MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

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A NARRATIVA DA CRIAÇÃO DE GÊNESIS, SEGUNDO MIQUELS7

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Os teólogos tradicionais têm que admitir: A narrativa da criação de Gênesis trata-se da transição da Terra no período da última Era Glacial. Segundo alguns geólogos, a última glaciação da Terra deu-se no período de 100 mil a 12 mil anos atrás. Veja o que diz a Wikipédia:

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Último Período Glacial

“O Último período glacial, também referido como Idade do Gelo, Glaciação Wisconsin, Glaciação Würms, Würmiano ou Laurenciano, é a designação dada ao último episódio de glaciação da Terra registado durante a presente idade geológica. Teve lugar durante a última parte do Pleistoceno, de aproximadamente 110.000 a 10.000 anos antes do presente e é a mais conhecida das glaciações antropológicas.

Foi definida por A. Penck e E. Brückner (1901-1909), como glaciações alpinas (RISS, Mindel, Günz, Donau). Sua definição é baseada em observações geológicas consequentes da redução significativa das temperaturas médias durante um longo período (gelo de água fluvial, morenas) nos Alpes. Considera-se que ela começou há 100 mil anos e terminou há 12 mil.

Esta glaciação foi a última acontecida na Terra, e com ela se considera terminado o período Pleistoceno e as denominadas “glaciações antropológicas” por cientistas, devido ao fato de terem sido usadas para a travessia do homem para a América do Norte”.

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A criação de Gênesis 1

A presente teoria sobre o real significado da criação de Gênesis é de autoria de Miquels7. Nenhum outro estudioso da Bíblia ou teólogo escreveu sobre esse fato ou teve ponto de vista ou ideia semelhante.

Deus não criou o planeta Terra. O nosso planeta já existia antes dos deuses (Elohim) aparecerem. Quando os Elohim apareceram a segunda vez, viram que a Terra estava um caos, imersa em escuridão, completamente coberta de gelo, porque as nuvens de cinza vulcânicas tapavam a luz do Sol. Esse estado em que ficou o planeta Terra foi devido a uma catástrofe, resultado da queda de um meteoro sobre a área em que se encontra o atual Oceano Atlântico, há mais de 100 mil anos atrás. Com a queda desse imenso meteoro, o Reino dos Atlantes submergiu sob as águas do Oceano que cercava o continente que existia entre a África e a América do Sul. Muitos humanos do Reino dos Atlantes sobreviveram à catástrofe, e se esconderam em cavernas da Terra, bem como muitas aves e animais. Os Atlantes foram uma raça de humanos que existiu na Terra antes do surgimento da Raça Adâmica, criada pelos deuses (Elohim). Nos livros de histórias antigas e na internet podemos ver os vestígios do Reino dos Atlantes que ficaram espalhados nos quatro cantos do planeta, que até hoje muitos cientistas não sabem explicar a origem. Foi o filósofo grego Platão quem descreveu em uma de suas obras a história do Reino dos Atlantes. Os humanos que sobreviveram em cavernas da Terra no período da última Era Glacial tiveram filhos em meio à escuridão do planeta; os mais velhos morreram e pouca informação passaram para os seus descendentes. E esses descendentes não tinham noção da existência do Sol, da Lua e das estrelas. Quando as nuvens de cinzas vulcânicas começaram a se dispersar, os primeiros raios do Sol começaram a surgir. Então, esses sobreviventes das cavernas imaginavam que os deuses estavam criando a luz. A narrativa de Gênesis parece até um conto de fada ou conto infantil, mas, na verdade, trata-se de algo que realmente aconteceu. Mas esse fato precisa ser explicado do ponto de vista científico, assim como estou fazendo. Os religiosos explicam o relato da criação de Gênesis como um conto infantil, um conto de fada. Quem crê de forma literal na narrativa da criação de Gênesis tem idade mental de um criança que acredita em contos de fada.

Se Gênesis diz que Deus criou no princípio a Terra, e esta era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo, significa que Ele a criou na escuridão. Deus, sendo luz, criou a Terra em total escuridão. Ora, acreditar dessa forma é meninice. E tal crença seria um mito, e não algo real e racional.

Que Deus é esse, onisciente e todo-poderoso, que se surpreende ao criar a luz, visto que a Bíblia mesmo diz que Ele é luz?! Deus viu que a luz era boa. Ora, isso já o desqualifica como um ser onisciente.

A narrativa de Gênesis tem todas as características do processo de transição pelo qual passou a Terra na última Era Glacial. E a narrativa segue em ordem cronológica todo o processo.

OS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO DA TERRA

Em Gênesis diz que a Terra estava um caos, imersa na escuridão, coberta de geleiras, porque as nuvens de cinzas vulcânicas tapavam completamente a luz do Sol.

No primeiro dia (ou primeiro período de transição) Deus cria a luz. Ora, isso é mito se acreditarmos de forma literal na narrativa. Após dezenas de anos, as nuvens de cinza vulcânicas começam a se dispersar, e surgiram os primeiros raios do Sol sobre a Terra.

Quando os primeiros raios do Sol começam a atingir a Terra, os humanos sobreviventes nas cavernas começam a diferenciar o período do dia e da noite.

No segundo dia (período de transição), as nuvens vulcânicas ainda não tinham se dispersado completamente, mas os raios do Sol começaram a aquecer o planeta e derreter as grandes geleiras que cobriam os montes.

No terceiro dia Deus faz a separação das águas e da terra seca (mito). Cientificamente, nesse período as grandes geleiras derretem e aparece a parte seca.

Ainda no terceiro período começa a surgir a relva, e brotam do nada toda sorte de plantas. Esse mesmo fenômeno acontece nas praias nos rios da Amazônia, logo que termina a enchente grande. Começam a nascer todo tipo de plantas às margens dos rios e sobre as praias.

No quarto dia Deus criou os grandes luminares do céu: o Sol, a Lua e as estrelas (mito). Explico esse contrassenso.

Se é o Sol que determina a separação da luz e das trevas, e o que determina a contagem dos dias, por que esse astro só foi criado no quarto dia? Que parâmetros os Elohim empregaram para contar o primeiro dia, o segundo dia e o terceiro dia, visto que é o Sol que determina o período do dia e da noite?

Na realidade, foi somente no quarto dia que os humanos sobreviventes das cavernas puderam contemplar nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas. E na perspectiva deles, era os deuses (Elohim) que haviam criado naquele período o Sol, a Lua e as estrelas.

No quinto dia Deus cria as aves do céu e todos os animais sobre a terra (mito). Explico.

No quinto período de transição, as aves e os animais saem das cavernas para se alimentar dos peixes, da grama e da vegetação que começou a cobrir a Terra seca. Na visão dos humanos sobreviventes, eram os deuses criando as aves e os animais.

No sexto dia ou período Deus cria os animais domésticos, selváticos e os répteis, e por último cria o homem para cuidar da terra e da criação.

Porém, no livro de Gênesis existem duas narrativas sobre a criação, mas muitos estudantes e até mesmo teólogos não percebem, ou fingem que não tem importância, pois, segundo eles, a Bíblia é a palavra de Deus e não contém erros. Mas, contém muitos erros. Eles não percebem porque já têm a mente condicionada para aceitar como verdades inquestionáveis qualquer coisa que a Bíblia diz. Estudam a Bíblia com fanatismo, sem fazer uma análise crítica e científica nos textos, para conferir se as informações contidas são reais ou fictícias, ou se se contradizem.

A primeira narrativa é de origem suméria, e denomina-se ‘Elohista’, e vai de Gên.1:1-31 a 2:1-3. E o nome empregado para se referir à divindade é Elohim, que significa literalmente “os deuses”.

A segunda narrativa da criação começa em Gên.2:4-17 e é totalmente contrária da primeira. Esta narrativa é denominada “Javista”, porque o termo empregado para se referir à divindade é Javé ou YHWH. Portanto, é uma narrativa de origem hebraica. Nela, Deus primeiro cria o homem, depois cria as plantas, as aves e os animais.

Em Gên. 3:5 diz que não havia brotado nenhuma erva ou planta do campo porque Deus não havia feito chover. Ora, que Deus Todo-Poderoso é esse que não podia fazer nenhuma planta brotar sem água?

A RAÇA ADÂMICA E A RAÇA DOS ATLANTES

Os teólogos tradicionais não admitem que existiu outra raça de humanos na Terra além da raça adâmica. Para eles, todas as diferentes etnias de humanos (nefilins, índios americanos, brancos europeus, negros africanos, asiáticos, esquimós, pigmeus, mongóis, aborígenes australianos) descendem de um mesmo ancestral (Adão e Eva) que apareceu na Terra há 6 mil anos.

Na verdade, os Elohim criaram uma nova raça de humanos diferente das anteriores, mais evoluída e de cor branca, a Raça Adâmica.

Porém, antes de prosseguir, quero salientar sobre mitos e fantasias alimentadas pelos crentes e até por pessoas ditas “eruditas” (teólogos e “doutores” em Bíblia), que não passam de adultos com uma mente infantil.

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Temos que parar de acreditar nos relatos do livro de Gênesis como se fossem estórias infantis, que iludem meninos que acreditam em contos de fada e em Papai-Noel.

Quando Gênesis 3 diz que a “Serpente” era a mais astuta das alimárias do campo que Deus havia criado, o relato não está tratando de uma história infantil para entreter criancinhas. “Serpente” é um termo de cunho esotérico que o escritor de Gênesis empregou para se referir ao anjo caído, chamado Satanás. Esse anjo era o sinete da perfeição, o mais astuto e inteligente dos anjos, a tal ponto de seduzir uma legião de anjos (a terça parte) e vagar errante pelos cosmos. Não. Não existiu nenhuma “cobra falante” no Jardim do Éden, que conversava com Eva. “Serpente” quer dizer o próprio Diabo em si. Só que ele não estava DENTRO do Jardim Santo para conversar e iludir Eva a comer do fruto do mal. Que Deus é este que faz um belo jardim, um paraíso, para um casal de humanos ali habitar em perfeita paz e tranquilidade, mas põe um ninho de serpente no meio do Jardim para tentar aquele casal? Só na cabeça desses crentes e teólogos que acreditam em contos de fada! Onde já se viu Deus criar uma bela casa toda cercada e protegida para um casal habitar e dentro dela colocar uma serpente venenosa para ficar só na espreita, esperando a hora para atacar?

O Jardim do Éden era um local bem protegido e só tinha uma entrada. Nenhuma pessoa estranha e nem Satanás podia entrar naquele recinto santo. Adão e Eva eram seres humanos mortais. Apesar de viveram nus como os nativos, Deus lhes concedia o elixir da vida, o fruto da Árvore da Vida, que lhes dava o poder da imortalidade. Mas quando o casal desobedeceu a ordem do criador de não se afastarem do Jardim Santo para dar ouvido à Serpente, Deus os puniu e os expulsou, tirando-lhes o direito de comer do fruto da vida eterna. Deus vendo que o casal podia voltar e entrar no Jardim Santo e comer da Árvore da Vida teve que fechar a entrada e colocar anjos querubins para protegê-lo de qualquer invasor.

O homem decaído conseguiu o que queria: o conhecimento do bem e do mal e o contato com a civilização. O homem da Raça Adâmica, sendo criado à imagem e semelhança de Deus, não aceitou se sujeitar e se rebelou contra o próprio Criador, e quis se tornar senhor de si mesmo e do mundo que o rodeia. E atualmente esse homem decaído não para na sua busca incessante pelo conhecimento. O homem da raça adâmica decaída não pode ser senhor de nada neste mundo porque ele é um ser imperfeito, dominador e opressor. Atualmente o homem está tendo controle sobre a matéria e as forças da natureza. E nessa busca desenfreada pelo poder e o domínio de tudo, o homem tem se tornado uma grave ameaça para sua própria espécie e para todo o planeta. Se nada ou ninguém impedir o homem na sua busca pelo controle da natureza e domínio da matéria, chegará o dia em que ele baterá no peito e dirá que tem o poder e o controle de tudo, e que tem o poder de um deus para criar e destruir os elementos da natureza. A bomba atômica, a nanotecnologia e a codificação do genoma humano são exemplos de poderes que o homem decaído tem alcançado.

“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito” (Gên. 3:1).

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apoc. 12:9).

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida” (Gên. 3:22-24).

Satanás, a Serpente, esperou o momento certo para dar o bote em Eva. Ele esperou Eva sair das dependências do Jardim Santo a se aventurar em floresta desconhecida. O anjo caído passou conhecimento proibido para Eva, a qual se sentiu fascinada, e não deu ouvido à ordem de Deus para se afastar da Árvore do Mal. Satanás levou Eva até o reino dos Atlantes, e lá ela contemplou pessoas trajando-se com vestimentas. Foi a partir daí que ela e Adão passaram a ter vergonha de andarem nus, pois, passaram a ter conhecimento de uma civilização avançada. A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal era a raça dos Atlantes que habitava no meio do Grande Jardim, isto é, no meio do planeta Terra, com os quais Adão e Eva estavam proibidos de manter contato. Esses Atlantes do tempo de Adão e Eva eram uma raça de humanos que sobreviveu ao grande cataclismo que devastou o continente que existia sobre as águas do Oceano Atlântico, em razão da queda de um meteoro há 100 mil anos atrás. Os Atlantes eram um povo civilizado, trajavam-se com roupas e possuíam tecnologia. Tinham Ciência e conhecimento do bem e do mal. Era um povo que cultuava os deuses caídos (anjos caídos) e praticavam toda sorte de bruxaria e encantamentos. Assim como nem todos os nefilins foram extintos pela catástrofe do grande Dilúvio, os Atlantes também não foram totalmente exterminados da face da Terra quando a catástrofe se abateu sobre o continente onde habitavam.

Temos que deixar a meninice de lado e parar com a crendice infantil de achar que o simples ato de Eva comer uma fruta de aparência aprazível foi a causa da queda da humanidade no pecado. A queda da humanidade foi o simples fato do homem ter mantido contato e conhecimento da civilização. A ideia original de Deus ao criar a Raça Adâmica era que esta se mantivesse pura, inocente, sem conhecimento da civilidade. Deus criou Adão e Eva como humanos nativos, isto é, como índios selvagens. Por isso, a Bíblia diz que eles andavam nus e não se envergonhavam. Os povos indígenas não-civilizados sempre andam nus e não se envergonham. Os índios só começam a usar vestimentas depois que mantém contato com os civilizados. Os povos indígenas são os verdadeiros guardiões da Terra. As tribos indígenas podem passar gerações e gerações e viver milhares de anos, mas eles não inventam nenhuma tecnologia, não possuem Ciência, não sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra, não depredam a natureza, e protegem os animais. Suas canoas e embarcações continuam sendo de madeira e suas casas de palha. Essa era a ideia original de Deus quando criou a nova raça de humanos sobre a Terra. Os povos civilizados inventam tecnologias, têm Ciência, depredam a natureza, dizimam as florestas e o meio ambiente, e matam os animais para fins de comercialização. Os índios matam para se alimentar. Além do mais, os civilizados sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra. E agora nesses últimos 70 anos temos visto que a atual civilização humana está prestes a colocar fim no próprio planeta com as armas nucleares. A própria raça humana e a natureza estão ameaçadas de extinção por causa do pecado do homem em ter conhecido a civilização. E o culpado disso tudo foi Satanás, o anjo rebelde. Mas tem humanos que acham muito bom as tecnologias que a atual civilização tem inventado e proporcionado para o bem e usufruto de poucos. A maioria da civilização vive na miséria e na penúria, vivendo explorada e esquecida.

As igrejas evangélicas e a católica não podem evangelizar os povos indígenas não-civilizados, pois eles não carregam o pecado original, o pecado da civilização. Os povos indígenas não-civilizados são o remanescente da verdadeira Raça Adâmica, a raça pura e inocente que os Elohim criaram na Terra.

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A PROVA DA EXISTÊNCIA DE OUTRAS RAÇAS DE HUMANOS HABITANDO NO TEMPO DE ADÃO E EVA

Muitos teólogos e estudiosos da Bíblia tem se questionado, querendo entender de onde Caim arranjou sua mulher, já que ele havia sido expulso da terra onde seus pais habitavam. Porém, o máximo que conseguem explicar é que Caim tomou uma de suas irmãs ou sobrinhas, descendentes do seu terceiro irmão de nome Sete. Porém, isso é conclusão precipitada, sem fundamento.

Quando Caim matou seu irmão, Abel, Deus o expulsou de perto de seus pais, e passou a andar errante sobre a terra. Aí ele reclamou de Deus por tê-lo obrigado a sair de perto de sua família a vagar pelo mundo. Caim disse para Deus: “Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará. O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse. E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden” (Gên. 4:14-16).

Se só existiam naquele momento Caim e seus pais, Adão e Eva, qual a razão de Caim ter temido ser morto por alguém que o encontrasse? Uns teimosos dizem que Caim teve medo de ser morto pelas feras do campo e da floresta. Porém, pelo contexto da narrativa, Caim estava com medo de ser encontrado e morto por outras tribos de humanos que ele sabia que habitavam por perto. Deus disse ainda que quem matasse Caim seria vingado sete vezes. Ora, esse castigo de ser vingado sete vezes não podia ser aplicado a um animal ou fera do campo. E tem mais: naquele tempo havia a lei do vingador. Quando alguém matava um familiar seu, esse alguém era procurado e perseguido até ser morto e vingado a morte do familiar. No entanto, essa vingança não se dava quando alguém matava um membro da própria família, pois, se prevalecesse a lei do vingador, não sobraria ninguém vivo da família. Por essa razão, Caim não estava temendo ser morto por algum familiar seu que porventura quisesse vingar a morte de Abel.

A razão de Deus ter colocado uma marca em Caim era com o fim de protegê-lo para que ninguém de outra tribo o matasse. A marca colocada em Caim foi a cor de sua pele que foi alterada. Por certo, os da Raça Adâmica eram de pele branca, e os da Raça dos Atlantes eram de pele escura ou parda. Se Caim tivesse a mesma cor de pele dos Atlantes ele não seria morto e seria confundido como um membro da civilização dos Atlantes. Foi da Raça dos Atlantes que Caim tomou sua mulher. Como diz o texto, os Atlantes que sobreviveram ao grande cataclismo habitavam na terra de Node, ao oriente do Éden. Repare que esse “Éden” não é o Jardim Santo que Deus criou para Adão e Eva. Éden era o antigo nome dado ao planeta Terra. Veja que a Bíblia diz que o Jardim Santo foi plantado ao oriente do Éden. Mas a terra de Node era um pouco mais afastada da área do Jardim Santo.

A descendência da mulher são os humanos piedosos e pacíficos, os chamados filhos de Deus, que não buscam a Ciência e a tecnologia e não fundem o metal para construir armas para a guerra. A descendência da Serpente são os anjos caídos, mas também são todos os homens maus e poderosos, que fundem o ferro e constroem armas para guerrear, que derramam sangue, que depredam a natureza e dizimam os animais. Os humanos que amam a Ciência e a tecnologia, e vivem em busca de riquezas materiais também são filhos da Serpente, são os que aprovam o conhecimento que Satanás passou para Adão e Eva. Dizem que se o anjo caído não tivesse transmitido o conhecimento proibido aos humanos (o ‘fruto proibido’), a humanidade até hoje estaria vivendo reclusa num pequeno paraíso sem poder se afastar de lá, sem poder explorar o mundo e desfrutar de suas riquezas. Mas isso é história pra boi dormir. Se o homem não tivesse pecado, isto é, tomado conhecimento da civilização, até hoje o nosso planeta era um verdadeiro paraíso, com toda sua fauna e flora bem preservada.

Existem notícias na internet dando conta de que a Terra está prestes a ser atacada por alienígenas. E que eles vão atacar para matar e destruir. E não duvido disso. Os Elohim estão a par de tudo que acontece no planeta. Eles sabem do grande arsenal nuclear dos EUA, da China, da Rússia, da França, do Paquistão e da Coreia do Norte. Os Elohim estão preocupados com o fim da raça humana e de todos os animais. E quem é responsável por esta ameaça à vida na Terra é a raça humana decaída, esta que comeu do fruto proibido e não se arrependeu. E os Elohim estão prestes a por fim nos homens maus para proteger o planeta Terra da destruição completa.

Eu creio assim. E você continua acreditando em contos de fada?

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Muitos teólogos, pastores e estudiosos cristãos estão tendo uma visão diferente sobre os fatos e relatos da Bíblia por causa de Miquels7 e dos textos publicados em seu blog. Se Miquels7 não existisse, muitas coisas sobre Deus, Jesus, as profecias de Daniel, Ezequiel e Apocalipse ficariam sem solução, sem um ponto de vista diferente. Se Miquels7 desaparecer, muito conhecimento vai desaparecer também. Miquels7 não surgiu por acaso. Miquels7 tem muito conhecimento para revelar.

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Miquels7

 

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03/09/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

FINALMENTE DECIFRADO O ENIGMA: QUEM É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA POSTA NO MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM

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ATENÇÃO: Este artigo inédito foi publicado na internet no blog Mensagens Para a Geração, de Miquels7, no dia 29/08/2017. Pesquisei na internet, mas não encontrei nenhum artigo com conteúdo semelhante, admitindo que a Abominação Desoladora é o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, construída no Monte do Templo em Jerusalém. Existem dezenas de artigos em sites e blogs falando sobre o Domo da Rocha, falando sobre sua importância para os muçulmanos, e até blog afirmando que o referido santuário profano foi inicialmente construído para os judeus. Porém, ninguém admite que este santuário profano dos muçulmanos, construído no Monte do Templo em Jerusalém em lugar do Templo do Deus de Israel, tenha alguma relação com a “abominação desoladora” referida no livro de Daniel 12 e em Mateus 24. Qualquer artigo semelhante publicado na internet a partir desta data, sem fazer citação do artigo de Miquels7, deve ser considerado plágio. E tenho dito.
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Os teólogos tradicionais ensinam que quando o Anticristo reinar na Terra, após o arrebatamento da Igreja, ele ordenará a reconstrução do Terceiro Templo em Jerusalém e se assentará num trono como deus, para ser adorado. E tal fato será o cumprimento pleno da “abominação desoladora” profetizada no livro de Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. Porém, essa interpretação não tem apoio bíblico; é pura forçação interpretativa para tentar encaixar o cumprimento das profecias de Daniel sobre os últimos dias, logo após o arrebatamento. As profecias de Daniel, de Jesus e do Apocalipse já vêm se cumprindo há vários séculos, mas os teólogos tradicionais não admitem. Eles querem forçar o cumprimento das profecias relativas aos últimos dias tudo num período de 7 anos, que eles denominam de Grande Tribulação, e que ainda não ocorreu; e que só ocorrerá após o tal arrebatamento; e que culminará com a chegada do Anticristo.

Domo da Rocha - Mesquita Muçulmana 2

Um dos erros teológicos que causou todo esse embaraço é a afirmação de que os sacrifícios contínuos no Grande Templo foram cessados com a morte e ressurreição de Jesus, e não por ocasião da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. E tudo isso se deu devido ao ensino equivocado de Paulo sobre a abolição da Lei e dos Profetas, o que jamais ocorreu.

“Mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido” (II Cor. 3:14).

“Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer” (Hebreus 8:13).

É evidente que muitos preceitos do antigo Pacto se tornaram obsoletos. E na verdade, a Lei de Moisés consistia de vários pactos: pacto da celebração da Páscoa, pacto da Circuncisão, pacto da guarda do santo Sábado, pacto das ministrações no Santuário, dos holocaustos e ofertas pelo pecado, e mais do sacrifício contínuo. A Lei de Moisés ainda se dividia em leis cerimoniais e leis civis. Em relação às leis civis, muitos preceitos tornaram-se obsoletos. E foi o próprio Senhor Jesus que revelou o que estava obsoleto na Lei. Por exemplo, Jesus demonstrou que estava obsoleto o mandamento sobre o apedrejamento de mulheres pegas em adultério. E consequentemente subentende-se que o mandamento que determinava o apedrejamento de pederastas (homossexuais) também estava obsoleto. A observação irrestrita do Sábado também estava obsoleta, pois, até os que violavam a guarda do Sábado para colher lenha para se aquecer ou para ajudar um doente eram punidos com a morte. E tudo isso Jesus achou um exagero. Em relação às leis cerimoniais, as festas de Israel e a lei dos dízimos para os levitas Jesus não demonstrou nada contra. Jesus se posicionou de forma contundente contra o zelo excessivo dos doutores da Lei porque estes não cumpriam suas obrigações com fidelidade, mas colocavam pesado fardo sobre o povo, exigindo cumprimento pleno da Lei e até de coisas que nem na Lei estavam prescritas. E Jesus sabia que Deus, o Pai, prefere mais obediência a sacrifícios. E os sacerdotes e o povo não estavam cumprindo os mandamentos mais essenciais em relação ao próximo, pois o segundo maior mandamento da Lei era o amor ao próximo, e dedicação à causa dos órfãos e das viúvas. O povo pecava demais por não obedecer aos mandamentos, e com isso, havia um exagero de sacrifícios pelos pecados. E Deus se enojou disso, chegando ao ponto de abominar os sacrifícios oferecidos pelos judeus. Mas essa atitude de Jeová não anulou em nada a Lei dos sacrifícios e ofertas pelo pecado. Com a destruição do Grande Templo no ano 70 d.C, a Lei cerimonial dos sacrifícios ficou suspensa, e ainda permanecerá até o dia em que Deus autorizar a volta dos sacrifícios no monte do Templo em Jerusalém. Lembre-se que durante o período que os judeus estiveram cativos na Babilônia depois que o primeiro Templo foi destruído, eles não ofereceram nenhum sacrifício, pois, não podiam realizar sacrifícios em terra estranha. Quando o rei da Babilônia autorizou Zorobabel a liderar a reconstrução do segundo Templo, os judeus voltaram a oferecer sacrifícios sobre altares improvisados no monte do Templo. Assim vai acontecer quando Deus ordenar a reconstrução do Terceiro Templo. Mas, para que isso aconteça, o Domo da Rocha (a Mesquita Muçulmana) terá que ser derrubado.

“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Deut. 10:12).

“Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros” (I Samuel 15:22).

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes” (Isaías 1:11). [Mesmo Jeová dizendo essas coisas, a Lei dos sacrifícios não está sendo invalidada].

“Então se levantou Jesuá, filho de Jozadaque, com seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos; e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, homem de Deus” (Esdras 3:2).

Outro erro teológico é achar que as profecias dos últimos dias só se cumprirão no período da última semana das 70 semanas de Daniel. Ou seja, para os teólogos tradicionais, a 69ª semana de Daniel culminou com a morte do Messias, no ano 27 ou 29 d.C. E a última semana de tempos, a 70ª, ainda não começou a contar e só começará depois do arrebatamento da Igreja. Pode até ser, mas não depois do tal arrebatamento, e sim, após o término do tempo dado aos gentios. Mas, mesmo após a destruição do Templo no ano 70 d.C, outras profecias foram se cumprindo, até o ano 691 d.C, ocasião em que os muçulmanos profanaram de vez o monte do Templo. A partir dessa data começou a contagem do tempo dado aos gentios.

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações” (Daniel 9:25-26).

Ainda outro erro teológico grave é achar que todos os fatos retratados no Apocalipse se referem ao futuro, e que só se cumpririam após o início do segundo século da Era Cristã. Os teólogos tradicionais calculam que João escreveu o Apocalipse no ano 96 d.C, ou seja, escreveu os relatos depois da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. Porém, isso é um grande equívoco. Primeiramente devemos entender que João não escreveu o Apocalipse num período de um ano ou poucos meses. João foi exilado na ilha de Patmos antes do ano 70 d.C, portanto, antes da destruição do Templo. Isso se evidencia no relato do capítulo 11 de Apocalipse. João passou vários anos recebendo as visões do Apocalipse e também vários anos escrevendo até concluir o livro. Quando Jesus aparece a João pela primeira vez e pede para ele escrever num livro as visões que havia contemplado, ele não tinha pena e pergaminho nas mãos para escrever naquele momento. João só passou a escrever as visões nos pergaminhos meses depois que teve a primeira visão. Ele teve que encomendar o envio de dezenas de pergaminhos para que pudesse relatar as visões. Cada pergaminho era feito de couro curtido de animal, e João não podia escrever rapidamente sobre eles, pois o bom escriba não podia entregar um documento rasurado. Portanto, João levou muito tempo para concluir os escritos do Apocalipse.

“Foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e foi-me dito: Levanta-te, mede o santuário de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias. Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da terra. (…) E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e as vencerá e matará. E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:1-4,7-8).

Quando o anjo ordena a João para medir o Santuário, isto é, o Grande Templo, por certo ele já se encontrava em Jerusalém. Talvez João tenha sido abduzido e levado pelos anjos até a cidade Santa, dias antes da destruição do Templo no ano 70 d.C. O ato de medir o Santuário, significa que ele vai ser destruído. E Deus diz a João para não medir o átrio que está fora do Santuário, porque foi dado aos gentios, para ser pisado durante 1260 dias, que profeticamente equivalem a 1260 anos. No entanto, o número correto de dias não é 1260 nem 1290 dias, mas, 1335 dias, conforme diz Daniel 12:11-12. O Santuário foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C em cumprimento da profecia de Daniel 12. Em Daniel 12:11 diz que “desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias”. Portanto, Daniel 12 está se referindo à destruição do Templo no ano 70 d.C, e não num imaginário templo que seria construído pelo Anticristo após o arrebatamento da Igreja. E a contagem dos 1260 dias ou 1290 dias não é exatamente a partir do dia da destruição do Templo. A contagem deve começar a partir da instalação da Abominação Desoladora.

Deus advertiu no livro de Zacarias que faria de Jerusalém um “cálice de tontear”. Mas, por quê? Por causa do Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, que está profanando o local sagrado do Templo do Senhor. Os judeus querem reconstruir o Terceiro Templo no mesmo local do Segundo Templo, mas os muçulmanos não aceitam, pois, para que seja feita a reconstrução, é necessário retirar a Mesquita Muçulmana de lá, mas eles não aceitam jamais que seja retirado o Domo da Rocha. E na verdade, os muçulmanos querem ter o controle total sobre a área do Monte Moriá, o monte do Templo, mas os judeus também reivindicam o seu direito sobre a área do monte santo, que é o local de adoração deles. Por causa dessa disputa da área do monte santo e da rixa entre os judeus e os gentios (palestinos, muçulmanos, árabes, em geral), a cidade de Jerusalém realmente tem se tornado um cálice de tontear.

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém” (Zacarias 12:2).

O DOMO DA ROCHA É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).

“E estando ele sentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. (…) Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mateus 24:3,15-16).

Um enigma que há séculos tem tirado o sono de centenas de estudiosos da Bíblia finalmente foi decifrado por Miquels7.

O Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana construída no local do monte sagrado do Templo em Jerusalém (que foi destruído no ano 70 d.C e dado para ser pisado pelos gentios), é a “Abominação Desoladora” profetizada em Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. A Mesquita Muçulmana está profanando o monte do Templo, e a data de sua fundação é o referencial para a contagem do tempo dado aos gentios e o fim dos tempos.

Desde a construção da Mesquita Muçulmana no monte do Templo, ela tem se tornado motivo de discórdia e ódio entre judeus e gentios. Um versão de Mateus 24:16 diz “quando virdes estar no lugar santo a abominação de desolação”. Repare: “abominação de desolação”. Significa que é algo que promove ódio e discórdia, até gerar conflitos e mortes, que é a desolação. 


A Mesquita Muçulmana ou Domo da Rocha foi construído no ano 691 d.C. E é a partir de sua construção que começa a contagem dos tempos da profecia de Daniel 12. Parece-me que a data do início da construção dessa Mesquita também tem muita relevância na contagem dos tempos. O início da construção se deu no ano 685 d.C. Cálculo: 685 + 1335 = 2020.


O “lugar santo” o qual a profecia se refere é o monte onde o Grande Templo do Senhor foi construído e depois destruído pelos romanos no ano 70 d.C, e onde posteriormente foi instalado a Abominação Desoladora no seu lugar, no ano 691 d.C, profanando o local.

A primeira parte do cumprimento da Abominação Desoladora foi a chegada do exército romano em Jerusalém e a profanação do Monte Santo, quando os soldados entram no Santuário, queimando tudo e derrubando o altar dos sacrifícios.

A segunda diáspora judaica não se deu exatamente no ano 70 d.c, com a fuga dos judeus e a matança dos que ficaram em Jerusalém, e a destruição do Templo. Porém, a segunda diáspora se deu realmente no ano 135 d.C. Segundo relatos históricos, “os judeus, liderados por Simão bar Kochba revoltaram-se novamente contra o domínio de Roma, e Jerusalém foi novamente arrasada por ordem do imperador Adriano, no ano 135. Cerca de 600.000 judeus foram massacrados e sobre os restos da cidade foi edificada uma cidade helênica, e sobre o monte onde se erguera o Santuário de Jeová foi construído um templo dedicado ao principal deus romano, Júpiter Capitolino”.

Mas, o cumprimento das profecias não parou aí.

Veja a seguinte informação:

“Às vezes referido como a “Mesquita de Omar”, na verdade, o Domo da Rocha não é um legado de Omar. Omar construiu uma estrutura mais antiga, mas não o Domo da Rocha. E este edifício é considerado um santuário e não uma mesquita. Os homens oram na mesquita de Al Aqsa, localizado a 200 metros a sul. Os muçulmanos acreditam que este é o lugar onde Abraão esteve a ponto de sacrificar o seu filho Isaque”.

O Domo da Rocha não é tão grandioso assim, mas, ele foi construído com a intenção de substituir o Santuário do Deus de Israel. Portanto, o Domo da Rocha foi feito intencionalmente para profanar o Monte Santo do Senhor.

Tem um artigo publicado na internet falando sobre o local da possível construção do Terceiro Templo. Fala, ainda, sobre o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, mas ninguém se toca que ela representa a real Abominação Desoladora. Confira:

http://www.libertar.in/2014/03/onde-sera-o-terceiro-templo-um-ponto.html

O Monte do Templo do Senhor em Jerusalém

A profecia de Apocalipse 11 diz que o Grande Templo em Jerusalém seria destruído pela última vez, e o seu lugar sagrado seria dado aos gentios para ser pisoteado por 1260 dias, que quer dizer 1260 anos. Ou, conforme o livro de Daniel, seriam 1290 dias proféticos, que equivalem a 1290 anos literais.

Não são somente os muçulmanos que pisam e profanam o Monte do Templo em Jerusalém, mas também povos de toda a Terra, os turistas, bem como os cristãos que visitam Israel e fazem orações no Muro das Lamentações.

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias” (Daniel 12:11).

O cálculo do enigma:

1) 691 + 1260 = 1951 (Apoc. 11:3) Os judeus regressam para Israel, mas o Terceiro Templo não é reconstruído, pois ainda não terminou o tempo dado aos gentios para profanarem o Monte Santo.

2) 691 + 1290 = 1981 (Daniel 12:11) O relógio do tempo do fim começa a contar; Israel se fortalece, mas faz acordo com o governo da Besta; e seus inimigos o cercam e afrontam.

A partir do estabelecimento da “Abominação Desoladora” – a Mesquita Muçulmana no monte do Templo, no ano 691 d.C -, começa a missão das duas testemunhas, as duas oliveiras que assistem diante de Deus, conforme a profecia de Apocalipse 11: O Judaísmo e o Cristianismo são essas duas testemunhas que tem pregado sobre o reino do Messias. A morte das duas testemunhas simboliza a morte do Judaísmo e do Cristianismo, ou a perseguição da Besta (governos humanos) e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos, até seu extermínio completo, pois, é assim que está escrito em Apocalipse 13. A ressurreição e o arrebatamento das duas testemunhas simbolizam a primeira ressurreição dos santos e sua ascensão aos céus. E quando se dará isso? Qual o tempo exato da culminância dos últimos acontecimentos? A culminância de tudo pode ser o ano de 2026.

Veja que o profeta Daniel estabelece outra contagem de tempo no mesmo capítulo 12. 

“Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:12).

Esses 1335 dias refere-se à culminância da profecia. Referem-se ao término do período dado aos gentios para pisarem o Monte Santo, em Jerusalém. Significa que bem-aventurados serão todos aqueles que atravessarem vivos o período de tribulação e perseguição da Besta e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos.

3) 691 + 1335 = 2026 (Daniel 12:12) Culminância da Profecia e início da Grande Tribulação para a conquista final da Terra. Note que 2026 é véspera de 2027, tempo que completa 2000 anos da morte de Jesus. Há algumas controvérsias sobre o ano da morte de Jesus, mas, tudo indica que sua morte se deu entre os anos 27 e 33 d.C.

Após a culminância, com a primeira ressurreição e arrebatamento dos escolhidos (os 144 mil judeus), ainda haverá o período do derramamento das 7 taças da ira contra os governantes da Terra, até que ela seja finalmente conquistada. Só depois disso que será tocada a sétima trombeta, anunciando que tudo está cumprido.

“E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu. É passado o segundo ai; eis que cedo vem o terceiro. E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:13-15).

Esse terremoto em Jerusalém talvez ocorra devido à explosão de uma bomba nuclear. O governo de Israel já construiu vários abrigos antiaéreos e antirradiação nuclear. Mesmo assim, muitos que não conseguirem se abrigar, morrerão atingidos pelas bombas.

Percebam que em Apoc. 11:3 diz que as duas testemunhas profetizarão por 1260 dias (42 meses ou 3 anos e meio), que literalmente significam 1260 anos. Porém, em Apoc. 11:9 diz que vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os corpos das duas testemunhas por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados. O que significam esses três dias e meio? Significam um período de 3 anos e meio em que os judeus e cristãos serão perseguidos e mortos, isto é, o período final dos 7 anos da Grande Tribulação.

Será isso a maior revelação dos últimos tempos?

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Falou e disse Miquels7

 

29/08/2017 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

QUEM SÃO OS “SEPULCROS CAIADOS” NOS DIAS ATUAIS?

Este texto é inédito na internet, falando de forma contundente sobre os “sepulcros caiados”. Ninguém tem coragem e entendimento para escrever de forma contundente sobre esse assunto. Só aqui no blog do Miquels7 você lê textos que falam com toda sinceridade, com clareza, com coerência, revelando os erros teológicos e as crendices absurdas dos crentes, alimentadas há séculos.
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Jesus chamou os fundamentalistas religiosos de sua época, os fariseus, os sacerdotes e doutores da Lei, de SEPULCROS CAIADOS: Tudo limpinho e bonito por fora, mas por dentro só podridão.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mateus 23:27-28).

Os sacerdotes fundamentalistas de Israel tinham um zelo excessivo pela Lei. Eles exigiam que o povo cumprisse rigorosamente os mandamentos da Lei, sem tropeçar em nenhum deles. Mas, mandamentos essenciais que os próprios sacerdotes e líderes do povo deviam praticar, eles não cumpriam, e ainda colocavam um jugo pesado para o povo carregar. Eles viviam do bom e do melhor, sem preocupação, porque o povo tinha a obrigação de sustentá-los com os dízimos (que nunca foi dinheiro vivo, mas mantimentos); pois, os dízimos não eram somente para eles, mas tinha que ser repartido também entre os pobres, os órfãos e as viúvas. Os sacerdotes desprezavam e viravam as costas para os desvalidos dentre o povo; não davam atenção aos pobres, aos órfãos e às viúvas, e permitiam todo tipo de injustiças. Por causa disso, Deus ameaça severamente os sacerdotes e pede no livro de Malaquias para o povo trazer os dízimos à casa do tesouro. Essa casa do tesouro eram os armazéns onde se estocavam os mantimentos, os quais eram destinados para os sacerdotes e suas famílias, e também para todos os que necessitassem entre os pobres do povo. Eles mantinham aparência de bons pastores, de líderes justos, mas por dentro eram cheios de luxúria, de avareza e de pecados, verdadeiros sepulcros caiados. Qualquer desvio de conduta, qualquer delito pequeno que alguém praticasse eles decretavam punição severa. Se um cidadão estivesse espancado e caído no chão, eles passavam de largo e não ajudavam; só mesmo um bom samaritano, a quem eles chamavam de “porcos”, podia se compadecer dos desvalidos. Se alguém estivesse doente e precisando de ajuda no dia de sábado, eles deixavam morrer à míngua, porque causa do zelo excessivo da guarda do sábado.

Jesus veio para acabar com o fundamentalismo religioso de sua época. Fez e ensinou várias coisas que iam contra os ensinos tradicionais dos anciãos e dos sacerdotes que zelavam pelo cumprimento da Lei. A quebra de ordenanças simples da Lei os sacerdotes condenavam severamente. A Lei dizia “olho por olho, dente por dente”; “amai a vossos irmãos e odiai a vossos inimigos”, e nem mesmo essa ordenança de “odiar os inimigos” estava prescrita na Lei de forma explícita, mas os sacerdotes a transformaram em mandamento. Por causa desses e de tantos outros absurdos praticados pelo fundamentalismo religioso Jesus se revoltou e ensinou coisas totalmente ao contrário. Jesus disse: “Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem”. Para conter a violência e o ódio aos desafetos, e inclusive o ódio contra pessoas de outras nacionalidades que habitam no país (xenofobia), Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Jesus veio revolucionar, ensinando o caminho da paz e do amor.

Jesus efetuou curas nos dias de sábado, e tal atitude levou os fundamentalistas religiosos à loucura, a tal ponto de tramarem a sua morte. Jesus e seus discípulos colheram espigas de milho no dia de sábado, porque estavam com muita fome, devido a longas jornadas que faziam de cidade em cidade. E os fundamentalistas religiosos estavam de olho em tudo que Jesus e seus discípulos faziam. Jesus impediu o apedrejamento de uma mulher adúltera, e ainda disse que quem estivesse sem pecado, que atirasse a primeira pedra. Na Lei está escrito que os homossexuais devem ser mortos, apedrejados. Se Jesus tivesse se deparado com uma situação de tentativa de apedrejamento de um homossexual, por certo, Ele teria impedido, tal como fez com a mulher adúltera que queriam apedrejar.

Jesus subiu a um monte e visualizou uma grande multidão que andava sem rumo, sem levar nada na mão, a procura de um libertador da opressão do jugo romano. E Jesus teve compaixão da grande multidão, efetuou milagres e saciou a fome do povo, multiplicando os pães e peixes. Jesus bateu de frente com os ricos e poderosos de sua época, dizendo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico avarento se salvar. Jesus disse que os ricos avarentos já receberam a sua recompensa nesta vida; e no por vir eles não terão nada de galardão para receber, muito menos a salvação. Jesus também bateu de frente com os pastores mercenários, esses pastores que recebem salários para cuidar do rebanho e fazer a obra de Deus, e ainda os chamou de ladrões e salteadores (João 10).

Por causa de tantas coisas que Jesus fez contra o fundamentalismo religioso, ele foi perseguido, julgado e condenado à morte. Mas tudo ele fez por amor, e ainda se tornou símbolo de libertação do pecado, do ódio, da guerra e da opressão dos ricos e políticos poderosos. Jesus tornou-se símbolo de vida, de acolhimento e de luta em prol da causa dos pobres, dos injustiçados, dos presos, dos desvalidos, dos fracos e dos oprimidos pelo pecado.

E QUEM SÃO OS ‘SEPULCROS CAIADOS’ DOS NOSSOS DIAS?

Sepulcros caiados dos nossos dias são todos os pastores mercenários (que recebem salários para pastorear) e todos os crentes e religiosos fundamentalistas, que tem um zelo excessivo pelos ensinamentos da Bíblia, mas que eles mesmos não praticam os mandamentos de Cristo e nem fazem a obra de Deus por amor. São ávidos em vigiar e reparar a conduta dos outros, mas não olham para dentro de si mesmos. São os que fazem a obra de Deus só visando os dízimos, ou só se forem pagos, porque querem receber o galardão no tempo presente. E outros líderes religiosos, metidos a moralistas, que zelam de forma excessiva pela obediência a certos mandamentos da Bíblia, e querem impor a força o seu fundamentalismo religioso, mas pisam sobre outros mandamentos que eles deviam praticar. Colocam um jugo pesado para os crentes carregarem, e viram as costas para os problemas dos fiéis. Eles vivem do bom e do melhor, tem mansão, tem carro de luxo, tem avião, e quando viajam por aí, se hospedam nos melhores hotéis, e quando são convidados para pregar em outras cidades, ainda cobram altos cachês.

Os cantores gospel, que só visam o dinheiro com a vendagem de suas músicas e de shows que realizam de cidade em cidade, também são ‘sepulcros caiados’. Todos esses mega cantores gospel são ricos, possuem mansões, têm carros blindados, cobram até para cantar em outras igrejas, e vivem do bom e do melhor. O rei Davi fez mais de 100 salmos (hinos de louvores), mas não cobrou nenhum direito autoral, nem se utilizou da profissão de cantor e de músico para se promover ou ganhar dinheiro. E os cantores gospel pegam os salvos de Davi, colocam uma melodia qualquer, gravam no CD e põe à venda nas grandes lojas do país para faturar milhões de reais. São verdadeiros salafrários.

Os pastores mercenários não se compadecem dos pobres, dos fracos, dos desvalidos, dos injustiçados e dos oprimidos. Com a desculpa esfarrapada de que a ‘obra de Deus’ é somente pregar o evangelho para arrependimento, a fim de livrar a alma do pecador do inferno, eles recebem altos salários proveniente dos dízimos e das ofertas, vivem uma vida regalada, provam do bom e do melhor desta vida, e viram as costas para os problemas do povo, e quando fazem que se importam, ainda iludem os fiéis, enganando com falsas promessas de prosperidade para aquele que der mais oferta, para aquele que for mais fiel nos dízimos, mesmo que esteja precisando do dinheiro para comprar remédio para o filho doente, ou comprar o próprio alimento. São verdadeiros ladrões e salteadores.

OS PASTORES MERCENÁRIOS RESOLVEM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS E DA SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA COM DINHEIRO, MAS QUEREM QUE OS FIÉIS RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS APENAS COM A FÉ. SÃO VERDADEIROS CANALHAS!

A obra de Deus, que os pastores mercenários deviam fazer, eles não fazem, que é visitar e amparar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades materiais, isto é, os pobres e os desvalidos e desamparados pelo poder público; visitar e ajudar os doentes nos hospitais e asilos, visitar e ajudar os presos políticos, os presos considerados “ladrões de galinha”, esses que estão presos por terem furtado algum alimento para si ou para sua família; lutar pela causa dos injustiçados, discriminados e oprimidos pelos ricos e poderosos. (Leia Mateus 25: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me”). A salvação é pelas obras, e não pela fé.

Os crentes fundamentalistas religiosos não querem fazer o bem, praticar a caridade, porque isso pode configurar que eles estão tentando alcançar a salvação através das obras. São zelosos em obedecer ao ensino equivocado de Paulo, de que a salvação é somente pela fé, e em virtude desse fundamentalismo religioso, eles deixam de praticar o bem, e fazer a verdadeira obra de Deus.

“Aquele, pois, que sabe E PODE fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

Os fundamentalistas religiosos se preocupam tanto com os homossexuais e com os que defendem a liberação das drogas e do aborto, mas eles não se preocupam verdadeiramente com a pessoa humana em si. Eles só se preocupam em vigiar e julgar os que não estão cumprindo à risca os ensinamentos da Bíblia, seja crente ou descrente. Querem por força impor seu fundamentalismo religioso num país democrático, onde a Constituição estabelece que o Estado é laico. Os evangélicos querem fazer prevalecer os símbolos cristãos nas repartições públicas, enquanto que os ateus e agnósticos querem que sejam retirados todos e qualquer símbolo religioso. E os dois lados estão errados. Se o nosso Estado é laico, então devem prevalecer nas repartições públicas todos os símbolos religiosos, inclusive os símbolos do ateísmo, do Islamismo, do Budismo, do Espiritismo, etc. Deve estar lá todos os símbolos religiosos, para qualquer um ver e escolher o que quer seguir. Não é porque a maioria da população do país é cristã, evangélica ou católica que se vai querer prevalecer a religião dominante sobre os demais. A democracia é coisa própria da Grande Babilônia, onde todos os gostos e crenças são permitidos. Enquanto formos uma democracia, todos devem ter seu espaço para ser o que quiser ou praticar qualquer culto, ou seguir qualquer religião, ou nenhuma. Mas, cada um dentro do seu quadrado, sem perturbar a vida alheia, sem avançar sobre o direito dos outros. Os evangélicos querem ter o direito de perturbar os outros com suas caixas de som, pregando nos terminais de ônibus, no metrô e nas esquinas das ruas, mas não querem que os outros tenham o direito de divulgar as suas crenças. E esse fundamentalismo religioso deve acabar.

O recado está dado. Cumpra-se, publique-se e cientifique-se.

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Miquels7 – Doa em quem doer.

21/08/2017 Posted by | IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | Deixe um comentário

FATOS PREVISTOS NO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO FORAM PLANEJADOS POR DEUS

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Cavalos-Apocalipse

Ninguém pode determinar o que acontecerá no futuro, exceto se algo for planejado para que aconteça no momento certo.

Ninguém pode saber o futuro, nem mesmo Deus.

Sei que é chocante falar isso, mas alguém tem que dizer. E falo sem medo de errar.

Depois de tudo que já estudei sobre a Bíblia e suas profecias, deparei-me com uma verdade inconveniente: Deus não é onisciente nem onipresente. Ninguém pode ser onipresente, muito menos onisciente. Deus é Todo-Poderoso, mas, existem certos atributos dados a Ele pelos crentes e pelos teólogos que não são verdadeiros, e jamais podem ser comprovados. A Bíblia diz muitas coisas sobre Deus, seus atributos, seu caráter, mas apenas diz… Porém, nada pode ser comprovado. Acredita-se em tudo pela fé cega.

No entanto, existem muitas evidências que comprovam que Deus não é onisciente, nem onipresente. Há evidências na Bíblia que comprovam que o futuro que Deus diz conhecer é um futuro planejado para que aconteça.

Por exemplo, no livro de Daniel Deus revelou ao profeta que 70 semanas haviam sido determinadas até o surgimento e morte do Messias. E o nascimento e morte de Jesus coincidiram exatamente com a profecia. Porém, os fatos profetizados foram planejados para acontecer na data programada; os fatos sobre o nascimento e morte de Jesus não aconteceram por si só, sem interferência de Deus. Deus interferiu no curso da história, para que se cumprisse o que havia prometido. O anjo, por exemplo, foi enviado à cidade de Nazaré na data programada, para que anunciasse o nascimento de Jesus. Maria FOI ENGRAVIDADA (forçadamente) pelo Espírito Santo na data pré-estabelecida, para que o nascimento do menino coincidisse com a profecia. Se Deus fosse esperar por José para engravidar Maria, o nascimento de Jesus jamais coincidiria com a profecia.

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo” (Daniel 9:24).

Outro exemplo é o tempo predeterminado por Deus sobre a duração do cativeiro do povo hebreu no Egito. Deus prometeu dar a Abraão e sua descendência as terras de Canaã, mas disse que seu povo seria peregrino e escravo durante 400 anos, mas não disse em qual lugar e por qual nação. O cativeiro do povo hebreu foi tudo planejado por Deus. Deus permitiu que José fosse vendido aos mercadores do Egito, e planejou tudo de antemão para que a família de Jacó fosse levada para lá. Se Deus sabia de antemão que o povo hebreu seria explorado e mantido como escravo, ele poderia ter mudado o curso da história; Ele poderia ter abençoado a família de Jacó lá mesmo em Canaã, mas preferiu castigar o seu povo no Egito, para depois levá-los pelo pior caminho no deserto, até voltar à terra prometida. Ou seja, Deus fez a família de Jacó dar uma volta à toa pelo mundo, para depois voltar para o local de onde haviam saído, vindo pelo pior caminho, o deserto. E ainda levaram 40 anos de sofrimento, peregrinando no deserto. E Deus colocou a culpa do sofrimento na rebeldia do povo. Mas Ele bem podia ter evitado tanto sofrimento, abençoando e prosperando a descendência de Jacó lá mesmo em Canaã, sem ser preciso fazer o povo sofrer como escravo durante 400 anos no Egito, e mais 40 anos no deserto.

“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” (Gênesis 15:13).

A Igreja Católica inventou a doutrina (teoria) da Trindade para transformar Jesus em Deus. E Jesus deixou claro que não era Deus, e jamais se autodenominou “Filho de Deus”. Quem inventou essa estória de que Jesus é “Filho de Deus” foram os padres hereges da ICAR. Jesus sempre se autodenominou “Filho do Homem”, jamais disse ser igual a Deus. Por causa de seus feitos, os milagres, os teólogos atribuíram a Ele poderes divinos, enquanto que Ele mesmo disse que só fazia as coisas por intermédio de Deus, seu Pai. Muitos profetas do AT, como Moisés, Elias e Eliseu, também realizaram milagres, fizeram o mar se abrir e mortos ressuscitar, mas nem por isso eles foram considerados “Deuses”.

Uma das provas que atestam que Jesus não é Deus, nem onisciente, é a declaração que fez em Mateus 24, dizendo que ninguém sabe o dia e hora do seu retorno, mas somente o Pai sabe. Por que Jesus disse isso? Porque é Deus, o Pai, quem planeja os fatos que vão acontecer. E por certo, a data de seu retorno ainda não havia sido planejada. E se já havia sido planejada, Ele ainda não tinha sido notificado.

“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai” (Mateus 24:36).

Para justificar suas heresias absurdas, os teólogos ensinam que Jesus “sabia o dia da sua volta”, mas Ele resolveu se “omitir” e não quis revelá-la aos seus discípulos. Aprendi sobre isso lendo literatura dos teólogos da Assembleia de Deus. Se Jesus é Deus e é onisciente, ele não omitiu coisa nenhuma; Ele “mentiu” ao dizer que não sabia o dia da sua volta. Como eu sei que Jesus não é Deus, compreendo perfeitamente todas as coisas que Ele declarou sem nenhuma dificuldade.

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ALGUMAS PROFECIAS DO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO PROGRAMADAS

Deus não é onisciente. Todas as revelações dadas a João, no Apocalipse, foram apenas visões ou encenações de fatos que possivelmente aconteceriam de acordo com o planejamento de Deus; outros eventos futuros que João contemplou nas visões são fatos programados para serem executados no momento certo da História. A queda da Grande Babilônia, o surgimento da Segunda Besta (governos humanos), terremotos, queda de meteoro no mar e morte da terça parte dos animais, maremotos, Guerra nuclear (Guerra do Armagedom), bramidos dos mares, aquecimento global, morte e  perseguição dos cristãos e do povo judeu, tudo foi planejado por Deus para acontecer na hora certa. E muitas coisas que foram planejadas podem não acontecer exatamente como foram programadas.

Deus pode ter mudado recentemente o curso da História devido ao avanço da tecnologia humana. Parece-me que a invenção do computador, da bomba atômica e do domínio do homem sobre a matéria (manipulação do átomo e a nanotecnologia) são fatos que não estavam previstos nos planos de Deus. Deus queria destruir o poder dos governos humanos rebeldes (Besta) com pestes, terremotos e queda de meteoros, e incitando nação conta nação para guerrear com cavalos, naus, flechas e espadas. Porém, parece que Ele não contava com o poderio militar humano, poderosos caças supersônicos, e o grande arsenal de armas nucleares, que podem destruir totalmente o planeta e exterminar a vida na Terra. Deus não queria e não quer destruir toda a Terra e nem exterminar completamente a humanidade. No entanto, parece-me que Ele se sente acuado e não pode executar o que planejou para destruir os governos humanos, porque o poderio militar e nuclear deles é muito grande e perigoso.

Tem um caso inusitado na Bíblia, descrito nos livro de Josué e de Juízes, onde se diz que os israelitas não destruíram totalmente algumas nações cananeias que habitavam nos vales entre as montanhas porque possuíam poderosos carros de ferro (veículos de guerra). Porém, tempos depois, Deus refez os planos e fez com que os israelitas apenas “expulsassem” do vale os cananeus que possuíam carros de ferro. Tecnologia para destruir carros de madeira Deus tinha para oferecer aos israelitas, mas armas para destruir carros de ferro Ele não tinha para oferecer, e tiveram que mudar os planos.

“Assim estava o Senhor com Judá, o qual se apoderou da região montanhosa; mas não pôde desapossar os habitantes do vale, porquanto tinham carros de ferro” (Juízes 1:19).

Da mesma forma acredito que Deus tenha adiado a execução de seus planos devido ao avanço repentino da tecnologia humana. Os humanos só se tornaram fortes há pouco mais de 60 anos, quando inventaram a bomba atômica e o computador. E a última ameaça aos planos arcaicos de Deus é o domínio completo da matéria e da genética, a nanotecnologia e a decodificação do genoma humano. Parece-me que aos olhos de Deus a raça humana está ficando indestrutível e desafiando o seu poder. No livro de Gênesis vemos que Deus interferiu e não deixou que os humanos construíssem a Torre de Babel (torre da Grande Babilônia), porque o povo havia se unido e tinham um só intento, e estavam se tornando uma ameaça para os seus planos. Agora Deus se depara novamente com a mesma situação. E o que Ele fará agora? Se o homem está se tornando indestrutível, o único jeito de detê-lo é destruindo todo o planeta.

Acredito que Deus já modificou os seus planos concernentes aos últimos dias, antes do estabelecimento do reino do Messias aqui na Terra.

O bom estudioso das profecias do Apocalipse tem que atentar para os detalhes das revelações que presto aqui. Doutra forma, vai quebrar a cara. Coisas que os escatologistas pensam que vai acontecer podem não ocorrer exatamente como eles imaginam.

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Miquels7

10/08/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | 1 Comentário

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À JOVEM SULAMITA

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À SULAMITA, UMA MOÇA VIRGEM QUE TRABALHAVA NA SUA VINHA, A QUAL ELE SEDUZIU.

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Rosa de Sarom 2

O romance poético, em forma de cantata, “Cântico dos Cânticos”, não tem nada de espiritual, e nada tem a ver com Jesus e a Igreja.

O livro “Cântico dos Cânticos” ou “Cantares”, de Salomão, é considerado sagrado e inspirado por Deus tanto pelos judeus como pelos cristãos. Por isso, ele foi incluído no rol dos livros canônicos.

No entanto, este livro “Cânticos dos Cânticos” não tem nada de sagrado e inspirado. Este livro é apenas um romance poético, uma obra-prima da cultura judaica. Ele é superestimado pelos judeus porque é a única obra romântica antiga da cultura hebraica. Não existe na cultura hebraica antiga outra literatura romântica idêntica ao livro de Cantares, de Salomão. Este livro faz parte da cultura e do folclore do povo judeu.

Durante as festas de Israel os judeus costumam ler trechos do livro “Cântico dos Cânticos”, de Salomão. Mas eles leem não no sentido de enaltecer a inspiração e sacralidade do livro, mas o fazem apenas como um incremento da cultura em suas festas. Ler o livro de Cantares nas festas de Israel é o mesmo que cantarolar as músicas folclóricas de festa junina na cultura brasileira.

Assim como nós, cristãos, os judeus também têm suas festas sagradas e folclóricas, que são as sete festas determinadas por Deus. Durante as realizações das festas tem a parte cerimonial sagrada. Mas é óbvio que durante essas festas o povo tem seu momento de descontração, ocasião em que tocam músicas folclóricas, cantam e dançam.

A IDOLATRAÇÃO E DETURPAÇÃO DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS PELOS CRISTÃOS

Em 2009 escrevi um extenso texto intitulado O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”. Você pode rever este post no link, abaixo.

O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”

Neste post O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM” desmascarei o grande erro dos teólogos tradicionais e dos crentes que, em razão de fazerem interpretação errônea do livro de Cantares, de Salomão, inventaram que Jesus é a tal rosa de Sarom, enquanto que rosa de Sarom é a jovem Sulamita, protagonista do romance. De tanto repetirem que Jesus é a rosa de Sarom, a mentira se tornou uma verdade. E ainda hoje tem pastores e crentes pregando nos púlpitos das igrejas, dizendo que Jesus é a rosa de Sarom. E até compositores ainda hoje compõe hinos e músicas gospel com o tema Jesus, a rosa de Sarom.

Se você estiver interessado em ler o texto completo sobre O INCRÍVEL EQUÍVOCO JESUS, A ROSA DE SAROM, clique no link, abaixo, para baixar o arquivo.

LINK (clique aqui para baixar)

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ANÁLISE SUCINTA DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS

A Sulamita, protagonista do romance em forma de cantata, de Salomão, era uma adolescente, filha de uma família de lavradores de vinha da região de Sulém, em Israel. Esta jovem foi seduzida por Salomão ainda menor de idade, e com ela manteve um romance proibido. Não sei o que deu na cabeça de Salomão e de seus cantores para que produzisse um musical romântico retratando seu romance com essa jovem camponesa, que não tinha nada de nobreza real.

“Não repareis em eu ser morena, porque o sol crestou-me a tez; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cantares 1:6).

Salomão adquiriu uma vinha e contratou a família da jovem Sulamita para que a lavrassem e administrassem.

Para proteger a moça do assédio dos jovens da região, os irmãos da jovem a mantinham reclusa na vinha, a qual Salomão havia dado para aquela família administrar. E durante uma das visitas do rei Salomão à sua vinha, ele se deparou com a jovem Sulamita, e se sentiu encantado pela jovem. Como a jovem era menor de idade, ele não pode levar a moça direto para o seu palácio, para ser mais uma de suas concubinas. Salomão retornou outras vezes à sua vinha, mas de forma discreta, para se encontrar com a jovem, e por ela se apaixonou. Salomão, o amado, entrou na vinha de forma escondida, espreitou a jovem e a seduziu.

Durante o decorrer dos diálogos da cantata não há somente diálogos entre Salomão e sua amada, Sulamita. No capítulo 8, por exemplo, foi acrescentado palavras dos irmãos da jovem. Veja o que eles falaram a respeito da jovem.

“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. Eu era um muro, e os meus seios eram como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata” (Cantares 8:8-10).

Repare que os irmãos dizem que têm uma irmã adolescente, que ainda não tem os seios formados, e dizem que se ela for um muro, edificariam sobre ela uma torrizinha de prata. E logo em seguida entra a voz da jovem Sulamita dizendo “Eu era um muro, e os meus seios eram como suas torres”. Podemos constatar que a irmã pequena era a mesma jovem Sulamita, que foi seduzida por Salomão.

A Sulamita às vezes ficava sozinha na vinha, e Salomão entrava escondido para espreitá-la. Veja o que diz Cantares 2:9:

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades”.

O livro “Cântico dos Cânticos” original era divido em textos tipo um jogral, onde cada protagonista recitava a sua fala. As Bíblias atuais não trazem os versos do livro de Cantares divididos de acordo com a fala de cada personagem. Tem uma versão da Bíblia Católica que traz o livro de Cantares destacadas as vozes dos protagonistas do romance.

O GRANDE EQUÍVOCO DO CAPÍTULO 2 DE CANTARES

Por causa do livro de Cantares ter sido traduzido e colocado nas Bíblias protestantes de qualquer jeito, os teólogos e pastores cometeram um grave erro, ao afirmar que a “rosa de Sarom”, referida no início do capítulo 2 é uma frase proferida pelo amado, o rei Salomão. Como para cada livro da Bíblia os teólogos fanáticos inventaram um cognome para Jesus, eles afirmam que no livro Cântico dos Cânticos Jesus é o amado ou a Rosa de Sarom. E esse erro veio se repetindo durante décadas e décadas, e ainda persiste até os dias atuais. E as autoridades religiosas não se retratam em público a respeito desse erro. Existe até um hino no hinário oficial das Assembleias de Deus intitulado “Uma Flor Gloriosa”, e tal hino faz referência a Jesus, como a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales. E eles ainda entoam esse hino durante os cultos, mas ninguém questiona nada. O tal hino foi composto pelos fundadores da igreja Assembleia de Deus, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e é considerado uma obra-prima. E que obra-prima!

“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas” (Cantares 2:1-2).

Esse romance com a jovem Sulamita se deu quando Salomão ainda tinha poucas mulheres e concubinas, cerca de 60 mulheres rainhas (mulheres de alta nobreza, e filhas de reis de outros países) e 80 concubinas (mulheres da região de Israel), além de virgens que ele guardava para se tornarem suas futuras concubinas.

“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cantares 6:8-9).

O USO SELETIVO DOS VERSOS DO LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO

Existem trechos com conotação sexual no livro de Cantares, mas os crentes são seletivos. Eles não leem as partes absurdas do livro, e escolhem para ler apenas aquelas partes que mais agradam.

“Já despi a minha túnica; como a tornarei a vestir? já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele. Eu me levantei para abrir ao meu amado; e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldravas da fechadura” (Cantares 5:3-5).

Os crentes foram ensinados que o “amado” do livro “Cântico dos Cânticos” de Salomão é uma referência a Jesus Cristo. Daí eles escolhem ou selecionam somente aquelas partes do livro que soam bem para ler na igreja e pregar a respeito do “amado de nossas almas”. Eles não pegam, por exemplo, a passagem de Cantares 2:9 porque soa muito mal, e para pregar sobre essa parte que fala que o “amado” (Jesus) anda brechando as casas alheias à procura de moças virgens, pega muito mal.

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades” (Cântico dos Cânticos 2:9).

Se trocássemos a expressão “ó filha de Jerusalém” por “rosa de Sarom”, na introdução do capítulo 6, será que os exegetas diriam que o texto estava se referindo ao “amado”, Jesus Cristo?

“Quão formosos são os teus pés nas sandálias, “ó filha de príncipe!” (ó Rosa de Sarom). Os contornos das tuas coxas são como jóias, obra das mãos de artista. O teu umbigo como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre como montão de trigo, cercado de lírios. Os teus seios são como dois filhos gêmeos da gazela. O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz é como torre do Líbano, que olha para Damasco” (Cantares 6:1-4).

O romance entre Salomão e a Sulamita era um romance proibido, porque a moça ainda era de menor, pois, era uma adolescente que ainda nem tinha os seis bem formados. Isso se evidencia na proibição que seus irmãos lhe impuseram, para que ela não se expusesse em público, e fosse mal falada.

Veja o texto que retrata esse fato:

“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e [MEUS IRMÃOS] não me desprezariam! Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias [SOBRE SEXO?]; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs. A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria” (Cânticos dos Cânticos 8:1-3).

Esse romance escrito por Salomão e seus cantores retrata um clássico caso de PEDOFILIA, e pedofilia praticada por um grande personagem da Bíblia, o rei de Israel, que é considerado o rei mais mulherengo da história. Salomão teve mais de mil mulheres princesas e trezentas concubinas, além de virgens adolescentes sem número. E essa Sulamita foi uma dessas adolescentes que Salomão seduziu, e ainda declarou que entre todas as mulheres, ela era a sua preferida.

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Falou e disse Miquels7
Intérprete sem frescuras.

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, FESTAS JUDAICAS | , , , , | Deixe um comentário

ESCLARECENDO AS TRADUÇÕES E INTERPRETAÇÕES DETURPADAS DA BÍBLIA

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O Cristo falso

Jesus, o Cristo, filho obediente de Deus, não pode ser adorado.

Em Mateus 2 uns magos vindo do Oriente foram até Belém da Judeia procurar saber a respeito do nascimento do REI DOS JUDEUS. E segundo diz a Bíblia, tradução de J. F. de Almeida, eles iriam ADORAR O REI DOS JUDEUS. E mais na frente o rei Herodes também diz que queria saber onde nascera o REI DOS JUDEUS para que pudesse também ir lá, adorá-lo.

Ora, é evidente que nem os magos e nem o rei Herodes adorariam um rei de outra nação. Na antiguidade ninguém nunca adorava um rei. É verdade que as pessoas se prostravam diante do rei como sinal de reverência e ofereciam presentes, mas nunca se adorava um rei como se fosse um deus.

Por aí vemos as deturpações das traduções da Bíblia. E essa que diz que os magos e o rei Herodes queriam ADORAR O REI DOS JUDEUS é a tradução Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida.

Nessa passagem de Mateus 2 a tradução correta da palavra não é ADORAR, mas, HOMENAGEAR. A Bíblia de Jerusalém tem uma melhor tradução.

Veja o texto de Mateus 2:

1 Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:
2 Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo (HOMENAGEÁ-LO).
3 O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém;
4 e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo (o Messias, o Libertador dos Judeus).
5 Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera;
8 e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore (PRESTE HOMENAGEM A ELE).

Nos evangelhos há vários relatos onde pessoas se PROSTRARAM diante de Jesus. Algumas traduções diz que a pessoa se “prostrou e o adorou”. Parece-me que a expressão “adorou” é um acréscimo tendencioso do próprio escritor do evangelho, ou foi algo acrescentado pelos tradutores.

O ato de se curvar ou se prostrar diante de um rei não significa adoração. Se o ato de se prostrar significasse adoração, então, devemos entender que a Betseba adorou o rei Davi. Veja:

“Foi, pois, Bate-Seba à presença do rei na sua câmara. Ele era mui velho; e Abisague, a sunamita, o servia. Bate-Seba inclinou a cabeça, e se prostrou perante o rei. Então o rei lhe perguntou: Que queres?” (I Reis 1:1516).

A conclusão que se tem a respeito da tradução da palavra “adoração” em Mateus 2:8 é que o rei Herodes, sendo rei, não poderia adorar outro rei, pois, o texto deixa bem claro, que o menino que nasceu não era o “Deus” dos judeus, mas o REI DOS JUDEUS. Portanto, dizer que o rei Herodes falou aos magos que também queria “adorar” o rei dos Judeus é pura falácia. E os magos não eram “reis vindos do Oriente”, coisa nenhuma. O texto não fala nem que eles eram “reis”. Apenas diz “uns magos” vindo do Oriente. Os magos eram bruxos, ou sacerdotes dos deuses de algum reino do Oriente; eles foram enviados como emissários de um rei, pois, quando chegaram na Judeia eles não foram recebidos como chefes de Estado pelo rei Herodes. E aliás, se fossem reis, teriam que andar como uma grande escolta de soldados pelo deserto, e isso não se evidencia na narrativa de Mateus, pois, somente Mateus registrou esse episódio dos magos. E “mago” não significa “sábio”; significa bruxo, ou sacerdote dos deuses.

O texto, a seguir, foi extraído da internet. Nele, o autor sintetiza bem o problema das traduções tendenciosas dos religiosos fanáticos. Leia:

“Os tradutores das bíblias Almeida são uma “benção”. Traduzem hades por inferno, tártaro por inferno, geena por inferno. É o mesmo que dizer que gato, lebre e cachorro significa macaco. Mas, você vai dizer “Aí não, neh”.  Mas o tradutor faz isso quando quer, com a bíblia. A fé pessoal (teologia) do tradutor influência e muito como ele traduz. Traduz “A tua fé te salvou” quando deveria ser traduzido como “A tua fé te curou”. Algumas ainda trazem versículos nos evangelhos dizendo que Jesus foi adorado, quando na verdade significa que pessoas se prostraram diante dele, como um sinal de reverência que era um ato comum e cultural, espalhado por todo o AT. Mas, o que o tradutor faz? Traduz como adoração por que? Porque ele acredita que Jesus é Deus; então ele força o texto a dizer algo que colabora com sua própria fé pessoal. São coisas que parecem bobas, mas que, quando se está lendo e estudando, faz toda diferença. Não sou um fanático pelos “originais” da Bíblia e blá-blá-blá…. Mas, estes pequenos detalhes entre o texto na língua em que foi redigido e a tradução, estes detalhes são importantes e fazem toda diferença”.

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UM JOVEM RICO SE AJOELHOU DIANTE DE JESUS EM SINAL DE RESPEITO, E LHE FEZ UMA PERGUNTA, CHAMANDO-O DE “BOM MESTRE”. AÍ, JESUS O REPREENDEU, DIZENDO QUE NINGUÉM É BOM, SENÃO UM SÓ, QUE É DEUS. SE NEM MESMO JESUS SE CONSIDERAVA “BOM”, POR QUE OS RELIGIOSOS O TRANSFORMARAM EM UM DEUS IGUAL AO PAI?

Jesus deixou bem claro em muitas passagens bíblicas a quem devemos adorar e prestar culto. E Jesus jamais exigiu adoração para si mesmo. Veja:

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Lucas 4:5-7).

Um jovem rico se ajoelhou diante de Jesus e ainda o chamou de Bom Mestre. Mas Jesus o repreendeu, dizendo que ninguém é bom, senão um só que é Deus. Ora, se Jesus era Deus, por que nem ele mesmo se considerou “bom”? Só mesmo uma pessoa com mente entorpecida por fanatismo religioso acha que Jesus é Deus.

“Ora, ao sair para se pôr a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? ninguém é bom, senão um que é Deus” (Marcos 10:17).

No início do Livro das Revelações (Apocalipse) diz que as revelações foram concedidas por Deus a Jesus. E foi o próprio Senhor Jesus que passou as revelações a João. Não foi um anjo especial de Jesus que passou as revelações a João. Porém, as 7 cartas endereçadas às 7 congregações da Ásia Menor foram enviadas pelos 7 anjos (sete estrelas) que auxiliam Jesus. Jesus primeiramente notificou as mensagens das cartas a João e pediu que escrevesse e enviasse através de seus anjos às igrejas. Durante toda a narrativa do livro de Apocalipse, quem passa as visões a João é o próprio Senhor Jesus, o anjo poderoso, vestido de roupa talar, aquele mesmo Ser Poderoso que apareceu a João no início do livro, e o deixa atemorizado. No capítulo 19 de Apocalipse João chega a dizer que se prostrou diante do anjo poderoso para o adorar, mas este o impediu de adorá-lo, e disse que só a Deus, o Pai, é quem devemos adorar. Portanto, o anjo que Jesus quis adorar no capítulo 19 é o mesmo anjo poderoso, vestido de roupa talar, que lhe apareceu a primeira vez na ilha de Patmos. Esse anjo vestido de roupa talar disse ser o próprio Senhor Jesus. João caiu a seus pés, atemorizado, mas não o adorou, porque sabia que anjos não podem ser adorados. Da mesmo forma o profeta Daniel também se prostrou diante deste mesmo ser poderoso, mas não se prostrou para adorá-lo, mas curvou-se diante dele como sinal de reverência. Perceba que esse Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a Daniel é o mesmo Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a João na ilha de Patmos e disse ser o Senhor Jesus Cristo. E nem Daniel e nem João adorou esse Ser Poderoso, porque ele não é Deus. Veja as passagens:

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre; levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão. Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder. Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra. E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo” (Daniel 10:4-11).

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apoc. 1:9-18).

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E TODOS OS ANJOS DE DEUS O ADOREM

Já faz um tempo que fiz um estudo, o qual publiquei no meu blog, provando que Jesus não é Deus e mostrando as interpretações tendenciosas dos teólogos fanáticos que fundamentaram a herética teoria da trindade divina. A teoria da trindade é um dos maiores engodos do Cristianismo.

Sobre a referência de Hebreus 1:6, onde o escritor cita um texto “duvidoso”, afirmando que os anjos devem adorar o Filho primogênito, por não encontrar referência cruzada em nenhum livro do AT, cheguei a afirmar que esta citação era apócrifa, extraída de um livro não-canônico. Mas, depois de muito pesquisar, encontrei a tal referência no livro dos Salmos. O problema é que os estudiosos tradicionais não conseguiram encontrar na Tanach a referência que o escritor da Carta aos Hebreus se referiu. Por essa razão que não aparece referências cruzadas com relação à citação de Hebreus 1:6 nas versões de J. F. de Almeida. A referida citação se encontra em Salmos 97:7b.

Podemos constatar as deturpações das traduções na própria Bíblia, versão de João Ferreira de Almeida. Por exemplo, quando você lê na Bíblia versão corrigida de Almeida, Hebreus 1:6, insinuando que os anjos devem adorar o Filho, nessa mesma versão podemos encontrar a referida citação no livro dos Salmos (97:7b), a mesma pequena frase transcrita para o livro de Hebreus. Vamos comparar?

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: ‘E todos os anjos de Deus o adorem'” (Hebreus 1:6).

A tradução correta é: “E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (ou lhe prestem homenagens).

“O Senhor reina, regozije-se a terra; alegrem-se as numerosas ilhas. (…) Confundidos são todos os que servem imagens esculpidas, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele, todos os deuses” (Salmos 97:1,7).

A frase “prostrai-vos diante dele todos os deuses” refere-se a adoração a Deus, o Pai, e não ao Filho. Ou o autor da Carta aos Hebreus citou o texto corretamente, mas de forma tendenciosa, para provar que Jesus deve ser adorado, ou citou a frase corretamente, com a intenção de dizer que o Filho deve receber honras assim como Deus pai é honrado. Porém, os tradutores deturparam palavras do texto original. A expressão “deuses” refere-se aos anjos.

O certo é que Jesus é um anjo super-poderoso, e os anjos são seres criados; e nenhuma criatura deve ser adorada. Jesus é um anjo porque João o viu nessa condição de anjo, na ilha de Patmos, vestido de uma roupa talar (vestido de linho fino que chegava até os pés), e tinha os lombos cingidos com um cinto de ouro. Somente os anjos poderosos aparecem vestidos dessa maneira na Bíblia.

Aliás, Jesus é um anjo, mas Ele não possui asas. Jesus, quando ascendeu as céus diante da vista dos seus discípulos, ele não subiu voando, mas foi sugado por uma nave espacial que estava por trás das nuvens. Da mesma forma, parece-me que os varões (anjos) que apareceram aos discípulos, após a subida de Jesus aos céus, não possuíam asas.

“Tendo ele [Jesus] dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco” (Atos 1:9-10).

Parece-me que a crença de que os anjos possuem asas é mais uma lenda, ou fantasia imaginada pelos cristãos, ideias tiradas da leitura dos livros de Daniel, Ezequiel e Apocalipse, do que mesmo algo real.

Se anjos possuem asas, acredito que somente a classe dos querubins são seres alados. Jesus e o arcanjo Miguel não possuem asas. Acredito que até os anjos comuns não possuem asas. Talvez as ditas asas dos anjos sejam apenas peças de adorno.

Na Bíblia tem registro da aparição visível de anjos, mas nunca são descritos possuindo asas. Dois varões apareceram na tenda de Abraão, e segundo os melhores intérpretes, esses varões eram anjos de Deus. Esses dois varões se assentaram e comeram junto com Abraão, mas não são identificados com asas. Temos ainda a aparição visível de dois anjos na cidade de Sodoma, os quais foram lá para tirar de forma forçada a família de Ló por causa da catástrofe que estava preste a acontecer. Os moradores da cidade viram os varões, mas não os identificaram como sendo anjos.

Da mesma forma, também apareceu a Josué um homem muito forte que tinha na mão uma espada. Esse homem se identificou como “Príncipe do Exército do Senhor”. E Josué se prostrou diante dele em reverência. O texto fala que Josué se prostrou e o adorou. Mas essa versão da Bíblia que diz que Josué adorou o anjo é tradução tendenciosa de João Ferreira de Almeida. Na verdade, esse anjo poderoso trata-se do arcanjo Miguel, que é o Príncipe do Exército de Deus.

“Ora, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos, e olhou; e eis que estava em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. Chegou-se Josué a ele, e perguntou-lhe: És tu por nós, ou pelos nossos adversários? Respondeu ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué, prostrando-se com o rosto em terra, o adorou e perguntou-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: Tira os sapatos dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E Josué assim fez” (Josué 5:13-15).

Temos, ainda, o episódio da luta de Jacó com um anjo. Como a luta aconteceu de madrugada, quando ainda estava escuro, Jacó não conseguiu identificar o anjo do Senhor, e lutou contra ele com espada, imaginando que fosse um de seus inimigos. O anjo, na verdade, só fazia se defender. E quando já estava clareando o dia, o anjo atingiu com um golpe a coxa de Jacó para que ele parasse de o atacar. Quando o dia começou a clarear Jacó conseguiu identificar que aquele contra quem lutava era o anjo do Senhor. Aí ele se desesperou, porque sabia que o anjo estava lá para lhe trazer a resposta das suas orações. E implorou que o anjo lhe entregasse a mensagem. Quando os crentes comuns leem esse episódio sobre a luta de Jacó com um anjo, eles imaginam cada bobagem! Chegam a dizer que o anjo tocou a coxa de Jacó com a finalidade de o abençoar. Quanta tolice desses crentes! E ainda fazem até hinos com a interpretação errada dessa luta de Jacó com o anjo.

Ora, se o anjo com o qual Jacó lutou tivesse asas, por certo, Jacó não teria tido dificuldade em identificá-lo como o anjo do Senhor. Jacó lutou com espada contra o anjo imaginando que fosse um homem comum. A história da luta de Jacó com o anjo está bastante resumida. Se você ler o início do capítulo 32 de Gênesis vai constatar que Jacó viu vários anjos e disse que eles eram do Exército do Senhor. E o anjo que lutou com Jacó era um desses anjos, mas este não tinha asas, pois, o próprio texto diz que este personagem desconhecido era um homem.

“Jacó, porém, ficou só; e lutava com ele um homem até o romper do dia. Quando este viu que não prevalecia contra ele, tocou-lhe a juntura da coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, enquanto lutava com ele. Disse o homem: Deixa-me ir, porque já vem rompendo o dia. Jacó, porém, respondeu: Não te deixarei ir, se me não abençoares. Perguntou-lhe, pois: Qual é o teu nome? E ele respondeu: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido” (Gên. 32:24-28).

Porém, a ideia principal que os crentes tem a respeito dos anjos possuírem asas vem da leitura de Ezequiel capítulos 1 e 10 que fala a respeito dos querubins com quatro asas, da leitura de Isaías 6, que fala sobre os serafins que possuíam seis asas, e de Apocalipse 4, que também descreve anjos querubins com quatro asas. E nenhum desses querubins, nessas passagens, são seres reais. Os querubins de quatro asas, bem como os serafins de seis asas (que são os mesmos querubins) eram esculturas de anjos esculpidas ao redor da nave onde estava o trono de Deus. Esses querubins estavam fixados nos quatro cantos da nave espacial, e suas asas tocavam umas às outras, assim como se tocavam as asas dos querubins esculpidas sobre a Arca da Aliança. Essa Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial de Deus. E o trono de Deus fica postado sobre ela. Quando o texto diz que “se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa”, significa que o trono de Deus foi retirado de sobre a nave, mudando de lugar. O ruído das asas dos querubins na verdade era o barulho dos motores da nave, que eram movidos a propulsão. No capítulo 1 de Ezequiel o profeta consegue ver a nave vindo camuflada entre as nuvens, mas deu pra ele visualizar o jato de fogo expelido pelas turbinas dos motores a propulsão. As rodas que Ezequiel viu nada mais eram que rodas iguais às de um automóvel, que servia para a nave se locomover de um lado para outro sobre o chão. Ezequiel viu a nave surgindo de entre as nuvens e a primeira coisa que viu foi as esculturas dos querubins ao redor da nave. Ezequiel disse que os querubins tinha aparência de monstros, com cabeça de boi, de águia, de leão e de anjo. E pra completar o absurdo, disse que os querubins tinham pernas eretas e se pareciam com pés de bezerro. Ora, tudo isso indica que esses querubins eram esculturas desenhadas ao redor da nave. Diz ainda que esses querubins não se moviam por si só, e andavam sempre no sentido que a nave se movia sobre as rodas. As asas dos querubins não se mexiam, porque eram esculturas, e o ruído que o escritor sagrado diz que vinha das asas, não eram das asas, mas dos motores da nave. Fico imaginando porque os teólogos não enxergam o óbvio, e ficam imaginando coisas absurdas. Essas visões de Ezequiel não tem nada de “espiritual”. Todos os seres ditos “espirituais” são seres iguais a nós, humanos. A diferença é que eles são mais evoluídos e poderosos.

Veja os textos:

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam” (Ezequiel 1:4-12).

“Depois olhei, e eis que no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas giradoras, até debaixo do querubim, enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. E ele entrou à minha vista. E os querubins estavam de pé ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e uma nuvem encheu o átrio interior. Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa; e encheu-se a casa duma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor. E o ruído das asas dos querubins se ouvia até o átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala” (Ezeq. 10:1-5).

Depois dessas minhas explicações, será que você ainda vai ficar imaginando que os anjos possuem asas?

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MAIS ANÁLISE SOBRE OS ANJOS COM ASAS

Se ainda não se convenceu de que anjos possivelmente não possuem asas, atente para mais explicações.

Existe cerca de quatro citações na Bíblia falando a respeito de anjos voando, uma no livro de Isaías, outra em Daniel e duas no livro de Apocalipse.

“Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz” (Isaías 6:6).

“Sim, enquanto estava eu ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me à hora da oblação da tarde” (Daniel 9:21).

“E olhei, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com grande voz: Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra” (Apoc. 8:13).

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6).

A primeira coisa que se deve notar é que os anjos não são seres espirituais. Por quê? Porque se fossem seres viventes espirituais não precisariam de asas para voar, pois, a força de gravidade não afeta os espíritos. Na visão que Ezequiel teve sobre os quatro seres viventes, ele diz que os seres viventes se elevaram da terra para cima. Logo, a visão que Ezequiel teve (capítulos 1 e 10) não foi num suposto mundo espiritual, mas foi aqui mesmo na terra, no mundo físico. Ezequiel contemplou a visita de uma cápsula ou nave espacial que trazia sobre ela a glória de Deus (trono de Deus). E onde esta nave aportou? A nave desceu sobre o Grande Templo do Senhor, em Israel, e chegou a pousar no chão. Leia com bastante cuidado para você entender.

Anjos com seis asas - Serafins

Em Isaías 6 e Apocalipse 4 diz que os querubins (que são os mesmos serafins) tinham 6 asas. Já Ezequiel diz que cada querubim tinha 4 asas. Isaías diz que os serafins tinham 6 asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés, e com duas voam. Percebe-se um absurdo na interpretação literal dessa passagem bíblica. Como pode um querubim voar com os rostos tapados? Só na cabeça desses crentes malucos, que não sabem interpretar o texto e ficam imaginando ilusões. Os querubins ou seres viventes das visões de Ezequiel, Isaías, Daniel e João não eram seres reais; eram esculturas de anjos que adornavam a cápsula ou nave espacial que levava a tripulação divina.

ASAS QUE FAZEM BARULHO

Isaías diz que um dos serafins voou levando até ele brasas tiradas do altar e Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam estrondo. Podemos concluir que essas asas do anjo que voou não eram reais. Embora as asas fossem adornos, mas sob elas havia um motor a propulsão que faziam os anjos descer e se elevar do chão. Eis a razão do barulho das asas dos anjos.

Se os querubins possuem asas, porém, essas asas não são reais. No livro de Daniel, capítulo 7, temos a descrição de quatro animais simbólicos, e um deles diz-se que possuía asas como de águia, e outro possuía asas de ave. Esses animais simbólicos eram bestas da terra. Besta é qualquer animal selvático, como o boi selvagem (búfalo), cavalo, rinoceronte, etc. Portanto, esses quatro animais da visão de Daniel eram simbólicos, pois, é inadmissível existir um animal mamífero com asas de ave. Da mesma forma, é inadmissível crer que existam anjos (parecidos com os humanos) possuindo asas de ave. Se os anjos possuíssem asas, suas asas seriam parecidas com as de morcegos.

No livro de I Reis diz que Salomão mandou construir esculturas gigantes de uns querubins dentro do compartimento do Templo onde ficava posicionada a Arca da Aliança. As asas dos querubins ficam posicionadas sobre a Arca, como se estivessem protegendo as coisas dentro dela. Além dessas esculturas, havia mais duas esculturas pequenas de querubins fixadas sobre a Arca, postadas uma de frente para a outra, e suas asas se tocavam.

De acordo com as referências bíblicas, podemos notar que somente os querubins (ou serafins) são descritos como possuindo asas. Mas, essas asas não são reais, são adornos, e debaixo delas há um motor movido a propulsão, o qual serve para o querubim se locomover.

Para você ver que não podemos fazer interpretação literal dos textos bíblicos, sem uma profunda análise, veja o absurdo que se fala no livro de Salmos e livro de Crônicas:

“E montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.” (Salmos 18:10).

No salmo 18 Davi descreve poeticamente o Deus Todo-Poderoso como um grande dragão que cospe fogo e solta fumaça pelas narinas. E chega ao absurdo de dizer que ele monta nas asas de um querubim e voa. Mas, conclui afirmando que ele voa sobre as asas do vento. Ou seja, voa sobre uma coisa imaginária. E a imaginação não está na mente de Deus, mas na mente do salmista.

Se formos fazer interpretação literal desse texto, devemos entender que as asas dos anjos possuem motores movidos a propulsão, pois Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam bastante estrondo. Logo, percebe-se que eram estrondo dos motores sob as asas.

No livro de Apocalipse João tem a visão de uma águia voando sobre o céu proclamando juízos sobre a Terra; e mais na frente ele contempla um anjo voando no céu, proclamando um evangelho eterno aos habitantes da Terra. Sabemos que águia não fala. Sendo assim, podemos deduzir que essa “águia” era um anjo. E se o anjo voava, logo, ele se encontra num local onde existe força de gravidade, para poder existir lógica para o uso das asas. E segundo a concepção de reino espiritual, sabemos que não é necessário o uso de aves para os seres se locomoverem. Portanto, conclui-se que as visões que João teve foram num mundo físico, e não num mundo espiritual.

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DEUS NÃO CONFIA TOTALMENTE NOS SEUS ANJOS, E TEME QUE POSSAM COMETER ALGUMA LOUCURA

“Eis que Deus não confia nos seus servos, e até a seus anjos atribui loucura” (Jó 4:18).

Apesar da frase de Jó 4:18 ser atribuída a Elifaz, amigo de Jó, acredito que ela resume uma verdade.

No final do livro de Jó, Deus ordena que Jó ofereça sacrifícios pelos seus amigos, porque eles não falaram bem a respeito de Deus. Isso não significa que tudo o que os três amigos de Jó falaram foi inverdades. Na verdade, o que eles “não falaram bem” foi a respeito do caráter de Deus. Se admitirmos que tudo o que os três amigos de Jó dissertaram foi devaneios de suas mentes, então, devemos considerar que nem tudo o que Jó falou foi verdades absolutas.

Os amigos de Jó também falaram muitas verdades. E uma dessas verdades é o que disse Elifaz em Jó 4:18. Deus não confia totalmente nos seus anjos, e teme que até possam cometer alguma loucura. Uma prova disso é o próprio querubim ungido, conhecido como Satanás, que se rebelou contra o seu criador.

Se Jesus é um anjo poderoso, logo, Ele não pode ser Deus, nem igual a Deus, pois, os anjos são criaturas passíveis de fraquezas e de cometer erros. Por essa razão, Jesus disse que não deviam chamá-lo de “bom”, porque bom mesmo só existe um, que é Deus. Mesmo contrariando a si mesmo, Jesus chegou a se intitular de o “Bom Pastor”, em João 10. Isso não significa que Jesus era esquizofrênico. Ou seja, uma hora dizia que não deviam chamá-lo de “bom Mestre”, e depois, dizia que era o “bom Pastor”.

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JESUS, O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

O emprego da expressão “Deus Unigênito” em João 1:18, na Bíblia Almeida Corrigida, foi traduzida de forma tendenciosa, para justificar a doutrina da deidade de Jesus.

Na Bíblia de Jerusalém o verso de João 1:18 está traduzido corretamente.

“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Bíblia de Jerusalém).

O apóstolo João empregou de forma errada a palavra “unigênito” para se referir a Jesus durante a narração do Evangelho. A palavra correta é PRIMOGÊNITO. O vocábulo “unigênito” está errado porque não existe nenhuma concordância na Bíblia a respeito desse termo utilizado por João, pois, nenhum outro escritor do Novo Testamento empregou essa palavra para se referir a Jesus. Alguns estudiosos alegam que João se utilizou de um termo de cunho esotérico para dizer que Jesus é um ser divino que eclodiu (foi dado à luz) de dentro do próprio Deus.

Jesus é um anjo. Portanto, é uma criatura. Na verdade, Jesus foi o primeiro ser vivo perfeito a ser criado. Ele sempre esteve com Deus desde o dia em que foi criado. Quando a Bíblia diz que Ele é o princípio da criação de Deus, significa que Ele foi a primeira criatura perfeita a ser criada. E todas as outras coisas foram criadas por intermédio dele, menos o Universo, porque este sempre existiu.

Perceba que João escreveu o Apocalipse, mas ele não emprega a palavra “unigênito” para se referir a Jesus, mas utiliza a expressão “princípio da criação”, que significa “primogênito da criação”.

O apóstolo Paulo emprega corretamente a palavra “primogênito” para afirmar que Jesus foi a primeira criatura perfeita criada por Deus. Jesus disse que “antes que Abraão existisse, eu sou”. Ora, se Jesus sendo um Anjo Poderoso, o braço direito de Deus, se encarnou para morrer pela humanidade, logo, ele já existia com Deus antes da criação de Adão e Eva, e antes do surgimento de Abraão, mas não era Deus. Ele estava com Deus no princípio, mas não era Deus Todo-Poderoso. No livro dos Salmos os anjos são chamados de “deuses”. Jesus e os anjos podem ser considerados seres divinos, pois, vivem nos céus, mas não são deuses iguais a Deus Todo-Poderoso. São criaturas.

“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Apoc. 3:14).

“Princípio da criação” significa o “primogênito da criação”, o primeiro ser perfeito a ser criado.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (Hebreus 1:6).

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

MENSAGEM QUE NÃO AGRADA – PARTE 01

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“Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:12-13).

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

“Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).

“Jesus está voltando!”. Esta é a frase mais furada que se tem notícia.

Para justificar a demora da vinda de Jesus ainda no século I, o apóstolo Pedro escreveu as seguintes palavras:

“Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Pois eles de propósito ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, afogado em água; mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se. Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas. Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?” (II Pedro 3:3-12).

Pedro diz que Jesus ainda não voltou porque Deus é longânimo para com a humanidade, e não quer que ninguém se perca, mas que todos venham a arrepender-se. Porém, isso é uma falsa justificativa. Pois, desde que Jesus foi para o céu dizendo que voltaria, já morreram milhões (ou bilhões) de pessoas sem ter aceitado Jesus, sem ter se arrependido. E todos os dias morrem pessoas na sua cidade, nas cidades do Brasil e do mundo todo sem terem aceitado Jesus, sem terem se convertido.

Em I Coríntios 15:51 o apóstolo Paulo conforta os crentes da congregação em Corinto dizendo que nem todos morreriam antes da vinda de Jesus, e que seriam arrebatados vivos e transformados num abrir e fechar de olhos. E bem sabemos que todos eles morreram.

A frase “Eis que cedo venho” foi uma grande enganação para os crentes do primeiro século da Era Cristã, pois, muitos viveram uma vida piedosa, se afastando completamente das coisas do mundo, esperando a volta de Jesus, mas, Ele não veio. Para nós, do século XXI, pode até ser justificável a frase “eis que cedo venho”, considerando que mil anos é como um dia para Deus. No entanto, os crentes não são deuses. Portanto, mil anos para nós, meros mortais, é como uma eternidade. Se o tempo para Jesus voltar tinha que durar mais de 2 mil anos, Ele não poderia ter iludido os crentes do primeiro século e os crentes do início do século XX, afirmando que a sua vinda estava próxima, pois, todos os que esperavam a sua vinda para serem arrebatados vivos, morreram. E os crentes gentios que até hoje esperam a volta de Jesus para serem arrebatados também morrerão de igual modo, iludidos por promessa absurda. Os hebreus passaram mais de 400 anos no cativeiro egípcio e mais 40 anos de sofrimento vagando no deserto esperando o cumprimento das promessas de Deus para habitar na terra prometida, e esse tempo ainda é pouco em comparação ao tempo que os cristãos esperam para a volta de Jesus, que já dura cerca de 2 mil anos.

Nas décadas de 1980 e 1990 os crentes viviam numa grande expectativa esperando a iminente volta de Jesus. Muitos teólogos escreveram livros afirmando que a volta de Jesus com certeza aconteceria antes do ano 2000 em virtude do aumento da impiedade no mundo, o avanço da Ciência e da apostasia no meio das igrejas cristãs. E quando estourou a Guerra do Golfo Pérsico em 1991, foi o maior alarde. O que não deu de crentes contando sobre sonhos que tiveram sobre volta de Jesus não está no gibi! Pastores pregavam nos púlpitos das igrejas, fazendo a cabeça dos fiéis, afirmando que “nenhuma dispensação havia chegado a 2 mil anos”. Com isso, diziam que Cristo voltaria antes da virada do milênio. Durante a década de 1990 minha irmã dizia que não ia construir a casa dela de alvenaria porque a vinda de Jesus estava próxima, e que não adiantava gastar dinheiro se a casa ia ficar para ninguém habitar. E como todos devem saber, ela quebrou a cara. Somente agora, depois do ano de 2010 que ela conseguiu se aposentar e agora está ajeitando a casa dela. É isso que dá fanatismo religioso.

Olha o que Pedro disse: “Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?”. Ora, se os crentes fossem cristãos de verdade e não hipócritas ignorantes, eles seguiam os mandamentos dos apóstolos se preparando para a vinda de Jesus. Mas como eles sabem que esse “cedo venho” não é verdade, eles não seguem à risca os mandamentos dos apóstolos. Se esses que esperam a volta de Jesus fossem cristãos verdadeiros, eles viviam uma vida de santidade e piedade. E o que é ter uma vida de piedade (ser piedoso)? É uma vida de completa devoção à religião, sem se prender com as coisas deste mundo; é se afastar completamente das coisas do mundo, da moda e principalmente das riquezas. Viver piedosamente é viver em oração, pregando o evangelho e fazendo caridade, fazendo o bem às pessoas. Exemplo disso: Apóstolo Paulo, Madre Tereza de Calcutá, padre São Francisco de Assis, Chico Xavier, etc. Será que os crentes de hoje são piedosos? Veja mais o que Paulo diz sobre o verdadeiro cristão, o que é piedoso. Esse trecho da Bíblia jamais é lido nas igrejas que pregam a maldita teologia da prosperidade:

“Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, CUIDANDO QUE PIEDADE É FONTE DE LUCRO (riqueza material); e, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6:3-11).

Viver uma vida piedosa é o ideal do verdadeiro cristão. Mas quem segue esse preceito? Quem é que abandona realmente as coisas do mundo? Poucos.

Paulo disse que o verdadeiro cristão é pobre, porque deve viver uma vida de piedade, de total dedicação à religião, de completo afastamento das coisas do mundo. Tanto é que ele chegou a afirmar que se os crentes piedosos esperassem Jesus só para esta vida, eles seriam considerados as pessoas mais miseráveis do mundo. O cristão verdadeiro vive na expectativa de receber a sua recompensa quando Cristo estabelecer o seu reino aqui na Terra, quando ressuscitar os salvos dentre os mortos. Ninguém irá receber recompensa nos céus. E ninguém vai viver no Céu. As recompensas serão dadas aos cristãos que vencerem o mundo, depois da ressurreição dos salvos, no reino eterno do Messias aqui mesmo na Terra. Se o cristão verdadeiro é piedoso, ele não possui riquezas, não desfruta dos bens desta vida. Logo, se ele não tem esperança na vida eterna e na recompensa quando Cristo estabelecer o seu reino, logo, ele é a pessoa mais miserável desse mundo.

“Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima” (I Cor. 15:19).

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Jesus não prometeu arrebatar os seus discípulos e nem os seus escolhidos. Disse que ressuscitaria.

“Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:40).

“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44).

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:54).

“Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo” (João 17:15). [A frase “não são do mundo”, não se refere ao planeta Terra, mas ao mundo de pecado]. [Jesus nunca rogou para o Pai arrebatar os seus escolhidos].

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Em João 14:3 Jesus diz: “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.

Jesus não vai tomar os salvos para levá-los para morar no Céu. Ele vai arrebatar os piedosos, um pequeno grupo de fiéis, e vai ressuscitar os que vencerem o mundo, e vai tomá-los para o seu reino aqui mesmo na Terra. O reino de Cristo não será no Céu. Será aqui mesmo na Terra. Jesus disse também: “Na casa de meu Pai há muitas moradas, vou preparar-vos lugar”. Ora, neste versículo a palavra “morada” foi mal traduzida. A frase correta é: “No reino que meu Pai me concedeu haverá muitas moradas, vou preparar-vos lugar”. Os crentes vivem tão loucamente na ilusão de que vão morar no céu que imaginam até que vai existir “mansões” no céu para habitar. Quanta sandice! Nem mesmo existe a tal palavra “mansão” na Bíblia. Só loucura de crente sem noção.

Em João 17:24 Jesus rogou ao Pai dizendo: “Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo”. Essa “glória” que os crentes salvos irão ver não é o Céu; será o reino de Cristo aqui mesmo na Terra. O reino de Cristo será estabelecido para sempre aqui na Terra, depois que todas as coisas forem restauradas, isto é, tomadas do controle de Satanás e da Besta (governos do mundo).

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SÓ HAVERÁ ARREBATAMENTO PARA 144 MIL JUDEUS

Um dos maiores intérpretes do Apocalipse de todos os tempos é o teólogo e escritor britânico Arthur Bloomfield. Aprendi muito sobre interpretação do Apocalipse lendo o seu livro intitulado “O Futuro Glorioso do Planeta Terra”. Mas, apesar de muitas interpretações bastantes coerentes, tem outras que eu não concordo com esse autor. O escritor Arthur Bloomfield é evangélico tradicional, não pertence às correntes interpretativas das Testemunhas de Jeová e nem dos adventistas dos sétimo dia.

Um dos questionamentos que o escritor Arthur Bloomfield se fez foi o seguinte: “Por que o livro do Apocalipse que trata sobre escatologia – doutrina das últimas coisas – não falaria nada a respeito do arrebatamento?”. Aí ele concluiu que o relato do capítulo 12 de Apocalipse fala a respeito do arrebatamento. Ele tece os comentários, e parece que tem lógica em tudo. Mas não é 100% certo.

O capítulo 12 de Apocalipse fala realmente sobre o arrebatamento, mas esse arrebatamento é somente dos 144 mil judeus selados, que são descritos nos capítulos 7 e 14 do mesmo livro. Esses 144 mil são o filho da mulher que está grávida, preste a dar à luz. E quando ela dá à luz ao filho, esse filho é arrebatado para os céus. Trata-se dos 144 mil judeus selados. Mas essa ida para os céus não é para morar no Céu. No capitulo 14 de Apocalipse aparece esse mesmo grupo dos 144 mil judeus no Monte Sião. Esse Monte Sião não é o Céu e nem está localizado nos céus. O Monte Sião é a cidade de Jerusalém terrestre. E a visão refere-se à cidade de Jerusalém no reino do Messias aqui mesmo na Terra. Apocalipse 14 diz que os 144 mil são virgens e seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Ora, quem segue para onde quer que vá é a Noiva. A Igreja de Cristo nunca é chamada de “noiva do Cordeiro” na Bíblia. É chamada de “esposa”. Só quem é chamado de Noiva do Cordeiro são esses 144 mil judeus. E no final do livro de Apocalipse esse grupo dos 144 mil judeus desce do céu em comitiva, a qual o apóstolo João descreveu como uma cidade celestial descendo dos céus, a Nova Jerusalém. Portanto, a cidade de Nova Jerusalém celestial não é uma cidade física, mas é uma representação simbólica desses 144 mil. No reino do messias haverá milhões de salvos que irão ressuscitar. Mas esses 144 mil é um grupo especial de salvos. O problema é que os teólogos cristãos são arrogantes, e discriminam os judeus, e não aceitam que eles tenham primazia em nada. Por isso eles dizem que esses 144 mil judeus selados no meio da Grande Tribulação não serão arrebatados, mas serão separados para pregar o evangelho durante a Grande tribulação e inclusive morrerão como mártires. Isso que acabei de falar está escrito literalmente na literatura dos teólogos gentios. Eles não admitem que os judeus serão arrebatados. Mas aí é que está o erro incorrigível desses teólogos racistas. Veja bem: toda a Bíblia e inclusive o livro de Apocalipse foi escrito por judeus, e toda a mensagem da Bíblia é em torno dessa nação escolhida por Deus. Israel é a menina dos olhos de Deus. Toda o drama do Apocalipse, toda a mensagem do livro de Apocalipse trata somente com o povo judeu. Mas os crentes gentios se apoderaram das mensagens do Apocalipse e acham que Deus está tratando com eles. Vão quebrar a cara. A mensagem é tão clara sobre os judeus, que bem no início do livro de Apocalipse Jesus dá uma dura palavra para aqueles que querem tomar a primazia dos judeus, querendo ser judeus e não são. Quem são esses? São os crentes gentios, que se intitulam o “Israel Espiritual”, ou a Sinagoga de Satanás. Vão quebrar a cara.

“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apocalipse 3:9).

Os crentes gentios são tão audaciosos, a tal ponto de afirmar que Israel não é mais Israel, e que eles (a “igreja dos gentios”), é que são o “Israel de Deus”, o tal Israel Espiritual. Quanta prepotência!

OS CRISTÃOS GENTIOS AFIRMAM QUE OS JUDEUS REJEITARAM JESUS E NÃO O RECONHECEM COMO O MESSIAS PROMETIDO. SE OS JUDEUS REJEITARAM JESUS, POR QUE O APOCALIPSE TRATA COM A CAUSA DELES? POR QUE JESUS DIZ, EM APOC. 3:9, QUE AMA OS JUDEUS?

Um dos grandes erros que os cristãos, católicos e protestantes cometem é achar que Israel não é mais Israel, e que os judeus não são mais judeus, e que eles é que são o Israel de Deus e a Sinagoga de Cristo. Vão quebrar a cara.

Jesus ordenou aos sete anjos que lhe assistem (sete estrelas) que levassem sete cartas às sete comunidades cristãs da Ásia Menor. Jesus ordenou a João que escrevesse as sete cartas e as enviasse pelos sete anjos as sete comunidades. Essas sete comunidades da Ásia eram formadas de judeus, mas é certo que lá também havia muitos crentes dos gentios. Se os judeus não representam nada no plano de salvação e conquista da Terra, e não têm destaque no enredo apocalíptico, por que Deus arrebata 144 mil das 12 tribos de Israel? Onde estão os gentios no enredo apocalíptico? Por que eles não se destacam? Os judeus que serão arrebatados (144 mil) estão espalhados pelos quatro cantos da Terra. Muitos deles estão aqui no Brasil, nos EUA, na Rússia, na Europa, na Ásia e na África.

Na verdade, o “Jesus Cristo” propagado pela Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) e pelos evangélicos protestantes é um Jesus falso, a começar pelo nome e pela sua imagem (feição, aparência). O verdadeiro Cristo (Messias) não é Deus. A ICAR e os evangélicos protestantes transformaram Jesus Cristo, o Messias, em Deus, enquanto que ele é apenas um Servo. Jesus Cristo é um ser divino, mas é Servo. A ICAR fundamentou a doutrina da trindade para transformar Jesus em um deus, igual a Deus. Portanto, os judeus ortodoxos estão certos em rejeitar esse Jesus Cristo dos católicos e protestantes. Existem os chamados judeus messiânicos, que acreditam que esse Jesus propagado pela ICAR é o mesmo Messias prometido dos judeus. Na verdade, o Jesus dos evangelhos e do Novo Testamento é o Messias do AT prometido aos judeus. O problema é que a ICAR o transformou em um deus, e os judeus não podem aceitar a adoração explícita a Jesus Cristo, pois ele é Servo, e não Deus. Todo aquele que se converte e se aproxima de Deus é filho de Deus. Jesus é filho de Deus em virtude de ser um Servo obediente, não porque seja um deus, da mesma substância do Pai.

Os judeus ortodoxos estão certos em esperar seu verdadeiro Messias. Enquanto os católicos e protestantes esperam Jesus retornar como um “deus”, os judeus ortodoxos o esperam como o Servo de Jeová, o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi.

PROVANDO QUE SÓ HAVERÁ ARREBATAMENTO PARA OS 144 MIL JUDEUS

“Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus 24:29-31).

“Depois disto vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma. E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apocalipse 7:1-4).

Em Mateus 24:31 diz que os anjos ajuntarão os escolhidos desde os QUATRO VENTOS, de uma à outra extremidade dos céus. Logo, os salvos serão tomados de todos os cantos da Terra.

Agora, veja que em Apocalipse 7 diz a mesma a coisa a respeito do dia do arrebatamento, com o selamento dos 144 mil judeus. E o texto diz que quatro anjos seguram os QUATRO VENTOS da Terra, para que os servos de Deus sejam assinalados. Logo, os escolhidos são de todas as partes do mundo, dos quatro cantos da Terra. Trata-se do mesmo evento que Cristo descreveu em Mateus 24.

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Jesus não veio pregar o evangelho para os gentios. Ele veio apenas os judeus.

“Respondeu-lhes Jesus: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:24).

As boas-novas (isto é, o evangelho) foi estendido aos gentios por causa da bondade de Deus. Mas os gentios não têm primazia em nada. São apenas meros coadjuvantes ou convidados para o reino do Messias. Paulo foi o responsável pela pregação do Evangelho aos gentios. O apóstolo Pedro não queria pregar para os gentios. Mas, Paulo disse a Pedro que os gentios foram alcançados com a graça de Cristo. Porém, Paulo disse que os judeus são o tronco da “árvore”, e os gentios são apenas os ramos, não tendo primazia em nada.

E não existem dois tipos de evangelhos, “evangelho da graça” e “evangelho do reino”, como os teólogos costumam separar. Só existe um Evangelho, o Evangelho do Reino, o evangelho que proclama a vinda e o estabelecimento do reino do Messias. A salvação das pessoas não é para que elas deixem este mundo para morar no Céu, mas para que possam habitar no reino do Messias que será estabelecido aqui mesmo na Terra, para sempre. A palavra “EVANGELHO” significa “boas-novas”, ou “boas notícias”. Notícias de quê? Notícias a respeito da salvação dos escolhidos, dos fiéis, e estabelecimento do reino do Messias aqui na Terra.

Jesus vai voltar, mas não diretamente para nós, os gentios. Todos nós morrermos. Quem for fiel até à morte, este será ressuscitado na ressurreição do último dia.

“Venha a nós o teu reino”. (Mateus 6).

Vou parar a explicação por aqui para que o texto não fique mais longo do que já está.

24/07/2017 Posted by | EVANGELISMO, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , | Deixe um comentário

MENSAGEM QUE AGRADA – PARTE 01

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“Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:12-13).

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

“Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).

Jesus está voltando!

Jesus está às portas, irmão. Você está preparado?

Prepara-te para encontrares com teu Deus!

Você crê? Então diga amém, aleluia!

Ora, vem Senhor Jesus!

Oh, Glória!

 

24/07/2017 Posted by | EVANGELISMO, MENSAGENS ESPECIAIS | , | Deixe um comentário

O QUE ESTÃO FAZENDO COM O NOSSO BRASIL?

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Brasil, República das bananas,

Pátria dos vira-latas.

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O que estão fazendo com o Brasil

 

Só houve um político que elevou o nível cultural e econômico do Brasil diante do mundo. Esse foi Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de Lula o mundo nos olhava como país de 3º mundo, fraco, sem muita importância no cenário internacional. Com Lula passamos de 10ª para 6ª economia do mundo.

 

POR QUE A GLOBO E OS PARTIDOS E POLÍTICOS DE DIREITA LUTAM PARA DERRUBAR LULA, PT E GOVERNOS ESQUERDISTAS?

 

É porque o Brasil sempre foi governado pela elite branca, com políticos “notáveis” com curso superior. Aí, em 1980, um retirante nordestino que se tornou presidente do sindicato dos metalúrgico no ABC paulista, semi-alfabetizado, de nome Luiz Inácio Lula da Silva, fundou o Partido dos Trabalhadores – PT, que se fortaleceu até ganhar as eleições majoritárias em vários Estados e para a presidência em 2002, já tendo disputado eleição presidencial desde 1989, quando perdeu para o Collor. E Collor só ganhou com a ajuda da Rede Globo, tendo sabotado o debate para prejudicar o Lula.

 

Lula, um simples metalúrgico, sem diploma universitário, mostrou aos brasileiros e ao mundo que sabe governar melhor que estes da elite branca com curso superior. E isso gerou uma grande inveja e revolta nos grandes economistas, nos políticos de direita, que também são empresários, e nos donos de grande jornais do país.

 

A CONSPIRAÇÃO

 

Eles diziam: “Como podemos deixar que um partido dos proletariados (dos trabalhadores) tome o comando desse país e ainda colocam para nos governar um retirante nordestino analfabeto? Não. Isso não pode! Com que cara vamos aparecer lá fora? O que dirão de nós, políticos de carreira, formados, com diplomas universitário? Não podemos deixar esses vagabundos continuar governando o Brasil. Temos que fazer de tudo para derrubá-los. Onde já se viu nosso país passar décadas e décadas sendo governado por proletariados, e ainda tendo como chefe um apedeuta, analfabeto, cachaceiro! Não. Custe o que custar, mesmo que a economia desse país fique em frangalhos, temos que derrubar esse governo com todas as nossas forças, e não deixar jamais que Lula e o PT volte a governar o Brasil”.

 

E A QUESTÃO DO PT QUERER INSTALAR O COMUNISMO NO BRASIL

 

Ora, isso é conversa pra boi dormir. Não existe nenhuma chance de se instalar um regime comunista no Brasil. Estamos, sim, sujeitos a um Golpe Militar patrocinado pelos EUA.

 

A direita xucra, políticos e jornalistas de direita, alinhados com pastores evangélicos fundamentalistas, usam de terrorismo, e propagam que PT quer instalar um governo comunista no Brasil apenas como desculpa, para colocar a população contra os partidos de esquerda, para prejudicar esses partidos nas eleições e não deixar que eles cresçam. O próprio governo americano organiza e financia grupos de direita aqui no Brasil para influenciar nas redes sociais, e influencia até no judiciário, como no caso do juiz Sérgio Moro, que age com fins escusos, para perseguir, condenar e prender só políticos de esquerda, sem direito nem a cumprir pena em prisão domiciliar. Foi o governo americano e empresários brasileiros que financiaram grupos a organizar as manifestações contra o governo do PT/Dilma, que culminou com o impeachment. A onda agora é prejudicar o máximo que puderem a reputação do ex-presidente Lula, de tal forma que ele não possa se candidatar para presidente em 2018. Mas, podem dar com os burros n’água. Tudo pode acontecer. E muitos jovens e brasileiros estão se informando melhor na internet a respeito do que se passa na política aqui no Brasil. Só os coxinhas babacas que continuam ao lado dos políticos da direita, porque lhes convém. Pobres e classe média tem que estar do lado de quem defende os direitos dos trabalhadores.

 

18/07/2017 Posted by | CONSPIRAÇÃO, ECONOMIA, IGREJA E POLÍTICA, MÍDIA MANIPULADORA, POLÍTICA | , , | Deixe um comentário

A PALAVRA “ESPIRITUAL” É UM TERMO ARCAICO E PRIMITIVO

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A palavra “espiritual ainda é compreendida de forma primitiva e medieval pelos crentes e religiosos.

Espiritual - Paraíso

Não existe nada de “espiritual” neste mundo e no Universo. A palavra “espiritual” é um termo arcaico, primitivo, utilizado para designar as coisas que não podiam ser vistas a olho nu.

Uma parede de vidro bem transparente colocada no meio de uma rua não poderá ser vista pelos transeuntes, e nem por isso vamos dizer que aquela parede de vidro é algo “espiritual”.

Todo crente pensa que vai para o céu, ou diz que vai para o céu, imaginando que o céu é um lugar “espiritual”. Não. Não existe nada de espiritual nos céus, acima das nuvens. Jesus subiu ao céu, mas não foi para um mundo espiritual. Jesus subiu para um mundo físico. Tudo que existe fora da Terra, acima das nuvens, também é material.

Se Deus vai salvar os cristãos justos e fiéis e vai levá-los para um mundo “espiritual”, o que vai acontecer com esta Terra física e o restante do Universo físico? Por que e para que Deus criou o Universo tão grande se ninguém pode explorá-lo? Por que Ele criou o homem num minúsculo planeta em um cantinho da Via Láctea, e depois, vai salvar só alguns e levá-los para outro mundo “espiritual”? Por acaso, depois que os crentes forem morar no céu, a velha Terra e o todo o Universo físico vão ficar no mar do esquecimento ou Deus irá destruir tudo que fez, porque não valeu a pena ter criado o mundo físico?

Será que Deus teve tanto trabalho para construir um Universo tão grande para que durasse apenas 7 mil anos? Ou não valeu a pena criar este mundo tão grande? Será mesmo que, depois de tanto trabalho, Deus irá destruir este mundo e vai levar os escolhidos para habitar num mundinho espiritual em outra dimensão cósmica?

A SEGUNDA VINDA VISÍVEL DE JESUS

Os crentes esperam Jesus e seus anjos voltarem, descendo visivelmente sobre as nuvens com poder e grande glória, pois, na Bíblia está escrito que “todo olho o verá”.

Ora, se os crentes esperam Jesus retornar visivelmente dos céus, então, Ele (Jesus) não pode ter um corpo espiritual, pois o que é espiritual não pode ser visto por olhos carnais. Mas o crente teimoso e ignorante pode dizer que Deus concederá o poder para que todos os ímpios possam contemplar Jesus e os anjos em corpos gloriosos. Aí já é demais a loucura desses crentes. A doutrinação religiosa embrutece o ser humano a tal ponto de ele imaginar coisas loucas, sem sentido, e ainda viver em função e na expectativa dessas loucuras.

Tempos atrás, ainda com a mente entorpecida pelos ensinos religiosos, imaginava que Jesus e os anjos podiam se materializar e assumir corpos físicos para se manifestar aos humanos. Mas, cheguei à conclusão que não existe esse negócio de materialização. Tudo isso é produto da ficção da mente humana. Os anjos podem até descer do céu visivelmente voando porque eles possuem asas, mas Jesus não é anjo, e não poderá descer voando, e muito menos montado em cavalo branco alado (com asas). Jesus irá descer porque uma nave espacial virá do céu encoberta (camuflada) por uma nuvem de fumaça, assim como ele desceu no Monte Horebe e no Monte Sinai. Durante a peregrinação do povo hebreu no deserto, os anjos acompanhavam o povo numa nave espacial encoberta (camuflada) por uma nuvem.

É possível, sim, existir seres vivos alados vivendo em outro sistema planetário, mas não com quatro ou seis asas no mesmo corpo. Aqui mesmo na Terra existem os morcegos comuns e morcegos dragões em regiões da Indonésia, que são mamíferos alados e voam. Os querubins de quatro asas que Ezequiel contemplou não eram seres vivos literais; eram figuras ou esculturas de anjos nos cantos ou nas paredes da nave espacial. De igual modo o profeta Isaías teve a mesma visão da nave espacial e disse que contemplou serafins que possuíam seis asas cada um. No entanto, esses serafins de Isaías eram os mesmos querubins de Ezequiel.

Esses seres não se movimentavam, não se mexiam, porque não estavam vivos, por isso, acompanhavam a nave para onde quer que fosse, mas não mudavam de posição, pois estavam fixados à ela. Logo, percebe-se que eram esculturas de anjos na parede da nave. E o apóstolo João, no Apocalipse, também teve a mesma visão, e confirmou que os serafins de Isaías são os mesmos querubins de Ezequiel que repetiam de contínuo a frase “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-Poderoso”. Só que essas vozes vinham dos alto-falantes que estavam por trás das esculturas dos anjos com quatro asas ao lado da nave. Leia com atenção, sem fanatismo religioso, os capítulos 1 e 10 do livro de Ezequiel para você compreender essa verdade.

“Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém” (Apocalipse 1:7).

“Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1:9-11).

“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mateus 24:30).

“Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória” (Lucas 21:27).

“Então disse o Senhor a Moisés: Eis que eu virei a ti em uma nuvem espessa, para que o povo ouça, quando eu falar contigo, e também para que sempre te creia. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao Senhor (…) Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu” (Êxodo 19:9,16).

“O Senhor desceu numa nuvem e, pondo-se ali junto a ele, proclamou o nome Jeová” Êxodo 34:5.

“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvens para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. (…) Não desaparecia de diante do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite” (Êxodo 13:21-22).

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar” Ezequiel 1:4).

A “coluna de fogo” que alumiava o acampamento dos israelitas no deserto durante a noite era um feixe de luz emitido por holofotes diretos da nave que voava camuflada no meio de uma nuvem de fumaça.

O profeta Ezequiel teve a visão de uma nave espacial vindo camuflada envolta em uma nuvem, emitindo luzes para todos os lados, mas que dava para notar as labaredas de fogo emitidas de contínuo pelos motores.

Essa visão de Ezequiel não teve nada de “espiritual”. Foi uma visão real e física de seres celestiais (de outro sistema planetário) visitando a Terra.

A citação de Lucas 21:27 está mais correta ao afirmar que Jesus virá em uma nuvem, e não sobre as nuvens. A nave espacial descerá camuflada em meio a um nevoeiro.

MUNDOS OU UNIVERSOS PARALELOS NÃO EXISTEM. SÃO COISAS DA PURA FICÇÃO

Não acredito nessa estória de que existem mundos ou universos paralelos.

O crente pensa que o mundo de Deus, o Céu, é um mundo espiritual paralelo ao mundo físico, e que está localizado acima das nuvens. Só que isso é pensamento medieval, primitivo. O lugar fictício que os crentes chamam de CÉU nada mais é que o céu, o espaço sideral que está acima das nuvens. Céu não é um lugar específico. Céu é todo o espaço sideral. Jesus foi para o céu ou para os céus. Portanto, a palavra “céu” não quer dizer o nome de um lugar acima das nuvens, nem tão pouco uma cidade espiritual. Jesus foi para os céus, mas ninguém sabe exatamente para qual planeta ou sistema estelar ele se dirigiu. Alguns esotéricos dizem que os deuses do bem (Jesus e seus anjos) vem da estrela Sírius, da constelação de Cão Maior, e que Satanás e seus anjos vem da constelação de Órion, uma constelação equatorial. Órion significa Oriente ou Leste. Sabemos que os grão-mestres da Maçonaria cultuam Lúcifer. E as Lojas Maçônicas se denominam Loja do Grande Oriente.

O Céu ou o mundo para onde Jesus foi, acima, das nuvens, não é um mundo espiritual, muito menos um universo paralelo. O mundo para onde Jesus foi está localizado dentro deste mesmo Universo onde se encontra a Via Láctea e o planeta Terra.

“E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o sol” (Ezequiel 8:16).

No esoterismo e no ocultismo o Sol é símbolo de Lúcifer, e o número cabalístico do Sol é 36. E o triangular de 36 é 666.

Esses adoradores do Sol que Ezequiel se refere são os mesmos maçons de hoje. Os templos maçônicos são uma imitação do Grande Templo do Senhor construído por Salomão. Mas na hora de adorar o Sol (Lúcifer), eles ficam de costas para o templo. Eles ficam posicionados para o Oriente não só por causa do Sol nascente, mas também, porque o reino de Lúcifer está na Constelação de Órion.

O MAL QUE VEM DO NORTE

“Então me disse: Filho do homem, levanta agora os teus olhos para o caminho do norte. Levantei, pois, os meus olhos para o caminho do norte, e eis que ao norte da porta do altar, estava esta imagem do ciúme na entrada” (Ezequiel 8:5).

Na crença dos fanáticos religiosos e no entendimento dos direitistas, tudo que vem do Norte é tido como de esquerda ou do mal. Na concepção popular, tudo o que fica na parte Norte de um país é ruim. Veja, por exemplo: Coréia do Sul (regime democrático e do bem), Coréia do Norte (ditatorial e do mal); Irlanda do Sul (democrática e evangélica, do bem), Irlanda do Norte (católica e do mal); tem ainda Vietnã do Sul (democrático) e Vietnã do Norte (comunista). Aqui no Brasil temos as regiões Sul e Sudeste (com pessoas tidas como “melhores” e mais educadas); e do outro lado temos as regiões Norte e Nordeste (com pessoas tidas como ruins e sem cultura); o antigo povo hebreu se dividia em dois reinos: Reino do Norte (os samaritanos, povo rebelde, que eram discriminados e tratados como porcos pelos judeus do sul, e adoram a Deus no monte Gerizim (“não deiteis vossas pérolas aos porcos”), e Reino do Sul (reino governado pelo rei Davi, onde o povo adorava ao Senhor no grande Templo no Monte Moriá, e se achavam melhores e superiores aos samaritanos).

No entanto, essa concepção popular de que o mal vem do norte não passa de discriminação por causa de racismo e de crendices e preconceitos religiosos.

Na verdade, isso acontece porque os mais fracos dentre um povo ficam com a parte norte e nordeste de um território, que é a parte mais ruim e a que tem o solo mais seco e arenoso, enquanto que os mais fortes e os mais espertos ficam com a parte do sul e sudeste de um território onde o clima é melhor e o solo mais produtivo. Geralmente a parte mais ruim de um território, a parte desprezada, que sobra, é tomada pelos menos favorecidos, pelos rebelados, pelos pobres.

Também tem a questão do clima. Os europeus que migraram para o Brasil, se dirigiram para as regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde o clima é frio. Já os japoneses preferiram o Norte do Brasil, no caso Manaus, onde o clima é quente. Os alemães se fixaram no Paraná; os italianos em São Paulo; e assim por diante.

Porém, em geral, os colonizadores preferem se fixar na parte Sul e Sudeste de um território onde o clima é frio. Quando o Brasil-Colônia foi dividido em Capitanias Hereditárias, as regiões mais disputadas foram a Sul e Sudeste, por causa do clima e melhores condições do solo para plantio da cana-de-açúcar e do café. Os degredados se fixaram na região Nordeste. O Brasil começou a ser colonizado pela região Nordeste, tanto é que a nossa primeira capital foi Salvador, na Bahia. Depois da libertação dos escravos em 1888, os negros se concentraram na Bahia, Ceará, Pernambuco e no Maranhão. Quando mudaram a capital do Brasil para o Rio de Janeiro, os negros também passaram a se concentrar nesse Estado. O certo é que os brancos se concentram mais nas regiões Sul e Sudeste, enquanto que os negros, degredados, índios e asiáticos se concentraram nas regiões Norte e Nordeste. Daí surgimento do preconceito contra os do Norte.

A mesma coisa preconceituosa pode se dizer a respeito das cores preta e branca. Quem é de cor branca é do bem, tem alma, é mais inteligente, mais abençoado e querido por Deus. Já quem tem a pele negra são pessoas sem alma, e por isso, devem ser tratadas como animais, além do mais, essas pessoas tem pouca inteligência e são menos amadas e menos queridas por Deus. (Entenda que isto que escrevi é uma ironia).

“Para a banda do NORTE estará o estandarte do arraial de Dã, segundo os seus exércitos; e Aiezer, filho de Amisadai, será o príncipe dos filhos de Dã” (Números 2:25).

Na relação das 12 tribos de Israel descritas no Livro de Apocalipse a tribo de Dã não aparece; e alguns eruditos dizem que o Anticristo surgirá da tribo perdida de Dã.

“E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do NORTE” (Isaías 14:13).

Esta é uma referência indireta do profeta sobre Satanás, se referindo ao rei de Tiro. Repare que o texto diz “no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do NORTE”.

“Arvorai um estandarte no caminho para Sião; buscai refúgio, não demoreis; porque eu trago do norte um mal, sim, uma grande destruição” (Jeremias 4:6).

06/07/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

A RACIONALIDADE NÃO É DESENVOLVIDA INTEGRALMENTE PELOS RELIGIOSOS

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“O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei” (Oseias 4:6).

Só existem crenças absurdas e infundadas porque o homem não usa 100% a sua racionalidade.

Nunca discuta com pessoas burras

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Os humanos se diferenciam dos animais por uma característica especial: a racionalidade. Nós, humanos, somos seres racionais porque pensamos e temos consciência da nossa existência e do mundo em que vivemos. Já os animais, por serem irracionais, não têm noção da própria existência e nem do mundo que os cerca.

Por causa da consciência, nós humanos, sabemos discernir entre o certo e o errado, entre o justo e o injusto, entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio, entre a vida e a morte, entre a paz e a guerra; entre o real e o imaginário. Temos plena convicção que somos seres mortais e que um dia todos nós iremos morrer.

Conta-se que certo filósofo estava sentado, pensativo, num banco de praça de um lugarejo qualquer quando de repente uma pessoa desconhecida se aproximou e lhe perguntou: “Quem é você, de onde você veio e para onde você vai?” Aí ele respondeu: “É exatamente isto que estou há muito tempo querendo saber. Quem sou eu, de onde vim e para onde vou”. Na verdade, esses tipos de questionamentos são exageros filosóficos, pois, todo ser humano, sendo racional, sabe quem é, de onde veio e para onde vai. Ou seja, todo ser humano sabe ou devia saber que é uma espécie animal que surgiu na Terra (seja por criação ou por evolução), que nasceu, cresceu e vai gerar descendentes, e depois irá envelhecer e morrer como os demais seres mortais. O problema é que os filósofos religiosos querem levar essa polêmica para além das razões humanas. Aí ficam questionando: Será que foi Deus que criou o homem na Terra ou foram os extraterrestres que nos colocaram aqui? Qual o propósito da nossa existência aqui na Terra? Será que após a morte tudo se acaba ou somos encaminhados para um plano transcendental superior ou inferior? E por aí vai os questionamentos.

RACIONALIDADE X CONSCIÊNCIA

O que é ser racional? Será que racionalidade é sinônimo de consciência?

Nem todos os conhecimentos das ciências humanas devem ser tratados como verdades absolutas. Até mesmo nas ciências ditas “exatas” há estudos que carecem de aperfeiçoamento.

Sobre a questão da racionalidade e da consciência humana existem bastantes estudos científicos, embora não se constituam em verdades absolutas.

Vejamos os significados de ‘ética’, ‘instinto’, ‘inteligência, ‘razão’, ‘racional’, ‘irracional’ e ‘consciência’.

Ética“Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Instinto “Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado”.

Inteligência –  “Faculdade de aprender, compreender as coisas, própria da espécie humana e também dos animais superiores; maneira de entender ou interpretar; destreza mental; habilidade”.

Razão“Faculdade que tem o ser humano de avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juízo; inteligência; bom senso; juízo; prudência”.

Racional “Que usa da razão; que raciocina; que se deduz pela razão”.

Irracional“Não racional; onde a razão não intervém; que não raciocina; contrário à razão”.

Consciência“Atributo altamente desenvolvido na espécie humana; faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados; conhecimento imediato da sua própria atividade psíquica ou física; conhecimento, noção, ideia”.

Acredito que a consciência é um atributo diferente da racionalidade. Porém, ambas caminham juntas na espécie humana. A consciência veio depois da racionalidade, e é um atributo inerente da espécie humana. A racionalidade foi se desenvolvendo aos poucos, mas a consciência parece que surgiu num passe de mágica. Os animais superiores não são totalmente irracionais. Todos os animais superiores desenvolvem algum nível de racionalidade. O problema é que os estudiosos dessa área do conhecimento humano não admitem que os animais possam pensar ou raciocinar.

Sei que é difícil admitir que um animal pense ou raciocine. Porém, como sei que as definições de racionalidade e consciência não são verdades absolutas, posso admitir que os animais superiores desenvolvem algum nível de raciocínio. Sabemos que o pensamento ou raciocínio se desenvolve no cérebro, na cabeça, e também sabemos que todos os animais superiores possuem cabeça e cérebro, embora em estágio menos desenvolvido em relação aos humanos. Se existe cérebro nos animais, então existe a possibilidade de pensamento, embora não seja lógico e organizado.

Se o homem veio de um ancestral primata que não desenvolvia a racionalidade, e evoluiu até atingir a consciência plena, por que não podemos admitir que outras espécies de animais ainda estão em estágio de desenvolvimento cerebral, até que possa atingir a consciência? Se não podemos admitir isso, então, temos que acreditar que o homem foi uma criação de Deus, e que já trouxe em si a faculdade da consciência ou racionalidade.

Na natureza existem certos animais que se organizam e planejam a melhor forma de como capturar uma presa, como no caso dos leões. Ora, será que isso não é uso do raciocínio e do pensamento! Sei que é difícil se admitir tal conjectura. Mas, o conhecimento nessa área ainda não é conclusivo. Posso estar certo ou errado.

Os elefantes, por exemplo, são animais que possuem cérebros tão evoluídos que, se fossem conscientes e tivessem cordas vocais como os humanos, falariam e conversariam uns com os outros. Alguns biólogos acreditam que os elefantes raciocinam, pois, executam ações que exigiriam reflexão e raciocínio.

Os seres humanos, apesar de possuírem a consciência inata, não desenvolvem conhecimentos e habilidades sem raciocínio e sem experiências. Da mesma forma os animais superiores também carecem de experiências e pensamentos para desenvolver habilidades. A diferença básica entre homens e animais é a consciência, e não a racionalidade. Os animais também desenvolvem certo nível de racionalidade. O tempo é o senhor da razão. Se meus questionamentos são inadmissíveis, é porque ou estou equivocado ou meu conhecimento é maior do que os que foram oficializados como verdades. Toda pessoa que questiona as coisas além do senso comum, é taxada de louca ou herege.

Uma coisa eu sei: É menos burrice acreditar que um animal possa pensar, mesmo que de forma ilógica, do que crer que uma cobra possa falar mesmo sem possuir cordas vocais, que anjos/querubins possuem quatro ou seis asas, que no céu tenha criações de cavalos alados, ou que uma galinha se transformou em dinossauro e que o homem evoluiu de um primata.

“Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1).

“Cada um tinha quatro rostos e cada um quatro asas; e debaixo das suas asas havia a semelhança de mãos de homem” (Ezequiel 20:21).

“Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava” (Isaías 6:2).

“Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apocalipse 19:14).

Embora os animais superiores não desenvolvam o senso de ética e de justiça – visto que não possuem consciência –, mas todos desenvolvem algum nível de inteligência e racionalidade, mesmo pequeno que seja. Os estudiosos dizem que os animais agem por instinto, e uns apresentam alto grau de inteligência, mas que esta não está ligada à racionalidade. Porém, sabemos que os animais tem noção do perigo, sabem que podem morrer, sabem que o fogo queima; sabem que, se cair de um precipício, podem morrer; sabem que se morder com força pode ferir o seu semelhante. Em outras palavras, os animais desenvolvem um nível de inteligência, e a inteligência está relacionado à racionalidade. Só é inteligente quem possui algum nível de racionalidade. E a racionalidade deriva da razão de ser das coisas. O joão-de-barro, além de construir sua casa de alvenaria, a constrói próximo a um enxame de mariposas, com a intenção de proteger suas crias dos predadores. E as abelhas, será que elas constroem suas colmeias de forma tão engenhosa apenas por inteligência, ou há uma pitada de racionalidade nisso? Acredito que os animais não fazem certas coisas inteligentemente sem pensar. Certos animais também pensam antes de realizar as coisas. Temos muitos exemplos disso na natureza. A mosca não tem a mesa capacidade cerebral das abelhas. Existe algo muito superior no cérebro das abelhas. Os animais sabem que podem cair e se machucar e morrer; os animais que não sabem nadar, sabem que se cair na água podem morrer afogado. Ora, o que é isso? É força do instinto, é inteligência ou racionalidade? Lógico que deve ter um pouco de racionalidade nisso. Se inteligência é destreza mental, logo, os animais superiores possuem mente, pois, também são inteligentes. E se possuem mente, eles de certa forma desenvolvem algum nível de raciocínio. A espécie humana, devido ao desenvolvimento maior e mais complexo do cérebro, possui um alto nível de racionalidade. E a consciência veio para se somar à racionalidade. Acredita-se que a consciência humana surgiu devido ao número elevadíssimo de sinapses ou conexões neurais do cérebro. Partindo desse princípio, os cientistas estão tentando desenvolver um computador que simule trilhões de conexões neurais, de forma que se torne uma máquina consciente. E acredito que esse feito não é impossível de se realizar. O computador é uma máquina, e age com inteligência ou com certo nível de racionalidade, porém, não possui consciência.

TODO SER HUMANO QUE FAZ USO CORRETO DE SUA RACIONALIDADE É PERSEGUIDO E CRITICADO

Um dos juristas mais respeitados da atualidade é o prof. Alysson Leandro Mascaro, jurista e filósofo do direito e professor da Faculdade de Direito da USP. Em uma de suas palestras, o prof. Alysson destaca a perseguição que sofreram os filósofos da antiguidade, que ensinavam a verdade sobre as coisas, mas que os políticos e religiosos da época não aceitavam. Os filósofos da antiguidade romperam com o misticismo e com as crenças, e passaram a pensar o mundo racionalmente, por isso, foram perseguidos. Mataram o filósofo Sócrates à semelhança de Cristo por ter contrariado as crendices de sua época. Da mesma forma também o filósofo Platão foi preso, perseguido e exilado. Aristóteles também foi perseguido. Na verdade, como diz o prof. Alysson, o verdadeiro filósofo recebe pedradas do seu tempo e não aplausos. Referiu-se ainda à perseguição que sofreu o matemático e astrônomo Galileu Galilei.  Diz o professor: “Durante a história do Cristianismo, o Cristianismo não aceitou um pensamento filosófico que fosse divergente dele próprio. A Idade Média teve uma fé consolidada, teve uma doutrina religiosa consolidada e todos aqueles que foram melhores do que a própria religião, do que o próprio pensamento religioso, eram os hereges. Se alguém dissesse que se nós somos cristãos, Jesus é nosso irmão, então todo mundo é irmão um do outro, e que portanto, vamos dividir toda a comida do mundo entre todas as pessoas, porque todos são irmãos, no tempo no qual a humanidade na Idade Média já era cristã, mas era feudal (era só um senhor feudal que tinha tudo; o resto passava fome), se alguém dissesse que ser cristão é dividir o pão com todas as pessoas, este era herege, e os cristãos mandavam pra fogueira. Joana D’Arc é um exemplo de mulher que, ao contestar, o seu tempo e a religião, só lhe restou o caminho da fogueira. Então, se nós observarmos, a História da humanidade nunca gostou da própria filosofia, nunca gostou de um pensamento mais avançado. Giordano Bruno, por falar que não é o sol que gira ao redor da Terra, mas o contrário, foi a Igreja cristã que mandou matá-lo. Com Galileu Galilei quase aconteceu a mesma coisa. Resultado: a história das religiões não gosta da filosofia; também não gosta da Ciência, não gosta da racionalidade, tirando-se raras exceções”.

“Aquele que pensa longe, em geral, ele contrasta com o seu tempo e recebe as pedradas do seu tempo”. (prof. Alysson Leandro Mascaro).

Não defendo o puro racionalismo, mas acho que as nossas crenças religiosas devem ser sustentadas por algo mais racional.

A LEI PRIMORDIAL DA RACIONALIDADE HUMANA

A Lei primordial da racionalidade humana é a capacidade de discernir entre o que existe e o que não existe, entre o que é real e imaginário. Se alguém acredita em coisas que não tem certeza se existem, e vive em função delas, então, este não está fazendo uso da Lei primordial da racionalidade; e, portanto, não está sendo 100% racional.

O problema em aceitar o meu argumento é que, na concepção dos religiosos, o contrário de ‘crer’ chama-se ‘ceticismo’. Só que não é bem assim a definição de ceticismo. Cético não é aquele que não crê em coisas espirituais. Ceticismo é o estado de quem duvida de tudo; que tem descrença total, não só no campo material, mas no espiritual, na capacidade humana de chegar a qualquer conhecimento ou verdade absoluta.

O ato de crer não está relacionado somente a assuntos espirituais. Não crer em algo não quer dizer que eu seja cético ou semirracional ou demasiadamente racional. Ao contrário, se digo que não creio porque não há provas se algo existe, se é real ou imaginário, logo, estou fazendo uso correto da razão ou racionalidade; estou agindo racionalmente. Mas, se digo que creio em algo mesmo não tendo provas se é real ou imaginário, logo, não estou fazendo uso pleno da racionalidade. Neste último caso, a pessoa não está agindo por si mesma, mas está sendo induzida por uma crendice ou por uma doutrinação religiosa. Ou, em último caso, está fazendo uso do seu livre arbítrio, acreditando em algo imaginário por pura teimosia.

Nós, humanos, somos racionais e conscientes da nossa existência. Sabemos que existimos porque pensamos e enxergamos o mundo ao nosso redor; porque vemos e ouvimos outras pessoas falar e interagir; porque sentimos dores, frio, calor, a paz, a tempestade e a bonança. Temos noção do mundo que nos cerca e das coisas físicas que existem na Terra e no Universo. Porém, existem coisas que muitos humanos imaginam existir, mas não podem provar que aquilo exista realmente. Logo, esse “distúrbio” não faz parte da racionalidade. Pois, se você acredita em algo imaginário, que não se pode provar pela razão, isso não é atitude normal de um ser racional. Neste caso, mesmo a pessoa sendo racional, ela não está fazendo uso pleno de sua racionalidade, e age por teimosia ou por causa de uma doutrinação religiosa.

UMA DAS CARACTERÍSTICAS DO SER RACIONAL É A CAPACIDADE DE DISCERNIR ENTRE O QUE EXISTE E O QUE NÃO EXISTE; ENTRE O QUE É POSSÍVEL E O QUE NÃO É POSSÍVEL EXISTIR; ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO.

Mesmo o ser humano sendo racional, ele pode optar por acreditar naquilo que lhe der na telha. Só que isso acontece porque ele mistura crendices religiosas com sua racionalidade. Na verdade, junto da racionalidade está a liberdade humana e o livre arbítrio. E tudo isso misturado, faz com que muitos seres ditos racionais, ajam como seres semirracionais. Não é porque temos livre arbítrio que vamos acreditar em coisas que não temos certeza se existem. Temos que colocar a mão na consciência e ver se estamos usando 100% a nossa capacidade de raciocinar ou se estamos deixando outras pessoas pensarem por nós – no caso, os religiosos.

Chegará o tempo em que a humanidade estará num estado tão avançado culturalmente que as autoridades proibirão toda crença religiosa baseada em teorias que são impossíveis de serem comprovadas cientificamente e pela razão. Portanto, antes desse dia chegar, os crentes devem fundamentar suas crenças em algo mais racional, que seja possível um dia ser comprovado pela Ciência.

O físico Albert Einstein formulou várias teorias sobre as leis que regem a organização da matéria e do Universo, que não puderam ser comprovadas cientificamente em sua época, mas que agora os cientistas modernos estão conseguindo comprovar, devido ao avanço tecnológico. De igual modo, os teóricos evolucionistas também criaram alguns postulados sobre a mutação e transição de uma espécie para outra espécie – o tal elo perdido –, mas que ainda não puderam ser comprovados pela Ciência. Mas, se não for possível achar o elo perdido, então, os naturalistas deverão abandonar suas teorias infundadas, e não ficar na teimosia de acreditar em coisas que se sabe que nunca poderão ser comprovadas. Mesmo que os cientistas sustentem a Teoria do Big-Bang e a Teoria da Evolução sem apresentar provas convincentes, porém, ninguém vive em função dessas coisas. Ninguém vive adorando os dinossauros e nem venerando os ancestrais do homem. Já em relação às teorias e crenças religiosas, mesmo que nunca haja comprovação que algo exista, os crentes não deixam de crer, e prosseguem ensinando coisas imaginárias, e vivem em função delas. No caso dos religiosos, eles fundamentam suas crenças não como teorias, mas como verdades absolutas. E isso não é atitude normal de quem é racional. A doutrina de Deus deveria ser chamada de teoria da existência de Deus. A doutrina da criação de Deus deveria ser chamada de teoria da criação divina. A doutrina da Trindade deveria ser tratada como teoria e não como uma verdade absoluta. Os teólogos fundamentam suas crenças como verdades absolutas porque partem da premissa de que a Bíblia é a “verdade absoluta”. Fundamentam certas crenças que não podem ser comprovadas pela razão como verdades absolutas, e vivem em função delas. Chegará o dia em que as autoridades proibirão qualquer tipo de crença que se sabe que nunca poderá ser comprovada cientificamente.

Quando estudava sobre o tal “elo perdido”, cheguei a pensar que pudesse existir uma raça da espécie humana ainda em estágio de transição da condição de semiconsciente para consciente, ou de semirracional para racional. Segundo a Teoria da Evolução, o homo sapiens evoluiu de um ancestral mais desenvolvido que um primata, uma espécie de hominídeo que ainda não era consciente. Mas, parece que depois do homo sapiens (homem inteligente), a espécie humana não evoluiu muito, ou ainda está caminhando lentamente em estágio de evolução, e não se encontra plenamente consciente ou racional. Porém, muitas pesquisas foram feitas sobre as diversas raças da espécie humana, e constatou-se que as raças mais primitivas, como os índios americanos, os aborígenes australianos e pigmeus da África mantinham o mesmo grau de evolução craniana, e mostraram-se plenamente conscientes e inteligentes. Apesar desses estudos, acredito que nem todas as pessoas que nascem desenvolvem o mesmo grau de consciência e racionalidade.

Até hoje os paleontólogos não conseguiram encontrar o elo perdido ou fóssil da espécie humana em estágio de transição da condição de irracional para semirracional ou semiconsciente. Sempre o estágio encontrado é de irracional para racional. Parece que a consciência humana surgiu num piscar de olhos. O homo sapiens, não sendo racional, dormiu e acordou como um ser racional. Por causa disso, os religiosos desacreditam na Teoria da Evolução e afirmam categoricamente que a espécie humana foi uma criação especial de Deus, e desde quando o homem foi criado, já desenvolvia a plena consciência e racionalidade. Se por um lado os teóricos evolucionistas estão certos, há um ‘porém’ nisso tudo. Segundo a Paleontologia e os estudos da Pré-História, há um curto espaço de tempo na transição quando os humanos deixaram a condição de bárbaros para se tornarem civilizados. Se foi necessário se passar milhões de anos para os hominídeos se tornarem homens inteligentes, até chegar à condição de racional, por que os períodos pré-históricos conhecidos como pedra lascada (paleolítico) e pedra polida (neolítico) são medidos em milhares de anos e não em milhões de anos? Portanto, por ser muito curto o tempo entre o período paleolítico e neolítico, a espécie humana ainda se encontra em estágio de formação da consciência e racionalidade plena. No entanto, não creio em tudo que ensina a Teoria da Evolução. Acredito que a Raça Adâmica foi uma criação especial de Deus.

SOBRE O ELO ACHADO

O peixe-boi da Amazônia pode ser um modelo de “elo achado”. Pois, esta espécie de mamífero aquático parece estar em estágio de transição ou mutação entre uma espécie e outra. Ou o peixe-boi é um boi que está evoluindo para se tornar um peixe, ou é um peixe que está evoluindo para se tornar um boi.

O MUITO CONHECIMENTO TAMBÉM AJUDA A DESENVOLVER A RACIONALIDADE, MAS NÃO É SUFICIENTE.

Se é verdade que o homem (raça dos Atlantes e raça Adâmica) evoluiu de um ancestral não racional, não consciente, então, ele ainda se encontra em estágio de aperfeiçoamento de sua racionalidade e de sua consciência. Existem pessoas que já desenvolvem a plena racionalidade desde pequeno, pois, não acreditam em coisas que não se podem provar. Enquanto que tem outros que mesmo tendo muita cultura ou alto grau de estudo, mesmo assim, acredita em coisas que não se podem provar. É o caso dos religiosos. Mas há também pessoas não religiosas que acreditam em fantasias. Eu, por exemplo, desde os quatorze anos de idade, convivi na igreja ouvindo sermões dos pastores nos cultos de doutrina e lendo ensinos das revistas de escola dominical, além de ter lido toda a Bíblia e mais outros livros teológicos, mas nunca fui um crente fanático, acreditando nas coisas ditas “espirituais” de qualquer jeito. Nunca achei que certos ensinos bíblicos são verdades absolutas. Sempre busquei respostas para as minhas dúvidas, embora não externasse nada para os pastores, pois, se as externasse, eles iriam dizer que eu estava precisando me converter novamente e ler direito a Bíblia.

Adquirir muito conhecimento na área da Ciência e na área teológica também ajuda a desenvolver a racionalidade, desde que o tal conhecimento adquirido sirva para sanar as dúvidas que inquietam a consciência humana. Tem pessoas com ensino superior, e que fazem curso de Teologia, mas, estudam por estudar, só para fixar regras da Hermenêutica, da exegese, da homilética, da escatologia e do corpo de doutrinas da denominação a qual pertencem, mas não  usam esses conhecimentos para questionar a veracidade de suas crenças. Seja verdade ou não, o importante é que se formam em Teologia, e vivem em função de suas crendices.

Só sei de uma coisa: o ser humano que desenvolve ou exercita a sua racionalidade é mais lúcido, e não fica sujeito ao engano religioso.

O ser humano que desenvolve mais a sua racionalidade não tem instinto assassino nem atitude de desonestidade; é pacato, preza pela paz, melhora seu senso de justiça e sentimento de amor pelo próximo.

As pessoas religiosas tendem a ser mais corruptas porque não desenvolvem plenamente a sua racionalidade. Aqui no Brasil, por exemplo, os grandes políticos e empresários presos por corrupção são pessoas religiosas, e não demonstram nenhum remorso por serem desonestas. No Japão, país onde a maioria da população é ateísta, o político ou agente público preso por corrupção demonstra grande constrangimento e remorso, e muitos até se suicidam. Os países europeus são desenvolvidos culturalmente e economicamente, e são países onde há menos corrupção e baixíssimo índice de criminalidade, e grande parte da população é ateísta, não seguindo nenhuma religião ou credo. De certa forma, adquirir bastante conhecimento também ajuda a desenvolver a racionalidade. E o desenvolvimento da racionalidade melhora o ser humano enquanto pessoa.

A QUESTÃO DA FÉ RELIGIOSA

O surgimento da fé religiosa foi o motivo de todo esse embaraço na mente dos seres racionais. Por causa da fé religiosa, muitos humanos ficam com preguiça de pensar, e não fazem uso de 100% de sua capacidade de raciocinar. Limitam-se a acreditar no que os livros de suas religiões ensinam e não procuram questionar nada. Geralmente os crentes não usam 100% da sua capacidade de raciocinar e deixam que os líderes religiosos, fundadores de seitas, pensem por eles.

Na Bíblia existe a definição de fé de acordo com a visão religiosa. E para os crentes, isso é mais do que suficiente, pois, não podem questionar nada. Vejamos:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

Vejam que quase nenhum crente comum ou teólogo questiona se essa definição de fé religiosa está certa ou errada. Eles não questionam porque já tem a mente condicionada para acreditar em tudo o que está escrito na Bíblia. “Se a Bíblia diz, então, é verdade” – dizem. Ou seja, para o crente, se algo está escrito ou definido na Bíblia, então é uma verdade absoluta e não se pode questionar. Só que essa atitude impensada tem levado muitos incautos a acreditar em coisas absurdas, além da racionalidade humana.

Observe que a primeira parte da definição de fé, de Heb. 11:11, está correta. Mas, a segunda parte não é uma verdade absoluta, pois, fé não é prova de nada. A minha fé não me garante (não prova) que se hoje eu jogar na mega-sena, amanhã eu serei um milionário. Mas, o crente fanático pode dizer que eu não ganho na loteria por falta de fé. Ora, ora, ora! E se eles têm bastante fé, por que nunca ganham o grande prêmio da loteria? Logo, percebe que esse conceito de que “fé é a prova das coisas que se não veem” não passa de uma grande furada.

TIPOS DE FÉ

Há pelo menos quatro tipos de fé. E a quarta é igual à terceira.

Primeiro: a fé que é sinônimo de confiança e esperança, mas que não é prova de nada. Esse tipo de fé é comum e normal, e está dentro da racionalidade humana. Sobre esse tipo de fé temos exemplos na Bíblia. Esse tipo de fé é o ato de acreditar no impossível, e não no imaginário.

“E que mais direi? Pois me faltará o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas; os quais por meio da fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros” (Hebreus 11:32-34).

Segundo: a fé que é um testemunho autêntico que determinados pessoas dão por escrito com sua devida assinatura; ou declaração que se faz perante um juízo ou no julgamento de uma causa na justiça acerca de atos ou fatos que se diz serem verdadeiros.

Terceiro: a fé ou crença religiosa naquilo que não se pode ver ou comprovar materialmente (e muito menos espiritualmente). Esse tipo de fé é a base dos ensinos teológicos. Sem a fé religiosa não existe Teologia. Para os religiosos, esse tipo de fé é normal. E para provar, utilizam-se de muitos textos bíblicos, principalmente os da Epístola aos Hebreus. Porém, todas as crenças baseadas na fé religiosa não passam de teorias ou imaginações da mente humana. Toda a crença em Deus, no céu, no inferno, no Diabo, nos anjos e nos demônios é baseada em teorias. Não existe nenhuma prova concreta de modo que se possa afirmar categoricamente que essas coisas imaginárias das crenças religiosas existam. Vejamos o texto extraído da Epístola aos Hebreus:

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial” (Hebreus 11:13-16).

Ora, esses três últimos textos que acabei de citar extraído da Epistola aos Hebreus são apenas suposições de algo que se imagina ser ou existir. Por exemplo, o texto diz: “Todos estes [homens e mulheres crentes] morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria”. O que é isso, senão imaginações da mente do escritor! E o próprio diz que esses crentes não alcançaram as promessas, mas através da fé, imaginaram que um dia alcançariam. E na verdade, eles não imaginaram coisa nenhuma sobre pátria nos céus. O escritor é que diz que eles imaginaram, pois, segundo o ensino do Judaísmo, os hebreus jamais tinham por esperança uma pátria nos céus. A esperança que tinham era de um dia ressuscitar e habitar aqui mesmo na Terra, num reino preparado por Deus para eles. Logo, esse tipo de fé ou crença religiosa não prova nada, não é certeza de nada. Para o crente, a questão da fé no imaginário é coisa “normal”. Mas, é “normal” para quem não faz uso de 100% da sua racionalidade. Porque, se a pessoa botar a cabeça pra funcionar, vai constatar o tanto de ilusões que sua mente alimenta.

Quarto: a fé que é sinônimo de teimosia, ignorância ou burrice, a famosa fé cega. Esse tipo de fé acontece porque a pessoa faz pouco uso de sua racionalidade. Ela tem preguiça de pensar, não questiona a fundo as coisas, e deixa a ignorância lhe dominar a mente. Quando o crente é questionado a mostrar uma prova que Deus existe, ele faz referências a um monte de coisas que não se pode provar. Como ele não pode apresentar nenhuma prova concreta de que Deus exista, então, ele parte para a teimosia ou ignorância, e diz que acreditar em Deus é questão de fé. E acredita, e pronto, e acabou-se. Logo, conclui-se que essa atitude do crente não é plenamente racional. Ele permanece na sua crença em algo que não se pode provar por pura teimosia ou por ignorância.

CONCLUSÃO

Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível” (Mateus 17:20). Muitos crentes tomam esse ensinamento de Cristo de forma literal, achando que alguém com muita fé pode remover uma montanha de lugar, ou fazer um avião cair, ou uma pedra flutuar. Onde já se viu alguém removendo uma montanha de lugar? Nem mesmo Deus fez isso. Quando os israelitas estavam no deserto fugindo do Egito e da ira de Faraó, cercados de montanhas por todos os lados, por que Deus não removeu as montanhas para que o povo pudesse passar? Será que era mais fácil remover as águas do Mar Vermelho que remover uma montanha de lugar? Na verdade, Jesus estava ensinando seus discípulos a ter confiança firme e inabalável em seus propósitos. Com confiança em Deus e muito otimismo o crente pode fazer o impossível – mas dentro da racionalidade. É isso que Jesus quis nos ensinar.

Portanto, se somos seres racionais e conscientes, temos que ter mais do que a fé cega para firmarmos a nossa crença em Deus. Por isso, todo o meu ensino sobre a Bíblia, Deus, os anjos, Satanás, céu, inferno, demônios, ressurreição e doutrina das últimas coisas é baseado e fundamentado na razão e não em fé cega. O autor da Epístola aos Hebreus diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Porém, acho que essa afirmação não é uma verdade absoluta. Trata-se de uma opinião exagerada, vinda de um religioso muito fanático. Pois, se isso for uma verdade absoluta, a conclusão que se tira é que Deus gosta que os crentes exercitem a fé cega para que possam ser mais facilmente manipulados. E eu não quero ser manipulado por ninguém. Se Deus nos concedeu o livre-arbítrio, por que temos que escolher ser manipulado por Ele? Não acho que Deus quer que os crentes acreditem n’Ele de qualquer maneira, e obedeçam cegamente aos seus mandamentos sem questionar nada. Para isso temos a capacidade de discernir entre o que é normal e absurdo.

Eu acredito em Deus, nos anjos e em Satanás, mas não da forma como 99,9% dos crentes acreditam. Acho uma grande bobagem acreditar que Deus é um ser infinito, maior que o próprio Universo, e que, apesar de subsistir em forma de Espírito, é um ser pessoal, e mesmo assim, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo e sabe de tudo que acontece, pois, nunca dorme. Como um ser pessoal e ‘definido’ pode estar presente ao mesmo tempo em todos os lugares? Só sendo louco mesmo para acreditar em tamanha discrepância! Acreditar em Deus dessa maneira, para mim, é o cúmulo da loucura humana. E para piorar ainda mais a loucura, os crentes acreditam que Deus é um ser composto de três pessoas em uma só (a tal trindade), e apesar de cada um ser distinto e agir separadamente, mas os três são indivisíveis. Porém, se um deles quiser se encarnar, ele se separa do corpo misto e vem aqui na Terra, mas continua sendo onipresente e onisciente. Existe maior loucura do que esta dos crentes?!

Não creio que Deus tenha criado o Universo, mas, sim, que Ele surgiu dentro do Universo. O Universo sempre existiu com toda sua matéria (massa) e suas leis inerentes, e vive em constante revolução, onde os elementos químicos e os astros (estrelas e planetas) se criam e se organizam, se destroem e se recriam. A idade do Universo é estimada em mais de 13 bilhões de anos, e a idade da Terra em cerca de 4,5 bilhões de anos. O homem inteligente surgiu há milhares de anos, enquanto que Deus surgiu há milhões ou bilhões de anos. Acredito que Deus foi o primeiro ser vivo de uma espécie que surgiu no Universo e evoluiu a tal ponto de se tornar um ser perfeito. E creio também que Deus realizou criações dentro do Universo, mas não criou a Terra.

Sinceramente, acho uma grande idiotice a crença popular que imagina que Deus estava adormecido eternamente no “nada” (no éter, de onde vem o termo eterno), e de repente acordou, e resolveu criar o Universo, criar a Terra, e depois criar o homem, tudo isso num período de 6 ou 10 mil anos atrás. O ser humano que alimenta essa crendice louca não merece ser chamado de ser racional, mas, sim, de hominídeo, com mente medíocre e pré-histórica.

É ilógico imaginar que Deus estava adormecido no “nada” e, de repente, acordou e resolveu criar as coisas, visto que a doutrina de Deus diz que Ele é um ser perfeito, infinito, completo, e não necessita de nada material que lhe propicie prazer. Antes de Deus criar os anjos, a Terra física e o homem há 6 mil anos atrás, onde Ele estava, e o que fazia? Se Deus é eterno, e todas as coisas físicas e seres mortais vieram depois dele, onde Ele estava e o que fazia? A conclusão lógica é que Deus teve um princípio. E se não teve princípio, então, Ele é parte integrante da própria matéria física. O termo “eterno” significa “aquele que está adormecido no éter”. E o éter é um antigo termo esotérico utilizado para designar a massa do Universo em seu estado primário onde Deus estava adormecido. Tem lógica um absurdo sem tamanho como este?

Quando eu vivia enganado pelos ensinos religiosos, aprendi que Deus havia criado o mundo através do poder de sua palavra, isto é, através do poder de sua voz. Ou seja, Ele ordenou que as coisas fossem criadas e tudo foi se criando de forma perfeita e organizada. Depois, aprendi na escola secular que o Universo ainda continua em expansão infinita, formando astros, sistemas solares e outras galáxias. Aí me lembrei do que tinha aprendido na igreja, e “entendi” que o Universo continuava em expansão infinita por causa do poder da voz de Deus que até hoje continua ecoando no espaço infinito. Mas, depois que “cresci” no conhecimento, vi o quanto de bobagens a gente aprende na igreja com os religiosos. E, na verdade, os cientistas e astrônomos não têm provas concretas de que o Universo continua se expandindo. Os astrônomos observam através dos telescópios que as galáxias mais distantes estão se afastando uma das outras em grande velocidade. Mas, isso é falta de bom senso. Se nós estivéssemos fora da Terra, num lugar bem distante e sem gravidade, iríamos notar que a Terra também gira sob o seu eixo em alta velocidade. E é exatamente assim que os astrônomos veem o movimento das galáxias sob o seu próprio eixo, e acham que elas estão crescendo e se expandindo infinitamente. Atente para uma coisa: Quanto mais a gente se distancia de um astro ou uma galáxia, mais rapidamente a gente ver esse objeto fazer o movimento de rotação sobre o seu eixo. A gente não vê a Lua girar sob o seu eixo de forma rápida porque nos encontramos muito próximo dela, e também porque o próprio planeta Terra está girando sob o seu próprio eixo. Se a Terra ficasse parada, fixa no espaço por uma hora, os astrônomos iriam poder observar visivelmente através de telescópios o movimento de rotação da Lua. Um observador da Terra olhando uma galáxia muito distante é como se ele estivesse parado, fixo no ponto qualquer do espaço. Daí a razão de ele achar que as galáxias giram e se afastam uma das outras em grande velocidade.

ARGUMENTO DE UM MENINO DE 12 ANOS DE IDADE QUE PÕE EM CHEQUE A CRENDICE DE QUE DEUS TENHA CRIADO AS COISAS DE FORMA INTELIGENTE E COM ALGUM PROPÓSITO.

Meu filho de 12 anos não lê os textos que escrevo e publico no meu blog, mas sei que deve ter lido alguns textos que postei no meu facebook. Um dia desses o ouvi fazendo o seguinte questionamento: “Não sei por que Deus criou o Universo tão grande se o homem que ele criou aqui na Terra não pode explorá-lo”. Depois, eu o questionei e perguntei de onde ele tinha tirado essa ideia ou onde ele havia lido sobre o que ele havia acabado de questionar. Aí ele falou que tinha conversado sobre esse assunto com um colega dele. E disse mais: “Se Deus criou o homem para salvar e depois levar para o céu (um lugar espiritual, não físico), por que ele criou a Terra e o Universo tão grande?”.

Realmente, o questionamento de um menino põe em cheque as crendices que Deus tenha criado as coisas com propósito e para seu deleite e prazer. Crentes e teólogos fanáticos são unânimes em afirmar que o homem foi a única criatura inteligente que Deus criou na Terra e no Universo, depois dos anjos. E acham que o homem está preso aqui neste planeta, e aqui todos irão perecer. E os humanos que não perecerem, serão salvos e levados para o Céu, um lugar espiritual – que parece que se localiza até fora deste Universo físico –, e a Terra será destruída. Partindo dessa lógica, qual o propósito de Deus ter criado a Terra e o todo o Universo, com bilhões de estrelas e planetas? Será que foi uma atitude inteligente criar um Universo tão grandioso e um minúsculo planeta num cantinho qualquer da Via Láctea para nele colocar o homem, e depois salvar os que foram obedientes e fieis, e levá-los para um lugar espiritual fora deste mundo físico? Se Deus vai levar os humanos salvos para habitar num mundo espiritual, o que acontecerá com a Terra e o Universo físicos? Será que o Universo ficará esquecido, envelhecendo, até perecer, enquanto Deus estará com os salvos num mundo espiritual, não físico?

Para saber o que penso e o que ensino sobre Deus, sobre a Bíblia, sobre as doutrinas das últimas coisas, leia os textos do meu blog.

Se você quer enxergar as coisas sob um ângulo diferente, leia os textos do meu blog. Chega de tanta ignorância! Os ateístas e céticos combatem os crentes porque suas crenças são sustentadas por uma fé cega. Vamos sustentar nossas crenças com coisas racionais, que se possam provar. No meu blog tenho me esforçado bastante para apresentar uma interpretação dos textos bíblicos de forma mais convincente, mais racional. Se continuarmos com essa tolice e teimosia de acreditar nas coisas espirituais de qualquer jeito, sem apresentar nenhuma prova satisfatória dentro da realidade e da racionalidade, seremos sempre rejeitados e combatidos por falta de sabedoria.

Dizem que os humanos não usam nem 10% de sua capacidade cerebral. E os crentes não chegam a usar nem 50% de sua racionalidade – por preguiça de pensar.

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Falou e disse Miquels7

 

29/06/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

ALÔ, COXINHA! TE ENGANARAM DIZENDO QUE FHC-PSDB ENTREGOU O BRASIL AO PT-LULA PREPARADO PARA CRESCER

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Olá, coxinhas de todo o Brasil, direitistas, fundamentalistas religiosos e alienados que odeiam Lula e o PT, se ainda não viram o vídeo, abaixo, por favor, vejam e não se iludam. Ouçam da própria boca de FHC como ele conseguiu quebrar o Brasil três vezes com esse negócio de neoliberalismo, arrocho salarial, e altas taxas da Selic para segurar o consumo e a inflação.

FHC entregou um Brasil quebrado e falido, com inflação alta. A única coisa aparentemente boa e positiva que FHC fez foi segurar a estabilidade do Real R$ frente ao dólar, mas às custas das reservas internacionais. Veja que ele mesmo diz que, na primeira crise, num só mês o Brasil perdeu 10 bilhões de dólares, e mais na frente em outra crise, fez o Brasil perder mais 20 bilhões em um só mês. Por que isso? Porque ele torrava as reservas internacionais para segurar a cotação do Dólar frente ao Real. Por isso o real se manteve estável no governo de FHC.

Quando FHC deixou o governo em dezembro de 2002, o Brasil contava com apenas 35 bilhões de dólares de reservas internacionais. Lula e Dilma entregaram o Brasil com mais de 370 bilhões de reservas internacionais.

Olha, FHC só segurou a inflação em torno de 11% por causa da alta taxa da Selic, que chegou ao valor astronômico de 45%, algo jamais visto em outro país. Essa alta taxa da Selic freava o consumo, e com isso a inflação baixava. Mas era tudo artificial o que acontecia na economia.

E pra completar a desgraceira, FHC ainda endividou o Brasil fazendo dois empréstimos de bilhões ao FMI. E essa conta Lula pagou em 2005. Veja o outro vídeo mais abaixo onde FHC fica desesperado para não perder a sua reeleição por causa da crise no país e tenta minimizar o problema para não perder votos.

Governo do traíra, Michel Temer, e dos golpistas, é responsável pela maior taxa de desemprego no Brasil. Como disse, acima, FHC controlava a inflação com a especulação da taxa Selic, e mesmo no final do seu governo a inflação ainda estava alta, na casa dos 11%. Lula entregou seu governo com uma taxa de inflação de 6,7% e baixou a taxa Selic para menos de dois dígitos, em 8,5%. E a ex-presidente Dilma que os golpistas depuseram, deixou o país com uma taxa de desemprego baixíssima, de apenas 4,8% em dezembro de 2014. Nesse ano a imprensa dizia que o Brasil vivia numa estabilidade de pleno emprego. Porém, depois que Aécio perdeu as eleições para a Dilma, passou a conspirar para não deixá-la governar em paz. A imprensa toda se juntou a ele para derrubar a ex-presidente Dilma. Somente a TV Record fazia o contraponto da notícia, tentando equilibrar as informações. Mas a TV Globo, a Band e o SBT não descansaram enquanto não derrubaram o governo Dilma. E pra completar a desgraceira, foi instalada a Operação Lava-Jato no final de 2014 e durante todo o ano de 2016, que culminou com a quebradeira das grandes e pequenas empresas, causando um grande índice de desemprego no país. E depois do golpista Michel Temer assumir a presidência, o desemprego continua crescendo, em torno de 13,7%, totalizando mais de 14 milhões de brasileiros desempregados.

No governo de FHC-PSDB o Brasil viveu uma crise de apagão no país por falta de investimento em geração de energia elétrica. No tempo de FHC faltava energia e até abastecimento de gás de cozinha em vários Estados. Os inimigos do PT afirmam que no governo de Lula também houve apagão em 2009. Só que esse apagão de 2009 não foi por falta de investimento em geração de energia; foi por falha no sistema, falha de manutenção, e o apagão durou poucas horas e logo foi restabelecido. E no governo de Lula-PT não foi preciso pedir para a população poupar energia, como aconteceu no governo de FHC-PSDB. O governo de Lula investiu maciçamente em geração de energia, e ainda deixou encaminhado a construção de mais três grandes hidrelétricas para geração de energia no Brasil, a de Jirau, a de Santo Antônio (em Rondônia) e a de Belo Monte (no Pará). O programa Luz Para Todos levou energia elétrica para milhares de comunidades interioranas esquecidas pelo poder público. Hoje a maioria do povo brasileiro não percebe o resultado dos investimentos do governo do PT em energia elétrica, pois, não existe crise de apagão no país.

Uma coisa é certa: PMDB e PSDB não sabem governar. Quem tem mais de 30 anos sabe que o Brasil foi governado pelo PMDB desde 1985 até 1989. Houve vários planos econômicos durante esse período: Plano Cruzado 1 e 2 e Plano Bresser, e nenhum desses planos deu certo. Alguns economistas chamam a década de 1980 de a “década perdida”. O governo de Collor, candidato da Globo, foi um fracasso. E o governo de Itamar Franco criou a URV, que depois denominaram de REAL. Mas a mídia deu crédito do sucesso do Real ao governo fracassado de FHC. Aliás, FHC não fez quase nada pelo Real e pelo país. Houve pouco investimento na saúde, na educação e na indústria por causa do arrocho salarial, das medidas de contenção de gastos e das altas taxas da Selic pra segurar o consumo e a inflação. O governo de FHC não construiu uma Universidade durante os 8 anos de governo, e ainda encobria a corrupção, pois o Procurador Geral da República, Geraldo Brindeiro, engavetava todos os pedidos de investigação do Ministério Público. E ainda venderam o patrimônio a preço de banana com as privatizações. No governo de FHC foram gerados apenas 5 milhões de empregos formais; e houve cerca de 15 operações da Polícia Federal. Durante o governo Lula houve investimento em todas as áreas. O analfabeto Lula construiu 8 Universidades Federais e ordenou a reforma de outras dez universidades. E durante os 8 anos do governo Lula foram gerados cerca de 15 milhões de empregos. A a Polícia Federal fez mais de 400 operações durante esse período, e continuou operando sem restrições durante o governo Dilma.

Sinceramente, os políticos do PSDB não sabem governar. Eles são entreguistas e puxa-sacos dos americanos. Por não saber governar, eles deixam o governo americano dar pisica nos rumos da economia, e quando fazem empréstimo internacional deixam FMI ditar os rumos da economia. Os políticos do PSDB não tem plano próprio de governo. Eles dependem dos planos econômicos neoliberais dos capitalistas americanos. Os políticos do PSDB são entreguistas, pois entregam todo o patrimônio brasileiro nas mãos de empresas estrangeiras. Quando não conseguem dar conta de um setor da economia, eles começam a privatizar tudo. Inclusive, quiseram privatizar a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. Estavam quase privatizando a Educação e o sistema de geração de energia. São verdadeiros bandidos esses políticos do PSDB. Não são nada patriotas. São lambe-botas do governo americano.

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Entenda como e por que FHC quebrou o Brasil três vezes:


https://www.youtube.com/watch?v=t_W4kkhJndI&feature=youtu.be 

FHC (PSDB) QUEBROU O BRASIL 3 VEZES E O ENTREGOU AO FMI


https://www.youtube.com/watch?v=ZZ-K504dPBI

FHC EM 2001/2002: CRISE DO APAGÃO E RACIONAMENTO DE ENERGIA

https://youtu.be/gIUG2e7IayI

Informe-se sobre a Crise do Apagão em 2001 e 2002

https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_apag%C3%A3o

O APAGÃO ENERGÉTICO DE 2001/2002

http://brasilescola.uol.com.br/historiab/apagao.htm

Brasileiros pagaram R$ 45,2 bi pelo apagão elétrico de 2001

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2009/07/brasileiros-pagaram-r-45-2-bi-pelo-apagao-eletrico-de-2001

“Ministro do apagão” de FHC é novo presidente da Petrobras

http://www.revistaforum.com.br/2016/05/20/ministro-do-apagao-de-fhc-e-novo-presidente-da-petrobras/

01/06/2017 Posted by | ECONOMIA, POLITICA | , , , , , | 1 Comentário

‘CÉU’ E ‘ESPIRITUAL’ NÃO TEM NADA A VER UMA COISA COM A OUTRA

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Em pleno século XXI os crentes ainda desenvolvem uma mente primitiva, selvagem.

Pecadores lançados no lago de fogo

Os crentes, até os dias de hoje, imaginam que tudo o que existe nos céus, acima de nós, são ‘coisas espirituais’. Ora, isso não passa de imaginação primitiva, sem noção, pois, tudo o que existe nos céus, acima de nós, são coisas físicas. Não existe nada de ‘espiritual’ neste Universo. Tudo é físico.

Imaginar que o que existe nos céus é espiritual é a mesma coisa que imaginar que existe outro mundo ou um mundo desconhecido acima da abóboda celeste, e que essa abóboda celeste é sustentada por grandes colunas. E que as estrelas são pequenos luzeiros pendurados debaixo da abóboda celeste.

Os crentes imaginam que Jesus subiu para o céu porque esse lugar é espiritual. Imaginam que o Céu é a habitação dos espíritos. Ora, todos os céus, acima de nós, são físicos. Um ser humano em corpo carnal vivo não pode adentrar todos os céus porque ele precisa de ar para respirar, e bem sabemos que no espaço sideral não existe ar respirável. Para adentrar nos céus siderais é preciso levar um balão de oxigênio ou ir dentro de uma nave espacial com bastante reserva de oxigênio.

Ora, Jesus subiu para o céu porque ele se retirou deste planeta e se foi para um outro planeta aqui mesmo no Sistema Solar ou fora dele. Jesus não foi embora para habitar num mundo espiritual. Ele foi embora para outro sistema planetário, muito longe da Terra.

Jesus subiu aos céus em corpo carnal. Quando Jesus subiu aos céus, o texto bíblico diz que uma nuvem o recebeu ou o encobriu. Ou seja, uma nave espacial o recebeu e o levou para o espaço sideral.

“Tendo Jesus dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos” (Atos 1:9).

O profeta Elias também foi levado por uma carruagem de fogo, que nada mais era que uma nave espacial.

Na Bíblia há um relato de que os habitantes que viviam ao redor do Monte Sinai diziam que ouviam barulhos e sons estranhos na montanha e grande fumaceiro. Quando Moisés subiu ao monte para ver o que se passava, ouviu barulhos e viu grande nevoeiro. Por esses relatos, conclui-se que o barulho vinha dos motores a propulsão da nave, e a fumaça pode ter sido dos motores, ou feitas de propósito para encobrir a nave, para que ninguém identificasse o objeto. Quando Moisés subiu ao monte, um anjo lhe falou de perto de uma sarça ardente. O anjo proibiu que o povo subisse no monte, e só Moisés poderia subir lá. A alegação para que o povo não subisse no monte era porque eles poderiam morrer. Mas, por que só Moisés, sendo humano igual aos demais, podia subir no monte e falar com o anjo? Logo, percebe-se que os anjos não queriam que o povo descobrisse os seus segredos, pois sempre há um curioso que descobre as coisas.

O profeta Ezequiel também teve a visão de uma nave espacial, e a descreveu com motores a propulsão, que soltavam labaredas de fogo, e que a nave vinha envolvida num nevoeiro.

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas” (Ezequiel 1:4-6).

Esses quatro querubins que Ezequiel contemplou eram quatro imagens de anjos esculpidas nas paredes da nave (ou em cada canto da nave) e tinham quatro asas. Isaías e João tiveram esta mesma visão da nave e disseram que os tais querubins tinham seis asas. E o próprio Ezequiel descreve que esses querubins não se mexiam. Para onde as rodas da nave andavam, eles andavam igualmente, para frente e para trás. Uma pessoa que faz uso da razão sabe que um anjo não pode possuir quatro ou seis asas, exceto se se tratar de uma imagem esculpida ou desenho na parede. Portanto, se você que me lê faz uso normal de suas faculdades, entenda que não pode existir anjo vivo com quatro e muito menos com seis asas.

O termo ESPIRITUAL deriva de ‘espírito’, que significa ‘aquilo que não se vê a olho nu’.

Paulo disse que o mundo não entende as coisas que os crentes acreditam pela fé, porque essas coisas se discernem espiritualmente. Paulo falava assim porque ele não sabia que as coisas que existem, mas que não podem ser vistas a olho nu, também são físicas.

Não é porque não vemos uma coisa que essa coisa é espiritual. Não enxergamos os elementos químicos do ar, mas eles estão ao nosso redor. E nem por isso vamos dizer que os elementos do ar são espirituais.

Acredito que cada ser humano é formado por dois corpos: um carnal (físico) e outro ‘espiritual’. O corpo ‘espiritual’ é feito de uma matéria sutil, que não pode ser vista a olho nu. O ser humano não pode subsistir eternamente nesse corpo dito ‘espiritual’, porque ele não tem como interagir como o meio onde habita. Para interagir com o meio físico, é necessário que o corpo ‘espiritual’ se revista do corpo carnal e mortal. Não há sentido viver no espaço sideral (o tal Céu dos crentes) sem um corpo físico, visível a olho nu. Por isso, esse é o objetivo da ressurreição: para que os humanos salvos recebam novamente o corpo carnal e mortal para reviver e habitar eternamente aqui mesmo neste planeta, que será restaurado e governado pelo Messias. Nenhuma criatura é imortal. Todos são mortais. Mesmo o crente salvo, após ressuscitado, continuará sendo mortal. Porém, os que forem obedientes não morrerão, porque Deus concederá o elixir da vida, o fruto da árvore da vida, isto é, o poder que fará com que seus corpos sempre permaneceram jovens. Adão e Eva viviam no paraíso, mas eram mortais. Só não morriam porque recebiam desse poder da imortalidade, que se chamava fruto da árvore da vida.

Um exemplo bem esclarecedor é o caso dos demônios. Se os demônios subsistem em corpos ‘espirituais’, então o que eles estão fazendo aqui na Terra? O lugar deles não é os céus? Por que é obrigatório o espírito do crente ir para os céus? Será que o mundo ‘espiritual’ não está aqui mesmo ao nosso redor?

Alguns exegetas bíblicos atestam que os demônios são os espíritos dos mortos do grande dilúvio, e que para estes não houve destinação de suas almas. Esses espíritos ficaram soltos, vagando no tempo e no espaço. Como muitos desses espíritos eram dos filhos dos gigantes que corromperam a Terra, são espíritos do mal, que vivem constantemente revoltados contra Deus. Por isso, eles se vigam nos seres humanos vivos, principalmente naqueles que são obedientes a Deus.

Apesar dos corpos dos espíritos dos mortos humanos não serem vistos a olho nu, mas eles são formados de matéria. Portanto, são físicos. Só que não podem interagir com o meio físico onde estão contidos. E nem se sentem felizes em subsistir no corpo ‘espiritual’.

Jesus mostrou que os demônios (ou espíritos de humanos) não se sentem confortáveis em seus corpos ‘espirituais’ e, por essa razão, procuram sempre se abrigar num corpo qualquer, de preferência os corpos humanos carnais, porque eles precisam interagir com o meio. Ou então, em razão de sentirem muito frio, procuram os corpos dos humanos vivos para se abrigarem.

“Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa” (Mateus 12:43-45).

Certa vez Jesus expulsou uma legião de demônios que estava no corpo de um endemoninhado, e eles pediram permissão para entrar nos corpos de uns porcos que havia no local. E Jesus autorizou. Por esses relatos, podemos concluir que o subsistir na forma de ‘espírito’ não tem sentido, não traz felicidade. Por isso é necessário a ressurreição, para que possamos assumir um novo corpo físico e carnal.

“Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram” (Marcos 5:12-13).

Os crentes aprenderam na Bíblia que não podemos enxergar as coisas espirituais com os olhos carnais. Ou seja, temos que ter olhos espirituais para enxergar as coisas espirituais. A questão é que o que supostamente vemos com ditos olhos espirituais não significa que sejam necessariamente coisas espirituais, mas físicas, ou então, coisas ilusórias, como no caso das coisas que vemos em sonhos. Através dos olhos da mente, isto é, em sonhos durante a noite, cada ser humano vivo e carnal pode ver outros mundos, pode contemplar lindas paisagens, pode até ver o inferno, os demônios e dialogar com personagens fictícios sem precisar desse tal olho espiritual. No entanto, tudo isso não passa de imaginações da mente humana.

Jesus disse que os demônios não se sentem felizes e contentes vivendo no suposto mundo ‘espiritual’ deles. Por isso, procuram os corpos humanos para se alojarem ou para se manifestarem através dos sentidos. Então, como os crentes acham que serão felizes vivendo em forma de espírito num mundo espiritual nos céus?

A QUESTÃO DA ONIPOTÊNCIA DE DEUS E A IMORTALIDADE DOS ESPÍRITOS

Os teólogos evangélicos tradicionais ensinam que os pecadores que não forem salvos serão lançados no lago de fogo, e lá sofrerão tormento por toda a eternidade. No entanto, o camarada que defende tamanha crueldade não merece ser chamado de ser humano, e muito menos de cristão. Pois, se nós, humanos, tendo a nossa justiça fraca e falha, sabemos determinar uma pena de acordo com a gravidade do crime praticado pelo criminoso, por que Deus, sendo todo ‘justiça e amor’, iria praticar tamanha crueldade com os pecadores, e jogá-los de igual modo no mesmo buraco, sem nenhuma distinção de pena? Que espécie de deus é esse que os evangélicos adoram?

Se os espíritos dos demônios e dos humanos que morreram subsistem em corpos ‘espirituais’, como esses corpos sobrevivem no mundo ‘espiritual’? De que eles se alimentam para continuar existindo? Será que os espíritos são imortais? Bem…, essa pergunta é muito difícil de ser respondida, mas não impossível.

Acredito que os ‘espíritos’ não são imortais. Creio que os corpos ‘espirituais’ são passivos de destruição ou aniquilamento. Se não admitirmos isso, estamos afirmando que Deus não é onipotente. Ora, se Deus criou os ‘espíritos’ de cada ser humano, como ele não pode desfazer aquilo que criou? Há quem diga que o espírito de cada ser humano é parte da essência ou substância de Deus, por isso ele não morre, não pode ser destruído. E para comprovar isso, utilizam-se de algumas passagem bíblicas, como esta:

“Porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; (…) e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu” (Eclesiastes 12:5-7).

Por outro lado, se os corpos espirituais dos humanos são imortais, então, todos nós somos deuses, embora fracos em poder, e somos subjugados pelos ‘espíritos’ superiores. E se Deus – o Espírito Superior – sentencia os pecadores, seus desafetos, a um sofrimento eterno no lago de fogo, isso o constitui no maior sanguinário das galáxias. Pois, age de forma covarde contra seus irmãos mais fracos. Ou seja, Deus prende seus desafetos, que não tem poder, e os coloca em masmorras eternas, sem que tenham uma revisão de pena, sem que tenham tido um julgamento justo, recebendo uma pena de acordo com a gravidade dos seus delitos. E quem defende tal ensinamento é um louco desvairado.

Conforme já afirmei, os corpos ‘espirituais’ não são imortais. Portanto, são passivos de aniquilamento. Se os corpos ‘espirituais’ necessitam de algum alimento ‘espiritual’ para subsistir, isso eu não sei. O que sei, e o que aprendi na Bíblia de forma correta é que só existe um ser que é imortal: Deus-Pai, o Todo-Poderoso. Os anjos e todos os ‘espíritos’ dos humanos são mortais e passivos de aniquilação. Não creio que o ‘espírito’ de cada ser humano seja parte integrante da essência de Deus. Se isso fosse verdade, cada um de nós seria um pequeno deus, imortal. E se Deus nos condenasse, estaria condenando a si mesmo, ou, no mínimo subjugando seus irmãos ou filhos, por serem inferiores em poder.

Na ressurreição do último dia todos os pecadores irão ressuscitar para serem julgados. Muitos serão salvos. E os que não forem salvos no julgamento do Grande Trono Branco serão lançados no lago de fogo, isto é, no Sol, para o aniquilamento final do ‘espírito’, isto é, do corpo ‘espiritual’. Nada pode subsistir na alta temperatura do Sol. Todos os corpos físicos ou ‘espirituais’ serão aniquilados ou cessados de existir na grande temperatura do Sol. E a própria Bíblia chama a isso de ‘segunda morte’. A primeira morte é a morte do corpo carnal; a segunda é a morte do corpo ‘espiritual’. Portanto, nenhum ‘espírito’ irá permanecer sofrendo eternamente no lago de fogo, pois, isso seria um crime indescritível.

Deus é justiça e amor. Mas, misturado à bondade e justiça de Deus, os religiosos conseguiram colocar ensinamentos terríveis na Bíblia. Ou no mínimo adulteraram os textos bíblicos ao traduzi-los para outros idiomas, com a intenção de amedrontar os fiéis ou fazê-los seguir a religião e obedecê-los por medo do inferno.

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Miquels7

 

22/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS | , , , , | Deixe um comentário

A VISÃO DO TRONO DE DEUS DE EZEQUIEL, DANIEL, ISAÍAS E JOÃO

Estudo comparativo da visão que Ezequiel, Daniel, Isaías e João tiveram sobre o Trono de Deus e os querubins.

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By Miquels7 – Todos os direitos reservados

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Estou preparando um estudo, provando que a visão do trono de Deus de Ezequiel trata-se da visão de uma nave espacial, e que os quatro seres viventes ou querubins não são seres reais, mas figuras ou imagens esculpidas ao redor da nave. Duvido que alguém possa contestar a minha explicação com argumentos inteligentes. Se alguém contestar, já sei que será daquele jeito, com fanatismo religioso, sem fazer uso da própria racionalidade. O Deus que judeus e cristãos adoram é um extraterrestre, mas eles não se dão conta disso. Por isso, a minha crença em Deus é diferente de 99,99% dos crentes normais. Acredito em Deus como sendo “Deuses”, os quais possuem um chefe superior, que fica assentado sobre o trono posto sobre uma nave espacial, o qual tem aparência de homem, conforme a descrição do profeta Ezequiel e Daniel. Quando era menino na fé, e não fazia uso da razão, achava que Deus era um ser absoluto, inacessível, maior que o próprio Universo, e que não habitava dentro do mundo físico, mas num mundo etéreo, fora do Universo. Pura bobagem. 

O estudo será postado, abaixo, em imagem de arquivos PDF, pois, a estrutura do texto é feita em colunas, contendo as passagens bíblicas dos lados direito e esquerdo, e na coluna central os comentários.
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Rodas de Ezequiel 03

INTRODUÇÃO

Os deuses criaram a raça humana aqui na Terra com a finalidade de cuidá-la e também para que desfrutassem de toda sua riqueza. Os humanos deviam se multiplicar na face na Terra, mas não podiam adquirir conhecimento e nem obter o domínio sobre a matéria e os cosmos. Não podiam se tornar civilizados. Tinham que permanecer sempre como nativos, isto é, vivendo como os índios, nus, inocentes, sem se envergonhar da nudez. E como prêmio, Deus lhes concedeu o elixir da vida, o fruto da vida eterna, para que nunca morressem. Mas, um dentre os seres celestiais sabotou a criação e frustrou os planos de Deus (ou deuses). O homem “pecou” ao se tornar civilizado e obter o domínio da matéria. Por causa disso, Deus amaldiçoou o homem e também a Terra. Mas, prometeu um dia resgatar os homens bons e também restaurar a Terra ao seu estado original.

Os humanos da raça dos atlantes não representavam um perigo para os deuses e nem para o próprio planeta. Porém, os humanos da raça adâmica se tornaram um grande perigo não só para os deuses, como para o planeta Terra e todo o Sistema Solar.

Comparo o perigo que representa o governo humano civilizado para os deuses e os cosmos, com o perigo que representa o governo da Coréia do Norte em relação aos Estados Unidos e o resto do planeta. Deus (ou os deuses) deixou o homem civilizado se multiplicar e se espalhar sobre a face da Terra, mas subestimou o tamanho do perigo que isso representava. Os cientistas humanos, ao adquirirem o conhecimento e controle da matéria, foram além do que os deuses esperavam. Assim também os EUA e a ONU subestimaram o governo da Coréia do Norte, e não achavam que um dia esse país iria desafiar as grandes potências do planeta Terra, e ser a causa de uma possível tragédia nuclear. Por isso, não resta alternativa aos governantes da Terra, a não ser a destruição do governo da Coréia do Norte. De forma análoga, também podemos comparar e afirmar que Deus subestimou o perigo que o homem poderia representar para o planeta e para os cosmos. Se Deus não subestimou, como dizem os teólogos tradicionais, ele então previu, na sua onisciência, que o homem não teria fim nas más intenções do seu coração, e traçou um plano para pôr fim ao domínio do homem sobre a Terra. E o Livro com sete selos descrito no Apocalipse nada mais é do que esse plano que Deus traçou para destronar o homem do domínio aqui na Terra. Todos os juízos de Deus contidos no Livro de sete selos do Apocalipse serão necessários para que Deus tome o controle do planeta Terra, e faça reinar aqui o Messias, o Ungido, enviado do Céu, para governar as nações e não mais deixar que o homem continue com sua busca desenfreada pelo conhecimento e domínio da matéria.

“Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre (de Babel) que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11:5-8).

Mas os humanos não cessaram de edificar nada, e estão na busca desenfreada pelo conhecimento e o domínio da matéria. Agora eles querem alcançar os cosmos com suas naves espaciais, a procura de outros mundos habitáveis. No entanto, o perigo maior está aqui mesmo no planeta: as bombas nucleares, os vírus mortais e pestes que podem ser espalhadas rapidamente entre a população. Portanto, não resta ou saída. Deus terá que destruir todos os governos humanos aqui da Terra, o tal governo da Besta-666.

Acho que Deus (ou os deuses) não imaginou que o homem que colocou aqui na Terra, com um cérebro limitado, pudesse ir tão longe à busca do conhecimento, ao ponto de dominar a matéria, perscrutando o ínfimo de cada molécula dos elementos químicos. Não imaginou que o conhecimento ou a Ciência humana se voltasse para o controle dos átomos e das moléculas dos elementos químicos. Não tinham ideia da nanotecnologia. Pelas descrições da tecnologia extraterrestre nos livros de Ezequiel, Daniel e Apocalipse, podemos notar que os deuses não têm conhecimento da nanotecnologia. Por isso, mais do que nunca, os humanos se tornaram um perigo mortal para os deuses e para todo o Universo. Pois, nunca haverá limites para os cientistas na busca do conhecimento e domínio da matéria. De qualquer forma, já está traçado um limite para o homem, o qual ele não poderá ultrapassar. Os deuses devem ter aprendido muito com os humanos, tanto na organização de suas sociedades, como na obtenção do conhecimento sobre a matéria, que nem eles tinham. Mas os humanos não podem viver sem o controle de suas ações e intenções de suas mentes limitadas. Alguns ufólogos afirmam que as aparições de discos voadores começaram a surgir com mais frequência depois que foram detonadas as primeiras bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em 1945. Os deuses desceram para ver o que se passava aqui na Terra, assim como desceram quando os primeiros humanos estavam construindo a grande Torre de Babel. Agora eles estão mais preocupados com os destinos da raça humana, porque ela mesma pode se autodestruir com bombas atômicas.

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SÍNTESE GERAL

Imaginava eu que o profeta Isaías, em sua visão, possivelmente tivesse se confundido sobre o número de asas dos querubins, pois, Ezequiel avista o mesmo trono e os querubins, mas diz que os tais possuíam quatro asas, e não seis. Na verdade, quem se confundiu foi o profeta Ezequiel.

Não sei como esses teólogos e pastores teimam em dizer que a Bíblia é toda inspirada, sendo uma revelação dada pelo Espírito Santo, mas não veem que existem inúmeras contradições. Se a revelação fosse “soprada” por Deus na mente dos profetas, para escrever de forma inspirada os textos sagrados, não haveria contradições, nem dúvidas. Vejam que o próprio profeta Ezequiel teve novamente a visão do trono de Deus e dos querubins no capítulo 10 e faz uma retificação no finalzinho desse capítulo, reafirmando de forma natural que os quatro seres viventes que viu anteriormente eram querubins. Ezequiel comenta de forma natural, sem, contudo, dar conotação de que tenha recebido uma revelação direta na sua mente pelo Espírito de Deus. Os teólogos fanáticos afirmam loucamente que Deus revelou, ou melhor, “soprou” nos ouvidos ou na mente dos profetas tudo o que eles escreveram nos livros da Bíblia. Há ensino mais bestial do que esse?

No capítulo 10 o profeta Ezequiel relembra a visão que teve, descrita no capítulo primeiro, e reconhece que os quatro seres viventes que contemplou na visão eram os tais querubins. Na sua visão, esses quatro querubins ou seres viventes estavam postados ao redor do trono de Deus de forma fixa. Eles não se mexiam e nem se separavam do objeto (nave) ao qual estavam acoplados ou fixados como esculturas. Ou seja, esses seres viventes ou querubins eram em número de quatro porque cada um estava esculpido em cada um dos quatro lados da nave. E a nave era quadra, tendo o mesmo formato da Arca da Aliança. E, segundo Ezequiel, esses quatro querubins, ao redor da nave, tinham, cada um, rosto de homem, de touro, de leão e de águia. E também tinham quatro asas. No entanto, há uma contradição nos dois relatos relativa à aparência dos rostos de cada um dos querubins esculpidos. Repare que Ezequiel confessa que a segunda visão dos querubins é a mesma dos quatro seres viventes da primeira visão. Na primeira visão Ezequiel relata que em cada imagem esculpida de querubim havia quatro rostos tendo as seguintes aparências: homem, leão, boi e águia. Já na segunda visão ele relata que cada querubim possuía quatro rostos tendo as seguintes aparências: querubim, homem, leão e águia. Portanto, nota-se aí tamanha contradição, pois, no segundo relato ele não vê rosto de boi, e ainda acrescenta o rosto de querubim.

Agora vejam que na visão que Isaías teve do trono de Deus e dos querubins ele não descreve a aparência dos rostos dos serafins (que são os mesmos querubins de Ezequiel). Isaías diz que “cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. Ezequiel descreveu esses mesmos querubins com quatro asas. No entanto, há uma terceira referência bíblica que desbarata toda essa confusão. É Apocalipse 4. Em Apocalipse o apóstolo João descreve a aparência de quatro seres viventes, que são os mesmos da visão de Ezequiel, mas não diz que estes eram querubins. Porém, trata-se dos mesmos querubins da visão de Ezequiel, visto que seus rostos têm a mesma aparência: leão, touro, homem e águia. Já com relação ao número de asas e a frase que esses seres pronunciam bate certinho com a descrição da visão do profeta Isaías. João também não diz que esses quatro seres viventes eram os tais serafins. João diz que possuíam seis asas, mas as palavras que eles pronunciavam não eram exatamente iguais às dos serafins de Isaías. Na descrição de João os querubins diziam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”. E na descrição de Isaías os serafins diziam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. 

Concluindo, os serafins de Isaías são os mesmos quatro seres viventes ou querubins de Ezequiel, bem como os mesmos quatro seres viventes da visão de João, no Apocalipse. E quem errou na descrição foi o profeta Ezequiel que disse que os querubins tinham quatro asas. E na verdade, eles tinham seis asas. E não existe a classe angelical dos serafins, pois os tais “serafins” de Isaías são os mesmos seres viventes ou querubins descritos nas visões de Ezequiel e João. E também o trono de Deus não passa de uma grande nave espacial quadrada, com motores de propulsão e rodas para pousar no solo, tendo esculturas ou imagens fixas de querubins nos quatro lados, e a cabeça de cada querubim possuía quatro rostos com aparência de anjo, leão, touro e águia. Os pés das esculturas desses querubins se pareciam com pés de bezerros. E os significados dos rostos e dos pés das esculturas dos querubins somente os estudiosos do esoterismo sabem determinar. Os teólogos tradicionais não sabem explicar nada sobre o por quê dos querubins possuírem rostos de anjo, de leão, de touro e de águia, e nem sabem o significado dos pés de bezerro. O que ensinam é apenas especulação vinda de mente dominada por fanatismo religioso ou de uma mente primitiva ou ingênua, que acredita literalmente naquilo que lê.

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Na verdade, a visão que Ezequiel teve do trono de Deus e dos querubins, descrita nos capítulos 1 e 10, trata-se de uma NAVE ESPACIAL. Os querubins que o profeta contemplou não eram literais. Eram figuras de anjos desenhadas ou esculpidas ao redor da nave. Mas é certo que havia outros seres viventes dentro da nave, pois Ezequiel diz que mãos humanas surgiam por entre as asas esculpidas dos querubins ao redor da nave. Logo, as mãos vinham de dentro da nave. Diz, ainda, que havia um querubim vestido de linho que saiu para pegar brasas que estavam em um recipiente (propiciatório) entre os querubins imóveis. Ezequiel disse que havia muitos olhos sobre os querubins. Logo, percebe-se que eram luzes ou sinais luminosos ao redor da nave. A nave tinha quatro rodas que tocavam o chão. Ezequiel descreve a nave como um objeto móvel e motorizado, que se movia para os quatro cantos, para cima e para baixo, e as rodas acompanham o objeto bem como os querubins à sua volta, que acompanhavam no mesmo sentido. Diz, ainda, que ouvia o ruído das asas dos querubins, como um barulho forte. Logo, deduz-se que era o barulho do motor da nave. Ou seja, os querubins que Ezequiel contemplava não eram reais, mas esculturas na parede da nave. E a Arca da Aliança tem o mesmo aspecto dessa nave espacial, sobre a qual se firma o trono de Deus. A Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial, que é o tal trono de Deus, sobre o qual se postam os querubins. E a escultura dos querubins que Deus ordenou Moisés por sobre a Arca da Aliança simboliza os querubins que se postam sobre o trono de Deus, que nada mais é que uma grande nave espacial.

Se você fizer uma pesquisa no Google imagens escrevendo a frase “as rodas de ezequiel”, vai constatar o tanto de imaginação que os crentes e teólogos já tiveram sobre o veículo giratório da visão de Ezequiel. Mas, já vi muitas descrições mais aproximadas da realidade do que realmente Ezequiel contemplou. Veja, abaixo, uma imagem mais ou menos parecida com o veículo da visão do profeta. Na realidade, Ezequiel contemplou a visão de uma nave espacial, com luzes por todos os lados, esculturas de querubins ao redor e rodas para pousar no chão, bem como o barulho dos motores, mas ele descreveu tudo isso com palavreado do seu tempo. Naquele tempo o profeta não tinha noção de lâmpadas, faróis e veículos motorizados.

“Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca; e dentro da arca porás o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei contigo a respeito de tudo o que eu te ordenar no tocante aos filhos de Israel” (Êxodo 25:18-22).

Arca da Aliança

01 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João02 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João03 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João

(Continua …….)

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16/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , , , | 2 Comentários

SESSÃO APRENDENDO A BÍBLIA CORRETAMENTE

*****(CORRIGIDO E ACRESCENTADO MAIS INFORMAÇÕES*****

1) Os Anjos Não Cantam, Não Entoam Cânticos

A faculdade de cantar é uma característica exclusiva da raça humana e das aves terrestres.

Em nenhum lugar da Bíblia vemos os anjos entoando cânticos para Deus ou cantando para se divertirem. Nos livros proféticos do Antigo Testamento, nos Salmos e no Apocalipse não há evidência explícita de anjos cantando. O que existe são menções a anjos adorando ou glorificando ao Deus Todo-Poderoso com palavras e não com cânticos.

Os crentes imaginam que vão cantar no Céu junto com os anjos. Outros dizem que haverá coros de anjos no Céu, cantando melodias que não tem fim. Porém, tudo isso não passa de fantasias da mente humana. Sei que há muitos hinos bonitos e comoventes que fazem referências a anjos cantando no céu, e até aprecio esses hinos. No entanto, são crendices que os crentes aprenderam devido a ensino deturpado das Escrituras.

Aprecie esses dois belos hinos de Juarez Arraes e Josué Barbosa Lira clicando nos links, abaixo. São bens inspiradas as melodias desses cânticos, mas a parte da poesia que fala dos anjos cantando não retrata uma verdade. Ademais, o poema desse hino “Canto dos Arcanjos”, de Josué Lira, é lindo, mas a melodia pode não ser inspirada, visto que essa melodia é a mesma do hino 151 da Harpa Cristã, “Fala Jesus Querido”. Não sei exatamente qual desses dois hinos tem a melodia plagiada.

1) CANTO DOS ARCANJOS
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/SELE*c3*87*c3*95ES+RARIDADE+GOSPEL/Raridade+Gospel+Vol.+08+(2014)/31+Canto+dos+Arcanjos+-+Josu*c3*a9+B.+Lira,944743596.mp3(audio)

2) CRENTE FIEL
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/SELE*c3*87*c3*95ES+RARIDADE+GOSPEL/Raridade+Gospel+Vol.+08+(2014)/30+Crente+Fiel+-+Juarez+Arraes,944743646.mp3(audio)

3) Fala Jesus Querido
http://minhateca.com.br/TudoOrganizadoMLS/M*c3*9aSICAS+GOSPEL+-+CRIST*c3*83/HINOS+DA+HARPA+CRIST*c3*83/Harpa+de+Ouro+-+640+Hinos+da+Harpa+Crist*c3*a3+(Cr*c3*a9ditos+ao+Devan)/151+FALA+JESUS+QUERIDO,788939749.mp3(audio) 

O ato de cantar é uma arte, mas o cântico humano é motivado por diversos fatores emocionais. As aves cantam sempre quando estão alegres. Os humanos cantam quando estão alegres ou tristes, felizes ou melancólicos. E também cantam para se divertir ou para render culto às divindades.

E os anjos também não tocam instrumentos musicais para louvar a Deus. No Apocalipse aparecem anjos tocando trombetas referentes aos juízos de Deus. Porém, há muitas referências de humanos tocando instrumentos musicais, como harpas, para render louvor a Deus.

No livro de Apocalipse está a prova final de que os anjos não podem aprender a cantar, talvez porque não possuem as cordas vocais semelhantes às dos humanos. Ou talvez porque não existem motivos emocionais para entoarem cânticos.

“E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas. E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra” (Apoc. 14:2-3).

Aí está a prova que os anjos não cantam e nem podem aprender a cantar como os humanos cantam.

2) Não Existe a Classe Angelical dos Serafins

Teólogos, exegetas e pastores sempre ensinam que as classes angelicais são: anjos, arcanjos, querubins e serafins. Mas a verdade é que só existe a classe dos anjos comuns, os mensageiros, e classe dos querubins. Arcanjo não é uma classe de anjo, mas uma patente angelical superior.

Na Bíblia existe uma única referência à suposta classe angelical dos SERAFINS no livro de Isaías. Porém, se existe a doutrina dos anjos, os teólogos não podem se utilizar de uma única referência para definir a classe dos serafins. Na verdade, os tais serafins que Isaías contemplou eram os mesmos querubins que o profeta Ezequiel descreveu de forma detalhada. Os serafins de Isaías tinham seis asas, e os querubins de Ezequiel tinham quatro asas. Mas Isaías pode ter se confundido sobre o números de asas. Logo, percebe-se que os serafins de Isaías eram os mesmos querubins de Ezequiel. E Ezequiel contemplou muitos anjos em suas visões, mas não fez nenhuma referência à suposta classe dos serafins. E nem no Apocalipse vemos referências aos tais serafins. Talvez o profeta Isaías não tinha palavras apropriadas para descrever a magnitude dos anjos que contemplou, e os denominou de serafins. Já a classe dos querubins era bem conhecida dos hebreus e é bastante citada na Bíblia. Tanto é que sobre a Arca da Aliança havia a escultura de dois querubins postados um de frente para o outro, com as asas se tocando.

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória. (…) Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado” (Isaías 6:1-7).

“Depois olhei, e eis que no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas giradoras, até debaixo do querubim, enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. E ele entrou à minha vista. E os querubins estavam de pé ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e uma nuvem encheu o átrio interior. Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa; e encheu-se a casa duma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor. E o ruído das asas dos querubins se ouvia até o átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala. Sucedeu pois que, dando ele ordem ao homem vestido de linho, dizendo: Toma fogo dentre as rodas, dentre os querubins, entrou ele, e pôs-se junto a uma roda. Então estendeu um querubim a sua mão de entre os querubins para o fogo que estava entre os querubins; e tomou dele e o pôs nas mãos do que estava vestido de linho, o qual o tomou, e saiu. E apareceu nos querubins uma semelhança de mão de homem debaixo das suas asas. Então olhei, e eis quatro rodas junto aos querubins, uma roda junto a um querubim, e outra roda junto a outro querubim; e o aspecto das rodas era como o brilho de pedra de crisólita. E, quanto ao seu aspecto, as quatro tinham a mesma semelhança, como se estivesse uma roda no meio doutra roda. Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam, mas para o lugar para onde olhava a cabeça, para esse andavam; não se viravam quando andavam. E todo o seu corpo, as suas costas, as suas mãos, as suas asas, e as rodas que os quatro tinham, estavam cheias de olhos em redor. E, quanto às rodas, elas foram chamadas rodas giradoras, ouvindo-o eu. E cada um tinha quatro rostos: o primeiro rosto era rosto de querubim, o segundo era rosto de homem, o terceiro era rosto de leão, e o quarto era rosto de águia. E os querubins se elevaram ao alto. Eles são os mesmos seres viventes que vi junto ao rio Quebar. E quando os querubins andavam, andavam as rodas ao lado deles; e quando os querubins levantavam as suas asas, para se elevarem da terra, também as rodas não se separavam do lado deles. Quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam, estas se elevavam com eles; pois o espírito do ser vivente estava nelas. Então saiu a glória do Senhor de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins. E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra à minha vista, quando saíram, acompanhados pelas rodas ao lado deles; e pararam à entrada da porta oriental da casa do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima sobre eles. São estes os seres viventes que vi debaixo do Deus de Israel, junto ao rio Quebar; e percebi que eram querubins. Cada um tinha quatro rostos e cada um quatro asas; e debaixo das suas asas havia a semelhança de mãos de homem. E a semelhança dos seus rostos era a dos rostos que eu tinha visto junto ao rio Quebar; tinham a mesma aparência, eram eles mesmos; cada um andava em linha reta para a frente. (Ezequiel 10:1-22).

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EXPLICANDO COM MAIS DETALHES A VISÃO DO TRONO DE DEUS E DOS QUERUBINS COM SEIS ASAS

Afirmei, acima, que Isaías possivelmente teria se confundido sobre o número de asas dos querubins, pois, Ezequiel avista esse mesmo trono e os querubins, mas diz que os tais possuíam quatro asas, e não seis.

Na verdade, quem se confundiu foi o profeta Ezequiel. Eu não sei como esses teólogos e pastores teimam em dizer que a Bíblia é toda inspirada, sendo uma revelação dada pelo Espírito Santo, mas não veem que existem inúmeras contradições. Se a revelação fosse “soprada” por Deus na mente dos profetas, para escrever de forma inspirada os textos sagrados, não haveria contradições, nem dúvidas. Vejam que o próprio profeta Ezequiel teve novamente a visão do trono de Deus e dos querubins no capítulo 10 e faz uma retificação no finalzinho desse capítulo, reafirmando de forma natural que os quatro seres viventes que viu anteriormente eram querubins. Ezequiel comenta de forma natural, sem, contudo, dar conotação de que tenha recebido uma revelação direta na sua mente pelo Espírito de Deus. Os teólogos fanáticos afirmam loucamente que Deus revelou, ou melhor, “soprou” nos ouvidos ou na mente dos profetas tudo o que eles escreveram nos livros da Bíblia. Há ensino mais bestial do que esse?

No capítulo 10 o profeta Ezequiel relembra a visão que teve, descrita no capítulo primeiro, e reconhece que os quatro seres viventes que contemplou na visão eram os tais querubins. Na sua visão, esses quatro querubins ou seres viventes estavam postados ao redor do trono de Deus de forma fixa. Eles não se mexiam e nem se separavam do objeto (nave) ao qual estavam acoplados ou fixados como esculturas. Ou seja, esses seres viventes ou querubins eram em número de quatro porque cada um estava esculpido em cada um dos quatro lados da nave. E, segundo Ezequiel, esses quatro querubins tinham, cada um, rosto de homem, de touro, de leão e de águia. E também tinham quatro asas. No entanto, há uma contradição nos dois relatos relativa à aparência dos rostos de cada um dos querubins esculpidos. Repare que Ezequiel confessa que a segunda visão dos querubins é a mesma dos quatro seres viventes da primeira visão. Na primeira visão Ezequiel relata que em cada imagem esculpida de querubim havia quatro rostos tendo as seguintes aparências: homem, leão, boi e águia. Já na segunda visão ele relata que cada querubim possuía quatro rostos tendo as seguintes aparências: querubim, homem, leão e águia. Portanto, nota-se aí tamanha contradição.

Agora vejam que na visão que Isaías teve do trono de Deus e dos querubins ele não descreve a aparência dos rostos dos serafins (que são os mesmos querubins de Ezequiel). Isaías diz que “cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. Ezequiel descreveu esses mesmos querubins com quatro asas. No entanto, há uma terceira referência bíblica que desbarata toda essa confusão. É Apocalipse 4. Em Apocalipse o apóstolo João descreve a aparência de quatro seres viventes, que são os mesmos da visão de Ezequiel, mas não diz que estes eram querubins. Porém, trata-se dos mesmos querubins da visão de Ezequiel, visto que seus rostos têm a mesma aparência: leão, touro, homem e águia. Já com relação ao número de asas e a frase que esses seres pronunciam bate certinho com a descrição da visão do profeta Isaías. João também não diz que esses quatro seres viventes eram os tais serafins. João diz que possuíam seis asas, mas as palavras que eles pronunciavam não eram exatamente iguais às dos serafins de Isaías. Na descrição de João os querubins diziam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”. E na descrição de Isaías os serafins diziam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. 

Concluindo, os serafins de Isaías são os mesmos quatro seres viventes ou querubins de Ezequiel, bem como os mesmos quatro seres viventes da visão de João, no Apocalipse. E quem errou na descrição foi o profeta Ezequiel que disse que os querubins tinham quatro asas. E na verdade, eles tinham seis asas. E não existe a classe angelical dos serafins, pois os tais “serafins” de Isaías são os mesmos seres viventes ou querubins descritos nas visões de Ezequiel e João. E também o trono de Deus não passa de uma grande nave espacial quadrada, com motores de propulsão e rodas para pousar no solo, tendo esculturas ou imagens fixas de querubins nos quatro lados, e a cabeça de cada querubim possuía quatro rostos com aparência de anjo, leão, touro e águia. Os pés das esculturas desses querubins se pareciam com pés de bezerros. E os significados dos rostos e dos pés das esculturas dos querubins somente os estudiosos do esoterismo sabem determinar. Os teólogos tradicionais não sabem explicar nada sobre o por quê dos querubins possuírem rostos de anjo, de leão, de touro e de águia, e nem sabem o significado dos pés de bezerro. O que ensinam é apenas especulação vinda de mente dominada por fanatismo religioso ou de uma mente primitiva ou ingênua, que acredita literalmente naquilo que lê.

Vou postar brevemente um estudo, provando que a visão do trono de Deus de Ezequiel trata-se da visão de uma nave espacial, e que os quatro seres viventes ou querubins não são seres reais, mas figuras ou imagens esculpidas ao redor da nave. Duvido que alguém possa contestar a minha explicação com argumentos inteligentes. Se alguém contestar, já sei que será daquele jeito, com fanatismo religioso, sem fazer uso da própria racionalidade. O Deus que judeus e cristãos adoram é um extra-terrestre, mas eles não se dão conta disso. Por isso, a minha crença em Deus é diferente de 99,99% dos crentes normais. Acredito em Deus como sendo “Deuses”, os quais possuem um chefe superior, que fica assentado sobre o trono posto sobre uma nave espacial, o qual tem aparência de homem, conforme a descrição do profeta Ezequiel e Daniel. Quando eu era menino na fé, e não fazia uso da razão, achava que Deus era um ser absoluto, inacessível, maior que o próprio Universo, e que não habitava dentro do mundo físico, mas num mundo etéreo, fora do Universo. Pura bobagem.

Vejam o relato, em Apocalipse 4, da visão dos querubins:

“2 Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono;
3 e aquele que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e sárdio; e havia ao redor do trono um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda.
4 Havia também ao redor do trono vinte e quatro tronos; e sobre os tronos vi assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro.
5 E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus;
6 também havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;
7 e o primeiro ser era semelhante a um leão; o segundo ser, semelhante a um touro; tinha o terceiro ser o rosto como de homem; e o quarto ser era semelhante a uma águia voando.
8 Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir.
9 E, sempre que os seres viventes davam glória e honra e ações de graças ao que estava assentado sobre o trono, ao que vive pelos séculos dos séculos”.

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Na verdade, a visão que Ezequiel teve do trono de Deus e dos querubins, descrita nos capítulos 1 e 10, trata-se de uma NAVE ESPACIAL. Os querubins que Ezequiel contemplou não eram literais. Eram figuras de querubins desenhadas ao redor da nave. Mas é certo que havia outros seres viventes dentro da nave, pois Ezequiel diz que mãos humanas surgiam por entre as asas esculpidas dos querubins ao redor da nave. Logo, as mãos vinham de dentro da nave. Diz, ainda, que havia um querubim vestido de linho que saiu para pegar brasas que estavam em um recipiente (propiciatório) entre os querubins imóveis. Ezequiel disse que havia muitos olhos sobre os querubins. Logo, percebe-se que eram luzes ou sinais luminosos ao redor da nave. A nave tinha quatro rodas que tocavam o chão. Ezequiel descreve a nave como um objeto móvel e motorizado, que se movia para os quatro cantos, para cima e para baixo, e as rodas acompanham o objeto bem como os querubins à sua volta, que acompanhavam no mesmo sentido. Diz, ainda, que ouvia o ruído das asas dos querubins, como um barulho forte. Logo, deduz-se que era o barulho do motor da nave. Ou seja, os querubins que Ezequiel contemplava não eram reais, mas esculturas na parede da nave. E a Arca da Aliança tem o mesmo aspecto dessa nave espacial, sobre a qual se firma o trono de Deus. A Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial, que é o tal trono de Deus, sobre o qual se postam os querubins. E a escultura dos querubins que Deus ordenou Moisés por sobre a Arca da Aliança simboliza os querubins que se postam sobre o trono de Deus, que nada mais é que uma grande nave espacial.

Se você fizer uma pesquisa no Google imagens escrevendo a frase “as rodas de ezequiel”, vai constatar o tanto de imaginação que os crentes e teólogos já tiveram sobre o veículo giratório da visão de Ezequiel. Mas, já vi muitas descrições mais aproximadas da realidade do que realmente Ezequiel contemplou. Veja, abaixo, uma imagem mais ou menos parecida com o veículo da visão do profeta. Na realidade, Ezequiel contemplou a visão de uma nave espacial, com luzes por todos os lados, esculturas de querubins ao redor, rodas para pousar no chão, e barulho dos motores, mas ele descreveu tudo isso com palavreado do seu tempo. Naquele tempo o profeta não tinha noção de lâmpadas, faróis e veículos motorizados.

“Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca; e dentro da arca porás o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei contigo a respeito de tudo o que eu te ordenar no tocante aos filhos de Israel” (Êxodo 25:18-22).

Agora, observe a descrição da visão dos querubins de Ezequiel, no primeiro capítulo. Ezequiel só reconhece que eram querubins os seres viventes que contemplou no capítulo 10.

“1 Ora aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus.
2 No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim,
3 veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.
4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar.
5 E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem;
6 cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.
7 E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido.
8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim:
9 Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si;
10 e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia;
11 assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles.
12 E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.
13 No meio dos seres viventes havia uma coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a tochas que se moviam por entre os seres viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos.
14 E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio.
15 Ora, eu olhei para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos seus quatro rostos.
16 O aspecto das rodas, e a obra delas, era como o brilho de crisólita; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu aspecto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda.
17 Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam.
18 Estas rodas eram altas e formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.
19 E quando andavam os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e quando os seres viventes se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas.
20 Para onde o espírito queria ir, iam eles, mesmo para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.
21 Quando aqueles andavam, andavam estas; e quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas.
22 E por cima das cabeças dos seres viventes havia uma semelhança de firmamento, como o brilho de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça.
23 E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo dum lado, e cada um tinha outras duas que o cobriam doutro lado.
24 E quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, o ruído de tumulto como o ruído dum exército; e, parando eles, abaixavam as suas asas.
25 E ouvia-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas asas.
26 E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele.
27 E vi como o brilho de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele ao redor desde a semelhança dos seus lombos, e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e havia um resplendor ao redor dele.
28 Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso, caí com o rosto em terra, e ouvi uma voz de quem falava.

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Devido aos questionamentos que sei que muitas pessoas irão fazer, afirmando que eu desconheço a Bíblia – e na verdade são elas que estão entorpecidas pelos ensinamentos errôneos -, faz-se necessário acrescentar mais explicações a este post. Pois, quando alguém aparece falando a verdade, as pessoas não querem aceitar de forma alguma, e apelam para a ignorância. Portanto, tenho que fazer outros esclarecimentos a respeito desse assunto. Geralmente as pessoas não confiam no que eu falo, pois acham que eu sou um maluco, que não sei de nada sobre as doutrinas da Bíblia. Sei de quase tudo e um pouco mais. Meu objetivo aqui é desfazer toda essas aberrações doutrinárias que fazem a cabeça dos crentes fanáticos.

Conheço basicamente todas as doutrinas das igrejas e sei do que falo. E não explico detalhadamente as coisas que falo, porque o texto vai ficar muito extenso e cansativo a leitura. Mas, devido aos questionamentos, tenho que acrescentar mais explicações.

As passagens bíblicas que os teólogos se utilizam para comprovar que os anjos cantam são as seguintes: cantaram na criação (Jó 38.7); cantam na volta do pecador (Lc 15.7); cantam na exaltação do Cordeiro (Ap 5.9,10); cantam no arrebatamento dos santos (Ap 14.2,3); cantam no triunfo dos justos (Ap 19.6); cantaram na encarnação de Jesus (Lc 2.13,14). Agora, vejamos as explicações de casa uma dessas referências bíblicas.

1) A referência de Lc 2.13,14 não diz exatamente que os anjos CANTAVAM, mas, que pronunciavam palavras de louvação.

“13 Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:
14 Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade.
15 E logo que os anjos se retiraram deles para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos já até Belém, e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer”.

2) A referência de Apoc. 19:6 não garante que a voz de grande multidão seja a dos anjos, mas sim, dos santos que foram salvos. Repare que no final se diz que à grande multidão foi-lhe permitido se vestir de linho fino. E a frase “exultemos e demos-lhe glória” quem diz são os 24 anciãos ou a grande multidão de salvos, e não os anjos.

“5 E saiu do trono uma voz, dizendo: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.
6 Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso.
7 Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou,
8 e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos”.

3) A referência de Apoc. 14:2-3 já foi explicada no meu texto, acima. E o “cântico novo” era entoado somente pela multidão dos 144 mil. E os anjos não podiam aprender e nem entoar aquele cântico junto com a grande multidão de salvos.

“2 E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão e a voz que ouvi era como de harpistas, que tocavam as suas harpas.
3 E cantavam um cântico novo diante do trono, e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra”.

4) A referência de Apoc. 5:9-10 é a mais complicada para explicar. Podemos observar que nessa passagem bíblica não são os anjos que CANTAM, mas, os 24 anciãos. Primeiramente, devemos entender que segundo os melhores exegetas, os 24 anciãos não são anjos, mas seres humanos aperfeiçoados que Deus constituiu como juízes no céu. Devemos entender também, que os quatro seres viventes com rostos de homem, de leão, de águia e de touro da visão de Ezequiel, no primeiro capítulo, não se trata de anjos na sua forma literal. Trata-se de imagens de querubins com 6 asas, esculpidas ao redor do trono, com várias luzes ou lâmpadas, e alto-falantes que ficavam repetindo a frase “santo, santo, santo é o Senhor Deus Todo-Poderoso”. Você pode ver a descrição detalhada dos quatro seres viventes no capítulo 4 de Apocalipse. Basta comparar com a visão de Ezequiel 1. Ainda se diz que esses quatro seres viventes não tinham descanso e ficavam repetindo aquela frase de louvação de dia e de noite. Logo, percebe-se que as palavras de louvação vinham dos alto-falantes ao redor do trono, colocados atrás das imagens esculpidas dos querubins. Por favor, leia atentamente a descrição dos quatro seres viventes e veja que não se trata de anjos querubins na sua forma literal, mas sim de imagens esculpidas ao redor do trono, assim como Deus ordenou Moisés que esculpisse as imagens dos anjos e colocasse sobre a Arca da Aliança. Leia mais embaixo a passagem do capítulo 4. Observe que só no versículo 11 é que João cita miríades de anjos ao redor do trono que diziam “digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder”. Esses anjos não cantavam. Apenas pronunciavam palavras de louvores.

APOC. 5:
“8 Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.
9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação;
10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
11 E olhei, e vi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos seres viventes e dos anciãos; e o número deles era miríades de miríades; e o número deles era miríades de miríades e milhares de milhares,
12 que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor”.

AGORA APOC. 4: A DESCRIÇÃO DOS QUATRO SERES VIVENTES (IMAGENS ESCULPIDAS AO REDOR DO TRONO)

“E ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás;
7 e o primeiro ser era semelhante a um leão; o segundo ser, semelhante a um touro; tinha o terceiro ser o rosto como de homem; e o quarto ser era semelhante a uma águia voando.
8 Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”.

5) A referência de Lc 15.7 não diz nada sobre anjos cantando no céu.

“7 Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”.

6) A referência de Jó 38.7 também não pode servir como base para sustentar a doutrina de que os anjos cantam, visto que Jó é um livro poético. E os livros poéticos usam muitas figuras de linguagem, expressões que não podem ser tomadas literalmente. O verbo “CANTAVAM”, empregado nesta tradução, pode significar também o mesmo que JUBILAVAM.

“4 Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento.
5 Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel?
6 Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina,
7 quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?”

O trono de Deus que Isaías contemplou no céu, bem como os serafins esculpidos ao seu redor, são os mesmos da visão de Ezequiel e de João no Apocalipse. Os serafins que Isaías contemplou ao redor do trono são os mesmos quatro seres viventes (querubins), com 6 asas, esculpidos ao redor do trono, os quais tinham simbolicamente os rostos de homem, de touro, de leão e de águia, que só os esotéricos sabem dizer qual o significado desses símbolos. Os crentes quando leem essas passagens bíblicas, imaginam que esses quatro seres viventes são literalmente anjos com cara de monstros, com rostos de touro, de leão, de homem e de águia. Que coisa mais bizarra seria se esses anjos querubins fossem realmente como os crentes imaginam! Veja o que diz Isaías 6, e observe que esses serafins são os mesmos quatro seres viventes (querubins) descritos em Ezequiel 1 e Apocalipse 4.

“1 No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo.
2 Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava.
3 E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”.

Repare que o texto diz que os serafins “clamavam uns para os outros”, pois na verdade, a voz vinha dos alto-falantes postos atrás das esculturas dos serafins (querubins) que estavam fixos ao redor do trono.

QUEM SÃO OS 24 ANCIÃOS REFERIDOS EM APOCALIPSE?

Se você ainda não sabe discernir quem são os 24 anciãos, saiba que esses entes divinos não podem ser anjos. Se eles entoam cânticos é porque não são anjos. Leia, por favor, o texto no link, abaixo:

Quem são os vinte e quatro (24) anciãos em Apocalipse?

https://www.gotquestions.org/Portugues/24-anciaos-Apocalipse.html

Leia mais aqui:
Quem são os 24 anciãos no juízo final?

http://www.abiblia.org/ver.php?id=3568

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Miquels7

14/05/2017 Posted by | ESTUDOS BÍBLICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

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Neurocientista afirma que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental.

Essa notícia não está de forma isolada na internet. Ela foi repercutida até em sites e blogs cristãos.

Confira outros links para esta notícia:

Pragmatismo Político:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/religiosidade-poderia-ser-tratada-como-doenca-mental-diz-neurocientista.html

Notícias Gospel +
https://noticias.gospelmais.com.br/neurocientista-religiosidade-tratada-doenca-mental-54753.html

Fãs da Psicanálise:
http://www.fasdapsicanalise.com.br/fundamentalismo-religioso-pode-ser-tratado-como-doenca-mental-diz-neurocientista/

Revista Galileu:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI339436-17770,00-FUNDAMENTALISMO+RELIGIOSO+PODE+SER+TRATADO+COMO+DOENCA+MENTAL+DIZ+NEUROCIEN.html

Huffpost:

http://www.huffpostbrasil.com/entry/kathleen-taylor-religious-fundamentalism-mental-illness_n_3365896

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ANTES DE LER, VEJA MINHA OPINIÃO

Alguém poderá dizer que o partidarismo de uma pessoa por uma ideologia política também pode ser considerado uma doença. Tanto é que os de Direita (direitopatas) tratam os de Esquerda como esquerdopatas. Ou seja, eles dizem que os defensores do Comunismo ou Socialismo são doentes mentais. Enquanto que é mais danoso ao cérebro ser fundamentalista religioso em favor de uma causa utópica, fantasiosa, que não pode ser realizada neste plano físico.

O certo é que os defensores do Fundamentalismo Religioso são piores. Sabe por quê? Porque eles lutam por uma ideologia fantasiosa, fundamentada em teorias. Ao contrário disso, o Socialismo ou Comunismo são fundamentados em teorias que podem ser realizadas na prática, neste plano físico, neste mundo. O Socialismo não é uma ideologia utópica. Enquanto que a ideologia dos fundamentalistas religiosos se baseia em teorias ou crenças que estão além da compreensão humana. Portanto, pura utopia.

Por exemplo, a ideologia comunista ou socialista busca estabelecer uma sociedade justa, igualitária, visando o bem comum de todos, sem a opressão dos ricos sobre os mais pobres.

Já a ideologia dos fundamentalistas religiosos cristãos busca uma sociedade justa e igualitária num plano espiritual, para além desta vida, não para este mundo. Por isso, o fundamentalismo religioso é patológico, pois causa mais danos ao cérebro das pessoas.

Se ao menos os fundamentalistas religiosos vivessem e pregassem o que o Evangelho de Cristo ensina, o fundamentalismo deles não seria tão danoso ao cérebro. No entanto, a preocupação dos fundamentalistas religiosos é somente com a questão da salvação da alma, como se isso fosse o foco principal do Evangelho de Cristo. Nosso Senhor Jesus Cristo primou pela saúde e o bem-estar de seu povo sofrido e explorado. E o Evangelho é voltado para construção de uma sociedade justa e igualitária para todos, sem opressão dos pobres. E Jesus constituiu discípulos e apóstolos para que pregassem as boas-novas do seu reino, um reino de paz e de justiça para todos.

Portanto, é mais danoso ao cérebro defender um fundamentalismo religioso utópico, fantasioso, que se baseia em teorias sobre coisas que não podem ser realizadas neste plano físico.

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Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

O fundamentalismo religioso poderá um dia ser tratado como doença mental – e curado. Quem diz isso é Kathleen Taylor, pesquisadora em neurociência da Universidade de Oxford. A afirmação foi feita  em um festival literário no Reino Unido.

Quando foi questionada sobre o futuro da neurociência, Kathleen afirmou que “uma das surpresas pode ser ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas”, descreveu o jornal Times of London.

“Alguém que se tornou, por exemplo, radical em relação a uma ideologia – podemos deixar de ver isso como uma escolha pessoal resultante do puro livre-arbítrio e podemos começar a tratar isso como algum tipo de distúrbio mental”, disse a pesquisadora. “De várias formas isso pode ser uma coisa muito positiva porque sem dúvida as crenças em nossas sociedade podem provocar muitos danos.”

A autora deixou claro que não estava se referindo apenas ao fundamentalismo islâmico, mas também a crenças como a de que espancar crianças é aceitável.

Kathleen é autora do livro Brainwashing: The Science of Thought Control (Lavagem cerebral: a ciência do controle de pensamentos, em tradução livre), em que explora a ciência por trás das táticas de persuação de grupos como a Al Qaeda.

“Todos nós mudamos as nossas crenças. Todos nós persuadimos uns aos outros para fazer coisas; todos nós assistimos publicidade; somos todos educados e experimentamos religiões; a lavagem cerebral é o extremo disso; é coercitiva, forte, um tipo de tortura psíquica”, disse ela em um vídeo no YouTube. A pesquisadora também é uma das que se preocupam com a ética de se aprofundar muito no cérebro humano, como as tecnologias que podem escanear ou manipular neurônios.

(Autora: Tatiana de Mello Dias)

FONTE: Revista Galileu

02/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CIÊNCIA, FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, NEUROCIÊNCIA | , , | Deixe um comentário

O MISTICISMO DOS EVANGÉLICOS E DOS BRUXOS ESOTÉRICOS É A MESMA COISA

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De vez em quando ouço um crente fanático dizer pra mim, na sua ignorância, que só vou acreditar em Deus (como 99,99% dos crentes acredita) quando eu tiver um verdadeiro “encontro com Deus”, ou quando tiver uma “experiência real com Cristo”. Aí eu sinto pena dessa pessoa ignorante, que não sabe quase nada de Bíblia, de religiões e de heresias criadas por essas denominações pentecostais. Simplesmente a pessoa se tornou convertida, recebeu lavagem cerebral e depois se tornou fanática, defensora tanto da denominação quanto das suas doutrinas errôneas. Depois vem o crente neófito e fanático achar que descobriu a verdade, e que está cheio da razão, enquanto eu, que tendo mais de trinta anos de experiências como crente e conhecendo as artimanhas dessas igrejas para fazer a cabeça de pessoas ingênuas, não sei de nada, sou um desviado, e nunca tive um verdadeiro encontro com Deus. Quanta pretensão desses crentes fanáticos!

Já tive muitas dessas experiências místicas que os crentes fanáticos dizem ter experimentado, mas nunca me entreguei de corpo e alma ao misticismo, porque faço bastante uso da minha racionalidade. E sei que todas essas experiências místicas não passam de fantasias da mente humana. Todo ser humano pode viver bem e feliz, de forma normal, sem experimentar essas coisas malucas.
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Misticismo - Parapsicologia e Fisica Quantica

As igrejas ou denominações cristãs que têm por aí, são verdadeiras arapucas. São armadilhas para enganar e iludir a fé das pessoas ingênuas. Qualquer um maluco que crie uma denominação ou igreja de fundo de quintal consegue fiéis, rapidinho. Alguns crentes têm sorte de não ter pegado as piores. Mas é difícil as pessoas não escaparem dessas arapucas. Por exemplo, os adventistas do sétimo dia estão aí pregando suas heresias, e suas igrejas estão cheias. Tem as Testemunhas de Jeová e os Mórmons que fazem visita de casa em casa propagando suas heresias. E os assembleianos pentecostais estão nos templos, nos terminais e nas esquinas das ruas também pregando um evangelho deturpado, cheio de heresias.

Tem denominações religiosas que se tornaram verdadeiras pragas. Uma delas são as Testemunhas de Jeová. Inclusive, soube recentemente, que o governo da Rússia resolveu banir do país a seita dos russelitas. E aqui no Brasil há um grupo de ex-Testemunhas de Jeová empenhado em acabar com essa seita. Porém, é muito difícil acabar com todas elas. As piores seitas são aquelas que exploram seus fiéis com cobrança de dízimos e ofertas. E os piores pastores ou lobos devoradores são aqueles que praticam o curandeirismo e o charlatanismo, iludindo as pessoas, pedindo doação de dinheiro em troca de promessas de cura e de prosperidade material.

A doutrina das assembleias de Deus diz que “seitas” são todas aquelas denominações que propagam ensinamentos e doutrinas anti-bíblicas. Porém, na verdade, todas essas igrejas são seitas. Se são heréticas ou verdadeiras, isso é difícil diferenciar. O certo é que todas são seitas. A única igreja que se pode dizer que não é “seita” é a Igreja Católica Romana. A ICAR é considerada a igreja-mãe, o maior sustentáculo do Cristianismo. Se a ICAR cair, todas as demais denominações protestantes ficarão desmoralizadas, e não se sustentarão. Se a ICAR é a Grande Babilônia do Apocalipse (a Grande Meretriz ou Prostituta), então, todas as denominações cristãs protestantes também são meretrizes, filhas da Grande Prostituta, pois, todas derivam dela e seguem a mesma religião, adoram o mesmo Deus, adotam algumas doutrinas semelhantes e baseiam sua fé no mesmo livro, a Bíblia.

Durante mais de trinta anos de experiência como crente vi alguns crentes que aparentavam ser cheios do Espírito Santo. Diziam ter sido batizado com o Espírito Santo, e ter tido um encontro com Deus, mas depois se tornaram terríveis pecadores, até pior do que aqueles a quem condenavam.

Há crentes fervorosos na igreja, que tem até o dom da palavra e cantam, mas tudo não passa de aparências. Depois que chegam em casa, transformam-se…. O marido maltrata a esposa, e a esposa, o marido. Outros assistem até vídeos de pornografia no quarto, ou veem fotos pornográficas na internet. Tem crentes fervorosos, que se dizem cheios do Espírito Santo, mas o coração está cheio de lascívia. Desejam até a mulher do próximo.

E há, também, até crentes fervorosos com tendência suicida. E sobre isso, existem muitos casos de crentes e pastores que cometeram suicídio.

Já vi crentes ou pastores pregando na igreja sobre a necessidade de ser cheio do Espírito, ter um verdadeiro encontro com Deus para viver em santidade e enfrentar as investidas de Satanás. Embora muitos digam que já tiveram todas essas experiências, porém, são pessoas desonestas, compram fiado e não pagam; compram nas grandes lojas e depois dão calote. É difícil achar um crente que não esteja com a vida toda enrolada, com dívidas.

Ainda não vi nenhuma vantagem desses crentes ditos cheios do Espírito Santo em relação a mim. Uns dizem que são cheios do espírito, e são ricos ou são empregados; outros dizem que são cheios do espírito, mas continuam pobres ou estão desempregados; e eu, que segundo eles não sou como eles, continuo do mesmo jeito sendo abençoado por Deus. Tenho emprego, tenho uma família, meus filhos são todos saudáveis e bem criados.

Não sei qual a vantagem de alguém dizer ter tido uma encontro com Deus ou uma experiência sobrenatural, se tudo isso não passa de misticismo. Acho que todos têm direito de experimentar o que quiser. Há muitas pessoas que desejam experimentar os efeitos da maconha sobre a mente. E isso não é nada bom, pois, tornam-se débeis mentais. E há os crentes que desejam experimentar os efeitos do misticismo sobre suas mentes. E isso também não é nada bom, pois, tornam-se loucos.

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ENCONTRO COM DEUS OU EXPERIÊNCIA COM CRISTO É PURO MISTICISMO

Os teólogos cristãos costumam ensinar que misticismo é coisa de bruxos e de esotéricos, de pessoas que cultuam a natureza, cultuam os espíritos malignos, ou adoram o próprio Diabo. No entanto, a crença dos cristãos e dos evangélicos em geral é totalmente baseada em misticismo. Todas as experiências com o sobrenatural que os crentes dizem ter tido nas reuniões secretas ou nos cultos, não passam de misticismo.

Adoração e Misticismo

Adoração e misticismo é a mesma coisa. Se você ora, você está praticando uma ação mística. Se você glorifica a Deus na igreja até ficar histérico, isso não passa de uma experiência mística com o sobrenatural. E o sobrenatural ninguém sabe exatamente o que é.

No culto de santa ceia alguns pastores fazem referência à Igreja como o “corpo místico” de Cristo. Porém, ninguém sabe discernir o significado de “místico”, e o pastor nem se preocupa em ensinar sobre misticismo nos cultos de doutrina. Toda essa crença de que a Igreja é o “corpo místico” de Cristo derivou-se da Igreja Católica Romana.

Segundo a Wikipédia, “Corpus Mysticum, Corpo Místico de Cristo ou mais genericamente Corpo de Cristo é o nome dado à Igreja universal fundada por Jesus Cristo. Este nome apareceu na Bíblia, sendo utilizado por São Paulo em I Coríntios 12:12-14, em que Paulo descreve a Igreja como o corpo de Jesus Cristo, sendo o próprio Cristo a Cabeça”.

Vejamos, agora, os significados de “místico” e “misticismo”.

Segundo o Aurélio:

Místico
[Do gr. mystikós, pelo lat. mysticu]

Adj.

  1. Misterioso e espiritualmente alegórico ou figurado;
  2. Referente à vida espiritual e contemplativa;
  3. Devoto, religioso, contemplativo, piedoso;
  4. Que lembra a vida ou ambiente místico.

S.m.

  1. Aquele que, mediante a contemplação espiritual, procura atingir o estado extático de união direta com a divindade.

Misticismo
S.m.

  1. Crença ou doutrina religiosa dos místicos;
  2. Mística;
  3. O elemento místico de qualquer doutrina;
  4. Tendências a considerar a ação de supostas forças espirituais ocultas na natureza que se manifesta por vias outras, que não as da experiência comum ou as da razão.
  5. Disposição para crer no sobrenatural.

De acordo com as definições do dicionário, podemos ver que “místico” e “misticismo” está relacionado ao sobrenatural, ou ao transcendental. E isso significa que os crentes praticam o misticismo ao dizer que tiveram uma experiência ou um encontro sobrenatural com Deus.

Porém, todas essas experiências místicas não passam de imaginação da mente humana. Na verdade, ninguém tem um contato real com Deus ou com Cristo, mas, imagina-se que há esse contato com a divindade, visto que os místicos do Candomblé, da Umbanda, do Espiritismo e dos bruxos esotéricos também têm esse contato com as entidades.

CONCLUSÃO

Enquanto os crentes acusam os bruxos esotéricos de praticarem o misticismo, eles mesmos praticam, sem saber. E não adianta querer diferenciar entre misticismo satânico e misticismo santo, pois, tudo não passa de experiências da mente humana. Cada um desenvolve o misticismo e acha que é bom. Os drogados também desenvolvem um misticismo peculiar, e fazem viagem astral e até levitam.

Não sei qual a vantagem de alguém dizer ter tido uma encontro com Deus ou uma experiência sobrenatural, se tudo isso não passa de misticismo.

O certo é que eu creio em Jesus e creio em seu Evangelho. Agora, misticismo não é comigo. Jesus disse que basta eu crer em Deus e crer nele que serei salvo. E quem pode contrariar isso?

“Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida” (João 5:24).

“Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê tem a vida eterna” (João 6:47).

“Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25).

“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:16) [Texto apócrifo inserido no Evangelho de Marcos].

Para ser salvo não é necessário se batizar. O ato de batizar alguém não é condição para salvação. Batismo é apenas um testemunho público de que alguém se converteu para alguma religião, seita ou sociedade secreta. O próprio Senhor Jesus foi batizado por João. E João disse que seu batismo era para remissão dos pecados. Será que Jesus foi pecador até os 30 anos?  O ladrão que estava na cruz junto com Cristo foi salvo sem ter sido batizado. E os pastores não dizem que se um pecador, estando à beira da morte, se arrepender e confessar os seus pecados e dizer que aceita a Jesus, ele será salvo no mesmo momento?! Então, não há nenhuma necessidade de batizar o pecador para que seja salvo.

“Assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados” (Marcos 1:4).

Na verdade, a condição para ser salvo é o ato de crer em Jesus e confessar que é um pecador arrependido. O batismo é apenas uma mera formalidade, como testemunho público, de que a pessoa se converteu.

“E disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos; e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém” (Lucas 24:46-47).

“A ele todos os profetas dão testemunho de que todo o que nele crê receberá a remissão dos pecados pelo seu nome” (Atos 10:43). [Aqui se diz que é pelo nome de Jesus que se recebe remissão dos pecados].

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Miquels7

30/04/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DO ALÉM | , , , , | Deixe um comentário

SE EU TIVESSE VIVIDO NA IDADE MÉDIA, POR CERTO, TERIA SIDO QUEIMADO VIVO NA FOGUEIRA DA INQUISIÇÃO

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A Igreja Católica Romana, em nome da religião cristã, condenou milhares de pessoas à pena de morte na fogueira e na guilhotina por serem consideradas hereges e subversivas. Quem contrariasse as doutrinas e dogmas da Igreja era forçado a se retratar e negar suas convicções, e se não negasse, era preso e depois condenado à execução sumária. Tudo isso fizeram em nome de uma religião que se baseia em TEORIAS sobre Deus, Jesus, anjos, demônios, céu e inferno. A começar por xxx, no século Xxx, que propagou a doutrina da Unidade de Cristo; depois, na Idade Média, com o matemático e astrônomo, Galileu Galilei, que apresentou a teoria de que a Terra é que gira ao redor do Sol, e não o contrário; e posteriormente, no século XV, com a perseguição aos judeus e protestantes com a Santa Inquisição, a Igreja Católica executou milhares de pessoas consideras hereges, tudo em nome de uma crença baseada em teorias. Os padres católicos e os líderes protestantes, tendo uma crença baseada em TEORIAS, sem apresentar uma única prova, perseguiam e matavam os estudiosos e cientistas cujas teorias eram, na sua maioria, sustentadas com provas materiais. A Igreja propôs as teorias da Trindade e da Criação de Deus, sem apresentar nenhuma prova concreta; e os cientistas apresentaram a teoria do Heliocentrismo e da Evolução das Espécies, com provas matemáticas e bastantes provas materiais. Mas quem prevalecia? Sempre prevalecia os que não tinham prova nenhuma para apresentar. E assim os religiosos continuam até os dias de hoje condenando os “hereges” que não aceitam e contrariam suas teorias, digo, suas doutrinas e dogmas.
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Fogueira da Santa Inquisição Católica

A minha crítica aqui, contra os religiosos, não é para ridicularizar ou menosprezar a religião cristã ou qualquer outra crença. Antes, este texto serve para mostrar que os cristãos e protestantes querem ter razão, fazer prevalecer e impor uma crença baseada em teorias e sem respaldo científico, e além de tudo, ainda ter a cara de pau de querer desqualificar a Ciência e a crença dos outros.

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Continua…………..

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29/04/2017 Posted by | DOUTRINAS E DOGMAS, HISTÓRIA CRISTÃ | , , , , , | Deixe um comentário

CRENTES X HOMOSSEXUAIS – AMBOS VIVEM O MESMO DILEMA

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Crentes e Homossexuais andam por pontes paralelas, um querendo derrubar o outro. Se um tem complexo de identidade, o outro sustenta suas crenças em teorias (imaginações).

Não sou ateu e nem crente comum. Acredito em Deus através da razão ou da racionalidade, e não através da fé ou da ignorância.
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Crentes - Cura esse gay agora O que queremos

Se a prática dos homossexuais é desvio de conduta, por outro lado, a dos crentes é falta de racionalidade, pois sustentam suas crenças em coisas que não se podem provar.

Se a cabeça dos homossexuais é desprovida de juízo, será que a cabeça dos crentes tem juízo, visto que suas crenças são sustentadas em teorias?

O crente acha que é bom acreditar em Deus, mesmo sem ter provas que Ele existe. E o homossexual acha que é bom ser gay, mesmo que seja contra o natural. Quem é o melhor? Quem tem mais juízo? Qual dos dois é louco?

O homossexual morre, achando que tá perdido; o crente morre, achando que está salvo. Porém, a certeza mesmo é que ambos vão para o mesmo lugar: a sepultura.

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Apesar de ter feita esta comparação controversa, acredito que tornar-se um verdadeiro cristão é a melhor escolha que o homem e a mulher podem fazer na vida. Mas, há quem ache que ser muçulmano, ser ateu ou gay também é coisa boa.

Vivemos num mundo onde podemos escolher o que ser e em que acreditar.

Se os crentes acreditam em coisas que não se pode provar e morre por suas crenças, por que eles querem interferir na crença e no desejo dos outros?

Eu não sou ateu. Acredito em Deus não da maneira que 99,99% dos crentes acreditam. Acredito em Deus através da razão ou da racionalidade, e não através da fé ou da ignorância. Creio num Deus possível de existir, e não num Deus mágico e fantástico, inacessível, infinito, tri-uno, fruto da imaginação de crente maluco.

Este texto é uma crítica sobre o crente e o homossexual. Ambos estão no mesmo dilema. Enquanto o gay fica no dilema entre acreditar ser homem ou ser mulher, o outro, sendo racional, acredita em teorias e imaginações da mente e acha que isso é normal, e ainda morre por sua crença.

Na verdade, essa crítica é para que o crente pare de se importar com a vida e a escolha dos homossexuais. Se os gays são loucos em contrariar a natureza e o natural, os crentes também são loucos em sustentar suas crenças em teorias e achar isso normal.

 

Você tem certeza que o Céu existe? Você pode provar que o Inferno existe? Se você não pode provar nada que a Teologia ensina, então sua crença não passa de loucura humana. Se os homossexuais são loucos, então, os crentes também são.

Então, que cada um fique no seu quadrado, cada um desenvolvendo as suas loucuras.

Os crentes gostam de julgar os ateus, os gays e os adoradores de demônios, achando que são loucos, mas não veem que eles também sustentam suas crenças em coisas loucas. Quase todo os estudos da TEOLOGIA são baseados em TEORIAS sobre Deus, sobre o céu, sobre o inferno. Não apresentam uma prova sequer se essas coisas existem, mas eles creem e morrem por suas crenças.

Chegará o dia em que sustentar crenças em teorias será considerado como desvio de conduta, ou sintoma de loucura. E a pessoa será encaminhada para tratamento psiquiátrico. E é justamente assim que os crentes julgam os homossexuais. Dizem que os homossexuais precisam se tratar com psicólogos. Dizem que são doentes. E os crentes que acreditam em coisas absurdas e morrem por suas crenças, não precisam se tratar com psicólogos?

Vai chegar o dia em que os humanistas proibirão outros humanos de viver de crenças e teorias, e exigirão que façam uso de sua racionalidade.

Enquanto esse tempo não chega, é bom cada um olhar para o próprio rabo, ou colocar a mão na consciência, e ver até que ponto está desenvolvendo a irracionalidade.

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Paulo confessou várias vezes que a crença dos cristãos é loucura. Por que loucura? Porque a crença deles é baseada na fé e apoiada em teorias. Eles ignoram a razão e a racionalidade, pois, não podem comprovar aquilo que ensinam, e apelam para a fé cega. Por isso, são loucos.

“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (I Cor. 1:18).

“Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens” (I Cor. 1:25).

“Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo” (I Cor. 4:10).

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (I Cor. 2:14).

Na verdade, a loucura não vem da parte de Deus; vem da parte dos religiosos.

Engraçado que primeiramente o apóstolo Paulo diz que a pregação da cruz é loucura para os normais, e que os crentes são loucos por amor a Cristo. Porém, mas na frente ele diz que a sabedoria humana é loucura diante de Deus. Ou seja, Paulo chama os sábios de loucos, e os sábios chamam os crentes de malucos. Então está tudo equilibrado.

“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia” (I Cor. 3:19).

“Nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos” (I Cor. 1:23).

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Miquels7

26/04/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , | Deixe um comentário

FÉ X RAZÃO – O CRENTE É IGNORANTE E NÃO SABE QUE É

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Quando leio artigos e estudos bíblicos de pastores e teólogos renomados, fico só observando o linguajar culto que eles empregam, com vocábulos difíceis – como por exemplo ‘trindade’, ‘soteriologia’, ‘cristologia’, ‘paracletologia’,  ‘eternidade’, ‘pentecostal’, ‘pentecostalismo’, ‘amilenista’, ‘preterista’, etc – que eles mesmos criaram para ensinar teologia. Mas também fico imaginando que vantagem tem todos esses vocábulos e conceitos teológicos, alguns banais e outros controversos, se toda a crença deles é baseada na fé?! Ou seja, toda a crença deles é baseada na IGNORÂNCIA. Como não podem apresentar nenhuma prova do que ensinam, eles ignoram a razão e a racionalidade e apelam para a fé. Quase toda a TEOLOGIA é baseada em TEORIAS. Eles inventaram essa história de que o crente salvo vai viver na ‘eternidade’, e nem eles mesmos têm certeza do que ensinam, pois, tudo é baseado na fé cega, isto é, na ignorância.
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Macaco pensadorHomem pensador 

Alguém disse que “Deus existe para quem crê, agora para quem não crê, Ele não existe”. Ou seja, quem tem fé acredita em Deus. Em outras palavras, quem é ignorante acredita em Deus.

Que me desculpem os pastores e teólogos tradicionais, mas o que acabei de afirmar é uma pura verdade. Os crentes ou cristãos não fazem uso da racionalidade ou da razão, pois a crença deles em Jesus e em Deus é toda baseada na fé. E fé é uma crença cega, pois, a pessoa acredita naquilo que não vê e que não tem certeza se existe. Sendo assim, a crença deles é baseada na IGNORÂNCIA, pois, eles desprezam a racionalidade e a razão e se baseiam em imaginações da mente. Eles usam a Bíblia e a própria natureza como provas da existência de Deus. Porém, a própria Bíblia não dá garantia plena da existência de Deus e de Jesus. E muito menos a natureza.

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe [pela fé], e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

Humanamente e racionalmente falando, se alguém diz que acredita em Deus pela fé, esse alguém está sendo ignorante, pois despreza a razão de ser das coisas, e se baseia em algo ilusório, que não pode provar. Fé não é prova de nada; fé não prova nada. Fé é apenas confiança naquilo que se diz ou que se espera.

Sei que é controverso comparar a palavra FÉ com a palavra IGNORÂNCIA. Mas, no fundo, o significado é o mesmo. Quem é “ignorante” se sente ofendido pelo fato de alguém dizer que sua fé o torna ignorante.

Por causa do ensino obcecado de Paulo a respeito do uso da fé, o apóstolo Tiago o confrontou, afirmando que a fé sem as obras é morta. E isso se tornou uma grande contradição na Bíblia. E os teólogos se contorcem para dizer que não existem contradições na Bíblia. É claro que existem.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

“Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada” (Gálatas 2:16). 

“Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo? (…) Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé” (Tiago 2:14, 17-18, 24).

Não dou valor a conceitos e vocábulos difíceis que os próprios teólogos criaram para explicar coisas baseadas na “ignorância”, ops, baseadas na fé. Os mestres e doutores em teologia costumam criticar aqueles que se aventuram a explicar a Bíblia e questionar as crenças tradicionais sem ter o devido preparo. Acusam os tais de não ter o conhecimento e o preparo suficiente para elaborar um estudo coerente e biblicamente correto. Eu mesmo já fiz crítica a pregadores leigos que leem qualquer versículo da Bíblia e querem pregar, espiritualizando o texto, sem ao menos ter noção do que o texto realmente diz. Fiz crítica a estudiosos da Bíblia que querem defender um tema, mas não conhecem direito nem a própria língua que falam; não conhecem as regras da Língua Portuguesa, não sabem nada de interpretação de texto e análise sintática. Por exemplo, eles pegam a frase dita por Jesus “examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna”, mas não entendem nada do que Jesus quis dizer. Eles acham que esta frase é um mandamento de Jesus. Ora, Jesus nunca ordenou ninguém a examinar as Escrituras. O verbo “examinais” está no presente do indicativo, e a frase está no afirmativo, e não no imperativo. A tradução dessa frase de Jesus num linguajar mais acessível aos leigos é assim: “Vocês, fariseus e doutores da Lei, examinam as Escrituras pensando encontrar nelas a vida eterna – e são realmente elas que falam a respeito de mim -, mas não querem me ouvir nem me aceitar, para terem vida”. Quem concede a vida eterna é Jesus, e não o fato de examinar as Escrituras. No entanto, acredito que não é preciso um estudioso das Escrituras se prender a conceitos e vocábulos fabricados por teólogos para elaborar um estudo ou defesa de um tema. Basta que o exegeta tenha um pouco de conhecimento de Hermenêutica e noção de interpretação de texto e análise sintática, que ele terá condições de elaborar um estudo coerente e lógico. E não me venha com esse blá-blá-blá de que é preciso fazer muitas orações buscando a iluminação do Espírito Santo para que possa interpretar corretamente os textos sagrados! Se isso fosse garantia para se fazer um estudo correto, não haveria tantas heresias por aí. E bem sabemos que os teólogos e exegetas dessas seitas que existem por aí sempre afirmam que buscam muito a iluminação do Espírito Santo e a sabedoria do alto antes de fazer os estudos. E como todos sabem, há muita heresia nesses ensinos teológicos das igrejas cristãs e evangélicas. Alguns escritores do Novo Testamento, como Pedro, Tiago e Judas eram semialfabetizados e mal sabiam escrever. No entanto, escreveram coisas melhores que este montão de literatura produzida pelos teólogos tradicionais. Eles escreveram com humildade, empregando palavras simples e um linguajar rude, sem ter a mínima noção desses conceitos e vocábulos inventados pelos teólogos “ignorantes” de hoje. Até mesmo os apóstolos João e Paulo, sendo mais cultos, escreveram livros sem ter a mínima noção desses conceitos e vocábulos dos teólogos hodiernos. E um milhão de livros escritos por esses exegetas e teólogos modernos não se compara a uma única carta escrita por um apóstolo semialfabetizado.

CONCEITOS DE FÉ E DE IGNORÂNCIA

Veja os conceitos de FÉ, segundo o Aurélio:

S.f.
1. Crença religiosa;
2. Conjunto de dogmas e doutrinas que constituem um culto;
3. Rel. A primeira virtude teologal: adesão e anuência pessoal a Deus, seus desígnios e manifestações.
4. Firmeza na execução de uma promessa ou de um compromisso.
5. Crença, confiança.
6. Asseveração de algum fato.

Como se percebe, pela definição do dicionário, fé não passa de crença religiosa naquilo que não se vê, que não se pode provar. Diz, também, que fé é “a primeira virtude teologal”. Ou seja, sem fé não existe teologia.

Agora veja os conceitos de IGNORÂNCIA, segundo o Aurélio:

S.f.
1. Condição de quem não é instruído;
2. Falta de saber; ausência de conhecimentos;
3. Estado de quem ignora ou desconhece alguma coisa, não tem conhecimento dela.

Pelos conceitos de “ignorância”, podemos dizer que se alguém diz que acredita em Deu pela fé, mas não tem como provar a sua existência, e não sabe nada de concreto sobre Ele, então, esse alguém é um IGNORANTE.

Ninguém sabe como surgiu a palavra FÉ. No Antigo Testamento essa palavra aparece uma única vez.

“Eis o soberbo! A sua alma não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá” (Habacuque 2:4).

O escritor da carta aos hebreus deu um conceito inusitado para fé. Veja:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

Como já disse em outras ocasiões, a fé pode até ser o fundamento das coisas que se esperam. Porém, a fé não é prova de nada, não prova nada. Fé significa apenas confiança ou esperança em algo que esperamos ou imaginamos.

O próprio apóstolo Paulo instiga os crentes a usar de “ignorância” até para fazer coisas corriqueiras da vida. E diz que se alguém não faz as coisas através da “ignorância”, isto é, através da fé, esse alguém está pecando. E o pior é que Paulo tem razão em fazer tal afirmação.

“Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado” (Romanos 14:23).

ADÃO E EVA VIVIAM PELA FÉ, ATÉ QUE UM DIA CHUTARAM O PAU DA BARRACA

A ideia de Deus em criar o homem foi para que ele vivesse como nativo, cuidando da terra e colhendo os frutos da sua plantação. Quando a Bíblia diz que Adão e Eva viviam nus e não se envergonhavam, significa que eles viviam como os nativos, ou seja, como os índios, que vivem nus, mas não se envergonham. Os verdadeiros povos indígenas – que ainda não tiveram contanto com a civilização – ainda carregam nos seus costumes a inocência do paraíso perdido. Deus criou o homem para que fosse um agricultor, para que cultivasse a terra e cuidasse das plantas e dos animais, sem se preocupar com guerras, com tecnologias e invenções da Ciência. Os povos indígenas não têm Ciência; mesmo que passem milhares de anos, eles não inventam nenhuma tecnologia, pois eles não sabem derreter o ferro para construir armas, máquinas e veículos. Eles só ensaiam inventar alguma coisa depois que têm contato com os civilizados. Mesmo assim, os índios não questionam nada, se Deus existe ou não. Até se o pajé disser que os deuses ordenaram a aldeia a fazer isso ou aquilo para eles (se não eles morrerão), eles fazem sem questionar nada, pois, são “inocentes”. Os indígenas possuem terçado, facão, enxada, machado, martelo, serrote e panelas de alumínio para cozinhar porque tudo isso eles adquiram com os povos civilizados. Você já ouviu falar de algum índio que tinha a profissão de ferreiro?

No entanto, embora Deus quisesse que homem vivesse como nativo na Terra, sem questionar nada, sem se preocupar em inventar artes ou fundir os metais, Ele não imaginou que um dia pudesse chutar o pau da barraca, e passasse a questionar as coisas. E a gota d’água para isso acontecer foi a intromissão de Satanás no paraíso, que instigou o homem a fazer uso da sua racionalidade. E o que Satanás disse a Adão e Eva foi uma verdade. Os teólogos fanáticos (que acreditam nas coisas através da “ignorância”), afirmam que Satanás usou de mentira para enganar Adão e Eva, e fazê-los pecar. Compare as duas passagens bíblicas e veja que Satanás não mentiu a Adão e Eva.

“Ora, a serpente [Satanás em carne e osso] era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal” (Gênesis 3:1-5). 

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida” (Gênesis 3:22-24).

Na verdade, o pecado de Adão e Eva se constituiu no fato de terem feito o uso da razão e da racionalidade, ao darem ouvidos a Satanás. O fruto proibido que eles não deviam comer era o “conhecimento proibido” que Satanás lhes repassou, e que os tornou civilizados. Somente os civilizados sentem vergonha de andar nu. A condição de civilizado trouxe ao homem muitos problemas, mas também trouxe muitas coisas boas. O homem, ao deixar de ser nativo, e se tornar civilizado, tornou-se grande perigo para o nosso planeta, e até para os próprios deuses. Pois, o homem ao tomar conhecimento do bem e do mal, e fazer uso de sua racionalidade, passou a questionar a sua própria origem e a existência de Deus. Tornou-se uma grande ameaça para todo o Universo. Atualmente vemos que o homem não tem limites em suas invenções. E a pior invenção de todas foi a bomba atômica, de plutônio ou de hidrogênio, que pode levar à destruição de todo o planeta e à extinção da raça humana. Enquanto o homem não tiver uma prova concreta da existência de Deus, ele continuará procurando respostas, vasculhando esse vasto Universo, perscrutado o ínfimo da matéria. Se o homem não encontrar Deus, ele continuará achando que é o próprio deus e o dono de seu destino. Esse é o grande pecado do homem, o fato de ter chutado o pau da barraca, deixado a vida de inocência no paraíso como um nativo, e ter se tornado civilizado.

Por que Deus puniu a Serpente (Satanás), mesmo sabendo que ela falou a verdade para Adão e Eva?

Deus puniu a Serpente porque ela sabotou o seu plano. O plano de Deus era que o homem sempre fosse e vivesse como um nativo, isto é, como um indígena, e não se tornasse civilizado. Ao tornar-se civilizado – conhecendo o bem e o mal, e aprendendo a Ciência -, o homem fez-se pecador, caiu em desgraça, tornando-se um rebelde diante de seu Criador, ao questionar as coisas. O homem, depois de ter conhecimento do bem e do mal, não teria limites em  suas intenções. Deus viu que o homem tornando-se civilizado e ainda tendo acesso à fonte da vida eterna (a árvore da vida), tornar-se-ia um perigo para o Universo, visto que é um ser imperfeito, de má índole, e de espírito dominador. Por isso, Deus teve que impedir o acesso do homem à árvore da vida, para que não vivesse eternamente. Para o homem ter acesso novamente à árvore da vida, ele terá que se aperfeiçoar.

O novo plano de Deus, agora, é dar o tempo necessário para que o homem se aperfeiçoe. Aqueles que se aperfeiçoarem Ele irá salvar e ressuscitar no último dia. E para que isso fosse possível, Deus enviou o seu Filho, Jesus Cristo, para tomar o poder de Satanás aqui na Terra, e cuidar da raça humana. Quem crer em Jesus, praticar seus mandamentos e viver uma vida piedosa, pode se aperfeiçoar. Jesus disse a um jovem rico: “Queres ser perfeito? Vai, vende tudo o que possui, distribui entre os pobres, depois, vem e segue-me”. O jovem ficou triste, pois possuía muitas riquezas. Portanto, para o crente ser perfeito, o principal requisito é não possuir riquezas materiais.

CONCLUSÃO

Já que Adão e Eva chutaram o pau da barraca e passaram a fazer uso da racionalidade e da razão, então, vamos continuar sendo crentes, mas fazer o mesmo que eles fizeram. Vamos fazer uso da racionalidade e da razão para buscarmos respostas para as perguntas que nos inquietam. Se continuarmos buscando respostas através da fé cega e da ignorância, não chegaremos a lugar algum. Eu não acredito em Deus pela fé cega – e nem pela fé que enxerga. Eu acredito em Deus porque obtive conhecimento suficiente para não duvidar da sua existência. Só que o Deus que eu acredito é totalmente diferente do “Deus” que 99,99% dos crentes acreditam. Eu me esforço muito para fazer o máximo de uso da minha racionalidade. Se você não faz uso da sua racionalidade, melhor seria ter nascido como um animal irracional.

Eu acredito naquilo que é possível existir. Por exemplo, eu não acredito que no céu haja criação de cavalos de raça, e ainda alados. Mas há ignorantes que acham que Jesus e os anjos irão descer literalmente do Céu em cavalos brancos, alados. Para se justificar, eles dizem que para Deus tudo é possível. Há outros que dizem que Deus pode criar qualquer coisa num abrir e fechar de olhos. Neste caso, a ignorância já extrapolou os limites do bom senso. E outros se contorcem para explicar a seguinte pergunta: “Por que Deus criou o mundo em seis dias, se Ele podia ter criado tudo num só dia, ou num piscar de olhos?”. Quem se esforça para responder a essa pergunta é um autêntico ignorante. Os crentes acham que Deus é isso e aquilo, pode fazer isso e aquilo, sem ter uma mínima prova de que Ele seja mesmo assim. Portanto, eu não acredito em nada que não se possa provar. Eu sou um autêntico “crente são-Tomé”. Só acredito vendo.

O crente vê na Bíblia Jesus dizer que a fé pode remover montanhas, pensando que Ele estava falando de forma literal. Deus não pode remover uma montanha de lugar. Se Deus pudesse remover uma montanha de lugar, o melhor momento para Ele demonstrar isso teria sido quando os israelitas estavam no deserto, apavorados, fugindo de Faraó, sem saber para onde ir, visto que havia montanhas por todos os lados e o Mar Vermelho mais na frente. A travessia sobre o Mar Vermelho pode ter acontecido numa parte rasa, no momento em que houve uma maré. E em nenhum momento vemos Deus, na Bíblia e na História, removendo alguma montanha de lugar. Portanto, essa crença de que “fé remove montanhas” não passa de uma palavra de encorajamento para que as pessoas enfrentem as dificuldades da vida. Fé é apenas esperança, confiança.

Alguém pode indagar: “Mas, que ‘deus’ é esse que você acredita, que não tem poder nenhum?”. Respondo. O Deus no qual acredito é o mesmo que você acredita. A diferença é que você acredita nele de forma tresloucada, dando a Ele atributos que não tem certeza se possui. O Deus que acredito é muito poderoso ou super-poderoso, mas não tanto Todo-Poderoso. Ainda vou escrever um texto sobre esse assunto. Por exemplo, todos acham que os Estados Unidos são um país todo-poderoso, que ninguém consegue derrota-lo. Porém, a pequena Coreia do Norte o tem desafiado. Por quê? Porque o governo norte-coreano sabe que os EUA não são o que os outros dizem que ele é.

Deus Jeová já demonstrou fraqueza diante de pequenos inimigos. Veja:

“Assim estava o Senhor com Judá, o qual se apoderou da região montanhosa; mas não pôde desapossar os habitantes do vale, porquanto tinham carros de ferro” (Juízes 1:19).

Deu acordo com o texto supracitado, que Deus Todo-Poderoso é este que não conseguiu fazer os israelitas vencer os habitantes do vale, que tinham carros de ferro? Se esses moradores do vale tivessem apenas carros e carruagens de madeira, os israelitas os teriam destruídos? Porém, imagina se esses moradores do vale tivessem caças supersônicos, com metralhadoras e mísseis teleguiados, e bombas nucleares!

Sou professor de Matemática e percebo que a maioria dos alunos não gosta dessa matéria e não entende nada sobre os números porque tem preguiça de pensar. Assim mesmo acontece com a cabeça dos religiosos e dos crentes: eles têm preguiça de pensar. O crente fanático que não questiona nada, se a Bíblia é inspirada e se Deus existe, tem preguiça de pensar, e deixa que os pastores e teólogos pensem por ele. Ou seja, é um perfeito ignorante. A ignorância exacerbada torna as pessoas estúpidas e arrogantes. Por isso, tem muitos crentes assim. Da mesma forma, o muito saber torna as pessoas arrogantes e muitas vezes estúpidas. Mas, nesse caso, a estupidez e arrogância acontecem não por ignorância ou desconhecimento de algo, mas, pela impaciência que se tem devido as pessoas comuns não compreenderem o que se tenta explicar. Há pessoas que odeiam o que escrevo, simplesmente porque elas têm preguiça de pensar, e não está à altura de acompanhar a minha linha de raciocínio.

“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem” (Salmos 14:1).

Um crente pode questionar a existência de Deus, diferentemente de um ateu, que ignora a sua existência, e ainda debocha dos que acreditam. Podemos questionar a veracidade de muitas crendices, porque somos racionais. Se você não questiona nada, você é ignorante, e não faz uso da racionalidade, se é que tem.

Portanto, vamos botar a cabeça pra funcionar, e deixar de lado a irracionalidade, pois, somos seres pensantes.

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Falou e disse Miquels7

23/04/2017 Posted by | FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | Deixe um comentário