MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

TEMPO DAS VACAS MAGRAS E DAS VACAS GORDAS

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O povo brasileiro nunca entendeu que existe o tempo das vacas magras e das vacas gordas.

Vacas magras e vacas gordas

A maioria das pessoas vive o tempo presente na expectativa de que o dia de amanhã será melhor. E os maiores responsáveis por alimentar esse conceito errôneo são os religiosos, que não ensinam o povo a prever e se precaver para o dia de amanhã, e não incentivam os crentes a poupar dinheiro ou fazer investimentos em coisas úteis para se preparar para os infortúnios de nosso país. Antes, exploram os fiéis através da mentira e da extorsão, tirando até mesmo aquele dinheiro que sobra, dizendo que o melhor é investir na obra de Deus. Têm pastores e bispos caras-de-pau que enganam os crentes, dizendo que o melhor investimento é na obra de Deus, porque aí o retorno será certo. Canalhas! Mercenários!

Um exemplo de povo que se precavê para os infortúnios do dia de amanhã são os judeus. Desde a antiguidade as famílias judias sempre tiveram o costume de poupar de dinheiro, de investir em objetos de valor, se precavendo para os imprevistos da vida. Os judeus que foram perseguidos pelo governo nazista de Adolf Hitler tiveram todos os seus bens confiscados e suas joias saqueadas. E durante a crise do século XIX na Europa o governo português chegou ao ponto de emprestar grandes quantias em dinheiro dos judeus mais abastados que viviam naquele país para poder sanar as contas públicas.

Mas, o povo brasileiro ainda não aprendeu a se preparar para o dia de amanhã. Porque incutiram na mente que dias melhores virão. Enquanto que os dias melhores podem estar acontecendo hoje.

Tempos difíceis acontecem até mesmo nos países ricos. E os mais atingidos são os da classe média, o povo trabalhador que perde os empregos, e os menos favorecidos.

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Se o ex-presidente Lula conseguir se candidatar e voltar a ser presidente do Brasil, tenho plena convicção que a economia do nosso país vai dar um salto gigantesco assim como ocorreu no primeiro mandato de seu governo, quando o país passou da 12ª para a 6ª economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido. E as projeções do governo petista indicavam que o Brasil ultrapassaria a França em 2014 e a Alemanha em 2020. Mas, devido ao golpe, tudo que sonhávamos de melhor para o nosso país foi de águas abaixo.

Não sou economista, mas do pouco que entendo posso passar este recado para o povo.

Para quem quiser comparar os dados econômicos do governo petista com o governo anterior, acesso o link, abaixo, onde constam dados estatísticos sobre a nossa economia de 2002 a 2013. 

http://www.hildegardangel.com.br/comparando-o-brasil-de-2002-a-2013-segundo-a-oms-a-onu-o-banco-mundial-o-ibge-o-unicef-etc/

Se Lula voltar a ser presidente, o país voltará a crescer rapidamente e gerar milhares de empregos. E já nos primeiros seis meses a população sentirá os efeitos do crescimento da economia. A inflação voltará a subir um pouco, porque isso é normal quando há uma grande demanda por consumo. Quando aumenta o poder aquisitivo das famílias o consumo aumenta vertiginosamente, e a demanda (procura) por produtos alimentícios e materiais de construção encarece os preços, e com isso a inflação sobe. Mas, se as empresas aumentarem a produção, haverá abastecimento suficiente de todos os produtos e a inflação ficará sob controle.

No tempo do governo de FHC não havia muito consumo, pois não havia tanta demanda por produtos alimentícios e materiais de construção. O governo FHC controlava a inflação torrando todos os dólares das reservas internacionais para segurar a cotação do Dólar frente ao Real. Quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o governo em dezembro de 2002 o país contava apenas com 35 bilhões de reservas internacionais. Quando o ex-presidente Lula entregou o governo para a ex-presidente Dilma o Brasil contava com mais de 370 bilhões de dólares de reservas internacionais. E assim se manteve até ser deposta pelo golpe. Se no governo atual a inflação estivesse galopante, por certo o Banco Central estaria gastando todo o dinheiro das reservas internacionais para segurar a cotação do dólar e não deixar sair mais dólares do país, isto é, os investimentos estrangeiros. Só há investimento estrangeiro no país se a nossa moeda for valorizada.

Durante o primeiro e o segundo governo do ex-presidente Lula (2003 a 2010) a maioria do povo brasileiro não soube aproveitar as oportunidades, o período das vacas gordas, não soube poupar, não soube investir. Nesse período o Brasil gerou milhões de empregos, e os assalariados viviam empolgados, até se vangloriando, dizendo que não precisavam de bolsa-esmola do governo (bolsa-família) porque tinham estudado e conseguido emprego. Só que não sabiam que o emprego que eles conseguiram foi graças aos investimentos que o Governo Federal fez na economia, fomentando recursos através do BNDES para médias e grandes empresas, construtoras de portos, rodovias e aeroportos, mineradoras, empresas da indústria naval e automobilística, e empresas da agricultura e pecuária; desonerações de produtos da cesta básica; incentivos ficais com diminuição da carga de tributária para a indústria; fora a atração de investimentos estrangeiros no país sem essa política de privatizações que só faz entregar para os gringos o patrimônio brasileiro. Tudo isso além de empregos gerados pelo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, que espalhou obras por todo o Brasil, principalmente construções de condomínios do programa Minha Casa, Minha Vida. O governo também fez distribuição de renda através do programa Bolsa-Família, fazendo mais dinheiro circular na economia e gerar empregos. Facilitou o crédito consignado com juros baixos para funcionários públicos e aposentados, fazendo com isso circular mais dinheiro na economia para geração de empregos. Milhares de famílias conseguiram financiamento para compra do seu primeiro automóvel e da casa própria. Eu mesmo fiz empréstimo consignado em 2004 para comprar uma casa no valor de R$ 8.000, que era bastante dinheiro na época.

E o que a maioria dos assalariados fez durante os oito anos do mandato do ex-presidente Lula, e depois, durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff? Muita gente não soube aproveitar as oportunidades do período das vacas gordas e esbanjaram dinheiro, jogaram dinheiro fora, pensando que a economia do país seria sempre assim, pujante. Muitos assalariados torravam parte do dinheiro em gastos supérfluos, quando não, em festas e bebedeiras. Esqueceram-se de poupar ou investir em coisas de valor o dinheiro que sobrava. Outras famílias gastavam parte do salário em restaurante comprando pizzas e comidas caras; outros gastavam em coisas supérfluas nos shopping centers, comprando celulares para todos da família, videogames caros para os filhos; e outros gastavam em viagens e mais viagens que no final do ano chegavam a entupir os aeroportos. Achavam que a economia do país ia sempre continuar bombando.

Na era das vacas gordas do governo petista havia tanto emprego que muitos deixavam um emprego em que ganhavam menos para pegar outro onde pagam mais. Havia muitos empregos sobrando na época em todos os setores da economia por falta de qualificação profissional dos jovens e dos pais de família. E o governo Lula preocupado com essa defasagem profissional tratou de investir maciçamente na educação, criando várias universidades e reformando outras, e criando programas de inclusão educacional para estudantes de baixa renda, além de programas de inclusão social para os negros e indígenas. Lula criou escolas técnicas, criou o Fies, o Pro-Uni, o Enem e outros programas de incentivo a formação de profissionais de diversas áreas do conhecimento. Os governos anteriores não haviam feito nada semelhante ao que o governo Lula fez para ajudar e beneficiar o povo brasileiro, principalmente os menos favorecidos, os negros, os índios e os pobres.

Durante o governo do ex-presidente Lula os que tinham o Ensino Médio e conseguiram emprego gabavam-se, dizendo que haviam conseguido trabalho graças ao estudo e esforço próprio. Só que muitos não sabiam que só conseguiram emprego porque o Governo Federal proporcionou isso através do seu plano de governo que realizou investimento maciço na economia, para a geração de empregos.

Vejam agora como está a nossa economia e a situação de milhões de brasileiros desempregados! A metade deles tem estudo, tem Ensino Médio, tem curso universitário. Mas, de que adianta ter um diploma de Ensino Superior se não tem oportunidade de emprego?! Muitos saem por aí distribuindo currículos com vasta gama de cursos e formação profissional, mas não encontram emprego. E por que não encontram? Por falta de esforço próprio? Não. Por falta de investimentos do governo na economia do país, por falta de um governo legítimo com um plano de governo para governar, e não para empurrar o país com a barriga. Se a ex-presidente Dilma não tivesse sido deposta pelo golpe o nosso país não estaria passando por essa terrível crise econômica, com tanta falta de recursos e aumento da criminalidade e da violência.

Se Lula voltar a ser presidente do Brasil, vou bater sempre nessa tecla: As famílias precisam aproveitar as oportunidades, precisam poupar, precisam investir em bens duráveis, para garantir um futuro seguro para seus filhos. Não devemos confiar na ladainha dos religiosos, achando que dias melhores virão, e que o período das vacas gordas vai sempre continuar. Porque sempre chegará o tempo das vacas magras, principalmente quando há mudança de governo, quando ninguém sabe se haverá continuação das políticas sociais, fiscais e econômicas visando o bem do povo, adotadas pelo governo anterior.

O tempo das vacas magras pode vir de várias maneiras. E uma delas é o plano econômico desastroso que sucede um que vinha dando certo. Outra maneira é através do golpe velado, como este que fizeram com o governo do PT, provocando o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. E um terceiro modo é quando ocorre uma crise econômica internacional como a que aconteceu em 2008-2009, provocada pelas ambições do sistema capitalista. Na crise do ano de 2008 a situação econômica do nosso país estava tão boa e favorável que o ex-presidente Lula chegou a dizer que se a crise lá fora era um tsunami, aqui no Brasil seria apenas uma marolinha.

Outras coisas que também podem provocar a crise das vacas magras nos governos de vários países são as ambições e corrupções do sistema capitalista e as especulações financeiras nas Bolsas de Valores. Grandes países capitalistas estão atolados em dívidas internas e externas. É o caso do Japão, que têm a maior dívida pública do mundo, depois vem os Estados Unidos da América, a França, a Espanha, etc. O Brasil também tem uma dívida pública muito alta, acima de 60% do PIB. E esses países endividados se viram, vendendo títulos da dívida pública para atrair investimentos estrangeiros, para gerar receitas e sanar os gastos públicos. A dívida pública durante o governo Lula tinha despencado de 60% para 34% do PIB. Mas agora está aumentando assustadoramente depois que o golpista Michel Temer assumiu o controle do país.

Geralmente no sistema capitalista os governos gastam mais do que arrecadam, pois as receitas nunca são suficientes, visto que parte delas some pelo ralo da corrupção e também por causa da sonegação de impostos das grandes empresas.

Em plena crise econômica quem é que mais lucra? São os bancos e os grandes grupos estrangeiros que investem capital especulativo nas Bolsas de Valores. Porém, no sistema capitalista muitas empresas e bancos entram em colapso porque os executivos e diretores embolsam a maior parte do capital e do lucro, pagam mal os funcionários e ainda sonegam impostos. Depois que essas empresas quebram o governo intervém e assume as dívidas e os rombos. E tudo isso é arrolado na dívida pública do país, fazendo com que se torne uma bola de neve. E muitos empresários e banqueiros escapam ilesos e nem são presos.

Se a população quer poupar parte da renda mensal e não sabe onde guardar o dinheiro, deve colocá-lo no banco, de preferência na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil. Mas se o governo começar a ameaçar com o confisco da poupança, é melhor tirar o dinheiro de lá e investir na compra de joias, imóveis ou bens de valor. As joias podem ser guardadas em pequenos cofres no próprio banco através do pagamento mensal de pequena quantia em dinheiro. Guardar dinheiro em casa, debaixo do colchão, é muito perigoso. E, mesmo, o dinheiro pode se desvalorizar.

Portanto, essa é a mensagem que queria compartilhar com todas as pessoas que vivem assustadas diante da triste situação econômica em que se encontra o nosso país. Se surgir uma nova oportunidade, não perca a chance de aproveitá-la da melhor forma possível. Porque ninguém sabe o dia de amanhã. Os religiosos mentem, mentem e mentem, porque são falsos profetas. Aqui neste mundo de pecados e de incertezas, tudo que um religioso disser de bom que irá acontecer, pode crer que é mentira, para enganar os tolos. E eu não estou aqui na condição de religioso, falando de coisas boas que podem acontecer num eventual novo governo Lula. Falo de coisas boas que podem acontecer porque isso já aconteceu um dia, e pode acontecer de novo, neste caso, com o governante certo. Quanto aos outros que pretendem ser governantes do nosso país, não posso afirmar nada de positivo.

JEREMIAS 14

13 Então disse eu: Ah! Senhor Deus, eis que os profetas lhes dizem: Não vereis espada, e não tereis fome; antes vos darei paz verdadeira neste lugar.
14 E disse-me o Senhor: Os profetas profetizam mentiras em meu nome; não os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei. Visão falsa, adivinhação, vaidade e o engano do seu coração é o que eles vos profetizam.
15 Portanto assim diz o Senhor acerca dos profetas que profetizam em meu nome, sem que eu os tenha mandado, e que dizem: Nem espada, nem fome haverá nesta terra: Â espada e à fome serão consumidos esses profetas.
16 E o povo a quem eles profetizam será lançado nas ruas de Jerusalém, por causa da fome e da espada; e não haverá quem os sepulte a eles, a suas mulheres, a seus filhos e a suas filhas; porque derramarei sobre eles a sua maldade.
17 Portanto lhes dirás esta palavra: Os meus olhos derramem lágrimas de noite e de dia, e não cessem; porque a virgem filha do meu povo está gravemente ferida, de mui dolorosa chaga.

JEREMIAS 23

19 Eis a tempestade do Senhor! A sua indignação, qual tempestade devastadora, já saiu; descarregar-se-á sobre a cabeça dos ímpios.
20 Não retrocederá a ira do Senhor, até que ele tenha executado e cumprido os seus desígnios. Nos últimos dias entendereis isso claramente.
21 Não mandei esses profetas, contudo eles foram correndo; não lhes falei a eles, todavia eles profetizaram.
22 Mas se tivessem assistido ao meu concílio, então teriam feito o meu povo ouvir as minhas palavras, e o teriam desviado do seu mau caminho, e da maldade das suas ações.
23 Sou eu apenas Deus de perto, diz o Senhor, e não também Deus de longe?
24 Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o Senhor. Porventura não encho eu o céu e a terra? diz o Senhor.
25 Tenho ouvido o que dizem esses profetas que profetizam mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
26 Até quando se achará isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que profetizam do engano do seu próprio coração?
27 Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal.
28 O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale fielmente a minha palavra. Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor.
29 Não é a minha palavra como fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra?
30 Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo.
31 Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse.
32 Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com a sua vã jactância; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e eles não trazem proveito algum a este povo, diz o Senhor.

“Se eu cerrar o céu de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Crônicas 7:13-14).

GÊNESIS 41

15 Disse Faraó a José: Eu tive um sonho e não há quem o interprete. Mas de tí ouvi dizer que, ouvindo contar um sonho, podes interpretá-lo.
16 Respondeu José a Faraó: Isso não está em mim, mas Deus é que dará uma resposta de paz a Faraó.
17 Então disse Faraó a José: Em meu sonho eu estava em pé à beira do rio Nilo,
18 e subiam do rio sete vacas gordas e formosas à vista, e pastavam entre os juncos.
19 Após elas subiam outras sete vacas, fracas, muito feias à vista e magras de carne. tão feias quais nunca vi em toda terra do Egito.
20 As vacas magras e feias devoravam as primeiras sete vacas gordas.
21 Mas depois de as terem consumido, não se podia reconhecer que as houvesse consumido; a sua aparência era tão feia como no princípio. Então Acordei.
22 Depois vi, em meu sonho, de um mesmo pé subiam sete espigas cheias e boas.
23 Após elas brotavam sete espigas secas, miúdas e queimadas do vento oriental.
24 As sete espigas miúdas devoravam as sete espigas boas. Conteo-o aos magos, mas não houve quem o interpretasse.
25 Então disse José a Faraó: O sonho de Faraó é um só. O que Deus há de fazer, notificou-o a Faraó.
26 As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas também são sete anos; o sonho é um só.
27 As sete vacas magras e faias que subiam após as primeiras, são sete anos, como as sete espigas miúdas e queimadas do vento oriental: são sete anos de fome.
28 Esta é a palavra que eu disse a Faraó: o que Deus há de fazer eu mostro a Faraó.
29 Vêm sete anos de grande fartura em toda terra do Egito.
30 Depois deles levantar-se-ão sete anos de fome, e toda aquela fartura será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra.
31 Não será conhecida a abundância na terra, por causa daquela fome que seguirá; porquanto será gravíssima.
32 Ora, se o sonho foi duplicado a Faraó, é porque esta coisa é determinada por Deus, e ele brevemente a fará.
33 Portanto, proveja-se agora Faraó de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito.
34 Faça isto Faraó: nomeie administradores sobre a terra, que tomem a quinta parte dos produtos da terra do Egito nos sete anos de fartura;
35 e ajuntem eles todo o mantimento destes bons anos que vêm, e amontoem trigo debaixo da mão de Faraó, para mantimento nas cidades e o guardem;
36 assim será o mantimento para provimento da terra, para os sete anos de fome, que haverá na terra do Egito; para que a terra não pereça de fome.
37 Esse parecer foi bom aos olhos de Faraó, e aos olhos de todos os seus servos.

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Miquels7

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18/02/2018 Posted by | ECONOMIA, MENSAGENS DE ALERTA, MENSAGENS ESPECIAIS, OPINIÃO, REFLEXÃO | , , , , , , , , | Deixe um comentário

NÃO ENTRE NO ZOHAR, NÃO ENTRE NA CABALÁ – KABBALAH É 666

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Tenho visto muitas pessoas na internet interessadas em estudar a Cabalá para conhecer os mistérios do conhecimento esotérico. Mas não se dão conta de que tais conhecimentos pertencem à esfera do ocultismo velado. Outros manifestam desejo de entrar para a sociedade secreta Maçonaria achando que se trata de uma agremiação de homens da elite social, solidários uns com os outros irmãos da Loja, sábios e influentes na sociedade, e detentores de um vasto conhecimento sobre esoterismo, simbologia e culturas antigas. E observo que essas pessoas estão querendo entrar num caminho desconhecido e obscuro, e não sabem que caminham na beira de um precipício, onde podem cair e nunca mais sair de lá.

Cerca de 99% dos maçons não são e nunca exerceram a profissão de pedreiro ou de arquiteto. Então, por que eles usam os símbolos de pedreiro e arquiteto? Na antiguidade realmente existiu sociedades secretas de pedreiros e construtores, mas eles realmente exerciam a profissão. E essas sociedades dos pedreiros (maçom, mason) vêm desde os construtores das grandes pirâmides no Egito e, depois, no reino de Israel durante a construção do grande Templo de Salomão. Porém, esses maçons de hoje nada têm a ver com o ofício de pedreiro e arquiteto. Sendo assim, qual o objetivo dessa sociedade secreta? O que eles carregam escondido?

“O conhecimento superficial da Bíblia transmitido pelas escolas teológicas cristãs é um grande perigo. Mas, perigo maior é o conhecimento oculto transmitido pelos mestres cabalistas. É preciso ter um conhecimento intermediário entre esses dois ramos do conhecimento. Doutra forma, todos continuarão sendo enganados. Ou então, é necessário que alguém de fora do sistema conscientize as pessoas que estão presas na Matrix” (Miquels7).

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A Kabbalah Revelada - Filosofia oculta e ciencia - Knorr Von Rosenroth

Há uma série de vídeos no YouTube, publicado no canal do site Kabbalah.info/pt, intitulado “Entre no Zohar”, tratando de uma série de lições sobre o livro cabalista Zohar (Sefer ha’ Zohar, o Livro do Esplendor), o maior arquivo do mundo em Cabalá. O apresentador, que também é o professor, faz uma propaganda extensiva sobre o Zohar, falando sobre a história desse livro, as polêmicas levantadas e incentivando os ouvintes e interessados no curso a entrar no mundo da Cabalá em busca de conhecimentos inimagináveis. Eis, abaixo, o vídeo e a transcrição do áudio. Corrigi a transcrição do áudio, mas não ficou 100% igual. Se preferir, assista ao vídeo.


https://www.youtube.com/watch?v=gSd3l3wyUNk

Olá a todos! Bem-vindos ao vídeo-curso virtual “Entre no Zohar”.

Eu sou Wellman, serei o professor no decorrer do curso.

Este não é um curso vulgar sobre um livro vulgar. Se aqui estão é porque sentem, pensam, desejam que haja algo mais na vida, e estão no lugar certo.

Se estão a começar a sentir alienação entre vocês e outras pessoas, e no meio ambiente dentro da vossa família e o que vos costumava satisfazer, perfeito! Se estão assustados por ninguém fazer ideia em como lidar com as cheias, os furacões, os derrames de petróleo, as guerras, o ódio e assim por diante… É por isso que estamos aqui!

Há um livro, é chamado ‘O Livro do Esplendor’, isso em português, e em hebraico é chamado Sefer ha’ Zohar, tem 2000 anos de idade e, escutem isto, foi escrito especificamente para este tempo, para a primeira geração que um dia acordaria com um suor frio e se apercebesse que o mundo inteiro está conectado. Somos um todo que vive e respira. Belisque-se! Estais vivo! Conseguiu! És um membro premiado da primeira geração, você conseguiu! Está na hora de abrir este livro e brilhar algum do seu esplendor sobre o sistema que nos conecta e como ele funciona. Não precisaremos de lápis ou blocos de notas, só uma mente aberta para os que são suficientemente sortudos em ter um. Por favor, abram o vosso coração.

Que é o Livro do Zohar?  Por que nos é importante agora e como ele irá nos ajudar?

Vamos direto ao assunto, aqui está o que sabemos. Durante séculos o Zohar tem sido considerado ser o mais importante e poderoso livro do misticismo ocidental, dito conter todos os segredos do Universo, todos os reinos celestiais, cartografando o mundo em anjos e demônios e seres celestes, preenchido de parábolas fantásticas, referências bizarras e estranhas histórias extraídas da Torá, a Bíblia, a qual ele comenta, apontando para um código oculto que se adequadamente compreendido desbloqueia os segredos da própria vida.

Sim, uma obra certamente muito misteriosa. Porque é misteriosa, ela levantou suspeitas e alguns têm medo que o seu conteúdo e propósito sejam muito mais nefastos. É a primeira conspiração ocultista do mundo, uma Cabalá obscura. Instruções escondidas em como controlar o mundo, uma fonte de poder, as sociedades secretas, os maçons, os judeus, o vaticano, que manipulam estruturas políticas, econômicas e sociais, seduzindo as massas com fantasias bíblicas infantis em prol de nos escravizarem para que possam manter os seus estilos de vida da realeza e que isso nos previna de alcançar o sentido e propósito da vida.

Então, para alguns é uma força mística sagrada além do entendimento a ser respeitada e reverenciada, e para outros é um poder não assim tão compreendido para ser usado por alguns para as suas mais obscuras metas. Ambos estão certos. Ambos não compreendem, e é assim que o nosso cérebro o vê, porque nós não compreendemos nada sobre como a nossa natureza funciona e as pessoas também. Sabemos um pouco sobre as leis da física quântica, astrofísica, biologia, geologia, mas no que diz respeito ao nosso lugar no sistema, os nossos desejos, as nossas emoções, as nossas conexões, como funcionam com ele, quero dizer, olhem para as vossas vidas! Olhem para o mundo! Não me parece, mas ambos estão certos sobre acreditarem nele conter algo grande, sobre o propósito e sentido das nossas vidas e que está escondido de nós.

Então vamos só colocar todas as nossas suposições e medos em espera e vamos começar daí.

Ok, então por que histórias bíblicas? E por que são esses escritos a influência cultural mais impregnada dos últimos 3.500 anos? A fonte das principais religiões ocidentais, vocês sabem, cada uma pensa que as outras duas estão erradas. Por que é que a maioria das leis e códigos morais do mundo estão construídos à volta deles? Como é que os seguir não fez um mundo que funcione? Quero dizer, se realmente não faz sentido para nós e não está alinhado com a nossa ciência moderna e não funciona da maneira que é suposto, então, por que é que captura a nossa imaginação? Com tamanha profunda posse sobre estas sensações de direito e reverência e mistério? Por que é que pensamos que trata da verdade? Porque trata, mas nós não. Significa que, embora precioso e seja transcendente, está escondido de nós pelo presente estado da nossa própria natureza, que por falar nisso, também nos está escondido.

Olhem para isso, referências bíblicas estão tão entrelaçadas no tecido do nosso mundo que, não dependendo se vocês acreditam nisso, não dependendo de se vocês acreditam em Deus ou não, mas porque esses escritos realmente revestem certa lei geral da realidade que interage com os nossos pensamentos e desejos de uma certa maneira especial. E esta interação tem construído e operado o nível humano da existência. Sim, é por isso que a vemos em todo o lugar, ela parece estar fora de nós, mas não está.

O Zohar é uma verdadeira maravilha, e é talvez a maior obra cabalística. Quero dizer, ele tem dados exatos sobre cosmologia física e antevisões histórias que precedem acontecimentos e descobertas por milhares de anos. Mas o seu gênio intemporal é que ele não é uma obra de arte, não de ciência, mas de propósito. E a nossa incapacidade de o ver pelo que ele é seja talvez pela nossa ideia vaga de que um livro, que simplesmente não se aplica aqui.

Há uma enorme, e no que nos diz respeito, força totalmente imperceptível que torna os livros cabalísticos não livros de todos iguais, e o Zohar é a própria estrutura da natureza. Um sistema de leis que fluem abaixo numa cadeia de causa e efeito de uma simples e singular lei na natureza em prol de direcionar este mundo.

Para os cabalistas, as pessoas que escreveram o Zohar e a Biblía, a qual ele comenta, o termo ‘livro’ refere-se à habilidade de aceder ao mecanismo de propósito de ser. Um método de nos transformarmos a nós mesmos, de fazer a nossa natureza entrar em equilíbrio com a natureza subjacente da existência.

Para penetrar nisso, para começar a nos envolver nisso, como se dobrássemos para trás as capas do livro e virássemos o mundo de dentro para fora, e vocês e eu e o cosmos e a força que o conecta a tudo são as palavras do livro sem capas e, não há nada do lado de fora da história. Agora mesmo, quer gostemos quer não, estamos a ser empurrados por forças evolucionárias a entrar num mundo interconectado e interdependente. Este é um nível inteiramente novo de existência onde temos de alcançar uma conexão consciente com as leis subjacentes da natureza.

O Zohar é o exato oposto da nossa intenção dominante e porque nós queremos o que queremos. Isto é o que os cabalistas identificam como ‘corporalidade’ o nosso mundo, o desejo de querer para mim mesmo mais muito mais do que eu quero para qualquer outra pessoa. O que chamamos de ‘egoísmo’.

Mas o por que dos livros espirituais ou sagrados o próprio pensamento a partir do qual eles foram construídos é a qualidade inversa, a vontade de doar incondicionalmente, sem uma migalha de consideração própria. Verdadeiro amor, doação pura. Nós precisamos dessa resposta agora e ele dá a nós do ponto de vista do que vamos ser em vez do que nós fomos. Numa linguagem que parece enigmática e antiga, mas na realidade, é a expressão de um futuro que não conseguimos percepcionar, porque neste momento por agora, não somos nada como ela. O que ele tem para nos dar é dirigido a todos, mas não podem simplesmente saltar e lê-lo. A sua linguagem não vem da mente e não é feita para a mente; é feita para ser realizada por um grande desejo e um coração ardente. Tal como o coração de uma criança quando inicialmente descobre este mundo suga tudo, sente forças opostas que a compelem a crescer. Ela sente o quente, ela sente o frio. Ela sente a luz, ela sente o escuro. Prazer e dor, um desejo implacável de tentar novamente. Ela brinca e ela imita até alcançar esse equilíbrio. Não no seu intelecto. Quer dizer, que mente usa um bebê quando aprende a caminhar? Considerando que somos interiormente opostos a ele não sabemos como funciona ou como o viver precisamos de um método de como crescer neste belo, mas aparentemente impossível, futuro de perfeição com que o Zohar nos coloca em contato.

Sim! Zohar, 1) o completo sistema unificado de conexões governado por uma lei singular toda abrangente que é oposta à minha natureza; 2) nada é excluído do sistema ou exterior a ele; 3) a estória é vida sem fim; 4) exigir ser mudado pela intenção por trás de tudo no sistema; 5) um meio de se tornar internamente idêntico à lei singular governante do amor; 6) a criação de um verdadeiro mundo que funciona por dentro e por fora.

Simples, certo? Com o espirito de grande aventura, tudo vai levar um pouco de preparação e experimentar algumas novas percepções, desaprender algumas velhas ideias e verem por vocês mesmos, e pouco a pouco, o que é de fato, e isso vai lhes apontar para a atitude certa. E assim que tenham isso, podem entrar no Zohar.

Neste outro vídeo, abaixo, do qual transcrevo a descrição, o orador faz uma série de considerações sobre o livro Zohar. O texto da descrição do vídeo é diferente das palavras do orador. Se preferir, assista ao vídeo, que está legendado.

https://www.youtube.com/watch?v=1NHL1C6vDcA

Kabbalah – O segredo mais bem guardado (Introdução)

Kabbalah é uma sabedoria antiga que revela como o Universo e a vida funcionam. No sentido literal, a palavra Kabbalah significa “receber”. É a ciência sobre como alcançar a plenitude em nossas vidas. 

Quando mencionamos plenitude, não nos referimos a ser feliz ou usufruir um sentimento de bem estar de forma temporária, porque todos nós já experimentamos flashes de felicidade. Quando falamos sobre nos conectar com a energia de plenitude, queremos dizer sustentar essa conexão de forma duradoura e ininterrupta. 

A Kabbalah é ao mesmo tempo um antigo e inteiramente novo paradigma de vida. Ela ensina que todos os ramos das nossas vidas – saúde, relacionamentos, negócios – emanam do mesmo tronco e da mesma raiz. É a tecnologia de como o Universo funciona no seu nível essencial. É toda uma nova maneira de olhar para o mundo, que poderá conectá-lo com a espécie de plenitude que você possa estar buscando. 

Uma das coisas mais agradáveis sobre estudar Kabbalah é que isso não requer que você abandone a sua fé ou caminho religioso atual. A Kabbalah vai apenas aprofundar a sua compreensão do Universo e fornecer-lhe mais informações e ferramentas para entender porque algumas coisas acontecem com você e quão melhor você pode conectar-se com a Luz do Criador e receber a plenitude que você busca. 

Aonde queremos chegar? 

Todos nós desejamos nos entender melhor, viver vidas mais plenas, passar por experiências enriquecedoras a respeito de quem somos e sobre o porquê de estarmos aqui. Todos nós desejamos ser felizes e, na verdade, todos nós queremos as mesmas coisas na vida: 

– desejamos amar e ser amados
– desejamos ter os melhores relacionamentos
– desejamos usufruir recursos financeiros e nos sentir seguros
– desejamos saúde abundante
– desejamos que nossos filhos sejam felizes e estejam a salvo…
…e todos nós temos questões – e quantas questões… 

No fundo, todos nós desejamos compreender o significado de nossas vidas. 

Quando criança, você deve ter-se perguntado: “Por que eu nasci? Qual é o propósito da minha vida?”. Então nós crescemos e nos tornamos ocupados. Precisamos pagar o aluguel, construir uma vida, construir uma carreira, fazer compras no mercado. Às vezes, em meio à exaustão, nos tornamos escravos da rotina, com uma existência robótica e paramos de formular as profundas questões que nos fascinavam quando éramos crianças. 

Mas tem que ser assim? Não teria sido muito melhor se tivéssemos continuado a crescer e a nos desenvolver, a nos maravilhar e a definir o nosso propósito na vida? Conectar-nos com o nosso verdadeiro potencial? 

Todos nós nos resignamos de certa forma com os altos e baixos da vida. Um dia,  nos sentimos ótimos sobre nós mesmos; no dia seguinte, estamos um tanto ou quanto deprimidos. Um dia, estamos felizes com o(a) nosso companheiro(a) de vida; no dia seguinte, rompemos com essa pessoa. Num dia, há dinheiro em nossa conta; no outro,  ele desaparece. Existe um jeito de alcançarmos o que desejamos em nossas vidas? 

Sim, existe um jeito. E não só isso, mas você sempre tem a oportunidade de alterar o seu destino e de atingir o seu verdadeiro potencial. Qualquer um pode fazê-lo — ninguém é muito jovem, muito velho ou muito estagnado na sua forma de ser. Todos nós temos a habilidade de encontrar significado e de alcançar a plenitude muito além dos nossos mais ousados sonhos ou fantasias. Você não precisa viver como um robô ou uma vítima, ou sentir-se confuso com uma vida que parece sem propósito ou cheia de altos e baixos aleatórios. Você é ilimitado; você pode voar alto. 

Como? Um caminho é a sabedoria da Kabbalah.

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Alguns cabalistas mentem, dizendo que a verdadeira Kabbalah não tem nada a ver com ocultismo, com numerologia secreta ou com estudo das cartas do Tarô egípcio. Mas tem tudo a ver, sim.

Na realidade, o estudo da Kabbalah não é toda essa maravilha de conhecimento divino e vida feliz que eles prometem.

Não é através do conhecimento cabalístico que Deus quer que o ser humano se aperfeiçoe. O aperfeiçoamento humano começa pela obediência e temor a Deus, pela prática do amor e da caridade. São essas coisas que moldam o caráter do homem. A tentativa de obter o aperfeiçoamento através de energias cósmicas, conceitos filosóficos e ações abstratas é apenas uma ilusão humana na tentativa de encontrar o elixir da vida, o fruto da vida eterna. A busca do conhecimento e da perfeição através da Cabalá é o caminho natural do homem sem o Deus verdadeiro. São as nossas ações boas que vão moldando o nosso caráter. O desejo de paz, de união, de partilha e de justiça é o que molda o nosso caráter. Obter todo o conhecimento e sabedoria do mundo, mas viver uma vida egoística e sem participar da tristeza e da felicidade do seu semelhante não representa nada, não dignifica em nada o ser humano.

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EXISTE UMA CONSPIRAÇÃO QUE VEM SENDO CONDUZIDA DESDE OS PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE PARA QUE SATANÁS (LÚCIFER) CONTINUE CONTROLANDO O MUNDO COM A AJUDA DOS INICIADOS DAS ESCOLAS DE MISTÉRIOS, QUE TAMBÉM EXERCEM INFLUÊNCIAS SOBRE OS GOVERNOS HUMANOS.

O número 6 é o número do homem e o número da Terra. Segundo o livro de Gênesis, foi no sexto dia que Deus criou o homem. No sistema numérico cabalístico babilônico a letra ‘A’ tem valor 6. Por isso que na numerologia secreta dos cabalistas o alfabeto indo-arábico se inicia com o número seis (6).

Quando João propõe o desafio no livro de Apocalpise (13) para que os entendidos decifrassem quem é a Besta, cujo número é 666, ele estava se referindo ao conhecimento esotérico ocultista e a conspiração conduzida pelos iniciados, generais de Satanás, desde os primórdios da humanidade.

A Besta, cujo número é 666, é um complexo sistema formado por iniciados das escolas de mistérios que influenciam diretamente nos governos humanos, com a finalidade de controlar o poder aqui na Terra sob os auspícios de Satanás, o Grande Dragão, a antiga Serpente.

Os estudiosos dizem que “Kabbalah (também Cabala ou Qabbala) é um sistema religioso-filosófico ocultista difundido por judeus esotéricos”. Veja bem: diz que é um “sistema”. Logo, presume-se que é um sistema de controle do mundo e das mentes, a começar pelos que se aventuram no obscuro mundo da Kabbalah-666.

O ninho da Serpente são as Escolas de Magia e Mistérios (Rosa-Cruz, Maçonaria, etc). Nelas é conduzido o plano de Satã para controle das massas e controle do poder aqui na Terra.

A Cabalá e as Escolas de Magia e Mistérios formam o Sistema de Satanás em parceria com os Homens de Preto, o Sistema 666, que controla o mundo.

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O QUE É E O QUE NÃO É A CABALÁ?

Os cabalistas dão vários conceitos para Cabalá. E tem um site especializado no assunto Kabbalah, onde se diz que “a Cabalá não é religião, misticismo, magia, água benta, fitas vermelhas, amuletos e um bocado de outras coisas que foram associadas popularmente com ela”.

http://www.kabbalah.info/pt/what-is-kabbalah/myths-about-kabbalah/o-que-a-cabal%C3%A1-n%C3%A3o-%C3%A9

Outros não sentem nenhum rubor em ludibriar os incautos e afirmam que “A Kabbalah não é uma religião. A Kabbalah não é uma filosofia ou uma doutrina. A Kabbalah é um modo de vida; é uma respiração, um caminho vivo e vibrante para a perfeição do ser humano e a transformação do mundo. Perfeição pode entender-se como a felicidade completa, livre de preocupações, medo, ansiedade, raiva e todas as outras emoções negativas que se colocam entre nós e a plenitude. A Kabbalah não é restrita a nenhum sistema de crenças específico ou de fé. É universal. Da mesma forma que a lei universal da gravidade mantém os muçulmanos, judeus, cristãos e ateus firmes na Terra, o caminho universal da Kabbalah eleva muçulmanos, budistas, cristãos e todas as pessoas para níveis mais elevados de plenitude, sabedoria e felicidade autêntica. A Kabbalah ensina-nos que podemos alcançar o controle sobre o mundo físico, incluindo as nossas próprias vidas, no nível mais fundamental da realidade. E a alcançar e a ampliar o poder da mente sobre a matéria e a desenvolver a capacidade de criar plenitude, alegria e felicidade, controlando tudo no nível mais básico da existência”.

Outra fonte diz que A Cabalá tem sido encoberta por confusão, lendas, mitos, e desentendimento, porque a Cabalá autêntica foi mantida em segredo por milhares de anos, até hoje. Embora tenha origens na antiguidade, desde o tempo da antiga Babilônia, a sabedoria da Cabalá permaneceu virtualmente desconhecida da humanidade desde que apareceu, há mais de quatro mil anos atrás. Até este momento, apenas alguns poucos sabiam o que a Cabalá realmente é. Por milhares de anos, a humanidade foi apresentada a uma imensa variedade de coisas sob o nome de ‘Cabalá’: magia, misticismo e até milagres – tudo, exceto o verdadeiro método da Cabalá. Por mais de quatro mil anos, o entendimento comum da Cabalá tem sido confundido com conceitos e interpretações errôneas. A sabedoria da Cabalá necessita, portanto, ser esclarecida. O cabalista Yehuda Ashlag (Baal Ha Sulam) oferece a seguinte definição em seu artigo A Essência da Sabedoria da Cabalá: “Esta sabedoria é nada mais nada menos que uma sequência de raízes penduradas pela causa e efeito, em regras fixas e determinadas, entrelaçadas em um único e objetivo maior, descrito como ‘a revelação de Sua Bondade para Suas criaturas neste mundo’”. De forma simplificada, existe uma força superior, ou o ‘Criador’, que a tudo inclui e que governa na realidade. Todas as forças do mundo advêm desta força abrangente. Algumas dessas forças são familiares, como a gravidade ou a eletricidade, enquanto outras agem sobre nós, mas permanecem ocultas. A Cabalá tem o mapa ou o conhecimento de como essas forças ocultas são estruturadas e as leis pelas quais elas nos influenciam. A Cabalá nos ensina como desenvolver nossa habilidade para sentir essas forças, e finalmente, descobrir o seu único propósito: trazer-nos a revelação do Criador, enquanto vivemos neste mundo”.

Apesar de todos esses conceitos que os esotéricos dão sobre Cabalá, não há dúvidas de que todo o seu estudo envolve magia, numerologia, astrologia e várias formas de ocultismo.

O QUE SIGNIFICA CABALÁ, KABBALAH E CAIBALION?

Existem vários conceitos mentirosos espalhados em livros e na internet sobre a origem da palavra Cabalá. Um deles diz o seguinte:

“O termo Caibalion se refere a uma palavra hebraica que significa ‘tradição ou preceito manifestado por um ente de cima’, e compartilha a mesma raiz da palavra Qabala. A etimologia da palavra Kabbalah ou Cabalá é formada do prefixo “kab”, que em língua semítica significa ‘carcaça de um corpo’, e do sufixo ‘Ala’, que significa ‘Deus’ (A Maçonaria e o Livro Sagrado, pág.93). O significado real desta palavra é a “carcaça do conhecimento divino”. Mas, segundo Knorr Von Rosenroth, ‘A Kabbalah deve ser definida como uma doutrina esotérica judia. Em hebreu, é chamada QBLH, Qabalah, que é uma derivação da raiz QBL, Qibel, que significa ‘receber’. A denominação desse conceito vem do costume de transmitirem-se os conhecimentos esotéricos oralmente. (…) Adotei a forma ‘Qabalah’, que é mais condizente com a escritura hebraica da palavra”.

O conhecimento oculto sempre fascinou os homens desde os tempos antigos, fossem eles líderes religiosos, governantes, filósofos e cientistas renomados. Tanto era o fascínio pelo desconhecido, que chegou a cegar o homem considerado o mais sábio de todos, o rei Salomão, rei de Israel.

“Ora, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias, das nações de que o Senhor dissera aos filhos de Israel: Não ireis para elas, nem elas virão para vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão, levado pelo amor” (I Reis 11:1-2).

Segundo alguns estudiosos do esoterismo, os livros sobre Cabalá e a organização desse sistema filosófico-científico surgiram em meados do século XII, no tempo das Cruzadas, quando um grupo de soldados guerreiros – protetores das ruínas do Templo de Salomão, denominado Cavaleiros Templários -, descobriram segredos do ocultismo nas ruínas do palácio de Salomão. Foram denominados ‘Templários’ porque guardavam os segredos do Grande Templo e dos achados nas ruínas do palácio de Salomão.

A REAL ORIGEM DA PALAVRA CABALÁ OU KABBALAH, CUJO SIGNIFICADO É 666

Assim como os cabalistas esotéricos do Judaísmo oculto forjaram o nome YHWH, o nome do Deus Eterno, designando-o de Tetragrama (Tetragrammaton), nome impronunciável, acrescentando as vogais da palavra ADONAI entre as consoantes para formar o nome pronunciável de Yavéh, (YAHOWAH=YEHOVAH), os cabalistas do ocultismo moderno também forjaram outro tetragrama conhecido como QBLH ou KBLH, desta vez inserindo a letra A (que tem valor 6 na numerologia babilônica) entre as consoantes, ficando QABALAH, QABBALAH. Mas, para que a palavra Cabalá expressasse exatamente o maior mistério do ocultismo e carregasse o segredo do sistema satânico que governa o mundo (o sistema 666), eles rescreveram a palavra, ficando sua forma final KABBALAH, que traz de forma velada o valor 666.

Na numerologia secreta a letra A vale 6. Muitas vezes vemos a palavra Kabalá escrita com as consoantes KBL maiúsculas e o A minúsculo: KaBaLa.

Se o A vale 6, então, temos K6B6L6, com o 666 inserido na palavra.

Para que a palavra Kabaláh na língua inglesa carregasse de forma velada o número da Besta-666, eles formaram uma nova grafia, ficando “Kabbalah” a forma final. As consoantes que carregam o valor normal são multiplicadas pelo A que secretamente vale 6. Somando-se as três sílabas da palavra Kabbalah, temos o valor 666.

A B C D E F G H I J K L
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60 66 72

A=6, K=11, B=2, L=12 e H=8

Kabbalah = (11×6)+(2x2x6)+(12x6x8) = 66+24+576 = 666

Esse mesmo artifício os cabalistas do esoterismo ocultista empregaram para forjar os nomes JESUS, MESSIAH E LÚCIFER. Só que desta vez eles inverteram o 6. Eles numeraram o alfabeto indo-arábico iniciando a primeira letra com o valor 9.

O número 9 é o preferido dos ocultistas. Repare que os valores de algumas letras mudam, como se os números tivessem se invertido nas duas tabelas (J-60 e J-90).

A B C D E F G H I J K L M
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
9 18 27 36 45 54 63 72 81 90 99 108 117
N O P Q R S T U V W X Y Z
14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
126 135 144 153 162 171 180 189 198 207 216 225 234

Repare que alguns desses números aparecem na Bíblia citados por Jesus: 99, 144, 153, etc.

J + E + S  + U + S
90 + 45 + 171 + 189 + 171 = 666

L + U + C + I + F + E + R
108 + 189 + 27 + 81 + 54 + 45 + 162 = 666

M + E + S + S + I + A + H
117 + 45 + 171 + 171 + 81 + 9 + 72 = 666

Portanto, essa descoberta é a prova cabal de que os nomes KABBALAH, JESUS, MESSIAH e LÚCIFER foram arquitetados pelos magos do esoterismo cabalístico nos porões das Escolas de Magia e Mistério. E o Papa e os cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana também estão por trás disso, não somente os judeus cabalistas e os maçons.

Se 666 é o número do Diabo, na verdade, o Diabo é o próprio homem, especificamente os magos ou iniciados das Escolas de Magia e Mistério.

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COM O QUE A CABALÁ TRABALHA?

A Cabala trabalha com toda sorte de conhecimento oculto, principalmente com a magia dos números e o valor numérico das palavras. Inclui até o estudo e significado oculto das cartas do Tarô egípcio. Os adeptos costumam usar amuletos cabalísticos como o pentagrama e a estrela de seis pontas (Estrela de Davi), entre outros símbolos.

A Gematria ou Numerologia Esotérica trabalha diretamente com as letras dos alfabetos hebraico e indo-arábico, onde para cada letra são atribuídos valores normais e valores secretos. A Cabalá trabalha diretamente com os valores numéricos das palavras e significados oculto dos números.

A mudança de nomes é uma pratica cabalística, pois, segundo eles dizem, os nomes podem trazer sorte ou azar. Eles tomam exemplos da Bíblia onde o Deus Eterno modificou os nomes de Abrão e Sarai, sua esposa. Abrão passou a se chamar Abraão e Sarai passou a ser Sara. Deus também mudou o nome de Jacó para Israel.

A FINALIDADE DO ESTUDO DA CABALÁ HERMÉTICA

A Cabalá hermética tem como propósito central conhecer ou ler a mente divina procurando tornar o homem um com Deus, isto é, o homem fazendo parte da divindade. A Cabalá procura ainda a restauração do homem e sua integração à divindade pela reencarnação.

AS SUCESSIVAS REENCARNAÇÕES VISANDO O APERFEIÇOAMENTO

O estudo esotérico da Kabbalah (ocultismo) ensina o aperfeiçoamento humano através de sucessivas reencarnações. É disso que se trata o estudo das Sephiroth ou Séfiras ou 10 (ou 11) emanações da Árvore da Vida, figura objeto da Cabalá. As Sephiroth (emanações numéricas) são em número de 11 em referências aos 9 planetas do Sistema Solar, incluindo-se o Sol e a Lua. As dez Sephiroth, em sua totalidade, representam o Homem Celestial ou o Ser Primordial. Ou seja, o verdadeiro objetivo do estudo da Cabalá esotérica é a busca do conhecimento oculto a fim de se obter o aperfeiçoamento pleno e a imortalidade. Em outras palavras, é o caminho ensinado por Satanás para o homem alcançar o poder e a imortalidade da alma.

Árvore da Vida - Caminhos, Tarô, Letras

Figura: Árvore da Vida – Caminhos, Tarô, Letras

O objetivo final do homem ao adentrar em todos os segredos das Séfiras da Árvore da Vida cabalística é tornar-se um ser aperfeiçoado, ou seja, tornar-se um ser divino, isto é, um semi-deus. Quando o homem alcança o ápice do conhecimento oculto se diz que ele agora é um ser divino, um semi-deus, conforme orientação do seu mestre e mentor maior, Satanás.

E na realidade, o fim de todos os iniciados que galgam os mais altos graus no estudo da Kabbalah é a morte. Todos eles são igualmente mortais. Todos um dia morrerão, e de nada valerá todo o esforço que fazem para obter o conhecimento divino em busca da tal imortalidade. Apesar de todo o conhecimento esotérico que os maçons e os magos cabalistas adquirem estudando os ensinamentos da Kabbalah, eles não são melhores do que os símplices que não se envolvem com ocultismo, mas prezam pela paz, fazem o bem ao próximo e lutam pela justiça igual para todos. Os cabalistas, por mais que atinjam o ápice do conhecimento esotérico, não vivem mais que os simples mortais que gozam de boa saúde.

Na verdade, todo o ensino oculto da Cabalá é apenas engano de Satanás, porque não resulta em nada. Tudo é ilusão. Funciona apenas como um entretenimento para os iniciados que pensam que alcançarão a perfeição e a imortalidade da alma. E bem sabemos que os verdadeiros mentores do ensino cabalístico escondem os reais segredos do ocultismo. Tudo isso serve para levar em frente o plano de domínio de Satanás sobre as mentes das pessoas envolvidas no ocultismo, e também para controlar os governos humanos. Por isso os líderes governamentais ficam fascinados pelo ocultismo. O ditador nazista, Adolf Hitler era fascinado pelo ocultismo. E não é diferente os presidentes americanos. Quase todos eles pertencem ou pertenceram à Maçonaria. Aqui no Brasil a maioria dos nossos governantes, juízes e parlamentares são maçons, a começar pelo presidente Michel Temer.

O livro de Enoque diz que os anjos rebeldes (decaídos) ensinaram aos homens coisas proibidas por Deus. Satanás, o querubim caído, seduziu Adão e Eva repassando o conhecimento proibido, fazendo com que se tornassem civilizados.

O conhecimento proibido é bom para quem é aperfeiçoado. Mas, o conhecimento nas mãos de seres não aperfeiçoados pode causar sua própria destruição.

O homem primitivo não poderia se tornar civilizado, nem obter conhecimento sobre o oculto, sobre a física e a astronomia. O ideal de Deus ao colocar a Raça Adâmica na Terra era para que eles cuidassem do belo jardim que havia criado e não se tornassem civilizados. Adão e Eva viviam nus e não se envergonhavam porque Deus os criou como nativos, como indígenas, povos não civilizados, que não sentem vergonha de ardar nu. O pecado de Adão e Eva foi o ato de receberem o conhecimento proibido e deixarem a condição de nativos, passando a civilizados. A partir do dia que Adão e Eva viram que estavam nus e se envergonharam, foi a transição do estágio entre nativo e civilizado. Eva foi seduzida por Azazel e levada até o reino dos Atlantes, uma raça primitiva de humanos remanescentes que habitava no meio do Grande Jardim chamado Éden (nome antigo do planeta Terra). Lá ela viu os atlantes trajando vestimentas e utilizando toda sorte de ferramentas e armamentos. Depois ela retornou ao Jardim Santo que ficava ao oriente do Éden e contou o que viu a Adão.

Segundo Eliphas Levi, o grande filósofo e cabalista do século XIX, “os cabalistas têm verdadeiro horror a tudo aquilo que pareça idolatria; eles, de qualquer maneira, atribuem a Deus a forma humana, que é puramente uma figura hieroglífica. Eles consideram Deus como a inteligência, a vida e o amor único e infinito. Ele não é, para eles, o conjunto ou a coleção de diversos seres e elementos nem uma abstração da existência, nem um ser definível filosoficamente. Ele é tudo e está em tudo, mas distingue-se de tudo e é maior que tudo. Seu verdadeiro nome é inefável; e, em todo caso, seu nome só expressa o ideal humano de Sua Divindade” (História da Magia, Livro I, Cap.7).

PARA QUE SERVEM AS ESCOLAS DE MAGIA E MISTÉRIO OU SOCIEDADES SECRETAS, TAIS COMO MAÇONARIA E ROSA CRUZ?

A principal função é levar o conhecimento oculto via oral pelos iniciados. Os iniciados de alto grau, acima do grau 33, são os verdadeiros detentores do segredo dos segredos. Eles são os generais de Satã, os pedreiros, que levam em frente o plano de domínio da Terra. Satanás é o grande arquiteto. Os maçons da elite são apenas os pedreiros da grande Obra. Os maçons da Loja Azul formam a base da pirâmide maçônica que tem o Olho Que Tudo Vê, e formam uma agremiação de homens camaradas que funciona apenas como fachada param camuflar os reais propósitos da Maçonaria. Pensam que sabem alguma coisa, mas não sabem de nada. E os que galgam até o grau 33 são os aspirantes a generais de Satã. O segredo dos segredos que eles pensam que lhes será revelado, na verdade é a missão de carregar a cruz do ocultismo, isto é, levar o conhecimento oculto via oral e trabalhar para manter vivo o plano de Satanás. Mas esse segredo só é transmitido aos que entram para o grupo seleto, a elite da Maçonaria. Depois que o candidato entra para elite, ele não pode retroceder. Porque “retroceder significa a morte”.

QUEM ERA THOTH E HERMES TRIMEGISTO?

Thoth era o Enoque bíblico. O nome “Enoch” significa “iniciado”. Enoque entregou os seus livros de ciência e mistérios ocultos aos cuidados de seu filho, Matusalém. Mas, após o Dilúvio bíblico, os ocultistas egípcios se apoderaram dos escritos de Enoque, principalmente o Livro de Enoque. Os sacerdotes egípcios guardavam o Livro de Toth em segredo, mas o faraó sabia que eles praticavam alta magia. Segundo alguns autores, Ramsés II ordenou que fosse destruído e queimado o Livro de Toth, porque era muito perigoso e podia atrair pragas e destruição para o seu reino.

Mas os magos do Egito fizeram ressurgir das trevas o temível Livro de Toth. E para não despertar a ira do rei, os magos egípcios tiveram a ideia de reescrever o Livro de Toth através de lendas e símbolos, de tal forma que o conteúdo do livro ficasse resguardado sem despertar a desconfiança das pessoas que o lessem, sendo apenas decifrados os significados dos seus símbolos e lendas através do conhecimento transmitido por via oral através dos iniciados das escolas de mistérios e magia. Daí que surgiu a frase “Hermes Trimegisto”, que significa “Hermes ou Toth três vezes mais poderoso”, porque ninguém jamais poderia destruir o conhecimento oculto.

O mago (bruxo) grego Homero também codificou o conhecimento oculto e a história dos deuses caídos nas suas obras Ilíada e Odisseia. Quando alguém lê ou assiste filmes sobre as estórias de Homero sobre os deuses do Olimpo, imagina que tudo aquilo são contos inofensivos, mas na verdade, estão recheados de conhecimento oculto, que somente os iniciados sabem o significado.

Todos os astros do Sistema Solar foram batizados com nomes dos deuses caídos, para perpetuar a memória deles.

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Querem saber como e por que o rei Salomão se desviou dos caminhos do Deus Eterno?

Então leiam o livro ocultista ‘A Chave de Salomão’. O livro inicia relatando uma carta do rei Salomão para o seu filho Roboão, entregando todos os livros com segredos do ocultismo. Mais na frente há um relato de como ele ficou enfeitiçado por uma jovem por quem se apaixonou, e por causa dessa jovem ele foi capaz de oferecer sacrifícios a um deus das trevas. O livro relata como ele contou com a ajuda de seres das trevas para ajudar na construção do Templo.

“Ora, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias, das nações de que o Senhor dissera aos filhos de Israel: Não ireis para elas, nem elas virão para vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão, levado pelo amor” (I Reis 11:1-2).

No dia em que Salomão colocou a Arca da Aliança numa sala especial dentro do Templo ele fez uma declaração um tanto esquisita sobre Deus. Ele disse: “O Senhor disse que habitaria na escuridão. Certamente te edifiquei uma casa para morada, assento para a tua eterna habitação” (I Reis 8:12-13). Outra versão diz assim: “O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura”. Ou então, “O Senhor me disse que habita nas trevas”.

“Então disse Salomão: O Senhor disse que habitaria nas trevas” (II Crônicas 6:1).

Salomão disse ao povo que o Deus Yavéh não mais habitaria nas trevas, porque agora lhe fizera uma casa para sua eterna habitação.

Os ocultistas citam o livro Atos de Salomão, que não faz parte da Bíblia, mas que é citado nela, e acham que nele continham informações sobre o envolvimento de Salomão como o ocultismo.

“Quanto ao restante dos atos de Salomão, e a tudo o que ele fez, e à sua sabedoria, porventura não está escrito no livro dos atos de Salomão?” (I Reis 11:41).

Baixem o livro do meu acervo clicando no link. A senha é “magia”.

LIVRO A CHAVE DE SALOMÃO

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O QUE DIZEM OS CABALISTAS SOBRE O ZOHAR, O LIVRO DO ESPLENDOR?

O texto, a seguir, foi extraído do site kabbalah.info/pt.

http://www.kabbalah.info/pt/o-zohar/5-coisas-que-voc%C3%AA-deve-saber-sobre-o-zohar

1) O que é o Zohar?

Zohar - O Livro do Esplendor (blog)

O Zohar é uma coleção de comentários sobre a Torah, com o propósito de guiar aquelas pessoas que já alcançaram níveis espirituais elevados desde a raiz (ou origem) de suas respectivas almas.

O Zohar compreende todos os estados espirituais que experimentam as pessoas à medida que suas respectivas almas evoluem. No final do processo, as almas alcançam aquilo que os Cabalistas chamam de “o final da correção”, o mais alto nível espiritual.

Para aqueles que não alcançaram nenhum nível espiritual, o Zohar pode parecer apenas uma compilação de alegorias e lendas que podem ser interpretadas e percebidas distintamente por cada individuo. Mas para aqueles que já alcançaram níveis espirituais, ou seja Cabalistas, o Zohar é um guia prático para levar a cabo as ações internas com o propósito de descobrir estados de percepção e de sensação mais profundos e elevados.

2) Para quem é o Zohar?

Quando perguntaram ao Rav Kook- o grande Cabalista do século 20 e o mais importante Rabino de Israel – quem poderia estudar Cabala, sua resposta foi inequívoca: “Qualquer um que queira”. Nos últimos cem anos, todos os Cabalistas, sem exceção, e em muitas ocasiões, deixaram claro que hoje a Cabala está disponível para todos. Disseram também que ela é a ferramenta necessária para resolver a crise global que previam viria a acontecer e que hoje estamos enfrentando.

De acordo com todos os Cabalistas, os dias em que a Cabala era um segredo acabaram. A sabedoria da Cabala manteve-se oculta no passado porque os Cabalistas temiam que ela fosse mal aplicada e mal entendida. E realmente o pouco que escapou gerou muitos mal-entendidos. Porque os Cabalistas dizem que a nossa geração está pronta para entender o real significado da Cabala, e para acabar com os mal-entendidos, esta ciência está agora sendo revelada para todos que desejam aprender.

De acordo com todos os Cabalistas, os dias em que a Cabala era um segredo acabaram. A sabedoria da Cabala manteve-se oculta no passado porque os Cabalistas temiam que ela fosse mal aplicada e mal entendida. E realmente o pouco que escapou gerou muitos mal-entendidos. Porque os Cabalistas dizem que a nossa geração está pronta para entender o real significado da Cabala, e para acabar com os mal-entendidos, esta ciência está agora sendo revelada para todos que desejam aprender.

3) Quem escreveu o Zohar e quando?

De acordo com todos os Cabalistas e de acordo com o início do livro, o Zohar foi escrito pelo Rabino Shimón Bar Yochai(Rashbi), que viveu nos séculos II e III da nossa era. Existem algumas opiniões nos círculos acadêmicos que afirmam que o Zohar foi escrito no século XI pelo cabalista Rabino Moises de Léon. Esta opinião foi negada pelo próprio Rabino Moises de Léon, que afirmou que o livro foi escrito pelo Rashbi.

Para o enfoque Cabalístico, é muito mais importante o que é o Zohar do que quem o escreveu. O propósito do Zohar é ser um guia para as pessoas alcançarem a origem das suas almas.

Este caminho até a origem da alma de cada um consiste em 125 etapas. Rabino Yehuda Ashlag escreve que um Cabalista que passa por todas estas etapas e que compartilhe a mesma percepção espiritual que o autor do livro, vê claramente que o autor não poderia ser outro a não ser o Rashbi. 

4) Por que o estudo do Zohar esteve oculto por tanto tempo?

O Zohar foi mantido oculto por 900 anos, entre o século II e o século XI da nossa era, devido a que os que possuíam sua sabedoria compreendiam que naqueles tempos as pessoas não a necessitavam e por isso interpretariam incorretamente o seu conteúdo. No século XVI apareceu um Cabalista que explicou os fundamentos da Cabala. Este cabalista foi o Santo Ari, o Rabino Isaac Luria (1534 – 1572). O Ari afirmava que deste momento em diante a sabedoria da Cabala estava preparada para ser revelada para todo o mundo.

Os comentários sobre os trabalhos de Ari e do Zohar apareceram apenas no século XX, no século onde se vê mais nitidamente a explosão da história dos desejos humanos. Durante este período apareceu uma alma única, a do Rabino Yehuda Ashlag (Baal HaSulam). Baal HaSulam, Cabalista do século XX, escreveu comentários sobre o Zohar e os trabalhos do Ari.

Isto não significa que não houve grandes Cabalistas antes dele, simplesmente os trabalhos deles não são facilmente compreendidos pelos estudantes contemporâneos. A popularidade atual e a grande demanda pela Cabala confirmam o desejo da nossa geração em absorver sua mensagem universal e compreender os textos autênticos que falam sobre a raiz de nossas vidas e como alcançá-la.

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CONCLUSÃO

O ensino cabalístico está se proliferando no mundo de tal forma que existe até Cabalá para crianças. Um absurdo.

Cabala para crianças1

http://www.kabbalah.info/brazilkab/bibliotecaFrameset.htm

Ou seja, o conhecimento oculto saiu do submundo das trevas e está à mostra para quem se interessar. E a Kabbalah faz parte do Sistema 666. Quem entra nesse sistema está aceitando o sinal e a marca da Besta.

A Kabbalah é o Palavra de Satanás oculta para os homens sem Deus (humanidade decaída) que vivem nas trevas e odeiam a luz.

Mas, a Bíblia é a Palavra de Deus revelada àqueles que andam na luz, que querem se aperfeiçoar para um dia habitar no reino de Deus que está preparado para aqueles que o amam. O reino de Deus será estabelecido aqui mesmo na Terra.

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Produzido por Miquels7
Manaus, 14 de fevereiro de 2018.

14/02/2018 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, Ocultismo, SOCIEDADES SECRETAS | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

NÃO ADIANTA FUGIR DO 666, POIS, SE CORRER, O BICHO PEGA, SE FICAR, RESISTA

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O número 666 está mais ligado aos homens (humanidade decaída) e ao planeta Terra que mesmo ao Diabo.
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Sistema 666

Alguns estudiosos afirmam que o número 6 é o nº do homem, porque ele foi criado no sexto dia. Mas acho pouco relevante essa afirmação. E o Apocalipse diz que o 666 é número de homem, ou número do homem. Portanto, o 666 não é o número do nome de uma pessoa física ou de um governante. O 666 é o número da humanidade decaída, que se aliou ao grande Dragão.

O que descobri é que a vida animal, especialmente o ciclo de vida do ser humano, obedece a um sistema numérico baseado no 666.

Por que isso? Porque o homem foi criado e colocado preso dentro de um esfera da qual não pode escapar. E essa esfera chamada planeta Terra obedece a ciclos e tempos baseado no sistema 666.

A Terra é uma esfera, cuja circunferência mede 360º. Um sistema numérico criado pelo homem. 360 é 36×10. E o número 36 é cabalístico, pois ele encerra algumas propriedades no esoterismo. Na matemática o nº 36 é chamado de nº triangular, porque suas unidades podem ser montadas formando um triângulo equilátero. E para que seja formado esse triângulo equilátero são necessárias 36 ou 666 unidades. Portanto, o triangular de 36 é 666. Se você quiser conferir o que digo, some as unidades do nº 36 assim: 1+2+3+4+………+35+36=666.

E o próprio triângulo equilátero trás em seus ângulos o número 666, e cada ângulo é assinalado pela letra A, que no sistema numérico babilônico tem valor 6.

Triângulo equilátero 666

A Terra é o domínio do homem. Aqui na Terra o homem manda e desmanda.

No princípio, quando o homem foi criado e colocado no paraíso aqui mesmo na Terra, Deus exercia domínio sobre ele e o guiava para que não errasse o caminho e não se perdesse. Mas o homem resolveu desobedecer ao seu Criador e seguir seu próprio caminho.

Antes da queda o homem, mesmo sendo mortal, podia viver eternamente, pois Deus lhe concedia o elixir da vida, o fruto da árvore da vida, que lhe concedia a imortalidade.

Depois da queda o homem foi expulso do paraíso e perdeu o direito de se alimentar do fruto da vida eterna.

A Terra gira dentro de um sistema planetário cujo centro é o Sol. E seus movimentos de rotação e de translação obedecem a ciclos que regem a vida e o tempo. O homem criado dentro dessa esfera de 360º também teve seu ciclo de vida dominado pelo sistema 666.

A Bíblia diz no Salmo 90 que a vida média do homem é de 70 anos, com os mais vigorosos chegando aos 80 anos. Mas esse número é arredondado.

Porém, na realidade, a vida média do homem é 2/3 de 100 anos. E 2/3=0,666… Sendo, assim, 2/3 de 100 anos é 66,6 anos. Observe que 2/3 de 1000 anos é 666 anos. A geração antediluviana chegava a viver perto de 1000 anos, como por exemplo, Matusalém que viveu 969 anos e Noé que viveu 950 anos. Abraão viveu 120 anos. Mas a média da vida humana após o dilúvio ficou abaixo de 100 anos, parando em 2/3 de 100, que é 66,6 anos. Ou seja, após o dilúvio o homem perdeu mais de 90% da duração média de sua vida.

Mas, mesmo perdendo mais de 90% do tempo de duração de sua vida o homem ainda permanece sob o sistema 666.

Agora, pasmem com isso.

O homem vive 2/3 do dia. E 2/3 de 24h é igual a 16h. Nas 8 horas restantes do dia o homem morre porque o sono vem, e o sono nada mais é que a morte. Só não morremos de verdade porque existe um músculo abaixo do nosso peito chamado diafragma que não deixa a gente parar de respirar durante o sono. Isso foi feito por providência divina para que não morrêssemos dentro do sistema 666. Todos os dias o ser humano renasce para depois voltar a morrer.

E POR QUE TODOS TEM MEDO DO 666?

O sistema 666 governa o ciclo de vida do planeta Terra, e consequentemente também domina sobre a vida humana, delimitando seu ciclo de vida. Todo o sistema financeiro, político, judiciário e até religioso estão sob o controle do sistema invisível 666. As construções de cidades, o cinema, a arte, os programas de TVs, as bandas e as músicas de rock estão dominados pelo 666.

O homem não pode fugir do sistema 666, mas pode escolher não viver exclusivamente sob sua influência. Se o homem permite que Deus domine sobre ele, o sistema 666 não poderá prevalecer. O homem que não quer a proteção de Deus; o homem que não quer se sujeitar a Deus para ter a vida eterna, este está sujeito à morte, pois está sob o domínio do sistema 666.

O homem escolheu ficar longe do controle e domínio de Deus. Deixou o paraíso, ficou mortal, e construiu cidades e impérios sobre a Terra. E Satanás, o anjo querubim rebelde quis se juntar ao homem para ambos se oporem contra o Criador. Satanás se uniu ao homem para que ambos tivessem mais força e poder para lutar contra o Todo-Poderoso.

O governo humano se aliou com o grande Dragão, Satanás, e este lhe deu o seu poder e domínio. Então, o homem, que antes era regido pelo número 6, agora é três vezes mais poderoso, 666, pois se aliou ao Dragão, a antiga Serpente.

Depois que os magos egípcios codificaram os livros de magia de Toth, passaram a se vangloriar, dizendo que agora Toth era Hermes Trimegisto, isto é, Toth ou Hermes agora era três vezes maior e mais poderoso. E quando o homem se aliou ao grande Dragão, o poder de ambos ficou três vezes maior, se constituindo no poder do 666 = o poder do homem aliado ao poder do Dragão.

Portanto, não podemos fugir do sistema 666 e do que ele impõe, porque estamos presos neste planeta. Mas, podemos resistir e ficar do lado de Deus, sob sua proteção, tentando escapar da marca da Besta e controle do governo humano.

E esse sistema 666 só irá acabar quando o reino de Deus se estabelecer aqui na Terra, quando o Messias Yesu Cristo retornar.

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VISA – O cartão de crédito mais usado no mundo é 666.

Visa - O cartão de crédito mais usado no mundo é 666

Não tem como escapar… Estamos rodeados pelo sistema 666.

O dinheiro, moeda e papel-moeda, sem dúvida é a marca da Besta.

E quem vive sem dinheiro?

As primeiras moedas dos impérios que formava a primeira Besta traziam o selo/marca do anel e a face do Imperador. Era a marca.

O sistema 666 controla tudo no mundo, mas de forma invisível e disfarçada.

É claro que o Diabo tem suas estratégias. Ele não colocaria em prática planos de forma visível e reconhecível. Tudo é camuflado.

O nome VISA pode, sim, significar 666. SIGMA é a 18ª letra do alfabeto grego. E existe um controle de qualidade de empresas no mundo chamado Six Sigma ou Seis Sigma (6 Sigma). 18 é a soma de 6+6+6. Logo, a letra sigma tem a ver com o número 6.

ATENÇÃO: Ninguém sabe o que significa a sigla VISA.

Visa é uma empresa financeira americana fundada em 1958. Mas antes da fundação o nome da empresa não era Visa. Tem uma informação na internet que diz o seguinte:

“Em 1976, a NBI substituiu o nome BankAmericard pelo nome VISA, um nome simples, fácil de ser lembrado e pronunciado exatamente da mesma forma em todas as línguas do mundo”.

Na numerologia babilônica o A vale 6. E as sociedades secretas também usam essa numerologia com o A valendo 6.

Confira você mesmo. A própria empresa não diz o que significa VISA. Apenas diz que é um nome que soa bem em todas as línguas.

https://www.visa.com.br/…/nosso…/historia-da-visa.html

Em inglês a palavra VISA significa VISTO, isto é, carimbo que se coloca em passaportes ou documentos. Porém, o nome VISA do cartão de crédito pode não significar VISTO. Se no cartão de crédito a sigla VISA significa VISTO, isso quer dizer que VISTO significa carimbo ou marca. E marca de quem? Da Besta 666.

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Miquels7

10/02/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

JOSÉ SARAMAGO QUERIA SABER POR QUE DEUS ACEITOU O SACRIFÍCIO DE ABEL E REJEITOU O DE CAIM, E EU EXPLICO

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Saramago questiona, dizendo: “Por que Deus aceitou o sacrifício de Abel e rejeitou o sacrifício de Caim? Por quê? Deem as voltas que quiserem, não há teólogo no mundo que explique isso”.

José Saramago 2

Outras declarações polêmicas de José Saramago:

“Deus…, onde está? Antigamente diziam que ele está no céu. Mas o céu não existe; não há céu. Céu…, o que é o céu? É um espaço, e tem treze milhões de anos-luz. Imagina… Os limites do Universo encontram-se há 13,7 milhões de anos-luz. Onde está Deus?” (José Saramago).

“Deus, segundo a Bíblia, fez o Universo em seis dias e descansou ao sétimo, até hoje, e nunca mais fez nada”.

“Antes da criação do Universo Deus não fez nada; não consta [na Bíblia]. Um dia, não se sabe por que, decidiu criar o Universo; também não se sabe por que e nem para quê”.

“O Deus da Bíblia não é fiável, não há como ter confiança nele. Quando ele choveu fogo em Sodoma para castigar os homens que gostavam de outros homens e não de mulheres, Abraão arranca dele a promessa de que se houver em Sodoma 10 inocentes, Deus não queimaria Sodoma. Mas, ele queima Sodoma. Não foi contar os inocentes, se havia menos ou se havia mais. E parece que todo mundo se esqueceu de dado tão simples como as crianças. As crianças de Sodoma arderam tal como todos que ali estavam, e elas não tinham pecado”.
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Veja alguns vídeos com declarações polêmicas de José Saramago:

1) José Saramago, o único prêmio Nobel da Língua Portuguesa, fala de estranhas e inexplicáveis atitudes de Deus.

2) José Saramago, escritor português ganhador de Prêmio Nobel de Literatura de 1998 , fala sobre a Bíblia e sobre Deus.

3) O único Prêmio Nobel da Língua Portuguesa fala da Igreja Católica, de Deus e da morte.

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Saramago desafiou os teólogos a explicar por que Deus não aceitou a oferta de Caim. E minha missão aqui é tentar resolver esse desafio.

QUEM FOI JOSÉ SARAMAGO?

José Saramago - Escritor Português

Segundo a Wikipédia, “José de Sousa Saramago GCoISE (Azinhaga, Golegã, 16 de novembro de 1922 – Tías, Lanzarote, 18 de junho de 2010) foi um escritor português. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa. A 24 de Agosto de 1985 foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a 3 de Dezembro de 1998 foi elevado a Grande-Colar da mesma Ordem, uma honra geralmente reservada apenas a Chefes de Estado. (…) Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida. O seu funeral teve honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa. As cinzas do escritor foram depositadas aos pés de uma oliveira, em Lisboa em 18 de junho de 2011”.

A obra de José Saramago é vastíssima, entre romances, crônicas, peças teatrais, contos e poesia. Acesse o link, abaixo, para conferir todas as obras e prêmios em que foi agraciado.

https://pt.wikipedia.org/wiki/José_Saramago

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RESPONDENDO AO QUESTIONAMENTO DE JOSÉ SARAMAGO

Vejamos primeiramente o texto sobre as ofertas de Abel e de Caim:

“Conheceu Adão a Eva, sua mulher; ela concebeu e, tendo dado à luz a Caim, disse: Alcancei do Senhor um varão. Tornou a dar à luz a um filho-a seu irmão Abel. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta, mas para Caim e para a sua oferta não atentou. Pelo que irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante? Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar. Falou Caim com o seu irmão Abel. E, estando eles no campo, Caim se levantou contra o seu irmão Abel, e o matou. Perguntou, pois, o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou eu o guarda do meu irmão? E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra. Agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de teu irmão. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra. Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha punição do que a que eu possa suportar. Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden” (Gênesis 4:1-16).

Caim mata Abel

Será que nesse episódio da morte de Abel a primeira maldição sobre a terra proferida por Deus não surtia efeito sobre Caim, pois, agora Ele diz que “quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força?” Deus já tinha amaldiçoado a terra, quando diz a Adão que “maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida. Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo. Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás” (Gên. 3:17-19). O que dá a entender é que essa maldição proferida sobre Adão não surtia efeito sobre Caim até o momento de ele matar seu irmão Abel.

Mas, vejamos. Desde os tempos mais primitivos, os deuses sempre primaram em receber oferendas de sacrifícios humanos e sacrifícios de animais. Dizem alguns estudiosos que os deuses eram sedentos de sangue. Ofertas ou sacrifícios de frutos e cereais da terra não era bem aceitos e requisitados pelos deuses.

E os deuses eram caprichosos. Eles não aceitavam qualquer animal do rebanho. Eles exigiam em sacrifício os primogênitos dos animais e dos próprios seres humanos. Por essa razão que Deus exigiu em sacrifício o filho primogênito de Abraão para provar a sua fidelidade. Deus fez isso porque Abraão era de Arã, terra dos caldeus, e lá era comum a oferenda de sacrifícios humanos para os deuses. Apesar de Abraão não ter consumado o sacrifício de seu filho exigido pelo Deus Yavéh, mas essa era a regra naquele tempo.

Será que Deus não aceitou a oferta de Caim porque ele queria sentir o cheiro suave de sangue derramado, isto é, sacrifícios de animais, assim como seu irmão Abel havia oferecido? Abel ofereceu animais do seu rebanho, derramou sangue, por isso Deus aceitou a sua oferta. Caim ofereceu uma oferta dos frutos de sua plantação, cereais da terra, mas Yavéh não quis aceitar. Será que naquele tempo Deus estava aceitando somente sacrifícios de animais?

Deus questiona Caim, dizendo “Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante? Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar”. O que vejo neste questionamento de Deus é que parece que Caim estava revoltado com alguma coisa. O que seria então? Será que Caim queria porque queria que Deus aceitasse a oferta dos frutos de sua plantação queimada sobre o altar, mas ele não aceitava, porque queria sacrifícios de animais? Talvez Caim quisesse inovar na oferta, imaginando que, se Abel oferecia a Deus as primícias do fruto do seu rebanho de ovelhas, por que não poderia receber do fruto de sua plantação? Ou talvez Deus o tenha orientado a fazer uma troca com seu irmão, a fim de que adquirisse um animal para oferecer em sacrifício, e ele não tenha gostado. Daí talvez o motivo da sua indignação.

Oferta de Abel e de Caim

Os primeiros sacrifícios oferecidos a Yavéh pelos humanos sempre foram de animais. A lei da oferta de cereais sobre o altar só foi ordenada muito tempo depois, quando os israelitas deixaram o Egito, e quando Yavéh estabeleceu a Páscoa e os sacrifícios dos primogênitos tanto dos animais quanto dos humanos.

Depois do sacrifício de Abel, vemos o sacrifício de Noé, feito com animais. Em seguida vemos por diversas vezes referências sobre altar de sacrifícios feitos por Abraão desde a primeira aparição do Deus Yavéh a ele ainda em Harã, terra de Ur dos Caldeus. E também depois que Deus estabelece um pacto com Abraão, ele exige sacrifícios de vários animais, e não vemos nenhuma exigência de cereais e frutos da terra. Depois ainda vemos sacrifícios de animais oferecidos por Jacó, e assim vai.

No entanto, a explicação mais plausível sobre o motivo de Deus não ter aceitado a oferta de Caim vem logo a seguir.

“Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar. Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como acabo de fazer. Enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (Gên. 8:20-22).

“Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: à tua semente darei esta terra. Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera” (Gên. 12:7).

“Então mudou Abrão as suas tendas, e foi habitar junto dos carvalhos de Manre, em Hebrom; e ali edificou um altar ao Senhor” (Gên. 13:18).

“Disse-lhe mais: Eu sou o Senhor, que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar esta terra em herança. Ao que lhe perguntou Abrão: Ó Senhor Deus, como saberei que hei de herdá-la? Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho. Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu. E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. (…) Quando o sol já estava posto, e era escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas metades. Naquele mesmo dia fez o Senhor um pacto com Abrão, dizendo: Â tua descendência tenho dado esta terra” (Gên. 15:7-18).

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José Saramago também questiona o relato bíblico se perguntando “por que Deus não matou Caim, vingando a morte de seu irmão”.

Ora, Deus não matou Caim por razões óbvias. Se Deus seguisse a lei do olho por olho, dente por dente, não sobraria um ser humano vivo na Terra.

Na verdade, apesar de na Bíblia estar repleto de carnificina e derramamento de sangue, mas a vontade do Deus Yavéh era que nunca se derramasse sangue de gente inocente. Por isso, na Lei de Moisés um dos principais mandamentos que deu ao povo foi este: “Não matarás” (Êxodo 20:13).

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A OFERTA DE PRIMÍCIAS DA TERRA NÃO PODIA SER OFERECIDA SOBRE O ALTAR DE HOLOCAUSTO. PORÉM, CAIM DEVE TER OFERECIDO A OFERTA DE SUAS PRIMÍCIAS SOBRE O ALTAR.

Essa ordenança aparece de forma sutil na Bíblia e geralmente os teólogos não percebem. Veja:

“Nenhuma oferta de cereais, que fizerdes ao Senhor, será preparada com fermento; porque não queimareis fermento algum nem mel algum como oferta queimada ao Senhor. Como oferta de primícias oferecê-los-eis ao Senhor; mas sobre o altar não subirão por cheiro suave. Todas as suas ofertas de cereais temperarás com sal; não deixarás faltar a elas o sal do pacto do teu Deus; em todas as tuas ofertas oferecerás sal” (Levítico 2:11-13).

Por que em Lev. 2:12 se diz que a oferta das primícias não podia ser oferecida sobre o altar?

Em outras passagens vemos a oferta de cereais sendo oferecida sobre o altar. Mas tinha um “porém”. Era necessário aspergir azeite sobre a oferta de cereais, para que exalasse um bom cheiro suave para Yavéh. Ela não poderia ser oferecida e queimada de qualquer maneira. Talvez Caim tenha oferecido a sua oferta de cereais de qualquer jeito.

Mesmo sendo levada ao tabernáculo a oferta do fruto da terra, isto é, as primícias, não podiam ser levadas diretamente sobre o altar para serem queimadas. Tinha um ritual a ser seguido.

“As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Senhor teu Deus” (Êxodo 23:19).

“E eis que agora te trago as primícias dos frutos da terra que tu, ó Senhor, me deste. Então as porás perante o Senhor teu Deus, e o adorarás” (Deut. 26:10).

“Pendurou o reposteiro à porta do tabernáculo, e pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da revelação, e sobre ele ofereceu o holocausto e a oferta de cereais, como o Senhor lhe ordenara” (Êxodo 40:28-29).

A oferta de cereais podia ser oferecida sobre o altar, contando que fosse derramado azeite sobre a massa, para que ficasse um assado aprazível, de cheiro suave para o Deus Yavéh. Será que Caim derramou azeite sobre a oferta de cereais que ofereceu a Yavéh? Acredito que não.

“Quando alguém fizer ao Senhor uma oferta de cereais, a sua oferta será de flor de farinha; deitará nela azeite, e sobre ela porá incenso. (…) Se fizeres ao Senhor oferta de cereais de primícias, oferecerás, como oferta de cereais das tuas primícias, espigas tostadas ao fogo, isto é, o grão trilhado de espigas verdes. Sobre ela deitarás azeite, e lhe porás por cima incenso; é oferta de cereais.” (Levítico 2:1,14-15).

“O sacerdote tomará dela um punhado, isto é, da flor de farinha da oferta de cereais e do azeite da mesma, e todo o incenso que estiver sobre a oferta de cereais, e os queimará sobre o altar por cheiro suave ao Senhor, como o memorial da oferta” (Levítico 6:15).

Havia um altar especial somente para queima de incenso no compartimento do tabernáculo e do Templo chamado Santo dos Santos. Mas o Sumo-Sacerdote fazia um ritual de aspersão de sangue sobre as pontas desse altar pela culpa do povo uma vez só no ano.

“Não oferecereis sobre ele incenso estranho, nem holocausto, nem oferta de cereais; nem tampouco derramareis sobre ele ofertas de libação. E uma vez no ano Arão fará expiação sobre as pontas do altar; com o sangue do sacrifício de expiação de pecado, fará expiação sobre ele uma vez no ano pelas vossas gerações; santíssimo é ao Senhor” (Êxodo 30:9-10).

MATANDO A CHARADA

Porém, sobre as ofertas oferecidas por Caim e Abel, Gênesis 4:3-4 diz o seguinte: “Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas”.

Ora, ora, ora! Vejam só o que diz! Abel ofereceu dos PRIMOGÊNITOS de suas ovelhas, mas Caim não ofereceu as PRIMÍCIAS de sua plantação. Ele pegou qualquer fruto de sua plantação e trouxe para oferecer ao seu Deus.

Esta é a explicação mais plausível para a razão do Deus Yavéh não ter aceitado a oferta de Caim.

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A OFERTA OU SACRIFÍCIOS DE CORDEIROS PRIMOGÊNITOS PARA DEUS NUNCA FOI PARA REMISSÃO DE CULPA OU PURIFICAÇÃO DE PECADOS.

Desde a oferta de Abel, quando o Deus Yavéh exigiu os primeiros sacrifícios, até o ano 70 d.C, quando grande Templo foi destruído, os CORDEIROS oferecidos em holocausto como cheiro suave nunca tiveram por finalidade a remissão da culpa ou purificação dos pecados de alguém. Os animais primogênitos, como os CORDEIROS, sempre foram oferecidos em holocausto sobre o altar como uma oferta de cheiro suave ao Deus Yavéh, como demonstração de culto e adoração, e nunca como oferta para remissão de pecados.

Portanto, se todos os cordeiros oferecidos em holocausto apontavam para a pessoa de Yesu Cristo, o Cordeiro de Deus que se ofereceu pela humanidade, logo, a sua morte não foi para perdoar os pecados de ninguém. Nenhum cordeiro oferecido na antiga aliança tinha por finalidade a obtenção de purificação ou perdão dos pecados; tinha finalidade apenas de culto e adoração, e demonstração de fidelidade a Deus.

As ofertas pacíficas eram oferecidas para apaziguar a ira de Yavéh, ou então eram oferecidas como voto ao Senhor, mas nunca eram oferecidas para obtenção de perdão da culpa. Os animais oferecidos nas ofertas pacíficas eram o novilho/bezerro ou bezerra, o carneiro e a ovelha (adultos) e a cabra.

Os animais que eram oferecidos em sacrifícios para obtenção do perdão da culpa ou dos pecados eram o bode, o touro ou novilho, o carneiro (adulto) e a ovelha (carneira adulta); pessoas carentes podiam oferecer alguns tipos de aves como oferta pelo pecado. O bezerro de um ano e o carneiro (adulto) eram oferecidos em holocausto como oferta pacífica de cheiro suave. Porém, os CORDEIROS de um ano sempre eram oferecidos em holocausto como cheiro suave para Yavéh, e jamais eram usados para sacrifícios pelos pecados ou pela culpa. Os teólogos tem que entender isso.

Veja a diferença da ovelha oferecida em sacrifício pelos pecados e do cordeiro oferecido em holocausto. A expressão “um cordeiro que é levado ao matadouro”, de Isaías 53, parece estar equivocada. Quem era levado para o matadouro fora do tabernáculo era o bode, o touro, o carneiro e a ovelha adulta. Os cordeiros eram mortos sobre o altar que ficava dentro do tabernáculo ou do Templo. A tradução do mesmo texto de Isaías 53:7 está bem colocada na citação de Atos 8:32. Lá se diz que a ovelha é que foi levada ao matadouro, e não o cordeiro. Parece-me que os gêneros foram trocados nessas duas passagens.

“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca” (Isaías 53:7).

“Ora, a passagem da Escritura que estava lendo era esta: Foi levado como a ovelha ao matadouro, e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim ele não abre a sua boca” (Atos 8:32).

Mas, por que o sangue dos cordeiros era aspergido sobre as quatro pontas do altar? Ora, era aspergido não para purificação, mas para proteção, isto é, para resguardar o altar de contaminação. O ato de espargir o sangue sobre as pontas do altar era um ato de unção. Funcionava tipo uma vacina. A vacina não é dada para quem já está doente, contaminado; é dada para que está são, como forma de proteção e imunidade.

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DEUS ACEITAVA SACRIFÍCIOS HUMANOS EM HOLOCAUSTO NA ANTIGA LEI DE MOISÉS? TUDO INDICA QUE SIM, EMBORA DE FORMA VELADA.

Mesmo Deus Yavéh dizendo que não queria ver nenhum israelita “passando pelo fogo a seu filho ou a sua filha” em holocausto para Baal ou Tamuz, porém, na própria lei dada ao seu povo havia preceitos indicando que alguém poderia fazer voto de entrega de ente seu em sacrifício, e havia casos que a pessoa não podia ser remida, isto é, resgatada.

Portanto, a resposta é “sim”. O Deus Yavéh aceitava sacrifícios humanos, embora de forma velada, isto é, não eram literalmente oferecidos em holocaustos, mas eram mortos, executados. E temos alguns relatos sobre isso e uma situação real em que um homem entregou sua filha primogênita e virgem em sacrifício depois de fazer um voto desastroso. Não há provas de que a moça foi oferecida em holocausto, mas com certeza ela foi executada.

No entanto, o Deus Yavéh proibiu os hebreus de sacrificarem seus filhos ao deus Moloque e prometeu punir severamente que praticasse tal abominação.

“Não oferecerás a Moloque nenhum dos teus filhos, fazendo-o passar pelo fogo; nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o Senhor” (Lev. 18:21).

“Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros peregrinos em Israel, que der de seus filhos a Moloque, certamente será morto; o povo da terra o apedrejará. Eu porei o meu rosto contra esse homem, e o extirparei do meio do seu povo; porquanto deu de seus filhos a Moloque, assim contaminando o meu santuário e profanando o meu santo nome” (Lev. 20:2-3).

“Não farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses” (Deuteronômio 12:31).

“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti” (Deut. 18:10-12).

Em Jeremias 32:24 Deus diz que jamais cogitou em pedir sacrifícios humanos, embora tenha pedido em sacrifício Isaque, filho de Abraão, seu fiel seguidor. No entanto, se o Deus Yavéh era um Deus tribal, de qualquer forma ele era diferente e menos cruel que os outros deuses, pois, pelo menos pedia que se substituísse o sacrifício humano por sacrifícios de animais.

“Também edificaram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem passar seus filhos e suas filhas pelo fogo a Moloque; o que nunca lhes ordenei, nem me passou pela mente, que fizessem tal abominação, para fazerem pecar a Judá” (Jer. 32:24).

“Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui. Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar. Levantou-se, pois, Abraão de manhã cedo, albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e, tendo cortado lenha para o holocausto, partiu para ir ao lugar que Deus lhe dissera. (…) Tomou, pois, Abraão a lenha do holocausto e a pôs sobre Isaque, seu filho; tomou também na mão o fogo e o cutelo, e foram caminhando juntos. Então disse Isaque a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos. Havendo eles chegado ao lugar que Deus lhe dissera, edificou Abraão ali o altar e pôs a lenha em ordem; o amarrou, a Isaque, seu filho, e o deitou sobre o altar em cima da lenha. E, estendendo a mão, pegou no cutelo para imolar a seu filho. Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui. Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho. Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho. Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (Gênesis 22:1-14).

Apesar de Deus Yavéh ter pedido em sacrifício o filho de Abraão, mas sua intenção não era que Abraão consumasse o ato, mas apenas o fez para experimentar a sua fidelidade.

AO ESTABELECER A ORDENANÇA DA PÁSCOA, O DEUS YAVÉH EXIGIU EM SACRIFÍCIOS TODOS OS PRIMOGÊNITOS DE ISRAEL, TANTO DOS ANIMAIS COMO DOS HUMANOS, ASSIM COMO OS PRIMOGÊNITOS DAS FAMÍLIAS EGÍPCIAS E DOS ANIMAIS FORAM MORTOS NO CUMPRIMENTO DA DÉCIMA PRAGA.

Os deuses tribais da antiguidade primavam por sacrifícios de crianças inocentes e de moças virgens. E com o Deus Yavéh não poderia ser diferente. Ele exigiu que todos os primogênitos dos filhos dos animais e dos homens lhe fossem dado em sacrifícios. Porém, para não se demonstrar um deus sanguinário e cruel, ele permitiu que os filhos primogênitos dos homens fossem remidos por certa quantia em dinheiro ou resgatados, isto é, trocados por um cordeiro, a fim de serem oferecidos em sacrifícios.

Na ordenança de oferta dos primogênitos humanos não está claro se deviam ser remidos por um cordeiro ou por certa quantia em dinheiro. O que temos bem claro é a remissão de pessoas que seriam dedicadas a Deus por votos.

No estabelecimento da ordenança da Páscoa, o Deus Yavéh declarou que todos os primogênitos eram seus, tantos dos animais quanto dos humanos. Porém, os primogênitos dos humanos ele permitiu que fossem resgatados ou remidos por cinco ciclos de prata. Se não fossem resgatados, teriam que ser sacrificados a Yavéh.

“Portanto guardarás este estatuto a seu tempo, de ano em ano. Também quando o Senhor te houver introduzido na terra dos cananeus, como jurou a ti e a teus pais, quando te houver dado, separarás para o Senhor tudo o que abrir a madre, até mesmo todo primogênito dos teus animais; os machos serão do Senhor. Mas todo primogênito de jumenta resgatarás com um cordeiro; e, se o não quiseres resgatar, quebrar-lhe-ás a cerviz; e todo primogênito do homem entre teus filhos resgatarás. E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? responder-lhe-ás: O Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito, da casa da servidão. Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, tanto os primogênitos dos homens como os primogênitos dos animais; por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos; mas a todo primogênito de meus filhos eu resgato” (Êxodo 13:10-15).

“Não tardarás em trazer ofertas da tua ceifa e dos teus lagares. O primogênito de teus filhos me darás” (Êxodo 22:29).

“Todo primogênito de toda a carne, que oferecerem ao Senhor, tanto de homens como de animais, será teu; contudo os primogênitos dos homens certamente remirás; também os primogênitos dos animais imundos remirás. Os que deles se houverem de remir, desde a idade de um mês os remirás, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário, que é de vinte jeiras” (Números 18:15-16).

Em Êxodo 13 se diz que os primogênitos dos animais impuros deveriam ser remidos (resgatados) por um cordeiro. Mas, sobre os primogênitos dos humanos não se diz exatamente como deveriam ser remidos (resgatados). Já a lei dos votos estabelecida em Levíticos 14 é bem clara em afirmar que as pessoas consagradas por votos a Deus deviam ser remidas por certa quantia em dinheiro.

Vale lembrar que o sangue do cordeiro morto em sacrifício na comemoração da Páscoa servia para proteger os primogênitos humanos da morte. Ou seja, o cordeiro era quem morria em lugar dos primogênitos. Isso significa que o cordeiro substituía o primogênito humano.

Vemos também o caso de Isaque, filho primogênito de Abraão, que foi substituído por um carneiro (e não por um cordeiro), o qual foi oferecido em sacrifício a Yavéh. Ou seja, o filho primogênito de Abraão foi remido por um carneiro adulto, com chifres? Veja que antes de Abraão chegar no monte Moriá seu filho havia perguntado “onde está o CORDEIRO para o holocausto”. E Abraão respondeu: “Deus proverá para si o cordeiro”. Mas Deus não providenciou um cordeiro, e sim, um carneiro velho, pois tinha chifres. No entanto, os carneiros podiam ser oferecidos em holocausto como oferta pacífica, mas pela lei, não podiam ser usados para remissão de animais primogênitos impuros nem para remir os primogênitos dos humanos.

Sacrifício de Isaque

Vemos também o caso de Isaque, filho primogênito de Abraão, que foi substituído por um carneiro (e não por um cordeiro), o qual foi oferecido em sacrifício a Yavéh. Ou seja, o filho primogênito de Abraão foi remido por um carneiro com chifres. No entanto, antes de Abraão chegar no monte Moriá seu filho pergunta onde está o CORDEIRO para o sacrifício. E Abraão responde: “Deus proverá para si o cordeiro”. Mas Deus não providencia um cordeiro, mas sim um carneiro velho, pois tinha chifres.

“Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos. Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho” (Gên. 22:7-8,13).

Muitos teólogos indagam por que a Bíblia relata que Abraão ofereceu um carneiro e não um cordeiro em lugar do seu filho Isaque.

Relembrando, as pessoas que eram devotadas a Deus podiam ser remidas por certa quantia em dinheiro. Porém, em relação aos filhos primogênitos dos humanos se diz que deviam ser remidos, mas não está claro se deviam ser remidos por um cordeiro ou certa quantia em dinheiro. O que está claro é que os primogênitos dos animais considerados impuros deviam ser remidos, isto é, trocados por um cordeiro, mas se o dono do animal não quisesse remi-lo, devia mata-lo do mesmo jeito, quebrando-lhe a cerviz, isto é, o pescoço. Porém, os primogênitos dos animais considerados puros não poderiam ser remidos e deviam ser oferecidos em holocaustos (novilho, cordeiro e cabrito). Acredito que os primogênitos dos humanos eram considerados animais impuros. Por isso, deviam ser remidos ou resgatados por um cordeiro, e não por certa quantia em dinheiro. Mas houve pelo menos duas exceções de sacrifícios de humanos: a filha de Jefté, primogênita e virgem, que foi sacrificada, e o filho de Abraão, primogênito e virgem, que Deus pediu em sacrifício, mas não se consumou, sendo substituído pelo sacrifício de um carneiro.

Mas aí surge uma dúvida. E se o pai de família não quisesse ou não pudesse remir ou resgatar o seu filho primogênito, ele teria que quebrar o pescoço da criança e matá-la do mesmo jeito?

“Mas todo primogênito de jumenta resgatarás com um cordeiro; e, se o não quiseres resgatar, quebrar-lhe-ás a cerviz; e todo primogênito do homem entre teus filhos resgatarás” (Êxodo 13:13).

Compare as duas passagens bíblicas sobre a remissão dos primogênitos e a remissão das pessoas devotadas a Deus.

“Todo primogênito de toda a carne, que oferecerem ao Senhor, tanto de homens como de animais, será teu; contudo, os primogênitos dos homens certamente remirás; também os primogênitos dos animais imundos remirás. Os que deles se houverem de remir, desde a idade de um mês os remirás, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário, que é de vinte jeiras. Mas o primogênito da vaca (novilho), o primogênito da ovelha (cordeiro), e o primogênito da cabra (cabrito) não remirás, porque eles são santos. Espargirás o seu sangue sobre o altar, e queimarás a sua gordura em oferta queimada, de cheiro suave ao Senhor” (Números 18:15-17).

“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando alguém fizer ao Senhor um voto especial que envolva pessoas, o voto será cumprido segundo a tua avaliação das pessoas. Se for de um homem, desde a idade de vinte até sessenta anos, a tua avaliação será de cinqüenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário. Se for mulher, a tua avaliação será de trinta siclos. Se for de cinco anos até vinte, a tua avaliação do homem será de vinte siclos, e da mulher dez siclos. Se for de um mês até cinco anos, a tua avaliação do homem será de cinco siclos de prata, e da mulher três siclos de prata. Se for de sessenta anos para cima, a tua avaliação do homem será de quinze siclos, e da mulher dez siclos. Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, será apresentado perante o sacerdote, que o avaliará conforme as posses daquele que tiver feito o voto” (Levíticos 27:2-8).

Por essa lei da remissão de pessoas devotadas a Deus, as almas das mulheres valiam menos que a dos homens.

O CASO DAS PESSOAS QUE ERAM DEVOTADAS A DEUS E QUE NÃO PODIAM SER RESGATADAS

A lei de coisas devotadas ou consagradas a Deus determinava que votos que envolvesse sacrifícios de pessoas, neste caso a pessoa poderia ser remida, isto é, comprada por certa quantia de dinheiro de acordo com a idade e o sexo. Porém, havia casos de votos que a pessoa envolvida não poderia ser remida, isto é, resgatada. Tinha que ser morta. Porém, o texto não diz exatamente que a pessoa deveria ser oferecida em sacrifício. Acredito que a pessoa devotada que não podia ser remida era morta, isto é, executa, mas não podia ser oferecida em holocausto, pois, para algo ser oferecido em holocausto tinha que ser puro. No caso da filha de Jefté, que abordarei mais na frente, ela poderia ser oferecida em sacrifício sobre o altar porque era filha primogênita e virgem. Da mesma forma Deus exigiu o sacrifício de Isaque, filho de Abraão, porque ele era primogênito e virgem.

Vejamos:

“Todavia, nenhuma coisa consagrada ao Senhor por alguém, daquilo que possui, seja homem, ou animal, ou campo da sua possessão, será vendida nem será remida; toda coisa consagrada será santíssima ao Senhor. Nenhuma pessoa que dentre os homens for devotada será resgatada; certamente será morta” (Levítico 27:28-29).

Desse texto podemos concluir que o Deus Yavéh realmente aceitava votos de sacrifícios humanos, embora não fossem oferecidos em holocausto, mas apenas mortos. De qualquer forma havia derramamento de sangue humano para Yavéh.

Em Números capítulo 31 temos o caso de 32 pessoas que foram oferecidas em tributo ao Deus Yavéh e entregues ao sacerdote Eleazar. Não sabemos se essas pessoas foram sacrificadas ou se foram remidas, isto é, resgatadas por ouro e joias, obtidas como oferta alçada.

O CASO DA FILHA DE JEFTÉ QUE FOI OFERECIDA EM SACRIFÍCIO

“Quando um homem fizer voto ao Senhor, ou jurar, ligando-se com obrigação, não violará a sua palavra; segundo tudo o que sair da sua boca fará” (Números 30:2).

No livro de Juízes temos o caso inusitado de um voto desastroso de Jefté que teve que oferecer a sua filha primogênita e virgem em sacrifício ao Deus Yavéh.

“E Jefté fez um voto ao Senhor, dizendo: Se tu me entregares na mão os amonitas, qualquer que, saindo da porta de minha casa, me vier ao encontro, quando eu, vitorioso, voltar dos amonitas, esse será do Senhor; eu o oferecerei em holocausto. Assim Jefté foi ao encontro dos amonitas, a combater contra eles; e o Senhor lhos entregou na mão. E Jefté os feriu com grande mortandade, desde Aroer até chegar a Minite, vinte cidades, e até Abel-Queramim. Assim foram subjugados os amonitas pelos filhos de Israel. Quando Jefté chegou a Mizpá, à sua casa, eis que a sua filha lhe saiu ao encontro com adufes e com danças; e era ela a filha única; além dela não tinha outro filho nem filha. Logo que ele a viu, rasgou as suas vestes, e disse: Ai de mim, filha minha! muito me abateste; és tu a causa da minha desgraça! pois eu fiz, um voto ao Senhor, e não posso voltar atrás. Ela lhe respondeu: Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, faze de mim conforme o teu voto, pois o Senhor te vingou dos teus inimigos, os filhos de Amom. Disse mais a seu pai: Concede-me somente isto: deixa-me por dois meses para que eu vá, e desça pelos montes, chorando a minha virgindade com as minhas companheiras. Disse ele: Vai. E deixou-a ir por dois meses; então ela se foi com as suas companheiras, e chorou a sua virgindade pelos montes. E sucedeu que, ao fim dos dois meses, tornou ela para seu pai, o qual cumpriu nela o voto que tinha feito; e ela não tinha conhecido varão. Daí veio o costume em Israel, de irem as filhas de Israel de ano em ano lamentar por quatro dias a filha de Jefté, o gileadita” (Juízes 11:30-40).

O voto de Jefté foi bem específico. Ele disse: “Qualquer que, saindo da porta de minha casa, me vier ao encontro, quando eu, vitorioso, voltar dos amonitas, esse será do Senhor; eu o oferecerei em holocausto”. Jefté promete a Deus que a vítima seria oferecida em holocausto. Sendo assim, como os teólogos tradicionais podem afirmar que Jefté não consumou literalmente o seu voto, sacrificando sua própria filha?

Esse tipo de voto feito por Jefté era daqueles em que o animal ou pessoa devotada não podia ser remida ou resgatada. Tinha que ser morta. E neste caso, a promessa era de que a vítima seria oferecida em holocausto.

O capítulo 27 de Levítico trata da lei dos votos e das coisas que eram devotadas ou consagradas ao Deus Yavéh. Havia dois tipos de votos: um simples, onde aquilo que se oferecia podia ser resgatado por certa quantia de dinheiro, e um  especial (sagrado), onde não havia preço de resgate. E que se fosse um animal (inclusive um ser humano) devia morrer (vide v.29).

Ora, se na lei dos votos está dito que uma pessoa devotada a Yavéh podia ser resgatada por certa quantia de dinheiro, por que então Jefté lamentou e chorou por ter prometido oferecer a sua única filha em sacrifício a Yavéh, se ele mesmo podia resgatá-la, pagando certa quantia?

Se ele não podia resgatá-la, o caso era de um voto especial. E se foi um voto sagrado, então a filha de Jefté foi mesmo morta. Sendo assim, será que este caso confirma Levítico 27:29? Se confirma, então Yavéh aceitava sacrifícios humanos, embora de forma velada.

Para servir de sacrifício aceitável a Deus a vítima (oferenda) tinha que ser perfeita, sem defeito algum. Do contrário, Deus não aceitava. E a filha de Jefté, além de primogênita (filha única), era virgem.

“E, quando alguém oferecer sacrifício de oferta pacífica ao Senhor para cumprir um voto, ou para oferta voluntária, seja do gado vacum, seja do gado miúdo, o animal será perfeito, para que seja aceito; nenhum defeito haverá nele” (Levítico 22:21).

CONCLUSÃO PARCIAL

A pergunta que não quer calar: “Por que animais puros e inocentes tinham que pagar pelos pecados dos humanos? Que culpa tinha os cordeiros primogênitos para que fossem imolados e queimados no fogo simplesmente para atender a uma exigência do Deus Yavéh? Que culpa tinha os carneiros, os novilhos e as cabras oferecidos em holocaustos para aplacar a ira de Yavéh?”

Se o ser humano tinha que morrer em consequência dos seus pecados, por que os animais inocentes e indefesos tinham que levar a culpa em seu lugar? Isso não era uma exigência incoerente, imoral e antiética? Por que os animais tinham que sofrer em lugar dos humanos?

Em Ezequiel 18 Deus diz que “a alma que pecar, essa morrerá”. Porém, quem morria eram os novilhos, os bodes, as cabras, etc, em lugar dos pecadores. E em lugar dos filhos primogênitos morriam os cordeiros inocentes e indefesos.

E para completar o sacrilégio, Paulo afirma que “sem derramamento de sangue não há remissão de pecados” (Hebreus 9:22). Ora, que culpa tem os animais pelos pecados dos seres humanos?

Vai entender isso….!

Só sei que nessa brincadeira, o Deus Yavéh teve que oferecer em sacrifício o seu próprio filho primogênito (unigênito). Há quem diga que Deus ofereceu o seu próprio filho para morrer em seu lugar, para se redimir de alguma culpa ou erro que cometeu. Será que isso procede?

Dizem que os maçons que querem obter riquezas materiais também oferecem em sacrifícios seus filhos primogênitos ao deus Baal ou Tamuz. Outros fazem voto com o capeta, e como garantia oferecem suas esposas e filhos. Se falharem, suas esposas e filhos morrem.

Na lei da circuncisão dada aos hebreus, crianças e estrangeiros que não se circuncidassem eram exterminados, isto é, sacrificados de forma indireta.

“Mas o incircunciso, que não se circuncidar na carne do prepúcio, essa alma será extirpada do seu povo; violou o meu pacto” (Gênesis 17:14).

Existem vários relatos na Bíblia onde o Deus Yavéh só aplaca a sua ira depois que pessoas são mortas à espada ou por pestes, enforcadas ou degoladas, ou seja, depois que há derramamento de sangue, quando essas pessoas são “sacrificadas” de forma indireta.

Podemos concluir que os sacrifícios humanos dedicados ao Deus Yavéh não eram somente aqueles consumados em holocaustos sobre o altar. Mas também quando pessoas eram executadas para aplacar a sua ira. A morte dos primogênitos no Egito foi um terrível sacrifício coletivo de seres humanos e de animais inocentes.

Veja o caso dos 7 filhos de Saul que foram enforcados perante o Deus Yavéh para aplacar a sua ira (II Samuel 21). Tem outro caso também quando Deus incita propositalmente a Davi para fazer o recenseamento do povo de Israel só para ter motivo para ver a morte de milhares de pessoas. E para aplacar a sua ira, Deus oferece três alternativas a Davi: ou ele aceita que a terra de Israel seja atingida com sete anos de fome, ou que ele mesmo seja perseguido e humilhado por seus inimigos durante três meses, ou aceita que seu povo seja afligido por uma terrível praga durante três dias. E Davi aceita que seu povo seja afligido por uma terrível praga. E nessa brincadeira mais de setenta mil israelitas são mortos, tudo para aplacar a ira de Yavéh (II Samuel 24).

Termino indagando ao vento igual fez José Saramago: Por que isso? Por que tanto derramamento de sangue? Por que tanta maldade neste mundo com os animais indefesos, com crianças e pessoas inocentes?

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JOSÉ SARAMAGO INDAGA: “DEUS…. ONDE ESTÁ? ANTIGAMENTE DIZIAM QUE ELE ESTAVA NO CÉU. MAS CÉU NÃO EXISTE; NÃO HÁ CÉU…; O QUE É O CÉU? É UM ESPAÇO, E TEM TREZE MILHÕES DE ANOS-LUZ”.

Saramago de certa forma tem razão em fazer essas indagações que os religiosos não sabem responder com convicção e provas concretas.

Até hoje os crentes imaginam que CÉU é um lugar espiritual que se localiza acima das nuvens, e que é uma cidade de glória e esplendor, um lugar paradisíaco. Enquanto que CÉU é simplesmente o espaço sideral infinito que está além das nuvens.

Paulo disse equivocadamente aos crentes de Filipos que “a nossa pátria está nos céus”.

“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Yesu Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas” (Filipenses 3:20-21).

Yesu Cristo quando subiu aos céus, não subiu em corpo glorificado. O seu corpo era humano e mortal, e carregava as marcas da crucificação. E ele quando subiu não se dirigiu a um lugar chamado “céu”.

O que garante a vida eterna aos seres encarnados é o elixir da vida, o fruto da árvore da vida que só os deuses santos conhecem e possuem. Yesu Cristo, mesmo tendo subido aos céus em corpo humano mortal não morre porque ele se alimenta do fruto da vida eterna, do elixir da vida.

Não existe nenhuma pátria nos céus ou uma cidade nos céus, porque céu não é um lugar físico, um lugar determinado e localizado; céu é tão somente o espaço sideral infinito. Os humanos salvos que morreram irão ressuscitar para receber corpos humanos carnais e mortais, para que possam habitar neste mesmo planeta Terra que será restaurado. Yesu Cristo não prometeu levar os seus escolhidos para os céus; prometeu levar para o reino que seu Pai lhe concedeu aqui mesmo na Terra. A expressão “reino dos céus” não quer dizer um reino no céu; quer dizer tão somente um reino que veio dos céus para se estabelecer aqui na Terra. Deus e Yesu não reinam no céu, porque nos céus não existem nações para que se possa reinar. Deus reina dos céus sobre a Terra. E brevemente o reino dos céus será instalado aqui na Terra.

Céu, como lugar espiritual paradisíaco, é apenas fruto da imaginação dos crentes.

Yesu Cristo subiu para o céu, isto é, subiu para o espaço sideral, mas o lugar para onde ele se dirigiu é ignorado, ninguém sabe. Ele pode ter ido para outro sistema solar ou para outra galáxia. E com certeza foi levado por uma nave espacial. Na Bíblia, as naves espaciais de seres extraterrenos sempre aparecem envoltas (camufladas) por uma nuvem branca. Quando Yesu foi abduzido ao alto diante dos seus discípulos, com certeza ele foi sugado por uma nave espacial que estava oculta entre nuvens brancas, pois o texto bíblico diz que uma nuvem o recebeu.

O profeta Ezequiel também contemplou uma nave espacial de seres extraterrenos vinda camuflada por uma nuvem de fumaça, mas deu para ele ouvir o estrondo dos motores e visualizar as labaredas de fogo expelidas pelas turbinas da aeronave.

“Tendo ele [Yesu] dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco” (Atos 1:9-10).

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam” (Ezequiel 1:4-12).

As rodas de Ezequiel A nave com quatro rodas de Ezequiel

Essa visão de Ezequiel nada mais foi que a visão de uma nave espacial que estava encoberta por uma nuvem de fumaça. Os quatro querubins que ele descreveu não eram seres vivos literais, eram esculturas de anjos alados postas nos quatro cantos da nave. A face de cada querubim tinha a aparência de águia, de boi, de leão e de homem. Essa visão de Ezequiel não tem nada de espiritual. Tudo aconteceu aqui mesmo na Terra, pois, a visão dessa nave é descrita novamente no capítulo 10, quando ela desce no pátio ao lado do Grande Templo em Jerusalém.

Modernamente a nave que Ezequiel descreveu seria assim como esta figura, abaixo. Porém, o objeto voador que Ezequiel contemplou tinha a forma quadrada, e possuía quatro rodas que tocavam no solo.

Modernamente a nave que Ezequiel descreveu seria assim

“E cada um tinha quatro rostos: o primeiro rosto era rosto de querubim, o segundo era rosto de homem, o terceiro era rosto de leão, e o quarto era rosto de águia. E os querubins se elevaram ao alto. Eles são os mesmos seres viventes que vi junto ao rio Quebar. E quando os querubins andavam, andavam as rodas ao lado deles; e quando os querubins levantavam as suas asas, para se elevarem da terra, também as rodas não se separavam do lado deles. Quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam, estas se elevavam com eles; pois o espírito do ser vivente estava nelas. Então saiu a glória do Senhor de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins. E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra à minha vista, quando saíram, acompanhados pelas rodas ao lado deles; e pararam à entrada da porta oriental da casa do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima sobre eles” (Ezequiel 10:14-19).

Como os teólogos imaginam o querubim de Ezequiel

Se os anjos não possuem asas, pior ainda é imaginar que eles têm quatro ou seis asas. Anjos com quatro ou seis asas só podem ser vistos em esculturas ou desenhos. Essa nave que Ezequiel contemplou desceu sobre a terra e tinha quatro rodas; e a nave se movia para os quatro lados, e os querubins de moviam no mesmo sentido que se movia a nave, porque eram esculturas fixadas ao redor da nave. Os querubins tinham olhos por todos os lados. Ora, esses olhos eram lâmpadas ou faróis sobre as esculturas dos anjos alados. Toda nave espacial extraterrestre que se preze tem luzes piscando ao redor dela mesma. As pernas dos querubins eram retas e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro. Logo, conclui-se que eram esculturas, e não seres vivos reais.

A Arca da Aliança com a escultura de dois querubins postos sobre ela, e cujas asas se tocavam, é uma réplica da nave ou módulo que transportava o trono de Deus.

Arca da Aliança

O REI SALOMÃO DISSE QUE DEUS HABITAVA NUMA NUVEM ESCURA

Em I Reis 8 está relatado o dia que a Arca da Aliança foi colocada num local reservado dentro do Templo, e nesse dia a glória de Deus desceu sobre a casa do Senhor em forma de nuvem. Salomão havia mandado esculpir a imagem de dois querubins na sala onde seria guardada a Arca da Aliança. As asas dos querubins ficavam estendidas sobre o lugar da arca como sinal de proteção. Na maioria das versões da Bíblia a frase pronunciada por Salomão foi assim: “O Senhor disse que habitaria na escuridão”. Porém, há outra tradução que diz assim: O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura”. No entanto, acho que a tradução mais correta é assim: “O Senhor me disse que habitava numa nuvem escura”. Depois de Salomão pronunciar essa frase, ele diz – perecendo ter pena de Deus – que tinha construído uma morada para Deus, para ser sua eterna habitação.  Em II Crônicas 6:1-2 diz o seguinte: “Então disse Salomão: O Senhor disse que habitaria nas trevas. E eu te construí uma casa para morada, um lugar para a tua eterna habitação”. Portanto, a escuridão ou treva que Deus habita é a nuvem onde ele se oculta para que não seja visto ou reconhecido pelos humanos. Logo, conclui-se que Deus é um ser extraterreno, e não um ser espiritual. “Deus”, na verdade é Elohim, ou seja, são deuses, mas deuses santos.

“Disse, pois, o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre em todo tempo no lugar santo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque aparecerei na nuvem sobre o propiciatório” (Levítico 16:2).

“E os sacerdotes introduziram a arca do pacto do Senhor no seu lugar, no oráculo da casa, no lugar santíssimo, debaixo das asas dos querubins. Pois os querubins estendiam ambas as asas sobre o lugar da arca, e cobriam por cima a arca e os seus varais. Os varais sobressaíam tanto que as suas pontas se viam desde o santuário diante do oráculo, porém de fora não se viam; e ali estão até o dia de hoje. Nada havia na arca, senão as duas tábuas de pedra, que Moisés ali pusera, junto a Horebe, quando o Senhor, fez u pacto com os filhos de Israel, ao saírem eles da terra do Egito. E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a casa do Senhor; de modo que os sacerdotes não podiam ter-se em pé para ministrarem, por causa da nuvem; porque a glória do Senhor enchera a casa do Senhor. Então falou Salomão: O Senhor disse que habitaria na escuridão. Certamente te edifiquei uma casa para morada, assento para a tua eterna habitação” (I Reis 8:6-13).

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A Nova Jerusalém, com ruas de ouro e mar de cristal entendida como uma cidade espiritual que ingenuamente imaginam que descerá sobre um mundo físico, a Terra, descrita no capítulo 21 de Apocalipse, é pura imaginação fértil dos crentes. Essa cidade é simbólica, e representa a comitiva dos 144 mil que foram arrebatados da Terra durante o período da Grande Tribulação. Esse grupo de salvos é especial, e representa a Noiva do Cordeiro, que com ele reinará e governará a Terra durante mil anos. Os outros salvos do povo gentio serão apenas os convidados das bodas do Cordeiro, e muitos reinarão com o Messias e exercerão cargos importantes no reino que virá dos céus.

Nenhum ser humano irá habitar nos céus, porque céu não é um lugar habitável. Céu é apenas o espaço sideral. Todos os salvos que morreram irão ressuscitar para habitar neste mesmo planeta Terra que será restaurado.

Para que servirá a ressureição? Servirá para que os humanos que morreram voltem à forma humana, para poder habitar neste planeta. Se a ressurreição não é para que os mortos voltem à forma humana, carnal, qual a razão de haver ressurreição? A ressurreição, por acaso, será de espíritos? Por acaso, espíritos precisam ressuscitar? Claro que não. Se os crentes salvos que morreram já estão na glória, ao lado de Pai, por que raios eles terão que retornar para as sepulturas para ressuscitar? Não tem cabimento isso.

No ato da ressurreição ninguém irá receber corpos glorificados. Essa crença de corpos incorruptíveis e glorificados é ensino fantasioso de Paulo. Os corpos ressurretos serão livres de doenças e toda sorte de contaminação, mas afirmar que serão corpos espirituais glorificados, aí já é devaneio da mente de crentes malucos.

Não existe nada de coisas espirituais. Tudo neste mundo e neste Universo é físico. O que os crentes imaginam como “espiritual” são coisas que não podem ser vistas a olho nu. A concepção de coisas “espirituais” é algo primitivo e medieval.

Yesu Cristo e seus anjos, quando retornarem a este planeta físico, não virão em corpos espirituais; virão em corpos físicos. Doutra forma, como poderiam ser notados se viessem em corpos espirituais?

Deus Todo-Poderoso, Yesu e os anjos se encontram dentro deste mundo físico, e podem perfeitamente possuir corpos físicos visíveis e não visíveis a olho nu.

E os anjos não possuem asas. Em todos os casos de aparições de anjos registrados na Bíblia, esses seres celestiais nunca foram vistos com asas. As asas dos querubins e dos serafins descritos no livro de Ezequiel, de Isaías e de Apocalipse não são asas reais, são apenas peças de adorno. Os anjos querubins voam movidos a motor de propulsão, e os motores ficam escondidos sob suas asas. Ezequiel quando contemplou os querubins, ouviu o estrondo de suas asas.

Como os teólogos imaginam os serafins com seis asas

E a classe dos anjos serafins não existe. Os supostos serafins com seis asas que Isaías contemplou no capítulo 6 são os mesmos querubins de Ezequiel. João também teve essa mesma visão do trono de Deus e da nave espacial que carrega o seu trono, e também contemplou os querubins com seis asas, e não quatro asas (Apocalipse 4:8).

Quando o povo hebreu caminhava pelo deserto após a saída do cativeiro no Egito, uma nave espacial dos deuses santos seguia pelo céu junto com a multidão. Mas, essa nave seguia camuflada, envolta em uma nuvem durante o dia, e orientava o caminho que deviam seguir. Durante a noite a nave emitia um facho de luz para alumiar o caminho. A luz vinha de potentes faróis. Moisés identificou esse facho de luz como “coluna de fogo”.

“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvens para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. Não desaparecia de diante do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite” (Êxodo 13:21-22).

“Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo; pois tu, ó Senhor, és visto face a face, e a tua nuvem permanece sobre eles, e tu vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia, e numa coluna de fogo de noite” (Números 14:14).

“Além disso, tu os guiaste de dia por uma coluna de nuvem e de noite por uma coluna de fogo, para os alumiares no caminho por onde haviam de ir” (Neemias 9:12).

“Todavia tu, pela multidão das tuas misericórdias, não os abandonaste no deserto. A coluna de nuvem não se apartou deles de dia, para guiá-los pelo caminho, nem a coluna de fogo de noite, para lhes alumiar o caminho por onde haviam de ir” (Neemias 9:19).

E também não existe criação de cavalos alados no “céu”. No capítulo 19 de Apocalipse diz que Yesu Cristo descerá com seus anjos montados em cavalos brancos. Ora, essa visão é simbólica, e não pode ser entendida de forma literal. Tolo é quem interpreta o Apocalipse de forma literal.

Para entender sobre essas questões, procure ler os textos do meu blog. Tem tudo lá. É só procurar por palavra-chave, que você vai encontrar.

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“O conhecimento superficial da Bíblia transmitido pelas escolas teológicas cristãs é um grande perigo. Mas, perigo maior é o conhecimento oculto transmitido pelos mestres cabalistas. É preciso ter um conhecimento intermediário entre esses dois ramos do conhecimento. Doutra forma, todos continuarão sendo enganados. Ou então, é necessário que alguém de fora do sistema conscientize as pessoas que estão presas na Matrix” (Miquels7).
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Miquels7

Manaus, 04 de fevereiro de 2018.

 

04/02/2018 Posted by | ATEÍSMO, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, MISTÉRIOS DA HUMANIDADE, TEOLOGIA, UFOLOGIA | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário