jerusalém na Guerra dos 6 Dias, ele inverteu a distribuição das 70 semanas, tomando como início 62 semanas (62×7 = 434 anos, iniciando a contagem em 1535 d.C, quando foi ordenado a reconstrução da cidade velha de Jerusalém), depois tomou 7 semanas (7×7 = 49 anos que vai de 1967 a 2017), e por último ele tomou 7 semanas (1×7 = 7 anos, que culmina em 2024).
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Um Olhar Sobre as 70 Semanas de Daniel
(A Mirroring of Daniel’s 70 Weeks)

11 de Março de 2011

The seventy weeks of Daniel is the most famous timeline found in the Bible and probably the most significant. Currently, the 70 weeks are suspended between the 69th and 70th week, waiting to resume when the coming prince from the people who destroyed the Temple in AD 70 arrives on the scene and confirms The Covenant with Israel. This then will launch the final period of seven years. This Prince,  the Antichrist, will ascend to power and attempt to destroy the Jews and those who follow the true God. At the end of this period, the Messiah will come and judge the world, making it a place for those who believe in Him. But this is review. 

(As setenta semanas de Daniel são as linhas de tempo mais famosas encontradas na Bíblia e provavelmente as mais significativas. Atualmente, as 70 semanas são suspensas entre a semana 69 e 70, esperando para retomar quando o próximo príncipe do povo que destruiu o Templo em 70 d.C. chega no local e confirma a Aliança com Israel. Em seguida, será lançado o período final de sete anos. Este Príncipe, o Anticristo, ascenderá ao poder e tentará destruir os judeus e aqueles que seguem o Deus verdadeiro. No final deste período, o Messias virá e julgará o mundo, tornando-o um lugar para aqueles que crêem nele. Mas esta é uma revisão).

Daniel_s 70 Weeks 01

After looking into further details concerning our present time, it does appear that this pattern of weeks is in the process of reoccurring and hence dovetailing with the other. In one article written by Jack Kelley, he mentions that Suleiman the Magnificent decreed that Jerusalem’s walls be rebuilt in AD 1535. He then notes that 483 years later (69 weeks of years) is 2018, which is 70 years or a generation from the creation of Israel in 1948. Jack Kelley, in The Revived Ottoman Empire, sees 2018 as the possible time of the Second Coming, which would conclude the entire 70 weeks of Daniel. However, this does not seem to mesh well with the numbers since from the time of Suleiman’s decree to 2018 would only conclude 69 periods of seven years. It would seem more consistent to have 70 periods of seven stretch from the decree and end at the same time the 70th Week ends. This then would push it out another seven years to 2025. 

(Depois de olhar para mais detalhes sobre o nosso tempo presente, parece que esse padrão de semanas está em processo de repetição e, portanto, de acordo com o outro. Em um artigo escrito por Jack Kelley, ele menciona que Suleiman, o Magnífico, decretou que as muralhas de Jerusalém fossem reconstruídas em 1535 d.C. Ele então observa que 483 anos depois (69 semanas de anos) é 2018, que é 70 anos ou uma geração da criação de Israel em 1948. Jack Kelley, in The Revived Ottoman Empire, vê 2018 como o tempo possível da Segunda Vinda, que concluiria as 70 semanas inteiras de Daniel. No entanto, isso não parece se encaixar bem com os números, já que desde o momento do decreto de Suleiman até 2018 só concluiria 69 períodos de sete anos. Parece mais consistente ter 70 períodos de sete estiramos do decreto e terminam ao mesmo tempo que termina a semana 70. Isso então empurraria outros sete anos até 2025).

However, when Daniel’s 70 weeks were measured from Artaxerxes’ decree in 445 BC to Palm Sunday AD 32, the period was 476 years and not 483 years. This is because the time was converted to 360-day years, which for every 69 years there is 70 360-day years. So if this conversion is done again from the time of Suleiman’s decree in 1535, the span of 69 weeks of 360-day years would end at 2011. Adding seven more years would make the Second Coming in the year 2018. So this may seem like a possible fix, but there is also something else to consider.

(No entanto, quando as 70 semanas de Daniel foram medidas a partir do decreto de Artaxerxes em 445 a.C. até o Domingo de Ramos em 32 d.C., o período era de 476 anos e não de 483 anos. Isso ocorre porque o tempo foi convertido em 360 dias, que por cada 69 anos, há 70 anos de 360 dias. Então, se essa conversão for feita novamente a partir do momento do decreto de Suleiman em 1535, o período de 69 semanas de 360 dias terminaria em 2011. Adicionando mais sete anos, faria a Segunda Vinda no ano de 2018. Então, isso pode parecer uma possível correção, mas também há algo a considerar).

Daniel’s 70 weeks are broken down into segments of seven, sixty-two, and one.  We are told that it will be 7 and 62 weeks until Jesus the Messiah, which is deduced to 69 weeks since it mathematically works from 445 BC to AD 32. Of course, 360-day years are used due to the fact that these years are used in Daniel and Revelation. The famous scientist, Isaac Newton, spent most of his time actually working with Daniel 9. He concluded that there was a possible two-fold nature to the prophecy. This was because in the text it mentions 7 and 62 weeks until the Messiah, but then the 7 weeks are never mentioned again. Only the 62 weeks are mentioned in specific relation to Christ’s coming as the one who would then be cut off. So then, where could the second use of 49 years come into play? 

(As 70 semanas de Daniel são divididas em segmentos de sete, sessenta e dois e uma semana. Disseram-nos que serão 7 e 62 semanas até Jesus, o Messias, que é deduzido para 69 semanas, uma vez que ele trabalha matematicamente de 445 a.C. até 32 d.C. Claro, são utilizados 360 dias, devido ao fato de que esses anos são usado em Daniel e Revelação. O famoso cientista, Isaac Newton, passou a maior parte do tempo trabalhando com Daniel 9. Ele concluiu que havia uma possível natureza dupla para a profecia. Isso ocorreu porque, no texto, menciona 7 e 62 semanas até o Messias, mas as 7 semanas nunca mais são mencionadas. Somente as 62 semanas são mencionadas em relação específica à vinda de Cristo como aquele que seria então interrompido. Então, onde poderia o segundo uso de 49 anos entrar em jogo?).

One of the most significant prophetic events was June 7, 1967 when Israel recaptured the Temple Mount.  When Israel began as a nation in 1948, it suffered a war that left the old city of Jerusalem severely damaged. In 1967 Israel gained control and it was not until April 1, 1969 (Passover) that the Israeli Government formed the Jewish Quarter Development Company (DQDC). Construction in the old city lasted from 1969 to 1985. So, 49 years from the decree on Passover to rebuild Jerusalem in 1969 would lead to Passover 2018. 

(Um dos eventos proféticos mais significativos foi em 7 de junho de 1967, quando Israel recapturou o Monte do Templo. Quando Israel começou como uma nação em 1948, sofreu uma guerra que deixou a antiga cidade de Jerusalém gravemente danificada. Em 1967, Israel ganhou o controle e não foi até 1 de abril de 1969 (Páscoa) que o governo israelense formou a Companhia de Desenvolvimento do Bairro Judeu (DQDC). A construção na cidade velha durou de 1969 a 1985. Assim, 49 anos a partir do decreto sobre a Páscoa para reconstruir Jerusalém em 1969 levaria a Páscoa em 2018).

So then we must get back to this question of 360-day years verses solar years. If we plot 1535 and 1969 as times of significance due to their decrees, it is a period of 434 solar years (62 weeks) that will fit. If we used 360-day years, this portion of time would adjust to 427.7 solar years, which would demand that 1963 be the year–not 1969, to begin the 49 year portion. Therefore, the 360-day calendar is not in view from the time of Suleiman, but apparently the solar year is.   

(Então, devemos voltar a esta questão dos anos de 360 dias, anos solares. Se traçamos 1535 e 1969 como tempos de importância devido aos seus decretos, é um período de 434 anos de energia solar (62 semanas) que se encaixam. Se usássemos anos de 360 dias, essa parcela de tempo se ajustaria a 427,7 anos solares, o que exigiria que 1963 fosse o ano – não 1969, para começar a parcela de 49 anos. Portanto, o calendário de 360 dias não está à vista desde o tempo de Suleiman, mas aparentemente o ano solar é).

There would also be another issue to overcome using 360-day years here in this equation. The period of 490 360-day years would convert to 483 solar years ending in the spring of 2018. With the Second Coming needing to occur during the last three feast days, it would seem that the Second Coming would have to occur on those feasts in 2017. The problem with 2017 is that it is already within seven years at this time, which does not allow enough time for the fulfillment of the 70th Week. 

(Também haveria outra questão a superar usando 360 dias de ano aqui nesta equação. O período de 490 anos de 360 dias se converteria para 483 anos solares que terminaram na primavera de 2018. Com a Segunda Vinda que precisa ocorrer nos últimos três dias da festa, parece que a Segunda Vinda teria que ocorrer nessas festas em 2017. O problema com 2017 é que já está dentro de sete anos neste momento, o que não permite tempo suficiente para o cumprimento da 70ª Semana).

The layout then of Jerusalem building decrees spaced at 434 solar years (62 x 7) seems to clearly indicate that solar years are in use here. Therefore, using the previous examples of solar year counting, as in the timelines to 1914 and 1933, the concluding event is fulfilled during the last year. In 1914 and 1933, World War 1 and Hitler’s Laws of Anti-Semitism were within the 2,520th year. Therefore, it would seem consistent that the period of 490 solar years from Suleiman’s Decree would find fulfillment at the fall feasts within that 490th year. That would be the fall feasts in the year 2024, since the full 490 years would conclude in the spring of 2025. 

(O esquema dos decretos de construção de Jerusalém espaçados em 434 anos solares (62 x 7) parece indicar claramente que os anos solares estão em uso aqui. Portanto, usando os exemplos anteriores de contagem do ano solar, como nos cronogramas até 1914 e 1933, o evento final é cumprido durante o último ano. Em 1914 e 1933, a Guerra Mundial 1 e as Leis de Anti-semitismo de Hitler estavam dentro do 2.520º ano. Por conseguinte, pareceria consistente que o período de 490 anos de energia solar do Decreto de Suleiman encontraria cumprimento nas festas de outono dentro desse 490 ano. Seriam as festas de outono no ano 2024, uma vez que os 490 anos completos se concluirão na primavera de 2025).

Daniel_s 70 Weeks 02Daniel_s 70 Weeks 03

Therefore, it appears that history is “repeating itself” to highlight the placement of the final seven years that were put on hold when the mystery of the Church was inserted at Pentecost. Of course, it would actually be the work of God to demonstrate a similar pattern in the final countdown. With this understanding, it would seem to indicate that the fall feasts in the 483rd year (69 weeks) would occur in the year 2017. Therefore, the 70th Week would run from 2017 to 2024. While the primary meaning of Daniel’s 70 Weeks was suspended at 69 weeks in AD 32, the secondary application of Suleiman’s Decree seems to show the possible placement of the 70th Week.
 

(Portanto, parece que a história está “se repetindo” para destacar a colocação dos últimos sete anos que foram postos em espera quando o mistério da Igreja foi inserido no Pentecostes. Claro, seria realmente o trabalho de Deus demonstrar um padrão semelhante na contagem regressiva final. Com este entendimento, parece indicar que as festas de outono no 483º ano (69 semanas) ocorreriam no ano de 2017. Portanto, a 70ª Semana passaria de 2017 a 2024. Enquanto o significado primário das 70 semanas de Daniel foi suspenso às 69 semanas em 32 d.C., a aplicação secundária do Decreto de Suleiman parece mostrar a possível colocação da 70ª Semana).

The other item to consider again is Newton’s dilemma of the seven weeks. His view was that the seven weeks were somehow lost in the significance of the primary application of Daniel 9 and that somehow the seven weeks would come into play in Christ’s Second Coming. In considering this secondary application, it should be noticed that the period of seven weeks or 49 years is a mirror of the primary application, which is 62 weeks and 7 weeks, as opposed to 7 weeks and 62 weeks. Could this be the final explanation for the seven week mystery? While both timelines are composed of 70 Weeks, the 62 week portion came right before Palm Sunday in AD 32, whereas the seven week portion comes right before the 70th Week in the secondary application. 

(O outro item a considerar novamente é o dilema de Newton das sete semanas. Sua visão era que as sete semanas estavam de alguma forma perdidas no significado da aplicação primária de Daniel 9 e que de alguma forma as sete semanas entrarão em jogo na Segunda Vinda de Cristo. Ao considerar esta hipótese secundária, deve-se notar que o período de sete semanas ou 49 anos é um espelho da aplicação primária, que é de 62 semanas e 7 semanas, em oposição a 7 semanas e 62 semanas. Essa poderia ser a explicação final para o mistério de sete semanas? Enquanto ambas as linhas de tempo são compostas por 70 semanas, a parcela de 62 semanas chegou logo ao Domingo de Ramos em 32 d.C., enquanto a parcela de sete semanas vem logo antes da semana 70 na aplicação secundária).

It seems reasonable then that God has chosen the 70 Weeks of Daniel to narrow down the time to both Advents of Christ. With the Decree of Suleiman the Magnificent in 1535, it would seem that a secondary application of the prophecy may indeed fit. The odds of a 434 year gap between decrees to rebuild Jerusalem are indeed fairly slim.  That other indicators point to 2017 and 2024 also seems to lend support to this theory that the 70th Week runs between those years. If this secondary application is true, it is then a monumental indicator that time is indeed very short and that 2017 is the likely looming year in the initiation of the 70th Week. 

(Parece razoável, então, que Deus escolheu as 70 semanas de Daniel para diminuir o tempo para os dois Adventos de Cristo. Com o Decreto de Suleiman o Magnífico em 1535, parece que uma aplicação secundária da profecia pode certamente caber. As probabilidades de um intervalo de 434 anos entre os decretos para reconstruir Jerusalém são realmente bastante finas. Que outros indicadores apontam para 2017 e 2024 também parecem dar suporte a esta teoria de que a 70ª semana é executada entre esses anos. Se esta aplicação secundária é verdadeira, é então um indicador monumental de que o tempo é realmente muito curto e que 2017 é o provável ano que se aproxima no início da 70ª Semana).

We shall soon see…
(Em breve veremos …).

Update – October 3, 2011 (Utualização em 03/10/2011)

As 2010 passed us by, so has the 2011 Feast of Trumpets. This then seems to just about do away with 2018 as possibly being the concluding time of the 70th Week of Daniel.  Any secondary application of the 70 Weeks from Suleiman the Magnificent’s decree of 1535 would have to then be applied through 2024 using solar years, as stated above. 

(À medida que o 2010 passou por nós, a Festa de Trombetas de 2011 também. Isso parece apenas acabar com 2018 como possivelmente sendo o momento final da 70ª Semana de Daniel. Qualquer aplicação secundária das 70 semanas do decreto de Suleiman Magnificent de 1535 teria que ser aplicada até 2024 usando os anos solares, conforme indicado acima).

Interesting fact: 14,400 days (40 x 360 or 120 x 120) from Black Tuesday (29 Oct 1929) landed on April 1, 1969, which is the date listed above for the Knesset Decree to rebuild Jerusalem.  Another such period from 1969 ended just a day before events of the 2008 economic collapse that started September 5th with FreddieMac. 

(Fato interessante: 14,400 dias (40 x 360 ou 120 x 120) de terça-feira negra (29 de outubro de 1929) culminaram em 1 de abril de 1969, que é a data acima indicada para o Decreto do Knesset para reconstruir Jerusalém. Outro desses períodos de 1969 terminou apenas um dia antes dos eventos do colapso econômico de 2008 que começou no 5 de setembro com o FreddieMac).

FONTE: Signs of the End

http://watchfortheday.org/70weeksrepeat.html

(Traduzido por Miquels7 via Google tradutor)

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Sobre o Autor

Daniel W. Matson atualmente mora em Kennewick, Washington e cresceu na área de Seattle. Após seis anos de serviço na Marinha Nuclear dos Estados Unidos, ele freqüentou o Multnomah Bible College e depois o seu Seminário em Portland, Oregon. Sua tese de mestrado dizia respeito às Sete Igrejas no livro de Apocalipse e seu significado profético em toda a História da Igreja até o retorno de Cristo.

Daniel W. Matson não baseou seus escritos em nenhum código da Bíblia ou em esquemas de encontros populares. Ele acredita que os múltiplos cronogramas entrelatados descobertos neste livro são testemunhas convincentes. Seja um dos primeiros a ler e analisar este livro mais incrível.

Dan também está disponível para discussão ou apresentação dessas descobertas, conforme permitido por sua agenda.

E-mail: Daniel@2010rapture.org

Canal no YouTube:
https://www.youtube.com/channel/UCs5_6i11W9aXhUS6NVQyxqA
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25/01/2018 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , , | Deixe um comentário

A GUARDA DO SANTO SÁBADO DE YAVÉH NÃO FOI ABOLIDA

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YESU CRISTO PROFETIZOU QUE A GUARDA DO SÁBADO NÃO SERIA ABOLIDA E CONTINUARIA SENDO OBSERVADA ANOS DEPOIS DE SUA IDA PARA OS CÉUS.

VOU MOSTRAR QUE YESU, COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS, DECLAROU QUE NÃO ERA ONISCIENTE E, PORTANTO, NÃO É DEUS, E DEU A ENTENDER QUE O CUMPRIMENTO DE UMA PROFECIA PODE SER ALTERADO.
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Santo dia do Senhor

Yesu Cristo não veio para abolir a guarda do Sábado através da sua morte ou ressurreição. Tanto é verdade, que Yesu ditou uma profecia que iria acontecer muitos anos depois da sua morte e ida para o céu, onde ele demonstrava preocupação e compaixão pelos judeus que iriam morrer na invasão e destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da E.C.

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19-20). 

Sei que não é aconselhável tomarmos uma única referência bíblica para sustentar uma verdade. Mas, não é somente este texto do Evangelho de Mateus que se refere ao cumprimento da guarda do Sábado no futuro. Temos por exemplo uma profecia em Isaías 66:23 relativa ao reino milenar do Messias. No entanto, do que Yesu falou em Mateus 24:19-20 podemos inferir outros questionamentos. 

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai, pois, para que isto não suceda no inverno; porque naqueles dias haverá uma tribulação tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá” (Marcos 13:17-19).

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! porque haverá grande angústia sobre a terra, e ira contra este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem” (Lucas 21:20-24).

“E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23).

Por que seria mais difícil a fuga no dia de Sábado? É porque a guarda do Santo Sábado do Senhor continuaria vigorando e sendo respeitado naqueles dias pelos judeus. E de acordo com a Lei, no dia de Sábado os judeus não podiam fazer longas caminhadas, ou seja, fazer muito esforço.

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado” (Atos 1:12).

A “jornada de um dia de Sábado” era estimada em 960 a 1344 metros. Segundo a tradição, os judeus não podiam fazer longas caminhas superiores a essa distância no dia de Sábado.

Os cristãos judeus da igreja primitiva tinham por costume se reunir no dia de sábado nas sinagogas, e não no domingo. Que inventou esse negócio de guarda do domingo foi o imperador de Roma, Constantino.

“Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Psídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se” (Atos 13:14).

“Quando iam saindo, rogavam que estas palavras lhes fossem repetidas no sábado seguinte” (Atos 13:42).

“No sábado seguinte reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus” (Atos 13:44).

“Porque Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o preguem, e cada sábado é lido nas sinagogas” (Atos 15:21).

“No sábado saímos portas afora para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas” (Atos 16:13).

Yesu Cristo foi muito contundente contra a tradição dos anciãos, pois colocavam pesados fardos para o povo carregar que nem eles mesmos carregavam, isto é, nem eles mesmos praticavam. E havia muitos exageros. E Yesu mostrou muitas coisas absurdas da tradição dos anciãos.

“Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Vós deixais o mandamento de Deus, e vos apegais à tradição dos homens. Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de deus, para guardardes a vossa tradição. Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe, invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis” (Marcos 7:7-13).

Tinha cada coisa absurda na tradição dos anciãos como esta que proibiam até de carregarem uma maca no dia de Sábado.

“Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito” (João 5:10).

Preste atenção. Apesar de Yesu bater muito na tradição dos anciãos, mas ele jamais afirmou que os preceitos da Lei de Moisés seriam abolidos, nem com a sua morte. Ao contrário, ele disse que passariam os céus e a terra, mas jamais passaria uma só letra dos mandamentos da Lei, e ainda reiterou que não violássemos nenhum mandamento, por menor que fosse. E a Lei do Senhor que o salmista se refere no Salmo primeiro é a Lei de Moisés. Se você acha que a Lei de Moisés foi abolida, não serve para nada, então, não seja hipócrita. Não leia o Salmo primeiro, porque só deve ler aquele que guarda os mandamentos da Lei do Senhor Deus e nela se deleita. O salmista diz que a Lei do Senhor é perfeita. Com certeza ele estava se referindo à Lei de Moisés, pois, naquele tempo não existia outra Lei.

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5:17-19).

“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite. Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha. Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos; porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à ruína” (Salmos 1:1-6).

“A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples” (Salmos 19:7).

“E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do Senhor; foram por todas as cidades de Judá, ensinando entre o povo” (II Crônicas 17:9).

O Santo Sábado de Yavéh nunca foi abolido e existem promessas eternas para que observá-lo.

“Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs; então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58:13-14).

Engraçado que os pregadores usam a referência de Isaías 40:28-31 para ensinar e pregar nas igrejas. Mas essa de Isaías 58:13-14 eles não usam para ensinar e pregar de jeito nenhum. Porque são hipócritas e mentirosos!

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, não se cansa nem se fatiga? E inescrutável o seu entendimento. Ele dá força ao cansado, e aumenta as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos cairão, mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão” (Isaías 40:28-31).

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A DECLARAÇÃO DE YESU CRISTO EM MATEUS 24:19-20 DEMONSTRA CLARAMENTE QUE ELE NÃO É ONISCIENTE, E DEU A ENTENDER QUE O CUMPRIMENTO DE UMA PROFECIA PODE SER ALTERADO

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19-20). 

Essa profecia de Yesu Cristo mostra outra coisa interessante, mas ninguém percebe. Se a profecia fosse uma revelação exata de fato que vai ocorrer num futuro distante, o profeta seria mais exato naquilo que afirma. A profecia não é uma revelação do futuro, de algo que vai acontecer sem a interferência de ninguém. Profecia é uma revelação de algo que foi planejado para que seja realizado no futuro. O apóstolo João “não visualizou o futuro” quando recebeu as revelações do Apocalipse. O que ele contemplou foram encenações de fatos que Deus planejou para acontecer no futuro. 

Nessa profecia sobre a invasão de Jerusalém, Yesu demonstra que não sabia claramente em que época do ano ela aconteceria e nem sabia em que dia da semana se daria. Portanto, isso é mais uma prova que Yesu não era onisciente, e consequentemente não é Deus. Yesu também disse que não sabia o dia da sua volta, e nem os anjos sabiam. Disse que somente o Pai sabia. Se Yesu Cristo é Deus, por acaso, ele mentiu ao dizer que não sabia o dia da sua volta?

Agora, veja outro fato interessante que é ignorado pelos teólogos tradicionais.

Yesu Cristo disse: “Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:20). 

Se Yesu pede aos discípulos para orarem, pedindo a Deus que a invasão de Jerusalém não ocorra no inverno e nem no dia de Sábado, isso significa que a profecia pode ser alterada. Se Yesu Cristo estivesse realmente revelando algo que inevitavelmente iria acontecer no futuro, ele não pediria aos discípulos para rogarem ao Pai pedindo que mudasse a data da invasão de Jerusalém. Porque “se a profecia é um vislumbre do que aconteceu no futuro”, então, o tal fato não poderia ser modificado, pois, já havia acontecido.

Se Deus pela sua onisciência sabe o que já aconteceu no futuro da humanidade, como Ele pode alterar o que já se cumpriu? Logo, percebe-se que é um absurdo pensar que podemos saber o futuro. Nem Deus, nem Yesu e nem ninguém pode prever o futuro, isto é, ninguém pode visualizar o futuro. Nem Deus, nem Yesu, nem os anjos e nem ninguém é onisciente. Deus sabe os eventos do passado e do futuro da Terra porque ele e os anjos já mapearam tudo o que ocorre nos ciclos da Terra e do Sistema Solar, visto que eles vivem há milhões de anos. Os eventos do Sistema Solar se repetem a cada 26 mil anos. Se uma pessoa sabe que esses eventos se repetem é muito fácil prever o que acontecerá no futuro. A Terra também passa por ciclos, como o das precessões. Mas também a Terra sofre alterações climáticas a cada 11 mil anos, devido à incidência de tempestades solares. As catástrofes que Yesu profetizou referem-se a esses acontecimentos cíclicos que sempre acontecem com a Terra e o Sistema Solar. Yesu profetizou sobre o aquecimento global e a agitação no Sistema Solar, prevendo a queda de meteoritos e explosões de vulcões. Quando em Apocalipse se diz que o céu será enrolado como uma cortina, isso significa que o céu azul vai desaparecer e vai ficar encoberto por cinzas vulcânicas devido à queda de um grande meteoro na Terra.

“Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados” (Mateus 24:29).

“E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas (AQUECIMENTO GLOBAL – FENÔMENO NATURAL QUE ACONTECE DE TEMPOS EM TEMPOS); os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados (AGITAÇÃO NO SISTEMA SOLAR)” (Lucas 21:25-26).

“E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares” (Apocalipse 6:14). [O “céu se recolheu” significa que o azul do céu foi coberto por nuvens de cinza vulcânica].

O futuro que Deus prevê ou que diz saber é um futuro planejado. Ele planeja o que vai acontecer e ordena o profeta a profetizar. Porém, os acontecimentos futuros que Deus ordena o profeta profetizar nunca têm uma data exata para se cumprir; as datas são aproximadas. Na hora de acontecer o fato Deus intervém no curso da história e faz com que aquilo que planejou se cumpra. Por isso Yesu pediu aos discípulos que orassem, pedindo a Deus que alterasse o cumprimento da profecia para que não ocorresse no inverno e nem no dia de Sábado.

O profeta Jeremias diz que Deus vela sobre sua palavra para que se cumpra fielmente. Ou seja, Deus planeja e ordena a profecia, e depois ele se encarrega de fazer com que aquilo que falou aconteça. Mas, uma profecia pode ser modificada ou anulada. Como já disse outras vezes, nem tudo que está escrito no Apocalipse vai acontecer exatamente como João escreveu. A profecia pode ser alterada ou modificada. Yesu mesmo disse que a data do cumprimento das profecias sobre a Grande Tribulação vai ser alterada, isto é, o tempo será abreviado, para que muitos consigam se salvar da perseguição da Besta.

“Então me disse o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” (Jeremias 1:12).

“E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:22).

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Miquels7

12/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

A CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL EM 1948 DEMARCA O TEMPO DO FIM

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A criação do Estado de Israel, em 1948, não foi da vontade de Deus. A criação do Estado de Israel foi arquitetada pelos judeus sionistas, que também são maçons, em comum acordo com os maçons dos EUA. Isso ocorreu para que se cumpram as profecias do Apocalipse.

Israel - relogio profético de Deus
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O estabelecimento do atual Estado de Israel não foi da vontade de Deus porque Jerusalém não ficou sendo a capital do país, e também porque não houve nenhuma ordem expressa para que fosse estabelecido. Quem vai estabelecer o reino de Judá é o próprio Deus Yavé através do seu Messias, e Jerusalém será a sua capital para sempre.

Esse Estado de Israel que foi estabelecido em 1948 é resultante de um acordo que os judeus sionistas fizeram com a Besta. No capítulo 12 de Apocalipse, a mulher deixada no deserto, e protegida por 1260 dias (anos), é Israel, os judeus que ficaram espalhados entre muitas nações após a perseguição imposta pela primeira Besta e após a segunda diáspora no ano 135 d.C. E no capítulo 17 de Apocalipse essa mulher (Israel) que foi deixada no “deserto” reaparece montada sobre uma Besta cor de escarlata, no “deserto”. Logo, conclui-se que o acordo da criação do Estado de Israel feito com a ONU/EUA é o cumprimento da mulher prostituta montada sobre a Besta.

A profecia pode ter mais de um cumprimento, isto é, mais de um significado. O Islã também representa essa mulher prostituta do Apocalipse. E na verdade, todo o sistema religioso do planeta Terra representa essa mulher prostituta. Porém, Israel é um caso peculiar, porque se trata do povo escolhido de Deus que se perverteu. Mas Deus tem promessas de livramento e restauração para o seu povo santo.

O tempo dado aos gentios para profanarem o monte do Templo em Jerusalém a partir da instalação da Mesquita Muçulmana, o Domo da Rocha, é de 1260 ou 1290 ou 1335 dias, conforme Daniel 12. A mesquita foi concluída mais ou menos em 688 d.C. Portanto, 688+1260 = 1948, ano que a mulher montou na Besta. De 1260 a 1335 há uma diferença de 75 anos. Agora em 2018 está completando 70 anos da fundação do Estado de Israel em acordo com a Besta. Só restam 5 anos para o término do tempo dado aos gentios. Depois disso começará a Grande Tribulação sobre a Terra com a abertura do sétimo selo.

Em Daniel 12:6 o anjo ordena a Daniel que cerre as palavras e sele o livro da profecia até o fim do tempo. E qual é esse tempo? O tempo dado aos gentios para profanarem o monte do Templo a partir de 688 d.C. Diz também que muitos correriam de uma parte para outra, e a Ciência se multiplicaria.

Ora, quando a Ciência começou a se multiplicar? Começou há exatos 70 anos, quando o Estado de Israel foi estabelecido em 1948. Em nenhum outro período da história a Ciência se multiplicou, exceto nesses últimos 70 anos.

Esses teólogos e intérpretes tradicionais do Apocalipse insistem com essa bobagem de achar que o tal Anticristo será uma pessoa física, um ditador com poderes sobrenaturais que vai se assentar no terceiro templo que será reconstruído em Jerusalém. E tem uns mais loucos ainda que afirmam que o Anticristo será um homossexual. Kkkkkk. Só que isso tudo é criancice. Esse pessoal não se emenda, não enxergam um palmo adiante do nariz em se tratando de cumprimento profético. Eles imaginam fantasias da mente, coisas mirabolantes, impossíveis de acontecer na realidade. Eles ensinam que, assim que a Igreja for arrebatada, o mundo entrará num caos, e será governado pela Besta, o tal Anticristo, que irá implantar uma marca na mão direita e na testa das pessoas e obrigará a todos a adorá-lo. Porém, isso tipo de interpretação é infantil, coisa de menino.

É preciso abrir a mente, usar plenamente a nossa racionalidade para compreendermos essas coisas, e deixar de acreditar em conversas de teólogos fanáticos.

“Anticristo” não é uma pessoa física, um ditador; anticristo é um sistema de governo anti-religioso. Ou seja, é o sistema de governo para o qual o mundo está caminhando, uma nova ordem mundial em que todas as religiões serão suprimidas, porque elas são responsáveis pela maioria dos conflitos, guerras e mortes em todo o planeta.

O “anticristo” será um sistema de governo que irá surgir depois que se travar a guerra final entre as três grandes religiões: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo (islã). Sem dúvidas, quem irá encabeçar isso será a ONU. A ONU contará com apoio do exército da China para acabar com essa “patifaria” das religiões, que só trazem conflitos, guerras e mortes sobre a Terra. A ONU não poderá contar com o exército dos EUA, nem com exército da Rússia, da França e da Inglaterra, porque são eles que promovem os conflitos entre as nações. A ONU terá que contar com a ajuda de um país neutro, uma potência não imperialista, para poder estabelecer a paz na Terra.

Prestem atenção. Depois de terminados os 1335 anos do tempo dados aos gentios, haverá um intervalo de tempo. Na abertura do sétimo selo é que começa o período da Grande Tribulação. Repare que em Apocalipse 8 é aberto o sétimo selo, mas há um intervalo de tempo antes de começar os juízos das 7 trombetas e das 7 taças da ira. Tem uma profecia que diz que quando os homens disserem “paz e segurança, lhes sobrevirá uma repentina destruição”.

Nesse intervalo de tempo Israel se sentirá forte e contará com apoio dos EUA para ajudar na demolição da Mesquita Muçulmana em Jerusalém, para que seja construído o terceiro templo. Mas essa atitude do governo israelense provocará uma grande revolta no povo árabe e muçulmano. Os EUA e Israel sofrerão uma onda de terrorismo jamais vista na história. Nesse tempo a ONU entrará em cena para estabelecer uma nova ordem mundial.

Depois de a ONU e o governo da China intermediar o conflito entre as três grandes religiões no Oriente Médio, haverá um breve período de paz. Na verdade, será implantada uma nova ordem mundial com mais rigor e controle sobre as religiões, de tal forma que elas ficarão suprimidas. E quem vai ajudar nessa tarefa serão as sociedades secretas de magia e ocultismo que irão desmoralizar a Igreja Católica e o Papa, e a igreja cristã perderá força, e a religião islâmica também perderá força, juntamente com o Judaísmo.

Porém, o mundo islâmico se voltará contra a ONU e não respeitará os novos acordos de paz, e os conflitos se intensificarão. E logo depois desse período de tumultos e incertezas começará os juízos das 7 trombetas e das 7 taças da ira. A Terra mergulhará num período de tribulação jamais visto na história. O período da Grande Tribulação irá culminar com a tentativa de invasão de Israel pelos países árabe-islâmicos, para destruição definitiva o povo judeu, na famosa Guerra do Armagedom. Mas, Deus intervirá e livrará o seu povo da destruição. Só que essa guerra será a primeira fase. A segunda fase da Guerra do Armagedom se dará no final do reino milenar do Messias, quando serão detonadas bombas atômicas e a Terra pegará fogo literalmente.

E os crentes que esperam o tal arrebatamento, pensando que vão escapar da tribulação, podem ir tirando o cavalinho da chuva. Pois, não haverá arrebatamento para os crentes gentios, exceto para o grupo dos 144 mil judeus ortodoxos fiéis que serão escolhidos dos quatro cantos do planeta.

E o que significa esse arrebatamento? Significa que esses salvos serão abduzidos e levados em naves espaciais para o espaço. E lá ficarão aguardando o término dos conflitos aqui na Terra. Quando soar a sétima trombeta, então as naves espaciais retornarão trazendo os santos para reinarem com o Messias durante mil anos aqui na Terra.

Olha, não existe esse negócio de “seres espirituais”. Todos os seres vivos que existem são físicos. Não existe um lugar paradisíaco chamado “céu”. “Céu” é todo o espaço sideral infinito acima das nuvens. Se Yesu e os anjos vêm dos céus, eles não vêm de um lugar paradisíaco chamado “céu”; eles vêm de outro sistema planetário, um mundo físico, e não espiritual. Yesu subiu aos céus num corpo físico, e com esse mesmo corpo físico ele voltará. Os seres que virão com ele, os anjos, não são espirituais, e nem possuem asas. São seres semelhantes a nós, humanos.

Deus não é um ser de outra dimensão de espaço-tempo, e não transcende a realidade desse mundo físico. “Deus”, na realidade, são “deuses” que virão de outro sistema planetário. Podemos dizer que são os famosos ETs do bem. Na verdade, são seres evoluídos e aperfeiçoados que criaram a raça humana aqui na Terra. Porém, existem os deuses do mal e os deuses do bem. O Deus ou deuses que apareceram a Abraão, a Isaque e Jacó, descritos na Bíblia, são santos, são seres aperfeiçoados, são puros e, acima de tudo, justos e amorosos para com os humanos obedientes. Já os outros deuses liderados por Satanás são impuros, são devassos, pérfidos, imorais e depravados.

Sei que parece loucura o modo como creio em Deus, e o modo como ensino a escatologia bíblica. Porém, o que ensino é do ponto de vista racional, e possível de acontecer. Bem diferente do que ensinam os teólogos tradicionais que acreditam que os crentes serão arrebatados nos ares, e que irão flutuar até o espaço sideral para se encontrarem com Yesu e anjos alados, montados em cavalos brancos também alados, e que receberão corpos espirituais, e que depois irão habitar num mundo espiritual. Ora, isso que é loucura e absurdo. O que ensino são coisas e fatos racionais e que podem acontecer.

Breve estarei postando um longo estudo sobre a profecia das 70 semanas de Daniel, os 1260, 1290 e 1335 anos dado aos gentios. Comentarei também sobre os 7 selos do Apocalipse, os quatro cavaleiros e o início da Grande Tribulação.

A abertura do quinto selo do Apocalipse ocorreu depois da ida de Yesu Cristo para os céus. Yesu transportou para o terceiro céu as almas dos santos que estavam no antigo paraíso no Hades, e por causa disso houve a guerra nos céus, descrita no capítulo 12 de Apocalipse. Satanás e seus anjos foram expulsos para a Terra, e ficou furioso, sabendo que tinha pouco tempo para enganar a humanidade. Provavelmente durou até o estabelecimento dos EUA, a 2ª Besta, como grande império na Terra. O sexto selo começou com a 1ª Guerra Mundial em 1914, e provavelmente vai até 2026. Repare que os principais eventos descritos no sexto selo ainda não aconteceram, e só vão acontecer no finalzinho do período. De 1948 para cá é o período do tempo do fim.

Quem viver verá!

APOCALIPSE 6
9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.
12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;
13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?

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Miquels7

09/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Comentários desativados em A CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL EM 1948 DEMARCA O TEMPO DO FIM

YESU CRISTO NÃO MORREU PELOS NOSSOS PECADOS

YESU CRISTO NÃO MORREU PARA PERDOAR PECADO DE NINGUÉM. SE NA HORA DA MORTE O PECADOR SE ARREPENDER, ELE PODE SER SALVO, MAS ISSO NÃO O LIVRA DE CUMPRIR UMA PENA, UMA PENITÊNCIA.
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“Os pecados nós podemos começar a pagar aqui mesmo nesta vida, e o restante no Hades” (miquels7).

“De nada vale a morte de Cristo se você não fizer nenhum esforço para se salvar” (Miquels7).

“Só entrarão no reino dos céus os seres humanos aperfeiçoados; e um pecador que aceita a Jesus na hora da morte não é um ser humano aperfeiçoado” (Miquels7).

A justiça dos homens não é melhor que a justiça de Deus. Porém, a justiça dos homens muitas vezes se aproxima da justiça de Deus. Se um criminoso assassino é perdoado pelos familiares de quem ele cometeu o crime, mas isso não o livra de cumprir a pena pelo delito que praticou. 

Agora, vejam esse absurdo do falso cristianismo. O ser humano passa a vida toda pecando, COMETENDO CRIMES, e na hora da morte ele aceita a Yesu Cristo e pensa que está salvo e que não vai pagar pelos seus erros. Ora, só uma pessoa quadrada que acredita nessa lorota dos crentes protestantes.

Veja bem. Um crente fiel passa a vida toda sofrendo, suportando as perseguições, orando de madrugada, contribuindo financeiramente para a obra, renunciando as coisas do mundo, deixando de desfrutar das coisas boas que o mundo oferece, se santificando para alcançar a salvação, aí um pecador passa a vida toda pecando e não faz absolutamente nada para ser salvo; depois, na hora da morte vem o pastor, pergunta se ele crê em Yesu e se arrepende dos seus pecados, aí ele diz que sim, e o pastor ora por esse pecador e ele é salvo. Put*m*rd*! Então para que serve ser crente e fazer tanto esforço para alcançar a salvação?

Se fosse verdade esse ensino deturpado da escola arminianista propagado pelos teólogos tradicionais, o grande ditador e sanguinário Adolf Hitler, que matou mais de 6 milhões de judeus, poderia ser salvo se tivesse se arrependido dos seus crimes. Segundo o ensino deturpado, se Hitler tivesse aceitado Yesu antes de morrer, hoje ele estaria no céu, rindo da cara dos judeus, dos gays, dos ciganos, dos comunistas, que torturou e fez passar pelas piores crueldades.

Eles ensinam que a regeneração do pecador acontece num passe de mágica, assim que confessa seus pecados e diz que aceita a Yesu. Só que essa regeneração é fictícia. Para habitar no reino de Cristo é preciso ser aperfeiçoado. E o aperfeiçoamento demanda tempo. A regeneração do pecador não é automática, assim que o pastor ora por ele, ou depois que se batiza. Segundo diz em Ezequiel 18:1-32, o pecador que se arrepende tem que praticar boas obras para alcançar a salvação.

Essa teologia tradicional é uma calamidade. 

Dizem que o bom ladrão da cruz foi salvo por Yesu sem ter cumprido a pena pelos seus pecados, pois, Yesu disso que naquele mesmo dia estaria com ele no paraíso. Ora, só o fato de estar crucificado já estava cumprindo parte da pena.

Na verdade, os dois ladrões da cruz foram juntos com Yesu Cristo para o Hades. Só que o ladrão arrependido ficou na parte do meio do Hades, onde ficavam as pessoas que cometiam pecados veniais, isto é, pecados passíveis de perdão. Os judeus não tinham ideia de como era o inferno. Tudo que aprenderam sobre o Hades (paraíso e inferno) eles aprenderam com os gregos e os babilônios. O Hades descrito por Yesu na parábola de Rico e Lázaro em Lucas 16 é de acordo com a crença dos gregos. O paraíso ficava na parte de cima do Hades e era chamado de Campus Elíseos, e na parte do meio ficava o Érebo, lugar onde ficavam os pecadores penitentes. E na parte inferior do Hades ficava o Thartarus, o poço do abismo, onde permaneciam pessoas que não tinham nenhuma chance de salvação por serem perversas demais e por terem cometido pecados imperdoáveis. Na parábola podemos ver que havia um grande abismo entre os locais onde o Rico e Lázaro se encontravam. Quando Yesu Cristo morreu e ressuscitou, ele transportou as almas que estavam no antigo paraíso para outro local. 
Há pecadinhos, pecados e pecadões, e pecados imperdoáveis. 

Yesu Cristo não morreu para perdoar pecado de ninguém. Eu não sei até quando esses teólogos vão ser burros. Se Yesu morreu como cordeiro de Deus, ele não morreu pelos pecados de ninguém. Na antiga Lei, os cordeiros nunca eram oferecidos em sacrifícios para alcançar perdão dos pescados; eram oferecidos em holocausto como oferta de cheiro suave a Deus. O que era oferecido em sacrifícios pelos pecados eram o bode e o novilho, onde o pecador colocava a mão sobre a cabeça do animal antes de ser imolado.

Yesu não se ofereceu em sacrifício pelos pecados da humanidade. Ele morreu para livrar a humanidade do poder de Satanás. Ele se ofereceu para morrer em favor da humanidade, para que tomasse conta dos vivos e dos mortos. A nossa salvação não depende da morte de Yesu Cristo; depende do que nós fazermos pare merecê-la. Não adianta você dizer que aceita Yesu e se batizar nas águas e não fazer nada para merecer a salvação. Se você continuar pecando, de nada adianta se batizar e aceitar Yesu. Ou seja, de nada vale a morte de Cristo se você não fizer nenhum esforço para se salvar. A salvação é pelas nossas obras, e não pela fé. Se Yesu tivesse morrido em lugar do pecador para que fosse salvo, então, o pecador poderia continuar pecando à vontade, pois alguém já havia pago pelos seus pecados. Se você é um grande pecador, saiba que mesmo aceitando a Yesu e se batizando você terá que pagar pelos seus pecados. Os pecados você pode começar a pagar aqui mesmo nesta vida, e o restante no Hades.

Esse meu ensino é parecido com o purgatório católico. A diferença é que esse meu ensino não admite intercessão de Maria, nem depende de missa de sétimo dia ou de acendimentos de velas para alumiar o caminho nas trevas do inferno.

Se o pecador no Hades cumprir fielmente a pena sem blasfemar de Deus, e demonstrar arrependimento, então ele alcançará a salvação no julgamento do último dia.

As pessoas boas, fieis a Deus, que praticam boas obras, essas não vão para o antigo Campus Elíseos, no Hades, descansar no paraíso. Elas vão diretamente para o terceiro céu, junto ao altar do tabernáculo do altíssimo nos céus.

“Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram” (Apoc. 6:9-11).

Essas almas que aparecem nos céus junto ao altar do tabernáculo de Deus, retratadas no Apocalipse, são dos primeiros mártires do cristianismo que morreram nas arenas romanas, perseguidos pelo Império Romano. Elas pediam vingança da parte de Deus por terem sido mortas cruelmente, mas Deus diz para elas aguardarem até que outros sejam mortos assim como elas foram mortas. 

O quinto selo se inicia no começo da Era Cristã, no século I. Atualmente estamos no final do cumprimento do sexto selo do Apocalipse. Com a abertura do sétimo selo é que começa a grande tribulação na Terra.

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O SANGUE DE YESU CRISTO NÃO FOI DERRAMADO PARA PERDOAR PECADOS, MAS FOI APENAS O SINAL DE UM NOVO PACTO

Em nenhum dos evangelhos Yesu Cristo afirma que seu sangue seria derramado para perdão dos pecados. Além do mais, para que servia o batismo de João, o batista? O batismo de João não era para o arrependimento e para remissão dos pecados? Sim, era para remissão de pecados. Se era, por que Yesu tinha que derramar sangue inutilmente para remissão de pecados? Logo, conclui-se que o sangue de Yesu não foi derramado para remissão de pecados ou para perdoar pecados.

“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão, e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados” (Mateus 3:4-6).

“Assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados. E saíam a ter com ele toda a terra da Judéia, e todos os moradores de Jerusalém; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados” (Marcos 1:4-5).

O batismo que João realizava foi dado por autoridade de Deus.

“Tendo Yesu entrado no templo, e estando a ensinar, aproximaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, e perguntaram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? e quem te deu tal autoridade? Respondeu-lhes Yesu: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, eu de igual modo vos direi com que autoridade faço estas coisas. O batismo de João, donde era? do céu ou dos homens? Ao que eles arrazoavam entre si: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes? Mas, se dissermos: Dos homens, tememos o povo; porque todos consideram João como profeta. Responderam, pois, a Yesu: Não sabemos. Disse-lhe ele: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (Mateus 21:23-27).

O batismo efetuado pelos apóstolos, descrito no livro de Atos dos apóstolos, nada mais foi do que a continuidade do batismo de João. Só que agora tinha um ingrediente a mais: o batismo era feito em nome de Yesu Cristo, porque ele havia ordenado seus discípulos a realizar o mesmo batismo de João para que as pessoas se arrependessem e confessassem os seus pecados para receber o perdão.

O texto de Marcos 16:9-20 é apócrifo e foi inserido nos manuscritos mais recentes. Portanto, tudo o que se diz nesse trecho do Evangelho de Marcos não pode ser usado como ordem de Yesu. Veja que Yesu jamais teria falado essas coisas:

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Marcos 16:15-18).

Por causa dessas barbaridades ditas nesse texto apócrifo do Evangelho de Marcos muitos pregadores e pastores têm feito burradas e pregado um evangelho de condenação e não de amor e de salvação.

Poucos sabem, mas o Evangelho de Mateus foi escrito originalmente em aramaico. Porém, os padres católicos se apossaram da única cópia original do livro de Mateus e traduziram uma versão para o grego, alterando algumas palavras do livro para favorecer a doutrina da trindade e também para dar a entender que o sacrifício de Cristo foi para perdoar pecados. Por isso que somente no Evangelho de Mateus Yesu declara que o seu sangue seria derramado por muitos, para remissão dos pecados. No entanto, nos evangelhos de Marcos e de Lucas a frase “remissão dos pecados” não aparece. Isso evidencia a fraude feita no Evangelho de Mateus. Confira:

“Enquanto comiam, Yesu tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mateus 26:26-28).

A frase “para remissão dos pecados” foi um acréscimo feito pelos padres católicos.

“Enquanto comiam, Yesu tomou pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, dizendo: Tomai; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho; e todos beberam dele. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do pacto, que por muitos é derramado” (Marcos 14:22-24).

Ou seja, o sangue de Yesu nem foi derramado por toda a humanidade, mas por muitos, isto é, somente por aqueles que haviam de crer nele.

“E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós” (Lucas 22:19-20).

Yesu nem chega a dizer que seu sangue seria derramado pelos pecadores, mas por amor aos que nele haviam de crer.

O apóstolo Paulo também faz referência à ceia da última páscoa que Yesu passou com seus discípulos, e confirma o que Ele realmente disse sobre a finalidade do derramamento de seu sangue.

E Paulo utilizou exatamente a versão do Evangelho de Lucas para escrever sobre a última ceia da páscoa que Yesu passou com seus discípulos. Repare que o que Paulo diz confere direitinho com o que está escrito no Evangelho de Lucas. Segundo os eruditos, o Evangelho de Marcos foi o primeiro a ser escrito. Mas Paulo usou a versão grega do Evangelho de Lucas. O Evangelho de Mateus ainda não tinha cópias em grego no tempo de Paulo.

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Yesu, na noite em que foi traído, tomou pão; e, havendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (I Coríntios 11:23-25).

A FRASE “TODOS PECARAM”, PROFERIDA POR PAULO, ESTÁ EQUIVOCADA

Paulo afirmou, dizendo que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”.

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram” (Romanos 5:12).

Só que essa afirmação de Paulo contraria toda a Bíblia e contraria o que Yesu Cristo ensinou no seu evangelho, pois Deus disse que os filhos não levariam sobre si a iniquidade dos pais. Portanto, se Adão e Eva pecaram, os seus filhos não poderiam levar a culpa dos seus pecados. Adão e Eva não se tornaram mortais porque pecaram. Tornaram-se mortais porque Deus lhes tirou o direito de se alimentar da árvore da vida, do fruto que lhes concedia a vida eterna. Mesmo vivendo no paraíso, Adão e Eva eram mortais. Deus colocou querubins na porta do jardim santo para que eles não voltassem lá para tomar do fruto da árvore da vida. O pecado de Adão e Eva não tem nada a ver com condição espiritual.

Yesu mesmo disse que as crianças e as criancinhas de colo não pecaram, e elas não carregam o pecado original, pois, Deus mesmo diz que os filhos não levarão a culpa pelos pecados de seus pais. O pecado se origina quando a pessoa atinge certa idade e tem consciência do que seja pecar.

“Não se farão morrer os pais pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado” (Deut. 24:16).

“Porém os filhos dos assassinos não matou, segundo o que está escrito no livro da lei de Moisés, conforme o Senhor deu ordem, dizendo: Não serão mortos os pais por causa dos filhos, nem os filhos por causa dos pais; mas cada um será morto pelo seu próprio pecado” (II Reis 14:6).

“Que quereis vós dizer, citando na terra de Israel este provérbio: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram? Vivo eu, diz e Senhor Deus, não se vos permite mais usar deste provérbio em Israel” (Ezequiel 18:2-3).

“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá. Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?” (Ezequiel 18:20-23).

Leia todo o capítulo 18 de Ezequiel e veja que a salvação é adquirida através das boas obras.

“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a fazeis covil de salteadores. E chegaram-se a ele no templo cegos e coxos, e ele os curou. Vendo, porém, os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que ele fizera, e os meninos que clamavam no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se, e perguntaram-lhe: Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Yesu: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor? E deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite” (Mateus 21:13-17).

“Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador” (Salmos 8:2).

“Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Yesu, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus” (Mateus 19:13-14).

Quando em Êxodo 20:5 diz que Deus é zeloso e visita a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que lhe odeiam, isso não quer dizer que os filhos dos ímpios irão morrer em pecado por causa da maldade dos pais. Mas, que os filhos sofrerão as consequências pela maldade dos seus pais, e isso pode se refletir nos seus negócios, poderão ter a terra amaldiçoada e infrutífera. Porém, como diz em Ezequiel 18, “se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá”.

 

05/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário