MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

AS REVELAÇÕES DO APOCALIPSE NÃO SÃO VISÕES LITERAIS DO FUTURO, NINGUÉM PODE VISUALIZAR O FUTURO

PODEMOS APENAS PREVER OU PLANEJAR O QUE IRÁ ACONTECER NO FUTURO. MAS, NINGUÉM PODE VISUALIZAR O FUTURO. TALVEZ O PASSADO REMOTO, MAS ATRAVÉS DE ALGUM REGISTRO.

By Miquels7 – 100% Racionalidade Pura

**********
A visão literal do futuro não é possível

Uma regra que deveria ser incluída na Hermenêutica sobre profecias é esta:

REGRA Nº 1) Nem toda profecia é feita para ser cumprida; tem profecias que foram feitas como aviso, para que o povo tema e se arrependa; se não se arrepender, a profecia se cumprirá. Outras profecias foram feitas baseadas em suposições a respeito do que haveria ou aconteceria num futuro distante. E outras profecias foram dadas para se cumprir na data programada, como por exemplo, o evento do nascimento de Yesu Cristo.

Essa regra é bíblica. Podemos comprovar que muitas profecias foram dadas como aviso, e não como algo literal e inevitável que aconteceria num futuro próximo ou distante.

Tendo em vista essa verdade, devemos entender que as profecias do Apocalipse concernentes ao futuro não são revelações de coisas que já aconteceram literalmente na visão futurística de João, e que por isso, não podem ser evitadas ou mudadas. Algumas profecias do Apocalipse foram feitas como aviso sobre o que vai acontecer se a humanidade não se arrepender, e se os religiosos não se arrependerem dos erros que estão cometendo. E outras profecias foram feitas como previsões de catástrofes naturais que irão acontecer na Terra. A guerra nos céus, retratada em Apocalipse 12, já havia acontecido mesmo antes de João ter sido exilado na ilha de Patmos. Yesu Cristo e os anjos descendo sobre as nuvens é apenas uma encenação do que Deus planejou para acontecer. A guerra do Armagedom, a prisão de Satanás, o juízo do grande Trono Branco, nada disso aconteceu. Tudo foi apenas uma encenação futurística do que está previsto acontecer.

E muitas coisas podem não acontecer exatamente como foram previstas no Apocalipse.

VEJA O DISPARATE SOBRE PROFECIAS E PREVISÕES DO FUTURO

Veja bem. Se uma profecia bíblica relativa a um futuro distante for a revelação exata de algo que já aconteceu na visão futurística do profeta, isso significa que ela não poderá ser mudada, porque não se pode mudar o que já aconteceu. E se Deus vê o futuro e nos revela o que acontecerá (o que já aconteceu), logo, pela lógica o que aconteceu não poderá ser mudado nem alterado, pois tal atitude violaria a regra da ética de um ser onisciente. E se por acaso, por causa do temor da profecia a humanidade se arrependesse dos seus maus caminhos, então a profecia seria alterada, o que aconteceria (ou já aconteceu) seria cancelado. Ora! Ora! Ora! O que é isso? Isso seria simplesmente a manipulação do tempo, seria a intromissão de Deus no curso da História. Em outras palavras, Deus estaria mudando o curso da História apenas para atender aos seus interesses. E tal atitude contraria a essência de um ser onisciente e onipresente. Um ser onisciente não poderia ficar alterando nada no decorrer da História, porque tudo o que Ele fez foi planejado milimetricamente; ou seja, Ele já teria detectado o erro antes que o mesmo ocorresse, e teria feito o devido reparo. E se Deus faz uma profecia esperando que alguém se arrependa, logo, isso indica que ele não é onisciente. Pois, se fosse, Ele não daria uma profecia; Ele simplesmente alteraria o tempo e os acontecimentos a seu bel-prazer.

Acredito que Deus e os anjos não previram que os homens conseguiriam dominar a matéria e fazer coisas inimagináveis.

Repare que nas revelações futurísticas do Apocalipse apenas se fala em guerra com espadas e flechas. Não se fala em guerra com armas de fogo nem com aviões nem com bomba dinamite ou atômica. Ou seja, os anjos (os deuses) não previram que a Ciência humana iria avançar de forma incontrolável num futuro próximo.

No capitulo 12 de Daniel apenas foi previsto que a o SABER ou a CIÊNCIA IRIA SE MULTIPLICAR. Mas não foi especificado nada sobre o que os homens criariam ou inventariam. Os anjos (os deuses) imaginavam que a humanidade continuaria com o mesmo nível cultural e não mudaria de forma tão drástica o conhecimento humano. Só que depois da 2ª Guerra Mundial, logo após a criação do Estado de Israel, o conhecimento humano deu um salto gigantesco. E desde 1950 para cá a Ciência não só se multiplicou, mas moldou toda vida e comportamento humano na Terra. Em 1981 a IBM inventou o primeiro computador pessoal. Em 1989 inventaram o CD de músicas e dados lidos através de raio laser. Nos anos 1990 inventaram o telefone celular. E no início do ano 2001 inventaram o cartão de memória e o pendrive. Até 2008 ainda se produziam TVs de tubo de imagem. Desde 2009 para cá a nanotecnologia tem avançado sem limites.

Os anjos não previram a invenção do avião, do computador, do motor a explosão, da bomba atômica, e da cura de diversas doenças. E nem passou pela mente deles que o homem dominaria a matéria ao inventar a NANOTECNOLOGIA. Antes os cientistas só pensavam em explorar para fora da Terra, explorar os limites do Universo. Agora eles estão explorando para dentro da matéria, dominando e controlando as leis da física. Todos os equipamentos e aparelhos eletrônicos e digitais, como celulares, computadores, TVs, etc, estão sendo feitos com a nanotecnologia. Em breve, minúsculos chips feitos com a nanotecnologia serão implantados nos cérebros das pessoas. O Pentágono – Comando Militar, Científico e Bélico ultrassecreto Americano – tem usado a nanotecnologia para criar minúsculos robôs voadores parecidos com moscas para entrarem em território inimigo para filmar ou levar carga explosiva para danificar os equipamentos. Até pequenos robôs já estão sendo usados na medicina para entrar nas veias e artérias do corpo humano para filmar e localizar doenças e tumores; ou até mesmo para realizar cirurgias microscópicas.

E olha que o que aconteceu até agora é somente o começo da aventura humana! Até o ano 2050, se nada de extraordinário acontecer aqui na Terra, o homem terá inventado coisas inimagináveis. Assistam aos filmes “No Mundo de 2020” e “2001: Uma Odisseia no Espaço”. Vocês poderão notar que em relação ao avanço científico, não chegou nem perto o que os produtores desses filmes previram.

Acho que alguém andou ensinando coisas indevidas aos homens. Quem será que foi esse safado?!!!

———————-
Miquels7

 

Anúncios

01/05/2018 Posted by | CASOS POLEMICOS, CIÊNCIA, CIÊNCIA & TECNOLOGIA, ESCATOLOGIA BÍBLICA, REVELAÇÕES APOCALIPTICAS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , | Deixe um comentário

DEUS APROVA O ABORTO EM CASO DE INFIDELIDADE DA MULHER

**********
Deus aprova, sim, o aborto em caso de gravidez, fruto de adultério da mulher infiel ao marido.

Em Números 5:11-31 o próprio Deus orienta os sacerdotes a realizar o aborto com ervas amargas. Se a mulher infiel estivesse escondendo a gravidez ao marido e jurasse falsamente para o sacerdote que não havia cometido adultério, ela teria que tomar o chá de ervas amargas, ou seja, chá abortivo. E se estivesse mesmo grávida, a criança morreria no seu ventre e suas coxas e ventre ficariam inchados. Mas, se ela não estivesse grávida nada lhe aconteceria se tomasse o chá amargo.

Neste caso a gravidez da mulher seria imperceptível ainda no terceiro mês, podendo fazer o aborto. E o marido enciumado poderia fazer a prova da infidelidade da mulher perante o sacerdote.

NÚMEROS 5
11 Disse mais o Senhor a Moisés:
12 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Se a mulher de alguém se desviar pecando contra ele,
13 e algum homem se deitar com ela, sendo isso oculto aos olhos de seu marido e conservado encoberto, se ela se tiver contaminado, e contra ela não houver testemunha, por não ter sido apanhada em flagrante;
14 se o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou se sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, mesmo que ela não se tenha contaminado;
15 o homem trará sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela, a décima parte de uma efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite nem porá incenso; porquanto é oferta de cereais por ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade à memória.
16 O sacerdote fará a mulher chegar, e a porá perante o Senhor.
17 E o sacerdote tomará num vaso de barro água sagrada; também tomará do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.
18 Então apresentará a mulher perante o Senhor, e descobrirá a cabeça da mulher, e lhe porá na mão a oferta de cereais memorativa, que é a oferta de cereais por ciúmes; e o sacerdote terá na mão a água de amargura, que traz consigo a maldição;
19 e a fará jurar, e dir-lhe-á: Se nenhum homem se deitou contigo, e se não te desviaste para a imundícia, violando o voto conjugal, sejas tu livre desta água de amargura, que traz consigo a maldição;
20 mas se te desviaste, violando o voto conjugal, e te contaminaste, e algum homem que não é teu marido se deitou contigo,-
21 então o sacerdote, fazendo que a mulher tome o juramento de maldição, lhe dirá:-O Senhor te ponha por maldição e praga no meio do teu povo, fazendo-te o Senhor consumir-se a tua coxa e inchar o teu ventre;
22 e esta água que traz consigo a maldição entrará nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir-se a coxa. Então a mulher dirá: Amém, amém.
23 Então o sacerdote escreverá estas maldições num livro, e na água de amargura as apagará;
24 e fará que a mulher beba a água de amargura, que traz consigo a maldição; e a água que traz consigo a maldição entrará nela para se tornar amarga.
25 E o sacerdote tomará da mão da mulher a oferta de cereais por ciúmes, e moverá a oferta de cereais perante o Senhor, e a trará ao altar;
26 também tomará um punhado da oferta de cereais como memorial da oferta, e o queimará sobre o altar, e depois fará que a mulher beba a água.
27 Quando ele tiver feito que ela beba a água, sucederá que, se ela se tiver contaminado, e tiver pecado contra seu marido, a água, que traz consigo a maldição, entrará nela, tornando-se amarga; inchar-lhe-á o ventre e a coxa se lhe consumirá; e a mulher será por maldição no meio do seu povo.
28 E, se a mulher não se tiver contaminado, mas for inocente, então será livre, e conceberá filhos.
29 Esta é a lei dos ciúmes, no tocante à mulher que, violando o voto conjugal, se desviar e for contaminada;
30 ou no tocante ao homem sobre quem vier o espírito de ciúmes, e se enciumar de sua mulher; ele apresentará a mulher perante o Senhor, e o sacerdote cumprirá para com ela toda esta lei.
31 Esse homem será livre da iniqüidade; a mulher, porém, levará sobre si a sua iniqüidade.

Se você ainda não se deu conta, entenda que esse mandamento se trata da prática de um aborto de um feto, ou seja, aborto de uma gravidez de poucas semanas que a mulher infiel esteja escondendo do marido. Ou a prática de um aborto feito de forma velada.

CONCLUSÃO

Deus aprova sim o aborto em caso de estupro ou infidelidade da mulher.

No entanto, se a mulher e o homem consentem em praticar aborto voluntário sem que a gravidez seja de risco ou que não seja fruto de estupro, isso se constitui em grave pecado diante de Deus.

Agora, veja o que diz Êxodo 21:22-25.

“Se alguns homens brigarem, e um ferir uma mulher grávida, e for causa de que aborte, não resultando, porém, outro dano, este certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher, e pagará segundo o arbítrio dos juízes; mas se resultar dano, então darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe” (Êxodo 21:22-25).

Veja o absurdo neste mandamento da Lei de Moisés. Se o aborto fosse considerado coisa tão repugnante, por certo Deus Yavéh dos hebreus teria adotado penas mais severas para quem o praticasse. Porém, veja que por essa lei, a vida da mulher tem mais valor que a vida do bebê no ventre. Se o homem ferisse a mulher e a criança morresse no seu ventre, tudo bem. Pagaria apenas uma multa. Mas se a mulher ferida morresse também, aí sim, a pena seria maior ao infringente, a pena capital. Ou seja, a vida da mãe é mais importante que a vida do bebê. Se a vida do feto tivesse o mesmo valor que a da mãe, a penalidade seria a mesma.

Será que as vidas de seres humanos inocentes, mesmo sendo filhos de ímpios pecadores, têm muita importância para Deus? Veja o que o salmista fala inspirado pelo Espírito Santo:

“Ah! filha de Babilônia, devastadora; feliz aquele que te retribuir consoante nos fizeste a nós; feliz aquele que pegar em teus pequeninos e der com eles nas pedras” (Salmos 137:8-9).

**********
Outros textos bíblicos que falam sobre aborto:

“Por que não morri ao nascer? por que não expirei ao vir à luz? Por que me receberam os joelhos? e por que os seios, para que eu mamasse? Pois agora eu estaria deitado e quieto; teria dormido e estaria em repouso, com os reis e conselheiros da terra, que reedificavam ruínas para si, ou com os príncipes que tinham ouro, que enchiam as suas casas de prata; ou, como aborto oculto, eu não teria existido, como as crianças que nunca viram a luz” (Jó 3:11-16).

“Então, por que me fizeste sair do ventre? Eu preferia ter morrido antes que pudesse ser visto. Se tão-somente eu jamais tivesse existido, ou fosse levado direto do ventre para a sepultura!” (Jó 10:18-19).

“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, de modo que os dias da sua vida sejam muitos, porém se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele” (Eclesiastes 6:3).

“Sumam-se como águas que se escoam; sejam pisados e murcham como a relva macia. Sejam como a lesma que se derrete e se vai; como o aborto de mulher, que nunca viu o sol” (Salmos 58:7-8).

“Maldito o dia em que nasci; não seja bendito o dia em que minha mãe me deu à luz. Maldito o homem que deu as novas a meu pai, dizendo: Nasceu-te um filho, alegrando-o com isso grandemente. (…) Por que não me matou na madre? assim minha mãe teria sido a minha sepultura, e teria ficado grávida perpetuamente! Por que saí da madre, para ver trabalho e tristeza, e para que se consumam na vergonha os meus dias?” (Jeremias 20:14-18).

**********
O bispo Hermes Fernandes também fez um comentário sobre a questão do aborto na Bíblia, em Êxodo 21:22. Clique no link, abaixo, para ler.

O que a Bíblia realmente diz sobre o aborto – Por Hermes Fernandes

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-que-a-biblia-realmente-diz-sobre-o-aborto-por-hermes-fernandes-bispo-evangelico-no-rj/

———————-
Miquels7

25/04/2018 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , | Deixe um comentário

MINHA MAIOR PREOCUPAÇÃO – DEIXAR UM LEGADO EDUCATIVO PARA A POSTERIDADE

**********
A maioria das pessoas só vive para comer, beber e fazer filhos, e não deixam um legado para a posteridade, não servem de referência para nada.

Jesus Cristo anunciando o Reino

As coisas que escrevo não servem para esses crentes velhos que já estão com a mente cauterizada pela lavagem cerebral e fanatismo religioso. Eles mesmos sabendo que estão errados, nunca dão o braço a torcer, e morrem na própria ignorância. Teimar com essa gente é recalcitrar contra os aguilhões.

O que escrevo e ensino é direcionado para os jovens de mente aberta, gente que quer ser inteligente e esclarecida, que procura saber a verdade das coisas para não ser iludida por religiosos fanáticos.

Minha maior preocupação é deixar um legado para a posteridade, para que esses jovens que hoje leem o que escrevo não sejam iludidos e enganados pelos religiosos e por heresias inventadas por causa de interpretação errônea da Bíblia.

Os crentes se iludem com esse negócio de viver no céu. Que céu! Quem disse que “céu” é um lugar específico, localizado, um lugar paradisíaco?!

Céu, como um lugar de habitação de seres espirituais, não passa de ilusão inventada por fanáticos religiosos que fazem interpretação errônea da Bíblia! Quando Yesu Cristo retornar dos céus com seus anjos ele virá em corpo físico, de carne e osso, e seus anjos também virão em corpos físicos.

O “reino dos céus” que a Bíblia fala, não é um reino no céu. Chamem os maiores linguistas, os maiores PhDs em Língua Portuguesa e peçam que expliquem para vocês o que significa a expressão “reino dos céus”. Reino dos céus significa tão somente um “reino que veio do céu” para se instalar aqui na Terra. O reino de Cristo que o Pai lhe concedeu não está nos céus; o seu reino vem do céu para ser instalado aqui na Terra. Nos céus não existem nações onde Cristo possa reinar. Mas os crentes verdadeiros já vivenciam o reino de Cristo, porque ele está dentro de cada um dos justos, das pessoas pacíficas, daqueles que praticam a caridade e a partilha, que lutam pela igualdade social e justiça para todos. Aí o crente neófito, e até mesmo os que se dizem formados em teologia, não sabem fazer interpretação de texto, e se iludem com a expressão “reino dos céus”, achando que esse tal reino é no Céu ou é o próprio céu. Os tradutores da Bíblia sabiam o que estavam escrevendo ao traduzir os textos sagrados, mas eles morreram e não tem como perguntar a eles o que significa a expressão “reino dos céus”. Só resta perguntar aos que sabem verdadeiramente interpretar vocábulos e figuras de linguagem. Aprendi o suficiente sobre Língua Portuguesa para estudar e interpretar corretamente os textos sagrados. Por isso me atrevo a ensinar as verdades das Sagradas Escrituras.

“Sendo Jesus interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, respondeu-lhes: O reino de Deus não vem com aparência exterior; nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Ei-lo ali! pois o reino de Deus está dentro de vós” (Mateus 17:20-21).

O reino de Deus já está sendo vivenciado na vida e nos corações dos verdadeiros cristãos, daqueles que buscam a paz – e não os que buscam adquirir armas de fogo -; daqueles que lutam por justiça social e distribuição de renda; daqueles que amam o próximo, fazem caridade e acolhem os estrangeiros que vêm se refugiar no nosso país; daqueles que ajudam com mantimentos e alimentos os pobres e necessitados – e não esses que ficam só orando, pedindo para Deus visitar as casas dos pobres, os hospitais, asilos e presídios. Os falsos cristãos oram pedindo para Deus fazer aquilo que Ele ordenou que o crente fizesse.

Nenhum ser humano vai viver no céu. Céu não é um lugar específico. Céu é apenas um nome genérico para designar o espaço sideral acima das nuvens.

Os espíritos dos mortos justos estão aguardando o dia da ressurreição do último dia em algum lugar nesse Universo. A ressurreição existirá para que os santos e justos possam retornar à forma humana novamente, para habitarem neste mesmo planeta Terra.

Por favor, concorde comigo que isso é uma grande ilusão de crente fanático: “Acreditar que quando um crente morre ele vai direto para o “céu” prestar contas com Deus, conhecer Jesus e os patriarcas e cantar com os anjos, e depois esse mesmo crente que morreu terá que voltar para a Terra para ressuscitar e receber um corpo espiritual para voltar de novo para o céu”. Concorda que isso é uma grande maluquice desses crentes fanáticos?

A ressurreição vai acontecer para que os que morreram voltem a forma humana, de carne e osso, para viver novamente neste mundo, e não para voltar de novo ao céu.

Minha preocupação é ensinar o caminho certo para esses crentes que vivem iludidos com fantasias incutidas por fanáticos religiosos.

Se eu partir mais cedo que vocês, e depois de alguns anos constatarem que eu estava com a razão, vão sentir falta das minhas palavras. Podem crer. Geralmente as pessoas ignoram o que escrevo no meu blog, porque elas querem que eu escreva aquilo que elas querem ouvir. Mas um dia elas se lembrarão de mim e vão voltar no meu blog para aprender o que deviam ter aprendido há muito tempo.

**********
O REINO DOS CÉUS NÃO É NO CÉU. O REINO DOS CÉUS SERÁ ESTABELECIDO AQUI MESMO NA TERRA. POR ISSO YESU CRISTO ENSINOU NA ORAÇÃO DO PAI-NOSSO: “VENHA O TEU REINO”.

“Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus” (Mateus 8:11).

Esse “reino dos céus” que Yesu Cristo se refere em Mateus 8:11 não está localizado nos céus, e nem é o próprio “céu”. Reino dos céus quer dizer o reino de Cristo que virá dos céus para ser implantado aqui na Terra durante mil anos. E depois da purificação do planeta Terra, este mesmo reino será estabelecido eternamente.

Os crentes se iludem com essa história de ir morar no “céu”. E céu não é um lugar específico, paradisíaco. Céu é um nome genético usado na Bíblia para designar o espaço sideral acima das nuvens. Deus, Yesu Cristo e os anjos são seres superaperfeiçoados e santos. Mas eles não são seres espirituais; são seres físicos, possuem corpos, embora possam se camuflar para que não possam ser vistos a olho nu.

Os crentes imaginam que quando um cristão salvo morre, ele vai direto para o céu se encontrar com Deus, abraçar Yesu Cristo e ver Abraão, Isaque e Jacó. Dizem também que os crentes arrebatados não voltarão mais para habitar nesse velho planeta no reino milenar do Messias, e ficarão para sempre cantando com os anjos no céu, ou se embalando numa rede na mansão que Cristo foi preparar para cada um deles. E quem ficará habitando neste velho planeta durante o milênio serão os judeus e povos de outros países que escaparem da morte na Grande Tribulação. A Igreja triunfante estará reinando com Cristo no céu, e os judeus estarão comandando as nações aqui na Terra. É mais ou menos assim a loucura ensinada por esses crentes protestantes.

Porém, o próprio Senhor Yesu Cristo garantiu que Abraão, Isaque e Jacó estarão governando as nações no seu reino aqui na Terra, após a Grande Tribulação. Então, como esses crentes malucos pensam que vão estar ao lado de Abraão, Isaque e Jacó nos céus?

Na ceia da última Páscoa que Yesu Cristo celebrou com seus discípulos, ele se despediu e disse que não mais beberia do fruto da videira até aquele dia em que de novo o bebesse no reino de seu Pai juntamente com os seus discípulos. O problema é que, quando os crentes leem esta declaração de Yesu, eles imaginam que Cristo está se referindo a um reino no céu. Enquanto que ele está se referindo ao reino que seu Pai lhe concedeu aqui mesmo na Terra. Em Apocalipse 21 se diz que Deus estenderá o seu tabernáculo sobre os homens aqui na Terra e com eles habitará. Ou seja, não são os crentes que irão habitar nos céus; é Deus que virá habitar junto com os seres humanos aperfeiçoados aqui na Terra. Yesu Cristo não prometeu levar nenhum dos escolhidos seus para os céus; antes, prometeu levá-los para habitar junto com ele no seu reino, mas aqui mesmo na Terra. É isso que ele quis dizer em João 14: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; vou preparar-vos lugar; viverei outra vez e vos levarei para mim mesmo para que onde eu esteja, estejais vós também”. Nessa passagem de João 14 Yesu Cristo está falando do reino que seu Pai lhe concedeu. Essa passagem da Bíblia causa confusão porque a mensagem foi mal interpretada pelos que a ouviram, ou então, o autor do Evangelho de João não coletou informações corretas sobre o que Yesu Cristo disse em João 14. Tenho plena certeza que o autor do Evangelho de João não foi o discípulo de nome João, irmão de Tiago, filhos de Zebedeu. Tudo indica que a narrativa foi feita por uma pessoa que não presenciou os fatos. Se fosse João o autor, logo, ele teria sido mais preciso na narrativa, porque havia sido testemunha ocular dos fatos. A frase “na casa de meu Pai há muitas moradas” quer dizer “no reino que meu Pai me concedeu haverá muitas moradas”. Em Apocalipse 14 os 144 mil aparecem junto ao Cordeiro no Monte Sião. Ora, esse Monte Sião não se localiza nos céus. Monte Sião é o nome da velha cidade de Jerusalém em Israel. É lá que Cristo estará reinando com os 144 mil, e todos aqueles que ressuscitarem na primeira ressurreição. Abraão, Isaque e Jacó irão ressuscitar de carne e osso, para habitar novamente neste planeta Terra e governar as nações juntamente com Cristo.

“Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba de novo, no reino de meu Pai” (Mateus 26:29).

Preste atenção: O reino é de Deus, o Pai, mas seu regente é Cristo. E este reino será estabelecido aqui na Terra, e não nos céus.

“Ao que lhe disse Jesus: Em verdade vos digo a vós que me seguistes, que na regeneração, quando o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-eis também vós sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel” (Mateus 19:28).

“Mas vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas provações; e assim como meu Pai me conferiu domínio, eu vo-lo confiro a vós; para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos senteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel” (Mateus 22:28-30).

Por tudo que é mais sagrado, vocês, pastores e teólogos protestantes: Parem de ensinar heresias; ensinem a verdade como eu faço. Nesta passagem de Mateus 22 Yesu Cristo deixa claro que o seu reino é aqui na Terra e não nos céus. Os salvos vão cear com Cristo no seu reino aqui na Terra e não nos céus.

“E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Apoc. 21:3-4).

*****

25/03/2018 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEOLOGIA | , , , , , , | Deixe um comentário

NÃO ENTRE NO ZOHAR, NÃO ENTRE NA CABALÁ – KABBALAH É 666

**********
Tenho visto muitas pessoas na internet interessadas em estudar a Cabalá para conhecer os mistérios do conhecimento esotérico. Mas não se dão conta de que tais conhecimentos pertencem à esfera do ocultismo velado. Outros manifestam desejo de entrar para a sociedade secreta Maçonaria achando que se trata de uma agremiação de homens da elite social, solidários uns com os outros irmãos da Loja, sábios e influentes na sociedade, e detentores de um vasto conhecimento sobre esoterismo, simbologia e culturas antigas. E observo que essas pessoas estão querendo entrar num caminho desconhecido e obscuro, e não sabem que caminham na beira de um precipício, onde podem cair e nunca mais sair de lá.

Cerca de 99% dos maçons não são e nunca exerceram a profissão de pedreiro ou de arquiteto. Então, por que eles usam os símbolos de pedreiro e arquiteto? Na antiguidade realmente existiu sociedades secretas de pedreiros e construtores, mas eles realmente exerciam a profissão. E essas sociedades dos pedreiros (maçom, mason) vêm desde os construtores das grandes pirâmides no Egito e, depois, no reino de Israel durante a construção do grande Templo de Salomão. Porém, esses maçons de hoje nada têm a ver com o ofício de pedreiro e arquiteto. Sendo assim, qual o objetivo dessa sociedade secreta? O que eles carregam escondido?

“O conhecimento superficial da Bíblia transmitido pelas escolas teológicas cristãs é um grande perigo. Mas, perigo maior é o conhecimento oculto transmitido pelos mestres cabalistas. É preciso ter um conhecimento intermediário entre esses dois ramos do conhecimento. Doutra forma, todos continuarão sendo enganados. Ou então, é necessário que alguém de fora do sistema conscientize as pessoas que estão presas na Matrix” (Miquels7).

**********
A Kabbalah Revelada - Filosofia oculta e ciencia - Knorr Von Rosenroth

Há uma série de vídeos no YouTube, publicado no canal do site Kabbalah.info/pt, intitulado “Entre no Zohar”, tratando de uma série de lições sobre o livro cabalista Zohar (Sefer ha’ Zohar, o Livro do Esplendor), o maior arquivo do mundo em Cabalá. O apresentador, que também é o professor, faz uma propaganda extensiva sobre o Zohar, falando sobre a história desse livro, as polêmicas levantadas e incentivando os ouvintes e interessados no curso a entrar no mundo da Cabalá em busca de conhecimentos inimagináveis. Eis, abaixo, o vídeo e a transcrição do áudio. Corrigi a transcrição do áudio, mas não ficou 100% igual. Se preferir, assista ao vídeo.


https://www.youtube.com/watch?v=gSd3l3wyUNk

Olá a todos! Bem-vindos ao vídeo-curso virtual “Entre no Zohar”.

Eu sou Wellman, serei o professor no decorrer do curso.

Este não é um curso vulgar sobre um livro vulgar. Se aqui estão é porque sentem, pensam, desejam que haja algo mais na vida, e estão no lugar certo.

Se estão a começar a sentir alienação entre vocês e outras pessoas, e no meio ambiente dentro da vossa família e o que vos costumava satisfazer, perfeito! Se estão assustados por ninguém fazer ideia em como lidar com as cheias, os furacões, os derrames de petróleo, as guerras, o ódio e assim por diante… É por isso que estamos aqui!

Há um livro, é chamado ‘O Livro do Esplendor’, isso em português, e em hebraico é chamado Sefer ha’ Zohar, tem 2000 anos de idade e, escutem isto, foi escrito especificamente para este tempo, para a primeira geração que um dia acordaria com um suor frio e se apercebesse que o mundo inteiro está conectado. Somos um todo que vive e respira. Belisque-se! Estais vivo! Conseguiu! És um membro premiado da primeira geração, você conseguiu! Está na hora de abrir este livro e brilhar algum do seu esplendor sobre o sistema que nos conecta e como ele funciona. Não precisaremos de lápis ou blocos de notas, só uma mente aberta para os que são suficientemente sortudos em ter um. Por favor, abram o vosso coração.

Que é o Livro do Zohar?  Por que nos é importante agora e como ele irá nos ajudar?

Vamos direto ao assunto, aqui está o que sabemos. Durante séculos o Zohar tem sido considerado ser o mais importante e poderoso livro do misticismo ocidental, dito conter todos os segredos do Universo, todos os reinos celestiais, cartografando o mundo em anjos e demônios e seres celestes, preenchido de parábolas fantásticas, referências bizarras e estranhas histórias extraídas da Torá, a Bíblia, a qual ele comenta, apontando para um código oculto que se adequadamente compreendido desbloqueia os segredos da própria vida.

Sim, uma obra certamente muito misteriosa. Porque é misteriosa, ela levantou suspeitas e alguns têm medo que o seu conteúdo e propósito sejam muito mais nefastos. É a primeira conspiração ocultista do mundo, uma Cabalá obscura. Instruções escondidas em como controlar o mundo, uma fonte de poder, as sociedades secretas, os maçons, os judeus, o vaticano, que manipulam estruturas políticas, econômicas e sociais, seduzindo as massas com fantasias bíblicas infantis em prol de nos escravizarem para que possam manter os seus estilos de vida da realeza e que isso nos previna de alcançar o sentido e propósito da vida.

Então, para alguns é uma força mística sagrada além do entendimento a ser respeitada e reverenciada, e para outros é um poder não assim tão compreendido para ser usado por alguns para as suas mais obscuras metas. Ambos estão certos. Ambos não compreendem, e é assim que o nosso cérebro o vê, porque nós não compreendemos nada sobre como a nossa natureza funciona e as pessoas também. Sabemos um pouco sobre as leis da física quântica, astrofísica, biologia, geologia, mas no que diz respeito ao nosso lugar no sistema, os nossos desejos, as nossas emoções, as nossas conexões, como funcionam com ele, quero dizer, olhem para as vossas vidas! Olhem para o mundo! Não me parece, mas ambos estão certos sobre acreditarem nele conter algo grande, sobre o propósito e sentido das nossas vidas e que está escondido de nós.

Então vamos só colocar todas as nossas suposições e medos em espera e vamos começar daí.

Ok, então por que histórias bíblicas? E por que são esses escritos a influência cultural mais impregnada dos últimos 3.500 anos? A fonte das principais religiões ocidentais, vocês sabem, cada uma pensa que as outras duas estão erradas. Por que é que a maioria das leis e códigos morais do mundo estão construídos à volta deles? Como é que os seguir não fez um mundo que funcione? Quero dizer, se realmente não faz sentido para nós e não está alinhado com a nossa ciência moderna e não funciona da maneira que é suposto, então, por que é que captura a nossa imaginação? Com tamanha profunda posse sobre estas sensações de direito e reverência e mistério? Por que é que pensamos que trata da verdade? Porque trata, mas nós não. Significa que, embora precioso e seja transcendente, está escondido de nós pelo presente estado da nossa própria natureza, que por falar nisso, também nos está escondido.

Olhem para isso, referências bíblicas estão tão entrelaçadas no tecido do nosso mundo que, não dependendo se vocês acreditam nisso, não dependendo de se vocês acreditam em Deus ou não, mas porque esses escritos realmente revestem certa lei geral da realidade que interage com os nossos pensamentos e desejos de uma certa maneira especial. E esta interação tem construído e operado o nível humano da existência. Sim, é por isso que a vemos em todo o lugar, ela parece estar fora de nós, mas não está.

O Zohar é uma verdadeira maravilha, e é talvez a maior obra cabalística. Quero dizer, ele tem dados exatos sobre cosmologia física e antevisões histórias que precedem acontecimentos e descobertas por milhares de anos. Mas o seu gênio intemporal é que ele não é uma obra de arte, não de ciência, mas de propósito. E a nossa incapacidade de o ver pelo que ele é seja talvez pela nossa ideia vaga de que um livro, que simplesmente não se aplica aqui.

Há uma enorme, e no que nos diz respeito, força totalmente imperceptível que torna os livros cabalísticos não livros de todos iguais, e o Zohar é a própria estrutura da natureza. Um sistema de leis que fluem abaixo numa cadeia de causa e efeito de uma simples e singular lei na natureza em prol de direcionar este mundo.

Para os cabalistas, as pessoas que escreveram o Zohar e a Biblía, a qual ele comenta, o termo ‘livro’ refere-se à habilidade de aceder ao mecanismo de propósito de ser. Um método de nos transformarmos a nós mesmos, de fazer a nossa natureza entrar em equilíbrio com a natureza subjacente da existência.

Para penetrar nisso, para começar a nos envolver nisso, como se dobrássemos para trás as capas do livro e virássemos o mundo de dentro para fora, e vocês e eu e o cosmos e a força que o conecta a tudo são as palavras do livro sem capas e, não há nada do lado de fora da história. Agora mesmo, quer gostemos quer não, estamos a ser empurrados por forças evolucionárias a entrar num mundo interconectado e interdependente. Este é um nível inteiramente novo de existência onde temos de alcançar uma conexão consciente com as leis subjacentes da natureza.

O Zohar é o exato oposto da nossa intenção dominante e porque nós queremos o que queremos. Isto é o que os cabalistas identificam como ‘corporalidade’ o nosso mundo, o desejo de querer para mim mesmo mais muito mais do que eu quero para qualquer outra pessoa. O que chamamos de ‘egoísmo’.

Mas o por que dos livros espirituais ou sagrados o próprio pensamento a partir do qual eles foram construídos é a qualidade inversa, a vontade de doar incondicionalmente, sem uma migalha de consideração própria. Verdadeiro amor, doação pura. Nós precisamos dessa resposta agora e ele dá a nós do ponto de vista do que vamos ser em vez do que nós fomos. Numa linguagem que parece enigmática e antiga, mas na realidade, é a expressão de um futuro que não conseguimos percepcionar, porque neste momento por agora, não somos nada como ela. O que ele tem para nos dar é dirigido a todos, mas não podem simplesmente saltar e lê-lo. A sua linguagem não vem da mente e não é feita para a mente; é feita para ser realizada por um grande desejo e um coração ardente. Tal como o coração de uma criança quando inicialmente descobre este mundo suga tudo, sente forças opostas que a compelem a crescer. Ela sente o quente, ela sente o frio. Ela sente a luz, ela sente o escuro. Prazer e dor, um desejo implacável de tentar novamente. Ela brinca e ela imita até alcançar esse equilíbrio. Não no seu intelecto. Quer dizer, que mente usa um bebê quando aprende a caminhar? Considerando que somos interiormente opostos a ele não sabemos como funciona ou como o viver precisamos de um método de como crescer neste belo, mas aparentemente impossível, futuro de perfeição com que o Zohar nos coloca em contato.

Sim! Zohar, 1) o completo sistema unificado de conexões governado por uma lei singular toda abrangente que é oposta à minha natureza; 2) nada é excluído do sistema ou exterior a ele; 3) a estória é vida sem fim; 4) exigir ser mudado pela intenção por trás de tudo no sistema; 5) um meio de se tornar internamente idêntico à lei singular governante do amor; 6) a criação de um verdadeiro mundo que funciona por dentro e por fora.

Simples, certo? Com o espirito de grande aventura, tudo vai levar um pouco de preparação e experimentar algumas novas percepções, desaprender algumas velhas ideias e verem por vocês mesmos, e pouco a pouco, o que é de fato, e isso vai lhes apontar para a atitude certa. E assim que tenham isso, podem entrar no Zohar.

Neste outro vídeo, abaixo, do qual transcrevo a descrição, o orador faz uma série de considerações sobre o livro Zohar. O texto da descrição do vídeo é diferente das palavras do orador. Se preferir, assista ao vídeo, que está legendado.

https://www.youtube.com/watch?v=1NHL1C6vDcA

Kabbalah – O segredo mais bem guardado (Introdução)

Kabbalah é uma sabedoria antiga que revela como o Universo e a vida funcionam. No sentido literal, a palavra Kabbalah significa “receber”. É a ciência sobre como alcançar a plenitude em nossas vidas. 

Quando mencionamos plenitude, não nos referimos a ser feliz ou usufruir um sentimento de bem estar de forma temporária, porque todos nós já experimentamos flashes de felicidade. Quando falamos sobre nos conectar com a energia de plenitude, queremos dizer sustentar essa conexão de forma duradoura e ininterrupta. 

A Kabbalah é ao mesmo tempo um antigo e inteiramente novo paradigma de vida. Ela ensina que todos os ramos das nossas vidas – saúde, relacionamentos, negócios – emanam do mesmo tronco e da mesma raiz. É a tecnologia de como o Universo funciona no seu nível essencial. É toda uma nova maneira de olhar para o mundo, que poderá conectá-lo com a espécie de plenitude que você possa estar buscando. 

Uma das coisas mais agradáveis sobre estudar Kabbalah é que isso não requer que você abandone a sua fé ou caminho religioso atual. A Kabbalah vai apenas aprofundar a sua compreensão do Universo e fornecer-lhe mais informações e ferramentas para entender porque algumas coisas acontecem com você e quão melhor você pode conectar-se com a Luz do Criador e receber a plenitude que você busca. 

Aonde queremos chegar? 

Todos nós desejamos nos entender melhor, viver vidas mais plenas, passar por experiências enriquecedoras a respeito de quem somos e sobre o porquê de estarmos aqui. Todos nós desejamos ser felizes e, na verdade, todos nós queremos as mesmas coisas na vida: 

– desejamos amar e ser amados
– desejamos ter os melhores relacionamentos
– desejamos usufruir recursos financeiros e nos sentir seguros
– desejamos saúde abundante
– desejamos que nossos filhos sejam felizes e estejam a salvo…
…e todos nós temos questões – e quantas questões… 

No fundo, todos nós desejamos compreender o significado de nossas vidas. 

Quando criança, você deve ter-se perguntado: “Por que eu nasci? Qual é o propósito da minha vida?”. Então nós crescemos e nos tornamos ocupados. Precisamos pagar o aluguel, construir uma vida, construir uma carreira, fazer compras no mercado. Às vezes, em meio à exaustão, nos tornamos escravos da rotina, com uma existência robótica e paramos de formular as profundas questões que nos fascinavam quando éramos crianças. 

Mas tem que ser assim? Não teria sido muito melhor se tivéssemos continuado a crescer e a nos desenvolver, a nos maravilhar e a definir o nosso propósito na vida? Conectar-nos com o nosso verdadeiro potencial? 

Todos nós nos resignamos de certa forma com os altos e baixos da vida. Um dia,  nos sentimos ótimos sobre nós mesmos; no dia seguinte, estamos um tanto ou quanto deprimidos. Um dia, estamos felizes com o(a) nosso companheiro(a) de vida; no dia seguinte, rompemos com essa pessoa. Num dia, há dinheiro em nossa conta; no outro,  ele desaparece. Existe um jeito de alcançarmos o que desejamos em nossas vidas? 

Sim, existe um jeito. E não só isso, mas você sempre tem a oportunidade de alterar o seu destino e de atingir o seu verdadeiro potencial. Qualquer um pode fazê-lo — ninguém é muito jovem, muito velho ou muito estagnado na sua forma de ser. Todos nós temos a habilidade de encontrar significado e de alcançar a plenitude muito além dos nossos mais ousados sonhos ou fantasias. Você não precisa viver como um robô ou uma vítima, ou sentir-se confuso com uma vida que parece sem propósito ou cheia de altos e baixos aleatórios. Você é ilimitado; você pode voar alto. 

Como? Um caminho é a sabedoria da Kabbalah.

**********
Alguns cabalistas mentem, dizendo que a verdadeira Kabbalah não tem nada a ver com ocultismo, com numerologia secreta ou com estudo das cartas do Tarô egípcio. Mas tem tudo a ver, sim.

Na realidade, o estudo da Kabbalah não é toda essa maravilha de conhecimento divino e vida feliz que eles prometem.

Não é através do conhecimento cabalístico que Deus quer que o ser humano se aperfeiçoe. O aperfeiçoamento humano começa pela obediência e temor a Deus, pela prática do amor e da caridade. São essas coisas que moldam o caráter do homem. A tentativa de obter o aperfeiçoamento através de energias cósmicas, conceitos filosóficos e ações abstratas é apenas uma ilusão humana na tentativa de encontrar o elixir da vida, o fruto da vida eterna. A busca do conhecimento e da perfeição através da Cabalá é o caminho natural do homem sem o Deus verdadeiro. São as nossas ações boas que vão moldando o nosso caráter. O desejo de paz, de união, de partilha e de justiça é o que molda o nosso caráter. Obter todo o conhecimento e sabedoria do mundo, mas viver uma vida egoística e sem participar da tristeza e da felicidade do seu semelhante não representa nada, não dignifica em nada o ser humano.

**********
EXISTE UMA CONSPIRAÇÃO QUE VEM SENDO CONDUZIDA DESDE OS PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE PARA QUE SATANÁS (LÚCIFER) CONTINUE CONTROLANDO O MUNDO COM A AJUDA DOS INICIADOS DAS ESCOLAS DE MISTÉRIOS, QUE TAMBÉM EXERCEM INFLUÊNCIAS SOBRE OS GOVERNOS HUMANOS.

O número 6 é o número do homem e o número da Terra. Segundo o livro de Gênesis, foi no sexto dia que Deus criou o homem. No sistema numérico cabalístico babilônico a letra ‘A’ tem valor 6. Por isso que na numerologia secreta dos cabalistas o alfabeto indo-arábico se inicia com o número seis (6).

Quando João propõe o desafio no livro de Apocalpise (13) para que os entendidos decifrassem quem é a Besta, cujo número é 666, ele estava se referindo ao conhecimento esotérico ocultista e a conspiração conduzida pelos iniciados, generais de Satanás, desde os primórdios da humanidade.

A Besta, cujo número é 666, é um complexo sistema formado por iniciados das escolas de mistérios que influenciam diretamente nos governos humanos, com a finalidade de controlar o poder aqui na Terra sob os auspícios de Satanás, o Grande Dragão, a antiga Serpente.

Os estudiosos dizem que “Kabbalah (também Cabala ou Qabbala) é um sistema religioso-filosófico ocultista difundido por judeus esotéricos”. Veja bem: diz que é um “sistema”. Logo, presume-se que é um sistema de controle do mundo e das mentes, a começar pelos que se aventuram no obscuro mundo da Kabbalah-666.

O ninho da Serpente são as Escolas de Magia e Mistérios (Rosa-Cruz, Maçonaria, etc). Nelas é conduzido o plano de Satã para controle das massas e controle do poder aqui na Terra.

A Cabalá e as Escolas de Magia e Mistérios formam o Sistema de Satanás em parceria com os Homens de Preto, o Sistema 666, que controla o mundo.

**********
O QUE É E O QUE NÃO É A CABALÁ?

Os cabalistas dão vários conceitos para Cabalá. E tem um site especializado no assunto Kabbalah, onde se diz que “a Cabalá não é religião, misticismo, magia, água benta, fitas vermelhas, amuletos e um bocado de outras coisas que foram associadas popularmente com ela”.

http://www.kabbalah.info/pt/what-is-kabbalah/myths-about-kabbalah/o-que-a-cabal%C3%A1-n%C3%A3o-%C3%A9

Outros não sentem nenhum rubor em ludibriar os incautos e afirmam que “A Kabbalah não é uma religião. A Kabbalah não é uma filosofia ou uma doutrina. A Kabbalah é um modo de vida; é uma respiração, um caminho vivo e vibrante para a perfeição do ser humano e a transformação do mundo. Perfeição pode entender-se como a felicidade completa, livre de preocupações, medo, ansiedade, raiva e todas as outras emoções negativas que se colocam entre nós e a plenitude. A Kabbalah não é restrita a nenhum sistema de crenças específico ou de fé. É universal. Da mesma forma que a lei universal da gravidade mantém os muçulmanos, judeus, cristãos e ateus firmes na Terra, o caminho universal da Kabbalah eleva muçulmanos, budistas, cristãos e todas as pessoas para níveis mais elevados de plenitude, sabedoria e felicidade autêntica. A Kabbalah ensina-nos que podemos alcançar o controle sobre o mundo físico, incluindo as nossas próprias vidas, no nível mais fundamental da realidade. E a alcançar e a ampliar o poder da mente sobre a matéria e a desenvolver a capacidade de criar plenitude, alegria e felicidade, controlando tudo no nível mais básico da existência”.

Outra fonte diz que A Cabalá tem sido encoberta por confusão, lendas, mitos, e desentendimento, porque a Cabalá autêntica foi mantida em segredo por milhares de anos, até hoje. Embora tenha origens na antiguidade, desde o tempo da antiga Babilônia, a sabedoria da Cabalá permaneceu virtualmente desconhecida da humanidade desde que apareceu, há mais de quatro mil anos atrás. Até este momento, apenas alguns poucos sabiam o que a Cabalá realmente é. Por milhares de anos, a humanidade foi apresentada a uma imensa variedade de coisas sob o nome de ‘Cabalá’: magia, misticismo e até milagres – tudo, exceto o verdadeiro método da Cabalá. Por mais de quatro mil anos, o entendimento comum da Cabalá tem sido confundido com conceitos e interpretações errôneas. A sabedoria da Cabalá necessita, portanto, ser esclarecida. O cabalista Yehuda Ashlag (Baal Ha Sulam) oferece a seguinte definição em seu artigo A Essência da Sabedoria da Cabalá: “Esta sabedoria é nada mais nada menos que uma sequência de raízes penduradas pela causa e efeito, em regras fixas e determinadas, entrelaçadas em um único e objetivo maior, descrito como ‘a revelação de Sua Bondade para Suas criaturas neste mundo’”. De forma simplificada, existe uma força superior, ou o ‘Criador’, que a tudo inclui e que governa na realidade. Todas as forças do mundo advêm desta força abrangente. Algumas dessas forças são familiares, como a gravidade ou a eletricidade, enquanto outras agem sobre nós, mas permanecem ocultas. A Cabalá tem o mapa ou o conhecimento de como essas forças ocultas são estruturadas e as leis pelas quais elas nos influenciam. A Cabalá nos ensina como desenvolver nossa habilidade para sentir essas forças, e finalmente, descobrir o seu único propósito: trazer-nos a revelação do Criador, enquanto vivemos neste mundo”.

Apesar de todos esses conceitos que os esotéricos dão sobre Cabalá, não há dúvidas de que todo o seu estudo envolve magia, numerologia, astrologia e várias formas de ocultismo.

O QUE SIGNIFICA CABALÁ, KABBALAH E CAIBALION?

Existem vários conceitos mentirosos espalhados em livros e na internet sobre a origem da palavra Cabalá. Um deles diz o seguinte:

“O termo Caibalion se refere a uma palavra hebraica que significa ‘tradição ou preceito manifestado por um ente de cima’, e compartilha a mesma raiz da palavra Qabala. A etimologia da palavra Kabbalah ou Cabalá é formada do prefixo “kab”, que em língua semítica significa ‘carcaça de um corpo’, e do sufixo ‘Ala’, que significa ‘Deus’ (A Maçonaria e o Livro Sagrado, pág.93). O significado real desta palavra é a “carcaça do conhecimento divino”. Mas, segundo Knorr Von Rosenroth, ‘A Kabbalah deve ser definida como uma doutrina esotérica judia. Em hebreu, é chamada QBLH, Qabalah, que é uma derivação da raiz QBL, Qibel, que significa ‘receber’. A denominação desse conceito vem do costume de transmitirem-se os conhecimentos esotéricos oralmente. (…) Adotei a forma ‘Qabalah’, que é mais condizente com a escritura hebraica da palavra”.

O conhecimento oculto sempre fascinou os homens desde os tempos antigos, fossem eles líderes religiosos, governantes, filósofos e cientistas renomados. Tanto era o fascínio pelo desconhecido, que chegou a cegar o homem considerado o mais sábio de todos, o rei Salomão, rei de Israel.

“Ora, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias, das nações de que o Senhor dissera aos filhos de Israel: Não ireis para elas, nem elas virão para vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão, levado pelo amor” (I Reis 11:1-2).

Segundo alguns estudiosos do esoterismo, os livros sobre Cabalá e a organização desse sistema filosófico-científico surgiram em meados do século XII, no tempo das Cruzadas, quando um grupo de soldados guerreiros – protetores das ruínas do Templo de Salomão, denominado Cavaleiros Templários -, descobriram segredos do ocultismo nas ruínas do palácio de Salomão. Foram denominados ‘Templários’ porque guardavam os segredos do Grande Templo e dos achados nas ruínas do palácio de Salomão.

A REAL ORIGEM DA PALAVRA CABALÁ OU KABBALAH, CUJO SIGNIFICADO É 666

Assim como os cabalistas esotéricos do Judaísmo oculto forjaram o nome YHWH, o nome do Deus Eterno, designando-o de Tetragrama (Tetragrammaton), nome impronunciável, acrescentando as vogais da palavra ADONAI entre as consoantes para formar o nome pronunciável de Yavéh, (YAHOWAH=YEHOVAH), os cabalistas do ocultismo moderno também forjaram outro tetragrama conhecido como QBLH ou KBLH, desta vez inserindo a letra A (que tem valor 6 na numerologia babilônica) entre as consoantes, ficando QABALAH, QABBALAH. Mas, para que a palavra Cabalá expressasse exatamente o maior mistério do ocultismo e carregasse o segredo do sistema satânico que governa o mundo (o sistema 666), eles rescreveram a palavra, ficando sua forma final KABBALAH, que traz de forma velada o valor 666.

Na numerologia secreta a letra A vale 6. Muitas vezes vemos a palavra Kabalá escrita com as consoantes KBL maiúsculas e o A minúsculo: KaBaLa.

Se o A vale 6, então, temos K6B6L6, com o 666 inserido na palavra.

Para que a palavra Kabaláh na língua inglesa carregasse de forma velada o número da Besta-666, eles formaram uma nova grafia, ficando “Kabbalah” a forma final. As consoantes que carregam o valor normal são multiplicadas pelo A que secretamente vale 6. Somando-se as três sílabas da palavra Kabbalah, temos o valor 666.

A B C D E F G H I J K L
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60 66 72

A=6, K=11, B=2, L=12 e H=8

Kabbalah = (11×6)+(2x2x6)+(12x6x8) = 66+24+576 = 666

Esse mesmo artifício os cabalistas do esoterismo ocultista empregaram para forjar os nomes JESUS, MESSIAH E LÚCIFER. Só que desta vez eles inverteram o 6. Eles numeraram o alfabeto indo-arábico iniciando a primeira letra com o valor 9.

O número 9 é o preferido dos ocultistas. Repare que os valores de algumas letras mudam, como se os números tivessem se invertido nas duas tabelas (J-60 e J-90).

A B C D E F G H I J K L M
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
9 18 27 36 45 54 63 72 81 90 99 108 117
N O P Q R S T U V W X Y Z
14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
126 135 144 153 162 171 180 189 198 207 216 225 234

Repare que alguns desses números aparecem na Bíblia citados por Jesus: 99, 144, 153, etc.

J + E + S  + U + S
90 + 45 + 171 + 189 + 171 = 666

L + U + C + I + F + E + R
108 + 189 + 27 + 81 + 54 + 45 + 162 = 666

M + E + S + S + I + A + H
117 + 45 + 171 + 171 + 81 + 9 + 72 = 666

Portanto, essa descoberta é a prova cabal de que os nomes KABBALAH, JESUS, MESSIAH e LÚCIFER foram arquitetados pelos magos do esoterismo cabalístico nos porões das Escolas de Magia e Mistério. E o Papa e os cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana também estão por trás disso, não somente os judeus cabalistas e os maçons.

Se 666 é o número do Diabo, na verdade, o Diabo é o próprio homem, especificamente os magos ou iniciados das Escolas de Magia e Mistério.

**********
COM O QUE A CABALÁ TRABALHA?

A Cabala trabalha com toda sorte de conhecimento oculto, principalmente com a magia dos números e o valor numérico das palavras. Inclui até o estudo e significado oculto das cartas do Tarô egípcio. Os adeptos costumam usar amuletos cabalísticos como o pentagrama e a estrela de seis pontas (Estrela de Davi), entre outros símbolos.

A Gematria ou Numerologia Esotérica trabalha diretamente com as letras dos alfabetos hebraico e indo-arábico, onde para cada letra são atribuídos valores normais e valores secretos. A Cabalá trabalha diretamente com os valores numéricos das palavras e significados oculto dos números.

A mudança de nomes é uma pratica cabalística, pois, segundo eles dizem, os nomes podem trazer sorte ou azar. Eles tomam exemplos da Bíblia onde o Deus Eterno modificou os nomes de Abrão e Sarai, sua esposa. Abrão passou a se chamar Abraão e Sarai passou a ser Sara. Deus também mudou o nome de Jacó para Israel.

A FINALIDADE DO ESTUDO DA CABALÁ HERMÉTICA

A Cabalá hermética tem como propósito central conhecer ou ler a mente divina procurando tornar o homem um com Deus, isto é, o homem fazendo parte da divindade. A Cabalá procura ainda a restauração do homem e sua integração à divindade pela reencarnação.

AS SUCESSIVAS REENCARNAÇÕES VISANDO O APERFEIÇOAMENTO

O estudo esotérico da Kabbalah (ocultismo) ensina o aperfeiçoamento humano através de sucessivas reencarnações. É disso que se trata o estudo das Sephiroth ou Séfiras ou 10 (ou 11) emanações da Árvore da Vida, figura objeto da Cabalá. As Sephiroth (emanações numéricas) são em número de 11 em referências aos 9 planetas do Sistema Solar, incluindo-se o Sol e a Lua. As dez Sephiroth, em sua totalidade, representam o Homem Celestial ou o Ser Primordial. Ou seja, o verdadeiro objetivo do estudo da Cabalá esotérica é a busca do conhecimento oculto a fim de se obter o aperfeiçoamento pleno e a imortalidade. Em outras palavras, é o caminho ensinado por Satanás para o homem alcançar o poder e a imortalidade da alma.

Árvore da Vida - Caminhos, Tarô, Letras

Figura: Árvore da Vida – Caminhos, Tarô, Letras

O objetivo final do homem ao adentrar em todos os segredos das Séfiras da Árvore da Vida cabalística é tornar-se um ser aperfeiçoado, ou seja, tornar-se um ser divino, isto é, um semi-deus. Quando o homem alcança o ápice do conhecimento oculto se diz que ele agora é um ser divino, um semi-deus, conforme orientação do seu mestre e mentor maior, Satanás.

E na realidade, o fim de todos os iniciados que galgam os mais altos graus no estudo da Kabbalah é a morte. Todos eles são igualmente mortais. Todos um dia morrerão, e de nada valerá todo o esforço que fazem para obter o conhecimento divino em busca da tal imortalidade. Apesar de todo o conhecimento esotérico que os maçons e os magos cabalistas adquirem estudando os ensinamentos da Kabbalah, eles não são melhores do que os símplices que não se envolvem com ocultismo, mas prezam pela paz, fazem o bem ao próximo e lutam pela justiça igual para todos. Os cabalistas, por mais que atinjam o ápice do conhecimento esotérico, não vivem mais que os simples mortais que gozam de boa saúde.

Na verdade, todo o ensino oculto da Cabalá é apenas engano de Satanás, porque não resulta em nada. Tudo é ilusão. Funciona apenas como um entretenimento para os iniciados que pensam que alcançarão a perfeição e a imortalidade da alma. E bem sabemos que os verdadeiros mentores do ensino cabalístico escondem os reais segredos do ocultismo. Tudo isso serve para levar em frente o plano de domínio de Satanás sobre as mentes das pessoas envolvidas no ocultismo, e também para controlar os governos humanos. Por isso os líderes governamentais ficam fascinados pelo ocultismo. O ditador nazista, Adolf Hitler era fascinado pelo ocultismo. E não é diferente os presidentes americanos. Quase todos eles pertencem ou pertenceram à Maçonaria. Aqui no Brasil a maioria dos nossos governantes, juízes e parlamentares são maçons, a começar pelo presidente Michel Temer.

O livro de Enoque diz que os anjos rebeldes (decaídos) ensinaram aos homens coisas proibidas por Deus. Satanás, o querubim caído, seduziu Adão e Eva repassando o conhecimento proibido, fazendo com que se tornassem civilizados.

O conhecimento proibido é bom para quem é aperfeiçoado. Mas, o conhecimento nas mãos de seres não aperfeiçoados pode causar sua própria destruição.

O homem primitivo não poderia se tornar civilizado, nem obter conhecimento sobre o oculto, sobre a física e a astronomia. O ideal de Deus ao colocar a Raça Adâmica na Terra era para que eles cuidassem do belo jardim que havia criado e não se tornassem civilizados. Adão e Eva viviam nus e não se envergonhavam porque Deus os criou como nativos, como indígenas, povos não civilizados, que não sentem vergonha de ardar nu. O pecado de Adão e Eva foi o ato de receberem o conhecimento proibido e deixarem a condição de nativos, passando a civilizados. A partir do dia que Adão e Eva viram que estavam nus e se envergonharam, foi a transição do estágio entre nativo e civilizado. Eva foi seduzida por Azazel e levada até o reino dos Atlantes, uma raça primitiva de humanos remanescentes que habitava no meio do Grande Jardim chamado Éden (nome antigo do planeta Terra). Lá ela viu os atlantes trajando vestimentas e utilizando toda sorte de ferramentas e armamentos. Depois ela retornou ao Jardim Santo que ficava ao oriente do Éden e contou o que viu a Adão.

Segundo Eliphas Levi, o grande filósofo e cabalista do século XIX, “os cabalistas têm verdadeiro horror a tudo aquilo que pareça idolatria; eles, de qualquer maneira, atribuem a Deus a forma humana, que é puramente uma figura hieroglífica. Eles consideram Deus como a inteligência, a vida e o amor único e infinito. Ele não é, para eles, o conjunto ou a coleção de diversos seres e elementos nem uma abstração da existência, nem um ser definível filosoficamente. Ele é tudo e está em tudo, mas distingue-se de tudo e é maior que tudo. Seu verdadeiro nome é inefável; e, em todo caso, seu nome só expressa o ideal humano de Sua Divindade” (História da Magia, Livro I, Cap.7).

PARA QUE SERVEM AS ESCOLAS DE MAGIA E MISTÉRIO OU SOCIEDADES SECRETAS, TAIS COMO MAÇONARIA E ROSA CRUZ?

A principal função é levar o conhecimento oculto via oral pelos iniciados. Os iniciados de alto grau, acima do grau 33, são os verdadeiros detentores do segredo dos segredos. Eles são os generais de Satã, os pedreiros, que levam em frente o plano de domínio da Terra. Satanás é o grande arquiteto. Os maçons da elite são apenas os pedreiros da grande Obra. Os maçons da Loja Azul formam a base da pirâmide maçônica que tem o Olho Que Tudo Vê, e formam uma agremiação de homens camaradas que funciona apenas como fachada param camuflar os reais propósitos da Maçonaria. Pensam que sabem alguma coisa, mas não sabem de nada. E os que galgam até o grau 33 são os aspirantes a generais de Satã. O segredo dos segredos que eles pensam que lhes será revelado, na verdade é a missão de carregar a cruz do ocultismo, isto é, levar o conhecimento oculto via oral e trabalhar para manter vivo o plano de Satanás. Mas esse segredo só é transmitido aos que entram para o grupo seleto, a elite da Maçonaria. Depois que o candidato entra para elite, ele não pode retroceder. Porque “retroceder significa a morte”.

QUEM ERA THOTH E HERMES TRIMEGISTO?

Thoth era o Enoque bíblico. O nome “Enoch” significa “iniciado”. Enoque entregou os seus livros de ciência e mistérios ocultos aos cuidados de seu filho, Matusalém. Mas, após o Dilúvio bíblico, os ocultistas egípcios se apoderaram dos escritos de Enoque, principalmente o Livro de Enoque. Os sacerdotes egípcios guardavam o Livro de Toth em segredo, mas o faraó sabia que eles praticavam alta magia. Segundo alguns autores, Ramsés II ordenou que fosse destruído e queimado o Livro de Toth, porque era muito perigoso e podia atrair pragas e destruição para o seu reino.

Mas os magos do Egito fizeram ressurgir das trevas o temível Livro de Toth. E para não despertar a ira do rei, os magos egípcios tiveram a ideia de reescrever o Livro de Toth através de lendas e símbolos, de tal forma que o conteúdo do livro ficasse resguardado sem despertar a desconfiança das pessoas que o lessem, sendo apenas decifrados os significados dos seus símbolos e lendas através do conhecimento transmitido por via oral através dos iniciados das escolas de mistérios e magia. Daí que surgiu a frase “Hermes Trimegisto”, que significa “Hermes ou Toth três vezes mais poderoso”, porque ninguém jamais poderia destruir o conhecimento oculto.

O mago (bruxo) grego Homero também codificou o conhecimento oculto e a história dos deuses caídos nas suas obras Ilíada e Odisseia. Quando alguém lê ou assiste filmes sobre as estórias de Homero sobre os deuses do Olimpo, imagina que tudo aquilo são contos inofensivos, mas na verdade, estão recheados de conhecimento oculto, que somente os iniciados sabem o significado.

Todos os astros do Sistema Solar foram batizados com nomes dos deuses caídos, para perpetuar a memória deles.

**********
Querem saber como e por que o rei Salomão se desviou dos caminhos do Deus Eterno?

Então leiam o livro ocultista ‘A Chave de Salomão’. O livro inicia relatando uma carta do rei Salomão para o seu filho Roboão, entregando todos os livros com segredos do ocultismo. Mais na frente há um relato de como ele ficou enfeitiçado por uma jovem por quem se apaixonou, e por causa dessa jovem ele foi capaz de oferecer sacrifícios a um deus das trevas. O livro relata como ele contou com a ajuda de seres das trevas para ajudar na construção do Templo.

“Ora, o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e heteias, das nações de que o Senhor dissera aos filhos de Israel: Não ireis para elas, nem elas virão para vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão, levado pelo amor” (I Reis 11:1-2).

No dia em que Salomão colocou a Arca da Aliança numa sala especial dentro do Templo ele fez uma declaração um tanto esquisita sobre Deus. Ele disse: “O Senhor disse que habitaria na escuridão. Certamente te edifiquei uma casa para morada, assento para a tua eterna habitação” (I Reis 8:12-13). Outra versão diz assim: “O Senhor disse que habitaria numa nuvem escura”. Ou então, “O Senhor me disse que habita nas trevas”.

“Então disse Salomão: O Senhor disse que habitaria nas trevas” (II Crônicas 6:1).

Salomão disse ao povo que o Deus Yavéh não mais habitaria nas trevas, porque agora lhe fizera uma casa para sua eterna habitação.

Os ocultistas citam o livro Atos de Salomão, que não faz parte da Bíblia, mas que é citado nela, e acham que nele continham informações sobre o envolvimento de Salomão como o ocultismo.

“Quanto ao restante dos atos de Salomão, e a tudo o que ele fez, e à sua sabedoria, porventura não está escrito no livro dos atos de Salomão?” (I Reis 11:41).

Baixem o livro do meu acervo clicando no link. A senha é “magia”.

LIVRO A CHAVE DE SALOMÃO

**********
O QUE DIZEM OS CABALISTAS SOBRE O ZOHAR, O LIVRO DO ESPLENDOR?

O texto, a seguir, foi extraído do site kabbalah.info/pt.

http://www.kabbalah.info/pt/o-zohar/5-coisas-que-voc%C3%AA-deve-saber-sobre-o-zohar

1) O que é o Zohar?

Zohar - O Livro do Esplendor (blog)

O Zohar é uma coleção de comentários sobre a Torah, com o propósito de guiar aquelas pessoas que já alcançaram níveis espirituais elevados desde a raiz (ou origem) de suas respectivas almas.

O Zohar compreende todos os estados espirituais que experimentam as pessoas à medida que suas respectivas almas evoluem. No final do processo, as almas alcançam aquilo que os Cabalistas chamam de “o final da correção”, o mais alto nível espiritual.

Para aqueles que não alcançaram nenhum nível espiritual, o Zohar pode parecer apenas uma compilação de alegorias e lendas que podem ser interpretadas e percebidas distintamente por cada individuo. Mas para aqueles que já alcançaram níveis espirituais, ou seja Cabalistas, o Zohar é um guia prático para levar a cabo as ações internas com o propósito de descobrir estados de percepção e de sensação mais profundos e elevados.

2) Para quem é o Zohar?

Quando perguntaram ao Rav Kook- o grande Cabalista do século 20 e o mais importante Rabino de Israel – quem poderia estudar Cabala, sua resposta foi inequívoca: “Qualquer um que queira”. Nos últimos cem anos, todos os Cabalistas, sem exceção, e em muitas ocasiões, deixaram claro que hoje a Cabala está disponível para todos. Disseram também que ela é a ferramenta necessária para resolver a crise global que previam viria a acontecer e que hoje estamos enfrentando.

De acordo com todos os Cabalistas, os dias em que a Cabala era um segredo acabaram. A sabedoria da Cabala manteve-se oculta no passado porque os Cabalistas temiam que ela fosse mal aplicada e mal entendida. E realmente o pouco que escapou gerou muitos mal-entendidos. Porque os Cabalistas dizem que a nossa geração está pronta para entender o real significado da Cabala, e para acabar com os mal-entendidos, esta ciência está agora sendo revelada para todos que desejam aprender.

De acordo com todos os Cabalistas, os dias em que a Cabala era um segredo acabaram. A sabedoria da Cabala manteve-se oculta no passado porque os Cabalistas temiam que ela fosse mal aplicada e mal entendida. E realmente o pouco que escapou gerou muitos mal-entendidos. Porque os Cabalistas dizem que a nossa geração está pronta para entender o real significado da Cabala, e para acabar com os mal-entendidos, esta ciência está agora sendo revelada para todos que desejam aprender.

3) Quem escreveu o Zohar e quando?

De acordo com todos os Cabalistas e de acordo com o início do livro, o Zohar foi escrito pelo Rabino Shimón Bar Yochai(Rashbi), que viveu nos séculos II e III da nossa era. Existem algumas opiniões nos círculos acadêmicos que afirmam que o Zohar foi escrito no século XI pelo cabalista Rabino Moises de Léon. Esta opinião foi negada pelo próprio Rabino Moises de Léon, que afirmou que o livro foi escrito pelo Rashbi.

Para o enfoque Cabalístico, é muito mais importante o que é o Zohar do que quem o escreveu. O propósito do Zohar é ser um guia para as pessoas alcançarem a origem das suas almas.

Este caminho até a origem da alma de cada um consiste em 125 etapas. Rabino Yehuda Ashlag escreve que um Cabalista que passa por todas estas etapas e que compartilhe a mesma percepção espiritual que o autor do livro, vê claramente que o autor não poderia ser outro a não ser o Rashbi. 

4) Por que o estudo do Zohar esteve oculto por tanto tempo?

O Zohar foi mantido oculto por 900 anos, entre o século II e o século XI da nossa era, devido a que os que possuíam sua sabedoria compreendiam que naqueles tempos as pessoas não a necessitavam e por isso interpretariam incorretamente o seu conteúdo. No século XVI apareceu um Cabalista que explicou os fundamentos da Cabala. Este cabalista foi o Santo Ari, o Rabino Isaac Luria (1534 – 1572). O Ari afirmava que deste momento em diante a sabedoria da Cabala estava preparada para ser revelada para todo o mundo.

Os comentários sobre os trabalhos de Ari e do Zohar apareceram apenas no século XX, no século onde se vê mais nitidamente a explosão da história dos desejos humanos. Durante este período apareceu uma alma única, a do Rabino Yehuda Ashlag (Baal HaSulam). Baal HaSulam, Cabalista do século XX, escreveu comentários sobre o Zohar e os trabalhos do Ari.

Isto não significa que não houve grandes Cabalistas antes dele, simplesmente os trabalhos deles não são facilmente compreendidos pelos estudantes contemporâneos. A popularidade atual e a grande demanda pela Cabala confirmam o desejo da nossa geração em absorver sua mensagem universal e compreender os textos autênticos que falam sobre a raiz de nossas vidas e como alcançá-la.

**********
CONCLUSÃO

O ensino cabalístico está se proliferando no mundo de tal forma que existe até Cabalá para crianças. Um absurdo.

Cabala para crianças1

http://www.kabbalah.info/brazilkab/bibliotecaFrameset.htm

Ou seja, o conhecimento oculto saiu do submundo das trevas e está à mostra para quem se interessar. E a Kabbalah faz parte do Sistema 666. Quem entra nesse sistema está aceitando o sinal e a marca da Besta.

A Kabbalah é o Palavra de Satanás oculta para os homens sem Deus (humanidade decaída) que vivem nas trevas e odeiam a luz.

Mas, a Bíblia é a Palavra de Deus revelada àqueles que andam na luz, que querem se aperfeiçoar para um dia habitar no reino de Deus que está preparado para aqueles que o amam. O reino de Deus será estabelecido aqui mesmo na Terra.

————————————————————-
Produzido por Miquels7
Manaus, 14 de fevereiro de 2018.

14/02/2018 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, Ocultismo, SOCIEDADES SECRETAS | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

OS NOMES JESUS, MESSIAH E LÚCIFER VALEM 666 NA NUMEROLOGIA SECRETA

**********
Enquanto teólogos e estudantes ingênuos estudarem o Apocalipse e se prenderem apenas entre as duas capas da Bíblia, e não procurar respostas em fontes extra-bíblicas para elucidar os mistérios, nunca sairão da mesmice e do blá-blá-blá de sempre. Continuarão sempre repetindo interpretações infundadas que há séculos vêm sendo disseminadas nos seminários teológicos das diversas seitas protestantes.

Aqui é revelação sem dó! E quem tem mente fraca não aguenta, e se benze, e faz o sinal da cruz. Ou se é um evangélico fanático, diz que é a voz do inimigo querendo confundir o povo de Deus.

E o próprio sinal da cruz católico é um tipo de sinal da Besta. Logo no início quando surgiu o ato de se benzer, o sinal da cruz era feito com o dedo polegar direito somente na testa da pessoa. Depois de alguns séculos, o sinal passou a se estender por sobre o corpo e a testa.

Há mais de cinco anos que rompi de vez com o fanatismo religioso. Livrei-me da teologia enlatada e viciada, cheia de ingenuidade e fantasias. O fanatismo religioso limita a mente humana e não deixa a pessoa pensar livremente. Agora faço uso 100% da minha racionalidade. Depois de fazer uso pleno da minha racionalidade, descobri o quanto os crentes são ingênuos e massa de manobra dos religiosos, que, por sua vez, também são massa de manobra de seus superiores.
**********

NÃO TEM COMO NÃO ACREDITAR NISSO

Os nomes “Jesus” e “Lúcifer” foram arquitetados nos porões das escolas de magia e mistérios. Esses nomes surgiram do esoterismo cabalístico. E os valores numéricos das palavras criadas pelos ocultistas derivam do Latim (antigo dialeto de Roma, a primeira Besta) e do Inglês (idioma da segunda Besta). Até os algarismos romanos formam o número 666, as seis primeiras letras (I+V+X+L+C+D=666). O apóstolo João criou a charada do número da Besta a partir dos algarismos romanos, que eram os números usados pelos romanos. A letra M, que vale 1000, João colocou como o tempo do reino do Messias, o reino milenar. Ou seja, o valor dos seis primeiros algarismos romanos equivale ao tempo do domínio dos governos humanos sobre a Terra (666). E a sétima letra representa o tempo do domínio dos céus sobre a Terra, o reino dos céus (1000).

O alfabeto indo-arábico tem 26 letras, e estudiosos abelhudos descobriram alguns segredos dos ocultistas; descobriram que o 666 pode ter o mesmo significado de forma invertida, isto é, 999. No ensino esotérico, o número 9 é o número da iniciação (ou do iniciado). O número 11 é conhecido como o número da imperfeição.

Há duas tabelas numéricas secretas. Uma atribui o valor 6 para a primeira letra (A=6), e vai se somando mais 6 a cada letra seguinte. A segunda tabela numérica é mais misteriosa. Nela nenhuma letra possui o valor 9. E o 9 ficou sendo um fator primordial.

Tabela cabalística
Tabela Cabalística

**********
Primeiro Caso: A primeira letra vale 6 e às seguintes vai se somando + 6.

A=1, B=2, C=3, D=4, e assim por diante. Então, vamos empregar o fator 9 para o valor numérico de cada letra do nome JESUS em Inglês.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
66 72 78 84 90 96 102 108 114 120
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
126 132 138 144 150 156

J = 10×9 = 90
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
U = 21×9 = 189
S = 19×9 = 171

O resultado total é = 666

O mesmo resultado ocorre com o nome MESSIAH (Messias em Inglês). Veja:

M = 13×9 = 117
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
S = 19×9 = 171
I = 9×9 = 81
A = 1×9 = 9
H = 8×9 = 72

Total = 666

L = 12×9 = 108
L = 12×9 = 108
U = 21×9 = 189
C = 3×9 = 27
I = 9×9 = 81
F = 6×9 = 54
E = 5×9 = 45
R = 18×9 = 162

Total = 666

Já li e ouvi falarem muitas blasfêmias contra Jesus, mas esses cálculos, acima, deixaram-me bastante preocupado. Acho que os líderes evangélicos e católicos que lerem este artigo devem dar satisfação ou melhores explicações ao povo cristão. Eu acho que esses cálculos matemáticos não são meras coincidências. Se você tentar pegar nomes de outras pessoas, políticos, ditadores, reis, imperadores, religiosos, não conseguirá obter o valor 666, multiplicando por 9 os valores de cada letra.

M = 13×9 = 117
I = 9×9 = 81
Q = 17×9 = 153
U = 21×9 = 189…………………….Total = 864
E = 5×9 = 45
L = 12×9 = 108
S = 19×9 = 171 

P = 16×9 = 144
A = 1×9 = 9
U = 21×9 = 189…………………….Total = 585
L = 12×9 = 108
O = 15×9 = 135

**********
O nome do Messias Yeshua ou Yehoshua só dá o valor 666 porque os padres católicos mudaram a transliteração do nome para o Latim, que antes era IESU ou YESU. Trocaram o I pelo J e acrescentaram um S no final. Tudo para poder dar o valor de 666 na numerologia secreta.

O antigo nome de Jesus era Iesu ou JesuVulgata - Nome IESU no Evangelho de João
Figura pag. antigo Evangelho em Latim

Biblia Vulgata Inglesa - Iesv

**********
O falso nome JESUS não tem poder nenhum. É um nome falso que criaram para substituir o verdadeiro nome do Messias. O verdadeiro nome de Cristo era escrito e pronunciado em Aramaico Siríaco, a língua que os judeus falavam naquele tempo. E o verdadeiro nome do Messias se perdeu, ou os padres católicos esconderam nos porões do Vaticano.

COMO É O NOME DE CRISTO EM GREGO?

O nome hebraico Yeshua (ישוע/ יֵשׁוּעַ) é uma forma alternativa de Yehoshua que vem do original paleo-hebraico Yehoshua (יהושע) Josué, e é o nome completo de Jesus, Yeshua Hamashiach ישוע המשיח (transliterado ao grego Yeshua fica: Ιησου’α, “Iesua”/”Ieshua” [também Ιησου’ς, “Iesu’ “/”Ieshu’ “/”Iesus”]; Yehoshua [יהושוע/ יְהוֹשֻׁעַ‎] fica: Γεχοσούαχ). Fonte: Wikipédia.

Se usássemos o nome de Jesus na sua forma original, hebraica ou aramaica, não passaríamos por esse constrangimento. Em hebraico o nome de Jesus é YESHUA (forma abreviada) ou Yehoshua (forma completa). Da mesma forma, o nome de Deus-Pai deveria ser escrito YAVÉ ou YHVH ou ADONAI, e não JEOVÁ ou SENHOR. “Senhor” era um tratamento usado para o deus Baal.

Agora, temos que rebolar para darmos explicações sobre o por que do valor numérico dos nomes JESUS e LÚCIFER ser 666. Espero que este texto possa ajudar a elucidar a questão, porque os inimigos do verdadeiro Cristo estão procurando de todas as formas encontrar uma vítima para o 666. E, devido a enxurradas de textos e vídeos ofensivos à pessoa de Cristo que estão sendo divulgados na Internet e no YouTube, muitos crentes neófitos e fracos acabarão apostatando da fé se não receberem uma explicação correta.

Para você ficar mais boquiaberto, vamos ao segundo caso e ver por que foi empregado o fator 9 para realizar a multiplicação e a soma.

O valor numérico normal do nome JESUS, no nosso alfabeto, é 74. Mas, nos números secretos da Kabalah (primeira tabela), o nome JESUS tem o valor de 444.

J E S U S SOMA
60 30 114 126 114 444
10 5 19 21 19 74

Porém, o fator 9 foi usado por causa da divisão do 666 por 74. E 74 é 37+37, um número de valor essencial na numerologia bíblica e na Kabalah.

Veja: 666 / 74 = 9

Verificamos também que o nome de LÚCIFER também dá o valor numérico secreto de 444. E no nosso alfabeto também dá 74.

L U C I F E R SOMA
72 126 18 54 36 30 108 444
12 21 3 9 6 5 18 74

E 444 dividido por 74 dá 6, que é o número do homem e número da Terra, ou número incompleto.

O nome “Lúcifer” foi criado por São Jerônimo, na ocasião em que traduziu a Bíblia Vulgata (versão latina da Bíblia Sagrada). Ele traduziu a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12, como “Lúcifer”. Note que no livro de Apocalipse Jesus também se intitula “Estrela da Manhã”.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12).

“Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã” (Apoc. 22:16b).

**********
O 666 ESTÁ OCULTO NA PALAVRA KABBALAH

Você sabia que o número 666 está escondido na palavra KABBALAH?

Na numerologia secreta a letra A vale 6. Muitas vezes vemos a palavra Kabala escrita com as consoantes KBL maiúsculas e o A minúsculo: KaBaLa.

Se o A vale 6, então, temos K6B6L6.

Mas, isso não é nada. A verdadeira grafia da palavra Kabala é Kabbalah.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L                
11 12                

K=11, B=2, L=12 e H=8

Kabbalah = (11×6)+(2x2x6)+(12x6x8) = 66+24+576 = 666

Portanto, meus caros, essa descoberta é a prova cabal de que os nomes JESUS, MESSIAH e LÚCIFER foram arquitetados pelos magos do esoterismo cabalístico nos porões das escolas de magia e mistério. E o Papa e os cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana estão por trás disso, não somente os judeus cabalistas e os maçons.

Se 666 é o número do Diabo, na verdade, o Diabo é o próprio homem, especificamente os iniciados das escolas de magia e mistério.

A Kabbalah hermética é um conjunto de ensinamentos repassados somente aos iniciados das escolas de mistério. A Kabbalah hebraica surgiu nas primeiras escolas de mistérios desde os tempos do rei Salomão, rei de Israel, quando este se envolveu com o ocultismo e se desviou dos caminhos de Yavé. Mas ela deriva desde os magos do antigo Egito, de Hermes Trimegistos (Toth), e do mago grego, Homero, que codificou toda a história dos deuses caídos nas mitologias narradas em suas obras Ilíada e Odisseia. Depois que o faraó Ramsés II mandou destruir/queimar o livro de magia de Toth, os magos do Egito pensaram numa maneira de manter o conhecimento oculto sem que despertasse a ira dos governantes. Foi aí que tiveram a ideia de codificar o conhecimento oculto através de símbolos e contos mitológicos. A partir daí eles começaram a chamar Toth de Hermes Trimegisto, isto é, Toth três vezes mais forte, porque agora ninguém poderia destruir o conhecimento oculto. Quando um profano lê um livro sobre a mitologia egípcia e grega ele acha inofensivas aquelas estórias dos deuses do Olimpo. E as escolas de mistérios e magias (Sociedades Secretas) existem para que possam levar o conhecimento oculto via oral. Depois que o maçom conclui o grau 33 ele é convidado para integrar a elite da Maçonaria. Somente aí que é repassado o conhecimento oculto via oral, e ele aprende o conhecimento secreto que está por trás dos símbolos e contos mitológicos. Este é o grande segredo que todo maçom pensa encontrar ao galgar os graus na Maçonaria. Até o grau 33 o maçom pode desistir, pode renunciar, pode voltar. Mas depois que ele entra para a elite, retroceder significa a morte. Ele se tornou um general de Satã aqui na Terra. Ele agora é um pedreiro de Satanás, que vai ajudar a construir o seu reino na Terra.

Segundo os esotéricos cabalistas, “na Kabbalah, o número 666 sempre representou Tiferet, o SOL, desde milhares de anos atrás. Tiferet representa o ser Crístico que habita dentro de todos nós. Dentro da Kabbala, representa todos os deuses iluminados e solares: Apolo, Hórus, Bram, Lugh, Yeshua (Jesus), Krishna, Buda, todos os Boddisatwas, todos os Mestres Ascencionados, todos os Serenões, todos os Mentores, todos os Pretos-velhos e assim por diante. Escolha uma religião ou filosofia e temos um exemplo máximo a ser atingido”.

Para os iniciados das escolas de magia e mistério, como a Maçonaria e a Rosa Cruz, o SOL simboliza a vida e o renascimento. Mas esse significado é para os profanos. O significado real do SOL no esoterismo cabalístico é outro. Neste, o o SOL representa LÚCIFER, a divindade que trouxe o conhecimento para a humanidade. E o SOL é simbolizado pelo número 36. Esse número tem a ver com a geometria. O círculo tem 360º (36×10); o ano tem 360 dias redondos. E o planeta Terra tem um círculo perfeito. O quadrado de 36 casas é cheio de simbolismo no esoterismo. O triangular de 36 é 666. Ou seja, a soma dos números de 1 a 36 é igual a 666.

Os números que representam o SOL são o 6 e o 36. Os números que representam o planeta Vênus são 7 e 49. 

Na Bíblia, Satanás é chamado de Estrela da Manhã; e Jesus também é chamado de Estrela da Manhã. Só que existem duas estrelas da manhã: o Sol e o planeta Vênus. O Sol simboliza Satanás/Lúcifer (nº 6 e 36) e o planeta Vênus simboliza Jesus (Yesu, nº 7 e 49).

Os maçons são adoradores do SOL. Desde o tempo do profeta Ezequiel já existia os ocultistas que adoravam o SOL dentro de um dos compartimentos do grande Templo, em Jerusalém. As lojas maçônicas são parecidas com o Templo de Salomão. E os rituais são voltados para o Leste em direção ao SOL.

“Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra. Também me disse: Verás ainda maiores abominações que eles fazem. Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. Então me disse: Viste, filho do homem? Verás ainda maiores abominações do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o SOL” (Ezequiel 8:12-16).

O deus Tamuz era o amado das mulheres, por quem elas choravam. Elas sacrificavam seus filhos para Tamuz. No livro de Daniel diz que o príncipe que há de vir – o tal Anticristo – não terá respeito pelos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres. Tem uma versão bíblica que diz que ele não terá respeito ao amor das mulheres, aí os tolos dizem que o tal Anticristo seria um homossexual, porque ele não teria prazer em mulheres. Kkkkkkk. Enquanto que o amado das mulheres era o deus Tamuz, por quem elas choravam e sacrificavam os seus filhos. Em Apocalipse 13 diz que o anticristo destruirá todas as religiões, todas as crenças e todos os deuses, e ele se engrandecerá como um deus. Ora, isso nada mais é do que a humanidade em estágio avançado, amadurecida cultural e tecnologicamente, que irá abolir todas as religiões na Terra e se engrandecerá, será dona do seu próprio destino e não dependerá de nenhum um deus.

“E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres, nem a qualquer outro deus; pois sobre tudo se engrandecerá” (Daniel 11:37).

Existem outros métodos para se criar nomes de forma que seu valor seja 666.

Por exemplo, o nome do nazista Adolf Hitler pode ter sido criado através da Kabbalah. Veja:

Considerando que A=100, B=101, C=102, e assim por diante, a soma das letras do nome de HITLER dá 666 (107+108+119+111+104+117 = 666).

Os nazistas traziam no uniforme a sigla SS. E “s” é sigma, a 18ª letra do alfabeto (6+6+6).

O dinheiro é a marca da Besta e sua característica é o materialismo. As antigas moedas traziam a imagem e a marca do imperador/governante. Logo no princípio, o dinheiro era cunhado em moedas de metal, o bronze, a prata e o ouro. E os valores das moedas eram de acordo com os algarismos romanos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100) e D (500), isto é, 666. No Brasil, as cédulas de cruzeiros eram: de 1, de 5, de 10, de 50, de 100 e de 500 cruzeiros. Ou seja, os valores das cédulas de dinheiro somavam 666. Atualmente criaram as cédulas de 2 e de 20 reais.

Quem vive em busca de prosperidade material e riquezas nesta vida está servindo ao Diabo. A Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

“Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tim. 6:7-10).

**********
Segundo Caso: A primeira letra vale 9 e às demais vai se somando + 9.

O número 9 é o preferido dos ocultistas. Repare que os valores de algumas letras mudam, como se os números tivessem se invertido nas duas tabelas (J-60 e J-90).

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
9 18 27 36 45 54 63 72 81 90
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
99 108 117 126 135 144 153 162 171 180
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
189 198 207 216 225 234        

Repare que alguns desses números aparecem na Bíblia: 99, 144, 153, etc.

J + E + S  + U + S

90 + 45 + 171 + 189 + 171 = 666 (Número da 2ª Besta?)

L + U + C + I + F + E + R

108 + 189 + 27 + 81 + 54 + 45 + 162 = 666 (Número da 1ª Besta?)

M + E + S + S + I + A + H

117 + 45 + 171 + 171 + 81 + 9 + 72 = 666

E agora, José?! Alguém vai dizer que isso tudo é apenas coincidência?

Jesus vs Satan

**********
Alguns estudiosos afirmam que a terminação SUS do nome de Jesus significa PORCO em latim e grego; e significa CAVALO em Hebraico. Existem muitas controvérsias sobre a forma atual do nome de Jesus. Uma pessoa que se diz entendida sobre a língua Hebraica comenta a esse respeito. Confira no link:


(http://www.youtube.com/watch?v=Q7LkrCrmQAo)

**********
Antes de concluir, quero que leiam mais este texto extraído da internet:

SUS, O DEUS-PORCO DOS ROMANOS (Latim)

Iesoús – Os romanos traduziram este nome, dando a ele o sufixo masculino em Latim “-VS” (-us), ou seja: Iesús (IESVS). No Séculos 14, as letras iniciais “I” foram alongadas de modo a distinguí-las da letra “l” em “Iesús” (Jesús). A palavra “Je-SUS” é pronunciada como Gi-SUCE na lingua latina, e surgiu da palavra ou nome em Latim “Ie-SUS”, que se pronuncia assim: “ii-SUCE”. O sufixo para esta palavra é o mesmo para a palavra em Latim, PORCO ou SUÍNO. Excluindo-se a palavra ou nome grego, está palavra em Latim para a palavra PORCO é “SUS” e é identica quando escrita ao sufixo em latim a transliteração em português (e também em inglês) “Ie-SUS” e a “Je-SUS”, ou seja, “SUS”, que se pronuncia “SUCE” ou “ZUS” em inglês e português!

Em Latim a palavra “SUS” significa “SUÍNO” ou “PORCO”, e também possui o mesmo som do sufixo grego, tal como na palavra ou nome “Ie-SOUS”, que se pronuncia “SUCE”. De acordo com a Igreja Católica Romana, o significado das palavras que estão escritas em latim não MUDAM! Se você quiser entender, você irá perceber facilmente que a palavra em latim para PORCO e SUÍNO está escrito “SUS”. Não é difícil de entender! “SUS” em hebraico significa “Cavalo”, porém, em Latim significa “porco”: “SUS”, suis 1. Um suíno, leitão, javali, porco.

Viu agora com clareza quem é o “salvador” dos cristãos? Quando alguém que foi mal ensinado e instruido ora, invoca e adora o nome greco/romano “Jesus”, na verdade, esta orando, invocando e adorando o “deus cavalo da mitologia grega” e o “deus porco da mitologia romana”.

Por motivos e interesses diversos, pessoas bem e mau-intencionadas, resistem a grande verdade a respeito do nome sagrado do Filho de Elohim, o Adhonay Yehoshua Ha-Mashiach. O próprio apóstolo Shaúl (Paulo) perseguiu a verdade e sofreu as conseqüências de ter recalcitrado contra os aguilhões. O amado apóstolo precisou passar pela experiência de um encontro com o próprio Mashiach (Messias) para entender que “contra fatos não existe argumentos”. Em 2 Cor. 13:8, já convertido a verdade, ele escreveu: “Porque nada podemos contra a verdade, a não ser em favor da verdade”. Nosso intuito neste trabalho não é ficar se justificando a ninguém, mas, apenas apresentar a verdade argumentada e baseada diante dos fatos racionais e não de simples atos de sentimentalismo que não conduzem ninguém a lugar algum. Não podemos nos enclausurarmos em nossas cegueiras espirituais, não devemos resistir a verdade, antes devemos acatá-la para nossa vida. Vamos analisar e responder algumas argumentações daqueles que defendem o nome Jesus!

Algumas pessoas, aproveitando a ignorância e falta de conhecimento de alguns que abraçam a fé do nome sagrado Yehoshua, tentam combater com argumentações esdrúxula a verdade que liberta! Por exemplo, alguns “pseudos sábios”, cheios de Teologia (Théos = Zeus grego, Iesous, Iesus etc… + logia – estudo), conhecedores na verdade do deus falso, grego, e não do Adhonay da salvação, achando-se donos da verdade, fazem vistas grossas para os fatos verídicos que comprovam estar o mundo enganado pelo poder do Cristianismo romano. Afinal, quem é o salvador de Roma? A quem Roma invoca como seu deus salvador? Não é por acaso o mesmo “Jesus” dos cristãos? Aliás, Roma não afirma ser o “IESVS”, IESUS, JESUS, etc… um dogma da Igreja Católica Apostólica Romana? Não é o mesmo Jesus, deus cavalo dos gregos e deus porco dos romanos que também o Cristianismo invoca? Os defensores do deus falso Jesus, afirmam, que o nome “Iesus” não poderia ser “deus cavalo” porque é um nome grego e a palavra “SUS” é hebraica. Vamos dar um pouco do próprio veneno deles para que eles bebam.

Se uma palavra hebraica não serve para identificar um deus falso, por ser uma palavra hebraica, um nome grego (eles concordam ser o nome Iesus um nome grego) também não serve para ser o nome do Salvador Yehudym (Judeu), pois as profecias dizem que seu nome seria um nome hebraico, e que a salvação viria dos Yehudyns (Judeus): João 4:22. “Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus”. Entenderam?! Sabemos que não se usa este tipo de fórmulas e nem se aplica estes argumentos absurdos para justificar qualquer coisa. “SUS ” é cavalo mesmo! O que afinal estas pessoas estão querendo defender? A verdade que salva e liberta? Sabemos que não.

JESUS NÃO É O NOME DO MESSIAS PELAS SEGUINTES RAZÕES

1- O nome JESUS não é um nome TEOFÓRICO, isto é, o nome JESUS não é derivado do nome do Elohim de Israel. A prova principal de que o nome JESUS não é o nome do Messias, é porque Ele NÃO é um nome TEOFÓRICO.

2- Não existe o nome JESUS na Bíblia Hebraica.

3- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Hebraico.

4- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Grego.

5- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Latim

6- No alfabeto hebraico, grego e latim não existe a letra “J”.

7- O nome JESUS tem duas sílabas “JE” e “SUS”.

8- A 1ª sílaba do nome JESUS é “JE”.

9- “JE” não é a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel e nem do nome do verdadeiro Messias. Esta é a prova principal de que JESUS não é o nome do Messias.

10- Não existe a sílaba “JE” nem no Velho e nem no Novo Testamento Hebraico.

11- O falso nome “Jesus” só apareceu após o século XIV, uma vez que a letra “J” (Jota) só apareceu no século XIV (1400 anos após o Messias ter vindo), sendo impossível que no século primeiro se pudesse escrever um nome com uma letra inexistente. A letra “J”, com o som que lhe é característico, não faz parte nem do hebraico, nem do latim e nem do grego. A igreja primitiva nunca usou o falso nome JESUS.

12- A letra “J” é a prova real de que o nome JESUS é falso.

13- A Sociedade Bíblica do Brasil diz que a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel é YHWH (Bíblia Online 3.0 da Sociedade Bíblica do Brasil).

14- A 2ª sílaba do nome JESUS é “SUS”.

15- Não existe a sílaba “SUS” no nome do verdadeiro Messias.

16- “SUS” em grego e latim significa PORCO.

17- “SUS” em hebraico significa CAVALO.

18- O significado do nome JESUS é: JE É CAVALO.

Conclusão: O nome JESUS faz parte de um sistema maligno para que o mundo NÃO conheça o nome do Elohim de Israel, e também NÃO conheça o nome do verdadeiro Messias. O nome Jesus foi criado para enganar o mundo.

**********
CONCLUSÃO

Os pastores e pregadores cristãos afirmam que têm realizado muitos prodígios e milagres através do nome de JESUS. Mas os magos de faraó também faziam milagres e prodígios em nome dos deuses deles. O pastor mercenário Benny Hinn é um dos grandes falsos profetas que usam o nome falso de Jesus para fazer prodígios e milagres fajutos. Tenho um vídeo não-oficial da cruzada de Benny Hinn aqui em Manaus, no ano de 2005, onde podemos constatar que não houve nenhum milagre que eles alegam terem sido realizados por este falso profeta. Confira, abaixo, o vídeo onde selecionei as partes que não aparecem no vídeo oficial das cruzadas de Benny Hinn que são publicadas num canal do YouTube. As pessoas doentes e cadeirantes que aparecem na filmagem não são curadas; ele faz uma mudinha dar uns berros, coisa típica de mudo, e diz que ela foi curada; e faz uma senhora de idade passar vexame, fazendo-a correr e crer que foi curada de paralisa nas pernas, sendo que a mesma sofria de um enfisema pulmonar e estava na cadeira inalando oxigênio. E o fenômeno do cai-cai é outro prodígio de mentira que esse falso profeta realiza através do nome falso de Jesus.


(https://www.youtube.com/watch?v=17vnoda0YqU)

Baixe a filmagem completa da cruzada de Benny Hinn em Manaus e veja você mesmo os prodígios e sinais de mentiras realizados por esse falso profeta. Clique no link.

Cruzada de Falsos Milagres de Beny Hinn em Manaus (2005)

Certa vez um discípulo veio avisar Jesus que algumas pessoas estavam usando o nome dele para expulsar demônios. Aí Jesus respondeu: Quem não é contra nós, é por nós. Logo, percebe-se que essas pessoas usavam o nome correto de Cristo. Mas, não se diz que elas eram consagradas para realizar o exorcismo em nome de Yesu.

Em Atos 19 temos o relato dos filhos do sacerdote Ceva que tentaram usar o nome de Yesu para fazer exorcismo, mas não tiveram êxito. Certamente porque eles não tinham consagração e bom testemunho para enfrentar os demônios.

“Ora, também alguns dos exorcistas judeus, ambulantes, tentavam invocar o nome de Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, um dos principais sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: A Jesus conheço, e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? Então o homem, no qual estava o espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois e prevaleceu contra eles, de modo que, nus e feridos, fugiram daquela casa” (Atos 19:13-16).

Muitas pessoas são curadas simplesmente pela grande fé que têm em Deus, e não por causa do falso nome do Messias que os pastores e pregadores invocam em vão.

Eu não tenho ideia de como Deus vai agir para julgar esses crentes ingênuos que seguem os ensinos desses falsos pregadores. Só sei que poucos se salvarão. Até mesmo o apóstolo Pedro disse que é difícil um justo se salvar. Imagine esses que seguem esses falsos pastores e acreditam no nome de um falso Cristo.

“E se o justo dificilmente se salva, onde comparecerá o ímpio pecador?” (I Pedro 4:18).

——————————
Miquels7
Manaus, 28 de dezembro de 2017.

28/12/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, CRISTIANISMO EM CRISE, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

O PRÊMIO NOBEL DE TEOLOGIA PARA MIQUELS7

**********
Uma das grandes questões debatidas entre os religiosos e teólogos em todas as épocas é sobre a existência de Deus, e também a questão da criação da Terra e do Universo. E sabemos que existem várias escolas teológicas com suas explicações mirabolantes sobre esses temas. Mas, os fanáticos preferem ficar com a explicação superficial de alguns textos da Bíblia, apoiados por uma fé cega.

“Deus não é tudo o que dizem a seu respeito. O fanático religioso não está nem aí, e exalta Deus de forma exagerada, criando atributos para Ele, sem ter certeza que Ele os possua” (Miquels7).
**********

Na era glacial

Só existe uma passagem bíblica onde o próprio Deus declara de forma indireta que foi Ele quem criou a Terra. Isaías 45:12. Porém, esta passagem bíblica foi proferida por um profeta, em nome de Deus. E poucos sabem, mas os profetas falavam coisas de sua própria cabeça, além daquilo que Deus lhes tinha ordenado falar. O crente fanático pensa que Deus falava direto na mente e nos ouvidos do profeta para ele falar ou escrever tudo aquilo que está nos livros. No entanto, eram poucas as palavras que Deus revelava e ordenava o profeta falar. O resto eram pensamentos que ele mesmo inventava e falava de forma apaixonante ou tresloucada sobre Deus. Não vou me deter aqui mostrando como Deus se revelava aos profetas, pois, já publiquei estudos sobre isso no meu blog. Só quero que entendam que Deus só se revelava aos profetas durante a noite, quando este estava dormindo. Pergunte a um bom teólogo sincero e honesto e ele vai te confirmar essa verdade. Todas as palavras que os profetas receberam da parte de Deus para falar ao povo, eles receberam em sonhos ou em visões da noite. E Deus mesmo diz no livro de Deuteronômio que só se revelava aos profetas dessa forma. Portanto, o livro de Isaías é muito grande para acreditarmos que tudo que lá está escrito foi revelação de Deus. Só o capítulo 45 de Isaías é bastante extenso, e sabemos que o que Deus revelou ao profeta para falar a respeito de Ciro, o rei da Pérsia, que iria conquistar o Egito e a Babilônia para libertar o povo de Israel do cativeiro, foi poucas palavras. O restante foi apenas incremento da própria mente do profeta Isaías. Neste mesmo capítulo temos frases próprias do profeta Isaías, e que não tem nada com a mensagem que Deus lhe ordenara falar.

“Eu é que fiz a Terra, e nela criei o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todo o seu exército dei as minhas ordens”.

Por certo, Deus não mandou Isaías falar um monte de coisas que falou sobre Ele somente neste capítulo 45. Igualmente o salmista Davi também falou um monte de frases poéticas e apaixonantes a respeito de Deus, o que não se constitui numa verdade absoluta todas as suas frases. Isso se evidencia nos Salmos 18 e 139. Se for uma verdade absoluta tudo o que Davi escreveu sobre Deus no Salmo 139, então deve ser verdade absoluta a forma como Deus é conforme ele a descreve no Salmo 18: Deus é um dragão que solta fumaça pelas narinas e cospe fogo, e monta num querubim e voa sobre as asas do vento.

Tem momentos que Isaías pára um pouco de falar coisas delirantes sobre Deus no capítulo 45 e escreve frases mais lúcidas e racionais. Veja:

“Verdadeiramente tu és um Deus que te ocultas, ó Deus de Israel, o Salvador. Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntos em ignomínia os que fabricam ídolos. Mas Israel será salvo pelo Senhor, com uma salvação eterna; pelo que não sereis jamais envergonhados nem confundidos em toda a eternidade” (Isaías 45:15-17).

Nesse texto supracitado parece que Isaías volta à sua racionalidade e fala como uma pessoa lúcida.

**********
Existem casos de profetas na Bíblia que falaram de coisas além do que Deus tinha ordenado falar, e profetizaram mentiras. Veja o caso de Hananias e tire suas conclusões. Será que Isaías e Jeremias não falaram de coisas além do que Deus lhes ordenou falar?
 
Jeremias 28:
 
“5 Então falou o profeta Jeremias ao profeta Hananias, na presença dos sacerdotes, e na presença de todo o povo que estava na casa do Senhor.
6 Disse pois Jeremias, o profeta: Amém! assim faça o Senhor; cumpra o Senhor as tuas palavras, que profetizaste, e torne ele a trazer os utensílios da casa do Senhor, e todos os do cativeiro, de Babilônia para este lugar.
7 Mas ouve agora esta palavra, que eu falo aos teus ouvidos e aos ouvidos de todo o povo:
8 Os profetas que houve antes de mim e antes de ti, desde a antigüidade, profetizaram contra muitos países e contra grandes reinos, acerca de guerra, de fome e de peste.
9 Quanto ao profeta que profetuar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, então será conhecido que o Senhor na verdade enviou o profeta.
10 Então o profeta Hananias tomou o canzil do pescoço do profeta Jeremias e o quebrou.
11 E falou Hananias na presença de todo o povo, dizendo: Isto diz o Senhor: Assim dentro de dois anos quebrarei o jugo de Nabucodonozor, rei de Babilônia, de sobre o pescoço de todas as nações. E Jeremias, o profeta, se foi seu caminho.
12 Então veio a palavra do Senhor a Jeremias, depois de ter o profeta Hananias quebrado o jugo de sobre o pescoço do profeta Jeremias, dizendo:
13 Vai, e fala a Hananias, dizendo: Assim diz o Senhor: Jugos de madeira quebraste, mas em vez deles farei jugos de ferro
14 Pois assim diz o Senhor dos exércitos o Deus de Israel Jugo de ferro pus sobre o, pescoço de todas estas nações, para servirem a Nabucodonozor, rei de Babilônia, e o servirão; e até os animais do campo lhe dei.
15 Então disse o profeta Jeremias ao profeta Hananias: Ouve agora, Hananias: O Senhor não te enviou, mas tu fazes que este povo confie numa mentira.
16 Pelo que assim diz o Senhor: Eis que te lançarei de sobre a face da terra. Este ano morrerás, porque pregaste rebelião contra o Senhor.
17 Morreu, pois, Hananias, o profeta, no mesmo ano, no sétimo mês.
 
**********

Embora Gênesis 1:1 diga que Deus criou os céus e a Terra, mas tal declaração não foi feita diretamente por Ele, e sim, pelo autor da narrativa da criação, que supostamente atribui-se a Moisés. Todas as outras passagens que afirmam que Deus criou os céus e a Terra foram declarações feitas por profetas, por salmistas e por alguns escritores do Novo Testamento. Nem mesmo Jesus chegou a afirmar que Deus, o Pai, criou os céus e a Terra.

Apesar de no Antigo Testamento ter alguns textos afirmando que Deus criou os céus e a Terra, isso não foi suficiente para os escritores neotestamentários afirmarem categoricamente que Ele criou todas as coisas. E a prova está na declaração do autor da Carta aos Hebreus, onde ele declara explicitamente que os crentes acreditam que Deus criou o mundo apoiados apenas na fé. E fé cega. Pois, fé não é prova de nada. Crer que algo existe apenas se baseando pela fé, não é prova de nada, não é atitude racional, e sim, loucura de religioso fanático. Se alguém diz que acredita em algo pela fé, tal crença deve ser entendida como uma dúvida e não como uma certeza ou verdade absoluta. Se Paulo diz que os crentes acreditam através da fé que Deus criou os mundos e a Terra, isso mostra que não é prova suficiente o que se fala a respeito de Deus nas páginas do Antigo Testamento.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. (…) Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:1-3).

A fé até pode ser o fundamento das coisas que se esperam. Mas, afirmar que fé é a prova das coisas que não se veem, aí já é absurdo e tolice de fanático religioso. Repito: fé não é prova nada. Se fé é a prova e certeza de algo que você acredita, então, amanhã vá a uma casa lotérica e jogue na mega-sena, tendo bastante fé que você vai ganhar, e depois me conta.

Há vários tipos de fé: 1) a fé comum, sinônimo de confiança e esperança, que qualquer ser humano possui; 2) a fé que assegura a confiança do crente no perdão de seus pecados e na certeza da salvação; 3) a fé que faz o crente remover montanhas, isto é, a fé que torna uma pessoa otimista, de tal forma que ela consegue realizar o impossível; 4) e a fé cega (ou burra), que faz o crente acreditar em coisas que não tem certeza se existe. É a respeito dessa fé que estou falando. Quem faz uso da fé cega não está agindo racionalmente, não está fazendo uso 100% da sua racionalidade. A pessoa se deixa levar por paixões religiosas e se torna cega, a tal ponto de pautar o seu viver por crendices tolas.

Mateus 17:20
“Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível”. [Este é o 3º tipo de fé].

Eu acredito em Deus, mas num Deus que se pode explicar, num Deus possível de existir. Agora, quem acredita num Deus que não se explica é um fanático religioso, louco e tolo. Não acredito em Deus da forma como 99% dos crentes acreditam porque faço 100% uso da minha racionalidade, e não me deixo levar por fanatismo religioso e tolice. Procure ler os textos do meu blog para saber o que penso sobre Deus.

FALANDO A RESPEITO DA CRIAÇÃO DA TERRA

A minha teoria sobre do que se trata a narrativa do capítulo 1 de Gênesis é imbatível. Até agora não li e não soube sobre outro estudante da Bíblia ou teólogo que tenha tido ideia semelhante à minha a respeito da narrativa da criação em Gênesis 1. O que li é que certo escritor, explicando sobre a existência dos dinossauros, disse que o planeta Terra não foi criado há 6 ou 7 mil anos atrás, e que também não foram criadas todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Esse escritor chegou a cogitar que a Terra estava um caos e vazia por causa da queda de um meteoro na Península de Yucatan, no México, há 65 milhões de anos, que dizimou a maioria dos animais e todos os dinossauros de sobre a terra. Outro escritor disse que a Terra estava um caos devido Deus ter expulsado Satanás do Céu e este lançado na Terra, e corrompido os antigos habitantes. Por causa disso, Deus teve que intervir e destruir tudo, lançando um meteoro sobre a Terra. Porém, eu mesmo já defendi a tese de que os dinossauros foram seres monstruosos criados pelo antigo regente da Terra, chamado de querubim ungido, que se tornou Diabo e Satanás. Deus interviu e destruiu aquelas criaturas monstruosas. Depois, voltou à Terra e criou seres vivos normais.

Tem um escritor fanático que escreveu um texto mirabolante explicando porque Deus não criou a Terra e o mundo num piscar de olhos, já que ele é Todo-Poderoso, mas criou todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Considero tal explicação uma grande tolice. Tudo isso é fruto de fanatismo religioso, ignorância e falta de usa pleno da racionalidade. Se é que essa pessoa se acha um ser racional.

A MINHA TEORIA SOBRE A NARRATIVA DA “CRIAÇÃO” DE GÊNESIS É INÉDITA

A narrativa da “criação” de Gênesis não tem características de uma verdadeira obra que surgiu do nada, vinda da parte de um Deus considerado Todo-Poderoso, porque apresenta contrapontos e certos absurdos, se imaginado do ponto de vista cronológico.

Na verdade, a cronologia da criação de Gênesis está corretíssima, mas não explicada do ponto de vista religioso, mas, científico.

A narrativa da criação de Gênesis trata da transição da Terra do último período glacial. O último período glacial terminou entre 12 mil e 40 mil anos atrás. E essa glaciação não durou muitos anos, e também não se deu há 65 milhões de anos, no período do extermínio dos dinossauros. Essa glaciação se deu no tempo do reino dos Atlantes, uma primeira raça de humanos que existiu na Terra e que era controlada pelos deuses caídos há 100 mil anos atrás. Deus teve que destruir o reino dos Atlantes de sobre a Terra porque eles se tornaram civilizados e grandes pecadores, e adoravam e serviam ao querubim caído, Satanás, e não a Ele. Satanás transmitiu todo tipo de conhecimento a esse povo. E o mesmo ele fez, engando Eva e Adão, passando o conhecimento proibido. O reino dos Atlantes foi destruído por um meteoro que caiu sobre o reino que se localizava no meio do atual Oceano Atlântico, e que submergiu sob as águas do mar, tendo restado apenas vestígios desse povo por várias partes do planeta, na América do Sul, na costa da África e na Europa. O antigo escritor grego, de nome Platão, foi o que mais escreveu sobre a existência do povo que habitava na lendária Atlântida. Arqueólogos japoneses encontram vestígios da lendária cidade de Atlântida sob as águas profundas do Oceano Atlântico. E ainda existem várias pesquisas em andamento. Quando Deus criou uma nova raça de humanos (Adão e Eva), nesse tempo ainda existiam os sobreviventes do reino dos Atlantes. Foi desse povo que Caim teve medo ao ser expulso de perto de sua família depois que matou seu irmão Abel. Caim temeu e disse para Deus que seria fugitivo na terra e poderia ser morto por quem o encontrasse. Mas quem poderia matar Caim, se naquele tempo só existia ele e seus pais, Adão e Eva? É óbvio que existiam outras tribos de humanos habitando por perto, por isso Caim temeu ser morto. E para que Caim não fosse capturado e morto, Deus colocou-lhe um sinal. E com certeza esse “sinal” que Deus colocou em Caim foi a mudança da coloração de sua pele, para que se parecesse com a pele dos Atlantes, de tal forma que ele seria confundido como um membro da tribo estranha.

E todo estudante da Bíblia deve saber que existem duas narrativas da criação no início do livro de Gênesis. A primeira narrativa vai do primeiro capítulo até o verso 3 do segundo capitulo. A primeira narrativa Moisés tomou do antigo povo sumério, pois, ele foi educado na corte egípcia e era príncipe, e teve contato com muitos livros e aprendeu sobre história antiga com os sacerdotes dos deuses. Nessa narrativa o nome empregado para Deus é “Elohim”, que significa literalmente “os deuses”.

Na primeira narrativa da criação de Gênesis, Deus cria primeiramente as plantas e os animais, e por último cria o homem. Já na segunda narrativa, que começa em 2:4, Deus cria primeiramente o homem, e só depois as plantas e os animais. Nesse narrativa o nome empregado para Deus é YHW (Jeová ou Javé), e tudo indica que esse texto foi tomado do povo hebreu, ancestrais de Moisés. Porém, há um absurdo nessa narrativa. Tem crente que diz que Deus faz nascer uma flor no galho seco de uma árvore e uma planta no deserto. Mas, em Gênesis 2:5 diz que Deus não teve poder para fazer nascer nenhuma planta porque ainda não tinha feito chover sobre a terra. Ora, quer dizer que Deus só podia fazer nascer as plantas se chovesse? Que Deus Todo-Poderoso é esse? E tem crente bobo que imagina que Deus criou as plantas no 3º dia, tudo num período de 24 horas. O texto é bem explícito e diz que Deus teve que esperar chover sobre a terra para poder fazer nascer as plantas, pois, antes disso, só havia um vapor que subia da terra, e regava toda a face da terra, porém, chuva forte não havia. Isso significa que Deus passou mais de um dia esperando chover para poder criar as plantas. Logo, os dias da criação não foram períodos de 24 horas.

“Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus, não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado” (Gênesis 2:4-8 – Esse é o início da segunda narrativa da criação).

Existe uma respeitada estudiosa do Antigo Testamento, chamada Ellen van Wolde, da Universidade de Radboud, na Holanda, que defende a tese de que Deus não criou a Terra e os mundos. Ela diz que o verbo “bara” de Gênesis 1:1 não significa “criar algo do nada”, mas significa “separar”. Segundo ela, a frase correta de Gênesis 1:1 é assim: “No princípio Deus separou os céus e a terra”. Em outras palavras, “No princípio os deuses (elohim) separam os céus e a terra”. Isto é, separou as águas e a parte seca, as águas que estavam debaixo e acima do firmamento.

Mas, a minha explicação não é assim. Toda a narrativa da suposta criação de Gênesis bate direitinho com a sequência de acontecimentos que ocorrem durante a transição de um período glacial.

A primeira narrativa da criação de Gênesis foi baseada em informações obtidas dos sumérios. E tais informações os sumérios tomaram do povo descendente dos Atlantes, que sobreviveram à grande catástrofe, vivendo em cavernas, junto com várias espécies de animais e aves. O planeta Terra ficou coberto de cinza vulcânica que tapou toda a luz do Sol, o que ocasionou a glaciação. A Terra ficou toda coberta de grandes geleiras, até os cumes dos montes mais altos. Depois de alguns anos as cinzas vulcânicas começaram a se dissipar e os primeiros raios do Sol começaram a incidir sobre a Terra.

Deus não criou a Terra. Pois, se Deus tivesse criado a Terra, ela não se encontraria num caos, imersa em escuridão. Se Deus é perfeito e Todo-Poderoso, como Ele criaria a Terra em meio ao caos e escuridão? A Terra se encontra nesse estado porque uma grande catástrofe se abateu sobre ela.

“A Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gênesis 1:2).

Quando o texto diz que Deus viu que a luz era boa, tira toda a sua prorrogativa de onisciente. Que ser onisciente se admira de algo que cria e diz que é algo bom?

Vamos à descrição cronológica de forma sucinta:

1º Dia) No primeiro dia Deus disse “Haja luz, e houve luz”. Ora, na visão ingênua dos sobreviventes que viviam nas cavernas, eram os deuses que tinham criado a luz naquele momento. Mas na verdade, eram os primeiros raios do Sol que surgiram entre as espessas nuvens de cinza vulcânica.

2º Dia) No segundo dia Deus criou a abóbada celeste apoiada sobre fortes colunas (o tal domo ou tampo de vidro transparente e intransponível) e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento, e chamou o firmamento de “céu”. Na imaginação dos humanos da pré-história (e até hoje, na visão dos crentes fanáticos), o céu azul é um firmamento curvo sustentado por imensas colunas, e as estrelas são pequenos luzeiros pendurados sob a abóbada celeste para iluminar durante a noite. A Lua é um luzeiro maior, criado para marcar as semanas e os meses. A morada de Deus e dos anjos fica acima desse firmamento, e tal lugar é um mundo espiritual, para onde os crentes fanáticos pensam que vão morar. E Deus, quando está irado, faz trovejar e lança coriscos e chuva de saraivas e granizos sobre a Terra.

3º Dia) Nesse dia Deus separa para um lado as águas que estavam debaixo do céu, e fez surgir o elemento seco. Às águas chamou “mares”, e a parte seca chamou “terra”. Ora, o que foi isso? Nos primeiros meses que os raios do Sol incidiram sobre a Terra, as grandes geleiras começaram a derreter e a parte seca começou a surgir. E na visão dos sobreviventes das cavernas, eram os deuses que estavam criando a terra seca e separando as águas do mar. Ainda no 3º dia Deus fez surgir a relva e toda espécie de plantas. Na visão dos habitantes das cavernas, eram os deuses criando as plantas e a relva na terra que seca. Ora, os habitantes da Amazônia sabem que quando começa a vazante dos rios, as praias começam a surgir, e do nada nascem todo tipo de plantas. Até quando chove no deserto começam a nascer plantas do nada. Foi assim mesmo que aconteceu no terceiro período da transição da última era glacial. As geleiras derreteram e sobre a terra seca começou a nascer toda sorte de plantas.

4º Dia) No quarto dia Deus cria os grandes luminares no firmamento do céu, o Sol, a Lua e as estrelas. Na interpretação do ponto de vista religioso, isso é um absurdo, pois, se Deus só criou o Sol no 4º dia, que parâmetros Ele usou para contar o 1º, o 2º e o 3º dia, visto que é o Sol que marca o período de um dia? Ora, na visão dos habitantes das cavernas, foi só no quarto dia que Deus criou o Sol, a Lua e as estrelas. O que isso significa do ponto de vista científico? Significa que no 4º período de transição da era glacial as nuvens de cinzas vulcânicas tinham se dissipado completamente, e os habitantes das cavernas puderam ver nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas, e diferencia o dia da noite. Pois, antes, eles só sabiam o que era a noite, pois, viviam quase em completa escuridão. E na visão deles, Deus havia criado naquele período os grandes luminares do céu.

5º Dia) Veja que nesse dia Deus não cria os animais mamíferos e herbívoros. Nesse dia Deus cria os peixes, as aves do céu, os monstros marinhos (baleias), e todos os seres viventes que se arrastavam (répteis). O que significa isso? Os habitantes das cavernas viram esses animais saindo sobre a terra para se alimentar da relva do campo e viram as baleias e os peixes no mar. Daí eles imaginaram que Deus havia criado esses seres vivos no quinto período de transição da Terra. Mas na verdade, esses animais começaram a sair das cavernas para procurar comida na terra seca. E os animais maiores só saíram no sexto período de transição da Terra.

6º Dia) Somente no sexto dia Deus cria os grandes animais mamíferos e herbívoros. E por último cria o homem (Adão e Eva) para cuidar da terra, dos animais e das plantas.

Então, foi assim que surgiu a história mais antiga da criação. Os primeiros sobreviventes das cavernas morreram e os seus filhos, descendentes que nunca tinham visto a luz do Sol, foram os responsáveis pela narrativa da criação. E eles narravam do ponto de vista que tinham, vivendo nas cavernas. Os sumérios escreveram a história da criação narrada pelos descendentes dos Atlantes, e essa foi sendo repassada para outros povos, até chegar aos egípcios, e finalmente aos hebreus, caindo nas mãos de Moisés.

Não há explicação melhor do que esta para a narrativa da criação de Gênesis.

Todos os créditos e direitos reservados para Miquels7.


Manaus, 01/11/2017.

NOTA:

Este estudo é apenas um rascunho. Demorei cerca de 3 horas para escrevê-lo, e eu mesmo fiz a revisão e correção ortográfica. Não produzi um texto técnico-filosófico-científico. Se eu fosse publicar em um livro um estudo sobre este tema, é claro que o elaboraria de forma técnica, dentro do padrão filosófico-científico, e passaria vários meses pesquisando obras de autores renomados sobre esse assunto, faria anotações de rodapé e no final do livro incluiria as devidas referências bibliográficas.

Para escrever e defender uma tese ou formular uma teoria não é preciso obedecer a rígidos conceitos filosóficos na elaboração dos argumentos. O que vale é a ideia. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Outros podem pegar a ideia e melhorar os argumentos, contanto que sejam dados os devidos créditos ao autor original da ideia. Tem pessoas que são formadas no campo filosófico, entendem de todos os pormenores exigidos na elaboração dos argumentos, mas não tem ideias próprias, não têm imaginação e não produzem nada de novo. É tipo a pessoa que se forma em economia, mas na prática não sabe gerir uma empresa ou o próprio negócio.

Veja bem. Quase todos os ensinos teológicos são teorias. Embora os teólogos não admitam que sejam teorias os argumentos em defesa de determinado assunto da Bíblia, mas são teorias. As doutrinas da trindade, do céu, do inferno, da ressurreição, do arrebatamento, da salvação, da justificação, da vida após a morte; e mais as doutrinas de Deus, dos anjos, da divindade de Cristo e doutrina da criação, todas são TEORIAS. E nos argumentos raramente se veem as expressões ‘talvez’, ‘possivelmente’, ‘acredita-se’, etc. Geralmente as doutrinas ou teorias bíblicas dos cristãos católicos e protestantes são tidas como verdades absolutas, pois, dizem que são baseadas na Bíblia, ou seja, têm base bíblica. No entanto, podem até ter base bíblica, mas base científica e racional a maioria delas não têm. E outra coisa. As denominações religiosas que fazem estudos divergentes dos ditos teólogos ortodoxos são tratadas como seitas, e suas doutrinas são tidas como heréticas.

Como minhas teorias sobre determinado assunto polêmico da Bíblia são focadas dentro da razão e da racionalidade, às vezes faço uso da expressão ‘com certeza’. Já quem baseia seus argumentos apenas na fé cega, aí se torna um sacrilégio empregar a expressão ‘com certeza’.

Miquels7.

02/11/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, MISTÉRIOS DA HUMANIDADE | , , , , , | Deixe um comentário

VIAGEM DE NAVIO NA TERRA PLANA

É cada loucura que aparece nesses últimos tempos!

Se você ver o tanto de sites e vídeos no YouTube falando e defendendo o modelo da Terra Plana, e arrebatando milhares de seguidores incautos, vai ficar abismado. Parece que virou uma seita de lunáticos os adeptos da Terra Plana. Já são milhares e cada dia cresce mais os adeptos. E os verdadeiros cientistas não fazem nada para conter essa idiotice que infesta a internet, que pode estar levando à loucura milhares de jovens no mundo.

E adivinha de onde surgiu a teoria da Terra Plana! Da Bíblia.

**********
Planisfério - Terra Plana

No modelo da Terra Plana, o Chile e a Austrália ficam nos extremos do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana, então não tinha como um navio saindo do Chile pelo Oceano Pacífico chegar à Austrália sem passar pelos Oceanos Atlântico e Índico.

No entanto, sabemos que navios partindo do Chile, via Oceano Pacífico, chegam ao Japão e à Austrália.

***********
Os verdadeiros cientistas tiveram um árduo trabalho científico durante séculos para explicar o nosso mundo, o nosso Universo, o planeta Terra, a Lua e os demais planetas do Sistema Solar, bem como as leis que ordenam os movimentos dos astros no espaço. Mas, aí vem um bando de lunáticos religiosos, pseudo-cientistas provar que a Terra é plana, que a Lua e o Sol estão bem pertinho dela, e ainda têm audácia de afirmar que os maiores cientistas do mundo estão enganando a humanidade com a teoria da Terra redonda e do heliocentrismo.

Comparo as teorias (heresias) dos estudiosos da Terra Plana com as heresias dos teólogos tradicionais. Suas teorias são infundadas e muitas delas infantis, e não podem ser comprovadas cientificamente, mas querem ter razão. E ainda iludem milhões de pessoas com suas teorias sem fundamento.

Daqui a pouco vão dizer que não existem mais os três grandes Oceanos da Terra, e que existe apenas um Oceano. Ou vão dizer que a costa do Chile está ao lado da Austrália, ou que o Chile está do lado errado do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana e o Chile e a Austrália estivessem como estão nos extremos do Mapa Mundi, então um navio saindo do Chile só poderia chegar na África, na Europa e na Ásia passando pelo Canal do Panamá ou contornando o continente Sul Americano, passando pelo Estreito de Magalhães. Porém, sabemos que os navios do Chile não seguem essa rota pelo sul do continente Sul Americano, exceto se for para chegar à Argentina, ao Uruguai e ao Brasil.

14/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , , | 1 Comentário

UMA MENTIRA CABELUDA NA BÍBLIA?

***********
Quando o crente fanático lê a Bíblia ele não se importa nenhum pouco com os números, com os locais citados, não confere se aquilo que lê está certo ou errado. Porque ele já vem com a mente condicionada, achando que a Bíblia é inspirada e que não tem um tantinho de erro ou contradições.

Na Bíblia tem quatro evangelhos, mas apenas três são considerados sinópticos, porque suas narrativas são bem semelhantes: Mateus, Marcos e Lucas. Mas os estudantes de teologia não se perguntam por que há um evangelho estranho entre os livros sagrados, o Evangelho de João. Ainda vou produzir um texto expondo todas as contradições do livro de João em relação aos três evangelhos sinópticos. O Evangelho de João é o campeão em contradições. Parece que foi feito por encomenda, só para contrariar os demais. No Evangelho de João não há registro de nenhuma parábola de Jesus; e a família de Lázaro em Betânia bem como o milagre da ressurreição de Lázaro nem mesmo é referida nos três evangelhos sinópticos. Se a ressurreição de Lázaro foi o maior milagre de Jesus, por que não há registro desse fato nos outros evangelhos? Tudo leva a crer que o Evangelho de João foi forjado com a intenção de deificar a pessoa de Jesus Cristo, ou seja, dar a entender que ele era Deus igual ao Pai. E o livro já começa com esse negócio de o “Verbo se fez carne”, e também o “Unigênito filho de Deus”, termos usados no esoterismo cabalístico. Se o Evangelho de João foi um livro inspirado por Deus, por que muitas de suas informações divergem dos demais evangelhos, principalmente em se tratando de números, de locais, de pessoas?
 
O Evangelho de Lucas, que deveria ser considerado o menos inspirado, é o mais exaltado e tido como o mais exato, visto que ele foi escrito por vontade humana, e não pela vontade ou ordem expressa de Deus. O seu autor, Lucas, era médico, e nem discípulo de Jesus ele foi. Ele não presenciou os milagres de Jesus e nem foi testemunha ocular de nada. Ele mesmo diz a Teófilo, a quem o livro foi endereçado, que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus, procurando informações com as pessoas que presenciaram os fatos. Logo, percebe-se que não foi Espírito Santo que guiou Lucas durante a escrita do seu evangelho. Se fosse o Espírito Santo, ele nem precisaria ter pesquisado nada, nem precisaria ter dito que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus. Por que o Evangelho que foi escrito por uma pessoa desconhecida, tendo feito um levantamento minucioso sobre os fatos da história de Jesus é considerado o mais exato e inspirado? Onde está a importância do Espírito Santo na produção do Evangelho de Lucas? E por que o Evangelho de João, que sendo supostamente escrito pelo discípulo de Jesus que presenciou os fatos, é o que mais tem informações conflituosas? Repito para os teólogos fanáticos: Se Lucas foi guiado pelo Espírito Santo para escrever a história de Jesus, ele não precisaria ter feito nenhuma pesquisa, não devia ter inquirido nada de ninguém, pois o Espírito Santo se encarregaria de informá-lo sobre todos os fatos que aconteceram. Não é assim que os teólogos tradicionais ensinam que o Espírito Santo “soprou” na mente dos escritores bíblicos para que escrevessem os livros de forma inspirada?

***********

A mulher com fluxo de sangue

Marcos 5:25-34
“Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal. E logo Jesus, percebendo em si mesmo que saíra dele poder, virou-se no meio da multidão e perguntou: Quem me tocou as vestes? Responderam-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou? Mas ele olhava em redor para ver a que isto fizera. Então a mulher, atemorizada e trêmula, cônscia do que nela se havia operado, veio e prostrou-se diante dele, e declarou-lhe toda a verdade. Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e fica livre desse teu mal”.

Alguém tem conhecimento de uma mulher que tenha sofrido durante dois anos ou mais com hemorragia?

Não existe na literatura médica registro de casos de mulheres com sangramento ininterrupto durante vários anos.

Essa mulher aí da história do Evangelho sofria há mais de 12 (doze) anos de fluxo de sangue (hemorragia). Pode isso, Arnaldo? Doze anos?

Uma mulher pode sangrar por vários meses, ou até um ano ou dois. Se o sangramento persistir por muitos meses a mulher pode desenvolver anemia ferropriva e desenvolver outras doenças no seu organismo. E pra piorar a história bíblica, nem mesmo no tempo de Jesus havia transfusão de sangue. Como uma mulher poderia viver com fluxo de sangue todo esse tempo? Isso não tem lógica.

Veja o que diz a medicina sobre perda de sangue ou hemorragia:

“O sangramento é considerado excessivo quando ocorre uma variação significativa do padrão menstrual da mulher. A menstruação varia em cada mulher mas o sangramento é considerado anormal em quatro situações diferentes: quando dura mais de sete dias, quando o ciclo é inferior a 21 dias, quando surgem coágulos no sangue ou quando a perda de sangue supera os 80 mililitros, ou seja, quando o absorvente fica cheio de sangue em apenas uma hora. Além de durar mais tempo, a menstruação também pode ser mais dolorosa nessas ocasiões. Outro sintoma percebido é sensação de fadiga e, em alguns casos, falta de ar, que podem ser também um sintoma de anemia provocada pelo sangramento excessivo”.

“Hemorragia excessiva é a causa mais comum de anemia. Quando se perde sangue, o corpo absorve rapidamente água dos tecidos para a corrente sanguínea, em uma tentativa de manter os vasos sanguíneos preenchidos. Consequentemente, o sangue fica diluído e o hematócrito (porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de sangue) é reduzido. Eventualmente, elevação da produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea pode corrigir a anemia. Com o passar do tempo, contudo, a hemorragia reduz a quantidade de ferro no corpo, de maneira que a medula óssea não consegue aumentar a produção de novos glóbulos vermelhos para substituir os perdidos”.

02/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, contradições da bíblia, ESTUDOS BÍBLICOS | , , | Deixe um comentário

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À JOVEM SULAMITA

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À SULAMITA, UMA MOÇA VIRGEM QUE TRABALHAVA NA SUA VINHA, A QUAL ELE SEDUZIU.

*******
Rosa de Sarom 2

O romance poético, em forma de cantata, “Cântico dos Cânticos”, não tem nada de espiritual, e nada tem a ver com Jesus e a Igreja.

O livro “Cântico dos Cânticos” ou “Cantares”, de Salomão, é considerado sagrado e inspirado por Deus tanto pelos judeus como pelos cristãos. Por isso, ele foi incluído no rol dos livros canônicos.

No entanto, este livro “Cânticos dos Cânticos” não tem nada de sagrado e inspirado. Este livro é apenas um romance poético, uma obra-prima da cultura judaica. Ele é superestimado pelos judeus porque é a única obra romântica antiga da cultura hebraica. Não existe na cultura hebraica antiga outra literatura romântica idêntica ao livro de Cantares, de Salomão. Este livro faz parte da cultura e do folclore do povo judeu.

Durante as festas de Israel os judeus costumam ler trechos do livro “Cântico dos Cânticos”, de Salomão. Mas eles leem não no sentido de enaltecer a inspiração e sacralidade do livro, mas o fazem apenas como um incremento da cultura em suas festas. Ler o livro de Cantares nas festas de Israel é o mesmo que cantarolar as músicas folclóricas de festa junina na cultura brasileira.

Assim como nós, cristãos, os judeus também têm suas festas sagradas e folclóricas, que são as sete festas determinadas por Deus. Durante as realizações das festas tem a parte cerimonial sagrada. Mas é óbvio que durante essas festas o povo tem seu momento de descontração, ocasião em que tocam músicas folclóricas, cantam e dançam.

A IDOLATRAÇÃO E DETURPAÇÃO DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS PELOS CRISTÃOS

Em 2009 escrevi um extenso texto intitulado O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”. Você pode rever este post no link, abaixo.

O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”

Neste post O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM” desmascarei o grande erro dos teólogos tradicionais e dos crentes que, em razão de fazerem interpretação errônea do livro de Cantares, de Salomão, inventaram que Jesus é a tal rosa de Sarom, enquanto que rosa de Sarom é a jovem Sulamita, protagonista do romance. De tanto repetirem que Jesus é a rosa de Sarom, a mentira se tornou uma verdade. E ainda hoje tem pastores e crentes pregando nos púlpitos das igrejas, dizendo que Jesus é a rosa de Sarom. E até compositores ainda hoje compõe hinos e músicas gospel com o tema Jesus, a rosa de Sarom.

Se você estiver interessado em ler o texto completo sobre O INCRÍVEL EQUÍVOCO JESUS, A ROSA DE SAROM, clique no link, abaixo, para baixar o arquivo.

LINK (clique aqui para baixar)

*******
ANÁLISE SUCINTA DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS

A Sulamita, protagonista do romance em forma de cantata, de Salomão, era uma adolescente, filha de uma família de lavradores de vinha da região de Sulém, em Israel. Esta jovem foi seduzida por Salomão ainda menor de idade, e com ela manteve um romance proibido. Não sei o que deu na cabeça de Salomão e de seus cantores para que produzisse um musical romântico retratando seu romance com essa jovem camponesa, que não tinha nada de nobreza real.

“Não repareis em eu ser morena, porque o sol crestou-me a tez; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cantares 1:6).

Salomão adquiriu uma vinha e contratou a família da jovem Sulamita para que a lavrassem e administrassem.

Para proteger a moça do assédio dos jovens da região, os irmãos da jovem a mantinham reclusa na vinha, a qual Salomão havia dado para aquela família administrar. E durante uma das visitas do rei Salomão à sua vinha, ele se deparou com a jovem Sulamita, e se sentiu encantado pela jovem. Como a jovem era menor de idade, ele não pode levar a moça direto para o seu palácio, para ser mais uma de suas concubinas. Salomão retornou outras vezes à sua vinha, mas de forma discreta, para se encontrar com a jovem, e por ela se apaixonou. Salomão, o amado, entrou na vinha de forma escondida, espreitou a jovem e a seduziu.

Durante o decorrer dos diálogos da cantata não há somente diálogos entre Salomão e sua amada, Sulamita. No capítulo 8, por exemplo, foi acrescentado palavras dos irmãos da jovem. Veja o que eles falaram a respeito da jovem.

“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. Eu era um muro, e os meus seios eram como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata” (Cantares 8:8-10).

Repare que os irmãos dizem que têm uma irmã adolescente, que ainda não tem os seios formados, e dizem que se ela for um muro, edificariam sobre ela uma torrizinha de prata. E logo em seguida entra a voz da jovem Sulamita dizendo “Eu era um muro, e os meus seios eram como suas torres”. Podemos constatar que a irmã pequena era a mesma jovem Sulamita, que foi seduzida por Salomão.

A Sulamita às vezes ficava sozinha na vinha, e Salomão entrava escondido para espreitá-la. Veja o que diz Cantares 2:9:

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades”.

O livro “Cântico dos Cânticos” original era divido em textos tipo um jogral, onde cada protagonista recitava a sua fala. As Bíblias atuais não trazem os versos do livro de Cantares divididos de acordo com a fala de cada personagem. Tem uma versão da Bíblia Católica que traz o livro de Cantares destacadas as vozes dos protagonistas do romance.

O GRANDE EQUÍVOCO DO CAPÍTULO 2 DE CANTARES

Por causa do livro de Cantares ter sido traduzido e colocado nas Bíblias protestantes de qualquer jeito, os teólogos e pastores cometeram um grave erro, ao afirmar que a “rosa de Sarom”, referida no início do capítulo 2 é uma frase proferida pelo amado, o rei Salomão. Como para cada livro da Bíblia os teólogos fanáticos inventaram um cognome para Jesus, eles afirmam que no livro Cântico dos Cânticos Jesus é o amado ou a Rosa de Sarom. E esse erro veio se repetindo durante décadas e décadas, e ainda persiste até os dias atuais. E as autoridades religiosas não se retratam em público a respeito desse erro. Existe até um hino no hinário oficial das Assembleias de Deus intitulado “Uma Flor Gloriosa”, e tal hino faz referência a Jesus, como a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales. E eles ainda entoam esse hino durante os cultos, mas ninguém questiona nada. O tal hino foi composto pelos fundadores da igreja Assembleia de Deus, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e é considerado uma obra-prima. E que obra-prima!

“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas” (Cantares 2:1-2).

Esse romance com a jovem Sulamita se deu quando Salomão ainda tinha poucas mulheres e concubinas, cerca de 60 mulheres rainhas (mulheres de alta nobreza, e filhas de reis de outros países) e 80 concubinas (mulheres da região de Israel), além de virgens que ele guardava para se tornarem suas futuras concubinas.

“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cantares 6:8-9).

O USO SELETIVO DOS VERSOS DO LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO

Existem trechos com conotação sexual no livro de Cantares, mas os crentes são seletivos. Eles não leem as partes absurdas do livro, e escolhem para ler apenas aquelas partes que mais agradam.

“Já despi a minha túnica; como a tornarei a vestir? já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele. Eu me levantei para abrir ao meu amado; e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldravas da fechadura” (Cantares 5:3-5).

Os crentes foram ensinados que o “amado” do livro “Cântico dos Cânticos” de Salomão é uma referência a Jesus Cristo. Daí eles escolhem ou selecionam somente aquelas partes do livro que soam bem para ler na igreja e pregar a respeito do “amado de nossas almas”. Eles não pegam, por exemplo, a passagem de Cantares 2:9 porque soa muito mal, e para pregar sobre essa parte que fala que o “amado” (Jesus) anda brechando as casas alheias à procura de moças virgens, pega muito mal.

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades” (Cântico dos Cânticos 2:9).

Se trocássemos a expressão “ó filha de Jerusalém” por “rosa de Sarom”, na introdução do capítulo 6, será que os exegetas diriam que o texto estava se referindo ao “amado”, Jesus Cristo?

“Quão formosos são os teus pés nas sandálias, “ó filha de príncipe!” (ó Rosa de Sarom). Os contornos das tuas coxas são como jóias, obra das mãos de artista. O teu umbigo como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre como montão de trigo, cercado de lírios. Os teus seios são como dois filhos gêmeos da gazela. O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz é como torre do Líbano, que olha para Damasco” (Cantares 6:1-4).

O romance entre Salomão e a Sulamita era um romance proibido, porque a moça ainda era de menor, pois, era uma adolescente que ainda nem tinha os seis bem formados. Isso se evidencia na proibição que seus irmãos lhe impuseram, para que ela não se expusesse em público, e fosse mal falada.

Veja o texto que retrata esse fato:

“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e [MEUS IRMÃOS] não me desprezariam! Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias [SOBRE SEXO?]; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs. A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria” (Cânticos dos Cânticos 8:1-3).

Esse romance escrito por Salomão e seus cantores retrata um clássico caso de PEDOFILIA, e pedofilia praticada por um grande personagem da Bíblia, o rei de Israel, que é considerado o rei mais mulherengo da história. Salomão teve mais de mil mulheres princesas e trezentas concubinas, além de virgens adolescentes sem número. E essa Sulamita foi uma dessas adolescentes que Salomão seduziu, e ainda declarou que entre todas as mulheres, ela era a sua preferida.

________________________________
Falou e disse Miquels7
Intérprete sem frescuras.

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, FESTAS JUDAICAS | , , , , | 1 Comentário

ESCLARECENDO AS TRADUÇÕES E INTERPRETAÇÕES DETURPADAS DA BÍBLIA

*******
O Cristo falso

Jesus, o Cristo, filho obediente de Deus, não pode ser adorado.

Em Mateus 2 uns magos vindo do Oriente foram até Belém da Judeia procurar saber a respeito do nascimento do REI DOS JUDEUS. E segundo diz a Bíblia, tradução de J. F. de Almeida, eles iriam ADORAR O REI DOS JUDEUS. E mais na frente o rei Herodes também diz que queria saber onde nascera o REI DOS JUDEUS para que pudesse também ir lá, adorá-lo.

Ora, é evidente que nem os magos e nem o rei Herodes adorariam um rei de outra nação. Na antiguidade ninguém nunca adorava um rei. É verdade que as pessoas se prostravam diante do rei como sinal de reverência e ofereciam presentes, mas nunca se adorava um rei como se fosse um deus.

Por aí vemos as deturpações das traduções da Bíblia. E essa que diz que os magos e o rei Herodes queriam ADORAR O REI DOS JUDEUS é a tradução Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida.

Nessa passagem de Mateus 2 a tradução correta da palavra não é ADORAR, mas, HOMENAGEAR. A Bíblia de Jerusalém tem uma melhor tradução.

Veja o texto de Mateus 2:

1 Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:
2 Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo (HOMENAGEÁ-LO).
3 O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém;
4 e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo (o Messias, o Libertador dos Judeus).
5 Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera;
8 e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore (PRESTE HOMENAGEM A ELE).

Nos evangelhos há vários relatos onde pessoas se PROSTRARAM diante de Jesus. Algumas traduções diz que a pessoa se “prostrou e o adorou”. Parece-me que a expressão “adorou” é um acréscimo tendencioso do próprio escritor do evangelho, ou foi algo acrescentado pelos tradutores.

O ato de se curvar ou se prostrar diante de um rei não significa adoração. Se o ato de se prostrar significasse adoração, então, devemos entender que a Betseba adorou o rei Davi. Veja:

“Foi, pois, Bate-Seba à presença do rei na sua câmara. Ele era mui velho; e Abisague, a sunamita, o servia. Bate-Seba inclinou a cabeça, e se prostrou perante o rei. Então o rei lhe perguntou: Que queres?” (I Reis 1:1516).

A conclusão que se tem a respeito da tradução da palavra “adoração” em Mateus 2:8 é que o rei Herodes, sendo rei, não poderia adorar outro rei, pois, o texto deixa bem claro, que o menino que nasceu não era o “Deus” dos judeus, mas o REI DOS JUDEUS. Portanto, dizer que o rei Herodes falou aos magos que também queria “adorar” o rei dos Judeus é pura falácia. E os magos não eram “reis vindos do Oriente”, coisa nenhuma. O texto não fala nem que eles eram “reis”. Apenas diz “uns magos” vindo do Oriente. Os magos eram bruxos, ou sacerdotes dos deuses de algum reino do Oriente; eles foram enviados como emissários de um rei, pois, quando chegaram na Judeia eles não foram recebidos como chefes de Estado pelo rei Herodes. E aliás, se fossem reis, teriam que andar como uma grande escolta de soldados pelo deserto, e isso não se evidencia na narrativa de Mateus, pois, somente Mateus registrou esse episódio dos magos. E “mago” não significa “sábio”; significa bruxo, ou sacerdote dos deuses.

O texto, a seguir, foi extraído da internet. Nele, o autor sintetiza bem o problema das traduções tendenciosas dos religiosos fanáticos. Leia:

“Os tradutores das bíblias Almeida são uma “benção”. Traduzem hades por inferno, tártaro por inferno, geena por inferno. É o mesmo que dizer que gato, lebre e cachorro significa macaco. Mas, você vai dizer “Aí não, neh”.  Mas o tradutor faz isso quando quer, com a bíblia. A fé pessoal (teologia) do tradutor influência e muito como ele traduz. Traduz “A tua fé te salvou” quando deveria ser traduzido como “A tua fé te curou”. Algumas ainda trazem versículos nos evangelhos dizendo que Jesus foi adorado, quando na verdade significa que pessoas se prostraram diante dele, como um sinal de reverência que era um ato comum e cultural, espalhado por todo o AT. Mas, o que o tradutor faz? Traduz como adoração por que? Porque ele acredita que Jesus é Deus; então ele força o texto a dizer algo que colabora com sua própria fé pessoal. São coisas que parecem bobas, mas que, quando se está lendo e estudando, faz toda diferença. Não sou um fanático pelos “originais” da Bíblia e blá-blá-blá…. Mas, estes pequenos detalhes entre o texto na língua em que foi redigido e a tradução, estes detalhes são importantes e fazem toda diferença”.

*******
UM JOVEM RICO SE AJOELHOU DIANTE DE JESUS EM SINAL DE RESPEITO, E LHE FEZ UMA PERGUNTA, CHAMANDO-O DE “BOM MESTRE”. AÍ, JESUS O REPREENDEU, DIZENDO QUE NINGUÉM É BOM, SENÃO UM SÓ, QUE É DEUS. SE NEM MESMO JESUS SE CONSIDERAVA “BOM”, POR QUE OS RELIGIOSOS O TRANSFORMARAM EM UM DEUS IGUAL AO PAI?

Jesus deixou bem claro em muitas passagens bíblicas a quem devemos adorar e prestar culto. E Jesus jamais exigiu adoração para si mesmo. Veja:

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Lucas 4:5-7).

Um jovem rico se ajoelhou diante de Jesus e ainda o chamou de Bom Mestre. Mas Jesus o repreendeu, dizendo que ninguém é bom, senão um só que é Deus. Ora, se Jesus era Deus, por que nem ele mesmo se considerou “bom”? Só mesmo uma pessoa com mente entorpecida por fanatismo religioso acha que Jesus é Deus.

“Ora, ao sair para se pôr a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? ninguém é bom, senão um que é Deus” (Marcos 10:17).

No início do Livro das Revelações (Apocalipse) diz que as revelações foram concedidas por Deus a Jesus. E foi o próprio Senhor Jesus que passou as revelações a João. Não foi um anjo especial de Jesus que passou as revelações a João. Porém, as 7 cartas endereçadas às 7 congregações da Ásia Menor foram enviadas pelos 7 anjos (sete estrelas) que auxiliam Jesus. Jesus primeiramente notificou as mensagens das cartas a João e pediu que escrevesse e enviasse através de seus anjos às igrejas. Durante toda a narrativa do livro de Apocalipse, quem passa as visões a João é o próprio Senhor Jesus, o anjo poderoso, vestido de roupa talar, aquele mesmo Ser Poderoso que apareceu a João no início do livro, e o deixa atemorizado. No capítulo 19 de Apocalipse João chega a dizer que se prostrou diante do anjo poderoso para o adorar, mas este o impediu de adorá-lo, e disse que só a Deus, o Pai, é quem devemos adorar. Portanto, o anjo que Jesus quis adorar no capítulo 19 é o mesmo anjo poderoso, vestido de roupa talar, que lhe apareceu a primeira vez na ilha de Patmos. Esse anjo vestido de roupa talar disse ser o próprio Senhor Jesus. João caiu a seus pés, atemorizado, mas não o adorou, porque sabia que anjos não podem ser adorados. Da mesmo forma o profeta Daniel também se prostrou diante deste mesmo ser poderoso, mas não se prostrou para adorá-lo, mas curvou-se diante dele como sinal de reverência. Perceba que esse Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a Daniel é o mesmo Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a João na ilha de Patmos e disse ser o Senhor Jesus Cristo. E nem Daniel e nem João adorou esse Ser Poderoso, porque ele não é Deus. Veja as passagens:

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre; levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão. Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder. Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra. E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo” (Daniel 10:4-11).

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apoc. 1:9-18).

*******
E TODOS OS ANJOS DE DEUS O ADOREM

Já faz um tempo que fiz um estudo, o qual publiquei no meu blog, provando que Jesus não é Deus e mostrando as interpretações tendenciosas dos teólogos fanáticos que fundamentaram a herética teoria da trindade divina. A teoria da trindade é um dos maiores engodos do Cristianismo.

Sobre a referência de Hebreus 1:6, onde o escritor cita um texto “duvidoso”, afirmando que os anjos devem adorar o Filho primogênito, por não encontrar referência cruzada em nenhum livro do AT, cheguei a afirmar que esta citação era apócrifa, extraída de um livro não-canônico. Mas, depois de muito pesquisar, encontrei a tal referência no livro dos Salmos. O problema é que os estudiosos tradicionais não conseguiram encontrar na Tanach a referência que o escritor da Carta aos Hebreus se referiu. Por essa razão que não aparece referências cruzadas com relação à citação de Hebreus 1:6 nas versões de J. F. de Almeida. A referida citação se encontra em Salmos 97:7b.

Podemos constatar as deturpações das traduções na própria Bíblia, versão de João Ferreira de Almeida. Por exemplo, quando você lê na Bíblia versão corrigida de Almeida, Hebreus 1:6, insinuando que os anjos devem adorar o Filho, nessa mesma versão podemos encontrar a referida citação no livro dos Salmos (97:7b), a mesma pequena frase transcrita para o livro de Hebreus. Vamos comparar?

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: ‘E todos os anjos de Deus o adorem'” (Hebreus 1:6).

A tradução correta é: “E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (ou lhe prestem homenagens).

“O Senhor reina, regozije-se a terra; alegrem-se as numerosas ilhas. (…) Confundidos são todos os que servem imagens esculpidas, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele, todos os deuses” (Salmos 97:1,7).

A frase “prostrai-vos diante dele todos os deuses” refere-se a adoração a Deus, o Pai, e não ao Filho. Ou o autor da Carta aos Hebreus citou o texto corretamente, mas de forma tendenciosa, para provar que Jesus deve ser adorado, ou citou a frase corretamente, com a intenção de dizer que o Filho deve receber honras assim como Deus pai é honrado. Porém, os tradutores deturparam palavras do texto original. A expressão “deuses” refere-se aos anjos.

O certo é que Jesus é um anjo super-poderoso, e os anjos são seres criados; e nenhuma criatura deve ser adorada. Jesus é um anjo porque João o viu nessa condição de anjo, na ilha de Patmos, vestido de uma roupa talar (vestido de linho fino que chegava até os pés), e tinha os lombos cingidos com um cinto de ouro. Somente os anjos poderosos aparecem vestidos dessa maneira na Bíblia.

Aliás, Jesus é um anjo, mas Ele não possui asas. Jesus, quando ascendeu as céus diante da vista dos seus discípulos, ele não subiu voando, mas foi sugado por uma nave espacial que estava por trás das nuvens. Da mesma forma, parece-me que os varões (anjos) que apareceram aos discípulos, após a subida de Jesus aos céus, não possuíam asas.

“Tendo ele [Jesus] dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco” (Atos 1:9-10).

Parece-me que a crença de que os anjos possuem asas é mais uma lenda, ou fantasia imaginada pelos cristãos, ideias tiradas da leitura dos livros de Daniel, Ezequiel e Apocalipse, do que mesmo algo real.

Se anjos possuem asas, acredito que somente a classe dos querubins são seres alados. Jesus e o arcanjo Miguel não possuem asas. Acredito que até os anjos comuns não possuem asas. Talvez as ditas asas dos anjos sejam apenas peças de adorno.

Na Bíblia tem registro da aparição visível de anjos, mas nunca são descritos possuindo asas. Dois varões apareceram na tenda de Abraão, e segundo os melhores intérpretes, esses varões eram anjos de Deus. Esses dois varões se assentaram e comeram junto com Abraão, mas não são identificados com asas. Temos ainda a aparição visível de dois anjos na cidade de Sodoma, os quais foram lá para tirar de forma forçada a família de Ló por causa da catástrofe que estava preste a acontecer. Os moradores da cidade viram os varões, mas não os identificaram como sendo anjos.

Da mesma forma, também apareceu a Josué um homem muito forte que tinha na mão uma espada. Esse homem se identificou como “Príncipe do Exército do Senhor”. E Josué se prostrou diante dele em reverência. O texto fala que Josué se prostrou e o adorou. Mas essa versão da Bíblia que diz que Josué adorou o anjo é tradução tendenciosa de João Ferreira de Almeida. Na verdade, esse anjo poderoso trata-se do arcanjo Miguel, que é o Príncipe do Exército de Deus.

“Ora, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos, e olhou; e eis que estava em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. Chegou-se Josué a ele, e perguntou-lhe: És tu por nós, ou pelos nossos adversários? Respondeu ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué, prostrando-se com o rosto em terra, o adorou e perguntou-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: Tira os sapatos dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E Josué assim fez” (Josué 5:13-15).

Temos, ainda, o episódio da luta de Jacó com um anjo. Como a luta aconteceu de madrugada, quando ainda estava escuro, Jacó não conseguiu identificar o anjo do Senhor, e lutou contra ele com espada, imaginando que fosse um de seus inimigos. O anjo, na verdade, só fazia se defender. E quando já estava clareando o dia, o anjo atingiu com um golpe a coxa de Jacó para que ele parasse de o atacar. Quando o dia começou a clarear Jacó conseguiu identificar que aquele contra quem lutava era o anjo do Senhor. Aí ele se desesperou, porque sabia que o anjo estava lá para lhe trazer a resposta das suas orações. E implorou que o anjo lhe entregasse a mensagem. Quando os crentes comuns leem esse episódio sobre a luta de Jacó com um anjo, eles imaginam cada bobagem! Chegam a dizer que o anjo tocou a coxa de Jacó com a finalidade de o abençoar. Quanta tolice desses crentes! E ainda fazem até hinos com a interpretação errada dessa luta de Jacó com o anjo.

Ora, se o anjo com o qual Jacó lutou tivesse asas, por certo, Jacó não teria tido dificuldade em identificá-lo como o anjo do Senhor. Jacó lutou com espada contra o anjo imaginando que fosse um homem comum. A história da luta de Jacó com o anjo está bastante resumida. Se você ler o início do capítulo 32 de Gênesis vai constatar que Jacó viu vários anjos e disse que eles eram do Exército do Senhor. E o anjo que lutou com Jacó era um desses anjos, mas este não tinha asas, pois, o próprio texto diz que este personagem desconhecido era um homem.

“Jacó, porém, ficou só; e lutava com ele um homem até o romper do dia. Quando este viu que não prevalecia contra ele, tocou-lhe a juntura da coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, enquanto lutava com ele. Disse o homem: Deixa-me ir, porque já vem rompendo o dia. Jacó, porém, respondeu: Não te deixarei ir, se me não abençoares. Perguntou-lhe, pois: Qual é o teu nome? E ele respondeu: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido” (Gên. 32:24-28).

Porém, a ideia principal que os crentes tem a respeito dos anjos possuírem asas vem da leitura de Ezequiel capítulos 1 e 10 que fala a respeito dos querubins com quatro asas, da leitura de Isaías 6, que fala sobre os serafins que possuíam seis asas, e de Apocalipse 4, que também descreve anjos querubins com quatro asas. E nenhum desses querubins, nessas passagens, são seres reais. Os querubins de quatro asas, bem como os serafins de seis asas (que são os mesmos querubins) eram esculturas de anjos esculpidas ao redor da nave onde estava o trono de Deus. Esses querubins estavam fixados nos quatro cantos da nave espacial, e suas asas tocavam umas às outras, assim como se tocavam as asas dos querubins esculpidas sobre a Arca da Aliança. Essa Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial de Deus. E o trono de Deus fica postado sobre ela. Quando o texto diz que “se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa”, significa que o trono de Deus foi retirado de sobre a nave, mudando de lugar. O ruído das asas dos querubins na verdade era o barulho dos motores da nave, que eram movidos a propulsão. No capítulo 1 de Ezequiel o profeta consegue ver a nave vindo camuflada entre as nuvens, mas deu pra ele visualizar o jato de fogo expelido pelas turbinas dos motores a propulsão. As rodas que Ezequiel viu nada mais eram que rodas iguais às de um automóvel, que servia para a nave se locomover de um lado para outro sobre o chão. Ezequiel viu a nave surgindo de entre as nuvens e a primeira coisa que viu foi as esculturas dos querubins ao redor da nave. Ezequiel disse que os querubins tinha aparência de monstros, com cabeça de boi, de águia, de leão e de anjo. E pra completar o absurdo, disse que os querubins tinham pernas eretas e se pareciam com pés de bezerro. Ora, tudo isso indica que esses querubins eram esculturas desenhadas ao redor da nave. Diz ainda que esses querubins não se moviam por si só, e andavam sempre no sentido que a nave se movia sobre as rodas. As asas dos querubins não se mexiam, porque eram esculturas, e o ruído que o escritor sagrado diz que vinha das asas, não eram das asas, mas dos motores da nave. Fico imaginando porque os teólogos não enxergam o óbvio, e ficam imaginando coisas absurdas. Essas visões de Ezequiel não tem nada de “espiritual”. Todos os seres ditos “espirituais” são seres iguais a nós, humanos. A diferença é que eles são mais evoluídos e poderosos.

Veja os textos:

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam” (Ezequiel 1:4-12).

“Depois olhei, e eis que no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas giradoras, até debaixo do querubim, enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. E ele entrou à minha vista. E os querubins estavam de pé ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e uma nuvem encheu o átrio interior. Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa; e encheu-se a casa duma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor. E o ruído das asas dos querubins se ouvia até o átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala” (Ezeq. 10:1-5).

Depois dessas minhas explicações, será que você ainda vai ficar imaginando que os anjos possuem asas?

*******
MAIS ANÁLISE SOBRE OS ANJOS COM ASAS

Se ainda não se convenceu de que anjos possivelmente não possuem asas, atente para mais explicações.

Existe cerca de quatro citações na Bíblia falando a respeito de anjos voando, uma no livro de Isaías, outra em Daniel e duas no livro de Apocalipse.

“Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz” (Isaías 6:6).

“Sim, enquanto estava eu ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me à hora da oblação da tarde” (Daniel 9:21).

“E olhei, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com grande voz: Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra” (Apoc. 8:13).

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6).

A primeira coisa que se deve notar é que os anjos não são seres espirituais. Por quê? Porque se fossem seres viventes espirituais não precisariam de asas para voar, pois, a força de gravidade não afeta os espíritos. Na visão que Ezequiel teve sobre os quatro seres viventes, ele diz que os seres viventes se elevaram da terra para cima. Logo, a visão que Ezequiel teve (capítulos 1 e 10) não foi num suposto mundo espiritual, mas foi aqui mesmo na terra, no mundo físico. Ezequiel contemplou a visita de uma cápsula ou nave espacial que trazia sobre ela a glória de Deus (trono de Deus). E onde esta nave aportou? A nave desceu sobre o Grande Templo do Senhor, em Israel, e chegou a pousar no chão. Leia com bastante cuidado para você entender.

Anjos com seis asas - Serafins

Em Isaías 6 e Apocalipse 4 diz que os querubins (que são os mesmos serafins) tinham 6 asas. Já Ezequiel diz que cada querubim tinha 4 asas. Isaías diz que os serafins tinham 6 asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés, e com duas voam. Percebe-se um absurdo na interpretação literal dessa passagem bíblica. Como pode um querubim voar com os rostos tapados? Só na cabeça desses crentes malucos, que não sabem interpretar o texto e ficam imaginando ilusões. Os querubins ou seres viventes das visões de Ezequiel, Isaías, Daniel e João não eram seres reais; eram esculturas de anjos que adornavam a cápsula ou nave espacial que levava a tripulação divina.

ASAS QUE FAZEM BARULHO

Isaías diz que um dos serafins voou levando até ele brasas tiradas do altar e Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam estrondo. Podemos concluir que essas asas do anjo que voou não eram reais. Embora as asas fossem adornos, mas sob elas havia um motor a propulsão que faziam os anjos descer e se elevar do chão. Eis a razão do barulho das asas dos anjos.

Se os querubins possuem asas, porém, essas asas não são reais. No livro de Daniel, capítulo 7, temos a descrição de quatro animais simbólicos, e um deles diz-se que possuía asas como de águia, e outro possuía asas de ave. Esses animais simbólicos eram bestas da terra. Besta é qualquer animal selvático, como o boi selvagem (búfalo), cavalo, rinoceronte, etc. Portanto, esses quatro animais da visão de Daniel eram simbólicos, pois, é inadmissível existir um animal mamífero com asas de ave. Da mesma forma, é inadmissível crer que existam anjos (parecidos com os humanos) possuindo asas de ave. Se os anjos possuíssem asas, suas asas seriam parecidas com as de morcegos.

No livro de I Reis diz que Salomão mandou construir esculturas gigantes de uns querubins dentro do compartimento do Templo onde ficava posicionada a Arca da Aliança. As asas dos querubins ficam posicionadas sobre a Arca, como se estivessem protegendo as coisas dentro dela. Além dessas esculturas, havia mais duas esculturas pequenas de querubins fixadas sobre a Arca, postadas uma de frente para a outra, e suas asas se tocavam.

De acordo com as referências bíblicas, podemos notar que somente os querubins (ou serafins) são descritos como possuindo asas. Mas, essas asas não são reais, são adornos, e debaixo delas há um motor movido a propulsão, o qual serve para o querubim se locomover.

Para você ver que não podemos fazer interpretação literal dos textos bíblicos, sem uma profunda análise, veja o absurdo que se fala no livro de Salmos e livro de Crônicas:

“E montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.” (Salmos 18:10).

No salmo 18 Davi descreve poeticamente o Deus Todo-Poderoso como um grande dragão que cospe fogo e solta fumaça pelas narinas. E chega ao absurdo de dizer que ele monta nas asas de um querubim e voa. Mas, conclui afirmando que ele voa sobre as asas do vento. Ou seja, voa sobre uma coisa imaginária. E a imaginação não está na mente de Deus, mas na mente do salmista.

Se formos fazer interpretação literal desse texto, devemos entender que as asas dos anjos possuem motores movidos a propulsão, pois Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam bastante estrondo. Logo, percebe-se que eram estrondo dos motores sob as asas.

No livro de Apocalipse João tem a visão de uma águia voando sobre o céu proclamando juízos sobre a Terra; e mais na frente ele contempla um anjo voando no céu, proclamando um evangelho eterno aos habitantes da Terra. Sabemos que águia não fala. Sendo assim, podemos deduzir que essa “águia” era um anjo. E se o anjo voava, logo, ele se encontra num local onde existe força de gravidade, para poder existir lógica para o uso das asas. E segundo a concepção de reino espiritual, sabemos que não é necessário o uso de aves para os seres se locomoverem. Portanto, conclui-se que as visões que João teve foram num mundo físico, e não num mundo espiritual.

********
DEUS NÃO CONFIA TOTALMENTE NOS SEUS ANJOS, E TEME QUE POSSAM COMETER ALGUMA LOUCURA

“Eis que Deus não confia nos seus servos, e até a seus anjos atribui loucura” (Jó 4:18).

Apesar da frase de Jó 4:18 ser atribuída a Elifaz, amigo de Jó, acredito que ela resume uma verdade.

No final do livro de Jó, Deus ordena que Jó ofereça sacrifícios pelos seus amigos, porque eles não falaram bem a respeito de Deus. Isso não significa que tudo o que os três amigos de Jó falaram foi inverdades. Na verdade, o que eles “não falaram bem” foi a respeito do caráter de Deus. Se admitirmos que tudo o que os três amigos de Jó dissertaram foi devaneios de suas mentes, então, devemos considerar que nem tudo o que Jó falou foi verdades absolutas.

Os amigos de Jó também falaram muitas verdades. E uma dessas verdades é o que disse Elifaz em Jó 4:18. Deus não confia totalmente nos seus anjos, e teme que até possam cometer alguma loucura. Uma prova disso é o próprio querubim ungido, conhecido como Satanás, que se rebelou contra o seu criador.

Se Jesus é um anjo poderoso, logo, Ele não pode ser Deus, nem igual a Deus, pois, os anjos são criaturas passíveis de fraquezas e de cometer erros. Por essa razão, Jesus disse que não deviam chamá-lo de “bom”, porque bom mesmo só existe um, que é Deus. Mesmo contrariando a si mesmo, Jesus chegou a se intitular de o “Bom Pastor”, em João 10. Isso não significa que Jesus era esquizofrênico. Ou seja, uma hora dizia que não deviam chamá-lo de “bom Mestre”, e depois, dizia que era o “bom Pastor”.

********
JESUS, O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

O emprego da expressão “Deus Unigênito” em João 1:18, na Bíblia Almeida Corrigida, foi traduzida de forma tendenciosa, para justificar a doutrina da deidade de Jesus.

Na Bíblia de Jerusalém o verso de João 1:18 está traduzido corretamente.

“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Bíblia de Jerusalém).

O apóstolo João empregou de forma errada a palavra “unigênito” para se referir a Jesus durante a narração do Evangelho. A palavra correta é PRIMOGÊNITO. O vocábulo “unigênito” está errado porque não existe nenhuma concordância na Bíblia a respeito desse termo utilizado por João, pois, nenhum outro escritor do Novo Testamento empregou essa palavra para se referir a Jesus. Alguns estudiosos alegam que João se utilizou de um termo de cunho esotérico para dizer que Jesus é um ser divino que eclodiu (foi dado à luz) de dentro do próprio Deus.

Jesus é um anjo. Portanto, é uma criatura. Na verdade, Jesus foi o primeiro ser vivo perfeito a ser criado. Ele sempre esteve com Deus desde o dia em que foi criado. Quando a Bíblia diz que Ele é o princípio da criação de Deus, significa que Ele foi a primeira criatura perfeita a ser criada. E todas as outras coisas foram criadas por intermédio dele, menos o Universo, porque este sempre existiu.

Perceba que João escreveu o Apocalipse, mas ele não emprega a palavra “unigênito” para se referir a Jesus, mas utiliza a expressão “princípio da criação”, que significa “primogênito da criação”.

O apóstolo Paulo emprega corretamente a palavra “primogênito” para afirmar que Jesus foi a primeira criatura perfeita criada por Deus. Jesus disse que “antes que Abraão existisse, eu sou”. Ora, se Jesus sendo um Anjo Poderoso, o braço direito de Deus, se encarnou para morrer pela humanidade, logo, ele já existia com Deus antes da criação de Adão e Eva, e antes do surgimento de Abraão, mas não era Deus. Ele estava com Deus no princípio, mas não era Deus Todo-Poderoso. No livro dos Salmos os anjos são chamados de “deuses”. Jesus e os anjos podem ser considerados seres divinos, pois, vivem nos céus, mas não são deuses iguais a Deus Todo-Poderoso. São criaturas.

“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Apoc. 3:14).

“Princípio da criação” significa o “primogênito da criação”, o primeiro ser perfeito a ser criado.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (Hebreus 1:6).

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

A RACIONALIDADE NÃO É DESENVOLVIDA INTEGRALMENTE PELOS RELIGIOSOS

*******
“O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei” (Oseias 4:6).

Só existem crenças absurdas e infundadas porque o homem não usa 100% a sua racionalidade.

Nunca discuta com pessoas burras

*******
Os humanos se diferenciam dos animais por uma característica especial: a racionalidade. Nós, humanos, somos seres racionais porque pensamos e temos consciência da nossa existência e do mundo em que vivemos. Já os animais, por serem irracionais, não têm noção da própria existência e nem do mundo que os cerca.

Por causa da consciência, nós humanos, sabemos discernir entre o certo e o errado, entre o justo e o injusto, entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio, entre a vida e a morte, entre a paz e a guerra; entre o real e o imaginário. Temos plena convicção que somos seres mortais e que um dia todos nós iremos morrer.

Conta-se que certo filósofo estava sentado, pensativo, num banco de praça de um lugarejo qualquer quando de repente uma pessoa desconhecida se aproximou e lhe perguntou: “Quem é você, de onde você veio e para onde você vai?” Aí ele respondeu: “É exatamente isto que estou há muito tempo querendo saber. Quem sou eu, de onde vim e para onde vou”. Na verdade, esses tipos de questionamentos são exageros filosóficos, pois, todo ser humano, sendo racional, sabe quem é, de onde veio e para onde vai. Ou seja, todo ser humano sabe ou devia saber que é uma espécie animal que surgiu na Terra (seja por criação ou por evolução), que nasceu, cresceu e vai gerar descendentes, e depois irá envelhecer e morrer como os demais seres mortais. O problema é que os filósofos religiosos querem levar essa polêmica para além das razões humanas. Aí ficam questionando: Será que foi Deus que criou o homem na Terra ou foram os extraterrestres que nos colocaram aqui? Qual o propósito da nossa existência aqui na Terra? Será que após a morte tudo se acaba ou somos encaminhados para um plano transcendental superior ou inferior? E por aí vai os questionamentos.

RACIONALIDADE X CONSCIÊNCIA

O que é ser racional? Será que racionalidade é sinônimo de consciência?

Nem todos os conhecimentos das ciências humanas devem ser tratados como verdades absolutas. Até mesmo nas ciências ditas “exatas” há estudos que carecem de aperfeiçoamento.

Sobre a questão da racionalidade e da consciência humana existem bastantes estudos científicos, embora não se constituam em verdades absolutas.

Vejamos os significados de ‘ética’, ‘instinto’, ‘inteligência, ‘razão’, ‘racional’, ‘irracional’ e ‘consciência’.

Ética“Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Instinto “Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado”.

Inteligência –  “Faculdade de aprender, compreender as coisas, própria da espécie humana e também dos animais superiores; maneira de entender ou interpretar; destreza mental; habilidade”.

Razão“Faculdade que tem o ser humano de avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juízo; inteligência; bom senso; juízo; prudência”.

Racional “Que usa da razão; que raciocina; que se deduz pela razão”.

Irracional“Não racional; onde a razão não intervém; que não raciocina; contrário à razão”.

Consciência“Atributo altamente desenvolvido na espécie humana; faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados; conhecimento imediato da sua própria atividade psíquica ou física; conhecimento, noção, ideia”.

Acredito que a consciência é um atributo diferente da racionalidade. Porém, ambas caminham juntas na espécie humana. A consciência veio depois da racionalidade, e é um atributo inerente da espécie humana. A racionalidade foi se desenvolvendo aos poucos, mas a consciência parece que surgiu num passe de mágica. Os animais superiores não são totalmente irracionais. Todos os animais superiores desenvolvem algum nível de racionalidade. O problema é que os estudiosos dessa área do conhecimento humano não admitem que os animais possam pensar ou raciocinar.

Sei que é difícil admitir que um animal pense ou raciocine. Porém, como sei que as definições de racionalidade e consciência não são verdades absolutas, posso admitir que os animais superiores desenvolvem algum nível de raciocínio. Sabemos que o pensamento ou raciocínio se desenvolve no cérebro, na cabeça, e também sabemos que todos os animais superiores possuem cabeça e cérebro, embora em estágio menos desenvolvido em relação aos humanos. Se existe cérebro nos animais, então existe a possibilidade de pensamento, embora não seja lógico e organizado.

Se o homem veio de um ancestral primata que não desenvolvia a racionalidade, e evoluiu até atingir a consciência plena, por que não podemos admitir que outras espécies de animais ainda estão em estágio de desenvolvimento cerebral, até que possa atingir a consciência? Se não podemos admitir isso, então, temos que acreditar que o homem foi uma criação de Deus, e que já trouxe em si a faculdade da consciência ou racionalidade.

Na natureza existem certos animais que se organizam e planejam a melhor forma de como capturar uma presa, como no caso dos leões. Ora, será que isso não é uso do raciocínio e do pensamento! Sei que é difícil se admitir tal conjectura. Mas, o conhecimento nessa área ainda não é conclusivo. Posso estar certo ou errado.

Os elefantes, por exemplo, são animais que possuem cérebros tão evoluídos que, se fossem conscientes e tivessem cordas vocais como os humanos, falariam e conversariam uns com os outros. Alguns biólogos acreditam que os elefantes raciocinam, pois, executam ações que exigiriam reflexão e raciocínio.

Os seres humanos, apesar de possuírem a consciência inata, não desenvolvem conhecimentos e habilidades sem raciocínio e sem experiências. Da mesma forma os animais superiores também carecem de experiências e pensamentos para desenvolver habilidades. A diferença básica entre homens e animais é a consciência, e não a racionalidade. Os animais também desenvolvem certo nível de racionalidade. O tempo é o senhor da razão. Se meus questionamentos são inadmissíveis, é porque ou estou equivocado ou meu conhecimento é maior do que os que foram oficializados como verdades. Toda pessoa que questiona as coisas além do senso comum, é taxada de louca ou herege.

Uma coisa eu sei: É menos burrice acreditar que um animal possa pensar, mesmo que de forma ilógica, do que crer que uma cobra possa falar mesmo sem possuir cordas vocais, que anjos/querubins possuem quatro ou seis asas, que no céu tenha criações de cavalos alados, ou que uma galinha se transformou em dinossauro e que o homem evoluiu de um primata.

“Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1).

“Cada um tinha quatro rostos e cada um quatro asas; e debaixo das suas asas havia a semelhança de mãos de homem” (Ezequiel 20:21).

“Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava” (Isaías 6:2).

“Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apocalipse 19:14).

Embora os animais superiores não desenvolvam o senso de ética e de justiça – visto que não possuem consciência –, mas todos desenvolvem algum nível de inteligência e racionalidade, mesmo pequeno que seja. Os estudiosos dizem que os animais agem por instinto, e uns apresentam alto grau de inteligência, mas que esta não está ligada à racionalidade. Porém, sabemos que os animais tem noção do perigo, sabem que podem morrer, sabem que o fogo queima; sabem que, se cair de um precipício, podem morrer; sabem que se morder com força pode ferir o seu semelhante. Em outras palavras, os animais desenvolvem um nível de inteligência, e a inteligência está relacionado à racionalidade. Só é inteligente quem possui algum nível de racionalidade. E a racionalidade deriva da razão de ser das coisas. O joão-de-barro, além de construir sua casa de alvenaria, a constrói próximo a um enxame de mariposas, com a intenção de proteger suas crias dos predadores. E as abelhas, será que elas constroem suas colmeias de forma tão engenhosa apenas por inteligência, ou há uma pitada de racionalidade nisso? Acredito que os animais não fazem certas coisas inteligentemente sem pensar. Certos animais também pensam antes de realizar as coisas. Temos muitos exemplos disso na natureza. A mosca não tem a mesa capacidade cerebral das abelhas. Existe algo muito superior no cérebro das abelhas. Os animais sabem que podem cair e se machucar e morrer; os animais que não sabem nadar, sabem que se cair na água podem morrer afogado. Ora, o que é isso? É força do instinto, é inteligência ou racionalidade? Lógico que deve ter um pouco de racionalidade nisso. Se inteligência é destreza mental, logo, os animais superiores possuem mente, pois, também são inteligentes. E se possuem mente, eles de certa forma desenvolvem algum nível de raciocínio. A espécie humana, devido ao desenvolvimento maior e mais complexo do cérebro, possui um alto nível de racionalidade. E a consciência veio para se somar à racionalidade. Acredita-se que a consciência humana surgiu devido ao número elevadíssimo de sinapses ou conexões neurais do cérebro. Partindo desse princípio, os cientistas estão tentando desenvolver um computador que simule trilhões de conexões neurais, de forma que se torne uma máquina consciente. E acredito que esse feito não é impossível de se realizar. O computador é uma máquina, e age com inteligência ou com certo nível de racionalidade, porém, não possui consciência.

TODO SER HUMANO QUE FAZ USO CORRETO DE SUA RACIONALIDADE É PERSEGUIDO E CRITICADO

Um dos juristas mais respeitados da atualidade é o prof. Alysson Leandro Mascaro, jurista e filósofo do direito e professor da Faculdade de Direito da USP. Em uma de suas palestras, o prof. Alysson destaca a perseguição que sofreram os filósofos da antiguidade, que ensinavam a verdade sobre as coisas, mas que os políticos e religiosos da época não aceitavam. Os filósofos da antiguidade romperam com o misticismo e com as crenças, e passaram a pensar o mundo racionalmente, por isso, foram perseguidos. Mataram o filósofo Sócrates à semelhança de Cristo por ter contrariado as crendices de sua época. Da mesma forma também o filósofo Platão foi preso, perseguido e exilado. Aristóteles também foi perseguido. Na verdade, como diz o prof. Alysson, o verdadeiro filósofo recebe pedradas do seu tempo e não aplausos. Referiu-se ainda à perseguição que sofreu o matemático e astrônomo Galileu Galilei.  Diz o professor: “Durante a história do Cristianismo, o Cristianismo não aceitou um pensamento filosófico que fosse divergente dele próprio. A Idade Média teve uma fé consolidada, teve uma doutrina religiosa consolidada e todos aqueles que foram melhores do que a própria religião, do que o próprio pensamento religioso, eram os hereges. Se alguém dissesse que se nós somos cristãos, Jesus é nosso irmão, então todo mundo é irmão um do outro, e que portanto, vamos dividir toda a comida do mundo entre todas as pessoas, porque todos são irmãos, no tempo no qual a humanidade na Idade Média já era cristã, mas era feudal (era só um senhor feudal que tinha tudo; o resto passava fome), se alguém dissesse que ser cristão é dividir o pão com todas as pessoas, este era herege, e os cristãos mandavam pra fogueira. Joana D’Arc é um exemplo de mulher que, ao contestar, o seu tempo e a religião, só lhe restou o caminho da fogueira. Então, se nós observarmos, a História da humanidade nunca gostou da própria filosofia, nunca gostou de um pensamento mais avançado. Giordano Bruno, por falar que não é o sol que gira ao redor da Terra, mas o contrário, foi a Igreja cristã que mandou matá-lo. Com Galileu Galilei quase aconteceu a mesma coisa. Resultado: a história das religiões não gosta da filosofia; também não gosta da Ciência, não gosta da racionalidade, tirando-se raras exceções”.

“Aquele que pensa longe, em geral, ele contrasta com o seu tempo e recebe as pedradas do seu tempo”. (prof. Alysson Leandro Mascaro).

Não defendo o puro racionalismo, mas acho que as nossas crenças religiosas devem ser sustentadas por algo mais racional.

A LEI PRIMORDIAL DA RACIONALIDADE HUMANA

A Lei primordial da racionalidade humana é a capacidade de discernir entre o que existe e o que não existe, entre o que é real e imaginário. Se alguém acredita em coisas que não tem certeza se existem, e vive em função delas, então, este não está fazendo uso da Lei primordial da racionalidade; e, portanto, não está sendo 100% racional.

O problema em aceitar o meu argumento é que, na concepção dos religiosos, o contrário de ‘crer’ chama-se ‘ceticismo’. Só que não é bem assim a definição de ceticismo. Cético não é aquele que não crê em coisas espirituais. Ceticismo é o estado de quem duvida de tudo; que tem descrença total, não só no campo material, mas no espiritual, na capacidade humana de chegar a qualquer conhecimento ou verdade absoluta.

O ato de crer não está relacionado somente a assuntos espirituais. Não crer em algo não quer dizer que eu seja cético ou semirracional ou demasiadamente racional. Ao contrário, se digo que não creio porque não há provas se algo existe, se é real ou imaginário, logo, estou fazendo uso correto da razão ou racionalidade; estou agindo racionalmente. Mas, se digo que creio em algo mesmo não tendo provas se é real ou imaginário, logo, não estou fazendo uso pleno da racionalidade. Neste último caso, a pessoa não está agindo por si mesma, mas está sendo induzida por uma crendice ou por uma doutrinação religiosa. Ou, em último caso, está fazendo uso do seu livre arbítrio, acreditando em algo imaginário por pura teimosia.

Nós, humanos, somos racionais e conscientes da nossa existência. Sabemos que existimos porque pensamos e enxergamos o mundo ao nosso redor; porque vemos e ouvimos outras pessoas falar e interagir; porque sentimos dores, frio, calor, a paz, a tempestade e a bonança. Temos noção do mundo que nos cerca e das coisas físicas que existem na Terra e no Universo. Porém, existem coisas que muitos humanos imaginam existir, mas não podem provar que aquilo exista realmente. Logo, esse “distúrbio” não faz parte da racionalidade. Pois, se você acredita em algo imaginário, que não se pode provar pela razão, isso não é atitude normal de um ser racional. Neste caso, mesmo a pessoa sendo racional, ela não está fazendo uso pleno de sua racionalidade, e age por teimosia ou por causa de uma doutrinação religiosa.

UMA DAS CARACTERÍSTICAS DO SER RACIONAL É A CAPACIDADE DE DISCERNIR ENTRE O QUE EXISTE E O QUE NÃO EXISTE; ENTRE O QUE É POSSÍVEL E O QUE NÃO É POSSÍVEL EXISTIR; ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO.

Mesmo o ser humano sendo racional, ele pode optar por acreditar naquilo que lhe der na telha. Só que isso acontece porque ele mistura crendices religiosas com sua racionalidade. Na verdade, junto da racionalidade está a liberdade humana e o livre arbítrio. E tudo isso misturado, faz com que muitos seres ditos racionais, ajam como seres semirracionais. Não é porque temos livre arbítrio que vamos acreditar em coisas que não temos certeza se existem. Temos que colocar a mão na consciência e ver se estamos usando 100% a nossa capacidade de raciocinar ou se estamos deixando outras pessoas pensarem por nós – no caso, os religiosos.

Chegará o tempo em que a humanidade estará num estado tão avançado culturalmente que as autoridades proibirão toda crença religiosa baseada em teorias que são impossíveis de serem comprovadas cientificamente e pela razão. Portanto, antes desse dia chegar, os crentes devem fundamentar suas crenças em algo mais racional, que seja possível um dia ser comprovado pela Ciência.

O físico Albert Einstein formulou várias teorias sobre as leis que regem a organização da matéria e do Universo, que não puderam ser comprovadas cientificamente em sua época, mas que agora os cientistas modernos estão conseguindo comprovar, devido ao avanço tecnológico. De igual modo, os teóricos evolucionistas também criaram alguns postulados sobre a mutação e transição de uma espécie para outra espécie – o tal elo perdido –, mas que ainda não puderam ser comprovados pela Ciência. Mas, se não for possível achar o elo perdido, então, os naturalistas deverão abandonar suas teorias infundadas, e não ficar na teimosia de acreditar em coisas que se sabe que nunca poderão ser comprovadas. Mesmo que os cientistas sustentem a Teoria do Big-Bang e a Teoria da Evolução sem apresentar provas convincentes, porém, ninguém vive em função dessas coisas. Ninguém vive adorando os dinossauros e nem venerando os ancestrais do homem. Já em relação às teorias e crenças religiosas, mesmo que nunca haja comprovação que algo exista, os crentes não deixam de crer, e prosseguem ensinando coisas imaginárias, e vivem em função delas. No caso dos religiosos, eles fundamentam suas crenças não como teorias, mas como verdades absolutas. E isso não é atitude normal de quem é racional. A doutrina de Deus deveria ser chamada de teoria da existência de Deus. A doutrina da criação de Deus deveria ser chamada de teoria da criação divina. A doutrina da Trindade deveria ser tratada como teoria e não como uma verdade absoluta. Os teólogos fundamentam suas crenças como verdades absolutas porque partem da premissa de que a Bíblia é a “verdade absoluta”. Fundamentam certas crenças que não podem ser comprovadas pela razão como verdades absolutas, e vivem em função delas. Chegará o dia em que as autoridades proibirão qualquer tipo de crença que se sabe que nunca poderá ser comprovada cientificamente.

Quando estudava sobre o tal “elo perdido”, cheguei a pensar que pudesse existir uma raça da espécie humana ainda em estágio de transição da condição de semiconsciente para consciente, ou de semirracional para racional. Segundo a Teoria da Evolução, o homo sapiens evoluiu de um ancestral mais desenvolvido que um primata, uma espécie de hominídeo que ainda não era consciente. Mas, parece que depois do homo sapiens (homem inteligente), a espécie humana não evoluiu muito, ou ainda está caminhando lentamente em estágio de evolução, e não se encontra plenamente consciente ou racional. Porém, muitas pesquisas foram feitas sobre as diversas raças da espécie humana, e constatou-se que as raças mais primitivas, como os índios americanos, os aborígenes australianos e pigmeus da África mantinham o mesmo grau de evolução craniana, e mostraram-se plenamente conscientes e inteligentes. Apesar desses estudos, acredito que nem todas as pessoas que nascem desenvolvem o mesmo grau de consciência e racionalidade.

Até hoje os paleontólogos não conseguiram encontrar o elo perdido ou fóssil da espécie humana em estágio de transição da condição de irracional para semirracional ou semiconsciente. Sempre o estágio encontrado é de irracional para racional. Parece que a consciência humana surgiu num piscar de olhos. O homo sapiens, não sendo racional, dormiu e acordou como um ser racional. Por causa disso, os religiosos desacreditam na Teoria da Evolução e afirmam categoricamente que a espécie humana foi uma criação especial de Deus, e desde quando o homem foi criado, já desenvolvia a plena consciência e racionalidade. Se por um lado os teóricos evolucionistas estão certos, há um ‘porém’ nisso tudo. Segundo a Paleontologia e os estudos da Pré-História, há um curto espaço de tempo na transição quando os humanos deixaram a condição de bárbaros para se tornarem civilizados. Se foi necessário se passar milhões de anos para os hominídeos se tornarem homens inteligentes, até chegar à condição de racional, por que os períodos pré-históricos conhecidos como pedra lascada (paleolítico) e pedra polida (neolítico) são medidos em milhares de anos e não em milhões de anos? Portanto, por ser muito curto o tempo entre o período paleolítico e neolítico, a espécie humana ainda se encontra em estágio de formação da consciência e racionalidade plena. No entanto, não creio em tudo que ensina a Teoria da Evolução. Acredito que a Raça Adâmica foi uma criação especial de Deus.

SOBRE O ELO ACHADO

O peixe-boi da Amazônia pode ser um modelo de “elo achado”. Pois, esta espécie de mamífero aquático parece estar em estágio de transição ou mutação entre uma espécie e outra. Ou o peixe-boi é um boi que está evoluindo para se tornar um peixe, ou é um peixe que está evoluindo para se tornar um boi.

O MUITO CONHECIMENTO TAMBÉM AJUDA A DESENVOLVER A RACIONALIDADE, MAS NÃO É SUFICIENTE.

Se é verdade que o homem (raça dos Atlantes e raça Adâmica) evoluiu de um ancestral não racional, não consciente, então, ele ainda se encontra em estágio de aperfeiçoamento de sua racionalidade e de sua consciência. Existem pessoas que já desenvolvem a plena racionalidade desde pequeno, pois, não acreditam em coisas que não se podem provar. Enquanto que tem outros que mesmo tendo muita cultura ou alto grau de estudo, mesmo assim, acredita em coisas que não se podem provar. É o caso dos religiosos. Mas há também pessoas não religiosas que acreditam em fantasias. Eu, por exemplo, desde os quatorze anos de idade, convivi na igreja ouvindo sermões dos pastores nos cultos de doutrina e lendo ensinos das revistas de escola dominical, além de ter lido toda a Bíblia e mais outros livros teológicos, mas nunca fui um crente fanático, acreditando nas coisas ditas “espirituais” de qualquer jeito. Nunca achei que certos ensinos bíblicos são verdades absolutas. Sempre busquei respostas para as minhas dúvidas, embora não externasse nada para os pastores, pois, se as externasse, eles iriam dizer que eu estava precisando me converter novamente e ler direito a Bíblia.

Adquirir muito conhecimento na área da Ciência e na área teológica também ajuda a desenvolver a racionalidade, desde que o tal conhecimento adquirido sirva para sanar as dúvidas que inquietam a consciência humana. Tem pessoas com ensino superior, e que fazem curso de Teologia, mas, estudam por estudar, só para fixar regras da Hermenêutica, da exegese, da homilética, da escatologia e do corpo de doutrinas da denominação a qual pertencem, mas não  usam esses conhecimentos para questionar a veracidade de suas crenças. Seja verdade ou não, o importante é que se formam em Teologia, e vivem em função de suas crendices.

Só sei de uma coisa: o ser humano que desenvolve ou exercita a sua racionalidade é mais lúcido, e não fica sujeito ao engano religioso.

O ser humano que desenvolve mais a sua racionalidade não tem instinto assassino nem atitude de desonestidade; é pacato, preza pela paz, melhora seu senso de justiça e sentimento de amor pelo próximo.

As pessoas religiosas tendem a ser mais corruptas porque não desenvolvem plenamente a sua racionalidade. Aqui no Brasil, por exemplo, os grandes políticos e empresários presos por corrupção são pessoas religiosas, e não demonstram nenhum remorso por serem desonestas. No Japão, país onde a maioria da população é ateísta, o político ou agente público preso por corrupção demonstra grande constrangimento e remorso, e muitos até se suicidam. Os países europeus são desenvolvidos culturalmente e economicamente, e são países onde há menos corrupção e baixíssimo índice de criminalidade, e grande parte da população é ateísta, não seguindo nenhuma religião ou credo. De certa forma, adquirir bastante conhecimento também ajuda a desenvolver a racionalidade. E o desenvolvimento da racionalidade melhora o ser humano enquanto pessoa.

A QUESTÃO DA FÉ RELIGIOSA

O surgimento da fé religiosa foi o motivo de todo esse embaraço na mente dos seres racionais. Por causa da fé religiosa, muitos humanos ficam com preguiça de pensar, e não fazem uso de 100% de sua capacidade de raciocinar. Limitam-se a acreditar no que os livros de suas religiões ensinam e não procuram questionar nada. Geralmente os crentes não usam 100% da sua capacidade de raciocinar e deixam que os líderes religiosos, fundadores de seitas, pensem por eles.

Na Bíblia existe a definição de fé de acordo com a visão religiosa. E para os crentes, isso é mais do que suficiente, pois, não podem questionar nada. Vejamos:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

Vejam que quase nenhum crente comum ou teólogo questiona se essa definição de fé religiosa está certa ou errada. Eles não questionam porque já tem a mente condicionada para acreditar em tudo o que está escrito na Bíblia. “Se a Bíblia diz, então, é verdade” – dizem. Ou seja, para o crente, se algo está escrito ou definido na Bíblia, então é uma verdade absoluta e não se pode questionar. Só que essa atitude impensada tem levado muitos incautos a acreditar em coisas absurdas, além da racionalidade humana.

Observe que a primeira parte da definição de fé, de Heb. 11:11, está correta. Mas, a segunda parte não é uma verdade absoluta, pois, fé não é prova de nada. A minha fé não me garante (não prova) que se hoje eu jogar na mega-sena, amanhã eu serei um milionário. Mas, o crente fanático pode dizer que eu não ganho na loteria por falta de fé. Ora, ora, ora! E se eles têm bastante fé, por que nunca ganham o grande prêmio da loteria? Logo, percebe que esse conceito de que “fé é a prova das coisas que se não veem” não passa de uma grande furada.

TIPOS DE FÉ

Há pelo menos quatro tipos de fé. E a quarta é igual à terceira.

Primeiro: a fé que é sinônimo de confiança e esperança, mas que não é prova de nada. Esse tipo de fé é comum e normal, e está dentro da racionalidade humana. Sobre esse tipo de fé temos exemplos na Bíblia. Esse tipo de fé é o ato de acreditar no impossível, e não no imaginário.

“E que mais direi? Pois me faltará o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas; os quais por meio da fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros” (Hebreus 11:32-34).

Segundo: a fé que é um testemunho autêntico que determinados pessoas dão por escrito com sua devida assinatura; ou declaração que se faz perante um juízo ou no julgamento de uma causa na justiça acerca de atos ou fatos que se diz serem verdadeiros.

Terceiro: a fé ou crença religiosa naquilo que não se pode ver ou comprovar materialmente (e muito menos espiritualmente). Esse tipo de fé é a base dos ensinos teológicos. Sem a fé religiosa não existe Teologia. Para os religiosos, esse tipo de fé é normal. E para provar, utilizam-se de muitos textos bíblicos, principalmente os da Epístola aos Hebreus. Porém, todas as crenças baseadas na fé religiosa não passam de teorias ou imaginações da mente humana. Toda a crença em Deus, no céu, no inferno, no Diabo, nos anjos e nos demônios é baseada em teorias. Não existe nenhuma prova concreta de modo que se possa afirmar categoricamente que essas coisas imaginárias das crenças religiosas existam. Vejamos o texto extraído da Epístola aos Hebreus:

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial” (Hebreus 11:13-16).

Ora, esses três últimos textos que acabei de citar extraído da Epistola aos Hebreus são apenas suposições de algo que se imagina ser ou existir. Por exemplo, o texto diz: “Todos estes [homens e mulheres crentes] morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria”. O que é isso, senão imaginações da mente do escritor! E o próprio diz que esses crentes não alcançaram as promessas, mas através da fé, imaginaram que um dia alcançariam. E na verdade, eles não imaginaram coisa nenhuma sobre pátria nos céus. O escritor é que diz que eles imaginaram, pois, segundo o ensino do Judaísmo, os hebreus jamais tinham por esperança uma pátria nos céus. A esperança que tinham era de um dia ressuscitar e habitar aqui mesmo na Terra, num reino preparado por Deus para eles. Logo, esse tipo de fé ou crença religiosa não prova nada, não é certeza de nada. Para o crente, a questão da fé no imaginário é coisa “normal”. Mas, é “normal” para quem não faz uso de 100% da sua racionalidade. Porque, se a pessoa botar a cabeça pra funcionar, vai constatar o tanto de ilusões que sua mente alimenta.

Quarto: a fé que é sinônimo de teimosia, ignorância ou burrice, a famosa fé cega. Esse tipo de fé acontece porque a pessoa faz pouco uso de sua racionalidade. Ela tem preguiça de pensar, não questiona a fundo as coisas, e deixa a ignorância lhe dominar a mente. Quando o crente é questionado a mostrar uma prova que Deus existe, ele faz referências a um monte de coisas que não se pode provar. Como ele não pode apresentar nenhuma prova concreta de que Deus exista, então, ele parte para a teimosia ou ignorância, e diz que acreditar em Deus é questão de fé. E acredita, e pronto, e acabou-se. Logo, conclui-se que essa atitude do crente não é plenamente racional. Ele permanece na sua crença em algo que não se pode provar por pura teimosia ou por ignorância.

CONCLUSÃO

Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível” (Mateus 17:20). Muitos crentes tomam esse ensinamento de Cristo de forma literal, achando que alguém com muita fé pode remover uma montanha de lugar, ou fazer um avião cair, ou uma pedra flutuar. Onde já se viu alguém removendo uma montanha de lugar? Nem mesmo Deus fez isso. Quando os israelitas estavam no deserto fugindo do Egito e da ira de Faraó, cercados de montanhas por todos os lados, por que Deus não removeu as montanhas para que o povo pudesse passar? Será que era mais fácil remover as águas do Mar Vermelho que remover uma montanha de lugar? Na verdade, Jesus estava ensinando seus discípulos a ter confiança firme e inabalável em seus propósitos. Com confiança em Deus e muito otimismo o crente pode fazer o impossível – mas dentro da racionalidade. É isso que Jesus quis nos ensinar.

Portanto, se somos seres racionais e conscientes, temos que ter mais do que a fé cega para firmarmos a nossa crença em Deus. Por isso, todo o meu ensino sobre a Bíblia, Deus, os anjos, Satanás, céu, inferno, demônios, ressurreição e doutrina das últimas coisas é baseado e fundamentado na razão e não em fé cega. O autor da Epístola aos Hebreus diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Porém, acho que essa afirmação não é uma verdade absoluta. Trata-se de uma opinião exagerada, vinda de um religioso muito fanático. Pois, se isso for uma verdade absoluta, a conclusão que se tira é que Deus gosta que os crentes exercitem a fé cega para que possam ser mais facilmente manipulados. E eu não quero ser manipulado por ninguém. Se Deus nos concedeu o livre-arbítrio, por que temos que escolher ser manipulado por Ele? Não acho que Deus quer que os crentes acreditem n’Ele de qualquer maneira, e obedeçam cegamente aos seus mandamentos sem questionar nada. Para isso temos a capacidade de discernir entre o que é normal e absurdo.

Eu acredito em Deus, nos anjos e em Satanás, mas não da forma como 99,9% dos crentes acreditam. Acho uma grande bobagem acreditar que Deus é um ser infinito, maior que o próprio Universo, e que, apesar de subsistir em forma de Espírito, é um ser pessoal, e mesmo assim, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo e sabe de tudo que acontece, pois, nunca dorme. Como um ser pessoal e ‘definido’ pode estar presente ao mesmo tempo em todos os lugares? Só sendo louco mesmo para acreditar em tamanha discrepância! Acreditar em Deus dessa maneira, para mim, é o cúmulo da loucura humana. E para piorar ainda mais a loucura, os crentes acreditam que Deus é um ser composto de três pessoas em uma só (a tal trindade), e apesar de cada um ser distinto e agir separadamente, mas os três são indivisíveis. Porém, se um deles quiser se encarnar, ele se separa do corpo misto e vem aqui na Terra, mas continua sendo onipresente e onisciente. Existe maior loucura do que esta dos crentes?!

Não creio que Deus tenha criado o Universo, mas, sim, que Ele surgiu dentro do Universo. O Universo sempre existiu com toda sua matéria (massa) e suas leis inerentes, e vive em constante revolução, onde os elementos químicos e os astros (estrelas e planetas) se criam e se organizam, se destroem e se recriam. A idade do Universo é estimada em mais de 13 bilhões de anos, e a idade da Terra em cerca de 4,5 bilhões de anos. O homem inteligente surgiu há milhares de anos, enquanto que Deus surgiu há milhões ou bilhões de anos. Acredito que Deus foi o primeiro ser vivo de uma espécie que surgiu no Universo e evoluiu a tal ponto de se tornar um ser perfeito. E creio também que Deus realizou criações dentro do Universo, mas não criou a Terra.

Sinceramente, acho uma grande idiotice a crença popular que imagina que Deus estava adormecido eternamente no “nada” (no éter, de onde vem o termo eterno), e de repente acordou, e resolveu criar o Universo, criar a Terra, e depois criar o homem, tudo isso num período de 6 ou 10 mil anos atrás. O ser humano que alimenta essa crendice louca não merece ser chamado de ser racional, mas, sim, de hominídeo, com mente medíocre e pré-histórica.

É ilógico imaginar que Deus estava adormecido no “nada” e, de repente, acordou e resolveu criar as coisas, visto que a doutrina de Deus diz que Ele é um ser perfeito, infinito, completo, e não necessita de nada material que lhe propicie prazer. Antes de Deus criar os anjos, a Terra física e o homem há 6 mil anos atrás, onde Ele estava, e o que fazia? Se Deus é eterno, e todas as coisas físicas e seres mortais vieram depois dele, onde Ele estava e o que fazia? A conclusão lógica é que Deus teve um princípio. E se não teve princípio, então, Ele é parte integrante da própria matéria física. O termo “eterno” significa “aquele que está adormecido no éter”. E o éter é um antigo termo esotérico utilizado para designar a massa do Universo em seu estado primário onde Deus estava adormecido. Tem lógica um absurdo sem tamanho como este?

Quando eu vivia enganado pelos ensinos religiosos, aprendi que Deus havia criado o mundo através do poder de sua palavra, isto é, através do poder de sua voz. Ou seja, Ele ordenou que as coisas fossem criadas e tudo foi se criando de forma perfeita e organizada. Depois, aprendi na escola secular que o Universo ainda continua em expansão infinita, formando astros, sistemas solares e outras galáxias. Aí me lembrei do que tinha aprendido na igreja, e “entendi” que o Universo continuava em expansão infinita por causa do poder da voz de Deus que até hoje continua ecoando no espaço infinito. Mas, depois que “cresci” no conhecimento, vi o quanto de bobagens a gente aprende na igreja com os religiosos. E, na verdade, os cientistas e astrônomos não têm provas concretas de que o Universo continua se expandindo. Os astrônomos observam através dos telescópios que as galáxias mais distantes estão se afastando uma das outras em grande velocidade. Mas, isso é falta de bom senso. Se nós estivéssemos fora da Terra, num lugar bem distante e sem gravidade, iríamos notar que a Terra também gira sob o seu eixo em alta velocidade. E é exatamente assim que os astrônomos veem o movimento das galáxias sob o seu próprio eixo, e acham que elas estão crescendo e se expandindo infinitamente. Atente para uma coisa: Quanto mais a gente se distancia de um astro ou uma galáxia, mais rapidamente a gente ver esse objeto fazer o movimento de rotação sobre o seu eixo. A gente não vê a Lua girar sob o seu eixo de forma rápida porque nos encontramos muito próximo dela, e também porque o próprio planeta Terra está girando sob o seu próprio eixo. Se a Terra ficasse parada, fixa no espaço por uma hora, os astrônomos iriam poder observar visivelmente através de telescópios o movimento de rotação da Lua. Um observador da Terra olhando uma galáxia muito distante é como se ele estivesse parado, fixo no ponto qualquer do espaço. Daí a razão de ele achar que as galáxias giram e se afastam uma das outras em grande velocidade.

ARGUMENTO DE UM MENINO DE 12 ANOS DE IDADE QUE PÕE EM CHEQUE A CRENDICE DE QUE DEUS TENHA CRIADO AS COISAS DE FORMA INTELIGENTE E COM ALGUM PROPÓSITO.

Meu filho de 12 anos não lê os textos que escrevo e publico no meu blog, mas sei que deve ter lido alguns textos que postei no meu facebook. Um dia desses o ouvi fazendo o seguinte questionamento: “Não sei por que Deus criou o Universo tão grande se o homem que ele criou aqui na Terra não pode explorá-lo”. Depois, eu o questionei e perguntei de onde ele tinha tirado essa ideia ou onde ele havia lido sobre o que ele havia acabado de questionar. Aí ele falou que tinha conversado sobre esse assunto com um colega dele. E disse mais: “Se Deus criou o homem para salvar e depois levar para o céu (um lugar espiritual, não físico), por que ele criou a Terra e o Universo tão grande?”.

Realmente, o questionamento de um menino põe em cheque as crendices que Deus tenha criado as coisas com propósito e para seu deleite e prazer. Crentes e teólogos fanáticos são unânimes em afirmar que o homem foi a única criatura inteligente que Deus criou na Terra e no Universo, depois dos anjos. E acham que o homem está preso aqui neste planeta, e aqui todos irão perecer. E os humanos que não perecerem, serão salvos e levados para o Céu, um lugar espiritual – que parece que se localiza até fora deste Universo físico –, e a Terra será destruída. Partindo dessa lógica, qual o propósito de Deus ter criado a Terra e o todo o Universo, com bilhões de estrelas e planetas? Será que foi uma atitude inteligente criar um Universo tão grandioso e um minúsculo planeta num cantinho qualquer da Via Láctea para nele colocar o homem, e depois salvar os que foram obedientes e fieis, e levá-los para um lugar espiritual fora deste mundo físico? Se Deus vai levar os humanos salvos para habitar num mundo espiritual, o que acontecerá com a Terra e o Universo físicos? Será que o Universo ficará esquecido, envelhecendo, até perecer, enquanto Deus estará com os salvos num mundo espiritual, não físico?

Para saber o que penso e o que ensino sobre Deus, sobre a Bíblia, sobre as doutrinas das últimas coisas, leia os textos do meu blog.

Se você quer enxergar as coisas sob um ângulo diferente, leia os textos do meu blog. Chega de tanta ignorância! Os ateístas e céticos combatem os crentes porque suas crenças são sustentadas por uma fé cega. Vamos sustentar nossas crenças com coisas racionais, que se possam provar. No meu blog tenho me esforçado bastante para apresentar uma interpretação dos textos bíblicos de forma mais convincente, mais racional. Se continuarmos com essa tolice e teimosia de acreditar nas coisas espirituais de qualquer jeito, sem apresentar nenhuma prova satisfatória dentro da realidade e da racionalidade, seremos sempre rejeitados e combatidos por falta de sabedoria.

Dizem que os humanos não usam nem 10% de sua capacidade cerebral. E os crentes não chegam a usar nem 50% de sua racionalidade – por preguiça de pensar.

__________________________
Falou e disse Miquels7

 

29/06/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

‘CÉU’ E ‘ESPIRITUAL’ NÃO TEM NADA A VER UMA COISA COM A OUTRA

******
Em pleno século XXI os crentes ainda desenvolvem uma mente primitiva, selvagem.

Pecadores lançados no lago de fogo

Os crentes, até os dias de hoje, imaginam que tudo o que existe nos céus, acima de nós, são ‘coisas espirituais’. Ora, isso não passa de imaginação primitiva, sem noção, pois, tudo o que existe nos céus, acima de nós, são coisas físicas. Não existe nada de ‘espiritual’ neste Universo. Tudo é físico.

Imaginar que o que existe nos céus é espiritual é a mesma coisa que imaginar que existe outro mundo ou um mundo desconhecido acima da abóboda celeste, e que essa abóboda celeste é sustentada por grandes colunas. E que as estrelas são pequenos luzeiros pendurados debaixo da abóboda celeste.

Os crentes imaginam que Jesus subiu para o céu porque esse lugar é espiritual. Imaginam que o Céu é a habitação dos espíritos. Ora, todos os céus, acima de nós, são físicos. Um ser humano em corpo carnal vivo não pode adentrar todos os céus porque ele precisa de ar para respirar, e bem sabemos que no espaço sideral não existe ar respirável. Para adentrar nos céus siderais é preciso levar um balão de oxigênio ou ir dentro de uma nave espacial com bastante reserva de oxigênio.

Ora, Jesus subiu para o céu porque ele se retirou deste planeta e se foi para um outro planeta aqui mesmo no Sistema Solar ou fora dele. Jesus não foi embora para habitar num mundo espiritual. Ele foi embora para outro sistema planetário, muito longe da Terra.

Jesus subiu aos céus em corpo carnal. Quando Jesus subiu aos céus, o texto bíblico diz que uma nuvem o recebeu ou o encobriu. Ou seja, uma nave espacial o recebeu e o levou para o espaço sideral.

“Tendo Jesus dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos” (Atos 1:9).

O profeta Elias também foi levado por uma carruagem de fogo, que nada mais era que uma nave espacial.

Na Bíblia há um relato de que os habitantes que viviam ao redor do Monte Sinai diziam que ouviam barulhos e sons estranhos na montanha e grande fumaceiro. Quando Moisés subiu ao monte para ver o que se passava, ouviu barulhos e viu grande nevoeiro. Por esses relatos, conclui-se que o barulho vinha dos motores a propulsão da nave, e a fumaça pode ter sido dos motores, ou feitas de propósito para encobrir a nave, para que ninguém identificasse o objeto. Quando Moisés subiu ao monte, um anjo lhe falou de perto de uma sarça ardente. O anjo proibiu que o povo subisse no monte, e só Moisés poderia subir lá. A alegação para que o povo não subisse no monte era porque eles poderiam morrer. Mas, por que só Moisés, sendo humano igual aos demais, podia subir no monte e falar com o anjo? Logo, percebe-se que os anjos não queriam que o povo descobrisse os seus segredos, pois sempre há um curioso que descobre as coisas.

O profeta Ezequiel também teve a visão de uma nave espacial, e a descreveu com motores a propulsão, que soltavam labaredas de fogo, e que a nave vinha envolvida num nevoeiro.

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas” (Ezequiel 1:4-6).

Esses quatro querubins que Ezequiel contemplou eram quatro imagens de anjos esculpidas nas paredes da nave (ou em cada canto da nave) e tinham quatro asas. Isaías e João tiveram esta mesma visão da nave e disseram que os tais querubins tinham seis asas. E o próprio Ezequiel descreve que esses querubins não se mexiam. Para onde as rodas da nave andavam, eles andavam igualmente, para frente e para trás. Uma pessoa que faz uso da razão sabe que um anjo não pode possuir quatro ou seis asas, exceto se se tratar de uma imagem esculpida ou desenho na parede. Portanto, se você que me lê faz uso normal de suas faculdades, entenda que não pode existir anjo vivo com quatro e muito menos com seis asas.

O termo ESPIRITUAL deriva de ‘espírito’, que significa ‘aquilo que não se vê a olho nu’.

Paulo disse que o mundo não entende as coisas que os crentes acreditam pela fé, porque essas coisas se discernem espiritualmente. Paulo falava assim porque ele não sabia que as coisas que existem, mas que não podem ser vistas a olho nu, também são físicas.

Não é porque não vemos uma coisa que essa coisa é espiritual. Não enxergamos os elementos químicos do ar, mas eles estão ao nosso redor. E nem por isso vamos dizer que os elementos do ar são espirituais.

Acredito que cada ser humano é formado por dois corpos: um carnal (físico) e outro ‘espiritual’. O corpo ‘espiritual’ é feito de uma matéria sutil, que não pode ser vista a olho nu. O ser humano não pode subsistir eternamente nesse corpo dito ‘espiritual’, porque ele não tem como interagir como o meio onde habita. Para interagir com o meio físico, é necessário que o corpo ‘espiritual’ se revista do corpo carnal e mortal. Não há sentido viver no espaço sideral (o tal Céu dos crentes) sem um corpo físico, visível a olho nu. Por isso, esse é o objetivo da ressurreição: para que os humanos salvos recebam novamente o corpo carnal e mortal para reviver e habitar eternamente aqui mesmo neste planeta, que será restaurado e governado pelo Messias. Nenhuma criatura é imortal. Todos são mortais. Mesmo o crente salvo, após ressuscitado, continuará sendo mortal. Porém, os que forem obedientes não morrerão, porque Deus concederá o elixir da vida, o fruto da árvore da vida, isto é, o poder que fará com que seus corpos sempre permaneceram jovens. Adão e Eva viviam no paraíso, mas eram mortais. Só não morriam porque recebiam desse poder da imortalidade, que se chamava fruto da árvore da vida.

Um exemplo bem esclarecedor é o caso dos demônios. Se os demônios subsistem em corpos ‘espirituais’, então o que eles estão fazendo aqui na Terra? O lugar deles não é os céus? Por que é obrigatório o espírito do crente ir para os céus? Será que o mundo ‘espiritual’ não está aqui mesmo ao nosso redor?

Alguns exegetas bíblicos atestam que os demônios são os espíritos dos mortos do grande dilúvio, e que para estes não houve destinação de suas almas. Esses espíritos ficaram soltos, vagando no tempo e no espaço. Como muitos desses espíritos eram dos filhos dos gigantes que corromperam a Terra, são espíritos do mal, que vivem constantemente revoltados contra Deus. Por isso, eles se vigam nos seres humanos vivos, principalmente naqueles que são obedientes a Deus.

Apesar dos corpos dos espíritos dos mortos humanos não serem vistos a olho nu, mas eles são formados de matéria. Portanto, são físicos. Só que não podem interagir com o meio físico onde estão contidos. E nem se sentem felizes em subsistir no corpo ‘espiritual’.

Jesus mostrou que os demônios (ou espíritos de humanos) não se sentem confortáveis em seus corpos ‘espirituais’ e, por essa razão, procuram sempre se abrigar num corpo qualquer, de preferência os corpos humanos carnais, porque eles precisam interagir com o meio. Ou então, em razão de sentirem muito frio, procuram os corpos dos humanos vivos para se abrigarem.

“Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa” (Mateus 12:43-45).

Certa vez Jesus expulsou uma legião de demônios que estava no corpo de um endemoninhado, e eles pediram permissão para entrar nos corpos de uns porcos que havia no local. E Jesus autorizou. Por esses relatos, podemos concluir que o subsistir na forma de ‘espírito’ não tem sentido, não traz felicidade. Por isso é necessário a ressurreição, para que possamos assumir um novo corpo físico e carnal.

“Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram” (Marcos 5:12-13).

Os crentes aprenderam na Bíblia que não podemos enxergar as coisas espirituais com os olhos carnais. Ou seja, temos que ter olhos espirituais para enxergar as coisas espirituais. A questão é que o que supostamente vemos com ditos olhos espirituais não significa que sejam necessariamente coisas espirituais, mas físicas, ou então, coisas ilusórias, como no caso das coisas que vemos em sonhos. Através dos olhos da mente, isto é, em sonhos durante a noite, cada ser humano vivo e carnal pode ver outros mundos, pode contemplar lindas paisagens, pode até ver o inferno, os demônios e dialogar com personagens fictícios sem precisar desse tal olho espiritual. No entanto, tudo isso não passa de imaginações da mente humana.

Jesus disse que os demônios não se sentem felizes e contentes vivendo no suposto mundo ‘espiritual’ deles. Por isso, procuram os corpos humanos para se alojarem ou para se manifestarem através dos sentidos. Então, como os crentes acham que serão felizes vivendo em forma de espírito num mundo espiritual nos céus?

A QUESTÃO DA ONIPOTÊNCIA DE DEUS E A IMORTALIDADE DOS ESPÍRITOS

Os teólogos evangélicos tradicionais ensinam que os pecadores que não forem salvos serão lançados no lago de fogo, e lá sofrerão tormento por toda a eternidade. No entanto, o camarada que defende tamanha crueldade não merece ser chamado de ser humano, e muito menos de cristão. Pois, se nós, humanos, tendo a nossa justiça fraca e falha, sabemos determinar uma pena de acordo com a gravidade do crime praticado pelo criminoso, por que Deus, sendo todo ‘justiça e amor’, iria praticar tamanha crueldade com os pecadores, e jogá-los de igual modo no mesmo buraco, sem nenhuma distinção de pena? Que espécie de deus é esse que os evangélicos adoram?

Se os espíritos dos demônios e dos humanos que morreram subsistem em corpos ‘espirituais’, como esses corpos sobrevivem no mundo ‘espiritual’? De que eles se alimentam para continuar existindo? Será que os espíritos são imortais? Bem…, essa pergunta é muito difícil de ser respondida, mas não impossível.

Acredito que os ‘espíritos’ não são imortais. Creio que os corpos ‘espirituais’ são passivos de destruição ou aniquilamento. Se não admitirmos isso, estamos afirmando que Deus não é onipotente. Ora, se Deus criou os ‘espíritos’ de cada ser humano, como ele não pode desfazer aquilo que criou? Há quem diga que o espírito de cada ser humano é parte da essência ou substância de Deus, por isso ele não morre, não pode ser destruído. E para comprovar isso, utilizam-se de algumas passagem bíblicas, como esta:

“Porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; (…) e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu” (Eclesiastes 12:5-7).

Por outro lado, se os corpos espirituais dos humanos são imortais, então, todos nós somos deuses, embora fracos em poder, e somos subjugados pelos ‘espíritos’ superiores. E se Deus – o Espírito Superior – sentencia os pecadores, seus desafetos, a um sofrimento eterno no lago de fogo, isso o constitui no maior sanguinário das galáxias. Pois, age de forma covarde contra seus irmãos mais fracos. Ou seja, Deus prende seus desafetos, que não tem poder, e os coloca em masmorras eternas, sem que tenham uma revisão de pena, sem que tenham tido um julgamento justo, recebendo uma pena de acordo com a gravidade dos seus delitos. E quem defende tal ensinamento é um louco desvairado.

Conforme já afirmei, os corpos ‘espirituais’ não são imortais. Portanto, são passivos de aniquilamento. Se os corpos ‘espirituais’ necessitam de algum alimento ‘espiritual’ para subsistir, isso eu não sei. O que sei, e o que aprendi na Bíblia de forma correta é que só existe um ser que é imortal: Deus-Pai, o Todo-Poderoso. Os anjos e todos os ‘espíritos’ dos humanos são mortais e passivos de aniquilação. Não creio que o ‘espírito’ de cada ser humano seja parte integrante da essência de Deus. Se isso fosse verdade, cada um de nós seria um pequeno deus, imortal. E se Deus nos condenasse, estaria condenando a si mesmo, ou, no mínimo subjugando seus irmãos ou filhos, por serem inferiores em poder.

Na ressurreição do último dia todos os pecadores irão ressuscitar para serem julgados. Muitos serão salvos. E os que não forem salvos no julgamento do Grande Trono Branco serão lançados no lago de fogo, isto é, no Sol, para o aniquilamento final do ‘espírito’, isto é, do corpo ‘espiritual’. Nada pode subsistir na alta temperatura do Sol. Todos os corpos físicos ou ‘espirituais’ serão aniquilados ou cessados de existir na grande temperatura do Sol. E a própria Bíblia chama a isso de ‘segunda morte’. A primeira morte é a morte do corpo carnal; a segunda é a morte do corpo ‘espiritual’. Portanto, nenhum ‘espírito’ irá permanecer sofrendo eternamente no lago de fogo, pois, isso seria um crime indescritível.

Deus é justiça e amor. Mas, misturado à bondade e justiça de Deus, os religiosos conseguiram colocar ensinamentos terríveis na Bíblia. Ou no mínimo adulteraram os textos bíblicos ao traduzi-los para outros idiomas, com a intenção de amedrontar os fiéis ou fazê-los seguir a religião e obedecê-los por medo do inferno.

———————————-
Miquels7

 

22/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS | , , , , | Deixe um comentário

A VISÃO DO TRONO DE DEUS DE EZEQUIEL, DANIEL, ISAÍAS E JOÃO

Estudo comparativo da visão que Ezequiel, Daniel, Isaías e João tiveram sobre o Trono de Deus e os querubins.

———————————————————————-
By Miquels7 – Todos os direitos reservados

*******
Estou preparando um estudo, provando que a visão do trono de Deus de Ezequiel trata-se da visão de uma nave espacial, e que os quatro seres viventes ou querubins não são seres reais, mas figuras ou imagens esculpidas ao redor da nave. Duvido que alguém possa contestar a minha explicação com argumentos inteligentes. Se alguém contestar, já sei que será daquele jeito, com fanatismo religioso, sem fazer uso da própria racionalidade. O Deus que judeus e cristãos adoram é um extraterrestre, mas eles não se dão conta disso. Por isso, a minha crença em Deus é diferente de 99,99% dos crentes normais. Acredito em Deus como sendo “Deuses”, os quais possuem um chefe superior, que fica assentado sobre o trono posto sobre uma nave espacial, o qual tem aparência de homem, conforme a descrição do profeta Ezequiel e Daniel. Quando era menino na fé, e não fazia uso da razão, achava que Deus era um ser absoluto, inacessível, maior que o próprio Universo, e que não habitava dentro do mundo físico, mas num mundo etéreo, fora do Universo. Pura bobagem. 

O estudo será postado, abaixo, em imagem de arquivos PDF, pois, a estrutura do texto é feita em colunas, contendo as passagens bíblicas dos lados direito e esquerdo, e na coluna central os comentários.
*******

Rodas de Ezequiel 03

INTRODUÇÃO

Os deuses criaram a raça humana aqui na Terra com a finalidade de cuidá-la e também para que desfrutassem de toda sua riqueza. Os humanos deviam se multiplicar na face na Terra, mas não podiam adquirir conhecimento e nem obter o domínio sobre a matéria e os cosmos. Não podiam se tornar civilizados. Tinham que permanecer sempre como nativos, isto é, vivendo como os índios, nus, inocentes, sem se envergonhar da nudez. E como prêmio, Deus lhes concedeu o elixir da vida, o fruto da vida eterna, para que nunca morressem. Mas, um dentre os seres celestiais sabotou a criação e frustrou os planos de Deus (ou deuses). O homem “pecou” ao se tornar civilizado e obter o domínio da matéria. Por causa disso, Deus amaldiçoou o homem e também a Terra. Mas, prometeu um dia resgatar os homens bons e também restaurar a Terra ao seu estado original.

Os humanos da raça dos atlantes não representavam um perigo para os deuses e nem para o próprio planeta. Porém, os humanos da raça adâmica se tornaram um grande perigo não só para os deuses, como para o planeta Terra e todo o Sistema Solar.

Comparo o perigo que representa o governo humano civilizado para os deuses e os cosmos, com o perigo que representa o governo da Coréia do Norte em relação aos Estados Unidos e o resto do planeta. Deus (ou os deuses) deixou o homem civilizado se multiplicar e se espalhar sobre a face da Terra, mas subestimou o tamanho do perigo que isso representava. Os cientistas humanos, ao adquirirem o conhecimento e controle da matéria, foram além do que os deuses esperavam. Assim também os EUA e a ONU subestimaram o governo da Coréia do Norte, e não achavam que um dia esse país iria desafiar as grandes potências do planeta Terra, e ser a causa de uma possível tragédia nuclear. Por isso, não resta alternativa aos governantes da Terra, a não ser a destruição do governo da Coréia do Norte. De forma análoga, também podemos comparar e afirmar que Deus subestimou o perigo que o homem poderia representar para o planeta e para os cosmos. Se Deus não subestimou, como dizem os teólogos tradicionais, ele então previu, na sua onisciência, que o homem não teria fim nas más intenções do seu coração, e traçou um plano para pôr fim ao domínio do homem sobre a Terra. E o Livro com sete selos descrito no Apocalipse nada mais é do que esse plano que Deus traçou para destronar o homem do domínio aqui na Terra. Todos os juízos de Deus contidos no Livro de sete selos do Apocalipse serão necessários para que Deus tome o controle do planeta Terra, e faça reinar aqui o Messias, o Ungido, enviado do Céu, para governar as nações e não mais deixar que o homem continue com sua busca desenfreada pelo conhecimento e domínio da matéria.

“Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre (de Babel) que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11:5-8).

Mas os humanos não cessaram de edificar nada, e estão na busca desenfreada pelo conhecimento e o domínio da matéria. Agora eles querem alcançar os cosmos com suas naves espaciais, a procura de outros mundos habitáveis. No entanto, o perigo maior está aqui mesmo no planeta: as bombas nucleares, os vírus mortais e pestes que podem ser espalhadas rapidamente entre a população. Portanto, não resta ou saída. Deus terá que destruir todos os governos humanos aqui da Terra, o tal governo da Besta-666.

Acho que Deus (ou os deuses) não imaginou que o homem que colocou aqui na Terra, com um cérebro limitado, pudesse ir tão longe à busca do conhecimento, ao ponto de dominar a matéria, perscrutando o ínfimo de cada molécula dos elementos químicos. Não imaginou que o conhecimento ou a Ciência humana se voltasse para o controle dos átomos e das moléculas dos elementos químicos. Não tinham ideia da nanotecnologia. Pelas descrições da tecnologia extraterrestre nos livros de Ezequiel, Daniel e Apocalipse, podemos notar que os deuses não têm conhecimento da nanotecnologia. Por isso, mais do que nunca, os humanos se tornaram um perigo mortal para os deuses e para todo o Universo. Pois, nunca haverá limites para os cientistas na busca do conhecimento e domínio da matéria. De qualquer forma, já está traçado um limite para o homem, o qual ele não poderá ultrapassar. Os deuses devem ter aprendido muito com os humanos, tanto na organização de suas sociedades, como na obtenção do conhecimento sobre a matéria, que nem eles tinham. Mas os humanos não podem viver sem o controle de suas ações e intenções de suas mentes limitadas. Alguns ufólogos afirmam que as aparições de discos voadores começaram a surgir com mais frequência depois que foram detonadas as primeiras bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em 1945. Os deuses desceram para ver o que se passava aqui na Terra, assim como desceram quando os primeiros humanos estavam construindo a grande Torre de Babel. Agora eles estão mais preocupados com os destinos da raça humana, porque ela mesma pode se autodestruir com bombas atômicas.

*******

SÍNTESE GERAL

Imaginava eu que o profeta Isaías, em sua visão, possivelmente tivesse se confundido sobre o número de asas dos querubins, pois, Ezequiel avista o mesmo trono e os querubins, mas diz que os tais possuíam quatro asas, e não seis. Na verdade, quem se confundiu foi o profeta Ezequiel.

Não sei como esses teólogos e pastores teimam em dizer que a Bíblia é toda inspirada, sendo uma revelação dada pelo Espírito Santo, mas não veem que existem inúmeras contradições. Se a revelação fosse “soprada” por Deus na mente dos profetas, para escrever de forma inspirada os textos sagrados, não haveria contradições, nem dúvidas. Vejam que o próprio profeta Ezequiel teve novamente a visão do trono de Deus e dos querubins no capítulo 10 e faz uma retificação no finalzinho desse capítulo, reafirmando de forma natural que os quatro seres viventes que viu anteriormente eram querubins. Ezequiel comenta de forma natural, sem, contudo, dar conotação de que tenha recebido uma revelação direta na sua mente pelo Espírito de Deus. Os teólogos fanáticos afirmam loucamente que Deus revelou, ou melhor, “soprou” nos ouvidos ou na mente dos profetas tudo o que eles escreveram nos livros da Bíblia. Há ensino mais bestial do que esse?

No capítulo 10 o profeta Ezequiel relembra a visão que teve, descrita no capítulo primeiro, e reconhece que os quatro seres viventes que contemplou na visão eram os tais querubins. Na sua visão, esses quatro querubins ou seres viventes estavam postados ao redor do trono de Deus de forma fixa. Eles não se mexiam e nem se separavam do objeto (nave) ao qual estavam acoplados ou fixados como esculturas. Ou seja, esses seres viventes ou querubins eram em número de quatro porque cada um estava esculpido em cada um dos quatro lados da nave. E a nave era quadra, tendo o mesmo formato da Arca da Aliança. E, segundo Ezequiel, esses quatro querubins, ao redor da nave, tinham, cada um, rosto de homem, de touro, de leão e de águia. E também tinham quatro asas. No entanto, há uma contradição nos dois relatos relativa à aparência dos rostos de cada um dos querubins esculpidos. Repare que Ezequiel confessa que a segunda visão dos querubins é a mesma dos quatro seres viventes da primeira visão. Na primeira visão Ezequiel relata que em cada imagem esculpida de querubim havia quatro rostos tendo as seguintes aparências: homem, leão, boi e águia. Já na segunda visão ele relata que cada querubim possuía quatro rostos tendo as seguintes aparências: querubim, homem, leão e águia. Portanto, nota-se aí tamanha contradição, pois, no segundo relato ele não vê rosto de boi, e ainda acrescenta o rosto de querubim.

Agora vejam que na visão que Isaías teve do trono de Deus e dos querubins ele não descreve a aparência dos rostos dos serafins (que são os mesmos querubins de Ezequiel). Isaías diz que “cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. Ezequiel descreveu esses mesmos querubins com quatro asas. No entanto, há uma terceira referência bíblica que desbarata toda essa confusão. É Apocalipse 4. Em Apocalipse o apóstolo João descreve a aparência de quatro seres viventes, que são os mesmos da visão de Ezequiel, mas não diz que estes eram querubins. Porém, trata-se dos mesmos querubins da visão de Ezequiel, visto que seus rostos têm a mesma aparência: leão, touro, homem e águia. Já com relação ao número de asas e a frase que esses seres pronunciam bate certinho com a descrição da visão do profeta Isaías. João também não diz que esses quatro seres viventes eram os tais serafins. João diz que possuíam seis asas, mas as palavras que eles pronunciavam não eram exatamente iguais às dos serafins de Isaías. Na descrição de João os querubins diziam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir”. E na descrição de Isaías os serafins diziam: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória”. 

Concluindo, os serafins de Isaías são os mesmos quatro seres viventes ou querubins de Ezequiel, bem como os mesmos quatro seres viventes da visão de João, no Apocalipse. E quem errou na descrição foi o profeta Ezequiel que disse que os querubins tinham quatro asas. E na verdade, eles tinham seis asas. E não existe a classe angelical dos serafins, pois os tais “serafins” de Isaías são os mesmos seres viventes ou querubins descritos nas visões de Ezequiel e João. E também o trono de Deus não passa de uma grande nave espacial quadrada, com motores de propulsão e rodas para pousar no solo, tendo esculturas ou imagens fixas de querubins nos quatro lados, e a cabeça de cada querubim possuía quatro rostos com aparência de anjo, leão, touro e águia. Os pés das esculturas desses querubins se pareciam com pés de bezerros. E os significados dos rostos e dos pés das esculturas dos querubins somente os estudiosos do esoterismo sabem determinar. Os teólogos tradicionais não sabem explicar nada sobre o por quê dos querubins possuírem rostos de anjo, de leão, de touro e de águia, e nem sabem o significado dos pés de bezerro. O que ensinam é apenas especulação vinda de mente dominada por fanatismo religioso ou de uma mente primitiva ou ingênua, que acredita literalmente naquilo que lê.

*******
Na verdade, a visão que Ezequiel teve do trono de Deus e dos querubins, descrita nos capítulos 1 e 10, trata-se de uma NAVE ESPACIAL. Os querubins que o profeta contemplou não eram literais. Eram figuras de anjos desenhadas ou esculpidas ao redor da nave. Mas é certo que havia outros seres viventes dentro da nave, pois Ezequiel diz que mãos humanas surgiam por entre as asas esculpidas dos querubins ao redor da nave. Logo, as mãos vinham de dentro da nave. Diz, ainda, que havia um querubim vestido de linho que saiu para pegar brasas que estavam em um recipiente (propiciatório) entre os querubins imóveis. Ezequiel disse que havia muitos olhos sobre os querubins. Logo, percebe-se que eram luzes ou sinais luminosos ao redor da nave. A nave tinha quatro rodas que tocavam o chão. Ezequiel descreve a nave como um objeto móvel e motorizado, que se movia para os quatro cantos, para cima e para baixo, e as rodas acompanham o objeto bem como os querubins à sua volta, que acompanhavam no mesmo sentido. Diz, ainda, que ouvia o ruído das asas dos querubins, como um barulho forte. Logo, deduz-se que era o barulho do motor da nave. Ou seja, os querubins que Ezequiel contemplava não eram reais, mas esculturas na parede da nave. E a Arca da Aliança tem o mesmo aspecto dessa nave espacial, sobre a qual se firma o trono de Deus. A Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial, que é o tal trono de Deus, sobre o qual se postam os querubins. E a escultura dos querubins que Deus ordenou Moisés por sobre a Arca da Aliança simboliza os querubins que se postam sobre o trono de Deus, que nada mais é que uma grande nave espacial.

Se você fizer uma pesquisa no Google imagens escrevendo a frase “as rodas de ezequiel”, vai constatar o tanto de imaginação que os crentes e teólogos já tiveram sobre o veículo giratório da visão de Ezequiel. Mas, já vi muitas descrições mais aproximadas da realidade do que realmente Ezequiel contemplou. Veja, abaixo, uma imagem mais ou menos parecida com o veículo da visão do profeta. Na realidade, Ezequiel contemplou a visão de uma nave espacial, com luzes por todos os lados, esculturas de querubins ao redor e rodas para pousar no chão, bem como o barulho dos motores, mas ele descreveu tudo isso com palavreado do seu tempo. Naquele tempo o profeta não tinha noção de lâmpadas, faróis e veículos motorizados.

“Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima do propiciatório, cobrindo-o com as asas, tendo as faces voltadas um para o outro; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca; e dentro da arca porás o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do testemunho, falarei contigo a respeito de tudo o que eu te ordenar no tocante aos filhos de Israel” (Êxodo 25:18-22).

Arca da Aliança

01 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João02 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João03 A Visão do Trono de Deus de Ezequiel, Daniel, Isaías e João

(Continua …….)

xxxxxxx

16/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , , , | 6 Comentários

Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

*******
Neurocientista afirma que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental.

Essa notícia não está de forma isolada na internet. Ela foi repercutida até em sites e blogs cristãos.

Confira outros links para esta notícia:

Pragmatismo Político:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/religiosidade-poderia-ser-tratada-como-doenca-mental-diz-neurocientista.html

Notícias Gospel +
https://noticias.gospelmais.com.br/neurocientista-religiosidade-tratada-doenca-mental-54753.html

Fãs da Psicanálise:
http://www.fasdapsicanalise.com.br/fundamentalismo-religioso-pode-ser-tratado-como-doenca-mental-diz-neurocientista/

Revista Galileu:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI339436-17770,00-FUNDAMENTALISMO+RELIGIOSO+PODE+SER+TRATADO+COMO+DOENCA+MENTAL+DIZ+NEUROCIEN.html

Huffpost:

http://www.huffpostbrasil.com/entry/kathleen-taylor-religious-fundamentalism-mental-illness_n_3365896

*******

*******
ANTES DE LER, VEJA MINHA OPINIÃO

Alguém poderá dizer que o partidarismo de uma pessoa por uma ideologia política também pode ser considerado uma doença. Tanto é que os de Direita (direitopatas) tratam os de Esquerda como esquerdopatas. Ou seja, eles dizem que os defensores do Comunismo ou Socialismo são doentes mentais. Enquanto que é mais danoso ao cérebro ser fundamentalista religioso em favor de uma causa utópica, fantasiosa, que não pode ser realizada neste plano físico.

O certo é que os defensores do Fundamentalismo Religioso são piores. Sabe por quê? Porque eles lutam por uma ideologia fantasiosa, fundamentada em teorias. Ao contrário disso, o Socialismo ou Comunismo são fundamentados em teorias que podem ser realizadas na prática, neste plano físico, neste mundo. O Socialismo não é uma ideologia utópica. Enquanto que a ideologia dos fundamentalistas religiosos se baseia em teorias ou crenças que estão além da compreensão humana. Portanto, pura utopia.

Por exemplo, a ideologia comunista ou socialista busca estabelecer uma sociedade justa, igualitária, visando o bem comum de todos, sem a opressão dos ricos sobre os mais pobres.

Já a ideologia dos fundamentalistas religiosos cristãos busca uma sociedade justa e igualitária num plano espiritual, para além desta vida, não para este mundo. Por isso, o fundamentalismo religioso é patológico, pois causa mais danos ao cérebro das pessoas.

Se ao menos os fundamentalistas religiosos vivessem e pregassem o que o Evangelho de Cristo ensina, o fundamentalismo deles não seria tão danoso ao cérebro. No entanto, a preocupação dos fundamentalistas religiosos é somente com a questão da salvação da alma, como se isso fosse o foco principal do Evangelho de Cristo. Nosso Senhor Jesus Cristo primou pela saúde e o bem-estar de seu povo sofrido e explorado. E o Evangelho é voltado para construção de uma sociedade justa e igualitária para todos, sem opressão dos pobres. E Jesus constituiu discípulos e apóstolos para que pregassem as boas-novas do seu reino, um reino de paz e de justiça para todos.

Portanto, é mais danoso ao cérebro defender um fundamentalismo religioso utópico, fantasioso, que se baseia em teorias sobre coisas que não podem ser realizadas neste plano físico.

*******
Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

O fundamentalismo religioso poderá um dia ser tratado como doença mental – e curado. Quem diz isso é Kathleen Taylor, pesquisadora em neurociência da Universidade de Oxford. A afirmação foi feita  em um festival literário no Reino Unido.

Quando foi questionada sobre o futuro da neurociência, Kathleen afirmou que “uma das surpresas pode ser ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas”, descreveu o jornal Times of London.

“Alguém que se tornou, por exemplo, radical em relação a uma ideologia – podemos deixar de ver isso como uma escolha pessoal resultante do puro livre-arbítrio e podemos começar a tratar isso como algum tipo de distúrbio mental”, disse a pesquisadora. “De várias formas isso pode ser uma coisa muito positiva porque sem dúvida as crenças em nossas sociedade podem provocar muitos danos.”

A autora deixou claro que não estava se referindo apenas ao fundamentalismo islâmico, mas também a crenças como a de que espancar crianças é aceitável.

Kathleen é autora do livro Brainwashing: The Science of Thought Control (Lavagem cerebral: a ciência do controle de pensamentos, em tradução livre), em que explora a ciência por trás das táticas de persuação de grupos como a Al Qaeda.

“Todos nós mudamos as nossas crenças. Todos nós persuadimos uns aos outros para fazer coisas; todos nós assistimos publicidade; somos todos educados e experimentamos religiões; a lavagem cerebral é o extremo disso; é coercitiva, forte, um tipo de tortura psíquica”, disse ela em um vídeo no YouTube. A pesquisadora também é uma das que se preocupam com a ética de se aprofundar muito no cérebro humano, como as tecnologias que podem escanear ou manipular neurônios.

(Autora: Tatiana de Mello Dias)

FONTE: Revista Galileu

02/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CIÊNCIA, FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, NEUROCIÊNCIA | , , | Deixe um comentário

O MISTICISMO DOS EVANGÉLICOS E DOS BRUXOS ESOTÉRICOS É A MESMA COISA

*******
De vez em quando ouço um crente fanático dizer pra mim, na sua ignorância, que só vou acreditar em Deus (como 99,99% dos crentes acredita) quando eu tiver um verdadeiro “encontro com Deus”, ou quando tiver uma “experiência real com Cristo”. Aí eu sinto pena dessa pessoa ignorante, que não sabe quase nada de Bíblia, de religiões e de heresias criadas por essas denominações pentecostais. Simplesmente a pessoa se tornou convertida, recebeu lavagem cerebral e depois se tornou fanática, defensora tanto da denominação quanto das suas doutrinas errôneas. Depois vem o crente neófito e fanático achar que descobriu a verdade, e que está cheio da razão, enquanto eu, que tendo mais de trinta anos de experiências como crente e conhecendo as artimanhas dessas igrejas para fazer a cabeça de pessoas ingênuas, não sei de nada, sou um desviado, e nunca tive um verdadeiro encontro com Deus. Quanta pretensão desses crentes fanáticos!

Já tive muitas dessas experiências místicas que os crentes fanáticos dizem ter experimentado, mas nunca me entreguei de corpo e alma ao misticismo, porque faço bastante uso da minha racionalidade. E sei que todas essas experiências místicas não passam de fantasias da mente humana. Todo ser humano pode viver bem e feliz, de forma normal, sem experimentar essas coisas malucas.
*******
Misticismo - Parapsicologia e Fisica Quantica

As igrejas ou denominações cristãs que têm por aí, são verdadeiras arapucas. São armadilhas para enganar e iludir a fé das pessoas ingênuas. Qualquer um maluco que crie uma denominação ou igreja de fundo de quintal consegue fiéis, rapidinho. Alguns crentes têm sorte de não ter pegado as piores. Mas é difícil as pessoas não escaparem dessas arapucas. Por exemplo, os adventistas do sétimo dia estão aí pregando suas heresias, e suas igrejas estão cheias. Tem as Testemunhas de Jeová e os Mórmons que fazem visita de casa em casa propagando suas heresias. E os assembleianos pentecostais estão nos templos, nos terminais e nas esquinas das ruas também pregando um evangelho deturpado, cheio de heresias.

Tem denominações religiosas que se tornaram verdadeiras pragas. Uma delas são as Testemunhas de Jeová. Inclusive, soube recentemente, que o governo da Rússia resolveu banir do país a seita dos russelitas. E aqui no Brasil há um grupo de ex-Testemunhas de Jeová empenhado em acabar com essa seita. Porém, é muito difícil acabar com todas elas. As piores seitas são aquelas que exploram seus fiéis com cobrança de dízimos e ofertas. E os piores pastores ou lobos devoradores são aqueles que praticam o curandeirismo e o charlatanismo, iludindo as pessoas, pedindo doação de dinheiro em troca de promessas de cura e de prosperidade material.

A doutrina das assembleias de Deus diz que “seitas” são todas aquelas denominações que propagam ensinamentos e doutrinas anti-bíblicas. Porém, na verdade, todas essas igrejas são seitas. Se são heréticas ou verdadeiras, isso é difícil diferenciar. O certo é que todas são seitas. A única igreja que se pode dizer que não é “seita” é a Igreja Católica Romana. A ICAR é considerada a igreja-mãe, o maior sustentáculo do Cristianismo. Se a ICAR cair, todas as demais denominações protestantes ficarão desmoralizadas, e não se sustentarão. Se a ICAR é a Grande Babilônia do Apocalipse (a Grande Meretriz ou Prostituta), então, todas as denominações cristãs protestantes também são meretrizes, filhas da Grande Prostituta, pois, todas derivam dela e seguem a mesma religião, adoram o mesmo Deus, adotam algumas doutrinas semelhantes e baseiam sua fé no mesmo livro, a Bíblia.

Durante mais de trinta anos de experiência como crente vi alguns crentes que aparentavam ser cheios do Espírito Santo. Diziam ter sido batizado com o Espírito Santo, e ter tido um encontro com Deus, mas depois se tornaram terríveis pecadores, até pior do que aqueles a quem condenavam.

Há crentes fervorosos na igreja, que tem até o dom da palavra e cantam, mas tudo não passa de aparências. Depois que chegam em casa, transformam-se…. O marido maltrata a esposa, e a esposa, o marido. Outros assistem até vídeos de pornografia no quarto, ou veem fotos pornográficas na internet. Tem crentes fervorosos, que se dizem cheios do Espírito Santo, mas o coração está cheio de lascívia. Desejam até a mulher do próximo.

E há, também, até crentes fervorosos com tendência suicida. E sobre isso, existem muitos casos de crentes e pastores que cometeram suicídio.

Já vi crentes ou pastores pregando na igreja sobre a necessidade de ser cheio do Espírito, ter um verdadeiro encontro com Deus para viver em santidade e enfrentar as investidas de Satanás. Embora muitos digam que já tiveram todas essas experiências, porém, são pessoas desonestas, compram fiado e não pagam; compram nas grandes lojas e depois dão calote. É difícil achar um crente que não esteja com a vida toda enrolada, com dívidas.

Ainda não vi nenhuma vantagem desses crentes ditos cheios do Espírito Santo em relação a mim. Uns dizem que são cheios do espírito, e são ricos ou são empregados; outros dizem que são cheios do espírito, mas continuam pobres ou estão desempregados; e eu, que segundo eles não sou como eles, continuo do mesmo jeito sendo abençoado por Deus. Tenho emprego, tenho uma família, meus filhos são todos saudáveis e bem criados.

Não sei qual a vantagem de alguém dizer ter tido uma encontro com Deus ou uma experiência sobrenatural, se tudo isso não passa de misticismo. Acho que todos têm direito de experimentar o que quiser. Há muitas pessoas que desejam experimentar os efeitos da maconha sobre a mente. E isso não é nada bom, pois, tornam-se débeis mentais. E há os crentes que desejam experimentar os efeitos do misticismo sobre suas mentes. E isso também não é nada bom, pois, tornam-se loucos.

*******
ENCONTRO COM DEUS OU EXPERIÊNCIA COM CRISTO É PURO MISTICISMO

Os teólogos cristãos costumam ensinar que misticismo é coisa de bruxos e de esotéricos, de pessoas que cultuam a natureza, cultuam os espíritos malignos, ou adoram o próprio Diabo. No entanto, a crença dos cristãos e dos evangélicos em geral é totalmente baseada em misticismo. Todas as experiências com o sobrenatural que os crentes dizem ter tido nas reuniões secretas ou nos cultos, não passam de misticismo.

Adoração e Misticismo

Adoração e misticismo é a mesma coisa. Se você ora, você está praticando uma ação mística. Se você glorifica a Deus na igreja até ficar histérico, isso não passa de uma experiência mística com o sobrenatural. E o sobrenatural ninguém sabe exatamente o que é.

No culto de santa ceia alguns pastores fazem referência à Igreja como o “corpo místico” de Cristo. Porém, ninguém sabe discernir o significado de “místico”, e o pastor nem se preocupa em ensinar sobre misticismo nos cultos de doutrina. Toda essa crença de que a Igreja é o “corpo místico” de Cristo derivou-se da Igreja Católica Romana.

Segundo a Wikipédia, “Corpus Mysticum, Corpo Místico de Cristo ou mais genericamente Corpo de Cristo é o nome dado à Igreja universal fundada por Jesus Cristo. Este nome apareceu na Bíblia, sendo utilizado por São Paulo em I Coríntios 12:12-14, em que Paulo descreve a Igreja como o corpo de Jesus Cristo, sendo o próprio Cristo a Cabeça”.

Vejamos, agora, os significados de “místico” e “misticismo”.

Segundo o Aurélio:

Místico
[Do gr. mystikós, pelo lat. mysticu]

Adj.

  1. Misterioso e espiritualmente alegórico ou figurado;
  2. Referente à vida espiritual e contemplativa;
  3. Devoto, religioso, contemplativo, piedoso;
  4. Que lembra a vida ou ambiente místico.

S.m.

  1. Aquele que, mediante a contemplação espiritual, procura atingir o estado extático de união direta com a divindade.

Misticismo
S.m.

  1. Crença ou doutrina religiosa dos místicos;
  2. Mística;
  3. O elemento místico de qualquer doutrina;
  4. Tendências a considerar a ação de supostas forças espirituais ocultas na natureza que se manifesta por vias outras, que não as da experiência comum ou as da razão.
  5. Disposição para crer no sobrenatural.

De acordo com as definições do dicionário, podemos ver que “místico” e “misticismo” está relacionado ao sobrenatural, ou ao transcendental. E isso significa que os crentes praticam o misticismo ao dizer que tiveram uma experiência ou um encontro sobrenatural com Deus.

Porém, todas essas experiências místicas não passam de imaginação da mente humana. Na verdade, ninguém tem um contato real com Deus ou com Cristo, mas, imagina-se que há esse contato com a divindade, visto que os místicos do Candomblé, da Umbanda, do Espiritismo e dos bruxos esotéricos também têm esse contato com as entidades.

CONCLUSÃO

Enquanto os crentes acusam os bruxos esotéricos de praticarem o misticismo, eles mesmos praticam, sem saber. E não adianta querer diferenciar entre misticismo satânico e misticismo santo, pois, tudo não passa de experiências da mente humana. Cada um desenvolve o misticismo e acha que é bom. Os drogados também desenvolvem um misticismo peculiar, e fazem viagem astral e até levitam.

Não sei qual a vantagem de alguém dizer ter tido uma encontro com Deus ou uma experiência sobrenatural, se tudo isso não passa de misticismo.

O certo é que eu creio em Jesus e creio em seu Evangelho. Agora, misticismo não é comigo. Jesus disse que basta eu crer em Deus e crer nele que serei salvo. E quem pode contrariar isso?

“Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida” (João 5:24).

“Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê tem a vida eterna” (João 6:47).

“Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25).

“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16:16) [Texto apócrifo inserido no Evangelho de Marcos].

Para ser salvo não é necessário se batizar. O ato de batizar alguém não é condição para salvação. Batismo é apenas um testemunho público de que alguém se converteu para alguma religião, seita ou sociedade secreta. O próprio Senhor Jesus foi batizado por João. E João disse que seu batismo era para remissão dos pecados. Será que Jesus foi pecador até os 30 anos?  O ladrão que estava na cruz junto com Cristo foi salvo sem ter sido batizado. E os pastores não dizem que se um pecador, estando à beira da morte, se arrepender e confessar os seus pecados e dizer que aceita a Jesus, ele será salvo no mesmo momento?! Então, não há nenhuma necessidade de batizar o pecador para que seja salvo.

“Assim apareceu João, o Batista, no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão dos pecados” (Marcos 1:4).

Na verdade, a condição para ser salvo é o ato de crer em Jesus e confessar que é um pecador arrependido. O batismo é apenas uma mera formalidade, como testemunho público, de que a pessoa se converteu.

“E disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos; e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém” (Lucas 24:46-47).

“A ele todos os profetas dão testemunho de que todo o que nele crê receberá a remissão dos pecados pelo seu nome” (Atos 10:43). [Aqui se diz que é pelo nome de Jesus que se recebe remissão dos pecados].

—————————————-
Miquels7

30/04/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DO ALÉM | , , , , | Deixe um comentário

CRENTES X HOMOSSEXUAIS – AMBOS VIVEM O MESMO DILEMA

*******
Crentes e Homossexuais andam por pontes paralelas, um querendo derrubar o outro. Se um tem complexo de identidade, o outro sustenta suas crenças em teorias (imaginações).

Não sou ateu e nem crente comum. Acredito em Deus através da razão ou da racionalidade, e não através da fé ou da ignorância.
*******

Crentes - Cura esse gay agora O que queremos

Se a prática dos homossexuais é desvio de conduta, por outro lado, a dos crentes é falta de racionalidade, pois sustentam suas crenças em coisas que não se podem provar.

Se a cabeça dos homossexuais é desprovida de juízo, será que a cabeça dos crentes tem juízo, visto que suas crenças são sustentadas em teorias?

O crente acha que é bom acreditar em Deus, mesmo sem ter provas que Ele existe. E o homossexual acha que é bom ser gay, mesmo que seja contra o natural. Quem é o melhor? Quem tem mais juízo? Qual dos dois é louco?

O homossexual morre, achando que tá perdido; o crente morre, achando que está salvo. Porém, a certeza mesmo é que ambos vão para o mesmo lugar: a sepultura.

*******
Apesar de ter feita esta comparação controversa, acredito que tornar-se um verdadeiro cristão é a melhor escolha que o homem e a mulher podem fazer na vida. Mas, há quem ache que ser muçulmano, ser ateu ou gay também é coisa boa.

Vivemos num mundo onde podemos escolher o que ser e em que acreditar.

Se os crentes acreditam em coisas que não se pode provar e morre por suas crenças, por que eles querem interferir na crença e no desejo dos outros?

Eu não sou ateu. Acredito em Deus não da maneira que 99,99% dos crentes acreditam. Acredito em Deus através da razão ou da racionalidade, e não através da fé ou da ignorância. Creio num Deus possível de existir, e não num Deus mágico e fantástico, inacessível, infinito, tri-uno, fruto da imaginação de crente maluco.

Este texto é uma crítica sobre o crente e o homossexual. Ambos estão no mesmo dilema. Enquanto o gay fica no dilema entre acreditar ser homem ou ser mulher, o outro, sendo racional, acredita em teorias e imaginações da mente e acha que isso é normal, e ainda morre por sua crença.

Na verdade, essa crítica é para que o crente pare de se importar com a vida e a escolha dos homossexuais. Se os gays são loucos em contrariar a natureza e o natural, os crentes também são loucos em sustentar suas crenças em teorias e achar isso normal.

 

Você tem certeza que o Céu existe? Você pode provar que o Inferno existe? Se você não pode provar nada que a Teologia ensina, então sua crença não passa de loucura humana. Se os homossexuais são loucos, então, os crentes também são.

Então, que cada um fique no seu quadrado, cada um desenvolvendo as suas loucuras.

Os crentes gostam de julgar os ateus, os gays e os adoradores de demônios, achando que são loucos, mas não veem que eles também sustentam suas crenças em coisas loucas. Quase todo os estudos da TEOLOGIA são baseados em TEORIAS sobre Deus, sobre o céu, sobre o inferno. Não apresentam uma prova sequer se essas coisas existem, mas eles creem e morrem por suas crenças.

Chegará o dia em que sustentar crenças em teorias será considerado como desvio de conduta, ou sintoma de loucura. E a pessoa será encaminhada para tratamento psiquiátrico. E é justamente assim que os crentes julgam os homossexuais. Dizem que os homossexuais precisam se tratar com psicólogos. Dizem que são doentes. E os crentes que acreditam em coisas absurdas e morrem por suas crenças, não precisam se tratar com psicólogos?

Vai chegar o dia em que os humanistas proibirão outros humanos de viver de crenças e teorias, e exigirão que façam uso de sua racionalidade.

Enquanto esse tempo não chega, é bom cada um olhar para o próprio rabo, ou colocar a mão na consciência, e ver até que ponto está desenvolvendo a irracionalidade.

*******
Paulo confessou várias vezes que a crença dos cristãos é loucura. Por que loucura? Porque a crença deles é baseada na fé e apoiada em teorias. Eles ignoram a razão e a racionalidade, pois, não podem comprovar aquilo que ensinam, e apelam para a fé cega. Por isso, são loucos.

“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (I Cor. 1:18).

“Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens” (I Cor. 1:25).

“Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo” (I Cor. 4:10).

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (I Cor. 2:14).

Na verdade, a loucura não vem da parte de Deus; vem da parte dos religiosos.

Engraçado que primeiramente o apóstolo Paulo diz que a pregação da cruz é loucura para os normais, e que os crentes são loucos por amor a Cristo. Porém, mas na frente ele diz que a sabedoria humana é loucura diante de Deus. Ou seja, Paulo chama os sábios de loucos, e os sábios chamam os crentes de malucos. Então está tudo equilibrado.

“Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia” (I Cor. 3:19).

“Nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos” (I Cor. 1:23).

——————–
Miquels7

26/04/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , | Deixe um comentário

O Grande Engodo Religioso Sobre os Seres Espirituais

*******
O Grande Engodo dos Religiosos Que Acham Que os Seres Que Habitam nos Céus São Espirituais

O filosofar faz parte do cotidiano humano, visto que este é um ser inteligente e pensante. Mas, além de ser pensante e inteligente, os humanos são racionais. A condição de “racional” os torna seres capazes de discernir entre o que é real e fictício ou imaginável. No entanto, os crentes e os religiosos, de forma geral, parecem desprovidos ou não desenvolvem plenamente a racionalidade inerente aos humanos.

A racionalidade torna os seres humanos diferentes e superiores aos demais animais. No entanto, apesar do ser humano ser racional e inteligente, mesmo assim, milhões ainda desenvolvem conceitos medievais e primitivos, principalmente com relação aos entes que habitam os céus, os chamados “seres espirituais” ou “deuses”.

O que é um “espírito”?

Segundo o conceito religioso, “espírito” é um ser fantasmagórico, vivo e inteligente, que subsiste numa forma incorpórea, e que pode habitar tanto nos céus como aqui no nosso mundo, mas não podemos contemplá-lo a olho nu.

Segundo a Bíblia – uma coleção de livros escritos por seres humanos em épocas remotas -, Deus, Jesus e os anjos são SERES ESPIRITUAIS, isto é, seres que habitam acima da abóboda celeste, e que subsistem numa forma incorpórea, os quais não podem ser contemplados a olho nu por nós, humanos. Tal conceito é medieval e primitivo. Porém, os crentes e religiosos, de uma forma geral, ainda desenvolvem esse conceito arcaico sobre os seres que habitam os céus.

A MAIS PURA RACIONALIDADE

A ideia que deu origem ao termo “espiritual” surgiu da incapacidade do olho humano de identificar os elementos que compõe a atmosfera. E também devido a Jesus ter dito que Deus é “espírito” e, com isso, acharmos que todos os seres que habitam nos ares (acima, nos céus) são fantasmagóricos, isto é, sem forma física.

O ser humano primitivo e medieval, por não poder enxergar a olho nu os elementos químicos do ar, concebeu genericamente que tudo aquilo que existe, mas não se pode ver, é “espiritual”.

Ainda nos dias atuais, os crentes imaginam que o mundo que existe acima das nuvens ou acima das estrelas é um mundo “espiritual”, onde seres puros e santos habitam. Por isso sempre dizem que quando morrer vão para o céu. Para eles, os céus ou o Céu é um lugar espiritual, onde habitam os seres aperfeiçoados. Porém, tudo isso não passa de ledo engano.

Alguns teóricos da física chegaram a afirmar que pode existir outras dimensões no espaço infinito, além das três que conhecemos. Chegaram a cogitar que existem mundos paralelos ao nosso Universo, e que Deus e os anjos podem habitar num desses mundos, ao qual o homem ainda não encontrou meios para acessá-lo.

Ora, tudo o que está acima de nós; tudo o que está acima das nuvens e nos céus siderais, além da nossa atmosfera e além dos limites do Sistema Solar não são coisas “espirituais”. Tudo o que está acima nos céus é também formado de matéria, de gases, de elementos químicos. Até mesmo os seres que habitam os céus também são formados de matéria. Tudo que existe é matéria. Nada é “espiritual”. Até mesmo os demônios – que conceituamos como seres “espirituais” – também são formados de matéria em suas diversas formas. Muitos dos seres ditos “espirituais” possuem forma corpórea feita de uma matéria sutil e “invisível”. Portanto, o achismo de que tudo aquilo que não vemos é “espiritual” e não material, não passa de coisa vinda de uma mente primitiva e medieval.

Existem animais marinhos cujos corpos são quase todos transparentes, quase invisíveis. Ou seja, é a matéria apresentada em uma de suas formas: a transparência ou invisibilidade. O vidro, por exemplo, é uma matéria sólida, porém, invisível. Se colocarmos uma parede de vidro no meio de uma via pública, tantos os pedestres quanto os automóveis irão se chocar contra, porque ela é invisível. Assim também pode ser formado os corpos dos seres a quem denominamos de “espirituais”. Eles estão lá ou aqui mesmo no nosso planeta, mas não podemos contemplá-los a olho nu.

O mundo de Deus e dos anjos é semelhante ao nosso mundo, e tudo se concentra dentro de um mesmo Universo. A diferença do mundo de Deus é que ele pode estar bem distante da Via Láctea e do Sistema Solar, e a sua matéria pode ser formada de elementos químicos iguais aos daqui ou de outros diferentes, que ainda não conhecemos. Deus habita em lugar puro e santo. E o que significa isso? Significa que o mundo de Deus é parecido com o nosso, mas é isento de toda corrupção, isento de contaminação, isento de doenças, bactérias e vírus. Mas, não é pelo fato do mundo de Deus ser puro e santo que vamos denomina-lo de “espiritual”. A Bíblia diz – ou um escritor que tinha uma mente primitiva – que o céu é habitação dos espíritos aperfeiçoados. Concordo em parte com o que afirma o escritor sagrado. Mas, devemos compreender que, aquilo que entendemos por “CÉU”, também é um lugar físico, formado de matéria igual e diferente da que conhecemos. Se cremos que o espírito de todo ser humano subsiste após a morte, então devemos entender que esses espíritos também são formados de uma matéria sutil e rarefeita, de modo que não os enxergamos a olho nu. Há teólogos que asseguram que o “espírito” humano se extingue, desaparece quando este morre. Porém, há outros, como os espíritas, que afirmam que o “espírito” humano subsiste após a morte, e que este fica vagando no tempo e no espaço, e muitos deles se manifestam nas sessões espíritas; e outros se tornam demônios. Mesmo se isso for verdade, esses “espíritos” que vagam no tempo e no espaço são formados de matéria, pois estão contidos dentro do mesmo mundo material. A diferença é que seus “corpos” são formados por uma matéria sutil e rarefeita (pouco densa), de tal forma que não os enxergamos a olho nu. Portanto, não existe esse negócio de mundo paralelo ou universo paralelo ao nosso mundo físico.

Acredito que o ser humano é formado de dois corpos, um acoplado ao outro. O corpo externo se corrompe e se extingue; já o externo se mantém vivo, mas este não é a forma eterna em que deve permanecer. O espírito de cada ser humano pode ter sido formado por Deus. Portanto, todo espírito humano é passivo de morte, é passivo de extinção ou aniquilação. O único ser imortal é Deus, o Todo-Poderoso. Mesmo assim há quem diga que Ele é imortal porque se alimenta de alguma fonte de poder. Os anjos e as demais criaturas são todos MORTAIS, passivos de serem destruídos. A “segunda morte”, referida em Apocalipse, é a extinção ou aniquilação completa do “espírito” humano. Se você duvida disso, então você está duvidando que Deus é onipotente. Se Deus criou os espíritos de cada criatura, como Ele não tem o poder de desfazer aquilo que criou?!

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Heb. 11:22-23).

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente” (Gên. 3:22) – Aqui Deus proíbe que o homem tenha acesso à árvore da vida, para que viva eternamente. Através disso, podemos entender que Deus e os anjos tem acesso irrestrito a essa árvore da vida, eles detêm o conhecimento sobre o elixir da vida, a fonte da vida eterna; Deus permitiu ao homem o acesso à fonte da vida eterna, mas este o desobedeceu, e foi excluído do paraíso. Depois de restaurar a Terra e salvar os humanos aperfeiçoados, Deus novamente lhes concederá acesso à fonte da vida eterna.

“No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações” (Apoc. 22:2).

“Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém” (I Tim. 1:17). Só há um ser que é imortal.

“Aquele que possui, ele só, a imortalidade, e habita em luz inacessível; a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém” (I Tim. 6:16). Só há um ser que é imortal.

“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte. Apoc. 21:8). A “segunda morte” é a morte definitiva ou aniquilação (extinção) do espírito humano. Todos os espíritos dos humanos pecadores que não se salvarem serão aniquilados, serão extintos através do fogo. Esse “lago de fogo” pode ser o Sol. Quem é que pode subsistir na altíssima temperatura do Sol?

UM SER “ESPIRITUAL” NÃO SE SENTE FELIZ E CONFORTÁVEL SEM O SEGUNDO CORPO FÍSICO

Por que os demônios se incorporam nos corpos humanos? Porque eles não se sentem felizes subsistindo na forma de “espírito”. Eles precisam de um corpo para interagir, para se manifestar e para sentir as sensações que só um corpo físico mortal pode proporcionar. Subsistir na forma de “espírito” não tem vantagem, não tem sentido. O crente salvo não sentirá prazer algum subsistindo no Céu na forma de “espírito”. Por isso, os salvos terão que ressuscitar, para que possam assumir a forma humana novamente, ou seja, para que seus corpos “espirituais” recebam um segundo corpo, para que tenha sentido a existência. E os mortos salvos irão ressuscitar para que assumam a forma humana para viver neste planeta Terra restaurado, e não no céu, como eles imaginam.

Acredito, sem sobra de dúvida, que o próprio Deus, Jesus e os anjos são “espíritos” (um primeiro corpo), mas possuem ou criam um segundo corpo material e visível para se manifestar. Em outras palavras, eles se “materializam” ou “materializam” os seus corpos. Deus mesmo disse a Moisés que nenhum mortal pode ver a sua face e viver. Porém, acho que Deus falou isso só para que Moisés e povo hebreu o temesse e não questionasse suas ordens. Deus pode ser contemplado, sim. Para ver a face de Deus basta que o homem utilize um óculo especial igual àquele que os astrônomos usam para estudar o Sol, pois o rosto de Deus brilha como um sol. O problema é que Ele faz de tudo para que os humanos não vejam a sua glória. Jesus disse que Deus é “espírito”. No entanto, os profetas Isaías e Daniel disseram que VIRAM o Deus Todo-Poderoso em sua forma física, assentado sobre um alto e sublime trono. Será que isso é uma contradição bíblica, ou eu é que estou certo no que afirmo?

“Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). [Mas, que “espírito” é esse que pode ser contemplado? Veja outras citações, abaixo].

“E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum pode ver a minha face e viver. (…) Depois, quando eu tirar a mão, me verás pelas costas; porém a minha face não se verá” (Êxodo 33:20,23).

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo” (Isaías 6:1).

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo, e os livros foram abertos. (…) Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:9-10,13-14).

O PROBLEMA DOS RELIGIOSOS, PRINCIPALMENTE DOS CRISTÃOS

O problema dos religiosos, mais especificamente dos cristãos, é que eles acreditam em Deus e nos seres que habitam os céus unicamente PELA FÉ. A condição de racional parece não ser compatível com os que se dizem religiosos ou crentes.

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

Os religiosos acreditam PELA FÉ que os mundos foram criados por Deus. E consequentemente, também acreditam na existência de Deus e dos anjos pela fé. Nada se pode comprovar pela razão ou por algo concreto.

A FÉ não prova nada. Se fé provasse alguma coisa, hoje ninguém duvidaria da existência de Deus e do Diabo. Fé significa apenas esperança ou expectativa de algo que supostamente pensamos existir.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a PROVA das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

A primeira parte do texto bíblico supracitado está correta. Já a segunda parte não passa de um blefe, pois, fé não é prova nada, não é prova de nada.

Se eu disser que tenho fé em Deus, isso não prova que Deus existe. Se disser que tenho fé que amanhã vou jogar e ganhar na mega-sena, isso não passa de esperança. Se você está desempregado e disser que vai orar com fé acreditando que amanhã irá conseguir um emprego, isso não passa de expectativa positiva. Sua fé não garante que amanhã você estará empregado. Portanto, fé não prova nada. Gera apenas uma expectativa positiva. Só isso. No entanto, a fé é a arma principal que os religiosos mercenários, lobos devoradores, utilizam para enganar os crentes.

Praticamente todas as crenças dos religiosos são por meio da fé. Ou seja, eles não têm nenhuma prova sobre o que acreditam, mesmo assim eles persistem em desenvolver uma mente primitiva e medieval, mesmo vivendo no século XXI, onde a Ciência já encontrou provas para existência de inúmeras coisas que antes imaginávamos com a Bíblia dizia ser.

EXPLICAÇÃO RACIONAL E LÓGICA SOBRE OS DITOS “SERES ESPIRITUAIS”

Apesar desse meu comentário contundente contra a “irracionalidade” dos cristãos e dos religiosos, garanto que podemos acreditar em Deus não pela fé cega, mas fazendo o uso da razão, da lógica e da racionalidade. Para que isso seja possível, é necessário nos desprendermos dos conceitos errôneos sobre os seres que habitam os céus, os quais imaginamos que são “espirituais”.

A coisa mais incrível e espetacular da natureza é a atmosfera ou o ar que respiramos. Quando ando de moto sinto o ar bater forte no meu rosto e nos braços, e fico imaginando como pode existir algo que não podemos ver a olho nu, mas que podemos sentir e até receber o impacto desse algo sobre o nosso corpo e sobre as árvores! O ar é algo sutil e rarefeito. Toda a atmosfera é um grande oceano composto de gases, de partículas de carbono (CO2) e de água (H2O). Podemos nos movimentar dentro do ar sem precisar fazer esforço. No entanto, se queremos andar muito velozmente dentro da atmosfera, ela nos impede de corrermos com tanta força. Por que isso acontece? Porque o ar é algo físico, real; está ao nosso redor, mas não podemos enxergar a sua forma física ou corpórea, nem podemos discriminar a olho nu os gases e os elementos químicos que o compõe.

O ar ou atmosfera é composto de diversos elementos químicos. E o bom estudante sabe que os elementos químicos são formados de átomos e moléculas, os quais denominamos de MATÉRIA. Se o ar é formado de matéria, então, isso comprova que existem seres, objetos ou coisas que não podemos contemplar a olho nu. Mas isso não significa que as coisas que não podemos contemplar a olho nu são “espirituais”.

Meu conceito é que em todo o Universo não existem esses seres ditos “espirituais”. O próprio Deus e os anjos possuem forma corpórea física, embora não seja possível contemplá-los a olho nu. Há quem acredite que os anjos podem se manifestar na forma física visível a olho nu. Ou seja, alguns acreditam que os anjos são seres “espirituais”, mas eles podem se “materializar” para poder se comunicar com os humanos.

No tempo primitivo e medieval, os humanos tinham conceitos vazios ou falsos sobre a forma do planeta Terra, sobre o Sol, as estrelas e o espaço sideral. Em épocas remotas, os humanos – e até mesmo os “astrônomos” – acreditavam que a Terra era plana, e que inclusive era sustentada por grandes colunas. Acreditavam que existia um “mundo espiritual” sobre a abóboda celeste, o mundo de Deus e dos anjos. E o livro de Gênesis nos dá a entender que havia um grande oceano acima dos céus, e que este foi a causa do Grande Dilúvio universal no tempo de Noé. Ainda acreditavam que o Sol é que girava ao redor da Terra e as estrelas eram pequenos luzeiros presos sob a abóboda celeste, feitos para alumiar durante a noite. A Lua também era considerada um luzeiro móvel que circulava ao redor da Terra para aluminá-la durante a noite.

Hoje vemos o quão ignorantes eram os seres humanos primitivos e medievais. E parte dessa ignorância ainda persiste na mente de milhões de religiosos.

———————————————————————–
Para aprender mais, continue acompanhando os post do blog Mensagens Para a Geração, de Miquels7

13/04/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, OPINIÃO | , , | Deixe um comentário

AS CONTRADIÇÕES DA BÍBLIA – PARTE 2

********
Há centenas de contradições na Bíblia já conhecidas. Mas há outras ainda mais graves que passam despercebidas.

A morte de Absalão preso pelos cabelos

Os teólogos fanáticos se contorcem de todas as formas para tentar explicar aquilo que eles chamam de “suposta contradição”, mas nem sempre são convincentes. É o tal fanatismo religioso, de achar que na Bíblia não existem erros ou contradições. É claro que existem.

Vejam esses casos. Duvido que consigam explicar essas graves contradições na Bíblia.

*******
1) Deus diz, através do profeta Jeremias, que não ordenou aos israelitas coisa alguma a respeito de holocaustos e sacrifícios. Mas, no livro de Êxodo está a prova de que Deus instruiu e ordenou a prática de sacrifícios e holocaustos.

a) Deus instrui sacrifícios e holocaustos: Êxodos 8:27; 10:25; 20:24; 29:16-18.

b) Deus não pediu nenhum sacrifício ou holocausto: Jeremias 7:21-23.

“Assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Ajuntai os vossos holocaustos aos vossos sacrifícios, e comei a carne. Pois não falei a vossos pais no dia em que os tirei da terra do Egito, nem lhes ordenei coisa alguma acerca de holocaustos ou sacrifícios. Mas isto lhes ordenei: Dai ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; andai em todo o caminho que eu vos mandar, para que vos vá bem” (Jer. 7:21-23).

*******
2) O escritor da epístola aos Hebreus afirma que Moisés, DEIXOU o Egito, mas NÃO temeu a fúria do rei, o faraó. Porém, no próprio livro de Êxodo está escrito que ele temeu o rei, e por isso fugiu do Egito.

a) Moisés temeu o rei: Êxodo 2:14-15.

“Respondeu ele: Quem te constituiu a ti príncipe e juiz sobre nós? Pensas tu matar-me, como mataste o egípcio? Temeu, pois, Moisés e disse: Certamente o negócio já foi descoberto. E quando Faraó soube disso, procurou matar a Moisés. Este, porém, fugiu da presença de Faraó, e foi habitar na terra de Midiã; e sentou-se junto a um poço” (Êx. 2:14-15).

b) Moisés não temeu o rei: Hebreus 11:27.

“Pela fé [Moisés] deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como quem vê aquele que é invisível” (Heb. 11:27).

*******
3) Jesus afirmou que NINGUÉM subiu ao céu ou desceu do céu, exceto ele próprio. Mas o autor da carta aos Hebreus diz que Enoque foi transladado para o céu para não ver a morte. Então, por que os teólogos ensinam que Enoque e Elias foram transladados para o céu, se o próprio Jesus disse que ninguém subiu ao céu?

a) Ninguém subiu aos céus: João 3:12-13.

“Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem” (João 3:12-13).

b) Mas alguns já ascenderam aos céus: Enoque (Gênesis 5:24; Hebreus 11:5) e Profeta Elias (II Reis 2:11).

“Enoque andou com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus o tomou” (Gên. 5:24).

“Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus” (Heb. 11:5).

“E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (II Reis 2:11).

NOTA PARA OS ESTUDANTES DA BÍBLIA

Em João 3:12-13 Jesus deixa bem claro que apenas Ele foi o único ser (humano ou divino) que subiu e desceu dos céus. Por isso, somente Ele tinha a credencial para falar das coisas do Céu, como é o Céu e o que existe no Céu. Sendo assim, como fica a credibilidade do Livro de Enoch, que narra a sua abdução até os céus, na qual faz algumas descrições de lá? Como fica os relatos das visões do Céu e do trono de Deus descritos nos livros de Isaías, Daniel e Ezequiel? E qual a credibilidade do relato do apóstolo Paulo, que disse ter sido arrebatado até o terceiro céu e ouvido coisas que ao homem comum é vedado falar? (II Coríntios 12). Será uma mentira isso que Jesus disse em João 3:12-13?.

*******
4) Como o rei Saul morreu? 

Quatro contradições sobre um mesmo assunto. E depois dizem que a Bíblia é perfeita, e não contém um só erro.

a) Saul cometeu suicídio: I Samuel 31:4-6 e I Crônicas 10:4.

b) Saul foi morto por um amalequita: II Sanuel 1:8-10.

c) Saul foi morto pelos filisteus: II Samuel 21:12.

d) Deus mesmo matou Saul: I Crônicas 10:14.

*******
5) Outra contradição, e no mesmo livro: Os filhos de Absalão.

Absalão teve três filhos e uma filha: II Samuel 14:27.

Absalão morreu e não teve filhos: II Samuel 18:18.

Ergueu até um monumento por motivo de não ter filhos.

*******
6) Mais outra contradição grosseira na Bíblia: Davi só cometeu um pecado.

Como dizem os pregadores nos púlpitos das igrejas: a Bíblia diz, irmãos, que o rei Davi nunca fez coisas erradas diante de Deus, exceto no caso do seu adultério com a mulher de Urias. Vamos ler isso na palavra do Senhor:

“Porque Davi fez o que era reto aos olhos do Senhor, e não se desviou de tudo o que lhe ordenou em todos os dias da sua vida, a não ser no caso de Urias, o heteu” (I Reis 15:5).

Porém, em II Samuel 24:9-17 está registrado que Davi pecou gravemente diante de Deus por numerar o povo. E por causa desse grave pecado ele foi responsável pela morte de 70 mil israelitas. Toda essa gente morreu por causa do pecado de Davi, e morreu de forma terrível, através de uma grande peste que se alastrou no meio do povo. E Davi mesmo confessou que o povo era inocente.

“E, vendo Davi ao anjo que feria o povo, falou ao Senhor, dizendo: Eis que eu pequei, e procedi iniquamente; porém estas ovelhas, que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim, e contra a casa de meu pai” (II Sam. 24:17).

Parece até brincadeira, mas Deus, ao propor a Davi a escolha de três castigos, ele escolheu o castigo para o seu povo, sendo que ele é que havia pecado. Se Davi amasse o seu povo, teria escolhido passar 3 meses sendo perseguido por seus inimigos. Mas ele preferiu ver o seu povo morrer de peste durante 3 dias. Por capricho ou para não ser desmoralizado diante do seu próprio povo, preferiu que o povo se lascasse. E o que dizer da atitude de Jeová ao propor essas barbaridades por causa de sua sede de vingança contra o povo ou por causa do pecado de Davi?! Sem palavras! Neste e em outros casos Davi saiu ileso porque era o queridinho de Jeová, o homem segundo o seu coração. Por esse motivo, Jeová sempre foi bonzinho com Davi. Ele podia praticar seus delitos, mas quem padecia de verdade era o povo por causa de seus erros.

Porém, o mais grave nessa história é o fato de o próprio Senhor Jeová usar de subterfúgio para fazer Davi pecar ao incitá-lo para numerar o povo, para de alguma forma punir os israelitas. Como pode isso….? Se não foi pecado a atitude de Davi na numeração do povo – visto que foi incitado a fazê-lo por Jeová -, sem dúvida, a sua decisão de escolher a morte de 70 mil de seus irmãos foi pura falta de caráter, pelo simples capricho de não querer se passar por fracassado diante de seus inimigos.

“A ira do Senhor tornou a acender-se contra Israel, e o Senhor incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá” (II Samuel 24:1).

Veja:

9 Joabe, pois, deu ao rei o resultado da numeração do povo. E havia em Israel oitocentos mil homens valorosos, que arrancavam da espada; e os homens de Judá eram quinhentos mil.
10 Mas o coração de Davi o acusou depois de haver ele numerado o povo; e disse Davi ao Senhor: Muito pequei no que fiz; porém agora, ó Senhor, rogo-te que perdoes a iniqüidade do teu servo, porque tenho procedido mui nesciamente.
11 Quando, pois, Davi se levantou pela manhã, veio a palavra do Senhor ao profeta Gade, vidente de Davi, dizendo:
12 Vai, e dize a Davi: Assim diz o Senhor: Três coisas te ofereço; escolhe qual delas queres que eu te faça.
13 Veio, pois, Gade a Davi, e fez-lho saber dizendo-lhe: Queres que te venham sete anos de fome na tua terra; ou que por três meses fujas diante de teus inimigos, enquanto estes te perseguirem; ou que por três dias haja peste na tua terra? Delibera agora, e vê que resposta hei de dar àquele que me enviou.
14 Respondeu Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do Senhor, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu.
15 Então enviou o Senhor a peste sobre Israel, desde a manhã até o tempo determinado; e morreram do povo, desde Dã até Berseba, setenta mil homens.
16 Ora, quando o anjo estendeu a mão sobre Jerusalém, para a destruir, o Senhor se arrependeu daquele mal; e disse ao anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta; retira agora a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.
17 E, vendo Davi ao anjo que feria o povo, falou ao Senhor, dizendo: Eis que eu pequei, e procedi iniquamente; porém estas ovelhas, que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim, e contra a casa de meu pai.

O rei Davi cometeu muitos pecados, e não apenas um só. Davi teve várias mulheres concubinas – além de suas quatro esposas -, com as quais teve filhos. Davi teve cerca de 30 filhos.

Davi pecou muitas vezes. Chegou até a compor um Salmo para acusar Jeová de tê-lo abandonado e quebrado o pacto que havia feito com ele. Se Deus virou as costas pra Davi, o motivo foi os seus pecados. Será que no Salmo 89 Davi estava mentindo sobre o caráter e fidelidade de Jeová? Leia também o Salmo 51, onde Davi suplica perdão de Deus pelos seus pecados.

35 Uma vez para sempre jurei por minha santidade; não mentirei a Davi.
36 A sua descendência subsistirá para sempre, e o seu trono será como o sol diante de mim;
37 será estabelecido para sempre como a lua, e ficará firme enquanto o céu durar.
38 Mas tu o repudiaste e rejeitaste, tu estás indignado contra o teu ungido.
39 Desprezaste o pacto feito com teu servo; profanaste a sua coroa, arrojando-a por terra.
40 Derribaste todos os seus muros; arruinaste as suas fortificações.
41 Todos os que passam pelo caminho o despojam; tornou-se objeto de opróbrio para os seus vizinhos.

*******
Vou parar por aqui, porque são inúmeras as contradições de fatos e informações na Bíblia.

Só esses casos já são mais do que suficientes para os crentes deixarem de fanatismo religioso e parar com a idolatração da Bíblia.

A Bíblia contém a Palavra de Deus, contém bons ensinamentos, contém a história do ser divino que veio salvar a humanidade; mas também contém muita barbárie e contradições. E a Bíblia, como um todo, não é a Palavra de Deus, e os seus livros não foram escritos para no futuro serem selecionados de forma tendenciosa pela Igreja Católica, e ser o que é hoje: um livro idolatrado pelos teólogos fanáticos.

————————-
Falou e disse Miquels7

 

25/03/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS | , | Deixe um comentário

Um Zé-Mané Ensinando os Doutores em Teologia a Interpretar o Apocalipse

********(CONCLUÍDO E ACRESCENTADO)********

QUEM SÃO OS INTERLOCUTORES DA NARRATIVA NO FINAL DO CAPÍTULO 22 DE APOCALIPSE?

a-volta-de-cristo

Antes de entrar na explanação sobre o Apocalipse, tenho que tecer alguns comentários importantes.

*******
Tem coisas incríveis no Apocalipse de João que enxergo durante a leitura, e percebo que, depois de quase dois mil anos da cristandade, a quase totalidade dos teólogos continua com uma espécie de venda nos olhos e não conseguem ver nada além do que já viram. É interessante notar que a Bíblia mesmo diz que no tempo do fim os sábios compreenderiam as profecias. Mas só no fim? Por que não antes?

“Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão” (Daniel 12:10).

É claro que quando já estamos próximo do cumprimento de uma profecia os sinais a respeito do acontecimento profetizado são mais evidentes. Jesus mesmo chamou a atenção sobre isso. Com a proximidade de um acontecimento fica mais fácil compreender os sinais de sua chegada.

“Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24:32).

Enquanto os teólogos se preocupam em saber o que significa a “figueira” nesta declaração de Jesus, eu, porém, preocupo-me em saber o que é esse “verão”.

Verão é a estação da luz, do calor e do trabalho; ou seja, é um período de tempos trabalhosos, de muita agitação, diversão e descompromisso com o que virá depois.

“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mateus 24:36-42).

A maioria dos doutores em Teologia afirma que a frase “estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro” está falando do tal arrebatamento. Porém, a interpretação correta diz que esse que é levado é o que se perderá. O que fica é o que será poupado do castigo, da morte ou da calamidade. O texto não se refere a um suposto arrebatamento, mas tão-somente à tribulação que sobrevirá ao mundo nos últimos dias em que muitos escaparão (serão deixados) e outros serão mortos (serão levados). Repare que Jesus disse que o povo antediluviano “não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos”. Ou seja, quem foi LEVADO pelas águas do dilúvio é que pereceu. Também devemos lembrar que durante a invasão de Jerusalém pelo Exército Romano no ano 70 d.C muitos judeus foram poupados da morte. Ou seja, os que ficaram – os deixados para trás – é que foram poupados da morte. Outros que não sofreram a morte imediata foram presos e levados cativos, como escravos. E adivinha quem foi deixado para trás e poupado da morte durante a invasão romana? Justamente os pobres, os mendigos, os doentes e aleijados, que foram deixados para cuidar da terra. O salmista disse que os mansos e os justos herdarão a Terra e nela habitarão para sempre (Salmos 37:11, 29). No Antigo Testamento não há nenhum texto afirmando que os mansos e os justos herdarão o céu. Essa história de que os crentes herdarão o céu é pura heresia e coisa de fanático religioso.

Veja o que Jesus disse no Sermão do Monte:

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.1 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mateus 5:3-12).

Os doutores em Teologia deviam entender e ensinar que a expressão “reino dos céus” está se referindo ao reino vindo dos céus para se estabelecer aqui na Terra. Não existe reino algum no Céu. Deus não reina exclusivamente sobre anjos, porque anjos não formam nações. Para que haja reino é preciso haver súditos, servos e vassalos. Os anjos não são servos. Se Deus reina no Céu, mas esse reino abrange todo o Universo. Porém, Deus reina especialmente dos céus sobre a Terra, sobre nós. Portanto, devemos entender que “reinos dos céus” quer dizer “reino vindo dos céus sobre nós”. E esse reino será estabelecido definitivamente aqui na Terra depois que todas as coisas forem cumpridas. E esse reino será regido eternamente por Jesus Cristo. A presença permanente de Cristo aqui na Terra junto com os humanos redimidos será igual à presença do próprio Deus no meio de nós. E o reino eterno de Jesus aqui na Terra terá todas as características de um reino humano, mas não será regido como o reino dos homens, e as nações da Terra levarão honras e tributos ao Rei. O reino dos homens é caracterizado por conflitos, guerras, ódio, injustiças e opressão. Porém, o Reino de Cristo será de paz, de amor, de justiça e de prosperidade.

“Deus reina sobre as nações; Deus está sentado sobre o seu santo trono” (Salmo 47:8).

“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe. E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. (….) As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória. As suas portas não se fecharão de dia, e noite ali não haverá; e a ela trarão a glória e a honra das nações” (Apoc. 21:1-3, 24-26).

“Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do Senhor; e todas as nações se ajuntarão a ela, em nome do Senhor, a Jerusalém” (Jeremias 3:17).

“E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo” (Ezequiel 43:7).

“Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como Filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias [que estava assentado no Trono], e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:13-14).

Portanto, os salvos irão habitar no reino dos céus aqui mesmo na Terra, e não no Céu, como todos imaginam. E a Nova Jerusalém será a capital do mundo.

Jesus ordenou seus discípulos a pregar, dizendo que era chegado o reino dos céus. E essa é a prova do que afirmei, que o reino dos céus não é um reino localizado no Céu, mas tão-somente um reino vindo dos céus para se estabelecer aqui na Terra.

“E indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus” (Mateus 10:7).

“Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque das tais é o reino dos céus” (Mateus 19:14).

Quantas vezes não vi irmãos subir no púlpito da igreja e pregar sobre este versículo de forma totalmente deturpada! A expressão “criança” significa pessoas humildes, pessoas mansas e pacíficas, assim como são as crianças. E a expressão “reino dos céus” não tem nada a ver com um reino no Céu, mas um reino aqui mesmo na Terra.

Quanto à frase “alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus”, vou explicar. Repare que a palavra “céus” está no plural. Na Bíblia não existe a expressão “reino do Céu”, mas somente “reino dos céus”, que quer dizer um reino vindo dos céus sobre nós. Portanto, a frase “porque é grande o vosso galardão nos céus”, a expressão “nos céus” é uma forma abreviada de “reino dos céus” como foi dita logo no início do Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Se omitirmos a palavra “reino” a frase fica assim: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é os céus”. E a palavra “céus” está no plural, e não designa um local exato. “Céus” se refere a todo os espaço sideral. Se os salvos fossem realmente habitar no Céu frase correta seria: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino do Céu” ou “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino no Céu”.

E para um bom entendedor de semântica e análise sintática (sintaxe), na frase “porque deles é reino dos céus”, o verbo ser (é), no singular, está se referindo ao substantivo “reino”, e não ao adjunto adverbial “dos céus”. Portanto, a atenção do intérprete deve ser dada ao vocábulo “reino”, que se refere ao reino do Messias aqui na Terra. Mas os crentes só fixam o olhar na palavra “céus”, e por isso, imaginam que vão morar nos céus.

OS MANSOS HERDARÃO A TERRA, NÃO O CÉU

Fico imaginando por que os crentes não se tocam quando leem no Sermão do Monte a frase Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra”!

Se Jesus diz que os mansos herdarão a Terra, por que os crentes ficam imaginando que vão herdar o Céu? Ou será que Jesus estava maluco (sofrendo de esquizofrenia), uma hora falando uma coisa, e mais na frente falando outra?

Pergunto aos doutores em Teologia: Os salvos irão herdar a Terra e viver nela para sempre, ou irão herdar o Céu, e habitar junto com Deus e os anjos?

Se perguntarmos para um crente se ele prefere herdar a Terra ou herdar o Céu, por certo ele irá responder que prefere herdar o Céu. Logo, vemos que é difícil mudar a mentalidade dos crentes sobre essa questão de querer ir morar junto com Deus no Céu, pois, foram doutrinados de forma equivocada, e não aceitam o contraditório.

Ora, se Jesus diz que os mansos herdarão a Terra, logo, a expressão “herdar o reino dos céus” significa herdar o reino vindo dos céus, que será implantado aqui mesmo neste planeta, quando todas as coisas forem cumpridas.

O salmista e os profetas também dizem que os mansos e os justos herdarão a Terra, e não o Céu.

“Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz” (Salmos 37:11).

“Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” (Salmos 37:29).

“Mas o que confia em mim possuirá a terra, e herdarão o meu santo monte” (Isaías 57:13).

“E todos os do teu povo serão justos; para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado” (Isaías 60:21).

“E produzirei descendência a Jacó, e a Judá um herdeiro dos meus montes; e os meus escolhidos herdarão a terra e os meus servos nela habitarão” (Isaías 65:9).

MAS A NOSSA PÁTRIA ESTÁ NOS CÉUS

“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas” (Filipenses 3:20-21).

Há somente três referências cruzadas que apoiam de forma duvidosa isso que Paulo afirmou em Fil. 3:20.

1ª REEFERÊNCIA: Efésios 2:6, 19

“E nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus. (….) Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus”.

Essa afirmação de Paulo, na sua Carta aos Efésios (2:6), parece não se apoiar na realidade, mas apenas em utopia. E isso evidencia um pouco de fanatismo religioso do próprio apóstolo, pois, crente algum irá se assentar no Céu ao lado de Deus.

2ª REFERÊNCIA: Hebreus 11:13-16

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado, de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de ser chamado seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade”.

Ora, isso que Paulo fala aos hebreus é pura fantasia. Pois, o próprio Judaísmo jamais ensina que os justos que morreram irão reviver para habitar no Céu. E nem mesmo na Toráh (Antigo Testamento) encontramos algum ensino de que os justos que morreram irão ressuscitar para viver no Céu. Marta, irmã de Lázaro, disse que sabia que Lázaro iria ressuscitar no último dia, mas não para ir morar no Céu. E Jesus não ignorou o que ela falou; apenas disse que podia antecipar a ressurreição. Portanto, isso evidencia que os judeus não tinham por esperança uma nova pátria nos céus, mas aqui mesmo na Terra.

“Respondeu-lhe Jesus: Teu irmão há de ressurgir. Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (João 11:23).

Não existe nenhuma referência cruzada no restante da Bíblia, de forma a corroborar o que Paulo falou aos hebreus, sobre a esperança dos patriarcas de ir morar numa pátria melhor nos céus. Pelo livro de Ezequiel os judeus sabem que o reino eterno do Messias será aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

“Ainda habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, na qual habitaram vossos pais; nela habitarão, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre; e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente” (Ezeq. 37:25).

“E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo” (Ezeq. 43:7).

Jesus é o Filho de Davi. Portanto, esse Príncipe de Ezequiel será humano, um humano híbrido. Será um ente divino-humano habitando com os humanos. Deus habitará conosco através da pessoa de seu Filho Jesus, o Príncipe.

3ª REFERÊNCIA: Colossenses 3:1

“Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”.

As promessas de Deus aos vencedores, ou seja, as recompensas, estas serão concedidas como uma espécie de troféu. É claro que muitos dos salvos exercerão lugar de destaque no Reino Eterno do Messias. Por exemplo, a recomendação de Jesus para que ajuntássemos tesouros no Céu, isso não deve ser interpretado ao pé da letra. As recompensas dos vencedores serão dadas em forma de honras e também lugares de destaque no Reino.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao que vencer darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe” (Apoc. 2:17).

“Ao que vencer, e ao que guardar as minhas obras até o fim, eu lhe darei autoridade sobre as nações” (Apoc. 2:26).

“Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono” (Apoc. 3:21).

Observe uma coisa: Jesus se assenta ou se posiciona ao lado do Trono de Deus no Céu, mas nem por isso Ele é Deus, igual ao Pai. Da mesma forma, muitos dos salvos vencedores terão o privilégio de se assentar ao lado do Trono de Cristo, o Messias, no seu Reino Eterno aqui na Terra, mas nem por isso esses privilegiados serão iguais a Jesus em poder e autoridade.

Em relação à pátria dos crentes que Paulo disse estar nos céus, de Filipenses 3:20, o correto seria ele dizer: “Mas a nossa pátria está NO REINO dos céus, na nova Jerusalém, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.

NÃO EXISTE UMA CIDADE NO CÉU DENOMINADA JERUSALÉM

O autor da Carta aos Hebreus foi o único que supôs existir uma cidade celestial, denominada Jerusalém. Mas, isso não procede. Existem outras referências na Bíblia aludindo a uma suposta cidade nos céus, mas nenhuma delas diz exatamente o nome.

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos” (Hebreus 12:22).

Como pode alguém achar que existe uma cidade no Céu com um nome de origem cananéia? Só mesmo na cabeça de religiosos fanáticos!

O nome JERUSALÉM vem da língua do antigo povo cananeu. O vocábulo Jerusalém é formado pela junção de duas palavras: JERU, que significa cidade, e SALÉM, que significa paz. Portanto, Jerusalém significa Cidade de Paz. O Livro apócrifo de Melquisedeque, supostamente escrito por Abraão, conta a lenda de um rei cananeu que tinha um filho, o qual exercia a função de sacerdote. Depois que o rei morreu, o filho (Melquisedeque) assumiu o trono, e passou a exercer as funções de rei e sacerdote ao mesmo tempo. Foi por causa dessa lenda que o escritor da Carta aos Hebreus afirmou que Jesus Cristo é um Sumo-Sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque. Por essa razão, Jesus exercerá a função de Rei e Sacerdote no seu Reino Eterno aqui na Terra.

“Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo” (Gênesis 4:18).

“Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Salmos 110:4).

“Tocará ao príncipe dar os holocaustos, as ofertas de cereais e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel. Ele proverá a oferta pelo pecado, a oferta de cereais, o holocausto e as ofertas pacíficas, para fazer expiação pela casa de Israel” (Ezequiel 45:17).

“E no mesmo dia o príncipe proverá, por si e por todo o povo da terra, um novilho como oferta pelo pecado” (Ezequiel 45:22).

“E, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, sendo por Deus chamado sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 5:9-10).

“Aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 6:20).

Durante a história do povo hebreu, os reis, juízes e príncipes nunca ministraram no Grande Templo, oferecendo sacrifícios. A função de ministrar no Templo era exclusiva da Tribo de Levi. E nenhum rei de Israel foi da Tribo de Levi.

No entanto, esse Príncipe de Ezequiel, além de exercer a função de Rei, também exercerá a função de Sacerdote, e administrará os sacrifícios no Templo. Por essa razão Jesus é considerado Rei e Sacerdote. Mas, tem um detalhe: este Príncipe de Ezequiel parece ser tão humano quanto os demais, e o texto bíblico diz que ele oferecerá sacrifícios por si mesmo e pelo povo.

Há quem diga que esse Príncipe de Ezequiel não será o Senhor Jesus Cristo, mas um príncipe dos filhos de Israel, não necessariamente da Tribo de Levi. Outros afirmam que Jesus não pode assumir a função de Sacerdote porque ele não era da Tribo de Levi, mas da de Judá. Mas outros dizem que Jesus é uma exceção, e Ele exercerá as duas funções, conforme reza a lenda de Melquisedeque.

O Monte Sião mencionado em Apoc. 14 refere-se à cidade de Nova Jerusalém aqui mesmo na Terra, depois que o Reino do Messias for estabelecido definitivamente. O que João viu foi uma visão futurística do que foi planejado acontecer, e não um fato real.

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai”.

Devemos compreender que as visões do futuro que Jesus revelou a João não são literais. As visões que João contemplou são os planos que Deus traçou para que aconteçam. Ninguém é onisciente, nem mesmo Deus. Ninguém pode prever o que irá acontecer no futuro. Muitos fatos contemplados nas visões do “futuro” descritas no Apocalipse ainda não aconteceram e podem não acontecer. Tudo que é revelado no Apocalipse são os planos de Deus contidos no Livrão de Sete Selos.

Tudo que João contemplou no Apocalipse foram encenações do que está previsto acontecer nos planos de Deus concernentes à humanidade, e não visões reais de acontecimentos do futuro.

Portanto, o Monte Sião, isto é, a Cidade de Nova Jerusalém onde João contemplou o Cordeiro com os 144 mil judeus, é aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

A cidade de Nova Jerusalém que João diz descer dos céus no Apocalipse não é uma cidade física, real, mas uma cidade simbólica. Na verdade, a Nova Jerusalém Celestial que descerá sobre a Terra é a Comitiva dos 144 mil judeus, que serão selados e posteriormente arrebatados antes de serem lançadas as taças da ira de Deus sobre a Terra. Esse grupo de 144 mil judeus representa a Noiva do Cordeiro. E como o próprio texto diz, o grupo desse dos céus como uma noiva ataviada para o noivo. A igreja que representa o grupo de todos os salvos não é a Noiva do Cordeiro. O grupo dos 144 mil é que representa a Noiva do Cordeiro, e esse grupo o segue para onde quer que vá.

“E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo” (Apoc. 21:2).

As dimensões da cidade Nova Jerusalém que desce dos céus são todas relacionadas com o número 144, evidenciando que essa cidade simbólica representa o grupo dos 144 mil.

“E ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apoc. 14:3-4).

Os salvos de segunda categoria, que ressuscitarão no último dia, logo após a Grande Tribulação, e também os que foram salvos no julgamento do Grande Trono Branco, formarão as nações que povoarão a nova Terra restaurada. E a antiga cidade de Jerusalém será a capital mundial para sempre.

“As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória. As suas portas não se fecharão de dia, e noite ali não haverá; e a ela trarão a glória e a honra das nações” (Apoc. 21:24-16).

JESUS NÃO PROMETEU ARREBATAR OS SEUS SEGUIDORES FIÉIS, MAS RESSUSCITÁ-LOS NO ÚLTIMO DIA, NÃO PARA LEVÁ-LOS PARA O CÉU, MAS PARA REINAR COM ELE PARA SEMPRE AQUI NA NOVA TERRA RESTAURADA

“E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:39-40).

“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia (…) Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44, 54).

“Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” (João 17:15).

“Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a vindoura” (Hebreus 13:14).

NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

Esta declaração de Jesus, de João 14:2, tem feito a cabeça de milhões de cristãos, com a esperança de irem morar numa cidade nos céus. Só que esses “lugares” que Jesus foi preparar serão no seu Reino Eterno aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

A expressão “na casa de meu Pai há muitas moradas”, significa o mesmo que dizer “no reino que meu Pai me concedeu há muitas moradas”.

Para se fundamentar um ensino ou doutrina é necessário haver pelo menos mais duas referências paralelas (referências cruzadas) que sirvam de respaldo ao texto ou argumento. E sobre esta declaração de Jesus em João 14:2 não há nenhum outro apoio nas Escrituras. Não há referências cruzadas de forma a apoiar o argumento de que no Céu há muitas moradas ou mansões para os crentes salvos.

De tanto os crentes se iludirem com essa estória de morada no Céu, muitos imaginam que vão ganhar uma mansão no Céu; e outros até sonham coisas absurdas. E nem mesmo na Bíblia existe a tal palavra MANSÃO. E o fanatismo é tão absurdo que muitos cantores escreveram hinos falando de mansões no Céu. Lembro-me de um sonho que a irmã Maria Cruz me contou. Ela sonhou que estava no Céu e contemplava muitas casas feitas de palhas e outras bem construídas, parecendo mansões. Aí ela quis saber de quem eram aquelas casas de palhas. Aí alguém respondeu que aquelas casas de palhas eram dos crentes que não faziam a obra de Deus com amor e dedicação. Por aí se vê o tanto de fanatismo dos crentes com essa estória de moradas no Céu.

PARA ONDE VOU, VÓS NÃO PODEIS IR

“Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Procurar-me-eis; e, como eu disse aos judeus, também a vós o digo agora: Para onde eu vou, não podeis vós ir” (João 13:33).

NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU

Ora, Jesus mesmo declarou que somente Ele desceu do Céu e subiu aos céus. Significa que nenhum justo, desde Adão até nossos dias, jamais subiu aos céus para viver permanentemente por lá. Enoque teve o privilégio de ter sido abduzido até os céus, mas ele não podia jamais permanecer por lá, visto que o Céu é habitação somente dos seres aperfeiçoados. E os crentes de hoje não são aperfeiçoados nem a pau! Poucos serão os aperfeiçoados. Da mesma forma, o profeta Elias foi abduzido por uma nave espacial, mas isso não significa que ele foi levado direto para os céus, além do sétimo céu, onde Deus habita, pois lá nem mesmo existe atmosfera para um ser humano vivo respirar.

“Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem” (João 3:12-13).

Se ninguém subiu aos céus, por que os líderes religiosos cristãos ensinam os crentes neófitos que após a morte o crente vai direto para o Céu? Ora, eles induzem o crente ao erro, e com isso cria-se um fanatismo que se torna difícil lidar.

O ARREBATAMENTO SERÁ APENAS PARA OS 144 MIL JUDEUS, CONFORME ESTÁ DESCRITO EM APOCALIPSE CAP. 7 E 14

“Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tess. 4:17).

“E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apoc. 7:2-4).

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai” (Apoc. 14:1).

*******
DESTRINCHANDO OS INTERLOCUTORES DO DIÁLOGO NO CAPÍTULO 22 DE APOCALIPSE

A interpretação do Livro de Apocalipse de João se torna mais difícil porque o autor escreveu frases misturadas de dois ou mais interlocutores no diálogo. E, portanto, o bom exegeta deve saber separar as falas dos interlocutores. Alguns fatos no livro de Apocalipse não estão colocados em ordem cronológica.

No Céu existe apenas um Trono especial onde se assenta o Deus, Todo-Poderoso. Se existisse a suposta trindade, haveria três tronos especiais no Céu, ao invés de dois ou um só.

Primeiramente, temos que diferenciar os dois personagens que supostamente se assentam juntos no Trono principal no Céu, nas diversas visões dos profetas. Um desses dois personagens é superior e é chamado de o Senhor Deus, Todo-Poderoso, ao qual deve ser direcionada toda adoração. O outro personagem é um pouco inferior, mas também é poderoso, ao qual devemos honras e louvores, mas nunca a adoração. Este segundo personagem sempre fica posicionado à destra (à direita) do que está assentado no Trono principal. Este personagem que se assenta à destra de Deus tem o cargo de Primeiro Ministro; ou seja, ele é o braço direito de Deus, aquele que coordenada e executa todos os planos de Deus, e também o que lidera as hostes celestiais, como um todo.

O texto mais adequado para diferenciar Deus-Pai, Todo-Poderoso e Jesus, o Cordeiro, é o de Daniel 7:9-10, 13-14. Neste fato narrado no livro de Daniel podemos ver claramente a distinção entre Deus-Pai e Jesus, o Filho do Homem. Leia e perceba a distinção:

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se [no Trono] para o juízo, e os livros foram abertos. (…) Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como Filho de Homem; e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído”.

Podemos perceber que o Ser poderoso, denominado de Filho de Homem, é inferior ao Ser poderosíssimo, denominado de Ancião de Dias, que está assentado no Trono. Eis a distinção clara entre Deus-Pai e Jesus. E isso não tem nada a ver com trindade. Deus é um só. Paulo fez essa distinção de forma clara, e não fez menção a um terceiro personagem. Desta forma, não existe possibilidade de uma pessoa de bom senso admitir que exista a tal trindade.

“Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também” (I Cor. 8:6).

Jesus, o Cordeiro, nunca aparece assentado sobre um alto e sublime Trono. Sempre o vemos assentado à destra (à direita) da Majestade no Céu. Nunca se diz que o Cordeiro está assentado sobre um trono, no Céu, mas sempre se diz que Ele está posicionado à destra do Trono de Deus. Estêvão teve uma visão do Céu e viu Jesus em pé à destra do Trono de Deus. Ele viu Jesus em pé e não assentado sobre um trono.

“Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus.” (Atos 7:55-56).

E tem outro detalhe interessante no livro de Apocalipse que os teólogos tradicionais não percebem. Se Jesus fosse Deus, Ele também seria adorado pelos 24 anciãos e por todos os anjos que se prostram diante do Deus Todo-Poderoso que se assenta sobre o Trono. Toda vez que os anciãos se prostram para adorar, nunca o texto diz que eles se prostram diante do Cordeiro. O texto diz que APENAS UM estava assentado sobre o alto e sublime Trono.

“Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um Trono estava posto no Céu, e um assentado sobre o Trono” (Apoc. 4:2).

Repare na seguinte citação que todos os anjos no Céu se prostram e adoram ao que está assentado no Trono, e mesmo o Cordeiro sendo citado, mas nunca Ele é adorado. Toda adoração é direcionada só ao que está assentado no alto e sublime Trono.

“E clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém” (Apoc. 7:10-12).

Se Jesus será Advogado dos pecadores no julgamento do último dia, logo, Ele não estará assentado sobre um trono, mas tão-somente o Juiz, o Deus Todo-Poderoso.

“E vi um grande Trono Branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles” (Apoc. 20:11).

OUTRAS REFERÊNCIAS QUE MOSTRAM QUEM SE ASSENTA SOBRE O ALTO E SUBLIME TRONO NO CÉU, E ONDE JESUS, O CORDEIRO, FICA POSICIONADO:

“Micaías prosseguiu: Ouve, pois, a palavra do Senhor! Vi o Senhor assentado no seu trono, e todo o exército celestial em pé junto a ele, à sua direita e à sua esquerda” (I Reis 22:19).

“Prosseguiu Micaías: Ouvi, pois, a palavra do Senhor! Vi o Senhor assentado no seu trono, e todo o exército celestial em pé à sua direita e à sua esquerda” (II Crônicas 18:18).

“O Senhor está no seu santo templo, o trono do Senhor está nos céus; os seus olhos contemplam, as suas pálpebras provam os filhos dos homens” (Salmos 11:4).

“Deus reina sobre as nações; Deus está sentado sobre o seu santo trono” (Salmos 47:8).

“O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo” (Salmos 103:19).

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo” (Isaías 6:1).

“Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificaríeis vós? e que lugar seria o do meu descanso?” (Isaías 66:1).

“E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele” (Ezequiel 1:26).

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se [no Trono] para o juízo, e os livros foram abertos. (…) Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:9-10, 13-14).

“E quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está assentado” (Mateus 23:22).

“Repondeu-lhe Jesus: É como disseste; contudo vos digo que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder” (Mateus 26:64).

“Mas desde agora estará assentado o Filho do homem à mão direita do poder de Deus” (Lucas 22:69).

“Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade” (Hebreus 8:1).

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra” (Apoc. 5:6).

“E clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro” (Apoc. 7:10).

“Porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apoc. 7:17).

Jesus disse a Pilatos que o seu reino não era deste mundo. Porém, o reino de Cristo não está no Céu. O Reino de Cristo é aqui na Terra, mas ainda está por ser estabelecido. Jesus também se assentará sobre um trono no seu reino, mas esse trono não é o mesmo do Deus, Todo-Poderoso. O reino dos homens é caracterizado por conflitos, guerras, ódio, injustiças e opressão. Porém, o Reino de Cristo será de paz, de amor, de justiça e de prosperidade.

“Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos senteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel” (Lucas 22:30).

“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui” (João 18:36).

“E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:15).

*******
AGORA, EXPLICANDO APOCALIPSE 22

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno. Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder. Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas” (Apoc. 1:9-20).

“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. (…) E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus” (Apoc. 4:1, 5).

“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“Nela não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Apoc. 21:22).

APOCALIPSE 22 (AS FALAS DOS INTERLOCUTORES SEPAREI POR CORES)

AZUL: João VERDE: Deus Todo-Poderoso VERMELHO: Jesus Cristo

1 E mostrou-me o rio da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2 No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações.
3 Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão,
4 e verão a sua face; e nas suas frontes estará o seu nome.
5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos séculos dos séculos.
6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.
13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.
17 E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.
18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;
19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro.
20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus.
21 A graça do Senhor Jesus seja com todos.

*******
O significado da palavra SERVO, segundo o dicionário Aurélio:

[Do lat. servu.]
S. m.
1.
Aquele que não tem direitos, ou não dispõe de sua pessoa e bens.
2.
Na época feudal, indivíduo cujo serviço estava adstrito à gleba e se transferia com ela, embora não fosse escravo.
3.
Criado, servidor, servente; serviçal.
4.
Escravo (6).

O que significa a palavra CONSERVO?

Segundo os dicionários da internet:

Conservo: Aquele que é servo, juntamente com outrem.
Ou conservo: Aquele que serve junto com outro servo, ou o que serve igualmente.

E o significado de ANJO?

Segundo o Aurélio:

[Do gr. ángelos, pelo lat. angelu.]
S. m.
1. Ser espiritual que, segundo a teologia cristã, a hebraica e a islâmica, serve de mensageiro entre Deus e os homens. 

Pelas definições dadas, acima, conclui-se que os anjos não são servos. Anjos são mensageiros de Deus e não estão listados na categoria de criados, serventes ou escravos. Anjos são seres especiais. Estão listados na categoria de mensageiros, isto é, embaixadores, administradores, executores.

Note que os anjos não são considerados SERVOS de Deus. Esse conceito de servo e conservo é mais aplicado a nós, seres humanos, que adoram e servem a Deus, e rendem-lhe tributos.

Portanto, esse Ser poderoso ao qual João quis adorar é mais que um anjo. Um anjo comum não pode dizer que é conservo nosso e de nossos irmãos, e dos que guardam as palavras do livro de Apocalipse. Pois os anjos não guardam as palavras de livro algum.

Jesus é servo porque Ele se fez carne e veio habitar entre os homens. Por isso, Jesus, além de Rei e Senhor, é também nosso irmão e conservo de Deus.

Se esse anjo que fala com João em Apoc.22:9 diz que é um conservo de João e de seus irmãos, logo, percebe-se que esse anjo não é um anjo comum; é mais que um anjo. Jesus mesmo se declarou ser um SERVO de Deus. E os profetas também testificam que Jesus seria um SERVO do Senhor. Vejamos:

“E suscitarei sobre elas um só pastor para as apascentar, o meu servo Davi. Ele as apascentará, e lhes servirá de pastor; e eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse.” (Ezequiel 34:23-24).

“Também meu servo Davi reinará sobre eles, e todos eles terão um pastor só; andarão nos meus juízos, e guardarão os meus estatutos, e os observarão” (Ezequiel 37:24).

“Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniqüidades deles levará sobre si” (Isaías 53:11).

“Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 5:30).

“Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo” (João 8:28).

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens” (Fil. 2:5-7).

Nesta passagem de Paulo aos filipenses, ele não está declarando que Jesus é Deus. Está apenas dizendo que Jesus era um ente divino que estava com Deus, mas não era Deus.

A FRASE “EU SOU O ALFA E O ÔMEGA”, DE QUEM É?

Apenas três vezes é pronunciada a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” no Apocalipse de João. E apenas uma delas foi pronunciada diretamente por Deus. As outras duas citações desta frase são repetições que João acrescentou quando fazia a introdução e conclusão do livro.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apoc. 1:8).

“Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida” (Apoc. 21:6).

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:13).

A frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” não faz parte do diálogo entre João e o anjo poderoso no final do capítulo 22. Esta frase foi intercalada no texto pelo próprio João, assim como o fez logo na introdução do livro. Pois, na introdução do livro de Apocalipse João não está dialogando com Jesus, mesmo assim ele cita a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega”, frase dita por Deus-Pai em Apoc. 21:6).

Esse anjo ao qual João se prostrou para adorar não é um anjo comum. Durante as visões dos acontecimentos, alguns anjos se dirigiram a João e dialogaram com ele. Porém, esse anjo que João diz ter pretendido adorar é um anjo muito poderoso, diferentemente dos demais anjos. E João bem sabia que um anjo não pode ser adorado.

A prova que esse Anjo que João quis adorar é Jesus resume-se na frase que diz: “pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”.

“Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:10).

Ora, quem passava as visões a João e ordenava-lhe que as escrevesse era Jesus. Em Apoc. 1:2 João declara que viu e ouviu o testemunho de Jesus. Por isso ele diz que o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.

“E, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu”.

A expressão “espírito da profecia” quer dizer a verdade da profecia ou a autenticidade da profecia, pois, espírito é vida. Por isso, Jesus sempre dizia a João que “estas palavras são fiéis e verdadeiras” ou “estas são as verdadeiras palavras de Deus”. Jesus nunca mentiu e nunca houve engano em sua boca. Daí a razão de seu testemunho ser autêntico.

*******
QUANTOS INTERLOCUTORES HÁ NA NARRATIVA?

Os teólogos tradicionais acham que na narrativa do capítulo 22 de Apocalipse há o diálogo de três interlocutores: João, um anjo e Jesus. Eu, também, identifico três interlocutores na narrativa, conforme sublinhei com cores diferentes as palavras de cada um: João, Deus-Pai e Jesus. Na minha perspectiva, não há diálogo de um anjo comum a partir de Apoc. 22:6-20.

Note que as visões de Apocalipse 21:1-8 são reveladas por Jesus, o anjo poderoso, aquele que sempre diz “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras”. A partir de Apoc, 21:9 até 22:5 João narra as visões mostradas por um anjo comum. Do versículo 6 até o 20 João faz uma espécie de síntese dos relatos. Veja que após o versículo 5 ele repete novamente a frase “E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras”. Nesse momento da narrativa não existe lógica para João escrever essa frase, pois ele não estava dialogando com ninguém; apenas estava narrando as visões.

Portanto, a partir do versículo 6 de Apoc. 22 João faz a concussão final do seu livro. E nesse trecho podemos observar as falas de três interlocutores.

Devemos atentar para o seguinte detalhe: as visões do Apocalipse foram dadas por Jesus Cristo, e isto está evidente logo na introdução do livro. Nenhum outro anjo ordenou João a escrever. As revelações foram dadas exclusivamente por Jesus a João. E no capítulo 22 de Apocalipse João declara que o anjo, ao qual ele se prostrou para adorar, foi quem lhe passou as revelações. Logo, esse anjo era Jesus. Compare:

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer” (Apoc. 22:6).

Deus deu as revelações a Jesus, e Ele as notificou a João e ordenou que ele as escrevesse num livro e enviasse pelos sete anjos (sete estrelas) cartas às sete igrejas da Ásia.

O diálogo no final de Apocalipse 22 é um apanhado geral das visões que João tentou resumir.

Repare que João repete algumas frases que antes já havia escrito. Por exemplo, João não se ajoelhou duas vezes diante do Anjo para adorá-lo. Só que ele fala do mesmo fato em dois momentos. Se João tentou uma vez se ajoelhar para adorar o Anjo, é claro que esse gesto ele jamais repetiria depois.

“Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. [Repetição de frase]. (…) E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar. Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus”. [Repetição do mesmo fato]. (Apoc. 22:6, 9).

*******
JESUS É O ANJO GABRIEL?

A seita dos Adventistas do Sétimo Dia Ortodoxos ensina que Jesus é o mesmo arcanjo Miguel. Porém, uma vertente dos Adventistas do Sétimo Dia ensina que o anjo poderoso que apareceu a Daniel (Dn 10) é o anjo Gabriel. No entanto, se compararmos as descrições que Daniel fez desse Ser poderoso que lhe apareceu com o Ser poderoso que apareceu a João na ilha de Patmos, podemos concluir que se trata da mesma pessoa. Se esse Ser poderoso que apareceu a Daniel às margens do rio Tigre é o anjo Gabriel, então, conclui-se que o Ser poderoso que apareceu a João na ilha de Patmos é o mesmo anjo Gabriel. Vamos comparar as características?

Mas, antes, entenda uma coisa: OS ANJOS POSSUEM ASAS – SÃO SERES ALADOS. E esse Ser poderoso que apareceu a Daniel e João parece não ser um anjo, porque eles o descrevem da mesma forma, mas não falam nada sobre possuir asas, e além do mais o identificam como “um homem”. E todos sabem que Jesus, sendo um Ser híbrido, divino e humano, não possui asas. Pelo menos não possuía asas mesmo após a ressurreição. No entanto, João identifica Jesus como um ANJO no último capítulo de Apocalipse. Repare nas semelhanças dos seres poderosos que apareceram a João e Daniel. Perceba que Daniel identifica esse ser poderoso como UM HOMEM trajando-se de linho, e não como um anjo. No entanto, os anjos também são vistos trajando-se com vestidos de linho. Já os anjos administradores trazem os lombos cingidos com cinto de ouro.

Daniel sempre se refere a este Ser poderoso que lhe apareceu chamando-o de “homem vestido de linho”. Parece estranho Daniel não o identificá-lo como um anjo (Dn 10:5; 12:6-7). Jesus foi envolto num pano de linho (Mateus 27:59). Apesar dos anjos serem alados (possuírem asas com penas, creio eu), mas eles também se vestem de linho puro e resplandecente. No entanto, só os anjos que administram no santuário celestial é que possuem os lombos cingidos com cinto de ouro (Apoc. 15:6; 19:14).

Portanto, esse ser poderoso que apareceu a Daniel e João tem semelhança de HOMEM, e é um Ser muito mais poderoso que os demais anjos. Vejamos.

DANIEL 10:4-21

4 No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre;
5 levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;
6 o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão.
7 Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder.
8 Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma.
9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra.
10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.
11 E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo.
12 Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim.
13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.
14 Agora vim, para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos derradeiros dias; pois a visão se refere a dias ainda distantes.
15 Ao falar ele comigo estas palavras, abaixei o rosto para a terra e emudeci.
16 E eis que um que tinha a semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então abri a boca e falei, e disse àquele que estava em pé diante de mim: Senhor meu, por causa da visão sobrevieram-me dores, e não retenho força alguma.
17 Como, pois, pode o servo do meu Senhor falar com o meu Senhor? pois, quanto a mim, desde agora não resta força em mim, nem fôlego ficou em mim.
18 Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou.
19 E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste.
20 Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.
21 Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.

APOCALIPSE 1:9-18

9 Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
10 Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
11 que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
12 E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro,
13 e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar [vestido de linho], e cingido à altura do peito com um cinto de ouro;
14 e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo;
15 e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas.
16 Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força.
17 Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; [eu sou o primeiro e o último].
18 Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno.

Acho que a frase “eu sou o primeiro e o último” é um acréscimo que João fez por conta própria na narrativa. Pois, a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim” não foi pronunciada por Jesus, mas pelo Deus Todo-Poderoso, conforme está descrito em 21:6.

Azul: João Verde: Deus-Pai Vermelho: Jesus

“E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida. Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho” (Apoc. 21:5-7).

Atenção: Quem ordena João a escrever é Jesus. E se Jesus diz que as palavras que vem do trono são fiéis e verdadeiras, logo, não é ele quem as pronuncia, mas sim, o Deus Todo-Poderoso, que está assentado no trono. Em outras palavras, Jesus ordena João a escrever as palavras que vem direto do trono. Portanto, quem pronuncia a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim” é Deus, Todo-Poderoso, e não Jesus.

Apenas três vezes é repetida a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” no Apocalipse. E esta frase é de autoria de Deus-Pai, e não de Jesus. Vejamos.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apoc. 1:8).

Esta frase é pronunciada logo na introdução do livro de Apocalipse, e pelo contexto da narrativa, João está fazendo menção ao que Deus-Pai falou tempos depois, não neste exato momento em que escreve a introdução do livro.

Repare que do versículo primeiro até o sétimo João está fazendo a introdução do livro, saudando as igrejas, e conclui com a palavra “amém”. O versículo que vem logo depois, o oitavo, é uma frase isolada que João pronuncia: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”. Repare que João, no momento que pronuncia esta frase, não está conversando com ninguém. Portanto, essa frase não faz parte de um diálogo, mas é apenas uma frase isolada que João colocou entre as suas próprias palavras, de tão ansioso que estava para escrever as visões.

“Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apoc. 1:17).

A frase “eu sou o primeiro e o último” parece não ser de autoria de Jesus, mas apenas um acréscimo que João fez por conta própria. Esse mesmo gesto de Jesus de colocar a mão direita (destra) sobre João também foi feita pelo ser poderoso que apareceu a Daniel. E o ser poderoso que apareceu a Daniel não disse que era “o primeiro e o último”.

“Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra. E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo. Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim” (Dn 10:9-12).

“Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida” (Apoc. 21:6).

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:13).

“Quando o vi, caí a seus pés como um morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apoc. 1:17).

A PROVA FATAL DE QUE JESUS NÃO É DEUS

No final do capítulo 10 do livro de Daniel, o Ser poderoso que apareceu a Daniel confessa que não é tão poderoso assim, pois disse que o príncipe da Pérsia lhe resistiu por 21 dias, o impedindo de trazer a resposta de sua oração, e ainda declarou que só havia um que o ajudava na batalha: o arcanjo Miguel.

“Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou. E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste. Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia. Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe” (Dn 10:18-21).

Esses príncipes da Pérsia e da Grécia são os anjos poderosos a serviço de Satanás, que lutam contra os anjos de Deus.

*******
AS FRASES PRÓPRIAS DE JOÃO QUE ELE ENXERTOU NA NARRATIVA

Na narrativa de João das cartas às sete igrejas da Ásia, ele introduz cada carta com suas próprias palavras, e só depois escreve o que realmente Jesus ordenou que escrevesse. E numa dessas introduções João denomina Jesus de “Filho de Deus”. E Jesus nunca chamou a si mesmo de Filho de Deus.

Veja a introdução que João faz com suas próprias palavras quando escreve as cartas. As frases de cor roxa são do próprio João; as de cor vermelha são de Jesus.

A frase “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” é um bordão que João utilizou para chamar a atenção sobre as coisas que havia escrito em cada uma das cartas. Essa frase não é de autoria de Jesus.

“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança” (Apoc. 2:1-2).

“Ao anjo da igreja em Esmirna escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto e reviveu: Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. (Apoc. 2:8-9).

“Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois gumes: Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás” (Apoc. 2:12-13).

“Ao anjo da igreja em Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes a latão reluzente: Conheço as tuas obras, e o teu amor, e a tua fé, e o teu serviço, e a tua perseverança, e sei que as tuas últimas obras são mais numerosas que as primeiras” (Apoc. 2:18-19).

Dá para se perceber que a frase “Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes a latão reluzente” não é de autoria de Jesus. Jesus não podia referir-se a si mesmo desta maneira, pois quem viu e descreveu Jesus com os olhos como chama de fogo e pés semelhantes ao latão reluzente foi João. Jesus não se viu a si mesmo dessa maneira, de forma a descrever-se numa carta. Logo, percebe-se que todas as descrições que João faz de Jesus na introdução das cartas são de sua autoria.

“Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as estrelas: Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, e estás morto” (Apoc. 3:1).

“Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar)” (Apoc. 3:7-8).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente!” (Apoc. 3:14-15).

Nos quatro evangelhos Jesus sempre se chama a si mesmo de “FILHO DO HOMEM” 77 vezes, e nunca se chama a si mesmo de “Filho de Deus”.

Em Mateus 27:43 os principais sacerdotes, escribas e anciãos escarneciam de Jesus, dizendo: “Confiou em Deus, livre-o ele agora, se lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus”. Apesar de imputarem a frase “Filho de Deus” a Jesus, mas Ele mesmo nunca se declarou ser “Filho de Deus”. A frase que Cristo sempre usava para se referir a si mesmo era “Filho do homem”.

Em Lucas 22:69-70, Jesus no Sinédrio, ao ser inquirido pelos anciãos se Ele se declarava ser o Filho de Deus, Jesus respondeu que eles (os anciãos) é que diziam que Ele era Filho de Deus. Ele, porém, sempre se declarou ser Filho do homem.

“Mas desde agora estará assentado o Filho do homem à mão direita do poder de Deus. Ao que perguntaram todos: Logo, tu és o Filho de Deus? Respondeu-lhes: Vós dizeis que eu sou”.

É a mesma coisa que Jesus ter dito assim: “Vocês é que estão dizendo que eu sou Filho de Deus; eu sou Filho do homem”.

Em João 5:25 João, na hora de escrever, trocou a expressão “Filho do homem” por “Filho de Deus”. Repito: Jesus nunca chamou a si mesmo de Filho de Deus.

“Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão”.

Novamente em João 10:36 e 11:4 João troca a expressão “Filho de homem” por “Filho de Deus”.

“Àquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, dizeis vós: Blasfemas; porque eu disse: Sou Filho de Deus?”.

“Jesus, porém, ao ouvir isto, disse: Esta enfermidade não é para a morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”.

O Evangelho de João é considerado um evangelho esotérico, porque João emprega muitos termos de cunho esotérico, como ‘filho de Deus’, ‘verbo’, ‘unigênito’, ‘novo nascimento’. Por essa razão João trocou muitas vezes a expressão ‘filho do homem’ por ‘filho de Deus’. E só a título de curiosidade: o Evangelho de João parece não ter sido escrito pelo punho do próprio João, pois muitos fatos narrados parece não terem sido presenciados pelo mesmo. Se fosse mesmo João, discípulo de Cristo, o narrador dos fatos no Evangelho que leva o seu nome, por certo teria narrado com mais precisão, pois ele foi testemunha ocular da história de Jesus. O mesmo fato estranho acontece no livro de Apocalipse. João narra o Apocalipse, dialoga com Jesus, mas parece que esse Jesus do Apocalipse lhe é um ser estranho. Se João era o discípulo amado, por que não demonstrou maior intimidade ao dialogar com Jesus no livro de Apocalipse?

Os próprios discípulos Jesus nunca tentaram adorá-lo. Se seus discípulos tivessem tentado lhe adorar, por certo os teria repreendido, dizendo para adorarem a Deus, pois Ele era servo e conservo deles.

O momento que Jesus se transfigurou diante dos seus discípulos no monte (Mateus 17), foi a oportunidade que eles tiveram de se prostrar diante dele e adorá-lo, mas não o fizeram, pois sabiam que Jesus não era Deus, para ser adorado.

*******
QUEM SÃO OS ANJOS DAS IGREJAS

Aprendi na Escola Dominical que o anjo de cada uma das sete igrejas da Ásia Menor para onde João enviou as cartas, é o PASTOR local. E todos aprendem esses falsos ensinos nas igrejas evangélicas porque isso vem passando de geração em geração, e ninguém se levanta para questionar, pois, já são doutrinados para aceitar tudo que os líderes ensinam.

Na verdade, os anjos das igrejas são os sete anjos emissários que assistem diante do Cordeiro. Esses anjos são as sete estrelas que ficam à destra de Jesus. Jesus ordenou João a escrever as mensagens às sete igrejas, e enviá-las pelos seus anjos emissários.

“Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força” (Apoc. 1:16).

“Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas” (Apoc. 1:20).

“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro” (Apoc. 2:1).

Quando Jesus ordena a João, dizendo: “Ao anjo da igreja em Éfeso escreve”, ele está se referindo ao anjo emissário que devia levar a mensagem à igreja. Se são sete anjos emissários, então, esta é a razão de Jesus ter escolhido apenas sete igrejas da Ásia.

Além desses sete anjos emissários que assistem diante do Cordeiro, há também sete espíritos que assistem diante do Trono de Deus. Esses sete espíritos que assistem diante do Trono são anjos muito poderosos, assim como os arcanjos. Os hereges trinitarianos afirmam que esses sete espíritos de Deus, que são enviados por toda a Terra, são uma representação simbólica da 3ª pessoa da trindade, isto é, o Espírito Santo.

“João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono” (Apoc. 1:4).

“Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as estrelas: Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, e estás morto” (Apoc. 3:1).

“E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus” (Apoc. 4:5).

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra” (Apoc. 5:6).

O profeta Zacarias também teve a visão desses sete espíritos que assistem diante de Deus. Com isso podemos constatar que não se trata de uma alegada 3ª pessoa da trindade. Zacarias também vê os dois ramos de oliveira, que representam os dois ungidos que assistem diante de Deus. Há quem diga que esses dois ungidos são Moisés e Elias, os mesmos que apareceram a Jesus no monte da transfiguração.

“Ora, quem despreza o dia das coisas pequenas? pois estes sete se alegrarão, vendo o prumo na mão de Zorobabel. São estes os sete olhos do Senhor, que discorrem por toda a terra. Falei mais, e lhe perguntei: Que são estas duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal? Segunda vez falei-lhe, perguntando: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado? Ele me respondeu, dizendo: Não sabes o que é isso? E eu disse: Não, meu senhor. Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra” (Zac. 4:10-14).

O QUE É O CORDEIRO IMÓVEL QUE FICA POSICIONADO ENTRE O TRONO PRINCIPAL E OS TRONOS DOS ANCIÃOS?

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra. E veio e tomou o livro da destra do que estava assentado sobre o trono” (Apoc. 5:6-7).

Este Cordeiro que fica em pé, imóvel entre os tronos, e que parecia estar morto e tinha sete chifres e sete olhos, é uma representação simbólica de Jesus. Na verdade, aquilo que João viu era uma estátua esculpida. Por isso João imaginou que fosse um cordeiro morto. E o profeta Zacarias teve a visão dessa estátua simbólica do Cordeiro. A “pedra” que o anjo se refere é Jesus.

“Pois eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos. Eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o Senhor dos exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra num só dia” (Zacarias 3:9).

*******
O CORDEIRO NUNCA É ADORADO

Em todos os momentos que os anciãos, os seres viventes e os anjos se prostram para adorar o Ser Todo-Poderoso que está assentado no trono, nunca se diz que eles adoraram ao Cordeiro. E nas visões do Apocalipse o Cordeiro sempre fica posicionado no meio, entre o trono principal e os tronos dos 24 anciãos.

Só há um momento em que parece que os 24 anciãos adoraram o Cordeiro, mas mesmo aí o Cordeiro não foi adorado, apesar de ter sido mencionado na narrativa. Leia com cuidado e constate que o Cordeiro nunca é adorado. Toda adoração é dirigida ao que está sentado no Trono. Os quatro seres viventes e os anciãos se prostram diante do Cordeiro não em sentido de adoração, mas de reverência. Vejamos Apoc. 5:8-14.

8 Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.
9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação;
10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
11 E olhei, e vi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos seres viventes e dos anciãos; e o número deles era miríades de miríades; e o número deles era miríades de miríades e milhares de milhares,
12 que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.
13 Ouvi também a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e no mar, e a todas as coisas que neles há, dizerem: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos:
14 e os quatro seres viventes diziam: Amém. E os anciãos prostraram-se e adoraram.

No versículo 14 diz que os anciãos prostraram-se e adoraram. Ora, eles não adoraram o Cordeiro, mas tão somente aquele que estava assentado no Trono.

********
A DIFERENÇA ENTRE A VOZ DE JESUS E AS VOZES DOS OUTROS ANJOS

O anjo que fala com Jesus tem a voz como de trombeta e como a voz de muitas águas, ou como a voz de grande multidão. Veja a comparação:

“Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas; (…) e a sua voz como a voz de muitas águas” (Apoc. 1:10-11, 15).

“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer” (Apoc. 4:1).

“Depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma imensa multidão, que dizia: Aleluia! A salvação e a glória e o poder pertencem ao nosso Deus; (…) Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Apoc. 19:1, 6).

Os anjos comuns e os quatro seres viventes clamavam com grande voz, mas nunca se diz que tinham voz de trombeta ou voz de muitas águas ou de grande multidão.

CONCLUSÃO

Gostaria que você, leitor, atentasse para o seguinte detalhe da narrativa do capítulo 22 de Apocalipse.

Note que a narrativa das visões termina no versículo 5. Dos versículos 6 ao 16 João faz uma mistura de palavras de três interlocutores. No entendimento dos teólogos tradicionais, João narra a fala dele próprio, de uma anjo e de Jesus. Vou destacar com cores as falas de cada um, segundo os teólogos tradicionais.

Verde: João Vermelho: O Anjo Azul: Jesus

6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.
13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.

15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.

As falas identificadas assim estão feitas de forma tendenciosa, pois, um bom crítico literário, ou mesmo um bom intérprete de texto pode notar muitas incoerências na continuidade das frases. No meu ponto de vista, as falas dos versículos 6, 7, 9, 10, 11 e 12 são de uma mesma pessoa: Jesus. Porém, não digo que o meu ponto de vista é único correto. Cada intérprete do Apocalipse pode tirar suas próprias conclusões.

E para terminar, quero dissertar sobre a declaração do escritor aos hebreus que fez a citação de um texto apócrifo para justificar a adoração a Jesus.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Hebreus 1:6).

Esta citação, acima, feita pelo escritor aos hebreus, é apócrifa, porque não consta na Toráh, nem nos Salmos e nos Profetas, e também não encontra respaldo em nenhum outro livro da Bíblia.

As demais citações que o escritor da carta aos hebreus cita podem ser conferidas na Toráh, nos Salmos e nos Profetas. Quem possui uma Bíblia com concordância e referências cruzadas pode conferi-las.

Uma citação apócrifa quer dizer uma citação de uma fonte extra-bíblica, ou seja, um texto que foi retirado de um livro não canônico. E de tudo que já li em livros esotéricos e apócrifos, nem mesmo encontrei essa tal citação que diz que os anjos devem adorar o Senhor Jesus. Talvez o escritor estivesse se referindo à voz vinda dos céus no momento em que Jesus foi batizado ou na ocasião da sua transfiguração no monte. Mas, em nenhum desses casos a voz ordena que o Filho seja adorado.

“Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3:16-17).

“Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mateus 17:5).

Paulo disse que depois que forem cumpridas todas as coisas, Jesus irá se sujeitar àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos. Como pode um Deus se sujeitar a outro Deus¿  E em I Cor. 15:27 Paulo é bem enfático ao dizer que o único que não ficou sujeito a Jesus é o próprio Deus. E isso é óbvio. No entanto, Jesus entregará todo o poder e autoridade a Deus-Pai e a Ele se sujeitará.

“Pois se lê: Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz: Todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:27-28).

Logo após a ressurreição Jesus disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.” (Mateus 28:18). Ora, se Jesus era Deus, por que somente agora, depois de ressuscitar, Ele diz que recebeu autoridade¿ Logo, percebe-se que ele teve que cumprir uma missão para poder receber poder e autoridade.

Portanto, a Jesus, o Cordeiro, podemos dar honras e louvores, porque é Rei dos reis e Senhor dos senhores – só aqui na Terra. Porém, não podemos adorá-lo, visto que somente o Deus Soberano pode receber adoração.

“E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus” (Apoc. 7:11).

“E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus” (Apoc. 11:16).

“Então os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus que está assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!” (Apoc. 19:4).

Tudo o que escrevi aqui é a mais pura verdade.

Se não acredita em quase nada do que escrevi, é porque você está com a mente cauterizada por doutrinação errônea. Mas, se você se dispuser a abrir a mente, poderá reler e investigar item por item de tudo que aqui escrevi. Tenho certeza que você compreenderá a verdade, e será mais um a ensinar a Bíblia da forma correta.

 

 

 

_________________________
Falou e disse Miquels7
Manaus-AM, 01/01/2017

29/12/2016 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , | Deixe um comentário

Premonição e Adivinhação do Futuro Não Existem

Ninguém pode saber o que irá acontecer amanhã, exceto o que está previsto acontecer.

Quem pode afirmar com certeza o placar do jogo entre Brasil e Colômbia amanhã em Manaus? Ninguém. Muitos podem sugerir ou tentar adivinhar o placar. Só isso.

Premonição e adivinhação do futuro não existem. Se Deus dá um sonho premonitório sobre um fato que irá acontecer no futuro, esse fato será forçado a acontecer. A profecia não acontece porque algo irá ocorrer inevitavelmente. A profecia ocorre porque algo foi planejado para que o fato aconteça.

O dom de vidência e adivinhação de babalorixás e cartomantes é uma das práticas mais antigas da humanidade, e só serve para enganar e iludir o ser humano. O vidente ou cartomante joga verde pra colher madura. Ele repara o modo como a pessoa se veste, e presta atenção nos detalhes que o cliente revela em suas primeiras queixas. Primeiro ele faz perguntas ou então deixa o cliente desabafar. Daí ele faz as supostas previsões, jogando verde pra colher madura.

E no meio evangélico não é diferente. Nas igrejas cristãs pentecostais está cheio de pastores, irmãos e irmãs com espírito de charlatanismo. Se intitulam profetas de Deus, mas tudo o que revelam são coisas de sua própria mente, ou coisas incutidas pelo Diabo. Muitos pastores fazem suas profetadas, profetizando só coisas boas que vão acontecer na vida dos crentes. Eles fazem isso para agradar os crentes, para que o crente viva sempre alegre na expectativa de que o que o pastor falou irá acontecer. Com isso, a fonte dos dízimos e ofertas nunca cessa.

********
Em relação ao quadro de datas proféticas com anos que coincidem, como este, abaixo, posso dizer que as profecias não aconteceram simplesmente por acontecer. As profecias referem-se a eventos planejados para ocorrer num futuro próximo ou distante. A profecia não ocorre porque o evento futuro irá acontecer inevitavelmente; a profecia ocorre porque um evento futuro é planejado para acontecer. Deus realmente usa a numerologia para planejar os eventos futuros. E geralmente as profecias envolvem a numerologia dos múltiplos de sete (7). João evangelista que escreveu o Apocalipse sabia o significado dos números 6 e 7 nas profecias, por isso, ele disse que quem fosse entendido, que calculasse o número da Besta, porque é número do homem. Na verdade, não era bem calcular o número 666 que João estava nos sugerindo. João queria que os entendidos estudassem a relação e significado da numerologia do 6 e do 7 nas profecias sobre o fim dos tempos. Os algarismos romanos são 7 letras tiradas do alfabeto indo-arábico. O número 666 vem da soma dos seis primeiros algarismos romanos: I+V+X+L+C+D. Na época que João escreveu o Apocalipse quem dominava o mundo era o Império Romano. Por isso João usou os algarismos romanos para escrever o enigma do 666. A letra M é a sétima letra, e 7 é um número relacionado com a perfeição de Deus. Por isso, a letra M tem o valor 1000 e indica o tempo do reino de Cristo aqui na Terra. Parece-me que o segredo da contagem dos tempos proféticos está no fatorial do número 7. Veja 7! = 7.6.5.4.3.2.1 = 5040. Pode significar o período de 5040 anos desde o Dilúvio até a consumação dos tempos dados como provação e escolha da humanidade entre Deus e o Diabo, e a salvação final dos escolhidos. A soma dos números de 1 até 100 também dá aproximadamente 5040. No livro de Enoque está dito que os anjos que pecaram e corromperam a humanidade ficariam presos no tártaros durante 70 gerações. E se uma geração for de 72 anos, a contagem bate certinho. Veja 70×72 = 5040.

Quadro de tempos proféticos da história de Israel

SOBRE PREMONIÇÃO E ADIVINHAÇÃO DO FUTURO

Premonição ou adivinhação do futuro não existe. Ninguém pode adivinhar o futuro, nem mesmo Deus. O futuro que Deus revela na Bíblia é planejado. As visões do futuro que João teve no Apocalipse não são literais. João visualizou apenas encenações de fatos que ocorreriam no futuro. Nada foi literal, exceto sua abdução aos céus para lhe serem revelados os planos de Deus concernentes ao futuro. Tudo que está previsto acontecer no Apocalipse pode não acontecer exatamente como está escrito. Deus pode mudar os seus planos. Por exemplo, a visão que João teve de um anjo poderoso às margens do Mar Mediterrâneo, com um pé sobre a terra e outro sobre a água proclamando em voz alta, é pura encenação. João comendo um livrinho, é pura encenação. Queda da Grande Babilônia é pura encenação. Jesus e os anjos descendo do céu sobre cavalos brancos é pura encenação. Ou você acredita mesmo que no céu existe criação de cavalos de raça alados? Se no céu tiver cavalos, por que na Bíblia não fala que os crentes irão andar de cavalos brancos no céu?

Se o Espírito de Deus revela as coisas futuras, mostre-me um caso de uma revelação do futuro nos dias atuais que tenha acontecido exatamente como foi previsto. Todos os dias milhares de pessoas têm sonhos premonitórios e pesadelos, e bem poucos acontecimentos reais coincidiram com o que as pessoas sonharam. Se alguém tem um sonho de que uma pessoa irá morrer amanhã, a tal pessoa não irá morrer de causas naturais. Algo será feito para que a tal pessoa morra. Ou seja, o curso normal da vida da pessoa será alterado ou abreviado. 

O futuro que Deus revela através de sonhos é um fato planejado para ser executado na hora certa. Se Deus dá um sonho premonitório de que um avião irá cair, o tal avião não irá cair por si só. Alguma coisa será feita pelos anjos ou pelos próprios humanos para que o tal avião caia.

********
Ninguém pode saber o que irá acontecer amanhã, exceto o que está previsto acontecer.

Por exemplo, será que algum humano ou um anjo pode adivinhar ou afirmar com certeza qual será o placar do jogo de amanhã entre Brasil e Colômbia? Não. Ninguém pode prever o que vai acontecer amanhã além do que está “planejado acontecer”. Está previsto a seleção jogar amanhã aqui em Manaus, mas não está planejado o placar do jogo, se haverá ou não algum incidente durante a partida. Muitos poderão acertar o placar do jogo por pura adivinhação ou sugestão, só isso.

Repito: Ninguém pode prever o que ocorrerá amanhã, além daquilo que foi “previsto acontecer”.

QUANTO AOS CAVALOS ALADOS NO CÉU

Na Bíblia há dois relatos no Antigo Testamento sobre carruagem de fogo. Uma delas é a respeito do arrebatamento do profeta Elias.

“E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (II Reis 2:11).

O outro relato é sobre o moço que acompanhava o profeta Eliseu, momento em que Eliseu orou a Deus para que o moço tivesse uma visão sobrenatural dos cavalos e carros de fogo que estavam sobre o monte ao redor deles.

“E Eliseu orou, e disse: Ó senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu” (II Reis 6:17).

Pelo que eu saiba, são somente esses dois relatos que falam de cavalos e carruagens de fogo na Bíblia. Mesmo assim, ainda acho que a visão que Deus deu ao moço de Eliseu foi uma visão “virtual”, ou seja, uma visão virtual tipo essas dos filmes, montagens por computação gráfica. Quanto à carruagem de fogo com cavalos de fogo que arrebatou Elias, acredito que Eliseu não tinha palavras apropriadas para descrever um OVNI, e teve que usar o termo “carruagem de fogo”.

Por que nas visões dos profetas Daniel e Ezequiel não aparecem cavalos no céu? Na Guerra no Céu, de Apocalipse 12, também não há relato de cavalos de fogo onde os anjos deveriam estar montados para lutar.

Portanto, acredito que a visão de João no Apocalipse quando contempla Jesus descendo com seus anjos em cavalos alados é pura encenação simbólica de um acontecimento futuro. Os crentes tem imaginação fértil e enxergam chifres em cabeça de cavalo. É algo tipo acreditar em contos de fadas, acreditar que existem unicórnios.

“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça” (Apocalipse 19:11). Isso é apenas uma encenação que João viu. A visão do cavalo branco não é literal.

“Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apoc. 19:14). Novamente vemos uma encenação onde João vê os anjos cavalgando em cavalos alados.

Quando eu chegar no céu, vou querer um desses cavalos alados para passear e cavalgar à vontade.

OS PROFETAS YOUTUBEANOS

Se alguém ainda acredita que Deus revela aos crentes o futuro não planejado dos acontecimentos, então vá agora mesmo no Youtube e escreva as palavras “profecia”, “fim do mundo”, “meteoro vai cair sobre a terra”, “tsunami”, “pastor revela uma profecia”, “irmã teve uma visão de Deus”, etc, e depois venha aqui e diga quais delas aconteceu realmente. Você constará que nada do que foi profetizado aconteceu.

Como disse um amigo, os profetas youtubeanos erraram todas; os “profetas” pentecostais, adventistas, Testemunhas de Jeová e de várias denominações, que se pautavam nas profecias bíblicas e apocalípticas, erraram feio. Um vexame!

E ninguém nunca irá adivinhar o futuro, porque esse atributo da onisciência nem Deus possui. O que a doutrina da trindade define por “onisciência” de Deus não passa de achismos dos fanáticos religiosos e de interpretações tendenciosas de certos textos bíblicos.

O SIGNIFICADO DOS SONHOS E VISÕES

Os sonhos ou pesadelos que ocorrem frequentemente com muitas pessoas não são fatos reais que ocorrerão na vida delas ou de seus amigos ou familiares. Geralmente os sonhos ou pesadelos são enigmas que precisam ser interpretados.

Por exemplo, se alguém sonha com um barco afundando, um avião caindo ou um acidente de automóvel, na realidade, o tal acontecimento premonitório não ocorrerá literalmente como foi visto no sonho. Os sonhos ou pesadelos devem ser interpretados. O significado dos sonhos quase nunca é literal ou igual ao que a pessoa pensa que é.

Devemos fazer distinção entre sonhos e visões da parte de Deus.

Sonhos ou pesadelos podem ser enigmas vindos da parte de Deus, e devem ser interpretados. Na Bíblia temos vários casos de sonhos que foram interpretados de forma totalmente diferente do que a pessoa previu. Temos o caso do sonho de um dos irmãos de José, filho de Jacó, o qual interpretou como sendo seus irmãos lhe sendo submissos. Temos ainda o caso do sonho do faraó que José interpretou sobre 7 vacas gordas e 7 magras, e 7 espigas cheias e 7 mirradas, significando 7 anos de fartura e 7 anos de fome na terra do Egito. Mas muitas das vezes os pesadelos são consequências de uma má alimentação ou má digestão. Eu, por exemplo, já tive muitos sonhos premonitórios e pesadelos, e sonhos bobos. Sonhei, por exemplo, que fazia forças para correr, mas não conseguia. Isso ocorreu porque minhas pernas estavam adormecidas. 

Visões podem ser avisos vindo da parte de Deus sobre algo que Ele planeja executar ou que executará. As visões ou mensagens são passadas durante a noite por via telepática. Na Bíblia está dito que Deus só se revela aos profetas em sonhos e visões DURANTE A NOITE. Por que só durante a noite? Porque os anjos de Deus precisam que os corpos estejam imóveis para poder passar a mensagem ou visão por via telepática. Se você estiver interessado em saber mais sobre esse assunto, explore o meu blog e procure textos que já publiquei sobre esse assunto.

Mas, será que alguém já teve um sonho premonitório sobre um acontecimento futuro e tudo ocorreu de acordo como sonhou? Há alguns relatos sobre isso. Porém, 99% dos sonhos ou pesadelos relatados não aconteceram exatamente como a pessoa sonhou.  

Se caso aconteça um fato exatamente como a pessoa sonhou, isso não foi um sonho em forma de enigma, mas foi a visão de uma encenação de algo que foi planejado para acontecer, assim como as visões que João teve no Apocalipse.

Na verdade, não é Deus pessoalmente que nos avisa em sonhos e visões durante a noite. São os anjos que se comunicam com a mente humana através de telepatia. Leia o caso de Balaão e a jumenta que falou no livro de Números. Deus não se revelou a Balaão a qualquer hora do dia, ou enquanto andava. Todas as mensagens de Deus a Balaão, ele as recebeu dormindo, durante a noite. É só prestar bem atenção no relato. E a jumenta falou não porque Deus ou um anjo tenha se incorporado nela, mas porque houve algum truque ali. Os animais não podem emitir som de fala porque eles não possuem cordas vocais e língua como a dos humanos. Anjos não se incorporam em seres humanos e nem em animais. Algum anjo deve ter se colocado do lado da jumenta sem que Balaão o contemplasse, e desta forma pode ter falado como se fosse a jumenta. No livro de Deuteronômio Deus deixa claro que só se revela aos profetas em sonhos e visões durante a noite.

********
Você pode consultar a literatura evangélica e católica de estudos teológicos sobre Angelologia, e vai constatar que os estudiosos concluem que anjo não se incorpora em seres humanos ou em animais. São os demônios que se incorporam em humanos e em animais. E você também constará que os anjos caídos não são os demônios, e os demônios não são os anjos caídos. Nenhum teólogo sabe determinar com certeza a origem dos demônios. Alguns acreditam que os demônios são os espíritos dos mortos durante o Dilúvio bíblico, os filhos dos gigantes, para os quais não houve destino de suas almas. Os espíritos dos filhos dos gigantes ficaram vagando no tempo e no espaço. Como esses espíritos malignos são destituídos de corpos, eles sempre procuram um corpo para se alojar. E eles preferem os corpos humanos, por causa das faculdades da fala e dos sentidos. Jesus falou sobre o comportamento dos demônios. Portanto, pastor ou pregador que anda dizendo por aí que o Diabo se incorporou no corpo de uma pessoa, isso não passa de mentira, pois o Diabo/Satanás não é um demônio, mas, sim, um anjo querubim, caído. 

“Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entretanto, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa” (Mateus 12:43-45).
********

INTERPRETANDO OS SONHOS

Se alguém sonha remando contra a correnteza de um rio ou subindo uma ribanceira, significa dificuldades na vida, desemprego, ou problemas nos negócios.

Se alguém sonha com grande tempestade, com nuvens negras e vento forte quase arrancando o telhado da casa, e a pessoa protegendo os filhos, significa problema conjugal e separação.

Se alguém sonha se sujando com algo ou caindo na lama, significa problema de doença com a pessoa ou com alguém da família.

Se alguém sonha com algum tipo de explosão ou acidente, pode ser aviso da morte de um conhecido, amigo ou parente.

**********
Acesso o link, abaixo, e veja um sonho premonitório ocorrido recentemente, em que o blogueiro faz alarde sobre a volta de Jesus e o arrebatamento. Como o rapaz é fanático religioso, ele se desespera e interpreta o sonho de forma literal.

SONHO: ALERTA PARA O ARREBATAMENTO

https://blogaultimatrombeta.wordpress.com/2016/09/05/sonho-alerta-para-o-arrebatamento/

—————————–
Miquels7

 

05/09/2016 Posted by | CASOS POLEMICOS, FANATISMO RELIGIOSO, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , | Deixe um comentário