CREDO DO AUTOR DESTE BLOG


Em que eu creio.

1) Creio nos Santos Anjos aos quais chamo de Deuses Santos, conforme a Bíblia nos revela. Porém, não adoro nem presto culto aos Deuses Santos. Antes, os temo e os reverencio. Logo no primeiro capítulo de Gênesis os anjos são chamados de Elohim, que quer dizer “Deuses”. Esses anjos revelados pela Bíblia são uma raça de seres alienígenas mais evoluídos que os humanos. São oriundos de algum planeta do Sistema Solar ou de um planeta ainda desconhecido pela Ciência. Talvez procedam do lendário planeta Nibiru. Creio também que existem outras raças de seres alienígenas que se opõem aos santos anjos. Os santos anjos expulsaram da Terra os alienígenas que escravizavam e exploravam os humanos. Eles incutiram a religião monoteísta para os humanos decaídos seguirem. Proibiram os humanos de praticarem outras religiões incutidas pelos deuses decaídos, porque estas não servem para aperfeiçoá-los. Os santos anjos são seres aperfeiçoados, por isso, exigiram um viver santo e justo dos humanos que queiram se aperfeiçoar.

2) Creio que os Santos Anjos se preocuparam com a situação triste da humanidade decaída, amaram a humanidade e enviaram um escolhido, um redentor que pudesse liderar os humanos e salvá-los da extinção. Esse redentor foi submetido a uma prova de amor pela humanidade. Ele aceitou o desafio, se encarnou, se tornou humano, pregou a mensagem de salvação para os humanos que pretendem se aperfeiçoar, e morreu na cruz. Depois dessa prova Ele recebeu todo poder e autoridade aqui na Terra. Satanás, o querubim rebelde, foi deposto de seu cargo de regente da Terra e Yesu Cristo assumiu o seu lugar. Os Deuses Santos são os únicos que podem salvar a humanidade de uma possível extinção. Eles planejaram salvar os seres humanos bons, que se aperfeiçoarem, levá-los em suas naves espaciais para o espaço para ali ficarem aguardando a Terra ser restaurada 

3) Creio que o Deus Todo-Poderoso, onisciente e onipresente, criador dos céus e da Terra não existe. Acredito que os Deuses Santos tiveram que incutir a ideia de um deus todo-poderoso, que sabe de tudo a nosso respeito, até dos nossos pensamentos, a fim de que o temêssemos e a Ele se nos apegássemos, um alguém imaginário que pudesse revolver todos os nossos problemas. E que provas tenho de que Deus não existe? Na própria Bíblia temos muitas passagens demonstrando que o suposto Deus Todo-Poderoso é um ser limitado, que não sabe de tudo, um ser que fez coisas de forma precipitada, um ser que subestimou a inteligência humana e a inteligência de Satanás, seu subordinado. A forma de sua manifestação a Adão no Jardim do Éden como um ser alienígena; a forma como foi avisado sobre a construção da Torre de Babel, ocasião em que teve que descer à Terra para conferir o que estava ocorrendo; a forma como se manifestou a Abraão sem revelar o seu nome; o nome próprio que ele nunca revelou, porque não possui nome; o nome Jeová (tetragrama YHWH) foi um nome inventado pelos cabalistas judeus, mas que não tem nada de sagrado, pois é usado por bruxos, esotéricos e cabalistas em rituais de magia; o nome que Deus deu a Moisés foi apenas uma frase: Eu Sou o Que Sou; a sua escusa e desculpa para não mostrar o seu rosto a Moisés; a suposta visão de Deus pelas costas que Moisés pode ter; um deus todo-poderoso na forma de uma ancião de dias, com vestes compridas, assentado sobre um trono, que não condiz com um ser em forma de espírito; e a história de Jó, que foi objeto de uma aposta absurda e insensata da parte de um suposto Deus onisciente com Satanás, um inimigo seu, que antes havia sido seu subordinado, que não resultou em punição para o perdedor da aposta, e nem se retratou por submeter um homem inocente à injúria, ao escárnio público, e danos morais. A recompensa que Deus concedeu a Jó por ter suportado tudo não foi suficiente para reparar os danos morais que sofreu, visto que Deus era onisciente, e mesmo assim o fez sofrer sem necessidade alguma, pois, bastava responder a Satanás quando lhe fez a proposta: Como ousas duvidar da minha onisciência? Para trás de mim, Satanás! Portanto, esse Deus da Bíblia não é o mesmo Deus Todo-Poderoso, onisciente e onipresente pintado pela teologia tradicional. Todos os atributos e conceitos que a teologia tradicional atribui a Deus através da doutrina da trindade são apenas teorias improváveis.

4) Creio em Yesu Cristo, o enviado dos Deuses Santos em missão especial para preparar e salvar a humanidade da extinção, preferencialmente para salvar os seres humanos bons, que se aperfeiçoarem através da religião. Creio que Yesu Cristo é o Senhor da humanidade, o Senhor da Terra, que tomou o lugar de Satanás, o primeiro regente. Porém, Yesu Cristo não é Deus, nem faz parte de uma suposta trindade divina. Creio que ele irá retornar para estabelecer um reino divino aqui na Terra após cumpridas as profecias do livro de Apocalipse. Creio que Yesu Cristo, como um ente divino enviado como redentor da humanidade, não deva ser adorado, mas reverenciado e temido. O último que tentou arrogar-se deus e exigir adoração para si foi deposto do cargo. Esse foi o anjo querubim caído, também conhecido como Satanás. Podemos render honras e louvores a Cristo através de cânticos, pois, ele é o redentor da humanidade decaída.

5) Creio que o Espírito Santo não é ente divino, uma suposta pessoa da trindade. Creio que o “Espírito Santo” é apenas uma força, uma energia que emana do tempo, que torna os crentes pessoas fortes e destemidas. E se o Espírito Santo fosse uma pessoa, ele seria a mesma pessoa do Pai, ou o próprio Espírito do Pai. Yesu Cristo disse que Deus é espírito. E no capítulo primeiro de Gênesis se diz que o “Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”. Logo, conclui-se que o Espírito é o próprio espírito do Pai. No então, como já foi dito anteriormente, Deus Pai, Todo-Poderoso, não existe. Foi um ser fictício inventado pelos Deuses Santos para que os humanos o temessem, e o tivessem como alguém que pudesse resolver todos os seus problemas.

6) Creio que a narrativa da criação do livro de Gênesis não se trata da criação do Universo, nem dos céus e da Terra, mas retrata tão somente a transição da Terra no período da última Era Glacial entre 10 e 100 mil anos atrás. A suposta narrativa da criação de Gênesis retrata os processos cronológicos por que passou a Terra há milhares de anos, narrado pelos sobreviventes da última Era Glacial, os descendentes dos Atlantes, uma primeira raça de humanos que habitou na Terra antes do surgimento da Raça Adâmica. No meu blog já publiquei textos explicando os seis dias da criação, que na verdade foram processos geológicos e climáticos que o nosso planeta passou durante a última Era Glacial. A narrativa da criação de Gênesis tem dois relatos. O primeiro vai do capítulo primeiro até o versículo três do segundo capítulo. Essa narrativa é denominada de elohista, pois, denomina o Deus criador de Elohim. Foi tomada dos sumérios. A segunda narrativa segue a partir do versículo quatro do segundo capítulo, e é chamada de javista, pois, o Deus criador é denominado de Jeová (Yavé). Foi tomada da cultura dos hebreus. 

7) Creio que Adão e Eva foram os primeiros humanos da Raça Adâmica que os Deuses Santos criaram na Terra. Eles foram criados como humanos nativos, isto é, como os índios, que são inocentes, e não se envergonham de andar nus. A ideia inicial dos Deuses Santos era que a Raça Adâmica não tomasse conhecimento da civilização, e vivessem de forma selvagem, como os povos indígenas, para cuidar da terra e dos animais. Eles não queriam que a Raça Adâmica tomasse conhecimento de nenhuma Ciência, pois, sabiam que os humanos poderiam se auto-destruir, ou se vangloriar como deuses. E o pecado de Adão e Eva nada mais foi que o simples fato de terem tomado conhecimento da civilização. A árvore do conhecimento do bem e do mal, que havia no meio do Jardim, era a civilização dos Atlantes, a qual Adão e Eva foram proibidos de tomar conhecimento. A árvore do conhecimento do bem e do mal não poderia estar no meio do Jardim Santo que Deus criou separado para ali colocar, reclusos, Adão e Eva. Pela lógica, Deus não podia criar uma casa ou um belo jardim para Adão e Eva habitar e no meio desse jardim ter colocado um ninho de serpente. Na verdade, haviam dois jardins. O jardim santo que Deus criou para Adão e Eva não era denominado ÉDEN. Éden era o nome de todo o planeta Terra, como um todo, o grande Jardim de Deus. O jardim santo Santo que Deus criou para Adão e sua esposa foi criado ao Oriente do Éden. Portanto, o paraíso de Adão e Eva não se chamava Éden. Quando Eva desobedeceu e deixou as dependências do Jardim Santo, ela foi levada pelo anjo caído para conhecer o reino dos Atlantes que estava ao meio do Éden. Lá ela viu pessoas se trajando com roupas. Por isso ela teve vergonha de estar nua. Quando ela retornou ao Jardim Santo, contou o que tinha visto a Adão, e passaram a fazer roupas para si, imitando os atlantes. Depois disso Deus os expulsou do Jardim Santo; perderam o privilégio de viver eternamente, pois os Deuses Santos haviam colocado no jardim santo a árvore da vida, que produzia o elixir da vida, para terem a vida eterna. A causa da expulsão de Adão e Eva do paraíso não foi um suposto pecado “espiritual” por terem desobedecido a Deus e comido de um simples fruto proibido da terra. O pecado foi tão somente o conhecimento da civilização. Ao se tornar civilizado, o homem passou a ter o conhecimento do bem, do mal e da Ciência. Esse foi o seu pecado.

8) Creio que as aparições de Deus e dos anjos em visões a Ezequiel, Daniel, Isaías e João não ocorreram num suposto ambiente “espiritual”, mas aconteceram aqui mesmo na Terra. Todas as vezes que “Deus” e os anjos aparecem em visões aos profetas, a nave que os trazia vinha sempre envolta em uma nuvem de fuma escura. Podemos notar esse fato desde as primeiras aparições dos Deuses Santos a Moisés no monte Horebe. Quando Moisés chegou na terra de Midiã, soube que uma montanha fumegava e havia muito estrondos por lá. Na verdade, o barulho na montanha vinham das turbinas da nave que descia sobre o monte Horebe. E a nuvem de fumaça escura servia para camuflar ou encobrir a nave alienígena para que os humanos não os reconhecessem como seres físicos. Quando Moisés subiu no monte Sinai, os Deuses Santos proibiram que o povo subisse, pois, se não, morreriam. Disseram isso porque não queriam correr o risco de que alguém descobrir os seus segredos. E foi sempre assim as aparições de “Deus”, que na verdade eram os Deuses Santos. O apóstolo Paulo afirmou no livro de Gálatas e em Hebreus que a Lei foi dada pelos anjos. Ou seja, o suposto “Deus” que falava com Moisés, ditando as lei, na verdade eram os santos anjos, os Deuses Santos, seres alienígenas que vieram de outro sistema planetário. Os Deuses Santos também desciam sobre a tenda do tabernáculo numa nuvem escura e falavam de sobre o propiciatório ou de sobre a arca da aliança. A arca da aliança era uma réplica do módulo espacial que carrega o trono de Deus, o mesmo que foi visto por Ezequiel, Isaías e João na ilha de Patmos. O profeta Ezequiel começa o seu livro relatando a visão desse módulo espacial que carrega o trono de Deus. Disse que viu a nave vindo envolta numa nuvem, e pode observar as turbinas que emitiam de contínuo labaredas. Como ele não tinha ideia do que seria uma nave espacial com faróis e lâmpadas, ele imaginou que fosse algo de outro mundo, algo “espiritual”, como os teólogos tradicionais ensinam. O que Ezequiel contemplou em suposta visão foi aparição de uma pequena nave espacial. E no capítulo 10 ele descreve a descida desse módulo espacial ao lado do templo do Senhor em Jerusalém. Os quatro seres viventes que ele disse ter visto, na verdade não eram querubins reais, mas tão somente esculturas de anjos acoplados nos quatro cantos da nave. Não irei fazer aqui a explicação detalhada dessa visão de Ezequiel porque já fiz em textos anteriores publicados no meu blog. Porém, quero que saibam algumas coisas sobre essas visões de Ezequiel, Isaías e João. Primeiramente quero que saibam que anjos não possuem asas. Ninguém nunca viu um anjo, muito menos com asas. Por isso nas gravuras e desenhos que vemos por aí os anjos são sempre retratados de forma ingênua com asas de penas de aves. Se anjo tivesse asas, suas asas eram iguais às de um morcego. Todos os anjos que apareceram aos humanos em relatos na Bíblia não possuíam asas. Ezequiel disse que ouviu o barulho das asas dos querubins, mas na verdade o que ele ouviu foi o barulho das turbinas do módulo, ou então, o que ele ouviu foi o barulho do motor sob as asas dos anjos. Se os anjos possuem alguma asa, mas essas asas são apenas adornos, e eles voam movidos a turbinas por debaixo das asas. Agora, sobre os quatro seres viventes. Esses seres viventes não eram anjos de verdade. Como já disse, eram esculturas de querubins ao redor da nave. A classe dos anjos serafins não existe. Os serafins que Isaías contemplou eram os mesmos querubins das visões de Ezequiel e de João. Ezequiel disse que eram querubins e possuíam quatro asas e quatro rostos. Isaías disse que eram serafins e possuíam seis asas. Também diz que o templo em Jerusalém se encheu de fumaça para encobrir a entrada do módulo espacial. João, na ilha de Patmos, disse que viu quatro seres vivente ou quatro querubins, e cada um possuía seis asas, era cheios de olhos (lâmpadas) pela frente e por trás, e possuíam quatro rostos, iguais aos querubins de Ezequiel. Note que Ezequiel disse que os querubins possuíam apenas 4 asas; já Isaías disse que os serafins possuíam 6 asas, enquanto que João disse que os querubins possuíam 6 asas. Portanto, vemos aí contradição, mas a visão era a mesmo, tratava-se do mesmo evento, ou seja, a visão do mesmo módulo espacial. Os querubins que diziam sem cessar “Santo, santo, santo é o Senhor”, na verdade, esse som vinha de auto-falantes ao redor da nave. E a prova final que os quatro seres viventes de Ezequiel, os querubins de João e os serafins de Isaías não eram seres vivos reais está na descrição de Ezequiel. Ezequiel disse que os quatro querubins possuíam quatro rostos cada um, e todos tinha pés de bezerro. Ora, onde já se viu anjos com pés de bezerro? Só mesmo na mitologia pagã. É óbvio que esses querubins eram esculturas de anjos alados com pés de bezerro e rostos de animais. Isaías disse que os serafins tinham seis asas cada um; duas asas cobriam seus rostos, duas cobriam os pés, e com duas voam. E na realidade era assim. Deus mandou Moisés confeccionar dois querubins e mandou colocá-los sobre a arca da aliança um de frente para o outro, com as asas se tocando. Assim também Isaías contemplou as asas das esculturas dos quatro serafins (querubins): duas asas ficavam estendidas para frente na direção do rosto do querubim, como se estivesse encobrindo o seu rosto; duas asas eram voltadas para baixo, como se estivessem encobrindo os pés do querubim, e duas asas eram voltadas para trás, como se o querubim estivesse voando.

9) Creio que o arrebatamento relatado no Novo Testamento só ocorrerá para os 144 mil judeus aperfeiçoados, que serão tomados vivos da Terra em naves espaciais no período da Grande Tribulação. O livro de Apocalipse foi escrito exclusivamente para o povo judeu, o povo escolhido de Deus. Os teólogos gentios se apropriaram do livro de Apocalipse achando que ele tem uma mensagem para os crentes gentios, mas não há. Os salvos do povo gentil serão meros participantes no plano de redenção. No capítulo 3 de Apocalipse Yesu Cristo diz que ama o povo judeu que teme a Deus e diz que fará aos da Sinagoga de Satanás, aos que dizem ser judeus e não são, que venham e se prostrem aos seus pés. A Noiva do Cordeiro é o grupo dos 144 mil selados e arrebatados da Terra. A Nova Jerusalém que desce dos céus não é uma cidade física nem cidade espiritual; é a comitiva dos salvos que desce para habitar para sempre neste planeta, que será restaurado. Não são os humanos que irão habitar nos céus, com Deus; é Deus (Deuses Santos) que virão dos céus para habitar com os humanos. “Eis o tabernáculo de Deus com os homens; com eles habitará eternamente” (Apocalipse 22). 

10) Creio que a ressurreição dos mortos ocorrerá tão somente para que os humanos bons e aperfeiçoados retornem à forma humana, para que possam habitar no novo planeta Terra restaurado. Deus não prometeu aos salvos herdarem os céus, mas herdarem a Terra. Se de acordo com a crença tradicional, quando um crente morre, ele vai direto para o céu prestar conta com Deus, abraçar Jesus, ver Abraão, Isaque e Jacó, e receber a recompensa, por que raios ele terá que retornar à sepultura para ressuscitar, para novamente ir para os céus? Ele ele já não está no céu? Portanto, a ressurreição servirá para que os humanos salvos, aperfeiçoados, voltem à forma humana, de carne, osso e sangue, para que possam viver neste mundo, conforme a promessa que Deus fez a Abraão.  Yesu Cristo ressuscitou de carne, osso e sangue, pois, comeu peixe assado com seus discípulos na beira da praia, e Tomé tocou em seu corpo, tocou em suas feridas, e viu que era humano. Assim também os humanos salvos que morreram ressuscitarão. Essa história que Paulo inventou, de que os mortos ressuscitarão em corpos incorruptíveis, ou corpos “espirituais”, isso não existe. É pura fantasia de Paulo. A pátria celestial, e a cidade de Nova Jerusalém celestial que Paulo ensinou também não existem. A pátria celestial, na verdade, é o reino de Cristo, que será estabelecido aqui na Terra. As muitas moradas na “casa de meu Pai”, prometida por Yesu Cristo, na verdade, essa “casa” é o reino que o Pai (os Deuses Santos) lhe concedeu.

11) Creio que a salvação é alcançada através das obras. Todos serão julgados de acordo com suas obras, e não de acordo com a fé. Paulo disse que a salvação é alcançada por meio da fé, e não pelas obras, para que ninguém se glorie. Porém, o apóstolo Tiago o confrontou e disse que a salvação é pelas obras, pois, a fé sem as obras é morta. Tiago disse que os anjos também fé e teme diante de Deus, mas nem por isso eles serão salvos. Por quê? Porque eles não possuem boas obras, obras para que possam se justificar diante de Deus. Porém, ninguém pode comprar a salvação através de boas obras, ou fazendo o bem aos pobres na hora da morte. As boas obras devem ser praticadas durante o viver do crente, e tudo o que ele fizer pelo seu semelhante, pelo próximo, pelos pobres não deve visar retorno. O bem ou favor que os ricos fazem para com os pobres também não conta para a salvação, porque o que eles dão é daquilo que sobra. Se você tira parte do que é do seu próprio sustento e reparte com os necessitados, isso conta como obra de justiça. Mas se você dá daquilo que não vai lhe fazer falta, então isso aí, não conta. Lembram da viúva pobre que depositou no altar a única moeda que possuía? Cristo disse que isso contou como obra de justiça; já os ricos que deram do que lhes sobejavam, não valeu de nada. O fato de dar dízimos e ofertas para o pastor não se constitui em boas obras. Boas obras são o bem que fazemos aos pobres, a pessoas desconhecidas, sem visar retornou ou recompensa. Yesu Cristo disse que se fizermos o bem aos nossos familiares, se fizermos o bem àqueles que amamos não conta para a nossa salvação ou recompensa; só conta aquilo que fizermos de bem para pessoas desconhecidas. Um copo de água que dermos a um irmão na fé não conta como obras de justiça. Mas se dermos um copo de água a um sedento, moribundo, isso conta como obras de justiça. O centurião Cornélio não foi salvo porque “aceitou Jesus” ou porque se batizou. As orações que ele fazia, as esmolas que dava, tudo isso contava como obras de justiça para sua salvação. Deus ordenou que ele fosse até Pedro para que tomasse conhecimento da história de Cristo. Quando ele se chegou até Pedro, se ajoelhou diante dele, mas Pedro disse que não precisava e mandou ele se levantar. Se Cornélio se encontrasse com algum pastor evangélico da atualidade, com certeza o obrigaria a se ajoelhar e dizer que aceita a Jesus. No capítulo 24 de Mateus está a maior prova de que a salvação é alcançada através das obras. Yesu Cristo disse que no dia da sua vinda, aqueles que praticaram o bem, fizeram boas obras, serão colocados à sua direita, pois disse: Vinde benditos de meu Pai, possuir por herança o reino que vos foi preparado, porque tive fome e me deste comer, tive sede e me deste de  beber, estava nu e me vestistes, estava enfermo ou na prisão e me visitastes”. E aos que forem colocados à sua esquerda ele dirá: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos (pessoas carentes), deixastes de o fazer a mim”. E isso prova que a salvação será pelas obras. 

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Até aqui, por enquanto. Ainda irei escrever outros itens desse credo.

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Miquels7