MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

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A GUARDA DO SANTO SÁBADO DE YAVÉH NÃO FOI ABOLIDA

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YESU CRISTO PROFETIZOU QUE A GUARDA DO SÁBADO NÃO SERIA ABOLIDA E CONTINUARIA SENDO OBSERVADA ANOS DEPOIS DE SUA IDA PARA OS CÉUS.

VOU MOSTRAR QUE YESU, COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS, DECLAROU QUE NÃO ERA ONISCIENTE E, PORTANTO, NÃO É DEUS, E DEU A ENTENDER QUE O CUMPRIMENTO DE UMA PROFECIA PODE SER ALTERADO.
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Santo dia do Senhor

Yesu Cristo não veio para abolir a guarda do Sábado através da sua morte ou ressurreição. Tanto é verdade, que Yesu ditou uma profecia que iria acontecer muitos anos depois da sua morte e ida para o céu, onde ele demonstrava preocupação e compaixão pelos judeus que iriam morrer na invasão e destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da E.C.

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19-20). 

Sei que não é aconselhável tomarmos uma única referência bíblica para sustentar uma verdade. Mas, não é somente este texto do Evangelho de Mateus que se refere ao cumprimento da guarda do Sábado no futuro. Temos por exemplo uma profecia em Isaías 66:23 relativa ao reino milenar do Messias. No entanto, do que Yesu falou em Mateus 24:19-20 podemos inferir outros questionamentos. 

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai, pois, para que isto não suceda no inverno; porque naqueles dias haverá uma tribulação tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá” (Marcos 13:17-19).

“Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade, saiam; e os que estiverem nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! porque haverá grande angústia sobre a terra, e ira contra este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem” (Lucas 21:20-24).

“E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23).

Por que seria mais difícil a fuga no dia de Sábado? É porque a guarda do Santo Sábado do Senhor continuaria vigorando e sendo respeitado naqueles dias pelos judeus. E de acordo com a Lei, no dia de Sábado os judeus não podiam fazer longas caminhadas, ou seja, fazer muito esforço.

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado” (Atos 1:12).

A “jornada de um dia de Sábado” era estimada em 960 a 1344 metros. Segundo a tradição, os judeus não podiam fazer longas caminhas superiores a essa distância no dia de Sábado.

Os cristãos judeus da igreja primitiva tinham por costume se reunir no dia de sábado nas sinagogas, e não no domingo. Que inventou esse negócio de guarda do domingo foi o imperador de Roma, Constantino.

“Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Psídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se” (Atos 13:14).

“Quando iam saindo, rogavam que estas palavras lhes fossem repetidas no sábado seguinte” (Atos 13:42).

“No sábado seguinte reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus” (Atos 13:44).

“Porque Moisés, desde tempos antigos, tem em cada cidade homens que o preguem, e cada sábado é lido nas sinagogas” (Atos 15:21).

“No sábado saímos portas afora para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar de oração e, sentados, falávamos às mulheres ali reunidas” (Atos 16:13).

Yesu Cristo foi muito contundente contra a tradição dos anciãos, pois colocavam pesados fardos para o povo carregar que nem eles mesmos carregavam, isto é, nem eles mesmos praticavam. E havia muitos exageros. E Yesu mostrou muitas coisas absurdas da tradição dos anciãos.

“Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Vós deixais o mandamento de Deus, e vos apegais à tradição dos homens. Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de deus, para guardardes a vossa tradição. Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, certamente morrerá. Mas vós dizeis: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor, não mais lhe permitis fazer coisa alguma por seu pai ou por sua mãe, invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis” (Marcos 7:7-13).

Tinha cada coisa absurda na tradição dos anciãos como esta que proibiam até de carregarem uma maca no dia de Sábado.

“Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito” (João 5:10).

Preste atenção. Apesar de Yesu bater muito na tradição dos anciãos, mas ele jamais afirmou que os preceitos da Lei de Moisés seriam abolidos, nem com a sua morte. Ao contrário, ele disse que passariam os céus e a terra, mas jamais passaria uma só letra dos mandamentos da Lei, e ainda reiterou que não violássemos nenhum mandamento, por menor que fosse. E a Lei do Senhor que o salmista se refere no Salmo primeiro é a Lei de Moisés. Se você acha que a Lei de Moisés foi abolida, não serve para nada, então, não seja hipócrita. Não leia o Salmo primeiro, porque só deve ler aquele que guarda os mandamentos da Lei do Senhor Deus e nela se deleita. O salmista diz que a Lei do Senhor é perfeita. Com certeza ele estava se referindo à Lei de Moisés, pois, naquele tempo não existia outra Lei.

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5:17-19).

“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite. Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha. Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos; porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à ruína” (Salmos 1:1-6).

“A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos simples” (Salmos 19:7).

“E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do Senhor; foram por todas as cidades de Judá, ensinando entre o povo” (II Crônicas 17:9).

O Santo Sábado de Yavéh nunca foi abolido e existem promessas eternas para que observá-lo.

“Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs; então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58:13-14).

Engraçado que os pregadores usam a referência de Isaías 40:28-31 para ensinar e pregar nas igrejas. Mas essa de Isaías 58:13-14 eles não usam para ensinar e pregar de jeito nenhum. Porque são hipócritas e mentirosos!

“Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, não se cansa nem se fatiga? E inescrutável o seu entendimento. Ele dá força ao cansado, e aumenta as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos cairão, mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão” (Isaías 40:28-31).

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A DECLARAÇÃO DE YESU CRISTO EM MATEUS 24:19-20 DEMONSTRA CLARAMENTE QUE ELE NÃO É ONISCIENTE, E DEU A ENTENDER QUE O CUMPRIMENTO DE UMA PROFECIA PODE SER ALTERADO

“Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19-20). 

Essa profecia de Yesu Cristo mostra outra coisa interessante, mas ninguém percebe. Se a profecia fosse uma revelação exata de fato que vai ocorrer num futuro distante, o profeta seria mais exato naquilo que afirma. A profecia não é uma revelação do futuro, de algo que vai acontecer sem a interferência de ninguém. Profecia é uma revelação de algo que foi planejado para que seja realizado no futuro. O apóstolo João “não visualizou o futuro” quando recebeu as revelações do Apocalipse. O que ele contemplou foram encenações de fatos que Deus planejou para acontecer no futuro. 

Nessa profecia sobre a invasão de Jerusalém, Yesu demonstra que não sabia claramente em que época do ano ela aconteceria e nem sabia em que dia da semana se daria. Portanto, isso é mais uma prova que Yesu não era onisciente, e consequentemente não é Deus. Yesu também disse que não sabia o dia da sua volta, e nem os anjos sabiam. Disse que somente o Pai sabia. Se Yesu Cristo é Deus, por acaso, ele mentiu ao dizer que não sabia o dia da sua volta?

Agora, veja outro fato interessante que é ignorado pelos teólogos tradicionais.

Yesu Cristo disse: “Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:20). 

Se Yesu pede aos discípulos para orarem, pedindo a Deus que a invasão de Jerusalém não ocorra no inverno e nem no dia de Sábado, isso significa que a profecia pode ser alterada. Se Yesu Cristo estivesse realmente revelando algo que inevitavelmente iria acontecer no futuro, ele não pediria aos discípulos para rogarem ao Pai pedindo que mudasse a data da invasão de Jerusalém. Porque “se a profecia é um vislumbre do que aconteceu no futuro”, então, o tal fato não poderia ser modificado, pois, já havia acontecido.

Se Deus pela sua onisciência sabe o que já aconteceu no futuro da humanidade, como Ele pode alterar o que já se cumpriu? Logo, percebe-se que é um absurdo pensar que podemos saber o futuro. Nem Deus, nem Yesu e nem ninguém pode prever o futuro, isto é, ninguém pode visualizar o futuro. Nem Deus, nem Yesu, nem os anjos e nem ninguém é onisciente. Deus sabe os eventos do passado e do futuro da Terra porque ele e os anjos já mapearam tudo o que ocorre nos ciclos da Terra e do Sistema Solar, visto que eles vivem há milhões de anos. Os eventos do Sistema Solar se repetem a cada 26 mil anos. Se uma pessoa sabe que esses eventos se repetem é muito fácil prever o que acontecerá no futuro. A Terra também passa por ciclos, como o das precessões. Mas também a Terra sofre alterações climáticas a cada 11 mil anos, devido à incidência de tempestades solares. As catástrofes que Yesu profetizou referem-se a esses acontecimentos cíclicos que sempre acontecem com a Terra e o Sistema Solar. Yesu profetizou sobre o aquecimento global e a agitação no Sistema Solar, prevendo a queda de meteoritos e explosões de vulcões. Quando em Apocalipse se diz que o céu será enrolado como uma cortina, isso significa que o céu azul vai desaparecer e vai ficar encoberto por cinzas vulcânicas devido à queda de um grande meteoro na Terra.

“Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados” (Mateus 24:29).

“E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas (AQUECIMENTO GLOBAL – FENÔMENO NATURAL QUE ACONTECE DE TEMPOS EM TEMPOS); os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados (AGITAÇÃO NO SISTEMA SOLAR)” (Lucas 21:25-26).

“E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares” (Apocalipse 6:14). [O “céu se recolheu” significa que o azul do céu foi coberto por nuvens de cinza vulcânica].

O futuro que Deus prevê ou que diz saber é um futuro planejado. Ele planeja o que vai acontecer e ordena o profeta a profetizar. Porém, os acontecimentos futuros que Deus ordena o profeta profetizar nunca têm uma data exata para se cumprir; as datas são aproximadas. Na hora de acontecer o fato Deus intervém no curso da história e faz com que aquilo que planejou se cumpra. Por isso Yesu pediu aos discípulos que orassem, pedindo a Deus que alterasse o cumprimento da profecia para que não ocorresse no inverno e nem no dia de Sábado.

O profeta Jeremias diz que Deus vela sobre sua palavra para que se cumpra fielmente. Ou seja, Deus planeja e ordena a profecia, e depois ele se encarrega de fazer com que aquilo que falou aconteça. Mas, uma profecia pode ser modificada ou anulada. Como já disse outras vezes, nem tudo que está escrito no Apocalipse vai acontecer exatamente como João escreveu. A profecia pode ser alterada ou modificada. Yesu mesmo disse que a data do cumprimento das profecias sobre a Grande Tribulação vai ser alterada, isto é, o tempo será abreviado, para que muitos consigam se salvar da perseguição da Besta.

“Então me disse o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” (Jeremias 1:12).

“E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:22).

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Miquels7

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12/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

A CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL EM 1948 DEMARCA O TEMPO DO FIM

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A criação do Estado de Israel, em 1948, não foi da vontade de Deus. A criação do Estado de Israel foi arquitetada pelos judeus sionistas, que também são maçons, em comum acordo com os maçons dos EUA. Isso ocorreu para que se cumpram as profecias do Apocalipse.

Israel - relogio profético de Deus
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O estabelecimento do atual Estado de Israel não foi da vontade de Deus porque Jerusalém não ficou sendo a capital do país, e também porque não houve nenhuma ordem expressa para que fosse estabelecido. Quem vai estabelecer o reino de Judá é o próprio Deus Yavé através do seu Messias, e Jerusalém será a sua capital para sempre.

Esse Estado de Israel que foi estabelecido em 1948 é resultante de um acordo que os judeus sionistas fizeram com a Besta. No capítulo 12 de Apocalipse, a mulher deixada no deserto, e protegida por 1260 dias (anos), é Israel, os judeus que ficaram espalhados entre muitas nações após a perseguição imposta pela primeira Besta e após a segunda diáspora no ano 135 d.C. E no capítulo 17 de Apocalipse essa mulher (Israel) que foi deixada no “deserto” reaparece montada sobre uma Besta cor de escarlata, no “deserto”. Logo, conclui-se que o acordo da criação do Estado de Israel feito com a ONU/EUA é o cumprimento da mulher prostituta montada sobre a Besta.

A profecia pode ter mais de um cumprimento, isto é, mais de um significado. O Islã também representa essa mulher prostituta do Apocalipse. E na verdade, todo o sistema religioso do planeta Terra representa essa mulher prostituta. Porém, Israel é um caso peculiar, porque se trata do povo escolhido de Deus que se perverteu. Mas Deus tem promessas de livramento e restauração para o seu povo santo.

O tempo dado aos gentios para profanarem o monte do Templo em Jerusalém a partir da instalação da Mesquita Muçulmana, o Domo da Rocha, é de 1260 ou 1290 ou 1335 dias, conforme Daniel 12. A mesquita foi concluída mais ou menos em 688 d.C. Portanto, 688+1260 = 1948, ano que a mulher montou na Besta. De 1260 a 1335 há uma diferença de 75 anos. Agora em 2018 está completando 70 anos da fundação do Estado de Israel em acordo com a Besta. Só restam 5 anos para o término do tempo dado aos gentios. Depois disso começará a Grande Tribulação sobre a Terra com a abertura do sétimo selo.

Em Daniel 12:6 o anjo ordena a Daniel que cerre as palavras e sele o livro da profecia até o fim do tempo. E qual é esse tempo? O tempo dado aos gentios para profanarem o monte do Templo a partir de 688 d.C. Diz também que muitos correriam de uma parte para outra, e a Ciência se multiplicaria.

Ora, quando a Ciência começou a se multiplicar? Começou há exatos 70 anos, quando o Estado de Israel foi estabelecido em 1948. Em nenhum outro período da história a Ciência se multiplicou, exceto nesses últimos 70 anos.

Esses teólogos e intérpretes tradicionais do Apocalipse insistem com essa bobagem de achar que o tal Anticristo será uma pessoa física, um ditador com poderes sobrenaturais que vai se assentar no terceiro templo que será reconstruído em Jerusalém. E tem uns mais loucos ainda que afirmam que o Anticristo será um homossexual. Kkkkkk. Só que isso tudo é criancice. Esse pessoal não se emenda, não enxergam um palmo adiante do nariz em se tratando de cumprimento profético. Eles imaginam fantasias da mente, coisas mirabolantes, impossíveis de acontecer na realidade. Eles ensinam que, assim que a Igreja for arrebatada, o mundo entrará num caos, e será governado pela Besta, o tal Anticristo, que irá implantar uma marca na mão direita e na testa das pessoas e obrigará a todos a adorá-lo. Porém, isso tipo de interpretação é infantil, coisa de menino.

É preciso abrir a mente, usar plenamente a nossa racionalidade para compreendermos essas coisas, e deixar de acreditar em conversas de teólogos fanáticos.

“Anticristo” não é uma pessoa física, um ditador; anticristo é um sistema de governo anti-religioso. Ou seja, é o sistema de governo para o qual o mundo está caminhando, uma nova ordem mundial em que todas as religiões serão suprimidas, porque elas são responsáveis pela maioria dos conflitos, guerras e mortes em todo o planeta.

O “anticristo” será um sistema de governo que irá surgir depois que se travar a guerra final entre as três grandes religiões: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo (islã). Sem dúvidas, quem irá encabeçar isso será a ONU. A ONU contará com apoio do exército da China para acabar com essa “patifaria” das religiões, que só trazem conflitos, guerras e mortes sobre a Terra. A ONU não poderá contar com o exército dos EUA, nem com exército da Rússia, da França e da Inglaterra, porque são eles que promovem os conflitos entre as nações. A ONU terá que contar com a ajuda de um país neutro, uma potência não imperialista, para poder estabelecer a paz na Terra.

Prestem atenção. Depois de terminados os 1335 anos do tempo dados aos gentios, haverá um intervalo de tempo. Na abertura do sétimo selo é que começa o período da Grande Tribulação. Repare que em Apocalipse 8 é aberto o sétimo selo, mas há um intervalo de tempo antes de começar os juízos das 7 trombetas e das 7 taças da ira. Tem uma profecia que diz que quando os homens disserem “paz e segurança, lhes sobrevirá uma repentina destruição”.

Nesse intervalo de tempo Israel se sentirá forte e contará com apoio dos EUA para ajudar na demolição da Mesquita Muçulmana em Jerusalém, para que seja construído o terceiro templo. Mas essa atitude do governo israelense provocará uma grande revolta no povo árabe e muçulmano. Os EUA e Israel sofrerão uma onda de terrorismo jamais vista na história. Nesse tempo a ONU entrará em cena para estabelecer uma nova ordem mundial.

Depois de a ONU e o governo da China intermediar o conflito entre as três grandes religiões no Oriente Médio, haverá um breve período de paz. Na verdade, será implantada uma nova ordem mundial com mais rigor e controle sobre as religiões, de tal forma que elas ficarão suprimidas. E quem vai ajudar nessa tarefa serão as sociedades secretas de magia e ocultismo que irão desmoralizar a Igreja Católica e o Papa, e a igreja cristã perderá força, e a religião islâmica também perderá força, juntamente com o Judaísmo.

Porém, o mundo islâmico se voltará contra a ONU e não respeitará os novos acordos de paz, e os conflitos se intensificarão. E logo depois desse período de tumultos e incertezas começará os juízos das 7 trombetas e das 7 taças da ira. A Terra mergulhará num período de tribulação jamais visto na história. O período da Grande Tribulação irá culminar com a tentativa de invasão de Israel pelos países árabe-islâmicos, para destruição definitiva o povo judeu, na famosa Guerra do Armagedom. Mas, Deus intervirá e livrará o seu povo da destruição. Só que essa guerra será a primeira fase. A segunda fase da Guerra do Armagedom se dará no final do reino milenar do Messias, quando serão detonadas bombas atômicas e a Terra pegará fogo literalmente.

E os crentes que esperam o tal arrebatamento, pensando que vão escapar da tribulação, podem ir tirando o cavalinho da chuva. Pois, não haverá arrebatamento para os crentes gentios, exceto para o grupo dos 144 mil judeus ortodoxos fiéis que serão escolhidos dos quatro cantos do planeta.

E o que significa esse arrebatamento? Significa que esses salvos serão abduzidos e levados em naves espaciais para o espaço. E lá ficarão aguardando o término dos conflitos aqui na Terra. Quando soar a sétima trombeta, então as naves espaciais retornarão trazendo os santos para reinarem com o Messias durante mil anos aqui na Terra.

Olha, não existe esse negócio de “seres espirituais”. Todos os seres vivos que existem são físicos. Não existe um lugar paradisíaco chamado “céu”. “Céu” é todo o espaço sideral infinito acima das nuvens. Se Yesu e os anjos vêm dos céus, eles não vêm de um lugar paradisíaco chamado “céu”; eles vêm de outro sistema planetário, um mundo físico, e não espiritual. Yesu subiu aos céus num corpo físico, e com esse mesmo corpo físico ele voltará. Os seres que virão com ele, os anjos, não são espirituais, e nem possuem asas. São seres semelhantes a nós, humanos.

Deus não é um ser de outra dimensão de espaço-tempo, e não transcende a realidade desse mundo físico. “Deus”, na realidade, são “deuses” que virão de outro sistema planetário. Podemos dizer que são os famosos ETs do bem. Na verdade, são seres evoluídos e aperfeiçoados que criaram a raça humana aqui na Terra. Porém, existem os deuses do mal e os deuses do bem. O Deus ou deuses que apareceram a Abraão, a Isaque e Jacó, descritos na Bíblia, são santos, são seres aperfeiçoados, são puros e, acima de tudo, justos e amorosos para com os humanos obedientes. Já os outros deuses liderados por Satanás são impuros, são devassos, pérfidos, imorais e depravados.

Sei que parece loucura o modo como creio em Deus, e o modo como ensino a escatologia bíblica. Porém, o que ensino é do ponto de vista racional, e possível de acontecer. Bem diferente do que ensinam os teólogos tradicionais que acreditam que os crentes serão arrebatados nos ares, e que irão flutuar até o espaço sideral para se encontrarem com Yesu e anjos alados, montados em cavalos brancos também alados, e que receberão corpos espirituais, e que depois irão habitar num mundo espiritual. Ora, isso que é loucura e absurdo. O que ensino são coisas e fatos racionais e que podem acontecer.

Breve estarei postando um longo estudo sobre a profecia das 70 semanas de Daniel, os 1260, 1290 e 1335 anos dado aos gentios. Comentarei também sobre os 7 selos do Apocalipse, os quatro cavaleiros e o início da Grande Tribulação.

A abertura do quinto selo do Apocalipse ocorreu depois da ida de Yesu Cristo para os céus. Yesu transportou para o terceiro céu as almas dos santos que estavam no antigo paraíso no Hades, e por causa disso houve a guerra nos céus, descrita no capítulo 12 de Apocalipse. Satanás e seus anjos foram expulsos para a Terra, e ficou furioso, sabendo que tinha pouco tempo para enganar a humanidade. Provavelmente durou até o estabelecimento dos EUA, a 2ª Besta, como grande império na Terra. O sexto selo começou com a 1ª Guerra Mundial em 1914, e provavelmente vai até 2026. Repare que os principais eventos descritos no sexto selo ainda não aconteceram, e só vão acontecer no finalzinho do período. De 1948 para cá é o período do tempo do fim.

Quem viver verá!

APOCALIPSE 6
9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.
12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;
13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?

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Miquels7

09/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Comentários desativados em A CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL EM 1948 DEMARCA O TEMPO DO FIM

YESU CRISTO NÃO MORREU PELOS NOSSOS PECADOS

YESU CRISTO NÃO MORREU PARA PERDOAR PECADO DE NINGUÉM. SE NA HORA DA MORTE O PECADOR SE ARREPENDER, ELE PODE SER SALVO, MAS ISSO NÃO O LIVRA DE CUMPRIR UMA PENA, UMA PENITÊNCIA.
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“Os pecados nós podemos começar a pagar aqui mesmo nesta vida, e o restante no Hades” (miquels7).

“De nada vale a morte de Cristo se você não fizer nenhum esforço para se salvar” (Miquels7).

“Só entrarão no reino dos céus os seres humanos aperfeiçoados; e um pecador que aceita a Jesus na hora da morte não é um ser humano aperfeiçoado” (Miquels7).

A justiça dos homens não é melhor que a justiça de Deus. Porém, a justiça dos homens muitas vezes se aproxima da justiça de Deus. Se um criminoso assassino é perdoado pelos familiares de quem ele cometeu o crime, mas isso não o livra de cumprir a pena pelo delito que praticou. 

Agora, vejam esse absurdo do falso cristianismo. O ser humano passa a vida toda pecando, COMETENDO CRIMES, e na hora da morte ele aceita a Yesu Cristo e pensa que está salvo e que não vai pagar pelos seus erros. Ora, só uma pessoa quadrada que acredita nessa lorota dos crentes protestantes.

Veja bem. Um crente fiel passa a vida toda sofrendo, suportando as perseguições, orando de madrugada, contribuindo financeiramente para a obra, renunciando as coisas do mundo, deixando de desfrutar das coisas boas que o mundo oferece, se santificando para alcançar a salvação, aí um pecador passa a vida toda pecando e não faz absolutamente nada para ser salvo; depois, na hora da morte vem o pastor, pergunta se ele crê em Yesu e se arrepende dos seus pecados, aí ele diz que sim, e o pastor ora por esse pecador e ele é salvo. Put*m*rd*! Então para que serve ser crente e fazer tanto esforço para alcançar a salvação?

Se fosse verdade esse ensino deturpado da escola arminianista propagado pelos teólogos tradicionais, o grande ditador e sanguinário Adolf Hitler, que matou mais de 6 milhões de judeus, poderia ser salvo se tivesse se arrependido dos seus crimes. Segundo o ensino deturpado, se Hitler tivesse aceitado Yesu antes de morrer, hoje ele estaria no céu, rindo da cara dos judeus, dos gays, dos ciganos, dos comunistas, que torturou e fez passar pelas piores crueldades.

Eles ensinam que a regeneração do pecador acontece num passe de mágica, assim que confessa seus pecados e diz que aceita a Yesu. Só que essa regeneração é fictícia. Para habitar no reino de Cristo é preciso ser aperfeiçoado. E o aperfeiçoamento demanda tempo. A regeneração do pecador não é automática, assim que o pastor ora por ele, ou depois que se batiza. Segundo diz em Ezequiel 18:1-32, o pecador que se arrepende tem que praticar boas obras para alcançar a salvação.

Essa teologia tradicional é uma calamidade. 

Dizem que o bom ladrão da cruz foi salvo por Yesu sem ter cumprido a pena pelos seus pecados, pois, Yesu disso que naquele mesmo dia estaria com ele no paraíso. Ora, só o fato de estar crucificado já estava cumprindo parte da pena.

Na verdade, os dois ladrões da cruz foram juntos com Yesu Cristo para o Hades. Só que o ladrão arrependido ficou na parte do meio do Hades, onde ficavam as pessoas que cometiam pecados veniais, isto é, pecados passíveis de perdão. Os judeus não tinham ideia de como era o inferno. Tudo que aprenderam sobre o Hades (paraíso e inferno) eles aprenderam com os gregos e os babilônios. O Hades descrito por Yesu na parábola de Rico e Lázaro em Lucas 16 é de acordo com a crença dos gregos. O paraíso ficava na parte de cima do Hades e era chamado de Campus Elíseos, e na parte do meio ficava o Érebo, lugar onde ficavam os pecadores penitentes. E na parte inferior do Hades ficava o Thartarus, o poço do abismo, onde permaneciam pessoas que não tinham nenhuma chance de salvação por serem perversas demais e por terem cometido pecados imperdoáveis. Na parábola podemos ver que havia um grande abismo entre os locais onde o Rico e Lázaro se encontravam. Quando Yesu Cristo morreu e ressuscitou, ele transportou as almas que estavam no antigo paraíso para outro local. 
Há pecadinhos, pecados e pecadões, e pecados imperdoáveis. 

Yesu Cristo não morreu para perdoar pecado de ninguém. Eu não sei até quando esses teólogos vão ser burros. Se Yesu morreu como cordeiro de Deus, ele não morreu pelos pecados de ninguém. Na antiga Lei, os cordeiros nunca eram oferecidos em sacrifícios para alcançar perdão dos pescados; eram oferecidos em holocausto como oferta de cheiro suave a Deus. O que era oferecido em sacrifícios pelos pecados eram o bode e o novilho, onde o pecador colocava a mão sobre a cabeça do animal antes de ser imolado.

Yesu não se ofereceu em sacrifício pelos pecados da humanidade. Ele morreu para livrar a humanidade do poder de Satanás. Ele se ofereceu para morrer em favor da humanidade, para que tomasse conta dos vivos e dos mortos. A nossa salvação não depende da morte de Yesu Cristo; depende do que nós fazermos pare merecê-la. Não adianta você dizer que aceita Yesu e se batizar nas águas e não fazer nada para merecer a salvação. Se você continuar pecando, de nada adianta se batizar e aceitar Yesu. Ou seja, de nada vale a morte de Cristo se você não fizer nenhum esforço para se salvar. A salvação é pelas nossas obras, e não pela fé. Se Yesu tivesse morrido em lugar do pecador para que fosse salvo, então, o pecador poderia continuar pecando à vontade, pois alguém já havia pago pelos seus pecados. Se você é um grande pecador, saiba que mesmo aceitando a Yesu e se batizando você terá que pagar pelos seus pecados. Os pecados você pode começar a pagar aqui mesmo nesta vida, e o restante no Hades.

Esse meu ensino é parecido com o purgatório católico. A diferença é que esse meu ensino não admite intercessão de Maria, nem depende de missa de sétimo dia ou de acendimentos de velas para alumiar o caminho nas trevas do inferno.

Se o pecador no Hades cumprir fielmente a pena sem blasfemar de Deus, e demonstrar arrependimento, então ele alcançará a salvação no julgamento do último dia.

As pessoas boas, fieis a Deus, que praticam boas obras, essas não vão para o antigo Campus Elíseos, no Hades, descansar no paraíso. Elas vão diretamente para o terceiro céu, junto ao altar do tabernáculo do altíssimo nos céus.

“Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram” (Apoc. 6:9-11).

Essas almas que aparecem nos céus junto ao altar do tabernáculo de Deus, retratadas no Apocalipse, são dos primeiros mártires do cristianismo que morreram nas arenas romanas, perseguidos pelo Império Romano. Elas pediam vingança da parte de Deus por terem sido mortas cruelmente, mas Deus diz para elas aguardarem até que outros sejam mortos assim como elas foram mortas. 

O quinto selo se inicia no começo da Era Cristã, no século I. Atualmente estamos no final do cumprimento do sexto selo do Apocalipse. Com a abertura do sétimo selo é que começa a grande tribulação na Terra.

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O SANGUE DE YESU CRISTO NÃO FOI DERRAMADO PARA PERDOAR PECADOS, MAS FOI APENAS O SINAL DE UM NOVO PACTO

Em nenhum dos evangelhos Yesu Cristo afirma que seu sangue seria derramado para perdão dos pecados. Além do mais, para que servia o batismo de João, o batista? O batismo de João não era para o arrependimento e para remissão dos pecados? Sim, era para remissão de pecados. Se era, por que Yesu tinha que derramar sangue inutilmente para remissão de pecados? Logo, conclui-se que o sangue de Yesu não foi derramado para remissão de pecados ou para perdoar pecados.

“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão, e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados” (Mateus 3:4-6).

“Assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados. E saíam a ter com ele toda a terra da Judéia, e todos os moradores de Jerusalém; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados” (Marcos 1:4-5).

O batismo que João realizava foi dado por autoridade de Deus.

“Tendo Yesu entrado no templo, e estando a ensinar, aproximaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, e perguntaram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? e quem te deu tal autoridade? Respondeu-lhes Yesu: Eu também vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, eu de igual modo vos direi com que autoridade faço estas coisas. O batismo de João, donde era? do céu ou dos homens? Ao que eles arrazoavam entre si: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes? Mas, se dissermos: Dos homens, tememos o povo; porque todos consideram João como profeta. Responderam, pois, a Yesu: Não sabemos. Disse-lhe ele: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (Mateus 21:23-27).

O batismo efetuado pelos apóstolos, descrito no livro de Atos dos apóstolos, nada mais foi do que a continuidade do batismo de João. Só que agora tinha um ingrediente a mais: o batismo era feito em nome de Yesu Cristo, porque ele havia ordenado seus discípulos a realizar o mesmo batismo de João para que as pessoas se arrependessem e confessassem os seus pecados para receber o perdão.

O texto de Marcos 16:9-20 é apócrifo e foi inserido nos manuscritos mais recentes. Portanto, tudo o que se diz nesse trecho do Evangelho de Marcos não pode ser usado como ordem de Yesu. Veja que Yesu jamais teria falado essas coisas:

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Marcos 16:15-18).

Por causa dessas barbaridades ditas nesse texto apócrifo do Evangelho de Marcos muitos pregadores e pastores têm feito burradas e pregado um evangelho de condenação e não de amor e de salvação.

Poucos sabem, mas o Evangelho de Mateus foi escrito originalmente em aramaico. Porém, os padres católicos se apossaram da única cópia original do livro de Mateus e traduziram uma versão para o grego, alterando algumas palavras do livro para favorecer a doutrina da trindade e também para dar a entender que o sacrifício de Cristo foi para perdoar pecados. Por isso que somente no Evangelho de Mateus Yesu declara que o seu sangue seria derramado por muitos, para remissão dos pecados. No entanto, nos evangelhos de Marcos e de Lucas a frase “remissão dos pecados” não aparece. Isso evidencia a fraude feita no Evangelho de Mateus. Confira:

“Enquanto comiam, Yesu tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mateus 26:26-28).

A frase “para remissão dos pecados” foi um acréscimo feito pelos padres católicos.

“Enquanto comiam, Yesu tomou pão e, abençoando-o, o partiu e deu-lho, dizendo: Tomai; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho; e todos beberam dele. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do pacto, que por muitos é derramado” (Marcos 14:22-24).

Ou seja, o sangue de Yesu nem foi derramado por toda a humanidade, mas por muitos, isto é, somente por aqueles que haviam de crer nele.

“E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós” (Lucas 22:19-20).

Yesu nem chega a dizer que seu sangue seria derramado pelos pecadores, mas por amor aos que nele haviam de crer.

O apóstolo Paulo também faz referência à ceia da última páscoa que Yesu passou com seus discípulos, e confirma o que Ele realmente disse sobre a finalidade do derramamento de seu sangue.

E Paulo utilizou exatamente a versão do Evangelho de Lucas para escrever sobre a última ceia da páscoa que Yesu passou com seus discípulos. Repare que o que Paulo diz confere direitinho com o que está escrito no Evangelho de Lucas. Segundo os eruditos, o Evangelho de Marcos foi o primeiro a ser escrito. Mas Paulo usou a versão grega do Evangelho de Lucas. O Evangelho de Mateus ainda não tinha cópias em grego no tempo de Paulo.

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Yesu, na noite em que foi traído, tomou pão; e, havendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (I Coríntios 11:23-25).

A FRASE “TODOS PECARAM”, PROFERIDA POR PAULO, ESTÁ EQUIVOCADA

Paulo afirmou, dizendo que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”.

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram” (Romanos 5:12).

Só que essa afirmação de Paulo contraria toda a Bíblia e contraria o que Yesu Cristo ensinou no seu evangelho, pois Deus disse que os filhos não levariam sobre si a iniquidade dos pais. Portanto, se Adão e Eva pecaram, os seus filhos não poderiam levar a culpa dos seus pecados. Adão e Eva não se tornaram mortais porque pecaram. Tornaram-se mortais porque Deus lhes tirou o direito de se alimentar da árvore da vida, do fruto que lhes concedia a vida eterna. Mesmo vivendo no paraíso, Adão e Eva eram mortais. Deus colocou querubins na porta do jardim santo para que eles não voltassem lá para tomar do fruto da árvore da vida. O pecado de Adão e Eva não tem nada a ver com condição espiritual.

Yesu mesmo disse que as crianças e as criancinhas de colo não pecaram, e elas não carregam o pecado original, pois, Deus mesmo diz que os filhos não levarão a culpa pelos pecados de seus pais. O pecado se origina quando a pessoa atinge certa idade e tem consciência do que seja pecar.

“Não se farão morrer os pais pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado” (Deut. 24:16).

“Porém os filhos dos assassinos não matou, segundo o que está escrito no livro da lei de Moisés, conforme o Senhor deu ordem, dizendo: Não serão mortos os pais por causa dos filhos, nem os filhos por causa dos pais; mas cada um será morto pelo seu próprio pecado” (II Reis 14:6).

“Que quereis vós dizer, citando na terra de Israel este provérbio: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram? Vivo eu, diz e Senhor Deus, não se vos permite mais usar deste provérbio em Israel” (Ezequiel 18:2-3).

“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá. Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?” (Ezequiel 18:20-23).

Leia todo o capítulo 18 de Ezequiel e veja que a salvação é adquirida através das boas obras.

“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a fazeis covil de salteadores. E chegaram-se a ele no templo cegos e coxos, e ele os curou. Vendo, porém, os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que ele fizera, e os meninos que clamavam no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se, e perguntaram-lhe: Ouves o que estes estão dizendo? Respondeu-lhes Yesu: Sim; nunca lestes: Da boca de pequeninos e de criancinhas de peito tiraste perfeito louvor? E deixando-os, saiu da cidade para Betânia, e ali passou a noite” (Mateus 21:13-17).

“Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador” (Salmos 8:2).

“Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Yesu, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus” (Mateus 19:13-14).

Quando em Êxodo 20:5 diz que Deus é zeloso e visita a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que lhe odeiam, isso não quer dizer que os filhos dos ímpios irão morrer em pecado por causa da maldade dos pais. Mas, que os filhos sofrerão as consequências pela maldade dos seus pais, e isso pode se refletir nos seus negócios, poderão ter a terra amaldiçoada e infrutífera. Porém, como diz em Ezequiel 18, “se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá”.

 

05/01/2018 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

OS NOMES JESUS, MESSIAH E LÚCIFER VALEM 666 NA NUMEROLOGIA SECRETA

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Enquanto teólogos e estudantes ingênuos estudarem o Apocalipse e se prenderem apenas entre as duas capas da Bíblia, e não procurar respostas em fontes extra-bíblicas para elucidar os mistérios, nunca sairão da mesmice e do blá-blá-blá de sempre. Continuarão sempre repetindo interpretações infundadas que há séculos vêm sendo disseminadas nos seminários teológicos das diversas seitas protestantes.

Aqui é revelação sem dó! E quem tem mente fraca não aguenta, e se benze, e faz o sinal da cruz. Ou se é um evangélico fanático, diz que é a voz do inimigo querendo confundir o povo de Deus.

E o próprio sinal da cruz católico é um tipo de sinal da Besta. Logo no início quando surgiu o ato de se benzer, o sinal da cruz era feito com o dedo polegar direito somente na testa da pessoa. Depois de alguns séculos, o sinal passou a se estender por sobre o corpo e a testa.

Há mais de cinco anos que rompi de vez com o fanatismo religioso. Livrei-me da teologia enlatada e viciada, cheia de ingenuidade e fantasias. O fanatismo religioso limita a mente humana e não deixa a pessoa pensar livremente. Agora faço uso 100% da minha racionalidade. Depois de fazer uso pleno da minha racionalidade, descobri o quanto os crentes são ingênuos e massa de manobra dos religiosos, que, por sua vez, também são massa de manobra de seus superiores.
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NÃO TEM COMO NÃO ACREDITAR NISSO

Os nomes “Jesus” e “Lúcifer” foram arquitetados nos porões das escolas de magia e mistérios. Esses nomes surgiram do esoterismo cabalístico. E os valores numéricos das palavras criadas pelos ocultistas derivam do Latim (antigo dialeto de Roma, a primeira Besta) e do Inglês (idioma da segunda Besta). Até os algarismos romanos formam o número 666, as seis primeiras letras (I+V+X+L+C+D=666). O apóstolo João criou a charada do número da Besta a partir dos algarismos romanos, que eram os números usados pelos romanos. A letra M, que vale 1000, João colocou como o tempo do reino do Messias, o reino milenar. Ou seja, o valor dos seis primeiros algarismos romanos equivale ao tempo do domínio dos governos humanos sobre a Terra (666). E a sétima letra representa o tempo do domínio dos céus sobre a Terra, o reino dos céus (1000).

O alfabeto indo-arábico tem 26 letras, e estudiosos abelhudos descobriram alguns segredos dos ocultistas; descobriram que o 666 pode ter o mesmo significado de forma invertida, isto é, 999. No ensino esotérico, o número 9 é o número da iniciação (ou do iniciado). O número 11 é conhecido como o número da imperfeição.

Há duas tabelas numéricas secretas. Uma atribui o valor 6 para a primeira letra (A=6), e vai se somando mais 6 a cada letra seguinte. A segunda tabela numérica é mais misteriosa. Nela nenhuma letra possui o valor 9. E o 9 ficou sendo um fator primordial.

Tabela cabalística
Tabela Cabalística

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Primeiro Caso: A primeira letra vale 6 e às seguintes vai se somando + 6.

A=1, B=2, C=3, D=4, e assim por diante. Então, vamos empregar o fator 9 para o valor numérico de cada letra do nome JESUS em Inglês.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
66 72 78 84 90 96 102 108 114 120
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
126 132 138 144 150 156

J = 10×9 = 90
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
U = 21×9 = 189
S = 19×9 = 171

O resultado total é = 666

O mesmo resultado ocorre com o nome MESSIAH (Messias em Inglês). Veja:

M = 13×9 = 117
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
S = 19×9 = 171
I = 9×9 = 81
A = 1×9 = 9
H = 8×9 = 72

Total = 666

L = 12×9 = 108
L = 12×9 = 108
U = 21×9 = 189
C = 3×9 = 27
I = 9×9 = 81
F = 6×9 = 54
E = 5×9 = 45
R = 18×9 = 162

Total = 666

Já li e ouvi falarem muitas blasfêmias contra Jesus, mas esses cálculos, acima, deixaram-me bastante preocupado. Acho que os líderes evangélicos e católicos que lerem este artigo devem dar satisfação ou melhores explicações ao povo cristão. Eu acho que esses cálculos matemáticos não são meras coincidências. Se você tentar pegar nomes de outras pessoas, políticos, ditadores, reis, imperadores, religiosos, não conseguirá obter o valor 666, multiplicando por 9 os valores de cada letra.

M = 13×9 = 117
I = 9×9 = 81
Q = 17×9 = 153
U = 21×9 = 189…………………….Total = 864
E = 5×9 = 45
L = 12×9 = 108
S = 19×9 = 171 

P = 16×9 = 144
A = 1×9 = 9
U = 21×9 = 189…………………….Total = 585
L = 12×9 = 108
O = 15×9 = 135

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O nome do Messias Yeshua ou Yehoshua só dá o valor 666 porque os padres católicos mudaram a transliteração do nome para o Latim, que antes era IESU ou YESU. Trocaram o I pelo J e acrescentaram um S no final. Tudo para poder dar o valor de 666 na numerologia secreta.

O antigo nome de Jesus era Iesu ou JesuVulgata - Nome IESU no Evangelho de João
Figura pag. antigo Evangelho em Latim

Biblia Vulgata Inglesa - Iesv

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O falso nome JESUS não tem poder nenhum. É um nome falso que criaram para substituir o verdadeiro nome do Messias. O verdadeiro nome de Cristo era escrito e pronunciado em Aramaico Siríaco, a língua que os judeus falavam naquele tempo. E o verdadeiro nome do Messias se perdeu, ou os padres católicos esconderam nos porões do Vaticano.

COMO É O NOME DE CRISTO EM GREGO?

O nome hebraico Yeshua (ישוע/ יֵשׁוּעַ) é uma forma alternativa de Yehoshua que vem do original paleo-hebraico Yehoshua (יהושע) Josué, e é o nome completo de Jesus, Yeshua Hamashiach ישוע המשיח (transliterado ao grego Yeshua fica: Ιησου’α, “Iesua”/”Ieshua” [também Ιησου’ς, “Iesu’ “/”Ieshu’ “/”Iesus”]; Yehoshua [יהושוע/ יְהוֹשֻׁעַ‎] fica: Γεχοσούαχ). Fonte: Wikipédia.

Se usássemos o nome de Jesus na sua forma original, hebraica ou aramaica, não passaríamos por esse constrangimento. Em hebraico o nome de Jesus é YESHUA (forma abreviada) ou Yehoshua (forma completa). Da mesma forma, o nome de Deus-Pai deveria ser escrito YAVÉ ou YHVH ou ADONAI, e não JEOVÁ ou SENHOR. “Senhor” era um tratamento usado para o deus Baal.

Agora, temos que rebolar para darmos explicações sobre o por que do valor numérico dos nomes JESUS e LÚCIFER ser 666. Espero que este texto possa ajudar a elucidar a questão, porque os inimigos do verdadeiro Cristo estão procurando de todas as formas encontrar uma vítima para o 666. E, devido a enxurradas de textos e vídeos ofensivos à pessoa de Cristo que estão sendo divulgados na Internet e no YouTube, muitos crentes neófitos e fracos acabarão apostatando da fé se não receberem uma explicação correta.

Para você ficar mais boquiaberto, vamos ao segundo caso e ver por que foi empregado o fator 9 para realizar a multiplicação e a soma.

O valor numérico normal do nome JESUS, no nosso alfabeto, é 74. Mas, nos números secretos da Kabalah (primeira tabela), o nome JESUS tem o valor de 444.

J E S U S SOMA
60 30 114 126 114 444
10 5 19 21 19 74

Porém, o fator 9 foi usado por causa da divisão do 666 por 74. E 74 é 37+37, um número de valor essencial na numerologia bíblica e na Kabalah.

Veja: 666 / 74 = 9

Verificamos também que o nome de LÚCIFER também dá o valor numérico secreto de 444. E no nosso alfabeto também dá 74.

L U C I F E R SOMA
72 126 18 54 36 30 108 444
12 21 3 9 6 5 18 74

E 444 dividido por 74 dá 6, que é o número do homem e número da Terra, ou número incompleto.

O nome “Lúcifer” foi criado por São Jerônimo, na ocasião em que traduziu a Bíblia Vulgata (versão latina da Bíblia Sagrada). Ele traduziu a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12, como “Lúcifer”. Note que no livro de Apocalipse Jesus também se intitula “Estrela da Manhã”.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12).

“Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã” (Apoc. 22:16b).

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O 666 ESTÁ OCULTO NA PALAVRA KABBALAH

Você sabia que o número 666 está escondido na palavra KABBALAH?

Na numerologia secreta a letra A vale 6. Muitas vezes vemos a palavra Kabala escrita com as consoantes KBL maiúsculas e o A minúsculo: KaBaLa.

Se o A vale 6, então, temos K6B6L6.

Mas, isso não é nada. A verdadeira grafia da palavra Kabala é Kabbalah.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L                
11 12                

K=11, B=2, L=12 e H=8

Kabbalah = (11×6)+(2x2x6)+(12x6x8) = 66+24+576 = 666

Portanto, meus caros, essa descoberta é a prova cabal de que os nomes JESUS, MESSIAH e LÚCIFER foram arquitetados pelos magos do esoterismo cabalístico nos porões das escolas de magia e mistério. E o Papa e os cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana estão por trás disso, não somente os judeus cabalistas e os maçons.

Se 666 é o número do Diabo, na verdade, o Diabo é o próprio homem, especificamente os iniciados das escolas de magia e mistério.

A Kabbalah hermética é um conjunto de ensinamentos repassados somente aos iniciados das escolas de mistério. A Kabbalah hebraica surgiu nas primeiras escolas de mistérios desde os tempos do rei Salomão, rei de Israel, quando este se envolveu com o ocultismo e se desviou dos caminhos de Yavé. Mas ela deriva desde os magos do antigo Egito, de Hermes Trimegistos (Toth), e do mago grego, Homero, que codificou toda a história dos deuses caídos nas mitologias narradas em suas obras Ilíada e Odisseia. Depois que o faraó Ramsés II mandou destruir/queimar o livro de magia de Toth, os magos do Egito pensaram numa maneira de manter o conhecimento oculto sem que despertasse a ira dos governantes. Foi aí que tiveram a ideia de codificar o conhecimento oculto através de símbolos e contos mitológicos. A partir daí eles começaram a chamar Toth de Hermes Trimegisto, isto é, Toth três vezes mais forte, porque agora ninguém poderia destruir o conhecimento oculto. Quando um profano lê um livro sobre a mitologia egípcia e grega ele acha inofensivas aquelas estórias dos deuses do Olimpo. E as escolas de mistérios e magias (Sociedades Secretas) existem para que possam levar o conhecimento oculto via oral. Depois que o maçom conclui o grau 33 ele é convidado para integrar a elite da Maçonaria. Somente aí que é repassado o conhecimento oculto via oral, e ele aprende o conhecimento secreto que está por trás dos símbolos e contos mitológicos. Este é o grande segredo que todo maçom pensa encontrar ao galgar os graus na Maçonaria. Até o grau 33 o maçom pode desistir, pode renunciar, pode voltar. Mas depois que ele entra para a elite, retroceder significa a morte. Ele se tornou um general de Satã aqui na Terra. Ele agora é um pedreiro de Satanás, que vai ajudar a construir o seu reino na Terra.

Segundo os esotéricos cabalistas, “na Kabbalah, o número 666 sempre representou Tiferet, o SOL, desde milhares de anos atrás. Tiferet representa o ser Crístico que habita dentro de todos nós. Dentro da Kabbala, representa todos os deuses iluminados e solares: Apolo, Hórus, Bram, Lugh, Yeshua (Jesus), Krishna, Buda, todos os Boddisatwas, todos os Mestres Ascencionados, todos os Serenões, todos os Mentores, todos os Pretos-velhos e assim por diante. Escolha uma religião ou filosofia e temos um exemplo máximo a ser atingido”.

Para os iniciados das escolas de magia e mistério, como a Maçonaria e a Rosa Cruz, o SOL simboliza a vida e o renascimento. Mas esse significado é para os profanos. O significado real do SOL no esoterismo cabalístico é outro. Neste, o o SOL representa LÚCIFER, a divindade que trouxe o conhecimento para a humanidade. E o SOL é simbolizado pelo número 36. Esse número tem a ver com a geometria. O círculo tem 360º (36×10); o ano tem 360 dias redondos. E o planeta Terra tem um círculo perfeito. O quadrado de 36 casas é cheio de simbolismo no esoterismo. O triangular de 36 é 666. Ou seja, a soma dos números de 1 a 36 é igual a 666.

Os números que representam o SOL são o 6 e o 36. Os números que representam o planeta Vênus são 7 e 49. 

Na Bíblia, Satanás é chamado de Estrela da Manhã; e Jesus também é chamado de Estrela da Manhã. Só que existem duas estrelas da manhã: o Sol e o planeta Vênus. O Sol simboliza Satanás/Lúcifer (nº 6 e 36) e o planeta Vênus simboliza Jesus (Yesu, nº 7 e 49).

Os maçons são adoradores do SOL. Desde o tempo do profeta Ezequiel já existia os ocultistas que adoravam o SOL dentro de um dos compartimentos do grande Templo, em Jerusalém. As lojas maçônicas são parecidas com o Templo de Salomão. E os rituais são voltados para o Leste em direção ao SOL.

“Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra. Também me disse: Verás ainda maiores abominações que eles fazem. Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. Então me disse: Viste, filho do homem? Verás ainda maiores abominações do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o SOL” (Ezequiel 8:12-16).

O deus Tamuz era o amado das mulheres, por quem elas choravam. Elas sacrificavam seus filhos para Tamuz. No livro de Daniel diz que o príncipe que há de vir – o tal Anticristo – não terá respeito pelos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres. Tem uma versão bíblica que diz que ele não terá respeito ao amor das mulheres, aí os tolos dizem que o tal Anticristo seria um homossexual, porque ele não teria prazer em mulheres. Kkkkkkk. Enquanto que o amado das mulheres era o deus Tamuz, por quem elas choravam e sacrificavam os seus filhos. Em Apocalipse 13 diz que o anticristo destruirá todas as religiões, todas as crenças e todos os deuses, e ele se engrandecerá como um deus. Ora, isso nada mais é do que a humanidade em estágio avançado, amadurecida cultural e tecnologicamente, que irá abolir todas as religiões na Terra e se engrandecerá, será dona do seu próprio destino e não dependerá de nenhum um deus.

“E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres, nem a qualquer outro deus; pois sobre tudo se engrandecerá” (Daniel 11:37).

Existem outros métodos para se criar nomes de forma que seu valor seja 666.

Por exemplo, o nome do nazista Adolf Hitler pode ter sido criado através da Kabbalah. Veja:

Considerando que A=100, B=101, C=102, e assim por diante, a soma das letras do nome de HITLER dá 666 (107+108+119+111+104+117 = 666).

Os nazistas traziam no uniforme a sigla SS. E “s” é sigma, a 18ª letra do alfabeto (6+6+6).

O dinheiro é a marca da Besta e sua característica é o materialismo. As antigas moedas traziam a imagem e a marca do imperador/governante. Logo no princípio, o dinheiro era cunhado em moedas de metal, o bronze, a prata e o ouro. E os valores das moedas eram de acordo com os algarismos romanos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100) e D (500), isto é, 666. No Brasil, as cédulas de cruzeiros eram: de 1, de 5, de 10, de 50, de 100 e de 500 cruzeiros. Ou seja, os valores das cédulas de dinheiro somavam 666. Atualmente criaram as cédulas de 2 e de 20 reais.

Quem vive em busca de prosperidade material e riquezas nesta vida está servindo ao Diabo. A Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

“Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tim. 6:7-10).

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Segundo Caso: A primeira letra vale 9 e às demais vai se somando + 9.

O número 9 é o preferido dos ocultistas. Repare que os valores de algumas letras mudam, como se os números tivessem se invertido nas duas tabelas (J-60 e J-90).

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
9 18 27 36 45 54 63 72 81 90
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
99 108 117 126 135 144 153 162 171 180
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
189 198 207 216 225 234        

Repare que alguns desses números aparecem na Bíblia: 99, 144, 153, etc.

J + E + S  + U + S

90 + 45 + 171 + 189 + 171 = 666 (Número da 2ª Besta?)

L + U + C + I + F + E + R

108 + 189 + 27 + 81 + 54 + 45 + 162 = 666 (Número da 1ª Besta?)

M + E + S + S + I + A + H

117 + 45 + 171 + 171 + 81 + 9 + 72 = 666

E agora, José?! Alguém vai dizer que isso tudo é apenas coincidência?

Jesus vs Satan

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Alguns estudiosos afirmam que a terminação SUS do nome de Jesus significa PORCO em latim e grego; e significa CAVALO em Hebraico. Existem muitas controvérsias sobre a forma atual do nome de Jesus. Uma pessoa que se diz entendida sobre a língua Hebraica comenta a esse respeito. Confira no link:


(http://www.youtube.com/watch?v=Q7LkrCrmQAo)

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Antes de concluir, quero que leiam mais este texto extraído da internet:

SUS, O DEUS-PORCO DOS ROMANOS (Latim)

Iesoús – Os romanos traduziram este nome, dando a ele o sufixo masculino em Latim “-VS” (-us), ou seja: Iesús (IESVS). No Séculos 14, as letras iniciais “I” foram alongadas de modo a distinguí-las da letra “l” em “Iesús” (Jesús). A palavra “Je-SUS” é pronunciada como Gi-SUCE na lingua latina, e surgiu da palavra ou nome em Latim “Ie-SUS”, que se pronuncia assim: “ii-SUCE”. O sufixo para esta palavra é o mesmo para a palavra em Latim, PORCO ou SUÍNO. Excluindo-se a palavra ou nome grego, está palavra em Latim para a palavra PORCO é “SUS” e é identica quando escrita ao sufixo em latim a transliteração em português (e também em inglês) “Ie-SUS” e a “Je-SUS”, ou seja, “SUS”, que se pronuncia “SUCE” ou “ZUS” em inglês e português!

Em Latim a palavra “SUS” significa “SUÍNO” ou “PORCO”, e também possui o mesmo som do sufixo grego, tal como na palavra ou nome “Ie-SOUS”, que se pronuncia “SUCE”. De acordo com a Igreja Católica Romana, o significado das palavras que estão escritas em latim não MUDAM! Se você quiser entender, você irá perceber facilmente que a palavra em latim para PORCO e SUÍNO está escrito “SUS”. Não é difícil de entender! “SUS” em hebraico significa “Cavalo”, porém, em Latim significa “porco”: “SUS”, suis 1. Um suíno, leitão, javali, porco.

Viu agora com clareza quem é o “salvador” dos cristãos? Quando alguém que foi mal ensinado e instruido ora, invoca e adora o nome greco/romano “Jesus”, na verdade, esta orando, invocando e adorando o “deus cavalo da mitologia grega” e o “deus porco da mitologia romana”.

Por motivos e interesses diversos, pessoas bem e mau-intencionadas, resistem a grande verdade a respeito do nome sagrado do Filho de Elohim, o Adhonay Yehoshua Ha-Mashiach. O próprio apóstolo Shaúl (Paulo) perseguiu a verdade e sofreu as conseqüências de ter recalcitrado contra os aguilhões. O amado apóstolo precisou passar pela experiência de um encontro com o próprio Mashiach (Messias) para entender que “contra fatos não existe argumentos”. Em 2 Cor. 13:8, já convertido a verdade, ele escreveu: “Porque nada podemos contra a verdade, a não ser em favor da verdade”. Nosso intuito neste trabalho não é ficar se justificando a ninguém, mas, apenas apresentar a verdade argumentada e baseada diante dos fatos racionais e não de simples atos de sentimentalismo que não conduzem ninguém a lugar algum. Não podemos nos enclausurarmos em nossas cegueiras espirituais, não devemos resistir a verdade, antes devemos acatá-la para nossa vida. Vamos analisar e responder algumas argumentações daqueles que defendem o nome Jesus!

Algumas pessoas, aproveitando a ignorância e falta de conhecimento de alguns que abraçam a fé do nome sagrado Yehoshua, tentam combater com argumentações esdrúxula a verdade que liberta! Por exemplo, alguns “pseudos sábios”, cheios de Teologia (Théos = Zeus grego, Iesous, Iesus etc… + logia – estudo), conhecedores na verdade do deus falso, grego, e não do Adhonay da salvação, achando-se donos da verdade, fazem vistas grossas para os fatos verídicos que comprovam estar o mundo enganado pelo poder do Cristianismo romano. Afinal, quem é o salvador de Roma? A quem Roma invoca como seu deus salvador? Não é por acaso o mesmo “Jesus” dos cristãos? Aliás, Roma não afirma ser o “IESVS”, IESUS, JESUS, etc… um dogma da Igreja Católica Apostólica Romana? Não é o mesmo Jesus, deus cavalo dos gregos e deus porco dos romanos que também o Cristianismo invoca? Os defensores do deus falso Jesus, afirmam, que o nome “Iesus” não poderia ser “deus cavalo” porque é um nome grego e a palavra “SUS” é hebraica. Vamos dar um pouco do próprio veneno deles para que eles bebam.

Se uma palavra hebraica não serve para identificar um deus falso, por ser uma palavra hebraica, um nome grego (eles concordam ser o nome Iesus um nome grego) também não serve para ser o nome do Salvador Yehudym (Judeu), pois as profecias dizem que seu nome seria um nome hebraico, e que a salvação viria dos Yehudyns (Judeus): João 4:22. “Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus”. Entenderam?! Sabemos que não se usa este tipo de fórmulas e nem se aplica estes argumentos absurdos para justificar qualquer coisa. “SUS ” é cavalo mesmo! O que afinal estas pessoas estão querendo defender? A verdade que salva e liberta? Sabemos que não.

JESUS NÃO É O NOME DO MESSIAS PELAS SEGUINTES RAZÕES

1- O nome JESUS não é um nome TEOFÓRICO, isto é, o nome JESUS não é derivado do nome do Elohim de Israel. A prova principal de que o nome JESUS não é o nome do Messias, é porque Ele NÃO é um nome TEOFÓRICO.

2- Não existe o nome JESUS na Bíblia Hebraica.

3- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Hebraico.

4- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Grego.

5- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Latim

6- No alfabeto hebraico, grego e latim não existe a letra “J”.

7- O nome JESUS tem duas sílabas “JE” e “SUS”.

8- A 1ª sílaba do nome JESUS é “JE”.

9- “JE” não é a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel e nem do nome do verdadeiro Messias. Esta é a prova principal de que JESUS não é o nome do Messias.

10- Não existe a sílaba “JE” nem no Velho e nem no Novo Testamento Hebraico.

11- O falso nome “Jesus” só apareceu após o século XIV, uma vez que a letra “J” (Jota) só apareceu no século XIV (1400 anos após o Messias ter vindo), sendo impossível que no século primeiro se pudesse escrever um nome com uma letra inexistente. A letra “J”, com o som que lhe é característico, não faz parte nem do hebraico, nem do latim e nem do grego. A igreja primitiva nunca usou o falso nome JESUS.

12- A letra “J” é a prova real de que o nome JESUS é falso.

13- A Sociedade Bíblica do Brasil diz que a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel é YHWH (Bíblia Online 3.0 da Sociedade Bíblica do Brasil).

14- A 2ª sílaba do nome JESUS é “SUS”.

15- Não existe a sílaba “SUS” no nome do verdadeiro Messias.

16- “SUS” em grego e latim significa PORCO.

17- “SUS” em hebraico significa CAVALO.

18- O significado do nome JESUS é: JE É CAVALO.

Conclusão: O nome JESUS faz parte de um sistema maligno para que o mundo NÃO conheça o nome do Elohim de Israel, e também NÃO conheça o nome do verdadeiro Messias. O nome Jesus foi criado para enganar o mundo.

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CONCLUSÃO

Os pastores e pregadores cristãos afirmam que têm realizado muitos prodígios e milagres através do nome de JESUS. Mas os magos de faraó também faziam milagres e prodígios em nome dos deuses deles. O pastor mercenário Benny Hinn é um dos grandes falsos profetas que usam o nome falso de Jesus para fazer prodígios e milagres fajutos. Tenho um vídeo não-oficial da cruzada de Benny Hinn aqui em Manaus, no ano de 2005, onde podemos constatar que não houve nenhum milagre que eles alegam terem sido realizados por este falso profeta. Confira, abaixo, o vídeo onde selecionei as partes que não aparecem no vídeo oficial das cruzadas de Benny Hinn que são publicadas num canal do YouTube. As pessoas doentes e cadeirantes que aparecem na filmagem não são curadas; ele faz uma mudinha dar uns berros, coisa típica de mudo, e diz que ela foi curada; e faz uma senhora de idade passar vexame, fazendo-a correr e crer que foi curada de paralisa nas pernas, sendo que a mesma sofria de um enfisema pulmonar e estava na cadeira inalando oxigênio. E o fenômeno do cai-cai é outro prodígio de mentira que esse falso profeta realiza através do nome falso de Jesus.


(https://www.youtube.com/watch?v=17vnoda0YqU)

Baixe a filmagem completa da cruzada de Benny Hinn em Manaus e veja você mesmo os prodígios e sinais de mentiras realizados por esse falso profeta. Clique no link.

Cruzada de Falsos Milagres de Beny Hinn em Manaus (2005)

Certa vez um discípulo veio avisar Jesus que algumas pessoas estavam usando o nome dele para expulsar demônios. Aí Jesus respondeu: Quem não é contra nós, é por nós. Logo, percebe-se que essas pessoas usavam o nome correto de Cristo. Mas, não se diz que elas eram consagradas para realizar o exorcismo em nome de Yesu.

Em Atos 19 temos o relato dos filhos do sacerdote Ceva que tentaram usar o nome de Yesu para fazer exorcismo, mas não tiveram êxito. Certamente porque eles não tinham consagração e bom testemunho para enfrentar os demônios.

“Ora, também alguns dos exorcistas judeus, ambulantes, tentavam invocar o nome de Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, um dos principais sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: A Jesus conheço, e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? Então o homem, no qual estava o espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois e prevaleceu contra eles, de modo que, nus e feridos, fugiram daquela casa” (Atos 19:13-16).

Muitas pessoas são curadas simplesmente pela grande fé que têm em Deus, e não por causa do falso nome do Messias que os pastores e pregadores invocam em vão.

Eu não tenho ideia de como Deus vai agir para julgar esses crentes ingênuos que seguem os ensinos desses falsos pregadores. Só sei que poucos se salvarão. Até mesmo o apóstolo Pedro disse que é difícil um justo se salvar. Imagine esses que seguem esses falsos pastores e acreditam no nome de um falso Cristo.

“E se o justo dificilmente se salva, onde comparecerá o ímpio pecador?” (I Pedro 4:18).

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Miquels7
Manaus, 28 de dezembro de 2017.

28/12/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, CRISTIANISMO EM CRISE, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

O JESUS CRISTO INVENTADO PELA ICAR E ADOTADO PELOS PROTESTANTES É UM VERDADEIRO ANTICRISTO

Texto de Miquels7
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Falso cristo - essa foi no olho dos falsos cristãos

“O nascimento de Jesus é, hoje em dia, o negócio que mais dinheiro dá aos mercadores que Jesus tinha expulsado do templo” (Eduardo Galeano).

Pinheiro e Neve - Árvore

“Porque d’Ele fizeram um Rei potente, enquanto que Ele vive entre nós como um pobre”.

O Jesus Cristo propagado pela Igreja Católica Romana e que foi adotado pelos protestantes não é o mesmo retratado nos quatro evangelhos e nas epístolas do Novo Testamento.

O Jesus da Igreja Católica e Protestantes 1O Jesus da Igreja Católica e Protestantes 2O Jesus da Igreja Católica e Protestantes 3O Jesus da Igreja Católica e Protestantes 4O Jesus da Igreja Católica e Protestantes 5 - CopiaO Jesus da Igreja Católica e Protestantes 6 - Copia

A Igreja Católica transformou o Jesus da Bíblia em um deus igual o Deus Todo-Poderoso, e ainda criaram uma bela imagem para ele, com cabelos lisos e longos, e olhos azuis, e também inventaram um dia para comemorar o seu aniversário, o Natal, 25 de dezembro.

O verdadeiro Messias prometido de Israel não seria um Deus, nem é Deus igual o Pai, porque isso seria uma blasfêmia. O Jesus dos evangelhos nunca se proclamou Filho de Deus, antes se autodeclarava Filho do Homem. Nunca teve por usurpação ser igual a Deus nem reivindicou adoração para si. Antes, disse: “Só ao teu Deus adorarás, e só a Ele servirás”. Mas a ICAR o transformou em um deus, e para justificar tamanha heresia tiveram que inventar a herética doutrina da trindade. Jesus disse que não era onisciente e que não sabia o dia da sua segunda vinda. Mas, os teólogos trinitarianos alegam que Jesus é Deus e que, portanto, mentiu ao dizer que não sabia o dia da sua volta.

Por causa disso, a maioria dos cristãos não pratica o que o verdadeiro Cristo ensinou, e fazem exatamente o contrário.

Jesus não veio para salvar os ricos e abastados, nem veio salvar os líderes religiosos e os doutores da lei.

Jesus veio pela causa dos pecadores, dos pobres e dos oprimidos; veio por causa dos doentes e desvalidos, dos esquecidos pelo poder público e desprezados pelos próprios religiosos que deviam fazer alguma coisa para lhes aliviar o sofrimento. Jesus sempre conviveu com as pessoas mais necessitadas, doentes e oprimidas. Ele convivia com as pessoas discriminadas e excluídas da sociedade.

Porém, os cristãos que adoram o falso Jesus, não seguem e não praticam os principais mandamentos do verdadeiro Jesus. O falso Jesus é o deus dos que procuram obter riquezas e prosperidade material para esta vida. Eles pouco se importam com seus semelhantes necessitados e pobres. Durante os festejos de Natal eles compram presentes para os familiares, fazem uma grande ceia para comemorar o dia do deus Sol Invictus, o deus favorito dos romanos, e coletam alguns quilos de alimentos para oferecer aos necessitados, mas é só de fachada, pois, no resto do ano eles viram as costas para os pobres e necessitados. Eles se afastam das pessoas excluídas da sociedade, e ainda julgam, afirmando que elas estão naquela condição porque são pecadoras e não aceitam o falso Jesus que eles pregam.

Mitra - Deo Solis Invicti dos RomanosMitra - Deus Sol dos Persas

Papa com mitra 1Papa com mitra 2Mitra mariana 2Dies natalis solis invicti

“O dia 25 de dezembro nada tem a ver com o nascimento de Jesus. Cristãos romanos aproveitaram uma importante festa pagã que ocorria nessa época do ano e a cristianizaram. A festa pagã natalis solis invicti (“nascimento do sol invencível”) era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações ocorriam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. O solstício não tem data fixa. No hemisfério Norte, ele acontece próximo de 22 de dezembro e pode cair até no dia 25. Em 274 depois de Cristo, o imperador romano Aureliano oficializou o dia 25 de dezembro como data de festejar o sol”. (Fonte: Internet)

Os adoradores do falso Cristo buscam riquezas materiais para esta vida; buscam carros, mansões, muito dinheiro para viajar e esbanjar em turismo no exterior. Eles se tornam egoístas, vivem do bem e do melhor, e ainda reclamam do deus deles quando têm alguma perda, algum prejuízo, ou quando não conseguem prosperar financeiramente.

Os líderes religiosos que propagam o falso Cristo são ricos, e nunca se fartam; exploram a fé dos fiéis dia e noite. Suas igrejas são lotadas de crentes de vida boa, bem empregados, que doam muitas ofertas e gordos dízimos para enriquecimento ilícito, ou quando não, para construir templos suntuosos e luxuosos.

Hoje, véspera de Natal, os shoppings centers estão lotados desses adoradores do falso Cristo, buscando presentes e comprando preparativos para os banquetes e as bebedeiras. O falso Jesus deles foi até trocado pela figura do Papai Noel. Para suas festas e banquetes é convidada apenas gente importante. A gentalha não pode nem chegar perto.

Árvore de Natal do falso CristoCeia de Natal 1Papai Noel do MalPapai Noel inventado pela Coca-Cola

O verdadeiro Jesus Cristo ficou relegado ao esquecimento, e suas instruções, seus mandamentos de nada valem, principalmente nos dias de hoje.

“Dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes” (Mateus 5:42).

“Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?
Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo” (Lucas 10:29-47).

“Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mateus 6:19-20).

“Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens. Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus” (Mateus 19:21-24).

“Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar, ou uma ceia, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem os vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso retribuído. Mas quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos; e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos” (Lucas 14:12-14).

Qual o cristão rico e abastado que pratica esses ensinamentos do verdadeiro Cristo? Nenhum. Porque o Jesus que ele segue é um anticristo.

O texto de II Coríntios 9:7-10, que os pastores mercenários costumam ler nos cultos de doutrina para pedir ofertas e dízimos dos fiéis, faz referência a oferta para os pobres e necessitados, e não para o pastor ou para manutenção do templo. O versículo 9 deixa bem claro para que se destinava a contribuição que Paulo estava pedindo aos coríntios.

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça” (II Cor. 9:7-10).

“O nascimento de Jesus é, hoje em dia, o negócio que mais dinheiro dá aos mercadores que Jesus tinha expulsado do templo” (Eduardo Galeano).

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Você sabe onde está Jesus?
Ele está mais perto do que você imagina!
Música: Seu nome é Jesus Cristo
Autor: Anônimo
Intérprete: Padre André Luna
O texto do hino, abaixo, se baseia em Mateus 25:31-46

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Seu Nome é Jesus Cristo – Pe. André Luna

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SEU NOME É JESUS CRISTO

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As vezes quando estamos por aí nas ruas, no supermercado ou lá no centro fazendo compras Deus envia alguma pessoa carente, um pobre, um mendigo para cruzar o nosso caminho a fim de provar a nossa fé e o nosso amor pela causa do Evangelho. E na maioria das vezes nos esquivamos de ajudar essas pessoas. Qualquer pessoa que aparecer lhe pedindo alguma coisa é Jesus que está naquela pessoa provando a sua fé.

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Miquels7

23/12/2017 Posted by | FESTAS CRISTÃS, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , , , , | Deixe um comentário

AS 70 SEMANAS DE DANIEL, 1260-1290-1335 DIAS E 2300 TARDES E MANHÃS

Olá, amigos leitores.

Estou corrigindo um cálculo errado num texto anterior, onde afirmei que uma semana profética equivale a 49 anos.

https://miquels777.wordpress.com/2017/08/29/finalmente-decifrado-o-enigma-quem-e-a-abominacao-desoladora-posta-no-monte-do-templo-em-jerusalem/

Na verdade, o que estava querendo dizer é que desde a morte do Ungido no ano 27 ou 33 d.C. até a destruição do templo no ano 70 d.C., as 70 semanas da profecia de Daniel teriam que ser cumpridas. E pelos cálculos feitos pelos teólogos tradicionais, a 70ª semana de Daniel, isto é, o período de 7 anos, ainda não se cumpriu, pois, a destruição do templo e a cessação dos sacrifícios contínuos não se deu no período de 3,5 anos (metade da semana) depois da morte do Ungido. E de acordo com o calendário gregoriano, o intervalo entre a morte do Ungido e a destruição do templo é de 37 ou 43 anos; (33+37=70) ou (27+43=70).

O meu objetivo é esclarecer esses disparates dos teólogos tradicionais em relação ao tempo das 70 semanas (490 anos), mais o tempo dado aos gentios (1290, 1290 ou 1335).

Se a profecia das 70 semanas de Daniel (490 anos) não se cumpriu fielmente até a destruição do grande Templo no ano 70 d.C., então Jesus Cristo não é o “ungido” referido na profecia. Quero com isso dizer que os teólogos tradicionais fizeram cálculo absurdo para atestar que Jesus é o Messias de Israel, afirmando que a profecia das 70 semanas se cumpriu até a 69ª semana, tentando encaixar um intervalo de tempo fictício entre a 69ª e a 70ª semana, e passando o cumprimento da última semana para o tempo da grande tribulação, que ainda não ocorreu.

Vou tentar esclarecer os seguintes tópicos:

1) O que quer dizer “um tempo, e tempos, e metade de um tempo” (Dan. 7:25 e Apoc. 12:14) e “um tempo, dois tempos e metade de um tempo” (Dan. 12:7), que são a mesma coisa.

2) As 70 semanas da profecia de Daniel 9:24-27, que teria que durar até a destruição do segundo templo no ano 70 d.C.

3) As 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:13-14. Este número é um grande enigma. Os adventistas do sétimo dia e as testemunhas de jeová quebraram a cara tomando esse número de forma literal.

“Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados? Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado” (Daniel 8:13-14).

As 2300 tardes e manhãs referem-se aos sacrifícios contínuos que eram efetuados pela parte da manhã e da tarde. Desde o tempo que foi dado a ordem para a reedificação de Jerusalém, considera-se que a mesma ordem valia para a reconstrução do Segundo Templo no ano 457 d.C. Foi a partir do ano 457 d.C. que os sacrifícios contínuos passaram a ser oferecidos no Grande Templo. E essas 2300 tardes e manhãs (1150 dias) durariam até a destruição do Templo no ano 70 d.C. e a instalação da abominação desoladora.

Portanto, as 2300 tardes e manhãs quer dizer 1150 dias proféticos, que equivalem a 1150 anos. Esses 1150 anos é o período de tempo que vai do ano 457 d.C. até o ano 693 d.C., ano em que foi concluído a instalação do Domo da Rocha no monte do Templo. Cálculo: 457+693 = 1150 anos. 

O tempo dado aos gentios (1260/1290/1335) para pisarem e profanarem o monte do Templo não entra nas 2300 tardes e manhãs.

Cálculo: 1150+1260 = 2410 (2410-457 = 1953 d.C.)

Cálculo: 1150+1290 = 2440 (2440-457 = 1983 d.C.)

Cálculo: 1150+1335 = 2485 (2485-457 = 2028 d.C. 

Repare que Daniel 8:14 diz que após as 2300 tardes e manhãs, mais os 1335 anos dados aos gentios, o Santuário seria purificado, isto é, seria reconstruído e estabelecido os sacrifícios contínuos.

Portanto, 2028 ou 2026 deve ser o ano em que o Terceiro Templo será reedificado e o Santuário será purificado e estabelecido novamente os sacrifícios contínuos.

Segundo essa interpretação das 2300 tardes e manhãs, quando Jesus retornar, o Terceiro Templo deverá estar de pé.

4) O tempo dado aos gentios para pisarem o solo sagrado do monte do templo em Jerusalém desde que este foi destruído no ano 70 d.C. e desde a instalação da abominação desoladora, o Domo da Rocha, no ano 685 d.C. no local do Templo do Senhor.

5) O tempos proféticos são dados de acordo com os múltiplos de 7.

 

13/12/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

JERUSALÉM – UM CÁLICE DE TONTEAR

***************TEXTO EDITADO E CORRIGIDO****************
O primeiro-ministro Netanyahu fala sobre o anúncio do presidente americano Donald Trump após decretar Jerusalém como capital de Israel.

Pronunciamento do Primeiro-Ministro israelense Benjamin Netanyahu, em resposta a Donald Trump:

“Este é um dia histórico. Jerusalém é a capital do Estado de Israel há setenta anos. Jerusalém é a capital dos judeus há mais de três mil anos. Foi aqui que nossos templos foram construídos. Foi aqui aqui que os nossos reis governaram. Foi aqui que nossos profetas pregaram. 

Jerusalém tem sido o centro de nossas esperanças, dos nossos sonhos, das nossas orações por três milênios. De todos os cantos da terra, nosso povo clamava e anelava retornar para a cidade de Jerusalém, onde poderiam tocar suas pedras douradas e caminhar por suas ruas santas. 

É rara a oportunidade de discursar sobre um marco genuinamente novo na história gloriosa dessa cidade. No entanto, o pronunciamento feito hoje pelo Presidente Donald Trump nos apresenta justamente a mais rara das oportunidades. 

Estamos profundamente agradecidos ao Presidente pelo ato de bravura e justiça que ele realizou ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e anunciar os preparativos para transferir a embaixada americana para cá. 

Essa decisão é reflexo do comprometimento do presidente com uma verdade antiga mas perene, além de uma demonstração clara de que ele está disposto a cumprir sua promessa e promover a paz. A decisão do Presidente foi um importante passo rumo à paz, uma vez que não há paz possível sem o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel. 

Por isso, convoco todos os países que verdadeiramente buscam a paz a se juntarem aos Estados Unidos da América, reconhecendo Jerusalém como a capital do Estado de Israel e transferindo suas embaixadas para cá. 

Eu compartilho do compromisso do Presidente Donald Trump com a promoção da paz e estou determinado a garantir uma situação pacífica entre Israel e todos os seus vizinhos, incluindo os palestinos. Esse tem sido o objetivo de Israel desde seu primeiro dia de existência e nós continuaremos a trabalhar com o presidente americano, e com sua equipe, para fazer com que o sonho da paz se torne realidade. 

Eu também quero deixar claro que não haverá nenhuma mudança no status quo dos locais sagrados. Israel sempre garantirá a mesma liberdade de religião e de culto para judeus, cristãos e muçulmanos. Presidente Trump, muito obrigado por sua decisão histórica de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. O povo judeu e o Estado judeu serão gratos a você para sempre”.

https://www.youtube.com/watch?v=12LSINM8J7c
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Trump e Netanyahu - Jerusalém 2017

Discurso de Donald Trump anunciando o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel, com tradução simultânea.

https://www.youtube.com/watch?v=wPb1hc0k7tk

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém” (Zacarias 12:2).

“Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem, serão gravemente feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra” (Zacarias 12:3).

A profecia se cumpre de forma espantosa. O destino do povo judeu está nas mãos da 2ª Besta (ONU/Estados Unidos da América). Israel fez acordo com a 2ª Besta (o falso profeta) através do movimento sionista. O atual Estado de Israel não foi estabelecido em 1948 para o bem do povo judeu, mas foi estabelecido para que se cumpram as profecias.

Isso está ocorrendo para que os ânimos fiquem acirrados no Oriente Médio e o que está previsto no Apocalipse se cumpra. As duas testemunhas (dois profetas) que morrem nas ruas de Jerusalém são as religiões Judaísmo e Cristianismo que serão massacradas pelos árabes e palestinos naquela região do planeta.

A mulher que foi deixada no deserto por um período de tempo para ser protegida da fúria do Dragão no capítulo 12 de Apocalipse é a mesma meretriz (a Grande Prostituta ou Grande Babilônia) que aparece no DESERTO, montada sobre a Besta. Essa mulher meretriz é simbolizada pela cidade de Jerusalém, a cidade que reina sobre os reis da Terra. A atual cidade de Jerusalém não tem nada de santo naquele lugar; é um lugar de profanação, onde está a mesquita muçulmana no monte sagrado; onde povos de toda a terra (gentios) profanam o monte santo; e nas ruas de Jerusalém ocorrem até passeatas gays/LGBT.

No final de tudo a Meretriz (Israel/Jerusalém) será odiada e desprezada pela 2ª Besta e os dez chifres. Ficará isolada, desprezada e nua, e seus inimigos a destruirão.

Preste atenção nisso: Essa mulher meretriz (prostituta), a cidade de Jerusalém, também representa o planeta Terra e a humanidade decaída no pecado. As antigas cidades de Sodoma, Jericó, Egito e Babilônia são símbolos do planeta Terra e da humanidade decaída. Para derrubar a cidade de Jericó o povo de Israel deu 7 voltas ao redor dela, durante sete dias; e somente no sétimo dia deram 7 voltas ao redor da cidade, e nesse dia 7 sacerdotes tocaram 7 trombetas de chifre de carneiro para que seus muros viessem ao chão. E essa história do livro de Josué é uma prefiguração da profecia do Apocalipse sobre o livro de 7 selos, 7 anjos com 7 trombetas, mais as 7 taças da ira de Deus, cuja finalidade é a derrubada do governo do mundo, isto é, governo da Besta que domina a Terra.

No capítulo 11 de Apocalipse fala sobre as duas testemunhas (Judaísmo e Cristianismo). E o profeta compara a cidade de Jerusalém com Sodoma e Egito.

O Templo ao qual o anjo pede que João faça a medição não é o 3º Templo conforme a interpretação dos teólogos tradicionais (que ainda está para ser construído). O Terceiro Templo não será destruído, e durará até o término do Reino Milenar do Messias.

Esse Templo que o anjo pede a João para medir é o mesmo Segundo Templo de Herodes. O anjo transportou João até à cidade de Jerusalém para que fizesse as medições do Templo. Portanto, João não recebeu as profecias do Apocalipse no ano 96 d.C. Ele pode ter concluído o livro nesse ano, porém, as profecias do Apocalipse ele começou a receber antes da destruição do Templo no ano 70 d.C.

Quando Jesus apareceu na forma de anjo poderoso a João pela primeira vez na ilha de Patmos, ele ordenou que escrevesse as visões anteriores, e as que estavam acontecendo naquele momento, e as que depois destas iriam ser reveladas. Portanto, João começou a receber as visões do Apocalipse antes mesmo de ser exilado na Ilha de Patmos.

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas. (…) Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder” (Apoc. 1:9-19)

No capítulo 11 de Apocalipse o anjo ordena a João que não meça o átrio que está fora do Santuário (Tempo), porque foi dado aos gentios, para pisarem a cidade santa por quarenta e dois meses, isto é, 1260 dias proféticos, que equivalem a 1260 anos. A construção da Mesquita Muçulmana no lugar santo do Templo em Jerusalém se deu no ano 691 d.C. Veja: 691+1260 = 1951 (Próximo do estabelecimento do Estado de Israel, que foi em 1948). Porém, o início da profanação, isto é, da construção da Mesquita, se deu no ano 685 d.C. E em Daniel 12 diz que o tempo dados aos gentios não é 1260 dias, mas 1290 dias. E também diz que há uma tolerância de tempo para o cumprimento pleno da profecia. Diz assim: “Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias”. Portanto, fazendo a contagem desses 1335 dias/anos a partir do começo da construção da Mesquita, bate no ano de 2020. Veja: 685+1335 = 2020.

O DOMO DA ROCHA É A ABOMINAÇÃO DA DESOLAÇÃO PROFETIZADA EM DANIEL 12 E MATEUS 24

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).

“E estando ele sentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. (…) Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mateus 24:3,15-16).

Um enigma que há séculos tem tirado o sono de centenas de estudiosos da Bíblia finalmente foi decifrado por Miquels7.

Domo da Rocha - Mesquita Muçulmana 2

O Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana construída no local do monte sagrado do Templo em Jerusalém (que foi destruído no ano 70 d.C e dado para ser pisado pelos gentios), é a “Abominação Desoladora” profetizada em Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. A Mesquita Muçulmana está profanando o monte do Templo, e a data de sua fundação é o referencial para a contagem do tempo dado aos gentios e o fim dos tempos.

Desde a construção da Mesquita Muçulmana no monte do Templo, ela tem se tornado motivo de discórdia e ódio entre judeus e gentios. Uma versão de Mateus 24:16 diz “quando virdes estar no lugar santo a abominação de desolação”. Repare: “abominação de desolação”. Significa que é algo que promove ódio e discórdia, até gerar conflitos e mortes, que é a desolação.

A Mesquita Muçulmana ou Domo da Rocha foi construído no ano 691 d.C. E é a partir de sua construção que começa a contagem dos tempos da profecia de Daniel 12. Parece-me que a data do início da construção dessa Mesquita também tem muita relevância na contagem dos tempos. O início da construção se deu no ano 685 d.C. Cálculo: 685 + 1335 = 2020.

Leia o estudo completo sobre quem é a Abominação Desoladora no meu blog:

https://miquels777.wordpress.com/2017/08/29/finalmente-decifrado-o-enigma-quem-e-a-abominacao-desoladora-posta-no-monte-do-templo-em-jerusalem/ 

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AS 70 SEMANAS DE DANIEL E O TÉRMINO DO TEMPO DADO AOS GENTIOS

A cidade de Jerusalém é o referencial para o entendimento sobre o cumprimento das profecias. Tudo que acontece e envolve a cidade de Jerusalém deve ser observado e analisado pelos estudiosos da escatologia bíblica.

DANIEL 9
24 Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo.
25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos.
26 E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações.
27 E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.

O segredo da interpretação da profecia das 70 semanas de Daniel está na determinação da contagem do tempo dado aos gentios para pisarem o monte do Templo que foi destruído no ano 70 d.C.

Vejamos quando ocorreu a 70ª semana da profecia, momento onde se diz que “ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador”. Essa última semana das 70 semanas de Daniel já aconteceu. Os escatologistas tradicionais inventaram uma mentira que perdura até os dias de hoje, onde afirmam que a 70ª semana da profecia de Daniel ainda não se cumpriu, e que ela só se cumprirá no período dos 7 anos da Grande Tribulação.

Se Jesus Cristo (o Ungido) morreu e ressuscitou no ano 33 ou 27 d.C., então, foi a partir desse tempo que a 70ª semana começou a contar. Então, a partir dessa data se conta mais uma semana profética, que são 7 anos. E na metade dessa semana o Santuário teria que ser destruído e cessado os sacrifícios contínuos. 

Mas, os sacrifícios contínuos e a oblação no Grande Templo só foram cessadas no 70 d.C., ou no ano 64 d.C., ou seja, na metade da semana, quando o Segundo Templo foi destruído pelo exército romano.

O que estou querendo dizer é que desde a morte do Ungido no ano 27 ou 33 d.C. até a destruição do templo no ano 70 d.C., as 70 semanas da profecia de Daniel teriam que ser cumpridas. E pelos cálculos feitos pelos teólogos tradicionais, a 70ª semana de Daniel, isto é, o período de 7 anos, ainda não se cumpriu, pois, a destruição do Templo e a cessação dos sacrifícios contínuos não se deu no período de 3,5 anos (metade da semana) depois da morte do Ungido. E de acordo com o calendário gregoriano, o intervalo entre a morte do Ungido e a destruição do templo é de 37 ou 43 anos; (33+37=70) ou (27+43=70). E para que se cumpra a 70ª semana, o Terceiro Templo terá que ser construído, para que o tal anticristo o profane, se assentando como um deus no trono.

O meu objetivo é esclarecer esses disparates dos teólogos tradicionais em relação ao tempo das 70 semanas (490 anos), mais o tempo dado aos gentios (1290, 1290 ou 1335).

Se a profecia das 70 semanas de Daniel (490 anos) não se cumpriu fielmente até a destruição do grande Templo no ano 70 d.C., então Jesus Cristo não é o “ungido” referido na profecia. Quero com isso dizer que os teólogos tradicionais fizeram cálculo absurdo para atestar que Jesus é o Messias de Israel, afirmando que a profecia das 70 semanas se cumpriu até a 69ª semana, tentando encaixar um intervalo de tempo fictício entre a 69ª e a 70ª semana, e passando o cumprimento da última semana para o tempo da grande tribulação, que ainda não ocorreu.

Existe uma grande confusão entre os eruditos sobre o cumprimento real das 70 semanas proféticas de Daniel até a morte de Jesus, o Príncipe, Ungido. Tudo porque não chegam a uma conclusão certa sobre o ano exato da ordem dada para a reconstrução da cidade de Jerusalém. Existem pelo menos três editos ou decretos nos livros de Esdras e Neemias sobre a reconstrução do Segundo Templo, mas não existe nenhum decreto real anunciando a reconstrução da cidade de Jerusalém. O primeiro decreto é do rei Ciro, no ano 538 a.C; o segundo é do rei Dario, aproximadamente no ano 520 a.C; e o terceiro decreto é de Artaxerxes, no ano 457 a.C. Os eruditos, então, tomaram o ano 457 a.C. como o mais provável e aproximado para o início do cumprimento da profecia das 70 semanas (457-483 = 26, isto é, ano 26 d.C., ano do início do ministério de Jesus aos 30 anos de idade. Segundo alguns estudiosos, o ministério de Jesus durou 3 anos e meio, ou seja, metade da semana, quando foi crucificado. Para alguns estudiosos, o corpo de Jesus era o santuário terrestre e o sacrifício contínuo; depois que ressuscitou, Ele subiu aos céus e purificou o Santuário Celestial. Só que isso é maluquice e fantasia de teólogos que não fazem uso pleno de sua racionalidade.

Acredito que a profecia das 70 semanas de Daniel (490 anos) abrange um período exato, sem intervalos, que vai até a destruição do segundo Templo no ano 70 d.C.

Vamos analisar duas hipóteses para o cumprimento das 70 semanas.

Primeira Hipótese: Já que não está explícito na Bíblia a ordem real para a reconstrução da cidade de Jerusalém, acredito que esse edito se deu no ano 416,5 a.C. Só assim os 490 anos da profecia bate aproximadamente no ano 70 d.C, o ano da destruição do Segundo Templo. Repare que a profecia diz que o Santuário seria destruído e cessados os sacrifícios contínuos na metade da 70ª semana, isto é, em 3,5 anos. A divisão das 70 semanas seria assim: 7 semanas para reedificação da cidade de Jerusalém e reconstrução do Segundo Templo (49 anos); 62 semanas até a morte do Ungido, o Príncipe (434 anos) e mais a metade de uma semana (3,5 anos), que culminaria no ano 70 d.C. Somando-se os 3,5 anos restantes, bate no ano 73,5 d.C. o cumprimento dos 490 anos.

Vejamos os cálculos: 416,5-49 = 367,5 a.C.; 367,5-434 = 66,5 d.C.; 66,5+3,5 = 70 d.C. O problema é que o Ungido não morreu no ano 66 d.C.

Segunda Hipótese: Acredito que o edito para a reconstrução de Jerusalém se deu no ano 395,5 a.C. O período das 62 semanas referidas na profecia não estaria correto porque o número 62 não é múltiplo de 7. O correto seria 56 semanas, que equivale a 392 anos. Sendo assim, o período das 70 semanas ficaria assim: 7 semanas para reedificação da cidade de Jerusalém e reconstrução do Segundo Templo (49 anos); 56 semanas até a morte do Ungido, o Príncipe (392 anos) e mais a metade de 7 semanas (24,5 anos), que culminaria no ano 70 d.C. Somando-se os 24,5 anos restantes, bate no ano 94,5 d.C. o cumprimento dos 490 anos.

Vejamos os cálculos: 395,5-49 = 346,5 a.C.; 346,5-392 = 45,5 d.C.; 45,5+24,5 = 70 d.C.

Alguns estudiosos afirmam que o atual Calendário Gregoriano – que substituiu o Calendário Juliano – é 5 anos adiantado. Porém, acredito que o Papa Gregório XIII e os sábios que formularam o novo calendário em 1582 erraram o início do ano Domini de propósito, para que os escatologistas não pudessem determinar com exatidão a contagem do tempo dado aos gentios, conforme a profecia de Daniel. “Em 1582, o Papa Gregório XIII, aconselhado pelos astrónomos, decretou pela bula Inter gravissimas que quinta-feira, 4 de Outubro de 1582 seria imediatamente seguido de sexta-feira 15 de Outubro para compensar a diferença acumulada ao longo de séculos entre o calendário juliano e as efemérides astronómicas”. Só aí há uma defasagem de 11 dias no atual calendário utilizado pelos cristãos. Mas, a questão não é sobre o erro do calendário em si, mas o erro concernente à data exata da morte de Jesus. Será que a morte de Cristo se deu realmente no ano 27 ou 33 d.C, conforme divulgou oficialmente a Igreja Católica? Se a profecia das 70 semanas de Daniel foi dada de acordo com o calendário judaico, então, a contagem dos tempos deve ser estudada de acordo com o calendário judaico, que é lunar.

Uma terceira hipótese poderia encaixar os 490 anos no período que vai de 457 d.C. até o ano 70 d.C., considerando que há um intervalo de 40 anos entre a 69ª e a 70ª semana. O príncipe que destruiu Jerusalém é que faria o pacto com muitos por uma semana.

O difícil nessa profecia de Daniel é determinar quem é “ele”, o personagem da profecia que fará um pacto com muitos por uma semana, se é o “Ungido” ou o “príncipe que havia de vir”. Mas, acredito que esse “ele” refere-se ao príncipe do exército romano que destruiu o Santuário e fez cessar os sacrifícios contínuos e a oblação.

Vamos ler novamente:

“E depois de sessenta e duas semanas será cortado o ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador” (Daniel 9:26-27).

Vamos os cálculos aproximados, baseando-me pelo Calendário gregoriano, acrescentando um intervalo de tempo de 40 anos, tendo como parâmetro o ano 457 a.C. como a data da ordem para reedificar Jerusalém.

Cálculos: 457-49 = 408 a.C.; 408-434 = 26 d.C.; mais um intervalo de 40 anos: 26+40 = 66 d.C.; 66+3,5 = 69,5 d.C., ou 70 d.C. Os 490 anos culmina no ano 73,5 d.C.

Então, seria a partir do ano 73,5 d.C. que começaria a contagem do tempo dado aos gentios para pisarem o pátio do Templo no monte santo por 1260 dias (Apoc. 11:2-3), 1290 dias ou 1335 dias (Daniel 12:11-12).

No entanto, a contagem oficial dos 1260/1290/1335 dias começa só a partir da instalação da Abominação da Desolação, que é o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana.

Segundo uma fonte, “a cidade de Jerusalém pertenceu aos judeus até o ano 135 d.C., quando após uma fracassada revolta contra o Império Romano, o Imperador Adriano os proibiu de entrar na cidade, rebatizando-a de Aelia Captolina”.

Os muçulmanos tomaram o controle de Jerusalém no ano 637 d.C. Em 685 d.C. começa a instalação da Abominação Desoladora, que é o Domo da Rocha, a Mesquita de Omar, cuja conclusão da obra se deu no ano 691 d.C.

Cálculo: 685 + 1260 = 1945 (final da Segunda Guerra Mundial e massacre do povo judeu com o Holocausto de Hitler). “E até o fim haverá guerra” (Daniel 9:26b).

Cálculo: 685 + 1290 = 1975 (em 1975 a ONU reconheceu a OLP, que passou a ter representação nas conversações sobre o problema palestino).

Cálculo: 691 + 1260 = 1951 (ano próximo ao estabelecimento do Estado de Israel pelo movimento Sionista, em acordo com a Besta/ONU/EUA).

Cálculo: 691 + 1290 = 1981 (nesse ano Israel invade o Líbano e anexa as Colinas de Golã a seu território).

Cálculo: 685 + 1335 = 2020 (final do tempo dados aos gentios).

Cálculo: 691 + 1335 = 2026 (final da Grande Tribulação – período de 7 anos 2020-2026).

Lembrando que esses cálculos não são exatos, mas aproximados, devido aos erros do calendário gregoriano.

Para concluir, quero falar ainda sobre os 50 anos da conquista de Jerusalém pelo povo judeu.

Em 10 de junho de 1967, um sábado, Israel reconquistou Jerusalém na Guerra dos Seis Dias. A partir desse ano os judeus passaram a ter controle total da cidade de Jerusalém. Em 1948 foi reconhecido o Estado de Israel pela ONU, mas a cidade de Jerusalém ficou um território separado sob o controle internacional, neste caso, mais sob o controle dos EUA. Os EUA (a 2ª Besta) é quem ditam o destino de Jerusalém e do povo judeu. Em 1949 Jerusalém passou a ser a capital de Israel, mas, por falta de segurança, a maioria das embaixadas dos países ficou concentrada em Tel Aviv. Até agora em 2017 a cidade de Tel Aviv era a capital provisória, ou o centro comercial internacional de Israel.

Agora, em 6 dezembro de 2017, o presidente americano, Donald Trump, reconheceu ou decretou Jerusalém como a capital oficial do Estado de Israel. E esse acontecimento é profético, para que os ânimos se acirrem entre as nações inimigas de Israel, para que se cumpram as profecias do Apocalipse.

Portanto, depois de exatos 50 anos (1967-2017), Jerusalém volta a ser a capital oficial de Israel. E isso é somente um pretexto para que os conflitos se acendam no Oriente Médio.

Um dos objetivos do meu blog é divulgar estudos das profecias de acordo com a numerologia do 7 e seus múltiplos. Os tempos proféticos são dados de acordo com os múltiplos do número 7. O período de provação do povo judeu é dado pelos múltiplos de 7 com o 6, tais como 7×6 = 42 anos (42 anos de sofrimento no deserto), 7×60 = 420 anos (420 anos como escravos no Egito); 3×420 = 1260 anos; o período de paz e prosperidade é dado pelos múltiplos de 7 com o 7, tais como 7×7 = 49 ou 50 anos redondos, 7×10 = 70 anos,  7×70 = 490 anos.

Israel viveu basicamente um tempo de paz desde 1967 até agora em 2017. Foram 50 anos de paz. E agora em 2018 irá completar 70 anos da instalação do Estado de Israel, fundado em 1948. Parece-me que a partir de 2018 o povo judeu vai sofrer novamente com a perseguição implacável de seus inimigos, que se fortalecerão, e a Besta/EUA não poderá fazer nada. Se tentar meter o bico, vai sofrer as consequências também. A nação de Israel ficará desolada e nua. É assim que está predito no Apocalipse.

“E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo. Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus. E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (Apoc. 17:16-18). 

Se o atual Estado de Israel não aceita a história de Cristo e rejeita o Cristianismo, por que este Estado faz acordo com o maior Estado cristão, o governo americano?

Os Estados Unidos da América foram fundados pelos maçons em 1776. A Maçonaria é uma inegável instituição satânica, com fins escusos. Porém, quem estuda a fundo sobre as Sociedades Secretas (Escolas de Mistérios) sabe qual a finalidade delas existirem. Quem recebe apoio dos EUA está recebendo apoio da Besta.

7 suspeitas de que a Maçonaria está conectada com a fundação dos EUA
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Os Maçons Construíram os Estados Unidos da América
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Os EUA não foram fundados como uma nação cristã. Assista ao vídeo, abaixo, da entrevista de Jorge Pontual com o escritor americano, Dan Brown. É impressionante.
https://www.youtube.com/watch?v=92Mku4VoihE
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A Maçonaria e os Estados Unidos
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“Não se trata de ficção nem esoterismo barato, como comumente se encontra em obras do gênero. A Cidade Secreta da Maçonaria existe mesmo. E não é nem um pouquinho secreta. Ao contrário, é uma das cidades mais importantes do mundo e abriga a capital do país mais poderoso do planeta. A independência e a construção dos primeiros pilares da nação mais poderosa do mundo atual, os EUA, está diretamente ligada a Maçonaria. A maçonaria fundamentada nos ideais iluministas: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” foi a base para o movimento de independência dos EUA. George Washington, primeiro presidente dos EUA, era um maçom. Os ensinamentos passados pelas lojas maçônicas contribuíram de suma importância para a construção do caráter do homem como cidadão em uma nação com uma política interna distinta das demais daquela época”.
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https://liberdadeeamorcassia.mvu.com.br/site/estados-unidos–o-pais-maconico/-27-1XJd6nNOk-3/nta.aspx

Israel pagará pela aposta de Trump em Jerusalém

https://oglobo.globo.com/mundo/artigo-israel-pagara-pela-aposta-de-trump-em-jerusalem-22159068

Trump pode fazer parte do processo da vinda do Messias, diz rabino

https://guiame.com.br/gospel/israel/trump-pode-fazer-parte-do-processo-da-vinda-do-messias-diz-rabino.html

Reconhecer Jerusalém como capital de Israel é declarar guerra, diz enviado palestino no Reino Unido

https://g1.globo.com/mundo/noticia/reconhecer-jerusalem-como-capital-de-israel-e-declarar-guerra-diz-enviado-palestino-no-reino-unido.ghtml  

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No capítulo 13:1-2 de Apocalipse se diz que a PRIMEIRA BESTA surge das águas do mar. Qual Mar? O Mar Mediterrâneo. Repare que no final do capítulo 12, verso 18, o Dragão, parou sobre a areia do mar. Ou seja, esse Dragão é a 1ª Besta que surge das águas do Mar Mediterrâneo, representada pelo poder que governa a Terra desde a Torre de Babel (Babilônia). Essa primeira Besta são os mesmos impérios relacionados na profecia de Daniel 7, com características de Leopardo (Grécia), Urso (Média e Pérsia) e Leão (Babilônia). Esses animais simbólicos que representam os primeiros impérios surgem das águas do Grande Mar, o Mar Mediterrâneo. Veja Daniel 7:2-3. São os mesmos reinos representados pela estátua do sonho do rei Nabucodonosor descrita em Daniel 2. O quarto animal espantoso é o Império Romano, do qual surgem os 10 chifres, e do meio desses chifres surge um chifre pequeno, que é a SEGUNDA BESTA, que surge da terra, isto é, da nova terra, a América do Norte. O chifre pequeno não é o poder Papal, como afirmam erroneamente os adventistas do sétimo dia. A segunda Besta é o falso profeta, e tem aparência de cordeiro e possui dois chifres, mas fala como dragão. Tem tudo a ver com a maior nação imperialista do planeta que tenta dominar sobre todos os povos, os Estados Unidos da América. Porém, o reino da 1ª Besta começou desde quando o primeiro império de Ninrode surgiu na Terra com a Torre de Babel, construída pelo povo que surgiu das águas do Dilúvio. Só que o Dragão não governa o mundo diretamente, de forma pessoal; o Dragão deu o seu poder à primeira Besta, que sãos os governos do mundo, e a segunda Besta faz coisas piores também sob a autoridade do Dragão.

Os quatro animais simbólicos de Daniel 7

Não há erro nenhum nessa minha interpretação sobre as profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13. Os teólogos tradicionais têm que parar com a meninice e fanatismo religioso e deixar de acreditar em fantasias da mente, e analisar a profecia bíblica de forma racional. Portanto, os teólogos tradicionais têm que admitir que a Primeira Besta de Apocalipse 13, com características de Urso, Leão e Leopardo é a mesma retratada no capítulo 7 de Daniel , representada por esses mesmos animais simbólicos. E o quarto animal espantoso é o Império Romano, representado na estátua do sonho de Nabucodonosor, com pés de barro, sendo os 10 dez dedos representando os 10 chifres da primeira Besta de Apocalipse 13. Portanto, a Besta de Apocalipse 13 não é um suposto governante mundial, um ditador anticristão que irá obrigar todos a adorar sua imagem. Imaginar assim é pura fantasia e coisa de menino que acredita em contos de fada e em cobra falante. No Apocalipse não se fala em “anti-cristo”, mas os teólogos tradicionais inventaram essa baboseira de que a Besta 666 do capítulo 13 é um líder mundial, o tal ANTI-CRISTO, que irá governar o mundo com mão de ferro. O líder que irá governar o mundo com mão de ferro é Jesus Cristo, juntamente com os judeus, durante o reino milenar.

SOBRE A CONSTRUÇÃO DO TERCEIRO TEMPLO

Quando eu ainda era dominado pelas interpretações estúpidas da teologia tradicional sobre o Apocalipse, imaginava que o Templo ou Santuário que é referido no capítulo 11 de Apocalipse fosse esse tal Terceiro Templo que seria construído no período dos 7 anos da Grande Tribulação, mas na realidade não é. O Santuário referido no capítulo 11 de Apocalipse é o Segundo Templo, o mesmo construído por Herodes depois do cativeiro babilônico, que foi destruído no ano 70 d.C. Portanto, a visão do capítulo 11 de Apocalipse aconteceu antes da destruição do Templo. O ato de medir o templo significa que ele será destruído. E os gentios profanariam o monte do Templo por 42 messes ou 1260 dias proféticos que equivalem a 1260 anos. Em Daniel 12 se diz que o monte do Templo seria profanado pelos gentios após a suspensão do holocausto contínuo (isto é, após sua destruição) por um período de 1290 dias proféticos, e que esse período iria se estender ao máximo até 1335 dias, ou seja, 1335 anos literais a partir do início da sua profanação, com a construção da Mesquita Muçulmana, o Domo da Rocha no local sagrado, que se deu a partir do ano 685 d.C.

Vamos parar com a meninice teológica. Nenhum ditador irá reconstruir o Grande Templo e depois se assentará num trono como se fosse um deus. No Grande Templo de Salomão não existia nenhum compartimento para se colocar um trono para alguém ser adorado.

Se o que Paulo fala a respeito do tal anti-cristo em II Tessalonicenses 2:3-4 é uma verdade, então, até a chegada desse homem do pecado o Terceiro Templo deverá estar construído.

“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus” (II Tessalonicenses 2:3-4).

Esse “homem do pecado” que Paulo se refere não é um governante ou ditador anti-cristão, ou um líder que irá profanar o Templo do Senhor. Esse “homem do pecado” é a própria humanidade decaída no pecado, representado pelos governantes atuais da Terra, principalmente os EUA, a 2ª Besta. Anti-cristo não é um homem ou um governante mundial; anti-cristo é qualquer pessoa ou governo que negue a Cristo e se oponha às todas as religiões. A humanidade está caminhando para o completo ateísmo. Os EUA é uma falsa nação cristã; é um embuste; tem aparência de cordeiro, pois possui dois chifres pequenos, mas fala como dragão (Apoc. 13:11).

O Terceiro Templo não será construído até a chegado desse tal anti-cristo dos teólogos tradicionais. O Terceiro Templo cujas medidas estão descritas nos capítulos 40 a 48 do livro de Ezequiel só será reconstruído durante o reino milenar do Messias. As medidas desse templo são dadas com uma cana baseada em medida de anjo. O côvado usado na medição do Terceiro Templo é uma medida celestial, e é maior que o côvado normal de 45 cm, utilizado nas medições do Primeiro e do Segundo Templo.

Por causa do acordo de Israel com a 2ª Besta (a mulher meretriz que se assenta sobre a besta que caminha no deserto), o presidente americano, Donald Trump, reconhece Jerusalém como a capital de Israel. Deus estava com o reino de Judá, e não com o reino de Israel. O pacto de Deus foi com o rei Davi, do reino de Judá. O reino de Israel, estabelecido em 1948 pela ONU, através do movimento sionista, não foi pela vontade de Deus, mas foi permitido tão somente para se cumprir as profecias no tempo do fim.

O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a tentativa da demolição do Domo da Rocha para a reconstrução do Terceiro Templo será o estopim para o início da Guerra do Armagedom, ou Terceira Guerra Mundial. Só que a Guerra do Armagedom tem duas fases. A primeira fase acontece antes do estabelecimento do reino messiânico, quando as nações inimigas tentarem massacrar de vez o povo judeu. Aí Deus intervém, e destrói todos os inimigos e o Messias assume o controle de tudo, e Jerusalém fica sendo a capital mundial. Satanás é preso por mil anos. Após os mil anos ele será solto e organizará novamente as nações rebeldes para lutar contra o Messias e o povo judeu. É aí que se dará a segunda fase da grande Guerra do Armagedom, quando bombas atômicas explodirão e a Terra pegará fogo literalmente, limpando tudo que o homem decaído construiu. Só depois disso e após o julgamento do juízo final é que Deus restaurará a Terra para os redimidos habitarem nela para sempre.

Jesus, quando reinar aqui na Terra durante o seu reino milenar, também se assentará sobre um trono, mas esse trono não será dentro do Terceiro Templo.

“Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória” (Mateus 25:31).

Se os crentes esperam morar na tal Jerusalém Celestial, por que raios eles ficam se preocupando com a Jerusalém terrestre?

“Mas a Jerusalém que é de cima é livre, a qual é mãe de todos nós”. Gálatas 4:26.

A Jerusalém terrestre atual é a Grande Meretriz de Apocalipse 17, a grande cidade que reina sobre os reis da Terra. É a mesma mulher (Israel) que foi deixada no deserto no cap. 12 de Apocalipse e que depois aparece montada sobre a Besta como uma meretriz no deserto.

O que está ocorrendo atualmente com Israel e Jerusalém são apenas fatos para o cumprimento profético, para que os ânimos se acirrem entre as nações, de tal forma que se cumpram os juízos de Deus previsto no Apocalipse.

JERUSALÉM NUNCA FOI A CAPITAL DO REINO DE ISRAEL, MAS DO REINO DE JUDÁ

O nome “Jerusalém” é de origem cananéia, e significa “habitação de paz” ou “cidade de paz” (JERU=Casa, habitação / SALÉM OU SHALOM=Paz). Jerusalém foi uma cidade cananéia muita disputada nos tempos bíblicos. Segundo o relato bíblico, o seu primeiro fundador e governante foi o rei e sacerdote Melquisedeque, o qual teve um encontro amistoso com Abraão (Gênesis 14:18-20). Melquisedeque era o rei de Salém, que significa “cidade de paz”, uma cidade cananéia. No Salmo 76:1-2 Jerusalém é referida como Salém e Sião. Sião foi um outro nome dado à cidade de Jerusalém após o rei Davi reconquistá-la definitivamente do domínio dos jebuseus. Quando Jerusalém estava sobre o domínio dos jebuseus era denominada de Jebus. Em II Samuel 5 o rei Davi conquista de vez a Fortaleza de Sião, a cidade de Jebus, que possuía uma grande muralha, chamada de fortaleza. Depois de conquistada a cidade também ficou conhecida como Cidade de Davi.

Mesmo antes da divisão das doze tribos de Israel em dois reinos, o povo do sul e do norte já andava querendo se dividir. A tribo de Judá queria seguir o rei Davi.

“Quarenta anos tinha Isbosete, filho de Saul, quando começou a reinar sobre Israel, e reinou dois anos. A casa de Judá, porém, seguia a Davi. E foi o tempo que Davi reinou em Hebrom, sobre a casa de Judá, sete anos e seis meses” (II Samuel 2:10-11).

Após Davi conquistar definitivamente a cidade de Jerusalém do domínio dos jebuseus, esta passou a ser a capital do reino de Judá onde Davi reinou por mais tempo.

“E foi o tempo que Davi reinou sobre Israel quarenta anos: sete anos reinou em Hebrom, e em Jerusalém reinou trinta e três anos. Salomão, pois, assentou-se no trono de Davi, seu pai; e o seu reino se fortificou sobremaneira” (I Reis 2:11-12).

Porém, a cidade de Jerusalém sempre foi a capital do Reino do Sul, o Reino das tribos de Judá e Benjamim, após a divisão das doze tribos de Israel.

Segundo relato bíblico, “Judá e Israel habitavam seguros, desde Dã até Berseba, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, por todos os dias de Salomão” (I Reis 4:25).

Após a morte do rei Salomão no ano 931 a.C, as doze tribos de Israel se dividiram em dois reinos: o do Norte e o do Sul. O Reino do Norte era maior, composto por 10 tribos do povo de Israel. Já o Reino do Sul era composto apenas por duas tribos, as tribos de Judá e de Benjamim. O Reino do Norte tinha como capital a cidade de Samaria, e seu primeiro rei foi Jeroboão. Para que o povo de Israel não fosse a Jerusalém, no Reino do Sul, adorar a Deus no Grande Templo, o rei Jeroboão mandou construir dois templos pequenos em Dã e Betel para ali adorarem ao Senhor. O Reino do Sul tinha como capital a cidade de Jerusalém, e seu primeiro rei foi Roboão, o filho herdeiro de Salomão. 

Até nos tempos de Jesus o povo judeu era dividido nesses dois reinos. Os judeus do Reino do Sul (o Reino de Judá) não se davam com os judeus do Reino do Norte (o Reino de Israel). Jesus teve um encontro inusitado com uma mulher samaritana do Reino do Norte, e teve um diálogo interessante sobre o verdadeiro lugar onde o povo judeu devia adorar a Deus. A mulher samaritana disse que o lugar sagrado para adoração era no templo em Betel, no monte Gerizim, e não em Jerusalém, no Monte Moriá. Mas Jesus disse que chegaria a hora em que nem em Jerusalém e nem em Samaria se adoraria o Pai, mas em qualquer lugar, em espírito e em verdade, isto é, adorariam o Pai em qualquer lugar sem a necessidade de um templo. E Jesus disse que Deus procura a tais que assim o adorem.

Para saber mais detalhes sobre a divisão das 12 tribos de Israel em reinos do Norte e do Sul, leia o artigo no link, abaixo.

http://estudodedeus.com.br/divisao-de-reino-reino-sul-e-reino-norte/

APOCALIPSE 11
2 Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
3 E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias.
4 Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da terra.
5 E, se alguém lhes quiser fazer mal, das suas bocas sairá fogo e devorará os seus inimigos; pois se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.
6 Elas têm poder para fechar o céu, para que não chova durante os dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda sorte de pragas, quantas vezes quiserem.
7 E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e as vencerá e matará.
8 E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado.
9 Homens de vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os seus corpos por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados.
10 E os que habitam sobre a terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão; e mandarão presentes uns aos outros, porquanto estes dois profetas atormentaram os que habitam sobre a terra.
11 E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles, e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.
12 E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para cá. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.
13 E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

APOCALIPSE 12
13 Quando o dragão se viu precipitado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão.
14 E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para fazer que ela fosse arrebatada pela corrente.
16 A terra, porém acudiu à mulher; e a terra abriu a boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.
17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.
18 E o dragão parou sobre a areia do mar.

DANIEL 7
1 No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu o sonho, e relatou a suma das coisas.
2 Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, numa visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande.
3 E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar.
4 O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em dois pés como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem.
5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.
6 Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças; e foi-lhe dado domínio.
7 Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.
8 Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.

APOCALIPSE 13
1 Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia.
2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade.
3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,
4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?
5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.
6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

APOCALIPSE 17
3 Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.
4 A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;
5 e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.
6 E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração.
7 Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
8 A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.
9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.
11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.
12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.
13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.
15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.
16 E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo.
17 Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

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Falou e disse Miquels7
Manaus, 08 de dezembro de 2017.

08/12/2017 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, GOVERNO DA BESTA, ISRAEL E AS PROFECIAS, MENSAGENS ESPECIAIS, REVELAÇÕES APOCALIPTICAS | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

EXPLICANDO O QUE ESTÁ ERRADO NO ENSINO TEOLÓGICO TRADICIONAL

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Existem coisas na Bíblia que somente pessoas esclarecidas e livres de fanatismo religioso podem explicar. Tem coisas tremendas sobre a Bíblia que você nunca saberá, exceto se pessoas, como eu, com coragem, virem a público e falar. Se ainda vivêssemos como na Idade Média, onde todos indistintamente eram dominados pelo poder religioso, certamente seria um perigo manifestar pensamento e ensinamento contrário aos estabelecidos pela Igreja. Quantos estudiosos não foram obrigados pelos líderes da religião dominante a negar suas convicções políticas e religiosas contrárias! E quantos cientistas não perderam a vida por causa de perseguição de fanáticos religiosos!

Sabemos que existe muita enganação neste mundo, principalmente no meio político e na imprensa. Mas no meio religioso a enganação é bem pior, porque a religião escraviza as pessoas.

Sou o único escritor e intérprete cristão da atualidade que realmente ensina coisas diferentes sobre a Bíblia. Minha missão é desmascarar o ensino religioso tradicional, deturpado, e mostrar a verdade. Não é possível que em pleno século XXI religiosos ainda mantenham uma mente primitiva, acreditando em fantasias da mente, por não fazer uso pleno da sua racionalidade. O fanatismo religioso limita a mente humana, e faz com que a pessoa não use sua capacidade cerebral de forma plena para compreender as coisas.

As coisas que escrevo chocam o crente comum porque ele está acostumado a ouvir ensino deturpado sobre a Bíblia. E mesmo que leia a Bíblia sozinho para tentar compreendê-la, não consegue interpretá-la de forma diferente, pois, se bitolou em ensinos teológicos tradicionais. O crente comum quando lê a Bíblia já vem com a mente condicionada a aceitar tudo que lá está escrito como verdade absoluta. Por isso, não questiona nada. E isso faz parte do engano religioso, para manter as pessoas submissas e presas ao que seus líderes determinam.
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O bode para Azazel

Vou enumerar e comentar somente alguns erros doutrinários propagados há séculos por católicos e evangélicos, mas, não vou citar muitas referências bíblicas para que o texto não fique muito extenso. Se for explicar tim-tim por tim-tim cada caso, terei que escrever um livro com mais de mil páginas.

I – JESUS NÃO É O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO

“No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (…) Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos e, olhando para Jesus, que passava, disse: Eis o Cordeiro de Deus!” (João 1:29-36).

À primeira vista, pode soar esquisita e herética a declaração que fiz, acima. Acredito que a frase correta dita por João é somente a que está no versículo 36: “Eis o Cordeiro de Deus!”. O complemento “que tira o pecado do mundo” foi um acréscimo feito pelos primeiros copistas religiosos fanáticos.

Quero lembrar que não existe nenhuma cópia original dos livros da Bíblia. E sabemos que cópias mais antigas foram encontradas com rasuras ou desgastadas pelo tempo, e muitas palavras e frases ficaram confusas. Cada escriba que fez a cópia deve ter alterado alguma palavra ou frase. E as traduções para outros idiomas também sofreram algumas adulterações por causa do fanatismo religioso dos tradutores.

Segundo a teologia tradicional, os rituais da antiga Lei de Moisés eram sombras de coisas futuras que se cumpririam na pessoa do Messias, Jesus. Também ensinam que os salmos de Davi e os escritos dos grandes profetas e dos profetas menores apontam para a figura de Jesus Cristo, o Messias. Não vou me deter aqui explicando simbologias e termos teológicos tradicionais, como, por exemplo, “tipo” e “antítipo”, que empregam para explicar os cumprimentos proféticos na pessoa de Jesus. Vou explicar de forma simples, esquecendo que existe essa tal teologia. Os escritores bíblicos escreveram os vários livros, mas não tinham ideia se existia essa tal teologia, e nunca receberam instruções de como escrever um livro. Mesmo assim, seus escritos são idolatrados e tidos como inspirados por Deus.

Existem muitos erros propositais de frases e palavras em alguns livros da Bíblia por causa de traduções tendenciosas feita por religiosos fanáticos, com a finalidade de apoiar ensinamentos heréticos de diversas doutrinas.

Se os rituais da antiga Lei de Moisés apontavam para o ministério de Jesus, o Cristo, e seu sacrifício na cruz, então, o que aconteceu com Ele está tudo errado. Primeiramente, que se Jesus era o Cordeiro de Deus, logo, sua morte não servia para purificar ou perdoar pecados, pois, cordeiros nunca eram oferecidos como oferta pelo pecado. O que era oferecido como oferta pelo pecado eram o bode e o touro. Segundo, que os cordeiros eram imolados sobre o altar dentro do tabernáculo, ou dentro do santuário. E Jesus morreu fora do santuário e não foi imolado sobre um altar. O que era imolado fora do santuário sobre um altar eram os bodes e os touros, oferecidos como oferta pelo pecado. Terceiro, que se Jesus era sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque, como se explica o próprio sacerdote sacrificar-se a si mesmo pelos pecados do povo, visto que em nenhum sacerdócio o próprio sacerdote se oferecia a si mesmo em sacrifício?

Se por hipótese Jesus morreu pelos pecados da humanidade, logo, ele não morreu como um cordeiro, mas como um bode expiatório, ou como um touro, imolado fora do santuário. Paulo, na carta aos Hebreus, diz que Jesus padeceu fora da porta, isto é, fora do santuário. Mas, isso é um ensino deturpado, e a morte de Cristo nada teve com os rituais de sacrifícios pelos pecados, da antiga Lei. No ritual da Lei, dois bodes eram oferecidos no ritual pelos pecados do povo. Um era imolado sobre o altar fora do santuário, e o outro era solto no deserto para Azazel, o Satanás.

LEVÍTICO 16
“5 E da congregação dos filhos de Israel tomará dois bodes para oferta pelo pecado e um carneiro para holocausto.
6 Depois Arão oferecerá o novilho da oferta pelo pecado, o qual será para ele, e fará expiação por si e pela sua casa.
7 Também tomará os dois bodes, e os porá perante o Senhor, à porta da tenda da revelação.
8 E Arão lançará sortes sobre os dois bodes: uma pelo Senhor, e a outra por Azazel.
9 Então apresentará o bode sobre o qual cair a sorte pelo Senhor, e o oferecerá como oferta pelo pecado;
10 mas o bode sobre que cair a sorte para Azazel será posto vivo perante o Senhor, para fazer expiação com ele a fim de enviá-lo ao deserto para Azazel.
11 Arão, pois, apresentará o novilho da oferta pelo pecado, que é por ele, e fará expiação por si e pela sua casa; e imolará o novilho que é a sua oferta pelo pecado”.

Quase todos os ensinos de Paulo contidos na epístola aos Hebreus sobre o cumprimento dos rituais da antiga Lei na pessoa de Cristo, estão errados ou equivocados. Por causa desse mal entendido de Paulo, os judeus rejeitaram a carta que lhes foi endereçada, bem como todos os escritos dos demais apóstolos.

II – JESUS NÃO MORREU PELOS PECADOS DA HUMANIDADE, MAS PELA HUMANIDADE

Sou a única pessoa no mundo a explicar o verdadeiro motivo da morte de Jesus, o Cristo, na cruz. E vou repeti-lo novamente.

Se Jesus morreu pelos pecados da humanidade e ressuscitou, logo, seu sacrifício foi anulado, pois, ressuscitou. Só valeria seu sacrifício se Ele não tivesse ressuscitado. Aí veio o apóstolo Paulo e passou a fazer ensino equivocado sobre a ressurreição de Jesus, afirmando que se Ele não tivesse ressuscitado, a nossa fé seria vã. Que nada! Se Cristo não tivesse ressuscitado, mais valor teria a sua morte, pois, realmente o pecador iria compreender que alguém deu a vida por ele. Mas, Ele ressuscitou. Logo, isso invalidou o seu sacrifício.

“E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (I Cor. 15:14).

Que nada! Vou explicar novamente o motivo da vinda de Jesus a este mundo e sua morte na cruz.

Se Jesus veio a este mundo certo de sua morte em favor da humanidade, e sem a sua morte ninguém teria chance de salvação, então, como se explica a sua oração suplicando ao Pai que passasse dele o cálice amargo do sacrifício? Jesus seria um Deus covarde? Que brincadeira foi essa? Ou será que, por ele ser um filho, Deus, o pai, lhe obrigou a morrer na cruz em favor da humanidade? Nada disso!

Satanás, o querubim ungido, foi o primeiro regente da Terra e era encarregado de cuidar da primeira humanidade. Naquele tempo o planeta Terra era chamado de o Grande Jardim, um verdadeiro paraíso. Mas, Satanás corrompeu a humanidade primitiva e não deixava ninguém se aperfeiçoar, e exigia adoração exclusiva dos humanos para si, e não deixava ninguém tomar conhecimento de um ser superior a ele. Satanás também exercia domínio sobre o reino dos mortos e os maltratava. Por causa do seu orgulho e do mal que fazia aos humanos, Deus tirou o seu domínio de sobre a Terra e o expulsou das regiões celestes superiores. O seu domínio se restringiu ao submundo, região da Via Láctea e o Sistema Solar, mas ele ainda exercia muita influência aqui na Terra. De tal forma que Deus teve que eleger um novo regente para o planeta Terra, para cuidar dos humanos e das almas dos que habitavam o mundo dos mortos, o Hades. E para complicar ainda mais a situação, Satanás frustrou os planos de Deus ao fazer o primeiro casal da nova raça adâmica se rebelar contra o seu criador. Deus ficou mais irado com Satanás, e desta vez o amaldiçoou e o desertou de vez, dizendo: “Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:14-15).

A frase “sobre o teu ventre andarás e pó comerás todos os dias da tua vida” significa que Satanás perdeu parte dos seus poderes e foi deserdado de tudo, e passaria a viver errante nos cosmos. Não se dando por vencido, Satanás, o querubim caído, arquitetou um novo plano. E desta vez ele corrompeu novamente a humanidade, fazendo os homens da linhagem piedosa de Sete pecar, e mais adiante implantou nas mulheres a semente do gigantismo, fazendo com que todos os seres humanos, animais e plantas se tornassem gigantes. O mal foi tão terrível que o único jeito para purificar a Terra foi o extermínio de todos os humanos. Por causa disso, Deus teve que enviar o dilúvio sobre a Terra para purificá-la da semente do mal.

“Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem. Pela multidão das tuas iniqüidades, na injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, à vista de todos os que te contemplavam” (Ezequiel 28:13-18).

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua” (Lucas 4:5-7).

Deus precisava de um novo regente para a Terra. Quem estaria disposto a assumir o lugar do querubim caído?

Jesus, o filho obediente de Deus, aceitou o desafio de cuidar da humanidade. Como disse o apóstolo Paulo, “o qual, subsistindo em forma de Deus (mas não era Deus), não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Felipenses 2:6-8).

Embora Jesus tenha se prontificado a assumir o controle do planeta Terra, Ele precisava provar o seu amor pela humanidade, e que trataria bem dos humanos e das almas dos mortos no Hades. Então, Deus exigiu dele uma prova de amor e de confiança. Então, ele decidiu que viria a este mundo e se sacrificaria na cruz, como prova do seu amor pela humanidade.

Na sua última oração no jardim do Getsêmani, Jesus suplicou ao Pai que não permitisse ele passar por tamanha humilhação diante dos homens, morrendo numa cruz. Mas, como ele tinha que cumprir a prova, então, decidiu ir até o final. Porém, Deus lhe garantiu que não deixaria a sua alma permanentemente no Hades, mas o ressuscitaria. E foi o que aconteceu.

Jesus planejou tudo direitinho para que a sua morte na cruz acontecesse da maneira mais discreta possível, isto é, que sua morte acontecesse de maneira natural, sem apelação. Até a escolha de Judas Iscariotes, que seria o traidor, foi proposital, para que ele chegasse até a morte de cruz. De certa forma, Judas o ajudou, mesmo sem saber, para que fosse condenado e crucificado. E os cristãos, ao invés de maldizer o papel de Judas Iscariotes na história de Cristo, deviam era lhe agradecer por ter ajudado Jesus a cumprir sua missão. Sem o papel de Judas, talvez Jesus não tivesse sido entregue aos romanos para ser condenado e crucificado. E tem mais outro detalhe. Jesus veio determinado para morrer da forma mais cruel possível. Ele não poderia sofrer uma morte simples. Certa vez, depois que participou de um culto na Sinagoga de Nazaré, o povo ficou revoltado com o seu discurso após ter lido o livro do profeta Isaías. Aí o pegaram e o conduziram até um penhasco para lançá-lo no precipício. Mas, ele passou pelo meio de todos e foi para outra cidade. Vemos, nessa episódio, que ele não poderia ter uma morte simples. A missão de Jesus era maior. E ninguém no céu teve tamanha determinação, a ponto de se rebaixar de sua realeza e se humilhar diante de criaturas inferiores. Portanto, a gratidão a Jesus deve ser infinita.

Satanás sabia que Deus havia preparado um novo regente para a Terra, para substituí-lo. E também sabia quem era esse novo regente. Por isso, desde quando Jesus ainda era criança Satanás procurou matá-lo para que não cumprisse a prova de amor pela humanidade. Desde a morte dos inocentes ordenada por Herodes, até o ladrão na cruz desafiando que ele descesse e salvasse a todos, foram investidas de Satanás para impedir que Jesus cumprisse a prova.

Concluindo, Jesus não veio para morrer pelos pecados da humanidade. Ele veio morrer pela humanidade, em favor da humanidade, para resgatá-la do poder do Diabo. Depois que Jesus ressuscitou, conforme o Pai lhe havia garantido, ele exclamou: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na Terra” (Mateus 28:19). E no livro de Apocalipse Jesus diz que agora Ele detém o poder sobre o Hades (Inferno) e sobre as almas dos mortos.

“Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós” (Atos 4:10).

“Não temas; eu sou o primeiro e o último, e o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do hades” (Apoc. 1:17-18).

“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hebreus 2:14).

III – A LEI DE MOISÉS E OS ESCRITOS DOS PROFETAS NÃO FORAM ABOLIDOS

Uma das graves deturpações do texto bíblico é esta que diz que “a Lei e os profetas vigoraram até João”. Enquanto que o correto é “a Lei e os profetas profetizaram até João”. Isto quer dizer que a abrangência das profecias do Antigo Testamento vai até João e a morte do Messias na cruz no ano 29 d.C. Veja, por exemplo, a profecia das 70 semanas do profeta Daniel que estavam determinadas sobre o povo de Israel até a morte do Messias e a vinda do assolador. Já a destruição do segundo Templo de Herodes no ano 70 d.C. não está predito nos profetas do Antigo Testamento. Quem predisse a destruição do segundo Templo foi o próprio Senhor Jesus.

Baseando-se no que diz Lucas 16:16, os teólogos cristãos passaram a propagar ensino falso, afirmando que a Lei de Moisés foi abolida com a chegada de João, o batista, e com a morte de Cristo. Eles são tão tendenciosos que só pegam a primeira parte do versículo que cita a Lei, para afirmar que a Lei foi abolida, mas não falam nada a respeito dos profetas. Ora, se pela interpretação deles a Lei foi abolida, é óbvio que os escritos proféticos, inclusive o livro dos salmos, também foram abolidos. Embora os cristãos afirmem que a Lei de Moisés e os escritos proféticos foram abolidos, mas eles leem constantemente textos da Lei, dos salmos e dos livros dos profetas do Antigo Testamento nos púlpitos das igrejas.

No entanto, Jesus mesmo declarou que não veio abolir a Lei e nem os escritos proféticos; antes, diz que veio cumprir a Lei, isto é, praticá-la. Jesus chega até a advertir quem tentar violar um dos mandamentos da Lei por menor que seja. E o que fazem os cristãos? Violam o mandamento sobre a guarda do santo Sábado. Este mandamento é válido e é um mandamento eterno, pois, até no reino milenar a guarda do sábado será observada. A Lei e os profetas nunca foram abolidos. Os rituais da Lei cessaram porque o Grande Templo em Jerusalém foi destruído, ficando suspensos os sacrifícios, até que se cumpram o tempo dos gentios e o Terceiro Templo volte a ser erguido. Quando o primeiro Templo de Salomão foi destruído e o povo judeu foi levado cativo para a Babilônia, os rituais também cessaram, só retornando depois que o segundo Templo de Herodes foi erguido. No livro do profeta Ezequiel capítulos 40 a 48 estão descritos os mesmos rituais da antiga Lei de Moisés que serão estabelecidos durante o reino milenar do Messias. No livro do profeta Zacarias fala que serão celebradas as festas tradicionais de Israel, como a festa dos tabernáculos, durante o reino do Messias.

 “A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele” (Lucas 16:16).

“Pois todos os profetas e a lei profetizaram até João” (Mateus 11:13).

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir” (Mateus 5:17).

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5:17-19).

Não sou adepto da igreja dos Adventistas do Sétimo Dia, mas sei que a ordenança do santo Sábado é eterna. Eis as promessas de Deus para quem guardar o Sábado. A guarda do Sábado nos dias atuais não deve ser tão radical como nos tempos da Antiga Lei, mas deve ser observada pelos judeus e cristãos.

“Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto: que se abstém de profanar o sábado, e guarda a sua mão de cometer o mal” (Isaías 56:2).

“Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs; então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse” (Isaías 58:13-14).

“E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:23).

“Assim diz o Senhor Deus: A porta do átrio interior, que dá para o oriente, estará fechada durante os seis dias que são de trabalho; mas no dia de sábado ela se abrirá; também no dia da lua nova se abrirá” (Ezequiel 46:1) – [Esta profecia é para o tempo do reino milenar do Messias, que ainda não começou].

“E o holocausto que o Príncipe oferecer ao Senhor será, no dia de sábado, seis cordeiros sem mancha e um carneiro sem mancha” (Ezequiel 46:4) – [O Príncipe de Ezequiel, sem dúvidas é Davi, que na verdade é o próprio Senhor Jesus].

“E suscitarei sobre elas um só pastor para as apascentar, o meu servo Davi. Ele as apascentará, e lhes servirá de pastor. E eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse” (Ezequiel 34:23-24). 

“Também meu servo Davi reinará sobre eles, e todos eles terão um só pastor; andarão nos meus juízos, e guardarão os meus estatutos, e os observarão” (Ezequiel 37:24).

IV – OS RITUAIS DA LEI PARA PURIFICAÇÃO DE PECADOS AINDA SÃO VÁLIDOS

Paulo disse na sua epístola aos Hebreus que sangue de touros e de bodes não purifica o pecado de ninguém. Da mesma forma digo que o sangue humano também não purifica o pecado de ninguém. Portanto, o sangue de Cristo – que era sangue humano – não foi derramado para purificar o pecado de ninguém.

Os rituais da antiga Lei de Moisés concernentes às ofertas pelo pecado continuam válidos. O problema é que o Grande Templo foi destruído e o sacrifício contínuo foi cessado, e o sacerdócio levítico foi destituído temporariamente, até que volte a ser estabelecido no reino do Messias. Só depois da restauração do Terceiro Templo os rituais de sacrifícios voltarão a ser oferecidos.

V – NÃO DEVEMOS PEDIR NADA A JESUS EM ORAÇÃO, MAS SOMENTE AO PAI

Depois que a Igreja Católica inventou a heresia da santíssima trindade, os cristãos passaram a tratar Jesus como um Deus, e começaram a fazer suas orações diretamente para ele. No entanto, isso é um dos grandes equívocos do Cristianismo.

Nenhum dos apóstolos fez oração se dirigindo diretamente a Jesus como um Deus, suplicando suas bênçãos ou lhe agradecendo alguma graça alcançada. Você pode constatar isso no início e no final de quase todas as epístolas do Novo Testamento. Sempre suas orações começam fazendo menção do nome de Deus-Pai, e só depois mencionam o nome de Jesus, chamando-o de Senhor.

“Graça seja convosco, e paz, da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus” (I Cor. 1:3-4).

Todas as nossas orações devem ser direcionadas somente para Deus-Pai, e nunca para Jesus. Sempre percebi que nas igrejas a maioria dos crentes ora diretamente para Jesus, suplicando as bênçãos. E isso é um grande erro. Jesus ordenou que devêssemos pedir ao Pai aquilo que necessitássemos que Ele (o Pai) o concederia. No Evangelho de João tem alguns versículos traduzidos de forma tendenciosa, somente para induzir o crente a pensar que devemos fazer pedidos a Jesus em oração. A frase “eu o farei”, de João 14:13, etc, foi traduzida de forma tendenciosa. É o Pai que fará, e não o Filho. Jesus também roga por nós diante do Pai, mas quem concede as bênçãos é o Pai. Na verdade, a oração deve ser feita diretamente para o Pai, em nome de Jesus. Ou seja, devemos orar ao Pai suplicando as bênçãos e fazendo menção do nome de Cristo, o qual ensinou seus discípulos a assim fazer as orações.

Jesus não ensinou a oração do Jesus-Nosso. Ele ensinou a oração do Pai-Nosso.

“Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. Amém” (Mateus 6:9:13).

“Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (João 15:16).

“Naquele dia nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo que tudo quanto pedirdes ao Pai, ele vo-lo concederá em meu nome” (João 16:23).

Repare que em João 16:23 a expressão “em meu nome” foi trocada de posição na frase. A tradução correta do versículo é assim:

“Naquele dia nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá”.

VI – DEUS NÃO CUIDA DIRETAMENTE DOS SERES HUMANOS. SÃO OS ANJOS QUE CUMPREM ESSE PAPEL

Quem protege os humanos, servos de Deus, são os anjos. Deus não cuida diretamente dos seres humanos. Os anjos é que exercem esse ofício. Quando oramos a Deus, não é Ele que houve diretamente as nossas orações. São os anjos que ouvem as orações e se encarregam de levá-las até o trono de Deus e depois trazer a resposta. Deus não anda bisbilhotando a vida de ninguém. Ele não fica olhando o que marido e mulher ficam fazendo entre quatro paredes. Até mesmo os anjos agem com descrição e não violam a privacidade dos humanos. Quando o cristão ora a Deus, ele deve deixar a porta do seu quarto aberta, para que o anjo do lado de fora, possa ouvir a sua oração. De preferência devemos orar em lugares abertos para que os anjos fiquem mais à vontade para ouvir as orações. Jesus e seus discípulos sempre oravam em lugares abertos, principalmente nos montes.

Os anjos da guarda protegem invisivelmente os humanos que servem a Deus. Mas nem sempre eles são eficientes na proteção, pois, não conseguem evitar muitas tragédias.

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Salmo 34:7).

A nossa oração não deve ser direcionada ao anjo da guarda, mas somente para Deus. Também jamais devemos orar diretamente para Jesus; todas as nossas queixas, pedidos e agradecimentos devem ser feitos a Deus-Pai, fazendo menção do nome de Jesus. Jesus nunca ensinou que devemos pedir algo a ele em oração. Antes, ensinou que tudo dever ser pedido ao Pai em seu nome.

VII – OS ANJOS NÃO POSSUEM ASAS

Os anjos não possuem asas. Esse ensino de que anjos possuem asas é outro grave erro que vem sendo ensinado durante séculos. Todos os anjos que apareceram aos humanos, relatados na Bíblia, não possuíam asas. As asas dos querubins da visão dos profetas Ezequiel, Isaías e João não são reais, são asas artificiais ou asas que funcionam como adornos, movidas a motor. O profeta Ezequiel disse que ouviu o estrondo das asas dos querubins. Os querubins da visão de Ezequiel 1 e 10 não são reais; esses querubins eram esculturas de anjos alados feitas ao redor da grande arca celestial que sustenta o trono de Deus. Em todas as pinturas e gravuras de anjos que os humanos fazem, todos eles são retratados como possuindo asas com penas de aves. E anjos possuindo asas com penas de aves não procede. Se algum anjo tiver asa, sua asa deve ser igual à asa de um morcego.

Um fanático pode dizer que os anjos não usam asas quando se materializam para manter contato com os humanos. Mas, aí é que está a contradição. Se os anjos são seres espirituais, para que lhe servem as asas no mundo espiritual, visto que lá não existe a força de gravidade? E se os anjos se materializam, aí sim, era necessário o uso de asas, pois, no nosso mundo físico existe a força de gravidade. E as asas seriam necessárias para sua locomoção a longas distâncias.

Pelo visto, é tanta loucura que esses crentes carregam em suas mentes, que é trabalhoso desmenti-las uma por uma.

VIII – NÃO EXISTE UM SANTUÁRIO CELESTIAL COM UMA SUPOSTA ARCA DA ALIANÇA PEQUENA, IGUAL À ARCA PERDIDA QUE MOISÉS CONSTRUIU PARA SER POSTA NO SANTUÁRIO TERRENO. DA MESMA FORMA, NÃO EXISTE UMA CIDADE CELESTIAL DENOMINADA DE NOVA JERUSALÉM

A Arca da Aliança que Deus ordenou a Moisés que construísse para guardar dentro dela as duas tábuas da Lei, uma amostra do maná dado aos hebreus no deserto e a vara de Arão, era uma réplica perfeita do objeto móvel que carrega o trono de Deus nos céus. As esculturas dos querubins com asas estendidas, um de frente para o outro, sobre a Arca é semelhante às esculturas dos querubins das visões de Ezequiel (cap. 1 e 10), de Isaías (cap. 6) e de João (cap. 4 de Apocalipse) colocadas ao redor do objeto móvel que carrega o trono de Deus.

O santuário celestial, descrito nas visões de João no Apocalipse, trata-se de uma grande nave-mãe, na qual fica a Arca da Aliança, que é o objeto móvel que sustenta o trono de Deus. Se o santuário da visão de João, que se abriu no céu, fosse realmente um santuário igual ao erigido por Salomão, ele não teria um trono. E se o texto diz que nele está o trono de Deus, logo, ele não pode ser um santuário igual ao que Deus ordenou Salomão construir. No Santuário (Grande Templo) que Deus ordenou Salomão construir não existia um local ou compartimento especial chamado de trono de Deus. A Arca da Aliança é o objeto que simbolizava esse trono de Deus. É de sobre a Arca da Aliança, de entre os dois querubins, que Deus se manifestava e se ouvia sua voz.

O altar e o incensário que João diz ter visto nas visões do Apocalipse não são literais. Se as taças de ouro continham as orações dos santos, logo, percebe-se que tais objetos e coisas não são literais; são apenas representações simbólicas.

“Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos” (Apoc. 5:8).

“Veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para que o oferecesse com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono. Depois do anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o lançou sobre a terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto” (Apoc. 8:3-5).

A cidade de Nova Jerusalém que João diz que via descer do céu, nas visões do Apocalipse, não é uma cidade literal, feita de ouro e pedras preciosas. Tudo isso é imaginação fértil dos crentes fanáticos. A cidade é simbólica e representa a comitiva dos 144 mil judeus que foram salvos e arrebatados da Terra. O próprio anjo explica a João quem é a grande cidade, e diz que é a esposa do Cordeiro que descia do céu como uma noiva ataviada para o noivo.

“E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. (…) E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das sete últimas pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a santa cidade de Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, tendo a glória de Deus; e o seu brilho era semelhante a uma pedra preciosíssima, como se fosse jaspe cristalino; e tinha um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (Apoc. 21:2-12).

Paulo diz que a “nossa pátria está nos céus”. Mas, isso é um grande equívoco de Paulo. Pois, nenhum humano vai habitar permanentemente nos céus, morada dos seres aperfeiçoados. A habitação dos humanos salvos será sempre aqui neste planeta Terra.

Em duas passagens o apóstolo Paulo faz referência a uma suposta cidade de Jerusalém celestial. Mas isso também é outro grande equívoco, pois, não existe nenhuma cidade nos céus denominada de Jerusalém ou nova Jerusalém.

“Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é nossa mãe” (Gálatas 4:26).

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos” (Hebreus 12:22).

O nome JERUSALÉM é um nome terreno, originário da antiga língua dos cananeus. Portanto, nenhum objeto ou coisa do céu pode ter nomes terrenos. “Jerusalém” significa “cidade de paz”. JERU=CIDADE e SALÉM=PAZ. O sacerdote Melquisedeque era rei de Salém, que significa “paz”, uma cidade cananéia. 

Portanto, o nome “Nova Jerusalém” se refere ao grupo dos redimidos e dos 144 mil que formam a Noiva do Cordeiro, que irá descer dos céus para reinar com Cristo eternamente aqui na nova Terra restaurada.

IX – A SALVAÇÃO NÃO É PELA FÉ, MAS PELAS OBRAS

Ninguém será julgado segundo a sua fé, mas segundo as suas obras. Paulo afirmou que a salvação é somente pela fé, e não pelas obras, para que ninguém se glorie. Ora, isso é um grande equívoco de Paulo, pois, esse ensino não está de acordo com o Evangelho de Cristo. Jesus fez muita ênfase à prática de boas obras e as respectivas recompensas. E uma das recompensas das boas obras é a salvação do crente. Duvida?

Veja isso. Os crentes pensam que vão ser recompensados no céu, recebendo coroas de glória e galardões, e que uns serão mais galardoados que outros. Ora, se vai haver salvos mais galardoados que outros, então, estes hão de que se gloriar. Se não, que importância terá ser mais galardoado que outro, se não poderá manifestar uma alegria maior diante dos demais?! Se um salvo vai se gloriar no céu por ter recebido mais galardões que outros, então, por que alguém não poderia se gloriar de ter alcançado a salvação através da prática de boas obras?

Na igreja aprendemos que Deus vai recompensar os fiéis, aqueles que muito fizeram pela sua obra aqui na Terra, e inclusive irá conceder coroas de glórias e muitos galardões aos vencedores. O ensino teológico tradicional diz que os salvos receberão a recompensa segundo as suas obras. Paulo diz que todos os salvos deverão comparecer ante o tribunal de Cristo para serem julgados e recompensados de acordo com o que fizeram com o corpo, o bem ou o mal, mas segundo os intérpretes tradicionais, isso não quer dizer um julgamento para obtenção da salvação. Mas, afirmo que esse julgamento também é para a salvação. Jesus mesmo disse que a salvação está condicionada à prática de boas obras. Disse ainda que nem todo o que me diz “Senhor, Senhor” entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Deus. Ou seja, não adianta dizer que crê em Jesus pela fé, se não praticar boas obras. A fé sozinha não irá salvá-lo. E qual é a vontade de Deus? A vontade de Deus é que os seus filhos pratiquem as boas obras, que deem atenção aos pobres e necessitados. A prática das boas obras não visa comprar a salvação. O ato de caridade é algo inerente ao cristão. Se você ama a Cristo e faz a vontade de Deus, então você ama naturalmente o próximo, você ajuda o seu semelhante necessitado.

Não é doando aos pobres uma pequena parte da sua fortuna que você alcançará salvação. Todos os aspectos da sua vida também contarão para a salvação. Por exemplo, existem vários bilionários no mundo que doam alguns milhões de sua fortuna para assistência social, mas não estão nem aí para Deus. Ora, isso é hipocrisia. E também sabemos que 1% dos humanos concentra para si a maior parte de toda a riqueza do mundo, e não querem dividi-la com ninguém.

Se você é rico e quer realmente conquistar a salvação através das boas obras, então, venda tudo o que você tem e doe para os pobres, e viva uma vida piedosa seguindo a Jesus. Foi isso que Jesus ensinou a um jovem rico que perguntou o que deveria fazer para obter a vida eterna. Jesus perguntou se ele guardava os mandamentos da Lei, e ele respondeu que sim. Então, disse: “Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens e reparte como os pobres, e terás um tesouro no céu; depois vem, e segue-me” (Lucas 18:22).

O apóstolo Tiago foi quem mais combateu o ensino de Paulo de que a salvação é somente pela fé. Tiago disse que a fé sem as obras é morta. Disse Tiago: “Mostra-me tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas obras”. Tiago diz textualmente que a salvação não é somente pela fé, mas também, e principalmente pelas obras. Justificação pelas obras e salvação pelas obras são a mesma coisa.

“Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé” (Tiago 2:24).

Agora vem a prova final. No capítulo 25 de Mateus Jesus diz que os salvos serão postos à sua direita, e os perdidos à sua esquerda. Depois ele explica por que os que estão à sua direita alcançaram a salvação, e os que estão à sua esquerda alcançaram a perdição. Alcançaram a salvação através da prática de boas obras. O julgamento que Jesus se refere em Mateus 25 é parecido com o do grande Trono Branco descrito em Apocalipse. Confira.

MATEUS 25
31 Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
32 e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos;
33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda.
34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35 porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;
36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me.
37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.
41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos;
42 porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43 era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes.
44 Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?
45 Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim.
46 E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.

“E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o hades entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras” (Apoc. 20:12-13).

“Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal” (II Cor. 5:10).

“A obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo” (I Cor. 3:13-15).

X – JESUS NÃO É DEUS, NEM ONISCIENTE NEM ONIPRESENTE

Jesus disse: “Onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.

Veja o que escrevi há um tempo atrás, falando a respeito do atributo “onipresença de Jesus”.

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Quanto ao atributo ONIPRESENÇA de Jesus, os trinitarianos utilizam a seguinte declaração para sustentar seus argumentos: “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20) e também: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20). Novamente os trinitarianos pecam por fazer uma interpretação literal do texto. Jesus não é Deus, portanto, Ele não é onipresente. Jesus nada mais quis dizer que estaria “presente em espírito”, e não presente literalmente. Se Jesus é Deus e possui o atributo da “onipresença” – porque disse o que citei anteriormente -, então o nosso irmão Paulo de Tarso também é “Deus”. Olha o que ele disse: “Porque ainda que eu esteja ausente quanto ao corpo, contudo em espírito estou convosco, regozijando-me, e vendo a vossa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo” (Col. 2:5). Então, Paulo estava blasfemando de Deus, dizendo-se ser onipresente, se fazendo presente em espírito no meio dos crentes de Colosso? A mesma coisa os crentes pensam de Jesus: “Ele não está presente fisicamente aqui conosco, mas espiritualmente Ele está”. Só que os crentes imaginam que essa “presença espiritual” de Jesus no meio dos crentes é por motivo de Ele ser Deus onipresente. Só que Jesus nunca está em FORMA DE ESPÍRITO” no meio dos crentes. Se os crentes esperam a volta de Jesus é porque Ele não está aqui neste mundo. O que se faz presente no meio dos crentes é o “espírito de Cristo”, isto é, “a força de fé e perseverança de Cristo”, ou “a mensagem que Ele nos ensinou, o seu Evangelho”. Isso que quer dizer Jesus estar presente (em espírito) no meio dos crentes. No entanto, se Jesus quiser vir aqui na Terra qualquer dia, Ele vem. Só que dependendo de onde estiver, Ele pode demorar a chegar até aqui no planeta Terra. Veja em Daniel 10:13,21 que Jesus diz que passou 21 dias para trazer a resposta da oração de Daniel. Nesse caso Jesus veio como um anjo poderoso em caráter extraordinário. Esse Anjo que luta com Miguel contra os príncipes da Pérsia e da Grécia não é o Gabriel, pois Gabriel não é arcanjo, não é anjo de guerra; é apenas um mensageiro especial de Jeová. Segundo Lucas 1:19,26 Gabriel é um anjo mensageiro e não um arcanjo. Jesus declara que o arcanjo Miguel é um dos primeiros príncipes. Se existem vários príncipes, porque só Miguel ajuda Jesus? É porque Miguel é o comandante-mor dos exércitos do Céu. João disse: “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta” (Apoc. 1:10). Mesmo que o “espírito” saia do corpo físico, isso não significa que o “espírito” é onipresente. Supondo que Jesus tenha o poder de desintegrar o seu corpo (seja ele físico ou espiritual) e se apresentar na forma de espírito, isso não significa que o seu espírito será onipresente. Engraçado que Jesus não é onipresente, mas os trinitarianos acham que Satanás é onipresente, pois eles costumam citar o texto de Tiago que diz que o Diabo anda ao nosso derredor querendo nos tragar. Ou seja, o Diabo anda ao derredor dos crentes aqui no Brasil, e no mesmo instante ele está andando ao derredor dos crentes lá no Canadá, nos EUA, na África e na Europa. Eles acham que Satanás se incorpora numa pessoa lá em Brasília e ao mesmo tempo ele está incorporado num pai-de-santo lá em Codó, no Maranhão.
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Para os crentes fanáticos, Satanás é mais onipresente que Jesus.

Use a racionalidade a seu favor, e não a ignorância. Somente os fracos de espírito se deixam dominar pela ignorância.

Jesus disse que “bem-aventurados são os pobres de espíritos, porque deles é o reino dos céus”. Ora, “pobre de espírito” é bem diferente de “fraco de espírito”. Pobres de espírito são aquelas pessoas símplices, sem conhecimento, sem saber humano, sem cultura. Mas isso não impede que ela use sua capacidade de raciocínio, para discernir o que é real ou absurdo. Geralmente os fracos de espírito agem por ignorância, e são presas fáceis dos enganos religiosos. Os fracos de espírito acreditam facilmente em promessas de políticos sem caráter.

Ninguém pode ser onisciente e onipresente, nem mesmo Deus. Sei que essa afirmação choca as pessoas de senso comum, mas a pessoa que usa plenamente sua racionalidade compreende essas coisas, diferente do ateu, que ignora tudo.

Temos que parar com essa loucura religiosa de usar a ignorância como se fosse atitude de uma pessoa sábia.

O crente fanático diz que “Deus é Deus”, e não se importa se o que ele acredita é absurdo ou não. Ele não usa plenamente a sua racionalidade porque o engano religioso lhe impede de discernir as coisas de forma racional. Ele não procura analisar as coisas de forma racional e na sua ignorância diz que quando estiver lá no céu, vai saber de tudo.

Deus não é onisciente, porque ninguém neste mundo físico ou em qualquer outro mundo, ou dimensão cósmica, pode saber todas as coisas. Se Deus fosse onisciente, então, Ele seria culpado de tudo de ruim que acontece no mundo, e o próprio responsável pela desgraça do homem. E quem deveria estar no banco de réu seria Ele, e não Satanás ou os humanos.

A ignorância humana é que faz com que pessoas acreditem que Deus é uma mente universal, que sabe de tudo e controla todas as coisas. Outros dizem que acreditam pela fé. Ora, isso é a mesma coisa que dizer que acredita através da ignorância. Há muitos tipos de fé, e a pior delas é essa de acreditar em algo que não temos certeza se realmente existe. Deus sabe de muitas coisas porque ele é bem informado pelos seus anjos. E o futuro que Deus diz saber não é natural, mas um futuro planejado. Ele prevê o que acontecerá no futuro e faz com que aquilo que predisse aconteça exatamente como anunciou. A descrição sobre a onisciência de Deus que o salmista faz no Salmo 139 não deve ser tomada ao pé da letra, isto é, não deve ser entendida de forma literal. Aquilo que escreveu no Salmo 139 são versos poéticos para exaltar Deus de forma exagerada e apaixonante. Se tudo o que está escrito no Salmo 139 deve ser entendido de forma literal, então, da mesma forma deve ser entendido o Salmo 18.

Jesus disse que até os cabelos da nossa cabeça estão todos contados. Porém, tal declaração não deve ser entendida de forma literal. O próprio relato bíblico pode estar errado. Veja, exemplo, onde está o erro nos relatos de Mateus e Lucas:

“Não se vendem dois passarinhos por um asse? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai. E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois, mais valeis vós do que muitos passarinhos” (Mateus 10:29-30).

“Não se vendem cinco passarinhos por dois asses? E nenhum deles está esquecido diante de Deus. Mas até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois mais valeis vós do que muitos passarinhos” (Lucas 12:6-7).

Mateus diz que “nenhum passarinho cairá em terra sem a vontade do Pai”; enquanto que Lucas relata que “nenhum passarinho está esquecido diante de Deus”.

Então, qual foi a declaração correta de Jesus? Acredito que foi esta de Lucas.

Quando Jesus fez essa declaração de que até os cabelos da nossa cabeça estão contados, ele estava falando a respeito da providência divina, querendo dizer que Deus sabe das nossas necessidades, mesmo antes de nos queixarmos para Ele. Ora, Deus sabe das nossas necessidades não por causa de uma suposta onisciência, mas porque Ele é informado pelos anjos sobre as nossas necessidades. A expressão “até os cabelos da vossa cabeça estão contados”, empregado por Jesus, é um exagero de linguagem, para afirmar que Deus sabe de tudo a nosso respeito, não porque seja onisciente, mas porque recebe informações repassadas pelos anjos.

Você, que não é fraco de espírito, e faz uso pleno da sua racionalidade, acha mesmo que Deus anda contando os cabelos de todos os seres humanos, e fica fazendo e refazendo contas todos os dias, por causa dos cabelos que caem ou que são cortados? Só mesmo uma pessoa entorpecida por engano religioso acredita em tal absurdo.

Para saber mais a respeito desse tema “onisciência”, leia os posts mais antigos do meu blog.

Deus também não é onipresente. Se Deus fosse onipresente, então ele não seria um Deus pessoal, mas uma força cósmica, a própria força que controla os elementos químicos do Universo. E quem imagina Deus dessa forma não age de forma racional, mas por pura ignorância.

A herética doutrina da trindade diz que Jesus é Deus, e que, portanto, também é onisciente e onipresente. E fico imaginando o que leva o ser humano a inventar tamanha mentira para iludir os fracos de espírito!

Quando Jesus subiu aos céus uns anjos apareceram aos presentes dizendo que Jesus voltaria do mesmo modo que o tinham visto subir.

A Bíblia diz que quando Jesus retornar, todo olho o verá. Muitos acreditam que todos o verão ao mesmo tempo por causa das redes de TV que noticiarão o fato ao vivo. E uma pessoa de mente sã não pode imaginar que Jesus será visto por todos por ser Deus, onipresente. Quando os discípulos viram Jesus subir aos céus, somente eles presenciaram esse fato. Quem estava em outra cidade, não presenciou o fato. Portanto, o Jesus que subiu aos céus é o mesmo que irá voltar, em carne e osso, e não voltará como um ser espiritual e onipresente.

Jesus, antes de vir a este mundo, era um ente divino aperfeiçoado. Depois que se encarnou, ele se tornou um ser híbrido, isto é, um ser composto de parte humana e divina. E ele voltará na forma humana para governar a Terra e reger as nações com os redimidos.

Jesus e os anjos se locomovem através de naves espaciais invisíveis. Quando Jesus subiu aos céus, após a ressurreição, o relato bíblico diz que uma nuvem o encobriu. E no livro de Ezequiel 1 o profeta tem a visão de uma nave espacial que vem camuflada envolta em uma nuvem, mas dava para ver o fogo emitido pelas turbinas da nave. Na verdade, o que Ezequiel teve não foi uma visão de algo espiritual, mas o vislumbre de algo físico e real. Pois, ele havia sido abduzido, e imaginava estar em outro mundo, ou num mundo espiritual, enquanto que ele estava aqui mesmo na Terra.

EZEQUIEL 1
2 No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim,
3 veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.
“4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar.
5 E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem;
6 cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas.
7 E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido.
8 E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim:
9 Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si;
10 e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia;
11 assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles.
12 E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam.

O que Ezequiel contemplou nesta visão foi uma nave espacial. A Arca da Aliança que Deus ordenou Moisés confeccionar é uma réplica exata dessa nave espacial da visão de Ezequiel. Ela carrega o trono de Deus que fica posto sobre ela. Veja mais detalhes dessa visão no capítulo 10.

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Texto Produzido Por Miquels7
Manaus, 19 de Novembro de 2017.

19/11/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

O PRÊMIO NOBEL DE TEOLOGIA PARA MIQUELS7

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Uma das grandes questões debatidas entre os religiosos e teólogos em todas as épocas é sobre a existência de Deus, e também a questão da criação da Terra e do Universo. E sabemos que existem várias escolas teológicas com suas explicações mirabolantes sobre esses temas. Mas, os fanáticos preferem ficar com a explicação superficial de alguns textos da Bíblia, apoiados por uma fé cega.
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Na era glacial

Só existe uma passagem bíblica onde o próprio Deus declara de forma indireta que foi Ele quem criou a Terra. Isaías 45:12. Porém, esta passagem bíblica foi proferida por um profeta, em nome de Deus. E poucos sabem que os profetas falavam coisas de sua própria cabeça, além do que Deus lhes tinha ordenado falar. O crente fanático pensa que Deus falava direto na mente e nos ouvidos do profeta para ele falar ou escrever tudo aquilo que está nos livros. No entanto, eram poucas as palavras que Deus revelava e ordenava o profeta falar. O resto eram pensamentos que ele mesmo inventava e falava de forma apaixonante ou tresloucada sobre Deus. Não vou me deter aqui mostrando como Deus se revelava aos profetas, pois, já publiquei estudos sobre isso no meu blog. Só quero que entendam que Deus só se revelava aos profetas durante a noite, quando este estava dormindo. Pergunte a um bom teólogo sincero e honesto e ele vai te confirmar essa verdade. Todas as palavras que os profetas receberam da parte de Deus para falar ao povo, eles receberam em sonhos ou em visões da noite. E Deus mesmo diz no livro de Deuteronômio que só se revelava aos profetas dessa forma. Portanto, o livro de Isaías é muito grande para acreditarmos que tudo que lá está escrito foi revelação de Deus. Só o capítulo 45 de Isaías é bastante extenso, e sabemos que o que Deus revelou ao profeta para falar a respeito de Ciro, o rei da Pérsia, que iria conquistar o Egito e a Babilônia para libertar o povo de Israel do cativeiro, foi poucas palavras. O restante foi apenas incremento da própria mente do profeta Isaías. Neste mesmo capítulo temos frases próprias do profeta Isaías, e que não tem nada com a mensagem que Deus lhe ordenara falar.

“Eu é que fiz a Terra, e nela criei o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todo o seu exército dei as minhas ordens”.

Por certo, Deus não mandou Isaías falar um monte de coisas que falou sobre Ele somente neste capítulo 45. Igualmente o salmista Davi também falou um monte de frases poéticas e apaixonantes a respeito de Deus, o que não se constitui numa verdade absoluta todas as suas frases. Isso se evidencia nos Salmos 18 e 139. Se for uma verdade absoluta tudo o que Davi escreveu sobre Deus no Salmo 139, então deve ser verdade absoluta a forma como Deus é conforme ele a descreve no Salmo 18: Deus é um dragão que solta fumaça pelas narinas e cospe fogo, e monta num querubim e voa sobre as asas do vento.

Tem momentos que Isaías pára um pouco de falar coisas delirantes sobre Deus no capítulo 45 e escreve frases mais lúcidas e racionais. Veja:

“Verdadeiramente tu és um Deus que te ocultas, ó Deus de Israel, o Salvador. Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntos em ignomínia os que fabricam ídolos. Mas Israel será salvo pelo Senhor, com uma salvação eterna; pelo que não sereis jamais envergonhados nem confundidos em toda a eternidade” (Isaías 45:15-17).

Nesse texto supracitado parece que Isaías volta à sua racionalidade e fala como uma pessoa lúcida.

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Existem casos de profetas na Bíblia que falaram de coisas além do que Deus tinha ordenado falar, e profetizaram mentiras. Veja o caso de Hananias e tire suas conclusões. Será que Isaías e Jeremias não falaram de coisas além do que Deus lhes ordenou falar?
 
Jeremias 28:
 
“5 Então falou o profeta Jeremias ao profeta Hananias, na presença dos sacerdotes, e na presença de todo o povo que estava na casa do Senhor.
6 Disse pois Jeremias, o profeta: Amém! assim faça o Senhor; cumpra o Senhor as tuas palavras, que profetizaste, e torne ele a trazer os utensílios da casa do Senhor, e todos os do cativeiro, de Babilônia para este lugar.
7 Mas ouve agora esta palavra, que eu falo aos teus ouvidos e aos ouvidos de todo o povo:
8 Os profetas que houve antes de mim e antes de ti, desde a antigüidade, profetizaram contra muitos países e contra grandes reinos, acerca de guerra, de fome e de peste.
9 Quanto ao profeta que profetuar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, então será conhecido que o Senhor na verdade enviou o profeta.
10 Então o profeta Hananias tomou o canzil do pescoço do profeta Jeremias e o quebrou.
11 E falou Hananias na presença de todo o povo, dizendo: Isto diz o Senhor: Assim dentro de dois anos quebrarei o jugo de Nabucodonozor, rei de Babilônia, de sobre o pescoço de todas as nações. E Jeremias, o profeta, se foi seu caminho.
12 Então veio a palavra do Senhor a Jeremias, depois de ter o profeta Hananias quebrado o jugo de sobre o pescoço do profeta Jeremias, dizendo:
13 Vai, e fala a Hananias, dizendo: Assim diz o Senhor: Jugos de madeira quebraste, mas em vez deles farei jugos de ferro
14 Pois assim diz o Senhor dos exércitos o Deus de Israel Jugo de ferro pus sobre o, pescoço de todas estas nações, para servirem a Nabucodonozor, rei de Babilônia, e o servirão; e até os animais do campo lhe dei.
15 Então disse o profeta Jeremias ao profeta Hananias: Ouve agora, Hananias: O Senhor não te enviou, mas tu fazes que este povo confie numa mentira.
16 Pelo que assim diz o Senhor: Eis que te lançarei de sobre a face da terra. Este ano morrerás, porque pregaste rebelião contra o Senhor.
17 Morreu, pois, Hananias, o profeta, no mesmo ano, no sétimo mês.
 
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Embora Gênesis 1:1 diga que Deus criou os céus e a Terra, mas tal declaração não foi feita diretamente por Ele, e sim, pelo autor da narrativa da criação, que supostamente atribui-se a Moisés. Todas as outras passagens que afirmam que Deus criou os céus e a Terra foram declarações feitas por profetas, por salmistas e por alguns escritores do Novo Testamento. Nem mesmo Jesus chegou a afirmar que Deus, o Pai, criou os céus e a Terra.

Apesar de no Antigo Testamento ter alguns textos afirmando que Deus criou os céus e a Terra, isso não foi suficiente para os escritores neotestamentários afirmarem categoricamente que Ele criou todas as coisas. E a prova está na declaração do autor da Carta aos Hebreus, onde ele declara explicitamente que os crentes acreditam que Deus criou o mundo apoiados apenas na fé. E fé cega. Pois, fé não é prova de nada. Crer que algo existe apenas se baseando pela fé, não é prova de nada, não é atitude racional, e sim, loucura de religioso fanático. Se alguém diz que acredita em algo pela fé, tal crença deve ser entendida como uma dúvida e não como uma certeza ou verdade absoluta. Se Paulo diz que os crentes acreditam através da fé que Deus criou os mundos e a Terra, isso mostra que não é prova suficiente o que se fala a respeito de Deus nas páginas do Antigo Testamento.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. (…) Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:1-3).

A fé até pode ser o fundamento das coisas que se esperam. Mas, afirmar que fé é a prova das coisas que não se veem, aí já é absurdo e tolice de fanático religioso. Repito: fé não é prova nada. Se fé é a prova e certeza de algo que você acredita, então, amanhã vá a uma casa lotérica e jogue na mega-sena, tendo bastante fé que você vai ganhar, e depois me conta.

Há vários tipos de fé: 1) a fé comum, sinônimo de confiança e esperança, que qualquer ser humano possui; 2) a fé que assegura a confiança do crente no perdão de seus pecados e na certeza da salvação; 3) a fé que faz o crente remover montanhas, isto é, a fé que torna uma pessoa otimista, de tal forma que ela consegue realizar o impossível; 4) e a fé cega (ou burra), que faz o crente acreditar em coisas que não tem certeza se existe. É a respeito dessa fé que estou falando. Quem faz uso da fé cega não está agindo racionalmente, não está fazendo uso 100% da sua racionalidade. A pessoa se deixa levar por paixões religiosas e se torna cega, a tal ponto de pautar o seu viver por crendices tolas.

Mateus 17:20
“Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível”. [Este é o 3º tipo de fé].

Eu acredito em Deus, mas num Deus que se pode explicar, num Deus possível de existir. Agora, quem acredita num Deus que não se explica é um fanático religioso, louco e tolo. Não acredito em Deus da forma como 99% dos crentes acreditam porque faço 100% uso da minha racionalidade, e não me deixo levar por fanatismo religioso e tolice. Procure ler os textos do meu blog para saber o que penso sobre Deus.

FALANDO A RESPEITO DA CRIAÇÃO DA TERRA

A minha teoria sobre do que se trata a narrativa do capítulo 1 de Gênesis é imbatível. Até agora não li e não soube sobre outro estudante da Bíblia ou teólogo que tenha tido ideia semelhante à minha a respeito da narrativa da criação em Gênesis 1. O que li é que certo escritor, explicando sobre a existência dos dinossauros, disse que o planeta Terra não foi criado há 6 ou 7 mil anos atrás, e que também não foram criadas todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Esse escritor chegou a cogitar que a Terra estava um caos e vazia por causa da queda de um meteoro na Península de Yucatan, no México, há 65 milhões de anos, que dizimou a maioria dos animais e todos os dinossauros de sobre a terra. Outro escritor disse que a Terra estava um caos devido Deus ter expulsado Satanás do Céu e este lançado na Terra, e corrompido os antigos habitantes. Por causa disso, Deus teve que intervir e destruir tudo, lançando um meteoro sobre a Terra. Porém, eu mesmo já defendi a tese de que os dinossauros foram seres monstruosos criados pelo antigo regente da Terra, chamado de querubim ungido, que se tornou Diabo e Satanás. Deus interviu e destruiu aquelas criaturas monstruosas. Depois, voltou à Terra e criou seres vivos normais.

Tem um escritor fanático que escreveu um texto mirabolante explicando porque Deus não criou a Terra e o mundo num piscar de olhos, já que ele é Todo-Poderoso, mas criou todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Considero tal explicação uma grande tolice. Tudo isso é fruto de fanatismo religioso, ignorância e falta de usa pleno da racionalidade. Se é que essa pessoa se acha um ser racional.

A MINHA TEORIA SOBRE A NARRATIVA DA “CRIAÇÃO” DE GÊNESIS É INÉDITA

A narrativa da “criação” de Gênesis não tem características de uma verdadeira obra que surgiu do nada, vinda da parte de um Deus considerado Todo-Poderoso, porque apresenta contrapontos e certos absurdos, se imaginado do ponto de vista cronológico.

Na verdade, a cronologia da criação de Gênesis está corretíssima, mas não explicada do ponto de vista religioso, mas, científico.

A narrativa da criação de Gênesis trata da transição da Terra do último período glacial. O último período glacial terminou entre 12 mil e 40 mil anos atrás. E essa glaciação não durou muitos anos, e também não se deu há 65 milhões de anos, no período do extermínio dos dinossauros. Essa glaciação se deu no tempo do reino dos Atlantes, uma primeira raça de humanos que existiu na Terra e que era controlada pelos deuses caídos há 100 mil anos atrás. Deus teve que destruir o reino dos Atlantes de sobre a Terra porque eles se tornaram civilizados e grandes pecadores, e adoravam e serviam ao querubim caído, Satanás, e não a Ele. Satanás transmitiu todo tipo de conhecimento a esse povo. E o mesmo ele fez, engando Eva e Adão, passando o conhecimento proibido. O reino dos Atlantes foi destruído por um meteoro que caiu sobre o reino que se localizava no meio do atual Oceano Atlântico, e que submergiu sob as águas do mar, tendo restado apenas vestígios desse povo por várias partes do planeta, na América do Sul, na costa da África e na Europa. O antigo escritor grego, de nome Platão, foi o que mais escreveu sobre a existência do povo que habitava na lendária Atlântida. Arqueólogos japoneses encontram vestígios da lendária cidade de Atlântida sob as águas profundas do Oceano Atlântico. E ainda existem várias pesquisas em andamento. Quando Deus criou uma nova raça de humanos (Adão e Eva), nesse tempo ainda existiam os sobreviventes do reino dos Atlantes. Foi desse povo que Caim teve medo ao ser expulso de perto de sua família depois que matou seu irmão Abel. Caim temeu e disse para Deus que seria fugitivo na terra e poderia ser morto por quem o encontrasse. Mas quem poderia matar Caim, se naquele tempo só existia ele e seus pais, Adão e Eva? É óbvio que existiam outras tribos de humanos habitando por perto, por isso Caim temeu ser morto. E para que Caim não fosse capturado e morto, Deus colocou-lhe um sinal. E com certeza esse “sinal” que Deus colocou em Caim foi a mudança da coloração de sua pele, para que se parecesse com a pele dos Atlantes, de tal forma que ele seria confundido como um membro da tribo estranha.

E todo estudante da Bíblia deve saber que existem duas narrativas da criação no início do livro de Gênesis. A primeira narrativa vai do primeiro capítulo até o verso 3 do segundo capitulo. A primeira narrativa Moisés tomou do antigo povo sumério, pois, ele foi educado na corte egípcia e era príncipe, e teve contato com muitos livros e aprendeu sobre história antiga com os sacerdotes dos deuses. Nessa narrativa o nome empregado para Deus é “Elohim”, que significa literalmente “os deuses”.

Na primeira narrativa da criação de Gênesis, Deus cria primeiramente as plantas e os animais, e por último cria o homem. Já na segunda narrativa, que começa em 2:4, Deus cria primeiramente o homem, e só depois as plantas e os animais. Nesse narrativa o nome empregado para Deus é YHW (Jeová ou Javé), e tudo indica que esse texto foi tomado do povo hebreu, ancestrais de Moisés. Porém, há um absurdo nessa narrativa. Tem crente que diz que Deus faz nascer uma flor no galho seco de uma árvore e uma planta no deserto. Mas, em Gênesis 2:5 diz que Deus não teve poder para fazer nascer nenhuma planta porque ainda não tinha feito chover sobre a terra. Ora, quer dizer que Deus só podia fazer nascer as plantas se chovesse? Que Deus Todo-Poderoso é esse? E tem crente bobo que imagina que Deus criou as plantas no 3º dia, tudo num período de 24 horas. O texto é bem explícito e diz que Deus teve que esperar chover sobre a terra para poder fazer nascer as plantas, pois, antes disso, só havia um vapor que subia da terra, e regava toda a face da terra, porém, chuva forte não havia. Isso significa que Deus passou mais de um dia esperando chover para poder criar as plantas. Logo, os dias da criação não foram períodos de 24 horas.

“Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus, não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado” (Gênesis 2:4-8 – Esse é o início da segunda narrativa da criação).

Existe uma respeitada estudiosa do Antigo Testamento, chamada Ellen van Wolde, da Universidade de Radboud, na Holanda, que defende a tese de que Deus não criou a Terra e os mundos. Ela diz que o verbo “bara” de Gênesis 1:1 não significa “criar algo do nada”, mas significa “separar”. Segundo ela, a frase correta de Gênesis 1:1 é assim: “No princípio Deus separou os céus e a terra”. Em outras palavras, “No princípio os deuses (elohim) separam os céus e a terra”. Isto é, separou as águas e a parte seca, as águas que estavam debaixo e acima do firmamento.

Mas, a minha explicação não é assim. Toda a narrativa da suposta criação de Gênesis bate direitinho com a sequência de acontecimentos que ocorrem durante a transição de um período glacial.

A primeira narrativa da criação de Gênesis foi baseada em informações obtidas dos sumérios. E tais informações os sumérios tomaram do povo descendente dos Atlantes, que sobreviveram à grande catástrofe, vivendo em cavernas, junto com várias espécies de animais e aves. O planeta Terra ficou coberto de cinza vulcânica que tapou toda a luz do Sol, o que ocasionou a glaciação. A Terra ficou toda coberta de grandes geleiras, até os cumes dos montes mais altos. Depois de alguns anos as cinzas vulcânicas começaram a se dissipar e os primeiros raios do Sol começaram a incidir sobre a Terra.

Deus não criou a Terra. Pois, se Deus tivesse criado a Terra, ela não se encontraria num caos, imersa em escuridão. Se Deus é perfeito e Todo-Poderoso, como Ele criaria a Terra em meio ao caos e escuridão? A Terra se encontra nesse estado porque uma grande catástrofe se abateu sobre ela.

“A Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gênesis 1:2).

Quando o texto diz que Deus viu que a luz era boa, tira toda a sua prorrogativa de onisciente. Que ser onisciente se admira de algo que cria e diz que é algo bom?

Vamos à descrição cronológica de forma sucinta:

1º Dia) No primeiro dia Deus disse “Haja luz, e houve luz”. Ora, na visão ingênua dos sobreviventes que viviam nas cavernas, eram os deuses que tinham criado a luz naquele momento. Mas na verdade, eram os primeiros raios do Sol que surgiram entre as espessas nuvens de cinza vulcânica.

2º Dia) No segundo dia Deus criou a abóbada celeste apoiada sobre fortes colunas (o tal domo ou tampo de vidro transparente e intransponível) e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento, e chamou o firmamento de “céu”. Na imaginação dos humanos da pré-história (e até hoje, na visão dos crentes fanáticos), o céu azul é um firmamento curvo sustentado por imensas colunas, e as estrelas são pequenos luzeiros pendurados sob a abóbada celeste para iluminar durante a noite. A Lua é um luzeiro maior, criado para marcar as semanas e os meses. A morada de Deus e dos anjos fica acima desse firmamento, e tal lugar é um mundo espiritual, para onde os crentes fanáticos pensam que vão morar. E Deus, quando está irado, faz trovejar e lança coriscos e chuva de saraivas e granizos sobre a Terra.

3º Dia) Nesse dia Deus separa para um lado as águas que estavam debaixo do céu, e fez surgir o elemento seco. Às águas chamou “mares”, e a parte seca chamou “terra”. Ora, o que foi isso? Nos primeiros meses que os raios do Sol incidiram sobre a Terra, as grandes geleiras começaram a derreter e a parte seca começou a surgir. E na visão dos sobreviventes das cavernas, eram os deuses que estavam criando a terra seca e separando as águas do mar. Ainda no 3º dia Deus fez surgir a relva e toda espécie de plantas. Na visão dos habitantes das cavernas, eram os deuses criando as plantas e a relva na terra que seca. Ora, os habitantes da Amazônia sabem que quando começa a vazante dos rios, as praias começam a surgir, e do nada nascem todo tipo de plantas. Até quando chove no deserto começam a nascer plantas do nada. Foi assim mesmo que aconteceu no terceiro período da transição da última era glacial. As geleiras derreteram e sobre a terra seca começou a nascer toda sorte de plantas.

4º Dia) No quarto dia Deus cria os grandes luminares no firmamento do céu, o Sol, a Lua e as estrelas. Na interpretação do ponto de vista religioso, isso é um absurdo, pois, se Deus só criou o Sol no 4º dia, que parâmetros Ele usou para contar o 1º, o 2º e o 3º dia, visto que é o Sol que marca o período de um dia? Ora, na visão dos habitantes das cavernas, foi só no quarto dia que Deus criou o Sol, a Lua e as estrelas. O que isso significa do ponto de vista científico? Significa que no 4º período de transição da era glacial as nuvens de cinzas vulcânicas tinham se dissipado completamente, e os habitantes das cavernas puderam ver nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas, e diferencia o dia da noite. Pois, antes, eles só sabiam o que era a noite, pois, viviam quase em completa escuridão. E na visão deles, Deus havia criado naquele período os grandes luminares do céu.

5º Dia) Veja que nesse dia Deus não cria os animais mamíferos e herbívoros. Nesse dia Deus cria os peixes, as aves do céu, os monstros marinhos (baleias), e todos os seres viventes que se arrastavam (répteis). O que significa isso? Os habitantes das cavernas viram esses animais saindo sobre a terra para se alimentar da relva do campo e viram as baleias e os peixes no mar. Daí eles imaginaram que Deus havia criado esses seres vivos no quinto período de transição da Terra. Mas na verdade, esses animais começaram a sair das cavernas para procurar comida na terra seca. E os animais maiores só saíram no sexto período de transição da Terra.

6º Dia) Somente no sexto dia Deus cria os grandes animais mamíferos e herbívoros. E por último cria o homem (Adão e Eva) para cuidar da terra, dos animais e das plantas.

Então, foi assim que surgiu a história mais antiga da criação. Os primeiros sobreviventes das cavernas morreram e os seus filhos, descendentes que nunca tinham visto a luz do Sol, foram os responsáveis pela narrativa da criação. E eles narravam do ponto de vista que tinham, vivendo nas cavernas. Os sumérios escreveram a história da criação narrada pelos descendentes dos Atlantes, e essa foi sendo repassada para outros povos, até chegar aos egípcios, e finalmente aos hebreus, caindo nas mãos de Moisés.

Não há explicação melhor do que esta para a narrativa da criação de Gênesis.

Todos os créditos e direitos reservados para Miquels7.


Manaus, 01/11/2017.

NOTA:

Este estudo é apenas um rascunho. Demorei cerca de 3 horas para escrevê-lo, e eu mesmo fiz a revisão e correção ortográfica. Não produzi um texto técnico-filosófico-científico. Se eu fosse publicar em um livro um estudo sobre este tema, é claro que o elaboraria de forma técnica, dentro do padrão filosófico-científico, e passaria vários meses pesquisando obras de autores renomados sobre esse assunto, faria anotações de rodapé e no final do livro incluiria as devidas referências bibliográficas.

Para escrever e defender uma tese ou formular uma teoria não é preciso obedecer a rígidos conceitos filosóficos na elaboração dos argumentos. O que vale é a ideia. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Outros podem pegar a ideia e melhorar os argumentos, contanto que sejam dados os devidos créditos ao autor original da ideia. Tem pessoas que são formadas no campo filosófico, entendem de todos os pormenores exigidos na elaboração dos argumentos, mas não tem ideias próprias, não têm imaginação e não produzem nada de novo. É tipo a pessoa que se forma em economia, mas na prática não sabe gerir uma empresa ou o próprio negócio.

Veja bem. Quase todos os ensinos teológicos são teorias. Embora os teólogos não admitam que sejam teorias os argumentos em defesa de determinado assunto da Bíblia, mas são teorias. As doutrinas da trindade, do céu, do inferno, da ressurreição, do arrebatamento, da salvação, da justificação, da vida após a morte; e mais as doutrinas de Deus, dos anjos, da divindade de Cristo e doutrina da criação, todas são TEORIAS. E nos argumentos raramente se veem as expressões ‘talvez’, ‘possivelmente’, ‘acredita-se’, etc. Geralmente as doutrinas ou teorias bíblicas dos cristãos católicos e protestantes são tidas como verdades absolutas, pois, dizem que são baseadas na Bíblia, ou seja, têm base bíblica. No entanto, podem até ter base bíblica, mas base científica e racional a maioria delas não têm. E outra coisa. As denominações religiosas que fazem estudos divergentes dos ditos teólogos ortodoxos são tratadas como seitas, e suas doutrinas são tidas como heréticas.

Como minhas teorias sobre determinado assunto polêmico da Bíblia são focadas dentro da razão e da racionalidade, às vezes faço uso da expressão ‘com certeza’. Já quem baseia seus argumentos apenas na fé cega, aí se torna um sacrilégio empregar a expressão ‘com certeza’.

Miquels7.

02/11/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, MISTÉRIOS DA HUMANIDADE | , , , , | Deixe um comentário

JESUS BEBIA CERVEJA, SIM!

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Quantas vezes não vi pastores e professores da escola dominical inventando meios absurdos para explicar que o vinho que Jesus transformou da água na festa de casamento em Caná da Galiléia era um vinho não-alcoólico! Tudo isso por causa de puritanismo, de ensino fundamentalista que proíbe a ingestão de bebida alcoólica, porque é pecado. Certa vez questionei um antigo pastor da igreja que frequentava, e perguntei se o vinho que Jesus transformou da água era alcoólico, pois, o mestre-sala, ao prová-lo, disse que era “vinho bom”, e sabemos que em festa secular de casamento é servido bebida alcoólica. Aí ele disse que o vinho que Jesus transformou da água não era alcoólico, e o mestre-sala não tinha condições de saber, pois, estava bêbado e não tinha paladar para diferenciar um vinho alcoólico do não-alcoólico. E ficou nisso a explicação. Hoje sei que o mestre-sala de uma festa não pode se embebedar, pois, é ele quem dirige a festa, ele é o mestre-de-cerimônia. Logo, podemos concluir que o mestre-de-cerimônia da festa de Caná da Galiléia não estava bêbado quando provou do vinho que Jesus transformou. Os crentes puritanos, fundamentalistas, pegam textos seletivos da Bíblia para afirmar que beber vinho alcóolico e cerveja é pecado. Mas não sabem responder por que nos tempos do Antigo Testamento patriarcas, sacerdotes, reis e profetas se embriagaram e isso não foi considerado pecado. Noé se embriagou (Gênesis 9:18-21); Abraão bebeu vinho com Melquisedeque (Gên. 14:18); Isaque bebeu vinho (Gên. 27:24-25); José bebeu vinho com seus irmãos (Gên. 43:34); Davi se embriagou com Urias (II Sam. 11:12-13); Salomão, e tantos outros personagens da Bíblia consumiam vinho forte, alcoólico, e Deus nãos os condenou. E bem sabemos que o vinho forte ou o natural era uma bebida tradicional nas ceias das famílias israelitas.
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Jesus comendo e bebendo com publicanos e pecadores

“Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras” (Mateus 11:19).

No tempo de Jesus, a bebida social não era a cerveja e nem o champanhe, mas o vinho alcoólico. Vinho não-alcoólico era servido para crianças.

Segundo o relato dos evangelhos, o primeiro milagre de Jesus aconteceu numa festa de casamento em Caná da Galiléia, onde transformou água em vinho, e vinho alcoólico, pois quando levaram o vinho para o mestre-sala provar, ele disse que era o melhor vinho, o vinho bom (João 2).

Os crentes fundamentalistas e puritanos, e teólogos fanáticos ensinam que vinho bom é vinho novo, não-alcoólico. Porém, Jesus mesmo afirmou que vinho velho, alcoólico, é o vinho bom.

“E ninguém deita vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo romperá os odres e se derramará, e os odres se perderão; mas vinho novo deve ser deitado em odres novos. E ninguém, tendo bebido o [vinho] velho, quer o novo; porque diz: O [vinho] velho é bom” (Lucas 5:37-39).

Por que o vinho velho é bom? Porque é alcoólico.

Se Jesus fosse contra bebida alcoólica, ele nem teria ensinado como se deve armazenar o vinho nos barris para envelhecer até se tornar alcoólico.

O que acontecia com Jesus era que ele “bebia socialmente” junto com publicanos e pecadores. Mas, Jesus não bebia para se embriagar. Ele frequentou casas de muitos amigos, como por exemplo, a casa da família de Lázaro, a casa de Zaqueu, a casa de Nicodemos e a casa de Simão, o leproso, na qual participou de um jantar, e com certeza não se recusou a beber do vinho que era costume ter na mesa de manjares.

Simples assim?!

Em Marcos 14:25 Jesus diz aos seus discípulos que não mais beberia do fruto da videira (do vinho), até aquele dia em que iria beber novamente no reino de Deus. Desta declaração de Jesus surge uma pergunta: Será que no Céu (o reino dos céus que os crentes fanáticos imaginam) haverá plantações de vinhas e produção de vinho para Jesus beber com os salvos nas bodas do Cordeiro? É óbvio que esse “reino de Deus” não é no céu ou nos céus, é aqui mesmo na Terra. Jesus não estava falando de um reino no céu, mas falava a respeito do reino que Deus lhe tinha concedido administrar aqui na Terra. Como seres espirituais vão beber vinho de uva no Céu? Só mesmo na cabeça desses crentes fanáticos!

“Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da videira, até aquele dia em que o beber de novo, no reino de Deus” (Marcos 14:25).

O reino de Deus ou reino de Cristo não é no Céu; ele vem dos céus.

“Porque vos digo que desde agora não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus” (Lucas 22:18).

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Se ainda tem algum crente puritano que não sabe nada da história de Jesus, e acha que eu sou um herege, afirmando que Jesus bebia cerveja, vou ter que desenhar pra que entenda.

Jesus, falando para uma multidão incrédula, disse que João, o batista, não veio comendo nem bebendo, e diziam: “Tem demônio”. E quanto a si mesmo, Jesus disse que veio comendo e bebendo com publicanos e pecadores, e o povo não questionou nada, nem disse que tinha demônio. O que Jesus quis dizer com isso?

Será que João não comia e nem bebia, realmente? Que tipo de comida e bebida Jesus estava se referindo? Claro que João bebia água e comia gafanhotos e mel silvestre. Mas, porque Jesus disse que João não comia pão e nem bebia vinho? Porque estava se referindo à bebida alcoólica e comidas servidas em banquetes. João, o batista, era NAZIREU, e todo nazireu era consagrado para Deus e não podia comer certos alimentos e nem ingerir bebida forte (Lucas 1:13-15). E Jesus não era nazireu, e ele mesmo confessou que comia e bebia vinho junto com publicanos e pecadores, e participava de banquetes na casa de amigos.

Agora, leia o texto bíblico de novo e aprenda a interpretá-lo:

“Porquanto veio João, não comendo [pão] nem bebendo [vinho], e dizem: Tem demônio. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras” (Mateus 11:18:19).

“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre” (Mateus 3:4). [João se alimentava e se vestia dessa maneira porque era nazireu. Veja o texto seguinte].

“Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias; porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João; e terás alegria e regozijo, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; porque ele será grande diante do Senhor; não beberá vinho, nem bebida forte [pois será nazireu]; e será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe” (Lucas 1:13-15).

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Engraçado que pastores e teólogos sabem que a bebida alcoólica só era proibida para os nazireus durante o cumprimento do seu voto ao Senhor. Quanto aos sacerdotes que administravam no Grande Templo, eles só não podiam ingerir bebida forte quando entravam no átrio interior ou na tenda da revelação (Levítico 10:9; Ezeq. 44:21), mas, fora isso, os sacerdotes podiam beber vinho alcoólico. E o povo podia consumir bebida alcoólica (mosto) livremente (Gên. 27:28; Deut. 14:23-27; Salmos 104:15; Ecles. 9:7-8; Cantares 7:8-9; Isaías 25:6; 27:2; 65:21; Amós 9:14;  ). Porém, os crentes puritanos inventaram que “todos” os verdadeiros cristãos são “narireus” e “levitas” e “sacerdotes” de Deus, por isso, não podem ingerir bebidas alcoólicas. Só que esse ensino puritano é radical, antibíblico e absurdo, e contraria até certos textos da Bíblia onde se diz que o vinho alegra a alma, e que no reino do Messias as famílias beberão vinhos das videiras da terra.

Havia casos em que o voto do nazireado não era para sempre, pois, depois de cumprido o voto e feito o ritual no santuário, o nazireu voltava a ingerir bebida alcoólica.

“Falou também o Senhor a Arão, dizendo: Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da revelação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso pelas vossas gerações” (Levítico 10:8-9).

“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando alguém, seja homem, seja mulher, fizer voto especial de nazireu, a fim de se separar para o Senhor, abster-se-á de vinho e de bebida forte; não beberá, vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem bebida alguma feita de uvas, nem comerá uvas frescas nem secas. Por todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da uva, desde os caroços até as cascas. Por todos os dias do seu voto de nazireado, navalha não passará sobre a sua cabeça; até que se cumpram os dias pelos quais ele se tenha separado para o Senhor, será santo; deixará crescer as guedelhas do cabelo da sua cabeça” (Números 6:2-5).

“Esta, pois, é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado ele será trazido à porta da tenda da revelação, (…) Depois o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um pão ázimo do cesto, e um coscorão ázimo, e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado o cabelo do seu nazireado; e o sacerdote os moverá como oferta de movimento perante o Senhor; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazireu poderá beber vinho” (Números 6:13-20).

“Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado; então vende-os, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa. Mas não desampararás o levita que está dentro das tuas portas, pois não tem parte nem herança contigo” (Deut. 14:24-27).

Em I Samuel 1:24, Ana leva um odre de vinho para os sacerdotes no Templo. O odre de vinho fazia parte da oferta que ela ofereceu no templo, mas era aspergido sobre o touro apenas a terça parte do vinho. E quem iria consumir o restante do vinho? Lógico que seriam os sacerdotes. Deus ordenou que se dessem o dízimo do mosto aos sacerdotes.

“Ao sacerdote darás as primícias do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e as primícias da tosquia das tuas ovelhas” (Deut. 18:4).

Alguém poderá contestar e dizer que o vinho que se usava para as ofertas de libação não era vinho forte, alcoólico. Mas, era sim! E tem mais! A Bíblia também diz que a bebida forte (mosto) alegra a Deus e aos homens. Como alegra a Deus? Se não alegrasse, para que Deus pedia que se oferecesse bebida forte na oferta de libação?

“A oferta de libação do mesmo será a quarta parte de um him para um cordeiro; no lugar santo oferecerás a libação de bebida forte ao Senhor” (Números 28:7).

“Mas a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, para ir balouçar sobre as árvores?” (Juízes 9:13).

Em I Samuel 25:8, Abigail envia dois odres de vinho para o rei Davi, juntamente com outros presentes, que seriam para os servos de Davi. Também Jessé, pai de Davi, um homem temente a Deus, fabricava vinhos, e chega a enviar um odre de vinho para o rei Saul, que era ungido do Senhor, mas que bebia muito vinho (I Samuel 16:20).

Também em II Samuel 16:1 se diz que Ziba levou um odre de vinho para Davi e seus servos. Se os homens de Davi consumiam vinho, é óbvio que ele também bebia com eles.

Se Davi, o homem segundo o coração de Deus, consumia vinho forte, por que os pastores protestantes, puritanos, ficam com essa bobagem de proibir o consumo de bebida alcoólica?

Se bebida alcoólica fosse pecado, o apóstolo Paulo não teria jamais recomendado a Timóteo que consumisse um pouco de vinho. Timóteo não podia ser dado ao vinho, pois, exercia liderança na igreja, e devia dar bons exemplos.

“Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (I Tim. 5:23).

Engraçado que em I Coríntios 11, Paulo exorta os crentes da igreja de Corinto e faz menção à bebida alcoólica na igreja, mas, mas pastores e teólogos ignoram isso. Apesar da confusão que havia durante a ceia na igreja de Corinto, mas, Paulo não condenou o uso de bebida alcoólica. Apenas exortou os irmãos para que fizessem as coisas com decência e ordem, e uns não comessem mais que outros e nem se embriagassem. Leia o texto e confira nas entrelinhas que Paulo faz menção de bebida alcoólica na igreja, mas não condena o seu uso. Antes, exorta que se querem comer à vontade e se embriagar, que façam em suas casas.

“Porque, antes de tudo, ouço que quando vos ajuntais na igreja há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós. De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor; porque quando comeis, cada um toma antes de outrem a sua própria ceia; e assim um fica com fome e outro se embriaga. Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo” (I Cor. 11:18-22).

Em I Cor. 10:31, Paulo exorta os irmãos de Corinto a que comessem e bebessem, ou fizessem qualquer outra coisa, tudo para glória de Deus”. O que ele estava querendo ensinar com isso? Estava orientando os irmãos para que praticassem as coisas com moderação. E isso incluía a ingestão de bebida alcoólica com moderação.

Em Romanos 13:13, Paulo também diz para vivermos honestamente, não em glutonarias e bebedeiras. Essa exortação nada mais é do que um pedido para fazermos as coisas com moderação, sem exageros.

Quando Paulo diz em Efésios 5:18 “Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito”, isso não é um mandamento, mas apenas uma recomendação. Só que os pastores puritanos pegaram essa recomendação de Paulo e a transformaram em mandamento. Assim mesmo faziam os doutores da Lei, de Israel, que inventaram ordenanças que não estavam na Lei, e impunham pesado fardo para o povo carregar que nem eles mesmos carregavam.

“Ele, porém, respondeu: Ai de vós também, doutores da lei! porque carregais os homens com fardos difíceis de suportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais nesses fardos” (Lucas 11:46).

Apesar dos prós e contras das bebidas alcoólicas, cada cristão tem o livre arbítrio, e pode escolher fazer o voto de nazireado para não ingerir jamais bebida forte. Mas essa escolha não deve ser imposta por lideranças da igreja como uma lei ou mandamento para todos, pois, quem fazia tais ordenanças absurdas eram os doutores da Lei, de Israel, que inventavam preceitos para obrigar o povo a cumprir, mas eles mesmos não cumpriam.

No livro do profeta Jeremias há o relato interessante de um pai de família que determinou um mandamento, ordenando que todos da sua família jamais ingerissem bebida alcoólica, por todas as gerações. E os filhos e netos daquele pai cumpriram o mandamento fielmente. Aí o profeta Jeremias fala para o povo rebelde dizendo que aquela família cumpriu fielmente o mandamento do pai, mas a casa de Israel não quis cumprir os mandamentos do Senhor.

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Textos bíblicos usados pelos puritanos para condenar o uso de bebida alcoólica:

“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não é sábio” (Prov. 20:1).

“Quem ama os prazeres empobrecerá; quem ama o vinho e o azeite nunca enriquecera” (Prov. 21:17).

“Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne” (Prov. 23:20).

“Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada” (Prov. 23:30).

“Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente” (Prov. 23:31).

“Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até a noite, até que o vinho os esquente!” (Isaías 5:11).

“Têm harpas e alaúdes, tamboris e pífanos( e vinho nos seus banquetes; porém não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das mãos dele” (Isaías 5:12).

“Ai dos que são poderosos para beber vinho, e valentes para misturar bebida forte” (Isaías 5:22).

“Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Isaías 28:7).

“Daniel, porém, propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar” (Daniel 1:8).

“Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço” (Lucas 21:34).

“Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outra coisa em que teu irmão tropece” (Rom. 14:21).

“Nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos [bêbados], nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (I Cor. 6:10).

“E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito” (Efésios 5:18).

“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso” (I Tim. 3:2-3).

“Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância” (I Tim. 3:8 ).

“Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância” (Tito  1:7).

“As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam reverentes no seu viver, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras do bem” (Tito  2:3).

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Mas, veja o que disse sobre o vinho forte o mesmo rei Salomão que escreveu os provérbios:

“Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; assim se encherão de fartura os teus celeiros, e trasbordarão de mosto [vinho] os teus lagares” (Prov. 3:9-10).

“Dai bebida forte ao que está para perecer, e o vinho ao que está em amargura de espírito” (Prov. 31:6).

“Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne, sem deixar de me guiar pela sabedoria, e como me apoderar da estultícia, até ver o que era bom que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu, durante o número dos dias de sua vida” (Ecles. 2:3).

“Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente; pois há muito que Deus se agrada das tuas obras” (Ecles. 9:7).

“Para rir é que se dá banquete, e o vinho alegra a vida; e por tudo o dinheiro responde” (Ecles. 10:19).

“Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho” (Cântico dos Cânticos 1:2).

“Venho ao meu jardim, minha irmã, noiva minha, para colher a minha mirra com o meu bálsamo, para comer o meu favo com o meu mel, e beber o meu vinho com o meu leite. Comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados” (Cântico dos Cânticos 5:1).

“Disse eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; então sejam os teus seios como os cachos da vide, e o cheiro do teu fôlego como o das maçãs, e os teus beijos como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente, e se escoa pelos lábios e dentes” (Cantares 7:8-9).

“Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs” (Cantares 8:2).

Os crentes puritanos usam de forma seletiva os textos do livro Cântico dos Cânticos (Cantares de Salomão). Os versos que soam bem e não causam constrangimento eles usam para ler nos cultos, mas outros versos interessantes, como estes três últimos, supracitados, eles desprezam, e não leem de jeito nenhum.

Sobre o “milagre” da transformação da água em vinho, feito por Jesus na festa de casamento em Caná da Galiléia (João 2), tem um texto interessante que peguei na Internet. Será que Jesus transformou, mesmo, 100% água em vinho, ou ele simplesmente mandou os discípulos colocarem um barril de vinho forte em cada talha e depois ordenou que acrescentassem porções de água no vinho para a bebida render? Pois, temos informações de que os rabinos judeus determinavam que o vinho fermentado fosse diluído com água. Leia o seguinte texto e tire suas conclusões.

“Entre os judeus dos tempos bíblicos, os costumes sociais e religiosos não permitiam o uso de vinho puro, fermentado ou não. O Talmude (uma obra judaica que trata das tradições do judaísmo entre 200 a.C. e 200 d.C.) fala, em vários trechos, da mistura de água com vinho (e.g., Shabbath 77; Pesahim 1086). Certos rabinos insistiam que, se o vinho fermentado não fosse misturado com três partes de água, não podia ser abençoado e contaminaria quem o bebesse. Outros rabinos exigiam dez partes de água no vinho fermentado para poder ser consumido. Um texto interessante temos no livro de Apocalipse, quando um anjo, falando do “vinho da ira de Deus”, declara que ele será “não misturado”, isto é, totalmente puro. (Apoc. 14.10)”.

Concluindo, o puritanismo dos crentes (cristãos evangélicos) é pura caretice. Para os fundamentalistas, a proibição de bebida alcoólica é necessária para que o cristão ande em santidade, para que possa alcançar os céus e a vida eterna. Para outros, é apenas um costume que torna o viver do crente agradável a Deus e exemplar diante dos homens. E ainda para outros, a abstinência de bebida forte é apenas uma forma de preservar o corpo longe de doenças e problemas de saúde, ou para evitar o vício do alcoolismo. Que cada um fique com suas crendices e caretices. Mas, que fique claro que a ingestão de bebidas alcoólicas não é e nunca foi pecado.

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Miquels7 – Manaus, 22/10/2017.

 

 

23/10/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

OS MOTIVOS PELOS QUAIS OS CRISTÃOS SERÃO EXTERMINADOS

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Cristãos perseguidos no mundo

Em Apocalipse 12 diz que o Dragão encontrará dificuldade para perseguir a “mulher” (os judeus) protegida no deserto, e vai fazer guerra ao resto da sua descendência. A “descendência da mulher”, conforme diz Gênesis 3, são todas as pessoas pacíficas e tementes a Deus, como os cristãos e muçulmanos (na verdade, nem todos, néh!).

“Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gên. 3:14-15).

“E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. E o dragão parou sobre a areia do mar” (Apoc. 12:17-18).

Também em Apocalipse 13 diz que a Besta perseguirá os santos (os judeus ortodoxos espalhados por todo o mundo) até exterminá-los. Apenas 144 mil dos judeus ortodoxos serão arrebatados no meio da tribulação que há de vir sobre toda a Terra. O Dragão do capítulo 12 é a mesma Besta do capítulo 13; só que o Dragão não faz o serviço pessoalmente; ele deu sua autoridade e poder aos governos humanos para executarem seus intentos. Não é o Dragão que irá pessoalmente perseguir e exterminar os que servem a Deus; são os governos humanos, representados especialmente pelos Estados Unidos da América e pela ONU.

“Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça” (Apoc. 13:7-9).

Os países socialistas e ateístas asiáticos não trabalham em conluio com o Dragão, pois, eles ignoram tanto a Deus quanto ao Diabo. Países como China e Coreia do Norte são nações naturais da Terra que se desenvolveram sem a influência do Grande Dragão. Porém, as grandes potências europeias, como Itália/Roma, França, Alemanha e Reino Unido (Inglaterra), bem como a Rússia e alguns países árabes-muçulmanos são marionetes do Grande Dragão, e exercem sua autoridade e poder.

POR QUE OS CRISTÃOS SERÃO PERSEGUIDOS E EXTERMINADOS?

Nos últimos dias, os cristãos serão muito mais perseguidos e exterminados que mesmo os muçulmanos. Por quê? Por causa do fanatismo dos cristãos ocidentais. O fanatismo dos cristãos ocidentais é bem pior que o fanatismo dos muçulmanos.

A maioria das seitas cristãs, principalmente as pentecostais e neopentecostais, não pregam o amor, a paz, a tolerância, a justiça e a caridade entre os humanos, nem pregam o Evangelho do reino de Cristo, mas pregam o ódio e a discriminação; pregam sobre riquezas aqui na terra; e exploram a fé dos fiéis para subtrair o pouco que ganham; pregam coisas absurdas, como o arrebatamento fictício, e ameaçam os descrentes com o sofrimento e condenação no inferno fictício; pregam o mal para os outros, e para eles somente o céu fictício.

Como isso se dará?

Os cristãos ocidentais (europeus, americanos do norte, do sul e central) estão se tornando uma praga com o fanatismo religioso que estão espalhando no planeta, pregando erroneamente sobre a iminente volta de Jesus e o tal arrebatamento fictício. Eles alardeiam de norte a sul, de leste a oeste do planeta, espalhando suas crenças baseadas em fantasias, por fazerem interpretações equivocadas de textos da Bíblia.

Conforme o tempo vai se passando e as promessas fictícias que eles alardeiam não se cumprem, mais desesperados eles ficam, pregando suas sandices. Por exemplo, eles pregam que depois que os salvos (a Igreja) forem arrebatados, o mundo entrará em colapso e haverá grandes catástrofes sobre a face da Terra. Depois da grande catástrofe, irá se instalar na Terra o governo ditatorial do anticristo, que irá durar 7 sete anos, período que eles chamam de Grande Tribulação, momento em que os cristãos que ficarem para trás serão perseguidos e exterminados. Só que nada disso irá acontecer como eles preveem. Os cristãos serão exterminados não por causa do anticristo, depois do tal arrebatamento, mas por causa dessas loucuras que eles andam espalhando nos quatro quadrantes do planeta, sobre o fim do mundo, o arrebatamento e a volta de Jesus.

Preste atenção. À medida que os anos vão se passando, nada que os crentes apregoam vai acontecer. Aí eles ficam mais desesperados ainda, visto que os males e catástrofes que eles desejavam para os outros estarão vindo sobre eles também. Mas eles não se darão por vencidos ou convencidos, e continuarão alardeando suas crenças loucas no planeta. Até que chegará o momento em que a Besta dará um basta nessas loucuras dos cristãos, incluindo-se também as loucuras dos muçulmanos e todos os religiosos em geral. A perseguição da Besta não será focada somente sobre os cristãos, judeus e muçulmanos; será sofre todas as religiões e credos. O objetivo será exterminar as crenças em coisas infundadas e fantasiosas. Eles (os agentes da Besta) chegarão à conclusão que as crendices tolas por si só não são maléficas à mente humana, mas o que as torna maléficas é o ato das seitas tentarem espalhar suas loucuras aos outros seres humanos. Então, o objetivo será conter de forma drástica o aumento das seitas, até destruí-las completamente da face da Terra.

A Besta fará com que os próprios cristãos se odeiem entre si e se matem. Da mesma forma fará com os muçulmanos.

“E, por isso que hei de exterminar do meio de ti o justo e o ímpio, a minha espada sairá da bainha contra toda a carne, desde o sul até o norte” (Ezequiel 21:4)

O intento da Besta em exterminar os cristãos e todos os religiosos do planeta será cumprido em parte, pois, o governo da Besta, isto é, dos governos atuais do mundo, não durarão para sempre. Os juízos de Deus estão sendo preparados para serem derramados sobre a Terra, sobre o trono da Besta e sobre todos aqueles que não querem saber de Deus. Embora os cristãos sejam quase todos exterminados por suas loucuras, mas muitos se salvarão do massacre promovido pela Besta.

Os cristãos, de forma geral, acham que o Diabo (Dragão e Satanás) quer ser adorado pelos humanos, e por isso, vai erguer a tal imagem da primeira Besta para que seja adorado por todos os terráqueos. Mas esse ensino é pura meninice de teólogo fanático.

O objetivo do Dragão não é ser adorado. O Dragão trouxe conhecimento aos humanos sobre o bem e o mal. Ele quer a parceria dos governos humanos para poder lutar contra o Deus Todo-Poderoso. Na verdade, o objetivo do Dragão é ajudar os humanos a se libertarem do domínio do Deus Todo-Poderoso e com isso, se tornarem seus aliados. No entanto, depois de feito tudo, o Dragão permitirá que os humanos se corrompam, e também promoverá coisas para que se corromperem ainda mais. A Democracia é a principal arma que Satanás usou nesses últimos tempos para corromper os humanos. O Dragão quis trazer liberdade aos humanos, mas eles não sabem usufruir dessa tal liberdade. E o próprio Dragão se aproveitará da fragilidade humana para escravizá-la. Foi assim que ele fez com os primeiros humanos, o povo que vivia no continente perdido, chamado de Atlântida. Deus teve que destruir o reino dos Atlantes. Mas Satanás não se deu por vencido, e corrompeu a atual humanidade. Por isso, os governos humanos atuais que se aliaram ao Dragão, bem como toda a humanidade pecadora que adora a Besta, terão que ser exterminados. O script de tudo que irá acontecer com a humanidade, os governos humanos e o planeta Terra está escrito no Apocalipse de João. Não há quem possa impedir.

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QUAL SERÁ O ESTOPIM PARA A DERROCADA DOS CRISTÃOS?

Os cristãos católicos e evangélicos do Brasil e do mundo não têm ideia do que está prestes a acontecer com a religião cristã.

A maioria dos cristãos pensa que está tudo bem com o Cristianismo, e que a história de Jesus Cristo está bem contada na Bíblia. Porém, ficarão de queixo caído com o que está prestes a ser revelado.

Muitos podem me questionar dizendo: Como os EUA e a ONU vão perseguir os cristãos e tentar acabar com o Cristianismo na Terra visto que a América é cristã, e a Igreja Católica é muito forte no mundo e exerce influência sobre os grandes governos do mundo, principalmente sobre os EUA? Como a religião cristã pode ser destruída se os evangélicos são o grupo que mais cresce no mundo depois do Islamismo?

Sim. Os EUA são, atualmente, o maior país defensor da religião cristã e dos judeus. Mas isso não será sempre assim. Ultimamente o presidente dos EUA, Donald Trump, se recusou a continuar participando como membro da Unesco porque a maioria dos membros não reconheceu o direito dos judeus sobre o monte do Templo, em Jerusalém. Isso significa que os EUA estão mais para o lado dos judeus (Judaísmo) do que para o lado dos cristãos (Cristianismo).

O estopim para a derrocada dos cristãos será a DESMORALIZAÇÃO da Igreja Católica Apostólica Romana e do Papa, e depois que isso ocorrer, o Cristianismo não se sustentará na Terra. A religião cristã só é forte na Terra por causa da Igreja Católica de Roma. Se os alicerces da ICAR forem derrubados, nenhuma seita cristã se sustentará, porque ela é o grande baluarte do Cristianismo. Se a ICAR cair, os protestantes evangélicos não se sustentarão. Na verdade, as seitas (denominações) cristãs e evangélicas não são nada sem a Igreja Católica de Roma.

E como se dará a desmoralização da ICAR?

A Igreja Católica Romana só não foi desmoralizada até hoje perante o mundo em virtude do serviço secreto do Vaticano, exercido através da Opus Dei, a sociedade secreta criada para defender os interesses do Papa e dos cardeais, com a finalidade de esconder os segredos da história de Jesus Cristo, e de manter o poder da Igreja na Terra.

Em breve serão revelados os segredos que a ICAR esconde sobre a verdadeira história de Jesus de Nazaré, o profeta judeu que foi transformado em “Deus” pelos cristãos. As provas contra a farsa da ICAR e da divindade de Cristo estão escondidas a sete chaves no Museu do Louvre, em Paris. Quem está por trás dessa trama são pessoas ligadas à Maçonaria, essa mesma que foi responsável pela fundação dos Estados Unidos da América. A Maçonaria é inimiga da fé cristã. Os maçons de alto grau são declaradamente satanistas. E a Maçonaria é uma seita ou sociedade secreta com fins escusos. Porém, sabemos dos seus intentos porque vários ex-maçons relataram ter ouvido dos maçons da elite os planos dessa sociedade maligna.

Os líderes cristãos e evangélicos do mundo todo dirão que isso foi um plano arquitetado pelo Diabo para acabar com a Igreja. Realmente, concordo que esse plano é diabólico arquitetado pelos maçons. Porém, será feito com a permissão de Des. Também concordo com o que será revelado sobre a verdadeira identidade de Jesus e o desmascaramento da ICAR e a farsa do Jesus que transformaram em “Deus”. O cristianismo propagado pela ICAR e igrejas evangélicas é falso, e não reflete o verdadeiro Evangelho do Cristo, o Messias, Servo de Jeová e profeta judeu que viveu há dois mil anos atrás.

Os conspiradores maçônicos provarão que o atual Evangelho de Mateus foi modificado pelos padres católicos com a intenção de justificar o ensino da teoria da trindade divina, e que o Evangelho de João foi feito intencionalmente com mensagens confusas sobre a história de Jesus para tentar deificar a sua pessoa, isto é, dar a entender que Jesus é “Deus”. O Evangelho de João é completamente diferente dos outros três evangelhos chamados de sinópticos, e muitas de suas histórias sobre os fatos ocorridos com Jesus são divergentes. Só os teólogos fanáticos que não percebem esses disparates do Evangelho de João, ou ignoram de propósito. Quanto aos escritos de Paulo, dirão que este era um lunático, e que ficou assim depois que caiu de seu cavalo indo pela Estrada de Damasco. Dirão também que a Epístola aos Hebreus é fantasiosa e cheia de contradições sobre o Judaísmo. Dirão ainda que o Jesus que apareceu a Paulo não é o mesmo Jesus dos evangelhos sinópticos, pois, o Jesus dos evangelhos sinópticos não aboliu a antiga Lei Mosaica, não foi contra o Judaísmo e nem blasfemou se proclamando Deus igual ao Pai.

Quando os segredos que a ICAR esconde há séculos forem revelados ao mundo, toda a cristandade ficará chocada e chorará. Milhares de igrejas católicas serão queimadas nos EUA, na Europa e no mundo. E as igrejas cristãs também não escaparão do massacre. E a perseguição dos muçulmanos contra os cristãos será ainda maior. E depois disso acontecer, o Papa irá renunciar, e nenhum outro cardeal terá coragem de se candidatar ao cargo de Papa. Os cristãos evangélicos do Ocidente tentarão resistir e continuar com a fé cristã, mas tudo será em vão.

Feito isso, a Besta, isto é, os EUA, se voltará para Israel, e fará um pacto com o povo escolhido de Deus, os judeus, para apoiá-los e defende-os. Só que esse pacto não será feito com os judeus ortodoxos, mas com os judeus sionistas, esses que estabeleceram o Estado de Israel sem a ordem divina. E o próximo passo será a reconstrução do Terceiro Templo. Na verdade, Israel já tem feito acordo com a Besta desde a implantação do Estado de Israel pelo movimento sionista. Porém, esse novo acordo será de mais estreitamento com o povo de Israel, a fim de darem início à reconstrução do Terceiro Templo. E isso será o estopim para um grande conflito no Oriente Médio, momento em que a Besta (EUA), com aval da ONU, apoiada pelo poderio militar e bélico de Israel, dará um basta nas ameaças dos muçulmanos contra os judeus. Irã, Egito, Palestina, Turquia, Líbano, Síria e demais países árabes não poderão resistir contra a Besta e contra Israel até o momento em que Deus permitir. Os muçulmanos serão expulsos do Monte do Templo para que sejam iniciadas as obras da reconstrução do novo Templo.

Deu para entender agora por que o governo americano defende tanto o Estado de Israel? Eles vão menosprezar os cristãos por causa do escândalo e da desmoralização da Igreja Católica, e se voltarão para a “mulher deixada no deserto”.

No capítulo 12 de Apocalipse se diz que a “mulher” (Israel), após dar a luz ao filho varão (os 144 mil) é deixada no “deserto” a fim de ficar protegida da influência do Dragão (Satanás). O grupo dos 144 mil judeus será arrebatado no momento certo e ninguém no mundo irá perceber esse evento, pois, o número de 144 mil pessoas desaparecendo é quase insignificante comparando-se com os 7 bilhões de seres humanos vivos na Terra. Repare que no capítulo 17 de Apocalipse o profeta diz viu uma “mulher” assentada sobre uma Besta cor de escarlata caminhando no deserto. Logo, conclui-se que essa “mulher” é aquela mesma que foi deixada no deserto longe da vista do Dragão. Só que essa mulher se corrompe e monta sobre a Besta, que são os governos humanos. Também se diz que essa mulher é a grande cidade de Babilônia que reina sobre os reis da Terra. Os teólogos evangélicos fanáticos afirmam que essa mulher de Apocalipse 17 é a Igreja Católica de Roma. Outros a identificam como representante de todas as religiões da Terra. Eu mesmo já identifiquei essa mulher como sendo o próprio planeta Terra, com suas religiões, culturas e comércios pelo sistema capitalista, pois podemos perceber isso no capítulo 18, na lamentação dos mercadores e poderosos após sua queda. Na verdade, as cidades de Jericó, Babilônia e Egito são símbolos do mundo como um todo, isto é, do planeta Terra. E depois que a mulher montou na Besta cor de escarlata, Jerusalém, a grande cidade que reina sobre os reis da Terra, ficou sendo símbolo do mundo decaído. Podemos perceber que a grande cidade de Babilônia do capítulo 17 de Apocalipse é Jerusalém pelo que se diz sobre ela no capítulo 11, onde João a compara com “Sodoma” e “Egito”. Veja:

“E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:8).

Ou seja, tanto faz chamar Jerusalém de Sodoma, Egito e grande Babilônia.

No entanto, o pacto da Besta com a mulher não durará muito tempo, pois, esta será traída. Apocalipse de João diz que Besta se voltará contra a mulher e a deixará desolada e nua. Já defendi em meus escritos afirmando que essa mulher é o sistema religioso dominante no mundo representado pela Igreja Católica, e que a Besta iria trair o Papa e iria destruir o Cristianismo. Pelo que já descrevi, acima, sobre o plano maçônico para acabar com a ICAR, dá no mesmo. A mulher pode ser o sistema religioso liderado pela ICAR ou pode ser a cidade de Jerusalém (Israel) que se corrompeu através do Sionismo.

“Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo” (Apoc. 17:15-16).

No seu Evangelho Jesus disse que não veio abolir a Lei e ainda exortou com veemência aqueles que tentarem violar os mandamentos da Lei de Moisés por menor que seja. Jesus também falou sobre o seu reino. A expressão “reino dos céus” não significa um reino no céu. Jesus não tem um reino no céu. O seu reino ainda está por ser estabelecido aqui na Terra. Disse ele: Bem-aventurado sois vós, os pobres, porque vosso é o reino dos céus.

Por favor, você que é cristão evangélico fanático, abra sua mente e pare com essa loucura de reino no Céu. Não existe nenhum reino no céu prometido por Cristo. O reino que Cristo prometeu será aqui mesmo na Terra. Jesus nunca usou a expressão REINO NO CÉU ou REINO DO CÉU. Se você ainda teimar, convoque os melhores professores entendidos em Língua Portuguesa para lhe explicar que a expressão “reino dos céus” não quer dizer um reino no céu, mas um reino que veio do céu para se estabelecer aqui na Terra. Jesus declarou a Pilatos que o seu reino não era deste mundo. Ora, o que Cristo quis dizer com isso? Quis dizer que o seu reino não era como o dos humanos, mas um reino divino, baseado na paz, na justiça e no amor. Leia as palavras do verdadeiro Cristo que as igrejas deviam estar pregando, e não os ensinos deturpados do evangelho ensinado por Paulo.

Mateus 5

3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.
12 Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.
13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

E tenho dito. Anote bem o que aqui escrevi.

Agora, leia todo o capítulo 17 de Apocalipse para entender o que escrevi. Leia também o capítulo 18.

Apocalipse  17

1 Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
2 com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição.
3 Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.
4 A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;
5 e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.
6 E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração.
7 Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
8 A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.
9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.
11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.
12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.
13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.
15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.
16 E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo.
17 Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

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Miquels7 – Manaus, 18/10/2017

18/10/2017 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, FANATISMO RELIGIOSO, GOVERNO DA BESTA, ISRAEL E AS PROFECIAS, MENSAGENS DE ALERTA, MENSAGENS ESPECIAIS, REVELAÇÕES APOCALIPTICAS, SOCIEDADES SECRETAS, TEMAS SÓ PARA TEÓLOGOS DISCUTIR | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

O MAIOR ESQUERDISTA DA HISTÓRIA

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O maior Esquerdista da História não foi Karl Marx nem Friedrich Engels, nem algum outro socialista moderno.

Você sabe exatamente quem foi a primeira pessoa no mundo que se revoltou contra tudo, contra o sistema político e religioso de sua época, e se posicionou como o primeiro grande Esquerdista da História?

Jesus o maior esquerdista da história

Jesus Cristo! Isso mesmo! Jesus Cristo foi o primeiro grande Esquerdista da História.

Jesus Cristo foi o grande personagem na História que se revoltou contra os religiosos de sua época, se colocou contra os ricos e poderosos que oprimiam o povo, e foi contra a pena de morte, foi a favor dos pobres, dos doentes e de todos aqueles que eram oprimidos e explorados.

Alguém vai contrariar? Contra fatos não há argumentos.

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Você sabe quem foi o crente fiel a Deus que governou uma nação ímpia e idólatra desde quando era jovem, mas não impôs a sua religião nem estabeleceu como lei os costumes de sua família nem criou lei para adoração ao seu Deus, e cuja família cresceu e se tornou um grande povo naquele país sem, contudo, conspirar para tomar o poder, e que durante seu governo o país prosperou como nunca, e que quando morreu toda a nação pranteou por sua morte?

Esse foi José, filho mais novo do patriarca Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão, que governou o grande Egito. Somente depois de sua morte, quando outro faraó assumiu o poder, que seu povo foi oprimido. Mesmo assim eles não conspiraram para tomar o poder.

Aqui no Brasil os evangélicos pretendem eleger um presidente crente para que possam tomar o poder, e dizer que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo.

Os evangélicos são tão audaciosos que no final da década de 1990 (1998), quando surgiu a heresia do G12, previram que dentro de 15 anos eles seriam maioria no Brasil. Quebraram a cara! Já estamos em 2017 e nada se concretizou. O que tem muito no Brasil é cristão joio, crente joio.

Teve outro crente que se tornou grande governador em país estranho, a Babilônia. Esse foi o profeta Daniel. Quando Sadraque, Mesaque e Abedenego escaparam da fornalha ardente, o rei decretou que o Deus de Israel fosse adorado em todo o país e decretado como Deus vivo e poderoso. Mas mesmo assim não há indícios de que os hebreus tenham influenciado a cultura e os costumes do povo Babilônico, nem dos persas. Depois que os judeus voltaram do cativeiro, os babilônios e persas continuaram do mesmo jeito, com sua idolatria, com seus costumes.

Aqui no Brasil os evangélicos querem influenciar em tudo.

Jesus mandou seus apóstolos anunciarem as boas novas do seu reino, e não tentar dominar países e o mundo, e impor suas crenças e costumes.

14/10/2017 Posted by | ESQUERDISMO, MENSAGENS ESPECIAIS, POLITICA, Socialismo | , , , | Deixe um comentário

VIAGEM DE NAVIO NA TERRA PLANA

É cada loucura que aparece nesses últimos tempos!

Se você ver o tanto de sites e vídeos no YouTube falando e defendendo o modelo da Terra Plana, e arrebatando milhares de seguidores incautos, vai ficar abismado. Parece que virou uma seita de lunáticos os adeptos da Terra Plana. Já são milhares e cada dia cresce mais os adeptos. E os verdadeiros cientistas não fazem nada para conter essa idiotice que infesta a internet, que pode estar levando à loucura milhares de jovens no mundo.

E adivinha de onde surgiu a teoria da Terra Plana! Da Bíblia.

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Planisfério - Terra Plana

No modelo da Terra Plana, o Chile e a Austrália ficam nos extremos do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana, então não tinha como um navio saindo do Chile pelo Oceano Pacífico chegar à Austrália sem passar pelos Oceanos Atlântico e Índico.

No entanto, sabemos que navios partindo do Chile, via Oceano Pacífico, chegam ao Japão e à Austrália.

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Os verdadeiros cientistas tiveram um árduo trabalho científico durante séculos para explicar o nosso mundo, o nosso Universo, o planeta Terra, a Lua e os demais planetas do Sistema Solar, bem como as leis que ordenam os movimentos dos astros no espaço. Mas, aí vem um bando de lunáticos religiosos, pseudo-cientistas provar que a Terra é plana, que a Lua e o Sol estão bem pertinho dela, e ainda têm audácia de afirmar que os maiores cientistas do mundo estão enganando a humanidade com a teoria da Terra redonda e do heliocentrismo.

Comparo as teorias (heresias) dos estudiosos da Terra Plana com as heresias dos teólogos tradicionais. Suas teorias são infundadas e muitas delas infantis, e não podem ser comprovadas cientificamente, mas querem ter razão. E ainda iludem milhões de pessoas com suas teorias sem fundamento.

Daqui a pouco vão dizer que não existem mais os três grandes Oceanos da Terra, e que existe apenas um Oceano. Ou vão dizer que a costa do Chile está ao lado da Austrália, ou que o Chile está do lado errado do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana e o Chile e a Austrália estivessem como estão nos extremos do Mapa Mundi, então um navio saindo do Chile só poderia chegar na África, na Europa e na Ásia passando pelo Canal do Panamá ou contornando o continente Sul Americano, passando pelo Estreito de Magalhães. Porém, sabemos que os navios do Chile não seguem essa rota pelo sul do continente Sul Americano, exceto se for para chegar à Argentina, ao Uruguai e ao Brasil.

14/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , , | Deixe um comentário

O Brasil É Um Estado Democrático de Direito ou Um Estado Controlado Por Um Sistema Religioso?

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Primeiramente, assista ao vídeo onde Paulo Freire fala sobre o período que viveu durante a Ditadura Militar.

VEJA O QUE PAULO FREIRE DIZ SOBRE A DITADURA NO BRASIL

Afinal de contas, vivemos numa democracia ou vivemos num estado ditatorial controlado por um sistema religioso, o Cristianismo?

A Democracia não combina com Cristianismo, principalmente o fundamentalismo religioso praticado pelos cristãos evangélicos. Ou o nosso país é um Estado Democrático de Direito, ou é um Estado Religioso Fundamentalista e Teocrático.

A Igreja Católica já tentou misturar Estado e Religião e não deu certo. Leia mais embaixo outras informações sobre esse fato.

A Democracia é um sistema político bom se ela for estabelecida de forma correta, da forma como foi idealizada na Grécia Antiga.

A democracia representativa que a 2ª Besta (Roma/EUA) ressuscitou não é boa para o povo. Pois o povo escolhe seus representantes, mas depois que são eleitos eles se juntam em conluios para votarem projetos para se beneficiarem a si mesmos, pois são os próprios parlamentares que criam as leis; e votam projetos que vão contra os interesses do povo.

A democracia é coisa típica da Grande Babilônia, onde todos tem o direito de praticar qualquer religião e escolher a sua opção sexual; e fazer o que quiser de sua vida. A democracia expressa o verdadeiro ideal do homem pecador, do homem sem Deus, que não quer se submeter a preceitos dogmáticos ou fundamentalistas. O problema é que religiosos fundamentalistas querem conviver numa democracia e impor suas crenças e costumes para todos.

Mas o pior da democracia é quando grupos religiosos tentam impor regras e preceitos fundamentalistas sobre toda a sociedade, como os católicos e evangélicos estão tentando fazer aqui no Brasil. Os evangélicos querem democracia, mas querem impor costumes e preceitos fundamentalistas, e suprimir o direito dos outros grupos, das outras religiões.

Não sou a favor da democracia onde predomina uma religião oficial que quer impor preceitos fundamentalistas, e que impõe seus costumes sobre a sociedade, como por exemplo feriados religiosos onde não se respeita o direitos dos outros grupos; onde se estabelece festa de padroeiros em todas as cidades e Estados do Brasil; onde se estabelece um feriado nacional religioso (dia da padroeira – ídolo de origem africana achado nas águas do rio Parnaíba do sul que colocaram como padroeiro do Brasil) onde todos indistintamente param para homenagear.

Não sou a favor dessa democracia fajuta que existe no Brasil onde os ricos pisam sobre os pobres e não permite que eles tenham ascensão social e econômica através da educação.

Não sou a favor dessa democracia meia-boca onde não há justiça para todos; onde os pobres e políticos de esquerda não tem vez e seus direitos são suprimidos; onde a justiça só favorece políticos corruptos que agem em conluio com ministros da alta corte para não serem presos.

Não sou a favor dessa democracia representativa, onde o povo elege representantes corruptos, que quando tomam o poder só pensam neles próprios, que recebem altos salários e regalias, e não votam projetos em benefício do povo, mas em benefícios de organizações que controlam a informação, a economia e a política neste país.

Não sou a favor dessa democracia onde o povo não se educa, devido à sua religiosidade, e não respeita as leis, onde impera o racismo e a discriminação de todas as formas.

Apesar disso, sou a favor da Verdadeira Democracia, onde o direito de todos é respeitado, onde o direito de um grupo não se sobrepõe sobre os outros; onde há justiça social para todos; onde cada grupo religioso vive dentro do seu quadrado, sem importunar a vida e o direito dos outros grupos; onde as diferenças são respeitadas.

Já que o mundo é uma grande Babilônia, não tem como os cristãos verdadeiros escapar, exceto se viver a vida totalmente reclusa, ou for habitar nas cavernas e nas montanhas, longe da sociedade moderna.

“E clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. (…) Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:2-4).

Mas já que a maioria dos cristãos vive nas cidades, então, a Democracia deve ser estabelecida de forma coerente, onde todos os grupos possam conviver pacificamente.

Do jeito que vai a democracia no mundo e aqui no Brasil, sempre haverá conflitos sociais, políticos, religiosos e ideológicos.

Na Verdadeira Democracia as redes de TVs abertas não podem veicular conteúdos e informações a bel-prazer, sem respeitar o público que possui crenças e costumes diferentes. Se querem veicular novelas, programas, filmes e artes que atentam contra a moral e os bons costumes, essas coisas devem ser veiculadas em canais fechados. Isso não seria uma sociedade vigiada, mas uma sociedade coerente, onde há respeito entre todos. Vejo que a TV Globo veicula muita informação e propaganda sobre a Igreja Católica, Espiritismo e religiões afro, mas não veicula quase nada sobre as igrejas evangélicas, sobre o Judaísmo e o Islamismo. Vejo também que as redes de TV têm um cuidado tremendo para não deixar aparecer marcas e produtos comerciais que não sejam de seus patrocinadores; eles colocam tarja preta ou embaçam a imagem de certos produtos para que não acha favorecimento. As mesma coisa eles fazem em relação às religiões. Assim mesmo eles deviam filtrar os conteúdos que favorecem certos segmentos religiosos, em detrimento de outros. Ou se dão destaque para um grupo religioso, o mesmo tratamento deveria ser dado aos demais grupos. A mesma coisa acontece em relação à política. Sobre políticos e partidos de Direita as redes de TV dão grande destaque, mas sobre políticos de partidos de Esquerda a informação é mínima. Por isso, certo jornalista brasileiro alcunhou esses veículos de comunicação de massa de PIG – Partido da Imprensa Golpista, porque eles manipulam a informação, para tentar prejudicar um governo ou destituir um governante, colocando a população mal informada para protestar, até que eles atinjam seus objetivos.

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Os cristãos querem importunar a vida de praticantes de outras religiões e sociedades alheias em todo o mundo, achando que são os melhores, os mais corretos, os puros, os santos. Os judeus e muçulmanos não vivem importunando a vida dos outros tentando empurrar suas crenças; não vivem invadindo país alheio para pregar suas crenças e condenando a crença dos outros. Os cristãos invadem os países alheios e quando são mal recebidos dizem que estão sofrendo perseguição. Levantam templos em países alheios e tentam se tornar maioria. Aqui no Brasil as lideranças evangélicas, no final da década de 1990, depois do surgimento da heresia do G12, estimaram que em 15 anos os evangélicos seriam maioria. E já se passou 2015 e o que previram não aconteceu. O que será deste país se um dia a maioria da população se tornar evangélica? Acredito que não vão conseguir destronar a Aparecida, padroeira do Brasil.

Os cristãos evangélicos devem parar de importunar a vida dos outros com esse negócio de pregação de um evangelho maluco que não tem nada a ver com o Evangelho de Cristo. Para pregar o evangelho eles se fiam no que diz o capítulo 16 de Marcos, onde supostamente Cristo teria dito: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura; quem crer e for batizado será, quem não crer será condenado”. Ora, essa passagem bíblica é apócrifa. Esse texto apócrifo foi inserido no livro de Marcos, pois só consta nos manuscritos mais recentes; nos manuscritos mais antigos e mais aceitos não consta essa passagem onde Jesus manda pregar o Evangelho a toda criatura. Aliás, Jesus não mandou seus discípulos pregarem o Evangelho aos gentios; mandou pregar somente aos perdidos da casa de Israel. Jesus mesmo disse que não veio pregar nada para os gentios e nem morrer pelos gentios.

“Respondeu-lhes Jesus: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:24).

“A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; e indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10:5-9).

Em Lucas 10 está escrito que Jesus enviou 70 discípulos para pregar o evangelho nas cidades de Israel. Ele não mandou pregar nas cidades dos gentios.

No evangelho de João é dito que Cristo “veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam, mas a todos quantos o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus”. Ora, essa declaração não foi feita por Jesus; é a apenas uma declaração do autor do livro de João. Jesus disse no capítulo 10 de João que ainda tinha outras ovelhas que não eram do seu aprisco e que deviam se agregar a ele. Ora, o aprisco de Cristo são os judeus para os quais ele veio pregar as boas novas. Se um gentio entrar nesse aprisco não é por mérito, mas por misericórdia.

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A pior de todas as grandes religiões do mundo é o Cristianismo, mas esse cristianismo fajuto disseminado pela Igreja Católica Romana e pelos evangélicos protestantes e pentecostais. A segunda pior religião é o Islamismo.

O Cristianismo tinha tudo pra ser a melhor religião do mundo, mas ele não é autêntico, e seus adeptos não praticam o verdadeiro ensino do Evangelho de Cristo.

A Igreja Católica já tentou misturar Estado e Religião e não deu certo. O rei da Inglaterra, King James, teve intrigas com o Papa, porque este queria ter poder sobre o rei e queria interferir em tudo.

A ICAR e os evangélicos pentecostais transformaram o Cristianismo na pior religião do mundo, a qual veio disseminando ódio e matando gente desde o auge do Império Romano.

Quando Jesus fundou a sua Igreja, ele não mandou os apóstolos pregarem o Evangelho do reino para dominar o mundo. Mas o que fez a Igreja Católica? Tentou dominar o mundo, ditar dogmas e preceitos fundamentalistas sobre as sociedades da Europa e do mundo todo. E o pior de tudo que a ICAR fez foi misturar o Evangelho de Cristo com idolatria. Esse é um dos piores erros da ICAR. Mesmo o rei da Inglaterra tendo expulso o Papa de lá, mas eles se fortaleceram em Roma. E no início do século XX a Igreja Católica recebeu do governo Italiano uma extensa área territorial para o Papa construir um reino, o império do Cristianismo, chamado de Vaticano. Vaticano significa o que vaticina, o que profetiza e impõe regras e controle sobre as massas. E desde a fundação do Estado do Vaticano a Igreja Católica exerce influência no mundo todo e sobre as lideranças políticas de vários países. Aqui no Brasil tem várias religiões e segmentos do Cristianismo, como os protestantes evangélicos, mas a religião predominante é a ICAR. Você pode constatar isso nos feriados religiosos, com o dia da Padroeira, onde todo o país pára, e afeta a vida de todos, até dos ateus. Em todos os Estados e cidades do Brasil são festejados os padroeiros católicos e é feriado. Tem ainda o feriado da Semana Santa e da Páscoa, feriado de Corpus Christ e o feriado de Natal. A ICAR é a religião predominante no Brasil. Mesmo que os evangélicos se tornem a maioria, mas será difícil acabar com as festas de padroeiros e destronar a Aparecida como padroeira do Brasil. E acabar com o Círio de Nazaré em Belém do Pará, nem pensar!

E os cristãos protestantes por que se tornaram maus exemplos para o mundo? Porque passaram a interpretar a Bíblia de forma literal e apregoar e ensinar fantasias de suas mentes, e a viver de ilusões. Depois da reforma protestante de Martinho Lutero no século XVI as seitas cristãs e evangélicas passaram a combater a igreja católica e a se digladiar mutuamente, cada uma condenando a outra. Passaram a criar inimizade com as Testemunhas de Jeová, com os Adventistas do 7º Dia e com os Unicistas, Calvinistas, Luteranos. E pra completar a bagunça, apareceram os pentecostais no início do século XX. E agora, nos últimos dias surgiram os neopentecostais, que desmoralizou de vez o Cristianismo.

Durante os anos que convivi como membro da Igreja Assembleia de Deus do AM, recebi doutrinamento discriminatório em relação às outras seitas cristãs e o Catolicismo Romano. A literatura evangélica assembleiana, principalmente as revistas de escola dominical, traziam ensinamentos discriminatórios sobre a ICAR e os católicos. Aprendi que os católicos não são e nem serão salvos porque são idólatras, porque acreditam no purgatório, porque adoram (veneram) a virgem Maria e a têm como salvadora e intercessora junto a Deus, e também porque não aceitam Jesus e não confessam Jesus como único e suficiente salvador. Não são salvos porque fumam, bebem e fazem festas profanas. O fundamentalismo religioso dos assembleianos e dos adventistas do sétimo dia é terrivelmente discriminatório. Eles se julgam melhores e superiores aos praticantes de outras religiões e cultos. Atualmente eles tentam maneirar e minimizar o preconceito e arrogância, tentando não demonstrar radicalismo, mas o ensino fundamentalista está lá, impregnado em suas mentes.

Das piores coisas praticadas pelos cristãos protestantes evangélicos posso citar duas: 1) A crença de que os crentes salvos vão viver no Céu, na tal eternidade e 2) A crença que os crentes gentios serão arrebatados e que os mortos ressuscitarão em corpos espirituais incorruptíveis.

I – Os cristãos gentios salvos não serão arrebatados. O arrebatamento será apenas para o grupo dos 144 mil judeus como está descrito no Apocalipse. Por que a ICAR e os padres católicos não ficam pregando sobre arrebatamento? Porque eles não são burros. Os cardeais da ICAR são sábios, poliglotas, conhecem a língua grega e o hebraico. Eles sabem que o Apocalipse foi o último livro a ser incluído no Cânon do Novo Testamento, e quase não foi incluído por puro preconceito do Papa e dos padres católicos. O motivo é porque o Apocalipse só trata com os judeus e com a causa dos judeus, e não fala nada sobre os gentios. Aí vieram os protestantes e começaram a pregar e ensinar os ensinamentos do Apocalipse achando que aquelas mensagens são para eles. Ledo engano! E pra piorar as coisas, começaram a acreditar que os cristãos gentios são o “Israel Espiritual”. Imaginam que existe uma tal cidade no Céu, de ruas de ouro, com muros de jaspe luzente e um mar de águas cristalinas que sai do trono de Deus; imaginam que essa cidade celestial, chamada Nova Jerusalém, anda vagando pelo espaço e que um dia ela descerá sobre a Terra, e será a morada eterna dos redimidos. Tudo isso é pura fantasia da mente dos cristãos fanáticos. E vivem e morrem em função de suas crenças.

II – Nenhum ser humano irá habitar no Céu, com Deus. Essa ilusão tem sido propagado pela ICAR e pelos protestantes durante séculos.

Os tradutores traduziram os textos bíblicos na linguagem formal, e não se deram ao luxo de dar uma aula introdutória de semântica e análise textual. Aí crentes leigos e teólogos sem o mínimo preparo leem os textos bíblicos e interpretam de forma literal, e imaginam fantasias, e espalham suas heresias, fazendo lavagem cerebral nos crentes incautos.

Nos evangelhos consta em muitos trechos a frase “reino dos céus”. Os crentes fanáticos pegam esses textos que falam sobre reino dos céus e imaginam que “reino dos céus” é um reino no Céu. Eles conservam uma mente primitiva, pois imaginam que o que existe nos céus, acima de nós, são coisas “espirituais”. Imaginam que nos céus, acima das nuvens, existe uma cidade espiritual, com ruas de ouro, onde Deus e os anjos alados habitam. E para lá eles pensam que vão viver depois da morte. Quando uma criança faz algo errado os crentes fanáticos dizem: “não faça isso, se não você não vai pro céu”.

Pegaram a palavra CÉU e a transformaram em um lugar paradisíaco, enquanto que Céu não é um lugar fixo, e significa tão somente o espaço sideral que fica acima das nuvens.

Faço um desafio aos teólogos tradicionais para que tragam os melhores eruditos sobre Língua Portuguesa para que provem que a frase “REINO DOS CÉUS” significa um reino no Céu. É claro que a frase “reino dos céus” significa um reino que veio do céu para se estabelecer aqui na Terra. Os cristãos salvos que morreram irão ressuscitar para viver aqui mesmo no planeta Terra restaurado. Não existe esse negócio de viver na eternidade, viver junto com anjos nos céus, habitar junto de Deus num mundo espiritual.

Os crentes imaginam que vão viver no céu e lá vão se encontrar com os patriarcas e profetas. A imaginação é tão maluca que eles pensam que vão encontrar o patriarca Abraão velho, de barbas e cabelos brancos; vão encontrar o profeta Moisés como um senhor velho e com barbas; e o rei Davi pensam que vão ver como um jovem. Eles imaginam que vão encontrar no céu a mãe, o pai na mesma idade que morreram; imaginam que vão ver os filhos recém-nascidos que morreram na mesma idade em que morreram. E por aí vai. A loucura é tanta, que eles imaginam que vão abraçar Jesus, ficar o tempo todo ao lado de Jesus. Imagina milhões de salvos no céu andando ao lado de Jesus o tempo todo, bajulando e fazendo cantorias! Pelamordezeus!

A BÍBLIA FALA SOBRE REENCARNAÇÃO

Os cristãos acreditam que os mortos vão ressuscitar, mas eles não admitem que tal fato será uma reencarnação. É claro que a ressurreição será uma reencarnação. Só um deus sem noção faria dois trabalhos em vez de um: levar o crente que morreu salvo para o céu, e no último dia fazê-lo ressuscitar para torná-lo a levar para o céu. Quanto falta de juízo desses teólogos fanáticos!

Se vai haver ressurreição, a ressurreição não será de espíritos, porque espíritos não ressuscitam. A ressurreição só existe para quem estava vivo de carne e osso e morreu. Portanto, a ressurreição é uma reencarnação, para que aquele que morreu volte à forma humana, de carne e osso.

E para que servirá a ressurreição? Servirá para que os salvos redimidos possam reviver e habitar no novo planeta Terra restaurado.

E com qual idade os mortos irão ressuscitar? Quem morreu criança irá ressuscitar como criança? Quem morreu bem velhinho com a pele toda enrugada irá ressuscitar da mesma forma? Ou todos irão ressuscitar em idade adulta, e todos serão iguais na aparência, tido os jacarés?

Acredito que os velhos e crianças ressuscitarão em idade adulta. As famílias continuarão gerando filhos, que crescerão até a idade adulta, mas nunca envelhecerão. Mas, os que pecarem e cometem delitos graves serão mortos e destruídos. E a humanidade redimida irá crescer e se espalhar por todo o Universo.

Os seres humanos que viverão eternamente no reino aqui na Terra restaurada com Cristo continuarão sendo mortais. Porém, Deus concederá o elixir da vida, de tal forma que seus corpos continuarão como novos eternamente, assim como Adão e Eva viveram no primeiro paraíso. Adão e Eva morreram porque Deus lhes tirou o direito de se alimentar da árvore da vida, que lhes concedia a vida eterna.

Os 144 mil judeus que serão arrebatados serão levados até o espaço sideral em naves espaciais. Eles serão abduzidos. Os salvos que serão ressuscitados no último dia também serão levados para o espaço e protegidos em local seguro, até que a obra de restauração da Terra seja completada. Os pecadores que vão ressuscitar no último dia, muitos serão salvos no julgamento do Grande Trono Branco. E os que não se salvarem serão lançados definitivamente no lago de fogo, que é o Sol, para aniquilação eterna do corpo e do espírito.

12/10/2017 Posted by | Fundamentalismo Religioso, IGREJA E POLÍTICA | , , , , | Deixe um comentário

UMA MENTIRA CABELUDA NA BÍBLIA?

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Quando o crente fanático lê a Bíblia ele não se importa nenhum pouco com os números, com os locais citados, não confere se aquilo que lê está certo ou errado. Porque ele já vem com a mente condicionada, achando que a Bíblia é inspirada e que não tem um tantinho de erro ou contradições.

Na Bíblia tem quatro evangelhos, mas apenas três são considerados sinópticos, porque suas narrativas são bem semelhantes: Mateus, Marcos e Lucas. Mas os estudantes de teologia não se perguntam por que há um evangelho estranho entre os livros sagrados, o Evangelho de João. Ainda vou produzir um texto expondo todas as contradições do livro de João em relação aos três evangelhos sinópticos. O Evangelho de João é o campeão em contradições. Parece que foi feito por encomenda, só para contrariar os demais. No Evangelho de João não há registro de nenhuma parábola de Jesus; e a família de Lázaro em Betânia bem como o milagre da ressurreição de Lázaro nem mesmo é referida nos três evangelhos sinópticos. Se a ressurreição de Lázaro foi o maior milagre de Jesus, por que não há registro desse fato nos outros evangelhos? Tudo leva a crer que o Evangelho de João foi forjado com a intenção de deificar a pessoa de Jesus Cristo, ou seja, dar a entender que ele era Deus igual ao Pai. E o livro já começa com esse negócio de o “Verbo se fez carne”, e também o “Unigênito filho de Deus”, termos usados no esoterismo cabalístico. Se o Evangelho de João foi um livro inspirado por Deus, por que muitas de suas informações divergem dos demais evangelhos, principalmente em se tratando de números, de locais, de pessoas?
 
O Evangelho de Lucas, que deveria ser considerado o menos inspirado, é o mais exaltado e tido como o mais exato, visto que ele foi escrito por vontade humana, e não pela vontade ou ordem expressa de Deus. O seu autor, Lucas, era médico, e nem discípulo de Jesus ele foi. Ele não presenciou os milagres de Jesus e nem foi testemunha ocular de nada. Ele mesmo diz a Teófilo, a quem o livro foi endereçado, que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus, procurando informações com as pessoas que presenciaram os fatos. Logo, percebe-se que não foi Espírito Santo que guiou Lucas durante a escrita do seu evangelho. Se fosse o Espírito Santo, ele nem precisaria ter pesquisado nada, nem precisaria ter dito que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus. Por que o Evangelho que foi escrito por uma pessoa desconhecida, tendo feito um levantamento minucioso sobre os fatos da história de Jesus é considerado o mais exato e inspirado? Onde está a importância do Espírito Santo na produção do Evangelho de Lucas? E por que o Evangelho de João, que sendo supostamente escrito pelo discípulo de Jesus que presenciou os fatos, é o que mais tem informações conflituosas? Repito para os teólogos fanáticos: Se Lucas foi guiado pelo Espírito Santo para escrever a história de Jesus, ele não precisaria ter feito nenhuma pesquisa, não devia ter inquirido nada de ninguém, pois o Espírito Santo se encarregaria de informá-lo sobre todos os fatos que aconteceram. Não é assim que os teólogos tradicionais ensinam que o Espírito Santo “soprou” na mente dos escritores bíblicos para que escrevessem os livros de forma inspirada?

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A mulher com fluxo de sangue

Marcos 5:25-34
“Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal. E logo Jesus, percebendo em si mesmo que saíra dele poder, virou-se no meio da multidão e perguntou: Quem me tocou as vestes? Responderam-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou? Mas ele olhava em redor para ver a que isto fizera. Então a mulher, atemorizada e trêmula, cônscia do que nela se havia operado, veio e prostrou-se diante dele, e declarou-lhe toda a verdade. Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e fica livre desse teu mal”.

Alguém tem conhecimento de uma mulher que tenha sofrido durante dois anos ou mais com hemorragia?

Não existe na literatura médica registro de casos de mulheres com sangramento ininterrupto durante vários anos.

Essa mulher aí da história do Evangelho sofria há mais de 12 (doze) anos de fluxo de sangue (hemorragia). Pode isso, Arnaldo? Doze anos?

Uma mulher pode sangrar por vários meses, ou até um ano ou dois. Se o sangramento persistir por muitos meses a mulher pode desenvolver anemia ferropriva e desenvolver outras doenças no seu organismo. E pra piorar a história bíblica, nem mesmo no tempo de Jesus havia transfusão de sangue. Como uma mulher poderia viver com fluxo de sangue todo esse tempo? Isso não tem lógica.

Veja o que diz a medicina sobre perda de sangue ou hemorragia:

“O sangramento é considerado excessivo quando ocorre uma variação significativa do padrão menstrual da mulher. A menstruação varia em cada mulher mas o sangramento é considerado anormal em quatro situações diferentes: quando dura mais de sete dias, quando o ciclo é inferior a 21 dias, quando surgem coágulos no sangue ou quando a perda de sangue supera os 80 mililitros, ou seja, quando o absorvente fica cheio de sangue em apenas uma hora. Além de durar mais tempo, a menstruação também pode ser mais dolorosa nessas ocasiões. Outro sintoma percebido é sensação de fadiga e, em alguns casos, falta de ar, que podem ser também um sintoma de anemia provocada pelo sangramento excessivo”.

“Hemorragia excessiva é a causa mais comum de anemia. Quando se perde sangue, o corpo absorve rapidamente água dos tecidos para a corrente sanguínea, em uma tentativa de manter os vasos sanguíneos preenchidos. Consequentemente, o sangue fica diluído e o hematócrito (porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de sangue) é reduzido. Eventualmente, elevação da produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea pode corrigir a anemia. Com o passar do tempo, contudo, a hemorragia reduz a quantidade de ferro no corpo, de maneira que a medula óssea não consegue aumentar a produção de novos glóbulos vermelhos para substituir os perdidos”.

02/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, contradições da bíblia, ESTUDOS BÍBLICOS | , , | Deixe um comentário

A NARRATIVA DA CRIAÇÃO DE GÊNESIS, SEGUNDO MIQUELS7

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Os teólogos tradicionais têm que admitir: A narrativa da criação de Gênesis trata-se da transição da Terra no período da última Era Glacial. Segundo alguns geólogos, a última glaciação da Terra deu-se no período de 100 mil a 12 mil anos atrás. Veja o que diz a Wikipédia:

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Último Período Glacial

“O Último período glacial, também referido como Idade do Gelo, Glaciação Wisconsin, Glaciação Würms, Würmiano ou Laurenciano, é a designação dada ao último episódio de glaciação da Terra registado durante a presente idade geológica. Teve lugar durante a última parte do Pleistoceno, de aproximadamente 110.000 a 10.000 anos antes do presente e é a mais conhecida das glaciações antropológicas.

Foi definida por A. Penck e E. Brückner (1901-1909), como glaciações alpinas (RISS, Mindel, Günz, Donau). Sua definição é baseada em observações geológicas consequentes da redução significativa das temperaturas médias durante um longo período (gelo de água fluvial, morenas) nos Alpes. Considera-se que ela começou há 100 mil anos e terminou há 12 mil.

Esta glaciação foi a última acontecida na Terra, e com ela se considera terminado o período Pleistoceno e as denominadas “glaciações antropológicas” por cientistas, devido ao fato de terem sido usadas para a travessia do homem para a América do Norte”.

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A criação de Gênesis 1

A presente teoria sobre o real significado da criação de Gênesis é de autoria de Miquels7. Nenhum outro estudioso da Bíblia ou teólogo escreveu sobre esse fato ou teve ponto de vista ou ideia semelhante.

Deus não criou o planeta Terra. O nosso planeta já existia antes dos deuses (Elohim) aparecerem. Quando os Elohim apareceram a segunda vez, viram que a Terra estava um caos, imersa em escuridão, completamente coberta de gelo, porque as nuvens de cinza vulcânicas tapavam a luz do Sol. Esse estado em que ficou o planeta Terra foi devido a uma catástrofe, resultado da queda de um meteoro sobre a área em que se encontra o atual Oceano Atlântico, há mais de 100 mil anos atrás. Com a queda desse imenso meteoro, o Reino dos Atlantes submergiu sob as águas do Oceano que cercava o continente que existia entre a África e a América do Sul. Muitos humanos do Reino dos Atlantes sobreviveram à catástrofe, e se esconderam em cavernas da Terra, bem como muitas aves e animais. Os Atlantes foram uma raça de humanos que existiu na Terra antes do surgimento da Raça Adâmica, criada pelos deuses (Elohim). Nos livros de histórias antigas e na internet podemos ver os vestígios do Reino dos Atlantes que ficaram espalhados nos quatro cantos do planeta, que até hoje muitos cientistas não sabem explicar a origem. Foi o filósofo grego Platão quem descreveu em uma de suas obras a história do Reino dos Atlantes. Os humanos que sobreviveram em cavernas da Terra no período da última Era Glacial tiveram filhos em meio à escuridão do planeta; os mais velhos morreram e pouca informação passaram para os seus descendentes. E esses descendentes não tinham noção da existência do Sol, da Lua e das estrelas. Quando as nuvens de cinzas vulcânicas começaram a se dispersar, os primeiros raios do Sol começaram a surgir. Então, esses sobreviventes das cavernas imaginavam que os deuses estavam criando a luz. A narrativa de Gênesis parece até um conto de fada ou conto infantil, mas, na verdade, trata-se de algo que realmente aconteceu. Mas esse fato precisa ser explicado do ponto de vista científico, assim como estou fazendo. Os religiosos explicam o relato da criação de Gênesis como um conto infantil, um conto de fada. Quem crê de forma literal na narrativa da criação de Gênesis tem idade mental de um criança que acredita em contos de fada.

Se Gênesis diz que Deus criou no princípio a Terra, e esta era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo, significa que Ele a criou na escuridão. Deus, sendo luz, criou a Terra em total escuridão. Ora, acreditar dessa forma é meninice. E tal crença seria um mito, e não algo real e racional.

Que Deus é esse, onisciente e todo-poderoso, que se surpreende ao criar a luz, visto que a Bíblia mesmo diz que Ele é luz?! Deus viu que a luz era boa. Ora, isso já o desqualifica como um ser onisciente.

A narrativa de Gênesis tem todas as características do processo de transição pelo qual passou a Terra na última Era Glacial. E a narrativa segue em ordem cronológica todo o processo.

OS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO DA TERRA

Em Gênesis diz que a Terra estava um caos, imersa na escuridão, coberta de geleiras, porque as nuvens de cinzas vulcânicas tapavam completamente a luz do Sol.

No primeiro dia (ou primeiro período de transição) Deus cria a luz. Ora, isso é mito se acreditarmos de forma literal na narrativa. Após dezenas de anos, as nuvens de cinza vulcânicas começam a se dispersar, e surgiram os primeiros raios do Sol sobre a Terra.

Quando os primeiros raios do Sol começam a atingir a Terra, os humanos sobreviventes nas cavernas começam a diferenciar o período do dia e da noite.

No segundo dia (período de transição), as nuvens vulcânicas ainda não tinham se dispersado completamente, mas os raios do Sol começaram a aquecer o planeta e derreter as grandes geleiras que cobriam os montes.

No terceiro dia Deus faz a separação das águas e da terra seca (mito). Cientificamente, nesse período as grandes geleiras derretem e aparece a parte seca.

Ainda no terceiro período começa a surgir a relva, e brotam do nada toda sorte de plantas. Esse mesmo fenômeno acontece nas praias nos rios da Amazônia, logo que termina a enchente grande. Começam a nascer todo tipo de plantas às margens dos rios e sobre as praias.

No quarto dia Deus criou os grandes luminares do céu: o Sol, a Lua e as estrelas (mito). Explico esse contrassenso.

Se é o Sol que determina a separação da luz e das trevas, e o que determina a contagem dos dias, por que esse astro só foi criado no quarto dia? Que parâmetros os Elohim empregaram para contar o primeiro dia, o segundo dia e o terceiro dia, visto que é o Sol que determina o período do dia e da noite?

Na realidade, foi somente no quarto dia que os humanos sobreviventes das cavernas puderam contemplar nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas. E na perspectiva deles, era os deuses (Elohim) que haviam criado naquele período o Sol, a Lua e as estrelas.

No quinto dia Deus cria as aves do céu e todos os animais sobre a terra (mito). Explico.

No quinto período de transição, as aves e os animais saem das cavernas para se alimentar dos peixes, da grama e da vegetação que começou a cobrir a Terra seca. Na visão dos humanos sobreviventes, eram os deuses criando as aves e os animais.

No sexto dia ou período Deus cria os animais domésticos, selváticos e os répteis, e por último cria o homem para cuidar da terra e da criação.

Porém, no livro de Gênesis existem duas narrativas sobre a criação, mas muitos estudantes e até mesmo teólogos não percebem, ou fingem que não tem importância, pois, segundo eles, a Bíblia é a palavra de Deus e não contém erros. Mas, contém muitos erros. Eles não percebem porque já têm a mente condicionada para aceitar como verdades inquestionáveis qualquer coisa que a Bíblia diz. Estudam a Bíblia com fanatismo, sem fazer uma análise crítica e científica nos textos, para conferir se as informações contidas são reais ou fictícias, ou se se contradizem.

A primeira narrativa é de origem suméria, e denomina-se ‘Elohista’, e vai de Gên.1:1-31 a 2:1-3. E o nome empregado para se referir à divindade é Elohim, que significa literalmente “os deuses”.

A segunda narrativa da criação começa em Gên.2:4-17 e é totalmente contrária da primeira. Esta narrativa é denominada “Javista”, porque o termo empregado para se referir à divindade é Javé ou YHWH. Portanto, é uma narrativa de origem hebraica. Nela, Deus primeiro cria o homem, depois cria as plantas, as aves e os animais.

Em Gên. 3:5 diz que não havia brotado nenhuma erva ou planta do campo porque Deus não havia feito chover. Ora, que Deus Todo-Poderoso é esse que não podia fazer nenhuma planta brotar sem água?

A RAÇA ADÂMICA E A RAÇA DOS ATLANTES

Os teólogos tradicionais não admitem que existiu outra raça de humanos na Terra além da raça adâmica. Para eles, todas as diferentes etnias de humanos (nefilins, índios americanos, brancos europeus, negros africanos, asiáticos, esquimós, pigmeus, mongóis, aborígenes australianos) descendem de um mesmo ancestral (Adão e Eva) que apareceu na Terra há 6 mil anos.

Na verdade, os Elohim criaram uma nova raça de humanos diferente das anteriores, mais evoluída e de cor branca, a Raça Adâmica.

Porém, antes de prosseguir, quero salientar sobre mitos e fantasias alimentadas pelos crentes e até por pessoas ditas “eruditas” (teólogos e “doutores” em Bíblia), que não passam de adultos com uma mente infantil.

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Temos que parar de acreditar nos relatos do livro de Gênesis como se fossem estórias infantis, que iludem meninos que acreditam em contos de fada e em Papai-Noel.

Quando Gênesis 3 diz que a “Serpente” era a mais astuta das alimárias do campo que Deus havia criado, o relato não está tratando de uma história infantil para entreter criancinhas. “Serpente” é um termo de cunho esotérico que o escritor de Gênesis empregou para se referir ao anjo caído, chamado Satanás. Esse anjo era o sinete da perfeição, o mais astuto e inteligente dos anjos, a tal ponto de seduzir uma legião de anjos (a terça parte) e vagar errante pelos cosmos. Não. Não existiu nenhuma “cobra falante” no Jardim do Éden, que conversava com Eva. “Serpente” quer dizer o próprio Diabo em si. Só que ele não estava DENTRO do Jardim Santo para conversar e iludir Eva a comer do fruto do mal. Que Deus é este que faz um belo jardim, um paraíso, para um casal de humanos ali habitar em perfeita paz e tranquilidade, mas põe um ninho de serpente no meio do Jardim para tentar aquele casal? Só na cabeça desses crentes e teólogos que acreditam em contos de fada! Onde já se viu Deus criar uma bela casa toda cercada e protegida para um casal habitar e dentro dela colocar uma serpente venenosa para ficar só na espreita, esperando a hora para atacar?

O Jardim do Éden era um local bem protegido e só tinha uma entrada. Nenhuma pessoa estranha e nem Satanás podia entrar naquele recinto santo. Adão e Eva eram seres humanos mortais. Apesar de viveram nus como os nativos, Deus lhes concedia o elixir da vida, o fruto da Árvore da Vida, que lhes dava o poder da imortalidade. Mas quando o casal desobedeceu a ordem do criador de não se afastarem do Jardim Santo para dar ouvido à Serpente, Deus os puniu e os expulsou, tirando-lhes o direito de comer do fruto da vida eterna. Deus vendo que o casal podia voltar e entrar no Jardim Santo e comer da Árvore da Vida teve que fechar a entrada e colocar anjos querubins para protegê-lo de qualquer invasor.

O homem decaído conseguiu o que queria: o conhecimento do bem e do mal e o contato com a civilização. O homem da Raça Adâmica, sendo criado à imagem e semelhança de Deus, não aceitou se sujeitar e se rebelou contra o próprio Criador, e quis se tornar senhor de si mesmo e do mundo que o rodeia. E atualmente esse homem decaído não para na sua busca incessante pelo conhecimento. O homem da raça adâmica decaída não pode ser senhor de nada neste mundo porque ele é um ser imperfeito, dominador e opressor. Atualmente o homem está tendo controle sobre a matéria e as forças da natureza. E nessa busca desenfreada pelo poder e o domínio de tudo, o homem tem se tornado uma grave ameaça para sua própria espécie e para todo o planeta. Se nada ou ninguém impedir o homem na sua busca pelo controle da natureza e domínio da matéria, chegará o dia em que ele baterá no peito e dirá que tem o poder e o controle de tudo, e que tem o poder de um deus para criar e destruir os elementos da natureza. A bomba atômica, a nanotecnologia e a codificação do genoma humano são exemplos de poderes que o homem decaído tem alcançado.

“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito” (Gên. 3:1).

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apoc. 12:9).

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida” (Gên. 3:22-24).

Satanás, a Serpente, esperou o momento certo para dar o bote em Eva. Ele esperou Eva sair das dependências do Jardim Santo a se aventurar em floresta desconhecida. O anjo caído passou conhecimento proibido para Eva, a qual se sentiu fascinada, e não deu ouvido à ordem de Deus para se afastar da Árvore do Mal. Satanás levou Eva até o reino dos Atlantes, e lá ela contemplou pessoas trajando-se com vestimentas. Foi a partir daí que ela e Adão passaram a ter vergonha de andarem nus, pois, passaram a ter conhecimento de uma civilização avançada. A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal era a raça dos Atlantes que habitava no meio do Grande Jardim, isto é, no meio do planeta Terra, com os quais Adão e Eva estavam proibidos de manter contato. Esses Atlantes do tempo de Adão e Eva eram uma raça de humanos que sobreviveu ao grande cataclismo que devastou o continente que existia sobre as águas do Oceano Atlântico, em razão da queda de um meteoro há 100 mil anos atrás. Os Atlantes eram um povo civilizado, trajavam-se com roupas e possuíam tecnologia. Tinham Ciência e conhecimento do bem e do mal. Era um povo que cultuava os deuses caídos (anjos caídos) e praticavam toda sorte de bruxaria e encantamentos. Assim como nem todos os nefilins foram extintos pela catástrofe do grande Dilúvio, os Atlantes também não foram totalmente exterminados da face da Terra quando a catástrofe se abateu sobre o continente onde habitavam.

Temos que deixar a meninice de lado e parar com a crendice infantil de achar que o simples ato de Eva comer uma fruta de aparência aprazível foi a causa da queda da humanidade no pecado. A queda da humanidade foi o simples fato do homem ter mantido contato e conhecimento da civilização. A ideia original de Deus ao criar a Raça Adâmica era que esta se mantivesse pura, inocente, sem conhecimento da civilidade. Deus criou Adão e Eva como humanos nativos, isto é, como índios selvagens. Por isso, a Bíblia diz que eles andavam nus e não se envergonhavam. Os povos indígenas não-civilizados sempre andam nus e não se envergonham. Os índios só começam a usar vestimentas depois que mantém contato com os civilizados. Os povos indígenas são os verdadeiros guardiões da Terra. As tribos indígenas podem passar gerações e gerações e viver milhares de anos, mas eles não inventam nenhuma tecnologia, não possuem Ciência, não sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra, não depredam a natureza, e protegem os animais. Suas canoas e embarcações continuam sendo de madeira e suas casas de palha. Essa era a ideia original de Deus quando criou a nova raça de humanos sobre a Terra. Os povos civilizados inventam tecnologias, têm Ciência, depredam a natureza, dizimam as florestas e o meio ambiente, e matam os animais para fins de comercialização. Os índios matam para se alimentar. Além do mais, os civilizados sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra. E agora nesses últimos 70 anos temos visto que a atual civilização humana está prestes a colocar fim no próprio planeta com as armas nucleares. A própria raça humana e a natureza estão ameaçadas de extinção por causa do pecado do homem em ter conhecido a civilização. E o culpado disso tudo foi Satanás, o anjo rebelde. Mas tem humanos que acham muito bom as tecnologias que a atual civilização tem inventado e proporcionado para o bem e usufruto de poucos. A maioria da civilização vive na miséria e na penúria, vivendo explorada e esquecida.

As igrejas evangélicas e a católica não podem evangelizar os povos indígenas não-civilizados, pois eles não carregam o pecado original, o pecado da civilização. Os povos indígenas não-civilizados são o remanescente da verdadeira Raça Adâmica, a raça pura e inocente que os Elohim criaram na Terra.

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A PROVA DA EXISTÊNCIA DE OUTRAS RAÇAS DE HUMANOS HABITANDO NO TEMPO DE ADÃO E EVA

Muitos teólogos e estudiosos da Bíblia tem se questionado, querendo entender de onde Caim arranjou sua mulher, já que ele havia sido expulso da terra onde seus pais habitavam. Porém, o máximo que conseguem explicar é que Caim tomou uma de suas irmãs ou sobrinhas, descendentes do seu terceiro irmão de nome Sete. Porém, isso é conclusão precipitada, sem fundamento.

Quando Caim matou seu irmão, Abel, Deus o expulsou de perto de seus pais, e passou a andar errante sobre a terra. Aí ele reclamou de Deus por tê-lo obrigado a sair de perto de sua família a vagar pelo mundo. Caim disse para Deus: “Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará. O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse. E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden” (Gên. 4:14-16).

Se só existiam naquele momento Caim e seus pais, Adão e Eva, qual a razão de Caim ter temido ser morto por alguém que o encontrasse? Uns teimosos dizem que Caim teve medo de ser morto pelas feras do campo e da floresta. Porém, pelo contexto da narrativa, Caim estava com medo de ser encontrado e morto por outras tribos de humanos que ele sabia que habitavam por perto. Deus disse ainda que quem matasse Caim seria vingado sete vezes. Ora, esse castigo de ser vingado sete vezes não podia ser aplicado a um animal ou fera do campo. E tem mais: naquele tempo havia a lei do vingador. Quando alguém matava um familiar seu, esse alguém era procurado e perseguido até ser morto e vingado a morte do familiar. No entanto, essa vingança não se dava quando alguém matava um membro da própria família, pois, se prevalecesse a lei do vingador, não sobraria ninguém vivo da família. Por essa razão, Caim não estava temendo ser morto por algum familiar seu que porventura quisesse vingar a morte de Abel.

A razão de Deus ter colocado uma marca em Caim era com o fim de protegê-lo para que ninguém de outra tribo o matasse. A marca colocada em Caim foi a cor de sua pele que foi alterada. Por certo, os da Raça Adâmica eram de pele branca, e os da Raça dos Atlantes eram de pele escura ou parda. Se Caim tivesse a mesma cor de pele dos Atlantes ele não seria morto e seria confundido como um membro da civilização dos Atlantes. Foi da Raça dos Atlantes que Caim tomou sua mulher. Como diz o texto, os Atlantes que sobreviveram ao grande cataclismo habitavam na terra de Node, ao oriente do Éden. Repare que esse “Éden” não é o Jardim Santo que Deus criou para Adão e Eva. Éden era o antigo nome dado ao planeta Terra. Veja que a Bíblia diz que o Jardim Santo foi plantado ao oriente do Éden. Mas a terra de Node era um pouco mais afastada da área do Jardim Santo.

A descendência da mulher são os humanos piedosos e pacíficos, os chamados filhos de Deus, que não buscam a Ciência e a tecnologia e não fundem o metal para construir armas para a guerra. A descendência da Serpente são os anjos caídos, mas também são todos os homens maus e poderosos, que fundem o ferro e constroem armas para guerrear, que derramam sangue, que depredam a natureza e dizimam os animais. Os humanos que amam a Ciência e a tecnologia, e vivem em busca de riquezas materiais também são filhos da Serpente, são os que aprovam o conhecimento que Satanás passou para Adão e Eva. Dizem que se o anjo caído não tivesse transmitido o conhecimento proibido aos humanos (o ‘fruto proibido’), a humanidade até hoje estaria vivendo reclusa num pequeno paraíso sem poder se afastar de lá, sem poder explorar o mundo e desfrutar de suas riquezas. Mas isso é história pra boi dormir. Se o homem não tivesse pecado, isto é, tomado conhecimento da civilização, até hoje o nosso planeta era um verdadeiro paraíso, com toda sua fauna e flora bem preservada.

Existem notícias na internet dando conta de que a Terra está prestes a ser atacada por alienígenas. E que eles vão atacar para matar e destruir. E não duvido disso. Os Elohim estão a par de tudo que acontece no planeta. Eles sabem do grande arsenal nuclear dos EUA, da China, da Rússia, da França, do Paquistão e da Coreia do Norte. Os Elohim estão preocupados com o fim da raça humana e de todos os animais. E quem é responsável por esta ameaça à vida na Terra é a raça humana decaída, esta que comeu do fruto proibido e não se arrependeu. E os Elohim estão prestes a por fim nos homens maus para proteger o planeta Terra da destruição completa.

Eu creio assim. E você continua acreditando em contos de fada?

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Muitos teólogos, pastores e estudiosos cristãos estão tendo uma visão diferente sobre os fatos e relatos da Bíblia por causa de Miquels7 e dos textos publicados em seu blog. Se Miquels7 não existisse, muitas coisas sobre Deus, Jesus, as profecias de Daniel, Ezequiel e Apocalipse ficariam sem solução, sem um ponto de vista diferente. Se Miquels7 desaparecer, muito conhecimento vai desaparecer também. Miquels7 não surgiu por acaso. Miquels7 tem muito conhecimento para revelar.

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Miquels7

 

03/09/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

FINALMENTE DECIFRADO O ENIGMA: QUEM É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA POSTA NO MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM

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ATENÇÃO: Este artigo inédito foi publicado na internet no blog Mensagens Para a Geração, de Miquels7, no dia 29/08/2017. Pesquisei na internet, mas não encontrei nenhum artigo com conteúdo semelhante, admitindo que a Abominação Desoladora é o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, construída no Monte do Templo em Jerusalém. Existem dezenas de artigos em sites e blogs falando sobre o Domo da Rocha, falando sobre sua importância para os muçulmanos, e até blog afirmando que o referido santuário profano foi inicialmente construído para os judeus. Porém, ninguém admite que este santuário profano dos muçulmanos, construído no Monte do Templo em Jerusalém em lugar do Templo do Deus de Israel, tenha alguma relação com a “abominação desoladora” referida no livro de Daniel 12 e em Mateus 24. Qualquer artigo semelhante publicado na internet a partir desta data, sem fazer citação do artigo de Miquels7, deve ser considerado plágio. E tenho dito.
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UMA EXPLICAÇÃO IMPORTANTE SOBRE O QUE DECLAREI NESTE ARTIGO:

Declarei neste artigo que o apóstolo João foi exilado na Ilha de Patmos antes do ano 70 d.C., mas não é bem assim a informação que queria passar.

Na verdade, João foi exilado na Ilha de Patmos depois do ano 70 d.C. No entanto, muitas das visões que ele escreveu no Apocalipse ele recebeu antes do ano 70, ou seja, antes do seu exílio. Por exemplo, a visão dos fatos relatados no capítulo 11 de Apocalipse ele recebeu antes da destruição do Segundo Templo, o de Herodes. Sem dúvidas, o santuário referido no cap. 11 de Apocalipse é o Segundo Templo de Herodes que foi destruído no ano 70 d.C. Repare que quando Jesus aparece a ele na Ilha de Patmos, ordena que escreva as coisas que tinha visto antes, e as que ele via naquele momento e outras que ainda lhe seriam reveladas. Repare também que existem intervalos nas visões de João (que pode ser de anos ou meses), pois, em certo momento, mais na frente, João descreve a visão de um livrinho que lhe foi dado e ele comeu o livrinho e o anjo disse que ele ainda iria pregar para muitos povos, nações e línguas, ou seja, ainda lhe seriam reveladas mais coisas.

“Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder” (Apoc. 1:19).

“E fui ter com o anjo e lhe pedi que me desse o livrinho. Disse-me ele: Toma-o, e come-o; ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel. Tomei o livrinho da mão do anjo, e o comi; e na minha boca era doce como mel; mas depois que o comi, o meu ventre ficou amargo. Então me disseram: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas, e reis” (Apoc. 10:9-11).

Se João tivesse empregado a mesma técnica de registro das visões como os demais profetas, não teria havido tanta confusão sobre os relatos do Apocalipse. Veja, por exemplo, Daniel e Ezequiel, que citavam o nome e a data do reinado de certos reis como referência para datar os seus relatos.

“No ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus. no ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as desolações de Jerusalém, era de setenta anos” (Daniel 9:1-2).

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INTRODUÇÃO

Os teólogos tradicionais ensinam que quando o Anticristo reinar na Terra, após o arrebatamento da Igreja, ele ordenará a reconstrução do Terceiro Templo em Jerusalém e se assentará num trono como deus, para ser adorado. E tal fato será o cumprimento pleno da “abominação desoladora” profetizada no livro de Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. Porém, essa interpretação não tem apoio bíblico; é pura forçação interpretativa para tentar encaixar o cumprimento das profecias de Daniel sobre os últimos dias, logo após o arrebatamento. As profecias de Daniel, de Jesus e do Apocalipse já vêm se cumprindo há vários séculos, mas os teólogos tradicionais não admitem. Eles querem forçar o cumprimento das profecias relativas aos últimos dias tudo num período de 7 anos, que eles denominam de Grande Tribulação, e que ainda não ocorreu; e que só ocorrerá após o tal arrebatamento; e que culminará com a chegada do Anticristo.

Domo da Rocha - Mesquita Muçulmana 2

Um dos erros teológicos que causou todo esse embaraço é a afirmação de que os sacrifícios contínuos no Grande Templo foram cessados com a morte e ressurreição de Jesus, e não por ocasião da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. E tudo isso se deu devido ao ensino equivocado de Paulo sobre a abolição da Lei e dos Profetas, o que jamais ocorreu.

“Mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido” (II Cor. 3:14).

“Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer” (Hebreus 8:13).

É evidente que muitos preceitos do antigo Pacto se tornaram obsoletos. E na verdade, a Lei de Moisés consistia de vários pactos: pacto da celebração da Páscoa, pacto da Circuncisão, pacto da guarda do santo Sábado, pacto das ministrações no Santuário, dos holocaustos e ofertas pelo pecado, e mais do sacrifício contínuo. A Lei de Moisés ainda se dividia em leis cerimoniais e leis civis. Em relação às leis civis, muitos preceitos tornaram-se obsoletos. E foi o próprio Senhor Jesus que revelou o que estava obsoleto na Lei. Por exemplo, Jesus demonstrou que estava obsoleto o mandamento sobre o apedrejamento de mulheres pegas em adultério. E consequentemente subentende-se que o mandamento que determinava o apedrejamento de pederastas (homossexuais) também estava obsoleto. A observação irrestrita do Sábado também estava obsoleta, pois, até os que violavam a guarda do Sábado para colher lenha para se aquecer ou para ajudar um doente eram punidos com a morte. E tudo isso Jesus achou um exagero. Em relação às leis cerimoniais, as festas de Israel e a lei dos dízimos para os levitas Jesus não demonstrou nada contra. Jesus se posicionou de forma contundente contra o zelo excessivo dos doutores da Lei porque estes não cumpriam suas obrigações com fidelidade, mas colocavam pesado fardo sobre o povo, exigindo cumprimento pleno da Lei e até de coisas que nem na Lei estavam prescritas. E Jesus sabia que Deus, o Pai, prefere mais obediência a sacrifícios. E os sacerdotes e o povo não estavam cumprindo os mandamentos mais essenciais em relação ao próximo, pois o segundo maior mandamento da Lei era o amor ao próximo, e dedicação à causa dos órfãos e das viúvas. O povo pecava demais por não obedecer aos mandamentos, e com isso, havia um exagero de sacrifícios pelos pecados. E Deus se enojou disso, chegando ao ponto de abominar os sacrifícios oferecidos pelos judeus. Mas essa atitude de Jeová não anulou em nada a Lei dos sacrifícios e ofertas pelo pecado. Com a destruição do Grande Templo no ano 70 d.C, a Lei cerimonial dos sacrifícios ficou suspensa, e ainda permanecerá até o dia em que Deus autorizar a volta dos sacrifícios no monte do Templo em Jerusalém. Lembre-se que durante o período que os judeus estiveram cativos na Babilônia depois que o primeiro Templo foi destruído, eles não ofereceram nenhum sacrifício, pois, não podiam realizar sacrifícios em terra estranha. Quando o rei da Babilônia autorizou Zorobabel a liderar a reconstrução do segundo Templo, os judeus voltaram a oferecer sacrifícios sobre altares improvisados no monte do Templo. Assim vai acontecer quando Deus ordenar a reconstrução do Terceiro Templo. Mas, para que isso aconteça, o Domo da Rocha (a Mesquita Muçulmana) terá que ser derrubado.

“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Deut. 10:12).

“Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros” (I Samuel 15:22).

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes” (Isaías 1:11). [Mesmo Jeová dizendo essas coisas, a Lei dos sacrifícios não está sendo invalidada].

“Então se levantou Jesuá, filho de Jozadaque, com seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos; e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, homem de Deus” (Esdras 3:2).

Outro erro teológico é achar que as profecias dos últimos dias só se cumprirão no período da última semana das 70 semanas de Daniel. Ou seja, para os teólogos tradicionais, a 69ª semana de Daniel culminou com a morte do Messias, no ano 27 ou 29 d.C. E a última semana de tempos, a 70ª, ainda não começou a contar e só começará depois do arrebatamento da Igreja. Pode até ser, mas não depois do tal arrebatamento, e sim, após o término do tempo dado aos gentios. Mas, mesmo após a destruição do Templo no ano 70 d.C, outras profecias foram se cumprindo, até o ano 691 d.C, ocasião em que os muçulmanos profanaram de vez o monte do Templo. A partir dessa data começou a contagem do tempo dado aos gentios.

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações” (Daniel 9:25-26).

Ainda outro erro teológico grave é achar que todos os fatos retratados no Apocalipse se referem ao futuro, e que só se cumpririam após o início do segundo século da Era Cristã. Os teólogos tradicionais calculam que João escreveu o Apocalipse no ano 96 d.C, ou seja, escreveu os relatos depois da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. Porém, isso é um grande equívoco. Primeiramente devemos entender que João não escreveu o Apocalipse num período de um ano ou poucos meses. João foi exilado na ilha de Patmos antes do ano 70 d.C, portanto, antes da destruição do Templo. Isso se evidencia no relato do capítulo 11 de Apocalipse. João passou vários anos recebendo as visões do Apocalipse e também vários anos escrevendo até concluir o livro. Quando Jesus aparece a João pela primeira vez e pede para ele escrever num livro as visões que havia contemplado, ele não tinha pena e pergaminho nas mãos para escrever naquele momento. João só passou a escrever as visões nos pergaminhos meses depois que teve a primeira visão. Ele teve que encomendar o envio de dezenas de pergaminhos para que pudesse relatar as visões. Cada pergaminho era feito de couro curtido de animal, e João não podia escrever rapidamente sobre eles, pois o bom escriba não podia entregar um documento rasurado. Portanto, João levou muito tempo para concluir os escritos do Apocalipse.

“Foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e foi-me dito: Levanta-te, mede o santuário de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias. Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da terra. (…) E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e as vencerá e matará. E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:1-4,7-8).

Quando o anjo ordena a João para medir o Santuário, isto é, o Grande Templo, por certo ele já se encontrava em Jerusalém. Talvez João tenha sido abduzido e levado pelos anjos até a cidade Santa, dias antes da destruição do Templo no ano 70 d.C. O ato de medir o Santuário, significa que ele vai ser destruído. E Deus diz a João para não medir o átrio que está fora do Santuário, porque foi dado aos gentios, para ser pisado durante 1260 dias, que profeticamente equivalem a 1260 anos. No entanto, o número correto de dias não é 1260 nem 1290 dias, mas, 1335 dias, conforme diz Daniel 12:11-12. O Santuário foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C em cumprimento da profecia de Daniel 12. Em Daniel 12:11 diz que “desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias”. Portanto, Daniel 12 está se referindo à destruição do Templo no ano 70 d.C, e não num imaginário templo que seria construído pelo Anticristo após o arrebatamento da Igreja. E a contagem dos 1260 dias ou 1290 dias não é exatamente a partir do dia da destruição do Templo. A contagem deve começar a partir da instalação da Abominação Desoladora.

Deus advertiu no livro de Zacarias que faria de Jerusalém um “cálice de tontear”. Mas, por quê? Por causa do Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, que está profanando o local sagrado do Templo do Senhor. Os judeus querem reconstruir o Terceiro Templo no mesmo local do Segundo Templo, mas os muçulmanos não aceitam, pois, para que seja feita a reconstrução, é necessário retirar a Mesquita Muçulmana de lá, mas eles não aceitam jamais que seja retirado o Domo da Rocha. E na verdade, os muçulmanos querem ter o controle total sobre a área do Monte Moriá, o monte do Templo, mas os judeus também reivindicam o seu direito sobre a área do monte santo, que é o local de adoração deles. Por causa dessa disputa da área do monte santo e da rixa entre os judeus e os gentios (palestinos, muçulmanos, árabes, em geral), a cidade de Jerusalém realmente tem se tornado um cálice de tontear.

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém” (Zacarias 12:2).

O DOMO DA ROCHA É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).

“E estando ele sentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. (…) Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mateus 24:3,15-16).

Um enigma que há séculos tem tirado o sono de centenas de estudiosos da Bíblia finalmente foi decifrado por Miquels7.

O Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana construída no local do monte sagrado do Templo em Jerusalém (que foi destruído no ano 70 d.C e dado para ser pisado pelos gentios), é a “Abominação Desoladora” profetizada em Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. A Mesquita Muçulmana está profanando o monte do Templo, e a data de sua fundação é o referencial para a contagem do tempo dado aos gentios e o fim dos tempos.

Desde a construção da Mesquita Muçulmana no monte do Templo, ela tem se tornado motivo de discórdia e ódio entre judeus e gentios. Um versão de Mateus 24:16 diz “quando virdes estar no lugar santo a abominação de desolação”. Repare: “abominação de desolação”. Significa que é algo que promove ódio e discórdia, até gerar conflitos e mortes, que é a desolação. 


A Mesquita Muçulmana ou Domo da Rocha foi construído no ano 691 d.C. E é a partir de sua construção que começa a contagem dos tempos da profecia de Daniel 12. Parece-me que a data do início da construção dessa Mesquita também tem muita relevância na contagem dos tempos. O início da construção se deu no ano 685 d.C. Cálculo: 685 + 1335 = 2020.


O “lugar santo” o qual a profecia se refere é o monte onde o Grande Templo do Senhor foi construído e depois destruído pelos romanos no ano 70 d.C, e onde posteriormente foi instalado a Abominação Desoladora no seu lugar, no ano 691 d.C, profanando o local.

A primeira parte do cumprimento da Abominação Desoladora foi a chegada do exército romano em Jerusalém e a profanação do Monte Santo, quando os soldados entram no Santuário, queimando tudo e derrubando o altar dos sacrifícios.

A segunda diáspora judaica não se deu exatamente no ano 70 d.c, com a fuga dos judeus e a matança dos que ficaram em Jerusalém, e a destruição do Templo. Porém, a segunda diáspora se deu realmente no ano 135 d.C. Segundo relatos históricos, “os judeus, liderados por Simão bar Kochba revoltaram-se novamente contra o domínio de Roma, e Jerusalém foi novamente arrasada por ordem do imperador Adriano, no ano 135. Cerca de 600.000 judeus foram massacrados e sobre os restos da cidade foi edificada uma cidade helênica, e sobre o monte onde se erguera o Santuário de Jeová foi construído um templo dedicado ao principal deus romano, Júpiter Capitolino”.

Mas, o cumprimento das profecias não parou aí.

Veja a seguinte informação:

“Às vezes referido como a “Mesquita de Omar”, na verdade, o Domo da Rocha não é um legado de Omar. Omar construiu uma estrutura mais antiga, mas não o Domo da Rocha. E este edifício é considerado um santuário e não uma mesquita. Os homens oram na mesquita de Al Aqsa, localizado a 200 metros a sul. Os muçulmanos acreditam que este é o lugar onde Abraão esteve a ponto de sacrificar o seu filho Isaque”.

O Domo da Rocha não é tão grandioso assim, mas, ele foi construído com a intenção de substituir o Santuário do Deus de Israel. Portanto, o Domo da Rocha foi feito intencionalmente para profanar o Monte Santo do Senhor.

Tem um artigo publicado na internet falando sobre o local da possível construção do Terceiro Templo. Fala, ainda, sobre o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, mas ninguém se toca que ela representa a real Abominação Desoladora. Confira:

http://www.libertar.in/2014/03/onde-sera-o-terceiro-templo-um-ponto.html

O Monte do Templo do Senhor em Jerusalém

A profecia de Apocalipse 11 diz que o Grande Templo em Jerusalém seria destruído pela última vez, e o seu lugar sagrado seria dado aos gentios para ser pisoteado por 1260 dias, que quer dizer 1260 anos. Ou, conforme o livro de Daniel, seriam 1290 dias proféticos, que equivalem a 1290 anos literais.

Não são somente os muçulmanos que pisam e profanam o Monte do Templo em Jerusalém, mas também povos de toda a Terra, os turistas, bem como os cristãos que visitam Israel e fazem orações no Muro das Lamentações.

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias” (Daniel 12:11).

O cálculo do enigma:

1) 691 + 1260 = 1951 (Apoc. 11:3) Os judeus regressam para Israel, mas o Terceiro Templo não é reconstruído, pois ainda não terminou o tempo dado aos gentios para profanarem o Monte Santo.

2) 691 + 1290 = 1981 (Daniel 12:11) O relógio do tempo do fim começa a contar; Israel se fortalece, mas faz acordo com o governo da Besta; e seus inimigos o cercam e afrontam.

A partir do estabelecimento da “Abominação Desoladora” – a Mesquita Muçulmana no monte do Templo, no ano 691 d.C -, começa a missão das duas testemunhas, as duas oliveiras que assistem diante de Deus, conforme a profecia de Apocalipse 11: O Judaísmo e o Cristianismo são essas duas testemunhas que tem pregado sobre o reino do Messias. A morte das duas testemunhas simboliza a morte do Judaísmo e do Cristianismo, ou a perseguição da Besta (governos humanos) e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos, até seu extermínio completo, pois, é assim que está escrito em Apocalipse 13. A ressurreição e o arrebatamento das duas testemunhas simbolizam a primeira ressurreição dos santos e sua ascensão aos céus. E quando se dará isso? Qual o tempo exato da culminância dos últimos acontecimentos? A culminância de tudo pode ser o ano de 2026.

Veja que o profeta Daniel estabelece outra contagem de tempo no mesmo capítulo 12. 

“Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:12).

Esses 1335 dias refere-se à culminância da profecia. Referem-se ao término do período dado aos gentios para pisarem o Monte Santo, em Jerusalém. Significa que bem-aventurados serão todos aqueles que atravessarem vivos o período de tribulação e perseguição da Besta e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos.

3) 691 + 1335 = 2026 (Daniel 12:12) Culminância da Profecia e início da Grande Tribulação para a conquista final da Terra. Note que 2026 é véspera de 2027, tempo que completa 2000 anos da morte de Jesus. Há algumas controvérsias sobre o ano da morte de Jesus, mas, tudo indica que sua morte se deu entre os anos 27 e 33 d.C.

Após a culminância, com a primeira ressurreição e arrebatamento dos escolhidos (os 144 mil judeus), ainda haverá o período do derramamento das 7 taças da ira contra os governantes da Terra, até que ela seja finalmente conquistada. Só depois disso que será tocada a sétima trombeta, anunciando que tudo está cumprido.

“E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu. É passado o segundo ai; eis que cedo vem o terceiro. E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:13-15).

Esse terremoto em Jerusalém talvez ocorra devido à explosão de uma bomba nuclear. O governo de Israel já construiu vários abrigos antiaéreos e antirradiação nuclear. Mesmo assim, muitos que não conseguirem se abrigar, morrerão atingidos pelas bombas.

Percebam que em Apoc. 11:3 diz que as duas testemunhas profetizarão por 1260 dias (42 meses ou 3 anos e meio), que literalmente significam 1260 anos. Porém, em Apoc. 11:9 diz que vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os corpos das duas testemunhas por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados. O que significam esses três dias e meio? Significam um período de 3 anos e meio em que os judeus e cristãos serão perseguidos e mortos, isto é, o período final dos 7 anos da Grande Tribulação.

Será isso a maior revelação dos últimos tempos?

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Falou e disse Miquels7

 

29/08/2017 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | 7 Comentários

QUEM SÃO OS “SEPULCROS CAIADOS” NOS DIAS ATUAIS?

Este texto é inédito na internet, falando de forma contundente sobre os “sepulcros caiados”. Ninguém tem coragem e entendimento para escrever de forma contundente sobre esse assunto. Só aqui no blog do Miquels7 você lê textos que falam com toda sinceridade, com clareza, com coerência, revelando os erros teológicos e as crendices absurdas dos crentes, alimentadas há séculos.
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Jesus chamou os fundamentalistas religiosos de sua época, os fariseus, os sacerdotes e doutores da Lei, de SEPULCROS CAIADOS: Tudo limpinho e bonito por fora, mas por dentro só podridão.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mateus 23:27-28).

Os sacerdotes fundamentalistas de Israel tinham um zelo excessivo pela Lei. Eles exigiam que o povo cumprisse rigorosamente os mandamentos da Lei, sem tropeçar em nenhum deles. Mas, mandamentos essenciais que os próprios sacerdotes e líderes do povo deviam praticar, eles não cumpriam, e ainda colocavam um jugo pesado para o povo carregar. Eles viviam do bom e do melhor, sem preocupação, porque o povo tinha a obrigação de sustentá-los com os dízimos (que nunca foi dinheiro vivo, mas mantimentos); pois, os dízimos não eram somente para eles, mas tinha que ser repartido também entre os pobres, os órfãos e as viúvas. Os sacerdotes desprezavam e viravam as costas para os desvalidos dentre o povo; não davam atenção aos pobres, aos órfãos e às viúvas, e permitiam todo tipo de injustiças. Por causa disso, Deus ameaça severamente os sacerdotes e pede no livro de Malaquias para o povo trazer os dízimos à casa do tesouro. Essa casa do tesouro eram os armazéns onde se estocavam os mantimentos, os quais eram destinados para os sacerdotes e suas famílias, e também para todos os que necessitassem entre os pobres do povo. Eles mantinham aparência de bons pastores, de líderes justos, mas por dentro eram cheios de luxúria, de avareza e de pecados, verdadeiros sepulcros caiados. Qualquer desvio de conduta, qualquer delito pequeno que alguém praticasse eles decretavam punição severa. Se um cidadão estivesse espancado e caído no chão, eles passavam de largo e não ajudavam; só mesmo um bom samaritano, a quem eles chamavam de “porcos”, podia se compadecer dos desvalidos. Se alguém estivesse doente e precisando de ajuda no dia de sábado, eles deixavam morrer à míngua, porque causa do zelo excessivo da guarda do sábado.

Jesus veio para acabar com o fundamentalismo religioso de sua época. Fez e ensinou várias coisas que iam contra os ensinos tradicionais dos anciãos e dos sacerdotes que zelavam pelo cumprimento da Lei. A quebra de ordenanças simples da Lei os sacerdotes condenavam severamente. A Lei dizia “olho por olho, dente por dente”; “amai a vossos irmãos e odiai a vossos inimigos”, e nem mesmo essa ordenança de “odiar os inimigos” estava prescrita na Lei de forma explícita, mas os sacerdotes a transformaram em mandamento. Por causa desses e de tantos outros absurdos praticados pelo fundamentalismo religioso Jesus se revoltou e ensinou coisas totalmente ao contrário. Jesus disse: “Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem”. Para conter a violência e o ódio aos desafetos, e inclusive o ódio contra pessoas de outras nacionalidades que habitam no país (xenofobia), Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Jesus veio revolucionar, ensinando o caminho da paz e do amor.

Jesus efetuou curas nos dias de sábado, e tal atitude levou os fundamentalistas religiosos à loucura, a tal ponto de tramarem a sua morte. Jesus e seus discípulos colheram espigas de milho no dia de sábado, porque estavam com muita fome, devido a longas jornadas que faziam de cidade em cidade. E os fundamentalistas religiosos estavam de olho em tudo que Jesus e seus discípulos faziam. Jesus impediu o apedrejamento de uma mulher adúltera, e ainda disse que quem estivesse sem pecado, que atirasse a primeira pedra. Na Lei está escrito que os homossexuais devem ser mortos, apedrejados. Se Jesus tivesse se deparado com uma situação de tentativa de apedrejamento de um homossexual, por certo, Ele teria impedido, tal como fez com a mulher adúltera que queriam apedrejar.

Jesus subiu a um monte e visualizou uma grande multidão que andava sem rumo, sem levar nada na mão, a procura de um libertador da opressão do jugo romano. E Jesus teve compaixão da grande multidão, efetuou milagres e saciou a fome do povo, multiplicando os pães e peixes. Jesus bateu de frente com os ricos e poderosos de sua época, dizendo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico avarento se salvar. Jesus disse que os ricos avarentos já receberam a sua recompensa nesta vida; e no por vir eles não terão nada de galardão para receber, muito menos a salvação. Jesus também bateu de frente com os pastores mercenários, esses pastores que recebem salários para cuidar do rebanho e fazer a obra de Deus, e ainda os chamou de ladrões e salteadores (João 10).

Por causa de tantas coisas que Jesus fez contra o fundamentalismo religioso, ele foi perseguido, julgado e condenado à morte. Mas tudo ele fez por amor, e ainda se tornou símbolo de libertação do pecado, do ódio, da guerra e da opressão dos ricos e políticos poderosos. Jesus tornou-se símbolo de vida, de acolhimento e de luta em prol da causa dos pobres, dos injustiçados, dos presos, dos desvalidos, dos fracos e dos oprimidos pelo pecado.

E QUEM SÃO OS ‘SEPULCROS CAIADOS’ DOS NOSSOS DIAS?

Sepulcros caiados dos nossos dias são todos os pastores mercenários (que recebem salários para pastorear) e todos os crentes e religiosos fundamentalistas, que tem um zelo excessivo pelos ensinamentos da Bíblia, mas que eles mesmos não praticam os mandamentos de Cristo e nem fazem a obra de Deus por amor. São ávidos em vigiar e reparar a conduta dos outros, mas não olham para dentro de si mesmos. São os que fazem a obra de Deus só visando os dízimos, ou só se forem pagos, porque querem receber o galardão no tempo presente. E outros líderes religiosos, metidos a moralistas, que zelam de forma excessiva pela obediência a certos mandamentos da Bíblia, e querem impor a força o seu fundamentalismo religioso, mas pisam sobre outros mandamentos que eles deviam praticar. Colocam um jugo pesado para os crentes carregarem, e viram as costas para os problemas dos fiéis. Eles vivem do bom e do melhor, tem mansão, tem carro de luxo, tem avião, e quando viajam por aí, se hospedam nos melhores hotéis, e quando são convidados para pregar em outras cidades, ainda cobram altos cachês.

Os cantores gospel, que só visam o dinheiro com a vendagem de suas músicas e de shows que realizam de cidade em cidade, também são ‘sepulcros caiados’. Todos esses mega cantores gospel são ricos, possuem mansões, têm carros blindados, cobram até para cantar em outras igrejas, e vivem do bom e do melhor. O rei Davi fez mais de 100 salmos (hinos de louvores), mas não cobrou nenhum direito autoral, nem se utilizou da profissão de cantor e de músico para se promover ou ganhar dinheiro. E os cantores gospel pegam os salvos de Davi, colocam uma melodia qualquer, gravam no CD e põe à venda nas grandes lojas do país para faturar milhões de reais. São verdadeiros salafrários.

Os pastores mercenários não se compadecem dos pobres, dos fracos, dos desvalidos, dos injustiçados e dos oprimidos. Com a desculpa esfarrapada de que a ‘obra de Deus’ é somente pregar o evangelho para arrependimento, a fim de livrar a alma do pecador do inferno, eles recebem altos salários proveniente dos dízimos e das ofertas, vivem uma vida regalada, provam do bom e do melhor desta vida, e viram as costas para os problemas do povo, e quando fazem que se importam, ainda iludem os fiéis, enganando com falsas promessas de prosperidade para aquele que der mais oferta, para aquele que for mais fiel nos dízimos, mesmo que esteja precisando do dinheiro para comprar remédio para o filho doente, ou comprar o próprio alimento. São verdadeiros ladrões e salteadores.

OS PASTORES MERCENÁRIOS RESOLVEM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS E DA SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA COM DINHEIRO, MAS QUEREM QUE OS FIÉIS RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS APENAS COM A FÉ. SÃO VERDADEIROS CANALHAS!

A obra de Deus, que os pastores mercenários deviam fazer, eles não fazem, que é visitar e amparar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades materiais, isto é, os pobres e os desvalidos e desamparados pelo poder público; visitar e ajudar os doentes nos hospitais e asilos, visitar e ajudar os presos políticos, os presos considerados “ladrões de galinha”, esses que estão presos por terem furtado algum alimento para si ou para sua família; lutar pela causa dos injustiçados, discriminados e oprimidos pelos ricos e poderosos. (Leia Mateus 25: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me”). A salvação é pelas obras, e não pela fé.

Os crentes fundamentalistas religiosos não querem fazer o bem, praticar a caridade, porque isso pode configurar que eles estão tentando alcançar a salvação através das obras. São zelosos em obedecer ao ensino equivocado de Paulo, de que a salvação é somente pela fé, e em virtude desse fundamentalismo religioso, eles deixam de praticar o bem, e fazer a verdadeira obra de Deus.

“Aquele, pois, que sabe E PODE fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

Os fundamentalistas religiosos se preocupam tanto com os homossexuais e com os que defendem a liberação das drogas e do aborto, mas eles não se preocupam verdadeiramente com a pessoa humana em si. Eles só se preocupam em vigiar e julgar os que não estão cumprindo à risca os ensinamentos da Bíblia, seja crente ou descrente. Querem por força impor seu fundamentalismo religioso num país democrático, onde a Constituição estabelece que o Estado é laico. Os evangélicos querem fazer prevalecer os símbolos cristãos nas repartições públicas, enquanto que os ateus e agnósticos querem que sejam retirados todos e qualquer símbolo religioso. E os dois lados estão errados. Se o nosso Estado é laico, então devem prevalecer nas repartições públicas todos os símbolos religiosos, inclusive os símbolos do ateísmo, do Islamismo, do Budismo, do Espiritismo, etc. Deve estar lá todos os símbolos religiosos, para qualquer um ver e escolher o que quer seguir. Não é porque a maioria da população do país é cristã, evangélica ou católica que se vai querer prevalecer a religião dominante sobre os demais. A democracia é coisa própria da Grande Babilônia, onde todos os gostos e crenças são permitidos. Enquanto formos uma democracia, todos devem ter seu espaço para ser o que quiser ou praticar qualquer culto, ou seguir qualquer religião, ou nenhuma. Mas, cada um dentro do seu quadrado, sem perturbar a vida alheia, sem avançar sobre o direito dos outros. Os evangélicos querem ter o direito de perturbar os outros com suas caixas de som, pregando nos terminais de ônibus, no metrô e nas esquinas das ruas, mas não querem que os outros tenham o direito de divulgar as suas crenças. E esse fundamentalismo religioso deve acabar.

O recado está dado. Cumpra-se, publique-se e cientifique-se.

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Miquels7 – Doa em quem doer.

21/08/2017 Posted by | IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | Deixe um comentário

FATOS PREVISTOS NO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO FORAM PLANEJADOS POR DEUS

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Cavalos-Apocalipse

Ninguém pode determinar o que acontecerá no futuro, exceto se algo for planejado para que aconteça no momento certo.

Ninguém pode saber o futuro, nem mesmo Deus.

Sei que é chocante falar isso, mas alguém tem que dizer. E falo sem medo de errar.

Depois de tudo que já estudei sobre a Bíblia e suas profecias, deparei-me com uma verdade inconveniente: Deus não é onisciente nem onipresente. Ninguém pode ser onipresente, muito menos onisciente. Deus é Todo-Poderoso, mas, existem certos atributos dados a Ele pelos crentes e pelos teólogos que não são verdadeiros, e jamais podem ser comprovados. A Bíblia diz muitas coisas sobre Deus, seus atributos, seu caráter, mas apenas diz… Porém, nada pode ser comprovado. Acredita-se em tudo pela fé cega.

No entanto, existem muitas evidências que comprovam que Deus não é onisciente, nem onipresente. Há evidências na Bíblia que comprovam que o futuro que Deus diz conhecer é um futuro planejado para que aconteça.

Por exemplo, no livro de Daniel Deus revelou ao profeta que 70 semanas haviam sido determinadas até o surgimento e morte do Messias. E o nascimento e morte de Jesus coincidiram exatamente com a profecia. Porém, os fatos profetizados foram planejados para acontecer na data programada; os fatos sobre o nascimento e morte de Jesus não aconteceram por si só, sem interferência de Deus. Deus interferiu no curso da história, para que se cumprisse o que havia prometido. O anjo, por exemplo, foi enviado à cidade de Nazaré na data programada, para que anunciasse o nascimento de Jesus. Maria FOI ENGRAVIDADA (forçadamente) pelo Espírito Santo na data pré-estabelecida, para que o nascimento do menino coincidisse com a profecia. Se Deus fosse esperar por José para engravidar Maria, o nascimento de Jesus jamais coincidiria com a profecia.

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo” (Daniel 9:24).

Outro exemplo é o tempo predeterminado por Deus sobre a duração do cativeiro do povo hebreu no Egito. Deus prometeu dar a Abraão e sua descendência as terras de Canaã, mas disse que seu povo seria peregrino e escravo durante 400 anos, mas não disse em qual lugar e por qual nação. O cativeiro do povo hebreu foi tudo planejado por Deus. Deus permitiu que José fosse vendido aos mercadores do Egito, e planejou tudo de antemão para que a família de Jacó fosse levada para lá. Se Deus sabia de antemão que o povo hebreu seria explorado e mantido como escravo, ele poderia ter mudado o curso da história; Ele poderia ter abençoado a família de Jacó lá mesmo em Canaã, mas preferiu castigar o seu povo no Egito, para depois levá-los pelo pior caminho no deserto, até voltar à terra prometida. Ou seja, Deus fez a família de Jacó dar uma volta à toa pelo mundo, para depois voltar para o local de onde haviam saído, vindo pelo pior caminho, o deserto. E ainda levaram 40 anos de sofrimento, peregrinando no deserto. E Deus colocou a culpa do sofrimento na rebeldia do povo. Mas Ele bem podia ter evitado tanto sofrimento, abençoando e prosperando a descendência de Jacó lá mesmo em Canaã, sem ser preciso fazer o povo sofrer como escravo durante 400 anos no Egito, e mais 40 anos no deserto.

“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” (Gênesis 15:13).

A Igreja Católica inventou a doutrina (teoria) da Trindade para transformar Jesus em Deus. E Jesus deixou claro que não era Deus, e jamais se autodenominou “Filho de Deus”. Quem inventou essa estória de que Jesus é “Filho de Deus” foram os padres hereges da ICAR. Jesus sempre se autodenominou “Filho do Homem”, jamais disse ser igual a Deus. Por causa de seus feitos, os milagres, os teólogos atribuíram a Ele poderes divinos, enquanto que Ele mesmo disse que só fazia as coisas por intermédio de Deus, seu Pai. Muitos profetas do AT, como Moisés, Elias e Eliseu, também realizaram milagres, fizeram o mar se abrir e mortos ressuscitar, mas nem por isso eles foram considerados “Deuses”.

Uma das provas que atestam que Jesus não é Deus, nem onisciente, é a declaração que fez em Mateus 24, dizendo que ninguém sabe o dia e hora do seu retorno, mas somente o Pai sabe. Por que Jesus disse isso? Porque é Deus, o Pai, quem planeja os fatos que vão acontecer. E por certo, a data de seu retorno ainda não havia sido planejada. E se já havia sido planejada, Ele ainda não tinha sido notificado.

“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai” (Mateus 24:36).

Para justificar suas heresias absurdas, os teólogos ensinam que Jesus “sabia o dia da sua volta”, mas Ele resolveu se “omitir” e não quis revelá-la aos seus discípulos. Aprendi sobre isso lendo literatura dos teólogos da Assembleia de Deus. Se Jesus é Deus e é onisciente, ele não omitiu coisa nenhuma; Ele “mentiu” ao dizer que não sabia o dia da sua volta. Como eu sei que Jesus não é Deus, compreendo perfeitamente todas as coisas que Ele declarou sem nenhuma dificuldade.

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ALGUMAS PROFECIAS DO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO PROGRAMADAS

Deus não é onisciente. Todas as revelações dadas a João, no Apocalipse, foram apenas visões ou encenações de fatos que possivelmente aconteceriam de acordo com o planejamento de Deus; outros eventos futuros que João contemplou nas visões são fatos programados para serem executados no momento certo da História. A queda da Grande Babilônia, o surgimento da Segunda Besta (governos humanos), terremotos, queda de meteoro no mar e morte da terça parte dos animais, maremotos, Guerra nuclear (Guerra do Armagedom), bramidos dos mares, aquecimento global, morte e  perseguição dos cristãos e do povo judeu, tudo foi planejado por Deus para acontecer na hora certa. E muitas coisas que foram planejadas podem não acontecer exatamente como foram programadas.

Deus pode ter mudado recentemente o curso da História devido ao avanço da tecnologia humana. Parece-me que a invenção do computador, da bomba atômica e do domínio do homem sobre a matéria (manipulação do átomo e a nanotecnologia) são fatos que não estavam previstos nos planos de Deus. Deus queria destruir o poder dos governos humanos rebeldes (Besta) com pestes, terremotos e queda de meteoros, e incitando nação conta nação para guerrear com cavalos, naus, flechas e espadas. Porém, parece que Ele não contava com o poderio militar humano, poderosos caças supersônicos, e o grande arsenal de armas nucleares, que podem destruir totalmente o planeta e exterminar a vida na Terra. Deus não queria e não quer destruir toda a Terra e nem exterminar completamente a humanidade. No entanto, parece-me que Ele se sente acuado e não pode executar o que planejou para destruir os governos humanos, porque o poderio militar e nuclear deles é muito grande e perigoso.

Tem um caso inusitado na Bíblia, descrito nos livro de Josué e de Juízes, onde se diz que os israelitas não destruíram totalmente algumas nações cananeias que habitavam nos vales entre as montanhas porque possuíam poderosos carros de ferro (veículos de guerra). Porém, tempos depois, Deus refez os planos e fez com que os israelitas apenas “expulsassem” do vale os cananeus que possuíam carros de ferro. Tecnologia para destruir carros de madeira Deus tinha para oferecer aos israelitas, mas armas para destruir carros de ferro Ele não tinha para oferecer, e tiveram que mudar os planos.

“Assim estava o Senhor com Judá, o qual se apoderou da região montanhosa; mas não pôde desapossar os habitantes do vale, porquanto tinham carros de ferro” (Juízes 1:19).

Da mesma forma acredito que Deus tenha adiado a execução de seus planos devido ao avanço repentino da tecnologia humana. Os humanos só se tornaram fortes há pouco mais de 60 anos, quando inventaram a bomba atômica e o computador. E a última ameaça aos planos arcaicos de Deus é o domínio completo da matéria e da genética, a nanotecnologia e a decodificação do genoma humano. Parece-me que aos olhos de Deus a raça humana está ficando indestrutível e desafiando o seu poder. No livro de Gênesis vemos que Deus interferiu e não deixou que os humanos construíssem a Torre de Babel (torre da Grande Babilônia), porque o povo havia se unido e tinham um só intento, e estavam se tornando uma ameaça para os seus planos. Agora Deus se depara novamente com a mesma situação. E o que Ele fará agora? Se o homem está se tornando indestrutível, o único jeito de detê-lo é destruindo todo o planeta.

Acredito que Deus já modificou os seus planos concernentes aos últimos dias, antes do estabelecimento do reino do Messias aqui na Terra.

O bom estudioso das profecias do Apocalipse tem que atentar para os detalhes das revelações que presto aqui. Doutra forma, vai quebrar a cara. Coisas que os escatologistas pensam que vai acontecer podem não ocorrer exatamente como eles imaginam.

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Miquels7

10/08/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | 1 Comentário

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À JOVEM SULAMITA

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À SULAMITA, UMA MOÇA VIRGEM QUE TRABALHAVA NA SUA VINHA, A QUAL ELE SEDUZIU.

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Rosa de Sarom 2

O romance poético, em forma de cantata, “Cântico dos Cânticos”, não tem nada de espiritual, e nada tem a ver com Jesus e a Igreja.

O livro “Cântico dos Cânticos” ou “Cantares”, de Salomão, é considerado sagrado e inspirado por Deus tanto pelos judeus como pelos cristãos. Por isso, ele foi incluído no rol dos livros canônicos.

No entanto, este livro “Cânticos dos Cânticos” não tem nada de sagrado e inspirado. Este livro é apenas um romance poético, uma obra-prima da cultura judaica. Ele é superestimado pelos judeus porque é a única obra romântica antiga da cultura hebraica. Não existe na cultura hebraica antiga outra literatura romântica idêntica ao livro de Cantares, de Salomão. Este livro faz parte da cultura e do folclore do povo judeu.

Durante as festas de Israel os judeus costumam ler trechos do livro “Cântico dos Cânticos”, de Salomão. Mas eles leem não no sentido de enaltecer a inspiração e sacralidade do livro, mas o fazem apenas como um incremento da cultura em suas festas. Ler o livro de Cantares nas festas de Israel é o mesmo que cantarolar as músicas folclóricas de festa junina na cultura brasileira.

Assim como nós, cristãos, os judeus também têm suas festas sagradas e folclóricas, que são as sete festas determinadas por Deus. Durante as realizações das festas tem a parte cerimonial sagrada. Mas é óbvio que durante essas festas o povo tem seu momento de descontração, ocasião em que tocam músicas folclóricas, cantam e dançam.

A IDOLATRAÇÃO E DETURPAÇÃO DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS PELOS CRISTÃOS

Em 2009 escrevi um extenso texto intitulado O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”. Você pode rever este post no link, abaixo.

O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”

Neste post O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM” desmascarei o grande erro dos teólogos tradicionais e dos crentes que, em razão de fazerem interpretação errônea do livro de Cantares, de Salomão, inventaram que Jesus é a tal rosa de Sarom, enquanto que rosa de Sarom é a jovem Sulamita, protagonista do romance. De tanto repetirem que Jesus é a rosa de Sarom, a mentira se tornou uma verdade. E ainda hoje tem pastores e crentes pregando nos púlpitos das igrejas, dizendo que Jesus é a rosa de Sarom. E até compositores ainda hoje compõe hinos e músicas gospel com o tema Jesus, a rosa de Sarom.

Se você estiver interessado em ler o texto completo sobre O INCRÍVEL EQUÍVOCO JESUS, A ROSA DE SAROM, clique no link, abaixo, para baixar o arquivo.

LINK (clique aqui para baixar)

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ANÁLISE SUCINTA DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS

A Sulamita, protagonista do romance em forma de cantata, de Salomão, era uma adolescente, filha de uma família de lavradores de vinha da região de Sulém, em Israel. Esta jovem foi seduzida por Salomão ainda menor de idade, e com ela manteve um romance proibido. Não sei o que deu na cabeça de Salomão e de seus cantores para que produzisse um musical romântico retratando seu romance com essa jovem camponesa, que não tinha nada de nobreza real.

“Não repareis em eu ser morena, porque o sol crestou-me a tez; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cantares 1:6).

Salomão adquiriu uma vinha e contratou a família da jovem Sulamita para que a lavrassem e administrassem.

Para proteger a moça do assédio dos jovens da região, os irmãos da jovem a mantinham reclusa na vinha, a qual Salomão havia dado para aquela família administrar. E durante uma das visitas do rei Salomão à sua vinha, ele se deparou com a jovem Sulamita, e se sentiu encantado pela jovem. Como a jovem era menor de idade, ele não pode levar a moça direto para o seu palácio, para ser mais uma de suas concubinas. Salomão retornou outras vezes à sua vinha, mas de forma discreta, para se encontrar com a jovem, e por ela se apaixonou. Salomão, o amado, entrou na vinha de forma escondida, espreitou a jovem e a seduziu.

Durante o decorrer dos diálogos da cantata não há somente diálogos entre Salomão e sua amada, Sulamita. No capítulo 8, por exemplo, foi acrescentado palavras dos irmãos da jovem. Veja o que eles falaram a respeito da jovem.

“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. Eu era um muro, e os meus seios eram como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata” (Cantares 8:8-10).

Repare que os irmãos dizem que têm uma irmã adolescente, que ainda não tem os seios formados, e dizem que se ela for um muro, edificariam sobre ela uma torrizinha de prata. E logo em seguida entra a voz da jovem Sulamita dizendo “Eu era um muro, e os meus seios eram como suas torres”. Podemos constatar que a irmã pequena era a mesma jovem Sulamita, que foi seduzida por Salomão.

A Sulamita às vezes ficava sozinha na vinha, e Salomão entrava escondido para espreitá-la. Veja o que diz Cantares 2:9:

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades”.

O livro “Cântico dos Cânticos” original era divido em textos tipo um jogral, onde cada protagonista recitava a sua fala. As Bíblias atuais não trazem os versos do livro de Cantares divididos de acordo com a fala de cada personagem. Tem uma versão da Bíblia Católica que traz o livro de Cantares destacadas as vozes dos protagonistas do romance.

O GRANDE EQUÍVOCO DO CAPÍTULO 2 DE CANTARES

Por causa do livro de Cantares ter sido traduzido e colocado nas Bíblias protestantes de qualquer jeito, os teólogos e pastores cometeram um grave erro, ao afirmar que a “rosa de Sarom”, referida no início do capítulo 2 é uma frase proferida pelo amado, o rei Salomão. Como para cada livro da Bíblia os teólogos fanáticos inventaram um cognome para Jesus, eles afirmam que no livro Cântico dos Cânticos Jesus é o amado ou a Rosa de Sarom. E esse erro veio se repetindo durante décadas e décadas, e ainda persiste até os dias atuais. E as autoridades religiosas não se retratam em público a respeito desse erro. Existe até um hino no hinário oficial das Assembleias de Deus intitulado “Uma Flor Gloriosa”, e tal hino faz referência a Jesus, como a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales. E eles ainda entoam esse hino durante os cultos, mas ninguém questiona nada. O tal hino foi composto pelos fundadores da igreja Assembleia de Deus, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e é considerado uma obra-prima. E que obra-prima!

“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas” (Cantares 2:1-2).

Esse romance com a jovem Sulamita se deu quando Salomão ainda tinha poucas mulheres e concubinas, cerca de 60 mulheres rainhas (mulheres de alta nobreza, e filhas de reis de outros países) e 80 concubinas (mulheres da região de Israel), além de virgens que ele guardava para se tornarem suas futuras concubinas.

“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cantares 6:8-9).

O USO SELETIVO DOS VERSOS DO LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO

Existem trechos com conotação sexual no livro de Cantares, mas os crentes são seletivos. Eles não leem as partes absurdas do livro, e escolhem para ler apenas aquelas partes que mais agradam.

“Já despi a minha túnica; como a tornarei a vestir? já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele. Eu me levantei para abrir ao meu amado; e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldravas da fechadura” (Cantares 5:3-5).

Os crentes foram ensinados que o “amado” do livro “Cântico dos Cânticos” de Salomão é uma referência a Jesus Cristo. Daí eles escolhem ou selecionam somente aquelas partes do livro que soam bem para ler na igreja e pregar a respeito do “amado de nossas almas”. Eles não pegam, por exemplo, a passagem de Cantares 2:9 porque soa muito mal, e para pregar sobre essa parte que fala que o “amado” (Jesus) anda brechando as casas alheias à procura de moças virgens, pega muito mal.

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades” (Cântico dos Cânticos 2:9).

Se trocássemos a expressão “ó filha de Jerusalém” por “rosa de Sarom”, na introdução do capítulo 6, será que os exegetas diriam que o texto estava se referindo ao “amado”, Jesus Cristo?

“Quão formosos são os teus pés nas sandálias, “ó filha de príncipe!” (ó Rosa de Sarom). Os contornos das tuas coxas são como jóias, obra das mãos de artista. O teu umbigo como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre como montão de trigo, cercado de lírios. Os teus seios são como dois filhos gêmeos da gazela. O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz é como torre do Líbano, que olha para Damasco” (Cantares 6:1-4).

O romance entre Salomão e a Sulamita era um romance proibido, porque a moça ainda era de menor, pois, era uma adolescente que ainda nem tinha os seis bem formados. Isso se evidencia na proibição que seus irmãos lhe impuseram, para que ela não se expusesse em público, e fosse mal falada.

Veja o texto que retrata esse fato:

“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e [MEUS IRMÃOS] não me desprezariam! Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias [SOBRE SEXO?]; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs. A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria” (Cânticos dos Cânticos 8:1-3).

Esse romance escrito por Salomão e seus cantores retrata um clássico caso de PEDOFILIA, e pedofilia praticada por um grande personagem da Bíblia, o rei de Israel, que é considerado o rei mais mulherengo da história. Salomão teve mais de mil mulheres princesas e trezentas concubinas, além de virgens adolescentes sem número. E essa Sulamita foi uma dessas adolescentes que Salomão seduziu, e ainda declarou que entre todas as mulheres, ela era a sua preferida.

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Falou e disse Miquels7
Intérprete sem frescuras.

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, FESTAS JUDAICAS | , , , , | Deixe um comentário