MENSAGENS PARA A GERAÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

Blog com mensagens e artigos diferentes sobre Deus e a Bíblia

QUEM SÃO OS “SEPULCROS CAIADOS” NOS DIAS ATUAIS?

Este texto é inédito na internet, falando de forma contundente sobre os “sepulcros caiados”. Ninguém tem coragem e entendimento para escrever de forma contundente sobre esse assunto. Só aqui no blog do Miquels7 você lê textos que falam com toda sinceridade, com clareza, com coerência, revelando os erros teológicos e as crendices absurdas dos crentes, alimentadas há séculos.
*******
Jesus chamou os fundamentalistas religiosos de sua época, os fariseus, os sacerdotes e doutores da Lei, de SEPULCROS CAIADOS: Tudo limpinho e bonito por fora, mas por dentro só podridão.

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.” (Mateus 23:27-28).

Os sacerdotes fundamentalistas de Israel tinham um zelo excessivo pela Lei. Eles exigiam que o povo cumprisse rigorosamente os mandamentos da Lei, sem tropeçar em nenhum deles. Mas, mandamentos essenciais que os próprios sacerdotes e líderes do povo deviam praticar, eles não cumpriam, e ainda colocavam um jugo pesado para o povo carregar. Eles viviam do bom e do melhor, sem preocupação, porque o povo tinha a obrigação de sustentá-los com os dízimos (que nunca foi dinheiro vivo, mas mantimentos); pois, os dízimos não eram somente para eles, mas tinha que ser repartido também entre os pobres, os órfãos e as viúvas. Os sacerdotes desprezavam e viravam as costas para os desvalidos dentre o povo; não davam atenção aos pobres, aos órfãos e às viúvas, e permitiam todo tipo de injustiças. Por causa disso, Deus ameaça severamente os sacerdotes e pede no livro de Malaquias para o povo trazer os dízimos à casa do tesouro. Essa casa do tesouro eram os armazéns onde se estocavam os mantimentos, os quais eram destinados para os sacerdotes e suas famílias, e também para todos os que necessitassem entre os pobres do povo. Eles mantinham aparência de bons pastores, de líderes justos, mas por dentro eram cheios de luxúria, de avareza e de pecados, verdadeiros sepulcros caiados. Qualquer desvio de conduta, qualquer delito pequeno que alguém praticasse eles decretavam punição severa. Se um cidadão estivesse espancado e caído no chão, eles passavam de largo e não ajudavam; só mesmo um bom samaritano, a quem eles chamavam de “porcos”, podia se compadecer dos desvalidos. Se alguém estivesse doente e precisando de ajuda no dia de sábado, eles deixavam morrer à míngua, porque causa do zelo excessivo da guarda do sábado.

Jesus veio para acabar com o fundamentalismo religioso de sua época. Fez e ensinou várias coisas que iam contra os ensinos tradicionais dos anciãos e dos sacerdotes que zelavam pelo cumprimento da Lei. A quebra de ordenanças simples da Lei os sacerdotes condenavam severamente. A Lei dizia “olho por olho, dente por dente”; “amai a vossos irmãos e odiai a vossos inimigos”, e nem mesmo essa ordenança de “odiar os inimigos” estava prescrita na Lei de forma explícita, mas os sacerdotes a transformaram em mandamento. Por causa desses e de tantos outros absurdos praticados pelo fundamentalismo religioso Jesus se revoltou e ensinou coisas totalmente ao contrário. Jesus disse: “Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem”. Para conter a violência e o ódio aos desafetos, e inclusive o ódio contra pessoas de outras nacionalidades que habitam no país (xenofobia), Jesus disse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Jesus veio revolucionar, ensinando o caminho da paz e do amor.

Jesus efetuou curas nos dias de sábado, e tal atitude levou os fundamentalistas religiosos à loucura, a tal ponto de tramarem a sua morte. Jesus e seus discípulos colheram espigas de milho no dia de sábado, porque estavam com muita fome, devido a longas jornadas que faziam de cidade em cidade. E os fundamentalistas religiosos estavam de olho em tudo que Jesus e seus discípulos faziam. Jesus impediu o apedrejamento de uma mulher adúltera, e ainda disse que quem estivesse sem pecado, que atirasse a primeira pedra. Na Lei está escrito que os homossexuais devem ser mortos, apedrejados. Se Jesus tivesse se deparado com uma situação de tentativa de apedrejamento de um homossexual, por certo, Ele teria impedido, tal como fez com a mulher adúltera que queriam apedrejar.

Jesus subiu a um monte e visualizou uma grande multidão que andava sem rumo, sem levar nada na mão, a procura de um libertador da opressão do jugo romano. E Jesus teve compaixão da grande multidão, efetuou milagres e saciou a fome do povo, multiplicando os pães e peixes. Jesus bateu de frente com os ricos e poderosos de sua época, dizendo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico avarento se salvar. Jesus disse que os ricos avarentos já receberam a sua recompensa nesta vida; e no por vir eles não terão nada de galardão para receber, muito menos a salvação. Jesus também bateu de frente com os pastores mercenários, esses pastores que recebem salários para cuidar do rebanho e fazer a obra de Deus, e ainda os chamou de ladrões e salteadores (João 10).

Por causa de tantas coisas que Jesus fez contra o fundamentalismo religioso, ele foi perseguido, julgado e condenado à morte. Mas tudo ele fez por amor, e ainda se tornou símbolo de libertação do pecado, do ódio, da guerra e da opressão dos ricos e políticos poderosos. Jesus tornou-se símbolo de vida, de acolhimento e de luta em prol da causa dos pobres, dos injustiçados, dos presos, dos desvalidos, dos fracos e dos oprimidos pelo pecado.

E QUEM SÃO OS ‘SEPULCROS CAIADOS’ DOS NOSSOS DIAS?

Sepulcros caiados dos nossos dias são todos os pastores mercenários (que recebem salários para pastorear) e todos os crentes e religiosos fundamentalistas, que tem um zelo excessivo pelos ensinamentos da Bíblia, mas que eles mesmos não praticam os mandamentos de Cristo e nem fazem a obra de Deus por amor. São ávidos em vigiar e reparar a conduta dos outros, mas não olham para dentro de si mesmos. São os que fazem a obra de Deus só visando os dízimos, ou só se forem pagos, porque querem receber o galardão no tempo presente. E outros líderes religiosos, metidos a moralistas, que zelam de forma excessiva pela obediência a certos mandamentos da Bíblia, e querem impor a força o seu fundamentalismo religioso, mas pisam sobre outros mandamentos que eles deviam praticar. Colocam um jugo pesado para os crentes carregarem, e viram as costas para os problemas dos fiéis. Eles vivem do bom e do melhor, tem mansão, tem carro de luxo, tem avião, e quando viajam por aí, se hospedam nos melhores hotéis, e quando são convidados para pregar em outras cidades, ainda cobram altos cachês.

Os cantores gospel, que só visam o dinheiro com a vendagem de suas músicas e de shows que realizam de cidade em cidade, também são ‘sepulcros caiados’. Todos esses mega cantores gospel são ricos, possuem mansões, têm carros blindados, cobram até para cantar em outras igrejas, e vivem do bom e do melhor. O rei Davi fez mais de 100 salmos (hinos de louvores), mas não cobrou nenhum direito autoral, nem se utilizou da profissão de cantor e de músico para se promover ou ganhar dinheiro. E os cantores gospel pegam os salvos de Davi, colocam uma melodia qualquer, gravam no CD e põe à venda nas grandes lojas do país para faturar milhões de reais. São verdadeiros salafrários.

Os pastores mercenários não se compadecem dos pobres, dos fracos, dos desvalidos, dos injustiçados e dos oprimidos. Com a desculpa esfarrapada de que a ‘obra de Deus’ é somente pregar o evangelho para arrependimento, a fim de livrar a alma do pecador do inferno, eles recebem altos salários proveniente dos dízimos e das ofertas, vivem uma vida regalada, provam do bom e do melhor desta vida, e viram as costas para os problemas do povo, e quando fazem que se importam, ainda iludem os fiéis, enganando com falsas promessas de prosperidade para aquele que der mais oferta, para aquele que for mais fiel nos dízimos, mesmo que esteja precisando do dinheiro para comprar remédio para o filho doente, ou comprar o próprio alimento. São verdadeiros ladrões e salteadores.

OS PASTORES MERCENÁRIOS RESOLVEM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS E DA SUA DENOMINAÇÃO RELIGIOSA COM DINHEIRO, MAS QUEREM QUE OS FIÉIS RESOLVAM SEUS PROBLEMAS PESSOAIS APENAS COM A FÉ. SÃO VERDADEIROS CANALHAS!

A obra de Deus, que os pastores mercenários deviam fazer, eles não fazem, que é visitar e amparar os órfãos e as viúvas nas suas dificuldades materiais, isto é, os pobres e os desvalidos e desamparados pelo poder público; visitar e ajudar os doentes nos hospitais e asilos, visitar e ajudar os presos políticos, os presos considerados “ladrões de galinha”, esses que estão presos por terem furtado algum alimento para si ou para sua família; lutar pela causa dos injustiçados, discriminados e oprimidos pelos ricos e poderosos. (Leia Mateus 25: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me”). A salvação é pelas obras, e não pela fé.

Os crentes fundamentalistas religiosos não querem fazer o bem, praticar a caridade, porque isso pode configurar que eles estão tentando alcançar a salvação através das obras. São zelosos em obedecer ao ensino equivocado de Paulo, de que a salvação é somente pela fé, e em virtude desse fundamentalismo religioso, eles deixam de praticar o bem, e fazer a verdadeira obra de Deus.

“Aquele, pois, que sabe E PODE fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17).

Os fundamentalistas religiosos se preocupam tanto com os homossexuais e com os que defendem a liberação das drogas e do aborto, mas eles não se preocupam verdadeiramente com a pessoa humana em si. Eles só se preocupam em vigiar e julgar os que não estão cumprindo à risca os ensinamentos da Bíblia, seja crente ou descrente. Querem por força impor seu fundamentalismo religioso num país democrático, onde a Constituição estabelece que o Estado é laico. Os evangélicos querem fazer prevalecer os símbolos cristãos nas repartições públicas, enquanto que os ateus e agnósticos querem que sejam retirados todos e qualquer símbolo religioso. E os dois lados estão errados. Se o nosso Estado é laico, então devem prevalecer nas repartições públicas todos os símbolos religiosos, inclusive os símbolos do ateísmo, do Islamismo, do Budismo, do Espiritismo, etc. Deve estar lá todos os símbolos religiosos, para qualquer um ver e escolher o que quer seguir. Não é porque a maioria da população do país é cristã, evangélica ou católica que se vai querer prevalecer a religião dominante sobre os demais. A democracia é coisa própria da Grande Babilônia, onde todos os gostos e crenças são permitidos. Enquanto formos uma democracia, todos devem ter seu espaço para ser o que quiser ou praticar qualquer culto, ou seguir qualquer religião, ou nenhuma. Mas, cada um dentro do seu quadrado, sem perturbar a vida alheia, sem avançar sobre o direito dos outros. Os evangélicos querem ter o direito de perturbar os outros com suas caixas de som, pregando nos terminais de ônibus, no metrô e nas esquinas das ruas, mas não querem que os outros tenham o direito de divulgar as suas crenças. E esse fundamentalismo religioso deve acabar.

O recado está dado. Cumpra-se, publique-se e cientifique-se.

——————————————–
Miquels7 – Doa em quem doer.

Anúncios

21/08/2017 Posted by | IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | Deixe um comentário

OS PECADOS DOS PAÍSES RICOS, CAPITALISTAS E DEMOCRÁTICOS SÃO OS MESMOS PECADOS DE SODOMA E GOMORRA, CIDADES BÍBLICAS LENDÁRIAS, DESTRUÍDAS PELO FOGO POR ORDEM DE DEUS

*******
“Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e próspera ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado. Também elas se ensoberbeceram, e fizeram abominação diante de mim; pelo que, ao ver isso, as tirei do seu lugar” (Ezequiel 16:49-50).
*******
Destruição de Sodoma e Gomorra

*******
No capitalismo os países, tais como Estados Unidos, Japão, Hong Kong, China, Austrália, Brasil e todos os países da Europa, florescem e prosperam. 
E junto com a prosperidade vem o aumento do ateísmo e os desvios morais ou decadência moral da sociedade, como o homossexualismo, as músicas de rebeldia, como rock e funk, somadas à violência e imoralidade promovida pelo cinema mundial. Com a prosperidade também vem a promiscuidade e a depravação moral, e o consequente aumento de doentes com AIDS, essa doença que é quase que exclusivamente espalhada pelos homossexuais.

O pecado das cidades de Sodoma e Gomorra – cidades cananeias prósperas – não foi somente relacionado à prática da imoralidade, homossexualismo e depravação moral. Foi também por causa da fartura, da prosperidade, da arrogância e principalmente pelo desprezo aos pobres e necessitados. Os países ricos, bem como o Brasil, também estão no mesmo caminho de Sodoma e Gomorra.

E existem milhares de crentes, pseudo-cristãos, que pensam que são moralistas, mas não passam de fundamentalistas religiosos de mente retrógrada. Pensam que estão agradando a Deus e praticando o Evangelho, mas só pensam em dinheiro e prosperidade para si mesmos. Jamais pensam em dividir um pouco de suas riquezas materiais com os pobres e necessitados. Aqueles crentes que ficam ricos na Igreja Universal e em outras igrejas que pregam a doutrina da prosperidade são todos falsos cristãos, egoístas. Jesus mesmo declarou que eles “já receberam a sua recompensa”. A recompensa deles é o que estão desfrutando aqui na Terra. Nada terão de recompensa na vida vindoura, quando Cristo fizer ressurgir os mortos dos sepulcros para viver no Novo Planeta Terra Restaurado.

Tem crente que não pensa em ajudar os pobres e necessitados porque diz que a vinda de Jesus está próxima, e só há tempo de pregar o Evangelho para que eles aceitem a Jesus. E já se passaram quase 2 mil anos dando essa desculpa esfarrapada, e Jesus não volta. Enquanto isso, eles menosprezam os pobres e necessitados dizendo que a vinda de Jesus está próxima, e não há tempo de ajudar os pobres. O máximo de tempo que dá é ficar rico na Igreja Universal e fazer um Tur pela Disney e na Europa. E mesmo com essa desculpa que só dá tempo de pregar o Evangelho para a salvação, eles não param de construir templos suntuosos, comprar aviões e fazendas com o dinheiro dos fiéis. E pergunte se um desses mega-pastores ricos e mercenários querem se desfazer da metade dos seus bens para doar aos pobres e necessitados. Nenhum. Tem pastores que ensinam afirmando que os grandes homens de Deus na Bíblia eram ricos e abastados. Mas isso é ensino deturpado e tendencioso. Todos os grandes homens de Deus na Bíblia que eram ricos NÃO ERAM SACERDOTES, isto é, não eram pastores. Abraão, rei Davi, Moisés, Josué, Salomão, etc, não eram sacerdotes. Eles podiam ser ricos. Pela Lei de Moisés e pela ordem expressa de Deus, os sumo-sacerdotes e sacerdotes da tribo de Levi não podiam ser donos de propriedades e nem acumular riquezas. Antes, tinham que ser pessoas desprendidas dos negócios do mundo. Um exemplo clássico de atitude correta de um sacerdote (pastor) é o caso de Barnabé, que era levita (isto é, sacerdote da tribo de Levi), que possuindo ilegalmente uma propriedade, a vendeu e entregou o dinheiro na mãos dos apóstolos, para que repartisse entre os necessitados. Ou seja, ele se arrependeu de estar possuindo uma coisa que era proibida de possuir, pois era pastor. Esses mega-pastores mercenários, como Silas Malafaia, Valdemiro Santiago, R.R. Soares, Edir Macedo, René Terra Nova, Sônia e Estevam Hernandes, entre outros (que se dizem ser sacerdotes ou pastores), não passam de lobos e mercenários. E aqueles que os seguem e apoiam estão no mesmo caminho.

“Da multidão dos que criam, era um só o coração e uma só a alma, e ninguém dizia que coisa alguma das que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (Atos 4:32-37).

Neymar 100% Jesus

O jogador de futebol, Neymar, que ostenta na testa a frase “100% Jesus”, também é um falso cristão. Para ser 100% Jesus você tem que ser igual a Jesus Cristo, ter as mesmas atitudes de Cristo, ter uma vida piedosa e não pensar em riquezas; e trabalhar em prol da causa dos pobres e necessitados. Porém, Neymar tem a mesma atitude daquele jovem rico que perguntou a Jesus o que devia fazer para ser perfeito. Jesus perguntou se ele praticava os mandamentos da Lei, e ele respondeu que praticava tudo desde a sua mocidade. Então Jesus lhe respondeu: “Falta-te uma coisa: vai, vende tudo o que possui, doa aos pobres, e depois, vem e segue-me”. Ou seja, pra ser 100% Jesus você tem que se livrar das riquezas deste mundo e viver uma vida piedosa, semelhante a Cristo. E Neymar, será que ele vai se desfazer dos seus bens e doar pelo menos a metade de sua fortuna para os pobres? Jamais.

Jesus é o modelo e exemplo máximo de Bom Pastor, pois jamais recebeu dízimos e nem aceitou receber salários para pregar o Evangelho. Antes, andava de cidade em cidade proclamando as boas-novas do reino dos céus que futuramente Ele iria e vai estabelecer aqui na Terra. Em João 10 Jesus deixa bem claro a atitude do verdadeiro pastor. O verdadeiro pastor não aceita receber salários ou dízimos para cuidar do rebanho ou pastorear. Jesus ensinou em João 10 que aquele que recebe salário para pastorear é mercenário, o famoso ladrão, que só vem para matar, roubar e destruir. E o que significa a palavra MERCENÁRIO? Significa aquele que recebe MERCÊ ou salário para cumprir um trabalho, uma missão. E Jesus é o exemplo máximo de Bom Pastor.

O apóstolo Paulo também é outro modelo de Bom Pastor que nos deixou exemplo e que deve ser seguido, pois tinha todas as oportunidades de se tornar rico e ser dono de uma frota de navios à vela, mas ele trabalhava com as próprias mãos para não ser pesado a ninguém.

Outro exemplo clássico de atitude de um verdadeiro homem de Deus é o do profeta Eliseu, no caso da cura de Naamã, general do Exército da Síria. Naamã ouviu através de uma jovem que o profeta Eliseu podia curá-lo da lepra. Naamã fez de tudo para se encontrar com Eliseu. Depois que Eliseu ordenou a Naamã que mergulhasse 7 vezes nas águas turvas do Rio Jordão, ele hesitou, mas por pressão do seu capataz resolveu mergulhar no rio e ficou curado. E para agradecer a cura, ofereceu a Eliseu muito dinheiro, jóias e mantimentos. Mas Eliseu não aceitou nada, nada. Pois, como um bom homem de Deus que era, tinha em mente e sabia que as bênçãos de Deus não podem ser compradas. O moço que auxiliava Eliseu – que tinha as mesmas atitudes de Judas Iscariotes e dos pastores mercenários – não ficou nada satisfeito com a atitude de seu senhor, e arquitetou um plano para subtrair dinheiro do general Naamã. Depois que Naamã agradeceu e se foi, o moço de Eliseu correu atrás ao seu encontro e, mentindo, disse que seu senhor havia repensado e tinha decidido aceitar o dinheiro e os presentes, pois havia chegado em sua casa uns forasteiro, e não tinha mantimentos para lhes oferecer. Naamã acreditou na mentira e prontamente mandou seus servos entregar o dinheiro e os presentes ao moço de Eliseu. Depois que Eliseu soube o que seu moço havia feito às escondidas, lançou sobre ele uma terrível maldição, e o jovem ficou leproso igual a Naamã. Assim mesmo devia acontecer a todos esses pastores mercenários que ficam vendendo as bênçãos de Deus aos fiéis, trocando orações e intercessão espiritual por dinheiro e riquezas deste mundo. Na época do profeta Eliseu havia muita gente pobre e necessitada, como por exemplo o caso da viúva que Eliseu multiplicou o azeite nos vasos. Eliseu podia ter se aproveitado da situação e pedido grande quantia em dinheiro e mantimentos em troca da cura de Naamã, com a desculpa de que tudo seria destinado para os carentes e necessitados, mas nem ao menos essa ideia lhe veio à cabeça. A história de Naamã está no livro de II Reis 5.

Portanto, esta é a palavra de Deus para os pastores mercenários e para todo o mundo capitalista globalizado e egoísta, que se afasta de Deus e menospreza os pobres e necessitados:

“Ora, este foi o pecado de Sodoma e Gomorra: era arrogante, tinha fartura de comida, praticava abominação e vivia despreocupada e não ajudava os pobres e necessitados; pelo que, ao ver isso, as tirei do seu lugar, destruindo-as com fogo” (Ezequiel 16:49-50).

—————————————–
Falou e disse Miquels7 – Manaus-AM, 18/03/2017

18/03/2017 Posted by | AJUDA HUMANITÁRIA, CRISTIANISMO EM CRISE, ECONOMIA, IGREJA E MISSÃO, MENSAGENS DE ALERTA, MENSAGENS ESPECIAIS, SOLIDARIEDADE | , , , , | Deixe um comentário

O ESSENCIAL DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO NÃO É PREGADO NEM ENSINADO ATUALMENTE

“O bom de ser cristão é que, quando você não quer ajudar alguém, você fala “vou rezar por você”, e fica parecendo que você fez algo de útil” (Frase anônima da internet).

*******
O bom de ser cristão

Isso é a mais pura realidade.

“Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

*******
O apóstolo Thiago foi direto na ferida quando criticou o ensino de Paulo de que a salvação e tudo que o crente faz deve ser pela fé. Thiago disse: “Que adianta ter fé sem as obras? A fé sem as obras é morta. Mostra-me a tua fé sem as obras que eu te mostro a minha fé pelas obras”.

“Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem” (Thiago 2:17-19).

Deus disse pela boca do profeta Oséias: “MISERICÓRDIA QUERO, E NÃO SACRIFÍCIOS”. E Jesus também repetiu esta mesma frase.

“Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos” (Oséias 6:6).

“Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mateus 9:13).

“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes” (Mateus 12:7).

O que isso significa?

Significa que é mais louvável diante de Deus você se ocupar em socorrer e ajudar as pessoas necessitadas, doentes e carentes, que ficar bajulando Deus com adoração e cantoria gospel, danças e orações em vão. É mais louvável diante de Deus você pegar o seu dízimo e comprar roupas e comida para os necessitados – e não entregar nas mãos dos mercenários.

Deus disse pelo boca do profeta Isaías que estava farto de tantos sacrifícios e holocaustos em vão. Enquanto o povo fazia tais coisas pensando estar agradando a Deus, desprezavam o seu semelhante necessitado, esqueciam-se dos órfãos e das viúvas.

E atualmente a mesma coisa está acontecendo. A onda agora é ser “adorador” e “levita do Senhor”. Os crentes atuais pensam que Deus está se agradando de tanta bajulação com essas cantorias gospel, ídolos gospel, danças com fundo musical de ídolos gospel. Deus está enojado dessas coisas.

Deus ficou tão enraivecido com o povo israelita, por terem dado as costas para os carentes e necessitados (órfãos e viúvas), que chegou a ponto de abominar as oferendas desse povo, chamando-os de “povo de Gomorra e de Sodoma”.

“Ouvi a palavra do Senhor, governadores de Sodoma; dai ouvidos à lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra. De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecerdes perante mim, quem requereu de vós isto, que viésseis pisar os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação. As luas novas, os sábados, e a convocação de assembléias … não posso suportar a iniqüidade e o ajuntamento solene! As vossas luas novas, e as vossas festas fixas, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Quando estenderdes as vossas mãos, esconderei de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei; porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos; tirai de diante dos meus olhos a maldade dos vossos atos; cessai de fazer o mal; aprendei a fazer o bem; buscai a justiça, acabai com a opressão, fazei justiça ao órfão, defendei a causa da viúva” (Isaías 1).

Tem uma frase interessante que Jesus falou, mas os crentes a interpretam de forma errada. Veja:

“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

A maioria que lê este trecho do Evangelho pensa que Jesus estava dizendo para os crentes buscarem ou pensarem primeiramente na pregação do evangelho para salvação da alma, no perdão dos pecados para que o crente possa entrar no céu, e as demais coisas seriam apenas consequência. Mas é justamente o contrário o que Jesus queria dizer com essa afirmação.

Jesus queria que primeiramente os crentes se preocupassem com o estabelecimento do reino de paz e de justiça para todos, principalmente para com os pobres, necessitados e oprimidos, e a preocupação com salvação de alma e prosperidade material viriam em segundo plano.

“Buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça” significa se preocupar primeiramente com a causa dos injustiçados, dos oprimidos e dos necessitados. Depois, vem a preocupação com a alma e com a salvação. Deus quer que primeiramente ajudemos as pessoas necessitadas, os órfãos e as viúvas. Essa é a essência do Evangelho de Jesus Cristo: o amor ao próximo.

Se queres ajudar um faminto…, DÊ COMIDA! Oração não enche barriga de ninguém!

Faça tudo o que estiver ao seu alcance para ajudar uma pessoa necessitada. Nunca se recuse a ajudar alguém, até mesmo um transeunte que lhe pedir uma pequena ajuda.

Agora, quando os “cães gulosos” (pastores mercenários) lhe pedirem ajuda financeira dizendo que é para a “obra de Deus”, fuja dos tais. Não lhes dê atenção.

“Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos [QUE VOU ORAR POR VÓS]; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso?” (Thiago 2:16).

*******
A essência do ensino de Jesus contido no capítulo 6 do Evangelho de Mateus se resume assim:

– Se o cristão se preocupar em ajudar o seu próximo carente, os oprimidos e injustiçados, os doentes e os encarcerados (por motivo de terem roubado pão para comer), Deus irá providenciar o necessário tanto para este quanto para aqueles a quem está ajudando. Jesus ensinou seus discípulos a não se preocuparem com a comida e com o que iriam se vestir no dia de amanhã, mas que buscassem primeiramente o reino de Deus e a sua justiça. Jesus também disse “é melhor dar do que receber”. Quando Deus vê a nossa preocupação em ajudar o nosso semelhante Ele se comove, e providencia o melhor tanto para quem ajuda para quem está sendo ajudado. Deus providencia alimentos e vestuários de tal forma que sejam suficientes para o cristão e para quem ele está ajudando. Com certeza você será bem recompensado ao fazer essa prova de fé com Deus, de ajudar pessoas carentes e necessitadas, do que ficar entregando dinheiro nas mãos dos pastores mercenários em troca de saúde e riquezas materiais.

Vejo os líderes das principais igrejas – principalmente na televisão – se preocupando primeiramente com curas, libertação e milagres financeiros (prosperidade material). E o mais essencial do Evangelho eles não pregam, não ensinam e não buscam praticar: o amor ao próximo. E isso evidencia o quão longe estão do Evangelho esses pastores mercenários, que só pensam em bem-estar e prosperidade material principalmente para os crentes de classe média/alta. Com os pobres e carentes, que não podem dar dízimos e gordas ofertas, eles não se preocupam.

Também vejo pastores lançando desafios para os fiéis doarem tudo o que têm para a “obra” (seus bolsos), para que recebam em dobro saúde, emprego, bem-estar social e prosperidade financeira, e tenham dupla honra. Mas não vejo esses mesmos pastores mercenários ensinando os fiéis abastados a doarem tudo ou parte do que possuem aos pobres, para que depois recebam de Deus a recompensa. Tudo o que esses pastores mercenários ensinam nas igrejas é o contrário do que Jesus ensinou.

“E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? Respondeu-lhe ele: Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é bom; mas se é que queres entrar na vida, guarda os mandamentos. Perguntou-lhe ele: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens. Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus” (Mateus 19:16-24).

Tenho certeza que se você, que é rico e abastado, vender tudo ou parte do que tiver de bens e riquezas, e doar tudo aos pobres e necessitados, Deus lhe recompensará grandemente e você será abençoado em tudo.

Mas, agora tente se desfazer dos seus bens para doar para “obra” ou para a igreja, isto é, doar para os pastores mercenários! Você jamais será recompensado ou abençoado de verdade, pois isso não é Evangelho. Se tudo o que os pastores mercenários recebessem de doações, dízimos e ofertas, fosse destinado para os pobres, carentes e necessitados, aí poderíamos dizer que estavam praticando o Evangelho.

Em Atos dos Apóstolos vemos que os primeiros cristãos abastados, ricos, se desfizeram dos seus bens e entregaram o dinheiro aos pés dos apóstolos. Mas os apóstolos não pegaram o dinheiro para comprar fazenda, jatinhos, helicópteros, mansões e nem usaram o dinheiro para construir templos suntuosos. Todo o dinheiro foi revertido para os carentes e necessitados. Isso que é o verdadeiro Evangelho. Evangelho é primeiramente misericórdia, e preocupação com a justiça e com o bem-estar do seu semelhante carente e necessitado.

“Da multidão dos que criam, era um só o coração e uma só a alma, e ninguém dizia que coisa alguma das que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (Atos 4:32-37).

Observe que esse Barnabé era um sacerdote levita, que possuía indevidamente uma propriedade – pois, segundo a Lei, os da Tribo de Levi não podiam possuir propriedades. Ele, tendo peso na consciência, desfez-se do sítio e doou o dinheiro para ajudar os outros irmãos. E qual desses pastores mercenários atuais se desfaz de alguma propriedade sua para doar o dinheiro para a “obra”? Nenhum. Eles cada vez mais enriquecem.

No dia do julgamento, quando esses pastores mercenários comparecerem diante de Deus, eles alegarão: “Senhor, em teu nome operamos milagres, curamos enfermos, expulsamos demônios, profetizamos sobre a vida dos nossos irmãos, fizemos muitos prosperarem financeiramente, aplicamos o dinheiro dos dízimos e das ofertas na construção de suntuosos templos para tua habitação e na manutenção de programas de TV para anunciar o teu Evangelho”. Mas Jesus lhes responderá: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, malditos”. Por que Jesus dirá isso para os pastores mercenários? Porque o que eles ensinam e pregam não é o verdadeiro Evangelho de Cristo.

“Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:18-23).

Tem que se levantar muitos “profetas Jeremias”, como este que vos escreve, para colocarem brasas sobre a cabeça desses pseudo-pastores, para ver se alguns se salvam.

—————————–
Falou e disse Miquels7

 

 

 

 

08/05/2016 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, MENSAGENS DE ALERTA, MENSAGENS ESPECIAIS, REFLEXÃO | , , , | 2 Comentários

DE ACORDO COM O GENUÍNO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, TODO PASTOR QUE RECEBE SALÁRIO FIXO DA IGREJA É MERCENÁRIO

***************(CONCLUÍDO – RELEIA E COMPARTILHE)***************
ALGUNS PASTORES BLOGUEIROS, TEÓLOGOS DE ARAQUE, ESTÃO PRECISANDO LEVAR UMAS DURAS PALAVRAS DA VERDADE PRA VER SE SE MANCAM E PASSEM A ENSINAR O QUE O EVANGELHO ENSINA, E NÃO AQUELES ENSINAMENTOS TENDENCIOSOS QUE ELES APRENDEM NOS SEMINÁRIOS.
DEPOIS DE LEREM ESTE ARTIGO, OS PASTORES MERCENÁRIOS IRÃO SE CONTORCER PARA TENTAR MOSTRAR QUE ELES ESTÃO CERTOS EM RECEBER SALÁRIOS E O QUE JESUS DISSE EM JOÃO 10:10 NÃO SE APLICA A ELES, MAS, AO DIABO.
************************************************************

“Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim será salvo; entrará e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.  Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa. Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas”. (João 10: 8-13).

Um dos ensinamentos mais básicos e claros de nosso Senhor Jesus Cristo, narrado no capítulo 10 do Evangelho de João, é ignorado por quase todos os pastores e líderes evangélicos pentecostais.

Muitos leem João capítulo 10, mas não atentam para o significado da palavra “mercenário”. Jesus chamou os falsos pastores de mercenários.

O texto narrado no capítulo 10 de João é interpretado de forma tendenciosa pelos pastores mercenários. Eles polarizam a narração apenas entre Jesus X Diabo. Enquanto que a narração foca os maus pastores de Israel, os doutores da Lei, que após o cativeiro babilônico passaram a exercer funções políticas e a acumular bens e riquezas. Jesus afirmou que “todos os que vieram antes de mim” – referindo aos sumo-sacerdotes de Israel – “são ladrões e salteadores”. Citarei mais na frente referências bíblicas onde Deus envia palavras duras contra os pastores de Israel, através dos profetas, por terem apascentado a si mesmos, esquecendo-se do povo.

O meu objetivo, aqui, não é acusar TODOS os pastores que recebem salários fixos das igrejas de serem levianos ou desonestos. O objetivo é mostrar, à luz do Evangelho, que o simples fato de um pastor receber salário fixo da igreja já o caracteriza como MERCENÁRIO, independentemente do significado ruim da palavra.

Sei que boa parte dos pastores que recebem salários fixos das igrejas são pessoas comprometidas com o rebanho, que zelam por suas ovelhas e não buscam proveito próprio e nem ostentam riquezas. Porém, apesar de tudo, de acordo com o ensinamento de João 10, eles não têm como escapar da alcunha de “MERCENÁRIOS”, pois está escrito que quem recebe salário para exercer o pastorado é MERCENÁRIO. Embora grande parte deles seja de pastores fiéis e honestos, porém, devem carregar este peso na consciência. A função pastoral no Cristianismo não deve ser remunerada, pois é uma função VOLUNTÁRIA, vinculada pelo amor, abnegação e compaixão pelas almas.

“Aos anciãos [pastores], pois, que há entre vós, rogo eu, que sou ancião com eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância [isto é, exigindo salário], mas de boa vontade” (I Pedro 5:1-2).

Se um pastor recebeu uma missão imposta por Deus para pregar o Evangelho, então ele tem o direito de cobrar salário para realizar a missão; ele tem o direito de ser mercenário. Mas, se ele se coloca voluntariamente à disposição para anunciar o Evangelho e pastorear, aí sim, ele não deve receber salário por isso; e isso o caracteriza como bom pastor e verdadeiro cristão.

Direito ao sustento todos os pastores têm, inclusive sua família, seja alimento, roupa e calçado. Mas isso não significa receber salário fixo, muito menos tirado do dízimo, pois o dízimo não foi ordenado para assalariar pastor. O dízimo foi ordenado para PROVER MANTIMENTO, isto é, ALIMENTO, para os que administravam as atividades no Grande Templo, em Israel, atividades estas que eram diárias, vinte e quatro horas por dia, onde se ofereciam sacrifícios e mais sacrifícios pelo povo. Atualmente a atividade pastoral não exige tanto esforço como o era antigamente, pois não se oferecem mais sacrifícios de animais no templo. O sacrifício pastoral atualmente é jejum e oração, pregação e visita aos necessitados, aos hospitais e presídios, MAS SEM COBRANÇA DE DÍZIMOS OU SALÁRIO FIXO PARA FAZER TUDO ISSO. Na dispensação da Lei era uma coisa; na dispensação da Graça o labutar pastoral é diferente.

“Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que servem ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (I Cor. 9:13).

Os pastores mercenários ensinam que o que é “sagrado” é o dízimo em dinheiro vivo. Ora, EVANGELHO não é DINHEIRO, não é comércio, não é  atividade para se barganhar riquezas, não é atividade para que se tire proveito próprio. Viver do Evangelho é sinônimo de carregar a cruz; significa padecer por amor a Cristo e por amor às almas. Não é nada de vida fácil, tranquila e abastada materialmente.

Paulo foi uma exceção, pois a obrigação para pregar o Evangelho foi uma missão imposta por Jesus. Apesar disso, ele tinha plena consciência do ensino de Cristo, e não aceitou receber salário e nem receber dízimos. Paulo nunca recebeu dízimos. Se a antiga Lei tinha sido abolida, como ele mesmo falou, então estava também abolida a Lei dos dízimos. No Novo Testamento não há ensino sobre os dízimos. Se Paulo fosse mercenário, ele se ocuparia de escrever um livro ou um capítulo inteirinho falando sobre a prática dos dízimos. Atualmente, esse negócio de escrever sobre a validade dos dízimos é praxe dos pastores mercenários.

Embora Paulo tenha dito que a missão de pregar o Evangelho foi uma obrigação lhe imposta por Deus, por motivo de ele ter perseguido os cristãos, mas ele, tendo a consciência firme, não aceitou receber salário, pois, se recebesse, apenas estava incumbido de uma mordomia e não teria direito de receber recompensa no Céu, pois já teria recebido sua recompensa nesta vida. Por isso, a atividade pastoral deve ser isenta de remuneração, pois essa atividade deve ser VOLUNTÁRIA, caracterizada pela abnegação e pelo amor.

“Se, pois, o faço de vontade própria, tenho recompensa; mas, se não é de vontade própria, estou apenas incumbido de uma mordomia. Logo, qual é a minha recompensa? É que, pregando o evangelho, eu o faça gratuitamente, para não usar em absoluto do meu direito no evangelho” (I Cor. 9:17-18).

Paulo bem podia usar do seu direito no Evangelho como pastor mercenário, como ele próprio diz, para barganhar, para tirar proveito e pedir salário para cumprir a MISSÃO QUE LHE FOI IMPOSTA. Mas ele não se aproveitou do direito em que a missão imposta lhe garantia. O seu pensamento de pastor mercenário poderia ser assim: “Está bem, eu vou pregar o evangelho, mas quero ser bem pago, pois irei passar muita vergonha diante do povo, porque antes os perseguia e prendia, e agora me ordenas a fazer o contrário. Então, como recompensa, quero receber todos os meus direitos para realizar essa terrível missão que me é imposta”.

No final deste artigo irei indicar o que as igrejas devem fazer para auxiliar os pastores e suas famílias em suas “necessidades básicas”.

Continue lendo

24/08/2014 Posted by | MENSAGENS ESPECIAIS | | 6 Comentários

Pastor Cesino Bernardino Admite que Pastores Pregavam Bêbados e se Prostituíam com Cantoras no Gideões Missionários

***

As denúncias feitas pelo pastor e rapper Juninho Lutero sobre os bastidores do Gideões Missionários da Última Hora foram confirmadas pelo líder do ministério, pastor Cesino Bernardino.


***
Continue lendo

04/05/2014 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, FANATISMO RELIGIOSO | , , | 1 Comentário

PASTORES CRISTÃOS DEVIAM FAZER VOTO DE POBREZA PARA EXERCER MINISTÉRIO

**************************************************************
JESUS CRISTO, SENDO FILHO DO DONO DE TODA RIQUEZA, SEMPRE FOI POBRE. FOI FILHO ADOTIVO DE UM SIMPLES CARPINTEIRO; VIVEU MAIS DE TRINTA ANOS SOBRE A TERRA; NUNCA ALMEJOU ALCANÇAR RIQUEZAS, E CHEGOU A DIZER QUE NÃO TINHA UM LUGAR EM QUE PUDESSE RECLINAR A CABEÇA PARA DESCANSAR.

E OS PASTORES DE HOJE? O QUE SÃO? O QUE POSSUEM? O QUE PREGAM?
**************************************************************

Paulo de Tarso

Um sacerdote ou pastor cristão, que se preze, devia, no momento de ser consagrado para o ministério, fazer “voto de pobreza” e, no máximo, receber um salário mínimo (simbólico) da Igreja local.

Se o pastor ou sacerdote quiser possuir muitas riquezas neste mundo, deve trabalhar e conseguir o que pretende com o suor do seu rosto, e não tornar-se rico à custa dos dízimos e ofertas dos fiéis. Ele tem que trabalhar, e não viver de regalias, com carrões, mansões, aviões, helicópteros, tudo à custa das contribuições dos fiéis, que na maioria são pobres, e que contribuem com amor em prol do reino de Deus.

Continue lendo

18/04/2014 Posted by | CRISTIANISMO EM CRISE, MENSAGENS ESPECIAIS | , | 1 Comentário