MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

SE EU TIVESSE VIVIDO NA IDADE MÉDIA, POR CERTO, TERIA SIDO QUEIMADO VIVO NA FOGUEIRA DA INQUISIÇÃO

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A Igreja Católica Romana, em nome da religião cristã, condenou milhares de pessoas à pena de morte na fogueira e na guilhotina por serem consideradas hereges e subversivas. Quem contrariasse as doutrinas e dogmas da Igreja era forçado a se retratar e negar suas convicções, e se não negasse, era preso e depois condenado à execução sumária. Tudo isso fizeram em nome de uma religião que se baseia em TEORIAS sobre Deus, Jesus, anjos, demônios, céu e inferno. A começar por xxx, no século Xxx, que propagou a doutrina da Unidade de Cristo; depois, na Idade Média, com o matemático e astrônomo, Galileu Galilei, que apresentou a teoria de que a Terra é que gira ao redor do Sol, e não o contrário; e posteriormente, no século XV, com a perseguição aos judeus e protestantes com a Santa Inquisição, a Igreja Católica executou milhares de pessoas consideras hereges, tudo em nome de uma crença baseada em teorias. Os padres católicos e os líderes protestantes, tendo uma crença baseada em TEORIAS, sem apresentar uma única prova, perseguiam e matavam os estudiosos e cientistas cujas teorias eram, na sua maioria, sustentadas com provas materiais. A Igreja propôs as teorias da Trindade e da Criação de Deus, sem apresentar nenhuma prova concreta; e os cientistas apresentaram a teoria do Heliocentrismo e da Evolução das Espécies, com provas matemáticas e bastantes provas materiais. Mas quem prevalecia? Sempre prevalecia os que não tinham prova nenhuma para apresentar. E assim os religiosos continuam até os dias de hoje condenando os “hereges” que não aceitam e contrariam suas teorias, digo, suas doutrinas e dogmas.
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Fogueira da Santa Inquisição Católica

A minha crítica aqui, contra os religiosos, não é para ridicularizar ou menosprezar a religião cristã ou qualquer outra crença. Antes, este texto serve para mostrar que os cristãos e protestantes querem ter razão, fazer prevalecer e impor uma crença baseada em teorias e sem respaldo científico, e além de tudo, ainda ter a cara de pau de querer desqualificar a Ciência e a crença dos outros.

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Continua…………..

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29/04/2017 Posted by | DOUTRINAS E DOGMAS, HISTÓRIA CRISTÃ | , , , , , | Deixe um comentário

POR QUE SÃO A PÁSCOA JUDAICA E A CRISTÃ CELEBRADAS EM DATAS TÃO DIFERENTES?

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Muitos cristãos têm-se interrogado sobre a discrepância de datas entre a celebração da Páscoa judaica e a Páscoa cristã. Enquanto que a Páscoa cristã relacionada com a ressurreição do Messias Jesus foi celebrada no passado Domingo, 27 de Março, a Páscoa judaica iniciar-se-à apenas quase um mês depois, ou seja, na noite do dia 22 de Abril. 
Afinal, quem terá a data certa?
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PÁSCOA JUDAICA – A VERDADEIRA DATA BÍBLICA
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Desde a celebração da primeira Páscoa no Egipto até aos dias de hoje, os judeus sempre respeitaram o dia 14 do mês de Nissan, o primeiro mês do calendário lunar hebraico. O mês de Nissan também pode ser chamado de Aviv (Primavera).
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Segundo o relato do Novo Testamento, esse foi o dia exacto em que o Messias Jesus foi crucificado em Jerusalém, confirmando a Sua identidade como o verdadeiro “Cordeiro de Deus” – Lucas 22:7; João 1:29; 19:14. Três dias depois, Jesus ressuscitou dos mortos no dia da festa bíblica dos Primeiro Frutos, tornando-se nas “primícias dentre os mortos” – Levítico 23:10-14; 1 Coríntios 15:20.
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Desde o tempo da morte e ressurreição do Messias Jesus até ao terceiro século d.C., os crentes em Jesus sempre ligaram a ressurreição do Senhor à celebração da Páscoa (judaica). Contudo, à medida que vários bispos foram ocupando os lugares deixados pelos apóstolos originais, foram tomadas decisões para tentar separar a fé cristã das suas raízes judaicas. Foi essa série de eventos que levou à posterior separação das datas da celebração da Páscoa.
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CONCÍLIO DE NICEIA SEPARA DEFINITIVAMENTE AS DATAS
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Foi no Concílio de Nicéia, realizado no ano 325 d.C. que foi feito o decreto final para que a Páscoa cristã passasse a ser celebrada no primeiro Domingo após a primeira lua cheia da Primavera, não mais em conjunção com a Páscoa judaica. Depois deste Concílio, o imperador Constantino enviou uma carta a todos quantos não tinham estado presentes, informando-os das decisões tomadas, incluindo a decisão de rejeitar a Páscoa judaica e passar a celebrar a Páscoa cristã segundo a data agora estabelecida:
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“Foi declarado ser particularmente indigno para este, o mais sagrado de todos os festivais, seguir o costume (os cálculos) dos judeus, que mancharam as suas mãos com o mais temível dos crimes, e cujas mentes foram cegas. Ao rejeitarmos os seus costumes, podemos transmitir aos nossos descendentes o modo legítimo da celebração da Páscoa.
…não devemos, pois, ter alguma coisa em comum com os judeus, pois o Salvador mostrou-nos uma outra forma…nós desejamos, queridos irmãos, separar-nos da detestável companhia dos judeus.” – da Carta do Imperador a todos não presentes no Concílio: historiador Eusébio.
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LAMENTÁVEL PERDA DE RAÍZES
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Esta decisão da “Igreja” de então, cavou um fosso milenar entre judeus e cristãos, e estragos de consequências inimagináveis. E a celebração da morte e ressurreição do Messias Jesus fora do contexto judaico da Pascoa judaica, não só é um absurdo, como um obstáculo para que muitos judeus entendam e reconheçam Jesus como o seu Messias. 
Este descolamento da Igreja cristã das raízes judaicas da sua fé tem também roubado aos crentes gentios o privilégio de desfrutarem da “rica raíz da oliveira” na qual foram enxertados – Romanos 11:17. 
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Dessa forma, muitos crentes gentios não reconhecem a sua origem espiritual na oliveira espiritual que Israel representa, levando-os por isso a desprezarem os “irmãos mais velhos” e permitindo-se até a atitudes nada bíblicas como o anti-semitismo e o anti-sionismo.
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RESTAURAÇÃO
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Há no entanto um número cada vez maior de crentes gentios que estão começando a reivindicar as suas “riquezas roubadas.” Muitos já estão organizando nas suas Igrejas celebrações pascais durante a Festa da Páscoa judaica, apresentando o “Messias na Páscoa”, e convidando até amigos judeus a participarem nesses eventos!
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Shalom, Israel!
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FONTE: Shalom Israel

07/04/2016 Posted by | FESTAS CRISTÃS, FESTAS JUDAICAS, HISTÓRIA CRISTÃ | , , | Deixe um comentário

NOVO ACHADO ARQUEOLÓGICO DE MANUSCRITO DO INICIO DA ERA CRISTÃ

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Estes “últimos dias” que estamos vivendo não nos trazem apenas sinais espantosos na geologia, na política internacional, na questão de Israel, mas também na descoberta de grandes evidências que confirmam a veracidade das Sagradas Escrituras, sem dúvida a Palavra de Deus para aqueles dias, mas também para os nossos.
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FONTE: Shalom Israel

ESTE PODERÁ SER O MAIOR ACHADO ARQUEOLÓGICO DEPOIS DOS MANUSCRITOS DO MAR MORTO!

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A descoberta numa gruta da Jordânia de 70 mini-livros em tábuas de metal podem revolucionar o nosso conhecimento da História Bíblica!
Esta descoberta de uma antiga colecção de 70 minúsculos livros com páginas em chumbo atadas com arame poderá revelar alguns dos segredos dos primeiros dias do Cristianismo.
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Os académicos encontram-se neste momento divididos quanto à autenticidade do achado, mas confessam mesmo assim que, ao provar-se a veracidade dos pequenos livros, a descoberta será tão importante como a dos famosos manuscritos do Mar Morto, em 1947, contendo partes inteiras do Velho Testamento. 
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As páginas não são maiores do que um normal cartão de crédito e incluem imagens, símbolos e palavras que parecem referir-se ao Messias e, provavelmente ainda à Crucificação e Ressurreição.
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E para adicionar à intrigante descoberta, muitos dos livros encontraram-se selados, levando logo os académicos a especular se não serão a colecção perdida de códigos mencionados no Livro do Apocalipse.
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Os livros foram descobertos há cinco anos numa gruta, numa parte remota da actual Jordânia, para onde se sabe que os refugiados judeus fugiram depois da destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. Já ali tinham sido anteriormente encontrados documentos da mesma época da História.
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Os primeiros exames feitos ao metal dos livros indicam que alguns dos livros poderão datar do 1º século d.C.
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Esse cálculo é feito através da forma de corrosão nas tábuas de chumbo e que os peritos entendem ter sido impossível conseguir-se de forma artificial.
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Se a datação for confirmada, os livros poderão estar entre os mais antigos documentos cristãos, anteriores até aos escritos de S. Paulo!
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A perspectiva de que os livros poderão conter relatos contemporâneos dos últimos anos da vida de Jesus tem deixado os estudiosos empolgados – embora o seu entusiasmo seja temperado pelo facto de que até os peritos têm no passado sido enganados por imitações sofisticadas.
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David Elkington, um perito britânico em história e arqueologia das religiões antigas e um dos poucos que já examinou os livros achados afirmou que eles poderiam vir a ser “a maior descoberta da História cristã”.   
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“É de prender a respiração pensar-se que estamos segurando em objectos que poderão ter sido usados pelos santos da Igreja”.
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Mas os mistérios ligados às suas antigas páginas não são a única polémica. As andanças dos livros são também um outro mistério. Após a sua descoberta por um beduíno jordano, o tesouro foi posteriormente adquirido por um beduíno israelita, que alegadamente o terá contrabandeado ilegalmente pela fronteira até Israel, onde actualmente se encontra.
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O governo jordano está no entanto a trabalhar ao mais alto nível no sentido de repatriar e salvaguardar a colecção. Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos na Universidade Sheffield, disse haver uma fortíssima evidência de que os livros têm uma origem cristã com base em gravuras da cidade de Jerusalém gravadas em placas.
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“Mal olhei para elas, fiquei sem palavras!” disse o professor“Fiquei abalado porque eram imagens cristãs. Há uma cruz na base, e atrás disso está aquilo que deve ser o túmulo (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura, com as muralhas da cidade por detrás”.
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“Há muralhas gravadas em outras páginas desses livros que devem obviamente referir-se a Jerusalém. É uma crucificação cristã tendo lugar fora das muralhas da cidade.”
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A equipa britânica que lidera o trabalho da descoberta teme que o presente “dono” israelita procure vender alguns dos livros no mercado negro ou, pior ainda, destrui-los.
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Mas o homem que detém os livros nega a acusação e reivindica que os mesmos têm estado nas mãos da sua família há 100 anos.
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A Dra. Margaret Barker, uma ex-presidente da Sociedade para o Estudo do Velho Testamento, afirmou: “O Livro do Apocalipse fala acerca de um livro selado que era aberto apenas pelo Messias. Outros textos da época falam de livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta de Jesus passada aos Seus discípulos mais chegados. Esse é o contexto desta descoberta.”
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O professor Davies afirmou: “A possibilidade de uma origem hebraico-cristã é certamente sugerida pelas imagens e, se assim for, estes códigos são susceptíveis de trazer uma nova e dramática luz ao nosso entendimento de um muito significativo mas até agora pouco compreendido período da História.”
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E o sr. Elkington, que está liderando os esforços feitos pelos ingleses para que os livros sejam retornados à Jordânia, afirmou ainda: “É fundamental que a colecção seja recuperada intacta e preservada nas melhores condições possíveis, tanto para o benefício dos seus possuidores como para uma potencialmente fascinada audiência internacional.”
Estes “últimos dias” que estamos vivendo não nos trazem apenas sinais espantosos na geologia, na política internacional, na questão de Israel, mas também na descoberta de grandes evidências que confirmam a veracidade das Sagradas Escrituras, sem dúvida a Palavra de Deus para aqueles dias, mas também para os nossos.
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Shalom, Israel! 

04/04/2011 Posted by | ARQUEOLOGIA, HISTÓRIA CRISTÃ | Deixe um comentário