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QUEM SÃO OS “SEPULCROS CAIADOS” NOS DIAS ATUAIS?

Este texto é inédito na internet, falando de forma contundente sobre os “sepulcros caiados”. Ninguém tem coragem e entendimento para escrever de forma contundente sobre esse assunto. Só aqui no blog do Miquels7 você lê textos que falam com toda sinceridade, com clareza, com coerência, revelando os erros teológicos e as crendices absurdas dos crentes, alimentadas há séculos.
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Jesus chamou os fundamentalistas religiosos de sua época, os fariseus, os sacerdotes e doutores da Lei, de SEPULCROS CAIADOS: Tudo limpinho e bonito por fora, mas por dentro só podridão.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mateus 23:27-28).

Os sacerdotes fundamentalistas de Israel tinham um zelo excessivo pela Lei. Eles exigiam que o povo cumprisse rigorosamente os mandamentos da Lei, sem tropeçar em nenhum deles. Mas, mandamentos essenciais que os próprios sacerdotes e líderes do povo deviam praticar, eles não cumpriam, e ainda colocavam um jugo pesado para o povo carregar. Eles viviam do bom e do melhor, sem preocupação, porque o povo tinha a obrigação de sustentá-los com os dízimos (que nunca foi dinheiro vivo, mas mantimentos); pois, os dízimos não eram somente para eles, mas tinha que ser repartido também entre os pobres, os órfãos e as viúvas. Os sacerdotes desprezavam e viravam as costas para os desvalidos dentre o povo; não davam atenção aos pobres, aos órfãos e às viúvas, e permitiam todo tipo de injustiças. Por causa disso, Deus ameaça severamente os sacerdotes e pede no livro de Malaquias para o povo trazer os dízimos à casa do tesouro. Essa casa do tesouro eram os armazéns onde se estocavam os mantimentos, os quais eram destinados para os sacerdotes e suas famílias, e também para todos os que necessitassem entre os pobres do povo. Eles mantinham aparência de bons pastores, de líderes justos, mas por dentro eram cheios de luxúria, de avareza e de pecados, verdadeiros sepulcros caiados. Qualquer desvio de conduta, qualquer delito pequeno que alguém praticasse eles decretavam punição severa. Se um cidadão estivesse espancado e caído no chão, eles passavam de largo e não ajudavam; só mesmo um bom samaritano, a quem eles chamavam de “porcos”, podia se compadecer dos desvalidos. Se alguém estivesse doente e precisando de ajuda no dia de sábado, eles deixavam morrer à míngua, porque causa do zelo excessivo da guarda do sábado.

Jesus veio para acabar com o fundamentalismo religioso de sua época. Fez e ensinou várias coisas que iam contra os ensinos tradicionais dos anciãos e dos sacerdotes que zelavam pelo cumprimento da Lei. A quebra de ordenanças simples da Lei os sacerdotes condenavam severamente. A Lei dizia “olho por olho, dente por dente”; “amai a vossos irmãos e odiai a vossos inimigos”, e nem mesmo essa ordenança de “odiar os inimigos” estava prescrita na Lei de forma explícita, mas os sacerdotes a transformaram em mandamento. Por causa desses e de tantos outros absurdos praticados pelo fundamentalismo religioso Jesus se revoltou e ensinou coisas totalmente ao contrário. Jesus disse: “Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem”. Para conter a violência e o ódio aos desafetos, e inclusive o ódio contra pessoas de outras nacionalidades que habitam no país (xenofobia), Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Jesus veio revolucionar, ensinando o caminho da paz e do amor.

Jesus efetuou curas nos dias de sábado, e tal atitude levou os fundamentalistas religiosos à loucura, a tal ponto de tramarem a sua morte. Jesus e seus discípulos colheram espigas de milho no dia de sábado, porque estavam com muita fome, devido a longas jornadas que faziam de cidade em cidade. E os fundamentalistas religiosos estavam de olho em tudo que Jesus e seus discípulos faziam. Jesus impediu o apedrejamento de uma mulher adúltera, e ainda disse que quem estivesse sem pecado, que atirasse a primeira pedra. Na Lei está escrito que os homossexuais devem ser mortos, apedrejados. Se Jesus tivesse se deparado com uma situação de tentativa de apedrejamento de um homossexual, por certo, Ele teria impedido, tal como fez com a mulher adúltera que queriam apedrejar.

Jesus subiu a um monte e visualizou uma grande multidão que andava sem rumo, sem levar nada na mão, a procura de um libertador da opressão do jugo romano. E Jesus teve compaixão da grande multidão, efetuou milagres e saciou a fome do povo, multiplicando os pães e peixes. Jesus bateu de frente com os ricos e poderosos de sua época, dizendo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico avarento se salvar. Jesus disse que os ricos avarentos já receberam a sua recompensa nesta vida; e no por vir eles não terão nada de galardão para receber, muito menos a salvação. Jesus também bateu de frente com os pastores mercenários, esses pastores que recebem salários para cuidar do rebanho e fazer a obra de Deus, e ainda os chamou de ladrões e salteadores (João 10).

Por causa de tantas coisas que Jesus fez contra o fundamentalismo religioso, ele foi perseguido, julgado e condenado à morte. Mas tudo ele fez por amor, e ainda se tornou símbolo de libertação do pecado, do ódio, da guerra e da opressão dos ricos e políticos poderosos. Jesus tornou-se símbolo de vida, de acolhimento e de luta em prol da causa dos pobres, dos injustiçados, dos presos, dos desvalidos, dos fracos e dos oprimidos pelo pecado.

E QUEM SÃO OS ‘SEPULCROS CAIADOS’ DOS NOSSOS DIAS?

Sepulcros caiados dos nossos dias são todos os pastores mercenários (que recebem salários para pastorear) e todos os crentes e religiosos fundamentalistas, que tem um zelo excessivo pelos ensinamentos da Bíblia, mas que eles mesmos não praticam os mandamentos de Cristo e nem fazem a obra de Deus por amor. São ávidos em vigiar e reparar a conduta dos outros, mas não olham para dentro de si mesmos. São os que fazem a obra de Deus só visando os dízimos, ou só se forem pagos, porque querem receber o galardão no tempo presente. E outros líderes religiosos, metidos a moralistas, que zelam de forma excessiva pela obediência a certos mandamentos da Bíblia, e querem impor a força o seu fundamentalismo religioso, mas pisam sobre outros mandamentos que eles deviam praticar. Colocam um jugo pesado para os crentes carregarem, e viram as costas para os problemas dos fiéis. Eles vivem do bom e do melhor, tem mansão, tem carro de luxo, tem avião, e quando viajam por aí, se hospedam nos melhores hotéis, e quando são convidados para pregar em outras cidades, ainda cobram altos cachês.

Os cantores gospel, que só visam o dinheiro com a vendagem de suas músicas e de shows que realizam de cidade em cidade, também são ‘sepulcros caiados’. Todos esses mega cantores gospel são ricos, possuem mansões, têm carros blindados, cobram até para cantar em outras igrejas, e vivem do bom e do melhor. O rei Davi fez mais de 100 salmos (hinos de louvores), mas não cobrou nenhum direito autoral, nem se utilizou da profissão de cantor e de músico para se promover ou ganhar dinheiro. E os cantores gospel pegam os salvos de Davi, colocam uma melodia qualquer, gravam no CD e põe à venda nas grandes lojas do país para faturar milhões de reais. São verdadeiros salafrários.

Os pastores mercenários não se compadecem dos pobres, dos fracos, dos desvalidos, dos injustiçados e dos oprimidos. Com a desculpa esfarrapada de que a ‘obra de Deus’ é somente pregar o evangelho para arrependimento, a fim de livrar a alma do pecador do inferno, eles recebem altos salários proveniente dos dízimos e das ofertas, vivem uma vida regalada, provam do bom e do melhor desta vida, e viram as costas para os problemas do povo, e quando fazem que se importam, ainda iludem os fiéis, enganando com falsas promessas de prosperidade para aquele que der mais oferta, para aquele que for mais fiel nos dízimos, mesmo que esteja precisando do dinheiro para comprar remédio para o filho doente, ou comprar o próprio alimento. São verdadeiros ladrões e salteadores.

OS PASTORES MERCENÁRIOS RESOLVEM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS E DA SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA COM DINHEIRO, MAS QUEREM QUE OS FIÉIS RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS APENAS COM A FÉ. SÃO VERDADEIROS CANALHAS!

A obra de Deus, que os pastores mercenários deviam fazer, eles não fazem, que é visitar e amparar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades materiais, isto é, os pobres e os desvalidos e desamparados pelo poder público; visitar e ajudar os doentes nos hospitais e asilos, visitar e ajudar os presos políticos, os presos considerados “ladrões de galinha”, esses que estão presos por terem furtado algum alimento para si ou para sua família; lutar pela causa dos injustiçados, discriminados e oprimidos pelos ricos e poderosos. (Leia Mateus 25: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me”). A salvação é pelas obras, e não pela fé.

Os crentes fundamentalistas religiosos não querem fazer o bem, praticar a caridade, porque isso pode configurar que eles estão tentando alcançar a salvação através das obras. São zelosos em obedecer ao ensino equivocado de Paulo, de que a salvação é somente pela fé, e em virtude desse fundamentalismo religioso, eles deixam de praticar o bem, e fazer a verdadeira obra de Deus.

“Aquele, pois, que sabe E PODE fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

Os fundamentalistas religiosos se preocupam tanto com os homossexuais e com os que defendem a liberação das drogas e do aborto, mas eles não se preocupam verdadeiramente com a pessoa humana em si. Eles só se preocupam em vigiar e julgar os que não estão cumprindo à risca os ensinamentos da Bíblia, seja crente ou descrente. Querem por força impor seu fundamentalismo religioso num país democrático, onde a Constituição estabelece que o Estado é laico. Os evangélicos querem fazer prevalecer os símbolos cristãos nas repartições públicas, enquanto que os ateus e agnósticos querem que sejam retirados todos e qualquer símbolo religioso. E os dois lados estão errados. Se o nosso Estado é laico, então devem prevalecer nas repartições públicas todos os símbolos religiosos, inclusive os símbolos do ateísmo, do Islamismo, do Budismo, do Espiritismo, etc. Deve estar lá todos os símbolos religiosos, para qualquer um ver e escolher o que quer seguir. Não é porque a maioria da população do país é cristã, evangélica ou católica que se vai querer prevalecer a religião dominante sobre os demais. A democracia é coisa própria da Grande Babilônia, onde todos os gostos e crenças são permitidos. Enquanto formos uma democracia, todos devem ter seu espaço para ser o que quiser ou praticar qualquer culto, ou seguir qualquer religião, ou nenhuma. Mas, cada um dentro do seu quadrado, sem perturbar a vida alheia, sem avançar sobre o direito dos outros. Os evangélicos querem ter o direito de perturbar os outros com suas caixas de som, pregando nos terminais de ônibus, no metrô e nas esquinas das ruas, mas não querem que os outros tenham o direito de divulgar as suas crenças. E esse fundamentalismo religioso deve acabar.

O recado está dado. Cumpra-se, publique-se e cientifique-se.

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Miquels7 – Doa em quem doer.

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21/08/2017 Posted by | IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | Deixe um comentário

Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

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Neurocientista afirma que a religiosidade poderia ser tratada como doença mental.

Essa notícia não está de forma isolada na internet. Ela foi repercutida até em sites e blogs cristãos.

Confira outros links para esta notícia:

Pragmatismo Político:
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/06/religiosidade-poderia-ser-tratada-como-doenca-mental-diz-neurocientista.html

Notícias Gospel +
https://noticias.gospelmais.com.br/neurocientista-religiosidade-tratada-doenca-mental-54753.html

Fãs da Psicanálise:
http://www.fasdapsicanalise.com.br/fundamentalismo-religioso-pode-ser-tratado-como-doenca-mental-diz-neurocientista/

Revista Galileu:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI339436-17770,00-FUNDAMENTALISMO+RELIGIOSO+PODE+SER+TRATADO+COMO+DOENCA+MENTAL+DIZ+NEUROCIEN.html

Huffpost:

http://www.huffpostbrasil.com/entry/kathleen-taylor-religious-fundamentalism-mental-illness_n_3365896

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ANTES DE LER, VEJA MINHA OPINIÃO

Alguém poderá dizer que o partidarismo de uma pessoa por uma ideologia política também pode ser considerado uma doença. Tanto é que os de Direita (direitopatas) tratam os de Esquerda como esquerdopatas. Ou seja, eles dizem que os defensores do Comunismo ou Socialismo são doentes mentais. Enquanto que é mais danoso ao cérebro ser fundamentalista religioso em favor de uma causa utópica, fantasiosa, que não pode ser realizada neste plano físico.

O certo é que os defensores do Fundamentalismo Religioso são piores. Sabe por quê? Porque eles lutam por uma ideologia fantasiosa, fundamentada em teorias. Ao contrário disso, o Socialismo ou Comunismo são fundamentados em teorias que podem ser realizadas na prática, neste plano físico, neste mundo. O Socialismo não é uma ideologia utópica. Enquanto que a ideologia dos fundamentalistas religiosos se baseia em teorias ou crenças que estão além da compreensão humana. Portanto, pura utopia.

Por exemplo, a ideologia comunista ou socialista busca estabelecer uma sociedade justa, igualitária, visando o bem comum de todos, sem a opressão dos ricos sobre os mais pobres.

Já a ideologia dos fundamentalistas religiosos cristãos busca uma sociedade justa e igualitária num plano espiritual, para além desta vida, não para este mundo. Por isso, o fundamentalismo religioso é patológico, pois causa mais danos ao cérebro das pessoas.

Se ao menos os fundamentalistas religiosos vivessem e pregassem o que o Evangelho de Cristo ensina, o fundamentalismo deles não seria tão danoso ao cérebro. No entanto, a preocupação dos fundamentalistas religiosos é somente com a questão da salvação da alma, como se isso fosse o foco principal do Evangelho de Cristo. Nosso Senhor Jesus Cristo primou pela saúde e o bem-estar de seu povo sofrido e explorado. E o Evangelho é voltado para construção de uma sociedade justa e igualitária para todos, sem opressão dos pobres. E Jesus constituiu discípulos e apóstolos para que pregassem as boas-novas do seu reino, um reino de paz e de justiça para todos.

Portanto, é mais danoso ao cérebro defender um fundamentalismo religioso utópico, fantasioso, que se baseia em teorias sobre coisas que não podem ser realizadas neste plano físico.

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Fundamentalismo Religioso Pode Ser Tratado Como Doença Mental, diz Neurocientista

O fundamentalismo religioso poderá um dia ser tratado como doença mental – e curado. Quem diz isso é Kathleen Taylor, pesquisadora em neurociência da Universidade de Oxford. A afirmação foi feita  em um festival literário no Reino Unido.

Quando foi questionada sobre o futuro da neurociência, Kathleen afirmou que “uma das surpresas pode ser ver pessoas com certas crenças como pessoas que podem ser tratadas”, descreveu o jornal Times of London.

“Alguém que se tornou, por exemplo, radical em relação a uma ideologia – podemos deixar de ver isso como uma escolha pessoal resultante do puro livre-arbítrio e podemos começar a tratar isso como algum tipo de distúrbio mental”, disse a pesquisadora. “De várias formas isso pode ser uma coisa muito positiva porque sem dúvida as crenças em nossas sociedade podem provocar muitos danos.”

A autora deixou claro que não estava se referindo apenas ao fundamentalismo islâmico, mas também a crenças como a de que espancar crianças é aceitável.

Kathleen é autora do livro Brainwashing: The Science of Thought Control (Lavagem cerebral: a ciência do controle de pensamentos, em tradução livre), em que explora a ciência por trás das táticas de persuação de grupos como a Al Qaeda.

“Todos nós mudamos as nossas crenças. Todos nós persuadimos uns aos outros para fazer coisas; todos nós assistimos publicidade; somos todos educados e experimentamos religiões; a lavagem cerebral é o extremo disso; é coercitiva, forte, um tipo de tortura psíquica”, disse ela em um vídeo no YouTube. A pesquisadora também é uma das que se preocupam com a ética de se aprofundar muito no cérebro humano, como as tecnologias que podem escanear ou manipular neurônios.

(Autora: Tatiana de Mello Dias)

FONTE: Revista Galileu

02/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CIÊNCIA, FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, NEUROCIÊNCIA | , , | Deixe um comentário