MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

O PRÊMIO NOBEL DE TEOLOGIA PARA MIQUELS7

**********
Uma das grandes questões debatidas entre os religiosos e teólogos em todas as épocas é sobre a existência de Deus, e também a questão da criação da Terra e do Universo. E sabemos que existem várias escolas teológicas com suas explicações mirabolantes sobre esses temas. Mas, os fanáticos preferem ficar com a explicação superficial de alguns textos da Bíblia, apoiados por uma fé cega.
**********

Na era glacial

Só existe uma passagem bíblica onde o próprio Deus declara de forma indireta que foi Ele quem criou a Terra. Isaías 45:12. Porém, esta passagem bíblica foi proferida por um profeta, em nome de Deus. E poucos sabem que os profetas falavam coisas de sua própria cabeça, além do que Deus lhes tinha ordenado falar. O crente fanático pensa que Deus falava direto na mente e nos ouvidos do profeta para ele falar ou escrever tudo aquilo que está nos livros. No entanto, eram poucas as palavras que Deus revelava e ordenava o profeta falar. O resto eram pensamentos que ele mesmo inventava e falava de forma apaixonante ou tresloucada sobre Deus. Não vou me deter aqui mostrando como Deus se revelava aos profetas, pois, já publiquei estudos sobre isso no meu blog. Só quero que entendam que Deus só se revelava aos profetas durante a noite, quando este estava dormindo. Pergunte a um bom teólogo sincero e honesto e ele vai te confirmar essa verdade. Todas as palavras que os profetas receberam da parte de Deus para falar ao povo, eles receberam em sonhos ou em visões da noite. E Deus mesmo diz no livro de Deuteronômio que só se revelava aos profetas dessa forma. Portanto, o livro de Isaías é muito grande para acreditarmos que tudo que lá está escrito foi revelação de Deus. Só o capítulo 45 de Isaías é bastante extenso, e sabemos que o que Deus revelou ao profeta para falar a respeito de Ciro, o rei da Pérsia, que iria conquistar o Egito e a Babilônia para libertar o povo de Israel do cativeiro, foi poucas palavras. O restante foi apenas incremento da própria mente do profeta Isaías. Neste mesmo capítulo temos frases próprias do profeta Isaías, e que não tem nada com a mensagem que Deus lhe ordenara falar.

“Eu é que fiz a Terra, e nela criei o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todo o seu exército dei as minhas ordens”.

Por certo, Deus não mandou Isaías falar um monte de coisas que falou sobre Ele somente neste capítulo 45. Igualmente o salmista Davi também falou um monte de frases poéticas e apaixonantes a respeito de Deus, o que não se constitui numa verdade absoluta todas as suas frases. Isso se evidencia nos Salmos 18 e 139. Se for uma verdade absoluta tudo o que Davi escreveu sobre Deus no Salmo 139, então deve ser verdade absoluta a forma como Deus é conforme ele a descreve no Salmo 18: Deus é um dragão que solta fumaça pelas narinas e cospe fogo, e monta num querubim e voa sobre as asas do vento.

Tem momentos que Isaías pára um pouco de falar coisas delirantes sobre Deus no capítulo 45 e escreve frases mais lúcidas e racionais. Veja:

“Verdadeiramente tu és um Deus que te ocultas, ó Deus de Israel, o Salvador. Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntos em ignomínia os que fabricam ídolos. Mas Israel será salvo pelo Senhor, com uma salvação eterna; pelo que não sereis jamais envergonhados nem confundidos em toda a eternidade” (Isaías 45:15-17).

Nesse texto supracitado parece que Isaías volta à sua racionalidade e fala como uma pessoa lúcida.

**********
Existem casos de profetas na Bíblia que falaram de coisas além do que Deus tinha ordenado falar, e profetizaram mentiras. Veja o caso de Hananias e tire suas conclusões. Será que Isaías e Jeremias não falaram de coisas além do que Deus lhes ordenou falar?
 
Jeremias 28:
 
“5 Então falou o profeta Jeremias ao profeta Hananias, na presença dos sacerdotes, e na presença de todo o povo que estava na casa do Senhor.
6 Disse pois Jeremias, o profeta: Amém! assim faça o Senhor; cumpra o Senhor as tuas palavras, que profetizaste, e torne ele a trazer os utensílios da casa do Senhor, e todos os do cativeiro, de Babilônia para este lugar.
7 Mas ouve agora esta palavra, que eu falo aos teus ouvidos e aos ouvidos de todo o povo:
8 Os profetas que houve antes de mim e antes de ti, desde a antigüidade, profetizaram contra muitos países e contra grandes reinos, acerca de guerra, de fome e de peste.
9 Quanto ao profeta que profetuar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, então será conhecido que o Senhor na verdade enviou o profeta.
10 Então o profeta Hananias tomou o canzil do pescoço do profeta Jeremias e o quebrou.
11 E falou Hananias na presença de todo o povo, dizendo: Isto diz o Senhor: Assim dentro de dois anos quebrarei o jugo de Nabucodonozor, rei de Babilônia, de sobre o pescoço de todas as nações. E Jeremias, o profeta, se foi seu caminho.
12 Então veio a palavra do Senhor a Jeremias, depois de ter o profeta Hananias quebrado o jugo de sobre o pescoço do profeta Jeremias, dizendo:
13 Vai, e fala a Hananias, dizendo: Assim diz o Senhor: Jugos de madeira quebraste, mas em vez deles farei jugos de ferro
14 Pois assim diz o Senhor dos exércitos o Deus de Israel Jugo de ferro pus sobre o, pescoço de todas estas nações, para servirem a Nabucodonozor, rei de Babilônia, e o servirão; e até os animais do campo lhe dei.
15 Então disse o profeta Jeremias ao profeta Hananias: Ouve agora, Hananias: O Senhor não te enviou, mas tu fazes que este povo confie numa mentira.
16 Pelo que assim diz o Senhor: Eis que te lançarei de sobre a face da terra. Este ano morrerás, porque pregaste rebelião contra o Senhor.
17 Morreu, pois, Hananias, o profeta, no mesmo ano, no sétimo mês.
 
**********

Embora Gênesis 1:1 diga que Deus criou os céus e a Terra, mas tal declaração não foi feita diretamente por Ele, e sim, pelo autor da narrativa da criação, que supostamente atribui-se a Moisés. Todas as outras passagens que afirmam que Deus criou os céus e a Terra foram declarações feitas por profetas, por salmistas e por alguns escritores do Novo Testamento. Nem mesmo Jesus chegou a afirmar que Deus, o Pai, criou os céus e a Terra.

Apesar de no Antigo Testamento ter alguns textos afirmando que Deus criou os céus e a Terra, isso não foi suficiente para os escritores neotestamentários afirmarem categoricamente que Ele criou todas as coisas. E a prova está na declaração do autor da Carta aos Hebreus, onde ele declara explicitamente que os crentes acreditam que Deus criou o mundo apoiados apenas na fé. E fé cega. Pois, fé não é prova de nada. Crer que algo existe apenas se baseando pela fé, não é prova de nada, não é atitude racional, e sim, loucura de religioso fanático. Se alguém diz que acredita em algo pela fé, tal crença deve ser entendida como uma dúvida e não como uma certeza ou verdade absoluta. Se Paulo diz que os crentes acreditam através da fé que Deus criou os mundos e a Terra, isso mostra que não é prova suficiente o que se fala a respeito de Deus nas páginas do Antigo Testamento.

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. (…) Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:1-3).

A fé até pode ser o fundamento das coisas que se esperam. Mas, afirmar que fé é a prova das coisas que não se veem, aí já é absurdo e tolice de fanático religioso. Repito: fé não é prova nada. Se fé é a prova e certeza de algo que você acredita, então, amanhã vá a uma casa lotérica e jogue na mega-sena, tendo bastante fé que você vai ganhar, e depois me conta.

Há vários tipos de fé: 1) a fé comum, sinônimo de confiança e esperança, que qualquer ser humano possui; 2) a fé que assegura a confiança do crente no perdão de seus pecados e na certeza da salvação; 3) a fé que faz o crente remover montanhas, isto é, a fé que torna uma pessoa otimista, de tal forma que ela consegue realizar o impossível; 4) e a fé cega (ou burra), que faz o crente acreditar em coisas que não tem certeza se existe. É a respeito dessa fé que estou falando. Quem faz uso da fé cega não está agindo racionalmente, não está fazendo uso 100% da sua racionalidade. A pessoa se deixa levar por paixões religiosas e se torna cega, a tal ponto de pautar o seu viver por crendices tolas.

Mateus 17:20
“Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível”. [Este é o 3º tipo de fé].

Eu acredito em Deus, mas num Deus que se pode explicar, num Deus possível de existir. Agora, quem acredita num Deus que não se explica é um fanático religioso, louco e tolo. Não acredito em Deus da forma como 99% dos crentes acreditam porque faço 100% uso da minha racionalidade, e não me deixo levar por fanatismo religioso e tolice. Procure ler os textos do meu blog para saber o que penso sobre Deus.

FALANDO A RESPEITO DA CRIAÇÃO DA TERRA

A minha teoria sobre do que se trata a narrativa do capítulo 1 de Gênesis é imbatível. Até agora não li e não soube sobre outro estudante da Bíblia ou teólogo que tenha tido ideia semelhante à minha a respeito da narrativa da criação em Gênesis 1. O que li é que certo escritor, explicando sobre a existência dos dinossauros, disse que o planeta Terra não foi criado há 6 ou 7 mil anos atrás, e que também não foram criadas todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Esse escritor chegou a cogitar que a Terra estava um caos e vazia por causa da queda de um meteoro na Península de Yucatan, no México, há 65 milhões de anos, que dizimou a maioria dos animais e todos os dinossauros de sobre a terra. Outro escritor disse que a Terra estava um caos devido Deus ter expulsado Satanás do Céu e este lançado na Terra, e corrompido os antigos habitantes. Por causa disso, Deus teve que intervir e destruir tudo, lançando um meteoro sobre a Terra. Porém, eu mesmo já defendi a tese de que os dinossauros foram seres monstruosos criados pelo antigo regente da Terra, chamado de querubim ungido, que se tornou Diabo e Satanás. Deus interviu e destruiu aquelas criaturas monstruosas. Depois, voltou à Terra e criou seres vivos normais.

Tem um escritor fanático que escreveu um texto mirabolante explicando porque Deus não criou a Terra e o mundo num piscar de olhos, já que ele é Todo-Poderoso, mas criou todas as coisas em 6 dias de 24 horas. Considero tal explicação uma grande tolice. Tudo isso é fruto de fanatismo religioso, ignorância e falta de usa pleno da racionalidade. Se é que essa pessoa se acha um ser racional.

A MINHA TEORIA SOBRE A NARRATIVA DA “CRIAÇÃO” DE GÊNESIS É INÉDITA

A narrativa da “criação” de Gênesis não tem características de uma verdadeira obra que surgiu do nada, vinda da parte de um Deus considerado Todo-Poderoso, porque apresenta contrapontos e certos absurdos, se imaginado do ponto de vista cronológico.

Na verdade, a cronologia da criação de Gênesis está corretíssima, mas não explicada do ponto de vista religioso, mas, científico.

A narrativa da criação de Gênesis trata da transição da Terra do último período glacial. O último período glacial terminou entre 12 mil e 40 mil anos atrás. E essa glaciação não durou muitos anos, e também não se deu há 65 milhões de anos, no período do extermínio dos dinossauros. Essa glaciação se deu no tempo do reino dos Atlantes, uma primeira raça de humanos que existiu na Terra e que era controlada pelos deuses caídos há 100 mil anos atrás. Deus teve que destruir o reino dos Atlantes de sobre a Terra porque eles se tornaram civilizados e grandes pecadores, e adoravam e serviam ao querubim caído, Satanás, e não a Ele. Satanás transmitiu todo tipo de conhecimento a esse povo. E o mesmo ele fez, engando Eva e Adão, passando o conhecimento proibido. O reino dos Atlantes foi destruído por um meteoro que caiu sobre o reino que se localizava no meio do atual Oceano Atlântico, e que submergiu sob as águas do mar, tendo restado apenas vestígios desse povo por várias partes do planeta, na América do Sul, na costa da África e na Europa. O antigo escritor grego, de nome Platão, foi o que mais escreveu sobre a existência do povo que habitava na lendária Atlântida. Arqueólogos japoneses encontram vestígios da lendária cidade de Atlântida sob as águas profundas do Oceano Atlântico. E ainda existem várias pesquisas em andamento. Quando Deus criou uma nova raça de humanos (Adão e Eva), nesse tempo ainda existiam os sobreviventes do reino dos Atlantes. Foi desse povo que Caim teve medo ao ser expulso de perto de sua família depois que matou seu irmão Abel. Caim temeu e disse para Deus que seria fugitivo na terra e poderia ser morto por quem o encontrasse. Mas quem poderia matar Caim, se naquele tempo só existia ele e seus pais, Adão e Eva? É óbvio que existiam outras tribos de humanos habitando por perto, por isso Caim temeu ser morto. E para que Caim não fosse capturado e morto, Deus colocou-lhe um sinal. E com certeza esse “sinal” que Deus colocou em Caim foi a mudança da coloração de sua pele, para que se parecesse com a pele dos Atlantes, de tal forma que ele seria confundido como um membro da tribo estranha.

E todo estudante da Bíblia deve saber que existem duas narrativas da criação no início do livro de Gênesis. A primeira narrativa vai do primeiro capítulo até o verso 3 do segundo capitulo. A primeira narrativa Moisés tomou do antigo povo sumério, pois, ele foi educado na corte egípcia e era príncipe, e teve contato com muitos livros e aprendeu sobre história antiga com os sacerdotes dos deuses. Nessa narrativa o nome empregado para Deus é “Elohim”, que significa literalmente “os deuses”.

Na primeira narrativa da criação de Gênesis, Deus cria primeiramente as plantas e os animais, e por último cria o homem. Já na segunda narrativa, que começa em 2:4, Deus cria primeiramente o homem, e só depois as plantas e os animais. Nesse narrativa o nome empregado para Deus é YHW (Jeová ou Javé), e tudo indica que esse texto foi tomado do povo hebreu, ancestrais de Moisés. Porém, há um absurdo nessa narrativa. Tem crente que diz que Deus faz nascer uma flor no galho seco de uma árvore e uma planta no deserto. Mas, em Gênesis 2:5 diz que Deus não teve poder para fazer nascer nenhuma planta porque ainda não tinha feito chover sobre a terra. Ora, quer dizer que Deus só podia fazer nascer as plantas se chovesse? Que Deus Todo-Poderoso é esse? E tem crente bobo que imagina que Deus criou as plantas no 3º dia, tudo num período de 24 horas. O texto é bem explícito e diz que Deus teve que esperar chover sobre a terra para poder fazer nascer as plantas, pois, antes disso, só havia um vapor que subia da terra, e regava toda a face da terra, porém, chuva forte não havia. Isso significa que Deus passou mais de um dia esperando chover para poder criar as plantas. Logo, os dias da criação não foram períodos de 24 horas.

“Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus, não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente. Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado” (Gênesis 2:4-8 – Esse é o início da segunda narrativa da criação).

Existe uma respeitada estudiosa do Antigo Testamento, chamada Ellen van Wolde, da Universidade de Radboud, na Holanda, que defende a tese de que Deus não criou a Terra e os mundos. Ela diz que o verbo “bara” de Gênesis 1:1 não significa “criar algo do nada”, mas significa “separar”. Segundo ela, a frase correta de Gênesis 1:1 é assim: “No princípio Deus separou os céus e a terra”. Em outras palavras, “No princípio os deuses (elohim) separam os céus e a terra”. Isto é, separou as águas e a parte seca, as águas que estavam debaixo e acima do firmamento.

Mas, a minha explicação não é assim. Toda a narrativa da suposta criação de Gênesis bate direitinho com a sequência de acontecimentos que ocorrem durante a transição de um período glacial.

A primeira narrativa da criação de Gênesis foi baseada em informações obtidas dos sumérios. E tais informações os sumérios tomaram do povo descendente dos Atlantes, que sobreviveram à grande catástrofe, vivendo em cavernas, junto com várias espécies de animais e aves. O planeta Terra ficou coberto de cinza vulcânica que tapou toda a luz do Sol, o que ocasionou a glaciação. A Terra ficou toda coberta de grandes geleiras, até os cumes dos montes mais altos. Depois de alguns anos as cinzas vulcânicas começaram a se dissipar e os primeiros raios do Sol começaram a incidir sobre a Terra.

Deus não criou a Terra. Pois, se Deus tivesse criado a Terra, ela não se encontraria num caos, imersa em escuridão. Se Deus é perfeito e Todo-Poderoso, como Ele criaria a Terra em meio ao caos e escuridão? A Terra se encontra nesse estado porque uma grande catástrofe se abateu sobre ela.

“A Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gênesis 1:2).

Quando o texto diz que Deus viu que a luz era boa, tira toda a sua prorrogativa de onisciente. Que ser onisciente se admira de algo que cria e diz que é algo bom?

Vamos à descrição cronológica de forma sucinta:

1º Dia) No primeiro dia Deus disse “Haja luz, e houve luz”. Ora, na visão ingênua dos sobreviventes que viviam nas cavernas, eram os deuses que tinham criado a luz naquele momento. Mas na verdade, eram os primeiros raios do Sol que surgiram entre as espessas nuvens de cinza vulcânica.

2º Dia) No segundo dia Deus criou a abóbada celeste apoiada sobre fortes colunas (o tal domo ou tampo de vidro transparente e intransponível) e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento, e chamou o firmamento de “céu”. Na imaginação dos humanos da pré-história (e até hoje, na visão dos crentes fanáticos), o céu azul é um firmamento curvo sustentado por imensas colunas, e as estrelas são pequenos luzeiros pendurados sob a abóbada celeste para iluminar durante a noite. A Lua é um luzeiro maior, criado para marcar as semanas e os meses. A morada de Deus e dos anjos fica acima desse firmamento, e tal lugar é um mundo espiritual, para onde os crentes fanáticos pensam que vão morar. E Deus, quando está irado, faz trovejar e lança coriscos e chuva de saraivas e granizos sobre a Terra.

3º Dia) Nesse dia Deus separa para um lado as águas que estavam debaixo do céu, e fez surgir o elemento seco. Às águas chamou “mares”, e a parte seca chamou “terra”. Ora, o que foi isso? Nos primeiros meses que os raios do Sol incidiram sobre a Terra, as grandes geleiras começaram a derreter e a parte seca começou a surgir. E na visão dos sobreviventes das cavernas, eram os deuses que estavam criando a terra seca e separando as águas do mar. Ainda no 3º dia Deus fez surgir a relva e toda espécie de plantas. Na visão dos habitantes das cavernas, eram os deuses criando as plantas e a relva na terra que seca. Ora, os habitantes da Amazônia sabem que quando começa a vazante dos rios, as praias começam a surgir, e do nada nascem todo tipo de plantas. Até quando chove no deserto começam a nascer plantas do nada. Foi assim mesmo que aconteceu no terceiro período da transição da última era glacial. As geleiras derreteram e sobre a terra seca começou a nascer toda sorte de plantas.

4º Dia) No quarto dia Deus cria os grandes luminares no firmamento do céu, o Sol, a Lua e as estrelas. Na interpretação do ponto de vista religioso, isso é um absurdo, pois, se Deus só criou o Sol no 4º dia, que parâmetros Ele usou para contar o 1º, o 2º e o 3º dia, visto que é o Sol que marca o período de um dia? Ora, na visão dos habitantes das cavernas, foi só no quarto dia que Deus criou o Sol, a Lua e as estrelas. O que isso significa do ponto de vista científico? Significa que no 4º período de transição da era glacial as nuvens de cinzas vulcânicas tinham se dissipado completamente, e os habitantes das cavernas puderam ver nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas, e diferencia o dia da noite. Pois, antes, eles só sabiam o que era a noite, pois, viviam quase em completa escuridão. E na visão deles, Deus havia criado naquele período os grandes luminares do céu.

5º Dia) Veja que nesse dia Deus não cria os animais mamíferos e herbívoros. Nesse dia Deus cria os peixes, as aves do céu, os monstros marinhos (baleias), e todos os seres viventes que se arrastavam (répteis). O que significa isso? Os habitantes das cavernas viram esses animais saindo sobre a terra para se alimentar da relva do campo e viram as baleias e os peixes no mar. Daí eles imaginaram que Deus havia criado esses seres vivos no quinto período de transição da Terra. Mas na verdade, esses animais começaram a sair das cavernas para procurar comida na terra seca. E os animais maiores só saíram no sexto período de transição da Terra.

6º Dia) Somente no sexto dia Deus cria os grandes animais mamíferos e herbívoros. E por último cria o homem (Adão e Eva) para cuidar da terra, dos animais e das plantas.

Então, foi assim que surgiu a história mais antiga da criação. Os primeiros sobreviventes das cavernas morreram e os seus filhos, descendentes que nunca tinham visto a luz do Sol, foram os responsáveis pela narrativa da criação. E eles narravam do ponto de vista que tinham, vivendo nas cavernas. Os sumérios escreveram a história da criação narrada pelos descendentes dos Atlantes, e essa foi sendo repassada para outros povos, até chegar aos egípcios, e finalmente aos hebreus, caindo nas mãos de Moisés.

Não há explicação melhor do que esta para a narrativa da criação de Gênesis.

Todos os créditos e direitos reservados para Miquels7.


Manaus, 01/11/2017.

NOTA:

Este estudo é apenas um rascunho. Demorei cerca de 3 horas para escrevê-lo, e eu mesmo fiz a revisão e correção ortográfica. Não produzi um texto técnico-filosófico-científico. Se eu fosse publicar em um livro um estudo sobre este tema, é claro que o elaboraria de forma técnica, dentro do padrão filosófico-científico, e passaria vários meses pesquisando obras de autores renomados sobre esse assunto, faria anotações de rodapé e no final do livro incluiria as devidas referências bibliográficas.

Para escrever e defender uma tese ou formular uma teoria não é preciso obedecer a rígidos conceitos filosóficos na elaboração dos argumentos. O que vale é a ideia. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Outros podem pegar a ideia e melhorar os argumentos, contanto que sejam dados os devidos créditos ao autor original da ideia. Tem pessoas que são formadas no campo filosófico, entendem de todos os pormenores exigidos na elaboração dos argumentos, mas não tem ideias próprias, não têm imaginação e não produzem nada de novo. É tipo a pessoa que se forma em economia, mas na prática não sabe gerir uma empresa ou o próprio negócio.

Veja bem. Quase todos os ensinos teológicos são teorias. Embora os teólogos não admitam que sejam teorias os argumentos em defesa de determinado assunto da Bíblia, mas são teorias. As doutrinas da trindade, do céu, do inferno, da ressurreição, do arrebatamento, da salvação, da justificação, da vida após a morte; e mais as doutrinas de Deus, dos anjos, da divindade de Cristo e doutrina da criação, todas são TEORIAS. E nos argumentos raramente se veem as expressões ‘talvez’, ‘possivelmente’, ‘acredita-se’, etc. Geralmente as doutrinas ou teorias bíblicas dos cristãos católicos e protestantes são tidas como verdades absolutas, pois, dizem que são baseadas na Bíblia, ou seja, têm base bíblica. No entanto, podem até ter base bíblica, mas base científica e racional a maioria delas não têm. E outra coisa. As denominações religiosas que fazem estudos divergentes dos ditos teólogos ortodoxos são tratadas como seitas, e suas doutrinas são tidas como heréticas.

Como minhas teorias sobre determinado assunto polêmico da Bíblia são focadas dentro da razão e da racionalidade, às vezes faço uso da expressão ‘com certeza’. Já quem baseia seus argumentos apenas na fé cega, aí se torna um sacrilégio empregar a expressão ‘com certeza’.

Miquels7.

Anúncios

02/11/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, MISTÉRIOS DA HUMANIDADE | , , , , | Deixe um comentário

JESUS BEBIA CERVEJA, SIM!

**********
Quantas vezes não vi pastores e professores da escola dominical inventando meios absurdos para explicar que o vinho que Jesus transformou da água na festa de casamento em Caná da Galiléia era um vinho não-alcoólico! Tudo isso por causa de puritanismo, de ensino fundamentalista que proíbe a ingestão de bebida alcoólica, porque é pecado. Certa vez questionei um antigo pastor da igreja que frequentava, e perguntei se o vinho que Jesus transformou da água era alcoólico, pois, o mestre-sala, ao prová-lo, disse que era “vinho bom”, e sabemos que em festa secular de casamento é servido bebida alcoólica. Aí ele disse que o vinho que Jesus transformou da água não era alcoólico, e o mestre-sala não tinha condições de saber, pois, estava bêbado e não tinha paladar para diferenciar um vinho alcoólico do não-alcoólico. E ficou nisso a explicação. Hoje sei que o mestre-sala de uma festa não pode se embebedar, pois, é ele quem dirige a festa, ele é o mestre-de-cerimônia. Logo, podemos concluir que o mestre-de-cerimônia da festa de Caná da Galiléia não estava bêbado quando provou do vinho que Jesus transformou. Os crentes puritanos, fundamentalistas, pegam textos seletivos da Bíblia para afirmar que beber vinho alcóolico e cerveja é pecado. Mas não sabem responder por que nos tempos do Antigo Testamento patriarcas, sacerdotes, reis e profetas se embriagaram e isso não foi considerado pecado. Noé se embriagou (Gênesis 9:18-21); Abraão bebeu vinho com Melquisedeque (Gên. 14:18); Isaque bebeu vinho (Gên. 27:24-25); José bebeu vinho com seus irmãos (Gên. 43:34); Davi se embriagou com Urias (II Sam. 11:12-13); Salomão, e tantos outros personagens da Bíblia consumiam vinho forte, alcoólico, e Deus nãos os condenou. E bem sabemos que o vinho forte ou o natural era uma bebida tradicional nas ceias das famílias israelitas.
**********

Jesus comendo e bebendo com publicanos e pecadores

“Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras” (Mateus 11:19).

No tempo de Jesus, a bebida social não era a cerveja e nem o champanhe, mas o vinho alcoólico. Vinho não-alcoólico era servido para crianças.

Segundo o relato dos evangelhos, o primeiro milagre de Jesus aconteceu numa festa de casamento em Caná da Galiléia, onde transformou água em vinho, e vinho alcoólico, pois quando levaram o vinho para o mestre-sala provar, ele disse que era o melhor vinho, o vinho bom (João 2).

Os crentes fundamentalistas e puritanos, e teólogos fanáticos ensinam que vinho bom é vinho novo, não-alcoólico. Porém, Jesus mesmo afirmou que vinho velho, alcoólico, é o vinho bom.

“E ninguém deita vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo romperá os odres e se derramará, e os odres se perderão; mas vinho novo deve ser deitado em odres novos. E ninguém, tendo bebido o [vinho] velho, quer o novo; porque diz: O [vinho] velho é bom” (Lucas 5:37-39).

Por que o vinho velho é bom? Porque é alcoólico.

Se Jesus fosse contra bebida alcoólica, ele nem teria ensinado como se deve armazenar o vinho nos barris para envelhecer até se tornar alcoólico.

O que acontecia com Jesus era que ele “bebia socialmente” junto com publicanos e pecadores. Mas, Jesus não bebia para se embriagar. Ele frequentou casas de muitos amigos, como por exemplo, a casa da família de Lázaro, a casa de Zaqueu, a casa de Nicodemos e a casa de Simão, o leproso, na qual participou de um jantar, e com certeza não se recusou a beber do vinho que era costume ter na mesa de manjares.

Simples assim?!

Em Marcos 14:25 Jesus diz aos seus discípulos que não mais beberia do fruto da videira (do vinho), até aquele dia em que iria beber novamente no reino de Deus. Desta declaração de Jesus surge uma pergunta: Será que no Céu (o reino dos céus que os crentes fanáticos imaginam) haverá plantações de vinhas e produção de vinho para Jesus beber com os salvos nas bodas do Cordeiro? É óbvio que esse “reino de Deus” não é no céu ou nos céus, é aqui mesmo na Terra. Jesus não estava falando de um reino no céu, mas falava a respeito do reino que Deus lhe tinha concedido administrar aqui na Terra. Como seres espirituais vão beber vinho de uva no Céu? Só mesmo na cabeça desses crentes fanáticos!

“Em verdade vos digo que não beberei mais do fruto da videira, até aquele dia em que o beber de novo, no reino de Deus” (Marcos 14:25).

O reino de Deus ou reino de Cristo não é no Céu; ele vem dos céus.

“Porque vos digo que desde agora não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus” (Lucas 22:18).

**********
Se ainda tem algum crente puritano que não sabe nada da história de Jesus, e acha que eu sou um herege, afirmando que Jesus bebia cerveja, vou ter que desenhar pra que entenda.

Jesus, falando para uma multidão incrédula, disse que João, o batista, não veio comendo nem bebendo, e diziam: “Tem demônio”. E quanto a si mesmo, Jesus disse que veio comendo e bebendo com publicanos e pecadores, e o povo não questionou nada, nem disse que tinha demônio. O que Jesus quis dizer com isso?

Será que João não comia e nem bebia, realmente? Que tipo de comida e bebida Jesus estava se referindo? Claro que João bebia água e comia gafanhotos e mel silvestre. Mas, porque Jesus disse que João não comia pão e nem bebia vinho? Porque estava se referindo à bebida alcoólica e comidas servidas em banquetes. João, o batista, era NAZIREU, e todo nazireu era consagrado para Deus e não podia comer certos alimentos e nem ingerir bebida forte (Lucas 1:13-15). E Jesus não era nazireu, e ele mesmo confessou que comia e bebia vinho junto com publicanos e pecadores, e participava de banquetes na casa de amigos.

Agora, leia o texto bíblico de novo e aprenda a interpretá-lo:

“Porquanto veio João, não comendo [pão] nem bebendo [vinho], e dizem: Tem demônio. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um comilão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores. Entretanto a sabedoria é justificada pelas suas obras” (Mateus 11:18:19).

“Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre” (Mateus 3:4). [João se alimentava e se vestia dessa maneira porque era nazireu. Veja o texto seguinte].

“Mas o anjo lhe disse: Não temais, Zacarias; porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe porás o nome de João; e terás alegria e regozijo, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; porque ele será grande diante do Senhor; não beberá vinho, nem bebida forte [pois será nazireu]; e será cheio do Espírito Santo já desde o ventre de sua mãe” (Lucas 1:13-15).

**********
Engraçado que pastores e teólogos sabem que a bebida alcoólica só era proibida para os nazireus durante o cumprimento do seu voto ao Senhor. Quanto aos sacerdotes que administravam no Grande Templo, eles só não podiam ingerir bebida forte quando entravam no átrio interior ou na tenda da revelação (Levítico 10:9; Ezeq. 44:21), mas, fora isso, os sacerdotes podiam beber vinho alcoólico. E o povo podia consumir bebida alcoólica (mosto) livremente (Gên. 27:28; Deut. 14:23-27; Salmos 104:15; Ecles. 9:7-8; Cantares 7:8-9; Isaías 25:6; 27:2; 65:21; Amós 9:14;  ). Porém, os crentes puritanos inventaram que “todos” os verdadeiros cristãos são “narireus” e “levitas” e “sacerdotes” de Deus, por isso, não podem ingerir bebidas alcoólicas. Só que esse ensino puritano é radical, antibíblico e absurdo, e contraria até certos textos da Bíblia onde se diz que o vinho alegra a alma, e que no reino do Messias as famílias beberão vinhos das videiras da terra.

Havia casos em que o voto do nazireado não era para sempre, pois, depois de cumprido o voto e feito o ritual no santuário, o nazireu voltava a ingerir bebida alcoólica.

“Falou também o Senhor a Arão, dizendo: Não bebereis vinho nem bebida forte, nem tu nem teus filhos contigo, quando entrardes na tenda da revelação, para que não morrais; estatuto perpétuo será isso pelas vossas gerações” (Levítico 10:8-9).

“Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando alguém, seja homem, seja mulher, fizer voto especial de nazireu, a fim de se separar para o Senhor, abster-se-á de vinho e de bebida forte; não beberá, vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem bebida alguma feita de uvas, nem comerá uvas frescas nem secas. Por todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da uva, desde os caroços até as cascas. Por todos os dias do seu voto de nazireado, navalha não passará sobre a sua cabeça; até que se cumpram os dias pelos quais ele se tenha separado para o Senhor, será santo; deixará crescer as guedelhas do cabelo da sua cabeça” (Números 6:2-5).

“Esta, pois, é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado ele será trazido à porta da tenda da revelação, (…) Depois o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um pão ázimo do cesto, e um coscorão ázimo, e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado o cabelo do seu nazireado; e o sacerdote os moverá como oferta de movimento perante o Senhor; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazireu poderá beber vinho” (Números 6:13-20).

“Mas se o caminho te for tão comprido que não possas levar os dízimos, por estar longe de ti o lugar que Senhor teu Deus escolher para ali por o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado; então vende-os, ata o dinheiro na tua mão e vai ao lugar que o Senhor teu Deus escolher. E aquele dinheiro darás por tudo o que desejares, por bois, por ovelhas, por vinho, por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; comerás ali perante o Senhor teu Deus, e te regozijarás, tu e a tua casa. Mas não desampararás o levita que está dentro das tuas portas, pois não tem parte nem herança contigo” (Deut. 14:24-27).

Em I Samuel 1:24, Ana leva um odre de vinho para os sacerdotes no Templo. O odre de vinho fazia parte da oferta que ela ofereceu no templo, mas era aspergido sobre o touro apenas a terça parte do vinho. E quem iria consumir o restante do vinho? Lógico que seriam os sacerdotes. Deus ordenou que se dessem o dízimo do mosto aos sacerdotes.

“Ao sacerdote darás as primícias do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e as primícias da tosquia das tuas ovelhas” (Deut. 18:4).

Alguém poderá contestar e dizer que o vinho que se usava para as ofertas de libação não era vinho forte, alcoólico. Mas, era sim! E tem mais! A Bíblia também diz que a bebida forte (mosto) alegra a Deus e aos homens. Como alegra a Deus? Se não alegrasse, para que Deus pedia que se oferecesse bebida forte na oferta de libação?

“A oferta de libação do mesmo será a quarta parte de um him para um cordeiro; no lugar santo oferecerás a libação de bebida forte ao Senhor” (Números 28:7).

“Mas a videira lhes respondeu: Deixaria eu o meu mosto, que alegra a Deus e aos homens, para ir balouçar sobre as árvores?” (Juízes 9:13).

Em I Samuel 25:8, Abigail envia dois odres de vinho para o rei Davi, juntamente com outros presentes, que seriam para os servos de Davi. Também Jessé, pai de Davi, um homem temente a Deus, fabricava vinhos, e chega a enviar um odre de vinho para o rei Saul, que era ungido do Senhor, mas que bebia muito vinho (I Samuel 16:20).

Também em II Samuel 16:1 se diz que Ziba levou um odre de vinho para Davi e seus servos. Se os homens de Davi consumiam vinho, é óbvio que ele também bebia com eles.

Se Davi, o homem segundo o coração de Deus, consumia vinho forte, por que os pastores protestantes, puritanos, ficam com essa bobagem de proibir o consumo de bebida alcoólica?

Se bebida alcoólica fosse pecado, o apóstolo Paulo não teria jamais recomendado a Timóteo que consumisse um pouco de vinho. Timóteo não podia ser dado ao vinho, pois, exercia liderança na igreja, e devia dar bons exemplos.

“Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (I Tim. 5:23).

Engraçado que em I Coríntios 11, Paulo exorta os crentes da igreja de Corinto e faz menção à bebida alcoólica na igreja, mas, mas pastores e teólogos ignoram isso. Apesar da confusão que havia durante a ceia na igreja de Corinto, mas, Paulo não condenou o uso de bebida alcoólica. Apenas exortou os irmãos para que fizessem as coisas com decência e ordem, e uns não comessem mais que outros e nem se embriagassem. Leia o texto e confira nas entrelinhas que Paulo faz menção de bebida alcoólica na igreja, mas não condena o seu uso. Antes, exorta que se querem comer à vontade e se embriagar, que façam em suas casas.

“Porque, antes de tudo, ouço que quando vos ajuntais na igreja há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós. De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor; porque quando comeis, cada um toma antes de outrem a sua própria ceia; e assim um fica com fome e outro se embriaga. Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo” (I Cor. 11:18-22).

Em I Cor. 10:31, Paulo exorta os irmãos de Corinto a que comessem e bebessem, ou fizessem qualquer outra coisa, tudo para glória de Deus”. O que ele estava querendo ensinar com isso? Estava orientando os irmãos para que praticassem as coisas com moderação. E isso incluía a ingestão de bebida alcoólica com moderação.

Em Romanos 13:13, Paulo também diz para vivermos honestamente, não em glutonarias e bebedeiras. Essa exortação nada mais é do que um pedido para fazermos as coisas com moderação, sem exageros.

Quando Paulo diz em Efésios 5:18 “Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito”, isso não é um mandamento, mas apenas uma recomendação. Só que os pastores puritanos pegaram essa recomendação de Paulo e a transformaram em mandamento. Assim mesmo faziam os doutores da Lei, de Israel, que inventaram ordenanças que não estavam na Lei, e impunham pesado fardo para o povo carregar que nem eles mesmos carregavam.

“Ele, porém, respondeu: Ai de vós também, doutores da lei! porque carregais os homens com fardos difíceis de suportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais nesses fardos” (Lucas 11:46).

Apesar dos prós e contras das bebidas alcoólicas, cada cristão tem o livre arbítrio, e pode escolher fazer o voto de nazireado para não ingerir jamais bebida forte. Mas essa escolha não deve ser imposta por lideranças da igreja como uma lei ou mandamento para todos, pois, quem fazia tais ordenanças absurdas eram os doutores da Lei, de Israel, que inventavam preceitos para obrigar o povo a cumprir, mas eles mesmos não cumpriam.

No livro do profeta Jeremias há o relato interessante de um pai de família que determinou um mandamento, ordenando que todos da sua família jamais ingerissem bebida alcoólica, por todas as gerações. E os filhos e netos daquele pai cumpriram o mandamento fielmente. Aí o profeta Jeremias fala para o povo rebelde dizendo que aquela família cumpriu fielmente o mandamento do pai, mas a casa de Israel não quis cumprir os mandamentos do Senhor.

*********
Textos bíblicos usados pelos puritanos para condenar o uso de bebida alcoólica:

“O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar não é sábio” (Prov. 20:1).

“Quem ama os prazeres empobrecerá; quem ama o vinho e o azeite nunca enriquecera” (Prov. 21:17).

“Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne” (Prov. 23:20).

“Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando bebida misturada” (Prov. 23:30).

“Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente” (Prov. 23:31).

“Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até a noite, até que o vinho os esquente!” (Isaías 5:11).

“Têm harpas e alaúdes, tamboris e pífanos( e vinho nos seus banquetes; porém não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das mãos dele” (Isaías 5:12).

“Ai dos que são poderosos para beber vinho, e valentes para misturar bebida forte” (Isaías 5:22).

“Mas também estes cambaleiam por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, estão tontos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte; erram na visão, e tropeçam no juízo” (Isaías 28:7).

“Daniel, porém, propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar” (Daniel 1:8).

“Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço” (Lucas 21:34).

“Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outra coisa em que teu irmão tropece” (Rom. 14:21).

“Nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos [bêbados], nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (I Cor. 6:10).

“E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito” (Efésios 5:18).

“É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso” (I Tim. 3:2-3).

“Da mesma forma os diáconos sejam sérios, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância” (I Tim. 3:8 ).

“Pois é necessário que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro de Deus, não soberbo, nem irascível, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância” (Tito  1:7).

“As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam reverentes no seu viver, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras do bem” (Tito  2:3).

**********
Mas, veja o que disse sobre o vinho forte o mesmo rei Salomão que escreveu os provérbios:

“Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda; assim se encherão de fartura os teus celeiros, e trasbordarão de mosto [vinho] os teus lagares” (Prov. 3:9-10).

“Dai bebida forte ao que está para perecer, e o vinho ao que está em amargura de espírito” (Prov. 31:6).

“Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne, sem deixar de me guiar pela sabedoria, e como me apoderar da estultícia, até ver o que era bom que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu, durante o número dos dias de sua vida” (Ecles. 2:3).

“Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe o teu vinho com coração contente; pois há muito que Deus se agrada das tuas obras” (Ecles. 9:7).

“Para rir é que se dá banquete, e o vinho alegra a vida; e por tudo o dinheiro responde” (Ecles. 10:19).

“Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho” (Cântico dos Cânticos 1:2).

“Venho ao meu jardim, minha irmã, noiva minha, para colher a minha mirra com o meu bálsamo, para comer o meu favo com o meu mel, e beber o meu vinho com o meu leite. Comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados” (Cântico dos Cânticos 5:1).

“Disse eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; então sejam os teus seios como os cachos da vide, e o cheiro do teu fôlego como o das maçãs, e os teus beijos como o bom vinho para o meu amado, que se bebe suavemente, e se escoa pelos lábios e dentes” (Cantares 7:8-9).

“Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs” (Cantares 8:2).

Os crentes puritanos usam de forma seletiva os textos do livro Cântico dos Cânticos (Cantares de Salomão). Os versos que soam bem e não causam constrangimento eles usam para ler nos cultos, mas outros versos interessantes, como estes três últimos, supracitados, eles desprezam, e não leem de jeito nenhum.

Sobre o “milagre” da transformação da água em vinho, feito por Jesus na festa de casamento em Caná da Galiléia (João 2), tem um texto interessante que peguei na Internet. Será que Jesus transformou, mesmo, 100% água em vinho, ou ele simplesmente mandou os discípulos colocarem um barril de vinho forte em cada talha e depois ordenou que acrescentassem porções de água no vinho para a bebida render? Pois, temos informações de que os rabinos judeus determinavam que o vinho fermentado fosse diluído com água. Leia o seguinte texto e tire suas conclusões.

“Entre os judeus dos tempos bíblicos, os costumes sociais e religiosos não permitiam o uso de vinho puro, fermentado ou não. O Talmude (uma obra judaica que trata das tradições do judaísmo entre 200 a.C. e 200 d.C.) fala, em vários trechos, da mistura de água com vinho (e.g., Shabbath 77; Pesahim 1086). Certos rabinos insistiam que, se o vinho fermentado não fosse misturado com três partes de água, não podia ser abençoado e contaminaria quem o bebesse. Outros rabinos exigiam dez partes de água no vinho fermentado para poder ser consumido. Um texto interessante temos no livro de Apocalipse, quando um anjo, falando do “vinho da ira de Deus”, declara que ele será “não misturado”, isto é, totalmente puro. (Apoc. 14.10)”.

Concluindo, o puritanismo dos crentes (cristãos evangélicos) é pura caretice. Para os fundamentalistas, a proibição de bebida alcoólica é necessária para que o cristão ande em santidade, para que possa alcançar os céus e a vida eterna. Para outros, é apenas um costume que torna o viver do crente agradável a Deus e exemplar diante dos homens. E ainda para outros, a abstinência de bebida forte é apenas uma forma de preservar o corpo longe de doenças e problemas de saúde, ou para evitar o vício do alcoolismo. Que cada um fique com suas crendices e caretices. Mas, que fique claro que a ingestão de bebidas alcoólicas não é e nunca foi pecado.

————————————————-
Miquels7 – Manaus, 22/10/2017.

 

 

23/10/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

OS MOTIVOS PELOS QUAIS OS CRISTÃOS SERÃO EXTERMINADOS

**********
POR FAVOR, PEÇO QUE QUEM LER ESTE ARTIGO FAÇA CÓPIA E GUARDE, POIS, ESTE SITE PODE SER BLOQUEADO E OS TEXTOS APAGADOS. SE ACONTECEREM AS COISAS QUE AQUI VATICINEI, REPUBLIQUEM O TEXTO EM OUTROS BLOGS E REDES SOCIAIS.

Cristãos perseguidos no mundo

Em Apocalipse 12 diz que o Dragão encontrará dificuldade para perseguir a “mulher” (os judeus) protegida no deserto, e vai fazer guerra ao resto da sua descendência. A “descendência da mulher”, conforme diz Gênesis 3, são todas as pessoas pacíficas e tementes a Deus, como os cristãos e muçulmanos (na verdade, nem todos, néh!).

“Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gên. 3:14-15).

“E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. E o dragão parou sobre a areia do mar” (Apoc. 12:17-18).

Também em Apocalipse 13 diz que a Besta perseguirá os santos (os judeus ortodoxos espalhados por todo o mundo) até exterminá-los. Apenas 144 mil dos judeus ortodoxos serão arrebatados no meio da tribulação que há de vir sobre toda a Terra. O Dragão do capítulo 12 é a mesma Besta do capítulo 13; só que o Dragão não faz o serviço pessoalmente; ele deu sua autoridade e poder aos governos humanos para executarem seus intentos. Não é o Dragão que irá pessoalmente perseguir e exterminar os que servem a Deus; são os governos humanos, representados especialmente pelos Estados Unidos da América e pela ONU.

“Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça” (Apoc. 13:7-9).

Os países socialistas e ateístas asiáticos não trabalham em conluio com o Dragão, pois, eles ignoram tanto a Deus quanto ao Diabo. Países como China e Coreia do Norte são nações naturais da Terra que se desenvolveram sem a influência do Grande Dragão. Porém, as grandes potências europeias, como Itália/Roma, França, Alemanha e Reino Unido (Inglaterra), bem como a Rússia e alguns países árabes-muçulmanos são marionetes do Grande Dragão, e exercem sua autoridade e poder.

POR QUE OS CRISTÃOS SERÃO PERSEGUIDOS E EXTERMINADOS?

Nos últimos dias, os cristãos serão muito mais perseguidos e exterminados que mesmo os muçulmanos. Por quê? Por causa do fanatismo dos cristãos ocidentais. O fanatismo dos cristãos ocidentais é bem pior que o fanatismo dos muçulmanos.

A maioria das seitas cristãs, principalmente as pentecostais e neopentecostais, não pregam o amor, a paz, a tolerância, a justiça e a caridade entre os humanos, nem pregam o Evangelho do reino de Cristo, mas pregam o ódio e a discriminação; pregam sobre riquezas aqui na terra; e exploram a fé dos fiéis para subtrair o pouco que ganham; pregam coisas absurdas, como o arrebatamento fictício, e ameaçam os descrentes com o sofrimento e condenação no inferno fictício; pregam o mal para os outros, e para eles somente o céu fictício.

Como isso se dará?

Os cristãos ocidentais (europeus, americanos do norte, do sul e central) estão se tornando uma praga com o fanatismo religioso que estão espalhando no planeta, pregando erroneamente sobre a iminente volta de Jesus e o tal arrebatamento fictício. Eles alardeiam de norte a sul, de leste a oeste do planeta, espalhando suas crenças baseadas em fantasias, por fazerem interpretações equivocadas de textos da Bíblia.

Conforme o tempo vai se passando e as promessas fictícias que eles alardeiam não se cumprem, mais desesperados eles ficam, pregando suas sandices. Por exemplo, eles pregam que depois que os salvos (a Igreja) forem arrebatados, o mundo entrará em colapso e haverá grandes catástrofes sobre a face da Terra. Depois da grande catástrofe, irá se instalar na Terra o governo ditatorial do anticristo, que irá durar 7 sete anos, período que eles chamam de Grande Tribulação, momento em que os cristãos que ficarem para trás serão perseguidos e exterminados. Só que nada disso irá acontecer como eles preveem. Os cristãos serão exterminados não por causa do anticristo, depois do tal arrebatamento, mas por causa dessas loucuras que eles andam espalhando nos quatro quadrantes do planeta, sobre o fim do mundo, o arrebatamento e a volta de Jesus.

Preste atenção. À medida que os anos vão se passando, nada que os crentes apregoam vai acontecer. Aí eles ficam mais desesperados ainda, visto que os males e catástrofes que eles desejavam para os outros estarão vindo sobre eles também. Mas eles não se darão por vencidos ou convencidos, e continuarão alardeando suas crenças loucas no planeta. Até que chegará o momento em que a Besta dará um basta nessas loucuras dos cristãos, incluindo-se também as loucuras dos muçulmanos e todos os religiosos em geral. A perseguição da Besta não será focada somente sobre os cristãos, judeus e muçulmanos; será sofre todas as religiões e credos. O objetivo será exterminar as crenças em coisas infundadas e fantasiosas. Eles (os agentes da Besta) chegarão à conclusão que as crendices tolas por si só não são maléficas à mente humana, mas o que as torna maléficas é o ato das seitas tentarem espalhar suas loucuras aos outros seres humanos. Então, o objetivo será conter de forma drástica o aumento das seitas, até destruí-las completamente da face da Terra.

A Besta fará com que os próprios cristãos se odeiem entre si e se matem. Da mesma forma fará com os muçulmanos.

“E, por isso que hei de exterminar do meio de ti o justo e o ímpio, a minha espada sairá da bainha contra toda a carne, desde o sul até o norte” (Ezequiel 21:4)

O intento da Besta em exterminar os cristãos e todos os religiosos do planeta será cumprido em parte, pois, o governo da Besta, isto é, dos governos atuais do mundo, não durarão para sempre. Os juízos de Deus estão sendo preparados para serem derramados sobre a Terra, sobre o trono da Besta e sobre todos aqueles que não querem saber de Deus. Embora os cristãos sejam quase todos exterminados por suas loucuras, mas muitos se salvarão do massacre promovido pela Besta.

Os cristãos, de forma geral, acham que o Diabo (Dragão e Satanás) quer ser adorado pelos humanos, e por isso, vai erguer a tal imagem da primeira Besta para que seja adorado por todos os terráqueos. Mas esse ensino é pura meninice de teólogo fanático.

O objetivo do Dragão não é ser adorado. O Dragão trouxe conhecimento aos humanos sobre o bem e o mal. Ele quer a parceria dos governos humanos para poder lutar contra o Deus Todo-Poderoso. Na verdade, o objetivo do Dragão é ajudar os humanos a se libertarem do domínio do Deus Todo-Poderoso e com isso, se tornarem seus aliados. No entanto, depois de feito tudo, o Dragão permitirá que os humanos se corrompam, e também promoverá coisas para que se corromperem ainda mais. A Democracia é a principal arma que Satanás usou nesses últimos tempos para corromper os humanos. O Dragão quis trazer liberdade aos humanos, mas eles não sabem usufruir dessa tal liberdade. E o próprio Dragão se aproveitará da fragilidade humana para escravizá-la. Foi assim que ele fez com os primeiros humanos, o povo que vivia no continente perdido, chamado de Atlântida. Deus teve que destruir o reino dos Atlantes. Mas Satanás não se deu por vencido, e corrompeu a atual humanidade. Por isso, os governos humanos atuais que se aliaram ao Dragão, bem como toda a humanidade pecadora que adora a Besta, terão que ser exterminados. O script de tudo que irá acontecer com a humanidade, os governos humanos e o planeta Terra está escrito no Apocalipse de João. Não há quem possa impedir.

**********
QUAL SERÁ O ESTOPIM PARA A DERROCADA DOS CRISTÃOS?

Os cristãos católicos e evangélicos do Brasil e do mundo não têm ideia do que está prestes a acontecer com a religião cristã.

A maioria dos cristãos pensa que está tudo bem com o Cristianismo, e que a história de Jesus Cristo está bem contada na Bíblia. Porém, ficarão de queixo caído com o que está prestes a ser revelado.

Muitos podem me questionar dizendo: Como os EUA e a ONU vão perseguir os cristãos e tentar acabar com o Cristianismo na Terra visto que a América é cristã, e a Igreja Católica é muito forte no mundo e exerce influência sobre os grandes governos do mundo, principalmente sobre os EUA? Como a religião cristã pode ser destruída se os evangélicos são o grupo que mais cresce no mundo depois do Islamismo?

Sim. Os EUA são, atualmente, o maior país defensor da religião cristã e dos judeus. Mas isso não será sempre assim. Ultimamente o presidente dos EUA, Donald Trump, se recusou a continuar participando como membro da Unesco porque a maioria dos membros não reconheceu o direito dos judeus sobre o monte do Templo, em Jerusalém. Isso significa que os EUA estão mais para o lado dos judeus (Judaísmo) do que para o lado dos cristãos (Cristianismo).

O estopim para a derrocada dos cristãos será a DESMORALIZAÇÃO da Igreja Católica Apostólica Romana e do Papa, e depois que isso ocorrer, o Cristianismo não se sustentará na Terra. A religião cristã só é forte na Terra por causa da Igreja Católica de Roma. Se os alicerces da ICAR forem derrubados, nenhuma seita cristã se sustentará, porque ela é o grande baluarte do Cristianismo. Se a ICAR cair, os protestantes evangélicos não se sustentarão. Na verdade, as seitas (denominações) cristãs e evangélicas não são nada sem a Igreja Católica de Roma.

E como se dará a desmoralização da ICAR?

A Igreja Católica Romana só não foi desmoralizada até hoje perante o mundo em virtude do serviço secreto do Vaticano, exercido através da Opus Dei, a sociedade secreta criada para defender os interesses do Papa e dos cardeais, com a finalidade de esconder os segredos da história de Jesus Cristo, e de manter o poder da Igreja na Terra.

Em breve serão revelados os segredos que a ICAR esconde sobre a verdadeira história de Jesus de Nazaré, o profeta judeu que foi transformado em “Deus” pelos cristãos. As provas contra a farsa da ICAR e da divindade de Cristo estão escondidas a sete chaves no Museu do Louvre, em Paris. Quem está por trás dessa trama são pessoas ligadas à Maçonaria, essa mesma que foi responsável pela fundação dos Estados Unidos da América. A Maçonaria é inimiga da fé cristã. Os maçons de alto grau são declaradamente satanistas. E a Maçonaria é uma seita ou sociedade secreta com fins escusos. Porém, sabemos dos seus intentos porque vários ex-maçons relataram ter ouvido dos maçons da elite os planos dessa sociedade maligna.

Os líderes cristãos e evangélicos do mundo todo dirão que isso foi um plano arquitetado pelo Diabo para acabar com a Igreja. Realmente, concordo que esse plano é diabólico arquitetado pelos maçons. Porém, será feito com a permissão de Des. Também concordo com o que será revelado sobre a verdadeira identidade de Jesus e o desmascaramento da ICAR e a farsa do Jesus que transformaram em “Deus”. O cristianismo propagado pela ICAR e igrejas evangélicas é falso, e não reflete o verdadeiro Evangelho do Cristo, o Messias, Servo de Jeová e profeta judeu que viveu há dois mil anos atrás.

Os conspiradores maçônicos provarão que o atual Evangelho de Mateus foi modificado pelos padres católicos com a intenção de justificar o ensino da teoria da trindade divina, e que o Evangelho de João foi feito intencionalmente com mensagens confusas sobre a história de Jesus para tentar deificar a sua pessoa, isto é, dar a entender que Jesus é “Deus”. O Evangelho de João é completamente diferente dos outros três evangelhos chamados de sinópticos, e muitas de suas histórias sobre os fatos ocorridos com Jesus são divergentes. Só os teólogos fanáticos que não percebem esses disparates do Evangelho de João, ou ignoram de propósito. Quanto aos escritos de Paulo, dirão que este era um lunático, e que ficou assim depois que caiu de seu cavalo indo pela Estrada de Damasco. Dirão também que a Epístola aos Hebreus é fantasiosa e cheia de contradições sobre o Judaísmo. Dirão ainda que o Jesus que apareceu a Paulo não é o mesmo Jesus dos evangelhos sinópticos, pois, o Jesus dos evangelhos sinópticos não aboliu a antiga Lei Mosaica, não foi contra o Judaísmo e nem blasfemou se proclamando Deus igual ao Pai.

Quando os segredos que a ICAR esconde há séculos forem revelados ao mundo, toda a cristandade ficará chocada e chorará. Milhares de igrejas católicas serão queimadas nos EUA, na Europa e no mundo. E as igrejas cristãs também não escaparão do massacre. E a perseguição dos muçulmanos contra os cristãos será ainda maior. E depois disso acontecer, o Papa irá renunciar, e nenhum outro cardeal terá coragem de se candidatar ao cargo de Papa. Os cristãos evangélicos do Ocidente tentarão resistir e continuar com a fé cristã, mas tudo será em vão.

Feito isso, a Besta, isto é, os EUA, se voltará para Israel, e fará um pacto com o povo escolhido de Deus, os judeus, para apoiá-los e defende-os. Só que esse pacto não será feito com os judeus ortodoxos, mas com os judeus sionistas, esses que estabeleceram o Estado de Israel sem a ordem divina. E o próximo passo será a reconstrução do Terceiro Templo. Na verdade, Israel já tem feito acordo com a Besta desde a implantação do Estado de Israel pelo movimento sionista. Porém, esse novo acordo será de mais estreitamento com o povo de Israel, a fim de darem início à reconstrução do Terceiro Templo. E isso será o estopim para um grande conflito no Oriente Médio, momento em que a Besta (EUA), com aval da ONU, apoiada pelo poderio militar e bélico de Israel, dará um basta nas ameaças dos muçulmanos contra os judeus. Irã, Egito, Palestina, Turquia, Líbano, Síria e demais países árabes não poderão resistir contra a Besta e contra Israel até o momento em que Deus permitir. Os muçulmanos serão expulsos do Monte do Templo para que sejam iniciadas as obras da reconstrução do novo Templo.

Deu para entender agora por que o governo americano defende tanto o Estado de Israel? Eles vão menosprezar os cristãos por causa do escândalo e da desmoralização da Igreja Católica, e se voltarão para a “mulher deixada no deserto”.

No capítulo 12 de Apocalipse se diz que a “mulher” (Israel), após dar a luz ao filho varão (os 144 mil) é deixada no “deserto” a fim de ficar protegida da influência do Dragão (Satanás). O grupo dos 144 mil judeus será arrebatado no momento certo e ninguém no mundo irá perceber esse evento, pois, o número de 144 mil pessoas desaparecendo é quase insignificante comparando-se com os 7 bilhões de seres humanos vivos na Terra. Repare que no capítulo 17 de Apocalipse o profeta diz viu uma “mulher” assentada sobre uma Besta cor de escarlata caminhando no deserto. Logo, conclui-se que essa “mulher” é aquela mesma que foi deixada no deserto longe da vista do Dragão. Só que essa mulher se corrompe e monta sobre a Besta, que são os governos humanos. Também se diz que essa mulher é a grande cidade de Babilônia que reina sobre os reis da Terra. Os teólogos evangélicos fanáticos afirmam que essa mulher de Apocalipse 17 é a Igreja Católica de Roma. Outros a identificam como representante de todas as religiões da Terra. Eu mesmo já identifiquei essa mulher como sendo o próprio planeta Terra, com suas religiões, culturas e comércios pelo sistema capitalista, pois podemos perceber isso no capítulo 18, na lamentação dos mercadores e poderosos após sua queda. Na verdade, as cidades de Jericó, Babilônia e Egito são símbolos do mundo como um todo, isto é, do planeta Terra. E depois que a mulher montou na Besta cor de escarlata, Jerusalém, a grande cidade que reina sobre os reis da Terra, ficou sendo símbolo do mundo decaído. Podemos perceber que a grande cidade de Babilônia do capítulo 17 de Apocalipse é Jerusalém pelo que se diz sobre ela no capítulo 11, onde João a compara com “Sodoma” e “Egito”. Veja:

“E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:8).

Ou seja, tanto faz chamar Jerusalém de Sodoma, Egito e grande Babilônia.

No entanto, o pacto da Besta com a mulher não durará muito tempo, pois, esta será traída. Apocalipse de João diz que Besta se voltará contra a mulher e a deixará desolada e nua. Já defendi em meus escritos afirmando que essa mulher é o sistema religioso dominante no mundo representado pela Igreja Católica, e que a Besta iria trair o Papa e iria destruir o Cristianismo. Pelo que já descrevi, acima, sobre o plano maçônico para acabar com a ICAR, dá no mesmo. A mulher pode ser o sistema religioso liderado pela ICAR ou pode ser a cidade de Jerusalém (Israel) que se corrompeu através do Sionismo.

“Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas. E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo” (Apoc. 17:15-16).

No seu Evangelho Jesus disse que não veio abolir a Lei e ainda exortou com veemência aqueles que tentarem violar os mandamentos da Lei de Moisés por menor que seja. Jesus também falou sobre o seu reino. A expressão “reino dos céus” não significa um reino no céu. Jesus não tem um reino no céu. O seu reino ainda está por ser estabelecido aqui na Terra. Disse ele: Bem-aventurado sois vós, os pobres, porque vosso é o reino dos céus.

Por favor, você que é cristão evangélico fanático, abra sua mente e pare com essa loucura de reino no Céu. Não existe nenhum reino no céu prometido por Cristo. O reino que Cristo prometeu será aqui mesmo na Terra. Jesus nunca usou a expressão REINO NO CÉU ou REINO DO CÉU. Se você ainda teimar, convoque os melhores professores entendidos em Língua Portuguesa para lhe explicar que a expressão “reino dos céus” não quer dizer um reino no céu, mas um reino que veio do céu para se estabelecer aqui na Terra. Jesus declarou a Pilatos que o seu reino não era deste mundo. Ora, o que Cristo quis dizer com isso? Quis dizer que o seu reino não era como o dos humanos, mas um reino divino, baseado na paz, na justiça e no amor. Leia as palavras do verdadeiro Cristo que as igrejas deviam estar pregando, e não os ensinos deturpados do evangelho ensinado por Paulo.

Mateus 5

3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.
12 Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.
13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

E tenho dito. Anote bem o que aqui escrevi.

Agora, leia todo o capítulo 17 de Apocalipse para entender o que escrevi. Leia também o capítulo 18.

Apocalipse  17

1 Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
2 com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição.
3 Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.
4 A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;
5 e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.
6 E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração.
7 Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
8 A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.
9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.
11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.
12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.
13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.
15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.
16 E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo.
17 Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

——————————————–
Miquels7 – Manaus, 18/10/2017

18/10/2017 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, FANATISMO RELIGIOSO, GOVERNO DA BESTA, ISRAEL E AS PROFECIAS, MENSAGENS DE ALERTA, MENSAGENS ESPECIAIS, REVELAÇÕES APOCALIPTICAS, SOCIEDADES SECRETAS, TEMAS SÓ PARA TEÓLOGOS DISCUTIR | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

O MAIOR ESQUERDISTA DA HISTÓRIA

********
O maior Esquerdista da História não foi Karl Marx nem Friedrich Engels, nem algum outro socialista moderno.

Você sabe exatamente quem foi a primeira pessoa no mundo que se revoltou contra tudo, contra o sistema político e religioso de sua época, e se posicionou como o primeiro grande Esquerdista da História?

Jesus o maior esquerdista da história

Jesus Cristo! Isso mesmo! Jesus Cristo foi o primeiro grande Esquerdista da História.

Jesus Cristo foi o grande personagem na História que se revoltou contra os religiosos de sua época, se colocou contra os ricos e poderosos que oprimiam o povo, e foi contra a pena de morte, foi a favor dos pobres, dos doentes e de todos aqueles que eram oprimidos e explorados.

Alguém vai contrariar? Contra fatos não há argumentos.

*********
Você sabe quem foi o crente fiel a Deus que governou uma nação ímpia e idólatra desde quando era jovem, mas não impôs a sua religião nem estabeleceu como lei os costumes de sua família nem criou lei para adoração ao seu Deus, e cuja família cresceu e se tornou um grande povo naquele país sem, contudo, conspirar para tomar o poder, e que durante seu governo o país prosperou como nunca, e que quando morreu toda a nação pranteou por sua morte?

Esse foi José, filho mais novo do patriarca Jacó, filho de Isaque, neto de Abraão, que governou o grande Egito. Somente depois de sua morte, quando outro faraó assumiu o poder, que seu povo foi oprimido. Mesmo assim eles não conspiraram para tomar o poder.

Aqui no Brasil os evangélicos pretendem eleger um presidente crente para que possam tomar o poder, e dizer que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo.

Os evangélicos são tão audaciosos que no final da década de 1990 (1998), quando surgiu a heresia do G12, previram que dentro de 15 anos eles seriam maioria no Brasil. Quebraram a cara! Já estamos em 2017 e nada se concretizou. O que tem muito no Brasil é cristão joio, crente joio.

Teve outro crente que se tornou grande governador em país estranho, a Babilônia. Esse foi o profeta Daniel. Quando Sadraque, Mesaque e Abedenego escaparam da fornalha ardente, o rei decretou que o Deus de Israel fosse adorado em todo o país e decretado como Deus vivo e poderoso. Mas mesmo assim não há indícios de que os hebreus tenham influenciado a cultura e os costumes do povo Babilônico, nem dos persas. Depois que os judeus voltaram do cativeiro, os babilônios e persas continuaram do mesmo jeito, com sua idolatria, com seus costumes.

Aqui no Brasil os evangélicos querem influenciar em tudo.

Jesus mandou seus apóstolos anunciarem as boas novas do seu reino, e não tentar dominar países e o mundo, e impor suas crenças e costumes.

14/10/2017 Posted by | ESQUERDISMO, MENSAGENS ESPECIAIS, POLITICA, Socialismo | , , , | Deixe um comentário

VIAGEM DE NAVIO NA TERRA PLANA

É cada loucura que aparece nesses últimos tempos!

Se você ver o tanto de sites e vídeos no YouTube falando e defendendo o modelo da Terra Plana, e arrebatando milhares de seguidores incautos, vai ficar abismado. Parece que virou uma seita de lunáticos os adeptos da Terra Plana. Já são milhares e cada dia cresce mais os adeptos. E os verdadeiros cientistas não fazem nada para conter essa idiotice que infesta a internet, que pode estar levando à loucura milhares de jovens no mundo.

E adivinha de onde surgiu a teoria da Terra Plana! Da Bíblia.

**********
Planisfério - Terra Plana

No modelo da Terra Plana, o Chile e a Austrália ficam nos extremos do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana, então não tinha como um navio saindo do Chile pelo Oceano Pacífico chegar à Austrália sem passar pelos Oceanos Atlântico e Índico.

No entanto, sabemos que navios partindo do Chile, via Oceano Pacífico, chegam ao Japão e à Austrália.

***********
Os verdadeiros cientistas tiveram um árduo trabalho científico durante séculos para explicar o nosso mundo, o nosso Universo, o planeta Terra, a Lua e os demais planetas do Sistema Solar, bem como as leis que ordenam os movimentos dos astros no espaço. Mas, aí vem um bando de lunáticos religiosos, pseudo-cientistas provar que a Terra é plana, que a Lua e o Sol estão bem pertinho dela, e ainda têm audácia de afirmar que os maiores cientistas do mundo estão enganando a humanidade com a teoria da Terra redonda e do heliocentrismo.

Comparo as teorias (heresias) dos estudiosos da Terra Plana com as heresias dos teólogos tradicionais. Suas teorias são infundadas e muitas delas infantis, e não podem ser comprovadas cientificamente, mas querem ter razão. E ainda iludem milhões de pessoas com suas teorias sem fundamento.

Daqui a pouco vão dizer que não existem mais os três grandes Oceanos da Terra, e que existe apenas um Oceano. Ou vão dizer que a costa do Chile está ao lado da Austrália, ou que o Chile está do lado errado do Mapa Mundi.

Se a Terra fosse plana e o Chile e a Austrália estivessem como estão nos extremos do Mapa Mundi, então um navio saindo do Chile só poderia chegar na África, na Europa e na Ásia passando pelo Canal do Panamá ou contornando o continente Sul Americano, passando pelo Estreito de Magalhães. Porém, sabemos que os navios do Chile não seguem essa rota pelo sul do continente Sul Americano, exceto se for para chegar à Argentina, ao Uruguai e ao Brasil.

14/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , , | Deixe um comentário

O Brasil É Um Estado Democrático de Direito ou Um Estado Controlado Por Um Sistema Religioso?

**********
Primeiramente, assista ao vídeo onde Paulo Freire fala sobre o período que viveu durante a Ditadura Militar.

VEJA O QUE PAULO FREIRE DIZ SOBRE A DITADURA NO BRASIL

Afinal de contas, vivemos numa democracia ou vivemos num estado ditatorial controlado por um sistema religioso, o Cristianismo?

A Democracia não combina com Cristianismo, principalmente o fundamentalismo religioso praticado pelos cristãos evangélicos. Ou o nosso país é um Estado Democrático de Direito, ou é um Estado Religioso Fundamentalista e Teocrático.

A Igreja Católica já tentou misturar Estado e Religião e não deu certo. Leia mais embaixo outras informações sobre esse fato.

A Democracia é um sistema político bom se ela for estabelecida de forma correta, da forma como foi idealizada na Grécia Antiga.

A democracia representativa que a 2ª Besta (Roma/EUA) ressuscitou não é boa para o povo. Pois o povo escolhe seus representantes, mas depois que são eleitos eles se juntam em conluios para votarem projetos para se beneficiarem a si mesmos, pois são os próprios parlamentares que criam as leis; e votam projetos que vão contra os interesses do povo.

A democracia é coisa típica da Grande Babilônia, onde todos tem o direito de praticar qualquer religião e escolher a sua opção sexual; e fazer o que quiser de sua vida. A democracia expressa o verdadeiro ideal do homem pecador, do homem sem Deus, que não quer se submeter a preceitos dogmáticos ou fundamentalistas. O problema é que religiosos fundamentalistas querem conviver numa democracia e impor suas crenças e costumes para todos.

Mas o pior da democracia é quando grupos religiosos tentam impor regras e preceitos fundamentalistas sobre toda a sociedade, como os católicos e evangélicos estão tentando fazer aqui no Brasil. Os evangélicos querem democracia, mas querem impor costumes e preceitos fundamentalistas, e suprimir o direito dos outros grupos, das outras religiões.

Não sou a favor da democracia onde predomina uma religião oficial que quer impor preceitos fundamentalistas, e que impõe seus costumes sobre a sociedade, como por exemplo feriados religiosos onde não se respeita o direitos dos outros grupos; onde se estabelece festa de padroeiros em todas as cidades e Estados do Brasil; onde se estabelece um feriado nacional religioso (dia da padroeira – ídolo de origem africana achado nas águas do rio Parnaíba do sul que colocaram como padroeiro do Brasil) onde todos indistintamente param para homenagear.

Não sou a favor dessa democracia fajuta que existe no Brasil onde os ricos pisam sobre os pobres e não permite que eles tenham ascensão social e econômica através da educação.

Não sou a favor dessa democracia meia-boca onde não há justiça para todos; onde os pobres e políticos de esquerda não tem vez e seus direitos são suprimidos; onde a justiça só favorece políticos corruptos que agem em conluio com ministros da alta corte para não serem presos.

Não sou a favor dessa democracia representativa, onde o povo elege representantes corruptos, que quando tomam o poder só pensam neles próprios, que recebem altos salários e regalias, e não votam projetos em benefício do povo, mas em benefícios de organizações que controlam a informação, a economia e a política neste país.

Não sou a favor dessa democracia onde o povo não se educa, devido à sua religiosidade, e não respeita as leis, onde impera o racismo e a discriminação de todas as formas.

Apesar disso, sou a favor da Verdadeira Democracia, onde o direito de todos é respeitado, onde o direito de um grupo não se sobrepõe sobre os outros; onde há justiça social para todos; onde cada grupo religioso vive dentro do seu quadrado, sem importunar a vida e o direito dos outros grupos; onde as diferenças são respeitadas.

Já que o mundo é uma grande Babilônia, não tem como os cristãos verdadeiros escapar, exceto se viver a vida totalmente reclusa, ou for habitar nas cavernas e nas montanhas, longe da sociedade moderna.

“E clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. (…) Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:2-4).

Mas já que a maioria dos cristãos vive nas cidades, então, a Democracia deve ser estabelecida de forma coerente, onde todos os grupos possam conviver pacificamente.

Do jeito que vai a democracia no mundo e aqui no Brasil, sempre haverá conflitos sociais, políticos, religiosos e ideológicos.

Na Verdadeira Democracia as redes de TVs abertas não podem veicular conteúdos e informações a bel-prazer, sem respeitar o público que possui crenças e costumes diferentes. Se querem veicular novelas, programas, filmes e artes que atentam contra a moral e os bons costumes, essas coisas devem ser veiculadas em canais fechados. Isso não seria uma sociedade vigiada, mas uma sociedade coerente, onde há respeito entre todos. Vejo que a TV Globo veicula muita informação e propaganda sobre a Igreja Católica, Espiritismo e religiões afro, mas não veicula quase nada sobre as igrejas evangélicas, sobre o Judaísmo e o Islamismo. Vejo também que as redes de TV têm um cuidado tremendo para não deixar aparecer marcas e produtos comerciais que não sejam de seus patrocinadores; eles colocam tarja preta ou embaçam a imagem de certos produtos para que não acha favorecimento. As mesma coisa eles fazem em relação às religiões. Assim mesmo eles deviam filtrar os conteúdos que favorecem certos segmentos religiosos, em detrimento de outros. Ou se dão destaque para um grupo religioso, o mesmo tratamento deveria ser dado aos demais grupos. A mesma coisa acontece em relação à política. Sobre políticos e partidos de Direita as redes de TV dão grande destaque, mas sobre políticos de partidos de Esquerda a informação é mínima. Por isso, certo jornalista brasileiro alcunhou esses veículos de comunicação de massa de PIG – Partido da Imprensa Golpista, porque eles manipulam a informação, para tentar prejudicar um governo ou destituir um governante, colocando a população mal informada para protestar, até que eles atinjam seus objetivos.

**********
Os cristãos querem importunar a vida de praticantes de outras religiões e sociedades alheias em todo o mundo, achando que são os melhores, os mais corretos, os puros, os santos. Os judeus e muçulmanos não vivem importunando a vida dos outros tentando empurrar suas crenças; não vivem invadindo país alheio para pregar suas crenças e condenando a crença dos outros. Os cristãos invadem os países alheios e quando são mal recebidos dizem que estão sofrendo perseguição. Levantam templos em países alheios e tentam se tornar maioria. Aqui no Brasil as lideranças evangélicas, no final da década de 1990, depois do surgimento da heresia do G12, estimaram que em 15 anos os evangélicos seriam maioria. E já se passou 2015 e o que previram não aconteceu. O que será deste país se um dia a maioria da população se tornar evangélica? Acredito que não vão conseguir destronar a Aparecida, padroeira do Brasil.

Os cristãos evangélicos devem parar de importunar a vida dos outros com esse negócio de pregação de um evangelho maluco que não tem nada a ver com o Evangelho de Cristo. Para pregar o evangelho eles se fiam no que diz o capítulo 16 de Marcos, onde supostamente Cristo teria dito: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura; quem crer e for batizado será, quem não crer será condenado”. Ora, essa passagem bíblica é apócrifa. Esse texto apócrifo foi inserido no livro de Marcos, pois só consta nos manuscritos mais recentes; nos manuscritos mais antigos e mais aceitos não consta essa passagem onde Jesus manda pregar o Evangelho a toda criatura. Aliás, Jesus não mandou seus discípulos pregarem o Evangelho aos gentios; mandou pregar somente aos perdidos da casa de Israel. Jesus mesmo disse que não veio pregar nada para os gentios e nem morrer pelos gentios.

“Respondeu-lhes Jesus: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:24).

“A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; e indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai” (Mateus 10:5-9).

Em Lucas 10 está escrito que Jesus enviou 70 discípulos para pregar o evangelho nas cidades de Israel. Ele não mandou pregar nas cidades dos gentios.

No evangelho de João é dito que Cristo “veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam, mas a todos quantos o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus”. Ora, essa declaração não foi feita por Jesus; é a apenas uma declaração do autor do livro de João. Jesus disse no capítulo 10 de João que ainda tinha outras ovelhas que não eram do seu aprisco e que deviam se agregar a ele. Ora, o aprisco de Cristo são os judeus para os quais ele veio pregar as boas novas. Se um gentio entrar nesse aprisco não é por mérito, mas por misericórdia.

**********
A pior de todas as grandes religiões do mundo é o Cristianismo, mas esse cristianismo fajuto disseminado pela Igreja Católica Romana e pelos evangélicos protestantes e pentecostais. A segunda pior religião é o Islamismo.

O Cristianismo tinha tudo pra ser a melhor religião do mundo, mas ele não é autêntico, e seus adeptos não praticam o verdadeiro ensino do Evangelho de Cristo.

A Igreja Católica já tentou misturar Estado e Religião e não deu certo. O rei da Inglaterra, King James, teve intrigas com o Papa, porque este queria ter poder sobre o rei e queria interferir em tudo.

A ICAR e os evangélicos pentecostais transformaram o Cristianismo na pior religião do mundo, a qual veio disseminando ódio e matando gente desde o auge do Império Romano.

Quando Jesus fundou a sua Igreja, ele não mandou os apóstolos pregarem o Evangelho do reino para dominar o mundo. Mas o que fez a Igreja Católica? Tentou dominar o mundo, ditar dogmas e preceitos fundamentalistas sobre as sociedades da Europa e do mundo todo. E o pior de tudo que a ICAR fez foi misturar o Evangelho de Cristo com idolatria. Esse é um dos piores erros da ICAR. Mesmo o rei da Inglaterra tendo expulso o Papa de lá, mas eles se fortaleceram em Roma. E no início do século XX a Igreja Católica recebeu do governo Italiano uma extensa área territorial para o Papa construir um reino, o império do Cristianismo, chamado de Vaticano. Vaticano significa o que vaticina, o que profetiza e impõe regras e controle sobre as massas. E desde a fundação do Estado do Vaticano a Igreja Católica exerce influência no mundo todo e sobre as lideranças políticas de vários países. Aqui no Brasil tem várias religiões e segmentos do Cristianismo, como os protestantes evangélicos, mas a religião predominante é a ICAR. Você pode constatar isso nos feriados religiosos, com o dia da Padroeira, onde todo o país pára, e afeta a vida de todos, até dos ateus. Em todos os Estados e cidades do Brasil são festejados os padroeiros católicos e é feriado. Tem ainda o feriado da Semana Santa e da Páscoa, feriado de Corpus Christ e o feriado de Natal. A ICAR é a religião predominante no Brasil. Mesmo que os evangélicos se tornem a maioria, mas será difícil acabar com as festas de padroeiros e destronar a Aparecida como padroeira do Brasil. E acabar com o Círio de Nazaré em Belém do Pará, nem pensar!

E os cristãos protestantes por que se tornaram maus exemplos para o mundo? Porque passaram a interpretar a Bíblia de forma literal e apregoar e ensinar fantasias de suas mentes, e a viver de ilusões. Depois da reforma protestante de Martinho Lutero no século XVI as seitas cristãs e evangélicas passaram a combater a igreja católica e a se digladiar mutuamente, cada uma condenando a outra. Passaram a criar inimizade com as Testemunhas de Jeová, com os Adventistas do 7º Dia e com os Unicistas, Calvinistas, Luteranos. E pra completar a bagunça, apareceram os pentecostais no início do século XX. E agora, nos últimos dias surgiram os neopentecostais, que desmoralizou de vez o Cristianismo.

Durante os anos que convivi como membro da Igreja Assembleia de Deus do AM, recebi doutrinamento discriminatório em relação às outras seitas cristãs e o Catolicismo Romano. A literatura evangélica assembleiana, principalmente as revistas de escola dominical, traziam ensinamentos discriminatórios sobre a ICAR e os católicos. Aprendi que os católicos não são e nem serão salvos porque são idólatras, porque acreditam no purgatório, porque adoram (veneram) a virgem Maria e a têm como salvadora e intercessora junto a Deus, e também porque não aceitam Jesus e não confessam Jesus como único e suficiente salvador. Não são salvos porque fumam, bebem e fazem festas profanas. O fundamentalismo religioso dos assembleianos e dos adventistas do sétimo dia é terrivelmente discriminatório. Eles se julgam melhores e superiores aos praticantes de outras religiões e cultos. Atualmente eles tentam maneirar e minimizar o preconceito e arrogância, tentando não demonstrar radicalismo, mas o ensino fundamentalista está lá, impregnado em suas mentes.

Das piores coisas praticadas pelos cristãos protestantes evangélicos posso citar duas: 1) A crença de que os crentes salvos vão viver no Céu, na tal eternidade e 2) A crença que os crentes gentios serão arrebatados e que os mortos ressuscitarão em corpos espirituais incorruptíveis.

I – Os cristãos gentios salvos não serão arrebatados. O arrebatamento será apenas para o grupo dos 144 mil judeus como está descrito no Apocalipse. Por que a ICAR e os padres católicos não ficam pregando sobre arrebatamento? Porque eles não são burros. Os cardeais da ICAR são sábios, poliglotas, conhecem a língua grega e o hebraico. Eles sabem que o Apocalipse foi o último livro a ser incluído no Cânon do Novo Testamento, e quase não foi incluído por puro preconceito do Papa e dos padres católicos. O motivo é porque o Apocalipse só trata com os judeus e com a causa dos judeus, e não fala nada sobre os gentios. Aí vieram os protestantes e começaram a pregar e ensinar os ensinamentos do Apocalipse achando que aquelas mensagens são para eles. Ledo engano! E pra piorar as coisas, começaram a acreditar que os cristãos gentios são o “Israel Espiritual”. Imaginam que existe uma tal cidade no Céu, de ruas de ouro, com muros de jaspe luzente e um mar de águas cristalinas que sai do trono de Deus; imaginam que essa cidade celestial, chamada Nova Jerusalém, anda vagando pelo espaço e que um dia ela descerá sobre a Terra, e será a morada eterna dos redimidos. Tudo isso é pura fantasia da mente dos cristãos fanáticos. E vivem e morrem em função de suas crenças.

II – Nenhum ser humano irá habitar no Céu, com Deus. Essa ilusão tem sido propagado pela ICAR e pelos protestantes durante séculos.

Os tradutores traduziram os textos bíblicos na linguagem formal, e não se deram ao luxo de dar uma aula introdutória de semântica e análise textual. Aí crentes leigos e teólogos sem o mínimo preparo leem os textos bíblicos e interpretam de forma literal, e imaginam fantasias, e espalham suas heresias, fazendo lavagem cerebral nos crentes incautos.

Nos evangelhos consta em muitos trechos a frase “reino dos céus”. Os crentes fanáticos pegam esses textos que falam sobre reino dos céus e imaginam que “reino dos céus” é um reino no Céu. Eles conservam uma mente primitiva, pois imaginam que o que existe nos céus, acima de nós, são coisas “espirituais”. Imaginam que nos céus, acima das nuvens, existe uma cidade espiritual, com ruas de ouro, onde Deus e os anjos alados habitam. E para lá eles pensam que vão viver depois da morte. Quando uma criança faz algo errado os crentes fanáticos dizem: “não faça isso, se não você não vai pro céu”.

Pegaram a palavra CÉU e a transformaram em um lugar paradisíaco, enquanto que Céu não é um lugar fixo, e significa tão somente o espaço sideral que fica acima das nuvens.

Faço um desafio aos teólogos tradicionais para que tragam os melhores eruditos sobre Língua Portuguesa para que provem que a frase “REINO DOS CÉUS” significa um reino no Céu. É claro que a frase “reino dos céus” significa um reino que veio do céu para se estabelecer aqui na Terra. Os cristãos salvos que morreram irão ressuscitar para viver aqui mesmo no planeta Terra restaurado. Não existe esse negócio de viver na eternidade, viver junto com anjos nos céus, habitar junto de Deus num mundo espiritual.

Os crentes imaginam que vão viver no céu e lá vão se encontrar com os patriarcas e profetas. A imaginação é tão maluca que eles pensam que vão encontrar o patriarca Abraão velho, de barbas e cabelos brancos; vão encontrar o profeta Moisés como um senhor velho e com barbas; e o rei Davi pensam que vão ver como um jovem. Eles imaginam que vão encontrar no céu a mãe, o pai na mesma idade que morreram; imaginam que vão ver os filhos recém-nascidos que morreram na mesma idade em que morreram. E por aí vai. A loucura é tanta, que eles imaginam que vão abraçar Jesus, ficar o tempo todo ao lado de Jesus. Imagina milhões de salvos no céu andando ao lado de Jesus o tempo todo, bajulando e fazendo cantorias! Pelamordezeus!

A BÍBLIA FALA SOBRE REENCARNAÇÃO

Os cristãos acreditam que os mortos vão ressuscitar, mas eles não admitem que tal fato será uma reencarnação. É claro que a ressurreição será uma reencarnação. Só um deus sem noção faria dois trabalhos em vez de um: levar o crente que morreu salvo para o céu, e no último dia fazê-lo ressuscitar para torná-lo a levar para o céu. Quanto falta de juízo desses teólogos fanáticos!

Se vai haver ressurreição, a ressurreição não será de espíritos, porque espíritos não ressuscitam. A ressurreição só existe para quem estava vivo de carne e osso e morreu. Portanto, a ressurreição é uma reencarnação, para que aquele que morreu volte à forma humana, de carne e osso.

E para que servirá a ressurreição? Servirá para que os salvos redimidos possam reviver e habitar no novo planeta Terra restaurado.

E com qual idade os mortos irão ressuscitar? Quem morreu criança irá ressuscitar como criança? Quem morreu bem velhinho com a pele toda enrugada irá ressuscitar da mesma forma? Ou todos irão ressuscitar em idade adulta, e todos serão iguais na aparência, tido os jacarés?

Acredito que os velhos e crianças ressuscitarão em idade adulta. As famílias continuarão gerando filhos, que crescerão até a idade adulta, mas nunca envelhecerão. Mas, os que pecarem e cometem delitos graves serão mortos e destruídos. E a humanidade redimida irá crescer e se espalhar por todo o Universo.

Os seres humanos que viverão eternamente no reino aqui na Terra restaurada com Cristo continuarão sendo mortais. Porém, Deus concederá o elixir da vida, de tal forma que seus corpos continuarão como novos eternamente, assim como Adão e Eva viveram no primeiro paraíso. Adão e Eva morreram porque Deus lhes tirou o direito de se alimentar da árvore da vida, que lhes concedia a vida eterna.

Os 144 mil judeus que serão arrebatados serão levados até o espaço sideral em naves espaciais. Eles serão abduzidos. Os salvos que serão ressuscitados no último dia também serão levados para o espaço e protegidos em local seguro, até que a obra de restauração da Terra seja completada. Os pecadores que vão ressuscitar no último dia, muitos serão salvos no julgamento do Grande Trono Branco. E os que não se salvarem serão lançados definitivamente no lago de fogo, que é o Sol, para aniquilação eterna do corpo e do espírito.

12/10/2017 Posted by | Fundamentalismo Religioso, IGREJA E POLÍTICA | , , , , | Deixe um comentário

UMA MENTIRA CABELUDA NA BÍBLIA?

***********
Quando o crente fanático lê a Bíblia ele não se importa nenhum pouco com os números, com os locais citados, não confere se aquilo que lê está certo ou errado. Porque ele já vem com a mente condicionada, achando que a Bíblia é inspirada e que não tem um tantinho de erro ou contradições.

Na Bíblia tem quatro evangelhos, mas apenas três são considerados sinópticos, porque suas narrativas são bem semelhantes: Mateus, Marcos e Lucas. Mas os estudantes de teologia não se perguntam por que há um evangelho estranho entre os livros sagrados, o Evangelho de João. Ainda vou produzir um texto expondo todas as contradições do livro de João em relação aos três evangelhos sinópticos. O Evangelho de João é o campeão em contradições. Parece que foi feito por encomenda, só para contrariar os demais. No Evangelho de João não há registro de nenhuma parábola de Jesus; e a família de Lázaro em Betânia bem como o milagre da ressurreição de Lázaro nem mesmo é referida nos três evangelhos sinópticos. Se a ressurreição de Lázaro foi o maior milagre de Jesus, por que não há registro desse fato nos outros evangelhos? Tudo leva a crer que o Evangelho de João foi forjado com a intenção de deificar a pessoa de Jesus Cristo, ou seja, dar a entender que ele era Deus igual ao Pai. E o livro já começa com esse negócio de o “Verbo se fez carne”, e também o “Unigênito filho de Deus”, termos usados no esoterismo cabalístico. Se o Evangelho de João foi um livro inspirado por Deus, por que muitas de suas informações divergem dos demais evangelhos, principalmente em se tratando de números, de locais, de pessoas?
 
O Evangelho de Lucas, que deveria ser considerado o menos inspirado, é o mais exaltado e tido como o mais exato, visto que ele foi escrito por vontade humana, e não pela vontade ou ordem expressa de Deus. O seu autor, Lucas, era médico, e nem discípulo de Jesus ele foi. Ele não presenciou os milagres de Jesus e nem foi testemunha ocular de nada. Ele mesmo diz a Teófilo, a quem o livro foi endereçado, que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus, procurando informações com as pessoas que presenciaram os fatos. Logo, percebe-se que não foi Espírito Santo que guiou Lucas durante a escrita do seu evangelho. Se fosse o Espírito Santo, ele nem precisaria ter pesquisado nada, nem precisaria ter dito que fez uma pesquisa minuciosa sobre a história de Jesus. Por que o Evangelho que foi escrito por uma pessoa desconhecida, tendo feito um levantamento minucioso sobre os fatos da história de Jesus é considerado o mais exato e inspirado? Onde está a importância do Espírito Santo na produção do Evangelho de Lucas? E por que o Evangelho de João, que sendo supostamente escrito pelo discípulo de Jesus que presenciou os fatos, é o que mais tem informações conflituosas? Repito para os teólogos fanáticos: Se Lucas foi guiado pelo Espírito Santo para escrever a história de Jesus, ele não precisaria ter feito nenhuma pesquisa, não devia ter inquirido nada de ninguém, pois o Espírito Santo se encarregaria de informá-lo sobre todos os fatos que aconteceram. Não é assim que os teólogos tradicionais ensinam que o Espírito Santo “soprou” na mente dos escritores bíblicos para que escrevessem os livros de forma inspirada?

***********

A mulher com fluxo de sangue

Marcos 5:25-34
“Ora, certa mulher, que havia doze anos padecia de uma hemorragia, e que tinha sofrido bastante às mãos de muitos médicos, e despendido tudo quanto possuía sem nada aproveitar, antes indo a pior, tendo ouvido falar a respeito de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe o manto; porque dizia: Se tão-somente tocar-lhe as vestes, ficaria curada. E imediatamente cessou a sua hemorragia; e sentiu no corpo estar já curada do seu mal. E logo Jesus, percebendo em si mesmo que saíra dele poder, virou-se no meio da multidão e perguntou: Quem me tocou as vestes? Responderam-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou? Mas ele olhava em redor para ver a que isto fizera. Então a mulher, atemorizada e trêmula, cônscia do que nela se havia operado, veio e prostrou-se diante dele, e declarou-lhe toda a verdade. Disse-lhe ele: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz, e fica livre desse teu mal”.

Alguém tem conhecimento de uma mulher que tenha sofrido durante dois anos ou mais com hemorragia?

Não existe na literatura médica registro de casos de mulheres com sangramento ininterrupto durante vários anos.

Essa mulher aí da história do Evangelho sofria há mais de 12 (doze) anos de fluxo de sangue (hemorragia). Pode isso, Arnaldo? Doze anos?

Uma mulher pode sangrar por vários meses, ou até um ano ou dois. Se o sangramento persistir por muitos meses a mulher pode desenvolver anemia ferropriva e desenvolver outras doenças no seu organismo. E pra piorar a história bíblica, nem mesmo no tempo de Jesus havia transfusão de sangue. Como uma mulher poderia viver com fluxo de sangue todo esse tempo? Isso não tem lógica.

Veja o que diz a medicina sobre perda de sangue ou hemorragia:

“O sangramento é considerado excessivo quando ocorre uma variação significativa do padrão menstrual da mulher. A menstruação varia em cada mulher mas o sangramento é considerado anormal em quatro situações diferentes: quando dura mais de sete dias, quando o ciclo é inferior a 21 dias, quando surgem coágulos no sangue ou quando a perda de sangue supera os 80 mililitros, ou seja, quando o absorvente fica cheio de sangue em apenas uma hora. Além de durar mais tempo, a menstruação também pode ser mais dolorosa nessas ocasiões. Outro sintoma percebido é sensação de fadiga e, em alguns casos, falta de ar, que podem ser também um sintoma de anemia provocada pelo sangramento excessivo”.

“Hemorragia excessiva é a causa mais comum de anemia. Quando se perde sangue, o corpo absorve rapidamente água dos tecidos para a corrente sanguínea, em uma tentativa de manter os vasos sanguíneos preenchidos. Consequentemente, o sangue fica diluído e o hematócrito (porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de sangue) é reduzido. Eventualmente, elevação da produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea pode corrigir a anemia. Com o passar do tempo, contudo, a hemorragia reduz a quantidade de ferro no corpo, de maneira que a medula óssea não consegue aumentar a produção de novos glóbulos vermelhos para substituir os perdidos”.

02/10/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, contradições da bíblia, ESTUDOS BÍBLICOS | , , | Deixe um comentário

A NARRATIVA DA CRIAÇÃO DE GÊNESIS, SEGUNDO MIQUELS7

**********
Os teólogos tradicionais têm que admitir: A narrativa da criação de Gênesis trata-se da transição da Terra no período da última Era Glacial. Segundo alguns geólogos, a última glaciação da Terra deu-se no período de 100 mil a 12 mil anos atrás. Veja o que diz a Wikipédia:

**********
Último Período Glacial

“O Último período glacial, também referido como Idade do Gelo, Glaciação Wisconsin, Glaciação Würms, Würmiano ou Laurenciano, é a designação dada ao último episódio de glaciação da Terra registado durante a presente idade geológica. Teve lugar durante a última parte do Pleistoceno, de aproximadamente 110.000 a 10.000 anos antes do presente e é a mais conhecida das glaciações antropológicas.

Foi definida por A. Penck e E. Brückner (1901-1909), como glaciações alpinas (RISS, Mindel, Günz, Donau). Sua definição é baseada em observações geológicas consequentes da redução significativa das temperaturas médias durante um longo período (gelo de água fluvial, morenas) nos Alpes. Considera-se que ela começou há 100 mil anos e terminou há 12 mil.

Esta glaciação foi a última acontecida na Terra, e com ela se considera terminado o período Pleistoceno e as denominadas “glaciações antropológicas” por cientistas, devido ao fato de terem sido usadas para a travessia do homem para a América do Norte”.

**********
A criação de Gênesis 1

A presente teoria sobre o real significado da criação de Gênesis é de autoria de Miquels7. Nenhum outro estudioso da Bíblia ou teólogo escreveu sobre esse fato ou teve ponto de vista ou ideia semelhante.

Deus não criou o planeta Terra. O nosso planeta já existia antes dos deuses (Elohim) aparecerem. Quando os Elohim apareceram a segunda vez, viram que a Terra estava um caos, imersa em escuridão, completamente coberta de gelo, porque as nuvens de cinza vulcânicas tapavam a luz do Sol. Esse estado em que ficou o planeta Terra foi devido a uma catástrofe, resultado da queda de um meteoro sobre a área em que se encontra o atual Oceano Atlântico, há mais de 100 mil anos atrás. Com a queda desse imenso meteoro, o Reino dos Atlantes submergiu sob as águas do Oceano que cercava o continente que existia entre a África e a América do Sul. Muitos humanos do Reino dos Atlantes sobreviveram à catástrofe, e se esconderam em cavernas da Terra, bem como muitas aves e animais. Os Atlantes foram uma raça de humanos que existiu na Terra antes do surgimento da Raça Adâmica, criada pelos deuses (Elohim). Nos livros de histórias antigas e na internet podemos ver os vestígios do Reino dos Atlantes que ficaram espalhados nos quatro cantos do planeta, que até hoje muitos cientistas não sabem explicar a origem. Foi o filósofo grego Platão quem descreveu em uma de suas obras a história do Reino dos Atlantes. Os humanos que sobreviveram em cavernas da Terra no período da última Era Glacial tiveram filhos em meio à escuridão do planeta; os mais velhos morreram e pouca informação passaram para os seus descendentes. E esses descendentes não tinham noção da existência do Sol, da Lua e das estrelas. Quando as nuvens de cinzas vulcânicas começaram a se dispersar, os primeiros raios do Sol começaram a surgir. Então, esses sobreviventes das cavernas imaginavam que os deuses estavam criando a luz. A narrativa de Gênesis parece até um conto de fada ou conto infantil, mas, na verdade, trata-se de algo que realmente aconteceu. Mas esse fato precisa ser explicado do ponto de vista científico, assim como estou fazendo. Os religiosos explicam o relato da criação de Gênesis como um conto infantil, um conto de fada. Quem crê de forma literal na narrativa da criação de Gênesis tem idade mental de um criança que acredita em contos de fada.

Se Gênesis diz que Deus criou no princípio a Terra, e esta era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo, significa que Ele a criou na escuridão. Deus, sendo luz, criou a Terra em total escuridão. Ora, acreditar dessa forma é meninice. E tal crença seria um mito, e não algo real e racional.

Que Deus é esse, onisciente e todo-poderoso, que se surpreende ao criar a luz, visto que a Bíblia mesmo diz que Ele é luz?! Deus viu que a luz era boa. Ora, isso já o desqualifica como um ser onisciente.

A narrativa de Gênesis tem todas as características do processo de transição pelo qual passou a Terra na última Era Glacial. E a narrativa segue em ordem cronológica todo o processo.

OS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO DA TERRA

Em Gênesis diz que a Terra estava um caos, imersa na escuridão, coberta de geleiras, porque as nuvens de cinzas vulcânicas tapavam completamente a luz do Sol.

No primeiro dia (ou primeiro período de transição) Deus cria a luz. Ora, isso é mito se acreditarmos de forma literal na narrativa. Após dezenas de anos, as nuvens de cinza vulcânicas começam a se dispersar, e surgiram os primeiros raios do Sol sobre a Terra.

Quando os primeiros raios do Sol começam a atingir a Terra, os humanos sobreviventes nas cavernas começam a diferenciar o período do dia e da noite.

No segundo dia (período de transição), as nuvens vulcânicas ainda não tinham se dispersado completamente, mas os raios do Sol começaram a aquecer o planeta e derreter as grandes geleiras que cobriam os montes.

No terceiro dia Deus faz a separação das águas e da terra seca (mito). Cientificamente, nesse período as grandes geleiras derretem e aparece a parte seca.

Ainda no terceiro período começa a surgir a relva, e brotam do nada toda sorte de plantas. Esse mesmo fenômeno acontece nas praias nos rios da Amazônia, logo que termina a enchente grande. Começam a nascer todo tipo de plantas às margens dos rios e sobre as praias.

No quarto dia Deus criou os grandes luminares do céu: o Sol, a Lua e as estrelas (mito). Explico esse contrassenso.

Se é o Sol que determina a separação da luz e das trevas, e o que determina a contagem dos dias, por que esse astro só foi criado no quarto dia? Que parâmetros os Elohim empregaram para contar o primeiro dia, o segundo dia e o terceiro dia, visto que é o Sol que determina o período do dia e da noite?

Na realidade, foi somente no quarto dia que os humanos sobreviventes das cavernas puderam contemplar nitidamente o Sol, a Lua e as estrelas. E na perspectiva deles, era os deuses (Elohim) que haviam criado naquele período o Sol, a Lua e as estrelas.

No quinto dia Deus cria as aves do céu e todos os animais sobre a terra (mito). Explico.

No quinto período de transição, as aves e os animais saem das cavernas para se alimentar dos peixes, da grama e da vegetação que começou a cobrir a Terra seca. Na visão dos humanos sobreviventes, eram os deuses criando as aves e os animais.

No sexto dia ou período Deus cria os animais domésticos, selváticos e os répteis, e por último cria o homem para cuidar da terra e da criação.

Porém, no livro de Gênesis existem duas narrativas sobre a criação, mas muitos estudantes e até mesmo teólogos não percebem, ou fingem que não tem importância, pois, segundo eles, a Bíblia é a palavra de Deus e não contém erros. Mas, contém muitos erros. Eles não percebem porque já têm a mente condicionada para aceitar como verdades inquestionáveis qualquer coisa que a Bíblia diz. Estudam a Bíblia com fanatismo, sem fazer uma análise crítica e científica nos textos, para conferir se as informações contidas são reais ou fictícias, ou se se contradizem.

A primeira narrativa é de origem suméria, e denomina-se ‘Elohista’, e vai de Gên.1:1-31 a 2:1-3. E o nome empregado para se referir à divindade é Elohim, que significa literalmente “os deuses”.

A segunda narrativa da criação começa em Gên.2:4-17 e é totalmente contrária da primeira. Esta narrativa é denominada “Javista”, porque o termo empregado para se referir à divindade é Javé ou YHWH. Portanto, é uma narrativa de origem hebraica. Nela, Deus primeiro cria o homem, depois cria as plantas, as aves e os animais.

Em Gên. 3:5 diz que não havia brotado nenhuma erva ou planta do campo porque Deus não havia feito chover. Ora, que Deus Todo-Poderoso é esse que não podia fazer nenhuma planta brotar sem água?

A RAÇA ADÂMICA E A RAÇA DOS ATLANTES

Os teólogos tradicionais não admitem que existiu outra raça de humanos na Terra além da raça adâmica. Para eles, todas as diferentes etnias de humanos (nefilins, índios americanos, brancos europeus, negros africanos, asiáticos, esquimós, pigmeus, mongóis, aborígenes australianos) descendem de um mesmo ancestral (Adão e Eva) que apareceu na Terra há 6 mil anos.

Na verdade, os Elohim criaram uma nova raça de humanos diferente das anteriores, mais evoluída e de cor branca, a Raça Adâmica.

Porém, antes de prosseguir, quero salientar sobre mitos e fantasias alimentadas pelos crentes e até por pessoas ditas “eruditas” (teólogos e “doutores” em Bíblia), que não passam de adultos com uma mente infantil.

**********
Temos que parar de acreditar nos relatos do livro de Gênesis como se fossem estórias infantis, que iludem meninos que acreditam em contos de fada e em Papai-Noel.

Quando Gênesis 3 diz que a “Serpente” era a mais astuta das alimárias do campo que Deus havia criado, o relato não está tratando de uma história infantil para entreter criancinhas. “Serpente” é um termo de cunho esotérico que o escritor de Gênesis empregou para se referir ao anjo caído, chamado Satanás. Esse anjo era o sinete da perfeição, o mais astuto e inteligente dos anjos, a tal ponto de seduzir uma legião de anjos (a terça parte) e vagar errante pelos cosmos. Não. Não existiu nenhuma “cobra falante” no Jardim do Éden, que conversava com Eva. “Serpente” quer dizer o próprio Diabo em si. Só que ele não estava DENTRO do Jardim Santo para conversar e iludir Eva a comer do fruto do mal. Que Deus é este que faz um belo jardim, um paraíso, para um casal de humanos ali habitar em perfeita paz e tranquilidade, mas põe um ninho de serpente no meio do Jardim para tentar aquele casal? Só na cabeça desses crentes e teólogos que acreditam em contos de fada! Onde já se viu Deus criar uma bela casa toda cercada e protegida para um casal habitar e dentro dela colocar uma serpente venenosa para ficar só na espreita, esperando a hora para atacar?

O Jardim do Éden era um local bem protegido e só tinha uma entrada. Nenhuma pessoa estranha e nem Satanás podia entrar naquele recinto santo. Adão e Eva eram seres humanos mortais. Apesar de viveram nus como os nativos, Deus lhes concedia o elixir da vida, o fruto da Árvore da Vida, que lhes dava o poder da imortalidade. Mas quando o casal desobedeceu a ordem do criador de não se afastarem do Jardim Santo para dar ouvido à Serpente, Deus os puniu e os expulsou, tirando-lhes o direito de comer do fruto da vida eterna. Deus vendo que o casal podia voltar e entrar no Jardim Santo e comer da Árvore da Vida teve que fechar a entrada e colocar anjos querubins para protegê-lo de qualquer invasor.

O homem decaído conseguiu o que queria: o conhecimento do bem e do mal e o contato com a civilização. O homem da Raça Adâmica, sendo criado à imagem e semelhança de Deus, não aceitou se sujeitar e se rebelou contra o próprio Criador, e quis se tornar senhor de si mesmo e do mundo que o rodeia. E atualmente esse homem decaído não para na sua busca incessante pelo conhecimento. O homem da raça adâmica decaída não pode ser senhor de nada neste mundo porque ele é um ser imperfeito, dominador e opressor. Atualmente o homem está tendo controle sobre a matéria e as forças da natureza. E nessa busca desenfreada pelo poder e o domínio de tudo, o homem tem se tornado uma grave ameaça para sua própria espécie e para todo o planeta. Se nada ou ninguém impedir o homem na sua busca pelo controle da natureza e domínio da matéria, chegará o dia em que ele baterá no peito e dirá que tem o poder e o controle de tudo, e que tem o poder de um deus para criar e destruir os elementos da natureza. A bomba atômica, a nanotecnologia e a codificação do genoma humano são exemplos de poderes que o homem decaído tem alcançado.

“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito” (Gên. 3:1).

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (Apoc. 12:9).

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida” (Gên. 3:22-24).

Satanás, a Serpente, esperou o momento certo para dar o bote em Eva. Ele esperou Eva sair das dependências do Jardim Santo a se aventurar em floresta desconhecida. O anjo caído passou conhecimento proibido para Eva, a qual se sentiu fascinada, e não deu ouvido à ordem de Deus para se afastar da Árvore do Mal. Satanás levou Eva até o reino dos Atlantes, e lá ela contemplou pessoas trajando-se com vestimentas. Foi a partir daí que ela e Adão passaram a ter vergonha de andarem nus, pois, passaram a ter conhecimento de uma civilização avançada. A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal era a raça dos Atlantes que habitava no meio do Grande Jardim, isto é, no meio do planeta Terra, com os quais Adão e Eva estavam proibidos de manter contato. Esses Atlantes do tempo de Adão e Eva eram uma raça de humanos que sobreviveu ao grande cataclismo que devastou o continente que existia sobre as águas do Oceano Atlântico, em razão da queda de um meteoro há 100 mil anos atrás. Os Atlantes eram um povo civilizado, trajavam-se com roupas e possuíam tecnologia. Tinham Ciência e conhecimento do bem e do mal. Era um povo que cultuava os deuses caídos (anjos caídos) e praticavam toda sorte de bruxaria e encantamentos. Assim como nem todos os nefilins foram extintos pela catástrofe do grande Dilúvio, os Atlantes também não foram totalmente exterminados da face da Terra quando a catástrofe se abateu sobre o continente onde habitavam.

Temos que deixar a meninice de lado e parar com a crendice infantil de achar que o simples ato de Eva comer uma fruta de aparência aprazível foi a causa da queda da humanidade no pecado. A queda da humanidade foi o simples fato do homem ter mantido contato e conhecimento da civilização. A ideia original de Deus ao criar a Raça Adâmica era que esta se mantivesse pura, inocente, sem conhecimento da civilidade. Deus criou Adão e Eva como humanos nativos, isto é, como índios selvagens. Por isso, a Bíblia diz que eles andavam nus e não se envergonhavam. Os povos indígenas não-civilizados sempre andam nus e não se envergonham. Os índios só começam a usar vestimentas depois que mantém contato com os civilizados. Os povos indígenas são os verdadeiros guardiões da Terra. As tribos indígenas podem passar gerações e gerações e viver milhares de anos, mas eles não inventam nenhuma tecnologia, não possuem Ciência, não sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra, não depredam a natureza, e protegem os animais. Suas canoas e embarcações continuam sendo de madeira e suas casas de palha. Essa era a ideia original de Deus quando criou a nova raça de humanos sobre a Terra. Os povos civilizados inventam tecnologias, têm Ciência, depredam a natureza, dizimam as florestas e o meio ambiente, e matam os animais para fins de comercialização. Os índios matam para se alimentar. Além do mais, os civilizados sabem fundir o ferro para construir ferramentas e armas para a guerra. E agora nesses últimos 70 anos temos visto que a atual civilização humana está prestes a colocar fim no próprio planeta com as armas nucleares. A própria raça humana e a natureza estão ameaçadas de extinção por causa do pecado do homem em ter conhecido a civilização. E o culpado disso tudo foi Satanás, o anjo rebelde. Mas tem humanos que acham muito bom as tecnologias que a atual civilização tem inventado e proporcionado para o bem e usufruto de poucos. A maioria da civilização vive na miséria e na penúria, vivendo explorada e esquecida.

As igrejas evangélicas e a católica não podem evangelizar os povos indígenas não-civilizados, pois eles não carregam o pecado original, o pecado da civilização. Os povos indígenas não-civilizados são o remanescente da verdadeira Raça Adâmica, a raça pura e inocente que os Elohim criaram na Terra.

**********
A PROVA DA EXISTÊNCIA DE OUTRAS RAÇAS DE HUMANOS HABITANDO NO TEMPO DE ADÃO E EVA

Muitos teólogos e estudiosos da Bíblia tem se questionado, querendo entender de onde Caim arranjou sua mulher, já que ele havia sido expulso da terra onde seus pais habitavam. Porém, o máximo que conseguem explicar é que Caim tomou uma de suas irmãs ou sobrinhas, descendentes do seu terceiro irmão de nome Sete. Porém, isso é conclusão precipitada, sem fundamento.

Quando Caim matou seu irmão, Abel, Deus o expulsou de perto de seus pais, e passou a andar errante sobre a terra. Aí ele reclamou de Deus por tê-lo obrigado a sair de perto de sua família a vagar pelo mundo. Caim disse para Deus: “Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará. O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse. E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden” (Gên. 4:14-16).

Se só existiam naquele momento Caim e seus pais, Adão e Eva, qual a razão de Caim ter temido ser morto por alguém que o encontrasse? Uns teimosos dizem que Caim teve medo de ser morto pelas feras do campo e da floresta. Porém, pelo contexto da narrativa, Caim estava com medo de ser encontrado e morto por outras tribos de humanos que ele sabia que habitavam por perto. Deus disse ainda que quem matasse Caim seria vingado sete vezes. Ora, esse castigo de ser vingado sete vezes não podia ser aplicado a um animal ou fera do campo. E tem mais: naquele tempo havia a lei do vingador. Quando alguém matava um familiar seu, esse alguém era procurado e perseguido até ser morto e vingado a morte do familiar. No entanto, essa vingança não se dava quando alguém matava um membro da própria família, pois, se prevalecesse a lei do vingador, não sobraria ninguém vivo da família. Por essa razão, Caim não estava temendo ser morto por algum familiar seu que porventura quisesse vingar a morte de Abel.

A razão de Deus ter colocado uma marca em Caim era com o fim de protegê-lo para que ninguém de outra tribo o matasse. A marca colocada em Caim foi a cor de sua pele que foi alterada. Por certo, os da Raça Adâmica eram de pele branca, e os da Raça dos Atlantes eram de pele escura ou parda. Se Caim tivesse a mesma cor de pele dos Atlantes ele não seria morto e seria confundido como um membro da civilização dos Atlantes. Foi da Raça dos Atlantes que Caim tomou sua mulher. Como diz o texto, os Atlantes que sobreviveram ao grande cataclismo habitavam na terra de Node, ao oriente do Éden. Repare que esse “Éden” não é o Jardim Santo que Deus criou para Adão e Eva. Éden era o antigo nome dado ao planeta Terra. Veja que a Bíblia diz que o Jardim Santo foi plantado ao oriente do Éden. Mas a terra de Node era um pouco mais afastada da área do Jardim Santo.

A descendência da mulher são os humanos piedosos e pacíficos, os chamados filhos de Deus, que não buscam a Ciência e a tecnologia e não fundem o metal para construir armas para a guerra. A descendência da Serpente são os anjos caídos, mas também são todos os homens maus e poderosos, que fundem o ferro e constroem armas para guerrear, que derramam sangue, que depredam a natureza e dizimam os animais. Os humanos que amam a Ciência e a tecnologia, e vivem em busca de riquezas materiais também são filhos da Serpente, são os que aprovam o conhecimento que Satanás passou para Adão e Eva. Dizem que se o anjo caído não tivesse transmitido o conhecimento proibido aos humanos (o ‘fruto proibido’), a humanidade até hoje estaria vivendo reclusa num pequeno paraíso sem poder se afastar de lá, sem poder explorar o mundo e desfrutar de suas riquezas. Mas isso é história pra boi dormir. Se o homem não tivesse pecado, isto é, tomado conhecimento da civilização, até hoje o nosso planeta era um verdadeiro paraíso, com toda sua fauna e flora bem preservada.

Existem notícias na internet dando conta de que a Terra está prestes a ser atacada por alienígenas. E que eles vão atacar para matar e destruir. E não duvido disso. Os Elohim estão a par de tudo que acontece no planeta. Eles sabem do grande arsenal nuclear dos EUA, da China, da Rússia, da França, do Paquistão e da Coreia do Norte. Os Elohim estão preocupados com o fim da raça humana e de todos os animais. E quem é responsável por esta ameaça à vida na Terra é a raça humana decaída, esta que comeu do fruto proibido e não se arrependeu. E os Elohim estão prestes a por fim nos homens maus para proteger o planeta Terra da destruição completa.

Eu creio assim. E você continua acreditando em contos de fada?

**********
Muitos teólogos, pastores e estudiosos cristãos estão tendo uma visão diferente sobre os fatos e relatos da Bíblia por causa de Miquels7 e dos textos publicados em seu blog. Se Miquels7 não existisse, muitas coisas sobre Deus, Jesus, as profecias de Daniel, Ezequiel e Apocalipse ficariam sem solução, sem um ponto de vista diferente. Se Miquels7 desaparecer, muito conhecimento vai desaparecer também. Miquels7 não surgiu por acaso. Miquels7 tem muito conhecimento para revelar.

___________________
Miquels7

 

03/09/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

FINALMENTE DECIFRADO O ENIGMA: QUEM É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA POSTA NO MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM

***********
ATENÇÃO: Este artigo inédito foi publicado na internet no blog Mensagens Para a Geração, de Miquels7, no dia 29/08/2017. Pesquisei na internet, mas não encontrei nenhum artigo com conteúdo semelhante, admitindo que a Abominação Desoladora é o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, construída no Monte do Templo em Jerusalém. Existem dezenas de artigos em sites e blogs falando sobre o Domo da Rocha, falando sobre sua importância para os muçulmanos, e até blog afirmando que o referido santuário profano foi inicialmente construído para os judeus. Porém, ninguém admite que este santuário profano dos muçulmanos, construído no Monte do Templo em Jerusalém em lugar do Templo do Deus de Israel, tenha alguma relação com a “abominação desoladora” referida no livro de Daniel 12 e em Mateus 24. Qualquer artigo semelhante publicado na internet a partir desta data, sem fazer citação do artigo de Miquels7, deve ser considerado plágio. E tenho dito.
***********

Os teólogos tradicionais ensinam que quando o Anticristo reinar na Terra, após o arrebatamento da Igreja, ele ordenará a reconstrução do Terceiro Templo em Jerusalém e se assentará num trono como deus, para ser adorado. E tal fato será o cumprimento pleno da “abominação desoladora” profetizada no livro de Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. Porém, essa interpretação não tem apoio bíblico; é pura forçação interpretativa para tentar encaixar o cumprimento das profecias de Daniel sobre os últimos dias, logo após o arrebatamento. As profecias de Daniel, de Jesus e do Apocalipse já vêm se cumprindo há vários séculos, mas os teólogos tradicionais não admitem. Eles querem forçar o cumprimento das profecias relativas aos últimos dias tudo num período de 7 anos, que eles denominam de Grande Tribulação, e que ainda não ocorreu; e que só ocorrerá após o tal arrebatamento; e que culminará com a chegada do Anticristo.

Domo da Rocha - Mesquita Muçulmana 2

Um dos erros teológicos que causou todo esse embaraço é a afirmação de que os sacrifícios contínuos no Grande Templo foram cessados com a morte e ressurreição de Jesus, e não por ocasião da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. E tudo isso se deu devido ao ensino equivocado de Paulo sobre a abolição da Lei e dos Profetas, o que jamais ocorreu.

“Mas o entendimento lhes ficou endurecido. Pois até o dia de hoje, à leitura do velho pacto, permanece o mesmo véu, não lhes sendo revelado que em Cristo é ele abolido” (II Cor. 3:14).

“Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer” (Hebreus 8:13).

É evidente que muitos preceitos do antigo Pacto se tornaram obsoletos. E na verdade, a Lei de Moisés consistia de vários pactos: pacto da celebração da Páscoa, pacto da Circuncisão, pacto da guarda do santo Sábado, pacto das ministrações no Santuário, dos holocaustos e ofertas pelo pecado, e mais do sacrifício contínuo. A Lei de Moisés ainda se dividia em leis cerimoniais e leis civis. Em relação às leis civis, muitos preceitos tornaram-se obsoletos. E foi o próprio Senhor Jesus que revelou o que estava obsoleto na Lei. Por exemplo, Jesus demonstrou que estava obsoleto o mandamento sobre o apedrejamento de mulheres pegas em adultério. E consequentemente subentende-se que o mandamento que determinava o apedrejamento de pederastas (homossexuais) também estava obsoleto. A observação irrestrita do Sábado também estava obsoleta, pois, até os que violavam a guarda do Sábado para colher lenha para se aquecer ou para ajudar um doente eram punidos com a morte. E tudo isso Jesus achou um exagero. Em relação às leis cerimoniais, as festas de Israel e a lei dos dízimos para os levitas Jesus não demonstrou nada contra. Jesus se posicionou de forma contundente contra o zelo excessivo dos doutores da Lei porque estes não cumpriam suas obrigações com fidelidade, mas colocavam pesado fardo sobre o povo, exigindo cumprimento pleno da Lei e até de coisas que nem na Lei estavam prescritas. E Jesus sabia que Deus, o Pai, prefere mais obediência a sacrifícios. E os sacerdotes e o povo não estavam cumprindo os mandamentos mais essenciais em relação ao próximo, pois o segundo maior mandamento da Lei era o amor ao próximo, e dedicação à causa dos órfãos e das viúvas. O povo pecava demais por não obedecer aos mandamentos, e com isso, havia um exagero de sacrifícios pelos pecados. E Deus se enojou disso, chegando ao ponto de abominar os sacrifícios oferecidos pelos judeus. Mas essa atitude de Jeová não anulou em nada a Lei dos sacrifícios e ofertas pelo pecado. Com a destruição do Grande Templo no ano 70 d.C, a Lei cerimonial dos sacrifícios ficou suspensa, e ainda permanecerá até o dia em que Deus autorizar a volta dos sacrifícios no monte do Templo em Jerusalém. Lembre-se que durante o período que os judeus estiveram cativos na Babilônia depois que o primeiro Templo foi destruído, eles não ofereceram nenhum sacrifício, pois, não podiam realizar sacrifícios em terra estranha. Quando o rei da Babilônia autorizou Zorobabel a liderar a reconstrução do segundo Templo, os judeus voltaram a oferecer sacrifícios sobre altares improvisados no monte do Templo. Assim vai acontecer quando Deus ordenar a reconstrução do Terceiro Templo. Mas, para que isso aconteça, o Domo da Rocha (a Mesquita Muçulmana) terá que ser derrubado.

“Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor teu Deus requer de ti, senão que temas o Senhor teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma” (Deut. 10:12).

“Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros” (I Samuel 15:22).

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes” (Isaías 1:11). [Mesmo Jeová dizendo essas coisas, a Lei dos sacrifícios não está sendo invalidada].

“Então se levantou Jesuá, filho de Jozadaque, com seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos; e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, homem de Deus” (Esdras 3:2).

Outro erro teológico é achar que as profecias dos últimos dias só se cumprirão no período da última semana das 70 semanas de Daniel. Ou seja, para os teólogos tradicionais, a 69ª semana de Daniel culminou com a morte do Messias, no ano 27 ou 29 d.C. E a última semana de tempos, a 70ª, ainda não começou a contar e só começará depois do arrebatamento da Igreja. Pode até ser, mas não depois do tal arrebatamento, e sim, após o término do tempo dado aos gentios. Mas, mesmo após a destruição do Templo no ano 70 d.C, outras profecias foram se cumprindo, até o ano 691 d.C, ocasião em que os muçulmanos profanaram de vez o monte do Templo. A partir dessa data começou a contagem do tempo dado aos gentios.

“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o ungido, o príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações” (Daniel 9:25-26).

Ainda outro erro teológico grave é achar que todos os fatos retratados no Apocalipse se referem ao futuro, e que só se cumpririam após o início do segundo século da Era Cristã. Os teólogos tradicionais calculam que João escreveu o Apocalipse no ano 96 d.C, ou seja, escreveu os relatos depois da destruição do Grande Templo no ano 70 d.C. Porém, isso é um grande equívoco. Primeiramente devemos entender que João não escreveu o Apocalipse num período de um ano ou poucos meses. João foi exilado na ilha de Patmos antes do ano 70 d.C, portanto, antes da destruição do Templo. Isso se evidencia no relato do capítulo 11 de Apocalipse. João passou vários anos recebendo as visões do Apocalipse e também vários anos escrevendo até concluir o livro. Quando Jesus aparece a João pela primeira vez e pede para ele escrever num livro as visões que havia contemplado, ele não tinha pena e pergaminho nas mãos para escrever naquele momento. João só passou a escrever as visões nos pergaminhos meses depois que teve a primeira visão. Ele teve que encomendar o envio de dezenas de pergaminhos para que pudesse relatar as visões. Cada pergaminho era feito de couro curtido de animal, e João não podia escrever rapidamente sobre eles, pois o bom escriba não podia entregar um documento rasurado. Portanto, João levou muito tempo para concluir os escritos do Apocalipse.

“Foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e foi-me dito: Levanta-te, mede o santuário de Deus, e o altar, e os que nele adoram. Mas deixa o átrio que está fora do santuário, e não o meças; porque foi dado aos gentios; e eles pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses. E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias. Estas são as duas oliveiras e os dois candeeiros que estão diante do Senhor da terra. (…) E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra e as vencerá e matará. E jazerão os seus corpos na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado” (Apoc. 11:1-4,7-8).

Quando o anjo ordena a João para medir o Santuário, isto é, o Grande Templo, por certo ele já se encontrava em Jerusalém. Talvez João tenha sido abduzido e levado pelos anjos até a cidade Santa, dias antes da destruição do Templo no ano 70 d.C. O ato de medir o Santuário, significa que ele vai ser destruído. E Deus diz a João para não medir o átrio que está fora do Santuário, porque foi dado aos gentios, para ser pisado durante 1260 dias, que profeticamente equivalem a 1260 anos. No entanto, o número correto de dias não é 1260 nem 1290 dias, mas, 1335 dias, conforme diz Daniel 12:11-12. O Santuário foi destruído pelos romanos no ano 70 d.C em cumprimento da profecia de Daniel 12. Em Daniel 12:11 diz que “desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias”. Portanto, Daniel 12 está se referindo à destruição do Templo no ano 70 d.C, e não num imaginário templo que seria construído pelo Anticristo após o arrebatamento da Igreja. E a contagem dos 1260 dias ou 1290 dias não é exatamente a partir do dia da destruição do Templo. A contagem deve começar a partir da instalação da Abominação Desoladora.

Deus advertiu no livro de Zacarias que faria de Jerusalém um “cálice de tontear”. Mas, por quê? Por causa do Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, que está profanando o local sagrado do Templo do Senhor. Os judeus querem reconstruir o Terceiro Templo no mesmo local do Segundo Templo, mas os muçulmanos não aceitam, pois, para que seja feita a reconstrução, é necessário retirar a Mesquita Muçulmana de lá, mas eles não aceitam jamais que seja retirado o Domo da Rocha. E na verdade, os muçulmanos querem ter o controle total sobre a área do Monte Moriá, o monte do Templo, mas os judeus também reivindicam o seu direito sobre a área do monte santo, que é o local de adoração deles. Por causa dessa disputa da área do monte santo e da rixa entre os judeus e os gentios (palestinos, muçulmanos, árabes, em geral), a cidade de Jerusalém realmente tem se tornado um cálice de tontear.

“Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém” (Zacarias 12:2).

O DOMO DA ROCHA É A ABOMINAÇÃO DESOLADORA

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:11-12).

“E estando ele sentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo. (…) Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mateus 24:3,15-16).

Um enigma que há séculos tem tirado o sono de centenas de estudiosos da Bíblia finalmente foi decifrado por Miquels7.

O Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana construída no local do monte sagrado do Templo em Jerusalém (que foi destruído no ano 70 d.C e dado para ser pisado pelos gentios), é a “Abominação Desoladora” profetizada em Daniel 12 e referida por Jesus em Mateus 24. A Mesquita Muçulmana está profanando o monte do Templo, e a data de sua fundação é o referencial para a contagem do tempo dado aos gentios e o fim dos tempos.

Desde a construção da Mesquita Muçulmana no monte do Templo, ela tem se tornado motivo de discórdia e ódio entre judeus e gentios. Um versão de Mateus 24:16 diz “quando virdes estar no lugar santo a abominação de desolação”. Repare: “abominação de desolação”. Significa que é algo que promove ódio e discórdia, até gerar conflitos e mortes, que é a desolação. 


A Mesquita Muçulmana ou Domo da Rocha foi construído no ano 691 d.C. E é a partir de sua construção que começa a contagem dos tempos da profecia de Daniel 12. Parece-me que a data do início da construção dessa Mesquita também tem muita relevância na contagem dos tempos. O início da construção se deu no ano 685 d.C. Cálculo: 685 + 1335 = 2020.


O “lugar santo” o qual a profecia se refere é o monte onde o Grande Templo do Senhor foi construído e depois destruído pelos romanos no ano 70 d.C, e onde posteriormente foi instalado a Abominação Desoladora no seu lugar, no ano 691 d.C, profanando o local.

A primeira parte do cumprimento da Abominação Desoladora foi a chegada do exército romano em Jerusalém e a profanação do Monte Santo, quando os soldados entram no Santuário, queimando tudo e derrubando o altar dos sacrifícios.

A segunda diáspora judaica não se deu exatamente no ano 70 d.c, com a fuga dos judeus e a matança dos que ficaram em Jerusalém, e a destruição do Templo. Porém, a segunda diáspora se deu realmente no ano 135 d.C. Segundo relatos históricos, “os judeus, liderados por Simão bar Kochba revoltaram-se novamente contra o domínio de Roma, e Jerusalém foi novamente arrasada por ordem do imperador Adriano, no ano 135. Cerca de 600.000 judeus foram massacrados e sobre os restos da cidade foi edificada uma cidade helênica, e sobre o monte onde se erguera o Santuário de Jeová foi construído um templo dedicado ao principal deus romano, Júpiter Capitolino”.

Mas, o cumprimento das profecias não parou aí.

Veja a seguinte informação:

“Às vezes referido como a “Mesquita de Omar”, na verdade, o Domo da Rocha não é um legado de Omar. Omar construiu uma estrutura mais antiga, mas não o Domo da Rocha. E este edifício é considerado um santuário e não uma mesquita. Os homens oram na mesquita de Al Aqsa, localizado a 200 metros a sul. Os muçulmanos acreditam que este é o lugar onde Abraão esteve a ponto de sacrificar o seu filho Isaque”.

O Domo da Rocha não é tão grandioso assim, mas, ele foi construído com a intenção de substituir o Santuário do Deus de Israel. Portanto, o Domo da Rocha foi feito intencionalmente para profanar o Monte Santo do Senhor.

Tem um artigo publicado na internet falando sobre o local da possível construção do Terceiro Templo. Fala, ainda, sobre o Domo da Rocha, a Mesquita Muçulmana, mas ninguém se toca que ela representa a real Abominação Desoladora. Confira:

http://www.libertar.in/2014/03/onde-sera-o-terceiro-templo-um-ponto.html

O Monte do Templo do Senhor em Jerusalém

A profecia de Apocalipse 11 diz que o Grande Templo em Jerusalém seria destruído pela última vez, e o seu lugar sagrado seria dado aos gentios para ser pisoteado por 1260 dias, que quer dizer 1260 anos. Ou, conforme o livro de Daniel, seriam 1290 dias proféticos, que equivalem a 1290 anos literais.

Não são somente os muçulmanos que pisam e profanam o Monte do Templo em Jerusalém, mas também povos de toda a Terra, os turistas, bem como os cristãos que visitam Israel e fazem orações no Muro das Lamentações.

“E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias” (Daniel 12:11).

O cálculo do enigma:

1) 691 + 1260 = 1951 (Apoc. 11:3) Os judeus regressam para Israel, mas o Terceiro Templo não é reconstruído, pois ainda não terminou o tempo dado aos gentios para profanarem o Monte Santo.

2) 691 + 1290 = 1981 (Daniel 12:11) O relógio do tempo do fim começa a contar; Israel se fortalece, mas faz acordo com o governo da Besta; e seus inimigos o cercam e afrontam.

A partir do estabelecimento da “Abominação Desoladora” – a Mesquita Muçulmana no monte do Templo, no ano 691 d.C -, começa a missão das duas testemunhas, as duas oliveiras que assistem diante de Deus, conforme a profecia de Apocalipse 11: O Judaísmo e o Cristianismo são essas duas testemunhas que tem pregado sobre o reino do Messias. A morte das duas testemunhas simboliza a morte do Judaísmo e do Cristianismo, ou a perseguição da Besta (governos humanos) e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos, até seu extermínio completo, pois, é assim que está escrito em Apocalipse 13. A ressurreição e o arrebatamento das duas testemunhas simbolizam a primeira ressurreição dos santos e sua ascensão aos céus. E quando se dará isso? Qual o tempo exato da culminância dos últimos acontecimentos? A culminância de tudo pode ser o ano de 2026.

Veja que o profeta Daniel estabelece outra contagem de tempo no mesmo capítulo 12. 

“Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:12).

Esses 1335 dias refere-se à culminância da profecia. Referem-se ao término do período dado aos gentios para pisarem o Monte Santo, em Jerusalém. Significa que bem-aventurados serão todos aqueles que atravessarem vivos o período de tribulação e perseguição da Besta e dos muçulmanos contra os judeus e cristãos.

3) 691 + 1335 = 2026 (Daniel 12:12) Culminância da Profecia e início da Grande Tribulação para a conquista final da Terra. Note que 2026 é véspera de 2027, tempo que completa 2000 anos da morte de Jesus. Há algumas controvérsias sobre o ano da morte de Jesus, mas, tudo indica que sua morte se deu entre os anos 27 e 33 d.C.

Após a culminância, com a primeira ressurreição e arrebatamento dos escolhidos (os 144 mil judeus), ainda haverá o período do derramamento das 7 taças da ira contra os governantes da Terra, até que ela seja finalmente conquistada. Só depois disso que será tocada a sétima trombeta, anunciando que tudo está cumprido.

“E naquela hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu. É passado o segundo ai; eis que cedo vem o terceiro. E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:13-15).

Esse terremoto em Jerusalém talvez ocorra devido à explosão de uma bomba nuclear. O governo de Israel já construiu vários abrigos antiaéreos e antirradiação nuclear. Mesmo assim, muitos que não conseguirem se abrigar, morrerão atingidos pelas bombas.

Percebam que em Apoc. 11:3 diz que as duas testemunhas profetizarão por 1260 dias (42 meses ou 3 anos e meio), que literalmente significam 1260 anos. Porém, em Apoc. 11:9 diz que vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os corpos das duas testemunhas por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados. O que significam esses três dias e meio? Significam um período de 3 anos e meio em que os judeus e cristãos serão perseguidos e mortos, isto é, o período final dos 7 anos da Grande Tribulação.

Será isso a maior revelação dos últimos tempos?

—————————————
Falou e disse Miquels7

 

29/08/2017 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

QUEM SÃO OS “SEPULCROS CAIADOS” NOS DIAS ATUAIS?

Este texto é inédito na internet, falando de forma contundente sobre os “sepulcros caiados”. Ninguém tem coragem e entendimento para escrever de forma contundente sobre esse assunto. Só aqui no blog do Miquels7 você lê textos que falam com toda sinceridade, com clareza, com coerência, revelando os erros teológicos e as crendices absurdas dos crentes, alimentadas há séculos.
*******
Jesus chamou os fundamentalistas religiosos de sua época, os fariseus, os sacerdotes e doutores da Lei, de SEPULCROS CAIADOS: Tudo limpinho e bonito por fora, mas por dentro só podridão.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mateus 23:27-28).

Os sacerdotes fundamentalistas de Israel tinham um zelo excessivo pela Lei. Eles exigiam que o povo cumprisse rigorosamente os mandamentos da Lei, sem tropeçar em nenhum deles. Mas, mandamentos essenciais que os próprios sacerdotes e líderes do povo deviam praticar, eles não cumpriam, e ainda colocavam um jugo pesado para o povo carregar. Eles viviam do bom e do melhor, sem preocupação, porque o povo tinha a obrigação de sustentá-los com os dízimos (que nunca foi dinheiro vivo, mas mantimentos); pois, os dízimos não eram somente para eles, mas tinha que ser repartido também entre os pobres, os órfãos e as viúvas. Os sacerdotes desprezavam e viravam as costas para os desvalidos dentre o povo; não davam atenção aos pobres, aos órfãos e às viúvas, e permitiam todo tipo de injustiças. Por causa disso, Deus ameaça severamente os sacerdotes e pede no livro de Malaquias para o povo trazer os dízimos à casa do tesouro. Essa casa do tesouro eram os armazéns onde se estocavam os mantimentos, os quais eram destinados para os sacerdotes e suas famílias, e também para todos os que necessitassem entre os pobres do povo. Eles mantinham aparência de bons pastores, de líderes justos, mas por dentro eram cheios de luxúria, de avareza e de pecados, verdadeiros sepulcros caiados. Qualquer desvio de conduta, qualquer delito pequeno que alguém praticasse eles decretavam punição severa. Se um cidadão estivesse espancado e caído no chão, eles passavam de largo e não ajudavam; só mesmo um bom samaritano, a quem eles chamavam de “porcos”, podia se compadecer dos desvalidos. Se alguém estivesse doente e precisando de ajuda no dia de sábado, eles deixavam morrer à míngua, porque causa do zelo excessivo da guarda do sábado.

Jesus veio para acabar com o fundamentalismo religioso de sua época. Fez e ensinou várias coisas que iam contra os ensinos tradicionais dos anciãos e dos sacerdotes que zelavam pelo cumprimento da Lei. A quebra de ordenanças simples da Lei os sacerdotes condenavam severamente. A Lei dizia “olho por olho, dente por dente”; “amai a vossos irmãos e odiai a vossos inimigos”, e nem mesmo essa ordenança de “odiar os inimigos” estava prescrita na Lei de forma explícita, mas os sacerdotes a transformaram em mandamento. Por causa desses e de tantos outros absurdos praticados pelo fundamentalismo religioso Jesus se revoltou e ensinou coisas totalmente ao contrário. Jesus disse: “Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem”. Para conter a violência e o ódio aos desafetos, e inclusive o ódio contra pessoas de outras nacionalidades que habitam no país (xenofobia), Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Jesus veio revolucionar, ensinando o caminho da paz e do amor.

Jesus efetuou curas nos dias de sábado, e tal atitude levou os fundamentalistas religiosos à loucura, a tal ponto de tramarem a sua morte. Jesus e seus discípulos colheram espigas de milho no dia de sábado, porque estavam com muita fome, devido a longas jornadas que faziam de cidade em cidade. E os fundamentalistas religiosos estavam de olho em tudo que Jesus e seus discípulos faziam. Jesus impediu o apedrejamento de uma mulher adúltera, e ainda disse que quem estivesse sem pecado, que atirasse a primeira pedra. Na Lei está escrito que os homossexuais devem ser mortos, apedrejados. Se Jesus tivesse se deparado com uma situação de tentativa de apedrejamento de um homossexual, por certo, Ele teria impedido, tal como fez com a mulher adúltera que queriam apedrejar.

Jesus subiu a um monte e visualizou uma grande multidão que andava sem rumo, sem levar nada na mão, a procura de um libertador da opressão do jugo romano. E Jesus teve compaixão da grande multidão, efetuou milagres e saciou a fome do povo, multiplicando os pães e peixes. Jesus bateu de frente com os ricos e poderosos de sua época, dizendo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico avarento se salvar. Jesus disse que os ricos avarentos já receberam a sua recompensa nesta vida; e no por vir eles não terão nada de galardão para receber, muito menos a salvação. Jesus também bateu de frente com os pastores mercenários, esses pastores que recebem salários para cuidar do rebanho e fazer a obra de Deus, e ainda os chamou de ladrões e salteadores (João 10).

Por causa de tantas coisas que Jesus fez contra o fundamentalismo religioso, ele foi perseguido, julgado e condenado à morte. Mas tudo ele fez por amor, e ainda se tornou símbolo de libertação do pecado, do ódio, da guerra e da opressão dos ricos e políticos poderosos. Jesus tornou-se símbolo de vida, de acolhimento e de luta em prol da causa dos pobres, dos injustiçados, dos presos, dos desvalidos, dos fracos e dos oprimidos pelo pecado.

E QUEM SÃO OS ‘SEPULCROS CAIADOS’ DOS NOSSOS DIAS?

Sepulcros caiados dos nossos dias são todos os pastores mercenários (que recebem salários para pastorear) e todos os crentes e religiosos fundamentalistas, que tem um zelo excessivo pelos ensinamentos da Bíblia, mas que eles mesmos não praticam os mandamentos de Cristo e nem fazem a obra de Deus por amor. São ávidos em vigiar e reparar a conduta dos outros, mas não olham para dentro de si mesmos. São os que fazem a obra de Deus só visando os dízimos, ou só se forem pagos, porque querem receber o galardão no tempo presente. E outros líderes religiosos, metidos a moralistas, que zelam de forma excessiva pela obediência a certos mandamentos da Bíblia, e querem impor a força o seu fundamentalismo religioso, mas pisam sobre outros mandamentos que eles deviam praticar. Colocam um jugo pesado para os crentes carregarem, e viram as costas para os problemas dos fiéis. Eles vivem do bom e do melhor, tem mansão, tem carro de luxo, tem avião, e quando viajam por aí, se hospedam nos melhores hotéis, e quando são convidados para pregar em outras cidades, ainda cobram altos cachês.

Os cantores gospel, que só visam o dinheiro com a vendagem de suas músicas e de shows que realizam de cidade em cidade, também são ‘sepulcros caiados’. Todos esses mega cantores gospel são ricos, possuem mansões, têm carros blindados, cobram até para cantar em outras igrejas, e vivem do bom e do melhor. O rei Davi fez mais de 100 salmos (hinos de louvores), mas não cobrou nenhum direito autoral, nem se utilizou da profissão de cantor e de músico para se promover ou ganhar dinheiro. E os cantores gospel pegam os salvos de Davi, colocam uma melodia qualquer, gravam no CD e põe à venda nas grandes lojas do país para faturar milhões de reais. São verdadeiros salafrários.

Os pastores mercenários não se compadecem dos pobres, dos fracos, dos desvalidos, dos injustiçados e dos oprimidos. Com a desculpa esfarrapada de que a ‘obra de Deus’ é somente pregar o evangelho para arrependimento, a fim de livrar a alma do pecador do inferno, eles recebem altos salários proveniente dos dízimos e das ofertas, vivem uma vida regalada, provam do bom e do melhor desta vida, e viram as costas para os problemas do povo, e quando fazem que se importam, ainda iludem os fiéis, enganando com falsas promessas de prosperidade para aquele que der mais oferta, para aquele que for mais fiel nos dízimos, mesmo que esteja precisando do dinheiro para comprar remédio para o filho doente, ou comprar o próprio alimento. São verdadeiros ladrões e salteadores.

OS PASTORES MERCENÁRIOS RESOLVEM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS E DA SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA COM DINHEIRO, MAS QUEREM QUE OS FIÉIS RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS APENAS COM A FÉ. SÃO VERDADEIROS CANALHAS!

A obra de Deus, que os pastores mercenários deviam fazer, eles não fazem, que é visitar e amparar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades materiais, isto é, os pobres e os desvalidos e desamparados pelo poder público; visitar e ajudar os doentes nos hospitais e asilos, visitar e ajudar os presos políticos, os presos considerados “ladrões de galinha”, esses que estão presos por terem furtado algum alimento para si ou para sua família; lutar pela causa dos injustiçados, discriminados e oprimidos pelos ricos e poderosos. (Leia Mateus 25: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me”). A salvação é pelas obras, e não pela fé.

Os crentes fundamentalistas religiosos não querem fazer o bem, praticar a caridade, porque isso pode configurar que eles estão tentando alcançar a salvação através das obras. São zelosos em obedecer ao ensino equivocado de Paulo, de que a salvação é somente pela fé, e em virtude desse fundamentalismo religioso, eles deixam de praticar o bem, e fazer a verdadeira obra de Deus.

“Aquele, pois, que sabe E PODE fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

Os fundamentalistas religiosos se preocupam tanto com os homossexuais e com os que defendem a liberação das drogas e do aborto, mas eles não se preocupam verdadeiramente com a pessoa humana em si. Eles só se preocupam em vigiar e julgar os que não estão cumprindo à risca os ensinamentos da Bíblia, seja crente ou descrente. Querem por força impor seu fundamentalismo religioso num país democrático, onde a Constituição estabelece que o Estado é laico. Os evangélicos querem fazer prevalecer os símbolos cristãos nas repartições públicas, enquanto que os ateus e agnósticos querem que sejam retirados todos e qualquer símbolo religioso. E os dois lados estão errados. Se o nosso Estado é laico, então devem prevalecer nas repartições públicas todos os símbolos religiosos, inclusive os símbolos do ateísmo, do Islamismo, do Budismo, do Espiritismo, etc. Deve estar lá todos os símbolos religiosos, para qualquer um ver e escolher o que quer seguir. Não é porque a maioria da população do país é cristã, evangélica ou católica que se vai querer prevalecer a religião dominante sobre os demais. A democracia é coisa própria da Grande Babilônia, onde todos os gostos e crenças são permitidos. Enquanto formos uma democracia, todos devem ter seu espaço para ser o que quiser ou praticar qualquer culto, ou seguir qualquer religião, ou nenhuma. Mas, cada um dentro do seu quadrado, sem perturbar a vida alheia, sem avançar sobre o direito dos outros. Os evangélicos querem ter o direito de perturbar os outros com suas caixas de som, pregando nos terminais de ônibus, no metrô e nas esquinas das ruas, mas não querem que os outros tenham o direito de divulgar as suas crenças. E esse fundamentalismo religioso deve acabar.

O recado está dado. Cumpra-se, publique-se e cientifique-se.

——————————————–
Miquels7 – Doa em quem doer.

21/08/2017 Posted by | IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | Deixe um comentário

FATOS PREVISTOS NO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO FORAM PLANEJADOS POR DEUS

*********
Cavalos-Apocalipse

Ninguém pode determinar o que acontecerá no futuro, exceto se algo for planejado para que aconteça no momento certo.

Ninguém pode saber o futuro, nem mesmo Deus.

Sei que é chocante falar isso, mas alguém tem que dizer. E falo sem medo de errar.

Depois de tudo que já estudei sobre a Bíblia e suas profecias, deparei-me com uma verdade inconveniente: Deus não é onisciente nem onipresente. Ninguém pode ser onipresente, muito menos onisciente. Deus é Todo-Poderoso, mas, existem certos atributos dados a Ele pelos crentes e pelos teólogos que não são verdadeiros, e jamais podem ser comprovados. A Bíblia diz muitas coisas sobre Deus, seus atributos, seu caráter, mas apenas diz… Porém, nada pode ser comprovado. Acredita-se em tudo pela fé cega.

No entanto, existem muitas evidências que comprovam que Deus não é onisciente, nem onipresente. Há evidências na Bíblia que comprovam que o futuro que Deus diz conhecer é um futuro planejado para que aconteça.

Por exemplo, no livro de Daniel Deus revelou ao profeta que 70 semanas haviam sido determinadas até o surgimento e morte do Messias. E o nascimento e morte de Jesus coincidiram exatamente com a profecia. Porém, os fatos profetizados foram planejados para acontecer na data programada; os fatos sobre o nascimento e morte de Jesus não aconteceram por si só, sem interferência de Deus. Deus interferiu no curso da história, para que se cumprisse o que havia prometido. O anjo, por exemplo, foi enviado à cidade de Nazaré na data programada, para que anunciasse o nascimento de Jesus. Maria FOI ENGRAVIDADA (forçadamente) pelo Espírito Santo na data pré-estabelecida, para que o nascimento do menino coincidisse com a profecia. Se Deus fosse esperar por José para engravidar Maria, o nascimento de Jesus jamais coincidiria com a profecia.

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o santíssimo” (Daniel 9:24).

Outro exemplo é o tempo predeterminado por Deus sobre a duração do cativeiro do povo hebreu no Egito. Deus prometeu dar a Abraão e sua descendência as terras de Canaã, mas disse que seu povo seria peregrino e escravo durante 400 anos, mas não disse em qual lugar e por qual nação. O cativeiro do povo hebreu foi tudo planejado por Deus. Deus permitiu que José fosse vendido aos mercadores do Egito, e planejou tudo de antemão para que a família de Jacó fosse levada para lá. Se Deus sabia de antemão que o povo hebreu seria explorado e mantido como escravo, ele poderia ter mudado o curso da história; Ele poderia ter abençoado a família de Jacó lá mesmo em Canaã, mas preferiu castigar o seu povo no Egito, para depois levá-los pelo pior caminho no deserto, até voltar à terra prometida. Ou seja, Deus fez a família de Jacó dar uma volta à toa pelo mundo, para depois voltar para o local de onde haviam saído, vindo pelo pior caminho, o deserto. E ainda levaram 40 anos de sofrimento, peregrinando no deserto. E Deus colocou a culpa do sofrimento na rebeldia do povo. Mas Ele bem podia ter evitado tanto sofrimento, abençoando e prosperando a descendência de Jacó lá mesmo em Canaã, sem ser preciso fazer o povo sofrer como escravo durante 400 anos no Egito, e mais 40 anos no deserto.

“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos” (Gênesis 15:13).

A Igreja Católica inventou a doutrina (teoria) da Trindade para transformar Jesus em Deus. E Jesus deixou claro que não era Deus, e jamais se autodenominou “Filho de Deus”. Quem inventou essa estória de que Jesus é “Filho de Deus” foram os padres hereges da ICAR. Jesus sempre se autodenominou “Filho do Homem”, jamais disse ser igual a Deus. Por causa de seus feitos, os milagres, os teólogos atribuíram a Ele poderes divinos, enquanto que Ele mesmo disse que só fazia as coisas por intermédio de Deus, seu Pai. Muitos profetas do AT, como Moisés, Elias e Eliseu, também realizaram milagres, fizeram o mar se abrir e mortos ressuscitar, mas nem por isso eles foram considerados “Deuses”.

Uma das provas que atestam que Jesus não é Deus, nem onisciente, é a declaração que fez em Mateus 24, dizendo que ninguém sabe o dia e hora do seu retorno, mas somente o Pai sabe. Por que Jesus disse isso? Porque é Deus, o Pai, quem planeja os fatos que vão acontecer. E por certo, a data de seu retorno ainda não havia sido planejada. E se já havia sido planejada, Ele ainda não tinha sido notificado.

“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai” (Mateus 24:36).

Para justificar suas heresias absurdas, os teólogos ensinam que Jesus “sabia o dia da sua volta”, mas Ele resolveu se “omitir” e não quis revelá-la aos seus discípulos. Aprendi sobre isso lendo literatura dos teólogos da Assembleia de Deus. Se Jesus é Deus e é onisciente, ele não omitiu coisa nenhuma; Ele “mentiu” ao dizer que não sabia o dia da sua volta. Como eu sei que Jesus não é Deus, compreendo perfeitamente todas as coisas que Ele declarou sem nenhuma dificuldade.

*******
ALGUMAS PROFECIAS DO APOCALIPSE PODEM NÃO ACONTECER EXATAMENTE COMO PROGRAMADAS

Deus não é onisciente. Todas as revelações dadas a João, no Apocalipse, foram apenas visões ou encenações de fatos que possivelmente aconteceriam de acordo com o planejamento de Deus; outros eventos futuros que João contemplou nas visões são fatos programados para serem executados no momento certo da História. A queda da Grande Babilônia, o surgimento da Segunda Besta (governos humanos), terremotos, queda de meteoro no mar e morte da terça parte dos animais, maremotos, Guerra nuclear (Guerra do Armagedom), bramidos dos mares, aquecimento global, morte e  perseguição dos cristãos e do povo judeu, tudo foi planejado por Deus para acontecer na hora certa. E muitas coisas que foram planejadas podem não acontecer exatamente como foram programadas.

Deus pode ter mudado recentemente o curso da História devido ao avanço da tecnologia humana. Parece-me que a invenção do computador, da bomba atômica e do domínio do homem sobre a matéria (manipulação do átomo e a nanotecnologia) são fatos que não estavam previstos nos planos de Deus. Deus queria destruir o poder dos governos humanos rebeldes (Besta) com pestes, terremotos e queda de meteoros, e incitando nação conta nação para guerrear com cavalos, naus, flechas e espadas. Porém, parece que Ele não contava com o poderio militar humano, poderosos caças supersônicos, e o grande arsenal de armas nucleares, que podem destruir totalmente o planeta e exterminar a vida na Terra. Deus não queria e não quer destruir toda a Terra e nem exterminar completamente a humanidade. No entanto, parece-me que Ele se sente acuado e não pode executar o que planejou para destruir os governos humanos, porque o poderio militar e nuclear deles é muito grande e perigoso.

Tem um caso inusitado na Bíblia, descrito nos livro de Josué e de Juízes, onde se diz que os israelitas não destruíram totalmente algumas nações cananeias que habitavam nos vales entre as montanhas porque possuíam poderosos carros de ferro (veículos de guerra). Porém, tempos depois, Deus refez os planos e fez com que os israelitas apenas “expulsassem” do vale os cananeus que possuíam carros de ferro. Tecnologia para destruir carros de madeira Deus tinha para oferecer aos israelitas, mas armas para destruir carros de ferro Ele não tinha para oferecer, e tiveram que mudar os planos.

“Assim estava o Senhor com Judá, o qual se apoderou da região montanhosa; mas não pôde desapossar os habitantes do vale, porquanto tinham carros de ferro” (Juízes 1:19).

Da mesma forma acredito que Deus tenha adiado a execução de seus planos devido ao avanço repentino da tecnologia humana. Os humanos só se tornaram fortes há pouco mais de 60 anos, quando inventaram a bomba atômica e o computador. E a última ameaça aos planos arcaicos de Deus é o domínio completo da matéria e da genética, a nanotecnologia e a decodificação do genoma humano. Parece-me que aos olhos de Deus a raça humana está ficando indestrutível e desafiando o seu poder. No livro de Gênesis vemos que Deus interferiu e não deixou que os humanos construíssem a Torre de Babel (torre da Grande Babilônia), porque o povo havia se unido e tinham um só intento, e estavam se tornando uma ameaça para os seus planos. Agora Deus se depara novamente com a mesma situação. E o que Ele fará agora? Se o homem está se tornando indestrutível, o único jeito de detê-lo é destruindo todo o planeta.

Acredito que Deus já modificou os seus planos concernentes aos últimos dias, antes do estabelecimento do reino do Messias aqui na Terra.

O bom estudioso das profecias do Apocalipse tem que atentar para os detalhes das revelações que presto aqui. Doutra forma, vai quebrar a cara. Coisas que os escatologistas pensam que vai acontecer podem não ocorrer exatamente como eles imaginam.

__________________
Miquels7

10/08/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | 1 Comentário

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À JOVEM SULAMITA

O LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO, FOI ESCRITO EM HOMENAGEM À SULAMITA, UMA MOÇA VIRGEM QUE TRABALHAVA NA SUA VINHA, A QUAL ELE SEDUZIU.

*******
Rosa de Sarom 2

O romance poético, em forma de cantata, “Cântico dos Cânticos”, não tem nada de espiritual, e nada tem a ver com Jesus e a Igreja.

O livro “Cântico dos Cânticos” ou “Cantares”, de Salomão, é considerado sagrado e inspirado por Deus tanto pelos judeus como pelos cristãos. Por isso, ele foi incluído no rol dos livros canônicos.

No entanto, este livro “Cânticos dos Cânticos” não tem nada de sagrado e inspirado. Este livro é apenas um romance poético, uma obra-prima da cultura judaica. Ele é superestimado pelos judeus porque é a única obra romântica antiga da cultura hebraica. Não existe na cultura hebraica antiga outra literatura romântica idêntica ao livro de Cantares, de Salomão. Este livro faz parte da cultura e do folclore do povo judeu.

Durante as festas de Israel os judeus costumam ler trechos do livro “Cântico dos Cânticos”, de Salomão. Mas eles leem não no sentido de enaltecer a inspiração e sacralidade do livro, mas o fazem apenas como um incremento da cultura em suas festas. Ler o livro de Cantares nas festas de Israel é o mesmo que cantarolar as músicas folclóricas de festa junina na cultura brasileira.

Assim como nós, cristãos, os judeus também têm suas festas sagradas e folclóricas, que são as sete festas determinadas por Deus. Durante as realizações das festas tem a parte cerimonial sagrada. Mas é óbvio que durante essas festas o povo tem seu momento de descontração, ocasião em que tocam músicas folclóricas, cantam e dançam.

A IDOLATRAÇÃO E DETURPAÇÃO DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS PELOS CRISTÃOS

Em 2009 escrevi um extenso texto intitulado O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”. Você pode rever este post no link, abaixo.

O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM”

Neste post O INCRÍVEL EQUÍVOCO “JESUS, A ROSA DE SAROM” desmascarei o grande erro dos teólogos tradicionais e dos crentes que, em razão de fazerem interpretação errônea do livro de Cantares, de Salomão, inventaram que Jesus é a tal rosa de Sarom, enquanto que rosa de Sarom é a jovem Sulamita, protagonista do romance. De tanto repetirem que Jesus é a rosa de Sarom, a mentira se tornou uma verdade. E ainda hoje tem pastores e crentes pregando nos púlpitos das igrejas, dizendo que Jesus é a rosa de Sarom. E até compositores ainda hoje compõe hinos e músicas gospel com o tema Jesus, a rosa de Sarom.

Se você estiver interessado em ler o texto completo sobre O INCRÍVEL EQUÍVOCO JESUS, A ROSA DE SAROM, clique no link, abaixo, para baixar o arquivo.

LINK (clique aqui para baixar)

*******
ANÁLISE SUCINTA DO LIVRO CÂNTICO DOS CÂNTICOS

A Sulamita, protagonista do romance em forma de cantata, de Salomão, era uma adolescente, filha de uma família de lavradores de vinha da região de Sulém, em Israel. Esta jovem foi seduzida por Salomão ainda menor de idade, e com ela manteve um romance proibido. Não sei o que deu na cabeça de Salomão e de seus cantores para que produzisse um musical romântico retratando seu romance com essa jovem camponesa, que não tinha nada de nobreza real.

“Não repareis em eu ser morena, porque o sol crestou-me a tez; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cantares 1:6).

Salomão adquiriu uma vinha e contratou a família da jovem Sulamita para que a lavrassem e administrassem.

Para proteger a moça do assédio dos jovens da região, os irmãos da jovem a mantinham reclusa na vinha, a qual Salomão havia dado para aquela família administrar. E durante uma das visitas do rei Salomão à sua vinha, ele se deparou com a jovem Sulamita, e se sentiu encantado pela jovem. Como a jovem era menor de idade, ele não pode levar a moça direto para o seu palácio, para ser mais uma de suas concubinas. Salomão retornou outras vezes à sua vinha, mas de forma discreta, para se encontrar com a jovem, e por ela se apaixonou. Salomão, o amado, entrou na vinha de forma escondida, espreitou a jovem e a seduziu.

Durante o decorrer dos diálogos da cantata não há somente diálogos entre Salomão e sua amada, Sulamita. No capítulo 8, por exemplo, foi acrescentado palavras dos irmãos da jovem. Veja o que eles falaram a respeito da jovem.

“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios; que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro. Eu era um muro, e os meus seios eram como as suas torres; então eu era aos seus olhos como aquela que acha paz. Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata” (Cantares 8:8-10).

Repare que os irmãos dizem que têm uma irmã adolescente, que ainda não tem os seios formados, e dizem que se ela for um muro, edificariam sobre ela uma torrizinha de prata. E logo em seguida entra a voz da jovem Sulamita dizendo “Eu era um muro, e os meus seios eram como suas torres”. Podemos constatar que a irmã pequena era a mesma jovem Sulamita, que foi seduzida por Salomão.

A Sulamita às vezes ficava sozinha na vinha, e Salomão entrava escondido para espreitá-la. Veja o que diz Cantares 2:9:

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades”.

O livro “Cântico dos Cânticos” original era divido em textos tipo um jogral, onde cada protagonista recitava a sua fala. As Bíblias atuais não trazem os versos do livro de Cantares divididos de acordo com a fala de cada personagem. Tem uma versão da Bíblia Católica que traz o livro de Cantares destacadas as vozes dos protagonistas do romance.

O GRANDE EQUÍVOCO DO CAPÍTULO 2 DE CANTARES

Por causa do livro de Cantares ter sido traduzido e colocado nas Bíblias protestantes de qualquer jeito, os teólogos e pastores cometeram um grave erro, ao afirmar que a “rosa de Sarom”, referida no início do capítulo 2 é uma frase proferida pelo amado, o rei Salomão. Como para cada livro da Bíblia os teólogos fanáticos inventaram um cognome para Jesus, eles afirmam que no livro Cântico dos Cânticos Jesus é o amado ou a Rosa de Sarom. E esse erro veio se repetindo durante décadas e décadas, e ainda persiste até os dias atuais. E as autoridades religiosas não se retratam em público a respeito desse erro. Existe até um hino no hinário oficial das Assembleias de Deus intitulado “Uma Flor Gloriosa”, e tal hino faz referência a Jesus, como a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales. E eles ainda entoam esse hino durante os cultos, mas ninguém questiona nada. O tal hino foi composto pelos fundadores da igreja Assembleia de Deus, Daniel Berg e Gunnar Vingren, e é considerado uma obra-prima. E que obra-prima!

“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas” (Cantares 2:1-2).

Esse romance com a jovem Sulamita se deu quando Salomão ainda tinha poucas mulheres e concubinas, cerca de 60 mulheres rainhas (mulheres de alta nobreza, e filhas de reis de outros países) e 80 concubinas (mulheres da região de Israel), além de virgens que ele guardava para se tornarem suas futuras concubinas.

“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cantares 6:8-9).

O USO SELETIVO DOS VERSOS DO LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO

Existem trechos com conotação sexual no livro de Cantares, mas os crentes são seletivos. Eles não leem as partes absurdas do livro, e escolhem para ler apenas aquelas partes que mais agradam.

“Já despi a minha túnica; como a tornarei a vestir? já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e o meu coração estremeceu por amor dele. Eu me levantei para abrir ao meu amado; e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldravas da fechadura” (Cantares 5:3-5).

Os crentes foram ensinados que o “amado” do livro “Cântico dos Cânticos” de Salomão é uma referência a Jesus Cristo. Daí eles escolhem ou selecionam somente aquelas partes do livro que soam bem para ler na igreja e pregar a respeito do “amado de nossas almas”. Eles não pegam, por exemplo, a passagem de Cantares 2:9 porque soa muito mal, e para pregar sobre essa parte que fala que o “amado” (Jesus) anda brechando as casas alheias à procura de moças virgens, pega muito mal.

“O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades” (Cântico dos Cânticos 2:9).

Se trocássemos a expressão “ó filha de Jerusalém” por “rosa de Sarom”, na introdução do capítulo 6, será que os exegetas diriam que o texto estava se referindo ao “amado”, Jesus Cristo?

“Quão formosos são os teus pés nas sandálias, “ó filha de príncipe!” (ó Rosa de Sarom). Os contornos das tuas coxas são como jóias, obra das mãos de artista. O teu umbigo como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre como montão de trigo, cercado de lírios. Os teus seios são como dois filhos gêmeos da gazela. O teu pescoço como a torre de marfim; os teus olhos como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz é como torre do Líbano, que olha para Damasco” (Cantares 6:1-4).

O romance entre Salomão e a Sulamita era um romance proibido, porque a moça ainda era de menor, pois, era uma adolescente que ainda nem tinha os seis bem formados. Isso se evidencia na proibição que seus irmãos lhe impuseram, para que ela não se expusesse em público, e fosse mal falada.

Veja o texto que retrata esse fato:

“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e [MEUS IRMÃOS] não me desprezariam! Eu te levaria e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me instruirias [SOBRE SEXO?]; eu te daria a beber vinho aromático, o mosto das minhas romãs. A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abraçaria” (Cânticos dos Cânticos 8:1-3).

Esse romance escrito por Salomão e seus cantores retrata um clássico caso de PEDOFILIA, e pedofilia praticada por um grande personagem da Bíblia, o rei de Israel, que é considerado o rei mais mulherengo da história. Salomão teve mais de mil mulheres princesas e trezentas concubinas, além de virgens adolescentes sem número. E essa Sulamita foi uma dessas adolescentes que Salomão seduziu, e ainda declarou que entre todas as mulheres, ela era a sua preferida.

________________________________
Falou e disse Miquels7
Intérprete sem frescuras.

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, FESTAS JUDAICAS | , , , , | Deixe um comentário

ESCLARECENDO AS TRADUÇÕES E INTERPRETAÇÕES DETURPADAS DA BÍBLIA

*******
O Cristo falso

Jesus, o Cristo, filho obediente de Deus, não pode ser adorado.

Em Mateus 2 uns magos vindo do Oriente foram até Belém da Judeia procurar saber a respeito do nascimento do REI DOS JUDEUS. E segundo diz a Bíblia, tradução de J. F. de Almeida, eles iriam ADORAR O REI DOS JUDEUS. E mais na frente o rei Herodes também diz que queria saber onde nascera o REI DOS JUDEUS para que pudesse também ir lá, adorá-lo.

Ora, é evidente que nem os magos e nem o rei Herodes adorariam um rei de outra nação. Na antiguidade ninguém nunca adorava um rei. É verdade que as pessoas se prostravam diante do rei como sinal de reverência e ofereciam presentes, mas nunca se adorava um rei como se fosse um deus.

Por aí vemos as deturpações das traduções da Bíblia. E essa que diz que os magos e o rei Herodes queriam ADORAR O REI DOS JUDEUS é a tradução Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida.

Nessa passagem de Mateus 2 a tradução correta da palavra não é ADORAR, mas, HOMENAGEAR. A Bíblia de Jerusalém tem uma melhor tradução.

Veja o texto de Mateus 2:

1 Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:
2 Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo (HOMENAGEÁ-LO).
3 O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém;
4 e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo (o Messias, o Libertador dos Judeus).
5 Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera;
8 e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore (PRESTE HOMENAGEM A ELE).

Nos evangelhos há vários relatos onde pessoas se PROSTRARAM diante de Jesus. Algumas traduções diz que a pessoa se “prostrou e o adorou”. Parece-me que a expressão “adorou” é um acréscimo tendencioso do próprio escritor do evangelho, ou foi algo acrescentado pelos tradutores.

O ato de se curvar ou se prostrar diante de um rei não significa adoração. Se o ato de se prostrar significasse adoração, então, devemos entender que a Betseba adorou o rei Davi. Veja:

“Foi, pois, Bate-Seba à presença do rei na sua câmara. Ele era mui velho; e Abisague, a sunamita, o servia. Bate-Seba inclinou a cabeça, e se prostrou perante o rei. Então o rei lhe perguntou: Que queres?” (I Reis 1:1516).

A conclusão que se tem a respeito da tradução da palavra “adoração” em Mateus 2:8 é que o rei Herodes, sendo rei, não poderia adorar outro rei, pois, o texto deixa bem claro, que o menino que nasceu não era o “Deus” dos judeus, mas o REI DOS JUDEUS. Portanto, dizer que o rei Herodes falou aos magos que também queria “adorar” o rei dos Judeus é pura falácia. E os magos não eram “reis vindos do Oriente”, coisa nenhuma. O texto não fala nem que eles eram “reis”. Apenas diz “uns magos” vindo do Oriente. Os magos eram bruxos, ou sacerdotes dos deuses de algum reino do Oriente; eles foram enviados como emissários de um rei, pois, quando chegaram na Judeia eles não foram recebidos como chefes de Estado pelo rei Herodes. E aliás, se fossem reis, teriam que andar como uma grande escolta de soldados pelo deserto, e isso não se evidencia na narrativa de Mateus, pois, somente Mateus registrou esse episódio dos magos. E “mago” não significa “sábio”; significa bruxo, ou sacerdote dos deuses.

O texto, a seguir, foi extraído da internet. Nele, o autor sintetiza bem o problema das traduções tendenciosas dos religiosos fanáticos. Leia:

“Os tradutores das bíblias Almeida são uma “benção”. Traduzem hades por inferno, tártaro por inferno, geena por inferno. É o mesmo que dizer que gato, lebre e cachorro significa macaco. Mas, você vai dizer “Aí não, neh”.  Mas o tradutor faz isso quando quer, com a bíblia. A fé pessoal (teologia) do tradutor influência e muito como ele traduz. Traduz “A tua fé te salvou” quando deveria ser traduzido como “A tua fé te curou”. Algumas ainda trazem versículos nos evangelhos dizendo que Jesus foi adorado, quando na verdade significa que pessoas se prostraram diante dele, como um sinal de reverência que era um ato comum e cultural, espalhado por todo o AT. Mas, o que o tradutor faz? Traduz como adoração por que? Porque ele acredita que Jesus é Deus; então ele força o texto a dizer algo que colabora com sua própria fé pessoal. São coisas que parecem bobas, mas que, quando se está lendo e estudando, faz toda diferença. Não sou um fanático pelos “originais” da Bíblia e blá-blá-blá…. Mas, estes pequenos detalhes entre o texto na língua em que foi redigido e a tradução, estes detalhes são importantes e fazem toda diferença”.

*******
UM JOVEM RICO SE AJOELHOU DIANTE DE JESUS EM SINAL DE RESPEITO, E LHE FEZ UMA PERGUNTA, CHAMANDO-O DE “BOM MESTRE”. AÍ, JESUS O REPREENDEU, DIZENDO QUE NINGUÉM É BOM, SENÃO UM SÓ, QUE É DEUS. SE NEM MESMO JESUS SE CONSIDERAVA “BOM”, POR QUE OS RELIGIOSOS O TRANSFORMARAM EM UM DEUS IGUAL AO PAI?

Jesus deixou bem claro em muitas passagens bíblicas a quem devemos adorar e prestar culto. E Jesus jamais exigiu adoração para si mesmo. Veja:

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Lucas 4:5-7).

Um jovem rico se ajoelhou diante de Jesus e ainda o chamou de Bom Mestre. Mas Jesus o repreendeu, dizendo que ninguém é bom, senão um só que é Deus. Ora, se Jesus era Deus, por que nem ele mesmo se considerou “bom”? Só mesmo uma pessoa com mente entorpecida por fanatismo religioso acha que Jesus é Deus.

“Ora, ao sair para se pôr a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? ninguém é bom, senão um que é Deus” (Marcos 10:17).

No início do Livro das Revelações (Apocalipse) diz que as revelações foram concedidas por Deus a Jesus. E foi o próprio Senhor Jesus que passou as revelações a João. Não foi um anjo especial de Jesus que passou as revelações a João. Porém, as 7 cartas endereçadas às 7 congregações da Ásia Menor foram enviadas pelos 7 anjos (sete estrelas) que auxiliam Jesus. Jesus primeiramente notificou as mensagens das cartas a João e pediu que escrevesse e enviasse através de seus anjos às igrejas. Durante toda a narrativa do livro de Apocalipse, quem passa as visões a João é o próprio Senhor Jesus, o anjo poderoso, vestido de roupa talar, aquele mesmo Ser Poderoso que apareceu a João no início do livro, e o deixa atemorizado. No capítulo 19 de Apocalipse João chega a dizer que se prostrou diante do anjo poderoso para o adorar, mas este o impediu de adorá-lo, e disse que só a Deus, o Pai, é quem devemos adorar. Portanto, o anjo que Jesus quis adorar no capítulo 19 é o mesmo anjo poderoso, vestido de roupa talar, que lhe apareceu a primeira vez na ilha de Patmos. Esse anjo vestido de roupa talar disse ser o próprio Senhor Jesus. João caiu a seus pés, atemorizado, mas não o adorou, porque sabia que anjos não podem ser adorados. Da mesmo forma o profeta Daniel também se prostrou diante deste mesmo ser poderoso, mas não se prostrou para adorá-lo, mas curvou-se diante dele como sinal de reverência. Perceba que esse Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a Daniel é o mesmo Ser Poderoso vestido de roupa talar que apareceu a João na ilha de Patmos e disse ser o Senhor Jesus Cristo. E nem Daniel e nem João adorou esse Ser Poderoso, porque ele não é Deus. Veja as passagens:

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre; levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão. Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder. Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra. E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo” (Daniel 10:4-11).

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apoc. 1:9-18).

*******
E TODOS OS ANJOS DE DEUS O ADOREM

Já faz um tempo que fiz um estudo, o qual publiquei no meu blog, provando que Jesus não é Deus e mostrando as interpretações tendenciosas dos teólogos fanáticos que fundamentaram a herética teoria da trindade divina. A teoria da trindade é um dos maiores engodos do Cristianismo.

Sobre a referência de Hebreus 1:6, onde o escritor cita um texto “duvidoso”, afirmando que os anjos devem adorar o Filho primogênito, por não encontrar referência cruzada em nenhum livro do AT, cheguei a afirmar que esta citação era apócrifa, extraída de um livro não-canônico. Mas, depois de muito pesquisar, encontrei a tal referência no livro dos Salmos. O problema é que os estudiosos tradicionais não conseguiram encontrar na Tanach a referência que o escritor da Carta aos Hebreus se referiu. Por essa razão que não aparece referências cruzadas com relação à citação de Hebreus 1:6 nas versões de J. F. de Almeida. A referida citação se encontra em Salmos 97:7b.

Podemos constatar as deturpações das traduções na própria Bíblia, versão de João Ferreira de Almeida. Por exemplo, quando você lê na Bíblia versão corrigida de Almeida, Hebreus 1:6, insinuando que os anjos devem adorar o Filho, nessa mesma versão podemos encontrar a referida citação no livro dos Salmos (97:7b), a mesma pequena frase transcrita para o livro de Hebreus. Vamos comparar?

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: ‘E todos os anjos de Deus o adorem'” (Hebreus 1:6).

A tradução correta é: “E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (ou lhe prestem homenagens).

“O Senhor reina, regozije-se a terra; alegrem-se as numerosas ilhas. (…) Confundidos são todos os que servem imagens esculpidas, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele, todos os deuses” (Salmos 97:1,7).

A frase “prostrai-vos diante dele todos os deuses” refere-se a adoração a Deus, o Pai, e não ao Filho. Ou o autor da Carta aos Hebreus citou o texto corretamente, mas de forma tendenciosa, para provar que Jesus deve ser adorado, ou citou a frase corretamente, com a intenção de dizer que o Filho deve receber honras assim como Deus pai é honrado. Porém, os tradutores deturparam palavras do texto original. A expressão “deuses” refere-se aos anjos.

O certo é que Jesus é um anjo super-poderoso, e os anjos são seres criados; e nenhuma criatura deve ser adorada. Jesus é um anjo porque João o viu nessa condição de anjo, na ilha de Patmos, vestido de uma roupa talar (vestido de linho fino que chegava até os pés), e tinha os lombos cingidos com um cinto de ouro. Somente os anjos poderosos aparecem vestidos dessa maneira na Bíblia.

Aliás, Jesus é um anjo, mas Ele não possui asas. Jesus, quando ascendeu as céus diante da vista dos seus discípulos, ele não subiu voando, mas foi sugado por uma nave espacial que estava por trás das nuvens. Da mesma forma, parece-me que os varões (anjos) que apareceram aos discípulos, após a subida de Jesus aos céus, não possuíam asas.

“Tendo ele [Jesus] dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco” (Atos 1:9-10).

Parece-me que a crença de que os anjos possuem asas é mais uma lenda, ou fantasia imaginada pelos cristãos, ideias tiradas da leitura dos livros de Daniel, Ezequiel e Apocalipse, do que mesmo algo real.

Se anjos possuem asas, acredito que somente a classe dos querubins são seres alados. Jesus e o arcanjo Miguel não possuem asas. Acredito que até os anjos comuns não possuem asas. Talvez as ditas asas dos anjos sejam apenas peças de adorno.

Na Bíblia tem registro da aparição visível de anjos, mas nunca são descritos possuindo asas. Dois varões apareceram na tenda de Abraão, e segundo os melhores intérpretes, esses varões eram anjos de Deus. Esses dois varões se assentaram e comeram junto com Abraão, mas não são identificados com asas. Temos ainda a aparição visível de dois anjos na cidade de Sodoma, os quais foram lá para tirar de forma forçada a família de Ló por causa da catástrofe que estava preste a acontecer. Os moradores da cidade viram os varões, mas não os identificaram como sendo anjos.

Da mesma forma, também apareceu a Josué um homem muito forte que tinha na mão uma espada. Esse homem se identificou como “Príncipe do Exército do Senhor”. E Josué se prostrou diante dele em reverência. O texto fala que Josué se prostrou e o adorou. Mas essa versão da Bíblia que diz que Josué adorou o anjo é tradução tendenciosa de João Ferreira de Almeida. Na verdade, esse anjo poderoso trata-se do arcanjo Miguel, que é o Príncipe do Exército de Deus.

“Ora, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos, e olhou; e eis que estava em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. Chegou-se Josué a ele, e perguntou-lhe: És tu por nós, ou pelos nossos adversários? Respondeu ele: Não; mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué, prostrando-se com o rosto em terra, o adorou e perguntou-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então respondeu o príncipe do exército do Senhor a Josué: Tira os sapatos dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E Josué assim fez” (Josué 5:13-15).

Temos, ainda, o episódio da luta de Jacó com um anjo. Como a luta aconteceu de madrugada, quando ainda estava escuro, Jacó não conseguiu identificar o anjo do Senhor, e lutou contra ele com espada, imaginando que fosse um de seus inimigos. O anjo, na verdade, só fazia se defender. E quando já estava clareando o dia, o anjo atingiu com um golpe a coxa de Jacó para que ele parasse de o atacar. Quando o dia começou a clarear Jacó conseguiu identificar que aquele contra quem lutava era o anjo do Senhor. Aí ele se desesperou, porque sabia que o anjo estava lá para lhe trazer a resposta das suas orações. E implorou que o anjo lhe entregasse a mensagem. Quando os crentes comuns leem esse episódio sobre a luta de Jacó com um anjo, eles imaginam cada bobagem! Chegam a dizer que o anjo tocou a coxa de Jacó com a finalidade de o abençoar. Quanta tolice desses crentes! E ainda fazem até hinos com a interpretação errada dessa luta de Jacó com o anjo.

Ora, se o anjo com o qual Jacó lutou tivesse asas, por certo, Jacó não teria tido dificuldade em identificá-lo como o anjo do Senhor. Jacó lutou com espada contra o anjo imaginando que fosse um homem comum. A história da luta de Jacó com o anjo está bastante resumida. Se você ler o início do capítulo 32 de Gênesis vai constatar que Jacó viu vários anjos e disse que eles eram do Exército do Senhor. E o anjo que lutou com Jacó era um desses anjos, mas este não tinha asas, pois, o próprio texto diz que este personagem desconhecido era um homem.

“Jacó, porém, ficou só; e lutava com ele um homem até o romper do dia. Quando este viu que não prevalecia contra ele, tocou-lhe a juntura da coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, enquanto lutava com ele. Disse o homem: Deixa-me ir, porque já vem rompendo o dia. Jacó, porém, respondeu: Não te deixarei ir, se me não abençoares. Perguntou-lhe, pois: Qual é o teu nome? E ele respondeu: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido” (Gên. 32:24-28).

Porém, a ideia principal que os crentes tem a respeito dos anjos possuírem asas vem da leitura de Ezequiel capítulos 1 e 10 que fala a respeito dos querubins com quatro asas, da leitura de Isaías 6, que fala sobre os serafins que possuíam seis asas, e de Apocalipse 4, que também descreve anjos querubins com quatro asas. E nenhum desses querubins, nessas passagens, são seres reais. Os querubins de quatro asas, bem como os serafins de seis asas (que são os mesmos querubins) eram esculturas de anjos esculpidas ao redor da nave onde estava o trono de Deus. Esses querubins estavam fixados nos quatro cantos da nave espacial, e suas asas tocavam umas às outras, assim como se tocavam as asas dos querubins esculpidas sobre a Arca da Aliança. Essa Arca da Aliança é uma réplica dessa nave espacial de Deus. E o trono de Deus fica postado sobre ela. Quando o texto diz que “se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa”, significa que o trono de Deus foi retirado de sobre a nave, mudando de lugar. O ruído das asas dos querubins na verdade era o barulho dos motores da nave, que eram movidos a propulsão. No capítulo 1 de Ezequiel o profeta consegue ver a nave vindo camuflada entre as nuvens, mas deu pra ele visualizar o jato de fogo expelido pelas turbinas dos motores a propulsão. As rodas que Ezequiel viu nada mais eram que rodas iguais às de um automóvel, que servia para a nave se locomover de um lado para outro sobre o chão. Ezequiel viu a nave surgindo de entre as nuvens e a primeira coisa que viu foi as esculturas dos querubins ao redor da nave. Ezequiel disse que os querubins tinha aparência de monstros, com cabeça de boi, de águia, de leão e de anjo. E pra completar o absurdo, disse que os querubins tinham pernas eretas e se pareciam com pés de bezerro. Ora, tudo isso indica que esses querubins eram esculturas desenhadas ao redor da nave. Diz ainda que esses querubins não se moviam por si só, e andavam sempre no sentido que a nave se movia sobre as rodas. As asas dos querubins não se mexiam, porque eram esculturas, e o ruído que o escritor sagrado diz que vinha das asas, não eram das asas, mas dos motores da nave. Fico imaginando porque os teólogos não enxergam o óbvio, e ficam imaginando coisas absurdas. Essas visões de Ezequiel não tem nada de “espiritual”. Todos os seres ditos “espirituais” são seres iguais a nós, humanos. A diferença é que eles são mais evoluídos e poderosos.

Veja os textos:

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam” (Ezequiel 1:4-12).

“Depois olhei, e eis que no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas giradoras, até debaixo do querubim, enche as tuas mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. E ele entrou à minha vista. E os querubins estavam de pé ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e uma nuvem encheu o átrio interior. Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim, e passou para a entrada da casa; e encheu-se a casa duma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor. E o ruído das asas dos querubins se ouvia até o átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala” (Ezeq. 10:1-5).

Depois dessas minhas explicações, será que você ainda vai ficar imaginando que os anjos possuem asas?

*******
MAIS ANÁLISE SOBRE OS ANJOS COM ASAS

Se ainda não se convenceu de que anjos possivelmente não possuem asas, atente para mais explicações.

Existe cerca de quatro citações na Bíblia falando a respeito de anjos voando, uma no livro de Isaías, outra em Daniel e duas no livro de Apocalipse.

“Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz” (Isaías 6:6).

“Sim, enquanto estava eu ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente, e tocou-me à hora da oblação da tarde” (Daniel 9:21).

“E olhei, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com grande voz: Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra” (Apoc. 8:13).

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6).

A primeira coisa que se deve notar é que os anjos não são seres espirituais. Por quê? Porque se fossem seres viventes espirituais não precisariam de asas para voar, pois, a força de gravidade não afeta os espíritos. Na visão que Ezequiel teve sobre os quatro seres viventes, ele diz que os seres viventes se elevaram da terra para cima. Logo, a visão que Ezequiel teve (capítulos 1 e 10) não foi num suposto mundo espiritual, mas foi aqui mesmo na terra, no mundo físico. Ezequiel contemplou a visita de uma cápsula ou nave espacial que trazia sobre ela a glória de Deus (trono de Deus). E onde esta nave aportou? A nave desceu sobre o Grande Templo do Senhor, em Israel, e chegou a pousar no chão. Leia com bastante cuidado para você entender.

Anjos com seis asas - Serafins

Em Isaías 6 e Apocalipse 4 diz que os querubins (que são os mesmos serafins) tinham 6 asas. Já Ezequiel diz que cada querubim tinha 4 asas. Isaías diz que os serafins tinham 6 asas: com duas cobriam o rosto, com duas cobriam os pés, e com duas voam. Percebe-se um absurdo na interpretação literal dessa passagem bíblica. Como pode um querubim voar com os rostos tapados? Só na cabeça desses crentes malucos, que não sabem interpretar o texto e ficam imaginando ilusões. Os querubins ou seres viventes das visões de Ezequiel, Isaías, Daniel e João não eram seres reais; eram esculturas de anjos que adornavam a cápsula ou nave espacial que levava a tripulação divina.

ASAS QUE FAZEM BARULHO

Isaías diz que um dos serafins voou levando até ele brasas tiradas do altar e Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam estrondo. Podemos concluir que essas asas do anjo que voou não eram reais. Embora as asas fossem adornos, mas sob elas havia um motor a propulsão que faziam os anjos descer e se elevar do chão. Eis a razão do barulho das asas dos anjos.

Se os querubins possuem asas, porém, essas asas não são reais. No livro de Daniel, capítulo 7, temos a descrição de quatro animais simbólicos, e um deles diz-se que possuía asas como de águia, e outro possuía asas de ave. Esses animais simbólicos eram bestas da terra. Besta é qualquer animal selvático, como o boi selvagem (búfalo), cavalo, rinoceronte, etc. Portanto, esses quatro animais da visão de Daniel eram simbólicos, pois, é inadmissível existir um animal mamífero com asas de ave. Da mesma forma, é inadmissível crer que existam anjos (parecidos com os humanos) possuindo asas de ave. Se os anjos possuíssem asas, suas asas seriam parecidas com as de morcegos.

No livro de I Reis diz que Salomão mandou construir esculturas gigantes de uns querubins dentro do compartimento do Templo onde ficava posicionada a Arca da Aliança. As asas dos querubins ficam posicionadas sobre a Arca, como se estivessem protegendo as coisas dentro dela. Além dessas esculturas, havia mais duas esculturas pequenas de querubins fixadas sobre a Arca, postadas uma de frente para a outra, e suas asas se tocavam.

De acordo com as referências bíblicas, podemos notar que somente os querubins (ou serafins) são descritos como possuindo asas. Mas, essas asas não são reais, são adornos, e debaixo delas há um motor movido a propulsão, o qual serve para o querubim se locomover.

Para você ver que não podemos fazer interpretação literal dos textos bíblicos, sem uma profunda análise, veja o absurdo que se fala no livro de Salmos e livro de Crônicas:

“E montou num querubim, e voou; sim, voou sobre as asas do vento.” (Salmos 18:10).

No salmo 18 Davi descreve poeticamente o Deus Todo-Poderoso como um grande dragão que cospe fogo e solta fumaça pelas narinas. E chega ao absurdo de dizer que ele monta nas asas de um querubim e voa. Mas, conclui afirmando que ele voa sobre as asas do vento. Ou seja, voa sobre uma coisa imaginária. E a imaginação não está na mente de Deus, mas na mente do salmista.

Se formos fazer interpretação literal desse texto, devemos entender que as asas dos anjos possuem motores movidos a propulsão, pois Ezequiel diz que as asas dos querubins faziam bastante estrondo. Logo, percebe-se que eram estrondo dos motores sob as asas.

No livro de Apocalipse João tem a visão de uma águia voando sobre o céu proclamando juízos sobre a Terra; e mais na frente ele contempla um anjo voando no céu, proclamando um evangelho eterno aos habitantes da Terra. Sabemos que águia não fala. Sendo assim, podemos deduzir que essa “águia” era um anjo. E se o anjo voava, logo, ele se encontra num local onde existe força de gravidade, para poder existir lógica para o uso das asas. E segundo a concepção de reino espiritual, sabemos que não é necessário o uso de aves para os seres se locomoverem. Portanto, conclui-se que as visões que João teve foram num mundo físico, e não num mundo espiritual.

********
DEUS NÃO CONFIA TOTALMENTE NOS SEUS ANJOS, E TEME QUE POSSAM COMETER ALGUMA LOUCURA

“Eis que Deus não confia nos seus servos, e até a seus anjos atribui loucura” (Jó 4:18).

Apesar da frase de Jó 4:18 ser atribuída a Elifaz, amigo de Jó, acredito que ela resume uma verdade.

No final do livro de Jó, Deus ordena que Jó ofereça sacrifícios pelos seus amigos, porque eles não falaram bem a respeito de Deus. Isso não significa que tudo o que os três amigos de Jó falaram foi inverdades. Na verdade, o que eles “não falaram bem” foi a respeito do caráter de Deus. Se admitirmos que tudo o que os três amigos de Jó dissertaram foi devaneios de suas mentes, então, devemos considerar que nem tudo o que Jó falou foi verdades absolutas.

Os amigos de Jó também falaram muitas verdades. E uma dessas verdades é o que disse Elifaz em Jó 4:18. Deus não confia totalmente nos seus anjos, e teme que até possam cometer alguma loucura. Uma prova disso é o próprio querubim ungido, conhecido como Satanás, que se rebelou contra o seu criador.

Se Jesus é um anjo poderoso, logo, Ele não pode ser Deus, nem igual a Deus, pois, os anjos são criaturas passíveis de fraquezas e de cometer erros. Por essa razão, Jesus disse que não deviam chamá-lo de “bom”, porque bom mesmo só existe um, que é Deus. Mesmo contrariando a si mesmo, Jesus chegou a se intitular de o “Bom Pastor”, em João 10. Isso não significa que Jesus era esquizofrênico. Ou seja, uma hora dizia que não deviam chamá-lo de “bom Mestre”, e depois, dizia que era o “bom Pastor”.

********
JESUS, O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

O emprego da expressão “Deus Unigênito” em João 1:18, na Bíblia Almeida Corrigida, foi traduzida de forma tendenciosa, para justificar a doutrina da deidade de Jesus.

Na Bíblia de Jerusalém o verso de João 1:18 está traduzido corretamente.

“Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Bíblia de Jerusalém).

O apóstolo João empregou de forma errada a palavra “unigênito” para se referir a Jesus durante a narração do Evangelho. A palavra correta é PRIMOGÊNITO. O vocábulo “unigênito” está errado porque não existe nenhuma concordância na Bíblia a respeito desse termo utilizado por João, pois, nenhum outro escritor do Novo Testamento empregou essa palavra para se referir a Jesus. Alguns estudiosos alegam que João se utilizou de um termo de cunho esotérico para dizer que Jesus é um ser divino que eclodiu (foi dado à luz) de dentro do próprio Deus.

Jesus é um anjo. Portanto, é uma criatura. Na verdade, Jesus foi o primeiro ser vivo perfeito a ser criado. Ele sempre esteve com Deus desde o dia em que foi criado. Quando a Bíblia diz que Ele é o princípio da criação de Deus, significa que Ele foi a primeira criatura perfeita a ser criada. E todas as outras coisas foram criadas por intermédio dele, menos o Universo, porque este sempre existiu.

Perceba que João escreveu o Apocalipse, mas ele não emprega a palavra “unigênito” para se referir a Jesus, mas utiliza a expressão “princípio da criação”, que significa “primogênito da criação”.

O apóstolo Paulo emprega corretamente a palavra “primogênito” para afirmar que Jesus foi a primeira criatura perfeita criada por Deus. Jesus disse que “antes que Abraão existisse, eu sou”. Ora, se Jesus sendo um Anjo Poderoso, o braço direito de Deus, se encarnou para morrer pela humanidade, logo, ele já existia com Deus antes da criação de Adão e Eva, e antes do surgimento de Abraão, mas não era Deus. Ele estava com Deus no princípio, mas não era Deus Todo-Poderoso. No livro dos Salmos os anjos são chamados de “deuses”. Jesus e os anjos podem ser considerados seres divinos, pois, vivem nos céus, mas não são deuses iguais a Deus Todo-Poderoso. São criaturas.

“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Apoc. 3:14).

“Princípio da criação” significa o “primogênito da criação”, o primeiro ser perfeito a ser criado.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus lhe prestem honras” (Hebreus 1:6).

 

30/07/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

MENSAGEM QUE NÃO AGRADA – PARTE 01

********

“Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:12-13).

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

“Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).

“Jesus está voltando!”. Esta é a frase mais furada que se tem notícia.

Para justificar a demora da vinda de Jesus ainda no século I, o apóstolo Pedro escreveu as seguintes palavras:

“Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Pois eles de propósito ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, afogado em água; mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se. Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas. Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?” (II Pedro 3:3-12).

Pedro diz que Jesus ainda não voltou porque Deus é longânimo para com a humanidade, e não quer que ninguém se perca, mas que todos venham a arrepender-se. Porém, isso é uma falsa justificativa. Pois, desde que Jesus foi para o céu dizendo que voltaria, já morreram milhões (ou bilhões) de pessoas sem ter aceitado Jesus, sem ter se arrependido. E todos os dias morrem pessoas na sua cidade, nas cidades do Brasil e do mundo todo sem terem aceitado Jesus, sem terem se convertido.

Em I Coríntios 15:51 o apóstolo Paulo conforta os crentes da congregação em Corinto dizendo que nem todos morreriam antes da vinda de Jesus, e que seriam arrebatados vivos e transformados num abrir e fechar de olhos. E bem sabemos que todos eles morreram.

A frase “Eis que cedo venho” foi uma grande enganação para os crentes do primeiro século da Era Cristã, pois, muitos viveram uma vida piedosa, se afastando completamente das coisas do mundo, esperando a volta de Jesus, mas, Ele não veio. Para nós, do século XXI, pode até ser justificável a frase “eis que cedo venho”, considerando que mil anos é como um dia para Deus. No entanto, os crentes não são deuses. Portanto, mil anos para nós, meros mortais, é como uma eternidade. Se o tempo para Jesus voltar tinha que durar mais de 2 mil anos, Ele não poderia ter iludido os crentes do primeiro século e os crentes do início do século XX, afirmando que a sua vinda estava próxima, pois, todos os que esperavam a sua vinda para serem arrebatados vivos, morreram. E os crentes gentios que até hoje esperam a volta de Jesus para serem arrebatados também morrerão de igual modo, iludidos por promessa absurda. Os hebreus passaram mais de 400 anos no cativeiro egípcio e mais 40 anos de sofrimento vagando no deserto esperando o cumprimento das promessas de Deus para habitar na terra prometida, e esse tempo ainda é pouco em comparação ao tempo que os cristãos esperam para a volta de Jesus, que já dura cerca de 2 mil anos.

Nas décadas de 1980 e 1990 os crentes viviam numa grande expectativa esperando a iminente volta de Jesus. Muitos teólogos escreveram livros afirmando que a volta de Jesus com certeza aconteceria antes do ano 2000 em virtude do aumento da impiedade no mundo, o avanço da Ciência e da apostasia no meio das igrejas cristãs. E quando estourou a Guerra do Golfo Pérsico em 1991, foi o maior alarde. O que não deu de crentes contando sobre sonhos que tiveram sobre volta de Jesus não está no gibi! Pastores pregavam nos púlpitos das igrejas, fazendo a cabeça dos fiéis, afirmando que “nenhuma dispensação havia chegado a 2 mil anos”. Com isso, diziam que Cristo voltaria antes da virada do milênio. Durante a década de 1990 minha irmã dizia que não ia construir a casa dela de alvenaria porque a vinda de Jesus estava próxima, e que não adiantava gastar dinheiro se a casa ia ficar para ninguém habitar. E como todos devem saber, ela quebrou a cara. Somente agora, depois do ano de 2010 que ela conseguiu se aposentar e agora está ajeitando a casa dela. É isso que dá fanatismo religioso.

Olha o que Pedro disse: “Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?”. Ora, se os crentes fossem cristãos de verdade e não hipócritas ignorantes, eles seguiam os mandamentos dos apóstolos se preparando para a vinda de Jesus. Mas como eles sabem que esse “cedo venho” não é verdade, eles não seguem à risca os mandamentos dos apóstolos. Se esses que esperam a volta de Jesus fossem cristãos verdadeiros, eles viviam uma vida de santidade e piedade. E o que é ter uma vida de piedade (ser piedoso)? É uma vida de completa devoção à religião, sem se prender com as coisas deste mundo; é se afastar completamente das coisas do mundo, da moda e principalmente das riquezas. Viver piedosamente é viver em oração, pregando o evangelho e fazendo caridade, fazendo o bem às pessoas. Exemplo disso: Apóstolo Paulo, Madre Tereza de Calcutá, padre São Francisco de Assis, Chico Xavier, etc. Será que os crentes de hoje são piedosos? Veja mais o que Paulo diz sobre o verdadeiro cristão, o que é piedoso. Esse trecho da Bíblia jamais é lido nas igrejas que pregam a maldita teologia da prosperidade:

“Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, CUIDANDO QUE PIEDADE É FONTE DE LUCRO (riqueza material); e, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6:3-11).

Viver uma vida piedosa é o ideal do verdadeiro cristão. Mas quem segue esse preceito? Quem é que abandona realmente as coisas do mundo? Poucos.

Paulo disse que o verdadeiro cristão é pobre, porque deve viver uma vida de piedade, de total dedicação à religião, de completo afastamento das coisas do mundo. Tanto é que ele chegou a afirmar que se os crentes piedosos esperassem Jesus só para esta vida, eles seriam considerados as pessoas mais miseráveis do mundo. O cristão verdadeiro vive na expectativa de receber a sua recompensa quando Cristo estabelecer o seu reino aqui na Terra, quando ressuscitar os salvos dentre os mortos. Ninguém irá receber recompensa nos céus. E ninguém vai viver no Céu. As recompensas serão dadas aos cristãos que vencerem o mundo, depois da ressurreição dos salvos, no reino eterno do Messias aqui mesmo na Terra. Se o cristão verdadeiro é piedoso, ele não possui riquezas, não desfruta dos bens desta vida. Logo, se ele não tem esperança na vida eterna e na recompensa quando Cristo estabelecer o seu reino, logo, ele é a pessoa mais miserável desse mundo.

“Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima” (I Cor. 15:19).

********

Jesus não prometeu arrebatar os seus discípulos e nem os seus escolhidos. Disse que ressuscitaria.

“Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:40).

“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44).

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:54).

“Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo” (João 17:15). [A frase “não são do mundo”, não se refere ao planeta Terra, mas ao mundo de pecado]. [Jesus nunca rogou para o Pai arrebatar os seus escolhidos].

********

Em João 14:3 Jesus diz: “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.

Jesus não vai tomar os salvos para levá-los para morar no Céu. Ele vai arrebatar os piedosos, um pequeno grupo de fiéis, e vai ressuscitar os que vencerem o mundo, e vai tomá-los para o seu reino aqui mesmo na Terra. O reino de Cristo não será no Céu. Será aqui mesmo na Terra. Jesus disse também: “Na casa de meu Pai há muitas moradas, vou preparar-vos lugar”. Ora, neste versículo a palavra “morada” foi mal traduzida. A frase correta é: “No reino que meu Pai me concedeu haverá muitas moradas, vou preparar-vos lugar”. Os crentes vivem tão loucamente na ilusão de que vão morar no céu que imaginam até que vai existir “mansões” no céu para habitar. Quanta sandice! Nem mesmo existe a tal palavra “mansão” na Bíblia. Só loucura de crente sem noção.

Em João 17:24 Jesus rogou ao Pai dizendo: “Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo”. Essa “glória” que os crentes salvos irão ver não é o Céu; será o reino de Cristo aqui mesmo na Terra. O reino de Cristo será estabelecido para sempre aqui na Terra, depois que todas as coisas forem restauradas, isto é, tomadas do controle de Satanás e da Besta (governos do mundo).

*******

SÓ HAVERÁ ARREBATAMENTO PARA 144 MIL JUDEUS

Um dos maiores intérpretes do Apocalipse de todos os tempos é o teólogo e escritor britânico Arthur Bloomfield. Aprendi muito sobre interpretação do Apocalipse lendo o seu livro intitulado “O Futuro Glorioso do Planeta Terra”. Mas, apesar de muitas interpretações bastantes coerentes, tem outras que eu não concordo com esse autor. O escritor Arthur Bloomfield é evangélico tradicional, não pertence às correntes interpretativas das Testemunhas de Jeová e nem dos adventistas dos sétimo dia.

Um dos questionamentos que o escritor Arthur Bloomfield se fez foi o seguinte: “Por que o livro do Apocalipse que trata sobre escatologia – doutrina das últimas coisas – não falaria nada a respeito do arrebatamento?”. Aí ele concluiu que o relato do capítulo 12 de Apocalipse fala a respeito do arrebatamento. Ele tece os comentários, e parece que tem lógica em tudo. Mas não é 100% certo.

O capítulo 12 de Apocalipse fala realmente sobre o arrebatamento, mas esse arrebatamento é somente dos 144 mil judeus selados, que são descritos nos capítulos 7 e 14 do mesmo livro. Esses 144 mil são o filho da mulher que está grávida, preste a dar à luz. E quando ela dá à luz ao filho, esse filho é arrebatado para os céus. Trata-se dos 144 mil judeus selados. Mas essa ida para os céus não é para morar no Céu. No capitulo 14 de Apocalipse aparece esse mesmo grupo dos 144 mil judeus no Monte Sião. Esse Monte Sião não é o Céu e nem está localizado nos céus. O Monte Sião é a cidade de Jerusalém terrestre. E a visão refere-se à cidade de Jerusalém no reino do Messias aqui mesmo na Terra. Apocalipse 14 diz que os 144 mil são virgens e seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Ora, quem segue para onde quer que vá é a Noiva. A Igreja de Cristo nunca é chamada de “noiva do Cordeiro” na Bíblia. É chamada de “esposa”. Só quem é chamado de Noiva do Cordeiro são esses 144 mil judeus. E no final do livro de Apocalipse esse grupo dos 144 mil judeus desce do céu em comitiva, a qual o apóstolo João descreveu como uma cidade celestial descendo dos céus, a Nova Jerusalém. Portanto, a cidade de Nova Jerusalém celestial não é uma cidade física, mas é uma representação simbólica desses 144 mil. No reino do messias haverá milhões de salvos que irão ressuscitar. Mas esses 144 mil é um grupo especial de salvos. O problema é que os teólogos cristãos são arrogantes, e discriminam os judeus, e não aceitam que eles tenham primazia em nada. Por isso eles dizem que esses 144 mil judeus selados no meio da Grande Tribulação não serão arrebatados, mas serão separados para pregar o evangelho durante a Grande tribulação e inclusive morrerão como mártires. Isso que acabei de falar está escrito literalmente na literatura dos teólogos gentios. Eles não admitem que os judeus serão arrebatados. Mas aí é que está o erro incorrigível desses teólogos racistas. Veja bem: toda a Bíblia e inclusive o livro de Apocalipse foi escrito por judeus, e toda a mensagem da Bíblia é em torno dessa nação escolhida por Deus. Israel é a menina dos olhos de Deus. Toda o drama do Apocalipse, toda a mensagem do livro de Apocalipse trata somente com o povo judeu. Mas os crentes gentios se apoderaram das mensagens do Apocalipse e acham que Deus está tratando com eles. Vão quebrar a cara. A mensagem é tão clara sobre os judeus, que bem no início do livro de Apocalipse Jesus dá uma dura palavra para aqueles que querem tomar a primazia dos judeus, querendo ser judeus e não são. Quem são esses? São os crentes gentios, que se intitulam o “Israel Espiritual”, ou a Sinagoga de Satanás. Vão quebrar a cara.

“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apocalipse 3:9).

Os crentes gentios são tão audaciosos, a tal ponto de afirmar que Israel não é mais Israel, e que eles (a “igreja dos gentios”), é que são o “Israel de Deus”, o tal Israel Espiritual. Quanta prepotência!

OS CRISTÃOS GENTIOS AFIRMAM QUE OS JUDEUS REJEITARAM JESUS E NÃO O RECONHECEM COMO O MESSIAS PROMETIDO. SE OS JUDEUS REJEITARAM JESUS, POR QUE O APOCALIPSE TRATA COM A CAUSA DELES? POR QUE JESUS DIZ, EM APOC. 3:9, QUE AMA OS JUDEUS?

Um dos grandes erros que os cristãos, católicos e protestantes cometem é achar que Israel não é mais Israel, e que os judeus não são mais judeus, e que eles é que são o Israel de Deus e a Sinagoga de Cristo. Vão quebrar a cara.

Jesus ordenou aos sete anjos que lhe assistem (sete estrelas) que levassem sete cartas às sete comunidades cristãs da Ásia Menor. Jesus ordenou a João que escrevesse as sete cartas e as enviasse pelos sete anjos as sete comunidades. Essas sete comunidades da Ásia eram formadas de judeus, mas é certo que lá também havia muitos crentes dos gentios. Se os judeus não representam nada no plano de salvação e conquista da Terra, e não têm destaque no enredo apocalíptico, por que Deus arrebata 144 mil das 12 tribos de Israel? Onde estão os gentios no enredo apocalíptico? Por que eles não se destacam? Os judeus que serão arrebatados (144 mil) estão espalhados pelos quatro cantos da Terra. Muitos deles estão aqui no Brasil, nos EUA, na Rússia, na Europa, na Ásia e na África.

Na verdade, o “Jesus Cristo” propagado pela Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) e pelos evangélicos protestantes é um Jesus falso, a começar pelo nome e pela sua imagem (feição, aparência). O verdadeiro Cristo (Messias) não é Deus. A ICAR e os evangélicos protestantes transformaram Jesus Cristo, o Messias, em Deus, enquanto que ele é apenas um Servo. Jesus Cristo é um ser divino, mas é Servo. A ICAR fundamentou a doutrina da trindade para transformar Jesus em um deus, igual a Deus. Portanto, os judeus ortodoxos estão certos em rejeitar esse Jesus Cristo dos católicos e protestantes. Existem os chamados judeus messiânicos, que acreditam que esse Jesus propagado pela ICAR é o mesmo Messias prometido dos judeus. Na verdade, o Jesus dos evangelhos e do Novo Testamento é o Messias do AT prometido aos judeus. O problema é que a ICAR o transformou em um deus, e os judeus não podem aceitar a adoração explícita a Jesus Cristo, pois ele é Servo, e não Deus. Todo aquele que se converte e se aproxima de Deus é filho de Deus. Jesus é filho de Deus em virtude de ser um Servo obediente, não porque seja um deus, da mesma substância do Pai.

Os judeus ortodoxos estão certos em esperar seu verdadeiro Messias. Enquanto os católicos e protestantes esperam Jesus retornar como um “deus”, os judeus ortodoxos o esperam como o Servo de Jeová, o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi.

PROVANDO QUE SÓ HAVERÁ ARREBATAMENTO PARA OS 144 MIL JUDEUS

“Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus 24:29-31).

“Depois disto vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma. E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apocalipse 7:1-4).

Em Mateus 24:31 diz que os anjos ajuntarão os escolhidos desde os QUATRO VENTOS, de uma à outra extremidade dos céus. Logo, os salvos serão tomados de todos os cantos da Terra.

Agora, veja que em Apocalipse 7 diz a mesma a coisa a respeito do dia do arrebatamento, com o selamento dos 144 mil judeus. E o texto diz que quatro anjos seguram os QUATRO VENTOS da Terra, para que os servos de Deus sejam assinalados. Logo, os escolhidos são de todas as partes do mundo, dos quatro cantos da Terra. Trata-se do mesmo evento que Cristo descreveu em Mateus 24.

********

Jesus não veio pregar o evangelho para os gentios. Ele veio apenas os judeus.

“Respondeu-lhes Jesus: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 15:24).

As boas-novas (isto é, o evangelho) foi estendido aos gentios por causa da bondade de Deus. Mas os gentios não têm primazia em nada. São apenas meros coadjuvantes ou convidados para o reino do Messias. Paulo foi o responsável pela pregação do Evangelho aos gentios. O apóstolo Pedro não queria pregar para os gentios. Mas, Paulo disse a Pedro que os gentios foram alcançados com a graça de Cristo. Porém, Paulo disse que os judeus são o tronco da “árvore”, e os gentios são apenas os ramos, não tendo primazia em nada.

E não existem dois tipos de evangelhos, “evangelho da graça” e “evangelho do reino”, como os teólogos costumam separar. Só existe um Evangelho, o Evangelho do Reino, o evangelho que proclama a vinda e o estabelecimento do reino do Messias. A salvação das pessoas não é para que elas deixem este mundo para morar no Céu, mas para que possam habitar no reino do Messias que será estabelecido aqui mesmo na Terra, para sempre. A palavra “EVANGELHO” significa “boas-novas”, ou “boas notícias”. Notícias de quê? Notícias a respeito da salvação dos escolhidos, dos fiéis, e estabelecimento do reino do Messias aqui na Terra.

Jesus vai voltar, mas não diretamente para nós, os gentios. Todos nós morrermos. Quem for fiel até à morte, este será ressuscitado na ressurreição do último dia.

“Venha a nós o teu reino”. (Mateus 6).

Vou parar a explicação por aqui para que o texto não fique mais longo do que já está.

24/07/2017 Posted by | EVANGELISMO, MENSAGENS ESPECIAIS | , , , | Deixe um comentário

MENSAGEM QUE AGRADA – PARTE 01

********

“Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:12-13).

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

“Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-52).

Jesus está voltando!

Jesus está às portas, irmão. Você está preparado?

Prepara-te para encontrares com teu Deus!

Você crê? Então diga amém, aleluia!

Ora, vem Senhor Jesus!

Oh, Glória!

 

24/07/2017 Posted by | EVANGELISMO, MENSAGENS ESPECIAIS | , | Deixe um comentário

O QUE ESTÃO FAZENDO COM O NOSSO BRASIL?

********

Brasil, República das bananas,

Pátria dos vira-latas.

******** 

O que estão fazendo com o Brasil

 

Só houve um político que elevou o nível cultural e econômico do Brasil diante do mundo. Esse foi Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de Lula o mundo nos olhava como país de 3º mundo, fraco, sem muita importância no cenário internacional. Com Lula passamos de 10ª para 6ª economia do mundo.

 

POR QUE A GLOBO E OS PARTIDOS E POLÍTICOS DE DIREITA LUTAM PARA DERRUBAR LULA, PT E GOVERNOS ESQUERDISTAS?

 

É porque o Brasil sempre foi governado pela elite branca, com políticos “notáveis” com curso superior. Aí, em 1980, um retirante nordestino que se tornou presidente do sindicato dos metalúrgico no ABC paulista, semi-alfabetizado, de nome Luiz Inácio Lula da Silva, fundou o Partido dos Trabalhadores – PT, que se fortaleceu até ganhar as eleições majoritárias em vários Estados e para a presidência em 2002, já tendo disputado eleição presidencial desde 1989, quando perdeu para o Collor. E Collor só ganhou com a ajuda da Rede Globo, tendo sabotado o debate para prejudicar o Lula.

 

Lula, um simples metalúrgico, sem diploma universitário, mostrou aos brasileiros e ao mundo que sabe governar melhor que estes da elite branca com curso superior. E isso gerou uma grande inveja e revolta nos grandes economistas, nos políticos de direita, que também são empresários, e nos donos de grande jornais do país.

 

A CONSPIRAÇÃO

 

Eles diziam: “Como podemos deixar que um partido dos proletariados (dos trabalhadores) tome o comando desse país e ainda colocam para nos governar um retirante nordestino analfabeto? Não. Isso não pode! Com que cara vamos aparecer lá fora? O que dirão de nós, políticos de carreira, formados, com diplomas universitário? Não podemos deixar esses vagabundos continuar governando o Brasil. Temos que fazer de tudo para derrubá-los. Onde já se viu nosso país passar décadas e décadas sendo governado por proletariados, e ainda tendo como chefe um apedeuta, analfabeto, cachaceiro! Não. Custe o que custar, mesmo que a economia desse país fique em frangalhos, temos que derrubar esse governo com todas as nossas forças, e não deixar jamais que Lula e o PT volte a governar o Brasil”.

 

E A QUESTÃO DO PT QUERER INSTALAR O COMUNISMO NO BRASIL

 

Ora, isso é conversa pra boi dormir. Não existe nenhuma chance de se instalar um regime comunista no Brasil. Estamos, sim, sujeitos a um Golpe Militar patrocinado pelos EUA.

 

A direita xucra, políticos e jornalistas de direita, alinhados com pastores evangélicos fundamentalistas, usam de terrorismo, e propagam que PT quer instalar um governo comunista no Brasil apenas como desculpa, para colocar a população contra os partidos de esquerda, para prejudicar esses partidos nas eleições e não deixar que eles cresçam. O próprio governo americano organiza e financia grupos de direita aqui no Brasil para influenciar nas redes sociais, e influencia até no judiciário, como no caso do juiz Sérgio Moro, que age com fins escusos, para perseguir, condenar e prender só políticos de esquerda, sem direito nem a cumprir pena em prisão domiciliar. Foi o governo americano e empresários brasileiros que financiaram grupos a organizar as manifestações contra o governo do PT/Dilma, que culminou com o impeachment. A onda agora é prejudicar o máximo que puderem a reputação do ex-presidente Lula, de tal forma que ele não possa se candidatar para presidente em 2018. Mas, podem dar com os burros n’água. Tudo pode acontecer. E muitos jovens e brasileiros estão se informando melhor na internet a respeito do que se passa na política aqui no Brasil. Só os coxinhas babacas que continuam ao lado dos políticos da direita, porque lhes convém. Pobres e classe média tem que estar do lado de quem defende os direitos dos trabalhadores.

 

18/07/2017 Posted by | CONSPIRAÇÃO, ECONOMIA, IGREJA E POLÍTICA, MÍDIA MANIPULADORA, POLÍTICA | , , | Deixe um comentário

A PALAVRA “ESPIRITUAL” É UM TERMO ARCAICO E PRIMITIVO

*******
A palavra “espiritual ainda é compreendida de forma primitiva e medieval pelos crentes e religiosos.

Espiritual - Paraíso

Não existe nada de “espiritual” neste mundo e no Universo. A palavra “espiritual” é um termo arcaico, primitivo, utilizado para designar as coisas que não podiam ser vistas a olho nu.

Uma parede de vidro bem transparente colocada no meio de uma rua não poderá ser vista pelos transeuntes, e nem por isso vamos dizer que aquela parede de vidro é algo “espiritual”.

Todo crente pensa que vai para o céu, ou diz que vai para o céu, imaginando que o céu é um lugar “espiritual”. Não. Não existe nada de espiritual nos céus, acima das nuvens. Jesus subiu ao céu, mas não foi para um mundo espiritual. Jesus subiu para um mundo físico. Tudo que existe fora da Terra, acima das nuvens, também é material.

Se Deus vai salvar os cristãos justos e fiéis e vai levá-los para um mundo “espiritual”, o que vai acontecer com esta Terra física e o restante do Universo físico? Por que e para que Deus criou o Universo tão grande se ninguém pode explorá-lo? Por que Ele criou o homem num minúsculo planeta em um cantinho da Via Láctea, e depois, vai salvar só alguns e levá-los para outro mundo “espiritual”? Por acaso, depois que os crentes forem morar no céu, a velha Terra e o todo o Universo físico vão ficar no mar do esquecimento ou Deus irá destruir tudo que fez, porque não valeu a pena ter criado o mundo físico?

Será que Deus teve tanto trabalho para construir um Universo tão grande para que durasse apenas 7 mil anos? Ou não valeu a pena criar este mundo tão grande? Será mesmo que, depois de tanto trabalho, Deus irá destruir este mundo e vai levar os escolhidos para habitar num mundinho espiritual em outra dimensão cósmica?

A SEGUNDA VINDA VISÍVEL DE JESUS

Os crentes esperam Jesus e seus anjos voltarem, descendo visivelmente sobre as nuvens com poder e grande glória, pois, na Bíblia está escrito que “todo olho o verá”.

Ora, se os crentes esperam Jesus retornar visivelmente dos céus, então, Ele (Jesus) não pode ter um corpo espiritual, pois o que é espiritual não pode ser visto por olhos carnais. Mas o crente teimoso e ignorante pode dizer que Deus concederá o poder para que todos os ímpios possam contemplar Jesus e os anjos em corpos gloriosos. Aí já é demais a loucura desses crentes. A doutrinação religiosa embrutece o ser humano a tal ponto de ele imaginar coisas loucas, sem sentido, e ainda viver em função e na expectativa dessas loucuras.

Tempos atrás, ainda com a mente entorpecida pelos ensinos religiosos, imaginava que Jesus e os anjos podiam se materializar e assumir corpos físicos para se manifestar aos humanos. Mas, cheguei à conclusão que não existe esse negócio de materialização. Tudo isso é produto da ficção da mente humana. Os anjos podem até descer do céu visivelmente voando porque eles possuem asas, mas Jesus não é anjo, e não poderá descer voando, e muito menos montado em cavalo branco alado (com asas). Jesus irá descer porque uma nave espacial virá do céu encoberta (camuflada) por uma nuvem de fumaça, assim como ele desceu no Monte Horebe e no Monte Sinai. Durante a peregrinação do povo hebreu no deserto, os anjos acompanhavam o povo numa nave espacial encoberta (camuflada) por uma nuvem.

É possível, sim, existir seres vivos alados vivendo em outro sistema planetário, mas não com quatro ou seis asas no mesmo corpo. Aqui mesmo na Terra existem os morcegos comuns e morcegos dragões em regiões da Indonésia, que são mamíferos alados e voam. Os querubins de quatro asas que Ezequiel contemplou não eram seres vivos literais; eram figuras ou esculturas de anjos nos cantos ou nas paredes da nave espacial. De igual modo o profeta Isaías teve a mesma visão da nave espacial e disse que contemplou serafins que possuíam seis asas cada um. No entanto, esses serafins de Isaías eram os mesmos querubins de Ezequiel.

Esses seres não se movimentavam, não se mexiam, porque não estavam vivos, por isso, acompanhavam a nave para onde quer que fosse, mas não mudavam de posição, pois estavam fixados à ela. Logo, percebe-se que eram esculturas de anjos na parede da nave. E o apóstolo João, no Apocalipse, também teve a mesma visão, e confirmou que os serafins de Isaías são os mesmos querubins de Ezequiel que repetiam de contínuo a frase “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-Poderoso”. Só que essas vozes vinham dos alto-falantes que estavam por trás das esculturas dos anjos com quatro asas ao lado da nave. Leia com atenção, sem fanatismo religioso, os capítulos 1 e 10 do livro de Ezequiel para você compreender essa verdade.

“Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém” (Apocalipse 1:7).

“Tendo ele dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir” (Atos 1:9-11).

“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mateus 24:30).

“Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória” (Lucas 21:27).

“Então disse o Senhor a Moisés: Eis que eu virei a ti em uma nuvem espessa, para que o povo ouça, quando eu falar contigo, e também para que sempre te creia. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao Senhor (…) Ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões, relâmpagos, e uma nuvem espessa sobre o monte; e ouviu-se um sonido de buzina mui forte, de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu” (Êxodo 19:9,16).

“O Senhor desceu numa nuvem e, pondo-se ali junto a ele, proclamou o nome Jeová” Êxodo 34:5.

“E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvens para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. (…) Não desaparecia de diante do povo a coluna de nuvem de dia, nem a coluna de fogo de noite” (Êxodo 13:21-22).

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar” Ezequiel 1:4).

A “coluna de fogo” que alumiava o acampamento dos israelitas no deserto durante a noite era um feixe de luz emitido por holofotes diretos da nave que voava camuflada no meio de uma nuvem de fumaça.

O profeta Ezequiel teve a visão de uma nave espacial vindo camuflada envolta em uma nuvem, emitindo luzes para todos os lados, mas que dava para notar as labaredas de fogo emitidas de contínuo pelos motores.

Essa visão de Ezequiel não teve nada de “espiritual”. Foi uma visão real e física de seres celestiais (de outro sistema planetário) visitando a Terra.

A citação de Lucas 21:27 está mais correta ao afirmar que Jesus virá em uma nuvem, e não sobre as nuvens. A nave espacial descerá camuflada em meio a um nevoeiro.

MUNDOS OU UNIVERSOS PARALELOS NÃO EXISTEM. SÃO COISAS DA PURA FICÇÃO

Não acredito nessa estória de que existem mundos ou universos paralelos.

O crente pensa que o mundo de Deus, o Céu, é um mundo espiritual paralelo ao mundo físico, e que está localizado acima das nuvens. Só que isso é pensamento medieval, primitivo. O lugar fictício que os crentes chamam de CÉU nada mais é que o céu, o espaço sideral que está acima das nuvens. Céu não é um lugar específico. Céu é todo o espaço sideral. Jesus foi para o céu ou para os céus. Portanto, a palavra “céu” não quer dizer o nome de um lugar acima das nuvens, nem tão pouco uma cidade espiritual. Jesus foi para os céus, mas ninguém sabe exatamente para qual planeta ou sistema estelar ele se dirigiu. Alguns esotéricos dizem que os deuses do bem (Jesus e seus anjos) vem da estrela Sírius, da constelação de Cão Maior, e que Satanás e seus anjos vem da constelação de Órion, uma constelação equatorial. Órion significa Oriente ou Leste. Sabemos que os grão-mestres da Maçonaria cultuam Lúcifer. E as Lojas Maçônicas se denominam Loja do Grande Oriente.

O Céu ou o mundo para onde Jesus foi, acima, das nuvens, não é um mundo espiritual, muito menos um universo paralelo. O mundo para onde Jesus foi está localizado dentro deste mesmo Universo onde se encontra a Via Láctea e o planeta Terra.

“E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o sol” (Ezequiel 8:16).

No esoterismo e no ocultismo o Sol é símbolo de Lúcifer, e o número cabalístico do Sol é 36. E o triangular de 36 é 666.

Esses adoradores do Sol que Ezequiel se refere são os mesmos maçons de hoje. Os templos maçônicos são uma imitação do Grande Templo do Senhor construído por Salomão. Mas na hora de adorar o Sol (Lúcifer), eles ficam de costas para o templo. Eles ficam posicionados para o Oriente não só por causa do Sol nascente, mas também, porque o reino de Lúcifer está na Constelação de Órion.

O MAL QUE VEM DO NORTE

“Então me disse: Filho do homem, levanta agora os teus olhos para o caminho do norte. Levantei, pois, os meus olhos para o caminho do norte, e eis que ao norte da porta do altar, estava esta imagem do ciúme na entrada” (Ezequiel 8:5).

Na crença dos fanáticos religiosos e no entendimento dos direitistas, tudo que vem do Norte é tido como de esquerda ou do mal. Na concepção popular, tudo o que fica na parte Norte de um país é ruim. Veja, por exemplo: Coréia do Sul (regime democrático e do bem), Coréia do Norte (ditatorial e do mal); Irlanda do Sul (democrática e evangélica, do bem), Irlanda do Norte (católica e do mal); tem ainda Vietnã do Sul (democrático) e Vietnã do Norte (comunista). Aqui no Brasil temos as regiões Sul e Sudeste (com pessoas tidas como “melhores” e mais educadas); e do outro lado temos as regiões Norte e Nordeste (com pessoas tidas como ruins e sem cultura); o antigo povo hebreu se dividia em dois reinos: Reino do Norte (os samaritanos, povo rebelde, que eram discriminados e tratados como porcos pelos judeus do sul, e adoram a Deus no monte Gerizim (“não deiteis vossas pérolas aos porcos”), e Reino do Sul (reino governado pelo rei Davi, onde o povo adorava ao Senhor no grande Templo no Monte Moriá, e se achavam melhores e superiores aos samaritanos).

No entanto, essa concepção popular de que o mal vem do norte não passa de discriminação por causa de racismo e de crendices e preconceitos religiosos.

Na verdade, isso acontece porque os mais fracos dentre um povo ficam com a parte norte e nordeste de um território, que é a parte mais ruim e a que tem o solo mais seco e arenoso, enquanto que os mais fortes e os mais espertos ficam com a parte do sul e sudeste de um território onde o clima é melhor e o solo mais produtivo. Geralmente a parte mais ruim de um território, a parte desprezada, que sobra, é tomada pelos menos favorecidos, pelos rebelados, pelos pobres.

Também tem a questão do clima. Os europeus que migraram para o Brasil, se dirigiram para as regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde o clima é frio. Já os japoneses preferiram o Norte do Brasil, no caso Manaus, onde o clima é quente. Os alemães se fixaram no Paraná; os italianos em São Paulo; e assim por diante.

Porém, em geral, os colonizadores preferem se fixar na parte Sul e Sudeste de um território onde o clima é frio. Quando o Brasil-Colônia foi dividido em Capitanias Hereditárias, as regiões mais disputadas foram a Sul e Sudeste, por causa do clima e melhores condições do solo para plantio da cana-de-açúcar e do café. Os degredados se fixaram na região Nordeste. O Brasil começou a ser colonizado pela região Nordeste, tanto é que a nossa primeira capital foi Salvador, na Bahia. Depois da libertação dos escravos em 1888, os negros se concentraram na Bahia, Ceará, Pernambuco e no Maranhão. Quando mudaram a capital do Brasil para o Rio de Janeiro, os negros também passaram a se concentrar nesse Estado. O certo é que os brancos se concentram mais nas regiões Sul e Sudeste, enquanto que os negros, degredados, índios e asiáticos se concentraram nas regiões Norte e Nordeste. Daí surgimento do preconceito contra os do Norte.

A mesma coisa preconceituosa pode se dizer a respeito das cores preta e branca. Quem é de cor branca é do bem, tem alma, é mais inteligente, mais abençoado e querido por Deus. Já quem tem a pele negra são pessoas sem alma, e por isso, devem ser tratadas como animais, além do mais, essas pessoas tem pouca inteligência e são menos amadas e menos queridas por Deus. (Entenda que isto que escrevi é uma ironia).

“Para a banda do NORTE estará o estandarte do arraial de Dã, segundo os seus exércitos; e Aiezer, filho de Amisadai, será o príncipe dos filhos de Dã” (Números 2:25).

Na relação das 12 tribos de Israel descritas no Livro de Apocalipse a tribo de Dã não aparece; e alguns eruditos dizem que o Anticristo surgirá da tribo perdida de Dã.

“E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do NORTE” (Isaías 14:13).

Esta é uma referência indireta do profeta sobre Satanás, se referindo ao rei de Tiro. Repare que o texto diz “no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do NORTE”.

“Arvorai um estandarte no caminho para Sião; buscai refúgio, não demoreis; porque eu trago do norte um mal, sim, uma grande destruição” (Jeremias 4:6).

06/07/2017 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | Deixe um comentário

A RACIONALIDADE NÃO É DESENVOLVIDA INTEGRALMENTE PELOS RELIGIOSOS

*******
“O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei” (Oseias 4:6).

Só existem crenças absurdas e infundadas porque o homem não usa 100% a sua racionalidade.

Nunca discuta com pessoas burras

*******
Os humanos se diferenciam dos animais por uma característica especial: a racionalidade. Nós, humanos, somos seres racionais porque pensamos e temos consciência da nossa existência e do mundo em que vivemos. Já os animais, por serem irracionais, não têm noção da própria existência e nem do mundo que os cerca.

Por causa da consciência, nós humanos, sabemos discernir entre o certo e o errado, entre o justo e o injusto, entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio, entre a vida e a morte, entre a paz e a guerra; entre o real e o imaginário. Temos plena convicção que somos seres mortais e que um dia todos nós iremos morrer.

Conta-se que certo filósofo estava sentado, pensativo, num banco de praça de um lugarejo qualquer quando de repente uma pessoa desconhecida se aproximou e lhe perguntou: “Quem é você, de onde você veio e para onde você vai?” Aí ele respondeu: “É exatamente isto que estou há muito tempo querendo saber. Quem sou eu, de onde vim e para onde vou”. Na verdade, esses tipos de questionamentos são exageros filosóficos, pois, todo ser humano, sendo racional, sabe quem é, de onde veio e para onde vai. Ou seja, todo ser humano sabe ou devia saber que é uma espécie animal que surgiu na Terra (seja por criação ou por evolução), que nasceu, cresceu e vai gerar descendentes, e depois irá envelhecer e morrer como os demais seres mortais. O problema é que os filósofos religiosos querem levar essa polêmica para além das razões humanas. Aí ficam questionando: Será que foi Deus que criou o homem na Terra ou foram os extraterrestres que nos colocaram aqui? Qual o propósito da nossa existência aqui na Terra? Será que após a morte tudo se acaba ou somos encaminhados para um plano transcendental superior ou inferior? E por aí vai os questionamentos.

RACIONALIDADE X CONSCIÊNCIA

O que é ser racional? Será que racionalidade é sinônimo de consciência?

Nem todos os conhecimentos das ciências humanas devem ser tratados como verdades absolutas. Até mesmo nas ciências ditas “exatas” há estudos que carecem de aperfeiçoamento.

Sobre a questão da racionalidade e da consciência humana existem bastantes estudos científicos, embora não se constituam em verdades absolutas.

Vejamos os significados de ‘ética’, ‘instinto’, ‘inteligência, ‘razão’, ‘racional’, ‘irracional’ e ‘consciência’.

Ética“Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Instinto “Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado”.

Inteligência –  “Faculdade de aprender, compreender as coisas, própria da espécie humana e também dos animais superiores; maneira de entender ou interpretar; destreza mental; habilidade”.

Razão“Faculdade que tem o ser humano de avaliar, julgar, ponderar ideias universais; raciocínio, juízo; inteligência; bom senso; juízo; prudência”.

Racional “Que usa da razão; que raciocina; que se deduz pela razão”.

Irracional“Não racional; onde a razão não intervém; que não raciocina; contrário à razão”.

Consciência“Atributo altamente desenvolvido na espécie humana; faculdade de estabelecer julgamentos morais dos atos realizados; conhecimento imediato da sua própria atividade psíquica ou física; conhecimento, noção, ideia”.

Acredito que a consciência é um atributo diferente da racionalidade. Porém, ambas caminham juntas na espécie humana. A consciência veio depois da racionalidade, e é um atributo inerente da espécie humana. A racionalidade foi se desenvolvendo aos poucos, mas a consciência parece que surgiu num passe de mágica. Os animais superiores não são totalmente irracionais. Todos os animais superiores desenvolvem algum nível de racionalidade. O problema é que os estudiosos dessa área do conhecimento humano não admitem que os animais possam pensar ou raciocinar.

Sei que é difícil admitir que um animal pense ou raciocine. Porém, como sei que as definições de racionalidade e consciência não são verdades absolutas, posso admitir que os animais superiores desenvolvem algum nível de raciocínio. Sabemos que o pensamento ou raciocínio se desenvolve no cérebro, na cabeça, e também sabemos que todos os animais superiores possuem cabeça e cérebro, embora em estágio menos desenvolvido em relação aos humanos. Se existe cérebro nos animais, então existe a possibilidade de pensamento, embora não seja lógico e organizado.

Se o homem veio de um ancestral primata que não desenvolvia a racionalidade, e evoluiu até atingir a consciência plena, por que não podemos admitir que outras espécies de animais ainda estão em estágio de desenvolvimento cerebral, até que possa atingir a consciência? Se não podemos admitir isso, então, temos que acreditar que o homem foi uma criação de Deus, e que já trouxe em si a faculdade da consciência ou racionalidade.

Na natureza existem certos animais que se organizam e planejam a melhor forma de como capturar uma presa, como no caso dos leões. Ora, será que isso não é uso do raciocínio e do pensamento! Sei que é difícil se admitir tal conjectura. Mas, o conhecimento nessa área ainda não é conclusivo. Posso estar certo ou errado.

Os elefantes, por exemplo, são animais que possuem cérebros tão evoluídos que, se fossem conscientes e tivessem cordas vocais como os humanos, falariam e conversariam uns com os outros. Alguns biólogos acreditam que os elefantes raciocinam, pois, executam ações que exigiriam reflexão e raciocínio.

Os seres humanos, apesar de possuírem a consciência inata, não desenvolvem conhecimentos e habilidades sem raciocínio e sem experiências. Da mesma forma os animais superiores também carecem de experiências e pensamentos para desenvolver habilidades. A diferença básica entre homens e animais é a consciência, e não a racionalidade. Os animais também desenvolvem certo nível de racionalidade. O tempo é o senhor da razão. Se meus questionamentos são inadmissíveis, é porque ou estou equivocado ou meu conhecimento é maior do que os que foram oficializados como verdades. Toda pessoa que questiona as coisas além do senso comum, é taxada de louca ou herege.

Uma coisa eu sei: É menos burrice acreditar que um animal possa pensar, mesmo que de forma ilógica, do que crer que uma cobra possa falar mesmo sem possuir cordas vocais, que anjos/querubins possuem quatro ou seis asas, que no céu tenha criações de cavalos alados, ou que uma galinha se transformou em dinossauro e que o homem evoluiu de um primata.

“Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1).

“Cada um tinha quatro rostos e cada um quatro asas; e debaixo das suas asas havia a semelhança de mãos de homem” (Ezequiel 20:21).

“Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava” (Isaías 6:2).

“Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro” (Apocalipse 19:14).

Embora os animais superiores não desenvolvam o senso de ética e de justiça – visto que não possuem consciência –, mas todos desenvolvem algum nível de inteligência e racionalidade, mesmo pequeno que seja. Os estudiosos dizem que os animais agem por instinto, e uns apresentam alto grau de inteligência, mas que esta não está ligada à racionalidade. Porém, sabemos que os animais tem noção do perigo, sabem que podem morrer, sabem que o fogo queima; sabem que, se cair de um precipício, podem morrer; sabem que se morder com força pode ferir o seu semelhante. Em outras palavras, os animais desenvolvem um nível de inteligência, e a inteligência está relacionado à racionalidade. Só é inteligente quem possui algum nível de racionalidade. E a racionalidade deriva da razão de ser das coisas. O joão-de-barro, além de construir sua casa de alvenaria, a constrói próximo a um enxame de mariposas, com a intenção de proteger suas crias dos predadores. E as abelhas, será que elas constroem suas colmeias de forma tão engenhosa apenas por inteligência, ou há uma pitada de racionalidade nisso? Acredito que os animais não fazem certas coisas inteligentemente sem pensar. Certos animais também pensam antes de realizar as coisas. Temos muitos exemplos disso na natureza. A mosca não tem a mesa capacidade cerebral das abelhas. Existe algo muito superior no cérebro das abelhas. Os animais sabem que podem cair e se machucar e morrer; os animais que não sabem nadar, sabem que se cair na água podem morrer afogado. Ora, o que é isso? É força do instinto, é inteligência ou racionalidade? Lógico que deve ter um pouco de racionalidade nisso. Se inteligência é destreza mental, logo, os animais superiores possuem mente, pois, também são inteligentes. E se possuem mente, eles de certa forma desenvolvem algum nível de raciocínio. A espécie humana, devido ao desenvolvimento maior e mais complexo do cérebro, possui um alto nível de racionalidade. E a consciência veio para se somar à racionalidade. Acredita-se que a consciência humana surgiu devido ao número elevadíssimo de sinapses ou conexões neurais do cérebro. Partindo desse princípio, os cientistas estão tentando desenvolver um computador que simule trilhões de conexões neurais, de forma que se torne uma máquina consciente. E acredito que esse feito não é impossível de se realizar. O computador é uma máquina, e age com inteligência ou com certo nível de racionalidade, porém, não possui consciência.

TODO SER HUMANO QUE FAZ USO CORRETO DE SUA RACIONALIDADE É PERSEGUIDO E CRITICADO

Um dos juristas mais respeitados da atualidade é o prof. Alysson Leandro Mascaro, jurista e filósofo do direito e professor da Faculdade de Direito da USP. Em uma de suas palestras, o prof. Alysson destaca a perseguição que sofreram os filósofos da antiguidade, que ensinavam a verdade sobre as coisas, mas que os políticos e religiosos da época não aceitavam. Os filósofos da antiguidade romperam com o misticismo e com as crenças, e passaram a pensar o mundo racionalmente, por isso, foram perseguidos. Mataram o filósofo Sócrates à semelhança de Cristo por ter contrariado as crendices de sua época. Da mesma forma também o filósofo Platão foi preso, perseguido e exilado. Aristóteles também foi perseguido. Na verdade, como diz o prof. Alysson, o verdadeiro filósofo recebe pedradas do seu tempo e não aplausos. Referiu-se ainda à perseguição que sofreu o matemático e astrônomo Galileu Galilei.  Diz o professor: “Durante a história do Cristianismo, o Cristianismo não aceitou um pensamento filosófico que fosse divergente dele próprio. A Idade Média teve uma fé consolidada, teve uma doutrina religiosa consolidada e todos aqueles que foram melhores do que a própria religião, do que o próprio pensamento religioso, eram os hereges. Se alguém dissesse que se nós somos cristãos, Jesus é nosso irmão, então todo mundo é irmão um do outro, e que portanto, vamos dividir toda a comida do mundo entre todas as pessoas, porque todos são irmãos, no tempo no qual a humanidade na Idade Média já era cristã, mas era feudal (era só um senhor feudal que tinha tudo; o resto passava fome), se alguém dissesse que ser cristão é dividir o pão com todas as pessoas, este era herege, e os cristãos mandavam pra fogueira. Joana D’Arc é um exemplo de mulher que, ao contestar, o seu tempo e a religião, só lhe restou o caminho da fogueira. Então, se nós observarmos, a História da humanidade nunca gostou da própria filosofia, nunca gostou de um pensamento mais avançado. Giordano Bruno, por falar que não é o sol que gira ao redor da Terra, mas o contrário, foi a Igreja cristã que mandou matá-lo. Com Galileu Galilei quase aconteceu a mesma coisa. Resultado: a história das religiões não gosta da filosofia; também não gosta da Ciência, não gosta da racionalidade, tirando-se raras exceções”.

“Aquele que pensa longe, em geral, ele contrasta com o seu tempo e recebe as pedradas do seu tempo”. (prof. Alysson Leandro Mascaro).

Não defendo o puro racionalismo, mas acho que as nossas crenças religiosas devem ser sustentadas por algo mais racional.

A LEI PRIMORDIAL DA RACIONALIDADE HUMANA

A Lei primordial da racionalidade humana é a capacidade de discernir entre o que existe e o que não existe, entre o que é real e imaginário. Se alguém acredita em coisas que não tem certeza se existem, e vive em função delas, então, este não está fazendo uso da Lei primordial da racionalidade; e, portanto, não está sendo 100% racional.

O problema em aceitar o meu argumento é que, na concepção dos religiosos, o contrário de ‘crer’ chama-se ‘ceticismo’. Só que não é bem assim a definição de ceticismo. Cético não é aquele que não crê em coisas espirituais. Ceticismo é o estado de quem duvida de tudo; que tem descrença total, não só no campo material, mas no espiritual, na capacidade humana de chegar a qualquer conhecimento ou verdade absoluta.

O ato de crer não está relacionado somente a assuntos espirituais. Não crer em algo não quer dizer que eu seja cético ou semirracional ou demasiadamente racional. Ao contrário, se digo que não creio porque não há provas se algo existe, se é real ou imaginário, logo, estou fazendo uso correto da razão ou racionalidade; estou agindo racionalmente. Mas, se digo que creio em algo mesmo não tendo provas se é real ou imaginário, logo, não estou fazendo uso pleno da racionalidade. Neste último caso, a pessoa não está agindo por si mesma, mas está sendo induzida por uma crendice ou por uma doutrinação religiosa. Ou, em último caso, está fazendo uso do seu livre arbítrio, acreditando em algo imaginário por pura teimosia.

Nós, humanos, somos racionais e conscientes da nossa existência. Sabemos que existimos porque pensamos e enxergamos o mundo ao nosso redor; porque vemos e ouvimos outras pessoas falar e interagir; porque sentimos dores, frio, calor, a paz, a tempestade e a bonança. Temos noção do mundo que nos cerca e das coisas físicas que existem na Terra e no Universo. Porém, existem coisas que muitos humanos imaginam existir, mas não podem provar que aquilo exista realmente. Logo, esse “distúrbio” não faz parte da racionalidade. Pois, se você acredita em algo imaginário, que não se pode provar pela razão, isso não é atitude normal de um ser racional. Neste caso, mesmo a pessoa sendo racional, ela não está fazendo uso pleno de sua racionalidade, e age por teimosia ou por causa de uma doutrinação religiosa.

UMA DAS CARACTERÍSTICAS DO SER RACIONAL É A CAPACIDADE DE DISCERNIR ENTRE O QUE EXISTE E O QUE NÃO EXISTE; ENTRE O QUE É POSSÍVEL E O QUE NÃO É POSSÍVEL EXISTIR; ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO.

Mesmo o ser humano sendo racional, ele pode optar por acreditar naquilo que lhe der na telha. Só que isso acontece porque ele mistura crendices religiosas com sua racionalidade. Na verdade, junto da racionalidade está a liberdade humana e o livre arbítrio. E tudo isso misturado, faz com que muitos seres ditos racionais, ajam como seres semirracionais. Não é porque temos livre arbítrio que vamos acreditar em coisas que não temos certeza se existem. Temos que colocar a mão na consciência e ver se estamos usando 100% a nossa capacidade de raciocinar ou se estamos deixando outras pessoas pensarem por nós – no caso, os religiosos.

Chegará o tempo em que a humanidade estará num estado tão avançado culturalmente que as autoridades proibirão toda crença religiosa baseada em teorias que são impossíveis de serem comprovadas cientificamente e pela razão. Portanto, antes desse dia chegar, os crentes devem fundamentar suas crenças em algo mais racional, que seja possível um dia ser comprovado pela Ciência.

O físico Albert Einstein formulou várias teorias sobre as leis que regem a organização da matéria e do Universo, que não puderam ser comprovadas cientificamente em sua época, mas que agora os cientistas modernos estão conseguindo comprovar, devido ao avanço tecnológico. De igual modo, os teóricos evolucionistas também criaram alguns postulados sobre a mutação e transição de uma espécie para outra espécie – o tal elo perdido –, mas que ainda não puderam ser comprovados pela Ciência. Mas, se não for possível achar o elo perdido, então, os naturalistas deverão abandonar suas teorias infundadas, e não ficar na teimosia de acreditar em coisas que se sabe que nunca poderão ser comprovadas. Mesmo que os cientistas sustentem a Teoria do Big-Bang e a Teoria da Evolução sem apresentar provas convincentes, porém, ninguém vive em função dessas coisas. Ninguém vive adorando os dinossauros e nem venerando os ancestrais do homem. Já em relação às teorias e crenças religiosas, mesmo que nunca haja comprovação que algo exista, os crentes não deixam de crer, e prosseguem ensinando coisas imaginárias, e vivem em função delas. No caso dos religiosos, eles fundamentam suas crenças não como teorias, mas como verdades absolutas. E isso não é atitude normal de quem é racional. A doutrina de Deus deveria ser chamada de teoria da existência de Deus. A doutrina da criação de Deus deveria ser chamada de teoria da criação divina. A doutrina da Trindade deveria ser tratada como teoria e não como uma verdade absoluta. Os teólogos fundamentam suas crenças como verdades absolutas porque partem da premissa de que a Bíblia é a “verdade absoluta”. Fundamentam certas crenças que não podem ser comprovadas pela razão como verdades absolutas, e vivem em função delas. Chegará o dia em que as autoridades proibirão qualquer tipo de crença que se sabe que nunca poderá ser comprovada cientificamente.

Quando estudava sobre o tal “elo perdido”, cheguei a pensar que pudesse existir uma raça da espécie humana ainda em estágio de transição da condição de semiconsciente para consciente, ou de semirracional para racional. Segundo a Teoria da Evolução, o homo sapiens evoluiu de um ancestral mais desenvolvido que um primata, uma espécie de hominídeo que ainda não era consciente. Mas, parece que depois do homo sapiens (homem inteligente), a espécie humana não evoluiu muito, ou ainda está caminhando lentamente em estágio de evolução, e não se encontra plenamente consciente ou racional. Porém, muitas pesquisas foram feitas sobre as diversas raças da espécie humana, e constatou-se que as raças mais primitivas, como os índios americanos, os aborígenes australianos e pigmeus da África mantinham o mesmo grau de evolução craniana, e mostraram-se plenamente conscientes e inteligentes. Apesar desses estudos, acredito que nem todas as pessoas que nascem desenvolvem o mesmo grau de consciência e racionalidade.

Até hoje os paleontólogos não conseguiram encontrar o elo perdido ou fóssil da espécie humana em estágio de transição da condição de irracional para semirracional ou semiconsciente. Sempre o estágio encontrado é de irracional para racional. Parece que a consciência humana surgiu num piscar de olhos. O homo sapiens, não sendo racional, dormiu e acordou como um ser racional. Por causa disso, os religiosos desacreditam na Teoria da Evolução e afirmam categoricamente que a espécie humana foi uma criação especial de Deus, e desde quando o homem foi criado, já desenvolvia a plena consciência e racionalidade. Se por um lado os teóricos evolucionistas estão certos, há um ‘porém’ nisso tudo. Segundo a Paleontologia e os estudos da Pré-História, há um curto espaço de tempo na transição quando os humanos deixaram a condição de bárbaros para se tornarem civilizados. Se foi necessário se passar milhões de anos para os hominídeos se tornarem homens inteligentes, até chegar à condição de racional, por que os períodos pré-históricos conhecidos como pedra lascada (paleolítico) e pedra polida (neolítico) são medidos em milhares de anos e não em milhões de anos? Portanto, por ser muito curto o tempo entre o período paleolítico e neolítico, a espécie humana ainda se encontra em estágio de formação da consciência e racionalidade plena. No entanto, não creio em tudo que ensina a Teoria da Evolução. Acredito que a Raça Adâmica foi uma criação especial de Deus.

SOBRE O ELO ACHADO

O peixe-boi da Amazônia pode ser um modelo de “elo achado”. Pois, esta espécie de mamífero aquático parece estar em estágio de transição ou mutação entre uma espécie e outra. Ou o peixe-boi é um boi que está evoluindo para se tornar um peixe, ou é um peixe que está evoluindo para se tornar um boi.

O MUITO CONHECIMENTO TAMBÉM AJUDA A DESENVOLVER A RACIONALIDADE, MAS NÃO É SUFICIENTE.

Se é verdade que o homem (raça dos Atlantes e raça Adâmica) evoluiu de um ancestral não racional, não consciente, então, ele ainda se encontra em estágio de aperfeiçoamento de sua racionalidade e de sua consciência. Existem pessoas que já desenvolvem a plena racionalidade desde pequeno, pois, não acreditam em coisas que não se podem provar. Enquanto que tem outros que mesmo tendo muita cultura ou alto grau de estudo, mesmo assim, acredita em coisas que não se podem provar. É o caso dos religiosos. Mas há também pessoas não religiosas que acreditam em fantasias. Eu, por exemplo, desde os quatorze anos de idade, convivi na igreja ouvindo sermões dos pastores nos cultos de doutrina e lendo ensinos das revistas de escola dominical, além de ter lido toda a Bíblia e mais outros livros teológicos, mas nunca fui um crente fanático, acreditando nas coisas ditas “espirituais” de qualquer jeito. Nunca achei que certos ensinos bíblicos são verdades absolutas. Sempre busquei respostas para as minhas dúvidas, embora não externasse nada para os pastores, pois, se as externasse, eles iriam dizer que eu estava precisando me converter novamente e ler direito a Bíblia.

Adquirir muito conhecimento na área da Ciência e na área teológica também ajuda a desenvolver a racionalidade, desde que o tal conhecimento adquirido sirva para sanar as dúvidas que inquietam a consciência humana. Tem pessoas com ensino superior, e que fazem curso de Teologia, mas, estudam por estudar, só para fixar regras da Hermenêutica, da exegese, da homilética, da escatologia e do corpo de doutrinas da denominação a qual pertencem, mas não  usam esses conhecimentos para questionar a veracidade de suas crenças. Seja verdade ou não, o importante é que se formam em Teologia, e vivem em função de suas crendices.

Só sei de uma coisa: o ser humano que desenvolve ou exercita a sua racionalidade é mais lúcido, e não fica sujeito ao engano religioso.

O ser humano que desenvolve mais a sua racionalidade não tem instinto assassino nem atitude de desonestidade; é pacato, preza pela paz, melhora seu senso de justiça e sentimento de amor pelo próximo.

As pessoas religiosas tendem a ser mais corruptas porque não desenvolvem plenamente a sua racionalidade. Aqui no Brasil, por exemplo, os grandes políticos e empresários presos por corrupção são pessoas religiosas, e não demonstram nenhum remorso por serem desonestas. No Japão, país onde a maioria da população é ateísta, o político ou agente público preso por corrupção demonstra grande constrangimento e remorso, e muitos até se suicidam. Os países europeus são desenvolvidos culturalmente e economicamente, e são países onde há menos corrupção e baixíssimo índice de criminalidade, e grande parte da população é ateísta, não seguindo nenhuma religião ou credo. De certa forma, adquirir bastante conhecimento também ajuda a desenvolver a racionalidade. E o desenvolvimento da racionalidade melhora o ser humano enquanto pessoa.

A QUESTÃO DA FÉ RELIGIOSA

O surgimento da fé religiosa foi o motivo de todo esse embaraço na mente dos seres racionais. Por causa da fé religiosa, muitos humanos ficam com preguiça de pensar, e não fazem uso de 100% de sua capacidade de raciocinar. Limitam-se a acreditar no que os livros de suas religiões ensinam e não procuram questionar nada. Geralmente os crentes não usam 100% da sua capacidade de raciocinar e deixam que os líderes religiosos, fundadores de seitas, pensem por eles.

Na Bíblia existe a definição de fé de acordo com a visão religiosa. E para os crentes, isso é mais do que suficiente, pois, não podem questionar nada. Vejamos:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

Vejam que quase nenhum crente comum ou teólogo questiona se essa definição de fé religiosa está certa ou errada. Eles não questionam porque já tem a mente condicionada para acreditar em tudo o que está escrito na Bíblia. “Se a Bíblia diz, então, é verdade” – dizem. Ou seja, para o crente, se algo está escrito ou definido na Bíblia, então é uma verdade absoluta e não se pode questionar. Só que essa atitude impensada tem levado muitos incautos a acreditar em coisas absurdas, além da racionalidade humana.

Observe que a primeira parte da definição de fé, de Heb. 11:11, está correta. Mas, a segunda parte não é uma verdade absoluta, pois, fé não é prova de nada. A minha fé não me garante (não prova) que se hoje eu jogar na mega-sena, amanhã eu serei um milionário. Mas, o crente fanático pode dizer que eu não ganho na loteria por falta de fé. Ora, ora, ora! E se eles têm bastante fé, por que nunca ganham o grande prêmio da loteria? Logo, percebe que esse conceito de que “fé é a prova das coisas que se não veem” não passa de uma grande furada.

TIPOS DE FÉ

Há pelo menos quatro tipos de fé. E a quarta é igual à terceira.

Primeiro: a fé que é sinônimo de confiança e esperança, mas que não é prova de nada. Esse tipo de fé é comum e normal, e está dentro da racionalidade humana. Sobre esse tipo de fé temos exemplos na Bíblia. Esse tipo de fé é o ato de acreditar no impossível, e não no imaginário.

“E que mais direi? Pois me faltará o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas; os quais por meio da fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros” (Hebreus 11:32-34).

Segundo: a fé que é um testemunho autêntico que determinados pessoas dão por escrito com sua devida assinatura; ou declaração que se faz perante um juízo ou no julgamento de uma causa na justiça acerca de atos ou fatos que se diz serem verdadeiros.

Terceiro: a fé ou crença religiosa naquilo que não se pode ver ou comprovar materialmente (e muito menos espiritualmente). Esse tipo de fé é a base dos ensinos teológicos. Sem a fé religiosa não existe Teologia. Para os religiosos, esse tipo de fé é normal. E para provar, utilizam-se de muitos textos bíblicos, principalmente os da Epístola aos Hebreus. Porém, todas as crenças baseadas na fé religiosa não passam de teorias ou imaginações da mente humana. Toda a crença em Deus, no céu, no inferno, no Diabo, nos anjos e nos demônios é baseada em teorias. Não existe nenhuma prova concreta de modo que se possa afirmar categoricamente que essas coisas imaginárias das crenças religiosas existam. Vejamos o texto extraído da Epístola aos Hebreus:

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial” (Hebreus 11:13-16).

Ora, esses três últimos textos que acabei de citar extraído da Epistola aos Hebreus são apenas suposições de algo que se imagina ser ou existir. Por exemplo, o texto diz: “Todos estes [homens e mulheres crentes] morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria”. O que é isso, senão imaginações da mente do escritor! E o próprio diz que esses crentes não alcançaram as promessas, mas através da fé, imaginaram que um dia alcançariam. E na verdade, eles não imaginaram coisa nenhuma sobre pátria nos céus. O escritor é que diz que eles imaginaram, pois, segundo o ensino do Judaísmo, os hebreus jamais tinham por esperança uma pátria nos céus. A esperança que tinham era de um dia ressuscitar e habitar aqui mesmo na Terra, num reino preparado por Deus para eles. Logo, esse tipo de fé ou crença religiosa não prova nada, não é certeza de nada. Para o crente, a questão da fé no imaginário é coisa “normal”. Mas, é “normal” para quem não faz uso de 100% da sua racionalidade. Porque, se a pessoa botar a cabeça pra funcionar, vai constatar o tanto de ilusões que sua mente alimenta.

Quarto: a fé que é sinônimo de teimosia, ignorância ou burrice, a famosa fé cega. Esse tipo de fé acontece porque a pessoa faz pouco uso de sua racionalidade. Ela tem preguiça de pensar, não questiona a fundo as coisas, e deixa a ignorância lhe dominar a mente. Quando o crente é questionado a mostrar uma prova que Deus existe, ele faz referências a um monte de coisas que não se pode provar. Como ele não pode apresentar nenhuma prova concreta de que Deus exista, então, ele parte para a teimosia ou ignorância, e diz que acreditar em Deus é questão de fé. E acredita, e pronto, e acabou-se. Logo, conclui-se que essa atitude do crente não é plenamente racional. Ele permanece na sua crença em algo que não se pode provar por pura teimosia ou por ignorância.

CONCLUSÃO

Jesus disse aos seus discípulos: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível” (Mateus 17:20). Muitos crentes tomam esse ensinamento de Cristo de forma literal, achando que alguém com muita fé pode remover uma montanha de lugar, ou fazer um avião cair, ou uma pedra flutuar. Onde já se viu alguém removendo uma montanha de lugar? Nem mesmo Deus fez isso. Quando os israelitas estavam no deserto fugindo do Egito e da ira de Faraó, cercados de montanhas por todos os lados, por que Deus não removeu as montanhas para que o povo pudesse passar? Será que era mais fácil remover as águas do Mar Vermelho que remover uma montanha de lugar? Na verdade, Jesus estava ensinando seus discípulos a ter confiança firme e inabalável em seus propósitos. Com confiança em Deus e muito otimismo o crente pode fazer o impossível – mas dentro da racionalidade. É isso que Jesus quis nos ensinar.

Portanto, se somos seres racionais e conscientes, temos que ter mais do que a fé cega para firmarmos a nossa crença em Deus. Por isso, todo o meu ensino sobre a Bíblia, Deus, os anjos, Satanás, céu, inferno, demônios, ressurreição e doutrina das últimas coisas é baseado e fundamentado na razão e não em fé cega. O autor da Epístola aos Hebreus diz que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Porém, acho que essa afirmação não é uma verdade absoluta. Trata-se de uma opinião exagerada, vinda de um religioso muito fanático. Pois, se isso for uma verdade absoluta, a conclusão que se tira é que Deus gosta que os crentes exercitem a fé cega para que possam ser mais facilmente manipulados. E eu não quero ser manipulado por ninguém. Se Deus nos concedeu o livre-arbítrio, por que temos que escolher ser manipulado por Ele? Não acho que Deus quer que os crentes acreditem n’Ele de qualquer maneira, e obedeçam cegamente aos seus mandamentos sem questionar nada. Para isso temos a capacidade de discernir entre o que é normal e absurdo.

Eu acredito em Deus, nos anjos e em Satanás, mas não da forma como 99,9% dos crentes acreditam. Acho uma grande bobagem acreditar que Deus é um ser infinito, maior que o próprio Universo, e que, apesar de subsistir em forma de Espírito, é um ser pessoal, e mesmo assim, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo e sabe de tudo que acontece, pois, nunca dorme. Como um ser pessoal e ‘definido’ pode estar presente ao mesmo tempo em todos os lugares? Só sendo louco mesmo para acreditar em tamanha discrepância! Acreditar em Deus dessa maneira, para mim, é o cúmulo da loucura humana. E para piorar ainda mais a loucura, os crentes acreditam que Deus é um ser composto de três pessoas em uma só (a tal trindade), e apesar de cada um ser distinto e agir separadamente, mas os três são indivisíveis. Porém, se um deles quiser se encarnar, ele se separa do corpo misto e vem aqui na Terra, mas continua sendo onipresente e onisciente. Existe maior loucura do que esta dos crentes?!

Não creio que Deus tenha criado o Universo, mas, sim, que Ele surgiu dentro do Universo. O Universo sempre existiu com toda sua matéria (massa) e suas leis inerentes, e vive em constante revolução, onde os elementos químicos e os astros (estrelas e planetas) se criam e se organizam, se destroem e se recriam. A idade do Universo é estimada em mais de 13 bilhões de anos, e a idade da Terra em cerca de 4,5 bilhões de anos. O homem inteligente surgiu há milhares de anos, enquanto que Deus surgiu há milhões ou bilhões de anos. Acredito que Deus foi o primeiro ser vivo de uma espécie que surgiu no Universo e evoluiu a tal ponto de se tornar um ser perfeito. E creio também que Deus realizou criações dentro do Universo, mas não criou a Terra.

Sinceramente, acho uma grande idiotice a crença popular que imagina que Deus estava adormecido eternamente no “nada” (no éter, de onde vem o termo eterno), e de repente acordou, e resolveu criar o Universo, criar a Terra, e depois criar o homem, tudo isso num período de 6 ou 10 mil anos atrás. O ser humano que alimenta essa crendice louca não merece ser chamado de ser racional, mas, sim, de hominídeo, com mente medíocre e pré-histórica.

É ilógico imaginar que Deus estava adormecido no “nada” e, de repente, acordou e resolveu criar as coisas, visto que a doutrina de Deus diz que Ele é um ser perfeito, infinito, completo, e não necessita de nada material que lhe propicie prazer. Antes de Deus criar os anjos, a Terra física e o homem há 6 mil anos atrás, onde Ele estava, e o que fazia? Se Deus é eterno, e todas as coisas físicas e seres mortais vieram depois dele, onde Ele estava e o que fazia? A conclusão lógica é que Deus teve um princípio. E se não teve princípio, então, Ele é parte integrante da própria matéria física. O termo “eterno” significa “aquele que está adormecido no éter”. E o éter é um antigo termo esotérico utilizado para designar a massa do Universo em seu estado primário onde Deus estava adormecido. Tem lógica um absurdo sem tamanho como este?

Quando eu vivia enganado pelos ensinos religiosos, aprendi que Deus havia criado o mundo através do poder de sua palavra, isto é, através do poder de sua voz. Ou seja, Ele ordenou que as coisas fossem criadas e tudo foi se criando de forma perfeita e organizada. Depois, aprendi na escola secular que o Universo ainda continua em expansão infinita, formando astros, sistemas solares e outras galáxias. Aí me lembrei do que tinha aprendido na igreja, e “entendi” que o Universo continuava em expansão infinita por causa do poder da voz de Deus que até hoje continua ecoando no espaço infinito. Mas, depois que “cresci” no conhecimento, vi o quanto de bobagens a gente aprende na igreja com os religiosos. E, na verdade, os cientistas e astrônomos não têm provas concretas de que o Universo continua se expandindo. Os astrônomos observam através dos telescópios que as galáxias mais distantes estão se afastando uma das outras em grande velocidade. Mas, isso é falta de bom senso. Se nós estivéssemos fora da Terra, num lugar bem distante e sem gravidade, iríamos notar que a Terra também gira sob o seu eixo em alta velocidade. E é exatamente assim que os astrônomos veem o movimento das galáxias sob o seu próprio eixo, e acham que elas estão crescendo e se expandindo infinitamente. Atente para uma coisa: Quanto mais a gente se distancia de um astro ou uma galáxia, mais rapidamente a gente ver esse objeto fazer o movimento de rotação sobre o seu eixo. A gente não vê a Lua girar sob o seu eixo de forma rápida porque nos encontramos muito próximo dela, e também porque o próprio planeta Terra está girando sob o seu próprio eixo. Se a Terra ficasse parada, fixa no espaço por uma hora, os astrônomos iriam poder observar visivelmente através de telescópios o movimento de rotação da Lua. Um observador da Terra olhando uma galáxia muito distante é como se ele estivesse parado, fixo no ponto qualquer do espaço. Daí a razão de ele achar que as galáxias giram e se afastam uma das outras em grande velocidade.

ARGUMENTO DE UM MENINO DE 12 ANOS DE IDADE QUE PÕE EM CHEQUE A CRENDICE DE QUE DEUS TENHA CRIADO AS COISAS DE FORMA INTELIGENTE E COM ALGUM PROPÓSITO.

Meu filho de 12 anos não lê os textos que escrevo e publico no meu blog, mas sei que deve ter lido alguns textos que postei no meu facebook. Um dia desses o ouvi fazendo o seguinte questionamento: “Não sei por que Deus criou o Universo tão grande se o homem que ele criou aqui na Terra não pode explorá-lo”. Depois, eu o questionei e perguntei de onde ele tinha tirado essa ideia ou onde ele havia lido sobre o que ele havia acabado de questionar. Aí ele falou que tinha conversado sobre esse assunto com um colega dele. E disse mais: “Se Deus criou o homem para salvar e depois levar para o céu (um lugar espiritual, não físico), por que ele criou a Terra e o Universo tão grande?”.

Realmente, o questionamento de um menino põe em cheque as crendices que Deus tenha criado as coisas com propósito e para seu deleite e prazer. Crentes e teólogos fanáticos são unânimes em afirmar que o homem foi a única criatura inteligente que Deus criou na Terra e no Universo, depois dos anjos. E acham que o homem está preso aqui neste planeta, e aqui todos irão perecer. E os humanos que não perecerem, serão salvos e levados para o Céu, um lugar espiritual – que parece que se localiza até fora deste Universo físico –, e a Terra será destruída. Partindo dessa lógica, qual o propósito de Deus ter criado a Terra e o todo o Universo, com bilhões de estrelas e planetas? Será que foi uma atitude inteligente criar um Universo tão grandioso e um minúsculo planeta num cantinho qualquer da Via Láctea para nele colocar o homem, e depois salvar os que foram obedientes e fieis, e levá-los para um lugar espiritual fora deste mundo físico? Se Deus vai levar os humanos salvos para habitar num mundo espiritual, o que acontecerá com a Terra e o Universo físicos? Será que o Universo ficará esquecido, envelhecendo, até perecer, enquanto Deus estará com os salvos num mundo espiritual, não físico?

Para saber o que penso e o que ensino sobre Deus, sobre a Bíblia, sobre as doutrinas das últimas coisas, leia os textos do meu blog.

Se você quer enxergar as coisas sob um ângulo diferente, leia os textos do meu blog. Chega de tanta ignorância! Os ateístas e céticos combatem os crentes porque suas crenças são sustentadas por uma fé cega. Vamos sustentar nossas crenças com coisas racionais, que se possam provar. No meu blog tenho me esforçado bastante para apresentar uma interpretação dos textos bíblicos de forma mais convincente, mais racional. Se continuarmos com essa tolice e teimosia de acreditar nas coisas espirituais de qualquer jeito, sem apresentar nenhuma prova satisfatória dentro da realidade e da racionalidade, seremos sempre rejeitados e combatidos por falta de sabedoria.

Dizem que os humanos não usam nem 10% de sua capacidade cerebral. E os crentes não chegam a usar nem 50% de sua racionalidade – por preguiça de pensar.

__________________________
Falou e disse Miquels7

 

29/06/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA | , , , , , | Deixe um comentário

ALÔ, COXINHA! TE ENGANARAM DIZENDO QUE FHC-PSDB ENTREGOU O BRASIL AO PT-LULA PREPARADO PARA CRESCER

*******

Olá, coxinhas de todo o Brasil, direitistas, fundamentalistas religiosos e alienados que odeiam Lula e o PT, se ainda não viram o vídeo, abaixo, por favor, vejam e não se iludam. Ouçam da própria boca de FHC como ele conseguiu quebrar o Brasil três vezes com esse negócio de neoliberalismo, arrocho salarial, e altas taxas da Selic para segurar o consumo e a inflação.

FHC entregou um Brasil quebrado e falido, com inflação alta. A única coisa aparentemente boa e positiva que FHC fez foi segurar a estabilidade do Real R$ frente ao dólar, mas às custas das reservas internacionais. Veja que ele mesmo diz que, na primeira crise, num só mês o Brasil perdeu 10 bilhões de dólares, e mais na frente em outra crise, fez o Brasil perder mais 20 bilhões em um só mês. Por que isso? Porque ele torrava as reservas internacionais para segurar a cotação do Dólar frente ao Real. Por isso o real se manteve estável no governo de FHC.

Quando FHC deixou o governo em dezembro de 2002, o Brasil contava com apenas 35 bilhões de dólares de reservas internacionais. Lula e Dilma entregaram o Brasil com mais de 370 bilhões de reservas internacionais.

Olha, FHC só segurou a inflação em torno de 11% por causa da alta taxa da Selic, que chegou ao valor astronômico de 45%, algo jamais visto em outro país. Essa alta taxa da Selic freava o consumo, e com isso a inflação baixava. Mas era tudo artificial o que acontecia na economia.

E pra completar a desgraceira, FHC ainda endividou o Brasil fazendo dois empréstimos de bilhões ao FMI. E essa conta Lula pagou em 2005. Veja o outro vídeo mais abaixo onde FHC fica desesperado para não perder a sua reeleição por causa da crise no país e tenta minimizar o problema para não perder votos.

Governo do traíra, Michel Temer, e dos golpistas, é responsável pela maior taxa de desemprego no Brasil. Como disse, acima, FHC controlava a inflação com a especulação da taxa Selic, e mesmo no final do seu governo a inflação ainda estava alta, na casa dos 11%. Lula entregou seu governo com uma taxa de inflação de 6,7% e baixou a taxa Selic para menos de dois dígitos, em 8,5%. E a ex-presidente Dilma que os golpistas depuseram, deixou o país com uma taxa de desemprego baixíssima, de apenas 4,8% em dezembro de 2014. Nesse ano a imprensa dizia que o Brasil vivia numa estabilidade de pleno emprego. Porém, depois que Aécio perdeu as eleições para a Dilma, passou a conspirar para não deixá-la governar em paz. A imprensa toda se juntou a ele para derrubar a ex-presidente Dilma. Somente a TV Record fazia o contraponto da notícia, tentando equilibrar as informações. Mas a TV Globo, a Band e o SBT não descansaram enquanto não derrubaram o governo Dilma. E pra completar a desgraceira, foi instalada a Operação Lava-Jato no final de 2014 e durante todo o ano de 2016, que culminou com a quebradeira das grandes e pequenas empresas, causando um grande índice de desemprego no país. E depois do golpista Michel Temer assumir a presidência, o desemprego continua crescendo, em torno de 13,7%, totalizando mais de 14 milhões de brasileiros desempregados.

No governo de FHC-PSDB o Brasil viveu uma crise de apagão no país por falta de investimento em geração de energia elétrica. No tempo de FHC faltava energia e até abastecimento de gás de cozinha em vários Estados. Os inimigos do PT afirmam que no governo de Lula também houve apagão em 2009. Só que esse apagão de 2009 não foi por falta de investimento em geração de energia; foi por falha no sistema, falha de manutenção, e o apagão durou poucas horas e logo foi restabelecido. E no governo de Lula-PT não foi preciso pedir para a população poupar energia, como aconteceu no governo de FHC-PSDB. O governo de Lula investiu maciçamente em geração de energia, e ainda deixou encaminhado a construção de mais três grandes hidrelétricas para geração de energia no Brasil, a de Jirau, a de Santo Antônio (em Rondônia) e a de Belo Monte (no Pará). O programa Luz Para Todos levou energia elétrica para milhares de comunidades interioranas esquecidas pelo poder público. Hoje a maioria do povo brasileiro não percebe o resultado dos investimentos do governo do PT em energia elétrica, pois, não existe crise de apagão no país.

Uma coisa é certa: PMDB e PSDB não sabem governar. Quem tem mais de 30 anos sabe que o Brasil foi governado pelo PMDB desde 1985 até 1989. Houve vários planos econômicos durante esse período: Plano Cruzado 1 e 2 e Plano Bresser, e nenhum desses planos deu certo. Alguns economistas chamam a década de 1980 de a “década perdida”. O governo de Collor, candidato da Globo, foi um fracasso. E o governo de Itamar Franco criou a URV, que depois denominaram de REAL. Mas a mídia deu crédito do sucesso do Real ao governo fracassado de FHC. Aliás, FHC não fez quase nada pelo Real e pelo país. Houve pouco investimento na saúde, na educação e na indústria por causa do arrocho salarial, das medidas de contenção de gastos e das altas taxas da Selic pra segurar o consumo e a inflação. O governo de FHC não construiu uma Universidade durante os 8 anos de governo, e ainda encobria a corrupção, pois o Procurador Geral da República, Geraldo Brindeiro, engavetava todos os pedidos de investigação do Ministério Público. E ainda venderam o patrimônio a preço de banana com as privatizações. No governo de FHC foram gerados apenas 5 milhões de empregos formais; e houve cerca de 15 operações da Polícia Federal. Durante o governo Lula houve investimento em todas as áreas. O analfabeto Lula construiu 8 Universidades Federais e ordenou a reforma de outras dez universidades. E durante os 8 anos do governo Lula foram gerados cerca de 15 milhões de empregos. A a Polícia Federal fez mais de 400 operações durante esse período, e continuou operando sem restrições durante o governo Dilma.

Sinceramente, os políticos do PSDB não sabem governar. Eles são entreguistas e puxa-sacos dos americanos. Por não saber governar, eles deixam o governo americano dar pisica nos rumos da economia, e quando fazem empréstimo internacional deixam FMI ditar os rumos da economia. Os políticos do PSDB não tem plano próprio de governo. Eles dependem dos planos econômicos neoliberais dos capitalistas americanos. Os políticos do PSDB são entreguistas, pois entregam todo o patrimônio brasileiro nas mãos de empresas estrangeiras. Quando não conseguem dar conta de um setor da economia, eles começam a privatizar tudo. Inclusive, quiseram privatizar a Petrobrás, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. Estavam quase privatizando a Educação e o sistema de geração de energia. São verdadeiros bandidos esses políticos do PSDB. Não são nada patriotas. São lambe-botas do governo americano.

*******

Entenda como e por que FHC quebrou o Brasil três vezes:


https://www.youtube.com/watch?v=t_W4kkhJndI&feature=youtu.be 

FHC (PSDB) QUEBROU O BRASIL 3 VEZES E O ENTREGOU AO FMI


https://www.youtube.com/watch?v=ZZ-K504dPBI

FHC EM 2001/2002: CRISE DO APAGÃO E RACIONAMENTO DE ENERGIA

https://youtu.be/gIUG2e7IayI

Informe-se sobre a Crise do Apagão em 2001 e 2002

https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_apag%C3%A3o

O APAGÃO ENERGÉTICO DE 2001/2002

http://brasilescola.uol.com.br/historiab/apagao.htm

Brasileiros pagaram R$ 45,2 bi pelo apagão elétrico de 2001

http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2009/07/brasileiros-pagaram-r-45-2-bi-pelo-apagao-eletrico-de-2001

“Ministro do apagão” de FHC é novo presidente da Petrobras

http://www.revistaforum.com.br/2016/05/20/ministro-do-apagao-de-fhc-e-novo-presidente-da-petrobras/

01/06/2017 Posted by | ECONOMIA, POLITICA | , , , , , | 1 Comentário

‘CÉU’ E ‘ESPIRITUAL’ NÃO TEM NADA A VER UMA COISA COM A OUTRA

******
Em pleno século XXI os crentes ainda desenvolvem uma mente primitiva, selvagem.

Pecadores lançados no lago de fogo

Os crentes, até os dias de hoje, imaginam que tudo o que existe nos céus, acima de nós, são ‘coisas espirituais’. Ora, isso não passa de imaginação primitiva, sem noção, pois, tudo o que existe nos céus, acima de nós, são coisas físicas. Não existe nada de ‘espiritual’ neste Universo. Tudo é físico.

Imaginar que o que existe nos céus é espiritual é a mesma coisa que imaginar que existe outro mundo ou um mundo desconhecido acima da abóboda celeste, e que essa abóboda celeste é sustentada por grandes colunas. E que as estrelas são pequenos luzeiros pendurados debaixo da abóboda celeste.

Os crentes imaginam que Jesus subiu para o céu porque esse lugar é espiritual. Imaginam que o Céu é a habitação dos espíritos. Ora, todos os céus, acima de nós, são físicos. Um ser humano em corpo carnal vivo não pode adentrar todos os céus porque ele precisa de ar para respirar, e bem sabemos que no espaço sideral não existe ar respirável. Para adentrar nos céus siderais é preciso levar um balão de oxigênio ou ir dentro de uma nave espacial com bastante reserva de oxigênio.

Ora, Jesus subiu para o céu porque ele se retirou deste planeta e se foi para um outro planeta aqui mesmo no Sistema Solar ou fora dele. Jesus não foi embora para habitar num mundo espiritual. Ele foi embora para outro sistema planetário, muito longe da Terra.

Jesus subiu aos céus em corpo carnal. Quando Jesus subiu aos céus, o texto bíblico diz que uma nuvem o recebeu ou o encobriu. Ou seja, uma nave espacial o recebeu e o levou para o espaço sideral.

“Tendo Jesus dito estas coisas, foi levado para cima, enquanto eles olhavam, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos” (Atos 1:9).

O profeta Elias também foi levado por uma carruagem de fogo, que nada mais era que uma nave espacial.

Na Bíblia há um relato de que os habitantes que viviam ao redor do Monte Sinai diziam que ouviam barulhos e sons estranhos na montanha e grande fumaceiro. Quando Moisés subiu ao monte para ver o que se passava, ouviu barulhos e viu grande nevoeiro. Por esses relatos, conclui-se que o barulho vinha dos motores a propulsão da nave, e a fumaça pode ter sido dos motores, ou feitas de propósito para encobrir a nave, para que ninguém identificasse o objeto. Quando Moisés subiu ao monte, um anjo lhe falou de perto de uma sarça ardente. O anjo proibiu que o povo subisse no monte, e só Moisés poderia subir lá. A alegação para que o povo não subisse no monte era porque eles poderiam morrer. Mas, por que só Moisés, sendo humano igual aos demais, podia subir no monte e falar com o anjo? Logo, percebe-se que os anjos não queriam que o povo descobrisse os seus segredos, pois sempre há um curioso que descobre as coisas.

O profeta Ezequiel também teve a visão de uma nave espacial, e a descreveu com motores a propulsão, que soltavam labaredas de fogo, e que a nave vinha envolvida num nevoeiro.

“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas” (Ezequiel 1:4-6).

Esses quatro querubins que Ezequiel contemplou eram quatro imagens de anjos esculpidas nas paredes da nave (ou em cada canto da nave) e tinham quatro asas. Isaías e João tiveram esta mesma visão da nave e disseram que os tais querubins tinham seis asas. E o próprio Ezequiel descreve que esses querubins não se mexiam. Para onde as rodas da nave andavam, eles andavam igualmente, para frente e para trás. Uma pessoa que faz uso da razão sabe que um anjo não pode possuir quatro ou seis asas, exceto se se tratar de uma imagem esculpida ou desenho na parede. Portanto, se você que me lê faz uso normal de suas faculdades, entenda que não pode existir anjo vivo com quatro e muito menos com seis asas.

O termo ESPIRITUAL deriva de ‘espírito’, que significa ‘aquilo que não se vê a olho nu’.

Paulo disse que o mundo não entende as coisas que os crentes acreditam pela fé, porque essas coisas se discernem espiritualmente. Paulo falava assim porque ele não sabia que as coisas que existem, mas que não podem ser vistas a olho nu, também são físicas.

Não é porque não vemos uma coisa que essa coisa é espiritual. Não enxergamos os elementos químicos do ar, mas eles estão ao nosso redor. E nem por isso vamos dizer que os elementos do ar são espirituais.

Acredito que cada ser humano é formado por dois corpos: um carnal (físico) e outro ‘espiritual’. O corpo ‘espiritual’ é feito de uma matéria sutil, que não pode ser vista a olho nu. O ser humano não pode subsistir eternamente nesse corpo dito ‘espiritual’, porque ele não tem como interagir como o meio onde habita. Para interagir com o meio físico, é necessário que o corpo ‘espiritual’ se revista do corpo carnal e mortal. Não há sentido viver no espaço sideral (o tal Céu dos crentes) sem um corpo físico, visível a olho nu. Por isso, esse é o objetivo da ressurreição: para que os humanos salvos recebam novamente o corpo carnal e mortal para reviver e habitar eternamente aqui mesmo neste planeta, que será restaurado e governado pelo Messias. Nenhuma criatura é imortal. Todos são mortais. Mesmo o crente salvo, após ressuscitado, continuará sendo mortal. Porém, os que forem obedientes não morrerão, porque Deus concederá o elixir da vida, o fruto da árvore da vida, isto é, o poder que fará com que seus corpos sempre permaneceram jovens. Adão e Eva viviam no paraíso, mas eram mortais. Só não morriam porque recebiam desse poder da imortalidade, que se chamava fruto da árvore da vida.

Um exemplo bem esclarecedor é o caso dos demônios. Se os demônios subsistem em corpos ‘espirituais’, então o que eles estão fazendo aqui na Terra? O lugar deles não é os céus? Por que é obrigatório o espírito do crente ir para os céus? Será que o mundo ‘espiritual’ não está aqui mesmo ao nosso redor?

Alguns exegetas bíblicos atestam que os demônios são os espíritos dos mortos do grande dilúvio, e que para estes não houve destinação de suas almas. Esses espíritos ficaram soltos, vagando no tempo e no espaço. Como muitos desses espíritos eram dos filhos dos gigantes que corromperam a Terra, são espíritos do mal, que vivem constantemente revoltados contra Deus. Por isso, eles se vigam nos seres humanos vivos, principalmente naqueles que são obedientes a Deus.

Apesar dos corpos dos espíritos dos mortos humanos não serem vistos a olho nu, mas eles são formados de matéria. Portanto, são físicos. Só que não podem interagir com o meio físico onde estão contidos. E nem se sentem felizes em subsistir no corpo ‘espiritual’.

Jesus mostrou que os demônios (ou espíritos de humanos) não se sentem confortáveis em seus corpos ‘espirituais’ e, por essa razão, procuram sempre se abrigar num corpo qualquer, de preferência os corpos humanos carnais, porque eles precisam interagir com o meio. Ou então, em razão de sentirem muito frio, procuram os corpos dos humanos vivos para se abrigarem.

“Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa” (Mateus 12:43-45).

Certa vez Jesus expulsou uma legião de demônios que estava no corpo de um endemoninhado, e eles pediram permissão para entrar nos corpos de uns porcos que havia no local. E Jesus autorizou. Por esses relatos, podemos concluir que o subsistir na forma de ‘espírito’ não tem sentido, não traz felicidade. Por isso é necessário a ressurreição, para que possamos assumir um novo corpo físico e carnal.

“Rogaram-lhe, pois, os demônios, dizendo: Manda-nos para aqueles porcos, para que entremos neles. E ele lho permitiu. Saindo, então, os espíritos imundos, entraram nos porcos; e precipitou-se a manada, que era de uns dois mil, pelo despenhadeiro no mar, onde todos se afogaram” (Marcos 5:12-13).

Os crentes aprenderam na Bíblia que não podemos enxergar as coisas espirituais com os olhos carnais. Ou seja, temos que ter olhos espirituais para enxergar as coisas espirituais. A questão é que o que supostamente vemos com ditos olhos espirituais não significa que sejam necessariamente coisas espirituais, mas físicas, ou então, coisas ilusórias, como no caso das coisas que vemos em sonhos. Através dos olhos da mente, isto é, em sonhos durante a noite, cada ser humano vivo e carnal pode ver outros mundos, pode contemplar lindas paisagens, pode até ver o inferno, os demônios e dialogar com personagens fictícios sem precisar desse tal olho espiritual. No entanto, tudo isso não passa de imaginações da mente humana.

Jesus disse que os demônios não se sentem felizes e contentes vivendo no suposto mundo ‘espiritual’ deles. Por isso, procuram os corpos humanos para se alojarem ou para se manifestarem através dos sentidos. Então, como os crentes acham que serão felizes vivendo em forma de espírito num mundo espiritual nos céus?

A QUESTÃO DA ONIPOTÊNCIA DE DEUS E A IMORTALIDADE DOS ESPÍRITOS

Os teólogos evangélicos tradicionais ensinam que os pecadores que não forem salvos serão lançados no lago de fogo, e lá sofrerão tormento por toda a eternidade. No entanto, o camarada que defende tamanha crueldade não merece ser chamado de ser humano, e muito menos de cristão. Pois, se nós, humanos, tendo a nossa justiça fraca e falha, sabemos determinar uma pena de acordo com a gravidade do crime praticado pelo criminoso, por que Deus, sendo todo ‘justiça e amor’, iria praticar tamanha crueldade com os pecadores, e jogá-los de igual modo no mesmo buraco, sem nenhuma distinção de pena? Que espécie de deus é esse que os evangélicos adoram?

Se os espíritos dos demônios e dos humanos que morreram subsistem em corpos ‘espirituais’, como esses corpos sobrevivem no mundo ‘espiritual’? De que eles se alimentam para continuar existindo? Será que os espíritos são imortais? Bem…, essa pergunta é muito difícil de ser respondida, mas não impossível.

Acredito que os ‘espíritos’ não são imortais. Creio que os corpos ‘espirituais’ são passivos de destruição ou aniquilamento. Se não admitirmos isso, estamos afirmando que Deus não é onipotente. Ora, se Deus criou os ‘espíritos’ de cada ser humano, como ele não pode desfazer aquilo que criou? Há quem diga que o espírito de cada ser humano é parte da essência ou substância de Deus, por isso ele não morre, não pode ser destruído. E para comprovar isso, utilizam-se de algumas passagem bíblicas, como esta:

“Porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça; (…) e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu” (Eclesiastes 12:5-7).

Por outro lado, se os corpos espirituais dos humanos são imortais, então, todos nós somos deuses, embora fracos em poder, e somos subjugados pelos ‘espíritos’ superiores. E se Deus – o Espírito Superior – sentencia os pecadores, seus desafetos, a um sofrimento eterno no lago de fogo, isso o constitui no maior sanguinário das galáxias. Pois, age de forma covarde contra seus irmãos mais fracos. Ou seja, Deus prende seus desafetos, que não tem poder, e os coloca em masmorras eternas, sem que tenham uma revisão de pena, sem que tenham tido um julgamento justo, recebendo uma pena de acordo com a gravidade dos seus delitos. E quem defende tal ensinamento é um louco desvairado.

Conforme já afirmei, os corpos ‘espirituais’ não são imortais. Portanto, são passivos de aniquilamento. Se os corpos ‘espirituais’ necessitam de algum alimento ‘espiritual’ para subsistir, isso eu não sei. O que sei, e o que aprendi na Bíblia de forma correta é que só existe um ser que é imortal: Deus-Pai, o Todo-Poderoso. Os anjos e todos os ‘espíritos’ dos humanos são mortais e passivos de aniquilação. Não creio que o ‘espírito’ de cada ser humano seja parte integrante da essência de Deus. Se isso fosse verdade, cada um de nós seria um pequeno deus, imortal. E se Deus nos condenasse, estaria condenando a si mesmo, ou, no mínimo subjugando seus irmãos ou filhos, por serem inferiores em poder.

Na ressurreição do último dia todos os pecadores irão ressuscitar para serem julgados. Muitos serão salvos. E os que não forem salvos no julgamento do Grande Trono Branco serão lançados no lago de fogo, isto é, no Sol, para o aniquilamento final do ‘espírito’, isto é, do corpo ‘espiritual’. Nada pode subsistir na alta temperatura do Sol. Todos os corpos físicos ou ‘espirituais’ serão aniquilados ou cessados de existir na grande temperatura do Sol. E a própria Bíblia chama a isso de ‘segunda morte’. A primeira morte é a morte do corpo carnal; a segunda é a morte do corpo ‘espiritual’. Portanto, nenhum ‘espírito’ irá permanecer sofrendo eternamente no lago de fogo, pois, isso seria um crime indescritível.

Deus é justiça e amor. Mas, misturado à bondade e justiça de Deus, os religiosos conseguiram colocar ensinamentos terríveis na Bíblia. Ou no mínimo adulteraram os textos bíblicos ao traduzi-los para outros idiomas, com a intenção de amedrontar os fiéis ou fazê-los seguir a religião e obedecê-los por medo do inferno.

———————————-
Miquels7

 

22/05/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS | , , , , | Deixe um comentário