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OS NOMES JESUS, MESSIAH E LÚCIFER VALEM 666 NA NUMEROLOGIA SECRETA

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Enquanto teólogos e estudantes ingênuos estudarem o Apocalipse e se prenderem apenas entre as duas capas da Bíblia, e não procurar respostas em fontes extra-bíblicas para elucidar os mistérios, nunca sairão da mesmice e do blá-blá-blá de sempre. Continuarão sempre repetindo interpretações infundadas que há séculos vêm sendo disseminadas nos seminários teológicos das diversas seitas protestantes.

Aqui é revelação sem dó! E quem tem mente fraca não aguenta, e se benze, e faz o sinal da cruz. Ou se é um evangélico fanático, diz que é a voz do inimigo querendo confundir o povo de Deus.

E o próprio sinal da cruz católico é um tipo de sinal da Besta. Logo no início quando surgiu o ato de se benzer, o sinal da cruz era feito com o dedo polegar direito somente na testa da pessoa. Depois de alguns séculos, o sinal passou a se estender por sobre o corpo e a testa.

Há mais de cinco anos que rompi de vez com o fanatismo religioso. Livrei-me da teologia enlatada e viciada, cheia de ingenuidade e fantasias. O fanatismo religioso limita a mente humana e não deixa a pessoa pensar livremente. Agora faço uso 100% da minha racionalidade. Depois de fazer uso pleno da minha racionalidade, descobri o quanto os crentes são ingênuos e massa de manobra dos religiosos, que, por sua vez, também são massa de manobra de seus superiores.
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NÃO TEM COMO NÃO ACREDITAR NISSO

Os nomes “Jesus” e “Lúcifer” foram arquitetados nos porões das escolas de magia e mistérios. Esses nomes surgiram do esoterismo cabalístico. E os valores numéricos das palavras criadas pelos ocultistas derivam do Latim (antigo dialeto de Roma, a primeira Besta) e do Inglês (idioma da segunda Besta). Até os algarismos romanos formam o número 666, as seis primeiras letras (I+V+X+L+C+D=666). O apóstolo João criou a charada do número da Besta a partir dos algarismos romanos, que eram os números usados pelos romanos. A letra M, que vale 1000, João colocou como o tempo do reino do Messias, o reino milenar. Ou seja, o valor dos seis primeiros algarismos romanos equivale ao tempo do domínio dos governos humanos sobre a Terra (666). E a sétima letra representa o tempo do domínio dos céus sobre a Terra, o reino dos céus (1000).

O alfabeto indo-arábico tem 26 letras, e estudiosos abelhudos descobriram alguns segredos dos ocultistas; descobriram que o 666 pode ter o mesmo significado de forma invertida, isto é, 999. No ensino esotérico, o número 9 é o número da iniciação (ou do iniciado). O número 11 é conhecido como o número da imperfeição.

Há duas tabelas numéricas secretas. Uma atribui o valor 6 para a primeira letra (A=6), e vai se somando mais 6 a cada letra seguinte. A segunda tabela numérica é mais misteriosa. Nela nenhuma letra possui o valor 9. E o 9 ficou sendo um fator primordial.

Tabela cabalística
Tabela Cabalística

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Primeiro Caso: A primeira letra vale 6 e às seguintes vai se somando + 6.

A=1, B=2, C=3, D=4, e assim por diante. Então, vamos empregar o fator 9 para o valor numérico de cada letra do nome JESUS em Inglês.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
66 72 78 84 90 96 102 108 114 120
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
126 132 138 144 150 156

J = 10×9 = 90
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
U = 21×9 = 189
S = 19×9 = 171

O resultado total é = 666

O mesmo resultado ocorre com o nome MESSIAH (Messias em Inglês). Veja:

M = 13×9 = 117
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
S = 19×9 = 171
I = 9×9 = 81
A = 1×9 = 9
H = 8×9 = 72

Total = 666

L = 12×9 = 108
L = 12×9 = 108
U = 21×9 = 189
C = 3×9 = 27
I = 9×9 = 81
F = 6×9 = 54
E = 5×9 = 45
R = 18×9 = 162

Total = 666

Já li e ouvi falarem muitas blasfêmias contra Jesus, mas esses cálculos, acima, deixaram-me bastante preocupado. Acho que os líderes evangélicos e católicos que lerem este artigo devem dar satisfação ou melhores explicações ao povo cristão. Eu acho que esses cálculos matemáticos não são meras coincidências. Se você tentar pegar nomes de outras pessoas, políticos, ditadores, reis, imperadores, religiosos, não conseguirá obter o valor 666, multiplicando por 9 os valores de cada letra.

M = 13×9 = 117
I = 9×9 = 81
Q = 17×9 = 153
U = 21×9 = 189…………………….Total = 864
E = 5×9 = 45
L = 12×9 = 108
S = 19×9 = 171 

P = 16×9 = 144
A = 1×9 = 9
U = 21×9 = 189…………………….Total = 585
L = 12×9 = 108
O = 15×9 = 135

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O nome do Messias Yeshua ou Yehoshua só dá o valor 666 porque os padres católicos mudaram a transliteração do nome para o Latim, que antes era IESU ou YESU. Trocaram o I pelo J e acrescentaram um S no final. Tudo para poder dar o valor de 666 na numerologia secreta.

O antigo nome de Jesus era Iesu ou JesuVulgata - Nome IESU no Evangelho de João
Figura pag. antigo Evangelho em Latim

Biblia Vulgata Inglesa - Iesv

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O falso nome JESUS não tem poder nenhum. É um nome falso que criaram para substituir o verdadeiro nome do Messias. O verdadeiro nome de Cristo era escrito e pronunciado em Aramaico Siríaco, a língua que os judeus falavam naquele tempo. E o verdadeiro nome do Messias se perdeu, ou os padres católicos esconderam nos porões do Vaticano.

COMO É O NOME DE CRISTO EM GREGO?

O nome hebraico Yeshua (ישוע/ יֵשׁוּעַ) é uma forma alternativa de Yehoshua que vem do original paleo-hebraico Yehoshua (יהושע) Josué, e é o nome completo de Jesus, Yeshua Hamashiach ישוע המשיח (transliterado ao grego Yeshua fica: Ιησου’α, “Iesua”/”Ieshua” [também Ιησου’ς, “Iesu’ “/”Ieshu’ “/”Iesus”]; Yehoshua [יהושוע/ יְהוֹשֻׁעַ‎] fica: Γεχοσούαχ). Fonte: Wikipédia.

Se usássemos o nome de Jesus na sua forma original, hebraica ou aramaica, não passaríamos por esse constrangimento. Em hebraico o nome de Jesus é YESHUA (forma abreviada) ou Yehoshua (forma completa). Da mesma forma, o nome de Deus-Pai deveria ser escrito YAVÉ ou YHVH ou ADONAI, e não JEOVÁ ou SENHOR. “Senhor” era um tratamento usado para o deus Baal.

Agora, temos que rebolar para darmos explicações sobre o por que do valor numérico dos nomes JESUS e LÚCIFER ser 666. Espero que este texto possa ajudar a elucidar a questão, porque os inimigos do verdadeiro Cristo estão procurando de todas as formas encontrar uma vítima para o 666. E, devido a enxurradas de textos e vídeos ofensivos à pessoa de Cristo que estão sendo divulgados na Internet e no YouTube, muitos crentes neófitos e fracos acabarão apostatando da fé se não receberem uma explicação correta.

Para você ficar mais boquiaberto, vamos ao segundo caso e ver por que foi empregado o fator 9 para realizar a multiplicação e a soma.

O valor numérico normal do nome JESUS, no nosso alfabeto, é 74. Mas, nos números secretos da Kabalah (primeira tabela), o nome JESUS tem o valor de 444.

J E S U S SOMA
60 30 114 126 114 444
10 5 19 21 19 74

Porém, o fator 9 foi usado por causa da divisão do 666 por 74. E 74 é 37+37, um número de valor essencial na numerologia bíblica e na Kabalah.

Veja: 666 / 74 = 9

Verificamos também que o nome de LÚCIFER também dá o valor numérico secreto de 444. E no nosso alfabeto também dá 74.

L U C I F E R SOMA
72 126 18 54 36 30 108 444
12 21 3 9 6 5 18 74

E 444 dividido por 74 dá 6, que é o número do homem e número da Terra, ou número incompleto.

O nome “Lúcifer” foi criado por São Jerônimo, na ocasião em que traduziu a Bíblia Vulgata (versão latina da Bíblia Sagrada). Ele traduziu a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12, como “Lúcifer”. Note que no livro de Apocalipse Jesus também se intitula “Estrela da Manhã”.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12).

“Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã” (Apoc. 22:16b).

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O 666 ESTÁ OCULTO NA PALAVRA KABBALAH

Você sabia que o número 666 está escondido na palavra KABBALAH?

Na numerologia secreta a letra A vale 6. Muitas vezes vemos a palavra Kabala escrita com as consoantes KBL maiúsculas e o A minúsculo: KaBaLa.

Se o A vale 6, então, temos K6B6L6.

Mas, isso não é nada. A verdadeira grafia da palavra Kabala é Kabbalah.

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
6 12 18 24 30 36 42 48 54 60
K L                
11 12                

K=11, B=2, L=12 e H=8

Kabbalah = (11×6)+(2x2x6)+(12x6x8) = 66+24+576 = 666

Portanto, meus caros, essa descoberta é a prova cabal de que os nomes JESUS, MESSIAH e LÚCIFER foram arquitetados pelos magos do esoterismo cabalístico nos porões das escolas de magia e mistério. E o Papa e os cardeais da Igreja Católica Apostólica Romana estão por trás disso, não somente os judeus cabalistas e os maçons.

Se 666 é o número do Diabo, na verdade, o Diabo é o próprio homem, especificamente os iniciados das escolas de magia e mistério.

A Kabbalah hermética é um conjunto de ensinamentos repassados somente aos iniciados das escolas de mistério. A Kabbalah hebraica surgiu nas primeiras escolas de mistérios desde os tempos do rei Salomão, rei de Israel, quando este se envolveu com o ocultismo e se desviou dos caminhos de Yavé. Mas ela deriva desde os magos do antigo Egito, de Hermes Trimegistos (Toth), e do mago grego, Homero, que codificou toda a história dos deuses caídos nas mitologias narradas em suas obras Ilíada e Odisseia. Depois que o faraó Ramsés II mandou destruir/queimar o livro de magia de Toth, os magos do Egito pensaram numa maneira de manter o conhecimento oculto sem que despertasse a ira dos governantes. Foi aí que tiveram a ideia de codificar o conhecimento oculto através de símbolos e contos mitológicos. A partir daí eles começaram a chamar Toth de Hermes Trimegisto, isto é, Toth três vezes mais forte, porque agora ninguém poderia destruir o conhecimento oculto. Quando um profano lê um livro sobre a mitologia egípcia e grega ele acha inofensivas aquelas estórias dos deuses do Olimpo. E as escolas de mistérios e magias (Sociedades Secretas) existem para que possam levar o conhecimento oculto via oral. Depois que o maçom conclui o grau 33 ele é convidado para integrar a elite da Maçonaria. Somente aí que é repassado o conhecimento oculto via oral, e ele aprende o conhecimento secreto que está por trás dos símbolos e contos mitológicos. Este é o grande segredo que todo maçom pensa encontrar ao galgar os graus na Maçonaria. Até o grau 33 o maçom pode desistir, pode renunciar, pode voltar. Mas depois que ele entra para a elite, retroceder significa a morte. Ele se tornou um general de Satã aqui na Terra. Ele agora é um pedreiro de Satanás, que vai ajudar a construir o seu reino na Terra.

Segundo os esotéricos cabalistas, “na Kabbalah, o número 666 sempre representou Tiferet, o SOL, desde milhares de anos atrás. Tiferet representa o ser Crístico que habita dentro de todos nós. Dentro da Kabbala, representa todos os deuses iluminados e solares: Apolo, Hórus, Bram, Lugh, Yeshua (Jesus), Krishna, Buda, todos os Boddisatwas, todos os Mestres Ascencionados, todos os Serenões, todos os Mentores, todos os Pretos-velhos e assim por diante. Escolha uma religião ou filosofia e temos um exemplo máximo a ser atingido”.

Para os iniciados das escolas de magia e mistério, como a Maçonaria e a Rosa Cruz, o SOL simboliza a vida e o renascimento. Mas esse significado é para os profanos. O significado real do SOL no esoterismo cabalístico é outro. Neste, o o SOL representa LÚCIFER, a divindade que trouxe o conhecimento para a humanidade. E o SOL é simbolizado pelo número 36. Esse número tem a ver com a geometria. O círculo tem 360º (36×10); o ano tem 360 dias redondos. E o planeta Terra tem um círculo perfeito. O quadrado de 36 casas é cheio de simbolismo no esoterismo. O triangular de 36 é 666. Ou seja, a soma dos números de 1 a 36 é igual a 666.

Os números que representam o SOL são o 6 e o 36. Os números que representam o planeta Vênus são 7 e 49. 

Na Bíblia, Satanás é chamado de Estrela da Manhã; e Jesus também é chamado de Estrela da Manhã. Só que existem duas estrelas da manhã: o Sol e o planeta Vênus. O Sol simboliza Satanás/Lúcifer (nº 6 e 36) e o planeta Vênus simboliza Jesus (Yesu, nº 7 e 49).

Os maçons são adoradores do SOL. Desde o tempo do profeta Ezequiel já existia os ocultistas que adoravam o SOL dentro de um dos compartimentos do grande Templo, em Jerusalém. As lojas maçônicas são parecidas com o Templo de Salomão. E os rituais são voltados para o Leste em direção ao SOL.

“Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra. Também me disse: Verás ainda maiores abominações que eles fazem. Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. Então me disse: Viste, filho do homem? Verás ainda maiores abominações do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor; e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e assim, virados para o oriente, adoravam o SOL” (Ezequiel 8:12-16).

O deus Tamuz era o amado das mulheres, por quem elas choravam. Elas sacrificavam seus filhos para Tamuz. No livro de Daniel diz que o príncipe que há de vir – o tal Anticristo – não terá respeito pelos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres. Tem uma versão bíblica que diz que ele não terá respeito ao amor das mulheres, aí os tolos dizem que o tal Anticristo seria um homossexual, porque ele não teria prazer em mulheres. Kkkkkkk. Enquanto que o amado das mulheres era o deus Tamuz, por quem elas choravam e sacrificavam os seus filhos. Em Apocalipse 13 diz que o anticristo destruirá todas as religiões, todas as crenças e todos os deuses, e ele se engrandecerá como um deus. Ora, isso nada mais é do que a humanidade em estágio avançado, amadurecida cultural e tecnologicamente, que irá abolir todas as religiões na Terra e se engrandecerá, será dona do seu próprio destino e não dependerá de nenhum um deus.

“E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres, nem a qualquer outro deus; pois sobre tudo se engrandecerá” (Daniel 11:37).

Existem outros métodos para se criar nomes de forma que seu valor seja 666.

Por exemplo, o nome do nazista Adolf Hitler pode ter sido criado através da Kabbalah. Veja:

Considerando que A=100, B=101, C=102, e assim por diante, a soma das letras do nome de HITLER dá 666 (107+108+119+111+104+117 = 666).

Os nazistas traziam no uniforme a sigla SS. E “s” é sigma, a 18ª letra do alfabeto (6+6+6).

O dinheiro é a marca da Besta e sua característica é o materialismo. As antigas moedas traziam a imagem e a marca do imperador/governante. Logo no princípio, o dinheiro era cunhado em moedas de metal, o bronze, a prata e o ouro. E os valores das moedas eram de acordo com os algarismos romanos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100) e D (500), isto é, 666. No Brasil, as cédulas de cruzeiros eram: de 1, de 5, de 10, de 50, de 100 e de 500 cruzeiros. Ou seja, os valores das cédulas de dinheiro somavam 666. Atualmente criaram as cédulas de 2 e de 20 reais.

Quem vive em busca de prosperidade material e riquezas nesta vida está servindo ao Diabo. A Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.

“Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tim. 6:7-10).

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Segundo Caso: A primeira letra vale 9 e às demais vai se somando + 9.

O número 9 é o preferido dos ocultistas. Repare que os valores de algumas letras mudam, como se os números tivessem se invertido nas duas tabelas (J-60 e J-90).

A B C D E F G H I J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
9 18 27 36 45 54 63 72 81 90
K L M N O P Q R S T
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
99 108 117 126 135 144 153 162 171 180
U V W X Y Z
21 22 23 24 25 26
189 198 207 216 225 234        

Repare que alguns desses números aparecem na Bíblia: 99, 144, 153, etc.

J + E + S  + U + S

90 + 45 + 171 + 189 + 171 = 666 (Número da 2ª Besta?)

L + U + C + I + F + E + R

108 + 189 + 27 + 81 + 54 + 45 + 162 = 666 (Número da 1ª Besta?)

M + E + S + S + I + A + H

117 + 45 + 171 + 171 + 81 + 9 + 72 = 666

E agora, José?! Alguém vai dizer que isso tudo é apenas coincidência?

Jesus vs Satan

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Alguns estudiosos afirmam que a terminação SUS do nome de Jesus significa PORCO em latim e grego; e significa CAVALO em Hebraico. Existem muitas controvérsias sobre a forma atual do nome de Jesus. Uma pessoa que se diz entendida sobre a língua Hebraica comenta a esse respeito. Confira no link:


(http://www.youtube.com/watch?v=Q7LkrCrmQAo)

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Antes de concluir, quero que leiam mais este texto extraído da internet:

SUS, O DEUS-PORCO DOS ROMANOS (Latim)

Iesoús – Os romanos traduziram este nome, dando a ele o sufixo masculino em Latim “-VS” (-us), ou seja: Iesús (IESVS). No Séculos 14, as letras iniciais “I” foram alongadas de modo a distinguí-las da letra “l” em “Iesús” (Jesús). A palavra “Je-SUS” é pronunciada como Gi-SUCE na lingua latina, e surgiu da palavra ou nome em Latim “Ie-SUS”, que se pronuncia assim: “ii-SUCE”. O sufixo para esta palavra é o mesmo para a palavra em Latim, PORCO ou SUÍNO. Excluindo-se a palavra ou nome grego, está palavra em Latim para a palavra PORCO é “SUS” e é identica quando escrita ao sufixo em latim a transliteração em português (e também em inglês) “Ie-SUS” e a “Je-SUS”, ou seja, “SUS”, que se pronuncia “SUCE” ou “ZUS” em inglês e português!

Em Latim a palavra “SUS” significa “SUÍNO” ou “PORCO”, e também possui o mesmo som do sufixo grego, tal como na palavra ou nome “Ie-SOUS”, que se pronuncia “SUCE”. De acordo com a Igreja Católica Romana, o significado das palavras que estão escritas em latim não MUDAM! Se você quiser entender, você irá perceber facilmente que a palavra em latim para PORCO e SUÍNO está escrito “SUS”. Não é difícil de entender! “SUS” em hebraico significa “Cavalo”, porém, em Latim significa “porco”: “SUS”, suis 1. Um suíno, leitão, javali, porco.

Viu agora com clareza quem é o “salvador” dos cristãos? Quando alguém que foi mal ensinado e instruido ora, invoca e adora o nome greco/romano “Jesus”, na verdade, esta orando, invocando e adorando o “deus cavalo da mitologia grega” e o “deus porco da mitologia romana”.

Por motivos e interesses diversos, pessoas bem e mau-intencionadas, resistem a grande verdade a respeito do nome sagrado do Filho de Elohim, o Adhonay Yehoshua Ha-Mashiach. O próprio apóstolo Shaúl (Paulo) perseguiu a verdade e sofreu as conseqüências de ter recalcitrado contra os aguilhões. O amado apóstolo precisou passar pela experiência de um encontro com o próprio Mashiach (Messias) para entender que “contra fatos não existe argumentos”. Em 2 Cor. 13:8, já convertido a verdade, ele escreveu: “Porque nada podemos contra a verdade, a não ser em favor da verdade”. Nosso intuito neste trabalho não é ficar se justificando a ninguém, mas, apenas apresentar a verdade argumentada e baseada diante dos fatos racionais e não de simples atos de sentimentalismo que não conduzem ninguém a lugar algum. Não podemos nos enclausurarmos em nossas cegueiras espirituais, não devemos resistir a verdade, antes devemos acatá-la para nossa vida. Vamos analisar e responder algumas argumentações daqueles que defendem o nome Jesus!

Algumas pessoas, aproveitando a ignorância e falta de conhecimento de alguns que abraçam a fé do nome sagrado Yehoshua, tentam combater com argumentações esdrúxula a verdade que liberta! Por exemplo, alguns “pseudos sábios”, cheios de Teologia (Théos = Zeus grego, Iesous, Iesus etc… + logia – estudo), conhecedores na verdade do deus falso, grego, e não do Adhonay da salvação, achando-se donos da verdade, fazem vistas grossas para os fatos verídicos que comprovam estar o mundo enganado pelo poder do Cristianismo romano. Afinal, quem é o salvador de Roma? A quem Roma invoca como seu deus salvador? Não é por acaso o mesmo “Jesus” dos cristãos? Aliás, Roma não afirma ser o “IESVS”, IESUS, JESUS, etc… um dogma da Igreja Católica Apostólica Romana? Não é o mesmo Jesus, deus cavalo dos gregos e deus porco dos romanos que também o Cristianismo invoca? Os defensores do deus falso Jesus, afirmam, que o nome “Iesus” não poderia ser “deus cavalo” porque é um nome grego e a palavra “SUS” é hebraica. Vamos dar um pouco do próprio veneno deles para que eles bebam.

Se uma palavra hebraica não serve para identificar um deus falso, por ser uma palavra hebraica, um nome grego (eles concordam ser o nome Iesus um nome grego) também não serve para ser o nome do Salvador Yehudym (Judeu), pois as profecias dizem que seu nome seria um nome hebraico, e que a salvação viria dos Yehudyns (Judeus): João 4:22. “Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus”. Entenderam?! Sabemos que não se usa este tipo de fórmulas e nem se aplica estes argumentos absurdos para justificar qualquer coisa. “SUS ” é cavalo mesmo! O que afinal estas pessoas estão querendo defender? A verdade que salva e liberta? Sabemos que não.

JESUS NÃO É O NOME DO MESSIAS PELAS SEGUINTES RAZÕES

1- O nome JESUS não é um nome TEOFÓRICO, isto é, o nome JESUS não é derivado do nome do Elohim de Israel. A prova principal de que o nome JESUS não é o nome do Messias, é porque Ele NÃO é um nome TEOFÓRICO.

2- Não existe o nome JESUS na Bíblia Hebraica.

3- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Hebraico.

4- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Grego.

5- Não existe o nome JESUS no Novo Testamento Latim

6- No alfabeto hebraico, grego e latim não existe a letra “J”.

7- O nome JESUS tem duas sílabas “JE” e “SUS”.

8- A 1ª sílaba do nome JESUS é “JE”.

9- “JE” não é a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel e nem do nome do verdadeiro Messias. Esta é a prova principal de que JESUS não é o nome do Messias.

10- Não existe a sílaba “JE” nem no Velho e nem no Novo Testamento Hebraico.

11- O falso nome “Jesus” só apareceu após o século XIV, uma vez que a letra “J” (Jota) só apareceu no século XIV (1400 anos após o Messias ter vindo), sendo impossível que no século primeiro se pudesse escrever um nome com uma letra inexistente. A letra “J”, com o som que lhe é característico, não faz parte nem do hebraico, nem do latim e nem do grego. A igreja primitiva nunca usou o falso nome JESUS.

12- A letra “J” é a prova real de que o nome JESUS é falso.

13- A Sociedade Bíblica do Brasil diz que a 1ª sílaba do nome do Elohim de Israel é YHWH (Bíblia Online 3.0 da Sociedade Bíblica do Brasil).

14- A 2ª sílaba do nome JESUS é “SUS”.

15- Não existe a sílaba “SUS” no nome do verdadeiro Messias.

16- “SUS” em grego e latim significa PORCO.

17- “SUS” em hebraico significa CAVALO.

18- O significado do nome JESUS é: JE É CAVALO.

Conclusão: O nome JESUS faz parte de um sistema maligno para que o mundo NÃO conheça o nome do Elohim de Israel, e também NÃO conheça o nome do verdadeiro Messias. O nome Jesus foi criado para enganar o mundo.

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CONCLUSÃO

Os pastores e pregadores cristãos afirmam que têm realizado muitos prodígios e milagres através do nome de JESUS. Mas os magos de faraó também faziam milagres e prodígios em nome dos deuses deles. O pastor mercenário Benny Hinn é um dos grandes falsos profetas que usam o nome falso de Jesus para fazer prodígios e milagres fajutos. Tenho um vídeo não-oficial da cruzada de Benny Hinn aqui em Manaus, no ano de 2005, onde podemos constatar que não houve nenhum milagre que eles alegam terem sido realizados por este falso profeta. Confira, abaixo, o vídeo onde selecionei as partes que não aparecem no vídeo oficial das cruzadas de Benny Hinn que são publicadas num canal do YouTube. As pessoas doentes e cadeirantes que aparecem na filmagem não são curadas; ele faz uma mudinha dar uns berros, coisa típica de mudo, e diz que ela foi curada; e faz uma senhora de idade passar vexame, fazendo-a correr e crer que foi curada de paralisa nas pernas, sendo que a mesma sofria de um enfisema pulmonar e estava na cadeira inalando oxigênio. E o fenômeno do cai-cai é outro prodígio de mentira que esse falso profeta realiza através do nome falso de Jesus.


(https://www.youtube.com/watch?v=17vnoda0YqU)

Baixe a filmagem completa da cruzada de Benny Hinn em Manaus e veja você mesmo os prodígios e sinais de mentiras realizados por esse falso profeta. Clique no link.

Cruzada de Falsos Milagres de Beny Hinn em Manaus (2005)

Certa vez um discípulo veio avisar Jesus que algumas pessoas estavam usando o nome dele para expulsar demônios. Aí Jesus respondeu: Quem não é contra nós, é por nós. Logo, percebe-se que essas pessoas usavam o nome correto de Cristo. Mas, não se diz que elas eram consagradas para realizar o exorcismo em nome de Yesu.

Em Atos 19 temos o relato dos filhos do sacerdote Ceva que tentaram usar o nome de Yesu para fazer exorcismo, mas não tiveram êxito. Certamente porque eles não tinham consagração e bom testemunho para enfrentar os demônios.

“Ora, também alguns dos exorcistas judeus, ambulantes, tentavam invocar o nome de Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, um dos principais sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: A Jesus conheço, e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? Então o homem, no qual estava o espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois e prevaleceu contra eles, de modo que, nus e feridos, fugiram daquela casa” (Atos 19:13-16).

Muitas pessoas são curadas simplesmente pela grande fé que têm em Deus, e não por causa do falso nome do Messias que os pastores e pregadores invocam em vão.

Eu não tenho ideia de como Deus vai agir para julgar esses crentes ingênuos que seguem os ensinos desses falsos pregadores. Só sei que poucos se salvarão. Até mesmo o apóstolo Pedro disse que é difícil um justo se salvar. Imagine esses que seguem esses falsos pastores e acreditam no nome de um falso Cristo.

“E se o justo dificilmente se salva, onde comparecerá o ímpio pecador?” (I Pedro 4:18).

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Miquels7
Manaus, 28 de dezembro de 2017.

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28/12/2017 Posted by | CASOS POLEMICOS, CONSPIRAÇÃO, CRISTIANISMO EM CRISE, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

FÉ X RAZÃO – O CRENTE É IGNORANTE E NÃO SABE QUE É

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Quando leio artigos e estudos bíblicos de pastores e teólogos renomados, fico só observando o linguajar culto que eles empregam, com vocábulos difíceis – como por exemplo ‘trindade’, ‘soteriologia’, ‘cristologia’, ‘paracletologia’,  ‘eternidade’, ‘pentecostal’, ‘pentecostalismo’, ‘amilenista’, ‘preterista’, etc – que eles mesmos criaram para ensinar teologia. Mas também fico imaginando que vantagem tem todos esses vocábulos e conceitos teológicos, alguns banais e outros controversos, se toda a crença deles é baseada na fé?! Ou seja, toda a crença deles é baseada na IGNORÂNCIA. Como não podem apresentar nenhuma prova do que ensinam, eles ignoram a razão e a racionalidade e apelam para a fé. Quase toda a TEOLOGIA é baseada em TEORIAS. Eles inventaram essa história de que o crente salvo vai viver na ‘eternidade’, e nem eles mesmos têm certeza do que ensinam, pois, tudo é baseado na fé cega, isto é, na ignorância.
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Macaco pensadorHomem pensador 

Alguém disse que “Deus existe para quem crê, agora para quem não crê, Ele não existe”. Ou seja, quem tem fé acredita em Deus. Em outras palavras, quem é ignorante acredita em Deus.

Que me desculpem os pastores e teólogos tradicionais, mas o que acabei de afirmar é uma pura verdade. Os crentes ou cristãos não fazem uso da racionalidade ou da razão, pois a crença deles em Jesus e em Deus é toda baseada na fé. E fé é uma crença cega, pois, a pessoa acredita naquilo que não vê e que não tem certeza se existe. Sendo assim, a crença deles é baseada na IGNORÂNCIA, pois, eles desprezam a racionalidade e a razão e se baseiam em imaginações da mente. Eles usam a Bíblia e a própria natureza como provas da existência de Deus. Porém, a própria Bíblia não dá garantia plena da existência de Deus e de Jesus. E muito menos a natureza.

“Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela palavra de Deus; de modo que o visível não foi feito daquilo que se vê” (Hebreus 11:3).

“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe [pela fé], e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

Humanamente e racionalmente falando, se alguém diz que acredita em Deus pela fé, esse alguém está sendo ignorante, pois despreza a razão de ser das coisas, e se baseia em algo ilusório, que não pode provar. Fé não é prova de nada; fé não prova nada. Fé é apenas confiança naquilo que se diz ou que se espera.

Sei que é controverso comparar a palavra FÉ com a palavra IGNORÂNCIA. Mas, no fundo, o significado é o mesmo. Quem é “ignorante” se sente ofendido pelo fato de alguém dizer que sua fé o torna ignorante.

Por causa do ensino obcecado de Paulo a respeito do uso da fé, o apóstolo Tiago o confrontou, afirmando que a fé sem as obras é morta. E isso se tornou uma grande contradição na Bíblia. E os teólogos se contorcem para dizer que não existem contradições na Bíblia. É claro que existem.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

“Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada” (Gálatas 2:16). 

“Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo? (…) Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé” (Tiago 2:14, 17-18, 24).

Não dou valor a conceitos e vocábulos difíceis que os próprios teólogos criaram para explicar coisas baseadas na “ignorância”, ops, baseadas na fé. Os mestres e doutores em teologia costumam criticar aqueles que se aventuram a explicar a Bíblia e questionar as crenças tradicionais sem ter o devido preparo. Acusam os tais de não ter o conhecimento e o preparo suficiente para elaborar um estudo coerente e biblicamente correto. Eu mesmo já fiz crítica a pregadores leigos que leem qualquer versículo da Bíblia e querem pregar, espiritualizando o texto, sem ao menos ter noção do que o texto realmente diz. Fiz crítica a estudiosos da Bíblia que querem defender um tema, mas não conhecem direito nem a própria língua que falam; não conhecem as regras da Língua Portuguesa, não sabem nada de interpretação de texto e análise sintática. Por exemplo, eles pegam a frase dita por Jesus “examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna”, mas não entendem nada do que Jesus quis dizer. Eles acham que esta frase é um mandamento de Jesus. Ora, Jesus nunca ordenou ninguém a examinar as Escrituras. O verbo “examinais” está no presente do indicativo, e a frase está no afirmativo, e não no imperativo. A tradução dessa frase de Jesus num linguajar mais acessível aos leigos é assim: “Vocês, fariseus e doutores da Lei, examinam as Escrituras pensando encontrar nelas a vida eterna – e são realmente elas que falam a respeito de mim -, mas não querem me ouvir nem me aceitar, para terem vida”. Quem concede a vida eterna é Jesus, e não o fato de examinar as Escrituras. No entanto, acredito que não é preciso um estudioso das Escrituras se prender a conceitos e vocábulos fabricados por teólogos para elaborar um estudo ou defesa de um tema. Basta que o exegeta tenha um pouco de conhecimento de Hermenêutica e noção de interpretação de texto e análise sintática, que ele terá condições de elaborar um estudo coerente e lógico. E não me venha com esse blá-blá-blá de que é preciso fazer muitas orações buscando a iluminação do Espírito Santo para que possa interpretar corretamente os textos sagrados! Se isso fosse garantia para se fazer um estudo correto, não haveria tantas heresias por aí. E bem sabemos que os teólogos e exegetas dessas seitas que existem por aí sempre afirmam que buscam muito a iluminação do Espírito Santo e a sabedoria do alto antes de fazer os estudos. E como todos sabem, há muita heresia nesses ensinos teológicos das igrejas cristãs e evangélicas. Alguns escritores do Novo Testamento, como Pedro, Tiago e Judas eram semialfabetizados e mal sabiam escrever. No entanto, escreveram coisas melhores que este montão de literatura produzida pelos teólogos tradicionais. Eles escreveram com humildade, empregando palavras simples e um linguajar rude, sem ter a mínima noção desses conceitos e vocábulos inventados pelos teólogos “ignorantes” de hoje. Até mesmo os apóstolos João e Paulo, sendo mais cultos, escreveram livros sem ter a mínima noção desses conceitos e vocábulos dos teólogos hodiernos. E um milhão de livros escritos por esses exegetas e teólogos modernos não se compara a uma única carta escrita por um apóstolo semialfabetizado.

CONCEITOS DE FÉ E DE IGNORÂNCIA

Veja os conceitos de FÉ, segundo o Aurélio:

S.f.
1. Crença religiosa;
2. Conjunto de dogmas e doutrinas que constituem um culto;
3. Rel. A primeira virtude teologal: adesão e anuência pessoal a Deus, seus desígnios e manifestações.
4. Firmeza na execução de uma promessa ou de um compromisso.
5. Crença, confiança.
6. Asseveração de algum fato.

Como se percebe, pela definição do dicionário, fé não passa de crença religiosa naquilo que não se vê, que não se pode provar. Diz, também, que fé é “a primeira virtude teologal”. Ou seja, sem fé não existe teologia.

Agora veja os conceitos de IGNORÂNCIA, segundo o Aurélio:

S.f.
1. Condição de quem não é instruído;
2. Falta de saber; ausência de conhecimentos;
3. Estado de quem ignora ou desconhece alguma coisa, não tem conhecimento dela.

Pelos conceitos de “ignorância”, podemos dizer que se alguém diz que acredita em Deu pela fé, mas não tem como provar a sua existência, e não sabe nada de concreto sobre Ele, então, esse alguém é um IGNORANTE.

Ninguém sabe como surgiu a palavra FÉ. No Antigo Testamento essa palavra aparece uma única vez.

“Eis o soberbo! A sua alma não é reta nele; mas o justo pela sua fé viverá” (Habacuque 2:4).

O escritor da carta aos hebreus deu um conceito inusitado para fé. Veja:

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hebreus 11:1).

Como já disse em outras ocasiões, a fé pode até ser o fundamento das coisas que se esperam. Porém, a fé não é prova de nada, não prova nada. Fé significa apenas confiança ou esperança em algo que esperamos ou imaginamos.

O próprio apóstolo Paulo instiga os crentes a usar de “ignorância” até para fazer coisas corriqueiras da vida. E diz que se alguém não faz as coisas através da “ignorância”, isto é, através da fé, esse alguém está pecando. E o pior é que Paulo tem razão em fazer tal afirmação.

“Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado” (Romanos 14:23).

ADÃO E EVA VIVIAM PELA FÉ, ATÉ QUE UM DIA CHUTARAM O PAU DA BARRACA

A ideia de Deus em criar o homem foi para que ele vivesse como nativo, cuidando da terra e colhendo os frutos da sua plantação. Quando a Bíblia diz que Adão e Eva viviam nus e não se envergonhavam, significa que eles viviam como os nativos, ou seja, como os índios, que vivem nus, mas não se envergonham. Os verdadeiros povos indígenas – que ainda não tiveram contanto com a civilização – ainda carregam nos seus costumes a inocência do paraíso perdido. Deus criou o homem para que fosse um agricultor, para que cultivasse a terra e cuidasse das plantas e dos animais, sem se preocupar com guerras, com tecnologias e invenções da Ciência. Os povos indígenas não têm Ciência; mesmo que passem milhares de anos, eles não inventam nenhuma tecnologia, pois eles não sabem derreter o ferro para construir armas, máquinas e veículos. Eles só ensaiam inventar alguma coisa depois que têm contato com os civilizados. Mesmo assim, os índios não questionam nada, se Deus existe ou não. Até se o pajé disser que os deuses ordenaram a aldeia a fazer isso ou aquilo para eles (se não eles morrerão), eles fazem sem questionar nada, pois, são “inocentes”. Os indígenas possuem terçado, facão, enxada, machado, martelo, serrote e panelas de alumínio para cozinhar porque tudo isso eles adquiram com os povos civilizados. Você já ouviu falar de algum índio que tinha a profissão de ferreiro?

No entanto, embora Deus quisesse que homem vivesse como nativo na Terra, sem questionar nada, sem se preocupar em inventar artes ou fundir os metais, Ele não imaginou que um dia pudesse chutar o pau da barraca, e passasse a questionar as coisas. E a gota d’água para isso acontecer foi a intromissão de Satanás no paraíso, que instigou o homem a fazer uso da sua racionalidade. E o que Satanás disse a Adão e Eva foi uma verdade. Os teólogos fanáticos (que acreditam nas coisas através da “ignorância”), afirmam que Satanás usou de mentira para enganar Adão e Eva, e fazê-los pecar. Compare as duas passagens bíblicas e veja que Satanás não mentiu a Adão e Eva.

“Ora, a serpente [Satanás em carne e osso] era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal” (Gênesis 3:1-5). 

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida” (Gênesis 3:22-24).

Na verdade, o pecado de Adão e Eva se constituiu no fato de terem feito o uso da razão e da racionalidade, ao darem ouvidos a Satanás. O fruto proibido que eles não deviam comer era o “conhecimento proibido” que Satanás lhes repassou, e que os tornou civilizados. Somente os civilizados sentem vergonha de andar nu. A condição de civilizado trouxe ao homem muitos problemas, mas também trouxe muitas coisas boas. O homem, ao deixar de ser nativo, e se tornar civilizado, tornou-se grande perigo para o nosso planeta, e até para os próprios deuses. Pois, o homem ao tomar conhecimento do bem e do mal, e fazer uso de sua racionalidade, passou a questionar a sua própria origem e a existência de Deus. Tornou-se uma grande ameaça para todo o Universo. Atualmente vemos que o homem não tem limites em suas invenções. E a pior invenção de todas foi a bomba atômica, de plutônio ou de hidrogênio, que pode levar à destruição de todo o planeta e à extinção da raça humana. Enquanto o homem não tiver uma prova concreta da existência de Deus, ele continuará procurando respostas, vasculhando esse vasto Universo, perscrutado o ínfimo da matéria. Se o homem não encontrar Deus, ele continuará achando que é o próprio deus e o dono de seu destino. Esse é o grande pecado do homem, o fato de ter chutado o pau da barraca, deixado a vida de inocência no paraíso como um nativo, e ter se tornado civilizado.

Por que Deus puniu a Serpente (Satanás), mesmo sabendo que ela falou a verdade para Adão e Eva?

Deus puniu a Serpente porque ela sabotou o seu plano. O plano de Deus era que o homem sempre fosse e vivesse como um nativo, isto é, como um indígena, e não se tornasse civilizado. Ao tornar-se civilizado – conhecendo o bem e o mal, e aprendendo a Ciência -, o homem fez-se pecador, caiu em desgraça, tornando-se um rebelde diante de seu Criador, ao questionar as coisas. O homem, depois de ter conhecimento do bem e do mal, não teria limites em  suas intenções. Deus viu que o homem tornando-se civilizado e ainda tendo acesso à fonte da vida eterna (a árvore da vida), tornar-se-ia um perigo para o Universo, visto que é um ser imperfeito, de má índole, e de espírito dominador. Por isso, Deus teve que impedir o acesso do homem à árvore da vida, para que não vivesse eternamente. Para o homem ter acesso novamente à árvore da vida, ele terá que se aperfeiçoar.

O novo plano de Deus, agora, é dar o tempo necessário para que o homem se aperfeiçoe. Aqueles que se aperfeiçoarem Ele irá salvar e ressuscitar no último dia. E para que isso fosse possível, Deus enviou o seu Filho, Jesus Cristo, para tomar o poder de Satanás aqui na Terra, e cuidar da raça humana. Quem crer em Jesus, praticar seus mandamentos e viver uma vida piedosa, pode se aperfeiçoar. Jesus disse a um jovem rico: “Queres ser perfeito? Vai, vende tudo o que possui, distribui entre os pobres, depois, vem e segue-me”. O jovem ficou triste, pois possuía muitas riquezas. Portanto, para o crente ser perfeito, o principal requisito é não possuir riquezas materiais.

CONCLUSÃO

Já que Adão e Eva chutaram o pau da barraca e passaram a fazer uso da racionalidade e da razão, então, vamos continuar sendo crentes, mas fazer o mesmo que eles fizeram. Vamos fazer uso da racionalidade e da razão para buscarmos respostas para as perguntas que nos inquietam. Se continuarmos buscando respostas através da fé cega e da ignorância, não chegaremos a lugar algum. Eu não acredito em Deus pela fé cega – e nem pela fé que enxerga. Eu acredito em Deus porque obtive conhecimento suficiente para não duvidar da sua existência. Só que o Deus que eu acredito é totalmente diferente do “Deus” que 99,99% dos crentes acreditam. Eu me esforço muito para fazer o máximo de uso da minha racionalidade. Se você não faz uso da sua racionalidade, melhor seria ter nascido como um animal irracional.

Eu acredito naquilo que é possível existir. Por exemplo, eu não acredito que no céu haja criação de cavalos de raça, e ainda alados. Mas há ignorantes que acham que Jesus e os anjos irão descer literalmente do Céu em cavalos brancos, alados. Para se justificar, eles dizem que para Deus tudo é possível. Há outros que dizem que Deus pode criar qualquer coisa num abrir e fechar de olhos. Neste caso, a ignorância já extrapolou os limites do bom senso. E outros se contorcem para explicar a seguinte pergunta: “Por que Deus criou o mundo em seis dias, se Ele podia ter criado tudo num só dia, ou num piscar de olhos?”. Quem se esforça para responder a essa pergunta é um autêntico ignorante. Os crentes acham que Deus é isso e aquilo, pode fazer isso e aquilo, sem ter uma mínima prova de que Ele seja mesmo assim. Portanto, eu não acredito em nada que não se possa provar. Eu sou um autêntico “crente são-Tomé”. Só acredito vendo.

O crente vê na Bíblia Jesus dizer que a fé pode remover montanhas, pensando que Ele estava falando de forma literal. Deus não pode remover uma montanha de lugar. Se Deus pudesse remover uma montanha de lugar, o melhor momento para Ele demonstrar isso teria sido quando os israelitas estavam no deserto, apavorados, fugindo de Faraó, sem saber para onde ir, visto que havia montanhas por todos os lados e o Mar Vermelho mais na frente. A travessia sobre o Mar Vermelho pode ter acontecido numa parte rasa, no momento em que houve uma maré. E em nenhum momento vemos Deus, na Bíblia e na História, removendo alguma montanha de lugar. Portanto, essa crença de que “fé remove montanhas” não passa de uma palavra de encorajamento para que as pessoas enfrentem as dificuldades da vida. Fé é apenas esperança, confiança.

Alguém pode indagar: “Mas, que ‘deus’ é esse que você acredita, que não tem poder nenhum?”. Respondo. O Deus no qual acredito é o mesmo que você acredita. A diferença é que você acredita nele de forma tresloucada, dando a Ele atributos que não tem certeza se possui. O Deus que acredito é muito poderoso ou super-poderoso, mas não tanto Todo-Poderoso. Ainda vou escrever um texto sobre esse assunto. Por exemplo, todos acham que os Estados Unidos são um país todo-poderoso, que ninguém consegue derrota-lo. Porém, a pequena Coreia do Norte o tem desafiado. Por quê? Porque o governo norte-coreano sabe que os EUA não são o que os outros dizem que ele é.

Deus Jeová já demonstrou fraqueza diante de pequenos inimigos. Veja:

“Assim estava o Senhor com Judá, o qual se apoderou da região montanhosa; mas não pôde desapossar os habitantes do vale, porquanto tinham carros de ferro” (Juízes 1:19).

Deu acordo com o texto supracitado, que Deus Todo-Poderoso é este que não conseguiu fazer os israelitas vencer os habitantes do vale, que tinham carros de ferro? Se esses moradores do vale tivessem apenas carros e carruagens de madeira, os israelitas os teriam destruídos? Porém, imagina se esses moradores do vale tivessem caças supersônicos, com metralhadoras e mísseis teleguiados, e bombas nucleares!

Sou professor de Matemática e percebo que a maioria dos alunos não gosta dessa matéria e não entende nada sobre os números porque tem preguiça de pensar. Assim mesmo acontece com a cabeça dos religiosos e dos crentes: eles têm preguiça de pensar. O crente fanático que não questiona nada, se a Bíblia é inspirada e se Deus existe, tem preguiça de pensar, e deixa que os pastores e teólogos pensem por ele. Ou seja, é um perfeito ignorante. A ignorância exacerbada torna as pessoas estúpidas e arrogantes. Por isso, tem muitos crentes assim. Da mesma forma, o muito saber torna as pessoas arrogantes e muitas vezes estúpidas. Mas, nesse caso, a estupidez e arrogância acontecem não por ignorância ou desconhecimento de algo, mas, pela impaciência que se tem devido as pessoas comuns não compreenderem o que se tenta explicar. Há pessoas que odeiam o que escrevo, simplesmente porque elas têm preguiça de pensar, e não está à altura de acompanhar a minha linha de raciocínio.

“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem” (Salmos 14:1).

Um crente pode questionar a existência de Deus, diferentemente de um ateu, que ignora a sua existência, e ainda debocha dos que acreditam. Podemos questionar a veracidade de muitas crendices, porque somos racionais. Se você não questiona nada, você é ignorante, e não faz uso da racionalidade, se é que tem.

Portanto, vamos botar a cabeça pra funcionar, e deixar de lado a irracionalidade, pois, somos seres pensantes.

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Falou e disse Miquels7

23/04/2017 Posted by | FANATISMO RELIGIOSO, MENSAGENS ESPECIAIS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | Deixe um comentário

Um Zé-Mané Ensinando os Doutores em Teologia a Interpretar o Apocalipse

********(CONCLUÍDO E ACRESCENTADO)********

QUEM SÃO OS INTERLOCUTORES DA NARRATIVA NO FINAL DO CAPÍTULO 22 DE APOCALIPSE?

a-volta-de-cristo

Antes de entrar na explanação sobre o Apocalipse, tenho que tecer alguns comentários importantes.

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Tem coisas incríveis no Apocalipse de João que enxergo durante a leitura, e percebo que, depois de quase dois mil anos da cristandade, a quase totalidade dos teólogos continua com uma espécie de venda nos olhos e não conseguem ver nada além do que já viram. É interessante notar que a Bíblia mesmo diz que no tempo do fim os sábios compreenderiam as profecias. Mas só no fim? Por que não antes?

“Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão” (Daniel 12:10).

É claro que quando já estamos próximo do cumprimento de uma profecia os sinais a respeito do acontecimento profetizado são mais evidentes. Jesus mesmo chamou a atenção sobre isso. Com a proximidade de um acontecimento fica mais fácil compreender os sinais de sua chegada.

“Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24:32).

Enquanto os teólogos se preocupam em saber o que significa a “figueira” nesta declaração de Jesus, eu, porém, preocupo-me em saber o que é esse “verão”.

Verão é a estação da luz, do calor e do trabalho; ou seja, é um período de tempos trabalhosos, de muita agitação, diversão e descompromisso com o que virá depois.

“Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro; estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mateus 24:36-42).

A maioria dos doutores em Teologia afirma que a frase “estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro” está falando do tal arrebatamento. Porém, a interpretação correta diz que esse que é levado é o que se perderá. O que fica é o que será poupado do castigo, da morte ou da calamidade. O texto não se refere a um suposto arrebatamento, mas tão-somente à tribulação que sobrevirá ao mundo nos últimos dias em que muitos escaparão (serão deixados) e outros serão mortos (serão levados). Repare que Jesus disse que o povo antediluviano “não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos”. Ou seja, quem foi LEVADO pelas águas do dilúvio é que pereceu. Também devemos lembrar que durante a invasão de Jerusalém pelo Exército Romano no ano 70 d.C muitos judeus foram poupados da morte. Ou seja, os que ficaram – os deixados para trás – é que foram poupados da morte. Outros que não sofreram a morte imediata foram presos e levados cativos, como escravos. E adivinha quem foi deixado para trás e poupado da morte durante a invasão romana? Justamente os pobres, os mendigos, os doentes e aleijados, que foram deixados para cuidar da terra. O salmista disse que os mansos e os justos herdarão a Terra e nela habitarão para sempre (Salmos 37:11, 29). No Antigo Testamento não há nenhum texto afirmando que os mansos e os justos herdarão o céu. Essa história de que os crentes herdarão o céu é pura heresia e coisa de fanático religioso.

Veja o que Jesus disse no Sermão do Monte:

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.1 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mateus 5:3-12).

Os doutores em Teologia deviam entender e ensinar que a expressão “reino dos céus” está se referindo ao reino vindo dos céus para se estabelecer aqui na Terra. Não existe reino algum no Céu. Deus não reina exclusivamente sobre anjos, porque anjos não formam nações. Para que haja reino é preciso haver súditos, servos e vassalos. Os anjos não são servos. Se Deus reina no Céu, mas esse reino abrange todo o Universo. Porém, Deus reina especialmente dos céus sobre a Terra, sobre nós. Portanto, devemos entender que “reinos dos céus” quer dizer “reino vindo dos céus sobre nós”. E esse reino será estabelecido definitivamente aqui na Terra depois que todas as coisas forem cumpridas. E esse reino será regido eternamente por Jesus Cristo. A presença permanente de Cristo aqui na Terra junto com os humanos redimidos será igual à presença do próprio Deus no meio de nós. E o reino eterno de Jesus aqui na Terra terá todas as características de um reino humano, mas não será regido como o reino dos homens, e as nações da Terra levarão honras e tributos ao Rei. O reino dos homens é caracterizado por conflitos, guerras, ódio, injustiças e opressão. Porém, o Reino de Cristo será de paz, de amor, de justiça e de prosperidade.

“Deus reina sobre as nações; Deus está sentado sobre o seu santo trono” (Salmo 47:8).

“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe. E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. (….) As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória. As suas portas não se fecharão de dia, e noite ali não haverá; e a ela trarão a glória e a honra das nações” (Apoc. 21:1-3, 24-26).

“Naquele tempo chamarão a Jerusalém o trono do Senhor; e todas as nações se ajuntarão a ela, em nome do Senhor, a Jerusalém” (Jeremias 3:17).

“E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo” (Ezequiel 43:7).

“Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como Filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias [que estava assentado no Trono], e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:13-14).

Portanto, os salvos irão habitar no reino dos céus aqui mesmo na Terra, e não no Céu, como todos imaginam. E a Nova Jerusalém será a capital do mundo.

Jesus ordenou seus discípulos a pregar, dizendo que era chegado o reino dos céus. E essa é a prova do que afirmei, que o reino dos céus não é um reino localizado no Céu, mas tão-somente um reino vindo dos céus para se estabelecer aqui na Terra.

“E indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus” (Mateus 10:7).

“Jesus, porém, disse: Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque das tais é o reino dos céus” (Mateus 19:14).

Quantas vezes não vi irmãos subir no púlpito da igreja e pregar sobre este versículo de forma totalmente deturpada! A expressão “criança” significa pessoas humildes, pessoas mansas e pacíficas, assim como são as crianças. E a expressão “reino dos céus” não tem nada a ver com um reino no Céu, mas um reino aqui mesmo na Terra.

Quanto à frase “alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus”, vou explicar. Repare que a palavra “céus” está no plural. Na Bíblia não existe a expressão “reino do Céu”, mas somente “reino dos céus”, que quer dizer um reino vindo dos céus sobre nós. Portanto, a frase “porque é grande o vosso galardão nos céus”, a expressão “nos céus” é uma forma abreviada de “reino dos céus” como foi dita logo no início do Sermão da Montanha: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Se omitirmos a palavra “reino” a frase fica assim: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é os céus”. E a palavra “céus” está no plural, e não designa um local exato. “Céus” se refere a todo os espaço sideral. Se os salvos fossem realmente habitar no Céu frase correta seria: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino do Céu” ou “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino no Céu”.

E para um bom entendedor de semântica e análise sintática (sintaxe), na frase “porque deles é reino dos céus”, o verbo ser (é), no singular, está se referindo ao substantivo “reino”, e não ao adjunto adverbial “dos céus”. Portanto, a atenção do intérprete deve ser dada ao vocábulo “reino”, que se refere ao reino do Messias aqui na Terra. Mas os crentes só fixam o olhar na palavra “céus”, e por isso, imaginam que vão morar nos céus.

OS MANSOS HERDARÃO A TERRA, NÃO O CÉU

Fico imaginando por que os crentes não se tocam quando leem no Sermão do Monte a frase Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra”!

Se Jesus diz que os mansos herdarão a Terra, por que os crentes ficam imaginando que vão herdar o Céu? Ou será que Jesus estava maluco (sofrendo de esquizofrenia), uma hora falando uma coisa, e mais na frente falando outra?

Pergunto aos doutores em Teologia: Os salvos irão herdar a Terra e viver nela para sempre, ou irão herdar o Céu, e habitar junto com Deus e os anjos?

Se perguntarmos para um crente se ele prefere herdar a Terra ou herdar o Céu, por certo ele irá responder que prefere herdar o Céu. Logo, vemos que é difícil mudar a mentalidade dos crentes sobre essa questão de querer ir morar junto com Deus no Céu, pois, foram doutrinados de forma equivocada, e não aceitam o contraditório.

Ora, se Jesus diz que os mansos herdarão a Terra, logo, a expressão “herdar o reino dos céus” significa herdar o reino vindo dos céus, que será implantado aqui mesmo neste planeta, quando todas as coisas forem cumpridas.

O salmista e os profetas também dizem que os mansos e os justos herdarão a Terra, e não o Céu.

“Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz” (Salmos 37:11).

“Os justos herdarão a terra e nela habitarão para sempre” (Salmos 37:29).

“Mas o que confia em mim possuirá a terra, e herdarão o meu santo monte” (Isaías 57:13).

“E todos os do teu povo serão justos; para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado” (Isaías 60:21).

“E produzirei descendência a Jacó, e a Judá um herdeiro dos meus montes; e os meus escolhidos herdarão a terra e os meus servos nela habitarão” (Isaías 65:9).

MAS A NOSSA PÁTRIA ESTÁ NOS CÉUS

“Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas” (Filipenses 3:20-21).

Há somente três referências cruzadas que apoiam de forma duvidosa isso que Paulo afirmou em Fil. 3:20.

1ª REEFERÊNCIA: Efésios 2:6, 19

“E nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus. (….) Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus”.

Essa afirmação de Paulo, na sua Carta aos Efésios (2:6), parece não se apoiar na realidade, mas apenas em utopia. E isso evidencia um pouco de fanatismo religioso do próprio apóstolo, pois, crente algum irá se assentar no Céu ao lado de Deus.

2ª REFERÊNCIA: Hebreus 11:13-16

“Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado, de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de ser chamado seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade”.

Ora, isso que Paulo fala aos hebreus é pura fantasia. Pois, o próprio Judaísmo jamais ensina que os justos que morreram irão reviver para habitar no Céu. E nem mesmo na Toráh (Antigo Testamento) encontramos algum ensino de que os justos que morreram irão ressuscitar para viver no Céu. Marta, irmã de Lázaro, disse que sabia que Lázaro iria ressuscitar no último dia, mas não para ir morar no Céu. E Jesus não ignorou o que ela falou; apenas disse que podia antecipar a ressurreição. Portanto, isso evidencia que os judeus não tinham por esperança uma nova pátria nos céus, mas aqui mesmo na Terra.

“Respondeu-lhe Jesus: Teu irmão há de ressurgir. Disse-lhe Marta: Sei que ele há de ressurgir na ressurreição, no último dia” (João 11:23).

Não existe nenhuma referência cruzada no restante da Bíblia, de forma a corroborar o que Paulo falou aos hebreus, sobre a esperança dos patriarcas de ir morar numa pátria melhor nos céus. Pelo livro de Ezequiel os judeus sabem que o reino eterno do Messias será aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

“Ainda habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, na qual habitaram vossos pais; nela habitarão, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre; e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente” (Ezeq. 37:25).

“E disse-me: Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; e os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo” (Ezeq. 43:7).

Jesus é o Filho de Davi. Portanto, esse Príncipe de Ezequiel será humano, um humano híbrido. Será um ente divino-humano habitando com os humanos. Deus habitará conosco através da pessoa de seu Filho Jesus, o Príncipe.

3ª REFERÊNCIA: Colossenses 3:1

“Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”.

As promessas de Deus aos vencedores, ou seja, as recompensas, estas serão concedidas como uma espécie de troféu. É claro que muitos dos salvos exercerão lugar de destaque no Reino Eterno do Messias. Por exemplo, a recomendação de Jesus para que ajuntássemos tesouros no Céu, isso não deve ser interpretado ao pé da letra. As recompensas dos vencedores serão dadas em forma de honras e também lugares de destaque no Reino.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao que vencer darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe” (Apoc. 2:17).

“Ao que vencer, e ao que guardar as minhas obras até o fim, eu lhe darei autoridade sobre as nações” (Apoc. 2:26).

“Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono” (Apoc. 3:21).

Observe uma coisa: Jesus se assenta ou se posiciona ao lado do Trono de Deus no Céu, mas nem por isso Ele é Deus, igual ao Pai. Da mesma forma, muitos dos salvos vencedores terão o privilégio de se assentar ao lado do Trono de Cristo, o Messias, no seu Reino Eterno aqui na Terra, mas nem por isso esses privilegiados serão iguais a Jesus em poder e autoridade.

Em relação à pátria dos crentes que Paulo disse estar nos céus, de Filipenses 3:20, o correto seria ele dizer: “Mas a nossa pátria está NO REINO dos céus, na nova Jerusalém, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.

NÃO EXISTE UMA CIDADE NO CÉU DENOMINADA JERUSALÉM

O autor da Carta aos Hebreus foi o único que supôs existir uma cidade celestial, denominada Jerusalém. Mas, isso não procede. Existem outras referências na Bíblia aludindo a uma suposta cidade nos céus, mas nenhuma delas diz exatamente o nome.

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos” (Hebreus 12:22).

Como pode alguém achar que existe uma cidade no Céu com um nome de origem cananéia? Só mesmo na cabeça de religiosos fanáticos!

O nome JERUSALÉM vem da língua do antigo povo cananeu. O vocábulo Jerusalém é formado pela junção de duas palavras: JERU, que significa cidade, e SALÉM, que significa paz. Portanto, Jerusalém significa Cidade de Paz. O Livro apócrifo de Melquisedeque, supostamente escrito por Abraão, conta a lenda de um rei cananeu que tinha um filho, o qual exercia a função de sacerdote. Depois que o rei morreu, o filho (Melquisedeque) assumiu o trono, e passou a exercer as funções de rei e sacerdote ao mesmo tempo. Foi por causa dessa lenda que o escritor da Carta aos Hebreus afirmou que Jesus Cristo é um Sumo-Sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque. Por essa razão, Jesus exercerá a função de Rei e Sacerdote no seu Reino Eterno aqui na Terra.

“Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo” (Gênesis 4:18).

“Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Salmos 110:4).

“Tocará ao príncipe dar os holocaustos, as ofertas de cereais e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel. Ele proverá a oferta pelo pecado, a oferta de cereais, o holocausto e as ofertas pacíficas, para fazer expiação pela casa de Israel” (Ezequiel 45:17).

“E no mesmo dia o príncipe proverá, por si e por todo o povo da terra, um novilho como oferta pelo pecado” (Ezequiel 45:22).

“E, tendo sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, sendo por Deus chamado sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 5:9-10).

“Aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 6:20).

Durante a história do povo hebreu, os reis, juízes e príncipes nunca ministraram no Grande Templo, oferecendo sacrifícios. A função de ministrar no Templo era exclusiva da Tribo de Levi. E nenhum rei de Israel foi da Tribo de Levi.

No entanto, esse Príncipe de Ezequiel, além de exercer a função de Rei, também exercerá a função de Sacerdote, e administrará os sacrifícios no Templo. Por essa razão Jesus é considerado Rei e Sacerdote. Mas, tem um detalhe: este Príncipe de Ezequiel parece ser tão humano quanto os demais, e o texto bíblico diz que ele oferecerá sacrifícios por si mesmo e pelo povo.

Há quem diga que esse Príncipe de Ezequiel não será o Senhor Jesus Cristo, mas um príncipe dos filhos de Israel, não necessariamente da Tribo de Levi. Outros afirmam que Jesus não pode assumir a função de Sacerdote porque ele não era da Tribo de Levi, mas da de Judá. Mas outros dizem que Jesus é uma exceção, e Ele exercerá as duas funções, conforme reza a lenda de Melquisedeque.

O Monte Sião mencionado em Apoc. 14 refere-se à cidade de Nova Jerusalém aqui mesmo na Terra, depois que o Reino do Messias for estabelecido definitivamente. O que João viu foi uma visão futurística do que foi planejado acontecer, e não um fato real.

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai”.

Devemos compreender que as visões do futuro que Jesus revelou a João não são literais. As visões que João contemplou são os planos que Deus traçou para que aconteçam. Ninguém é onisciente, nem mesmo Deus. Ninguém pode prever o que irá acontecer no futuro. Muitos fatos contemplados nas visões do “futuro” descritas no Apocalipse ainda não aconteceram e podem não acontecer. Tudo que é revelado no Apocalipse são os planos de Deus contidos no Livrão de Sete Selos.

Tudo que João contemplou no Apocalipse foram encenações do que está previsto acontecer nos planos de Deus concernentes à humanidade, e não visões reais de acontecimentos do futuro.

Portanto, o Monte Sião, isto é, a Cidade de Nova Jerusalém onde João contemplou o Cordeiro com os 144 mil judeus, é aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

A cidade de Nova Jerusalém que João diz descer dos céus no Apocalipse não é uma cidade física, real, mas uma cidade simbólica. Na verdade, a Nova Jerusalém Celestial que descerá sobre a Terra é a Comitiva dos 144 mil judeus, que serão selados e posteriormente arrebatados antes de serem lançadas as taças da ira de Deus sobre a Terra. Esse grupo de 144 mil judeus representa a Noiva do Cordeiro. E como o próprio texto diz, o grupo desse dos céus como uma noiva ataviada para o noivo. A igreja que representa o grupo de todos os salvos não é a Noiva do Cordeiro. O grupo dos 144 mil é que representa a Noiva do Cordeiro, e esse grupo o segue para onde quer que vá.

“E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo” (Apoc. 21:2).

As dimensões da cidade Nova Jerusalém que desce dos céus são todas relacionadas com o número 144, evidenciando que essa cidade simbólica representa o grupo dos 144 mil.

“E ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, aqueles que foram comprados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apoc. 14:3-4).

Os salvos de segunda categoria, que ressuscitarão no último dia, logo após a Grande Tribulação, e também os que foram salvos no julgamento do Grande Trono Branco, formarão as nações que povoarão a nova Terra restaurada. E a antiga cidade de Jerusalém será a capital mundial para sempre.

“As nações andarão à sua luz; e os reis da terra trarão para ela a sua glória. As suas portas não se fecharão de dia, e noite ali não haverá; e a ela trarão a glória e a honra das nações” (Apoc. 21:24-16).

JESUS NÃO PROMETEU ARREBATAR OS SEUS SEGUIDORES FIÉIS, MAS RESSUSCITÁ-LOS NO ÚLTIMO DIA, NÃO PARA LEVÁ-LOS PARA O CÉU, MAS PARA REINAR COM ELE PARA SEMPRE AQUI NA NOVA TERRA RESTAURADA

“E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia. Porquanto esta é a vontade de meu Pai: Que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:39-40).

“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia (…) Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João 6:44, 54).

“Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno” (João 17:15).

“Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a vindoura” (Hebreus 13:14).

NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3).

Esta declaração de Jesus, de João 14:2, tem feito a cabeça de milhões de cristãos, com a esperança de irem morar numa cidade nos céus. Só que esses “lugares” que Jesus foi preparar serão no seu Reino Eterno aqui mesmo na Terra, e não no Céu.

A expressão “na casa de meu Pai há muitas moradas”, significa o mesmo que dizer “no reino que meu Pai me concedeu há muitas moradas”.

Para se fundamentar um ensino ou doutrina é necessário haver pelo menos mais duas referências paralelas (referências cruzadas) que sirvam de respaldo ao texto ou argumento. E sobre esta declaração de Jesus em João 14:2 não há nenhum outro apoio nas Escrituras. Não há referências cruzadas de forma a apoiar o argumento de que no Céu há muitas moradas ou mansões para os crentes salvos.

De tanto os crentes se iludirem com essa estória de morada no Céu, muitos imaginam que vão ganhar uma mansão no Céu; e outros até sonham coisas absurdas. E nem mesmo na Bíblia existe a tal palavra MANSÃO. E o fanatismo é tão absurdo que muitos cantores escreveram hinos falando de mansões no Céu. Lembro-me de um sonho que a irmã Maria Cruz me contou. Ela sonhou que estava no Céu e contemplava muitas casas feitas de palhas e outras bem construídas, parecendo mansões. Aí ela quis saber de quem eram aquelas casas de palhas. Aí alguém respondeu que aquelas casas de palhas eram dos crentes que não faziam a obra de Deus com amor e dedicação. Por aí se vê o tanto de fanatismo dos crentes com essa estória de moradas no Céu.

PARA ONDE VOU, VÓS NÃO PODEIS IR

“Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Procurar-me-eis; e, como eu disse aos judeus, também a vós o digo agora: Para onde eu vou, não podeis vós ir” (João 13:33).

NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU

Ora, Jesus mesmo declarou que somente Ele desceu do Céu e subiu aos céus. Significa que nenhum justo, desde Adão até nossos dias, jamais subiu aos céus para viver permanentemente por lá. Enoque teve o privilégio de ter sido abduzido até os céus, mas ele não podia jamais permanecer por lá, visto que o Céu é habitação somente dos seres aperfeiçoados. E os crentes de hoje não são aperfeiçoados nem a pau! Poucos serão os aperfeiçoados. Da mesma forma, o profeta Elias foi abduzido por uma nave espacial, mas isso não significa que ele foi levado direto para os céus, além do sétimo céu, onde Deus habita, pois lá nem mesmo existe atmosfera para um ser humano vivo respirar.

“Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem” (João 3:12-13).

Se ninguém subiu aos céus, por que os líderes religiosos cristãos ensinam os crentes neófitos que após a morte o crente vai direto para o Céu? Ora, eles induzem o crente ao erro, e com isso cria-se um fanatismo que se torna difícil lidar.

O ARREBATAMENTO SERÁ APENAS PARA OS 144 MIL JUDEUS, CONFORME ESTÁ DESCRITO EM APOCALIPSE CAP. 7 E 14

“Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tess. 4:17).

“E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apoc. 7:2-4).

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai” (Apoc. 14:1).

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DESTRINCHANDO OS INTERLOCUTORES DO DIÁLOGO NO CAPÍTULO 22 DE APOCALIPSE

A interpretação do Livro de Apocalipse de João se torna mais difícil porque o autor escreveu frases misturadas de dois ou mais interlocutores no diálogo. E, portanto, o bom exegeta deve saber separar as falas dos interlocutores. Alguns fatos no livro de Apocalipse não estão colocados em ordem cronológica.

No Céu existe apenas um Trono especial onde se assenta o Deus, Todo-Poderoso. Se existisse a suposta trindade, haveria três tronos especiais no Céu, ao invés de dois ou um só.

Primeiramente, temos que diferenciar os dois personagens que supostamente se assentam juntos no Trono principal no Céu, nas diversas visões dos profetas. Um desses dois personagens é superior e é chamado de o Senhor Deus, Todo-Poderoso, ao qual deve ser direcionada toda adoração. O outro personagem é um pouco inferior, mas também é poderoso, ao qual devemos honras e louvores, mas nunca a adoração. Este segundo personagem sempre fica posicionado à destra (à direita) do que está assentado no Trono principal. Este personagem que se assenta à destra de Deus tem o cargo de Primeiro Ministro; ou seja, ele é o braço direito de Deus, aquele que coordenada e executa todos os planos de Deus, e também o que lidera as hostes celestiais, como um todo.

O texto mais adequado para diferenciar Deus-Pai, Todo-Poderoso e Jesus, o Cordeiro, é o de Daniel 7:9-10, 13-14. Neste fato narrado no livro de Daniel podemos ver claramente a distinção entre Deus-Pai e Jesus, o Filho do Homem. Leia e perceba a distinção:

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um Ancião de Dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se [no Trono] para o juízo, e os livros foram abertos. (…) Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como Filho de Homem; e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído”.

Podemos perceber que o Ser poderoso, denominado de Filho de Homem, é inferior ao Ser poderosíssimo, denominado de Ancião de Dias, que está assentado no Trono. Eis a distinção clara entre Deus-Pai e Jesus. E isso não tem nada a ver com trindade. Deus é um só. Paulo fez essa distinção de forma clara, e não fez menção a um terceiro personagem. Desta forma, não existe possibilidade de uma pessoa de bom senso admitir que exista a tal trindade.

“Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também” (I Cor. 8:6).

Jesus, o Cordeiro, nunca aparece assentado sobre um alto e sublime Trono. Sempre o vemos assentado à destra (à direita) da Majestade no Céu. Nunca se diz que o Cordeiro está assentado sobre um trono, no Céu, mas sempre se diz que Ele está posicionado à destra do Trono de Deus. Estêvão teve uma visão do Céu e viu Jesus em pé à destra do Trono de Deus. Ele viu Jesus em pé e não assentado sobre um trono.

“Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus.” (Atos 7:55-56).

E tem outro detalhe interessante no livro de Apocalipse que os teólogos tradicionais não percebem. Se Jesus fosse Deus, Ele também seria adorado pelos 24 anciãos e por todos os anjos que se prostram diante do Deus Todo-Poderoso que se assenta sobre o Trono. Toda vez que os anciãos se prostram para adorar, nunca o texto diz que eles se prostram diante do Cordeiro. O texto diz que APENAS UM estava assentado sobre o alto e sublime Trono.

“Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um Trono estava posto no Céu, e um assentado sobre o Trono” (Apoc. 4:2).

Repare na seguinte citação que todos os anjos no Céu se prostram e adoram ao que está assentado no Trono, e mesmo o Cordeiro sendo citado, mas nunca Ele é adorado. Toda adoração é direcionada só ao que está assentado no alto e sublime Trono.

“E clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém” (Apoc. 7:10-12).

Se Jesus será Advogado dos pecadores no julgamento do último dia, logo, Ele não estará assentado sobre um trono, mas tão-somente o Juiz, o Deus Todo-Poderoso.

“E vi um grande Trono Branco e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiram a terra e o céu; e não foi achado lugar para eles” (Apoc. 20:11).

OUTRAS REFERÊNCIAS QUE MOSTRAM QUEM SE ASSENTA SOBRE O ALTO E SUBLIME TRONO NO CÉU, E ONDE JESUS, O CORDEIRO, FICA POSICIONADO:

“Micaías prosseguiu: Ouve, pois, a palavra do Senhor! Vi o Senhor assentado no seu trono, e todo o exército celestial em pé junto a ele, à sua direita e à sua esquerda” (I Reis 22:19).

“Prosseguiu Micaías: Ouvi, pois, a palavra do Senhor! Vi o Senhor assentado no seu trono, e todo o exército celestial em pé à sua direita e à sua esquerda” (II Crônicas 18:18).

“O Senhor está no seu santo templo, o trono do Senhor está nos céus; os seus olhos contemplam, as suas pálpebras provam os filhos dos homens” (Salmos 11:4).

“Deus reina sobre as nações; Deus está sentado sobre o seu santo trono” (Salmos 47:8).

“O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo” (Salmos 103:19).

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo” (Isaías 6:1).

“Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificaríeis vós? e que lugar seria o do meu descanso?” (Isaías 66:1).

“E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele” (Ezequiel 1:26).

“Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se [no Trono] para o juízo, e os livros foram abertos. (…) Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:9-10, 13-14).

“E quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está assentado” (Mateus 23:22).

“Repondeu-lhe Jesus: É como disseste; contudo vos digo que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder” (Mateus 26:64).

“Mas desde agora estará assentado o Filho do homem à mão direita do poder de Deus” (Lucas 22:69).

“Ora, do que estamos dizendo, o ponto principal é este: Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade” (Hebreus 8:1).

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra” (Apoc. 5:6).

“E clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro” (Apoc. 7:10).

“Porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apoc. 7:17).

Jesus disse a Pilatos que o seu reino não era deste mundo. Porém, o reino de Cristo não está no Céu. O Reino de Cristo é aqui na Terra, mas ainda está por ser estabelecido. Jesus também se assentará sobre um trono no seu reino, mas esse trono não é o mesmo do Deus, Todo-Poderoso. O reino dos homens é caracterizado por conflitos, guerras, ódio, injustiças e opressão. Porém, o Reino de Cristo será de paz, de amor, de justiça e de prosperidade.

“Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos senteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel” (Lucas 22:30).

“Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui” (João 18:36).

“E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:15).

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AGORA, EXPLICANDO APOCALIPSE 22

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia. E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último. Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno. Escreve, pois, as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de suceder. Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas” (Apoc. 1:9-20).

“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. (…) E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus” (Apoc. 4:1, 5).

“E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“Nela não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Apoc. 21:22).

APOCALIPSE 22 (AS FALAS DOS INTERLOCUTORES SEPAREI POR CORES)

AZUL: João VERDE: Deus Todo-Poderoso VERMELHO: Jesus Cristo

1 E mostrou-me o rio da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
2 No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações.
3 Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão,
4 e verão a sua face; e nas suas frontes estará o seu nome.
5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos séculos dos séculos.
6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.
13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.
17 E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.
18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;
19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro.
20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus.
21 A graça do Senhor Jesus seja com todos.

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O significado da palavra SERVO, segundo o dicionário Aurélio:

[Do lat. servu.]
S. m.
1.
Aquele que não tem direitos, ou não dispõe de sua pessoa e bens.
2.
Na época feudal, indivíduo cujo serviço estava adstrito à gleba e se transferia com ela, embora não fosse escravo.
3.
Criado, servidor, servente; serviçal.
4.
Escravo (6).

O que significa a palavra CONSERVO?

Segundo os dicionários da internet:

Conservo: Aquele que é servo, juntamente com outrem.
Ou conservo: Aquele que serve junto com outro servo, ou o que serve igualmente.

E o significado de ANJO?

Segundo o Aurélio:

[Do gr. ángelos, pelo lat. angelu.]
S. m.
1. Ser espiritual que, segundo a teologia cristã, a hebraica e a islâmica, serve de mensageiro entre Deus e os homens. 

Pelas definições dadas, acima, conclui-se que os anjos não são servos. Anjos são mensageiros de Deus e não estão listados na categoria de criados, serventes ou escravos. Anjos são seres especiais. Estão listados na categoria de mensageiros, isto é, embaixadores, administradores, executores.

Note que os anjos não são considerados SERVOS de Deus. Esse conceito de servo e conservo é mais aplicado a nós, seres humanos, que adoram e servem a Deus, e rendem-lhe tributos.

Portanto, esse Ser poderoso ao qual João quis adorar é mais que um anjo. Um anjo comum não pode dizer que é conservo nosso e de nossos irmãos, e dos que guardam as palavras do livro de Apocalipse. Pois os anjos não guardam as palavras de livro algum.

Jesus é servo porque Ele se fez carne e veio habitar entre os homens. Por isso, Jesus, além de Rei e Senhor, é também nosso irmão e conservo de Deus.

Se esse anjo que fala com João em Apoc.22:9 diz que é um conservo de João e de seus irmãos, logo, percebe-se que esse anjo não é um anjo comum; é mais que um anjo. Jesus mesmo se declarou ser um SERVO de Deus. E os profetas também testificam que Jesus seria um SERVO do Senhor. Vejamos:

“E suscitarei sobre elas um só pastor para as apascentar, o meu servo Davi. Ele as apascentará, e lhes servirá de pastor; e eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse.” (Ezequiel 34:23-24).

“Também meu servo Davi reinará sobre eles, e todos eles terão um pastor só; andarão nos meus juízos, e guardarão os meus estatutos, e os observarão” (Ezequiel 37:24).

“Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniqüidades deles levará sobre si” (Isaías 53:11).

“Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo; e o meu juízo é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 5:30).

“Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo” (João 8:28).

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens” (Fil. 2:5-7).

Nesta passagem de Paulo aos filipenses, ele não está declarando que Jesus é Deus. Está apenas dizendo que Jesus era um ente divino que estava com Deus, mas não era Deus.

A FRASE “EU SOU O ALFA E O ÔMEGA”, DE QUEM É?

Apenas três vezes é pronunciada a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” no Apocalipse de João. E apenas uma delas foi pronunciada diretamente por Deus. As outras duas citações desta frase são repetições que João acrescentou quando fazia a introdução e conclusão do livro.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apoc. 1:8).

“Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida” (Apoc. 21:6).

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:13).

A frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” não faz parte do diálogo entre João e o anjo poderoso no final do capítulo 22. Esta frase foi intercalada no texto pelo próprio João, assim como o fez logo na introdução do livro. Pois, na introdução do livro de Apocalipse João não está dialogando com Jesus, mesmo assim ele cita a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega”, frase dita por Deus-Pai em Apoc. 21:6).

Esse anjo ao qual João se prostrou para adorar não é um anjo comum. Durante as visões dos acontecimentos, alguns anjos se dirigiram a João e dialogaram com ele. Porém, esse anjo que João diz ter pretendido adorar é um anjo muito poderoso, diferentemente dos demais anjos. E João bem sabia que um anjo não pode ser adorado.

A prova que esse Anjo que João quis adorar é Jesus resume-se na frase que diz: “pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”.

“Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:10).

Ora, quem passava as visões a João e ordenava-lhe que as escrevesse era Jesus. Em Apoc. 1:2 João declara que viu e ouviu o testemunho de Jesus. Por isso ele diz que o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.

“E, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu”.

A expressão “espírito da profecia” quer dizer a verdade da profecia ou a autenticidade da profecia, pois, espírito é vida. Por isso, Jesus sempre dizia a João que “estas palavras são fiéis e verdadeiras” ou “estas são as verdadeiras palavras de Deus”. Jesus nunca mentiu e nunca houve engano em sua boca. Daí a razão de seu testemunho ser autêntico.

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QUANTOS INTERLOCUTORES HÁ NA NARRATIVA?

Os teólogos tradicionais acham que na narrativa do capítulo 22 de Apocalipse há o diálogo de três interlocutores: João, um anjo e Jesus. Eu, também, identifico três interlocutores na narrativa, conforme sublinhei com cores diferentes as palavras de cada um: João, Deus-Pai e Jesus. Na minha perspectiva, não há diálogo de um anjo comum a partir de Apoc. 22:6-20.

Note que as visões de Apocalipse 21:1-8 são reveladas por Jesus, o anjo poderoso, aquele que sempre diz “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras”. A partir de Apoc, 21:9 até 22:5 João narra as visões mostradas por um anjo comum. Do versículo 6 até o 20 João faz uma espécie de síntese dos relatos. Veja que após o versículo 5 ele repete novamente a frase “E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras”. Nesse momento da narrativa não existe lógica para João escrever essa frase, pois ele não estava dialogando com ninguém; apenas estava narrando as visões.

Portanto, a partir do versículo 6 de Apoc. 22 João faz a concussão final do seu livro. E nesse trecho podemos observar as falas de três interlocutores.

Devemos atentar para o seguinte detalhe: as visões do Apocalipse foram dadas por Jesus Cristo, e isto está evidente logo na introdução do livro. Nenhum outro anjo ordenou João a escrever. As revelações foram dadas exclusivamente por Jesus a João. E no capítulo 22 de Apocalipse João declara que o anjo, ao qual ele se prostrou para adorar, foi quem lhe passou as revelações. Logo, esse anjo era Jesus. Compare:

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João” (Apoc. 1:1).

“E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer” (Apoc. 22:6).

Deus deu as revelações a Jesus, e Ele as notificou a João e ordenou que ele as escrevesse num livro e enviasse pelos sete anjos (sete estrelas) cartas às sete igrejas da Ásia.

O diálogo no final de Apocalipse 22 é um apanhado geral das visões que João tentou resumir.

Repare que João repete algumas frases que antes já havia escrito. Por exemplo, João não se ajoelhou duas vezes diante do Anjo para adorá-lo. Só que ele fala do mesmo fato em dois momentos. Se João tentou uma vez se ajoelhar para adorar o Anjo, é claro que esse gesto ele jamais repetiria depois.

“Estas são as verdadeiras palavras de Deus. Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal: sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia” (Apoc. 19:9-10).

“E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. [Repetição de frase]. (…) E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar. Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus”. [Repetição do mesmo fato]. (Apoc. 22:6, 9).

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JESUS É O ANJO GABRIEL?

A seita dos Adventistas do Sétimo Dia Ortodoxos ensina que Jesus é o mesmo arcanjo Miguel. Porém, uma vertente dos Adventistas do Sétimo Dia ensina que o anjo poderoso que apareceu a Daniel (Dn 10) é o anjo Gabriel. No entanto, se compararmos as descrições que Daniel fez desse Ser poderoso que lhe apareceu com o Ser poderoso que apareceu a João na ilha de Patmos, podemos concluir que se trata da mesma pessoa. Se esse Ser poderoso que apareceu a Daniel às margens do rio Tigre é o anjo Gabriel, então, conclui-se que o Ser poderoso que apareceu a João na ilha de Patmos é o mesmo anjo Gabriel. Vamos comparar as características?

Mas, antes, entenda uma coisa: OS ANJOS POSSUEM ASAS – SÃO SERES ALADOS. E esse Ser poderoso que apareceu a Daniel e João parece não ser um anjo, porque eles o descrevem da mesma forma, mas não falam nada sobre possuir asas, e além do mais o identificam como “um homem”. E todos sabem que Jesus, sendo um Ser híbrido, divino e humano, não possui asas. Pelo menos não possuía asas mesmo após a ressurreição. No entanto, João identifica Jesus como um ANJO no último capítulo de Apocalipse. Repare nas semelhanças dos seres poderosos que apareceram a João e Daniel. Perceba que Daniel identifica esse ser poderoso como UM HOMEM trajando-se de linho, e não como um anjo. No entanto, os anjos também são vistos trajando-se com vestidos de linho. Já os anjos administradores trazem os lombos cingidos com cinto de ouro.

Daniel sempre se refere a este Ser poderoso que lhe apareceu chamando-o de “homem vestido de linho”. Parece estranho Daniel não o identificá-lo como um anjo (Dn 10:5; 12:6-7). Jesus foi envolto num pano de linho (Mateus 27:59). Apesar dos anjos serem alados (possuírem asas com penas, creio eu), mas eles também se vestem de linho puro e resplandecente. No entanto, só os anjos que administram no santuário celestial é que possuem os lombos cingidos com cinto de ouro (Apoc. 15:6; 19:14).

Portanto, esse ser poderoso que apareceu a Daniel e João tem semelhança de HOMEM, e é um Ser muito mais poderoso que os demais anjos. Vejamos.

DANIEL 10:4-21

4 No dia vinte e quatro do primeiro mês, estava eu à borda do grande rio, o Tigre;
5 levantei os meus olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz;
6 o seu corpo era como o berilo, e o seu rosto como um relâmpago; os seus olhos eram como tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés como o brilho de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão.
7 Ora, só eu, Daniel, vi aquela visão; pois os homens que estavam comigo não a viram: não obstante, caiu sobre eles um grande temor, e fugiram para se esconder.
8 Fiquei pois eu só a contemplar a grande visão, e não ficou força em mim; desfigurou-se a feição do meu rosto, e não retive força alguma.
9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra.
10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.
11 E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo.
12 Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim.
13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.
14 Agora vim, para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos derradeiros dias; pois a visão se refere a dias ainda distantes.
15 Ao falar ele comigo estas palavras, abaixei o rosto para a terra e emudeci.
16 E eis que um que tinha a semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então abri a boca e falei, e disse àquele que estava em pé diante de mim: Senhor meu, por causa da visão sobrevieram-me dores, e não retenho força alguma.
17 Como, pois, pode o servo do meu Senhor falar com o meu Senhor? pois, quanto a mim, desde agora não resta força em mim, nem fôlego ficou em mim.
18 Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou.
19 E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste.
20 Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia.
21 Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe.

APOCALIPSE 1:9-18

9 Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na aflição, no reino, e na perseverança em Jesus, estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.
10 Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,
11 que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.
12 E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro,
13 e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar [vestido de linho], e cingido à altura do peito com um cinto de ouro;
14 e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo;
15 e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas.
16 Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força.
17 Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; [eu sou o primeiro e o último].
18 Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno.

Acho que a frase “eu sou o primeiro e o último” é um acréscimo que João fez por conta própria na narrativa. Pois, a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim” não foi pronunciada por Jesus, mas pelo Deus Todo-Poderoso, conforme está descrito em 21:6.

Azul: João Verde: Deus-Pai Vermelho: Jesus

“E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida. Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho” (Apoc. 21:5-7).

Atenção: Quem ordena João a escrever é Jesus. E se Jesus diz que as palavras que vem do trono são fiéis e verdadeiras, logo, não é ele quem as pronuncia, mas sim, o Deus Todo-Poderoso, que está assentado no trono. Em outras palavras, Jesus ordena João a escrever as palavras que vem direto do trono. Portanto, quem pronuncia a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim” é Deus, Todo-Poderoso, e não Jesus.

Apenas três vezes é repetida a frase “Eu sou o Alfa e o Ômega” no Apocalipse. E esta frase é de autoria de Deus-Pai, e não de Jesus. Vejamos.

“Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apoc. 1:8).

Esta frase é pronunciada logo na introdução do livro de Apocalipse, e pelo contexto da narrativa, João está fazendo menção ao que Deus-Pai falou tempos depois, não neste exato momento em que escreve a introdução do livro.

Repare que do versículo primeiro até o sétimo João está fazendo a introdução do livro, saudando as igrejas, e conclui com a palavra “amém”. O versículo que vem logo depois, o oitavo, é uma frase isolada que João pronuncia: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”. Repare que João, no momento que pronuncia esta frase, não está conversando com ninguém. Portanto, essa frase não faz parte de um diálogo, mas é apenas uma frase isolada que João colocou entre as suas próprias palavras, de tão ansioso que estava para escrever as visões.

“Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apoc. 1:17).

A frase “eu sou o primeiro e o último” parece não ser de autoria de Jesus, mas apenas um acréscimo que João fez por conta própria. Esse mesmo gesto de Jesus de colocar a mão direita (destra) sobre João também foi feita pelo ser poderoso que apareceu a Daniel. E o ser poderoso que apareceu a Daniel não disse que era “o primeiro e o último”.

“Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí num profundo sono, com o rosto em terra. E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo. Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim” (Dn 10:9-12).

“Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida” (Apoc. 21:6).

“Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim” (Apoc. 22:13).

“Quando o vi, caí a seus pés como um morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apoc. 1:17).

A PROVA FATAL DE QUE JESUS NÃO É DEUS

No final do capítulo 10 do livro de Daniel, o Ser poderoso que apareceu a Daniel confessa que não é tão poderoso assim, pois disse que o príncipe da Pérsia lhe resistiu por 21 dias, o impedindo de trazer a resposta de sua oração, e ainda declarou que só havia um que o ajudava na batalha: o arcanjo Miguel.

“Então tornou a tocar-me um que tinha a semelhança dum homem, e me consolou. E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste. Ainda disse ele: Sabes por que eu vim a ti? Agora tornarei a pelejar contra o príncipe dos persas; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia. Contudo eu te declararei o que está gravado na escritura da verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, senão Miguel, vosso príncipe” (Dn 10:18-21).

Esses príncipes da Pérsia e da Grécia são os anjos poderosos a serviço de Satanás, que lutam contra os anjos de Deus.

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AS FRASES PRÓPRIAS DE JOÃO QUE ELE ENXERTOU NA NARRATIVA

Na narrativa de João das cartas às sete igrejas da Ásia, ele introduz cada carta com suas próprias palavras, e só depois escreve o que realmente Jesus ordenou que escrevesse. E numa dessas introduções João denomina Jesus de “Filho de Deus”. E Jesus nunca chamou a si mesmo de Filho de Deus.

Veja a introdução que João faz com suas próprias palavras quando escreve as cartas. As frases de cor roxa são do próprio João; as de cor vermelha são de Jesus.

A frase “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” é um bordão que João utilizou para chamar a atenção sobre as coisas que havia escrito em cada uma das cartas. Essa frase não é de autoria de Jesus.

“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua perseverança” (Apoc. 2:1-2).

“Ao anjo da igreja em Esmirna escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto e reviveu: Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás. (Apoc. 2:8-9).

“Ao anjo da igreja em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada aguda de dois gumes: Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás” (Apoc. 2:12-13).

“Ao anjo da igreja em Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes a latão reluzente: Conheço as tuas obras, e o teu amor, e a tua fé, e o teu serviço, e a tua perseverança, e sei que as tuas últimas obras são mais numerosas que as primeiras” (Apoc. 2:18-19).

Dá para se perceber que a frase “Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes a latão reluzente” não é de autoria de Jesus. Jesus não podia referir-se a si mesmo desta maneira, pois quem viu e descreveu Jesus com os olhos como chama de fogo e pés semelhantes ao latão reluzente foi João. Jesus não se viu a si mesmo dessa maneira, de forma a descrever-se numa carta. Logo, percebe-se que todas as descrições que João faz de Jesus na introdução das cartas são de sua autoria.

“Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as estrelas: Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, e estás morto” (Apoc. 3:1).

“Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar)” (Apoc. 3:7-8).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente!” (Apoc. 3:14-15).

Nos quatro evangelhos Jesus sempre se chama a si mesmo de “FILHO DO HOMEM” 77 vezes, e nunca se chama a si mesmo de “Filho de Deus”.

Em Mateus 27:43 os principais sacerdotes, escribas e anciãos escarneciam de Jesus, dizendo: “Confiou em Deus, livre-o ele agora, se lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus”. Apesar de imputarem a frase “Filho de Deus” a Jesus, mas Ele mesmo nunca se declarou ser “Filho de Deus”. A frase que Cristo sempre usava para se referir a si mesmo era “Filho do homem”.

Em Lucas 22:69-70, Jesus no Sinédrio, ao ser inquirido pelos anciãos se Ele se declarava ser o Filho de Deus, Jesus respondeu que eles (os anciãos) é que diziam que Ele era Filho de Deus. Ele, porém, sempre se declarou ser Filho do homem.

“Mas desde agora estará assentado o Filho do homem à mão direita do poder de Deus. Ao que perguntaram todos: Logo, tu és o Filho de Deus? Respondeu-lhes: Vós dizeis que eu sou”.

É a mesma coisa que Jesus ter dito assim: “Vocês é que estão dizendo que eu sou Filho de Deus; eu sou Filho do homem”.

Em João 5:25 João, na hora de escrever, trocou a expressão “Filho do homem” por “Filho de Deus”. Repito: Jesus nunca chamou a si mesmo de Filho de Deus.

“Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão”.

Novamente em João 10:36 e 11:4 João troca a expressão “Filho de homem” por “Filho de Deus”.

“Àquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, dizeis vós: Blasfemas; porque eu disse: Sou Filho de Deus?”.

“Jesus, porém, ao ouvir isto, disse: Esta enfermidade não é para a morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”.

O Evangelho de João é considerado um evangelho esotérico, porque João emprega muitos termos de cunho esotérico, como ‘filho de Deus’, ‘verbo’, ‘unigênito’, ‘novo nascimento’. Por essa razão João trocou muitas vezes a expressão ‘filho do homem’ por ‘filho de Deus’. E só a título de curiosidade: o Evangelho de João parece não ter sido escrito pelo punho do próprio João, pois muitos fatos narrados parece não terem sido presenciados pelo mesmo. Se fosse mesmo João, discípulo de Cristo, o narrador dos fatos no Evangelho que leva o seu nome, por certo teria narrado com mais precisão, pois ele foi testemunha ocular da história de Jesus. O mesmo fato estranho acontece no livro de Apocalipse. João narra o Apocalipse, dialoga com Jesus, mas parece que esse Jesus do Apocalipse lhe é um ser estranho. Se João era o discípulo amado, por que não demonstrou maior intimidade ao dialogar com Jesus no livro de Apocalipse?

Os próprios discípulos Jesus nunca tentaram adorá-lo. Se seus discípulos tivessem tentado lhe adorar, por certo os teria repreendido, dizendo para adorarem a Deus, pois Ele era servo e conservo deles.

O momento que Jesus se transfigurou diante dos seus discípulos no monte (Mateus 17), foi a oportunidade que eles tiveram de se prostrar diante dele e adorá-lo, mas não o fizeram, pois sabiam que Jesus não era Deus, para ser adorado.

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QUEM SÃO OS ANJOS DAS IGREJAS

Aprendi na Escola Dominical que o anjo de cada uma das sete igrejas da Ásia Menor para onde João enviou as cartas, é o PASTOR local. E todos aprendem esses falsos ensinos nas igrejas evangélicas porque isso vem passando de geração em geração, e ninguém se levanta para questionar, pois, já são doutrinados para aceitar tudo que os líderes ensinam.

Na verdade, os anjos das igrejas são os sete anjos emissários que assistem diante do Cordeiro. Esses anjos são as sete estrelas que ficam à destra de Jesus. Jesus ordenou João a escrever as mensagens às sete igrejas, e enviá-las pelos seus anjos emissários.

“Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força” (Apoc. 1:16).

“Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas” (Apoc. 1:20).

“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete candeeiros de ouro” (Apoc. 2:1).

Quando Jesus ordena a João, dizendo: “Ao anjo da igreja em Éfeso escreve”, ele está se referindo ao anjo emissário que devia levar a mensagem à igreja. Se são sete anjos emissários, então, esta é a razão de Jesus ter escolhido apenas sete igrejas da Ásia.

Além desses sete anjos emissários que assistem diante do Cordeiro, há também sete espíritos que assistem diante do Trono de Deus. Esses sete espíritos que assistem diante do Trono são anjos muito poderosos, assim como os arcanjos. Os hereges trinitarianos afirmam que esses sete espíritos de Deus, que são enviados por toda a Terra, são uma representação simbólica da 3ª pessoa da trindade, isto é, o Espírito Santo.

“João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono” (Apoc. 1:4).

“Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as estrelas: Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, e estás morto” (Apoc. 3:1).

“E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus” (Apoc. 4:5).

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra” (Apoc. 5:6).

O profeta Zacarias também teve a visão desses sete espíritos que assistem diante de Deus. Com isso podemos constatar que não se trata de uma alegada 3ª pessoa da trindade. Zacarias também vê os dois ramos de oliveira, que representam os dois ungidos que assistem diante de Deus. Há quem diga que esses dois ungidos são Moisés e Elias, os mesmos que apareceram a Jesus no monte da transfiguração.

“Ora, quem despreza o dia das coisas pequenas? pois estes sete se alegrarão, vendo o prumo na mão de Zorobabel. São estes os sete olhos do Senhor, que discorrem por toda a terra. Falei mais, e lhe perguntei: Que são estas duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal? Segunda vez falei-lhe, perguntando: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado? Ele me respondeu, dizendo: Não sabes o que é isso? E eu disse: Não, meu senhor. Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra” (Zac. 4:10-14).

O QUE É O CORDEIRO IMÓVEL QUE FICA POSICIONADO ENTRE O TRONO PRINCIPAL E OS TRONOS DOS ANCIÃOS?

“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra. E veio e tomou o livro da destra do que estava assentado sobre o trono” (Apoc. 5:6-7).

Este Cordeiro que fica em pé, imóvel entre os tronos, e que parecia estar morto e tinha sete chifres e sete olhos, é uma representação simbólica de Jesus. Na verdade, aquilo que João viu era uma estátua esculpida. Por isso João imaginou que fosse um cordeiro morto. E o profeta Zacarias teve a visão dessa estátua simbólica do Cordeiro. A “pedra” que o anjo se refere é Jesus.

“Pois eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos. Eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o Senhor dos exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra num só dia” (Zacarias 3:9).

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O CORDEIRO NUNCA É ADORADO

Em todos os momentos que os anciãos, os seres viventes e os anjos se prostram para adorar o Ser Todo-Poderoso que está assentado no trono, nunca se diz que eles adoraram ao Cordeiro. E nas visões do Apocalipse o Cordeiro sempre fica posicionado no meio, entre o trono principal e os tronos dos 24 anciãos.

Só há um momento em que parece que os 24 anciãos adoraram o Cordeiro, mas mesmo aí o Cordeiro não foi adorado, apesar de ter sido mencionado na narrativa. Leia com cuidado e constate que o Cordeiro nunca é adorado. Toda adoração é dirigida ao que está sentado no Trono. Os quatro seres viventes e os anciãos se prostram diante do Cordeiro não em sentido de adoração, mas de reverência. Vejamos Apoc. 5:8-14.

8 Logo que tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.
9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação;
10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.
11 E olhei, e vi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos seres viventes e dos anciãos; e o número deles era miríades de miríades; e o número deles era miríades de miríades e milhares de milhares,
12 que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.
13 Ouvi também a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e no mar, e a todas as coisas que neles há, dizerem: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos:
14 e os quatro seres viventes diziam: Amém. E os anciãos prostraram-se e adoraram.

No versículo 14 diz que os anciãos prostraram-se e adoraram. Ora, eles não adoraram o Cordeiro, mas tão somente aquele que estava assentado no Trono.

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A DIFERENÇA ENTRE A VOZ DE JESUS E AS VOZES DOS OUTROS ANJOS

O anjo que fala com Jesus tem a voz como de trombeta e como a voz de muitas águas, ou como a voz de grande multidão. Veja a comparação:

“Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas; (…) e a sua voz como a voz de muitas águas” (Apoc. 1:10-11, 15).

“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer” (Apoc. 4:1).

“Depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma imensa multidão, que dizia: Aleluia! A salvação e a glória e o poder pertencem ao nosso Deus; (…) Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Apoc. 19:1, 6).

Os anjos comuns e os quatro seres viventes clamavam com grande voz, mas nunca se diz que tinham voz de trombeta ou voz de muitas águas ou de grande multidão.

CONCLUSÃO

Gostaria que você, leitor, atentasse para o seguinte detalhe da narrativa do capítulo 22 de Apocalipse.

Note que a narrativa das visões termina no versículo 5. Dos versículos 6 ao 16 João faz uma mistura de palavras de três interlocutores. No entendimento dos teólogos tradicionais, João narra a fala dele próprio, de uma anjo e de Jesus. Vou destacar com cores as falas de cada um, segundo os teólogos tradicionais.

Verde: João Vermelho: O Anjo Azul: Jesus

6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
7 Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.
13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim.
14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.

15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.

As falas identificadas assim estão feitas de forma tendenciosa, pois, um bom crítico literário, ou mesmo um bom intérprete de texto pode notar muitas incoerências na continuidade das frases. No meu ponto de vista, as falas dos versículos 6, 7, 9, 10, 11 e 12 são de uma mesma pessoa: Jesus. Porém, não digo que o meu ponto de vista é único correto. Cada intérprete do Apocalipse pode tirar suas próprias conclusões.

E para terminar, quero dissertar sobre a declaração do escritor aos hebreus que fez a citação de um texto apócrifo para justificar a adoração a Jesus.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Hebreus 1:6).

Esta citação, acima, feita pelo escritor aos hebreus, é apócrifa, porque não consta na Toráh, nem nos Salmos e nos Profetas, e também não encontra respaldo em nenhum outro livro da Bíblia.

As demais citações que o escritor da carta aos hebreus cita podem ser conferidas na Toráh, nos Salmos e nos Profetas. Quem possui uma Bíblia com concordância e referências cruzadas pode conferi-las.

Uma citação apócrifa quer dizer uma citação de uma fonte extra-bíblica, ou seja, um texto que foi retirado de um livro não canônico. E de tudo que já li em livros esotéricos e apócrifos, nem mesmo encontrei essa tal citação que diz que os anjos devem adorar o Senhor Jesus. Talvez o escritor estivesse se referindo à voz vinda dos céus no momento em que Jesus foi batizado ou na ocasião da sua transfiguração no monte. Mas, em nenhum desses casos a voz ordena que o Filho seja adorado.

“Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3:16-17).

“Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mateus 17:5).

Paulo disse que depois que forem cumpridas todas as coisas, Jesus irá se sujeitar àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos. Como pode um Deus se sujeitar a outro Deus¿  E em I Cor. 15:27 Paulo é bem enfático ao dizer que o único que não ficou sujeito a Jesus é o próprio Deus. E isso é óbvio. No entanto, Jesus entregará todo o poder e autoridade a Deus-Pai e a Ele se sujeitará.

“Pois se lê: Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz: Todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:27-28).

Logo após a ressurreição Jesus disse: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra.” (Mateus 28:18). Ora, se Jesus era Deus, por que somente agora, depois de ressuscitar, Ele diz que recebeu autoridade¿ Logo, percebe-se que ele teve que cumprir uma missão para poder receber poder e autoridade.

Portanto, a Jesus, o Cordeiro, podemos dar honras e louvores, porque é Rei dos reis e Senhor dos senhores – só aqui na Terra. Porém, não podemos adorá-lo, visto que somente o Deus Soberano pode receber adoração.

“E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus” (Apoc. 7:11).

“E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus” (Apoc. 11:16).

“Então os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus que está assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!” (Apoc. 19:4).

Tudo o que escrevi aqui é a mais pura verdade.

Se não acredita em quase nada do que escrevi, é porque você está com a mente cauterizada por doutrinação errônea. Mas, se você se dispuser a abrir a mente, poderá reler e investigar item por item de tudo que aqui escrevi. Tenho certeza que você compreenderá a verdade, e será mais um a ensinar a Bíblia da forma correta.

 

 

 

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Falou e disse Miquels7
Manaus-AM, 01/01/2017

29/12/2016 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESCATOLOGIA BÍBLICA, ESTUDOS BÍBLICOS, MENSAGENS ESPECIAIS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , | Deixe um comentário

CONFLITO RÚSSIA X EUA E A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

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Antes de você ler o conteúdo de um post que publico aqui extraído de outro blog, leia minha opinião a respeito do assunto em pauta.
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Os teólogos evangélicos são tão tapados a ponto de me causar ataque de nervos. Dá vontade de chamar esses caras de tudo quanto é adjetivo feio. Eles são tão burros a ponto de ensinar uma teologia louca e furada ao afirmar que o REI DO NORTE, descrito na profecia de Daniel 11, se refere à Rússia, antiga União Soviética Comunista, cujo símbolo é um urso [fazendo alusão à Besta do Apocalipse], e que um grande exército virá do norte contra o ocidente, contra os judeus, contra os europeus e contra os EUA. ESSE CONFLITO ENTRE RÚSSIA E EUA NÃO TEM NADA A VER COM CONFLITO RELIGIOSO. TEM A VER, SIM, COM AS GUERRAS PATROCINADAS PELO GOVERNO AMERICANO PARA DERRUBAR REGIMES DITATORIAIS E COMUNISTAS EM TODO O MUNDO. OS EUA SÃO RESPONSÁVEIS PELA MAIORIA DAS GUERRAS NO MUNDO. De tanto receberem lavagem cerebral, colocaram na cabeça que o Comunismo é um sistema criado por Satanás para dominar a Terra, e que todos os países que são de esquerda, que adotaram o comunismo, o socialismo ou o bolivarianismo são da parte de Satanás, e trabalham unidos para estabelecer o governo do Anticristo/Besta aqui na Terra, logo após se travar a terceira guerra mundial. E outros aloprados cogitam até que os muçulmanos é que estabelecerão o governo do Anticristo/Besta aqui na Terra. Santa ignorância! Parece que estão vivendo num conto de fadas e não conseguem de jeito nenhum enxergar a realidade. Vivem numa matrix.

E para completar, autoridades mundiais e jornais do mundo todo alertam para uma possível terceira guerra mundial por causa do conflito na Síria entre os rebeldes apoiados pelos Estados Unidos e o ditador que governa aquele país, apoiado pelos russos. Aí a Rede Record, no domingo que passou, veicula reportagem do Sixty Minute sobre o poderio bélico/nuclear americano e também o da Rússia, que poderiam destruir o mundo em poucas horas caso haja realmente um conflito armado entre essas potências. E pessoas com as faculdades mentais normais sabem que a Rússia e seu governo são ultra-conservadores, e a maioria do povo russo é cristão. O próprio presidente Wladimir Putin é cristão conservador. Ora, se a Rússia é um país cristão, como esses teólogos malucos podem afirmar que este país é o tal REI DO NORTE, a tal Besta fera que virá para destruir os judeus e os cristãos ocidentais? Existe maluquice maior do que esta?

Na verdade, a Rússia é um país que faz parte tanto da Europa quanto da Ásia. É só pesquisar nos livros de geografia. A Rússia faz parte dos governos naturais da Terra. Governos naturais da Terra são aqueles países mais antigos do mundo, como a China, a Índia, o Irã, o Iraque, Egito, Itália, Grécia, e alguns países africanos. Os países de origem anglo-saxônica, como Reino Unido, Estados Unidos da América e Alemanha não são governos naturais da Terra. Esses reinos apareceram e se fortaleceram depois que o Império Romano do Ocidente se esfacelou em 10 reinos no ano 476 d.C.. A primeira Besta do Apocalipse tem 7 cabeças e uma das cabeças [Império Romano] tinha 10 chifres. Esses chifres são 10 países Europeus que se fortaleceram e passaram a dominar os mais fracos. O Dragão [Lúcifer] deu o seu poder a esses 10 chifres. Do meio desses 10 chifres surgiu um chifre menor que cresceu sobre os demais. Esse chifre menor se chama Estados Unidos da América, a 2ª Besta do Apocalipse, o falso profeta, segundo nos diz o Apocalipse. A 2ª Besta é apoiada pela ONU e ela mesma controla a ONU. A 2ª Besta é dita “falso profeta” porque ela propaga a democracia/liberdade como solução definitiva de convivência para todos os povos e propõe o capitalismo/consumismo como solução para a economia global.

Se existe a possibilidade de um conflito armado e nuclear entre Rússia e EUA, é de se notar que um dos dois países está sob o comando de Lúcifer. E está mais que evidente qual desses dois países está sob o comando de Satanás. Sem sombra de dúvida é os Estados Unidos da América.

Entenda uma coisa. Se Apocalipse 13 diz que o Dragão/Lúcifer deu o seu poder à Besta, especificamente à 2ª Besta, e Besta significa “governos humanos”, podemos concluir que o único país que tenta controlar o mundo e tem ligação direta com os antigos impérios que governaram a Terra, é os Estados Unidos da América, que derivou da Inglaterra, e esta, do Império Romano.

Os Estados Unidos da América são um país totalmente envolvido com o ocultismo, a começar pelos militares do Pentágono e os cientistas da Área 51, que se comunicam direto com seres caídos. O próprio EUA foi um país criado por uma conspiração maçônica. Todos os presidentes americanos são membros da Maçonaria, e esta sociedade secreta é anti-cristã, de cunho ocultista, e trabalha para controlar o mundo e estabelecer a democracia e o humanismo no mundo. Mataram o presidente John Kennedy, porque este era evangélico, e não queria se envolver com o ocultismo nem com a Maçonaria.

Aprenda uma coisa. No mundo todo existe governos de direita e de esquerda. Existe o poder oficial que comanda o país e outro que se opõe à situação. Assim também é com relação ao governo da Besta aqui na Terra, governo controlado pelo Grande Dragão/Satanás. Os teólogos evangélicos ensinam que quem resiste ao poder de Satanás neste mundo é a IGREJA de Cristo e o Espírito Santo. Quando estes entes forem retirados da Terra, o mal prevalecerá no mundo e tudo aqui vai se tornar um caos. Só que não é bem assim que está acontecendo. Deus está usando alguns países para resistir ao governo da Besta. E o principal país que Deus usa contra o domínio da Besta na Terra é a Rússia. Israel está fora de cogitação, porque os judeus se aliaram com o governo da Besta através do movimento sionista. Na verdade, todos os países que se opõem ao imperialismo americano estão sendo usados por Deus contra o governo da Besta aqui na Terra.

Deus já usou no passado governos ímpios para executar os seus planos, e ainda os recompensou. Portanto, Deus pode estar usando a Rússia para resistir ao governo da Besta até que se cumpram os tempos determinados dado aos governos gentios e à igreja para anunciar o Evangelho.

Mas uma coisa é certa: Embora haja muita resistência contra o governo da Besta por parte de governos de esquerda, mesmo assim ela prevalecerá. Isso está escrito no Apocalipse. A Rússia e todos os países que se opõem ao imperialismo americano cairão. A democracia e o capitalismo prevalecerão na Terra. Por causa disso, a pobreza aumentará ainda mais em muitos países, e a maior parte da riqueza do planeta se concentrará nas mãos de poucos bilionários.

“17 E sucedeu que, no ano vinte e sete, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
18 Filho do homem, Nabucodonosor, rei de Babilônia, fez com que o seu exército prestasse um grande serviço contra Tiro. Toda cabeça se tornou calva, e todo ombro se pelou; contudo não houve paga da parte de Tiro para ele, nem para o seu exército, pelo serviço que prestou contra ela.
19 Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu darei a Nabucodonosor, rei de Babilônia, a terra do Egito; assim levará ele a multidão dela, como tomará o seu despojo e roubará a sua presa; e isso será a paga para o seu exército.
20 Como recompensa do serviço que me prestou, pois trabalhou por mim, eu lhe dei a terra do Egito, diz o Senhor Deus”.
(Ezequiel 29:17-20).

Apesar do governo de Israel estar ligado ao governo da Besta através do movimento sionista, existe uma oposição dentro do próprio país liderada por judeus ortodoxos, rabinos que não aceitam a relação do atual governo de Israel com os EUA. Na Bíblia está cheio de profecias a respeito de males que sobrevirão a Israel por causa de sua aliança com os governos do mundo. O livro de Zacarias diz que os judeus ainda serão massacrados, e somente a terça parte sobreviverá ao holocausto nuclear. Se o holocausto de Hitler foi um dos piores sofrimento dos judeus, acredito que ainda pode acontecer coisas piores por causa da desobediência dos líderes desse povo.

Em relação aos cristãos evangélicos, quero salientar que a maioria das igrejas está corrompida, pois se aliaram ao governo da Besta e apoiam o imperialismo e domínio dos EUA no mundo. Portanto, a maioria das igrejas evangélicas não faz parte daqueles que resistem ao governo da Besta.

Se você quer saber mais coisas a esse respeito e outros assuntos, leia os posts mais antigos publicados no meu blog.

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Para você se informar melhor sobre o impasse político e o possível travamento de um conflito armado entre Rússia e EUA, leia o post, abaixo, extraído do blog Shalom Israel.

Entenda que, se o míssil russo tem o nome “Satan”, isso não quer dizer que está se referindo ao próprio Satanás. Satan ou satanás significa “adversário”. Neste caso, a Rússia se opõe ao imperialismo americano. E o míssil é o adversário que vai destruir o poder desse império da Besta. Como contra-exemplo, existe um telescópio no Vaticano, de nome Lúcifer. Ora, a palavra “lúcifer” não tem nada de mal. E o Diabo/Satanás nunca é identificado na Bíblia hebraica e grega como Lúcifer. O nome “lúcifer” vem do latim e significa “luzeiro celeste”, e só apareceu na Bíblia Vulgata depois que o padre Jerônimo traduziu a versão grega da Bíblia, denominada de Septuaginta, para o latim. Portanto, Lúcifer nada tem a ver com Satanás. Só que os ocultistas batizaram o Diabo como Lúcifer e o nome pegou e faz a cabeça de teólogos de araque.

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NOVO MEGA-MÍSSIL RUSSO “SATANÁS 2” DESCRITO COM ASSUSTADORA PRECISÃO NAS PROFECIAS DE ISAÍAS

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Não há nenhum dia em que as notícias sobre o crescente e ameaçador poderio militar e bélico russo não venham produzir calafrios nos mais sensíveis e atentos ao desenrolar do calendário profético.

Afinal, trata-se da Rússia, o inimigo “do Norte”, por muitos estudiosos identificado como sendo o Gog e Magog das profecias apocalípticas.

A grande esquadra russa passou há poucos dias atrás ao largo da costa portuguesa, a caminho da Síria, para alegadamente prestar apoio às operações russas de apoio ao ditador Assad na sua luta contra os vários movimentos rebeldes. A pergunta é lógica: para quê tantos navios, um mega porta-aviões e tanto arsenal para aquela guerra?

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Mais preocupante, é que toda aquela máquina de guerra militar está estacionada à beira de Israel, no porto sírio de Tartus, causando no mínimo a perda de sono a muito boa gente em Israel.

Desde há meses que a Rússia de Putin tem estado a dar sinais de uma crescente preocupação com a imagem bélica, talvez algo a ver com as próximas eleições norte-americanas, mas todas estas recentes movimentações têm levado as nações europeias e os próprios EUA a tomarem medidas preventivas contra aquilo que ninguém quer acreditar possa vir a acontecer, mas que a qualquer momento se poderá converter numa tenebrosa realidade.

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“SATAN-2” – O MAIOR MÍSSIL NUCLEAR DA HISTÓRIA RUSSA

Há poucos dias atrás, a Rússia informou ter testado com sucesso o seu novo “RS-28”, um míssil balístico intercontinental, capaz de carregar 16 ogivas termo-nucleares. Essa arma terrível, adequadamente denominada “Satan 2” – “Satanás 2” – consegue causar uma explosão equivalente a 40 mega-toneladas, ou seja: 2.000 vezes mais poderosa que a bomba atómica que destruiu Hiroshima. Segundo as informações veiculadas pela agência noticiosa russa “Sputnik”, a explosão dessas ogivas é capaz de arrasar por completo um território do tamanho da França, ou da Inglaterra, ou do estado norte-americano do Texas.

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MÍSSIL RUSSO “SATAN 2”

O sistema de disparo tem um alcance de quase 10.000 quilómetros, a uma velocidade de 7 quilómetros por segundo (cerca de 25 mil kms/hora), colocando ao seu alcance as costas ocidental e oriental dos estados Unidos, já para não falar da vizinha Europa.

Há fortes dúvidas de que haja algum sistema de defesa anti-míssil capaz de interceptar estas ogivas, quando disparadas a tão alta velocidade.

CUMPRIMENTO PROFÉTICO DE ISAÍAS ?

Os cenários nucleares desta magnitude apresentados por esta nova arma são vislumbrados nas profecias bíblicas, especificamente as do profeta Isaías.

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“De todo cambaleará a terra como o ébrio, e será movida e removida como a choça de noite” – Isaías 24:20.

“…as nações serão afugentadas como a pragana dos montes diante do vento, e como o que rola levado pelo tufão. Ao anoitecer eis que há pavor, mas antes que amanheça já não existe…” – Isaías 17:13, 14.

O profeta descreve o inverno nuclear com uma precisão aterradora, um período de frio e trevas provocado por uma guerra nuclear, originando uma camada de fumo e lixo elevando-se na atmosfera e bloqueando os raios do sol:

“Porque as estrelas dos céus e as suas constelações não darão a sua luz; o sol se escurecerá ao nascer, e a lua não resplandecerá com a sua luz” – Isaías 13:10.

O último capítulo de Isaías descreve a guerra nuclear em termos espirituais:

“Porque com fogo e com a Sua espada entrará o Senhor em juízo com toda a carne; e os mortos do Senhor serão multiplicados” – Isaías 66:16.

Um conceituado rabi do século 18, considerado o melhor intérprete da Velho Testamento da sua época, explicou que esta é a descrição da guerra de Gog e Magog, a qual causará a destruição do mundo em apenas 3 horas, levando-o à forma de “vazio e sem forma”.

Obviamente que nos dias de Isaías tal guerra seria impossível, mas agora, num breve espaço de 3 horas, tudo pode acontecer.

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?

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EXIBIÇÃO DO PODER MILITAR RUSSO NA PRAÇA VERMELHA, EM MOSCOVO

“A terceira guerra mundial já começou” – anunciou uma estação televisiva russa, que acredita que as autoridades do país estão a preparar abrigos antinucleares em Moscovo.

Nesta altura de crescentes tensões entre a Rússia e o Ocidente por causa do conflito na Síria, esta nação “do Norte” apresenta o seu último “trunfo”, uma poderosa ogiva nuclear que anuncia poder estar ao dispôr das forças militares do país já em 2018.

Mais tarde ou mais cedo, as assombrosas profecias bíblicas para os “últimos dias” terão de se cumpria. Estaremos perto?

FONTE: Shalom, Israel!

02/11/2016 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, ISRAEL E AS PROFECIAS, MISTÉRIOS DA BÍBLIA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , | Deixe um comentário

OS JUDEUS NÃO TEM NENHUMA CULPA NA MORTE DE JESUS

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Castiçais
Se o Senhor Jesus Cristo veio a este mundo com a missão de anunciar o Evangelho, padecer e ser crucificado pelos pecados da humanidade, os judeus não tem nenhuma culpa em sua morte. Ao contrário, o mundo é devedor dos judeus, pois, como o próprio Senhor Jesus disse, “a salvação vem dos judeus”.

Se Cristo morreu pelos pecados do povo (humanidade), então, todos nós, gentios, devemos aos judeus essa graça alcançada.

Se for verdade o ensino que diz que sem o sacrifício de Jesus na cruz não haveria salvação para a humanidade decaída, qual a culpa dos judeus em sua morte? Nenhuma. Se como diz Paulo a salvação é primeiramente para os judeus, então, devemos dar graças a eles pelo favor imerecido de Deus nos ter alcançado.

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Mas, ao contrário do que expus acima, os cristãos ocidentais – os gentios –, há séculos discriminam os judeus por acharem que eles foram os culpados pela morte do Filho de Deus. E essa atitude impensada dos gentios se constitui na maior desonestidade e discriminação ao povo escolhido de Deus, os judeus. Aliás, a ICAR – Igreja Católica Apostólica Romana promoveu, durante a Idade Média, a maior perseguição aos judeus com essa falsa acusação de que eles ultrajaram o Filho de Deus e foram culpados pela sua morte. A primeira atitude diabólica para perseguir o povo escolhido de Deus foi o estabelecimento da guarda do domingo em adoração ao deus-Sol, em oposição à guarda do Santo Sábado do Senhor. O Imperador Romano, Constantino – recém-convertido ao cristianismo –, decretou a abolição da guarda do Sábado e estabeleceu a guarda do domingo, como substituição do culto ao deus-Sol. E bem sabemos que essa guarda do domingo nunca foi para adorar a Jesus Cristo, mas unicamente ao deus-Sol, e inclusive, americanos e ingleses ainda fizeram questão de não esconder essa verdade ao estabelecer o nome do primeiro dia da semana como SUNDAY, isto é, dia do Sol.

O antissemitismo – ou ódio declarado aos judeus – sempre existiu antes e depois da Reforma Protestante, no século XV. O próprio reformador, Matinho Lutero, foi declaradamente um antissemita. E isso se evidenciou nos seus escritos. Até meados da Segunda Guerra Mundial, a maioria das seitas protestantes mantinham uma atitude discriminatória contra os judeus, e inclusive, líderes de algumas dessas igrejas deram apoio ao tirano Adolf Hitler, que mandou exterminar milhões de judeus. Esses crentes antissemitas também foram cúmplices na morte de milhões de judeus. E o clamor do povo judeu martirizado está até registrado na Bíblia.

“Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Apocalipse 6:9-10).

Durante séculos os judeus foram discriminados e perseguidos pelos cristãos na Europa, além da perseguição promovida pelos palestinos e muçulmanos, sendo, com isso, obrigados a se refugiarem em outros países, como Rússia, Argentina, e até aqui no Brasil.

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JESUS CRISTO NÃO VEIO PARA OS GENTIOS

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27/02/2016 Posted by | ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS, TEOLOGIA | , , | Deixe um comentário

OS SETE PERÍODOS DA HUMANIDADE E O 666

Oficial – Os Sete Períodos da Humanidade e o 666 (Elaborado por Miquels7)

(ATUALIZADO E CONCLUÍDO)

Os Algarismos Romanos são a forma mais fácil de se entender os períodos da Humanidade e o significado do Nº 666.

João, o que escreveu o livro de Apocalipse, baseou-se nos Sete Algarismos Romanos para escrever as profecias, relatar as trombetas, as taças da ira de Deus, e relacionar os governos humanos, impérios mundiais, e por fim, o período do Reino Milenar.

São Sete (7) os Algarismos Romanos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100), D (500) e M (1000).

A soma dos 6 primeiros algarismos dá 666 (I+V+X+L+C+D = 1+5+10+50+100+500 = 666).

O número 666 representa o período do Governo Humano, isto é, o Governo da Besta.

O sétimo algarismo (M), cujo valor é 1000, representa o Governo de Jesus Cristo, que durará mil anos.

Sete-7 (Sábado) é o Dia do Senhor, o Dia do Descanso, que durará um milênio.

Os 6 primeiros Selos abrangem o período desde a queda do homem no Jardim do Éden até o término da Dispensação da Graça. No período do 7º Selo são tocadas 7 trombetas. Entre a 6ª e a 7ª trombetas há um intervalo de 7 tempos menores, período que equivale ao derramamento das 7 Taças. Quando é tocada a 7ª Trombeta, o tempo está cumprido e se inicia o Reino Milenar.

Blog - Calendário da Profecia - Oficial (Miquels7)

EXPLICAÇÕES:

O bom estudioso da Escatologia Bíblia deve ater-se ao seguinte detalhe:

Existem duas linhas de tempos proféticos: o tempo de paz e de provação para o povo escolhido de Deus, o povo judeu; e o tempo de paz e provação para o mundo ou habitantes da Terra.

O tempo de paz e repouso para o povo judeu é de 7 anos, 70 anos e 490 anos. Ou seja, esses tempos são múltiplos de 7 com 7 (7, 7×7=49 e 7×70=490).

O tempo de provação do povo judeu e o mundo é de 6 anos, 42 anos e 420 anos. Ou seja, esses tempos são múltiplos de 6 com 7 (6, 6×7=42 e 6×70 = 420 anos).

Sendo assim, existem dois calendários proféticos, que correm um ao lado do outro: um com datas relativas ao povo judeu, e outro, com datas relativas ao mundo ou planeta Terra.

O difícil é harmonizar as datas desses dois calendários proféticos, de tal forma que elas não entrem em conflito.

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Sou apenas eu que faço esses cálculos, porque minha escatologia é diferente da teologia tradicional. Outros estudiosos da Bíblia e escatologistas não dão valor para os meus estudos porque eles estão presos ou apegados à velha forma de estudar as profecias. Eu sozinho não consigo encaixar direito as datas, de forma a ser mais preciso nos cálculos. Se os escatologistas tradicionais deixarem a velha forma de ver as profecias, garanto que aqui comigo eles verão coisas espantosas que estão retratadas na Bíblia.
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É preciso um estudo minucioso sobre as datas relacionadas
aos múltiplos de 6 com 7. 

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29/07/2015 Posted by | ESCATOLOGIA BÍBLICA, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 2 Comentários

UMA VERSÃO DA HISTÓRIA DA TERRA, DA CRIAÇÃO, DOS ANJOS E DE JESUS QUE NINGUÉM NUNCA CONTOU – PARTE 1

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Não sei quanto tempo passarei para concluir o assunto, mas vou iniciar essa jornada.

Vou contar a minha versão a respeito do que penso sobre vários assuntos:

PARTE 1) O Universo, o planeta Terra, a origem do homem, da criação, dos anjos;
PARTE 2) Deus e a Origem de Deus
PARTE
3) O Jardim do Éden era o primitivo Planeta Terra; a Árvore da Vida é Jesus e a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal é Lúcifer; o seu reino ficava no meio do Jardim do Éden, isto é, no meio da antiga Pangéa, local onde os Atlantes se concentravam.
PARTE
4) Criação x Evolução;
PARTE
5) As duas extinções em massa das criações da Antiga Serpente ou Dragão;
PARTE
6) Deus, Jesus e a falsa doutrina da Trindade – O “Principe de Ezequiel” é Jesus, e ele é humano.
PARTE 7) A Misteriosa Ordem Sacerdotal de Melquisedeque. Será que o sumo-sacerdote dessa ordem sacrificava-se a si mesmo sobre o altar como oferta pelos pecados do povo? A Ordem Sacerdotal de Arão e a de Melquisedeque – Se os rituais faziam referência ao sacrifício de Jesus, em quais dessas ordens sacerdotais o próprio Sumo Sacerdote se oferecia em sacrifício? Em nenhuma.
PARTE
8) Satanás, Diabo, Dragão, Serpente, Lúcifer, Azazel, Belzebu, Abadom ou Apoliom;
PARTE
9) O real motivo da vinda de Jesus, sua morte e ressurreição;
PARTE
10) A auto-flagelação de Jesus no Horto no Monte das Oliveiras, antes de se entregar para morte;
PARTE
11) Céu, inferno, morte, ressurreição e arrebatamento;
PARTE
12) A Nova Jerusalém não é uma cidade celestial e, sim, apenas uma comparação à Noiva do Cordeiro;
PARTE
13) OVNIs e extra-terrestres, os filhos do Dragão ou Serpente;
PARTE
14) Os anjos de Deus e a hostes celestiais do bem e do mal;
PARTE
15) Israel, a Guerra do Armagedom e o Reino Milenar;
16)  Continue lendo

13/02/2015 Posted by | ESTUDOS DIVERSOS, TEMAS DIFÍCEIS | 7 Comentários

FORAM OS “FILHOS DE DEUS”, OS CRENTES DA LINHAGEM PIEDOSA DE SETE, E NÃO OS ANJOS, OS RESPONSÁVEIS PELA DEGENERAÇÃO DO GÊNERO HUMANO ANTEDILUVIANO

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SERÁ QUE A DEGENERAÇÃO DA RAÇA HUMANA ANTEDILUVIANA FOI CAUSADA POR INICIATIVA DOS CRENTES, OS CHAMADOS FILHOS DE DEUS, DESCENDENTES DA LINHAGEM DE SETE?

OU FORAM AS CAINITAS QUE CORROMPERAM OS FILHOS DE DEUS??? QUEM TEVE A INICIATIVA?

DESDE QUANDO A UNIÃO SEXUAL ENTRE CRENTES E DESCRENTES GERA PESSOAS DEFORMADAS FISICAMENTE OU COM GIGANTISMO? 

POR ACASO, DE ONDE CAIM TOMOU SUA ESPOSA? ELA NÃO TERIA SIDO TOMADA DE UM DOS DESCENDENTES DE SETE? E ONDE É QUE SE DIZ NA BÍBLIA QUE, POR CAIM TER TOMADO UMA MULHER PURA E SANTA DOS DESCENDENTES DE SETE, OS SEUS FILHOS NASCERAM COM ANOMALIAS GENÉTICAS E SE TORNARAM GIGANTES?

FOI COMPROVADO CIENTIFICAMENTE QUE, SE UM CRENTE SE CASAR COM UMA MULHER DESCRENTE, OS FRUTOS OBTIDOS DESSE RELACIONAMENTO SERÃO AMALDIÇOADOS OU DEFORMADOS?

POR ACASO, AS MULHERES DA DESCENDÊNCIA DE SETE ERAM TODAS FEIAS, HORROROSAS DE TAL FORMA QUE OS FILHOS DE DEUS NÃO MAIS A SUPORTARAM, E FORAM OBRIGADOS A BUSCAR AS BELAS FILHAS DOS HOMENS, DESCENDENTES DE CAIM,  PARA SE CASAREM???

ESSES TEÓLOGOS DE ARAQUE NOS OBRIGAM A FAZER CADA PERGUNTA!!! **********************************************************

Alguns pastores blogueiros, que se acham detentores da verdadeira forma de se interpretar a Bíblia e que acham que possuem a teologia mais correta, estavam pedindo para que surgisse na Internet um texto com o título muito polêmico, como deste post.

Fiquei revoltado com a forma debochada com que certo pastor pentecostal, blogueiro e escritor se referiu à polêmica entrevista do Pr. Caio Fábio ao programa “The Noite”, de Danilo Gentili, no SBT, dia 23/06/2014.

Veja neste link o resumo de sua entrevista:

http://noticias.gospelmais.com.br/the-noite-caio-fabio-sofreu-abuso-sexual-infancia-68864.html

E assista ao vídeo da entrevista:

http://www.youtube.com/watch?v=cbhUEhvm7W0

O link do post onde o referido pastor faz comentários debochados sobre a entrevista de Caio Fábio é este:

http://cirozibordi.blogspot.com.br/2014/06/um-famoso-pastor-no-sbt.html

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06/07/2014 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 4 Comentários

JESUS É FILHO BIOLÓGICO ESPIRITUAL DE DEUS?

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POSTEI MUITO POUCO ESTE ANO NO BLOG. MAS ESTE AQUI VALE POR VÁRIOS QUE DEIXEI DE POSTAR. É O MAIS IMPORTANTE DESTE ANO. OS COMENTÁRIOS, AQUI, PODEM AJUDAR MUITOS TEÓLOGOS NOVATOS, QUE AINDA NÃO CONHECEM OS PONTOS DIFÍCEIS DA TEOLOGIA. É UM ESTUDO MODESTO, SEM ERUDIÇÃO NAS FORMULAÇÕES DAS FRASES. MAS CREIO QUE VALE A PENA LER. APRECIE COM MODERAÇÃO.
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JESUS É FILHO BIOLÓGICO ESPIRITUAL DE DEUS?

Este comentário é um pouco extenso, porque, para explicar direitinho um assunto polêmico como este, não podemos nos esquecer de certos detalhes imprescindíveis.

Os católicos chamam Maria de “mãe de Deus”. E isso tem certa lógica, pois se Jesus é considerado “Deus”, segundo o Dogma da Trindade, ele também é filho biológico de Maria. E Maria por certo o chamava de “filho”.

Mas, se Jesus não é filho biológico de Deus, logo, ou ele é filho adotivo, ou uma criatura, como as demais que ele criou, assim como criou os anjos, por exemplo.

Se dizemos que Jesus é “Deus”, e Maria foi sua genitora e mãe biológica, logo, podemos dizer que Maria é a mãe de “Deus” Filho.

E se admitirmos que Jesus foi “gerado” ou concebido pelo Espírito Santo – e se o Espírito Santo é o próprio Espírito do Pai -, então Jesus é filho biológico de Deus, e Maria é genitora do “Deus” Filho. Mesmo sabendo que Jesus já era um ser divino pré-existente, podemos considerar que Maria foi sua mãe biológica quanto à sua humanização. Por essa razão, ela foi chamada de bem-aventurada ou favorecida por Deus.

Mas, se teimarmos em dizer que Maria não foi “mãe” do Deus-Filho coisa nenhuma (por ele ser um ser divino eterno, e sendo Jesus o “Filho” unigênito de Deus, composto da mesma substância), temos que admitir que houve uma “mãe celeste” para que ele surgisse. Logo, se não existiu essa mãe celeste, teremos que admitir que Deus é um ser andrógino. Só assim se poderia explicar ser Jesus um “filho biológico” (da mesma substância) de Deus-Pai. E se dissermos que Deus-Pai não é um ser andrógino, então, devemos considerar que Jesus, como ser divino, também é um ser criado por Ele, assim como criou os anjos.

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Sem dúvida, Deus é Pai biológico de Jesus na forma humana, não na espiritual. Pois Jesus foi concebido pelo Espírito do Pai, quando desceu sobre Maria. Deus é Espírito, e sua glória se manifestou sobre Maria.

Por causa dessa concepção inusitada de Jesus, alguns críticos da Bíblia afirmam que o próprio Deus Yavéh transgrediu o décimo mandamento da Lei que ele mesmo deu ao povo hebreu, pois ele não procurou uma mulher solteira para que Jesus fosse concebido, mas antes, cobiçou ou tomou uma mulher que já era casada, no caso, Maria, que era desposada com José.

“Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êxodo 20:17).

Mas, sabemos que Deus é Deus, foi Ele quem criou as criaturas e estabelceu as leis espirituais e humanas, então, Ele tem o direito de transgredir ou abolir qualquer lei que tenha imposto…

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Na Bíblia vemos textos que sugerem que Jesus Cristo foi um ser divino “criado” ou gerado por Deus, antes de vir ao mundo.

“Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?” (Hebreus 1:5).

“Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei” (Heb. 5:5).

“E nos transportou para o reino do seu Filho amado; em quem temos a redenção, a saber, a remissão dos pecados; o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas; também ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Colossenses 1:13-18).

O texto afirma que ele, Jesus, é antes de todas as coisas, isto é, que foi o primeiro ser criado. Diz também que ele é o princípio, ou a causa do surgimento dos mundos e dos seres vivos.

Ora, por essas afirmações concluímos que Deus-Pai não teve princípio. Mas Jesus teve.

Teologicamente falando, Deus-Pai não é o primeiro, porque ele nunca teve princípio.

“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Heb. 1:6).

Engraçado que este texto do autor da Carta aos Hebreus se contradiz com a declaração do apóstolo João, que afirmou que Jesus é Unigênito Filho de Deus.

Sabemos que “primogênito” é o primeiro filho, e que “unigênito” é único filho. A final de contas, Jesus é primogênito ou unigênito Filho de Deus?

Observe que a expressão “e todos os anjos de Deus o adorem” é citação apócrifa. Quase todas as citações ou referências que o autor aos Hebreus faz, podemos conferi-las nos livros do Antigo Testamento. Existem várias citações no livro de Hebreus que foram extraídas de livros apócrifos. Mas não vou me estender nesse assunto aqui.

“A qual Deus nos tem cumprido, a nós, filhos deles, levantando a Jesus, como também está escrito no salmo segundo: Tu és meu Filho, hoje te gerei” (Atos 13:33).

“Falarei do decreto do Senhor; ele me disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei” (Salmos 2:7).

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Apoc. 3:14).

***

Os teólogos católicos inventaram a Trindade, em cuja definição “supõe-se” que Jesus é a 2ª Pessoa da Trindade, formado da mesma “substância” do Pai. Ou seja, que Jesus é formado da mesma essência biológica do Pai. Mas esse Dogma da Trindade foi uma teoria bem engendrada, criada pelos padres da Igreja Católica, para combater o Arianismo e tentar encaixar Jesus como divindade, já que os judeus também não admitem que o seu Deus Yaveh (Jeová) tenha um filho biológico. A palavra Trindade nem ao menos existe na Bíblia, mas foi formulada para criar um dogma que não tem lógica, e o inpuseram à força para os cristãos.

Os judeus ortodoxos não aceitam até hoje que Jesus Cristo seja o Messias prometido de Israel e nem o consideram como um “Deus” ou filho de Deus, mas apenas como um profeta (impostor). Os judeus messiânicos acreditam que Jesus é o Messias prometido da mesma forma como os cristãos ocidentais acreditam, e ainda acreditam que ele é “Deus” igual ao Pai.

Se a doutrina da Trindade afirma que Jesus é eterno – que nunca foi criado espiritualmente -, e sempre existiu ao lado do Pai, e que é composto da mesma “substância” do Pai, logo, ele não pode ser considerado filho biológico de Deus. Mas, por outro lado, pode ser considerado filho por “afinidade” e por causa da obediência ao Pai. Mas se ele obedece ao Pai, logo ele é submisso e inferior ao Pai em autoridade. Existem várias referências bíblicas que atestam que Jesus não é igual ao Pai em poder e autoridade. Se Jesus sempre foi submisso ao Pai e obedece à sua autoridade, logo, ele não é igual a Deus.

Irei comentar, com as devidas referências, alguns motivos e razões que atestam que Jesus não é  igual ao Pai em poder e autoridade.

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PRIMEIRO: No Antigo Testamento (AT), de Gênesis a Malaquias, não vemos nenhuma referência concreta que ateste que Deus Jeová tenha um “filho biológico”. Porém, no AT vemos os anjos e seres humanos serem chamados de “filhos de Deus” e até de “deuses”.

“Eu disse: Vós sois deuses, e filhos do Altíssimo, todos vós” (Salmos 82:6).

E o próprio Jesus confirma:

“Responderam-lhe os judeus: Não é por nenhuma obra boa que vamos apedrejar-te, mas por blasfêmia; e porque, sendo tu homem, te fazes Deus. Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses? Se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida (e a Escritura não pode ser anulada), àquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, dizeis vós: Blasfemas; porque eu disse: Sou Filho de Deus?” (João 10:33-36).

Se os anjos também são chamados de “filhos de Deus”, por que Jesus não entra na mesma categoria deles? E por que os anjos não são considerados “deuses” também? Se Jesus é filho e é considerado “Deus”, por que os anjos, que são filhos também, não são considerados deuses, já que eles são seres divinos e muito poderosos?

“Chegou outra vez o dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor; e veio também Satanás entre eles apresentar-se perante o Senhor” (Jó 2:1).

No livro de Jó, a expressão “filhos de Deus” refere-se aos anjos, e não aos humanos.

Na verdade, Jesus nunca disse diretamente ser “filho de Deus” por concepção biológica. Os fariseus é que tiravam essa conclusão das coisas que Jesus declarava, pois achavam que Jesus estava querendo se igualar a Deus.

Da forma com que Jesus responde aos fariseus, invocando um texto dos Salmos de Davi, vemos que ele mesmo atesta que não se considerava “filho de Deus” por concepção biológica, mas filho em razão de ter sido um enviado de Deus, um profeta do Altíssimo.

No entanto, existe apenas uma referência no Livro de Provérbios (livro não-profético), mas que não é suficiente para se sustentar uma verdade teológica, pois para isso é preciso haver mais de uma referência. Trata-se de uma profecia, não de Salomão, mas de Agur, filho de Jaqué de Massá. Confira Provérbios 30:4.

“Quem subiu ao céu e desceu? [Jesus?] quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as águas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome [Yavéh?], e qual é o nome de seu filho? [Yeoshua?] Certamente o sabes!”

O próprio Senhor Jesus parece ter confirmado esta passagem de Provérbios. Veja João 3:12-13.

“Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem”.

Engraçado que Jesus começa afirmando que “ninguém subiu ao céu”, senão o mesmo que desceu do céu, isto é, ele próprio. Isso nos dá a entender que ele havia descido a este mundo em tempos remotos, antes mesmo de ter-se humanizado. E prova, também, que os salvos que já morreram ainda não subiram ao céu, pois ninguém subiu aos céus, exceto ele. A Bíblia afirma que Enoque e Elias foram tomados por Deus daqui da Terra, mas isso não significa que eles adentraram no céu, habitação de Deus.

Apesar de terem inventado a doutrina da Trindade, vemos que Jesus nunca se declarou ser “filho de Deus” por concepção biológica. Ele sempre dizia ser o “Filho do homem”, coisa totalmente contrária ao que tentam nos passar com o Dogma da Trindade. A expressão “Filho do homem” é antagônica à expressão “Filho de Deus”. Será que Jesus se dizia ser “filho do homem” por ironia, ou por vaidade, não querendo se exaltar?

***

SEGUNDO: No Novo Testamento (NT), o evangelista João afirma que os crentes em Jesus seriam também  chamados de “filhos de Deus”. Logo, percebe-se que para se tornar um “filho de Deus”, não precisa ser gerado biologicamente. E João ainda reafirma que são “filhos” não gerados da carne e do sangue, mas gerados pelo Espírito de Deus, através de um novo nascimento espiritual.

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus” (João 1:12-13).

Um dos fatores de os teólogos terem considerado Jesus um filho biológico de Deus, foi em razão de João ter se referido a ele com a expressão “Unigênito filho de Deus”. Somente João se referiu a Jesus usando esse termo “unigênito”, que quer dizer “filho único”.

Mas o termo “unigênito” também foi usado para se referir ao único filho de Abraão, gerado com sua legítima esposa.

“Pela fé Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, ia oferecendo o seu unigênito aquele que recebera as promessas” (Hebreus 11:17).

O termo “Unigênito” é de cunho esotérico. Um estudante da Bíblia, bem inteirado, sabe que o Evangelho de João é cheio de traços esotéricos. As palavras “verbo”, “unigênito”, “batismo”, “novo nascimento” são de cunho esotérico. A palavra “verbo” foi usada apenas pelo evangelista João, inclusive no Apocalipse. Somente João se referiu a Jesus como “filho unigênito de Deus”. Nem Paulo e nem os outros apóstolos e evangelistas o identificaram assim.

Alguns teólogos usam uma declaração que Pedro fez para atestar que Jesus é “Deus” Filho. Só que a expressão “Filho do Deus vivo”, do Livro de Mateus, não consta nos outros dois evangelhos em que é  citado o mesmo fato.

“Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou? Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16).

Lembrando que no Livro de Mateus houve muita adulteração de palavras pelos tradutores católicos.

Engraçado que nessa mesma passagem de Mateus 16, em que Jesus elogia Pedro por ter feito tal declaração por inspiração divina, logo em seguida, ele mesmo repreende a Pedro por estar sendo usado pelo Diabo para falar besteiras. “Para trás de mim, Satanás!”, disse Jesus.

Agora, veja a mesma declaração de Pedro nos outros evangelhos:

“Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo” (Marcos 8:29).

“Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo Pedro, disse: O Cristo de Deus” (Lucas 9:20).

Vemos aí, que não se observa a expressão “Filho de Deus”, porque essa expressão é apenas uma ênfase, para salientar que “Cristo” é o ungido ou enviado da parte de Deus.

A expressão “Filho de Deus”, nos quatro evangelhos, serve apenas para evidenciar que “Cristo” é o ungido de Deus, ou o “Messias”, e não para testificar que Jesus é um filho biológico espiritual de Deus-Pai.

Ref. 1:

“Também de muitos saíam demônios, gritando e dizendo: Tu és o Filho de Deus. Ele, porém, os repreendia, e não os deixava falar; pois sabiam que ele era o Cristo” (Lucas 4:41).

Os demônios sabiam que Jesus era o “Cristo”, o ungido, o Messias que havia de vir. A relevância deste texto não é a expressão “Filho de Deus”, mas a condição de Jesus ser o “Cristo” ou “Ungido”, o “Messias” que havia de vir. Portanto, a expressão “Filho de Deus” equivale a “Cristo”, o ungido de Deus.

Ref. 2:

“Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. (…) Então ordenou aos discípulos que a ninguém dissessem que ele era o Cristo” (Mateus 16:16,20).

Novamente observamos no texto a ênfase de que “Filho de Deus” equivale a “Cristo”. Jesus mesmo pede que ninguém revele que ele é o Cristo, o ungido, o Messias prometido; mas não proíbe ninguém a declarar que ele é “Filho”.

***

TERCEIRO: A doutrina da Trindade assegura que Jesus é Deus, igual ao Pai, em poder e autoridade, onisciência, onipresença e onipotência. Só que Jesus chegou a afirmar aos seus discípulos que não sabia o “dia do seu retorno a este mundo” para salvar os judeus e reinar com eles. Veja a declaração:

“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”. (Mateus 24:35-37).

Ora, se Jesus fosse “Deus”, onisciente, igual ao Pai, como pode afirmar que não sabia do dia e hora da sua vinda? Doutra maneira, Jesus, sendo “Deus”, estaria “mentindo” aos seus discípulos, ao afirmar que não sabia o dia e hora de seu retorno? Na teologia assembleiana, alguns autores alegam que Jesus não mentiu nessa passagem, ao fazer tal declaração de que não sabia, mas que ele apenas se “omitiu”. Ora, se omitir é quase a mesma coisa que mentir.

Os exegetas se contorcem para explicar essa declaração de Jesus, e continuam afirmando que Ele é Deus.

Antes de retornar aos céus, Jesus deu as últimas instruções aos seus discípulos. Foi nessa ocasião que alguns deles indagaram a Jesus sobre os tempos em que se cumpririam todas as coisas. Olha o que Jesus respondeu:

“Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntavam-lhe, dizendo: Senhor, é nesse tempo que restauras o reino a Israel? Respondeu-lhes: A vós não vos compete saber os tempos ou as épocas, que o Pai reservou à sua própria autoridade”. (Atos 1:6-7).

Segundo os exegetas assembleianos, Jesus aí teria se omitido também, e não quis dizer nada sobre a sua vinda, mesmo sabendo quando seria.

No entanto, Jesus não é mentiroso. Jesus não é “Deus” igual ao Pai. Por isso, foi sincero e disse que nem ele mesmo sabia. Ele foi bem claro ao afirmar que apenas o Pai é quem sabe a data do cumprimento de todas as coisas e a data de seu retorno.

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Sabemos que houve muita adulteração de palavras e acrescentamento de textos em alguns livros da Bíblia. Por isso, é preciso a gente ficar explicando certos erros de concordância e de tradução, para poder justificar os argumentos.

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Por exemplo, o Evangelho de Mateus foi o único livro do NT escrito em aramaico, pois o seu autor, Mateus, era judeu e falava aramaico. Alguns eruditos afirmam que os padres católicos traduziram o Livro de Mateus para a língua grega, mas acrescentaram palavras e adulteram alguns versículos, e deram fim na cópia original do livro. Por que os livros do AT foram conservados na própria língua original, hebraico e aramaico, e o livro de Mateus não?

Sem dúvida, no Evangelho de Mateus existem algumas adulterações feitas pelos primeiros tradutores. Outros tradutores tentaram corrigir alguns erros de tradução, mas mesmo assim ainda persistem alguns erros. Atualmente as editoras nem fazem questão de colocar observações nos rodapés das páginas da Bíblia para que ninguém possa levantar questionamentos. Vou citar três casos.

Na minha Bíblia de estudo, publicada pela JUERP-RJ, em 1989, diz na nota de introdução que é uma versão atualizada, de acordo com os manuscritos mais aceitos em hebraico e grego. Existem várias notas de rodapé em algumas páginas dos quatro Evangelhos, salientando que certas palavras ou trechos não se encontram nos manuscritos mais aceitos. E nos demais casos, os enxertos apócrifos nem foram incluídos. Os manuscritos mais aceitos são as versões mais antigas possíveis dos livros da Bíblia.

Primeiro, o trecho do capítulo 16 de Marcos, dos versículos 9 ao 20, não consta nos manuscritos mais aceitos. Isso significa que tal texto foi acrescentado posteriormente pelos tradutores.

Segundo, somente no Evangelho de Mateus aparece a ordem de Jesus para batizar “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. Mas, nenhum dos apóstolos obedeceu essa ordem, e nem ao menos aludiram a ela ou a invocaram. No livro de Atos dos Apóstolos não existe nenhum caso em que os apóstolos tenham batizado alguém invocando essa ordem de Jesus. Antes, Pedro apenas dizia que os novos convertidos fossem “batizados em nome de Jesus Cristo”, e não em nome da trindade. Acredita-se que os tradutores católicos teriam adulterado o versículo 19 de Mateus 28, para dar ênfase à doutrina da trindade, assim como fizeram na primeira epístola de João.

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.

“Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água para que não sejam batizados estes que também, como nós, receberam o Espírito Santo? Mandou, pois, que fossem batizados em nome de Jesus Cristo” (Atos 10:47-48).

A palavra “século”, no texto supracitado, também foi adulterada, pois, no original é “Era”.

O trecho correto seria escrito assim:

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em meu nome, ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação da era (ou do tempo)”.

Terceiro, os tradutores católicos acrescentaram um versículo a mais na primeira epístola de João para que desse ênfase ou embasamento para a doutrina da trindade.

O trecho adulterado é assim:

6. Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só por água, mas por água e por sangue. E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade.
7. Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um.
8. E três são os que testificam na terra: o Espírito, a água e o sangue; e estes três concordam num.

Observe que o argumento do versículo 7 nunca existiu, e foi acrescentado de propósito na Bíblia para dar respaldo à doutrina da trindade.

Tempos depois, outros eruditos descobriram nos manuscritos mais antigos, que este trecho do versículo 7 do capítulo 5 da primeira epístola de João nunca existiu.

Agora, veja o texto correto:

6 Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só pela água, mas pela água e pelo sangue.
7 E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.
8 Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e estes três concordam.

Note que nem a palavra “num” ou “um” aparece no final desta citação bíblica.

Porém, quase todas as versões das bíblias vendidas nas livrarias evangélicas atualmente vem com essas adulterações ou enxertos apócrifos nos livros sagrados, e os editores nem mesmo fazem questão de colocar observação no rodapé das páginas.

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No capítulo 5 do Evangelho de João, Jesus declara de forma indireta ser “Filho” de Deus-Pai, mas “filho” na condição de “enviado”, de “Messias” ou “Cristo”, e não filho biológico espiritual. Nesse contexto Jesus se considerava um “embaixador” de Deus, um representante legal de Deus-Pai na Terra. Mas ele nunca tentou demonstrar que era igual a Deus-Pai em poder e autoridade.

Jesus também declarou: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Quem entende bem de semântica e de sintaxe ou interpretação de textos, sabe que Jesus, nessa passagem, não está declarando ser igual ao Pai em essência ou substância divina, e poder, mas está simplesmente dizendo ser “um com o Pai” em sentido de propósito, de concordância, de intenção, de afinidade.

No mesmo Evangelho de João, Jesus prova que ele não é igual ao Pai, ocasião em que ele lava os pés dos seus discípulos.

“Em verdade, em verdade vos digo: Não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou” (João 13:26).

Se Jesus Cristo fez-se de servo, e se considerava um enviado de Deus, logo, ele não era igual ao Pai. Estava com Deus, mas não era igual a Deus. O contrário do que João afirmou no seu Evangelho (cap. 1).

Engraçado que, mesmo Jesus tendo dito que o Pai era maior do que ele, os apologistas tentam incutir a obscura doutrina da trindade.

“Ouvistes que eu vos disse: Vou, e voltarei a vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai; porque o Pai é maior do que eu” (João 14:28).

Paulo declara, em sua epístola aos Coríntios, que após a consumação do plano de Deus com relação à salvação dos pecadores e a aniquilação de Satanás, Jesus entregará o poder e a autoridade que recebeu temporariamente do Pai, para que viesse executar o plano de redenção da humanidade. Sendo assim, Deus-Pai será tudo em todos, e Jesus será lembrado eternamente como o grande Redentor da humanidade.

“Então virá o fim quando ele entregar o reino a Deus o Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder. Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte. Pois se lê: Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz: Todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho [JESUS] se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Coríntios 15:24-28).

Essa declaração bombástica de Paulo põe por terra o Dogma da Santíssima Trindade.

Paulo afirmou que Jesus não teve por usurpação ser igual a Deus, mas se despiu da sua glória, se tornando servo. Isso significa que Jesus tinha posição de destaque no céu, mas ele não quis se exaltar, a tal ponto de se auto-proclamar como Deus. Lúcifer, que tinha as mesmas prerrogativas de Jesus, se exaltou e quis ser igual a Deus, por isso foi deposto de seu cargo.

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:5-7).

Outra versão diz assim:

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que sendo em forma de “Deus”, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”. (Fil. 2:5-7).

O que significa “usurpação”? Usurpar significa se apossar por fraude e forçosamente de um poder e uma glória que não lhe pertence.

Jesus mesmo declarou que nada fazia de si mesmo, mas o Espírito do Pai que estava nele é quem realiza as obras. Ora, como Jesus pode ser considerado Deus Poderoso igual ao Pai, se ele mesmo disse que não fazia nada por si mesmo? Jesus também era assistido pelos anjos, para que realizasse as obras.

“Prosseguiu, pois, Jesus: Quando tiverdes levantado o Filho do homem, então conhecereis que eu sou, e que nada faço de mim mesmo; mas como o Pai me ensinou, assim falo” (João 8:28).

“Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram” (Mateus 4:11).

“E acrescentou: Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem” (João 1:51).

“Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mesmo mais de doze legiões de anjos?” (Mateus 26:53).

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Os apologistas alegam que Jesus é Deus porque operava milagres. Ora, os profetas do Antigo Testamento também operaram milagres e até fizeram mortos ressuscitar e o mar se abrir, e nem por isso foram considerados “deuses”.

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Outro argumento forte que os trinitarianos usam para alegar que Jesus é Deus, é o ato de perdoar pecados, que, segundo eles, esta é uma prerrogativa inerente a Deus. Mas, como seus argumentos são parciais e desonestos, eles caem em contradição. Pois, no próprio Evangelho Jesus comissiona seus discípulos e lhes confere o poder de perdoar pecados. Se perdoar pecados fosse apenas prerrogativa de Deus, com que ordem Jesus autorizou seus discípulos, a não ser com a permissão de Deus?

“Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E havendo dito isso, assoprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos” (João 20:21-23).

“Em verdade vos digo: Tudo quanto ligardes na terra será ligado no céu; e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu” (Mateus 18:18).

É óbvio que essa prerrogativa ou autoridade de perdoar pecados não é para qualquer crente. Ela é conferida a sacerdotes consagrados, e cheios do Espírito Santo. O Papa, por exemplo, usa dessa prerrogativa.

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No Evangelho de João e no Apocalipse Jesus chama a Deus-Pai de “meu Deus”. Se Jesus é Deus igual a Deus-Pai, como pode chamar Deus de “meu Deus”?

“Disse-lhe Jesus: Deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20:17).

“Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer; porque não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus” (Apocalipse 3:2).

“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (Apoc. 3:12).

Os unitarianos – que não acreditam na trindade -, morrem afirmando que “Jesus” é o verdadeiro nome de Deus, e que esse nome é eterno. Porém, no texto supra-citado, o próprio Jesus declara que receberá um NOVO NOME.

Jesus será eternamente conhecido como o grande redentor e salvador da humanidade. Mas o seu nome atual, Jesus, que significa “Yavéh é salvador”, é um nome transitório.

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Certa vez li um artigo de um teólogo de araque, recém-formado, num site de uma conceituada denominação evangélica, o qual discorria sobre o episódio da morte de Estêvão, o primeiro mártir, que fora apedrejado até a morte pelos judeus tradicionalistas. Dei risadas da conclusão que ele teve ao se referir à suposta terceira pessoa da trindade nesse episódio. Pois, ele só percebeu dois entes divinos: Deus-Pai, sentado no trono, e Jesus, em pé, à sua destra. Segundo ele, o Espírito Santo não pode ser contemplado por Estêvão na visão, porque, “possivelmente (sic) ele estaria em uma missão aqui na Terra”. (Rsrsrs).

“Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra Estêvão. Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus. Então eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele e, lançando-o fora da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo” (Atos 7:54-58).

Esses teólogos tradicionais querem ensinar Trindade, mas nem eles tem noção do que seja trindade. Se o Espírito Santo é Deus, se é uma terceira pessoa, onisciente e onipresente, por que Estêvão não o contemplou? E por que o bobo do apologista ainda disse que ele estava ausente no céu, porque estava numa missão especial aqui na Terra? Cada absurdo!

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Uma prova de que Jesus não é igual a Deus-Pai, é a sua ordem para orarmos ou pedirmos alguma coisa sempre a Deus-Pai, e nunca diretamente a ele. A “Oração do Pai-Nosso”, de Mateus 6 e a sua oração sacerdotal do capítulo 17 de João também são provas de que Jesus não é igual ao Pai. Se Jesus também é “Deus”, Todo-Poderoso, como pode um Deus orar a outro Deus?

Jesus ensinou a Oração do Pai-Nosso, mas nunca sugeriu que devêssemos pedir em oração alguma coisa diretamente a ele. Sempre disse que devíamos orar e pedir algo de Deus em seu nome.

“Ao que ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino” (Lucas 11:2).

“Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (João 15:16).

Na tradução do texto de João 14:14 faltou acrescentar a expressão “ao Pai”.

“Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei”.

A tradução correta seria assim:

“Se pedirdes alguma coisa ao Pai, em meu nome, eu a farei”.

Jesus mesmo é o agente executor das ordens de Deus.

Os apóstolos nunca oravam diretamente a Jesus, invocando o seu nome. Podemos ver no início das epístolas de Paulo sua saudação e oração inicial, invocando sempre a Deus primeiramente; só depois que fazia referência a Jesus.

“Primeiramente dou graças ao meu Deus, mediante Jesus Cristo, por todos vós, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé” (Romanos 1:8).

“Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus” (I Cor. 1:4).

“Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de nosso Deus e Pai, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém” (Gálatas 1:3-5).

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestes em Cristo” (Efésios 1:3).

Paulo nunca invocou diretamente o nome de Jesus como o fazem os crentes de hoje.

Atualmente, a maioria os crentes quando oram, já começam invocando o nome de Jesus.

“Senhor Jesus, estamos aqui, meu Deus, na tua presença,…; viemos te pedir, meu Pai, uma benção especial para o teu servo”.

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No capítulo 17 de João vemos outra prova de que Jesus não é igual a Deus-Pai. Veja o que ele falou:

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste. Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer. Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (João 17:3-5).

Jesus nem ao menos faz menção à suposta terceira pessoa da trindade nesta declaração. Ele se refere-se a apenas duas pessoas distintas: “que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo”.

Jesus estava com Deus antes que o mundo existisse, mas ele não era igual ao Pai, Todo-Poderoso. Paulo declarou que Jesus não quis, por usurpação, ser igual a Deus. Os anjos também já existiam antes dos mundos existirem. O querubim ungido, Lúcifer, também já existia antes da criação dos mundos físicos.

Vejam. Os crentes, que se dizem salvos, garantem que vão viver eternamente junto com Deus, habitar ao lado de Deus. Vão estar ao lado de Deus, mas não vão ser “deuses”. Só porque Jesus disse que estava com Deus antes que o mundo existisse não quer dizer que ele seja igual a Deus.

Em um reino qualquer deste mundo, existem pessoas mais achegadas ao Rei, que recebem funções administrativas, como de executor, de embaixador ou de regente interino. E é o que ocorria com Jesus antes de vir ao mundo. Ele exercia função máxima no reino de Deus, e Lúcifer também tinha as mesmas prerrogativas.

O arcanjo Miguel também é um ente divino poderoso, e grande General dos exércitos de Deus. Mas nem por isso ele se proclama Deus ou igual a Deus. Nós podemos até temê-lo como um “Deus” poderoso, porque nós em relação a ele, somos insignificantes.

***

O problema com a doutrina da Trindade é o seguinte.

Por a religião judaica (ou dos hebreus), ser uma religião monoteísta, que adota ou adora apenas um Deus, os cristãos tiveram dificuldade em aceitar Jesus como um filho biológico de Deus, porque aí estariam incorrendo no pecado de politeísmo, que Deus havia ordenada na Lei, que não adorassem outros deuses.

Depois que a Igreja passou a fazer parte do Império Romano, o Papa e os padres católicos tiveram poder para impor uma lei ou dogma que obrigasse a todos obedecer. E foi isso o que fizeram, criando o Dogma da Santíssima Trindade, para combater as “heresias” do arianismo, que dizia que Jesus não era Deus, mas um semideus, um enviado de Deus, um profeta poderoso.

Ário foi um erudito famoso de Alexandria (280-336 AD), segundo o qual, Jesus Cristo era uma criatura de natureza intermediária entre a divindade e a humanidade.

Antes de aparecer o Dogma da Trindade, os padres católicos estavam sem saída, pois a Lei de Deus no AT proibia o politeísmo. Como, então, conciliar isso?

Foi aí que bolaram a doutrina da trindade de Deus, para explicar que Deus não é composto de três deuses distintos, mas de três pessoas distintas, formadas da mesma substância. Fizeram apenas trocar a palavra “deuses” por “pessoas”. E há séculos os teólogos tradicionais vêm empurrando essa doutrina falsa na mente dos cristãos.

Inventaram também a tal de “unidade composta”. Será que ao menos isso existe? Claro que não. O que existe é “substância composta” e substância simples. Existe também a solução homogênea e heterogênea com agregado de vários elementos.

Nem em Matemática nem em Física existe este conceito de “unidade composta”.

Em Matemática existe o número misto, formado por uma parte inteira e outra fracionária. Por exemplo, 2 1/2 é um número misto.

Uma hora os trinitarianos usam conceitos matemáticos para explicar a trindade; outras vezes, usam a química para descrevê-la.

Alguns trinitarianos alegam que, matematicamente, a trindade não é a união de três deuses, mas, união de três pessoas compondo uma unidade composta. E que a trindade não se define por 1+1+1 = 3, mas, 1x1x1 = 1. Ora, esse último argumento é fraco, pois em matemática, o fator 1 é considerado um elementro neutro, sem importância, pois ele não altera o produto. Considerando, então, os entes da trindade como fator 1, quem é e quem não o elemento neutro? Todos são elementos neutros. E o que isso explica? Nada. Quem determinou que a multiplicação é a operação matemática para justificar a trindade?

Se matematicamente não conseguem explicar a trindade, então, partem para a explicação química. A tal “unidade composta” é entendida erroneamente como “substância composta”, pois dizem que os entes que compõem a trindade são formados do mesmo elemento (essência), e por isso, são indivisíveis. Ora, se são do mesmo elemento, então já não podem ser substância composta, mas substância pura ou simples, formada por átomos do mesmo elemento químico.

Por exemplo, a substância química de nome Ozônio (O3), é considerada simples, pois é formada de 3 átomos do mesmo elemento, o oxigênio. Logo, percebe-se que não é uma “unidade composta”, mas, uma “substância simples”.

Com argumentos falsos, afirmam que a Trindade é uma unidade composta de três pessoas distintas. Engraçado que eles afirmam que são três pessoas distintas, mas que uma não vive sem a outra, ou que elas são indivisíveis. Mas, só que esses argumentos são apenas teorias, e são coisas inventadas, e jamais algum apóstolo de Cristo ou escritor bíblico se ocupou em explicar a trindade, porque, para eles, trindade nunca existiu, porque Deus é um só, absoluto.

***

Os trinitarianos chegam até a recorrer à língua hebraica para tentar justificar a trindade como sendo uma “unidade composta” de três pessoas e não três deuses.

Eles pegam o texto de Deuteronômio 6:4 para justificar a trindade, alegando que o termo ECHAD, traduzido como “único”, indica uma “unidade composta”.

“Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor”.

Esses caras se metem a querer explicar vocábulos da língua hebraica, mas não sabem distinguir um numeral de um adjetivo.

Eles invocam até o relato do primeiro casal da Bíblia, onde Deus diz que eles seriam uma só carne. Afirmam que o termo empregado para “uma só” é echad, sendo, portanto, uma unidade composta.

“Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne” (Gen. 2:24).

O casamento pode até dar conotação de unidade, mas isso é apenas teórico. Pois, na realidade, mesmo sendo casado, o homem continua sendo uma pessoa distinta e separada fisicamente da mulher, e podem até se separar.

Segundo um professor de hebraico, a palavra ECHAD em hebraico significa apenas “um”, numeral 1.

Já a palavra YACHID significa “único”, isto é, um adjetivo.

Só que não adianta tapar o sol com a peneira, pois existem outras passagem bíblicas em que o termo echad é usado para indicar apenas uma unidade absoluta, uma pessoa, e não um grupo de pessoas.

“Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só [echad] testemunha não morrerá” (Deut. 17:6).

“Há um [echad] que é só, não tendo parente; não tem filho nem irmão e, contudo, de todo o seu trabalho não há fim, nem os seus olhos se fartam de riquezas” (Ecles. 4:8).

Nos versículos, supracitados, as expressões “um” e “uma só”, no original, é echad. E significa nada mais que numeral 1. E entendemos perfeitamente que aí o significado do termo não é uma unidade composta, mas simplesmete um, numero 1, quantidade 1.

Quanto ao adjetivo yachid, traduzido como “único” ou absoluto, podemos ver em Gênesis 22:2.

“E disse: Toma agora o teu filho, o teu único [yachid] filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi”.

Então, não existe esse troço de “unidade composta”. Isso é invenção de teólogos para tentar justificar uma doutrina falsa.

Quanto ao texto de Deut. 6:4, é certo que o termo empregado é ACHAD (um = 1) e não YACHID (único).  Mas isso não ajuda em nada entender a tal trindade. Antes, mostra que Deus é mesmo “um só”, que também pode ser entendido como “único”, ou absoluto. Veja a tradução normal:

“Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é UM SÓ Senhor”.

Os unicistas, que são contra a trindade, afirmam que neste texto não cabe o termo ECHAD, pois não há concordância com o restante da frase; antes, dizem eles, o termo correto é YACHID. Logo, para eles, a tradução correta é “único Senhor”. Pois, para eles a frase com o termo ECHAD ficaria assim:

“Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é um Senhor”. (errado).

“Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor”. (correto).

A trindade não pode ser explicada, porque simplesmente é uma teoria falsa, e o que é falso não se pode explicar. A Igreja Católica a estabeleceu como Dogma, e obrigou os cristãos a aceitá-la.

E nem adianta argumentar com negócio de dizer que a palavra Elohim, em Gênesis, deve ser traduzida por “Deus”, pois, o seu significado mesmo é “deuses”.

Moisés, ao escrever os primeiros capítulos de Gênesis usou duas fontes de informação: uma suméria e outra hebraica (ou egípcia). A primeira parte do capítulo 1 de Gênesis é chamada de narração eloísta, e a segunda, de javista.

Os sumérios e babilônios achavam que os deuses (elohim) haviam criado os mundos. Os hebreus, adoradores de Yavéh ou Javé, ensinavam que Deus (Adonai) havia criado os mundos.

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Vou mostrar mais uma prova irrefutável de que a Trindade não existe.

Certa vez, Jesus dissertando para os seus discípulos, advertiu-os sobre o pecado imperdoável. E nesse episódio, referiu-se apenas a ele mesmo e ao Espírito Santo como entes divinos a quem somos passivos de ofender ou pecar.

“Se alguém disser alguma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo, nem no vindouro” (Mateus 12:32).

Por que Jesus não incluiu a ofensa contra Deus-Pai, Todo-Poderoso, nessa afirmação?

Ora, se Jesus é Deus e o Espírito Santo é Deus, por que a ofensa para um é passiva de perdão e para outro, a ofensa não será perdoada?

Na verdade, o Espírito Santo ao qual Jesus se refere nessa passagem, não é uma suposta terceira pessoa da trindade, mas trata-se do mesmo Espírito de Deus-Pai. Jesus mesmo declarou que Deus é Espírito.

“Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24).

No Antigo Testamento, o pecado que não tinha perdão era o ato de blasfemar contra Yavéh ou tomar o seu nome em vão.

“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7).

“Não jurareis falso pelo meu nome, assim profanando o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor” (Lev. 19:12).

Logo, conclui-se que Espírito Santo é o mesmo Espírito de Deus-Pai, porque Deus é Espírito. E quem ofende o Espírito Santo, está ofendendo o próprio Deus-Pai. E nessa questão, Jesus mesmo se declarou inferior ao Pai, pois, da sua parte, perdoaria as ofensas dirigidas a ele.

Ainda não se convenceu? Vou mais além.

Em Gênesis 1:1-2 nos diz que o “Espírito de Deus” pairava sobre a face das águas. Ora, esse Espírito não se trata de uma suposta terceira pessoa da trindade, mas trata-se tão somente da manifestação do próprio Deus-Pai em Espírito, porque ele é Espírito. Logo, era a glória do próprio Deus Criador que pairava, isto é, que passeava sobre a face das águas.

“No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”.

Quanto ao “façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”, de Gênesis 1:26, posso garantir que Deus-Pai, Todo-Poderoso, não possui imagem ou semelhança, porque ele é Espírito.

Quem criou os mundos físicos e as criaturas viventes foi o Filho, Jesus Cristo, o princípio da criação de Deus, auxiliado pelos anjos. Por ele foram criadas todas as coisas, inclusive os seres humanos.

Na verdade, Jesus já possuía uma imagem física semelhante à dos anjos. Portanto, a ordenação “façamos”, de Gênesis 1:26, refere-se a Jesus e ao grupo de anjos que o auxiliavam na criação do mundo e dos seres viventes.

***

Portanto, Jesus não é um “Deus” igual a Deus-Pai, Todo-Poderoso. Ele se tornou “Deus” por designação de Deus-Pai, pois Paulo confirma que, após a consumação de tudo, Jesus entregará o poder e autoridade que recebeu do Pai para que exercesse ofício de divindade aqui na Terra, a fim de cumprir o plano de redenção da humanidade.

Jesus é um ser divino (porque veio do céu, e todo ser que vem do céu é considerado divino), e Ele é um ser criado, mas é superior ao Lúcifer, ao arcanjo Miguel e demais anjos poderosos. Ele é o princípio da criação de Deus. Não podemos determinar quando Jesus surgiu, mas sabemos que ele já existia junto com Deus desde o príncípio do mundo. Jesus não existia com Deus desde a eternidade, porque a eternidade não teve início. Dizer que Jesus já existia com Deus desde a eternidade, é forçação de barra. Dizer que Jesus é “pai da eternidade”, é pura heresia. As traduções forçadas de certos vocábulos da língua hebraica foi o que gerou todas essas polêmicas e conceitos errôneos sobre a divindade.

Se aparecesse um anjo poderoso agora diante de você, com vestes resplandecentes, você talvez se prostraria diante dele e o temeria ou até o adoraria, pois ele é um ser divino, um semi-deus. O próprio apóstolo João, no Apocalipse, quis adorar o anjo que revelava a ele as visões. Mas o anjo o advertiu para que não o adorasse.

Jesus veio a este mundo para poder assumir o papel que Lúcifer exercia. Ele teve que provar ao Pai que era capaz de morrer pela humanidade e cuidar bem da humanidade. Jesus intercedeu diante do Pai para que não fosse necessário ele morrer numa cruz para provar seu amor pela humanidade. Por isso, disse: “Pai, se possível, passa de mim esse cálice”. Jesus havia implorado para Deus-Pai não fizesse ele passar por tamanha humilhação. Mas não teve jeito. Ele tinha que provar que amava a humanidade.

Quando Jesus morreu e ressuscitou, ele exclamou:

“Foi me dado todo o poder (autoridade) no céu e na Terra” (Mateus 28:18).

Foi só aí que Jesus tomou o poder e autoridade que antes Deus havia confiado a Lúcifer.

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua” (Lucas 4:5-7).

Neste episódio, Jesus não desmentiu as declarações de Satanás, mas apenas o repreendeu, por estar tentando a Deus e querendo ser adorado como Deus.

Quem detinha o poder da morte era o Diabo. Era ele quem mandava no Inferno e nas almas dos mortos no Hades.

“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hebreus 2:14).

Mas Jesus desceu até às partes mais baixas da Terra (Hades) e levou cativo o cativeiro.

“Por isso foi dito: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens. Ora, isto – ele subiu – que é, senão que também desceu às partes mais baixas da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu muito acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas” (Efésios 4:8-10).

Por isso Jesus declarou em Apocalipse 1:18.

“Eu sou o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! e tenho as chaves da morte e do inferno”.

Quem manda agora no Hades é Jesus. Satanás não mais oprime as almas dos mortos. Jesus e seus anjos agora cuidam dos mortos. Porém, os mortos passivos de perdão, que cometeram pecados veniais, e os que aguardavam a ressurreição no seio de Abraão (parte do Hades chamada de “paraíso), foram transportados para outro local, numa região celestial distante, onde Satanás e seus anjos não tem acesso. Somente os pecadores que cometeram pecados imperdoáveis e os anjos líderes que pecaram, estão presos no fundo do Hades, no local chamado de poço do abismo, ou thártarus. Acho que o antigo Hades ainda funciona como QG, quartel-general de Satanás e seus anjos. Por isso que muitos crentes tem revelação sobre o inferno, e lá contemplam pecadores sofrendo, porque sabem que não terão perdão nem salvação, e muitas vezes contemplam o Diabo por lá.

Deus-Pai deu autoridade a Jesus para ser temido e adorado, mas não acima dele. Lúcifer também tinha essa prerrogativa de ser adorado, mas ele sempre se colocava acima de Deus-Pai, por isso perdeu o posto para Jesus.

Lúcifer quis se tornar um “Deus” por usurpação, mas Deus o destituiu do posto que ocupava.

“E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; subirei acima das alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:13-14).

“Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda te expulsou do meio das pedras afogueadas” (Ezequiel 28:14-16).

A Bíblia diz que Jesus já existia desde o princípio ao lado do Pai. Mas esse “princípio” é o princípio dos mundos criados, e não princípio da eternidade, porque a eternidade nunca teve princípio.

“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8:58).

“Cristo, o qual, na verdade, foi conhecido ainda antes da fundação do mundo, mas manifesto no fim dos tempos por amor de vós” (I Ped. 1:20).

Sim, Jesus existia antes de Abraão, mas não existiu sempre. Ele teve um princípio de existência, (como já foi demonstrado aqui), sendo ele, o princípio da criação de Deus.

***

Para concluir, quero ainda falar sobre a tal Ordem Sacerdotal de Melquisedeque.

Alguns teólogos acreditam que Melquisedeque teria sido uma aparição de Jesus, o Messias, antes de seu nascimento.

É um pouco estranho o nome de Melquisedeque ser de origem hebraica, pois, o relato bíblico afirma que ele era rei de uma cidada cananéia, de nome Salém.

Melquisedeque significa “Rei de Justiça”; Salém, significa “Paz” ou cidade de paz. Salém seria a antiga forma do atual termo Shalom, que significa “paz”. Do nome Salém pode ter derivado o nome Jerusalém.

No Antigo Testamento existem apenas duas citações do lendário personagem Melquisedeque.

E no Novo Testamento, temos referência sobre esse personagem apenas na epístola aos Hebreus.

“Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo; e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo” (Gênesis 14:18-20).

“Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Salmos 110:4).

“Como também em outro lugar diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebreus 5:6).

“Aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (Heb. 6:20).

“De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?” (Heb. 7:11).

Existe um livro apócrifo chamado Livro de Melquisedeque (supostamente escrito por Abraão), que conta a história desse tal Melquisedeque, príncipe de Salém, uma cidade dos cananeus. Melquisedeque era príncipe e sacerdote, filho único de um rei de nome Adonias.

Note que o nome Adonias faz-nos lembrar do nome Adonai, outro nome do Deus Yavéh dos hebreus.

Mas será que havia um reino de paz, e um sacerdote de Deus no meio daquele povo ímpio?

Quem sabe contar direitinho essa história sobre esse estranho príncipe-sacerdote cananeu, são os iniciados de alto grau da Maçonaria e de outras escolas de mistérios.

Da minha parte, vou tentar mostrar por que Jesus é considerado sumo-sacerdote dessa desconhecida Ordem Sacerdotal de Melquisedeque.

Sabemos que Deus estabeleceu a Ordem Sacerdotal de Levi, filho de Arão, irmão de Moisés (Êxodo 28). E jamais existiu outra ordem sacerdotal durante a história dos hebreus até o surgimento de Jesus e depois. A Ordem Sacerdotal Levítica também é conhecida como Ordem de Arão ou Sacerdócio Arônico.

Lembremo-nos que Deus escolheu e determinou que a descendência de Levi exercesse a função sacerdotal, o sacerdócio do tabernáculo, e depois, do grande Templo. Arão foi o primeiro sumo-sacerdote. E isso durou até nos dias do exílio, e depois. Um dos sumo-sacerdotes do tempo do exílio babilônico dos hebreus foi Josadaque.

Os descendentes de Levi não podiam exercer a função de Rei de Israel nem Rei de Judá.

Em Ezequiel, a ordem sacerdotal do sacerdote Zadoque é a mesma de Arão.

Deus proibiu que os descendentes das outras tribos de Israel exercessem função sacerdotal.

Era vedado ao Rei exercer função sacerdotal. Os reis de Israel não exerceram função sacerdotal. Mas, sabemos que toda regra tem suas exceções.

Segundo as profecias, o Messias exerceria a função de Rei e Sacerdote. Por isso se diz que ele seria da Ordem Sacerdotal de Melquisedeque, pois este era príncipe e sacerdote do Deus Altíssimo.

Durante sua trajetória de vida aqui na Terra, Jesus não exerceu nenhuma função sacerdotal. Porém, segundo o Salmos 110:4, o Rei-Messias também exercerá a função de sacerdote.

Tem outro entrave em relação a Jesus exercer a função de sacerdote.

A Bíblia diz que Jesus era da descendência de Davi, e Davi era descendente da Tribo de Judá, que não podia exercer função sacerdotal. Portanto, Jesus não podia exercer função sacerdotal pela ordem levítica. Então, como justificar que ele cumpriu os ritos da Lei através de sua morte?

Por essa razão é que o autor da Carta aos Hebreus teve que se apoiar nos ritos da Ordem Sacerdotal de Melquisedeque para poder justificar a morte de Cristo como o Messias que havia de vir.

E se Jesus é Deus, e é Rei ou Príncipe-Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, quando ele  exerceu ou quando exercerá essa função?

O autor da carta aos Hebreus tentou explicar esse emaranhado teológico. Mas explicou de forma mística. Ou seja, ele diz que Cristo, após sua morte sacrifical, passou a exercer a função de Sumo-Sacerdote e fez a administração simbólica no Santuário Celestial. Para mim, essa explicação mística não faz muito sentido. Primeiramente, porque as administrações do santuário do Antigo Pacto eram sombras ou figuras das coisas celestiais. E lá não vemos nenhuma vez algum sacerdote ou sumo-sacerdote sacrificando-se a si mesmo sobre o altar, como oferta pelo pecado do povo. E o autor aos hebreus nos faz crer que Jesus, como sumo-sacerdote da Ordem de Melquisedeque, se ofereceu a si mesmo, ao morrer na cruz, pelos pecados da humanidade, tendo se apresentado depois no Santuário Celestial. E tem outro problema. A cruz não pode ser considerada um “santuário”, de forma que o sacrifício de Jesus tivesse validade num ritual macabro desse tipo.

“Temos um sumo sacerdote tal, que se assentou nos céus à direita do trono da Majestade, ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor fundou, e não o homem. Porque todo sumo sacerdote é constituído para oferecer dons e sacrifícios; pelo que era necessário que esse sumo sacerdote também tivesse alguma coisa que oferecer” (Heb.8:1-3).

O que Jesus tinha para oferecer neste Santuário Celestial? A sua própria vida?

Se o Melquisedeque era figura de Jesus Cristo, será que esse Melquisedeque se imolou a si mesmo sobre algum altar de um santuário qualquer, em sacrifício pelos pecados dos cananeus?

Olha, não me recordo se no livro apócrifo de Melquisedeque, ele próprio tenha se sacrificado pelos pecados do povo.

Se Jesus é sacerdote para sempre, será que ele continuará exercendo ETERNAMENTE essa função de ministrador do Santuário Celestial, para expiação dos pecados das criaturas decaídas deste vasto Universo?

Na lei sacrifical do Antigo Pacto, o sumo-sacerdote não se oferecia a si mesmo sobre o altar; mas oferecia um cordeiro ou cabrito sem mancha sobre o altar “dentro do Santuário”. Para os pecados graves do povo, eram oferecidos um novilho ou um bode, e este ritual era feito sobre o altar “fora do Santuário”.

De acordo com a Ordem de Levi, se Jesus era o Cordeiro de Deus, ele teria que ter se oferecido como sacrifício sobre o altar, dentro do Santuário. Porém, o autor aos Hebreus nos diz que ele padeceu “fora da porta”, isto é, fora do Santuário. Sendo assim, Jesus não padeceu como cordeiro, mas como novilho ou bode.

“Por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta” (Heb. 13:12).

Portanto, Jesus não cumpriu integralmente os ritos da Ordem Sacerdotal de Levi, mas cumpriu os ritos da Ordem Sacerdotal de Melquisedeque, pois, talvez nessa ordem de Melquisedeque o próprio sacerdote se oferecia em sacrifício pelos pecados do povo. Talvez. Não tenho certeza.

Quanto ao meu entendimento, acho que o autor aos Hebreus cometeu alguns equívocos.

Acho muito confusas algumas explicações do autor da Carta aos Hebreus, pois ele apresenta uma conotação mística e esotérica do sacrifício de Jesus. Se os rituais da Antiga Aliança foram cumpridos em Jesus, como Cordeiro de Deus ele teria que ter se oferecido sobre o altar dentro do Santuário, e não fora. E Cristo padeceu fora, mas não foi sobre um altar, mas sobre uma terrível cruz. E tem mais outro detalhe. Como Cristo poderia se oferecer em sacrifício, se nem função de sacerdote ele exerceu durante seus três anos e meio de ministério?

Porém, segundo o autor aos Hebreus, Jesus se ofereceu, sim, em sacrifício, mas foi no “Santuário Celestial”.

“Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação), e não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção. Porque, se a aspersão do sangue de bodes e de touros, e das cinzas duma novilha santifica os contaminados, quanto à purificação da carne, quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?” (Heb. 9:11-14).

Isto que é uma explicação mística e esotérica!

Então, isso só pode significar duas coisas: Que Jesus morreu duas vezes. Morreu uma vez aqui na Terra, sobre a cruz, exercendo a função de bode ou novilho expiatório; e morreu outra vez, no Santuário Celestial, como cordeiro imaculado.

Como o salmista diz que Jesus, o Messias, é um sacerdote eterno, segundo a Ordem de Melquisedeque, então ele continua até hoje ministrando no Santuário Celestial, pois sua função é para sempre.

No entanto, acho que Jesus ainda não exerceu a principal função de Sumo-sacerdote da Ordem de Melquisedeque. Mas ele ainda vai exercer durante o Reino Milenar, pois nesse reino ele será Rei e Sacerdote, segundo as profecias de Ezequiel.

Jesus é Sumo-sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque por ele exercer as funções de SACERDOTE E REI ao mesmo tempo. E não por ele ter se sacrificado a si mesmo.

De acordo com as profecias de Ezequiel (cap. 40-48) – sobre o reino do Príncipe ou Messias de Israel -, a ministração sacerdotal do Novo Templo será a cargo dos levitas descendentes do sacerdote Zadoque. Mas o “Príncipe” (ou Rei, governante) também terá parte na ministração dos rituais de sacrifícios. Esse sacerdote Zadoque era da Ordem Sacerdotal de Levi.

“Mas a câmara que olha para o norte é para os sacerdotes que têm a guarda do altar, a saber, os filhos de Zadoque, os quais dentre os filhos de Levi se chegam ao Senhor para o servirem” (Ezequiel 40:46).

“Aos sacerdotes levitas que são da linhagem de Zadoque, os quais se chegam a mim para me servirem, diz o Senhor Deus, darás um bezerro para oferta pelo pecado” (Ezeq. 43:19).

“Sim, será para os sacerdotes consagrados dentre os filhos de Zadoque, que guardaram a minha ordenança, e não se desviaram quando os filhos de Israel se extraviaram, como se extraviaram os outros levitas” (Ezequiel 48:11).

Ezequiel nos diz que esse “Príncipe” também exercerá a função sacerdotal, pois, diz que ele fará sacrifícios por ele mesmo e pelo povo.

“No primeiro mês, no dia catorze de mês, tereis a páscoa, uma festa de sete dias; pão ázimo se comerá. E no mesmo dia o príncipe proverá, por si e por todo o povo da terra, um novilho como oferta pelo pecado” (Ezequiel 45:21-22).

“Tocará ao príncipe dar os holocaustos, as ofertas de cereais e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel. Ele proverá a oferta pelo pecado, a oferta de cereais, o holocausto e as ofertas pacíficas, para fazer expiação pela casa de Israel” (Ezeq. 45:17).

Teologicamente e escatologicamente falando, este “Príncipe” de Ezequiel trata-se do mesmo Jesus que virá estabelecer o reino de Deus aqui na Terra durante mil anos. Nesse tempo, o terceiro Templo será reconstruído e todas as administrações do santuário serão novamente estabelecidas.

Ainda no livro de Ezequiel diz-nos que “Davi” será o grande regente do Reino Milenar. Mas, de acordo com o ensino teológico tradicional, não existe doutrina da reencarnação. Portanto, esse “Davi” que irá legislar no futuro reino glorioso de Israel não será o antigo rei Davi, mas, será outro personagem.

Sabemos que Jesus era chamado de “Filho de Davi”. Portanto, podemos assegurar que esse “Príncipe” de Ezequiel será o mesmo Senhor Jesus Cristo, descendente de Davi.

O problema é que esse “Príncipe” de Ezequiel terá família, e terá uma parte territorial separada para ele e seus descendentes. Sendo assim, os teólogos tradicionais não admitem que esse “Príncipe” seja Jesus, mas, sim, um personagem importante, da mesma descendência de Davi.

Só que Deus afirma que o “meu servo Davi será Príncipe” no meio do povo. E quem foi chamado de filho de Davi foi Jesus Cristo.

“E suscitarei sobre elas um só pastor para apascentá-las, o meu servo Davi. Ele as apascentará, e lhes servirá de pastor. E eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo Davi será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse” (Ezequiel 34:23-24).

“Também meu servo Davi reinará sobre eles, e todos eles terão um pastor só; andarão nos meus juízos, e guardarão os meus estatutos, e os observarão. (…) e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente” (Ezeq. 37:24-25).

Observe este detalhe: “E Davi, meu servo, será seu Príncipe eternamente”.

Como um ser humano normal poderá servir como príncipe ou rei eternamente? Logo, concluímos que se trata da pessoa de Jesus Cristo, o Messias, o Príncipe de Israel.

Quanto a isso, o Apocalipse não deixa dúvidas de que o grande regente, durante o Reino Milenar, será Jesus Cristo (Cordeiro) e os 144 mil. Portanto, é mais difícil não acreditar que Jesus será esse Príncipe de Ezequiel.

“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai. (…) Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apoc. 14:1,4).

A expressão “estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá”, indica que eles exercerão função de administração durante o Reino Milenar. Estes são os salvos escolhidos da Terra para se assentar ao lado de Cristo e julgar (governar) as nações. O problema é que os teólogos tradicionais não admitem isso que acabei de afirmar, pois esse grupo de 144 mil é composto apenas de judeus. Aí eles batem o pé, dizendo que esse é um grupinho qualquer de judeus salvos que “irão morrer como mártires durante a Grande Tribulação”. Puro besteirol teológico.

O Apocalipse tem uma linguagem muito mística e esotérica, e por isso, leva os cristãos a imaginarem coisas fantasiosas. Na verdade, muitos eventos do Apocalipse são acontecimentos simples e naturais, mas os personagens fantásticos e os simbolismos místicos empregados nas narrativas levam os crentes a imaginar fantasias.

***

Se este sumo-sacerdote Melquisedeque nunca existiu, e é apenas um personagem lendário da terra dos cananeus, então a citação dele na Bíblia seria para indicar uma referência à função sacerdotal que Jesus teria exercido antes de ter vindo ao mundo. Parece muito improvável isso que digo. Mas pode ter sido isso mesmo.

Apesar do autor da Carta aos Hebreus ter alegado que Jesus não se ofereceu em sacrifícios várias vezes, desde a fundação do mundo, mas uma passagem da Bíblia sugere que Jesus (Cordeiro de Deus) foi morto desde o começo do mundo.

“Doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Heb. 9:26).

“E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo” (Apoc. 13:8).

Vemos, claramente, que o texto afirma que o Cordeiro foi “morto desde a fundação do mundo”.

Se a interpretação do autor aos Hebreus está correta, então, essa referência de Apoc. 13:8 está errada ou foi mal traduzida. Se estiver mal traduzida, o correto é assim:

“E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a Terra, esses cujos nomes não estão escritos, desde a fundação do mundo, no livro do Cordeiro que foi morto” (Apoc. 13:8).

Ora, se os cordeiros, oferecidos em sacrifícios desde o começo do mundo, são figuras do Cristo que havia de se oferecer, isto esclarece a declaração de Apoc. 13:8.

A referência de Apocalipse 17:8 está bem traduzida, quando cita o termo “desde a fundação do mundo”. Veja:

“E os que habitam sobre a terra, e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se admirarão”.

Jesus, sendo o princípio da criação de Deus, pode ter exercido não só a função de criador dos mundos e das criaturas, mas também de regente e redentor das muitas criaturas que ele mesmo criou neste vasto Universo. Talvez Jesus não seja conhecido como redentor apenas dos terráqueos, mas de outras criaturas inteligentes que habitam em outros mundos. Somente um personagem com as qualificações de Jesus pode exercer, ao mesmo tempo, as funções de criador, regente e redentor ou salvador. Termino aqui.

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Falou e disse Miquels7.

Manaus, 17/11/2013.

17/11/2013 Posted by | DOUTRINAS E DOGMAS, ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , , , , | 1 Comentário

TIRANDO AS DÚVIDAS: JESUS TERIA SIDO CONCEBIDO NO DIA 06/06/06?

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A razão do Papa Gregório XIII não ter adotado o início da Era Cristã no ano correto, 6 a.C., seria para esconder que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo no dia da Conjunção dos planetas Jupiter e Saturno, na Constelação de Peixes, justamente no sexto mês do ano 6 EC?

Jesus teria nascido no início de uma Era astrológica, a Era de Peixes?

Jesus teria sido concebido no dia 06/06/06 ???
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Revendo o filme “A Profecia”, de 1976, bateu-me uma curiosidade em saber o dia, o mês e o ano do nascimento de Jesus, já que na internet encontrei vários sites alegando que Jesus é o anti-messias judeu (anti-cristo), ou seja, que Jesus Cristo é um impostor. No filme, o filho do Diabo (Besta) teria nascido no dia 06/06/06.

Foi no sexto mês (06) que o anjo Gabriel visitou Maria, e ela concebeu do Espírito Santo.

Teria sido os 4 Evangelhos, as epístolas de Paulo e o Livro de Apocalipse uma FARSA inventada pelos romanos ?

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da Besta; porque é o NÚMERO DE UM HOMEM, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis (666)” (Apocalipse 13:18)

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AGUARDEM! VAMOS TIRAR AS DÚVIDAS.

23/10/2013 Posted by | CASOS POLEMICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 1 Comentário

Neurocirurgião Escreve Livro Sobre sua Experiência de Quase-Morte e Garante: o Paraíso Existe

**************************************************************************** ACHEI MUITO INTERESSANTE ESTA NOTÍCIA, E COMPARTILHO AQUI COM OS INTERNAUTAS.
PORÉM, ANTES TENHO QUE CONSIDERAR ALGUNS PONTOS. NÃO LI OS PORMENORES SOBRE O QUE AFIRMOU O RENOMADO CIRURGIÃO, MAS PELO POUCO QUE PERCEBI, O PARAÍSO QUE ELE VISITOU É TOTALMENTE DIFERENTE DO PARAÍSO QUE MUITOS CRISTÃOS DISSERAM TER VISITADO EM SONHOS, VISÕES, ARREBATAMENTO EM ESPÍRITO OU EM ESTADO DE QUASE-MORTE.
SERÁ QUE TUDO ISSO É APENAS FANTASIA E FRUTO DO COMPLEXO AGLOMERADO DE SINAPSES DO CÉREBRO HUMANO??
JÁ OUVI FALAR SOBRE O PARAÍSO ENSINADO PELOS ESPÍRITAS, PARAÍSO DOS MUÇULMANOS, PARAÍSO DOS CRISTÃOS, ETC. QUANTOS PARAÍSOS EXISTEM? SERÁ QUE EXISTE UM PARAÍSO ESPECIAL RESERVADO PARA OS CÉTICOS E ATEUS ?
JÁ LI TESTEMUNHOS DE VÁRIAS PESSOAS QUE MORRERAM E REVIVERAM PARA CONTAR DA MORTE. E GERALMENTE OS RELATOS DAS VISÕES DOS CRENTES (OU CRISTÃOS) SÃO PARECIDAS, EM RELAÇÃO AO INFERNO E AO CÉU (PARAÍSO).
QUEM JÁ LEU A “DIVINA REVELAÇÃO DO INFERNO” E “DIVINA REVELAÇÃO DO CÉU”, DE MARY BAXTER??  QUEM LEU O LIVRO “VIVENDO PARA CONTAR DA MORTE”, DE LURA JOHNSON GRUBB, LANÇADO PELA CPAD EM 1987?? E O TESTEMUNHO DO PRESBÍTERO ADÃO, QUE ERA CABO DO POLÍCIA MILITAR, QUE TINHA RAIVA DE CRENTE, E QUE APÓS UM INFARTO FULMINANTE NO QUINTAL DE SUA CASA, FOI ARREBATADO EM ESPÍRITO ATÉ O INFERNO E O PARAÍSO, CUJA ESPOSA RECEBEU REVELAÇÃO DE DEUS PARA QUE SEU CORPO MORTO NÃO FOSSE RETIRADO DA UTI, ATÉ QUE FOSSE RESSUSCITADO,… QUEM LEU?? EU JÁ LI ESTES RELATOS E MUITOS OUTROS.
COISAS QUE DEVERIAM ESTAR PRESENTES NO PARAÍSO QUE OS CRISTÃOS CONTEMPLAM EM VISÕES NÃO APARECEM: ANIMAIS E CRIANÇAS.
SERÁ QUE, SE ESSA EXPERIÊNCIA TIVESSE ACONTECIDO COM O ASTROFÍSICO STEPHEN HAWKING, AS PESSOAS DARIAM MAIS ATENÇÃO PARA O FATO ? VEJA AQUI O QUE ELE ANDOU FALANDO SOBRE VIDA APÓS A MORTE: http://vidaemorbita.blogspot.com.br/2011/05/nao-ha-paraiso-apos-morte-e-um-conto-de.html
SEI QUE NO MUNDO DA FÍSICA TUDO É POSSÍVEL.
COISAS QUE OS CIENTISTAS AINDA NÃO DESCOBRIRAM, ELES VÃO DESCOBRINDO AOS POUCOS. VAI VER QUE ESTE MUNDO ASTRAL, CHAMADO DE PARAÍSO, É REAL, MAS AO MESMO TEMPO É FISICO, EMBORA ESTEJA LOCALIZADO EM OUTRA DIMENSÃO DO ESPAÇO E DO TEMPO.
DE UMA COISA EU TENHO CERTEZA: O FUTURO PARAÍSO QUE A BÍBLIA RELATA, SERÁ AQUI MESMO NA TERRA, DEUS HABITANDO COM OS HOMENS. SERÁ A RESTAURAÇÃO DO ANTIGO JARDIM DO ÉDEN, QUE FOI PERDIDO POR CAUSA DO PECADO DOS PRIMEIROS HUMANOS.

“E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:3-4).

PAULO, APESAR DE TER FEITO UMA CITAÇÃO APÓCRIFA, DISSE QUE “HOMEM NENHUM VIU, OUVIU OU IMAGINOU AQUILO QUE DEUS TEM PREPARADO PARA OS QUE O AMAM”. ESSA CITAÇÃO É APÓCRIFA, PORQUE  ELE MESMO DIZ QUE ESTÁ ESCRITO. MAS, ONDE ESTÁ ESCRITO? NO ANTIGO TESTAMENTO NÃO HÁ NENHUMA REFERÊNCIA, ENQUANTO QUE OUTRAS CITAÇÕES QUE ELE FAZ PODEMOS ENCONTRAR…

“Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (I Cor. 2:9).

PORÉM, EM CORÍNTIOS ELE CONTOU QUE FOI ARREBATADO ATÉ O PARAÍSO (TERCEIRO CÉU) E LÁ OUVIU COISAS QUE NÃO É LÍCITO AO HOMEM PROFERIR. OU SEJA, ELE OUVIU DE COISAS QUE É PROIBIDO FALAR PARA OS HUMANOS NÃO PRIVILEGIADOS, PORQUE SE CONTAR, SÓ IRÁ SERVIR DE CHACOTA E ESCÁRNIO, POIS NINGUÉM ACREDITA NESSAS COISAS.

“É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor. Conheço um homem em Cristo [EU MESMO, PAULO] que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu. Sim, conheço o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei: Deus o sabe), que foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir” (II Cor. 12:1-4).

PAULO NÃO SE CONTEVE, E CONTOU PARA PESSOAS ÍMPIAS A RESPEITO DE SEU ARREBATAMENTO ATÉ O TERCEIRO CÉU (PARAÍSO). MAS FOI ESBOFETEADO NO OLHO POR TER CONTADO O QUE NÃO DEVIA FALAR, POIS QUANDO FALOU DESSAS COISAS ELE ESTAVA SE GABANDO MUITO E SE EXALTANDO. E OS ÍMPIOS NÃO ACREDITAM NESSAS COISAS. DAÍ FOI QUE SE ORIGINOU A EXPRESSÃO “ESPINHO NA CARNE”, QUE FOI RESULTADO DA BOFETADA QUE ELE RECEBEU EM UM DOS OLHOS. TEM UMA EPÍSTOLA EM QUE PAULO FALA QUE NÃO ENCHERGA BEM, E TEM QUE ESCREVER COM LETRAS GRANDES.

“E, para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de que eu não me exalte demais” (II Cor. 12:7).

ORA, SE É PROÍBIDO FALAR DAS COISAS QUE UM PRIVILEGIADO VÊ E OUVE NO PARAÍSO, POR QUE TODOS OS CRENTES QUANDO TEM ESSAS VISÕES PASSA A CONTAR IMEDIATAMENTE PARA OS OUTROS??!! SERÁ MESMO O VERDADEIRO PARAÍSO ESSES LUGARES FANTÁSTICOS QUE ALGUNS CRENTES “PRIVILEGIADOS” DIZEM TER VISITADO???

NA MINHA CONCEPÇÃO, TECEIRO CÉU OU PARAÍSO É UM LUGAR FÍSICO. O PROBLEMA DOS CRENTES É QUE ELES CONSERVAM UM PENSAMENTO MEDIEVAL (INFANTIL) DE QUE TUDO O QUE ESTÁ ACIMA DAS NUVENS É ESPIRITUAL, E QUE JESUS SUBIU PARA ESTE LUGAR ESPIRITUAL QUE ESTÁ ACIMA, NOS CÉUS. SE O PARAÍSO É UM LUGAR ESPIRITUAL ELE NÃO PRECISA ESTAR LOCALIZADO NECESSARIAMENTE ACIMA, NAS ALTURAS; SE O PARAÍSO É UM LUGAR METAFÍSICO OU ESPIRITUAL ELE PODE ESTAR ATÉ MESMO DENTRO DE NÓS. NA VERDADE, EXISTE UM MUNDO EM OUTRA GALÁXIA OU CONSTELAÇÃO ONDE DEUS E OS ANJOS HABITAM, E QUE OS CRENTES CHAMAM DE “PARAÍSO”. SÓ QUE ESTE LUGAR É FÍSICO, MAS NÃO É POSSÍVEL UM HUMANO CHEGAR ATÉ ESTE LOCAL ATRAVÉS DE UMA VIAGEM EM NAVES ESPECIAIS. UM HUMANO SÓ PODE VISITAR ESTE LUGAR SANTO SE ELE FOR TELETRANSPORTADO OU SE FOR ARREBATADO EM ESPÍRITO. NO ENTANTO, JESUS DISSE ALGO A RESPEITO, QUE SE CONTRADIZ COM O QUE PAULO RELATOU.

O PRÓPRIO JESUS AFIRMOU QUE SOMENTE ELE FOI O ÚNICO HUMANO QUE SUBIU E DESCEU DO CÉU. SE ELE FOI O ÚNICO, COMO OUTROS HUMANOS PODEM AFIRMAR QUE JÁ VISITARAM O PARAÍSO E CONTEMPLARAM COMO ELE É??!!

“Se vos falei de coisas terrestres, e não credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem” (João 3:12-13).

QUEM ESTÁ CERTO: JESUS, PAULO OU OS SONHADORES CRISTÃOS???

NA VERDADE,  O PARAÍSO QUE ESTÁ NO TERCEIRO CÉU SÓ É HABITADO POR SER VIVENTES APERFEIÇOADOS. O PARAÍSO CELESTIAL NÃO É PARA ESSES HUMANOS QUE PASSAM A VIDA TODA PECANDO, E SÓ PORQUE ACEITAM A JESUS PERTO DA MORTE ACHAM QUE ESTÃO SALVOS E QUE VÃO MORAR NO CÉU!!! SE LÚCIFER QUE ERA CONSIDERADO O “SINETE DA PERFEIÇÃO” PECOU E SE REBELOU, IMAGINA O QUE NÃO ACONTECERIA COM SERES HUMANOS MAL-APERFEIÇOADOS HABITANDO NO PARAÍSO SANTO!!!
ESSES HUMANOS MAL-APERFEIÇOADOS, QUE DEPOIS DE TANTO PECAR, ACEITAM A JESUS, PODEM ATÉ SER SALVOS, MAS APÓS A RESSURREIÇÃO ELES IRÃO HABITAR AQUI MESMO NESTE PLANETA, QUANDO JESUS ESTABELECER O REINO ETERNO NA NOVA TERRA RESTAURADA.
O PARAÍSO CELESTIAL É HABITAÇÃO PRÓPRIA DOS SERES APERFEIÇOADOS. E SERÃO POUQUÍSSIMOS OS HUMANOS QUE ALCANÇARÃO ESSA PROEZA DE SE ASSENTAR AO LADO DE DEUS COMO SERES VIVENTES. É PRECISO MUITOS ANOS DE VIVER JUSTO E SANTO SOBRE A TERRA PARA QUE UM HUMANO SE TORNE UM SER APERFEIÇOADO. O CÉU É A HABITAÇÃO DOS ESPÍRITOS INEFÁVEIS.

“Mas tendes chegado ao Monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, a miríades de anjos; à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hebreus 12:22-23).

ESTA PASSAGEM DE HEBREUS RESUME BEM ESTA ÚLTIMA PARTE QUE FALEI.

LEMBREI-ME DE UMA PASSAGEM DO EVANGELHO ONDE OS FILHOS DE ZEBEDEU, TIAGO E JOÃO, PEDEM A JESUS EXCLUSIVIDADE PARA QUE SE ASSENTEM AO SEU LADO NA SUA GLÓRIA. MAS VEJA O QUE JESUS LHES RESPONDE:

“37 Responderam-lhe: Concede-nos que na tua glória nos sentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda.
38 Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis beber o cálice que eu bebo, e ser batizados no batismo em que eu sou batizado?
39 E lhe responderam: Podemos. Mas Jesus lhes disse: O cálice que eu bebo, haveis de bebê-lo, e no batismo em que eu sou batizado, haveis de ser batizados;
40 mas o sentar-se à minha direita, ou à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles a quem está reservado [por meu Pai]” (Marcos 10:37-40).

TÁ VENDO! NÃO É QUALQUER UM CRENTEZINHO QUE VAI SE ASSENTAR AO LADO DE CRISTO PARA JULGAR O MUNDO E AS 12 TRIBOS DE ISRAEL.
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FONTE: REVISTA GALILEU

O caso vem chamando atenção da imprensa mundial: professor de Harvard ficou em coma e diz que, mesmo com o cérebro desligado e quase sem chances de sobrevivência, passou esse tempo em um reino espiritual

por Redação Galileu       

Editora Globo       

Eben diz que, no Paraíso, não existe o conceito de braços, pernas, ver, ouvir: tudo está entrelaçado e acontece ao mesmo tempo //Crédito: Reprodução

Um neurocirurgião professor de Harvard é o tipo de pessoa que se leva a sério. Não precisa concordar e nem acreditar, mas, se você tem juízo, vai ouvir o que ele tem pra falar. Pois é. O Dr. Eben Alexander tem muito que falar e quer que todo mundo ouça. Ele quer que a ciência entenda que o Paraíso existe. Mas ele é um acadêmico de Harvard, ele não brinca em serviço, ele merece crédito. Ele não acha que o Paraíso existe porque quer atenção, ele sabe que o Paraíso existe porque viveu uma semana lá.

Tudo começou quando Eben acordou com dor de cabeça em uma manhã de 2008. Não suportando a dor, foi levado ao hospital. Chegando lá, foi diagnosticado com um surto de meningite bacteriana –algo muito raro e que costuma atingir apenas recém-nascidos. A bactéria havia entrado em seu fluido cérebro-espinhal. A dor que ele sentia era da bactéria comendo seu cérebro e do seu córtex sendo desligado.

Eben chegou ao hospital com poucas chances de ter alguma sobrevivência que fosse além do estado vegetativo. Com o passar do tempo, essa estatística caiu pra praticamente zero. Uma semana depois, quando os médicos já debatiam se continuavam ou interrompiam o tratamento, ele abriu os olhos. Totalmente consciente e com uma certeza: passara os últimos dias no Paraíso.

A descrição do neurocirurgião é tão rica, tão cheia de detalhes que realmente leva a crer que ele não está inventando nada disso. Tanto que ele foi capa da revista americana Newsweek e está lançando um livro, que chega às lojas americanas dia 23 de outubro. Um acadêmico sério, um professor com respeitada carreira em Harvard, um médico especialista em cérebro…qualquer uma dessas pessoas falando de coisas como experiência pós-morte e reino espiritual chamaria atenção. Um ser humano que reúne as 3 características se importar em escrever um livro inteiro sobre o tema é suficiente para fazer o mundo virar a cabeça lentamente e se perguntar “Será que…?”

Se você já leu algum relato de viagem de ácido ou cogumelos, vai achar o Paraíso um lugar familiar. Eben diz que estava em cima de nuvens rosadas que contrastavam com um céu azul escuro. Acima dele, seres transparentes (nem anjos, nem pássaros, uma forma superior, segundo ele) cruzavam o céu. Ele sentia como se estivesse naquele lugar há muito tempo e não tinha nenhuma memória de sua vida aqui na Terra. A sinestesia imperava: sons são sentidos pela pele “como uma chuva que você sente mas não te molha”. O médico ficou o tempo todo acompanhado de uma mulher de olhos azuis que não falava nada, e nem precisava: “Se ela te olhasse daquele jeito por 5 segundos, sua vida inteira até aquele momento já teria valido a pena.” As cores de tudo à sua volta tinham um aspecto “avassalador e super vívido” – ele ficou um tempo com a mulher em cima de uma asa de borboleta, enquanto outras incontáveis borboletas voavam em volta deles.

O olhar arrebatador da mulher não era de amizade, nem de sedução ou amor: era algo muito além, muito acima e inédito para olhos mundanos – expressão bastante recorrente em seu relato. Sem falar nada, ela disse pra ele:

– “Você é amado e querido para sempre”

– “Você não tem nada para temer”

– “Não tem nada que você pode fazer de errado”

E depois ainda emendou “Iremos mostrar muita coisa pra você aqui. Mas, eventualmente você vai voltar”. Tudo isso apenas olhando para Eben, que se perguntava “Voltar pra onde?”. As respostas para suas perguntas existencialistas vinham “como uma explosão de cor, luz, amor e beleza que explodia em mim como uma onda quebrando”.

No final do seu relato, Eben deixa claro que sua estada no paraíso lhe pareceu mais real do que qualquer outra coisa que tenha acontecido com ele durante sua vida – casamento e nascimento de filhos incluso. Evidente que o relato de Eben não está acima de qualquer suspeita, mesmo que ele tenha passado por tudo isso, não há como garantir que esse lugar é real: todos nó sabemos quanto um sonho pode parecer real, mais até que a própria realidade, em alguns momentos. A diferença é que estamos falando de alguém que sempre teve todos os motivos do mundo para ser cético. É a ciência, mais uma vez, se confrontando com as imprecisões da mente  e da alma humana.

Via Daily Mail

29/03/2013 Posted by | CASOS POLEMICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , | Deixe um comentário

Cientista Usa Física Quântica Para Provar que Deus Existe

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MAIS UM TEXTO INTERESSANTE, ENFATIZANDO A EXISTÊNCIA DE DEUS, E PROVOCANDO OS CÉTICOS, AGNÓSTICOS E ATEUS.
NA MINHA OPINIÃO, DEUS-PAI TODO-PODEROSO NÃO É ONIPRESENTE, PORQUE, SE O FOSSE, ELE SERIA UM SER IMPESSOAL, QUE NÃO SE PODE VER JAMAIS A SUA FACE (PORQUE É IMPESSOAL). SE O CRENTE PRENTENDE CONTEMPLAR A FACE DE DEUS-PAI, ENTÃO ELE DEVE ENTENDER QUE ESSE DEUS É UM SER FÍSICO, PRESENTE (FISICAMENTE), MESMO NO MUNDO DITO “ESPIRITUAL”. SE CONTINUARMOS INSISTINDO QUE DEUS É ONIPRESENTE (QUE ESTÁ EM TODOS OS LUGARES AO MESMO TEMPO), ENTÃO DEVEMOS ACREDITAR NESSA TEORIA DA FÍSICA QUÂNTICA. E ACREDITAR, TAMBÉM, NA CRENÇA DOS HINDUÍSTAS, NA CRENÇA DOS ORIENTAIS, DE QUE “DEUS” É UM SER IMPESSOAL, QUE ELE É A FORÇA DA PRÓPRIA NATUREZA, O ÁTOMO EM SI, CUJA ENERGIA FORMA TODOS OS ELEMENTOS DA NATUREZA E QUE TAMBÉM SE AUTO-CONTROLA. ISSO MESMO!!! ESTUDE MAIS, E SAIBA QUE OS ELÉTRONS QUE GIRAM AO REDOR DO NÚCLEO DE CADA ÁTOMO SE AUTO-CONTROLAM, COMO SE TIVESSEM INTELIGÊNCIA. ESSA INTELIGÊNCIA QUE MANTÉM OS ELÉTRONS UNIDOS E ORGANIZADOS NO ÁTOMO VEM DELES MESMOS, OU UMA INTELIGÊNCIA EXTERNA OS GOVERNA E CONTROLA? AGORA, IMAGINA QUANTOS ZILHÕES DE ÁTOMOS EXISTEM NO UNIVERSO, E DEUS CONTROLANDO CADA UM DELES, PARA QUE OS ELÉTRONS NÃO MUDEM DE DIREÇÃO E ABSOLVAM A MATÉRIA!!!
OLHA ESSE DETALHE. PARA SER DEUS, DEUS NÃO PRECISA SER CONCEBIDO COMO ALGO MAIOR DO QUE AQUILO QUE ELE MESMO CRIOU.
UM SER INTELIGENTE PODE CRIAR INFINITAS COISAS MAIOR DO QUE ELE PRÓPRIO, ATÉ COISAS QUE PODEM FUGIR AO SEU CONTROLE.
DEUS NÃO É MAIOR QUE O UNIVERSO. DEUS PODE ESTAR DENTRO DO PRÓPRIO UNIVERSO QUE ELE CRIOU (SUA CASA).
O HOMEM PRESCRUTA O ÁTOMO E ENCHERGA SUAS ÍNFIMAS PARTES. OU DEUS ESTÁ FISICAMENTE DENTRO DO NOSSO UNIVERSO, OU ELE ESTÁ FORA, NOS PRESCRUTANDO ASSIM COMO O HOMEM PRESCRUTA E CONTROLA OS ELEMENTOS DE UMA ÁTOMO.
A NÃO SER QUE NOSSO UNIVERSO PAREÇA COMO UM OVO, DEUS ESTARIA NOS CONTROLANDO DO LADO DE FORA! OU SEJA, PARECEMOS SERES MINÚSCULOS DIANTE DE UM SER MEGA-GIGANTE.
SE VC NÃO ENTENDE ISSO, ENTÃO TÁ RUIM!!!

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FONTE: Livraria da Folha Uol

Cientista usa física quântica para provar que Deus existe

ARIADNE ARAÚJO colaboração para a Livraria da Folha

Deus existe e a ciência está descobrindo evidências de sua existência. Quem afirma é Amit Goswami, filho de um guru hinduísta e hoje referência mundial em estudos que buscam conciliar ciência e espiritualidade. Mas, para esse pós-doutor em física quântica, não se trata do conceito popular de Deus, o poderoso imperador em um trono no céu, a distribuir curas, perdões e castigos. O Deus a que ele se refere pode ser chamado de consciência quântica, mas há quem prefira campo quântico ou campo akáshico.

Divulgação

Amor é a maior evidência da existência de Deus, diz livro

Amor é a maior evidência da existência de Deus, diz livro

Em “Deus Não Está Morto” (Aleph), ele afirma que, para começo de conversa, há muito mais do que matéria no universo ao contrário do que pensa a ciência tradicional. Segundo Goswami, tão antiga quanto o homem, essa questão até então não resolvida encontra agora respaldo científico e pode ser demonstrada a partir da evidência de uma consciência maior, com poderes causais, ou seja, de intervenção, e um corpo sutil, não material.

O problema, segundo Amit Goswami é que a fundamentação da existência divina está na física quântica, o que para a maioria é como ouvir grego. Por isso, diz ele, a mensagem demora a penetrar nas consciências. O objetivo do livro, então, seria acelerar essa nova aceitação de Deus e incentivar a que se demonstrem essas evidências também no âmbito da ciência tradicional. Para isso, Goswami compra briga com os que ele chama céticos, representados pelo cientista materialista, o teólogo cristão e o filósofo ocidental.

Para tentar entender mais o tema, afivele o cinto de segurança. Já sabemos, o Deus de que Goswami fala é a consciência quântica. Na física quântica, os objetos não são coisas determinadas. São, na verdade, possibilidades dentre as quais a consciência quântica, Deus, escolhe uma. A escolha de Deus, então, transforma essa possibilidade quântica em evento real, experimentado por um observador. Segundo o autor, isso já foi comprovado por experimentos objetivos, tanto no mundo micro como no macro.

De acordo com o livro “Deus Não Está Morto” , o amor é uma das qualidades divinas e, assim, a maior evidência da existência de Deus. Para Goswami mundialmente conhecido ao expor suas ideias no filme What the bleep do we know?, ou, Quem somos nós? – a hipótese quântica de Deus resolve de uma só vez todos os mistérios ainda não solucionados da biologia, como a origem da vida, a evolução, os sentimentos (como o amor) e a consciência. Além disso, coloca a ética e os valores em seu devido lugar: “no centro de nossas vidas e sociedades”.

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“Deus Não Está Morto” Autor: Amit Goswami Editora: Aleph Páginas: 308 Quanto: R$ 46 Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha

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Miquels7

05/02/2013 Posted by | OPINIÃO, TEMAS DIFÍCEIS, TEOLOGIA | , | Deixe um comentário

O GRANDE EQUÍVOCO CRISTÃO – SAIBA PORQUE JESUS CRISTO, COMO CORDEIRO DE DEUS, NÃO PODERIA PADECER FORA DO SANTUÁRIO

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(HAVIA PROMETIDO CONCLUIR ESTE ARTIGO, MAS AINDA NÃO TIVE MOMENTO FAVORÁVEL E CABEÇA FRESCA PRA ESTUDAR TODAS AS REFERÊNCIAS PARALELAS E ANALISAR COM CUIDADO OS TEXTOS BÍBLICOS, PARA ESCLARECER COM DETALHES OS PORMENORES DO ASSUNTO. SE EU NÃO CONSEGUIR CONTINUAR, PEÇO AOS ESTUDANTES DA BÍBLIA QUE SE INTERESSEM POR ESTE ASSUNTO, AQUI EXPOSTO, E ANALISEM COM CUIDADO CADA DETALHE QUE AQUI QUESTIONEI, E PROSSIGA NA MESMA LINHA DE RACIOCÍNIO, E DEPOIS PUBLIQUE UM TEXTO COM MAIS RIQUEZAS DE DETALHES. OLHA, O ASSUNTO OBJETO DESTE ESTUDO NÃO É BRINCADEIRA. ATÉ MESMO O PAPA, OS CARDEAIS E GRANDES PENSADORES DO PROTESTANTISMO SABEM DOS CONTRASTES QUE AQUI FORAM EXPLICITADOS, MAS ELES SE BASEIAM MUITO NA CARTA DE PAULO(?) AOS HEBREUS. A CARTA DIRIGIDA AOS HEBREUS NÃO FOI ASSINADA. O AUTOR PARECE QUE TEVE MEDO OU RECEIO DE QUE FOSSE ALVO DE CRÍTICAS SEVERAS E ATÉ ATENTADO, POR TENTAR JUSTIFICAR QUE AS PROFECIAS DO PENTATEUCO FORAM CUMPRIDAS NA PESSOA DE JESUS DE NAZARÉ. NA VERDADE, FORAM CUMPRIDAS EM JESUS, MAS HÁ UM MAL-ENTENDIDO NA FINALIDADE DA MORTE DE JESUS NA CRUZ. MAS ESSE É O MEU PENSAMENTO E A MINHA FORMA DE ENTENDER A RESPEITO DESSAS COISAS)
É INCONCEBÍVEL QUE CRISTÃOS ATUAIS – QUE AFIRMAM SER A BÍBLIA 100% INSPIRADA POR DEUS, E QUE CADA LIVRO DO ANTIGO TESTAMENTO FOI ESCRITO POR DIVINA REVELAÇÃO DO ESPIRITO SANTO – VENHAM DIZER QUE AS LEIS QUE YAVÉH DEU AOS HEBREUS NÃO TINHAM NENHUM VALOR PARA PERDOAR PECADOS.

“Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados [muito menos sangue de cordeiros]” (Heb. 10:4)

SERÁ QUE ELES ACHAM QUE O POVO HEBREU / JUDEU É TÃO TAPADO,  A PONTO DE ACEITAR E PRATICAR UM MONTE DE LEIS INÚTEIS? SE AS LEIS DA ANTIGA ALIANÇA FORAM INÚTEIS PARA SALVAR O HOMEM PECADOR, ENTÃO TODOS OS QUE MORRERAM DURANTE A VIGÊNCIA DA LEI DE MOISÉS ESTÃO CONDENADOS, ESTÃO NO INFERNO, INCLUSIVE MOISÉS, SAMUEL, DAVI, ETC. SERÁ QUE DEUS FEZ O POVO HEBREU DE PALHAÇO, EXIGINDO QUE SACRIFICASSEM MILHARES DE ANIMAIS EM RITUAIS PARA ALCANÇAR PERDÃO E PURIFICAÇÃO DOS PECADOS? E QUE TODOS AQUELES RITUAIS NÃO VALIAM DE NADA, E QUE O QUE VALE AGORA É O SACRIFÍCIO DE CRISTO? QUANTA TOLICE DESSES CRISTÃOS!!!!

JESUS CRISTO, COMO CORDEIRO DE DEUS, NÃO PODERIA PADECER FORA DO SANTUÁRIO PELOS PECADOS DA HUMANIDADE, AO CONTRÁRIO DO QUE AFIRMA O AUTOR DA CARTA AOS HEBREUS. A NÃO SER QUE ELE TIVESSE ASSUMIDO AO MESMO TEMPO AS FUNÇÕES DE NOVILHO E DE BODE EXPIATÓRIO.

SE OS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DE “CORDEIROS” DA ANTIGA LEI DE MOISÉS APONTAVAM PARA O SACRÍFICIO DE JESUS (CORDEIRO DE DEUS), ENTÃO A SUA MORTE DEVIA TER OBEDECIDO A UM RIGOROSO RITUAL DE SACRIFÍCIO DENTRO DO SANTUÁRIO, E NÃO FORA. JESUS TERIA QUE SER MORTO DENTRO DO TEMPLO, NO LUGAR SANTO. E SEU CORPO NÃO PODIA SER LEVADO PARA FORA, PRA SER PENDURADO NA CRUZ. A NÃO SER QUE ELE TIVESSE ASSUMIDO A FUNÇÃO DE BODE, OU DE NOVILHO OU DE SERPENTE.

MAS, SE JESUS ASSUMIU TODAS AS FUNÇÕES DOS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DE OFERTAS PELO PECADO, ENTÃO ELE TERIA QUE SER CHAMADO NÃO SOMENTE DE CORDEIRO DE DEUS, MAS TAMBÉM, DE BODE EXPIATÓRIO E DE NOVILHO EXPIATÓRIO. POIS O PRINCIPAL ANIMAL OFERECIDO PELOS PECADOS DO POVO ERA O BODE. E HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE BODE E CORDEIRO.

EXISTE UM GRANDE EQUÍVOCO SOBRE O QUE PENSAM OS CRISTÃOS A RESPEITO DA FINALIDADE DA OBRA DE CRISTO, AO VIR A ESTE MUNDO, PADECER E MORRER NUMA CRUZ.

O QUE MUITOS FICARÃO SABENDO, AQUI, É O GRANDE CONTRASTE EXISTENTE ENTRE OS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DA LEI MOSAICA E O SEU SUPOSTO CUMPRIMENTO NA PESSOA DE JESUS DE NAZARÉ.

O QUE VOU FALAR, AQUI, PODERÁ CHOCAR MUITAS PESSOAS. MAS, A INTENÇÃO DESTE BLOG É REVELAR FATOS SOBRE A BÍBLIA QUE OS PADRES E PASTORES NÃO TÊM CONHECIMENTO, E SE OS TEM, NUNCA FALAM PARA OS FIÉIS.

MAS, NÃO SE DESESPERE! NADA ESTÁ PERDIDO! A HISTÓRIA DE CRISTO É VERDADEIRA. O SEU SACRIFÍCIO NA CRUZ FOI REAL. MAS O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE SUA MORTE AINDA É DESCONHECIDO PELA MAIORIA DOS CRISTÃOS.
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Novilho Ruivo

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PRIMEIRA PARTE

A prática de sacrifícios de animais remonta aos primórdios da humanidade. E praticamente todos os povos da antiguidade praticavam rituais religiosos, e um deles era de sacrifícios de animais.

Ninguém sabe exatamente quando e onde se originou a prática de sacrifícios animais, inclusive de humanos. Alguns garantem que Yavéh (YHWH), o Deus dos hebreus, era um dos deuses do panteão caldeu, na Mesopotâmia. E que a exigência de sacrifícios de animais que Ele fazia aos hebreus era a mesma praticada pelos deuses da Caldéia.

Terá, pai de Abrão, era de Ur dos Caldeus, e foi com sua família habitar em Harã, terra de Canaã (Gênesis 11:31). Foi lá que Yavéh apareceu a Abrão e o instruiu a sair da casa de seu pai para habitar em uma terra mais distante (Gênesis 12). Logo de início, Abrão sacrificou a Yavéh, pois o relato bíblico diz que ele ergueu um altar (Gên. 12:7-8). Em Gênesis 15:7 Yavéh diz que foi Ele quem tirou Abrão de Ur dos caldeus, para lhe dar a terra de Canaã em herança. Em seguida, vemos Yavéh citando os nomes dos animais que deveriam ser imolados em sacrifícios: uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho. Porém, estes animais não eram para ser oferecidos como oferta pelo pecado, mas, sim, imolados e sacrificados em holocausto, como cheiro suave ao Yavéh. Na ocasião, o sacrifício de Abraão foi oferecido em holocausto, pois, já quase à noitinha, desceu fogo do céu e consumiu os animais.

“Quando o sol já estava posto, e era escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas metades [dos animais esquartejados]” (Gên. 15:17).

Engraçado, que Abrão obedeceu a Yavéh, e inclusive lhe ofereceu sacrifício sem saber exatamente quem Ele era. Somente ao completar 99 anos, Yavéh aparece a Abrão, dizendo-se ser o Deus Todo-Poderoso, momento em que passa a chamá-lo de Abraão. Disse, também, que seria um Deus para Abraão e seus descendentes, e para isto, firmou um pacto, para que ele o obedecesse e o seguisse.

“Estabelecerei o meu pacto contigo e com a tua descendência depois de ti em suas gerações, como pacto perpétuo, para te ser por Deus a ti e à tua descendência depois de ti. Dar-te-ei a ti e à tua descendência depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em perpétua possessão; e serei o seu Deus”. (Gên. 17:7-8).

Alguns estudiosos garantem que no texto original a frase é assim: “para te ser um deus a ti e à tua descendência depois de ti”.
 

A FINALIDADE DO DERRAMAMENTO DE SANGUE

Os cristãos sempre imaginaram que o derramamento de sangue dos animais em sacrifício fora exigido por Deus por causa do pecado de Adão e Eva. Mas a história não é bem assim.

Se fosse somente Yavéh que pedisse sangue de animais para remissão de pecados, estaria explicado este mistério.

No entanto, estudando os rituais das civilizações mais remotas da humanidade, podemos constatar que os desuses desses povos também exigiam sacrifícios de animais, inclusive sacrifícios humanos, de crianças, rapazes e moças virgens. E tais sacrifícios não eram nada para expiação de pecados, mas eram exigidos por puro capricho dos deuses, para satisfazer o ego ou aplacar a sua ira. Alguns garantem que o alimento dos deuses da antiga Caldéia, na Mesopotâmia, era sangue de animais. Por isso exigiam tantos sacrifícios.

Como prova de que os sacrifícios de animais não eram exigidos por causa dos pecados, vemos Yavéh afirmando que todos os primogênitos machos dos animais, como também dos humanos, seriam dele, e deviam ser oferecidos em holocausto. Note que estes primogênitos jamais eram oferecidos como oferta pelo pecado. Mas eram oferecidos como dádiva especial a Deus. (Ref.: Êxodo 13, Lev. xxx e Núm. 18).

“Separarás para o Senhor tudo o que abrir a madre, até mesmo todo primogênito dos teus animais; os machos serão do Senhor. Mas todo primogênito de jumenta resgatarás com um cordeiro; e, se o não quiseres resgatar, quebrar-lhe-ás a cerviz; e todo primogênito do homem entre teus filhos resgatarás. E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? responder-lhe-ás: O Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito, da casa da servidão. Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, tanto os primogênitos dos homens como os primogênitos dos animais; por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos; mas a todo primogênito de meus filhos eu resgato”. (Êxodo 13:12-15).

A justificativa contida no texto bíblico, acima, parece ser razoável. E tudo indica que a prática de se exigir animais primogênitos em sacrifícios começou por causa da morte dos primogênitos da terra do Egito, tanto dos animais como dos homens.

Só que a verdade não é bem assim. Pois, logo no comecinho da Bíblia aparece Abel oferecendo em sacrifício os primogênitos do seu rebanho. Ora, não teria sido o próprio Deus Yavéh que teria instruído a Abel oferecer os animais primogênitos? Ora, se a ordenança da Páscoa e a lei de sacrifício dos primogênitos só aconteceram por causa da morte dos primogênitos do Egito, qual a justificativa para Abel ter oferecido os primogênitos do seu rebanho, e não outros animais mais velhos?

“Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta” (Gênesis 4:3-4).

Seria então este o motivo de Yavéh não ter aceitado a oferta de Caim, visto que não apresentou a Deus animais primogênitos, mas ofereceu os frutos de sua lavoura? Caim estaria procedendo mal por não ter oferecido sacrifícios de animais primogênitos?

“Mas para Caim e para a sua oferta [Yavéh] não atentou. Pelo que irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante? Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante?” – Gên. 4:5-7.

Muitos intérpretes afirmam que Abel não ofereceu os primogênitos de sua criação em holocausto, mas que apenas os apresentou como OFERTA diante do Deus Yavéh. Só que a expressão “e da sua gordura”, indica que Abel sacrificou, sim, os animais em holocausto e queimou a gordura sobre o altar.

Aos que ainda teimam em dizer que Abel não ofereceu seus primogênitos em holocausto, veja o caso de Noé, o mais próximo de Abel. De onde Noé tirou a idéia de sacrificar animais, se ainda não havia uma lei específica para isso? Quem o orientou a fazer isso? Não foi o próprio Deus Yavéh que o orientou a fazer isso?

“Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar. Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem” (Gên. 8:20-21).

Quanto a Caim, pode ser que Deus não tenha atentado para sua oferta por ter tomado quaisquer frutos de sua lavoura. O que Yavéh queria eram os primeiros frutos da terra (as primícias). Em Êxodo 23:19 e Deut. 26:1-11 Yavéh determina que devam ser oferecidos as primícias da terra.

Parece até irônico Yavéh estabelecer a Páscoa em homenagem à morte dos primogênitos do Egito, pois disse que “por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos”.

Na verdade, o que aconteceu no Egito, por ocasião da saída dos hebreus da escravidão, foi um GRANDE SACRIFÍCIO COLETIVO de primogênitos ao Deus Yavéh, que incluiu até os primogênitos dos homens.

E como forma de homenagear ou perpetuar o dia do grande sacrifício coletivo, Yavéh instituiu a Páscoa e a lei de oferta dos animais primogênitos dos filhos de Israel.

Simbolicamente, o sacrifício dos animais primogênitos do Egito funcionou como preço de resgate dos filhos de Israel, a fim de tirá-los da escravidão.

Mas, como se pode justificar que animais ou seres humanos inocentes tem que dar as suas vidas em favor de outros mais importantes?

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SEGUNDA PARTE

(Esplanarei sobre os rituais de sacrifícios da Lei Mosaica) 

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TERCEIRA PARTE

(Esplanarei sobre o sentido esotérico da morte de Cristo)

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Alguns itens:

* Jesus Cristo, sendo o CORDEIRO de Deus, não morreu pelos pecados do povo (humanidade), porque, na Lei Mosaica, “cordeiros” nunca foram oferecidos em sacrifícios como OFERTA PELO PECADO.

* Os animais que eram oferecidos como OFERTA PELO PECADO eram o BODE e o NOVILHO. Eram imolados sobre o altar dentro do Santuário, no lugar santo. E somente algumas partes das entranhas e a gordura eram queimadas em holocausto sobre o altar. Porém, suas carnes eram sacrificadas em holocausto fora do arraial e fora do Santuário.

* A seguinte frase proferida por João é um grande equívoco:

  “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Cordeiro nunca foi usado como oferta pelos pecados do povo.

* Cordeiros ou carneiros eram oferecidos em HOLOCAUSTO, como ofertas pacíficas, e de suas carnes Arão e seus filhos podiam comer. Geralmente, toda a carne do cordeiro oferecido em holocausto era consumida pelo fogo. Veja o que diz Lev. 8:18-21. Carnes de animais oferecidos como oferta pacífica, podiam ser comidas pelos sacerdotes. Já na festa da Páscoa, as carnes dos cordeiros (e de cabritos também) eram assadas e comidas pelo povo. 

* A finalidade do sacrifício não consumado de Isaque, não era para que Abraão obtivesse perdão dos seus pecados. Os holocaustos de cordeiros tinham como finalidade honrar a Deus, demonstrar amor e dedicação a Deus; ou serviam para aplacar a ira divina, como no caso das ofertas pacíficas.

A declaração de Jesus em Mateus 26:28 só seria verdadeira se ele estivesse assumindo a função de bode ou de novilho expiatório.

“Pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados”.

Veja bem. Em Hebreus 13:12 é dito que “Por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta”. Ora, os animais oferecidos em sacrifícios fora do arraial do Santuário eram novilhos e bodes. Cordeiros eram oferecidos sobre o altar dentro do Santuário.

O próprio Jesus chega a citar o caso do sumo sacerdote Zacarias, filho de Baraquias, que foi morto pelos fariseus entre o Santuário e o Altar. Ora, se Jesus devia padecer como um CORDEIRO, sua morte teria que acontecer pelo menos como aconteceu com Zacarias: entre o Santuário e o Altar.

“Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar” (Mateus 23:35).

* Animais fêmeas, como cabras, vacas e ovelhas nunca foram usados em sacrifícios como oferta pelos pecados graves.

A não ser que aceitemos o sentido esotérico da coisa, aí sim, podemos compreender esse mistério. Mas a maioria dos cristãos, por preconceito, não atentam para esse fato.

* O sentido esotérico é este: Jesus Cristo, Cordeiro de Deus, assumiu a função de bode ou de novilho expiatório.

* A serpente de bronze que Moisés levantou no deserto para anular o veneno das serpentes abrasadoras não simbolizava Jesus Cristo. Mas, se atentarmos para o sentido esotérico, aí sim, podemos entender que Jesus assumiu a função de serpente, símbolo de Satanás, Lúcifer, o grande Dragão.

* Falarei sobre os dois bodes oferecidos em oferta pelo pecado, e o bode que era levado para AZAZEL, o espírito do deserto. (Lev. 16)

Muitos dizem que o Antigo Testamento não cita livros apócrifos. Só que a história de AZAZEL encontra-se no Livro de Enoch. Azazel era líder dos anjos vigilantes (anjos caídos), aquele que adentrou no Jardim do Eden e seduziu Eva, e a tentou, para que comesse do fruto proibido.

Azazel não é outro, senão Lúcifer. Jesus foi ao encontro de Azazel, no deserto, e lá foi atormentado por este espírito do mal.

* Quem devia levar os pecados da humanidade sobre si era Lúcifer (o bode), autor do pecado. Satanás não sabia que o motivo da vinda de Jesus ao mundo era para tomar o seu posto, e assumir o papel de bode expiatório em favor da humanidade.

* Animais fêmeas nunca foram oferecidos em sacrifício pelos pecados graves, mas apenas por por pecados menores e pela culpa.

* Saiba porque a citação de Atos 8:32 está errada e a de Isaías 53:7 está correta.

* O grande contraste: Jesus Cristo disse que “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna” – João 6:54.

Ora, pela Lei, da carne e do sangue dos animais oferecidos como oferta pelo pecado e cujo sangue era espargido no altar do Santo dos Santos, Arão e seus filhos não podiam comer, porque era abominação, e eram expressamente proibidos de se comer. Se Jesus Cristo se ofereceu em sacrifícios pelos pecados da humanidade, como podemos comer de sua carne?

* Por que na sexta-feira da paixão a Igreja Católica proibe os cristãos de comer carne? Seria pelo fato de Cristo ter morrido neste dia, sendo oferecido em sacrifícios pelos pecados do povo? Mas, se foi isso, por que servem a hóstia na missa simbolizando o corpo de Cristo?

* Falarei exaustivamente sobre o capítulo 27 de Levitico, especialmente sobre os versículos 28 e 29, comparando com o caso inusitado do oferecimento da única filha de Jefté em sacrifício a Yavéh (Juizes 11:30-38).

O capítulo 27 de Levítico trata da lei dos votos e das coisas que eram devotadas ao Deus Yavéh. Haviam dois tipos de votos: um simples, onde aquilo que se oferecia podia ser resgatado por certa quantia de dinheiro, e um  especial (sagrado), onde não havia preço de resgate. E que se fosse um animal (inclusive um ser humano) devia morrer (vide v.29).

Ora, se na Lei dos Votos está dito que uma pessoa devotada a Yavéh podia ser resgatada por certa quantia de dinheiro, por que então Jefté lamentou e chorou por ter oferecido a sua única filha em voto (sacrifício) a Yavéh, se ele mesmo podia resgatá-la, pagando certa quantia?

Se ele não podia resgatá-la, o caso era de um voto especial. E se foi um voto sagrado, então a filha de Jefté foi mesmo morta. Logo, este caso confirma Lev. 27:29??? Se confirma, então Yavéh aceitava sacrificios humanos. (Citarei referências onde Yavéh diz que nunca cogitou em exigir sacrifícios humanos).

Breve conclusão:

* Se Jesus Cristo se ofereceu como um CORDEIRO DE DEUS, então Ele não morreu pelos pecados da humanidade, porque na Lei, jamais cordeiros eram oferecidos como oferta pelo pecado.

Tem mais….

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A NOVILHA VERMELHA – UM SACRIFÍCIO ESTRANHO

Em Números 19:2-10 fala a respeito do holocausto de uma Novilha Vermelha. Mas, onde já se viu isso? Seria mesmo “vermelho” a cor deste animal? Ou seria uma novilha ruiva?

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De acordo com Ezequiel 43:21 esse tipo de sacrifício teria que ser feito com um animal macho.

Se for novilha mesmo, este é o 4º caso de sacrifício pelo pecado, mas só que é um sacrifício diferente dos citados em Levítico 1 a 6, pois o todo o ritual é realizado fora do Santuário.

As cinzas dessa novilha serviam para purificar os utensílios do Santuário e também pessoas contaminadas.

Este é um caso estranho de sacrifício pelo pecado porque a gordura e os orgãos eram queimados todos juntos no altar fora do Santuário.

Há um hino evangélico que diz que Jesus é a Rosa Vermelha. Pura heresia, pois nem mesmo a Bíblia fala em rosa vermelha, ainda mais se referindo a Jesus. O certo seria dizer que Jesus é o Novilho Vermelho.

Alguns garantem que essa novilha vermelha foi sacrificada apenas uma vez, e que ela tipifica Jesus Cristo, que foi oferecido uma vez por nossos pecados e padeceu fora da porta.

De acordo com estudiosos judeus, 9 novilhas vermelhas foram sacrificadas durante a história de Israel, e que a 10ª está para nascer e ser sacrificada. Eles garantem que nos últimos anos já nasceram algumas novilhas vermelhas em Israel, mas elas tinham defeitos e não podiam ser usadas para sacrifícios.

Então, um dos sinais do fim dos tempos seria o nascimento dessa tal novilha vermelha???

Esse negócio de bezerra vermelha é algo estranho na Bíblia, pois, no Apocalipse fala-se de uma besta (animal selvático ou boi selvagem) de cor vermelha. Apoc. 17:3.

“E vi uma mulher montada numa BESTA cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres”.

Tem uma coisa interessante. Sabemos que o Santuário ou Templo dos judeus foi destruído no ano 70 d.C., a profecia diz que esse Santuário será novamente edificado e purificado. Mas, quando isso irá acontecer?

A purificação do Santuario, segundo a profecia de Daniel, aconteceria após 2300 tardes e manhãs.

“Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o Santuário será purificado” – Daniel 8:14.

Só após esse período é que deverá nascer a Bezerra Vermelha, para ser sacrificada, a fim de purificar o Santuário?

Em Levítico 8:15 fala do ritual para purificação do altar com sangue de novilho.

Aguarde, que tem mais….!

20/04/2012 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , , | 5 Comentários

PROFECIAS E CONTRADIÇÕES BÍBLICAS (PARTE 1)

*********** (ATUALIZADO EM 04/04/2010)*************
*********(Este post é o primeiro de uma série)***********

Estes estudos não têm por objetivo destruir a fé de nenhum crente, mas visam tão somente esclarecer fatos contraditórios encontrados ESCONDIDOS na Bíblia; e visa, também, tirar o véu da fé cega de muitos crentes e estudantes da teologia tradicional, que não procuram se aprofundar nas pesquisas do texto bíblico e acreditam sem questionar em tudo aquilo que outros escritores e teólogos ditaram como verdades inquestionáveis. 

Não pretendo fazer um estudo bem aprofundado, visto que não disponho de material suficiente para pesquisas e comparações com outros autores. O que quero fazer é apresentar um ponto de vista mais coerente e isento de preconceitos e de lavagem cerebral. Não devemos beber da água sem antes conhecer a fonte; também não devemos engolir qualquer vento de doutrina sem antes conhecer o tipo de religiosidade que a fundamentou. 

Quem quiser apreciar o que escrevo, que aprecie e tire bom proveito. Ainda bem que a Internet é um ambiente bem democrático, pois podemos publicar o que pensamos. Chega desses “ditadores” dessa teologia arcaica, limitada e preconceituosa que infesta a Internet! Chega desse fanatismo doido dos cristãos, que com suas atitudes chegam a admitir que é mais fácil provar a inspiração da Bíblia que provar a existência de Deus.

Peço que não me procurem para aconselhamento congregacional ou espiritual. Para este serviço indico os pastores: 

1) Ciro Zibordi (http://cirozibordi.blogspot.com/),

2) Altair Germano (http://www.altairgermano.net/),

3) Artur Eduardo (http://artureduardo.blogspot.com/)

4) e até mesmo o Caio Fábio (http://www.caiofabiofilho.com.br/2009/). 

Escrevo numa linguagem bastante simples, pois meu público-alvo são os crentes leigos, estudantes neófitos e a todos os entorpecidos pela teologia tradicional.

O QUE ME MOTIVOU

O que me levou a fazer estes estudos foi muitos sites e artigos publicados na Internet, que mostram que a Bíblia não é inspirada, que se contradiz e que não foi um livro enviado por Deus para a humanidade. Alguns dos sites são estes:

1) http://yeshivahnoahide.blogspot.com/ (שבע מצוות בני נח – yeshivahnoahide) – Site judeu, que mostra  erros no Novo Testamento e critica Jesus.

2) http://ceticismo.net/;

3) http://ateus.net/;

4) http://multiplosuniversos.com.br/site/archives/contradicoes-da-biblia-contradicao-n%c2%ba-39;

5) http://www.midiaindependente.org/pt/red/2005/10/332447.shtml;

6) http://www.umtudo.com/as-contradicoes-da-biblia/;

7) http://pt.shvoong.com/books/402187-contradi%C3%A7%C3%B5es-da-b%C3%ADblia/.

8] http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=20&t=3522&st=0&sk=t&sd=a (Ex-Testemunhas de Jeová).

9) http://www.islamreligion.com/pt/videos/584/

Isso tudo além de várias comunidades no Orkut, onde os internautas zombam dos supostos mitos bíblicos e ridicularizam os erros e contradições da Bíblia.

E para piorar, alguns sites evangélicos rebatem os críticos e as críticas contra a Bíblia, mas não têm embasamento sólido nas afirmações a favor, e não conseguem desmentir os acusadores. A doutrina da Sola Scriptura (dos evangélicos) cai por terra, porque os defensores tradicionais da Bíblia se limitam a pesquisar entre as duas capas e desprezam o testemunho da tradição oral. O resto acredita-se pela fé cega. 

Se não houvesse o testemunho da tradição oral, muitos livros do antigo testamento não existiam, pois os fatos narrados foram escritos muito tempo depois de terem acontecidos e morrido as testemunhas oculares. Até mesmo a história de Jesus foi escrita anos depois de sua morte e ressurreição. Lucas leu o evangelho de Marcos, mas teve que fazer suas próprias inquirições para se certificar de que a história de Cristo era verdadeira. Para isso, inquiriu as testemunhas oculares. E se as testemunhas oculares tivessem morrido, teria que consultar a tradição oral da história de Cristo. 

MINHA OPINIÃO DESAFIADORA 

O que acho é que temos que ser sinceros e admitir que existem, realmente, alguns erros e contradições em alguns livros da Bíblia. Não adianta querer tapar o sol com a peneira.

Pessoalmente, acredito que a Bíblia toda não é 100% a Palavra de Deus, mas que ela contém a Palavra de Deus, a mensagem de Deus para a humanidade. E creio que dentro dela existe um grupo seleto de livros realmente inspirados 100% pelo Espírito Santo. 

Agora, essa de dizer que todos os livros da Bíblia (tanto da versão católica como da dos protestantes) foram totalmente inspirados por Deus, aí é demais tolice. Pois, tomar o que Paulo disse em II Tim. 3:16 e outras referências correlatas de escritores das epístolas do Novo Testamento, para justificar a inspiração dos próprios livros, é contraditório. Os escritos do Novo Testamento podem testificar sobre os escritos do Antigo Testamento. Mas o Antigo testificar do Novo, não procede. Além do mais, o testemunho da Bíblia a favor dela mesma, como ensina a doutrina da Sola Scriptura, também não é suficientemente válido. Pois, sabemos que não é verdadeiro aquele que dá testemunho de si mesmo. Então, é necessário existir outros escritos “de fora” para corroborar a autenticidade dos fatos bíblicos. E realmente existem. O problema é deixar de lado a doutrina da Sola Scriptura. 

Quando Paulo disse a Timóteo (II Tim. 3:16) que toda a Escritura era inspirada, ele se referia às Escrituras do Antigo Testamento, a Tanach dos judeus. No tempo que Paulo escreveu suas epístolas nem mesmo os quatro evangelhos haviam sido escritos. 

Existem questionamentos de alguns eruditos quanto a real tradução do texto de II Tim. 3:16. Vou citar as quatro maneiras que pode ser traduzido o texto: 

“Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”. (Texto da Bíblia, versão revisada da tradução de João F. de Almeida, de acordo com os melhores textos em hebraico e grego). 

“Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”. (Texto da Bíblia, versão corrigida, de João F. de Almeida). 

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça” (Versão Novo Mundo das Escrituras Sagradas – Sociedade Torre de Vigia).

“Toda Escritura, que consideramos divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”. (Paráfrase feita por mim). 

Observe na segunda citação que os eruditos supostamente “corrigiram” a tradução de J. F. de Almeida, e acabaram dificultando ainda mais o texto, pois diz: “Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa”. Significa que só é proveitosa a escritura que for divinamente inspirada. Denota-se isso pelo aposto “divinamente inspirada”. 

 Veja que na primeira citação o verbo (é) vem antes do advérbio (divinamente), e não existe aposto. Os eruditos traduziram assim, de forma a justificar completamente a inspiração de toda a Bíblia, pois diz: “Toda Escritura é divinamente inspirada”. Ora, essa generalização não condiz, porque existem muitas escrituras religiosas de outros povos. 

Existe, porém, uma justificativa de alguns autores (tendenciosos, é claro), de que a palavra ESCRITURA a qual Paulo se referia, era a Tanash ou a Toráh dos judeus (hebreus) e que ela deve ser escrita com letra maiúscula. Pode ser…, mas, quanto a ser escrita com letra maiúscula, não é verdade, pois no hebraico não existe questão de letra maiúscula ou minúscula; só existe um padrão de letra no hebraico e no grego. 

E tem mais outro problema. No Novo Testamento está cheio de citações apócrifas (de livros ditos apócrifos). Paulo mesmo fez citações apócrifas nas suas epístolas. Logo, será que ao se referir a Escritura divinamente inspirada, não se referia também aos apócrifos? Lembre-se que naquela época o termo “apócrifo” não existia e nem era usado para cunhar os livros não-inspirados. Sabe-se que existiam os “livros proibidos”, isto é, livros reservados apenas para leitura dos escribas e sacerdotes. Leigo não podia ler os tais livros. O termo “apócrifo” foi criado por Jerônimo, no século V, que traduziu a Bíblia Vulgata. 

Em nenhum livro da Bíblia está determinado a quantidade de livros que deveriam ser considerados parte integrante da mesma. Se 66 ou 73 livros, isto não está determinado. Se tem menos ou mais livros do que deveria ter, então isso não constitui um erro? Por isso os rabinos judeus se reuniram em Jâmnia, no ano 92 d. C., para determinar de uma vez por todas quais seriam os livros que comporiam a Tanach, haja vista estarem surgindo na época um monte de literatura considerada inspirada. Nesse concílio de Jâmnia os judeus rejeitaram os evangelhos e as epístolas de Paulo e as dos outros apóstolos; rejeitaram, também, os livros apócrifos inseridos na Bíblia Grega chamada de Septuaginta (Antigo Testamento Alexandrino). 

Os rabinos judeus agiram com estrema cautela no Sínodo de Jâmnia para determinar os livros canônicos. 

Uma fonte diz que “no final do século I da era Cristã, os rabinos Judeus reuniram-se no Sínodo de Jâmnia, ao sul da Palestina, afim de estabelecer as regras que caracterizariam os livros sagrados (inspirados por Deus). Foram estipulados os seguintes critérios:

1) O livro sagrado não pode ter sido escrito fora das terras de Israel.

2) Não em língua aramaica ou grega, mas somente em hebraico.

3) Não depois de Esdras (458-428 a.C).

4) Não em contradição com a Tora ou a Lei de Moisés.

Perceba que quando os judeus criaram essas regras, eles não tinham como objetivo discernir que livros eram inspirados ou não. A atitude dos judeus era unicamente preservar seu povo de interferências de outros povos e de outras doutrinas. Recorde-se que até hoje os judeus não consideram o Novo Testamento; apenas o Antigo. A intenção deles era eliminar tudo o que dizia que Jesus é o Messias. Porém, com essas medidas, alguns livros também da época do Antigo Testamento foram eliminados.

Porém, duzentos anos antes, em Alexandria no Egito, havia uma forte colônia de judeus. Nela havia 70 sábios que traduziram os livros do Antigo Testamento para o grego. Essa tradução foi feita entre 250 a 100 a.C., ou seja, antes do Concílio de Jâmnia. A tradução grega, foi conhecida como Septuaginta ou versão dos 70.

Então observe que naquele tempo havia dois “Cânons”. Um formulado pelos Judeus preocupados com a política e sociedade. Outro formulado pelos judeus que habitavam no egito.

E agora? Qual é a versão correta?”

Se os evangélicos acham que os rabinos judeus não tinham autoridade para determinar a quantidade de livros sagrados e inspirados, e nem os padres católicos tinham poder para determinar a quantidade de livros do Novo e Antigo Testamento, quem eles pensam que tem autoridade para fazê-lo? Eles mesmos? Muito bonito isso, não?! Na verdade, cada segmento religioso fez do seu jeito, não acham? Sintetizando,  livros que deveriam estar na Bíblia, não estão e livros que não deveriam estar na Bíblia, estão. 

Se Lutero tivesse autoridade, sozinho, de designar quais livros deveriam compor o Cânon do Novo Testamento, por certo, ficariam de fora a Epístola aos Hebreus, o Livro de Apocalipse e, principalmente, a Epístola de Tiago, que cunhou de “epistola de palha”, pois contrariava a doutrina que mais defendia: a salvação unicamente pela fé. 

Por ai se vê que todo fundador de um segmento religioso cristão sempre tende a ignorar ou expurgar da Bíblia aqueles livros que não lhe interessam ou que atrapalham a compreensão das doutrinas que pregam. Os líderes da seita Testemunhas de Jeová também traduziram a Bíblia de acordo com os seus interesses, de forma que não houvesse contradição para as suas doutrinas. 

Em breve surgirá a bíblia, versão da Igreja dos Homossexuais. Por certo, arrancarão ou alterarão os textos que condenam as suas práticas pecaminosas.

OS LIVROS APÓCRIFOS

Uma fonte diz que “os Reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Porém, após 1629 as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, “induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições”.

Eis um texto sobre os apócrifos:

Os Apócrifos do Novo Testamento, também chamados de “evangelhos apócrifos”, são uma coletânea de textos anônimos, escritos nos primeiros séculos do cristianismo (depois do século II, provavelmente), não reconhecidos pelo cristianismo ortodoxo e por isso não incluídos na Bíblia. A eles opõem-se, naturalmente, os textos “canônicos”, i.e., oficialmente considerados “autênticos” e incluídos no Novo Testamento. A primeira separação entre os textos data de 325 d.C. e foi determinada pelo Primeiro Concílio de Nicéia, convocado pelo imperador romano Constantino I, que havia aderido ao cristianismo; a separação atual foi imposta pelo Concílio de Trento, convocado pelo Papa Paulo III, representante máximo da Igreja Católica, realizado de 1545 a 1563.

O termo “apócrifos” vem do grego ἀπόκρυφα e significa, justamente, “coisas escondidas”. A partir do Concílio de Trento, a palavra “apócrifo” adquiriu conotação eminentemente negativa e se tornou sinônima de “espúrio” ou “falso” – e há, também, textos apócrifos do Velho Testamento, interessantes para os estudiosos da Bíblia, mas não para os estudiosos do grego antigo.

É notável, no entanto, que entre os diversos ramos do cristianismo há controvérsias a respeito de quais são, efetivamente, os textos apócrifos. A Igreja Ortodoxa da Etiópia, por exemplo, considera autêntico o Pastor de Hermas (séc. II) e a Peshitta, bíblia da Igreja Siríaca, utilizada por muitas Igrejas da Síria, não inclui o Apocalipse de João.

(Fonte: http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0728

Os teólogos tradicionais afirmam que as profecias de Deus cessaram cerca de 400 anos a. C. E só retornaram no tempo do Novo Testamento, com Zacarias, Simeão, Izabel, Maria, João Batista e Jesus. (Ver Ezequiel 12:21-28).

O Cânon da Bíblia não devia ter sido fechado definitivamente, pois, Jesus prometeu o Consolador (Espírito Santo) para revelar, consolar e convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo. E é claro que o Espírito Santo não foi dado até que o apóstolo João escrevesse o Apocalipse, no ano 96 d. C.

Fique certo que ainda pode haver revelação escrita da parte de Deus. Mas ninguém dará valor, porque os teólogos já deram por encerrado o Cânon bíblico e não pode mais ser alterado.

LISTA DOS PRINCIPAIS LIVROS APÓCRIFOS 

O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É “possível” contabilizar mais de 100 deles, mais de 50 em relação ao Antigo Testamento e mais de 60 em relação ao Novo. A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros. A seguir, alguns desses escritos segundo suas categorias.

1) Evangelhos: de Maria Madalena, de Tomé, de Filipe, Árabe da Infância de Jesus, do Pseudo-Tomé, de Tiago, Morte e Assunção de Maria, de Judas Iscariotes;

2) Atos: de Pedro, Paulo e Tecla, Dos doze Apóstolos, de Pilatos;

3) Epístolas: de Pilatos a Herodes, de Pilatos a Tibério, dos Apóstolos, de Pedro a Filipe, Paulo aos Laodicenses, Terceira Epístola aos Coríntios, de Aristeu, de Barnabé;

4) Apocalipses: de Tiago, de João, de Estevão, de Pedro, de Elias, de Esdras, de Baruque (grego), de Baruc (Siríaco), de Sofonias;

5) Testamentos: de Abraão, de Isaac, de Jacó, dos 12 Patriarcas, de Moisés, de Salomão, de Jó;

6) Outros 1: A filha de Pedro, Descida de Cristo aos Infernos, Declaração de José de Arimatéia, Vida de Adão e Eva, 1,2 e 3 Enoch ou Henoque, Salmos de Salomão, As Odes de Salomão, Oráculos Sibilinos, A Assunção de Moisés, A Ascensão de Isaias, Livro dos Jubileus, Os Segredos de Enoque, Manuscrito de Lameque, Livro de Melquisedeque, III e IV Esdras, III e IV Livros de Macabeus, etc. Fora os que estão escondidos na Biblioteca do Vaticano.

(FONTE: Wikipédia e Dicionário Bíblico – site Vivos http://www.vivos.com.br/197.htm

APÓCRIFOS NO NOVO TESTAMENTO 

Muitos crentes e estudantes neófitos da Bíblia não sabem que existem livros no Novo Testamento, que outrora foram considerados apócrifos. São eles: Epístola aos Hebreus, Epístola de Tiago, II Epístola de Pedro, II e III Epístolas de João, Epístola de Judas e o Apocalipse e mais alguns acréscimos nos Evangelhos. O livro de Apocalipse foi o último a ser inserido no Cânon do Novo Testamento, concluído definitivamente no Concílio de Catargo, em 397 d. C. 

Veja o que diz certo autor sobre o Livro de Apocalipse: 

Influência da mitologia pagã e do judaísmo no Apocalipse 

A leitura do apocalipse, principalmente a partir do quarto capítulo, revela uma linguagem bem diferente da que encontramos nos outros livros do Novo Testamento. 

Nomeadamente a descrição dos seres com várias cabeças e vários chifres e asas, parece mais uma descrição da mitologia grega, romana ou egípcia do que um livro da Bíblia, muito menos do Novo Testamento. (4:7-8, 9:7-10, 9:17, 11:7, 12:3-4, 13:1-2, 13:11, 17:3). 

De acordo com uma interpretação fundamentalista (que não é a minha posição), em Gênesis 2:19-20, Adão deu nome a todos os animais criados por Deus. Portanto, esses seres mencionados no Apocalipse, ou são produto da imaginação do escritor ou não existem, pois só Deus tem poder para os criar.

Em Apocalipse 10:10-11 vejo influência da mitologia grega que utilizava alucinantes nos seus oráculos. 

Em Apocalipse 11:2 há forte influência judaica com a idéia veterotestamentária dos lugares separados para os gentios e os privilégios para os judeus. 

Em Apocalipse 13:16 há referência a pessoas livres e escravos. Será que a antiga condição de escravo prevista na lei de Moisés vai voltar a estar em vigor? 

Bem sei os significados simbólicos que dão a estas passagens. Mas com essa fértil imaginação sem boa base bíblica neotestamentária, tudo se pode provar e explicar, quer seja o Apocalipse de João ou os outros apocalipses que não foram incluídos no cânon. 

Não é preciso ser um grande teólogo para notar a diferença no estilo literário do Apocalipse de João em relação a todos os outros livros neotestamentários. 

Quem quiser, que acredite nos apocalipses, ou então, que seja fiel à decisão do Concílio de Cartago e ao Papa Bonifácio, aceitando somente o Apocalipse de João, e não o Apocalipse de Pedro nem o Apocalipse de Paulo, que possivelmente rejeitam, sem nunca os terem lido, por simples questão de fidelidade a uma decisão do Papa. Eu prefiro ficar só com os evangelhos e epístolas, como era no primitivo cristianismo.

Por essas e outras razões disse que o Apocalipse é um livro de linguagem esotérica, isto é, livro com o conhecimento velado através dos símbolos.

Na Biblioteca do Vaticano tem uma sala secreta contendo todos os livros apócrifos que a Igreja até hoje esconde dos cristãos. Existem livros que os Papas se apossaram e esconderam a sete chaves. Mas existem outras centenas de escritos religiosos de pseudo-autores que circulam pela Internet. Por exemplo, já ouviu falar do Livro Secreto de Tiago? 

A SACRALIZAÇÃO DE OBJETOS DE CULTO 

É costume dos povos antigos, pagãos e nativos sacralizar objetos de culto, monumentos, escritos antigos e elementos da natureza. 

Os nativos costumam chamar de sagrado algumas árvores, objetos de rituais e locais especialmente preparados para os seus cultos. 

Povos antigos chamam de sagrado alguns rios, como por exemplo, o Rio Ganges, na Índia; chamam de sagrado alguns animais, com o rato, o macaco, a vaca (na índia), o elefante, etc; chamam as montanhas de sagrada, como por exemplo, o Monte Orebe, o Monte Olimpo, Monte Moriá, Montanhas Sagradas da China, do Tibet (cultuadas pelos taoístas e budistas), etc. 

Os indianos chamam de sagrados alguns de seus escritos religiosos (Bagva Gita ou Bhagavad Gita). Especificamente, os hindus consideram sagrados os Upanishads e o Mahabharata. Os muçulmanos (islâmicos) chamam de sagrado e inspirado o seu mais precioso livro religioso, o Al-Corão ou Corão. Os judeus chamam a Toráh e a Tanach de sagrada. Os Mórmons consideram inspirados e sagrados os escritos que compõem o Livro de Mórmon. E por fim, os católicos e protestantes chamam toda a Bíblia de sagrada. E por aí vai…

Até imagens de ídolos, que surgiram de repente, foram agraciadas como sagradas. Eis aí a Aparecida, padroeira do Brasil. 

Muitos livros que são tachados hoje como “sagrados”, só se tornaram sagrados depois de séculos de existência. 

Alguns livros da Bíblia no princípio de suas aparições não eram considerados sagrados. Porém, o tempo fez com que os mesmo fossem considerados sagrados, já que sempre estiveram ao lado dos demais livros sagrados. 

Da mesma forma, os livros escritos pela fundadora do adventismo, Ellen White, um dia serão considerados sagrados pelos seguidores dessa seita (se já não os são considerados). Alguns livros são: “O Grande Conflito” e “O Desejado de Todas as Nações”. Os escritos de Allan Kardec, pai do espiritismo, também serão considerados sagrados pelos seguidores da seita. Alguns livros são: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e “O Livro dos Espíritos”. É apenas questão de tempo para esses livros se tornaram sagrados e inspirados.

A HERMENÊUTICA 

A hermenêutica é uma ciência filosófica e não surgiu concomitantemente com a teologia. Na verdade, hermenêutica é uma ciência filosófica sobre interpretações de textos literários e religiosos. O radical da palavra parece ter uma conotação com o nome do mais famoso ocultista: Hermes. 

Veja o que nos diz a nossa famosa Wikipédia:

O termo “hermenêutica” provém do verbo grego “hermēneuein” e significa “declarar”, “anunciar”, “interpretar”, “esclarecer” e, por último, “traduzir”. Significa que alguma coisa é “tornada compreensível” ou “levada à compreensão”.

Alguns defendem que o termo deriva do nome do deus da mitologia grega Hermes. O certo é que este termo originalmente exprimia a compreensão e a exposição de uma sentença “dos deuses”, a qual precisa de uma interpretação para ser apreendida corretamente.

Encontra-se desde os séculos XVII e XVIII o uso do termo no sentido de uma interpretação correta e objetiva da Bíblia. Spinoza é um dos precursores da hermenêutica bíblica.

Outros dizem que o termo “hermenêutica” deriva do grego “ermēneutikē” que significa “ciência”, “técnica” que tem por objeto a interpretação de textos poéticos ou religiosos, especialmente da Ilíada e da “Odisséia”; “interpretação” do sentido das palavras dos textos; “teoria”, ciência voltada à interpretação dos signos e de seu valor simbólico.

Hermes é tido como patrono da hermenêutica por ser considerado patrono da comunicação e do entendimento humano.

A hermenêutica bíblica mais usual determina algumas regras fundamentais para se fazer interpretações dos textos sagrados.

A regra áurea da hermenêutica bíblica é: “A Bíblia interpreta a própria Bíblia”. Esta é a regra principal. Porém, parece que alguns teólogos – que ensinam a doutrina da Sola Scriptura – a tomam como única regra.

Devemos entender, antes de tudo, que essas regras foram criadas pelos homens. Não existe nenhum ensino na Bíblia sobre como se devem interpretar os escritos sagrados. São apenas regras convencionadas pelos teólogos.

A regra áurea tem algumas implicações. Por exemplo, quando os seminaristas não encontram justificativas para as contradições bíblicas, os mestres simplesmente colocam o caso em aberto, ou seja,  nunca dão por encerrado os casos polêmicos até que encontrem uma justificativa plausível. E assim vão enrolando… Muitos casos polêmicos da Bíblia nunca são resolvidos. Mas os mestres dão um jeitinho de enganar os seminaristas. Então eles propõem uma possível solução para o caso, fazendo com que o estudante jamais acredite que exista contradição na Bíblia. Apelam para interpretações mirabolantes com intuito de justificar os casos mais difíceis. Em último caso, afirmam que, apesar dessas dificuldades, toda a Bíblia é inspirada, e que Deus ainda dará uma resposta satisfatória para os casos não resolvidos.

As principais desculpas para os aparentes erros e contradições da Bíblia são: 1) Os copistas (escribas) – que fizeram a cópia dos originais – falharam na compilação, ou se confundiram; 2) Os tradutores falharam ao traduzir os textos para outros idiomas; 3) Os próprios autores bíblicos eram humanos e, portanto, sujeitos à imperfeição.

Fico pensando se o Espírito de Deus é menos preciso que os espíritos que acompanharam o famoso espírita Chico Xavier, que sozinho psicografou mais de 400 livros!

Há alguns fanáticos que acreditam 100% na inspiração verbal da Bíblia, letra por letra, palavra por palavra. Mas isso é grande tolice. E ainda outros afirmam que os textos bíblicos originais tinham inspiração verbal, mas, que depois de feitas as cópias, os textos perderam a inspiração verbal.

Outros fanáticos vão mais além. Acreditam, eles, que até a divisão da Bíblia em capítulos e versículos têm inspiração divina. Ora, não dizem os teólogos que a inspiração de Deus cessou no final do século I da Era Cristã, com o livro do Apocalipse? Como sabemos, a divisão da Bíblia em capítulos foi feita em 1250 d.C., por Hugo de Sanoto-Caro, abade dominicano e estudioso das escrituras; a divisão do Antigo Testamento em versículos foi feita em 1.445 pelo rabino Mardoqueu Natã, e a do  Novo Testamento em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente a divisão de capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, lançada em 1560, na Suíça.

O que sei é que os únicos escritos que continham 100% inspiração verbal foram os Dez Mandamentos, escritos em tábuas de pedra pelo dedo de Deus, e que foram entregues a Moisés. Porém, o mesmo destruiu as tábuas da Lei escritas pela mão de Deus, lançando-as no chão.

Portanto, não acredito na inspiração verbal de todos os livros da Bíblia. Creio, sim, que alguns livros, principalmente os proféticos, têm inspiração verbal, mas somente na língua original em que foram escritos. Quanto aos demais livros, acredito eu que tenham uma inspiração não diretamente verbal. Acredito que os salmos, as epistolas apostólicas, os textos poéticos e históricos, e os evangelhos encerram mensagens divinas e instruções para o seu povo, apesar de haver algumas imperfeições e falhas por parte dos autores.

Como disse certo autor, “uma coisa importante é estabelecer bem o que envolve a expressão “inspirada por Deus” na Bíblia. Será que inspiração envolvia revelação perfeita, um tipo de ditado, com Deus transmitindo palavra por palavra o que deveria ser escrito? Eu penso que a inspiração pode ser encontrada na essência da mensagem. Vou explicar: a palavra inspiração, tanto em grego como em latim, significa basicamente que num primeiro momento a divindade soprou para dentro da mente dos escritores as suas verdades. Na seqüência, esses escritores registraram essa revelação, mas usando os filtros mentais que possuíam, filtros esses formados por conceitos e preconceitos culturais, alguns interesses pessoais e nacionais ou mesmo teológicos. Por esse motivo, eu creio que “inspiração divina” não implica em inerrância ou perfeição”.

Se tivéssemos que acreditar na inspiração verbal de todos os livros da Bíblia, teríamos que ler os textos somente nas línguas grega e hebraica, nas quais eles foram originalmente escritos. Além de tudo isso, muitos textos estranhos foram acrescentados (enxertados) tanto na Bíblia católica quanto na protestante.

VERSÕES DA BÍBLIA 

Existem muitas versões da Bíblia. Mas vou citar apenas as cinco mais importantes. 

A primeira Bíblia é a versão dos judeus, conhecida como Toráh e Tanach. A Toráh é composta pelos cinco primeiros livros de Moisés, também chamado de Pentateuco. A Tanach engloba os demais livros do Antigo Testamento, até Malaquias. Não inclui os 7 apócrifos da Bíblia Católica. 

A segunda Bíblia é conhecida como Septuaginta ou versão dos 70 anciãos judeus de Alexandria, Egito. A Septuaginta é uma versão do Antigo Testamento na língua grega, traduzida entre os anos  250 e 150 a. C. Na verdade, foram 72 eruditos judeus convocados para realizar a façanha. Na Septuaginta foram incluídos os 7 livros apócrifos e mais alguns. Não darei mais detalhe para que o texto não fique muito extenso. 

Alguns eruditos versados em grego do Novo Testamento afirmam que os cristãos primitivos liam com freqüência a versão grega do Antigo Testamento, isto é, utilizavam como fonte de consulta os livros da Septuaginta, pois era mais fácil consultar a Bíblia na língua grega. 

Outros eruditos, principalmente os ligados à Igreja Católica Romana, defendem a tese de que os apóstolos, inclusive Paulo, utilizavam com fonte de consulta a Septuaginta, e que inclusive citaram textos dos livros apócrifos (ou deuterocanônicos) em suas epístolas. Realmente, isso é verdade. Segundo pesquisas, das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 concordam perfeitamente com a versão dos Setenta, inclusive quanto às diferenças com o hebraico. Não vou citar os casos para que o texto não fique demais extenso.

Tendo em vista que os apóstolos citaram textos dos livros apócrifos, os padres católicos tomaram isso como base para afirmar que os apóstolos consideravam inspirados os 7 livros acrescentados na Bíblia católica, que os protestantes chamam de apócrifos. Por essa razão, incluíram os 7 livros apócrifos na Bíblia. São eles: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria e Eclesiástico, e mais alguns acréscimos ao texto dos livros de Ester (10:4 a 11:1 ou a 16:24) e Daniel (3:24-90; caps. 13 e 14). Esses livros e fragmentos adicionais são chamados de deuterocanônicos, pelos católicos, e de apócrifos, pelos protestantes.

Os Concílios regionais de Hipona (393), Cartago III (397) e IV (419), e Trulos (692), bem como os Concílios Ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870), confirmaram a validade dos deuterocanônicos do Antigo Testamento, baseando-se na autoridade dos Apóstolos e da Sagrada Tradição.

Sei que os padres católicos têm suas objeções para alegar a veracidade da Bíblia Septuaginta. E inclusive muitos eruditos protestantes são levados a acreditar na versão da Septuaginta, por causa de testemunhos dos pais da Igreja. No entanto, encontrei um artigo bem esclarecedor do Dr. Samuel C. Gipp, no qual refuta com veemência a existência da Bíblia Septuaginta. Este autor é um inflexível defensor da Bíblia King James, que falarei mais na frente. O texto está na Internet e é um pouco extenso, mas tenho que citá-lo:

“Primeiramente vamos definir o que supostamente seja a Septuaginta. Um antigo documento chamado “A Carta de Aristeas” revelava um plano de se fazer uma tradução OFICIAL da Bíblia hebraica (Velho Testamento) para o Grego. Essa tradução deveria ser aceita como a Bíblia oficial dos Judeus,  e deveria substituir a Bíblia hebraica. Supostamente essa obra de tradução seria executada por 72 eruditos judeus (?), seis de cada uma das 12 tribos de Israel. A suposta localidade para a realização dessa obra seria Alexandria, Egito. A suposta data da tradução seria aproximadamente 250 a.C, no período (Interbíblico) dos 400 anos de silêncio entre o encerramento do Velho Testamento (397 a.C)  até o nascimento de Cristo (4 d.C), já que houve um erro de cálculo no calendário romano.

A obra ficou conhecida com o nome de SeptuagintaLXX –  (significando 70 anciãos) e recebeu a numeração em algarismos romanos (?), visto como L = 50. X = 10. X = 10, daí ter a sigla LXX. Só não sabemos por que não foi LXXII. (?) 

Esta assim chamada “Carta de Aristeas” é a única prova da existência desse  documento místico.  Não existe, de modo algum, qualquer documento grego conhecido como escrito em 250 a.C. Também na história judaica não há registro algum de que tal obra tivesse sido programada  ou executada. 

Quando pressionados a mostrar evidência concreta da existência desse documento, os eruditos logo apontam a ”Hexapla” de Orígenes, a qual foi escrita aproximadamente em 200 d.C, ou seja, 450 anos depois que a Septuaginta “teria sido” escrita e mais de 100 anos após ter sido concluído o Novo Testamento. A segunda coluna da “Hexapla” contém a tradução grega do Velho Testamento feita pelo próprio Orígenes (jamais dos 72 eruditos judeus), incluindo livros espúrios, como “Bel e o Dragão”, “Judite”, “Tobias” e outros livros apócrifos aceitos como canônicos somente pela Igreja Católica Romana. 

Os apologistas da invisível Septuaginta tentarão argumentar que Orígenes não traduziu o livro do Hebraico para o Grego, mas apenas copiou a Septuaginta na segunda coluna da sua “Hexapla”. Será válido esse argumento? Não. Se o fosse então significaria que aqueles 72 espertos eruditos judeus teriam acrescentado os livros apócrifos à sua obra, mesmo antes deles terem sido escritos. (!) Ou então que Orígenes tomou a liberdade de acrescentar esses livros espúrios à santa Palavra de Deus (Apocalipse 22:18). 

Desse modo, vemos que a segunda coluna da “Hexapla” é apenas uma tradução pessoal clandestina de Orígenes do Velho Testamento  do Hebraico para o Grego. 

Eusébio e Filo, ambos de caráter duvidoso, fazem menção de um Pentateuco Grego, mas não de todo o Velho Testamento, não o mencionando de modo algum como tradução oficialmente aceita. 

Existe ALGUM manuscrito grego do Velho Testamento ANTES de Cristo? Sim. Existe uma disputada minuta datada de 150 a.C – o papiro de Ryland # 458. Ele contém os capítulos 23-28 de Deuteronômio, apenas isso. De fato a existência desse fragmento foi o que levou Eusébio e Filo a admitir que todo o Pentateuco havia sido traduzido por algum escriba, num esforço de interessar os gentios na história dos Judeus. Muito provavelmente ele não seria uma parte de qualquer suposta tradução oficial  do Velho Testamento para o Grego. Podemos ficar certos de que esses 72 eruditos judeus supostamente escolhidos para realizar a obra em 250 a.C não passam de uma alucinação febril do ano 150 d.C. 

Além disso, não existe qualquer razão para se crer que essa tradução tenha sido realizada algum dia, pois existem lacunas que  a “Carta de Aristéas”, a “Hexapla” de Orígenes, o Papiro de Ryland  # 458,  Eusébio e Filo jamais puderam esclarecer. 

A primeira delas é a própria “Carta de Aristéas”. Existe alguma dúvida entre os eruditos de hoje de que ela tenha sido realmente escrita por alguém com o nome de Aristéas. De fato, alguns até acreditam ter sido Filo o verdadeiro autor da mesma. Isso lhe daria uma data depois de Cristo. Se assim aconteceu, então o objetivo real da mesma seria enganar os crentes, levando-os a pensar que a segunda coluna da “Hexapla” de Orígenes é uma cópia da Septuaginta. Se isso é verdade, então trata-se de uma façanha “bem engendrada”. Contudo, se realmente existiu um Aristéas, ele deve ter enfrentado dois problemas incomensuráveis: 

Primeiro: Como poderia ter ele conseguido localizar as 12 tribos de Israel, a fim de apanhar seis eruditos judeus de cada tribo? Tendo sido completamente espalhadas por muitas derrotas e cativeiros, as linhas das tribos de há muito haviam se dissolvido em virtual inexistência. Seria impossível para qualquer pessoa identificar individualmente as 12 tribos. 

Segundo: Caso as 12 tribos pudessem ter sido identificadas, elas jamais iriam concordar com essa tradução, por duas fortíssimas razões: 

1. Todo Judeu sabia que a encarregada oficial da Escritura  era a tribo de Levi, conforme evidenciado em Deuteronômio 17:18; 31:25-26 e Malaquias 2:7. Desse modo, nenhum judeu de qualquer das outras 11 tribos iria se atrever a se juntar e esse empreendimento proibido. 

2. É óbvio para qualquer leitor da Bíblia que os Judeus deviam permanecer completamente separados das nações gentílicas que os rodeavam. A eles foram entregues práticas diferentes, como a circuncisão, a guarda e o culto aos sábados, diversas leis de purificação e sua terra de habitação. Além disso, havia a herança da língua hebraica. Mesmo hoje em dia, os Judeus praticantes que residem na China e na Índia recusam-se terminantemente a ensinar a seus filhos outra língua, além do Hebraico. Os Judeus “falasha”, da Etiópia, se distinguem das muitas tribos desse país pelo fato de conservarem zelosamente sua língua de origem como prova de sua herança judaica. 

Seríamos tão ingênuos a ponto de acreditar que os Judeus, que consideravam os gentios apenas como cães, iriam abandonar voluntariamente sua herança, a língua hebraica por uma língua gentílica para a qual seria traduzido o seu tesouro mais santo – a Bíblia? Tal suposição é tão insana quanto absurda. 

Então, alguém poderia indagar, “o que dizer das inúmeras citações do Novo Testamento, atribuídas à Septuaginta?“ A Septuaginta de que falam é nada mais que a segunda coluna da “Hexapla” de Orígenes. As citações do Novo Testamento não são oriundas de qualquer Septuaginta ou “Hexapla”. Elas são da autoria do Espírito Santo (AQUI DISCORDO DO AUTOR, PORQUE ELE APELA PARA A FÉ CEGA), que tomou a liberdade de citar a sua obra no Velho Testamento, do modo como Ele bem desejou. E podemos descansar na certeza de que Ele jamais citaria uma Septuaginta que não existe. 

Agora resta mais uma pergunta: Por que, então, os eruditos têm tanta pressa em aceitar a existência da Septuaginta, apesar de tantos argumentos irrefutáveis contra a mesma? A resposta é triste e simples. 

O Hebraico é uma língua extremamente difícil de se aprender. Muitos anos de estudo são exigidos, a fim de que se consiga aprendê-la, e muitos anos mais para que se possa chegar a conhecê-la tão bem a ponto de transformá-la em veículo de pesquisa. 

Por outro lado, um conhecimento médio do Grego é facilmente conseguido. Desse modo, caso houvesse uma tradução oficial do Velho Testamento  em Grego, os críticos da Bíblia poderiam triplicar o seu campo de influência da noite para o dia, sem queimar as pestanas em penoso estudo do Hebraico bíblico. Infelizmente, a aceitação da Septuaginta, mesmo com evidência tão fraca, está embasada exclusivamente no orgulho e na voracidade desses “eruditos”. 

Agora, pare e pense. Mesmo se um espúrio documento como a Septuaginta realmente existisse, como poderia um crítico da Bíblia o qual ao referir-se à Bíblia King James,  afirma que “nenhuma tradução tem a mesma autoridade da língua original”, e ao mesmo tempo “afirmar que a sua estimada Septuaginta tem a mesma autoridade do original Hebraico?” Essa linguagem dupla dos “eruditos” não passa de uma autoridade de auto-exaltação, no esforço de conservar a sua posição erudita, colocando-se acima daqueles que “não são eruditos nas línguas originais”. 

Para quem aceita argumento desse tipo, coloco à venda a ponte de Brooklin! 

Vi no doutor Samuel C. Gipp muito radicalismo. Na sua defesa da Bíblia King James mostra-se muito arrogante, e chega a dizer que a versão da Bíblia King James é a mais correta e verdadeira. 

A terceira Bíblia é a Vulgata, de São Jerônimo. Este grande erudito católico traduziu a Bíblia para o Latim Vulgar, entre fins do século IV e início do século V, a pedido do Papa Dâmaso I. A Vulgata de Jerônimo inclui os 7 livros apócrifos. 

São Jerônimo foi muito sincero em admitir que sua tradução poderia conter alguns erros, pois ele se baseou na Bíblia versão dos 70 ou Septuaginta para fazer a tradução para o Latim, pois tinha pouco conhecimento da língua hebraica. Ou seja, Jerônimo tinha dificuldade para traduzir diretamente dos textos originais hebraicos. Até hoje a Bíblia Vulgata ainda é muito usada e respeitada pela Igreja Católica. 

Segundo diz uma fonte, “após o Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1995, e promulgada pelo Papa João Paulo II em 25 de abril de 1997, é denominada Nova Vulgata”. 

A quarta Bíblia mais importante é a King James ou Versão do Rei Tiago, cuja tradução foi autorizada pelo rei James (Jaime ou Tiago) da Inglaterra, em 1611, em benefício da Igreja Anglicana. 

Segundo a Wikipédia, “pode-se dizer que a Bíblia do rei James traz uma resignificação para a Bíblia no período; até então livro o qual poucos obtinham acesso para leitura, sua tradução e barateamento de custo, com a subseqüente distribuição em larga escala, causa um fenômeno novo dentro do cristianismo: a Bíblia passa a ser lida pela população. Até hoje esta versão da Bíblia é respeitada entre todos os cristãos, sendo que até existem grupos que consideram-na a melhor tradução já feita até hoje da Bíblia”.

A Bíblia King James inicialmente incluía os livros apócrifos da Septuaginta, só que eles vinham intercalados entre o Antigo e o Novo Testamento e a leitura dos mesmos era apenas em razão do seu valor histórico, nunca como escrituras inspiradas. 

Muitos críticos da Bíblia King James afirmam que a mesma contém centenas de erros de tradução e que já sofreu várias revisões desde 1611. Porém, o  Dr. Samuel C. Gipp, ferrenho defensor da King James afirma que não houve revisões, mas, sim, reedições da mesma. 

Segundo o Dr. Samuel C. Gipp, “tem havido várias edições, mas não revisões. Umas das defesas mais desesperadas de um crítico da  Versão Autorizada de 1611, seriamente abalado é o engano da revisão. “Eles correm para essa  aparente fortaleza, numa tentativa de lançar mão de uma última derrota de seus oponentes, que venceram seus fracos argumentos com fatos históricos, evidência manuscrita e as óbvias obras do Espírito Santo. Logo que entram, eles se voltam autoconfiantes contra os seus oponentes e indagam com olhar complacente: Qual a Bíblia King James que você usa, a de 1611, de 1629 ou de 1769?” O choque desse ataque e a confusão momentânea daí resultante, dão em geral o tempo necessário para escapar. Infelizmente, ao entrarem em seu castelo e fechar a porta atrás deles, descobrem que a sua fortaleza foi destruída, tijolo por tijolo, por um homem com o título de Dr. David F. Reagen. Dr. Reagen pastoreia o Trinity Baptist Temple, (Templo Batista da Trindade) em Knoxville, Tenessee. Ele escreveu uma tese devastadora sobre as primeiras edições da Bíblia King James intitulada “A Versão King James de 1611.  O mito das Revisões Primitivas”. 

Perguntado de onde vêm os manuscritos da Bíblia, o Dr. Samuel responde que a maior parte dos manuscritos bíblicos existentes se divide em duas “famílias”. Estas famílias são em geral representadas por duas cidades: Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria). Segundo ele, as duas Bíblias, em forma de  manuscrito, e suas respectivas ideologias, se originaram em dois lugares do Oriente Médio, completamente diferentes: Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria).  

O Dr. Samuel C. Gipp chega a admitir (arrogantemente) que a Bíblia King James é a versão mais perfeita, e que os grandes homens que usam as demais versões estão em sujeição à Bíblia perfeita. Cada maluco com suas ideologias! 

Apesar das defesas do Dr. Gipp, os críticos modernos são ferrenhos em admitir que a Bíblia King James contém muitos erros de tradução. 

A quinta Bíblia mais importante é a Revised Standard Version (RSV) de 1952, publicada inicialmente em inglês. A Bíblia Versão Padrão Revisada foi feita por 32 estudiosos cristãos da mais alta eminência apoiados por cinqüenta denominações cristãs. 

Veja o que diz uma fonte sobre a Bíblia Versão Padrão Revisada: 

Todas as “versões” da Bíblia anteriores à versão revisada de 1881 dependiam das “Cópias Antigas” (aquelas que datavam de quinhentos a seiscentos anos depois de Jesus). Os revisores da Versão Padrão Revisada (Revised Standard Version – RSV de 1952 foram os primeiros estudiosos bíblicos a terem acesso às “cópias MAIS antigas” que datam de trezentos a quatrocentos anos depois de Cristo. É lógico supormos que quanto mais próximo um documento é da fonte, mais autêntico ele é. Vejamos qual é a opinião da cristandade com relação à versão mais revisada da Bíblia (revisada em 1952 e novamente em 1971):

“A melhor versão que foi produzida no século atual” – (jornal da Igreja da Inglaterra).

“Uma tradução completamente nova por estudiosos da mais alta eminência” – (suplemento literário do Times).

“As características muito amadas da versão autorizada combinadas com uma nova precisão de tradução” (Life and Work).

“A versão mais precisa e próxima do original” – (jornal “The Times).

Os próprios editores (Collins) mencionam na página 10 de suas notas:

“Esta Bíblia (RSV) é o produto de trinta e dois estudiosos assistidos por um comitê consultivo representando cinqüenta denominações”

Vejamos o que esses trinta e dois estudiosos cristãos da mais alta eminência apoiados pelas cinqüenta denominações cristãs têm a dizer sobre a Versão Autorizada, ou como é mais conhecida, a Versão do Rei Jaime (Versão King James).  No prefácio da RSV de 1971 encontramos o seguinte:

“… Ainda assim a Versão do Rei Jaime tem DEFEITOS GRAVES…”

Prosseguem nos prevenindo que:

“… Esses defeitos SÃO TANTOS E TÃO SÉRIOS que requerem uma revisão”

As Testemunhas de Jeová em sua revista “DESPERTAI!” datada de 8 de setembro de 1957 publicou a seguinte manchete: “50.000 Erros na Bíblia” onde diziam “…existem provavelmente 50.000 erros na Bíblia… erros que se infiltraram no texto bíblico… 50.000 erros sérios…”.   

Existem diversas versões da Bíblia em várias línguas, inclusive várias na língua portuguesa. Porém, muitas dessas versões foram baseadas em outras traduções, não nos originais. 

Temos, por exemplo, a Bíblia de Genebra, traduzida por um grupo de protestantes que haviam fugido da Inglaterra para Genebra, na Suíça. A tradução foi sendo concluída parcialmente, entre 1557 e 1576. A Bíblia de Genebra foi a primeira versão em Inglês em que todo o Antigo Testamento foi traduzido diretamente do hebraico. Mas isso não significa que não havia erros nessa versão. Uma fonte diz que a Bíblia de Genebra manteve-se popular entre os puritanos e permaneceu em uso difundido até após a Guerra Civil Inglesa. 

Temos a Bíblia de Lutero, traduzida para o alemão e lançada em 1534. Martinho Lutero traduziu o Novo Testamento para o Alemão, a fim de que as pessoas do “Sacro Império Romano-Germânico” tivessem mais acesso aos ensinos de Paulo e dos Evangelhos. Baseou-se na segunda edição do Novo Testamento grego de Erasmo de Roterdã (1519). 

Martinho Lutero (1483-1546), querendo contestar a Igreja, resolveu adotar o Cânon dos judeus da Palestina, deixando de lado os 7 livros deuterocanônicos que a Igreja recebera dos judeus de Alexandria. Alguns pesquisadores afirmam que Lutero traduziu os livros deuterocanônicos (apócrifos), mas não os incluiu em sua Bíblia. 

No Prólogo do Novo Testamento de 1546 (Bible VI, 10), Lutero disse: “Deve-se distinguir entre livros e livros. Os melhores são o Evangelho de São João e as Epístolas de São Paulo, especialmente aquelas aos Romanos, aos Gálatas e aos Efésios, e a 1ª Epístola de São Pedro; estes são os livros que te manifestam a Cristo e te ensinam tudo o que precisas para a salvação, ainda que não conheças nenhum dos outros livros. A Epístola de São Tiago, diante destas, nada mais é que palha, pois não apresenta nenhuma marca evangélica”. Lutero ainda negou que a Epístola aos Hebreus pertencesse a Paulo. Sobre a Epístola de Judas, disse que era um extrato da Epístola de Pedro e, que era desnecessária. Sobre o Apocalipse, expressou sua rejeição, pois não aceitava que Cristo agisse como um juiz severo: “Não encontro neste livro nada que seja apostólico, nem profético”, disse (Bible VII, 404). 

Ainda sobre o Apocalipse disse: “(…) minha mente não leva marcas de caráter apostólico ou profético… Cada qual pode formar seu próprio juízo sobre este livro; pelo que a minha concerne, tendo tal aversão ao mesmo, que para mim, esta é razão suficiente para recusá-lo” (Martinho Lutero – Sammtliche Werke, 63, Págs. 169-170). 

Sobre a tradução da Bíblia em português, de João Ferreira de Almeida, a Wikipédia nos diz o seguinte: 

A tradução feita por João Ferreira de Almeida é considerada um marco na história da Bíblia em português porque foi a primeira tradução do Novo Testamento a partir das línguas originais. Anteriormente supõe-se que havia versões do Pentateuco traduzidas do hebraico.

Ele já conhecia a Vulgata, já que seu tio era padre. Após converter-se ao protestantismo aos 14 anos, Almeida partiu para a Batávia. Aos 16 anos traduziu um resumo dos evangelhos do espanhol para o português, que nunca chegou a ser publicado. Em Malaca traduziu partes do Novo Testamento também do espanhol.

Aos 17, traduziu o Novo Testamento do latim, da versão de Theodore Beza, além de ter se apoiado nas versões italiana, francesa e espanhola.

Aos 35 anos, iniciou a tradução a partir de obras escritas no idioma original, embora seja um mistério como ele aprendeu estes idiomas. Usou como base o Texto Massorético para o Antigo Testamento e uma edição de 1633 (pelos irmãos Elzevir) do Textus Receptus. Utilizou também traduções da época, como a castelhana Reina-Valera. A tradução do Novo Testamento ficou pronta em 1676.

O texto foi enviado para a Holanda para revisão. O processo de revisão durou 5 anos, sendo publicado em 1681, e teve mais de mil erros. A razão é que os revisores holandeses queriam harmonizar a tradução com a versão holandesa publicada em 1637. A Companhia das Índias Orientais ordenou que se recolhesse e destruísse os exemplares defeituosos. Os que foram salvos foram corrigidos e utilizados em igrejas protestantes no Oriente, sendo que um deles está exposto no Museu Britânico. Após sua morte foram detectados 1.119 erros de tradução.

O próprio Almeida revisou o texto durante dez anos, sendo publicado após a sua morte, em 1693. Enquanto revisava, trabalhava também no Antigo Testamento. O Pentateuco ficou pronto em 1683. Há uma tradução dos Salmos que foi publicada em 1695, anexo ao Livro de Oração Comum, anônima, mas atribuída a Almeida. Almeida conseguiu traduzir até Ezequiel 48:12 em 1691, ano de sua morte, tendo Jacobus op den Akker completado a tradução em 1694.

A tradução completa, após muitas revisões, foi publicada em dois volumes, um 1748, revisado pelo próprio den Akker e por Cristóvão Teodósio Walther, e outro em 1753. Em 1819, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira publica uma 3ª edição da Bíblia completa, em um volume.

O trabalho de João Ferreira de Almeida é para a língua portuguesa o que a Bíblia de Lutero é para alemã, a King James Version para a inglesa e Reina-Valera é para a espanhola. No entanto, a única tradução moderna em Português, que utiliza os mesmos textos-base em grego e hebraico que foram utilizados por João Ferreira de Almeida, é a versão Almeida Corrigida Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. As demais traduções modernas, embora utilizem o nome “Almeida”, como a Almeida Revista e Atualizada e Almeida Revista e Corrigida baseiam-se em maior ou menor grau nos manuscritos do chamado Texto Crítico, que passou a ser utilizado somente a partir do século XIX. Teófilo Braga, ao comentar sobre a versão original de Almeida, disse: “É esta tradução o maior e mais importante documento para se estudar o estado da língua portuguesa no século XVIII.” 

Sobre a Bíblia traduzida por Antônio Pereira de Figueiredo a Wikipédia diz o seguinte:

Devido à Inquisição, houve poucos esforços na Igreja Católica para a produção de uma tradução bíblica em língua portuguesa. António Pereira de Figueiredo, padre português, começou o projeto de tradução da Bíblia em português. Era baseado na Vulgata e levou 18 anos para ser completada. Essa tradução só foi possível graças ao enfraquecimento e desativação da Inquisição.

O Novo Testamento foi publicado entre 1778 e 1781 em seis volumes. O Antigo Testamento foi publicado entre 1782 e 1790 em 17 volumes. A versão em sete volumes, que é considerada padrão, foi publicada em 1819, sendo que a versão em volume único foi publicada em 1821.

Por ser uma versão com português mais recente, foi considerada melhor que a de Almeida, apesar de não ter sido baseado nos idiomas originais. Nota-se que foi a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira que editou as revisões de 1821 (completa) e 1828 (sem os deuterocanônicos). A Sociedade Bíblica de Portugal foi fundada em 1835 e distribuiu essa, além da versão de Almeida. Teve boa acolhida entre católicos e protestantes.

Segundo a Wikipedia, “a tradução de toda a Bíblia em outras línguas foi considerada um divisor de águas na história intelectual da Humanidade. Cronologicamente temos: em francês, publicada em 1528 por Jacques Lefevre d’Étaples (ou Faber Stapulensis); em espanhol: publicada na Basiléia em 1569 por Casiodoro de Reina (Biblia del Oso); em tcheco publicada em Kralice entre 1579-1593; em inglês: Bíblia do rei James, publicada em 1611; em neerlandês: the States Bible, em 1637”.

Concluindo, as demais versões da Bíblia em português que existem atualmente são apenas cópias baseadas nas versões de João F. de Almeida e na Versão Internacional Revisada. 

Por exemplo, as bíblias Dake, a Thompson, a Batalha Espiritual e Vitória Financeira, etc, são apenas reedições das versões anteriores, contendo comentários voltado para o assunto e o público para qual elas se destinam. Outras contêm dicionário bíblico, chave bíblica, mapas e tabelas. 

Muita gente reclama de algumas versões que vem sendo ultimamente lançadas, que não trazem prefácio e nem comentários sobre o histórico dos livros e seus autores, e também não incluem o mais importante, que são as referências de concordância no rodapé. 

A verdade é que as versões da Bíblia, lançadas atualmente, estão servindo mais para comércio que para a evangelização do povo. 

Os evangélicos são o único ramo do cristianismo que fazem comércio descarado da Bíblia. Os muçulmanos não permitem que se faça comércio com o Alcorão. Acredito que nenhuma versão da Bíblia deveria ser vendida, exceto aquelas bíblias de luxo. Simplesmente anexam à Bíblia comentários, estudos, dicionários só para depois vendê-la com preço exorbitante. Isso tudo deveria ser vendido separadamente. 

A minha Bíblia de estudo é a Versão Revisada da Tradução de João Ferreira de Almeida, de Acordo com os Melhores Textos em Hebraico e Grego, publicada pela JUERP – Imprensa Bíblica Brasileira, em 1988. Nesta versão estão incluídos no apêndice uma Concordância Bíblica ou Chave Bíblica, um Conciso Dicionário Bíblico e alguns mapas. Possui em toda a sua extensão as referências bíblicas no centro das páginas e algumas anotações no rodapé. Existem ainda colchetes entre os textos que foram enxertados na Bíblia, que não se encontram nos manuscritos mais aceitos.

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Ainda estou preparando a segunda parte deste post, que trará muita polêmica, mas, também, esclarecerá muitas dúvidas de crentes e estudantes neófitos da Bíblia.

02/04/2010 Posted by | CASOS POLEMICOS, ESTUDOS BÍBLICOS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 3 Comentários

OPERAÇÃO DO ERRO – ATENTAI, POVO CRISTÃO E EVANGÉLICO!

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(CORRIGIDO, ACRESCENTADO E ATUALIZADO)

Faço este comentário para chamar a atenção dos cristãos, de forma que estejam atentos a três fatos terríveis que podem estar acontecendo em nossos dias.  

“E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira” (II Tessalonicenses 2:11).

 

1ª)  A OPERAÇÃO DO ERRO  

A operação do erro pode ser provocada por Satanás, mas também ela acontece por determinação de Deus.  

Mas qual o objetivo de Deus determinar (permitir propositalmente) a operação do erro?  

“Operação do Erro” significa algo proposital que é determinado acontecer para que um grupo de pessoas não compreenda a verdade ou fique confuso, ou não chegue ao aperfeiçoamento, ou não tome posse da sabedoria ou da educação para que possa melhorar de vida ou subir de posição social. Sintetizando melhor, Operação do Erro é um tipo de CONSPIRAÇÃO. Às vezes, a operação do erro pode acontecer em virtude da desobediência e do pecado de um povo ou de uma nação como forma de punição. Mas existe uma outra face da operação do erro. Um exemplo clássico está em Gênesis 3:22-24.  

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.  

Por que Deus não quis que o homem se aproximasse da Árvore da Vida? Será que o homem, depois de ficar consciente das coisas, passou a ser uma ameaça ao Criador?  

Vou citar algumas referências bíblicas para que tirem as conclusões:  

“Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas” (Êxodo 7:3).  

“Depois disse o Senhor a Moisés: vai a Faraó, porque tenho endurecido o seu coração, e o coração de seus servos, para manifestar estes meus sinais no meio deles” (Êxodo 10:1).  

Deus endurecendo o coração de uma pessoa para que ela não aja com naturalidade, é um tipo de conspiração. Você não acha? Se Deus queria que o Faraó libertasse o seu povo espontaneamente, jamais teria dito que lhe endurecia o coração.   

“Também levantei a minha mão para eles (ISRAELITAS) no deserto, jurando que os espalharia entre as nações, e os dispersaria entre os países;
porque não haviam executado as minhas ordenanças, mas rejeitaram os meus estatutos, e profanaram os meus sábados, e os seus olhos se iam após os ídolos de seus pais.
Também lhes dei estatutos que não eram bons, e ordenanças pelas quais não poderiam viver;
e os deixei contaminar-se em seus próprios dons, nos quais faziam passar pelo fogo todos os que abrem a madre, para os assolar, a fim de que soubessem que eu sou o Senhor” (Ezequiel 20:23).   

Que tipo de “estatutos maus” eram estes que Deus deu aos israelitas no deserto? Seria por acaso a própria Lei? Veja que o texto diz claramente “ordenanças pelas quais não podiam viver”. Ou seriam então estes “estatutos maus” as mensagens dos falsos profetas que “Deus enviava”? Isso também não foi um tipo de conspiração, ou seja, operação do erro? Ou seria mais ou menos assim: Vou lhes dar leis e estatutos ruins de se cumprir para que este povo seja sempre obstinado e não consiga se aperfeiçoar diante de mim. Você decide.  

“Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor” (I Samuel 16:14). 

Se fosse no tempo atual, o texto diria que “o atormentava um espírito maligno da parte do Diabo”. No caso de Saul, Satanás não leva culpa alguma, porque o espírito maligno foi enviado da parte do Senhor.   

Apologistas é o que não faltam para justificar que na verdade o espírito maligno veio da parte de Satanás.  

E para o povo do tempo do Novo Testamento (e para os dias atuais) será que não foi direcionado algum tipo de conspiração? Houve sim, e bastante aterrador!  

“Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. 
Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava (Mateus 13:13,34).  

Pra que isso? Qual a finalidade disso? Qual a intenção de Deus com isso?  

Veja agora este, mais chocante:  

“Respondeu ele: A vós (DISCÍPULOS) é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros (PECADORES) se fala por parábolas; para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam” (Lucas 8:10).   

“Quando se achou só, os que estavam ao redor dele, com os doze, interrogaram-no acerca da parábola. 
E ele lhes disse: A vós é confiado o mistério do reino de Deus, mas aos de fora tudo se lhes diz por parábolas; 
para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam e sejam perdoados” (Marcos 4:10-12).  

A última frase deste texto é um caso muito grave. A não ser que o evangelista Marcos tenho obtido uma informação errada a respeito do que Cristo realmente tenha dito, isso é um caso de verdadeira conspiração ou operação do erro. Ou seja, Jesus teria sido induzido pelo Pai a falar em forma de Parábolas para que os judeus não compreendessem a verdade, ou não entendessem que Jesus era o Messias. Porque se Jesus tivesse falado a mensagem “abertamente” jamais os judeus o crucificariam, ou jamais Ele teria sido levado ao matadouro.  

É dito no próprio Evangelho que Jesus não explicava todas as parábolas aos seus discípulos. Eles também permaneceram confusos sobre muitas coisas. Jesus, porém, prometeu o Consolador (Espírito Santo) que lhes faria lembrar de tudo. Lhes faria “lembrar”; mas “Entender” muitas coisas que Jesus disse até hoje se torna difícil, mesmo com a presença do Consolador.  

Qual a intenção de Deus não querer que as pessoas do mundo entendessem a mensagem das boas-novas de salvação?   

Lembre-se que Jesus seguiu fielmente a cartilha onde o Pai lhe instruiu tudo quanto devia fazer e proceder.   

“Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar” (João 12:49).   

O livro de Apocalipse é um livro de profecias e mensagens para os judeus e para a Igreja, mas é cheio de enigmas e símbolos. Por que isso? Além do mais, o livro de Apocalipse não tem nada de REVELAÇÃO, e sim, ocultamento da mensagem através de símbolos e enigmas. Isso não é revelação. É um tipo de conspiração, porque dá margem para todo tipo de interpretação, que podem induzir ao erro, e muitas pessoas erram o caminho por não compreender a mensagem.  

Certo autor disse que “no Concílio de Nicéia ocorrido em 325 EC, o livro de Apocalipse foi rejeitado, por ser considerado não-canônico, e somente no século IV, é que foi incluído, com a realização do Concílio de Cartago em 397 EC, após muita pressão dos bispos proto-ortodoxos para usá-lo como arma de evangelização na Europa que ainda resistia às conversões forçadas”. Até mesmo o fundador do protestantismo, Martinho Lutero, considerava apócrifo o livro de Apocalipse e que não deveria estar na Bíblia. Isso é fato comprovadíssimo pelos anais da historia. Será que a inclusão do Apocalipse na Bíblia foi proposital, para ocorrer a operação do erro?

Qual será a intenção de Deus com tudo isso?  

 

2ª) OS EVANGÉLICOS PODEM ESTAR COMETENDO OS MESMOS ERROS DOS JUDEUS COM RELAÇÃO À INTERPRETAÇÃO DAS PROFECIAS SOBRE À VINDA DO MESSIAS (OU VOLTA DE JESUS) E O ARREBATAMENTO  

Será que isso não foi proposital? Não seria a operação do erro?  

Os judeus esperavam a vinda do Messias de uma forma, mas quebraram a cara.

Temo que do mesmo modo os evangélicos da Nova Era vão quebrar a cara, pois batem sempre na mesma tecla de que Jesus retornará antes dessa tal Grande Tribulação.

Antes do século XIX não se falava em arrebatamento da Igreja como se ensina atualmente.

A Igreja Católica e a Anglicana não ensinam sobre arrebatamento e volta de Jesus como os evangélicos ensinam.

O ensino sobre arrebatamento, como se concebe hoje em dia, surgiu com o movimento da Seita dos Adventistas do Sétimo, na metade do século XIX. Foi no século XIX que surgiram as seitas mais relevantes, como Adventistas, Testemunhas de Jeová (Russelitas), os Mórmons (de José Smith), os Espíritas (Espiritismo) e os Pentecostais. No século XX surgiu os Neopentecostais, que pregam a teologia da prosperidade e afins.

A fundadora do movimento adventista escreveu um amontoado de literatura, e os adeptos desse movimento dão mais valor ao que ela escreveu que o próprio exame livre da Bíblia. Será que Ellen G. White foi um instrumento para propagar a operação do erro?

O neologismo PENTECOSTAL é uma heresia, pois Pentecoste não tem nada a ver com o cristianismo. Simplesmente tomaram o nome de uma festa judaica e cunharam como se fosse algo do cristianismo. O equívoco ocorreu por causa da interpretação errada do fato da efusão do Espírito Santo ocorrido no dia de Pentecoste, em Jerusalém, fato esse prometido por Jesus Cristo. O fato do derramamento do Espírito Santo ter ocorrido no dia de Pentecoste não dá o direito dos evangélicos darem outro sentido a esta festa judaica. Interpretando erroneamente, imaginam que agora existe uma outra festa de Pentecoste cristã. Agora dá pra entender quem realmente quer ser judeu e não o é. Pegaram uma festa judaica e transformaram em outra coisa. Quem fez isso são os pseudo-judeus, que querem ser judeus e não o são.

Os padres e papas da ICAR foram responsável pela canonização dos livros do Novo Testamento. Eles tiveram acesso à cópias mais autênticas dos quatro Evangelhos. Se eles não dão tanta ênfase ao arrebatamento da Igreja, então deve ter alguma coisa que os padres católicos e o papa esconde dos cristãos.

Ou então a ICAR é instrumento de Deus (ou do Diabo) para a operação do erro.

A Igreja Católica permanece praticamente unificada desde a sua fundação, com exceção de duas ramificações, como a Igreja Anglicana e Igreja Católica Russa ou Ortodoxa. Ultimamente, o movimento católico carismático, influenciado pelos pentecostais, quase cria um novo racha na ICAR.

Porém, a rebelião protestante iniciada por Martinho Lutero foi causadora da difusão de inúmeras seitas heréticas, grande apostasia e divisão descontrolada do corpo de Cristo (a Igreja). E agora no século XXI a situação ficou bem pior, porque há uma confusão geral no meio protestante, acarretado pela contaminação dos crentes da Nova Era. E justamente esses neologismos, seitas e ensinamentos heréticos surgiram com o movimento protestante.

Agora pense uma coisa. Será que o surgimento de Martinho Lutero e a reforma protestante não foi algo proposital da parte de Deus, surgido para a operação do erro? Será que foi da vontade de Deus o racha que Martinho Lutero causou na Igreja Católica? Até que ponto isso foi bom ou ruim?

Existe menos de 500 milhões de protestantes no mundo contra mais de 6 bilhões de adeptos das outras religiões, cuja maioria são católicos e muçulmanos. O que isso significa? Os protestantes e evangélicos, além de serem a minoria, estão se auto-destruindo, tornando suas igrejas mais inchadas, cheias de facções e doutrinas anti-bíblicas. Segundo algumas estimativas, existe mais de 35.000 diferentes seitas protestantes no mundo!!! Para mais detalhe clique aqui.

Escrevi, anteriormente, que “Sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.

E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.

No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas está escrito os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:

“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).

Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade e deles e para eles.

Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais está escrito os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)

E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?

“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).

Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).

Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:

“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).

“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mateus 15:22-28).

“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).

“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).

Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.

Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22.

Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não existe), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?

O que você acha? 

Uma coisa eu sei. Algum desses movimentos, ou mesmo a própria ICAR, pode estar sendo instrumento para a operação do erro.

A maioria dos crentes evangélicos é a favor da visão pré-tribulacionista e pré-milenista sobre o arrebatamento e a segunda volta de Jesus. Interpretam o Apocalipse de forma tendenciosa e de forma ingênua. Sem sombra de dúvidas, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus. Um estudioso bem atento descobrirá esta verdade no Apocalipse. Há quem diga que o Apocalipse foi escrito por um judeu cristão e enviado aos judeus espalhados pelas cidades do Império Romano. Sem dúvida! E este foi justamente João, o evangelista, judeu nato. Existe um evangelho com uma linguagem totalmente diferente no NT: o Evangelho de João. Alguns o chamam de Evangelho Esotérico. Realmente! O único escritor neotestamentário que se referiu a Jesus como VERBO (LOGOS) foi o apóstolo João (João 1:1, 14; I João 1:1; Apoc. 19:13). Nenhum outro escritor tinha esse conhecimento esotérico. “Verbo” é um termo de cunho esotérico. E o próprio livro de Apocalipse (do mesmo autor) é também um livro de linguagem esotérica. Só esses teólogos papagaios que não sabem disso.  

Já não bastasse os teólogos preconceituosos afirmar que os 144 mil judeus selados no Apocalipse serão mártires na Grande Tribulação (Apoc. 7), agora inventaram que existe mais um outro grupo de 144 mil salvos que representam os salvos não-judeus ou gentios (Apoc. 14). Isso é um absurdo, é pura forçação de barra, para tentar encaixar os gentios com proeminência na trama do Apocalipse. Os 144 mil judeus selados são chamados de “virgens” e isto designa um estado da noiva, que deve ser virgem.  

Imaginam eles – os crentes gentios – que são melhores do que os primeiros cristãos que foram mortos nas arenas romanas e dilacerados pelos leões. Bye, bye visão pré-milenista! É melhor se prevenir, porque as coisas em breve irão piorar, e muito, não só para os judeus, mas também para os cristãos gentios.  

Outra coisa. No Novo Testamento não existe nenhuma referência de que a Igreja de Cristo é a Noiva do Cordeiro. Só existe uma citação sobre noiva no Evangelho de João (3:29), e mesmo assim ainda se refere aos judeus salvos. As outras citações sobre “noiva” só acontece no Apocalipse. E significa que a “noiva” de Cristo (o Messias) é o Israel remanescente. Nas epístolas de Paulo nunca é ensinado que a Igreja é a noiva de Jesus. É ensinado que a Igreja é um Corpo, e Jesus é a Cabeça. Ou seja, Marido e Mulher (casal), é que constitui uma só carne; porém, noivo e noiva não são uma só carne. Portanto, fica entendido que a Noiva é o povo de Israel remanescente salvo e os convidados do noivo são os gentios salvos, que participarão da bodas do Cordeiro. Isso Jesus deixou bem evidente na Parábola das Dez Virgens. Entenda que a Igreja é formada pelos salvos, tantos judeus como gentios. Mas quanto à noiva, isso é particular, e trata-se dos salvos da nação de Israel.   

O terrível preconceito contra os judeus fez com que católicos e evangélicos perdessem o foco da real mensagem da Bíblia e o papel dos judeus na historia, e criassem uma teologia viciada, cheia de erros e preconceitos.  

Eu gostaria de saber quem é capaz de descobrir a que grupo de cristãos Jesus se referia quando os comparou a “SINAGOGA DE SATANÁS” no livro de Apocalipse!   

Não existe nenhuma nação no mundo, nenhum grupo de pessoas que queira ser chamado de “judeus”, nem por brincadeira. Os judeus são odiados por todas as nações, menos por um grupo que os ama muito e chega até a ostentar a bandeira de Israel nos púlpitos de suas igrejas. O único grupo de pessoas na terra que teimam em querer ser chamado de o “ISRAEL ESPIRITUAL” são os crentes protestantes, REPRESENTADOS ESPECIALMENTE PELOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO, QUE GUARDAM O SÁBADO. AO OBSERVAR A GUARDA DO SÁBADO, OS ADVENTISTAS DEMONSTRAM QUE QUEREM SER JUDEUS, MAS NÃO O SÃO. Nem os católicos fazem isso. Será que agora dá pra entender quem são estes que se dizem ser judeus e não o são?  

“Conheço a tua tribulação e a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém, são sinagoga de Satanás” (Apoc. 2:9).   

“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apoc. 3:9).   

Agora me digam com sinceridade se estas duas referências são direcionadas aos cristãos gentios ou aos cristãos judeus (samaritanos por exemplo), ou a um grupo qualquer de pseudo-judeus? Será que existe na Terra algum grupo de pseudo-judeus? Seriam eles os evangélicos protestantes, que se auto-intitulam de o ISRAEL ESPIRITUAL?  

Sei perfeitamente que a questão dos evangélicos se chamarem de o ISRAEL ESPIRITUAL é por causa da interpretação equivocada do que é dito em Gálatas 6:16 e I Pedro 2:9.   

“E a todos quantos andarem conforme esta norma, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus(Gentios e Judeus).   

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa (ISRAEL ESPIRITUAL?), o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.   

Só quero que saibam que o apóstolo Pedro era um judeu nato, do pé rachado.  

Escrevi, anteriormente, que “sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.

E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.

No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas estão escritos os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:

“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).

Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja dos gentios, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade é deles e para eles.

Se nas portas estão os nomes das tribos de Israel, isso significa que só entrarão por elas os judeus. E agora, onde fica a Igreja dos gentios nessa história?

Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais estão escritos os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)

E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?

“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).

Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).

Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:

“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).

“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã”
(Mateus 15:22-28).

“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).

“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).

Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.

O que sei é que JUDEU É JUDEU, E NÃO HAVERÁ OUTRO POVO QUE SUBSTITUA OS JUDEUS.

A operação do erro está fazendo com que os teólgos protestantes confundam essa verdade.

Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22. Será que o que Paulo diz aí se trata do Israel Espiritual?

Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não exista), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?

Diletos leitores, em breve a proeminência dos gentios será encerrada e os judeus voltarão a ter a plena primazia em tudo.

Cristo predisse em Mateus 21:43 que os judeus perderiam TEMPORARIAMENTE a primazia sobre o reino de Deus.

“Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo (gentios) que dê os seus frutos”.

E o apóstolo Paulo ratifica na carta aos Romanos (11:25) que o endurecimento de Israel durará até que a plenitude dos gentios seja alcançada.

“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte (não todos) sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado;
e assim todo o Israel será salvo (…)”.

Depois de encerrado a era da graça, bye, bye gentios!!! Os judeus tomarão a primazia em tudo, novamente.

É muita presunção dos evangélicos e cristãos ocidentais (gentios) querer se tornar o Israel Espiritual, tomando o lugar do legítimo povo eleito!

Além do mais, Paulo, ainda falando sobre este assunto,  afirma que os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Veja Rom. 11:29. Se os judeus são o povo eleito, esse dom ou vocação não pode ser dado a outro povo. Já vi tanta heresia ser pregada sobre esta passagem de Rom. 11:29. Mas o sentido verdadeiro do texto é este que digo aqui.

Se em Rom. 11:26 Paulo diz que “todo o Israel será salvo”, é evidente que ele está falando do Israel físico, do povo judeu que habita atualmente o Estado de Israel. Então, não tem essa de “israel espiritual”!

Espero ter sido claro. Se ainda não fui claro, haja paciência!!!!

Sabe por que a gente custa entender a verdade? Porque fomos doutrinados erroneamente, com uma teologia viciada, preconceituosa e cheia de interpretações tendenciosas. A RELIGIÃO, EM SI, TAMBÉM CAUTERIZA A MENTE, E A DOUTRINAÇÃO ERRADA AINDA MAIS. Admito que aprendi muita coisa com essa teologia tradicional, mas graças da Deus, não tomei lavagem cerebral. Ainda conservo alguns vícios de erros doutrinários, mas aos poucos vou me libertando através do verdadeiro estudo da Palavra de Deus, sem ter preconceito, sem agir de forma tendenciosa.

Os flamenguistas e corintianos dizem que serão fanáticos pelo time até morrer. Assim, também, alguns unicistas, adventistas, etc, dizem que seguirão fielmente à seita até morrer. E isso não é nada correto.

Se você diz que será um seguidor fiel de Jesus até morrer, aí tudo bem!!! Mas, se você está seguindo a doutrina errada, se está seguindo no caminho errado e não quer deixar, então aí é imprudência (burrice).

  

3ª) A PALAVRA FINAL DE JESUS CONTRA OS FALSOS PASTORES, BISPOS, APÓSTOLOS E PREGADORES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E AFINS   

Essa palavra de Jesus será uma surpresa aterradora para os crentes da Nova Era, principalmente para os falsos pregadores da teologia da prosperidade. Eis a palavra final:   

“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. (…) 
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? 
Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:15, 22-23).   

Será que os tele-pregadores (evangélicos) da teologia da prosperidade e afins não se enxergam nestes textos da Bíblia? Talvez eles pensam que estas palavras de Jesus se referem aos padres católicos ou aos macumbeiros? Grandes tolos! O texto está bem diante deles, mas a OPERAÇÃO DO ERRO não permite que eles a entendam.  

Respondam-me uma coisa: QUAL GRUPO DE CRISTÃOS NESTE MUNDO FAZ MAIS USO DO NOME DE JESUS PARA PROFETIZAR, EXPULSAR DEMÔNIOS E OPERAR MILAGRES DO QUE OS PROTESTANTES (EVANGÉLICOS)? É claro que estas palavras de Jesus estão falando diretamente com os tais. Não existe outra alternativa. E isso pesa mais para os protestantes do movimento pentecostal e da teologia da prosperidade.  

Aos críticos, quero que entendam que estou escrevendo de FORA para DENTRO. Se eu estivesse dentro, seria expulso como herege, e ninguém me daria ouvido. Ninguém dá ouvido ao profeta da própria pátria. É sempre assim que fazem, ou expulsam ou matam o profeta. Assim fizeram em Israel. Mas Deus usa as coisas loucas deste mundo para confundir os sábios, os presunçosos e os ditos “ungidos”. É necessário o aviso vir de quem está de fora para que alguém possa temer e repensar o que está fazendo.   

O que escrevo é algo que NUNCA SE VIU ANTES NA HISTÓRIA DA TEOLOGIA.   

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Miquels – 23/03/2010

23/03/2010 Posted by | CASOS POLEMICOS, CRISTIANISMO EM CRISE, DOUTRINAS E DOGMAS, TEMAS DIFÍCEIS | , , , | 2 Comentários

JESUS CRISTO NÃO PODE SER ADORADO NO TEMPLO EM ISRAEL!!!

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Em breve publicarei um pequeno estudo sobre alguns ensinamentos escatológicos dos livros de Daniel e Apocalipse que a quase totalidade dos teólogos e estudantes da Bíblia debate e nunca chega a um consenso, porque essas interpretações estão todas erradas (no meu ponto de vista, é claro!).

O que vou escrever, nenhum teólogo ou estudante da Bíblia até agora se atreveu a escrever. Sei que isso irá chocar muita gente, mas a verdade um dia terá que ser dita, doa em quem doer. E não adianta me chamar de herege! Até mesmo Jesus foi chamado de herege!

Explanarei sobre os seguintes assuntos:

1) A real finalidade ou propósito de Jesus ter vindo morrer pela humanidade. Irei explicar o “por que” de Ele ter vindo. Muito se tem dito sobre o motivo da vinda de Jesus para morrer. João 3:16 parece esclarecer tudo. Mas não é bem assim. Se Jesus veio certo de morrer pela humanidade, por que na sua intercessão no Horto das Oliveiras ele pediu: “Pai, se possivel, passa de mim esse cálice!” (?). Parecia mais que Jesus estava pagando por um crime que havia cometido. Por que Jesus suplicou ao Pai no dia da sua crucificação: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!” (?). Será que os judeus e romanos crucificaram Jesus sem saber que estavam sendo induzidos a fazer isso propositalmente, sem saber o por quê? E se não tivessem crucificado Jesus? E se Jesus tivesse sido assassinado, como fizeram com o João Batista?

2) A doutrina da trindade é heresia. Não existe trindade. Isso é invenção da ICAR, e que a maioria das igrejas protestantes adotou. Se os teólogos da ICAR foram inspirados por Deus para criar essa heresia, porque os protestantes não adotaram os outros dogmas criados pelos teólogos da ICAR? Só o dogma da santíssima trindade foi inspirado? E o dogma do purgatório?

3) Quem será o sétimo reino na Terra. Quem será o oitavo rei ou reino.

4) O que será a abominação que será colocada no terceiro Templo que será reconstruido em Jerusalém. O por que de Jesus Cristo não poder ser adorado em pé de igualdade com Deus Jeová, o Pai.

Só pra não deixá-los com muita curiosidade, darei algumas pistas aqui.

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Em breve o mundo conhecerá as verdades sobre os enigmas do Apocalipse e do livro de Daniel.

Não serei o único a revelar. Outros estudantes desses últimos dias trarão mais luz sobre os últimos acontecimentos escatológicos. E sei que muitos aprenderão algumas verdades aqui, e poderão explicitá-las bem melhor.

Só dando uma pista:

1) O Sétimo Reino na Terra será o Governo de Cristo com a Igreja

O governo de Cristo na Terra durante mil anos também será um império, e tambem será uma mistura de governo humano com divino.

O sétimo império na Terra não será 100% humano. O sétimo será o governo de Cristo e a Igreja na Terra.

O oitavo reino é a sétima cabeça da primeira besta ou dragão. Entre o sexto e o sétimo império humano haverá o império de Cristo e da igreja durante mil anos.

Por isso se diz que o oitavo rei ou reino é dos sete. Ou seja, o reino da sétima cabeça da besta ou dragão só ocorrera após o governo de Cristo na Terra que é o sétimo. Só que o reino de Cristo é o sétimo, mas não referente à sétima cabeça da besta. A sétima cabeça da besta só assumirá após o reino de Cristo e da igreja.

Lembre-se que após o reino milenar de Cristo e a Igreja aqui na Terra o dragão será solto do abismo e fará surgir o oitavo reino que na verdade é a sétima cabeça do dragão (besta).

2) Imagem de Jesus e Maria no Templo???? Não pode!!!!

Em breve o mundo ficará abismado em saber que a abominação que será colocado no novo templo construido em Jerusalem para ser adorado será a imagem de Nossa Senhora e a imagem de Jesus Cristo.

Pessoal, se o 3º templo for reconstruido com apoio da Maçonaria e do Vaticano, o Papa fará com que seja colocado no Templo a imagem de Jesus para ser adorado e tambem a imagem de Nossa Senhora (Maria – mãe de Deus).

Jesus não pode ser adorado no templo. O templo é exclusivo de Jeová (Deus-Pai).

Em breve publicarei um estudo explicando todos esses fatos.

Jesus disse ao Lúcifer no cap. 4 de Mateus: “Só ao teu Deus adorarás e só a Ele servirás”. Jesus jamais insinuou que ele devesse ser adorado também. Jesus jamais entrou no Templo em Jerusalém para ser adorado ou dizendo aos judeus para que o adorasse também.

Quando Jesus retornar a este mundo e entrar no templo, ele entrará não para ser adorado, mas para adorar a Jeová, o Pai. Por favor, leiam os capítulos 40 a 48 de Ezequiel, e percebam que este templo de Ezequiel ainda não foi construido. O côvado usado para medir o templo é medida de anjo. O côvado de Ezequiel mede 50 cm, e não 45 cm conforme o côvado normal. Compare com as medidas da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse, e veja que lá se diz que a cana usada para medir é baseada em medida de anjo.
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Outra coisa. Em Ezequiel cap. 40 a 48 fala sobre um “PRÍNCIPE”. E este Principe é Jesus Cristo. Observe que ele entra no Templo para sacrificar por si e pelo povo. Se Jesus é Deus em igualdade com Jeová, como ele sacrifica por si, também? E outra coisa: o Príncipe de Ezequiel jamais é adorado.
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Se Jesus é Deus em pé de igualdade com Jeová, por que em Apocalipse Jesus chama Deus-Pai de “meu Deus”?
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“Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer; porque não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus“. Apoc. 3:2.
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“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (JESUS TERÁ OUTRO NOME). Apoc. 3:12.

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No cap. 4 de Mateus Jesus afirma para Satanás: “Só ao teu Deus adorarás e só a Ele servirás”. Jesus não disse “só a Deus-Pai e a Mim adorarás”.
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E posso provar tudo isso com muitas outras referências bíblicas.
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Em breve vou explicar tudo isso.
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Jesus pode ser adorado, mas não acima de Deus-Pai ou em pé de igualdade com Jeová.

A partir de hoje muitos que leram isto aqui ficarão com a pulga atrás da orelha.

No livro do profeta Daniel se diz que o “príncipe” (que virá do povo romano) fará que seja adorado um deus que seus pais não conheciam.

Vocês sabem qual o deus que os imperadores romanos não conheciam?

JESUS CRISTO. Os romanos adoravam todos os deuses conhecidos na antiguidade, e também conheciam Jeová, o Deus de Israel, mas o único deus que não conheciam era Jesus Cristo. Vocês sabiam disso?

Quem foi o imperador romano que instituiu um deus para ser adorado que seus pais não conheciam?

Foi o imperador Constantino, no século III. E qual foi o deus que passou a ser adorado em lugar do “deus sol”, cultuado no dia 25 de dezembro?

JESUS CRISTO.

No século III a adoração a Jesus Cristo foi oficializada e o cristianismo passou a ser a religião oficial de Roma.

Agora compliquei tudo, não acham?

Mas não se desesperem!!!

Jesus pode ser adorado também, mas não em igualdade com Jeová.

Aguardem!

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Atenção!!!!!!
Miquels – Todos os direitos reservados – 2010.

03/03/2010 Posted by | CASOS POLEMICOS, DOUTRINAS E DOGMAS, ESCATOLOGIA BÍBLICA, TEMAS DIFÍCEIS | , , | 8 Comentários

A MALDIÇÃO DE LÚCIFER E DE SEUS ANJOS

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(ACRESCENTADO, CORRIGIDO E DEFINITIVO)
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Alienigena

Já faz parte da cultura ou crença popular a idéia da concepção de Lúcifer (o anjo rebelde, caído, satanás e diabo), ser da aparência de um dragão, com cauda, chifres, asas de morcego, pés de bode e tudo o que esse monstro tem direito; até mesmo sete cabeças e dez chifres. Mas a maioria se engana sobre a real aparência de Lúcifer e seus anjos.

Lúcifer

A maioria dos crentes ainda acalenta a idéia de que Lúcifer pode se apresentar na forma de uma inofensiva serpente, tipo aquela que seduziu Eva, no Jardim do Éden. Mas tal idéia é assim concebida por causa da interpretação literal da Bíblia.

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Retificando, a queda de Lúcifer e de seus anjos deu-se em tempos antes da criação de Adão e Eva, tempos remotos, no tempo em que existiam os Atlantes, quando Lúcifer era o seu Rei, que descia da Constelação de Órion, e exigia sacrifícios humanos. Mas essa parte não posso explicar aqui. Porém, a maldição e expulsão do Monte Santo do Senhor (Paraíso) deu-se após ter mantido contato com os primeiros humanos (Adão e Eva) e ter-lhes transmitido o conhecimento proibido. O ato de Adão e Eva “comer do fruto proibido” significa “receber o conhecimento proibido”, que jamais devia ser-lhes transmitido. Lúcifer desobedeceu as ordens de Deus e transmitiu ao homem o conhecimento que o fez sair da condição de “nativo” (ou indígena) para a de “civilizado”. Quando em Gênesis se diz que Adão e Eva “viviam nus e não se envergonhavam”, significa que eles vivam como os nativos, ou seja, como os índios – que convivem nus, mas não se envergonham. A vergonha de andar nu só ocorreu quando o homem passou da condição de nativo a civilizado. O “pecado” do homem não consistiu simplesmente em “comer um simples fruto da terra”. Acreditar que o homem recebeu maldição – e a Terra, também –, só porque se alimentou de um simples fruto, é coisa ridícula. Por isso que muitos profanos ridicularizam a Bíblia, porque têm esses “teólogos de araque”, que fazem interpretação literal e querem fazer que os outros acreditem em contos da fada. Algumas narrações do princípio do livro de Gênesis são de cunho ocultista, que o profano não pode entender. Assim como muitos tolos ridicularizam os contos mitológicos gregos, romanos, egípcios – porque não sabem que o conhecimento real está codificado –, assim também ridicularizam das coisas escritas no início de Gênesis.

Devemos entender que o Paraíso que Adão e Eva viviam, como nativos, era muito superior a qualquer lugar paradisíaco da atual Terra. Não havia maldição alguma no primeiro Paraíso. Lembre-se que quando o homem “pecou”, Deus amaldiçoou o homem e a Terra, e destituiu (desfez) o Jardim do Éden.
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No começo do livro de Gênesis existem alguns fatos narrados que são alegóricos e não podem ser interpretados literalmente.

Quem escreveu o livro de Gênesis sabia bem o que fazia. Por essa razão, não pôde escrever algumas partes de forma literal, pois ainda não era o tempo de serem relevados tais fatos. E quem escreveu o Gênesis foi Moisés, o líder hebreu, que foi escolhido por Deus não só com o propósito de liderar seu povo, mas também, com o propósito de trazer o conhecimento verdadeiro através dos escritos sagrados, que são os cinco primeiros livros da Bíblia, também chamado de Pentateuco. Moisés estudou as ciências do Egito, pois ele era príncipe; deve ter estudado também as ciências ocultas, e com isso, obtido dos sacerdotes conhecimento sobre as origens do homem na Terra e a verdade sobre Lúcifer e os anjos caídos. Na época de Moisés, enquanto estudava no Egito, os magos sacerdotes já mantinham em segredo todo o conhecimento oculto deixado por Enoque e seus seguidores.

Moisés tinha plena convicção de que aqueles conhecimentos ocultos dos magos egípcios eram verdadeiros. Porém, sabia que tais conhecimentos não podiam ser revelados literalmente. O povo leigo, o profano, não podia receber literalmente tais conhecimentos, pois o mesmo podia ignorá-lo, ou até profaná-lo.

Então Moisés tomou dois (2) relatos sobre a criação e origem do homem na Terra. O primeiro deve ser de origem caldéia, e o segundo deve ser sido obtido dos escritos de Enoque. O primeiro relato da criação vai de Gênesis 1:1 a 2:3. E o segundo, de Gênesis 2:4 ao verso 25. O primeiro relato é chamado de Elohísta, pois o nome de Deus na narrativa é ELOHIM, visto que os caldeus ainda não tinham conhecimento do nome do Deus dos hebreus. A concepção dos caldeus era que “os deuses” (Elohim) haviam criado o homem na Terra. O segundo relato é chamado de Javista ou Jeovista, pois no original hebraico, Deus não é chamado de Helohim, mas de YHWH ou Javéh.

Já sobre a narrativa da queda do homem, em Gênesis 3, Moisés obteve, até certo ponto, esse conhecimento com os magos sacerdotes no Egito. Não estou afirmando que Moisés aprendeu tudo com os magos no Egito. Ele pode ter recebido revelação direta de Deus, ou então, pode ter feito uma investigação com os anciãos do povo hebreu e inquirido a história dos antepassados da humanidade, pois tal conhecimento era repassado verbalmente, entre as gerações, de pai para filho. Foi também dessa forma que Lucas conseguiu escrever a história de Jesus (o Evangelho), através da investigação e inquirição das testemunhas oculares. Adão deve ter ensinado aos seus descendentes como ele surgiu na Terra e como as coisas foram criadas. Deus por certo revelou essas coisas a Adão, o primeiro homem.

Vejamos, agora, o relato da queda do homem, e a maldição de Lúcifer. Gênesis, capítulo 3:

* * *

“1 Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
2 Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer,
3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.
4 Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis.
5 Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.
6 Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.
7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
8 E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.
9 Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás?
10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me.
11 Deus perguntou-lhe mais: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
12 Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me a árvore, e eu comi.
13 Perguntou o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente enganou-me, e eu comi.
14 Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo.
19 Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
20 Chamou Adão à sua mulher Eva, porque era a mãe de todos os viventes.
21 E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.
22 Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
23 O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.

* * *

Essa “serpente” de Gênesis é apenas uma alegoria referente ao Lúcifer (ou Azazel, o querubim que seduziu Eva). Eva não conversava com cobra-falante alguma. Ela conversava com o antigo “anjo-guardião”, o antigo “querubim ungido” – portador da luz ou conhecimento – (Leia Ezequiel 28:12-15), que um dia quis ser igual a Deus e foi expulso da Corte Celeste. Apesar de viver como filho pródigo, Lúcifer tinha livre acesso ao paraíso na Terra. Ele, o querubim-guardião, havia sido constituído regente sobre o monte santo do Senhor em épocas remotas, e a seu cargo ficara a administração do paraíso, na Terra; ou melhor dizendo, todo o planeta Terra estava sob os cuidados de Lúcifer, inclusive as almas das criaturas humanas e todas as riquezas. Diz-se em Ezequiel que ele andava sobre “pedras afogueadas”. E no próprio Gênesis vemos as riquezas, em ouro e jóias preciosas, que existiam nos rios que cruzavam o monte santo do Senhor, o paraíso. Leia Gênesis 2:10-14. A expressão “Monte Santo” refere-se tanto ao paraíso criado aqui na Terra como também à Cidade Santa, habitação de Deus e dos anjos.

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Apenas explicando melhor sobre o que foi dito acima, este velho planeta Terra já passou por várias fases de destruição e reconstrução. Lúcifer foi seu regente desde o princípio. No tempo quando os dinossauros dominavam a Terra, Lúcifer já estava aqui. Antes do Paraíso de Adão e Eva houve um outro paraíso aqui mesmo, que foi destruído. Nesse tempo viviam um povo chamado de Atlantes, que sucumbiram com a catástrofe que dividiu o único continente, chamado Pangéia, nos atuais sete continentes. Lúcifer era o deus supremo dos Atlantes, e ele vinha da Constelação de Órion com suas hostes angelicais, e exigia sacrifícios humanos; não permitia a santificação e aperfeiçoamento dos Atlantes; não permitia o conhecimento do Deus Todo-Poderoso acima dele. Por isso, ele se orgulhou e quis ser igual a Deus. Então, Deus enviou suas hostes angelicais do Céu e pôs fim ao reinado total que Lúcifer exercia sobre a Terra. Essa foi a queda de Lúcifer. No entanto, ele permaneceu tendo direito e domínio sobre a terça parte da criação e terça parte dos anjos. Lúcifer, juntamente com seus anjos, foi expulso da habitação de Deus tal como um filho pródigo. Isto significa que o domínio da criação ficou dividido. Quanto às almas dos Atlantes, não havia plano de redenção para elas; não havia promessa de Céu ou Paraíso no além; só havia um destino: o Hades (Inferno), isto é, morada dos mortos. Simplesmente Lúcifer obrigava umas a reencarnar, outras ele mantinha como espíritos cativos e outras ficavam como almas penadas perdidas no tempo. Daí a origem dos demônios. Esse domínio de Lúcifer sobre os mortos durou até a vinda de Jesus Cristo, quando morreu e foi até o Hades (Inferno) e tomou o poder que ele ainda exercia sobre as almas dos mortos pecadores. Depois da destruição do reino dos Atlantes e destituição do poderio de Lúcifer, as outras almas dos mortos ficaram vagando no tempo, e se tornaram demônios. Só quero lembrar que antes da queda de Adão e Eva não havia a questão da salvação e promessa de habitação de humanos no Céu. Os Atlantes não tiveram a sorte de ter um plano de redenção e um Salvador que pudesse resgatá-los do sofrimento. Já para nós, humanos descendentes de Adão e Eva, houve um plano de redenção.

 

Só lembrando, parte dos anjos caídos que perderam seus corpos, depois que coabitaram com as filhas dos homens, também se tornaram demônios.

 

Sei que muitos jamais acreditarão no que tenho exposto aqui. Se os teólogos buscassem conhecimento além das páginas da Bíblia por certo iriam acreditar no que aqui expus. Quando tentarem verdadeiramente descobrir estas verdades, não servirão para nada.
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A maldição de Deus proferida em Gênesis 3:14 não pode ser atribuída a um ser irracional, no caso, o réptil serpente. Um ser irracional, como a cobra, não pode receber uma terrível maldição, pois ele não tem responsabilidade pelos seus atos. O texto em si é alegórico. Moisés quis escrever o texto dessa forma, ou seja, de caráter ocultista a fim de não haver rejeição e profanação. Quem recebeu a maldição foi Lúcifer e os seus anjos, e não o réptil serpente.

Uma evidência ainda maior de que a maldição não foi direcionada ao réptil serpente, mas sim, ao Lúcifer e seus anjos, está no fato de que nenhuma serpente no mundo se alimenta do pó da terra. A cobra rasteja e se alimenta de pequenos animais, como o sapo, o rato e alguns insetos. Nem mesmo as serpentes do deserto se alimentam de areia ou pó da terra.

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Explico desta maneira porque sei que muitos teologuinhos de araque lerão este texto. Não escrevo à moda da teologia tradicional porque esse tipo de conhecimento superficial das Escrituras limita o pensamento cristão e deixa os estudantes com pensamentos medíocres.
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Atualmente, fala-se muito na Internet sobre os humanóides, ou seres híbridos, também conhecidos como reptelianos (que tem a aparência de um réptil).

Na verdade, pouca gente sabe e tem receio de comentar sobre a real aparência de Lúcifer e os anjos caídos.

Está bem explícito no Gênesis, mas de forma alegórica, a aparência física de Lúcifer e seus descendentes: (…) Porquanto, tu Lúcifer, fizeste isso, maldito serás (…), sobre o teu ventre andarás (serás um repteliano ou terás a aparência de uma cobra, tu e os teus anjos), e pó comerás todos os dias da tua vida (andarás errantes, e tua comida será a poeira cósmica, vagando viverás de lá para cá, sem destino certo)”.

A maldição de Deus, lançada sobre Caim, retrata, também, de forma alegórica esta mesma maldição de Lúcifer. Veja Gênesis 4:14-16.

“Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden”.

A expressão “ao oriente do Éden”, indica a posição da habitação primitiva de Lúcifer e os anjos caídos com relação ao planeta Terra ou Sistema Solar, isto é, a Constelação de Órion. Daí ter surgido a expressão “Oriente”, Loja Maçônica do Grande Oriente, etc. Depois da guerra no céu (Apocalipse 12), Lúcifer e os anjos caídos foram expulsos das regiões celestiais mais elevadas. Agora eles dominam as regiões inferiores, a região do Sistema Solar, e todos os hemisférios da Terra. Leia Efésios 6:12 e 2:2.

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O sinal posto em Caim simboliza o sinal posto em Lúcifer, isto é, a marca da maldição: a aparência de uma serpente. O sinal ou marca posta em Caim não simboliza o número 666, porque o 666 é símbolo do homem, da raça humana caída. A marca de Caim servia para diferenciá-lo dos outros humanos. Também a marca posta nos anjos caídos serve para diferenciá-los dos anjos de Deus e dos humanos. Veja:

“Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gên. 1:27).

Os humanos têm a marca de Deus. A descendência da mulher tem o sinal de Deus. Porém, os anjos caídos (ou reptelianos) têm a marca da serpente.
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Ets e suas naves

Agora podemos compreender porque os ETs ou extraterrestres (alienígenas) tem a aparência de um réptil, no caso, a cobra. Porque eles são os anjos caídos, e receberam uma maldição de Deus, e ficaram com a aparência de um réptil. Na verdade, não é o corpo todo desses seres alienígenas que se parece com cobra. A aparência de cobra é mais evidente na cabeça, nos olhos, na boca e no nariz.

“Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência”.

A descendência da mulher são os seres humanos bons, mansos e obedientes, pessoas que temem e servem a Deus. A descendência da serpente (Lúcifer) são os seres humanos maus, ruins e desobedientes. Em outras palavras, podemos afirmar sem medo de errar que Lúcifer semeou a semente do mal na humanidade, ou seja, fez o cruzamento de sua espécie caída com a espécie humana.

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Lúcifer e seus anjos guardiãs foram amaldiçoados no capitulo 3 de Gênesis e foram expulsos do Monte Santo do Senhor (o Paraíso). Até o tempo da civilização dos Sumérios, na antiga Mesopotâmia, viveram longe da presença de Deus sem aprontarem algo que despertasse a ira de Deus. Mesmo sendo amaldiçoado, ele ainda tinha o direito de se achegar até o trono do Senhor Deus para conversar. Confira isto que eu digo lendo os capítulos 1 e 2 do Livro de Jó. O patriarca Jó é símbolo da humanidade caída, mas que Deus tem esperança que ela possa se aperfeiçoar. Já o tentador (Lúcifer) põe a dúvida de que homem algum pode se aperfeiçoar, e que os que servem a Deus só o fazem em troca de coisas boas que Ele lhes dá. O restante dessa história vocês conhecem.

E aquela “guerra nos céus”, retratada no capítulo 12 de Apocalipse, quando se deu? Bem… Ela se deu após a condenação de Lúcifer (ou Azazel) e seus anjos no tempo em que corromperam a humanidade, quando abandonaram a sua condição angelical caída e se misturam aos humanos, coabitando (mantendo relação sexual) com as mulheres, filhas dos homens. Naquela época, os anjos eram chamados de “filhos de Deus”. Para punir os anjos caídos, Deus prendeu algumas castas desses anjos no poço do Abismo (debaixo da Terra) – porque eram bastante perigosas – e prometeu lançar o restante no Inferno ou lago de fogo. Foi nessa época que Deus criou o Lago de Fogo para o Diabo e os outros anjos caídos que ficaram soltos. Naquele tempo (capítulo 6 de Gênesis), os anjos caídos mantinham contato com Enoque (ou Enoch). Então eles suplicaram a Enoque que intercedesse diante de Deus por eles, para que não os condenasse à pena no lago de fogo. Mas Enoque lhes disse que esse era um caso muito além de sua competência para tratar com Deus. Recorreram ao arcanjo Miguel, mas este disse que a condenação era muito pesada, mas que não podia interferir na decisão de Deus.

Por causa dessa condenação, Lúcifer e seus anjos se rebelaram ainda mais, e se organizaram para fazer guerra contra o Deus, Todo-Poderoso e seus anjos. O arcanjo Miguel e os anjos de Deus lutaram contra Lúcifer e seus anjos. E como já, sabemos, quem prevaleceu foi Miguel e seus anjos.

Uma coisa deve ficar bem esclarecida. Na narrativa bíblica (Apoc. 12) não está dito que Lúcifer perdeu soldados na batalha, ou seja, não está escrito que foram mortos ou presos alguns de seus anjos. Apenas é dito que Lúcifer e seus anjos foram expulso dos céus (regiões mais elevadas ou terceiro céu), e foram lançados sobre a Terra. Isso significa que Lúcifer não perdeu a guerra, mas apenas uma batalha. Lúcifer recuou na batalha, mas tentará guerrear contra Deus numa nova oportunidade. E essa guerra vai acontecer com a ajuda dos humanos, com toda espécie de armamento bélico. Para isso os anjos caídos estão passando conhecimentos proibidos para os cientistas dos principais exércitos da Terra, principalmente para o norte-americano, na Área 51.

Enquanto esse dia não chega, os anjos caídos estão corrompendo a raça humana. Mas sabemos que Deus enviou Jesus para trazer uma mensagem que pudesse aperfeiçoar muitos seres humanos, de forma a não servirem o Diabo e rejeitar tudo aquilo que o mundo oferece, pois são coisas satânicas. Na Terra está a Igreja de Cristo, que luta contra o mal, contra as ações de Lúcifer e os seus anjos. Quando esta for tirada da Terra – juntamente com os anjos de Deus, que protegem os santos –, então o mal imperará completamente.

Os ÓVNIS ou naves alienígenas podem ser tanto de origem de Lúcifer quanto de Deus. Os anjos caídos foram lançados sobre a Terra, mas eles não têm poder total para corromper os humanos. Há quem os detém. E quem são esses? São os anjos de Deus. Por isso, volto a dizer: As aparições de discos voadores podem ser tanto de origem demoníaca quanto de origem divina. Os anjos de Deus estão monitorando o planeta Terra e cuidando para que os anjos caídos e os próprios homens não ponham fim no planeta antes do tempo.

Por favor, entendam isto: Lúcifer, apesar de estar amaldiçoado com seus anjos, não perdeu alguns de seus direitos. Ele mantém poder sobre a terça parte (1/3) dos anjos, no caso agora, anjos caídos. Esses anjos são a sua herança. Lembre-se da parábola do filho pródigo (Lucas 15) – que de alguma forma retrata as pessoas de Jesus e Lúcifer. Ele também tem domínio sobre a terça parte da criação (Mateus 4:8-9). Os flagelos das sete trombetas, retratados no capítulo 8 de Apocalipse, são direcionados para atingir 1/3 (terça parte) da criação, que representa a parte dominada por Lúcifer.

Certa vez uma pessoa perguntou: “Por que Lúcifer não se arrepende e volta-se para Deus, seu Pai?”. Porque Deus bem sabe de tudo, e sonda os corações. O que uma vez foi perfeito e depois se corrompeu, nunca mais terá como se tornar perfeito novamente. Esse é o pecado imperdoável.

Por que Deus então não destrói de uma vez Lúcifer e os seus anjos? Simplesmente porque Deus, Todo-Poderoso não pode entrar neste mundo físico. Se Deus destruir Lúcifer e seus anjos agora, terá que destruir todo o nosso planeta junto também. Deus teve que enviar Jesus (humanizá-lo), a fim de entrar neste planeta pra deter e tomar o poder de Lúcifer. Jesus disse, após ressuscitar: “Todo o poder foi me dado nos céus e na Terra”. Agora, temos que esperar o tempo que Deus determinou para parte da humanidade tentar se aperfeiçoar. Você está tentando se aperfeiçoar? ================================================
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* * * ABRINDO UM PARÊNTESE * * *
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Se alguém ainda não se convenceu de que Lúcifer sempre foi o regente deste planeta Terra, e que 1/3 da criação pertence a ele por direito, mas que na verdade ele manda quase em tudo, vou citar um outro trecho da Bíblia, que parece ser mais claro do que o de Mateus 4:8-9. Vou escrever bem destacadamente o que Lúcifer propôs a Jesus, pra você nunca tirar isso da sua cabeça. Corrijam-me se minha Bíblia estiver errada. 

 E DISSE-LHE LÚCIFER: “DAR-TE-EI TODA A AUTORIDADE E GLÓRIA DESTES REINOS, PORQUE ME FOI ENTREGUE, E A DOU A QUEM EU QUISER. SE TU, POIS, ME ADORARES, SERÁ TODA TUA” (Lucas 4:6-7). 

Ora, se como muitos dizem, Lúcifer é um ser caído e não tem poder, como Deus poderia entregar o controle do mundo em suas mãos? Embora Jesus tenha dito que o Diabo é o “pai da mentira” (João 8:44), contudo, neste fato Jesus não o desmente; apenas o ignora e recusa a sua oferta. Uma coisa que devemos observar é a aparente insignificância do poder e autoridade de Jesus frente ao poder de Lúcifer. 

Entenda-me, por favor. Jesus, ao morrer pela humanidade, apenas tirou o poder que Lúcifer exercia sobre as almas dos mortos no Hades (Inferno). Apoc. 1:18; João 12:31-32; Efésios 4:8-10). A Terra, porém, ainda não foi resgatada. Somente com os juízos das sete trombetas do Apocalipse é que a Terra será resgatada do poder de Lúcifer. Quando Jesus conquistou os poderes do Hades, ele exclamou: “Toda a autoridade me foi dada nos céu e na Terra” (Mat. 28:18). Isso ele falou em relação às almas dos mortos. Quanto à conquista do mundo das mãos do Diabo, ainda será exclamado: “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:15).
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Extraterrestre

Et idoso

O primeiro cruzamento entre a espécie caída e a espécie humana se deu nos dias antes do Dilúvio (Leia Gênesis 6), que resultou numa aberração biológica, onde começaram a nascer pessoas gigantes, os chamados Nefilins. Por causa disso, Deus teve que fazer uma limpeza biológica na Terra e esta foi a causa da extinção da maioria das espécies animais, e de quase todos os humanos, restando apenas Noé e mais sete pessoas. Apesar de a Bíblia afirmar que todos os gigantes (Nefilins) foram mortos no Dilúvio, porém, os hebreus encontraram alguns de seus descendentes na terra de Canaã. Os filisteus eram descendentes dos Nefilins. O gigante Golias, que o pequeno Davi matou, era um Nefilim.

Abduzido 1

Abduzido 2

Ainda hoje está se dando o cruzamento da espécie humana com a espécie caída. As abduções de seres humanos por naves extraterrestres são para fazer inseminações artificiais em mulheres, testes de compatibilidade biológica, etc. Depois de alguns dias, esses humanos abduzidos são trazidos de volta a Terra. Isso é ainda um grande mistério que as autoridades governamentais do mundo não conseguem desvendar. Para nós, que não nos preocupamos muito com essas coisas, fica apenas o entendimento de que os salvos, os seres humanos bons, são o “trigo”, e que o Diabo veio e semeou o “joio” no meio do trigo. Então, fica subentendido que os joios são os filhos do maligno.

“Mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele (o Diabo), semeou joio no meio do trigo, e retirou-se” (Mateus 13:25).

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QUERO DEIXAR CLARO QUE LÚCIFER, O QUERUBIM E ARCANJO CAÍDO, AINDA É MUITO PODEROSO. O SEU PODER É MUITO SUPERIOR AOS DOS OUTROS SETE ANJOS PRÍNCIPES QUE LHE AUXILIAM. E TEM MAIS. LÚCIFER TEM O PODER DE TOMAR AS FORMAS MAIS BIZARRAS POSSÍVEIS OU, AO CONTRÁRIO, MANIFESTAR-SE NA FORMA DE UM ANJO DE LUZ. APESAR DISSO, ESSES SERES CAÍDOS MANTÊM A SUA MÁSCARA ORIGINAL, COM FEIÇÃO DE UM RÉPTIL.

Para não me estender muito neste assunto, quero salientar mais uma coisa.

Moisés tomou a informação esotérica ocultista certa. Desde os primórdios da humanidade, os sábios sacerdotes, que serviam de intermediários entre os deuses e os homens (tanto na antiga Caldéia, ou Suméria, no Egito, na Mesopotâmia ou antiga Babilônia, na Pérsia, na Índia, no México, com os Maias), já sabiam de toda a história da origem do homem, de Lúcifer e dos anjos caídos, pois que para ter tais conhecimentos era necessário estudar as ciências ocultas, isto é, o ocultismo esotérico. Desde quando os antigos reis e imperadores proibiram (queimaram) os livros contendo esse tipo de conhecimento, ficou combinado pelos magos sacerdotes dos deuses (Lúcifer e os anjos caídos vindos da Constelação de Órion) que esse conhecimento sobre os antepassados da humanidade e dos anjos caídos ficaria em segredo, só podendo ser revelados aos “Iniciados”. O livro mais proibido (maldito), o Livro de Thoth, foi queimado por ordem do imperador egípcio, Hamsés II. Os principais mentores do sigilo sobre o conhecimento oculto foram os magos egípcios, que fizeram ressurgir o Livro de Thoth. Já Hermes Trismegisto, conhecido na mitologia grega, é o mesmo Thoth, mago e deus egípcio. Os discípulos de Thoth codificaram seu nome nos livros de magia e mitologia como Hermes Trismegistro (três vezes grande). Thoth é tido pelos ocultistas como o pai do ocultismo esotérico. Do nome “Hermes” surgiram os termos ocultistas “livros herméticos” (fechado) e “hermetismo”. Os magos, discípulos de Thoth (Hermes) codificaram os seus livros, para que não despertassem ameaças dos imperadores, por causa de seu conteúdo altamente perigoso. Um dos livros codificados é o Livro dos Mortos do Antigo Egito e parte do livro Corpus Hermeticum. Neles estão contidas partes da história dos anjos caídos, através das mitologias.

Os deuses das mitologias egípcia, grega e romana são todos iguais, apenas mudam de nome, mas as origens são as mesmas. O poeta e mago Homero, que viveu no século VIII a.C., foi quem codificou os deuses egípcios (anjos caídos) na mitologia grega, nas suas obras “A Ilíada” e “A Odisséia”.

Na verdade, Thoth é o mesmo Enoque, retratado na Bíblia, aquele que foi levado (arrebatado) por Deus, porque sabia demais (Gênesis 5:24). O problema é que os magos, sacerdotes ocultistas, apoderaram-se de seu conhecimento e atribuíram-lhe poderes mágicos, e até relação com a divindade. Os magos egípcios estudaram os livros deixados por Enoque, que antes tinham sido entregues ao seu filho, e que mais tarde os tais livros caíram nas mãos dos ocultistas, entre eles, o Livro de Enoque, que deu origem ao conhecimento cabalístico esotérico. O Enoque (bíblico) foi o primeiro “iniciado”, pois o seu próprio nome tem este significado. Só que o conhecimento de Enoque era do bem, era um conhecimento revelador do Deus verdadeiro e dos anjos que se rebelaram. Para ter uma idéia, basta ler o Livro de Enoque. Uma coisa deve ficar clara: todo o conhecimento do ocultismo esotérico não se resume apenas ao que Enoque escreveu, e ao que os sacerdotes egípcios inventaram, mas refere-se também ao conhecimento deixado pelos sacerdotes (magos) caldeus, sumérios, maias, persas, hindus, etc. O próprio Thoth (Enoque) ficou com o nome codificado na Mitologia Grega com o nome de Hermes, ele era o deus correspondente ao Mercúrio romano, e também era o mensageiro, ou intérprete da vontade dos deuses. Pegaram o Enoque bíblico e o transformaram num terrível mago, com poderes divinos e atribuíram a ele a origem dos livros de magia e esoterismo. Agora ficou difícil separar o joio do trigo. Da mesma forma fizeram outros magos, atribuindo a autoria de certos livros de magia ao rei Salomão.

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Miquels – 22/08/2009

23/08/2009 Posted by | TEMAS DIFÍCEIS | | Deixe um comentário

VERDADE SINISTRA! É DE TREMER NAS BASES! DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

(REVISADO, ATUALIZADO E ACRESCENTADO) 

Tenho estudado muito sobre os pensamentos teológicos das várias denominações religiosas (seitas) do Cristianismo, mas sobre as interpretações (teorias) dos últimos acontecimentos na Terra, estampados nos livros proféticos, especialmente no Apocalipse, não há muito que se aproveitar. E tudo começa com as interpretações tendenciosas, isto é, interpretações particulares, ou seja, “puxando a brasa pra sua sardinha”. Essas interpretações tendenciosas começaram desde o terceiro século, e a partir de quando a ICAR passou a ser religião oficial do Império Romano, por decreto de Constantino. 

Nas profecias do Apocalipse não existe particularidade, exceto quanto ao povo Judeu. Nem mesmo as 7 igrejas da Ásia Menor retratam igrejas (denominações cristãs) atuais. Não se pode afirmar que a Igreja de Filadélfia é a igreja A ou B. Da mesma forma, não se pode dizer que a Igreja Católica Apostólica Romana ou o Papa é a besta, ou é a grande meretriz, babilônia, etc. NO APOCALIPSE NÃO EXISTE PARTICULARIDADE, EXCETO QUANTO AO POVO JUDEU. Aliás, o Livro do Apocalipse está mais para os judeus, que para os gentios. Não entendeu? Explico: As coisas escritas no Livro da Revelação tratam mais a respeito do povo Judeu que de nós, gentios. Não me refiro aos juízos de Deus contra os habitantes da Terra, mas sobre as bênçãos prometidas aos salvos (mais para os judeus, no caso). Se os judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos, mas pelo menos o Livro do Apocalipse eles deveriam ter acatado. O problema é que o Apocalipse é um livro da mesma categoria do Livro de Enoch. Deve ser interpretado apenas por erudito, e jamais por crente leigo. 

Quanto à verdade sinistra, que me refiro no tema, vou tocar num assunto antagônico ao verdadeiro Cristianismo, embora algumas correntes anticristãs já tenham comentado, mas de forma diferente. Algum maluco, como eu, terá aqui terreno fértil para explorar esse tema. Entendam-me que escrevo muitas coisas “desabafando”, porque não agüento mais essa teologia barata, que ao invés de instruir os crentes, faz é colocar mais dúvida. Já se passaram quase 2 mil anos de Cristianismo e a teologia cristã continua mesquinha, porque teimam em fazer interpretação literal da Bíblia e baseiam-se em literatura de teólogos de renome, considerados pais das seitas (denominações cristãs). Só que esses “pais da igreja” tiveram pensamentos errados e idéias tendenciosas e discriminatórias contra os judeus. Alguns filósofos e doutores do passado, como Ptolomeu, Aristóteles, etc, apesar de grandes sábios que eram, falaram muitas asneiras sobre a concepção das coisas existentes. Mas você retruca e diz que as interpretações bíblicas feitas pelos teólogos da sua igreja foram inspiradas pelo Espírito Santo. Mas, quem me garante que o Espírito de Deus inspirou realmente os teólogos da igreja A ou B, se sabemos que existe um monte de doutrinas cristãs falsas? Os teólogos de hoje sabem muito é falar bonitinho, escrever bonito, mas do entendimento real da verdade das coisas estão muito longe, porque se baseiam numa teologia arcaica, criada por doutores de pensamentos tendenciosos, que interpretaram a Bíblia literalmente, sem fazer discernimento correto das coisas e não estudaram a fundo os fatos (até mesmo no Ocultismo Científico). 

“Para se vencer o inimigo, tem-se que infiltrar alguém no próprio terreno do inimigo, para depois conhecê-lo e descobrir o que trama”. (Miquels) 

Quero lembrar, aqui, de forma veemente, que “o tempo dado aos crentes gentios” está quase acabando. Deus deu 2 mil anos aos judeus para proclamarem o seu nome na Terra, mas não corresponderam ao desejo de Javé (YHWH). Esse tempo começou depois que “completou a medida de tempo dado aos cananeus (amorreus)” – Gên. 15:16, com a chamada de Abraão e seus descendentes, durante 210 anos; o cativeiro no Egito durante 420 anos e mais 42 anos de sofrimento no deserto; 490 anos na Terra Prometida com reino unificado, mais 350 anos divididos em dois reinos e 70 anos no cativeiro babilônico; 420 anos na terra-natal, sob o domínio macedônio-grego-romano, até a morte de Jesus Cristo. Observe que os tempos são múltiplos de 7. Deus tomou “temporariamente” da sua nação eleita o direito de proclamar o seu nome e a salvação na Terra, e o entregou à Igreja dos gentios. Porém, a Igreja (ou as igrejas) dos gentios não está correspondendo com a ordem do Mestre, de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho à toda criatura humana. O TEMPO DADO À IGREJA DOS GENTIOS ESTÁ ACABANDO! AI! AI! DE NÓS! O QUE FAREMOS AGORA?! SERÁ QUE AINDA HÁ TEMPO PARA FAZER ALGUMA COISA?. Confira os textos bíblicos cruciais: 

“Portanto eu vos digo (JUDEUS) que vos será tirado o reino de Deus (TEMPORARIAMENTE), e será dado a um povo que dê os seus frutos (OS GENTIOS, NO CASO) (Mateus 21:43). 

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura (humana) (Marcos 16:15).

“Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão. Naquele dia as virgens formosas e os mancebos desmaiarão de sede” (Amós 8:11-13). Esse texto não trata apenas com os ímpios, mas também com os crentes desobedientes e rebeldes, os crentes de hoje (não todos), que denomino de “crentes da nova era”. 

“E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas” (Daniel 12:7b). “Povo santo” refere-se tanto aos judeus como à Igreja dos gentios. 

“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos” (Apoc. 13:10). “Santos”, neste caso, refere-se tanto aos judeus como aos crentes gentios. O texto pode estar se referindo ao Holocausto dos Judeus, pelo Nazismo, propagado por Adolf Hitler, na 2ª Guerra Mundial. Em última hipótese, pode se referir à perseguição dos judeus e cristãos pela ICAR, através da Lei da Santa Inquisição, que ocorreu após a Reforma Protestante, no século XIV. Esta última hipótese eu descarto. Se o que está escrito neste versículo supra-citado ainda não aconteceu, então, a ICAR não tem nada a ver com essas perseguições. 

“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12). Esse texto indica que os crentes gentios fiéis deverão resistir o anticristo até à morte, pra provarem sua fidelidade a Deus. Esse texto não se refere aos judeus, porque eles não guardam a fé em Jesus Cristo. 

“E vi que a mulher (Babilônia) estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração” (Apoc. 17:6). Isso significa uma perseguição implacável contra o Judaísmo e o Cristianismo. Não deve haver particularidade na interpretação deste texto. A mulher, a grande meretriz vestida de vermelho é a grande cidade de Babilônia, isto é, o mundo e seu sistema de coisas. Na Bíblia, a cidade de Jericó e a cidade de Babilônia (lugar da antiga Babel) representa o mundo, o planeta Terra e aquilo que os homens criaram.

O poder do povo santo será despedaçado porque não corresponderão com a ordem do Mestre. Então o reino de Deus lhe será tirado, isto é, o poder de anunciar o nome de Deus e a salvação. Num curto período de tempo o evangelho do reino será pregado à força. Dois personagens bíblicos ressurgirão (serão reencarnados), no caso, Moisés e Elias, e também, anjos proclamarão o evangelho de Cristo. Confira: 

“E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias”. (Apoc. 11:3). Quando essas duas pessoas aparecerem, os crentes da nova era também ignorarão, pois como têm a mente tapada, não entenderão o que significa um profeta de Deus vestido de saco. 

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6). Anjos virão à Terra para proclamar o Evangelho de Cristo. Só que eles serão de carne e osso, assim como nós somos. Eles aparecerão como grandes pregadores principalmente na mídia (TV) e diante das autoridades, mas desaparecerão repentinamente. As autoridades do mundo não terão poder de prendê-los. Quem acreditará nesses personagens? Por acaso, quando o Filho do Homem voltar, achará fé na Terra?

Algumas seitas cristãs radicais, tais como IASD, TJ, IEAD, etc, afirmam categoricamente que a ICAR está retratada nas profecias do Apocalipse, especialmente no que se refere à besta, ou à prostituta (meretriz) ou à Babilônia. Mas se esquecem que a ICAR, queiram ou não admitir, é a Igreja-Mãe do Cristianismo na Terra. A ICAR ainda é a base do Cristianismo na Terra. Se ela cair, todas as demais denominações cristãs cairão, porque não terão moral ou força para se sustentarem, exceto se Deus quiser ajudá-las. Jesus afirmou que “as portas do Inferno não prevalecerão sobre a Igreja”, mas isso ocorrerá se os crentes forem fiéis à sua ordem. Javé também fez promessa semelhante ao seu povo eleito, os hebreus, mas eles não foram fiéis aos mandamentos de Deus. Por isso, aconteceu toda aquela maldição proferida na Lei de Moisés. E com a Igreja dos gentios pode acontecer a mesma coisa. Lembrem-se da “parábola das virgens loucas” e da palavra que Jesus dirá a muitos no último dia: “Nunca vos conheci”. Vide Mateus 7:22,23 e cap. 25.

A questão crucial é a seguinte. Se o Cristo anunciado ao mundo pela ICAR é falso, e se a própria Igreja Católica ou o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então os protestantes cristãos e evangélicos estão andando no rumo errado, no mesmo barco furado. Por quê? Porque saíram da Igraja-Mãe, e adotaram alguns dos seus dogmas, como a doutrina da trindade, doutrina do suplício eterno; festejam o Natal e guardam o feriado da Semana Santa; e o pior, GUARDAM O DOMINGO, que foi um decreto puramente humano, determinado pelo Imperador de Roma, por imposição do Papa; aceitaram algumas alterações feitas na Bíblia por ordem dos primeiros Papas e do Imperador Constantino. Outro caso é o retrato de Jesus Cristo, bonito, de cabelos longos e de olhos azuis, criado pela ICAR, e que muitas igrejas protestantes e cristãs o adotam nas suas literaturas. As expressões “São Paulo”, “São João”, “São Mateus”, “São João” são de cunho da ICAR, e algumas versões de bíblicas evangélicas mantiveram essas expressões. Ainda hoje se usam essas expressões nas igrejas protestantes. O uso do Calendário Gregoriano, criado pela Papa, também é usado pelos cristãos protestantes, sem que façam nenhum questionamento. Se a Bíblia e a salvação vêm dos Judeus, por que não adotam o Calendário Judaico? Portanto, o mesmo Jesus Cristo anunciado ao mundo pela Igreja Católica também é o Jesus Cristo das igrejas protestantes. Não tem para onde fugir. Como a ICAR pode estar a serviço do Diabo, se o Cristo que ela anuncia é o mesmo Cristo dos crentes protestantes? 

Agora vem a parte mais chocante! Se a ICAR e o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então o Cristo que anunciam ao mundo é falso. E não adianta tentar dizer que o Cristo dos protestantes é diferente, porque é o mesmo da ICAR. Se a primeira ou a segunda besta do capítulo 13 de Apocalipse tem a ver com a ICAR, então o Jesus Cristo que servimos é falso. E só para ter um suspeita, basta ver por que os Judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos: porque tratam a respeito de um Cristo falso? Que se diz ser Deus também? 

Se a ICAR é uma igreja cristã falsa, então o sinal ou marca da besta é o sinal da cruz, ou a marca do Cristo Falso. Daí a idéia da seita Testemunhas de Jeová não aceitar que Jesus Cristo foi crucificado numa CRUZ, mas, sim, numa ESTACA.

Se a ICAR é uma igreja falsa, então os primeiros papas tiveram o cuidado de modificar os livros do Novo Testamento e apagar os originais; depois, alteraram o Livro do Apocalipse, pois que justamente nele se fala do surgimento de uma igreja falsa nos últimos dias, apregoando um cristo falso, que até se assenta no lugar do Cristo Verdadeiro, que ainda está por vir, o Messias esperado pelos judeus. Você acredita nisso que digo, ou não? 

Se a ICAR é uma igreja falsa, então o que está escrito em Apocalipse 13:4-7 e Daniel 7:25 está relacionado a ela. Pois, foi o Imperador romano Constantino e o Papa que modificaram a Lei de Deus, trocando a guarda do Santo Sábado do Senhor pelo Domingo (o dia do deus-sol); modificaram, também, a contagem correta dos tempos, criando um novo Calendário, o Calendário Gregoriano, que utilizamos atualmente. Confira: 

“Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a Lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo (42 meses ou 3 anos e meio)” (Daniel 7:25). 

“E adoraram o Dragão (Lúcifer), porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses (3 anos e meio). Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação” (Apoc. 13:4-7). 

Então, a perseguição da besta (Apocalipse 13) contra os santos que não aceitassem receber a marca (666) seria a perseguição da ICAR, quando instituiu a Santa Inquisição, no século XV? Sabe-se que milhares de cristãos e judeus foram mortos porque não aceitaram seguir o Cristo da ICAR e receber a sua marca (o sinal da Cruz, feito com a mão direita na testa).

As pragas do Apocalipse (trombetas e taças) seriam a I Guerra Mundial, a crise econômica de 1929, a II Guerra Mundial e o aquecimento global dos dias atuais? 

Existe uma frase atribuída ao Papa Leão X – não sei se é verdadeira –, que reza mais ou menos assim: Que lucro não nos trouxe esta fábula de Cristo!” Ou seja, muito rendia em riquezas à ICAR a história inventada sobre o Jesus Cristo falso.

Dos historiadores do Século I, apenas o judeu Flávio Josefo fez uma pequena menção sobre a existência de um Jesus, o nazareno, mas não de forma convincente. 

Uma outra suspeita seria a destruição ou desaparecimento dos escritos originais do Novo Testamento a partir do século III. E isso se deve à ICAR, aos Papas e ao Imperador Constantino. Por que não existe nenhum original dos livros do Novo Testamento? Por que somente quatro Evangelhos foram canonizados? E os demais, por que não foram aceitos? Por que não existe o original do Evangelho de Mateus, que foi escrito em hebraico? Por que os livros do AT foram preservados em hebraico, mas o Evangelho de Mateus não? Por que o Livro do Apocalipse (o último livro da Bíblia) passou cerca de 200 anos para ser aceito no Cânon do Novo Testamento? E por que os judeus rejeitaram os escritos do Novo Testamento? Por que se trata de um Jesus Cristo falso, que sendo um profeta humano, o transformaram em Deus? 

Bem… Poderíamos dizer que também não existe nenhum original dos escritos do Antigo Testamento da Bíblia. Só que os escritos do Novo Testamento são muito mais recentes. Como poderiam desaparecer todos os originais?

Não me estenderei muito, porque sei que já estão com paus e pedras nas mãos para me apedrejar. Mas quero que entendam que estou em defesa da fé cristã. Mesmo não sendo católico, estou em defesa da ICAR, porque se ela não está com a verdade do Cristo que prega, o que será de nós e do Cristo que pregamos? 

Uma coisa mais sinistra ainda, que quero salientar, é a respeito das alterações feitas no Livro do Apocalipse. E quem o alterou? Seriam, por acaso, os padres da ICAR? Mas, se foi, por qual razão o fizeram? Porque estão a serviço de Satã, apregoando ao mundo um Cristo falso? Acredito que não. Mas vejamos o seguinte. 

O Livro do Apocalipse demorou muito tempo pra ser inserido no rol dos livros sagrados do Novo Testamento. Queriam publicar apenas até o capítulo 4, porque achavam que o restante do livro era muito perigoso e tinham que guardar sigilo. Então tiveram a idéia de alterar o livro, ou seja, selar o livro, reescrevendo algumas partes em forma alegórica, para que a revelação não chocasse as pessoas. 

Será que o livro que se chama REVELAÇÃO não faz jus ao próprio nome que traz? Se é uma “revelação”, então, não deveria haver nenhuma alegoria, ou parábola, ou simbolismo! Não acham?! 

Entenda-me que selar o livro ou cerrar a profecia não significa amarrar e enterrar, pra ser descoberto depois de muito tempo. “Selar” significa escrever a profecia ou o livro usando alegorias, pra que não fique fácil a sua interpretação. Foi isso o que foi dito ao profeta Daniel. (Jesus também falava em parábolas, que é uma outra forma de selar o texto). Mas quanto tempo as profecias do Livro de Daniel ficaram seladas e enterradas? Quatrocentos anos antes de Cristo? Não, o livro estava lá, podia-se ler, mas não se podia interpretar. Só os sábios dos últimos dias é que iriam entender. 

“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim” (Daniel 12:9).

E quanto ao Apocalipse? É dada uma ordem a João para não selar as palavras do livro, exceto as palavras proferidas pelos sete trovões. Então, se foi dito para não selar, significa que o Apocalipse foi escrito de forma literal, sem alegorias, porque o tempo estava próximo. Pra quê enigmas, se o tempo estava próximo? Também foi feita uma advertência para que não se alterasse o livro. O castigo para quem o alterasse seriam terríveis maldições e perdas quanto aos benefícios da salvação eterna. Confira:

“Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas (literalmente)” (Apoc. 10:4). 

“Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo (do fim)” (Apoc. 22:10).

“Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro” (Apoc. 22:18,19). 

Se o Apocalipse foi alterado pelos padres da ICAR, acredito que nem tudo foi alterado. Na verdade, nada foi retirado. Apenas escreveram as partes mais pertinentes de forma alegórica (se é que me entendem), pois no livro se misturam fatos literais com alegóricos, como, por exemplo, a declaração de quem é realmente a Serpente que enganou Eva e Adão, descrito no Livro de Gênesis.

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente (o Lúcifer), que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele” (Apoc. 12:9). Isso aqui é declaração aberta, revelada. 

Porém, se o propósito de alterar o Apocalipse foi com o fim de esconder a verdade sobre o Cristo Verdadeiro, e apresentar um Cristo Falso (o Anticristo) propagado pela ICAR, então, estamos todos lascados. 

Aposto, ainda, na ICAR. Não sou como muitos tolos, que ficam irredutivelmente contra a ICAR. Estes, sim, estão do lado de Lúcifer, pois, ao invés de ajudar a propagar o Cristianismo, ficam tentando derrubar os alicerces da religião. Os tais são uns loucos, que nada sabem. Juntam-se ao inimigo, pra trazer a sua própria destruição. 

Se a ICAR (ou o Vaticano) não tivesse criado a sua Sociedade Secreta, a Opus Dei, pra defender os interesses da Igreja, há muito que se tinha acabado o seu poder. 

Existem escritores a serviço de Satã, como, por exemplo, o escritor norte-americano Dan Brown (De O Código Da Vinci), que tenta caluniar de todas as formas a Igreja Católica e o poder do Vaticano, e ainda existem uns imbecis que acreditam nas suas estórias. Até mesmo escritores cristãos escrevem estórias semelhantes às de Dan Brown, pra caluniar a ICAR. Estes também estão, inconscientemente, a serviço de Satã. A seita cristã neopentecostal, IURD, também está a serviço de Satã (se consciente ou inconsciente, isso eu não sei). O site “Tempo Final” (e outros semelhantes), também é outro exemplo de quem está ao lado de Lúcifer. Confira: (AINDA IREI COLOCAR O SITE CORRETO). 

Não sou totalmente a favor da ICAR e dos seus dogmas, mas em se tratando de sustentação do Cristianismo tenho que defendê-la.
Já li muita literatura que fala contra a ICAR, mas como sempre, não possuem provas cabais.
Sei que a ICAR cometeu muitas atrocidades em nome de Deus e do Evangelho durante a História, mas acredito que muitas delas foram com o obejtivo de preservar a crença no verdadeiro Deus e manter forte o Cristianismo.

E você, de que lado está? Estás tentando sustentar as bases ou estás tentando derrubá-las? Tentas destruir as bases e verás que a velha casa pode cair sobre ti mesmo, e você ficará nu e envergonhado! 

Quem tem ouvidos, ouça!!! 

Por: Miquels – 12/07/2009                                   

FIM.

14/07/2009 Posted by | TEMAS DIFÍCEIS | | Deixe um comentário

RESPOSTA AO ESTUDO DE UM TEÓLOGO SOBRE INFERNO E CONDENAÇÃO

RESPOSTA AO ESTUDO DE UM TEÓLOGO SOBRE INFERNO E CONDENAÇÃO

 

 

Visitando este site, deparei-me com este comentário lastimável sobre inferno e condenação eterna dos pecadores, e fiquei bastante chocado e revoltado com tanta falta de juízo, coerência, respeito pela criatura humana e amor de Deus no coração de certas pessoas que se dizem cristãs.

 

Vejo muita meninice dos teólogos evangélicos nestes tipos de comentários. E ainda usam recursos de apologética para enganar os fiéis com palavras persuasivas, palavras ludibriosas, cheias de veneno.

 

Eu não sei como uma criatura humana, que diz ter o amor de Deus no coração, pode ter peito de aço, insensibilidade no coração e na alma para comentar com tamanha frieza um assunto dessa natureza! Como alguém pode ter coragem de servir a um Deus, ao qual ele insinua ser carrasco, cruel, assassino frio e insensível, que não julga com justiça suas criaturas infiéis, mas joga todos num lago de fogo, de igual forma, sem fazer distinção de pecado e gravidade de pecado, condenando a uma pena eterna, que nunca poderá ser paga?

 

Nem mesmo os seres humanos, criaturas inferiores a Deus e aos anjos, são tão insensíveis e irresponsáveis de condenar alguém a uma pena eterna e ainda com sofrimento físico.

 

Será que a criatura humana sabe ser mais justa do que o Criador? Os humanos não julgam os seus criminosos de acordo com a gravidade do crime? Não existem os direitos humanos para os condenados, que mesmo presos na penitenciária não podem sofrer maus tratos?

 

Meu irmão que fez este infeliz comentário, da forma que foi exposto este assunto, você está defendendo um Deus terrivelmente cruel, insensível e carrasco. E ainda quer servir a Ele? Veja quão insensatas são as suas palavras! Você está cometendo um grande crime diante de Deus. Você está colocando atributos terríveis em Deus. Como você pode falar dessa maneira da justiça de um Deus que você, em outros comentários, o chama de bondoso, amoroso, justo, compassivo, misericordioso?

 

Será que você não enxerga que tipo de Deus você está mostrando com suas palavras? Coloque-se em lugar de Deus! Será que você queria que alguém falasse de você assim?

 

Existem teólogos bem mais informados sobre este assunto, mas não sei porque permitem que uma pessoa coloque na Internet um comentário dessa natureza, comentário frio e calculista.

 

Quando tratamos de um assunto dessa natureza, jamais devemos ser parciais. Temos que considerar todos os pontos que podem se tornar contraditórios.

 

Para comentar este assunto da maneira que foi comentado, só não tendo o amor de Deus no coração. Jesus, que é Deus, ao morrer, foi até o inferno e lá pregou uma mensagem de esperança aos espíritos em prisão. E sei que você conhece essa passagem bíblica, por isso não cito a referência.

 

Para comentar este assunto, primeiramente devia-se fazer distinção entre INFERNO e LAGO DE FOGO. Inferno é um lugar transitório, para onde vão os espíritos dos pecadores, tanto daqueles que nunca ouviram falar de Jesus e daqueles que rejeitaram Jesus. No livro de Apocalipse está escrito que, após o juízo final ou julgamento do grande trono branco, o INFERNO será jogado no lago de fogo. Isto é, cessará todo o sofrimento, pois tudo o que é mal será exterminado. O lago de fogo é um local comparável ao nosso Sol, e nada subsiste no Sol. Este local será o lugar de extermínio do corpo, da alma e do espírito, isto é, a “segunda morte”. Mas você não crê que o espírito possa se extinguir com o fogo do Sol? Entenda-me. Um corpo estelar pode se extinguir, uma estrela pode morrer, e quando isso acontece, tudo que estava presente neste corpo estelar também se extingue. Os cientistas dizem que quando uma estrela morre, em seu lugar fica apenas um vácuo ou vazio, chamado de “buraco negro”. Todo o calor, toda a energia, toda a matéria são dissipadas ou extinguidas para sempre. Em outras palavras, a matéria que Deus criou pode se extinguir. Da mesma forma, o espírito que Deus criou também pode se extinguir. De outra forma, Deus não seria onipotente. Não satisfeito você ainda vai retrucar, afirmando que “espírito” não pode ser afetado (danado) por fogo físico. Realmente, o espírito da criatura humana não pode ser afetado pelo fogo físico. Mas, eu lhe pergunto: Para que servirá a ressurreição do último dia? Será que servirá apenas para Deus ter o prazer de ver os corpos dos pecadores ardendo no lago de fogo? Quantas bobagens desses teóloguinhos! Como já disse, não só a matéria física será aniquilada junto com a extinção do Sol, mas até os espíritos que estiverem presentes nele serão aniquilados. De outra forma, como Deus pode criar um espírito e, depois, não tem poder para se desfazer daquilo que criou?

 

Alguém disse: “O que é perfeito não pode criar o imperfeito; se Deus é perfeito, porque criou coisas imperfeitas, coisas que se corrompem?” Eh, mas Deus não é burro, não. Como Deus vai criar uma coisa perfeita ou imortal para depois essa coisa se voltar contra o seu próprio criador e destruí-lo? Esse pensamento não tem cabimento. Deus criou um ser quase perfeito, conhecido atualmente como Lúcifer, e você sabe no que deu. Isso significa que Deus só cria coisas que possam ser destruídas, caso algo dê errado.

 

Alguns teólogos ingênuos dizem que a alma é eterna e não pode morrer, porque cada espírito é uma parte da essência de Deus. Mas, onde está este ensinamento na Bíblia? Antes, os teólogos haviam dito que só Deus era e é eterno. Que contradição maluca é essa? Outros ainda afirmam que os anjos foram criados, portanto não eram eternos; mas agora os anjos criados são eternos e não podem mais morrer. Ora, na Bíblia não existe este ensinamento. Se Deus criou os espíritos dos seres existentes, por que não pode destruir ou desfazer aquilo que criou? Se Deus não pode desfazer aquilo que fez, então ele não é onipotente coisa nenhuma. Portanto, se é assim que defendem os teólogos, eles estão em tamanha contradição!

 

Antes de falar sobre sofrimento no INFERNO, teria que dizer onde ele está localizado; se ele é físico ou espiritual. Teria que dizer que tipo de fogo é o que arde no INFERNO, e se as pessoas que vão para lá possuem um corpo físico ou espiritual.

 

Como um fogo físico pode queimar um espírito? No livro do profeta Isaías não está escrito que o fogo espiritual purifica, ao invés de danar?

 

Agora, responda-me uma coisa: O seu pastor ou teólogo que lhe ensinou essas barbaridades sobre o Inferno lhe explicou “por que os mortos precisam ressuscitar?” No livro de Hebreus não diz que após a morte, segue-se o juízo? Então, porque tanto salvos como pecadores precisam ressuscitar? Será que esse Deus que você tacha de cruel, insensível, injusto, não tem poder de dar um corpo espiritual novo para os salvos? Então, por que Ele precisa ressuscitar o velho corpo carnal? Não seria porque o espírito humano não permanece consciente após a morte, conforme ensinam os Adventistas do Sétimo Dia?

 

Então, por que Deus terá que fazer dois trabalhos ressuscitando o velho corpo humano? Não se ensina nas igrejas que o crente que morreu já está na glória, com Cristo, e os pecadores no Inferno, num tormento eterno, sem chances de salvação? Então, por que os crentes que morreram salvos precisam ressuscitar, meu caro? Você tem que explicar isso.

 

Explique que tipo de corpo os pecadores no inferno possuem e se o fogo de lá é físico ou espiritual. E se for fogo físico, como ele pode queimar um espírito? E se for espiritual, como a pecador sofre dano, se o fogo espiritual purifica?

 

E para concluir, responda para os seus leitores ingênuos se você acredita que Deus é o onisciente. E se você acredita que Deus é onisciente, por que você acha que Deus (que sabe tudo) ficará eternamente insensível a milhões de pecadores gritando eternamente aos seus ouvidos num lado de fogo? Que tipo de Deus é esse?

 

Será que, de um lado, Deus ficará eternamente se banqueteando com os salvos e terá o prazer de ver do outro lado os pecadores sofrendo um tormento eterno? E por favor, explique melhor para os seus leitores o que quer dizer “segunda morte”. E não venha com bobagens apologéticas, afirmando que segunda morte é a eterna separação de Deus. Que coisa no Universo pode ficar oculto aos olhos de Deus? Se Deus vai condenar milhões de almas vivas eternamente no lago de fogo, Ele estará fazendo justiça a quem? A Ele mesmo? Se for a Ele mesmo, que culpa temos de Ele ter nos criados? Que mal tão grande uma simples criatura humana pode cometer a ponto de sofrer uma punição que nunca poderá pagar? Isso é justiça? Onde estão os teólogos evangélicos competentes para defender, pois o que vemos são as mesmas baboseiras de sempre?!

 

Você sabe que na Bíblia está escrito que Deus quer que todos se salvem e tenham o pleno conhecimento da verdade. Mas, como pode ser isso, se milhares de pessoas partem para a eternidade todos os dias sem nunca ter ouvido falar de Jesus?! Será que essas pessoas não terão nenhuma chance de se salvar? Como você pode ter a insensatez de afirmar que todas essas pessoas que não aceitaram Jesus já estão condenadas? E se elas morreram sem ouvir a mensagem de Cristo, quem é o culpado? Não são os atalaias ou discípulos de Cristo? Não é você o culpado? Se Jesus disse “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”, então, se alguém morre sem ser evangelizado, quem é o culpado? E no livro de Ezequiel não está escrito que Deus vai requerer do atalaia indolente o sangue daqueles que morreram sem ter ouvido o Evangelho? Será que este “requerer o sangue” será apenas uma advertência verbal? Será que você também não corre o risco de ser condenado eternamente no lago de fogo se não pregou a palavra a alguém da sua cidade, que estava perto de você, e morreu sem salvação?

 

Por favor, retire este comentário horrível sobre o inferno e condenação, ou então procure explicar melhor as coisas. Procure dar esperança até para aqueles que morreram sem Cristo, pois, se você não dá esperança, subentende-se que você é um egoísta, e pensa que o Céu só pode pertencer a alguns. A maioria dos cristãos evangélicos tem um pensamento tão cruel que nem mesmo se importam se alguns dos seus familiares forem lançados no lago de fogo. São piores do que os seqüestradores e traficantes, que não têm nenhuma pena ou remorso por suas vitimas. Se pensam assim dos seus próprios familiares, imagina se eles se importam com os outros pecadores! São completamente egoístas.

 

Por exemplo, antes do descobrimento do Brasil, quem veio pregar o Evangelho para os índios? Será que os índios que morreram ser nunca saber que Jesus existia vão ser todos condenados igualmente no lago de fogo?

 

Se você entende bem de justiça divina, então me responda como Deus vai proceder com o caso de um jovem bondoso, educado e estudioso, de 15 anos de idade, de família não-cristã, que morreu na flor da idade, sem ter cometido pecados graves, e sem ter ouvido a mensagem do Evangelho. Você acha que esse jovem está condenado? Você acha que ele será jogado no inferno indiscriminadamente, juntamente com os grandes pecadores? Você acha que ele será lançado no lago de fogo para sofrer uma punição eterna juntamente com os outros que cometeram terríveis delitos? Ou você acha que ele terá que cumprir uma pena no Inferno (lugar transitório) e, depois, ser julgado no dia do juízo final e ter uma chance de salvação?

 

Eu espero que, depois de lido esta resposta ao seu comentário, você passe dias e dias com dor na consciência. E passe a ensinar que Deus é um Deus de bondade, justiça e amor, e misericordioso, e não um Deus cruel e vingativo, como foi comentado. E não se esqueça que se você se diz ser um ATALAIA de Cristo, lembre-se que ele vai requerer o sangue de todos os pecadores que morreram ser ouvir falar de Jesus, e que estavam ao seu alcance.

 

Sei que você irá retrucar os meus comentários, afirmando que o que você comentou sobre este assunto está de acordo com o que diz a Bíblia. Mas, por favor, entenda que nós não podemos comentar as coisas somente por um lado. Não devemos aceitar eternamente uma doutrinação que recebemos na Igreja, sem questioná-la. O mal dos teólogos é que eles costumam defender o ponto de vista doutrinário de suas denominações evangélicas, custe o que custar. Mas, isso é burrice, pois a verdade da Bíblia pode ainda ser revelada pelo Espírito Santo. Cada seita cristã ou evangélica tem suas ditas revelações e “interpretações” concebidas como corretas e inspiradas pelo Espírito Santo. Se isso é correto, então existem muitas verdades na Bíblia e cada um pode escolher a sua.

 

Quando comentamos sobre Inferno e condenação, devemos ter em mente os atributos de Deus, como justiça, misericórdia, amor, onisciência, etc. Se mal sabemos conceituar justiça humana, como vamos conceituar justiça divina? Se os homens sabem julgar e fazer justiça com coerência, será que Deus não sabe julgar bem melhor que as suas criaturas?

 

Perdoe-me por ter respondido com grosseria. Mas, todos precisam conhecer a verdade verdadeira e não mentiras descabidas.

 

Chega de tantas mentiras, ingenuidades, falta de conhecimento desses teólogos “papagaios”, que só ficam repetindo o que os outros falam. 

 

Que Deus possa nos iluminar e nos mostrar as verdades das coisas nestes últimos dias. Amém.

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Por Miquels  –  Manaus, 18 de agosto de 2008.

19/08/2008 Posted by | TEMAS DIFÍCEIS | | Deixe um comentário

A INTERMINÁVEL LUTA ENTRE AS FORÇAS DO BEM E DO MAL

A INTERMINÁVEL LUTA ENTRE AS FORÇAS DO BEM E DO MAL,
ENTRE JESUS E LÚCIFER
[ACRESC. NUMER. LÚCIFER – EM 18/07/2008]
(Daqui a alguns dias este post será atualizado; farei revelações assustadoras dos ocultistas e falarei, também, sobre o “segredo dos segredos”. Mas, por favor, quem estiver interessado neste assunto, copie o conteúdo deste post, imprima-o e, se possível, produza um texto melhor do que este, tomando as idéias que foram aqui reveladas) 

Segundo alguns pesquisadores anticristãos, o nome “JESUS” tem o valor numérico de 666.

O objetivo deste texto é alertar os estudantes de numerologia bíblica, a fim de que façam a diferença entre o Joio e o Trigo, entre Jesus e Lúcifer, entre o que deve ficar na frente e o que deve ficar atrás, mas que teima em querer se colocar na frente. 

Fico decepcionado com líderes cristãos, evangélicos, teólogos e pastores que não dão valor ao estudo da numerologia hebraica e da Kabalah, e se esquecem que foram pessoas humanas que dividiram a Bíblia em capítulos e versículos, e que, inclusive, muitos nomes na Bíblia foram criados ou traduzidos de forma errada (ou proposital), como, por exemplo, o nome “LÚCIFER”, que foi criado por São Jerônimo, no século V. Deviam saber que o nome sagrado de Deus, YHVH ou Javé, não deveria ter sido traduzido como SENHOR, pois é um nome próprio. O nome JESUS significa SALVADOR, mas apesar disso, os tradutores do Novo Testamento não o traduziram literalmente; apenas modificaram a sua forma hebraica, YESHUA ou YEHOSHUA. Mas não sei qual foi o critério que utilizaram para que a forma inglesa e portuguesa do nome do Filho de Deus fosse “JESUS”. Outro nome hebraico que muitos incautos gostam de usar é SHEKNÁH, que na verdade é uma forma feminina dos muitos nomes atribuídos à divindade.

Brincando com numerologia, utilizando valores numéricos para as letras do nosso alfabeto, chegamos a conclusões que causam espanto com relação aos valores numéricos de certos nomes bíblicos.
  

 

O nosso alfabeto tem 26 letras, e alguns afirmam que o 666 pode ter o mesmo significado de forma invertida, isto é, 999. No ensino esotérico, o número 9 é o número da iniciação (ou do iniciado). O número 11 é conhecido como o número da imperfeição.  

A=1, B=2, C=3, D=4, e assim por diante. Então, vamos empregar o fator 9 para o valor numérico de cada letra do nome JESUS.

 

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

6

12

18

24

30

36

42

48

54

60

K

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

66

72

78

84

90

96

102

108

114

120

U

V

W

X

Y

Z

 

 

 

 

21

22

23

24

25

26

 

 

 

 

126

132

138

144

150

156

 

 

 

 

J = 10 x 9 = 90
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
U = 21×9 = 189
S = 19×9 = 171 

O resultado total é = 666. 

O mesmo resultado ocorre com o nome MESSIAH (Messias). Veja: 

M = 13×9 = 117
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
S = 19×9 = 171
I = 9×9 = 81
A = 1×9 = 9
H = 8×9 = 72

Total = 666 

Já ouvi e li a respeito de pessoas que falaram muitas blasfêmias contra Jesus, mas esses cálculos, acima, deixaram-me bastante preocupado. Acho que os líderes evangélicos que lerem esse artigo, ou outro sobre este mesmo assunto, devem dar satisfação ou melhores explicações ao povo cristão. Eu acho que esses cálculos matemáticos não são meras coincidências. Será que não existe algo proposital em tudo isso? 

Se usássemos o nome de Jesus na sua forma original, hebraica, não passaríamos por esse constrangimento. Em hebraico o nome de Jesus é YESHUA. Da mesma forma, o nome de Deus-Pai deveria ser escrito JAVÉ ou YHVH e não JEOVÁ ou SENHOR. 

Agora, tenho que me virar para dar explicações sobre o por que do valor numérico dos nomes JESUS e LÚCIFER ser 666. Espero que este texto possa ajudar a elucidar a questão, porque os inimigos de Cristo estão procurando de todas as formas encontrar uma vítima para o 666. E, devido a enxurradas de comentários inescrupulosos que estão sendo divulgados na Internet, muitos crentes neófitos e fracos acabarão apostatando da fé se não receberem uma explicação plausível. 

Para você ficar mais boquiaberto, veja por que foi empregado o fator 9 para realizar a multiplicação. 

O valor numérico normal do nome JESUS, no nosso alfabeto, é 74. Mas, nos números da Kabalah o nome JESUS tem o valor secreto de 444.

  

J

E

S

U

S

SOMA

60

30

114

126

114

444

10

5

19

21

19

74


Porém, o fator 9 foi usado por causa da divisão do 666 por 74. E 74 é 37+37, um número de valor essencial na numerologia bíblica e na Kabalah.

Veja: 666 / 74 = 9 

Fazendo o inverso, multiplicamos 9 pelo valor do nome “Jesus”, e obtemos 666. 

Nessa brincadeira, verificamos que o nome de LÚCIFER também dá o valor numérico secreto de 444. Mas, no nosso alfabeto também dá 74.

  

L

U

C

I

F

E

R

SOMA

72

126

18

54

36

30

108

444

12

21

3

9

6

5

18

74

 

E 444 dividido por 74 dá 6, que é o número do homem e número da Terra, ou número incompleto. 
  
L = 12×9 = 108
U = 21×9 =189
C = 3×9 = 27
I = 9×9 = 81
F = 6×9 = 54
E = 5×9 = 45
R = 18×9 = 162 

TOTAL = 666  

O nome “Lúcifer” foi criado por São Jerônimo, na ocasião em que traduziu a Vulgata (versão latina da Bíblia Sagrada). Ele traduziu a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12, como “Lúcifer”. Note que no livro de Apocalipse Jesus também se intitula “Estrela da Manhã” 

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã (SOL-6-36), filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12). 

“Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã (VÊNUS-7-49) (Apoc. 22:16b). 

Mas, não há muita complicação em separar o joio do trigo. Existe dualidade entre as forças espirituais. Uma luta em favor da harmonia e da paz; e outra tenta desequilibrar todas as coisas. E essa força que tenta desequilibrar, desunir todas as coisas é a de Lúcifer, pois ele se tornou o inimigo de seu Pai, o Deus Todo-Poderoso, Criador. Na Bíblia está repleto de fatos que evidenciam a dualidade dessas forças. Caim e Abel são alegorias de Lúcifer e Jesus. Caim pecou, matando seu irmão. Porém, Deus não o prendeu e nem o puniu; apenas o expulsou da região onde se encontrava (CÉU) e recebeu uma marca (666). Abel tipifica Jesus, que foi morto pela humanidade. Na parábola do filho pródigo vemos o mesmo fato. O pai (DEUS), tinha dois filhos (JESUS e LÚCIFER); o mais novo pediu a parte da herança que lhe cabia (A TERÇA PARTE DOS ANJOS E DOS MUNDOS CRIADOS – Apoc.12) e saiu a vagar pelos mundos inferiores. A única diferença entre o filho pródigo da parábola e o filho pródigo de Deus é que o filho pródigo da parábola retornou à casa do pai, mas o filho pródigo de Deus (Lúcifer) não retornou à casa do Pai. E, em razão de Deus tê-lo expulsado definitivamente do Céu, ele procura sempre se opor a Deus e as suas obras, suas criaturas e seus planos. 

Se Lúcifer detém direito sobre um terço da criação, Deus-Pai e Jesus detêm dois terços.

1 / 3 = 0,333
2 / 3 = 0,666 

Repare que as pragas do Apocalipse caem sobre a terça parte da criação, que pertence a Lúcifer.

Lúcifer é usurpador, e não se contenta com a sua parte da herança. Ele se apoderou dos reinos deste mundo. Veja o que diz Mateus 4:8-9. (444=Lúcifer, 888=Jesus). 

“Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto, e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles, e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares”. 

Veja mais na frente a ilustração do Hexaedro ou Cubo, que representa a dualidade entre as duas forças (do bem e do mal) neste mundo físico, de três dimensões. 

Na Kabalah hebraica, o valor numérico de Satanás (Lúcifer) é 13. E 1+3 dá 4. Todos os números que se referem ao mal são múltiplos de 13. Todos os números múltiplos de 13 são reverenciados pelos Teósofos, pois eles defendem Satã com unhas e dentes. 

Para os teólogos ingênuos, essa dualidade de forças opostas passa despercebida e eles acham que é fácil ficar falando de Lúcifer sem conhecer o seu poder de atuação neste mundo. Assim como Deus tem sete querubins príncipes (os sete olhos ou espíritos, incluindo-se Miguel) que atuam nos sete continentes da Terra, também Lúcifer possui sete anjos-príncipes poderosíssimos, que atuam sob seu comando aqui na Terra. 

Para que você compreenda mais este mistério, veja o que Cristo fala no Apocalipse. 

Eu sou o que vivo. Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do Inferno (Hades) (Apoc. 1:18). 

“E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na Terra (Mateus 28:18). 

Quando Jesus afirma que agora Ele detém as “chaves da morte e do Inferno”, significa que quem detinha o poder e autoridade sobre a morte e a alma dos mortos no Inferno era Lúcifer. Inferno significa “mundos inferiores” ou céus inferiores. Mas, significa também “Mansão dos Mortos”, que fica localizada nas profundezas da Terra. 

Deus outorgou a Jesus todo o poder nos céus, na Terra e no Inferno. Em outras palavras, o comandante do Inferno agora é Jesus. Não é um paradoxo isso? Daí a razão de os valores numéricos dos nomes de Lúcifer e de Jesus serem iguais. Mas isso não significa que um é igual ao outro; na verdade, um é totalmente oposto ao outro. Um é a Verdade; ou outro é a Falsidade. Um dia, porém, Jesus prevalecerá contra o mal e Satanás será destruído. Sabemos que o mal não prevalece totalmente neste mundo por que há um que o detém; e este mundo não se torna mais caótico do que está por causa da presença do Sal da Terra (Mat. 5:13), que são os justos ou santos. A presença dos anjos, príncipes de Deus, e a presença de Jesus, de forma invisível, impede que Satanás impere completamente neste mundo. E, se o MAL pode dominar tudo, por que o BEM não poderia?   

Brevemente Jesus tomará as rédeas deste mundo para sempre e reinará com os santos anjos e sua Igreja nesta Terra. Porém, passados os mil anos do reino, e depois que Jesus completar toda a obra de redenção do homem, e depois de derrotar todos os seus inimigos, e que Satanás for lançado no Lago de Fogo, para destruição eterna, então Jesus entregará todo o domínio ao Deus-Pai, para que Ele seja tudo em todos. Jesus também terá um novo nome, que somente Ele sabe. O nome “Jesus” significa “salvador”. Então, depois que toda a obra da redenção for cumprida, o título de “salvador” já não terá importância. Por isso Jesus receberá um novo nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES (?). 

“E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:28). 

“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome (Apoc. 3:12). 

“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça. Os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão Ele mesmo” (Apoc. 19:11-13). 

Segundo o mestre hindu, Kabir, na sua obra Anurag Sagar, Kal ou Lúcifer era a divindade que criava (pois ele era o gerador da vida, era a fonte de LUZ) e tomava conta dos mundos inferiores. Só lembrando, na Bíblia há referência sobre o 3º Céu e o céus dos céus, que é o 7º Céu. O trono de Deus está acima de todos os céus. Então Lúcifer tomava conta das criaturas dos mundos inferiores (ou céus inferiores). A Bíblia diz que ele era o Regente da Criação. Ele foi denominado também de Sinete da Perfeição. Mas, houve um tempo em que ele se orgulhou demais, passou a oprimir as criaturas nos mundos inferiores e isso não agradou ao Senhor dos Espíritos (Apoc. 22:6). Satanás também quis modificar algumas coisas no Céu, começou a dar palpites, passou a se rebelar. E foi essa a razão de sua expulsão do Céu. A história de Caim e Abel, no Gênesis, tipifica bem as pessoas de Lúcifer e Jesus. A narrativa bíblica diz que Deus não se agradou da oferta de Caim (sacrifício, oferenda), apesar d’ele ter oferecido o melhor de sua plantação. Mas, a questão não era simplesmente oferecer as primícias, ou o melhor dos frutos da terra. A questão era o tipo de sacrifício que deveria ser feito. Deus havia instruído Adão e seus filhos a oferecer sacrifícios (ofertas) de um animal (cordeiro), mas Caim não quis obedecer à instrução de Deus e ofereceu os frutos da sua plantação. E essa foi a causa de Deus ter rejeitado a oferta de Caim. Caim não quis se sujeitar a trocar com seu irmão Abel os frutos de sua plantação com um cordeiro, para que pudesse sacrificar ao Senhor. Da mesma forma, vemos muitos “Cains” nas igrejas, modificando as coisas santas que foram determinadas por Deus desde o princípio. Esses serão banidos também da presença do Senhor. A oferta de sacrifício tinha que ser um animal, um cordeiro, porque simbolizava o “Cordeiro de Deus” que no futuro ia se sacrificar em favor de todos nós. 

No livro do profeta Ezequiel há uma profecia sobre o rei de Tiro e, nela, Tiro representa a pessoa de Lúcifer de forma alegórica. Veja: 

“Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-te: Assim diz o Senhor Deus: Tu (Lúcifer) eras o selo (sinete) da perfeição, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus (eras a Serpente); cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda (eras o Regente da criação); estiveste sobre o monte santo de Deus (Céu, trono de Deus); andaste no meio das pedras afogueadas (na Cidade Santa). Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda (Miguel) te expulsou do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem” (Ezeq. 28:12-17). 

Lúcifer significa o “Portador da Luz”. Muita gente tola entende a expressão LUZ DIVINA como claridade, simplesmente; e outros entendem como LUZ espiritual que ilumina o nosso ser. Existem até crentes mentecaptos, por aí, tomando “banho de luz” artificial nas sessões de Magia Branca ou simpatias (Teurgia) que algumas igrejas andam praticando. Tudo isso não passa de Magia Branca, difundida pelos Teósofos. 

Porém, LUZ DIVINA significa SABEDORIA, CONHECIMENTO OU VIDA. Quando dizemos que somos iluminados pelo Espírito Santo, estamos dizendo que temos a sabedoria ou conhecimento vindo da parte de Deus. Quem tem a Luz, que é Cristo, tem a vida, tem o conhecimento. Ou seja, quem tem conhecimento ou sabedoria vinda do alto, não anda na ignorância, não é enganado. Agora é Cristo o Verdadeiro Portador da Luz, ou seja, Cristo é o portador de toda a verdade, de todo o conhecimento e de toda a vida. O derramamento do Espírito Santo ou batismo com o Espírito é outra ação específica na vida do crente.  

Sabemos, contudo, que Lúcifer ainda é um ser poderosíssimo e, como diz Gênesis 3, ele é a criatura mais inteligente que Deus criou (simbolizado pela serpente do Jardim do Éden). Quando Deus-Pai o expulsou  do Céu, todos os seus direitos como regente foram outorgados a Cristo. E esta é a razão de ele sempre se opor a Cristo. Ele se tornou um filho pródigo, usurpador das coisas pertencentes ao seu Pai e seu Irmão. Quando Lúcifer saiu do Céu, ele recebeu como herança a terça parte dos anjos e domínio sobre um terço de toda a criação. Deus-Pai e Jesus detêm direito sobre dois terços de toda a criação. Satanás era filho de Deus. Ele recebeu a herança legitimamente. O problema é que ele não se contenta com o que recebeu. Lembremo-nos da parábola do filho pródigo, de Lucas 15.  

 Agora, entenda porque Satanás enganou Adão e Eva no paraíso. 

Como Deus havia criado um ser inteligente demais para reger a sua criação, mas esse ser se orgulhou demais, e quis ser igual a Deus, então Deus o destituiu e criou novamente as coisas através de seu Filho Jesus, e criou também o homem para ser o novo regente ou mordomo dessa criação, que foi o nosso planeta Terra. Para que não acontecesse o que aconteceu com Lúcifer, Deus criou o homem com uma mente inferior à dos anjos, a fim de que o homem não se tornasse uma ameaça à soberania de Deus. Porém, Lúcifer, sabendo disso, dirigiu-se ao paraíso a fim de enganar Adão e Eva. Na verdade, Lúcifer transmitiu conhecimento ao homem, que Deus havia proibido que não lhe fosse transmitido. Como bem disse Jesus, Satanás é o Pai da Mentira. Porém, em Gênesis 3:22 o próprio Deus-Jeová confirma que Satanás falou alguma verdade a Adão e Eva no paraíso. Deus viu, então, que o homem (imperfeito como é) passou a ser uma ameaça. Por essa razão, teve que tirar a Árvore da Vida do meio do jardim, a fim de que o homem não vivesse eternamente. Na verdade, essa bendita Árvore da Vida é uma espécie de “Fonte de Poder” que faz com que corpos mortais possam viver eternamente. E esse segredo só Deus conhece. Mas Lúcifer também conhece. Só que ele não detém esse poder; caso contrário, já teria ensinado ao homem como obter a vida eterna através do conhecimento científico. Explicando melhor, podemos comparar o segredo da vida eterna com o segredo da fabricação da bomba atômica. Muitos terroristas, cientistas, etc, sabem do que é feito a bomba nuclear; alguns possuem até o urânio, o plutônio, o hidrogênio, mas nã possuem a fórmula secreta. Assim acontece com o segredo da vida eterna para os corpos físicos e mortais: só Deus sabe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Por causa do conhecimento indevido que Lúcifer transmitiu ao homem, hoje o homem está preste a por fim a toda a raça humana através do conhecimento da energia nuclear. Com essas manipulações que os cientistas andam fazendo com enriquecimento de substância altamente radiativas, qualquer dia desses eles vão provocar uma reação em cadeia de explosões nucleares, que poderá destruir todo o planeta. Deus, pela sua pré-ciência, já sabia que mais cedo ou mais tarde o homem provocaria a destruição de sua própria espécie e de todo o planeta. Não foi por prepotência que Ele proibiu Lúcifer de transmitir conhecimento ao homem, mas porque o homem é um ser limitado, imperfeito, incapacitado de governar alguma coisa no Universo, e também, por causa de seu egoísmo e sede de poder. E foi essa a razão que Deus criou novamente o nosso mundo físico no sistema setenário e ordenou a existência de todas as coisas em ciclos, e ainda determinou os tempos exatos para que tudo se cumpra. Determinou, também, a lei do 666, até que muitos humanos sejam aperfeiçoados e possam repovoar o Novo Planeta Terra que será restaurado (Apoc. 20 e 21).
 

 

Para os Gnósticos, Satanás é conhecido como Christus-Lúcifer.  

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Na religião e na Lei Mosaica, dada aos hebreus (judeus), não há nada de errado e não há nada que impeça o homem de se aperfeiçoar. O problema é que os judeus foram o povo escolhido por Jeová, a fim de fazer o seu nome conhecido em toda a Terra, mas eles foram tremendamente rebeldes e não foram capazes de realizar o plano de Deus para a restauração do homem. A religião judaica e os princípios da Lei de Deus não conseguiram atingir a todos os povos. Então Deus teve que mandar o seu Filho Unigênito vir ao mundo para morrer pela humanidade, a fim de complementar a obra de aperfeiçoamento e salvação de forma mais abrangente, que não estava surtindo efeito somente através do Judaísmo.
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No ocultismo, o número 11 é considerado imperfeito e prejudicial. E 33 é o número sagrado das Sociedades Secretas (3×11=33). Também 13 é o número da Fênix, a ave que renasce de suas próprias cinzas. 13 é o número da rebelião. A maioria dos nomes e títulos dados a Lúcifer tem valor numérico um múltiplo de 13.  


O SURGIMENTO DA SEGUNDA BESTA DO APOCALIPSE: OS EUA
 

Em 01/05/1776, Adam Weishaupt formou os Mestres dos Illuminati, e ele escolheu essa data por causa do poder do seu valor numérico: 1+7+7+6 = 21. Repare que, dois meses depois, ocorreu a proclamação da independência dos EUA, exatamente no dia 04/07/1776. Os algarismos 4 e 7 somados dão 11. Veja mais na frente que o número 1776 é a soma de dois números inversos extraídos do quadrado esotérico de 9 casas. 

Já foi concluído que a nação dos Estados Unidos da América é a Segunda Besta (falso profeta) descrita em Apocalipse 13. Parece que os eruditos que dividiram a Bíblia em capítulos sabiam perfeitamente o significado de todos os números. Talvez seja essa a razão de terem enumerado com 13 o capítulo que trata da ação de Satanás neste mundo. E justamente no versículo 18 (6+6+6) encontra-se descrito o número da Besta. 

Entenda que a nação dos Estados Unidos da América foi criada e planejada pelos ocultistas das Sociedades Secretas (Maçonaria e Os Illuminati), e muitos símbolos americanos evidenciam o número 13. A capital dos EUA, Whashingon, foi toda planejada com símbolos maçônicos, não somente os símbolos oficiais (como o “olho da pirâmide” na nota de 1 dólar), mas também os prédios públicos e as ruas estão cheios de símbolos maçônicos. 

Albert Pike, grande líder maçônico de 33º, já em 1870 previa que era necessário ocorrer três Guerras Mundiais para que fosse implantado o reino do Anticristo. Todo maçom de 33º é um Anticristo com A maiúsculo. Eles são declaradamente adoradores de Satã e tornam-se seus Generais aqui na Terra. 


O nome UNITED STATES OF AMERICA tem 21 letras.
  

U

N

I

T

E

D

S

T

A

T

E

S

O

F

A

M

E

R

I

C

A

SOMA

21

14

9

20

5

4

19

20

1

20

5

19

15

6

1

13

5

18

9

3

1

228

126

84

54

120

30

24

114

120

6

120

30

114

90

36

6

78

30

108

54

18

6

1368

Na ordem temos: 1, 3, 4, 5, 6, 9, 13, 14, 15, 18, 19, 20 e 21 (treze números). Os números que não aparecem de forma literal são: 2, 7, 8, 12, 16, 17.   

A soma dos algarismos 1368 dá 18. E 18 é a soma de 6+6+6. A soma 1332+36 dá 1368. A soma de 228+1368 = 1596. E soma dos algarismos de 1596 dá 21. 

É importante observar que em grego o nome JESUS CRISTO vale 888+1480 = 2368 e o número dos EUA, 1368, parece se opor ou se assemelhar ao número de Cristo. Não é por acaso que a segunda Besta de Apocalipse 13 é chamada de Falso Profeta (ou falso cristo). 

O número 13 tem tudo a ver com Lúcifer. Por exemplo, 313+353=666. Em 313 tem a dezena 13 e a soma dos algarismos do número 353 dá 11. A soma de 113+553 ou 311+355 dá 666. A divisão de 355 por 113 gera o número PI = 3,141592… Todos esses números têm significados importantes na Kabalah. 

As pragas apocalípticas são mais direcionadas para o reino da 2ª Besta, os Estados Unidos da América, e também para os países que não admitem a crença em Deus. Parte das sete taças da ira de Deus, descritas no Apocalipse 15, são destinadas ao reino da 2ª Besta. Na verdade, o texto de Apoc. 13 diz que ela tem dois chifres e se parece com um cordeiro. Isso significa que a América parece ser uma nação cristã, e que até defende Israel, mas a sua capa de ovelha está caindo. Não sei por quanto tempo os cristãos ficarão confusos com a nação dos EUA. O governo americano apóia e faz acordo com o Vaticano porque a religião cristã (Cristianismo) e as religiões africanas são as que combinam com o regime democrático e sistema econômico capitalista. Ele não pode fazer acordo com as nações árabes porque eles não aceitam o capitalismo e nem a democracia. Além do mais, o Cristianismo verdadeiro já está perdendo a sua essência, a ponto de os cristãos estarem adotando todos os modismos da Nova Era. Estão sendo espalhados da nação americana vírus do mal, que está contaminando toda o planeta, e até as igrejas evangélicas estão sendo afetadas. Mas, o povo americano beberá do cálice da ira de Deus. Não é por acaso que algumas regiões dos EUA estão sofrendo constantemente a ação de TORNADOS. E isso que está acontecendo com essa nação são fortes evidências de que o pior está para acontecer.  

O ataque terrorista contra o WTC (World Trade Center) não foi uma obra da vontade humana. Se foi da vontade humana, onde estava Deus, que não impediu a morte de centenas de crentes que, por certo, lá se encontravam? A queda desse “Centro Financeiro Mundial” abalou a estabilidade do governo da Besta. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Só lembrando, os místicos exotéricos fazem muito alarde sobre as 7 profecias Maias. E tais profecias pressagiam mudanças catastróficas no planeta, que ocorrerão em 21 de dezembro de 2.012 [REPARE O VALOR DOS NÚMEROS DESTA DATA].

  

A Tabela Cabalística dos esotéricos é muito misteriosa. Os teólogos devem conhecê-la, a fim de que possam entender o valor secreto de nomes bíblicos. Nessa tabela observamos que nenhuma letra do alfabeto tem valor 9. É evidente que o número 9 é tido como um fator sagrado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


O VALOR NUMÉRICO DO NOME DE JESUS NA LÍNGUA GREGA É 888.
 

Na Bíblia, o nome JESUS só aparece no Novo Testamento, escrito na língua grega. 

O ALFABETO GREGO E SEUS VALORES NUMÉRICOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em Grego, Jesus se escreve: 

 

 

 

 

 

 

I

H

S

O

U

S

Em Grego

10

8

200

70

400

200

888

J

E

S

U

S

 

Em Português

10

5

19

21

19

 

74

Y

E

S

H

U

A

Na Kabalah

150

30

114

48

126

6

474

 E 888 dividido por 74 dá 12, que um número muito utilizado por Deus-Pai. 


O FATOR 37 (3 e 7)
 

Observe que 74 = 37+37. E 37 é o 12º número primo. 

Números primos: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, 37 (12 números) 

37×3 = 111 (valor secreto dos números 3 e 7)
37×6 = 222
37×9 = 333
37×12 = 444 (valor numérico secreto de Lúcifer – o nome Jesus no original, Yeshua, não tem valor 444)
37×15 = 555
37×18 = 666 (valor numérico secreto do anticristo ou Lúcifer)
37×21 = 777 (valor numérico secreto de Deus-Pai)
37×24 = 888 (valor numérico secreto de Jesus)
37×27 = 999

O número 81 é o divisor que, relacionado ao UNO, impulsiona a expansão nos mundos inferiores, pois 1 / 81 = 0,0123456790…

Já o número 81 e 80 conduzem ao decrescimento nos mundos inferiores, pois 80 / 81 = 0,987654320…

Mas, o que me diz da multiplicação 81×123456789 = 9999999909? E 7×142857 = 999999?

Sabemos que 1 / 7 = 0,142857… O número 1 é o UNO e sua divisão por 7 causa uma divisão ou “explosão” infinita, em progressão geométrica. Exemplo: 14 é o dobro de 7; 28 é o dobro de 14 e 56 é o dobro de 28. Logo, para que se encerre a divisão geométrica infinita, a sabedoria infinita acrescenta uma unidade ao 56 a fim de que cesse a expansão numérica. Sendo assim, o número é chamado de racional. Da mesma forma, o número 0,999999 para completar uma unidade real só precisa de 0,000001. 

O valor numérico do nome de JESUS, em grego (língua em que foi escrita o Novo Testamento), é exatamente 888, ou seja, 24 x 37. 

O problema é que o número 8 está intimamente relacionado ao número 6.

Por exemplo, o número secreto de 8 é 36 e o número secreto de 36 é 666. 

O valor numérico da palavra CRISTO, no grego, é 1480, que é 40 x 37. Em português (e inglês) o nome JESUS, pelo número de ordem das 26 letras do alfabeto, tem o valor de 74, ou seja, 37 + 37.

No nosso Alfabeto, o valor numérico das palavras TRÊS e SETE (de 37) dá 111.

 

T

R

E

S

SOMA

20

18

5

19

62

S

E

T

E

 

19

5

20

5

49

SOMA

111

E 3 x 37 = 111. 

Sabemos que no ano de 2001 se iniciou o 7º Milênio. Porém, modernamente dizemos que em 2001 se iniciou o 3º Milênio. O mundo foi criado em 6 dias e no 7º dia Deus descansou (Sábado). Isso significa que no inicio do sétimo milênio há o encontro dos números 3 e 7.  

Os adeptos de uma seita denominada “Testemunhas de Yehoshua” não aceitam de forma alguma o nome JESUS CRISTO para designar o nome do Filho de Deus. Essa seita usa o nome YEHOSHUA (Yeshua) para Jesus. Por essa razão, eles fizeram cálculos do nome JESUS CRISTO, FILHO DE DEUS em Latim, e usaram os valores numéricos dos algarismos romanos. Há quem questione. Mas, assim como dizem que o título do Papa (Vigário do Filho de Deus) dá 666, assim fizeram também com o nome Jesus.


JESUS CRISTO, FILHO DE DEUS
 

I

E

S

V

S

C

R

I

S

T

V

S

F

I

L

I

I

D

E

I

SOMA

1

 

 

5

 

100

 

1

 

 

5

 

 

1

50

1

1

500

 

1

666

Até seitas judaicas, inconformadas com a história de Cristo, afirmam que no nome JESUS existe escondido o 666. Segundo uma seita, as letras J e E não tem valor em hebraico, mas a letra S vale 60 e a letra U vale 6. Logo, J+E+S+U+S é 0+0+60+6+60. Tirando-se os zeros, fica 6+6+6 = 18. 

Uma coisa eu sei. O nome do Filho de Deus é somente JESUS (YESHUA), conforme foi anunciado pelo anjo a Maria. O nome CRISTO, de origem grega, foi acrescentado posteriormente pelos apóstolos. No livro do profeta Isaías está escrito que o seu nome seria EMANUEL (Deus conosco). Apesar de Jesus ser o Verdadeiro Filho Unigênito de Deus, Ele sempre se autodenominava “Filho do Homem”. Quando as pessoas o reconheciam como Filho de Deus, proibia-lhes que assim o anunciassem. Por outro lado, a expressão “Filho de Deus” não é um nome próprio, mas um titulo, apenas.

E mesmo, o nome “Iesvs Cristvs Filii Dei” não é correto. A tradução de Jesus Cristo Filho de Deus é Iesvs Cristvs Filivs Dei. A forma latina FILII significa “do filho”. Assim, o nome fica sendo Jesus Cristo do Filho de Deus. “Vicarivs Filii Dei” está correto, porque significa “representante do filho de deus”.

 

Uma VERDADE SOBRE O 666 E A PALAVRA COMPUTER (COMPUTADOR) 

Parece que o 666 está mais presente ao nosso redor do que imaginamos. 

De acordo com valores numéricos atribuídos às letras do alfabeto na Kabalah esotérica, pode-se determinar o valor da palavra COMPUTER (em inglês, língua original em que foi criada). 

Segundo conhecimentos numéricos secretos da Kabalah, a primeira letra do Alfabeto tem o valor 6, e a cada letra seguinte soma-se mais 6. Esse conhecimento de numerologia ocultista passou muito tempo escondido, até que os estudiosos de segredos do ocultismo conseguiram descobrir. 

Devemos fazer diferença entre Kabbalah hebraica (ou Doutrina Esotérica Judaica) e KaBaLa esotérica dos ocultistas satanistas. Em hebraico, Kabbalah significa “Tradição” ou, conforme a raiz “KABAL”, significa “Receber o conhecimento”. Há outros ocultistas que a chamam de Santa Qabalah.  

Já a palavra Cabala, soletrada em hebraico, é QBLH, derivando-se da raiz QBL, Qibel, significando “receber”. Isto se refere ao fato (assim é dito) de que o Conhecimento Cabalístico é sempre transmitido oralmente. 

Porém, sabemos que os ocultistas satanistas criaram um outro tipo de KaBaLa. E nessa palavra KaBaLa está oculto o número 666. Repare que eles escrevem os A com letra minúscula. Na numerologia secreta, a letra A vale 6. Veja: 

K

a

B

a

L

a

 

 

6

 

6

 

6

 

O antigo alfabeto Hebraico só possui 22 letras. 

O ALFABETO HINDU-ARÁBICO E O NOSSO ALFABETO OCIDENTAL TEM 26 LETRAS. 

ALFABETO HINDU-ARÁBICO

ALFABETO OCIDENTAL

ALFABETO HEBRAICO

ALFABETO GREGO

A

6

A

A

1

1

Alef

1

Alfa

1

B

12

B

B

2

2

Bet

2

Beta

2

C

18

C

R

3

3

Guimel

3

Gama

3

D

24

D

A

4

4

Dalet

4

Delta

4

E

30

E

C

5

5

He

5

Epsilon

5

F

36

F

A

6

6

Vau

6

Stigma

6

G

42

G

D

7

7

Zayin

7

Zeta

7

H

48

H

A

8

8

Chet

8

Eta

8

I

54

I

B

9

9

Tet

9

Teta

9

J

60

J

R

10

10

Yod

10

Iota

10

K

66

K

A

11

11

Kaf

20

Kapa

20

L

72

L

 

12

12

Lamed

30

Lamba

30

M

78

M

 

13

13

Mem

40

Mu

40

N

84

N

 

14

14

Num

50

Nu

50

O

90

O

 

15

15

Sameq

60

Xi

60

P

96

P

 

16

16

Ayin

70

Omicron

70

Q

102

Q

 

17

17

Pe

80

Pi

80

R

108

R

 

18

18

Tsadi

90

Ro

100

S

114

S

 

19

19

Kof

100

Sigma

200

T

120

T

 

20

20

Resh

200

Tau

300

U

126

U

 

21

21

Shin

300

Upsilon

400

V

132

V

 

22

22

Tau

400

Phi

500

W

138

W

 

23

 

 

 

Chi

600

X

144

X

 

24

 

 

 

Psi

700

Y

150

Y

 

25

 

 

 

Omega

800

Z

156

Z

 

26

 

 

 

 

 

SOMA

2.106

 

 

 

 

 

 

 

4.005

6.111 (6×111=666)

Fazendo as contas, percebemos que a palavra COMPUTER tem o valor numérico de 111 ou 666. 

 

C

O

M

P

U

T

E

R

SOMA

3

15

13

16

21

20

5

18

111

18

90

78

96

126

120

30

108

666

 

Observe que o valor 666, da palavra Computer, não pode ser feito pelo alfabeto hebraico ou Kabalah hebraica.  


O ALFABETO HEBRAICO DETALHADO
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


CONCLUSÃO
 

Percebemos que os números que se referem a JESUS, sempre são o dobro dos que se referem ao LÚCIFER. 

Se 6 é o número do Homem, 12 é o número de Deus (dobro);

Se 444 é o número de Lúcifer, 888 é o número de Jesus;

Se 666 é o número de Lúcifer, 1332 (532+800) é o valor numérico dos nomes Alfa e Ômega, que se refere a Jesus. 

Repare que o valor normal das LETRAS alfa e ômega são 1 e 800, que somando, dá 801.

Agora, o valor numérico das palavras ALFA e ÔMEGA no texto de Apocalipse 1:8 dá 1332 (666+666). 

 

 

 

 

 

 

Observe o seguinte quadrado mágico esotérico de 9 casas. 
   

 

 

 

  


Somando-se a primeira coluna com o seu inverso, temos 147+741 = 888
Somando-se a segunda coluna com o seu inverso, temos 258+852 = 1110
Somando-se a terceira coluna com o seu inverso, temos 369+963 = 1332
Somando-se a primeira linha com seu inverso, temos 123+321 = 444
Somando-se a segunda linha com seu inverso, temos 456+654 = 1110
Somando-se a terceira linha com seu inverso, temos 789+987 = 1776 (ano da independência dos EUA) 

Percebe-se que o número referente a Lúcifer são 1, 2 e 3. 

O triangular de 3 é 6 (1+2+3=6). 

Agora, colocando-se os números 1, 2 e 3 no quadrado mágico de forma permutada, realizando-se a soma das três linhas ou a soma das três colunas obtemos sempre o valor 666.  

 

 

 

 

 

Soma das três linhas da esquerda para a direita: 123+312+231 = 666
Soma das três linhas da direita para a esquerda: 321+213+132 = 666
Soma das três colunas de cima para baixo: 132+213+321 = 666
Soma das três colunas de baixo para cima: 231+312+123 = 666 

A mesma coisa acontece permutando-se novamente os números. 


O HEXAEDRO (CUBO) É A REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA DO NOSSO UNIVERSO FÍSICO, DE TRÊS DIMENSÕES, E DA CIDADE SANTA, A NOVA JERUSALÉM. 

      


“A cidade era quadrangular (HEXAEDRO); e o seu comprimento era igual à sua largura. E mediu a cidade com a cana e tinha ela doze mil estádios; e o seu cumprimento, largura e altura eram iguais” (Apoc. 21:16). 

O hexaedro ou cubo é uma figura geométrica (poliedro) tridimensional de seis (6) lados iguais. Repare que foi dito “6”. E 6 é o número da Terra ou número do homem. Repare, também, que o hexaedro tem 8 fundamentos ou vértices. E o número secreto de 8 é 36. 

Repare que, visualizando-se o hexaedro de qualquer ponto (ângulo), só conseguimos ver três faces. As outras três faces ficam por trás, escondidas. 

Por causa dessas propriedades do hexaedro, muitos esotéricos afirmam que essa dualidade são as forças universais que regem o mundo, e que uma não existe sem a outra, e sempre vão existir juntas. Ou seja, assim como existe o bem, existirá também o mal; assim como existe a luz, sempre existirá a treva; assim como existem dois fios para acender a lâmpada (um com pólo negativo e outro com pólo positivo), assim também é preciso haver duas forças: uma negativa (Lúcifer) e outra positiva (Jesus) para haver harmonia no universo. 

 

 

 

 

  

Na verdade, enquanto Lúcifer não se intrometia nas coisas de seu Pai, essa dualidade de forças do bem e do mal sempre existia de forma isolada. Mas, quando a força do mal passou a querer dominar a força do bem, então Deus-Pai teve que intervir.  

a) 1 : 7 = 0,142857
b) 2 : 7 = 0,285714
c) 3 : 7 = 0,428571 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Texto produzido por Miquels
Manaus, 01 de julho de 2008.

11/07/2008 Posted by | TEMAS DIFÍCEIS | Deixe um comentário