A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ NÃO EXISTE, POIS TAL ENSINO NÃO CONDIZ COM O QUE CRISTO ENSINOU NOS EVANGELHOS

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“Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Romanos 3:27-28).

“Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5:1).

“Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus” (Romanos 4:2).

O apóstolo Paulo ensinou algumas heresias, pois, tais ensinos não estão de acordo com o que Yesu Cristo ensinou nos Evangelhos. Por exemplo, o ensino da abolição da Lei de Moisés e a salvação através da fé são as duas maiores heresias de Paulo. Essa “LEI DA FÉ”, a qual Paulo se refere, foi inventada por ele mesmo. Tal ensino não foi ordenado por Cristo. Percebam que Paulo está fazendo uma conclusão pessoal daquilo que ele acredita ser uma verdade, quando diz: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. Essa conclusão que ele faz não é por orientação divina, mas, de acordo com sua própria convicção. A conclusão foi feita monocraticamente, sem auxílio da opinião de outro apóstolo de Cristo. 

É preciso ter coragem para confrontar os ensinos equivocados de Paulo. Os apóstolos de Cristo que escreveram as cartas universais, como Pedro, Tiago, João e Judas, eram iletrados, pois, não tinham conhecimento literário; mal sabiam ler e escrever. Tiago confrontou Paulo, mas os demais apóstolos não o confrontaram. Eu sou letrado, tenho um pouco de conhecimento literário e sei argumentar e contra-argumentar. E por que os teólogos tradicionais temem confrontar os ensinos de Paulo? Simplesmente porque eles já estudam a Bíblia com a mente condicionada, achando que tudo que está escrito é inspiradíssimo, e que não contém nenhum erro, nenhuma contradição nos ensinos de Paulo.

Nem tudo que Paulo ensinou são heresias, apesar do tema central de suas epístolas ser a salvação pela fé. Existem muitos ensinamentos preciosos nas suas epístolas. Paulo foi o maior evangelista de todos os tempos. O testemunho pessoal de sua vida, o exemplo e o legado de seu trabalho pela causa do Evangelho sem visar riquezas materiais são maiores que os seus escritos. O seu exemplo de vida, de pastor exemplar, comprometido com a verdade do Evangelho são superiores aos seus ensinos. Ele cometeu algumas falhas nos seus escritos ao fazer interpretações equivocadas de textos do Antigo Testamento. O seu machismo e suas ordenanças absurdas concernentes ao papel das mulheres no serviço pastoral, delegando proibições sobre o papel da mulher na Igreja, também provam que muitas coisas que ele escreveu não foram por inspiração divina. Apesar de tudo, o seu testemunho pessoal e exemplo de bom pastor foi o seu maior legado. Por isso disse: “Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo”.

Justificação pela fé X Justificação pelas boas obras

Paulo afirmou que “onde o pecado abundou, lá superabundou a graça”, querendo dizer que não importa o tamanho do pecado ou a quantidade de pecados que a pessoa tenha praticado; pois, através da fé em Cristo ela é perdoada e regenerada automaticamente. Em outras palavras, Paulo quis dizer que quanto mais você pecar, mas a graça de Cristo lhe alcança. Porém, esse ensino não está correto, visto que um pecador não se regenera ou alcança a salvação imediata só pelo simples fato de crer em Jesus, confessar os pecados e se batizar. A regeneração do pecador arrependido não é automática; demanda tempo. Ele tem que passar por um processo de aperfeiçoamento, de amadurecimento moral e espiritual, através da prática de boas obras e demonstração de bom testemunho pessoal perante Deus, dos irmãos e da sociedade. E tudo isso demanda tempo. Um grande genocida, um terrível assassino, um dos piores bandidos não alcança a regeneração e a salvação imediata ao se arrepender e se batizar nas águas, porque isso é um contra-senso. Pois, não é assim a justiça humana, muito menos a justiça de Deus, complacente com grandes pecadores. Se um terrível assassino, criminoso, se converte ao Evangelho, as penas pelos seus crimes, determinadas pela justiça humana, não são perdoadas jamais. Mesmo o criminoso se tornando um crente na cadeia ou na penitenciária, ele terá que cumprir a sua pena até o fim. E esse mesmo processo acontece com os demais pecadores. Todos terão que cumprir uma pena pelos seus erros. E esse castigo é a mudança de vida obrigatória, um bom testemunho que o pecador tem que demonstrar perante a sociedade, perante Deus e os irmãos. Essa história de que Cristo morreu para perdoar as nossas ofensas, isso não existe. Cristo não morreu para perdoar pecado de ninguém. O sangue de Cristo não foi derramado para perdoar os pecados da humanidade. O sangue dos cordeiros sacrificados durante os festejos da Páscoa não tinha por finalidade perdoar os pecados de ninguém. O sangue do cordeiro oferecido em holocausto era aspergido sobre os umbrais das casas simbolizando apenas proteção contra o mal. Nem todo o que diz “Senhor, Senhor”, será salvo, mas aquele que faz a vontade de Deus. Isso significa que não basta o pecador acreditar que está salvo apenas dizendo que está arrependido e que crê em Jesus. Ele tem que demonstrar mudança de vida, bom testemunho, mudança de caráter. É isso que significa aperfeiçoamento e regeneração. No dia do juízo Yesu Cristo poderá ser complacente com as alegações de muitos pecadores, mas o certo é que o caminho que conduz ao reino dos céus é apertado, onde só conseguem caminhar os aperfeiçoados. Se o escritor sagrado diz que “sem a santificação ninguém verá o Senhor”, como um criminoso que se arrepende na hora da morte pode se salvar, visto que ele não se santificou um momento sequer de sua vida? É óbvio que mesmo que ele creia em Jesus e o aceite, terá que cumprir a pena pelos seus crimes no Hades. Ele pode até escapar da justiça dos homens, mas da justiça dos Deuses Santos ele não escapa. Deus falou através do profeta: “ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã”. Mas, Deus falou as condições para que isso pudesse acontecer: se o povo se arrependesse e mudasse de vida, de atitude, e passassem a fazer o bem, fazer caridade, cuidar dos órfãos, das viúvas e dos necessitados. Ou seja, para Deus perdoar os pecados não bastava a pessoa ir no Templo pedir perdão e oferecer holocaustos. Deus disse que estava enojado dessas coisas. O que Ele quer ver é mudança de atitude, é o aperfeiçoamento do ser humano através da prática de boas obras.

“Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça” (Romanos 5:20).

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecerdes perante mim, quem requereu de vós isto, que viésseis pisar os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembleias, não posso suportar a iniquidade e o ajuntamento solene! As vossas luas novas, e as vossas festas fixas, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Quando estenderdes as vossas mãos, esconderei de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei; porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos; tirai de diante dos meus olhos a maldade dos vossos atos; cessai de fazer o mal; aprendei a fazer o bem; buscai a justiça, acabai com a opressão, fazei justiça ao órfão, defendei a causa da viúva. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã. Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra” (Isaías 1:11-19).

Segundo o apóstolo Paulo, a salvação, justificação ou regeneração do pecador pode ser obtida em um passe de mágica através da fé, bastando apenas ele crer em Jesus, confessar os pecados, dizer que está arrependido, e na mesma hora aceitar a Jesus, e pronto! Feito isso, o pecador está justificado pela fé. Está regenerado. O problema é que o aperfeiçoamento, a salvação e a regeneração do pecador não é obtida assim, tão facilmente.

Imagine uma pessoa de má índole, perversa, assassina, que passa a vida toda cometendo crimes, e de repente, na hora da morte chama um pastor ou um padre para se confessar, diz que crê em Jesus, que está arrependida e confessa os pecados, então, o padre ou pastor reza por ela, e ela morre. Nesse caso eles consideram que a pessoa foi salva, porque creu em Jesus, se arrependeu e confessou os pecados. Agora, imagine se essa pessoa arrependida fosse o ditador sanguinário Adolf Hitler, que ordenou a morte de mais de 6 milhões de judeus! Imagine se essa pessoa fosse um desses traficantes perigosos que executam pessoas de forma cruel, colocando-as vivas de mãos amarradas entre pneus, jogando gasolina e ateando fogo! Imagina se essa pessoa é um terrorista do Estado Islâmico que executou vários cristãos degolados ou queimados vivos?

O apóstolo Tiago confrontou Paulo, dizendo que a salvação não é alcançada apenas pela fé, mas principalmente pela prática de boas obras. Tiago disse que a fé sem as obras é morta. Disse também que se a fé pudesse salvar alguém, até os demônios seriam salvos, pois, eles acreditam em Deus e o temem. Mas eles não têm boas obras para que possam se justificar diante de Deus. Ninguém será julgado de acordo com a fé, mas de acordo com as obras que cada um praticou.

“Que proveito há, meus irmãos, se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem. (…) Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé. (…) Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:14-26).

Paulo justificou o ensino da salvação somente pela fé porque alegou que ela é alcançada mesmo sem mérito. Disse que a salvação é alcançada somente pela fé, para que ninguém se glorie. Mas isso são palavras ou convicções do próprio apóstolo. Com certeza Cristo não o autorizou a ensinar dessa maneira, pois contradiz o que Ele mesmo ensinou no Evangelho. Paulo ensinou que ninguém pode alcançar a salvação através da prática de boas obras, pois assim a pessoa irá se gloriar. Quem fizer melhores obras irá se gloriar. Ora, isso não é uma atitude natural do ser humano: se gloriar? Os crentes justos não irão se gloriar no reino dos céus quando receberem os galardões? Eles não irão ostentar as coroas de ouro que receberão? Se não vão ostentar as coroas de ouro que receberão, para que servirá essas coroas? E na verdade, não há nada de errado em alguém se gloriar ao praticar boas obras. Pois, há “obras” e “boas obras”. Porém, não é ético alguém se vangloriar em público dizendo que ajudou alguém. O próprio apóstolo Paulo diz, em Romanos 4:2, que o patriarca Abraão foi justificado pelas obras, e que ele podia se gloriar diante dos homens, mas não diante de Deus. Jesus disse que os publicanos faziam boas obras em público para se aparecer. Cristo mesmo ensinou sobre a ação que é considerada uma boa obra. Ele citou o caso da viúva pobre que ofertou a única moeda que possuía para as obras do Templo, enquanto que as pessoas mais abastadas depositavam no gazofilácio aquilo que lhes sobejava – que sobrava. Ele quis dizer que aquilo que os ricos fazem como boas obras, não são contadas como obras de justiça, obras que possam se justificar no dia do julgamento. Pois eles doam daquilo que não lhes fará falta. Cristo mesmo ensinou que aquilo que damos ou doamos que não nos fará falta não se constitui em obra de justiça. Os ricos podem doar metade dos seus bens, mas isso não contará como obras de justiça para a salvação. Quando repartimos o pão, quando tiramos parte do nosso próprio sustento para dividir com os famintos, isso conta como obras de justiça. Portanto, não é qualquer boa ação ou qualquer gesto de generosidade que conta como obras de justiça diante de Deus.

Ref.

“Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus” (Romanos 4:2).

Aquelas supostas boas ações humanas que vemos nos programas de TV nas tardes de domingo, onde os apresentadores escolhem uma família não tão necessitada para realizar o sonho da casa própria, mandando reformar e mobiliar a casa, isso não se constitui em obra de justiça diante de Deus. Pois, obra de justiça seria se eles ajudassem quem realmente é necessitado, quem realmente precisa de uma casa para morar. Milhares de famílias vivem morando em barracos em todas as cidades brasileiras, mas eles escolhem uma família que já possui casa própria, mas não mobiliada. Aí eles entregam diante do público uma casa toda luxuosa só para demonstrar que estão fazendo uma boa ação, que na verdade não conta em nada diante de Deus. São verdadeiros fariseus e publicanos.

De acordo com o que Cristo ensinou em Mateus 25, no juízo final as pessoas serão julgadas, salvas ou condenadas de acordo com as obras que praticaram na Terra. Ninguém será julgado de acordo com a fé em Jesus. Pois, Cristo mesmo disse que muitos tentarão se justificar naquele dia dizendo que creram nele pela fé, que até expulsaram demônios e curaram enfermos invocando o seu nome. Mas, Jesus dirá que nunca os conheceu. Portanto, de nada adiantará alguém tentar se justificar pela fé sem apresentar obras de justiça.

Os mortos serão julgados de acordo com suas obras, tantos os justos como os injustos. Isso está bem claro no Novo Testamento. Porém, haverá duas ressurreições. Os que fizerem parte da primeira ressurreição não participarão de julgamento para fins de salvação ou condenação, mas de um julgamento para fins de recompensa, pois, suas boas obras serão suficientes para a justificação e salvação. Veja que em Apocalipse 14:13 diz claramente que as obras dos mortos justos os acompanham, pois elas servirão para a justificação de cada um. Bem-aventurado os que fizerem parte da primeira ressurreição, pois, os tais reinarão com Cristo durante mil anos na Terra. Na segunda ressurreição – a ressurreição dos pecadores penitentes no Hades no final do reino do Messias -, os mortos serão julgados num grande tribunal, o Grande Trono Branco. Se haverá um tribunal para julgamento dos pecadores mortos que ressuscitarem no último dia, então é óbvio que esse julgamento será real, e não uma mera encenação, um faz de conta. Os mortos que cumprem suas penas no Hades serão julgados de acordo com suas obras na Terra e de acordo com o seu comportamento no Inferno. Se blasfemarem de Deus já não restará nenhuma chance de salvação. No julgamento do Grande Trono Branco milhões de seres humanos serão salvos. Os que não alcançarem salvação irão para o extermínio eterno. 

“Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a Terra” (Apoc. 11:18).

“Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham” (Apoc. 14:13).

“E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras” (Apoc. 20:12).

O objetivo da morte de Cristo na cruz não foi para perdoar pecados de ninguém. Cristo morreu na cruz em favor da humanidade, mas para salvá-la de forma coletiva do poder e do controle de Satanás. Jesus nunca foi o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, pois, nos rituais da Lei de Moisés nenhum cordeiro era imolado para tirar ou perdoar pecado de alguém. Cordeiros eram oferecidos em holocaustos como oferta suave ao Senhor. O sangue dos cordeiros mortos nos festejos da Páscoa simbolizava apenas proteção contra o mal, e não para purificação de pecados. Quem na verdade era imolado em sacrifícios pelos pecados era o bode e o novilho. Se Cristo tivesse sido oferecido como cordeiro em sacrifício pelo povo, Ele teria que ter sido morto dentro do Templo, sobre o altar de sacrifícios, e não fora do Tabernáculo. Quem era sacrificado fora do Tabernáculo sobre um altar imundo era o bode e o novilho. Nenhum cordeiro sacrificado a Deus desde o tempo de Adão era oferecido para obtenção de perdão dos pecados. Os cordeiros oferecidos em sacrifícios por Noé, por Abraão, Isaque e Jacó jamais tiveram por finalidade obter o perdão dos pecados. Esses cordeiros eram oferecidos como forma de adoração, de gratidão e honra ao Deus dos hebreus. Os animais oferecidos com finalidade de purificação dos pecados eram o bode e os novilhos. E estes só passaram a ser oferecidos quando Deus mandou construir a Tenda de Revelação ou Tabernáculo móvel que os levitas carregavam e armavam onde o povo acampava. Os rituais de sacrifícios dos bodes e dos novilhos continuou depois que o Grande Templo de Salomão foi construído. Quando o primeiro Templo foi destruído nenhum sacrifício pelos pecados foi realizado, pois só podia ser realizado com a presença do Tabernáculo ou do Templo. Quando Zorobabel saiu do cativeiro babilônico para liderar a reconstrução do segundo Templo do Senhor em Jerusalém, lá eles ofereceram cordeiros em holocaustos em honra e adoração ao Deus Yavéh, sobre as ruínas do antigo templo. Jamais eles ofereceram bodes e novilhos em sacrifícios pelos pecados do povo sem a presença do Templo ou do Tabernáculo móvel. Portanto, Cristo não é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele é o Cordeiro que veio para salvar a humanidade do poder de Satanás. A morte de Cristo na cruz foi apenas uma prova de amor pela humanidade que Deus o obrigou a cumprir. Sem essa prova Ele não poderia receber todo o poder nos céus e na Terra. Tanto é que na noite que antecedeu a sua prisão para a morte e crucificação Ele suplicou ao Pai (os Deuses Santos) que não o obrigasse a passar por tamanha humilhação e sofrimento diante de homens pecadores. Mas o Pai não aceitou seu pedido, e Ele teve que ir até o fim na sua missão. Se Cristo tivesse vindo certo, com objetivo claro de morrer pelos pecados da humanidade, ele jamais poderia ter se acovardado, pedindo ao Pai que impedisse de ele tomar aquele cálice de sofrimento e humilhação diante dos homens. E segundo os teólogos tradicionais, se Cristo não tivesse morrido na cruz, ninguém se salvaria. E tal ensino é uma grande bobagem de religiosos fanáticos que não conseguem analisar e estudar corretamente os textos bíblicos. Pois, Cristo amarelou. Mas o Pai o obrigou a se entregar para ser crucificado.

Sei que existem muitos ex-bruxos, ex-satanistas, ex-traficantes, ex-assassinos, ex-isso, ex-aquilo, que aceitaram Jesus e se tornaram até pastores ou pregadores. Porém, a maioria deles são falsos cristãos, pois, são mentirosos e exploradores da fé dos crentes. Um desses falsos cristãos é o tal ex-bruxo Tio Chico, que anda por todo o Brasil contando bravatas nas igrejas. É um falso profeta, mentiroso, filho de Satanás. E todos esses ex-assassinos, ex-bandidos são mentirosos, aproveitadores, safados. Ao invés de se converterem para se regenerar, se aperfeiçoar, eles se tornam ainda piores. Deixam de roubar e enganar em nome de Satanás para roubar e enganar em nome de Cristo. São aproveitadores da fé alheia.

“Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo (PASTOR OU LÍDER RELIGIOSO) seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não neófito, para que não se ensoberbeça e venha a cair na condenação do Diabo. Também é necessário que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em opróbrio, e no laço do Diabo” (I Timóteo 3:1-7).

“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem o que ainda não o está, e que em cada cidade estabelecesses anciãos (PASTORES), como já te mandei; alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, tendo filhos crentes que não sejam acusados de dissolução, nem sejam desobedientes. Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; mas hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, temperante; retendo firme a palavra fiel, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para exortar na sã doutrina como para convencer os contradizentes” (Tito 1:5-9).

Na Bíblia não existe nenhum caso de líder religioso, sacerdote, profeta ou apóstolo que tenha sido ex-assassino, ex-criminoso, ex-ladrão ou ex-bruxo, pessoas de mau testemunho perante a sociedade. Moisés, apesar de ter matado um egípcio em legítima defesa, foi um grande líder e profeta. Ele não era um assassinado contumaz, um criminoso perverso. Da mesma forma, o apóstolo Paulo assolou a Igreja Primitiva prendendo muitos cristãos, e consentiu na morte de Estêvão, mas ele não era um criminoso contumaz, não era assassino, nem pecador perverso. Paulo era fariseu e zeloso guardador da Lei de Moisés. Se tornou o maior evangelista de todos os tempos sem explorar a fé dos crentes, sem pedir dízimos ou salários para fazer a obra de Cristo.

Para que haja salvação é preciso haver aperfeiçoamento, é preciso que a pessoa apresente boas obras. O aperfeiçoamento do pecador arrependido demanda tempo. Nenhum pecador é regenerado de um dia para o outro. O batismo nas águas também não regenera ninguém. O batismo é apenas um testemunho público para demonstrar que a pessoa está mudando de vida, ou que está entrando para uma seita ou agremiação secreta. O batismo não existe somente nas igrejas cristãs; também existe na Maçonaria e em outras irmandades secretas.

Rezas, orações, acendimentos de velas e clamores à intercessão de Maria e dos Santos a favor de pecadores que já morreram também não resolve nada, não salva ninguém do castigo no Inferno. Mesmo que o mais vil pecador aceite Jesus na hora da morte, ele não será salvo imediatamente. Terá que ir ao inferno cumprir a pena por seus pecados. Quando Jesus disse a um dos malfeitores que estavam ao seu lado crucificado “hoje estarás comigo no Paraíso”, quis dizer “hoje estará comigo no Hades”. Pois, depois que Jesus deu o último suspiro na cruz ele desceu até o Hades, ao mundo dos mortos, inclusive anunciou as boas novas do Evangelho, confortando as almas que ali descansavam ou cumpriam pena. O antigo Hades se dividia em três partes: 1) Campus Elíseos ou Seio de Abraão, onde ficavam confinadas as almas dos justos, as almas que só praticaram o bem aqui na Terra. Esse lugar se localizava na parte de cima do Hades, onde era menos quente e onde soprava uma brisa leve. 2) O Érebo ou Campo de Asfódelos, onde ficavam confinadas as almas das pessoas que não praticaram boas obras, que não foram virtuosas, que cometeram pecados veniais, ou pecados passivos de perdão. Esse lugar se localizava ao meio do Hades e era bastante quente. 3) Tartharus ou Poço do Abismo, onde ficavam confinadas as almas daqueles que cometeram pecados abomináveis, que cometeram terríveis pecados, que jamais serão perdoados. Nesse lugar as almas choram e lamentam, pois sabem que jamais terão perdão. Esse lugar se localizava na parte de baixo do Hades, onde corria um rio de fogo, isto é, um rio de lava vulcânica, que deixava o ambiente com calor infernal. Nesse local estão presos alguns anjos líderes poderosos que pecaram e corromperam a humanidade antediluviana. No Apocalipse diz que no tempo da Grande Tribulação um anjo poderoso descerá dos céus e irá libertar três anjos poderosos que estão presos no Tartharus, para que atormentem a humanidade durante 5 meses.

Sobre a promessa de Cristo na cruz ao “bom” ladrão, dizendo que “naquele mesmo dia estaria com ele no Paraíso”, os teólogos da seita Testemunhas de Jeová – que não acreditam no paraíso no mundo de Hades, o mundo subterrâneo -, retraduziram o texto bíblico, escrevendo a frase correta proferida por Jesus assim: “Te digo hoje: estarás comigo no paraíso”. Segundo eles, esse paraíso é o futuro reino messiânico que ainda está por se estabelecer aqui na Terra. No entanto, mesmo que Cristo tenha garantido ao bom ladrão que o salvaria e que estaria com ele no seu reino, isso não o impediu de cumprir sua pena no Hades. O bom ladrão foi, sim, para o Hades. E lá no mundo dos mortos ele ficou confinado no Érebo, para cumprir a sua pena pelos crimes que praticou aqui na Terra. No último dia ele irá ressuscitar, e Cristo o salvará.

“Pois é por isto que foi pregado o evangelho até aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito” (I Pedro 4:6).

Quem morreu sem ter sido aperfeiçoado, sem ter boas obras para se justificar diante de Deus terá que cumprir a pena no Inferno (antigo Hades), para que alcance a purificação dos seus pecados. Se a alma cumprir a pena ou castigo no Inferno sem blasfemar de Deus, essa poderá ser salva no dia do juízo final. No entanto, existem pecadores no Inferno cumprindo pena por terem cometido terríveis maldades nesta vida, e sabem que jamais alcançarão perdão. Esses blasfemam de Deus dia e noite. Esses serão lançados no lago de fogo para o extermínio completo.

Depois que Cristo desceu ao Hades, ele transportou as almas dos mortos que estavam confinadas no Campus Elíseos ou Seio de Abraão, e as transportou para outro lugar no espaço sideral. A Guerra nos Céus, de Apocalipse 12, se deu em razão da transladação dessas almas para os céus (espaço sideral). Portanto, as almas dos crentes aperfeiçoados quando morrem não mais são encaminhadas para o antigo Hades, mas são levadas pelos santos anjos para uma região do espaço, onde ficam aguardando o final dos tempos e a ressurreição no último dia. Cristo tirou as almas dos justos do Hades para que elas ficassem longe do alcance e influência de Satanás. Apesar de Cristo ter dito que agora ele possui as chaves da morte e do Inferno, mas acredito que Satanás ainda passeia por lá, e se acha dono do pedaço. Dizem que o QG de Satanás ainda é o antigo Hades, que se localiza a quilômetros debaixo da Terra. Eu, Miquels7, descobri que a grande Pirâmide de Queops, no Vale de Gizé, no Egito, demarca a posição do Hades. O Hades se localiza embaixo da maior Pirâmide do Egito. A palavra Pirâmide significa “medida de fogo”, ou algo que é medido pelo fogo, ou que está debaixo do fogo. PIRA quer dizer fogo, e MIDOS quer dizer medida. Pira também era uma bacia feita de pedra de mármore onde os pagãos ofereciam seres humanos em sacrifícios aos deuses das trevas, principalmente crianças inocentes. A Pirâmide é uma pira emborcada, significando que existe algo preso debaixo dela, sob o fogo.

Embora Yesu Cristo, de forma soberana, possa salvar quem ele quiser no dia do juízo, mas o normal é que só será salva a pessoa que apresentar boas obras e houver mudado de vida, de comportamento; aquela que demonstrou que ama a Deus e o próximo durante o seu viver na Terra. Por exemplo, no dia do julgamento, Cristo, de forma soberana, poderá salvar uma triste alma que passou a vida toda entregue ao vício da bebida e da prostituição, sem ela nunca ter frequentado uma igreja ou se batizado. Mas isso não será regra. Cristo poderá salvar quem ele quiser e ninguém poderá questionar nada. Um discípulo quis questionar a autoridade de Cristo, mas ele respondeu duramente. Veja.

“Respondeu-lhe Jesus: Se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso? Segue-me tu. Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não disse que não morreria, mas: se eu quiser que ele fique até que eu venha, que tens tu com isso?” (João 21:22-23).

Yesu Cristo disse: “Nem todo o que diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino de Deus, mas aquele que faz a vontade do Pai. Muitos me dirão naquele dia ‘Senhor, em teu nome expulsamos demônios e operamos muitos milagres. Então lhes direi claramente: ‘Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”. E qual é a vontade do Pai? A vontade o Pai é que cada um ame o seu próximo. Mas não é qualquer próximo. Esse “próximo” é o próximo necessitado, os pobres, os órfãos e as viúvas, os doentes e os encarcerados. Yesu Cristo disse que não há nenhum proveito se a pessoa disser que ama e ajuda um familiar, um parente. As boas ações só contam para justificação diante de Deus se as fizermos a pessoas desconhecidas, aquelas pessoas que não são nossos parentes ou irmãos na fé. Cristo disse que até um copo de água que dermos a uma pessoa desconhecida conta como obra de justiça diante de Deus.

Em Mateus 25 Cristo deixou bem claro que a salvação será alcançada pelas obras, e não pela fé. Os crentes atuais pensam que só clamar a Deus pela fé, dizendo ‘Senhor, Senhor’, cantar no coral da igreja e evangelizar entregando folhetos de casa em casa é fazer a vontade de Deus, é a prática de boas obras. Não, isso não é prática de boas obras, e também não é a vontade de Deus. A vontade de Deus é que você ame e ajude o próximo necessitado. Buscar primeiramente o reino de Deus e a sua justiça é fazer caridade, é ajudar as pessoas carentes, é estender a mão a quem precisa, é visitar os doentes nas residências, nos hospitais, nos asilos, nas cadeias, mas não é pra chegar só com a Bíblia debaixo do braço e as mãos abanando; tem que levar alguma ajuda para oferecer a quem precisar. Esses pastores que tomam os dízimos e ofertas dos crentes para construir templos, comprar carros, aviões, emissoras de TV, rádio, sítios para retiro espiritual, não estão fazendo a obra de Deus. Estão simplesmente fazendo o contrário do que Cristo ensinou. Esses são os famosos pastores mercenários.

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:21-22).

“Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal” (II Coríntios 5:10).

“Ora, uma só coisa é o que planta e o que rega; e cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho. Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei eu como sábio construtor, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo” (I Coríntios 3:8-15).

“Dá a todo o que te pedir; e ao que tomar o que é teu, não lho reclames. Assim como quereis que os homens vos façam, do mesmo modo lhes fazei vós também. Se amardes aos que vos amam, que mérito há nisso? Pois também os pecadores amam aos que os amam. E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que mérito há nisso? Também os pecadores fazem o mesmo. E se emprestardes àqueles de quem esperais receber, que mérito há nisso? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. Amai, porém a vossos inimigos, fazei bem e emprestai, nunca desanimado; e grande será a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os integrantes e maus. Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6:30-36).

“Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar, ou uma ceia, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem os vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso retribuído. Mas quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos; e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos” (Lucas 14:12-14).

“E aquele que der até mesmo um copo de água fresca a um destes pequeninos (PRÓXIMO NECESSITADO), na qualidade de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa” (Mateus 10:42).

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NO JUÍZO FINAL AS PESSOAS SERÃO JULGADAS, SALVAS OU CONDENADAS DE ACORDO COM AS OBRAS QUE PRATICARAM NA TERRA

MATEUS 25

31 Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
32 e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos;
33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda.
34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35 porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;
36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.
41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos;
42 porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43 era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes.
44 Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?
45 Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim.
46 E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.

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DEUS NÃO QUER SABER DE JEJUM NEM DE CANTORIAS, ENQUANTO O SEU POVO VIRA AS COSTAS PARA OS POBRES E DESAMPARADOS. O JEJUM QUE DEUS QUER É A NOSSA ATENÇÃO PARA COM O PRÓXIMO NECESSITADO, É O NOSSO EMPENHO EM DEFENDER A CAUSA DOS POBRES E DOS INJUSTIÇADOS, O NOSSO DESEJO DE JUSTIÇA. É ISSO QUE SIGNIFICA BUSCAR EM PRIMEIRO LUGAR O REINO DE DEUS E A SUA JUSTIÇA.

“Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo? Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?” (Isaías 58:6-7).

“Amar o próximo como a si mesmo, é mais importante do que todos os holocaustos e sacrifícios” (Marcos 12:33).

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QUAIS AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO JUSTO? COMO DEVE SER O VIVER DO VERDADEIRO JUSTO? O PROFETA EZEQUIEL JÁ RESPONDEU A ESSAS INDAGAÇÕES HÁ MAIS DE DOIS MIL ANOS.

“Sendo pois o homem justo, e procedendo com retidão e justiça, não comendo sobre os montes, nem levantando os seus olhes para os ídolos da casa de Israel, nem contaminando a mulher do seu próximo, nem se chegando à mulher na sua separação; não oprimindo a ninguém, tornando, porém, ao devedor e seu penhor, e não roubando, repartindo e seu pão com o faminto, e cobrindo ao nu com vestido; não emprestando com usura, e não recebendo mais de que emprestou, desviando a sua mão da injustiça, e fazendo verdadeira justiça entre homem e homem; andando nos meus estatutos, e guardando as minhas ordenanças, para proceder segundo a verdade; esse é justo, certamente viverá, diz o Senhor Deus” (Ezequiel 18:5-9).

“Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada” (Hebreus 13:16).

“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

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Miquels7

Sobre Miquels7

Músico, educador, pensador, blogueiro irado. Quer saber mais? Então leia os meus artigos.
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Uma resposta para A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ NÃO EXISTE, POIS TAL ENSINO NÃO CONDIZ COM O QUE CRISTO ENSINOU NOS EVANGELHOS

  1. Isaac Trindade Silva disse:

    Parabens! O seu estudo é fantastico! Que aqueles que ainda seguem a pastores ou lideres se libertem das amarras do “cristianismo” de Paulo.

    Curtir

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